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MONITORIA HAM II
Monitores: Maria Eduarda Raposo, Mario Neto e Yasmim Lima
CONTEÚDOS
• EXAME FÍSICO DAS MAMAS
• EXAME GINECOLÓGICO
• TOQUE RETAL 
• SINAIS MENÍNGEOS 
• SENSIBILIDADE 
• MANOBRAS DE DESENGASGO
• SBV (adulto e criança)
EXAME DAS MAMAS
• DIVIDIR A MAMA EM QUADRANTES
Antes de iniciar o exame, é importante dividir 
a mama em quadrantes, isso ajudará na loca-
lização de alterações: 
CAUDA DE SPENCE:
Não esquecer que o quadrante externo superior
também é considerado tecido mamário
EXAME DAS MAMAS
• INSPEÇÃO ESTÁTICA 
(paciente sentada com membros superiores paralelo ao tronco)
Tamanho;
Contornos;
Formato;
Simetria;
Abaulamentos;
Pigmentação areolar.
EXAME DAS MAMAS
• INSPEÇÃO DINÂMICA
Elevar os membros superiores ao nível da cabeça;
Estender os membros e realizar inclinação anterior
do tronco para frente;
Contração da musculatura peitoral.
EXAME DAS MAMAS
• PALPAÇÃO 
• Técnicas:
- Bloodgood (dedos em piano)
-Velpeau (mão espalmada)
A palpação é realizada com a paciente deitada com as mãos atrás da cabeça e 
os braços abertos.
MANOBRAS DA PALPAÇÃO 
EXAME DAS MAMAS
• PALPAÇÃO 
• Iniciar pela mama não dolorosa (se referir dor);
• Palpar todos os quadrantes mamários, incluindo a cauda de Spence;
• Realizar palpação suavemente, partindo da região subareolar e estendendo-se
as regiões paraesternais, infraclaviculares e axilares.
EXAME DAS MAMAS
• AVALIAR:
• Quantidade de parênquima mamário e eventuais alterações; 
• Elasticidade da papila; 
• A presença se secreção papilar; 
• Temperatura da pele da região mamária; 
EXPRESSÃO PAPILAR
• A expressão papilar (pressão ao nível da aréola e da papila) permite investigar
a eventual presença de secreção papilar.
• O tipo de secreção pode indicar o tipo de patologia, por exemplo a secreção
purulenta presente em processos infecciosos como mastite e abcesso.
• Secreções hemorrágicas podem ser indicativas de carcinoma da mama.
• Observação: É importante ver cor, se é uni ou multiductal, quantidade e dor
local.
NÓDULOS
• Caso encontrar algum nódulo 
durante a palpação, avaliar: 
- Limites;
- Consistência;
- Mobilidade;
- Diâmetro;
- Fixação nas estruturas circunjacentes.
PALPAÇÃO DOS LINFONODOS
AXILARES, INFRA E SUPRACLAVICULARES:
• Antes de fazer a palpação, devem-se inspecionar as axilas, à procura de alterações anormais. 
A paciente deve ficar sentada de frente para o examinador. Com a mão espalmada, faz-se a 
palpação deslizante do oco axilar e suas proximidades. As fossas supraclaviculares e a axila são 
palpadas com as pontas dos dedos. 
• Ao encontrar linfonodos, analisar: 
Localização; 
Quantidade; 
Maior diâmetro transverso; 
Consistência; 
Coalescência. 
PALPAÇÃO DOS LINFONODOS
AXILARES, INFRA E SUPRACLAVICULARES:
EXAME GINECOLÓGICO
EXAME GINECOLÓGICO
• O objetivo do exame Papanicolau (Colpocitologia oncótica) é a prevenção e 
rastreamento de lesões precursoras do câncer de colo de útero;
• 25 aos 64 anos (quando vida sexual iniciada);
• Realizar a coleta anualmente, após dois resultados normais, espaçar para 
intervalo de 3 em 3 anos;
EXAME GINECOLÓGICO
EXAME GINECOLÓGICO
• Não esquecer a paramentação e esterilização de todo o material;
• Não esquecer que para realização do exame, deve-se lubrificar o canal vaginal;
• Paciente deve estar em posição ginecológica;
• Pedir licença para paciente para introdução do espéculo e informar tudo que 
irá realizar;
EXAME GINECOLÓGICO
• PROCEDIMENTO:
• Introduzir o espéculo a 45º e rotacionar dentro da vagina;
• Abrir o espéculo até visualizar o colo do útero;
• Identificar a lâmina com as iniciais da paciente;
• Fixar a espátula de Ayre no orifículo externo e girar 360º, retirar e passar de um 
lado da lâmina e descartar a espátula;
• Com a escovinha, adentrar o canal endocervical, girar 360º e passar o material do 
outro lado da lâmina;
• Passar o fixador na lâmina e guardar no coletor
• Informar a paciente que irá retirar o espéculo.
TOQUE RETAL
TOQUE RETAL
• O objetivo do exame é avaliar o tamanho, a forma e a textura da próstata,
através da introdução do dedo no reto, palpando as partes posterior e lateral
da próstata;
• Recomenda-se a realização do toque retal para todos os homens a partir dos
45-50 anos, anualmente;
TOQUE RETAL
• EXAME DO PÊNIS: A inspeção possibilita diagnosticar a maioria das
enfermidades e anomalias congênitas (agenesia, duplicação, macro e micro
pênis, epispadia e fimose);
• EXAME DA BOLSA ESCROTAL: Investiga-se o formato, tamanho,
características da pele e aspectos vasculares; pele enrugada e massas escrotais
podem ser duras ou moles.
• EXAME DOS TESTÍCULOS: A palpação é o método de maior valor na
análise dos testículos, deve ser feita com extrema delicadeza, não apenas pela
dor mas pelo risco de disseminação venosa em caso de neoplasia maligna.
Palpa-se os testículos fazendo comparação bilateral com avaliação de
consistência, formato, contornos e tamanho.
TOQUE RETAL
• ANTES DO EXAME
• O paciente deve esvaziar a bexiga o máximo possível;
• Não ter realizado relação sexual nas últimas 48 horas;
• Não ter realizado colonoscopia nos últimos 15 dias;
• Não ter realizado atividade física nas últimas 24 horas;
TOQUE RETAL
• TÉCNICA
1º: O paciente deve estar em
posição de Sims ou Genupeitoral
(a mais adequada)
TOQUE RETAL
• TÉCNICA
2º:
- Utilizar luvas e gel lubrificante;
- Inspecionar a região perianal
em busca de sinais inflamatórios,
fissuras, abscessos e etc;
TOQUE RETAL
• TÉCNICA
3º:
Expõe-se o ânus com o dedo indicador e o polegar da mão esquerda;
Colocar o indicador direito sobre a margem anal, fazendo compressão contínua
para baixo, relaxando o esfíncter externo;
Em seguida, introduz de forma lenta e suave com movimentos rotatórios.
TOQUE RETAL
• TÉCNICA
4º: AVALIAÇÃO
Avalia-se a parede anterior (próstata), parede lateral direita e esquerda e
posterior.
5º: CARACTERÍSTICAS DA SEMIOLÓGICAS
Tamanho (4cm), consistência (fibroelástica), superfície (lisa), contornos
(regulares) e mobilidade (leve);
SINAIS MENÍNGEOS
SINAIS MENÍNGEOS
• Este exame tem como função identificar irritações das meninges, como 
infecções, hemorragias subaracnóidea entre outros.
SINAIS MENÍNGEOS
• Rigidez de nuca: o examinador coloca uma das mãos
na região occipital do paciente em decúbito dorsal e,
suavemente, tenta fletir a cabeça dele. Se o movimento
for fácil e amplo, não há rigidez nucal, ou seja, a nuca é
livre.
• Caso contrário, fala-se em resistência, defesa ou
simplesmente rigidez da nuca. Esta última situação e ́
frequentemente encontrada na meningite e na
hemorragia subaracnóidea.
SINAIS MENÍNGEOS
• Prova de Brudzinski: o examinador repousa uma
das mãos sobre o tórax do paciente em decúbito
dorsal e membros estendidos e, com a outra, colocada
na região occipital, executa uma flexão forçada da
cabeça. A prova é positiva quando o paciente flete os
membros inferiores, havendo casos nos quais se
observam flexão dos joelhos e expressão fisionômica
de sensação dolorosa.
SINAIS MENÍNGEOS
• Prova de Lasègue: com o paciente em
decúbito dorsal e os membros inferiores
estendidos, o examinador faz a elevação de um
membro inferior estendido. A prova e ́ positiva
quando o paciente reclama de dor na face
posterior do membro examinado, logo no
inicio da prova (cerca de 30° de elevação).
SINAIS MENÍNGEOS
• Prova de Bragard: e ́ uma forma de
sensibilizar o sinal de Lasègue, realizando uma
dorsiflexão do pé ́.
SINAIS MENÍNGEOS
• Prova de Kernig: consiste na extensão da
perna, estando a coxa fletida em ângulo reto
sobre a bacia e a perna sobre a coxa.
Considera-se a prova positiva quando o
paciente sente dor ao longo do trajeto do
nervo ciático e tenta impedir o movimento.
TESTE DE SENSIBILIDADE
TESTE DE SENSIBILIDADE
• O objetivo do teste é identificar a
existência de áreas de redução,
abolição, perversão ou aumento da
sensibilidade
TESTE DE SENSIBILIDADE• SENSIBILIDADE SUPERFICIAL: A sensibilidade superficial corresponde a
sensibilidade tátil, térmica e dolorosa;
• TÁTIL: Para a sensibilidade tátil, utiliza-se um pedaço de algodão ou um pequeno
pincel macio, os quais são roçados de leve em varias partes do corpo;
• TÉRMICA: Requer dois tubos de ensaio, um com água gelada e outro com água
quente, tocando em pontos diversos do corpo, alternando-se os tubos;
• DOLOROSA: É pesquisada com estilete rombo, capaz de provocar dor sem ferir
o paciente.
OBS: Pode-se tentar enganar o paciente como um teste de sinceridade.
TESTE DE SENSIBILIDADE
• SENSIBILIDADE PROFUNDA: A sensibilidade profunda corresponde a
vibratória,cinético-postural,dolorosa profunda e pressão;
• VIBRATÓRIA:Uso de diapasão de 128 vibrações/segundo em saliências ósseas;
• CINÉTICO-POSTURAL: Desloca-se suavemente qualquer parte do corpo em
várias direções, flexões e extensão. Utiliza-se partes como hálux, polegar, pé ou
mão;
• DOLOROSA PROFUNDA: Compressão moderada de massas musculares e
tendões.
• PRESSÃO: Compressão digital ou manual em qualquer parte do corpo,
preferência por massas musculares.
TESTE DE SENSIBILIDADE
• NOMENCLATURAS DAS ALTERAÇÕES DA SENSIBILIDADE:
• Anestesia:desaparecimento;
• Hiperestesia: aumento da intensidade ou duração;
• Hipoestesia:diminuição da intensidade ou duração;
• Analgesia:perda da sensação dolorosa;
• Disestesia: sensações distorcidas e desagradáveis de estímulos normalmente
inócuos;
• Alodinia:Sensação de dor a estímulos que geralmente não são dolorosos.
TESTE DE SENSIBILIDADE
• ESTEREOGNOSIA
Após o exame de sensibilidade, avalia-se a estereognosia, capacidade do paciente
em reconhecer um objeto com a mão sem o auxilio da visão. Quando se perde
essa função descreve-se como: ASTEREOGNOSIA ou AGNOSIA TÁTIL,
indicando lesão do lobo parietal contra lateral.
MANOBRAS DE DESENGASGO
MANOBRAS DE DESENGASGO
• OBSTRUÇÃO LEVE: Paciente responsivo, tosse, fala e respiração 
presentes.
• OBSTRUÇÃO GRAVE: Fala ausente, respiração ausente, tosse silenciosa, 
paciente consciente ou não. 
MANOBRAS DE DESENGASGO
• ABORDAGEM PARA ESGASGO LEVE: Não interferir, acalmar o 
paciente e incentivar a tosse.
• Em caso de evolução para grave: realizar manobras de Heimlich.
MANOBRAS DE DESENGASGO
• ABORDAGEM PARA ESGASGO GRAVE (RESPONSIVO): 
• MANOBRA DE HEIMLICH:
• 1º Posicione-se atrás do paciente com os braços na altura da crista ilíaca.
• Em caso de crianças, o executor deve ficar de joelhos.
• 2º Com uma mão fechada, posicione a face do polegar na parede
abdominal entre o apêndice xifoide e a cicatriz umbilical.
• 3º Com a outra mão espalmada, posicione-a sobre a mão fechada.
• 4º Posicione as pernas com bases firmes no solo, formando um ponto de
equilíbrio.
MANOBRAS DE DESENGASGO
• ABORDAGEM PARA ESGASGO GRAVE (RESPONSIVO):
• MANOBRA DE HEIMLICH:
• 5º: Realize compressões de movimentos rápidos contra o abdômen para
dentro e para cima (em J).
• 6º: Repete-se as compressões até que aja desobstrução ou o paciente evolua
para inconsciência.
• OBS: Em pacientes obesos ou gestantes do último trimestre, realizar as
compressões na linha intramamilar.
MANOBRAS DE DESENGASGO
• ABORDAGEM PARA ESGASGO GRAVE (IRRESPONSIVO): 
• 1ºPosicionar o paciente em superfície rígida;
• 2º Diante de irresponsividade e ausência de pulso, executar compressões
torácicas (RCP).
• 3º Verificar a cavidade oral para analisar a possibilidade de remoção de corpo
estranho antes de realizar as respirações de resgate.
• 4º Repetir protocolo até resolução do caso ou manter as manobras básicas de
desobstrução até o transporte ao pronto socorro.
MANOBRAS DE DESENGASGO
• ABORDAGEM PARA
ESGASGO NO BEBÊ:
Realize a técnica sentado apoiando
o antebraço que segura o bebê.
Aplique 5 golpes entre as
escapulas, em seguida, 5
compressões torácica na linha
intermamilar com duas polpas
digitais.
SBV
SBV
• Suporte Básico de Vida é um protocolo de atendimento no qual se
estabelecem o reconhecimento e a realização das manobras de
ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Essas manobras tem como
objetivo manter a vítima de parada cardiorrespiratória (PCR) viva até a
chegada de uma unidade de transporte especializada.
SBV
SBV
• Checar segurança;
• Checar responsividade;
• Chamar ajuda e orientar ligação para o SAMU (192) e solicitar um DEA;
• Checar respiração e pulso (carotídeo) simultaneamente;
• Iniciar RCP (30 compressões para 2 ventilações) até o DEA chegar ou
paciente reanimar;
SBV
• CHEGADA DO DEA:
• Interrompe-se as compressões e posiciona as pás do dea em região
inframamilar esquerdo e infraclavicular direito;
• Solicita que todos se afastem;
• Administra o choque;
• O DEA reavaliará o ritmo a cada 2 minutos, enquanto isso, manter as
compressões 30c/2v;
REFERÊNCIAS
• https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/_22040c-DocCient_-
_SupBasico_Crianca_Vitima_ParadaCardiaca__002_.pdf
• https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/distúrbios-
neurológicos/exame-neurológico/como-avaliar-a-sensibilidade
https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/_22040c-DocCient_-_SupBasico_Crianca_Vitima_ParadaCardiaca__002_.pdf
https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/_22040c-DocCient_-_SupBasico_Crianca_Vitima_ParadaCardiaca__002_.pdf
https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/distúrbios-neurológicos/exame-neurológico/como-avaliar-a-sensibilidade
https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/distúrbios-neurológicos/exame-neurológico/como-avaliar-a-sensibilidade
OBRIGADO(A)!
	Slide 1: MONITORIA HAM II
	Slide 2: CONTEÚDOS
	Slide 3: EXAME DAS MAMAS
	Slide 4: EXAME DAS MAMAS
	Slide 5: EXAME DAS MAMAS
	Slide 6: EXAME DAS MAMAS
	Slide 7: MANOBRAS DA PALPAÇÃO 
	Slide 8: EXAME DAS MAMAS
	Slide 9: EXAME DAS MAMAS
	Slide 10: EXPRESSÃO PAPILAR
	Slide 11: NÓDULOS
	Slide 12: PALPAÇÃO DOS LINFONODOS AXILARES, INFRA E SUPRACLAVICULARES:
	Slide 13: PALPAÇÃO DOS LINFONODOS AXILARES, INFRA E SUPRACLAVICULARES:
	Slide 14: EXAME GINECOLÓGICO
	Slide 15: EXAME GINECOLÓGICO
	Slide 16: EXAME GINECOLÓGICO
	Slide 17: EXAME GINECOLÓGICO
	Slide 18: EXAME GINECOLÓGICO
	Slide 19: TOQUE RETAL
	Slide 20: TOQUE RETAL
	Slide 21: TOQUE RETAL
	Slide 22: TOQUE RETAL
	Slide 23: TOQUE RETAL
	Slide 24: TOQUE RETAL
	Slide 25: TOQUE RETAL
	Slide 26: TOQUE RETAL
	Slide 27: SINAIS MENÍNGEOS
	Slide 28: SINAIS MENÍNGEOS
	Slide 29: SINAIS MENÍNGEOS
	Slide 30: SINAIS MENÍNGEOS
	Slide 31: SINAIS MENÍNGEOS
	Slide 32: SINAIS MENÍNGEOS
	Slide 33: SINAIS MENÍNGEOS
	Slide 34: TESTE DE SENSIBILIDADE
	Slide 35: TESTE DE SENSIBILIDADE
	Slide 36: TESTE DE SENSIBILIDADE
	Slide 37: TESTE DE SENSIBILIDADE
	Slide 38: TESTE DE SENSIBILIDADE
	Slide 39: TESTE DE SENSIBILIDADE
	Slide 40: MANOBRAS DE DESENGASGO
	Slide 41: MANOBRAS DE DESENGASGO
	Slide 42: MANOBRAS DE DESENGASGO
	Slide 43: MANOBRAS DE DESENGASGO
	Slide 44: MANOBRAS DE DESENGASGO
	Slide 45: MANOBRAS DE DESENGASGO
	Slide 46: MANOBRAS DE DESENGASGO
	Slide 47: SBV
	Slide 48: SBV
	Slide 49: SBV
	Slide 50: SBV
	Slide 51: SBV
	Slide 52: Referências
	Slide 53: Obrigado(a)!

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