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Resumo Forragicultura
Forragicultura e Estacionalidade da Produção
Conceito de Forragicultura: A forragicultura é a ciência que estuda as plantas forrageiras e a 
interação delas com o animal, o solo e o meio ambiente.
Problemas causados pela Estacionalidade da Produção:
Causas da Estacionalidade:
Soluções para a Estacionalidade:
Observações sobre a Alimentação de Vacas no Início da Lactação:
Conclusão: A estacionalidade da produção de forragens é um dos principais desafios para a 
pecuária no Brasil, contribuindo para a baixa produtividade. O melhoramento da produção de 
forragens e a adoção de práticas de manejo adequado são fundamentais para enfrentar esse 
desafio.
Resumo: Forragicultura, Fisiologia e Morfologia
Cerca de 88% da carne bovina no Brasil vem de rebanhos em pasto.
Variações climáticas sazonais causam oscilações na quantidade e qualidade da pastagem.
É difícil manter um equilíbrio entre a oferta de forragem e a demanda nutricional dos 
animais apenas com pastagem.
Período das Águas: Alta temperatura, precipitação regular, alta luminosidade e 
crescimento vigoroso das plantas. A produção de matéria seca é de 70 a 80% do total anual.
Período da Seca: Baixa temperatura, pouca precipitação e luminosidade reduzida, 
resultando em crescimento lento das plantas. A produção de matéria seca cai para 20 a 30% 
do total anual.
1.  Adubação Nitrogenada Estratégica: Uso de fertilizantes para melhorar a produção.
2.  Irrigação: Uso de água para manter a produtividade das pastagens durante a seca.
3.  Diferimento da Pastagem: Vedar certas áreas no final do período das águas para 
acumular forragem para a seca.
4.  Suplementação Alimentar: Uso de concentrados, feno, silagem, resíduos agroindustriais e 
culturas de inverno.
Vacas no início da lactação não consomem alimentos suficientes para sustentar a produção 
de leite, atingindo o pico de consumo de alimentos após nove a dez semanas.
É importante fornecer uma dieta rica em nutrientes para evitar perda de peso excessiva e 
problemas reprodutivos.
O manejo dos pastos em rotação e a suplementação com volumosos de boa qualidade são 
essenciais.
Objetivos da Aula:
Importância da Forragicultura no Brasil: O Brasil, com sua vasta extensão territorial e clima 
favorável, possui condições excelentes para o desenvolvimento da pecuária, onde uma boa 
formação de pastagens e capineiras é a melhor opção para a alimentação do rebanho, sendo o 
alimento mais barato disponível e capaz de fornecer todos os nutrientes necessários para o 
bom desempenho dos animais.
Plantas Forrageiras:
Fisiologia e Morfologia:
Taxonomia das Plantas Forrageiras:
Sistema Radicular:
Colmo e Folhas:
Conhecer os principais aspectos morfológicos e fisiológicos das forrageiras.
Entender como esses aspectos influenciam no manejo.
Forragem: Biomassa de plantas herbáceas acima do nível do solo, geralmente partes 
comestíveis, excluindo-se os grãos, usadas para alimentação animal.
Plantas Forrageiras:Conhecidas como alimentos volumosos aquosos (pastos e capineiras). 
São alimentos de baixo teor energético, principalmente devido ao alto teor de fibra bruta ou 
água.
Volumosos Secos: Fenos, palhas, sabugos, cascas, farinha de polpa.
Forragens Verdes: Silagens, raízes, tubérculos, frutos.
Taxonomia: Ciência que classifica os seres vivos.
Morfologia: Estudo das características físicas (estrutura externa) das plantas.
Gramíneas (Poaceae):
Importantes na agricultura, fornecendo cereais e forragem.
Exemplos: milho (Zea mays), trigo (Triticum aestivum), arroz (Oryza sativa), cana-de-
açúcar (Saccharum officinarum), braquiária (Brachiaria brizantha).
Leguminosas (Fabaceae):
Importância econômica na produção de grãos e forragem.
Exemplos: soja (Glycine max), alfafa (Medicago sativa), feijão (Phaeseolus vulgaris), 
ervilha (Pisum sativum).
Refere-se ao conjunto de raízes da planta, responsável pela absorção de água e minerais, 
sustentação no solo e armazenamento de nutrientes.
Tipos de Sistemas Radiculares:
Pivotante: Predominante em leguminosas.
Fasciculado: Comum em gramíneas.
Colmo: Estrutura de suporte das folhas e inflorescências.
Inflorescência:
Complemento Necessário:
Manejo das Pastagens:
Importância da Diversidade:
Sistemas de Produção Sustentáveis:
Objetivos da Aula
Importância da Forragicultura
Definição de Plantas Forrageiras
Divisão dos Alimentos Volumosos
Folhas: Responsáveis pela fotossíntese e transpiração.
Estrutura reprodutiva das plantas forrageiras.
A compreensão dos aspectos fisiológicos e morfológicos das forrageiras é essencial para o 
manejo eficiente das pastagens. O conhecimento sobre a taxa de crescimento, 
desenvolvimento radicular, resposta a adubações e estresse hídrico, entre outros, permite 
ao produtor tomar decisões informadas sobre rotação de pastagens, adubação e irrigação.
A diversidade de espécies forrageiras, incluindo gramíneas e leguminosas, é crucial para a 
sustentabilidade das pastagens. As gramíneas fornecem a maior parte da forragem para 
ruminantes, enquanto as leguminosas, além de serem fontes de proteína, fixam nitrogênio 
no solo, melhorando sua fertilidade.
A integração de diferentes espécies forrageiras e a adoção de práticas de manejo 
sustentável, como o pastejo rotativo e a adubação verde, são fundamentais para garantir a 
produtividade e a saúde do solo a longo prazo.
Conhecer os principais aspectos morfológicos e fisiológicos das forrageiras.
Entender como esses aspectos influenciam no manejo.
O Brasil possui um clima favorável para o crescimento de plantas herbáceas, essencial para 
a pecuária.
Boa formação de pastagens e capineiras é crucial para a alimentação do rebanho nacional.
Forragem: Biomassa de plantas herbáceas acima do solo, comestíveis para animais, 
excluindo grãos.
Alimentos volumosos: Baixo teor energético devido ao alto teor de fibra bruta ou água.
Secos: Fenos, palhas, sabugos, cascas, farinha de polpa.
Verdes: Forragens verdes, silagens, raízes, tubérculos, frutos.
Taxonomia e Morfologia
Monocotiledôneas e Dicotiledôneas
Sistema Radicular
Colmo e Folhas
Importância das Gramíneas
Famílias de Plantas
Exemplo de Plantas
Tipos de Folhas
Tipos de Caule
Taxonomia: Ciência que classifica os seres vivos.
Morfologia: Estudo das características físicas das plantas.
Monocotiledôneas: Plantas que possuem um único cotilédone (folha embrionária) na 
semente. Exemplos incluem gramíneas como milho e trigo. Caracterizam-se por folhas com 
nervuras paralelas, raízes fasciculadas e flores com partes em múltiplos de três.
Dicotiledôneas: Plantas que possuem dois cotilédones na semente. Exemplos incluem 
leguminosas como feijão e soja. Caracterizam-se por folhas com nervuras reticuladas, raízes 
pivotantes e flores com partes em múltiplos de quatro ou cinco.
Funções: Absorção de água e minerais, sustentação, armazenamento de nutrientes.
Tipos: Pivotante (leguminosas) e fasciculado (gramíneas).
Colmo: Estrutura principal da planta que sustenta as folhas e flores. Nos gramíneas, é 
geralmente oco entre os nós.
Folhas: Responsáveis pela fotossíntese, variam em forma, tamanho e disposição.
Produção agrícola: cereais, forragem para ruminantes.
Representam 20% da vegetação terrestre.
Gramíneas (Poaceae): Importância na produção de cereais e forragem.
Leguminosas (Fabaceae): Importância econômica pela produção de grãos e forragem.
Gramíneas: Milho, trigo, arroz, cana-de-açúcar, braquiária.
Leguminosas: Soja, alfafa, feijão, ervilha.
Gramíneas: Geralmente folhas estreitas, compridas e paralelinérveas.
Leguminosas: Folhas geralmente compostas, pinadas ou trifolioladas.
Colmo: Nos gramíneas, o caule é caracteristicamente oco entre os nós e sólido nos nós.
Leguminosas: Caule pode ser ereto ou prostrado, variando conforme a espécie.
Sementes
Inflorescência
Análise do Solo
Compactação do Solo
Formação ou Reforma de Forrageiras
Quando Decidir Formar ou Recuperar
Processo de Formação ou Reforma
Gramíneas: As sementes são frequentemente pequenas e leves, adaptadas para dispersão 
pelovento ou por animais.
Leguminosas: Produzem sementes dentro de vagens, que se abrem quando maduras para 
dispersar as sementes.
Inflorescência: É a disposição das flores na planta. Nos gramíneas, as inflorescências 
podem ser em forma de espiga, panícula ou racemo.
Espiga: Flores inseridas diretamente no eixo principal, como no trigo.
Panícula: Ramos secundários que possuem flores, como no arroz.
Racemo: Flores ligadas ao eixo principal por pedicelos, como na braquiária.
Técnica para determinar a fertilidade do solo por meio de amostras.
Realizar a cada dois anos.
Amostras retiradas de 0 a 20 cm de profundidade, atingindo 80% do sistema radicular.
Possível correção para camadas mais profundas (20 a 40 cm).
Essencial para conhecer a fertilidade do solo.
Verificar compactação com penetrômetro ou barra de ferro.
Observar o comportamento da água da chuva no solo.
Compactação pode levar à erosão e mau manejo das plantas forrageiras.
A exploração contínua do solo sem reposição de nutrientes pode comprometer a qualidade 
da pastagem.
Baixa fertilidade do solo: Melhorada por análise do solo sem necessidade de reforma.
Plantas daninhas invasoras: Indicativo de baixa fertilidade ou mau manejo; controle sem 
reforma pode ser possível.
Espaços vazios: Áreas sem pastagem (>2m²) indicam necessidade de formação.
Gramíneas inferiores: Menos nutritivas e agressivas, requerem reforma.
1.  Análise do solo
2.  Correção da fertilidade
3.  Preparo e conservação do solo
4.  Plantio
Calagem
Preparo do Solo
O Que Plantar
Considerações Importantes
Hábito de Crescimento das Gramíneas
Tipos de Hábito de Crescimento
Plantio
Classificação das Forrageiras
Duração do Ciclo
Época de Crescimento
Depende da análise do solo.
Realizar de 30 a 60 dias antes do plantio.
Incorporação e destruição de restos culturais.
Correção da compactação do solo com implementos agrícolas.
Conservação do solo por curvas de nível e terraços.
Topografia da área: Determina a escolha da gramínea.
Fertilidade da área: Gramíneas variam em exigências de fertilidade.
Finalidade do pasto: Diferentes gramíneas para diferentes tipos de animais.
Diversidade de gramíneas: Plantar várias espécies para minimizar riscos.
Cespitoso (Touceira): Crescimento em forma de touceiras ou agrupamentos. Ex: Capim-
elefante.
Estolonífero: Crescimento rasteiro, com brotos horizontais que se enraízam nos nós. Ex: 
Grama-batatais.
Rizomatoso: Crescimento subterrâneo com rizomas que dão origem a novas plantas. Ex: 
Capim-jaraguá.
Decumbente: Crescimento rasteiro com tendência a elevar as pontas. Ex: Capim-gramão.
Por semente: Utilizado para grandes áreas, pode ser manual ou mecanizado.
Por mudas: Utilizado para áreas menores ou sem disponibilidade de sementes.
Anuais: Duram menos de um ano, priorizam a produção de sementes.
Perenes: Sobrevivem vários anos, crescem lentamente e acumulam reservas.
Estação fria (Hibernais, de inverno ou temperadas): Crescem nos meses mais frios.
Estação quente (Estivais, de verão ou tropicais): Crescem nos meses mais quentes.
Padrão de uma Boa Forrageira
Manejo de Formação
Plantio por Mudas
Plantio por Sementes
Inflorescência
Formação de Pastagens
Prof. Dr. Cláudio J A da Silva
Análise do Solo
Alta relação folha/colmo.
Bom crescimento durante o ano todo.
Ser perene e fácil de estabelecer.
Produzir sementes férteis e de fácil colheita.
Boa palatabilidade e resistência a pragas, doenças, extremos climáticos, fogo e abalos 
mecânicos.
Alto valor nutritivo.
Evitar utilização intensa das pastagens recém-estabelecidas.
Pastejo inicial rápido para consolidar o sistema radicular e estimular novas brotações.
Realizar limpeza das plantas invasoras e replantio das áreas descobertas.
Evitar pastejo durante a primeira estação chuvosa para permitir o estabelecimento 
completo das pastagens.
Utiliza feixes de hastes ou divisão de touceiras.
Espaçamento de 0,50 a 1,00 m entre covas.
Método assegura o êxito do pegamento das plantas.
Pode ser realizado a lanço, manualmente ou por semeadora acoplada ao trator.
Semeadura no início do período chuvoso.
Inflorescência: Disposição das flores na planta.
Espiga: Flores inseridas diretamente no eixo principal (ex. trigo).
Panícula: Ramos secundários com flores (ex. arroz).
Racemo: Flores ligadas ao eixo principal por pedicelos (ex. braquiária).
Técnica para determinar a fertilidade do solo por meio de amostras.
Realizar a cada dois anos.
Amostras retiradas de 0 a 20 cm de profundidade, atingindo 80% do sistema radicular.
Possível correção para camadas mais profundas (20 a 40 cm).
Essencial para conhecer a fertilidade do solo.
Compactação do Solo
Formação ou Reforma de Forrageiras
Quando Decidir Formar ou Recuperar
Processo de Formação ou Reforma
Calagem
Preparo do Solo
O Que Plantar
Considerações Importantes
Hábito de Crescimento das Gramíneas
Tipos de Hábito de Crescimento
Verificar compactação com penetrômetro ou barra de ferro.
Observar o comportamento da água da chuva no solo.
Compactação pode levar à erosão e mau manejo das plantas forrageiras.
A exploração contínua do solo sem reposição de nutrientes pode comprometer a qualidade 
da pastagem.
Baixa fertilidade do solo: Melhorada por análise do solo sem necessidade de reforma.
Plantas daninhas invasoras: Indicativo de baixa fertilidade ou mau manejo; controle sem 
reforma pode ser possível.
Espaços vazios: Áreas sem pastagem (>2m²) indicam necessidade de formação.
Gramíneas inferiores: Menos nutritivas e agressivas, requerem reforma.
1.  Análise do solo
2.  Correção da fertilidade
3.  Preparo e conservação do solo
4.  Plantio
Depende da análise do solo.
Realizar de 30 a 60 dias antes do plantio.
Incorporação e destruição de restos culturais.
Correção da compactação do solo com implementos agrícolas.
Conservação do solo por curvas de nível e terraços.
Topografia da área: Determina a escolha da gramínea.
Fertilidade da área: Gramíneas variam em exigências de fertilidade.
Finalidade do pasto: Diferentes gramíneas para diferentes tipos de animais.
Diversidade de gramíneas: Plantar várias espécies para minimizar riscos.
Plantio
Classificação das Forrageiras
Duração do Ciclo
Época de Crescimento
Fases de Desenvolvimento das Gramíneas
Fase Vegetativa
Fase de Transição
Fase Reprodutiva
Padrão de uma Boa Forrageira
Cespitoso (Touceira): Crescimento em forma de touceiras ou agrupamentos. Ex: Capim-
elefante.
Estolonífero: Crescimento rasteiro, com brotos horizontais que se enraízam nos nós. Ex: 
Grama-batatais.
Rizomatoso: Crescimento subterrâneo com rizomas que dão origem a novas plantas. Ex: 
Capim-jaraguá.
Decumbente: Crescimento rasteiro com tendência a elevar as pontas. Ex: Capim-gramão.
Por semente: Utilizado para grandes áreas, pode ser manual ou mecanizado.
Por mudas: Utilizado para áreas menores ou sem disponibilidade de sementes.
Anuais: Duram menos de um ano, priorizam a produção de sementes.
Perenes: Sobrevivem vários anos, crescem lentamente e acumulam reservas.
Estação fria (Hibernais, de inverno ou temperadas): Crescem nos meses mais frios.
Estação quente (Estivais, de verão ou tropicais): Crescem nos meses mais quentes.
Crescimento ativo de folhas e raízes.
Alta produção de biomassa.
Ideal para pastejo, pois há maior quantidade de folhas e maior valor nutritivo.
Entre a fase vegetativa e a reprodutiva.
Início do alongamento dos colmos e redução da relação folha/colmo.
Nutrientes começam a ser redirecionados para o desenvolvimento de estruturas 
reprodutivas.
Produção de flores e sementes.
Biomassa atinge seu pico, mas o valor nutritivo das folhas diminui.
Plantas investem energia na produção de sementes, diminuindo a produção de folhas.
Alta relação folha/colmo.
Manejo de Formação
Plantio
Plantio por Sementes
Plantio por Mudas
Inflorescência
Rebrota das Forrageiras:
Reservas nas Forrageiras:
Resíduos de Forrageiras:
Bom crescimento durante o ano todo.
Ser perene e fácil de estabelecer.
Produzir sementes férteis e de fácil colheita.
Boa palatabilidade e resistência a pragas, doenças,extremos climáticos, fogo e abalos 
mecânicos.
Alto valor nutritivo.
Evitar utilização intensa das pastagens recém-estabelecidas.
Pastejo inicial rápido para consolidar o sistema radicular e estimular novas brotações.
Realizar limpeza das plantas invasoras e replantio das áreas descobertas.
Evitar pastejo durante a primeira estação chuvosa para permitir o estabelecimento 
completo das pastagens.
Pode ser realizado a lanço, manualmente ou por semeadora acoplada ao trator.
Semeadura no início do período chuvoso.
Utiliza feixes de hastes ou divisão de touceiras.
Espaçamento de 0,50 a 1,00 m entre covas.
Método assegura o êxito do pegamento das plantas.
Inflorescência: Disposição das flores na planta.
Espiga: Flores inseridas diretamente no eixo principal (ex. trigo).
Panícula: Ramos secundários com flores (ex. arroz).
Racemo: Flores ligadas ao eixo principal por pedicelos (ex. braquiária).
Capacidade das gramíneas de rebrotar após o corte ou pastejo.
Importante para a sustentabilidade da pastagem e o manejo do pastejo.
Acúmulo de carboidratos nas raízes e nos colmos das gramíneas.
Utilizadas para o crescimento rápido durante a rebrota após o pastejo.
Restos culturais deixados após o pastejo ou corte.
Contribuem para a ciclagem de nutrientes e a melhoria da estrutura do solo.
Pontos de Crescimento das Forrageiras:
Resumo das Principais Gramíneas no Mercado
Brachiarias
Meristema apical: Local de crescimento das pontas das gramíneas.
Importante para o crescimento vegetativo e a reprodução das plantas.
1.  Brachiaria decumbens
Origem: Uganda
Hábito: Prostrado
Tolerância: Sombreamento alto, geada baixa, solos úmidos não tolerados
Uso: Pastejo e fenação (15-18 t MS/ha/ano)
PB: 4-7.5%
2.  Brachiaria brizantha
Origem: Zimbábue
Hábito: Cespitoso
Tolerância: Geada média, solos úmidos baixa
Uso: Pastejo e fenação (16-18 t MS/ha/ano)
PB: 9-10%
3.  Brachiaria humidicola
Origem: África Equatorial
Hábito: Estolonífero
Tolerância: Geada média, solos úmidos alta
Uso: Pastejo (12-15 t MS/ha/ano)
PB: 5-7%
4.  Brachiaria ruziziensis
Origem: Congo
Hábito: Estolonífero
Tolerância: Geada baixa, solos úmidos baixa
Uso: Pastejo e fenação (15-18 t MS/ha/ano)
PB: 8-12%
5.  Brachiaria arrecta
Origem: África Equatorial
Hábito: Rizomatosa
Tolerância: Geada baixa, solos úmidos alta
Uso: 6 t MS/ha/ano
PB: 9%
6.  Brachiaria mutica
Origem: África e Américas Tropicais
Hábito: Estolonífera
Tolerância: Geada baixa, solos úmidos alta
Uso: Pastejo e corte (11-12 t MS/ha/ano)
PB: 7-9%
Panicuns
Pennisetums
Cynodon
1.  Panicum maximum cv. Colonião
Origem: África
Hábito: Cespitoso
Tolerância: Geada baixa, solos úmidos baixa
Uso: Pastejo e corte (8-16 t MS/ha/ano)
PB: 8-10%
2.  Panicum maximum cv. Tanzânia
Origem: Tanzânia
Hábito: Cespitoso
Tolerância: Geada média, solos úmidos baixa
Uso: Pastejo e corte (20-26 t MS/ha/ano)
PB: 10-13%
3.  Panicum maximum cv. Mombaça
Origem: Tanzânia
Hábito: Cespitoso
Tolerância: Geada média, solos úmidos baixa
Uso: Pastejo e corte (20-30 t MS/ha/ano)
PB: 10-13%
4.  Panicum maximum cv. Massai
Origem: Tanzânia
Hábito: Cespitoso
Tolerância: Geada baixa, solos úmidos média
Uso: Pastejo e corte (15 t MS/ha/ano)
PB: 8-12%
1.  Pennisetum purpureum (Capim Elefante)
Origem: África
Hábito: Cespitoso
Tolerância: Geada baixa, solos úmidos baixa
Uso: Pastejo e corte (60 t MS/ha/ano)
PB: 10-12%
2.  Pennisetum glaucum (Milheto)
Origem: África e Índia
Hábito: Ereto
Tolerância: Geada baixa, solos úmidos baixa
Uso: Ensilagem, feno (20 t MS/ha/ano)
PB: 15-24%
1.  Cynodon spp. (Tifton-85)
Origem: Híbrido estéril (USA)
Hábito: Estolonífera e rizomatosa
Leguminosas
Plantas Fotossensibilizantes
Plantas que Causam Morte Súbita
Plantas Anti-Hematopoéticas e Carcinogênicas
Tolerância: Geada média, solos úmidos média
Uso: Pastoreio e fenação (20 t MS/ha/ano)
PB: 16%
1.  Arachis pintoi (Amendoim Forrageiro)
Origem: Brasil Central
Hábito: Rasteiro
Tolerância: Solo médio a baixa fertilidade
Uso: Pastoreio e feno (2 t MS/ha/ano)
PB: 16-18%
2.  Medicago Sativa (Alfafa)
Origem: Sudoeste da Ásia
Hábito: Ereto
Tolerância: Alta exigência de solo
Uso: Pastoreio e feno (20 t MS/ha/ano)
PB: 25%
3.  Cajanus cajan (Feijão Guandu)
Origem: África Tropical Ocidental
Hábito: Arbustiva ereta
Tolerância: Solo baixa fertilidade
Uso: Pastoreio, feno, silagem (10-12 t MS/ha/ano)
PB: 14-16%
1.  Ammi majus (Umbelíferas)
Toxinas: Agentes fotodinâmicos exógenos
Doenças: Fotossensibilização primária
Sintomas: Sensibilidade à luz, lesões na pele exposta à luz solar
2.  Brachiaria spp.
Toxinas: Filoeritrina acumulada devido a lesão hepática
Doenças: Fotossensibilização hepatógena (Tipo III)
Sintomas: Lesões cutâneas nas áreas expostas ao sol, icterícia
1.  Palicourea marcgravii (erva-de-rato)(Presente no Paraná)
Toxinas: Ácido fluoroacético
Doenças: Inibição das enzimas do ciclo de Krebs
Sintomas: Queda repentina, desequilíbrio, tremores musculares, respiração ofegante, 
morte em poucos minutos
1.  Senecio spp.(Presente no Paraná)
Toxinas: Alcaloides pirrolizidínicos
Plantas que Afetam o SNC
Plantas que Afetam a Reprodução
Plantas que Afetam os Rins
Plantas Hepatotóxicas
Plantas Carcinogênicas
Doenças: Hepatotoxicidade crônica, carcinogenicidade
Sintomas: Insuficiência hepática, perda de peso, icterícia, carcinoma hepático
1.  Erythrina spp.(Presente no Paraná)
Toxinas: Alcaloides eritroidina
Doenças: Efeito depressor no sistema nervoso central
Sintomas: Sonolência, paralisia, depressão respiratória
1.  Trifolium spp. (Trevo)
Toxinas: Fitoestrógenos
Doenças: Distúrbios reprodutivos
Sintomas: Infertilidade, distúrbios do ciclo estral, aborto
2.  Ateleia glazioviana (Timbó)
Toxinas: Não especificado
Doenças: Aborto
Sintomas: Abortos em qualquer fase gestacional, principalmente no final do verão e 
outono
1.  Amaranthus spp. (Caruru)(Presente no Paraná)
Toxinas: Oxalatos
Doenças: Nefrotoxicidade
Sintomas: Insuficiência renal aguda, hemorragias renais, anúria
1.  Crotalaria spp.(Presente no Paraná)
Toxinas: Alcaloides pirrolizidínicos
Doenças: Hepatotoxicidade crônica
Sintomas: Cirrose, icterícia, ascite
1.  Pteridium aquilinum (Samambaia)(Presente no Paraná)
Toxinas: Ptaquilosídeo
Doenças: Carcinogenicidade
Sintomas: Hematúria, anemia, tumores da bexiga

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