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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 Edifício OBRA ZEN / BIDESE 
 
 ZEN BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA 
CNPJ: 40.132.684/0001-08 
 
 
2023 
 
 
 
PGR 
 
 
 
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 
 
 
 NR 01 
 
 
 
 
 
VIGÊNCIA ATÉ: 01/07/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 
 
 
Razão Social: ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA. 
 
 CNPJ: 40.132.684/0001-08 
 
CNAE: 41.10-7-00 Grau de Risco: 1 
 
Atividade: Incorporação de empreendimentos imobiliários 
 
 Funcionários obra: 
 
Nº de empregados próprios: 0 Masculino: 0 Feminino: 0 
 
Nº de empregados terceiros: 13 Masculino: 13 Feminino: 0 
 
 Endereço: Avenida Sete de Setembro, 6679 - Batel - 80240-000 
 
Município: Curitiba 
 
Estado: Paraná 
 
Telefone: (41) 3024-0798 
 
 Responsável: Rafael Fronza Depiné 
 
E-mail: rafael@bidese.com.br 
 
 
 
 
 
 
 
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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
DADOS OBRA 
 
 
Razão Social: ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA 
 
 Nome do empreendimento: OBRA ZEN 
 
CNPJ: 40.132.684/0001-08 
 
CNAE: 41.10-7-00 Grau de Risco: 1 
 
ENDEREÇO OBRA: Rua Lucio Rasera, 975 –Bigorrilho – Curitiba -PR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
Implantação: 
 
 
 
 
 
 
 
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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
TERCEIROS: 
 
 AGR FORMAS E AÇO LTDA CNPJ: 48.790.065/0001-04 
 
Atividade: 41.20-4-00 CONSTRUÇÃO DE EDIFICIOS 
 
Grau de Risco: 3 
 
Nº de empregados terceiros: 7 Masculino: 7 Feminino: 0 
 
CONTATO: (41) 9 9280-7876 Sr. ARIO aureolar12@icloud.com 
 
 
LTL Strapasson Locadora de Máquinas Ltda - EPP CNPJ: 04.469.555/0001-38 
 
Atividade: 4313-4/00 - Obras de terraplenagem Grau de Risco: 3 
 
Nº de empregados terceiros: 01 Masculino: 01 Feminino: 0 
 
ESCOLL ENEGENHARIA DE SOLOS E CONCRETO LTDA CNPJ: 76.506.625/0001-91 
 
Atividade: 4391-6/00 - Obras de Fundações Grau de Risco: 4 
 
Nº de empregados terceiros: 05 Masculino: 05 Feminino: 0 
 
 
 
 
 
 
 
 
mailto:aureolar12@icloud.com
 
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 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
REGIME DE TRABALHO 
 
 
O regime de trabalho é dividido basicamente entre Turno. 
 
 
Obras: 
Segunda a sexta-feira: entrada pode ser registrada das 07h30min até às 1h30min, com almoço de 
01 hora, a saída pode ser registrada das 17h e 18 min. 
 
Sexta-feira: entrada pode ser registrada das 07h30min, com saída das 11h30min até às 17h18min, 
em consequência ao horário de DSR. 
 
 
 
REVISÃO 
 
MOTIVO DA REVISÃO DO PGR 
 
DATA 
 
00 EMISSÃO INICIAL 01.07.2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONTEÚDO REVISADO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELA IMPLANTAÇÃO DO PGR 
 
NOME Rafael Fronza Depiné 
CONTATO rafael@bidese.com.br 
 
IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PGR 
 
RAZÃO SOCIAL TRESSO ENGENHARIA LTDA 
CNPJ 29.282.534/0001-30 
ENDEREÇO 
Rua Claudio Chatagnier, 946 
Casa 01 Cond Omc XII Cj Res 
RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO 
PGR - PROGRAMA DE GERENCIAMENTE DE 
RISCOS 
Alexandre Tresso de Angelo 
CREA SP 5069483858 /D Engenheiro 
de Segurança do Trabalho 
Fábio Prado 
Técnico de Segurança do Trabalho: REG. M.T.E: 
445066- PR 
CONTATO 
 TELEFONE: 41 99548-6231 
ART 
 
1720233380055 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://cnpj.info/29282534000130
http://cnpj.info/29282534000130
http://cnpj.info/29282534000130
http://cnpj.info/29282534000130
 
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 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 1. DISPOSIÇÃO GERAL 
 
1.1 INTRODUÇÃO 
 
O Documento Base do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) se insere no contexto da Política de 
Gestão da ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA. 
Buscando a melhoria contínua do ambiente de trabalho e a preservação da saúde dos seus colaboradores e 
contratados. Está estruturado conforme disposto na NR-1, Portaria 3214 de 08 de junho de 1978, com 
redação atualizada pela Portaria 6.730 de 12 de Março de 2020. 
 
 RRT EXECUÇÃO DA OBRA 12224581 
 
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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
1.2 OBJETIVO 
 
O Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR – visa “estabelecer as disposições gerais, o campo de 
aplicação, os termos e as definições comuns às Normas Regulamentadoras - NR relativas à segurança e 
saúde no trabalho”. 
Este Documento Base tem o objetivo estabelecer as “diretrizes para o Gerenciamento de Riscos 
Ocupacionais (GRO) e as medidas de prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho – SST”. 
 
1.3 TERMOS E DEFINIÇÕES 
 
• Risco Ambiental ou ocupacional: Combinação da probabilidade de ocorrer lesão ou agravo à saúde 
causados por um evento perigoso, exposição a agente nocivo ou exigência da atividade de trabalho e da 
severidade dessa lesão ou agravo à saúde. 
• Agentes físicos: Agente físico: Qualquer forma de energia que, em função de sua natureza, intensidade e 
exposição, são capazes de causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: ruído, vibrações, 
pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes. 
• Agente químico: Substância química, por si só ou em misturas, quer seja em seu estado natural, quer seja 
produzida, utilizada ou gerada no processo de trabalho, que em função de sua natureza, concentração e 
exposição, é capaz de causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: fumos de cádmio, poeira 
mineral contendo sílica cristalina, vapores de tolueno, névoas de ácido sulfúrico. 
• Agente biológico: Microrganismos, parasitas ou materiais originados de organismos que, em função de sua 
natureza e do tipo de exposição, são capazes de acarretar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. 
Exemplos: bactéria Bacillus anthracis, vírus linfotrópico da célula T humana, príon agente de doença de 
Creutzfeldt-Jakob, fungo Coccidioides immitis. 
• Limite de Tolerância – LT (NR-15 / Brasil): A concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada 
com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará danos à saúde do trabalhador, durante 
a sua vida laboral. 
 Limite de Exposição - Média Ponderada pelo tempo – TLV-TWA1 (Threshold Limit Value / Time 
Weighted Average - ACGIH-EUA): A concentração média ponderada pelo tempo para uma jornada 
normal de 8h diárias e 40h semanais, para a qual a maioria dos trabalhadores pode estar repetidamente 
exposta, dia após dia, sem sofrer efeitos adversos
a sua saúde. 
• Limite de Exposição - Curta Duração – TLV-STEL (Threshold Limit Value-Short Term Exposure 
ACGIHEUA): A concentração máxima a que os trabalhadores podem estar expostos continuamente por um 
período curto, de até 15 minutos, sem sofrer irritação, lesão tissular crônica ou irreversível, narcose em grau 
suficiente para aumentar a predisposição a acidentes, impedir auto-salvamento ou reduzir significativamente 
a eficiência no trabalho, desde que não sejam permitidas mais de 4 exposições diárias, com pelo menos 60 
minutos de intervalo entre os períodos de exposição e também que não seja excedido o TLV-TWA. 
 
 
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 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
• Limite de Exposição - Valor Teto (NR-15/Brasil), TLV-C (Threshold Limit Value – Ceiling ACGIH-EUA): 
Concentração que não deverá ser excedida durante nenhum momento de exposição na jornada. 
• IDLH: Concentração máxima imediatamente perigosa para a vida ou saúde, da qual o trabalhador poderá 
escapar, dentro de 30 minutos, sem sintomas graves nem efeitos irreversíveis para a saúde 
(NIOSH/OSHA/EUA). 
• Mobilidade: Percentual de tempo de permanência nos diversos locais durante a rotina de trabalho, em 
relação ao número de horas trabalhada. 
• Nível de Ação: Valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas (monitoramento periódico, 
informação aos trabalhadores e controle médico) de forma a minimizar a probabilidade de que as 
exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição. Para agentes químicos 
corresponde a metade dos limites de exposição ocupacional (NR-15, ACGIH, acordos coletivos) e para 
o ruído a dose de 0,5 (superior a 50%), conforme estabelecido na NR-15, Anexo 1, item 6. 
• Grupos Similares de Exposição - GSE: Grupos de trabalhadores que experimentam exposição 
semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação de qualquer membro do grupo seja 
representativo do grupo como um todo. 
• NR-15: Norma Regulamentadora no 15 - Portaria 3214. 
• ACGIH: American Conference of Governamental Industrial Hygiene. 
• NIOSH: National Institute for Occupational Safety and Health. 
• AIHA: American Industrial Hygiene Association. 
• ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas. 
• OSHA: Occupational Safety and Health Administration. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
1.4 ETAPAS DA OBRA 
 
 
ETAPAS DA OBRA 
 
Terreno 
 
 Isolamento com cerca ou tapumes; 
  Demolição de alvenaria existente; 
  Limpeza do terreno; 
 
 
 
Serviços 
Provisórios 
Montagem das instalações físicas (áreas de 
vivência e de serviços); 
 Instalações elétricas e hidráulicas provisórias; 
 
 
 
 
Escavações e 
Fundações 
Escavações e regularização do terreno; 
 Escavação para as estacas e sapatas; 
 Montagem de ferragens para as sapatas; 
  Concretagem das estacas e sapatas; 
  Montagem e desmontagem de forma dos 
blocos; 
 Montagem de ferragem para os blocos; 
 Concretagem dos blocos; 
 
 
 
Estrutura 
 
Montagem de forma para pilares; 
 Montagem de ferragem para pilares; 
 Concretagem de pilares; 
 Montagem de escoramento para laje; 
  Montagem de formas, armaduras e 
concretagem de cintas de amarração de 
alvenarias; 
 Montagem de ferragem para lajes; 
 Concretagem da laje 
 Alvenaria estrutural; 
 
 
 
 
Acabamentos 
 
 
 Alvenaria estrutural; 
 Lixamento das paredes e aplicação de 
selante para os tijolos; 
 Aplicação do contrapiso; 
 Instalações elétricas; 
 Instalações hidráulicas; 
 Instalação de contramarco; 
 Instalações dos vidros da fachada; 
 
 
 
ETAPAS DA OBRA 
 
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 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
Revestimento 
interno 
 
 Emboço nas paredes; 
  Revestimento com cerâmicas; 
 Aplicação de gesso e Pintura final 
 
 
 
Revestimentos 
Externos 
 
 Emboço na fachada; 
 Revestimentos externos (Tinta ou texturas); 
 
 
 
 
Instalações 
 Instalações elétricas; 
 Instalações de hidráulica em geral; 
  Instalações de ar-condicionado; 
 Instalações de rede de incêndio 
(detecção/alarme de incêndio; hidrantes e 
extintores); 
 Plataforma de acesso para portadores de 
necessidades especiais; 
 Instalação de Gerador; 
 
 
 
Conclusão 
 
 
 
 Pequenos reparos, jardinagem e limpeza do 
terreno; 
 Instalação dos vidros, portas e gradil 
 Instalação de paver nos acessos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
1.4.1 RESPONSABILIDADES 
 
A ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA, cumpridora de requisitos 
legais, vem através de este Documento Base, implantar o seu PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos, 
conforme preconiza a Lei nº 6514 de 22 de dezembro de 1977 e a Portaria n.º 6730 de 12 de Março de 2020 
que traz a redação da Norma Regulamentadora 01 – NR 01. 
A reavaliação deste PGR é de responsabilidade da Empresa, que se compromete dar continuidade ao programa 
supracitado, implementando e assegurando o cumprimento das medidas de controle que se fizerem 
necessárias, de acordo com o cronograma de ações estabelecido, bem como seu monitoramento contínuo. A 
ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA. Promoverá uma análise global 
deste PGR, anualmente ou sempre que necessário, mesmo porque a NR-01 não cita a validade deste PGR, 
para reavaliação de seu desenvolvimento e a realização dos ajustes, estabelecendo novas metas e prioridades. 
 
Empregador 
 
• Assumir responsabilidade no que se refere às medidas técnicas e operacionais, que devem ser implantadas 
para atender as exigências registradas no presente documento (PGR) constantes na NR-01; 
• Esclarecer que os resultados obtidos no presente levantamento e as recomendações citadas neste 
documento implicam parecer essencialmente técnicos e científicos das condições de Segurança, Higiene e 
Medicina do Trabalho, constatados durante a avaliação de cada cargo/local de trabalho na ocasião em que 
exerciam suas atividades laborais. 
 
Diretoria 
 
⭢Estabelecer, implementar e assegurar recursos para o cumprimento do PGR conforme preconiza a 
Legislação. 
 
Coordenador Geral do PGR 
 
• Coordenar a implantação e desenvolvimento do PGR; 
• Rever informações sobre o controle do programa; 
• Delegar responsabilidade e autoridade; 
• Elaborar os orçamentos anuais do Programa, alocando recursos financeiros necessários à 
execução do Relatório Anual de Atividades. 
 
 
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 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 Supervisores e Líderes 
 
• Supervisionar os trabalhadores para assegurar que os procedimentos corretos de trabalho estão 
sendo observados; 
• Assegurar que os equipamentos e máquinas estão em perfeito estado de funcionamento; 
• Garantir a ordem e limpeza de seu setor/área de trabalho; 
• Comunicar informações sobre os riscos ambientais e procedimentos de controle adotados; 
• Consultar os trabalhadores sobre questões de segurança e saúde e orientá-los quando necessário; 
• Manter a área de Segurança Industrial informada das questões de segurança e saúde do seu 
setor/área; 
• Colaborar com a CIPA na investigação de acidentes ou doenças e na adoção de medidas 
preventivas. 
 Segurança do Trabalho 
 
• Assessorar a empresa no desenvolvimento e implantação do PGR; 
• Realizar anualmente junto com a administração da Empresa e a CIPA com seus membros a 
reavaliação do PGR; 
• Manter registros de toda documentação relativa ao programa; 
• Assegurar que
todos os trabalhadores recebam treinamento adequado para as funções que 
desempenham ou venham a desempenhar relativos ao escopo do PGR presentes no inventário de 
riscos; 
• Manter a integridade dos equipamentos de Segurança e Higiene Ocupacional no que se refere à 
manutenção, calibração e guarda; 
• Prever e manter disponíveis os recursos financeiros para a execução das atividades deste 
programa, seja por recursos próprios ou de terceiros; 
• Divulgar os dados e resultados relativos ao programa. 
 
Empregados 
 
• Colaborar e participar na implantação do PGR, como agentes de melhoria, com permanente 
vigilância as Condições de Segurança e Saúde nos Ambientes de Trabalho; 
• Seguir as orientações recebidas nos treinamentos previstos no PGR; 
• Cumprir as Normas de Segurança e Saúde Ocupacional, visando seu bem-estar físico e mental; 
• Comunicar o responsável imediato, todas as ocorrências de condições inseguras encontradas, que 
possam implicar riscos à saúde; 
• Cooperar com a CIPA na prevenção de acidentes; 
 
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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
• Utilizar obrigatoriamente o Equipamento de Proteção Individual - EPI, onde sinalizado e quando julgar 
necessário; 
• Estar ciente sobre a implementação do PGR e os resultados das avaliações; 
• Participar do processo de identificação de situações de risco e proposição de medidas de controle através 
do diálogo contínuo com seus Líderes, Área de Segurança/Higiene e membros da CIPA; 
• Participar da etapa de reconhecimento de riscos quanto a priorização de ações, através do Mapa de Riscos, 
elaborado pela CIPA; 
• Estar ciente dos riscos relacionados com suas atividades, através das integrações e durante os treinamentos 
recebidos, bem como através de orientações de seus Líderes e atualizações periódicas do PGR. 
 
CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 
 
• Acompanhar e avaliar o desempenho deste programa; 
• Zelar pelo cumprimento das medidas preventivas e corretivas; 
• Manter uma cópia atualizada do Relatório Anual de Atividades no livro Ata; 
• Estar ciente das informações contidas no PGR para desenvolver o Mapa de Risco da Empresa e demais 
atividades prevencionistas que a legislação (NR – 5) determina. 
 
1.5 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 
• Inventário de Riscos do PGR 
• Matriz de Riscos do PGR 
• Plano de Ação no Gerenciamento de Riscos 
 
1.6 ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO 
 
O presente programa foi elaborado com base na ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO e AVALIAÇÃO dos 
RISCOS AMBIENTAIS existentes nas atividades dos empregados da Empresa, levando em consideração os 
diversos locais de trabalho. Esses dados foram realizados por profissionais do Serviço Especializado em 
Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT e inseridos no INVENTÁRIO DE RISCOS deste 
PGR. 
 
 
 
 
 
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 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
O CONTROLE desses RISCOS AMBIENTAIS foi inserido para GERENCIAMENTO DOS RISCOS 
OCUPACIONAIS na PLANILHA DE AÇÃO também conhecida como PLANILHA DE GERENCIAMENTO DE 
RISCOS. 
Como suporte técnico para o reconhecimento dos riscos foi consideradas as constatações provenientes do exercício 
dos trabalhos que estão sendo realizadas nas instalações / áreas / setores da ZEN-BIDESE GP SCHMIDT 
EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA, bem como dos sub contratados, informações prestadas 
pelos profissionais da empresa e representante da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA. 
 A estratégia tem como finalidade alcançar os seguintes objetivos: 
 
• Reconhecimento dos Riscos Ambientais - referente ao processo de trabalho executado e a condição de exposição 
dos funcionários; 
• Avaliação quantitativa – Com base na NR-09.4.2, sempre que se constate a possibilidade de o trabalhador estar 
submetido à exposição ao agente de risco, cujo limite de tolerância possa estar superior ao previsto na legislação; 
• Interpretação dos resultados - avaliação e julgamento profissional com proposição de medidas de controle; 
• A metodologia aplicada será a da legislação atualizada das Normas Regulamentadoras – NR do Ministério do 
Trabalho e Emprego - MTE, Lei 6514 de 22 de dezembro de 1977, onde se encontram estabelecidos os parâmetros 
mínimos e diretrizes gerais, as quais foram aplicadas neste PGR. 
• Com base na NR-09.6.1.1, na ausência de limites de tolerância previstos na NR-15 e seus anexos ou quando 
necessário, serão utilizados “Critérios Técnicos“ adotados pela American Conference of Governamental Hygienist 
(ACGIH) tomando como base os limites de tolerância (TLV – TWA, TLV – STEL e TLV – C) adotados por essa 
Associação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
2. ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS. 
 
2.1 Antecipações 
 
A antecipação visa identificar riscos potenciais. As informações que deverão ser consideradas para a elaboração 
ou revisão do PGR são originadas de: 
 
• Projetos de novas instalações: Projeto Conceitual, a Engenharia, com apoio das áreas de Segurança do Trabalho, 
deverá avaliar, dentro das estratégias de segurança e de saúde, quais os riscos ambientais que estão previstos no 
projeto, prevendo, se possível, medidas de redução e controle já na fase do projeto, bem como os recursos 
necessários para monitoramento das exposições. Estes riscos deverão ser incorporados na revisão do PGR quando 
da conclusão do projeto. 
• Modificações de projetos: A área de Segurança do Trabalho deve avaliar os novos riscos ambientais se estão 
previstos, ou se ocorreram a eliminação dos mesmos. Estas alterações deverão ser incorporadas na revisão do PGR 
quando da conclusão da modificação. 
• Manipulação de novos produtos químicos: Todo produto novo para ser armazenado deverá ter como base as 
informações sobre a toxicologia e suas especificações de segurança contidas na FISPQ do produto. Se após a análise 
crítica das áreas envolvidas forem favoráveis para a manipulação e armazenamento do referido produto, deverá ser 
feita avaliação ambiental. 
 
O Anexo 1 “Relação de Funções” define, para efeito de reconhecimento de riscos deste programa, a relação de 
funções que serão analisadas. 
Para esta fase alguns requisitos são essenciais: 
- Reconhecimento das diferentes formas em que se apresentam os agentes ambientais e dos riscos peculiares a cada 
atividade profissional; 
- Conhecimento das características intrínsecas e propriedades tóxicas dos materiais utilizados; 
- Conhecimento dos processos e operações industriais desde o recebimento da matéria prima até o produto final 
acabado, incluindo possíveis subprodutos indesejáveis; 
Deverá ser estudado inicialmente um roteiro adequado para que todos os processos sejam visitados, estabelecendo 
um fluxo do processo produtivo, as interfaces e interferências nos locais de trabalho a serem avaliados. 
Para se obter um levantamento eficaz nessa fase é necessário que seja previamente estabelecida uma sistemática 
de operações que garanta a melhor cobertura possível dos riscos. Para o estudo dos postos de trabalho serão 
considerados, os passos que se seguem: 
 
 
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 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 1. ° Setor - Administrativo 
Em virtude do contingente disponível na sede da ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS 
IMOBILIARIOS SPE LTDA. –, a unidade será composta Pelo setor de execução da obra, composto 
pelos colaboradores da empresa e terceiros. 
2 ° Setor – operacional OBRA – Fase fundação 
Composto pelo setor operacional, atividades de execução da obra, pelas empresas: 
 AGR FORMAS E AÇO LTDA
 LTL Strapasson Locadora de Máquinas Ltda - EPP 
 ESCOLL ENEGENHARIA DE SOLOS E CONCRETO LTDA 
Posto de Trabalho 
 Todos os postos de trabalhos dos respectivos setores deverão ser identificados. Entende-se 
como posto de trabalho, o local onde o empregado executa, diariamente, suas atividades de 
trabalho. Portanto, consideramos cada equipamento adotado ou de apoio a um posto de 
trabalho. 
3. ° Atividades 
Todas as atividades dos respectivos postos de trabalho deverão ser listadas junto ao supervisor e 
empregados do setor operacional. 
4. ° Fatores de Risco 
Fatores de Risco são situações ou fonte potencial de dano em termos de acidentes pessoais, 
doença, danos materiais, danos ao ambiente de trabalho ou a combinação dos mesmos. 
Todos os fatores de risco deverão ser identificados para cada atividade do respectivo posto 
de trabalho. 
5. ° Caracterização 
Os fatores de riscos serão classificados de acordo com o tipo de risco: 
VERDE = Riscos Físicos 
VERMELHO = Riscos Químicos 
MARRON = Riscos Biológicos 
AMARELO = Riscos Ergonômicos 
AZUL = Riscos de Acidentes 
 
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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 6. ° Riscos 
Definimos por Risco a combinação da probabilidade e severidade (consequência) de um determinado evento 
relacionado ao fator de risco identificado. 
7. ° Consequência / Dano 
Consequência ou dano de possíveis ocorrências indesejadas (acidentes) na qual o risco possa 
se transformar. Para avaliação da consequência / dano, avaliar a eficiência das medidas de 
controle implantadas. Neste caso, considerar a pior situação hipotética. 
8. º Medidas de controle implantadas 
Identificar o local de aplicação das medidas de controle implantadas para cada risco. 
Considerar três situações: 
- Na fonte: quando a medida de controle tiver o objetivo de eliminar / minimizar a geração do 
risco na fonte. Possui caráter coletivo; 
- No ambiente: quando a medida de controle estiver inserida entre a fonte geradora e o 
indivíduo, isolando a propagação ou o contato; 
- No Indivíduo: quando a medida de controle limitar-se somente ao indivíduo, reduzindo a 
intensidade de exposição ao risco. Possui caráter individual. 
Para ilustração, vamos utilizar o risco “Exposição aos gases”. 
- Na fonte: Monitoramento e manutenção; 
- No ambiente: Monitoramento e ventilação geral diluidora; 
- No indivíduo: Fornecimento de respiradores purificadores de ar. - 
9.° Avaliação de Risco 
Para efeito de avaliação de cada risco, serão consideradas duas variáveis: Severidade e Probabilidade. 
Severidade é a extensão dos danos produzidos pela situação de risco, se transformada em acidente. 
A severidade do risco é definida pela natureza da lesão resultante do acidente, conforme determina 
o Quadro 1 abaixo. 
 
 
 
 
 
22 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
QUADRO 1 
SEVERIDADE 
DANOS 
PONTUAÇÃO 
PESSOAIS MATERIAIS 
BAIXA 
Lesão ou doença ocupacional de natureza 
leve podendo impedir o trabalhador de 
exercer suas funções, num período de tempo 
de, no máximo, até 15 dias. (Pequenos cortes, 
escoriações, crises alérgicas cutâneas e/ou 
respiratória causadas por exposição a 
substâncias tóxicas, etc.); 
Perdas e Danos à propriedade 
(incluem-se equipamentos e instalações 
fixas) com pequena perda financeira. 
Aplica-se a esta classificação os 
acidentes com Danos Materiais de 
Pequeno Valor. 
 
 
 
1 
MÉDIA 
Lesão ou doença ocupacional de média 
gravidade podendo impedir o trabalhador de 
exercer suas funções por um período de 
tempo compreendido entre 16 e 90 dias, 
sempre com previsão de alta definida. 
(fraturas múltiplas, luxações, cortes extensos 
e profundos, perfurações, queimaduras 
sérias, intoxicações graves, lesões de 
coluna, etc.). 
Perdas e Danos à propriedade 
(incluem-se equipamentos e instalações 
fixas) com impacto financeiro 
considerável. Aplica-se a esta 
classificação os acidentes com Danos 
Materiais de Valores maiores. 
 
 
 
2 
ALTA 
Lesão ou doença ocupacional de alta 
gravidade ocasionando o afastamento do 
trabalhador do trabalho por tempo 
indeterminado, maior de 90 dias ou definitivo, 
podendo ocasionar incapacidade parcial ou 
total, ou ainda a invalidez (amputação de 
membros, perda de substância, fraturas 
graves, queimaduras extensas e profundas, 
contaminações e intoxicações graves, 
escoriações generalizadas, entre outras, 
incluindo morte). 
Perdas e Danos à propriedade com 
sério impacto financeiro podendo 
levar a empresa a dificuldades 
prolongadas. Aplica -se a esta 
classificação os acidentes com Danos 
Materiais que gerem perda total dos 
equipamentos / instalação fixa. 
 
 
 
 
3 
 
A Probabilidade é a existência de uma situação de risco que, por si só, não iria necessariamente, produzir algum 
impacto. É necessário que aja outras combinações relacionadas à exposição e a prevenção. 
A probabilidade de ocorrência pode ser definida levando-se em conta as variáveis listadas, abaixo, sendo as 
medidas de controle a principal referência. 
- Medidas de controle existentes (se existem, se são compatíveis com a natureza do risco e principalmente se 
funcionam adequadamente e se oferecem garantia efetiva de controle). 
- Natureza da exposição, compreendendo: 
Frequência da exposição: isto é, quantas vezes o trabalhador se expõe ao risco no decorrer da sua jornada de 
trabalho (exposição eventual, de vez em quando e/ou habitual e permanente – toda a jornada); 
- Tempo de duração da exposição: tempo limitado ou a jornada inteira. 
Histórico acidentário (se já houve acidentes com ou sem perda de tempo). 
 
23 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
A determinação numérica da Probabilidade será feita tomando-se como referência o conteúdo do Quadro 2 
abaixo. 
 
 
QUADRO 2 
 
 
 
PROBABILIDADE 
 
CRITÉRIO 
 
 
PONTUAÇÃO 
HISTÓRICO MEDIDAS DE CONTROLE 
BAIXA 
(Improvável de ocorrer) 
 
Não há registro de 
acidentes, nem mesmo de 
quase acidentes nos últimos 
5 anos. 
As medidas de controle são 
consideradas adequadas e oferecem 
garantia de controle. 
 
1 
MÉDIA 
(Provável de Ocorrer) 
Há registro de incidentes 
críticos e de acidentes com 
perda de tempo ou com 
Danos Materiais de Valores 
Maiores nos últimos 5 anos. 
Existem medidas de controle, só que de 
qualidade duvidosa. Não há garantia 
quanto à eficácia das mesmas. 
 
 
2 
ALTA 
(Esperado que ocorra) 
Há registro de incidentes e 
de acidente com perda de 
tempo ou com Danos 
Materiais de Valores 
Maiores no último ano. 
Não existem medidas de controle e 
quanto existem são precárias e sem 
nenhuma garantia de eficácia. O EPI é 
a principal medida de controle adotada. 
 
 
3 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
24 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
10.° Classificação do Risco 
Os riscos serão classificados através do produto da pontuação da Severidade da Lesão e 
Probabilidade da Ocorrência, conforme diagrama abaixo. Quanto maior resultado, maior 
prioridade deve ser dada às medidas de controle. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Após a identificação e análise de todos os fatores de risco, deverão ser utilizadas planilhas que conterão 
os dados necessários à documentação do reconhecimento. 
O Anexo 3 “Antecipação e Reconhecimento dos Riscos” relacionam as atividades desenvolvidas, as 
características, o número de empregados, os agentes agressivos, os riscos, os tipos de exposição, os 
possíveis danos à saúde e as medidas de controle existente em cada posto de trabalho. 
Os anexos deste capítulo deverão ser revisados sempre que: 
a) Instalado um novo posto de trabalho; 
b) Incluída uma nova função
naquele posto de trabalho; 
c) As características dos postos de trabalho forem alteradas consideravelmente; 
d) Implantadas novas medidas de controle; 
 
25 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
e) Identificado novos riscos para aquele posto de trabalho. 
Quando não forem identificados riscos ambientais nas fases de antecipação ou reconhecimento, o PGR 
poderá resumir-se somente a essas fases, devendo ainda ter o registro e a divulgação dos dados. 
 
 
Analisada a Probabilidade e severidade levando em consideração os aspectos ambientais, pessoais e de controle 
disponíveis no momento da avaliação técnica define-se o gerenciamento de risco a ser tomado escalonado e 
graduado na seguinte forma: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
26 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
Anexo I 
Definição dos grupos homogêneos de exposição – GHE 
 SETOR 
 
 GHE n° CARGO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 
 
 
1 
 
Servente 
Organizam e preparam o local de trabalho na obra, constroem 
fundações e estruturas de alvenaria. Aplicam revestimentos e 
contrapisos. 
 
 
 
2 
 
 
MESTRE DE OBRAS/ENCARREGADO 
/CONTRA MESTRE 
 
Supervisão das equipes da obra, fazendo a gestão das 
atividades, e coordenando as equipes. 
 
3 
 
Carpinteiro e meio oficial 
 
 
Realiza o trabalho de corte e confecção de caixarias com madeira. 
 
 
 
 
4 
 
Armador e meio oficial 
Preparam a confecção de armações e estruturas de 
concreto e de corpos de prova. Cortam e dobram ferragens 
de lajes. Montam e aplicam armações de fundações, 
pilares e vigas. 
Moldam corpos de prova. 
 
5 
 
 
Pedreiro e meio oficial 
 
 Organizam e preparam o local de trabalho na obra, constroem 
fundações e estruturas de alvenaria. Aplicam revestimentos e 
contrapisos. 
 
6 
Operador de máquinas: 
Bob cat 
Escavadeira hidráulica 
Perfuratriz 
Retroescavadeira 
Auxiliar operacional 
Realizam a operação de maquinas, na fase de fundação da 
obra 
 
7 
 
 
Almoxarife 
 
 
Recepcionam, conferem e armazenam produtos e 
materiais em almoxarifados, armazéns, silos e depósitos. 
Fazem os lançamentos da movimentação de entradas e 
saídas controlam os estoques. Distribuem produtos e 
materiais a serem expedidos. Organizam o almoxarifado 
para facilitar a movimentação dos itens armazenados e a 
armazenar. 
 
27 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
 
Adm 
 
8 
 
Estagiário /Aux. técnico 
Auxilia os profissionais de engenharia em diversas atividades 
no canteiro de obras, registra o estagiário no e social - evento 
S-2306 
 
 
 
 
 
9 
Engenheiro civil 
 
 
 
 
 
 
Técnico de Segurança do 
Trabalho 
Elaboram projetos de engenharia civil, gerenciam obras, 
controlam a qualidade de empreendimentos. Coordenam a 
operação e manutenção do empreendimento. Podem prestar 
consultoria, assistência e assessoria e elaborar pesquisas 
tecnológicas. 
 
 
Elaboram, participam da elaboração e implementam política 
de saúde e segurança no trabalho (sst); realizam auditoria, 
acompanhamento e avaliação na área; identificam variáveis de 
controle de doenças, acidentes, qualidade de vida e meio 
ambiente. Desenvolvem ações educativas na área de saúde e 
segurança no trabalho; participam de perícias e fiscalizações e 
integram processos de negociação. Participam da adoção de 
tecnologias e processos de trabalho; gerenciam documentação 
de sst; investigam, analisam acidentes e recomendam medidas 
de prevenção e controle. 
 
 
2.2 Identificação dos Perigos 
 
Os perigos estão identificados nas fases de antecipação de riscos e perigos, bem como estão contempladas 
na fase de inventário e riscos, tanto da Padrão quanto dos terceiros. 
2.2 Reconhecimentos dos Riscos Ambientais 
 
O reconhecimento dos riscos ambientais é realizado através de inspeções / auditorias nas diversas 
áreas / locais da Empresa; ocasião em que são consolidadas as constatações técnicas, levando em 
consideração as percepções que os trabalhadores têm do processo produtivo e riscos ambientais; 
informações / registros realizados pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, bem 
como tudo que venha a contribuir como suporte técnico para o enriquecimento do reconhecimento. 
 
O reconhecimento visa o registro / avaliação das possíveis interferências na saúde / integridade 
física do trabalhador em razão da relação entre exposição e riscos ambientais oriundos da área / 
setor como um todo, somado aos riscos provenientes das atividades realizadas pelo trabalhador no 
seu posto/local de trabalho. 
 
28 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
2.3 Avaliação dos Riscos Ambientais 
 
A avaliação dos riscos ambientais é realizada após a Antecipação e Reconhecimento do agente, da 
fonte geradora, do Grupo Homogêneo ou Similar de Exposição, da função e atividade desses, das 
medidas de controle existentes e das medidas de controle propostas. Somente os resultados das 
avaliações devem ser inseridos no Inventário de Riscos deste PGR conforme NR-09.4.3. 
 
A antecipação, o reconhecimento e a avaliação dos Riscos Ambientais estão registrados Inventário 
de Riscos presentes nesse PGR. 
 
 
 
 
 
 
 
2.4 Matriz de Risco do PGR 
 
A avaliação da Classificação de Risco é realizada para cada GSE em relação a cada agente de risco. E 
Atividade no Inventário de Riscos, possibilitando conhecer, em função do risco da exposição qual a 
consequência para a saúde. A classificação de Risco é obtida relacionando-se as informações 
anteriormente obtidas pela interação da Probabilidade x Severidade do Risco, conforme a Matriz de Risco 
apresentada na abaixo: 
 
3. AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DOS RISCOS AMBIENTAIS 
 
3.1 Objetivos e Critérios 
 
O objetivo das determinações quantitativas é o de dimensionar a exposição dos trabalhadores e subsidiar 
o equacionamento das medidas de controle. Estas avaliações devem ser planejadas conforme cronograma 
e critérios estabelecidos do PGR, segundo os critérios: 
 
• Para a determinação das avaliações quantitativas das exposições dos GSE, deverão ser consideradas 
as atividades que apresentem Grau de Exposição ao risco Alto e Muito Alto. A não existência destes 
 
29 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
graus implica na determinação de graus considerados Moderados, Baixo e Muito Baixo, com o objetivo 
de obter dados estatísticos e subsidiar a necessidade de avaliações futuras. 
• Serão priorizadas as atividades onde existe contato direto com os agentes mais agressivos, e que 
possuem Limite de Exposição Ocupacional para curta duração (STEL), Valor Teto (VT) e dos agentes 
que estão presentes em altas concentrações sem que haja controles eficazes de exposição. 
 
A avaliação deverá considerar as seguintes atividades: 
 
• Definir e planejar a estratégia de quantificação dos riscos, com base nos dados e informações coletadas 
anteriormente relativas às atividades e frequências, se existirem. 
• A quantificação da concentração ou intensidade deve ser feita com equipamentos e instrumentos 
calibrados e compatíveis aos riscos identificados e utilizando técnicas e metodologias validadas e 
reconhecidas. 
 
 
 
3.1.1 Critérios para amostragem dos Agentes Químicos 
 
Os métodos para coleta de amostras e determinação analítica dos agentes químicos, sempre que possível, 
devem ser baseadas nas NHO’s da Fundacentro, NIOSH ou OSHA. 
O número de amostragens deve ser representativo e que permita um tratamento estatístico dos valores. 
 
 
3.2 Critérios para amostragem do Agente Físico (Ruído) 
 
A dose e o nível de pressão sonora deverão ser obtidos
através de utilização de dosímetro de ruído e medidor 
de pressão sonora, adotando-se: 
 
• Os limites de tolerância definidos no Quadro Anexo I da NR-15 do MTE; 
• As metodologias e os procedimentos definidos na NHO-01 da FUNDACENTRO. 
 
 O colaborador portador do densímetro de ruído deverá ser conscientizado quanto ao não desvio de sua rotina 
de trabalho para que não haja alterações no resultado real da exposição. 
Os valores encontrados deverão estar em conformidade com os limites de tolerância estabelecidos e o tempo de 
exposição dos trabalhadores. 
 
30 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
3.3 Critérios para amostragem do Agente Físico (Vibração) 
 Deverão ser obtidas informações técnicas e administrativas relacionadas aos veículos, às máquinas e aos 
equipamentos, às operações e demais parâmetros (ambientais, de processos de trabalho etc.) envolvidos nas 
condições de trabalho avaliadas. Tais informações serão coletadas através de observações de campo, 
necessárias para a identificação dos grupos de exposição similar e para a caracterização da exposição dos 
trabalhadores com base no critério utilizado. 
Os sistemas de medição devem ser compostos basicamente de medidores integradores e de transdutores 
(incluindo acelerômetros de assento) do tipo triaxial. Esses transdutores serão posicionados nos pontos de 
medição. 
Para fins de elaboração do PGR, respeitando-se o contido no item 9.6.1.1. da NR-9, uma vez que não há limites 
estabelecidos no anexo nº 8 da NR-15, tampouco pela norma ISO 5349, a solução é a utilização dos limites da 
ACGIH. 
 
 
 
 
 
 3.4 Interpretações dos Resultados 
 
NOTAS: 
• Para qualquer agente de risco, cujo monitoramento seja realizado com mais de 1 amostra, caso os resultados 
obtidos apresentem um desvio padrão elevado, recomenda-se nova avaliação quantitativa, com maior número 
de amostragens, e realização de tratamento estatístico por meio de 
“Média Ponderada”. O resultado do tratamento estatístico será considerado como “representativo” do risco de 
exposição para o respectivo GSE. 
• Caso o resultado da Avaliação Quantitativa mais recente confirme o resultado obtido na matriz de 
Análise Qualitativa do ano vigente, permanece como válida a priorização definida na Planilhas de 
Avaliação Qualitativa do presente documento. 
• Caso o resultado da Avaliação Quantitativa mais recente seja diferente do resultado obtido na matriz 
de Análise Qualitativa do ano vigente, permanece como válido o resultado obtido nos Monitoramentos 
Ambientais realizados (resultado real). 
 
• Os resultados das avaliações quantitativas devem ser inseridos no inventário de riscos do PGR 
 
 
31 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
3.5 Medidas de Controle 
 
As Medidas de Controle devem ser adotadas para a eliminação, a minimização ou o controle dos 
riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações: 
 
 Identificação, na fase de antecipação, de um risco potencial à saúde; 
• Constatação, na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde; 
• Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os 
valores dos limites previstos na norma de referência; 
• Quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo entre danos observados 
na saúde e a situação de trabalho. Neste caso, as medidas de controle devem ser discutidas pelas 
áreas de engenharia, segurança e serviço médico e incorporadas ao Plano Anual de Atividades. 
Quando os valores de exposição apresentar resultados acima dos Níveis de Ação, as medidas de 
controle devem ser sistemáticas de forma a reduzir as exposições. 
 
 
 
3.6 Níveis de Ação 
 
• Agentes químicos: metade dos limites de exposição ocupacional (NR-15, ACGIH, NIOSH, 
OSHA, ou acordos coletivos). 
• Vibração: O nível de ação para a avaliação da exposição ocupacional diária à vibração em mãos 
e braços corresponde a um valor de aceleração resultante de exposição normalizada (aren) de 
2,5 m/s². O limite de exposição ocupacional diária à vibração em mãos e braços corresponde a 
um valor de aceleração resultante de exposição normalizada (aren) de 5 m/s². 
• Ruído: a dose de 0,5 (superior a 50%), conforme estabelecido na NR-15, Anexo 1, item 6. 
As medidas de controle devem ser, sempre que possíveis, medidas de engenharia e não depender de 
instrução, disciplina ou vontade do colaborador. 
 3.7 Priorização das Medidas de Controle 
 
Sempre que possível, as medidas de controle de caráter coletivo devem ser priorizadas obedecendo a seguinte 
hierarquia: 
• Medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde; 
• Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho; 
• Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho. 
 
32 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
Seguem exemplos de algumas medidas de controle: 
• Substituição do agente agressivo; 
• Mudança ou alteração do processo ou operação; 
• Enclausuramento da fonte; 
• Segregação do processo ou operação; 
• Modificação de projetos; 
• Limitação do tempo de exposição; 
• Utilização de equipamento de proteção individual. 
 
Caso medidas de controle coletivo não possam ser implementadas de imediato por motivos técnicos ou 
financeiros, uma justificativa deve ser registrada no Plano Anual de Atividades e medidas de contingenciamento 
devem ser estudadas. Neste caso o uso de Equipamento de Proteção Individual pode ser adotado desde que a 
seleção do EPI seja tecnicamente adequada ao risco a que o colaborador está exposto e a atividade exercida. 
 
 
3.8 Treinamentos sobre as Medidas de Controle 
 
Todos os colaboradores devem receber treinamentos sobre as Medidas de Controle adotadas e ações 
preventivas quanto a riscos potenciais que possam ser evidenciados. Os treinamentos são realizados na 
integração e no treinamento anual de segurança, e devidamente registrados. 
 
 
3.9 Eficácia das Medidas de Controle 
 
Critérios e mecanismos de avaliação da eficácia das Medidas de Controle devem ser estabelecidos 
podendo contemplar: 
• Auditorias nos processos; 
• Inspeções da CIPA; 
• Inspeções SEGURANÇA; 
• Vigilância de monitoramento do agente ambiental; 
• Avaliação dos resultados dos exames médicos previstos no PCMSO. 
• As medidas de controle e seu gerenciamento serão inseridas no Plano de Ação do PGR 
representado pela planilha de gerenciamento de ações. 
 
 
33 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
3.10 Registro, Manutenção e Divulgação dos dados do PGR 
 
3.11.1 Revisões do desenvolvimento do PGR 
 
O PGR deve ser alterado / revisado sempre que houver alguma alteração nas instalações da Unidade 
ou dentro da periodicidade máxima de 1 (um) ano, cabendo ao setor de Setor de Segurança do 
Trabalho realizar inclusões / atualizações, se entender pertinente. 
 
3.11.2 Registro 
 
O histórico das atualizações do PGR deve ser mantido por um período mínimo de 20 (vinte) anos ou pelo 
período estabelecido em normatização específica – NR-1.5.7.3.3.1. 
O Documento Base deve ser apresentado à CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 
durante uma de suas reuniões, devendo sua cópia ser anexada ao livro de atas desta comissão. O 
registro de dados deve estar sempre disponível para os trabalhadores interessados ou seus 
representantes e para as autoridades competentes. 
3.13 Divulgações 
 
Os dados registrados estarão disponíveis aos empregados e interessados através de disponibilização 
de cópia, a qual deve ter
uma folha para registro de conhecimento e ser rubricada pelos empregados 
e interessados, que tomaram conhecimento. 
A divulgação dos dados pode ser feita de diversas maneiras, entretanto, as mais comuns são: 
 
• Treinamentos específicos; 
• Reuniões setoriais; 
• Reuniões de CIPA; 
• Boletins e jornais internos; 
• Programa de integração de novos empregados; 
• Palestras avulsas. 
 
NOTA1: Os registros gerados após as divulgações / treinamentos permanecerão disponíveis para 
consulta nos arquivos de Segurança do Trabalho. 
NOTA2: Abaixo temos o Inventário de Riscos e o Plano de Ação do PGR: 
 
 
 
 
34 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
4. INVENTÁRIO DE RISCOS 
 
INVENTÁRIO DE RISCOS DAS ATIVIDADES COM RESPECTIVOS PLANOS DE AÇÃO 
 INVENTARIO DE RISCO 1 
 SERVIÇOS PRELIMINARES/AREA DE VIVENCIA/ LIMPEZA DO TERRENO 
 
ETAPA DA 
OBRA 
RISCOS 
AMBIENTAIS 
PERIGO RISCO DANO AVALIAÇÃO MATRIZ DE 
RISCO 
PREVENÇÃO DANO 
HUMANO E MATERIAL 
P S GR 
SERVIÇOS 
PRELIMINARES 
 Mobilização de 
equipamentos e de 
equipe 
 Tapume; 
Execução da área de 
vivencia 
 
 
FUNÇÕES ENVOLVIDAS: 
 
1. Pedreiro/meio 
oficial 
2. Carpinteiro/ 
3. Servente 
 
QUIMICO Manipulação 
de madeira; 
Manipulação 
de cimento 
Poeira; 
Produtos 
químicos – 
álcalis cáusticos; 
Possíveis lesões 
respiratórias e 
cutâneas; 
Qualitativa 2 2 4 Proteção individual; 
Medidas 
administrativas; 
Proteções coletivas; 
Inventario de risco por 
função; 
Treinamento admissional 
e periódico; 
 
 
 
FÍSICO Radiação 
ultravioleta – 
trabalho a céu 
aberto 
Queimaduras de 
pelo; insolação; 
mal estar 
Lesões de pele 
Perda de 
homem hora 
trabalhada 
Qualitativa 2 2 4 
Operação de 
máquinas 
Ruído Perda auditiva 
Perturbações 
funcionais 
Requer 
quantificação 
2 2 4 
BIOLOGICO NA NA NA NA NA NA NA 
ERGONOMICO Materiais Movimentação 
manual de 
materiais 
Lesões 
posturais 
Material: Perda 
de homem hora 
trabalhada 
Qualitativa 2 2 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ACIDENTE 
Escadas 
provisórias 
Ferramentas 
manuais 
 
Queda 
 
Queda de 
ferramenta 
Lesões por corte, 
abrasão, 
perfuração. 
Acidentes 
pessoais 
Qualitativa 3 3 
 
 
6 
Elétrica; Choque Acidentes 
pessoais, 
perturbações 
funcionais 
2 2 4 
Maquinas 
Rotativas 
Contato com 
corpo do 
trabalhador – 
projeção de 
partículas; quebra 
do disco 
Amputações, 
ferimentos, 
impacto contra 
face; acidentes 
oculares; 
choque; 
Qualitativa 2 2 4 
Animais 
peçonhentos 
Contato do 
animal com 
trabalhador 
De acordo com 
animal 
peçonhento de 
contato 
Qualitativa 2 2 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
35 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
PLANO DE AÇÃO DE ACORDO COM INVENTARIO – SERVIÇOS PRELIMINARES / AREA DE VIVENCIA / LIMPEZA TERRENO 
 
INVENTARIO DE RISCO: 01 FASE: ( ) Antecipação ( ) Reconhecimento (X) Controle Local: OBRA ZEN 
PA 
O Quê? (Ação) Por quê? 
(Objetivo) 
Quem? 
(Setor/GER/Função 
) 
Como? Quanto 
? (R$) 
Data de 
início Prazo Adiado 
para Status Observações 
1 
Avaliação 
médica de 
acordo com 
PCMSO 
Acompanhar a 
evolução clínica do 
trabalhador e 
possíveis danos a sua 
saúde 
TODOS 
Realização de 
exames médicos 
em clinicas 
especializadas 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
anual com base no PCMSO 
2 
Emitir Ordem de 
serviço 
especifica de 
segurança 
Obrigatoriedade legal 
pela NR01. Os 
trabalhadores devem 
ser informados de 
maneira escrita sobre 
os riscos que estão 
expostos e as 
medidas 
administrativas, 
coletivas e individuais 
de controle 
especificamente de 
acordo com a função 
que desempenham 
TODOS 
Elaboração Por 
profissional 
especializado 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
anual. 
3 
Entrega dos 
EPI´s 
necessários 
indicados nos 
inventários dos 
GHER 
Lei de acordo com 
NR 
06 responsabilidade 
do empregador 
entregar sem custo e 
substituir quando 
necessário 
TODOS 
Criar rotina de 
troca de 
equipamentos e 
definir 
responsabilidade 
do controle 
NA Periodicamente – estipular rotina de entrega de EPI 
4 
Realizar 
treinamento 
básico de NR 18 
básico para 
todos GHER 
Obrigatoriedade legal 
para trabalhadores 
que exercem 
trabalhos em 
canteiros de obras 
TODOS 
Treinamento por 
profissional 
especializado 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
anual. 
5 
Realizar 
treinamento 
sobre segurança 
na operação de 
máquinas 
Obrigatoriedade legal 
para trabalhadores 
que operem 
maquinas e 
equipamentos. 
PROFISSIONAIS 
Treinamento por 
profissional 
especializado 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
anual. 
6 
Realizar 
treinamento 
sobre trabalho 
em altura 
Obrigatoriedade legal 
para trabalhadores 
que exercem 
trabalhos em altura 
superior a 2m ou 
onde haja 
probabilidade de 
queda. 
TRABALHOS EXPOSTO 
A ALTURA SUPERIOR A 
2m 
Treinamento por 
profissional 
especializado 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
bienal. 
7 NR 10 
eletricistas 
Obrigatoriedade legal 
para trabalhadores 
que exercem 
trabalhos com 
eletrica 
PROFISSIONAIS 
ELETRICISTAS 
Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
bienal. 
 
36 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
8 
Projeto da área 
de vivencia 
Cumprimento 
normativo da NR 18 e 
24 para higiene e 
conforto dos 
trabalhadores 
envolvidos. 
Atendimento a 
evolução da obra 
OBRA ZEN 
Projeto 
desenvolvido com 
base no número 
de trabalhadores 
R$ 000 03/08/2022 02/06/2023 10 dias 
9 
Indicar 
supervisor de 
trabalho em 
altura 
Analise de risco 
e Procedimento 
de trabalho 
para atividades 
em altura. 
Cumprimento 
normativo da NR 35 OBRA ZEN 
Treinar supervisor 
de trabalho em 
altura 
 
 
 
 
 
R$ 000 
 
10 
Sistemática de 
autorização de 
trabalho em 
altura 
Cumprimento 
normativo da NR 35 OBRA ZEN 
Implantar 
sistemática de 
autorização 
 
 
R$ 000 
 
1’1 
Check list de 
maquinas e 
ferramentas 
Cumprimento 
normativo da NR 12 LIDERANÇAS DA OBRA Realizar inspeções 
periódicas 
 
 
R$ 000 
 
1’2 
Projeto elétrico 
provisório 
Cumprimento 
normativo da NR 18 e 
NR 10 
EMPRESA TERCEIRA 
ESPECIALIZADA 
Projeto com base 
na RPT 05 e NR 
10 
 
R$ 000 
 
13 
Sinalização de 
segurança do 
canteiro 
Medida administrativa OBRA ZEN 
Sinalizar o 
canteiro sobre 
riscos e 
Procedimentos de 
segurança 
 
 
R$ 000 
 
14 
Definição do 
local para 
instalação de 
equipamentos 
fixos 
Prever piso, 
instalação elétrica, 
cobertura e demais 
itens normativos de 
segurança 
LIDERANÇAS DA OBRA 
Consultar normas 
correspondentes 
Realizar check list 
de conformidade 
 
 
R$ 000 
 
15 
Plano de 
atendimento a 
emergências 
Elaboração do PAE e 
treinamento dos 
colaboradores 
OBRA ZEN Por profissional 
especializado 
 
 
R$ 000 
 
16 
Caixa de 
primeiros 
socorros 
Disponibilizar itens 
relacionados no 
PCMSO 
para 
primeiros 
socorros/ 
Orientação da equipe 
OBRA ZEN 
Manter caixinha 
de primeiros 
socorros e 
informar os 
trabalhadores 
 
 
 
R$ 000 
 
17 
Compra e 
locação e 
Extintores de 
Incêndio em 
áreas 
estratégicas
Cumprimento da NR 
23 OBRA ZEN Consultar PAE 
 
 
R$ 000 
 
 
 
 
 
37 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 INVENTARIO DE RISCO 2 
 TERRAPLANAGEM 
 
ETAPA 
DA OBRA 
RISCOS 
AMBIENTAIS 
PERIGO RISCO DANO AVALIAÇÃO MATRIZ DE 
RISCO 
PREVENÇÃO DANO 
HUMANO E MATERIAL 
P S GR 
TERRAPLANAGEM 
Movimentação de 
terra; 
Operação de 
maquinas; 
 
 
 
FUNÇÕES 
ENVOLVIDAS: 
 
1. Operador de 
maquinas; 
2. Ajudante 
 
QUIMICO Combustíveis Incêndio; 
explosão 
Danos materiais 
e pessoais 
Qualitativa 2 2 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Proteção individual; 
Medidas administrativas; 
Proteções coletivas; 
Inventario de risco por 
função; 
Treinamento admissional 
e periódico; 
 
 
 
FÍSICO Radiação 
ultravioleta – 
trabalho a céu 
aberto 
Queimaduras de 
pelo; insolação; 
mal estar 
Lesões de pele 
Perda de 
homem hora 
trabalhada 
Qualitativa 2 2 4 
Operação de 
máquinas 
Ruído Perda auditiva 
Perturbações 
funcionais 
Requer 
quantificação 
2 2 4 
BIOLOGICO NA NA NA NA NA NA NA 
ERGONOMICO Operação de 
maquinas 
Postural Lesoes 
posturais 
Material: Perda 
de homem hora 
trabalhada 
Qualitativa 2 2 4 
ACIDENTE Maquinas e 
equipamentos 
automotores 
 
Atropelamento 
Capotamento 
Colisão 
Queda do 
operador 
Acidentes 
pessoais 
Qualitativa 2 2 4 
Abastecimento Contato com 
combustível 
Incêndio 
Explosão 
Perdas 
materiais 
Perturbações 
funcionais; 
acidentes 
oculares; 
Lesoes 
múltiplas; 
2 2 4 
Movimentação 
de terra 
Instabilidade do 
terreno 
Danos materiais 
e pessoais 
Qualitativa 3 3 6 
Animais 
peçonhentos 
Contato do 
animal com 
trabalhador 
De acordo com 
animal 
peçonhento de 
contato 
 
Qualitativa 
2 2 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
38 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
PLANO DE AÇÃO DE ACORDO COM INVENTARIO – TERRAPLANAGEM 
 
INVENTARIO DE 
RISCO: 02 
GRUPO HOMOGENEO DE 
EXPOSIÇÃO A RISCO: FASE: ( ) Antecipação ( ) Reconhecimento (X) Controle Local: OBRA ZEN 
PA 
O Quê? (Ação) 
Por quê? 
(Objetivo) 
Onde? 
(Setor/GER 
/Função) 
Quem? Como? 
Quanto? 
(R$) 
Data de 
início Prazo 
Adiado 
para Status Observações 
1 
Avaliação 
médica de 
acordo com 
PCMSO 
Acompanhar a 
evolução clinica 
do trabalhador e 
possíveis danos a 
sua saúde 
NA TODOS 
Realização de 
exames médicos 
em clinicas 
especializadas 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou anual com base no PCMSO 
2 
Emitir Ordem de 
serviço 
especifica de 
segurança 
Obrigatoriedade 
legal pela NR01. 
Os trabalhadores 
devem ser 
informados de 
maneira escrita 
sobre os riscos 
que estão 
expostos e as 
medidas 
administrativas, 
coletivas e 
individuais de 
controle 
especificamente 
de acordo com a 
função que 
desempenham 
NA TODOS Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou anual. 
3 
Entrega dos 
EPI´s 
necessários 
indicados nos 
inventários dos 
GHER 
 
Fornecer 
protetor solar 
Lei de acordo 
com NR 06 
responsabilidade 
do empregador 
entregar sem 
custo e substituir 
quando 
necessário 
NA TODOS OBRA ZEN NA Periodicamente – estipular rotina de entrega de EPI 
4 
Realizar 
treinamento 
sobre a 
operação de 
máquinas 
Obrigatoriedade 
legal para 
trabalhadores 
que operem 
maquinas e 
equipamentos. 
NR 11 
NA OPERADOR Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou anual. 
5 
Realizar 
treinamento 
Sobre segurança 
na operação de 
máquinas 
Obrigatoriedade 
legal para 
trabalhadores 
que operem 
maquinas e 
equipamentos. 
NR 12 
NA PROFISSIONAIS Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou anual. 
6 
Procedimento 
para 
movimentação 
de terra e 
operação de 
maquinas 
De forma a 
garantir os 
requisitos 
mínimos de 
segurança 
NA TODOS Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou bienal. 
 
39 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
7 
Definir local 
para 
abastecimento 
de 
equipamentos 
De forma a 
garantir os 
requisitos 
mínimos de 
segurança 
NA Operadores Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou bienal. 
8 
Extintores de 
incendio 
De forma a 
garantir os 
requisitos 
mínimos de 
segurança 
Canteiro de 
Obras OBRA ZEN 
Projeto com base 
no número de 
trabalhadores 
R$ 000 
9 
Documentação 
da empresa 
terceira 
Conferir check 
list documental 
da empresa 
contratada 
Canteiro de 
Obras OBRA ZEN NA R$ 000 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 INVENTARIO DE RISCO - ETAPA 3 – FUNDAÇÃO 
ETAPA 
DA OBRA 
RISCOS 
AMBIENTAIS 
PERIGO RISCO DANO AVALIAÇÃO MATRIZ DE RISCO PREVENÇÃO DANO 
HUMANO E 
MATERIAL P S GR 
 
 
FUNDAÇÃO 
 
 
FUNÇÕES 
ENVOLVIDAS: 
 
1. Pedreiro/meio 
Oficial 
2. Carpinteiro/ 
Meio oficial 
3. Armador/ meio 
Oficial 
4. Servente 
5. Operador de 
máquinas 
 
QUIMICO Manipulação de 
madeira; 
 
Manipulação de 
cimento 
Poeira de madeira; 
 
Produtos químicos – 
álcalis cáusticos; 
Possíveis 
lesões 
respiratórias e 
cutâneas; 
Qualitativa 2 2 4 Analise preliminar de 
risco das atividades: 
Movimentação de 
terra 
Perfuração do 
terreno 
Procedimento de 
trabalho com base 
na analise de risco; 
Proteção individual; 
Medidas 
administrativas; 
Proteções coletivas; 
Inventario de risco 
por função; 
Treinamento 
admissional e 
periódico; 
Monitoramento 
biologico para ruído 
conforme PCMSO. 
Manutenções 
preventivas de 
maquinário pesado 
envolvido 
FÍSICO Radiação 
ultravioleta – 
trabalho a céu 
aberto 
Queimaduras de pelo; 
insolação; mal estar 
Lesões de pele 
Perda de 
homem hora 
trabalhada 
Qualitativa 2 2 4 
Operação de 
máquinas 
Manuais 
 
 
Ruído Perda auditiva 
Perturbações 
funcionais 
Requer 
quantificação 
2 2 4 
BIOLOGICO NI NI NI NI NI NI NI 
ERGONOMICO Materiais Movimentação 
manual de 
materiais 
lesões 
posturais 
Material: 
Perda de 
homem hora 
trabalhada 
Qualitativa 2 2 4 
ACIDENTE Escadas 
provisórias 
Ferramentas 
manuais 
 
Queda 
 
Queda de ferramenta 
Lesões por corte, 
abrasão, perfuração. 
Acidentes 
pessoais 
 
 
 
 
 
Qualitativa 
2 2 4 
Estruturas de 
ferro/aponte 
agudas; 
 
Lesões por perfuração 
ou abrasão 
Acidentes 
pessoais 
2 2 4 
Tubulações 
elétricas e de 
gás existentes 
Explosões 
Choques 
 
Acidentes 
pessoais e 
materiais 
2 2 4 
 
40 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
Elétrica; Choque Acidentes 
pessoais, 
perturbações 
funcionais 
2 2 4 
Aberturas no 
terreno 
Queda Acidentes 
pessoais 
2 2 4 
Maquinas 
pesadas 
movimentação 
de terra e 
perfuração do 
terreno 
Atropelamento 
Tombamento de 
equipamentos 
 
 
 
Acidentes 
pessoais e 
materiais 
2 3 6 
 
 
 
 
 
PLANO DE AÇÃO DE ACORDO COM INVENTARIO – FUNDAÇÃO 
 
INVENTARIO DE 
RISCO: 03 
GRUPO HOMOGENEO DE 
EXPOSIÇÃO A RISCO: FASE: ( ) Antecipação ( ) Reconhecimento (X) Controle Local: OBRA ZEN 
PA 
O Quê? (Ação) 
Por quê? 
(Objetivo) 
Onde? 
(Setor/GER 
/Função) 
Quem? Como? 
Quanto? 
(R$) 
Data de 
início Prazo 
Adiado 
para
Status Observações 
1 
Avaliação 
médica de 
acordo com 
PCMSO 
Acompanhar a 
evolução clinica 
do trabalhador e 
possíveis danos a 
sua saúde 
NA TODOS 
Realização de 
exames médicos 
em clinicas 
especializadas 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou anual com base no PCMSO 
2 
Emitir Ordem de 
serviço 
especifica de 
segurança 
Obrigatoriedade 
legal pela NR01. 
Os trabalhadores 
devem ser 
informados de 
maneira escrita 
sobre os riscos 
que estão 
expostos e as 
medidas 
administrativas, 
coletivas e 
individuais de 
controle 
especificamente 
de acordo com a 
função que 
desempenham 
NA TODOS Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou anual. 
3 
Entrega dos 
EPI´s 
necessários 
indicados nos 
inventários dos 
GHE 
 
Fornecer 
protetor solar 
Lei de acordo 
com NR 06 
responsabilidade 
do empregador 
entregar sem 
custo e substituir 
quando 
necessário 
NA TODOS OBRA ZEN NA Periodicamente – estipular rotina de entrega de EPI 
 
41 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
4 
Realizar 
treinamento 
sobre a 
Operação de 
máquinas 
Obrigatoriedade 
legal para 
trabalhadores 
que operem 
maquinas e 
equipamentos. 
NR 11 
NA OPERADOR Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou anual. 
5 
Realizar 
treinamento 
sobre segurança 
na operação de 
máquinas 
Obrigatoriedade 
legal para 
trabalhadores 
que operem 
maquinas e 
equipamentos. 
NR 12 
NA PROFISSIONAIS Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou anual. 
6 
Procedimento 
para 
movimentação 
de terra e 
operação de 
maquinas 
De forma a 
garantir os 
requisitos 
mínimos de 
segurança 
NA TODOS Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou bienal. 
7 
Definir local 
para 
abastecimento 
de 
equipamentos 
De forma a 
garantir os 
requisitos 
mínimos de 
segurança 
NA Operadores Por profissional 
especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
ou bienal. 
8 
 
 
 
Extintores de 
incêndio 
De forma a 
garantir os 
requisitos 
mínimos de 
segurança 
Canteiro de 
Obras OBRA ZEN 
Projeto com base 
no número de 
trabalhadores 
R$ 000 
 
Durante fase da fundação 
 
9 
 
 
 
Documentação 
da empresa 
terceira 
 
Conferir check 
list documental 
da empresa 
contratada 
 
 
Canteiro de 
Obras 
 
 
OBRA ZEN 
 
 
 
NA 
 
 
R$ 000 
 
 
 
Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
42 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 PLANO DE AÇÃO – Complementar – FASE FUNDAÇÃO 
O QUE ? QUEM ? QUANDO? STATUS 
Projeto SGCR área de escavação OBRA Diariamente 
Escada de acesso a área escavada OBRA Na fase escavação 
Fechamento do poço de elevador e áreas de drenagem OBRA Na fase escavação 
Sistema de proteção das partes elétricas e áreas húmidas (uso de bombas, e quadros 
elétricos) 
OBRA Continuo 
Limpa botas OBRA Na fase escavação 
Projeto executivo de escavação (analise do solo, com memorial de cálculo) OBRA Na fase escavação 
Acesso seguro para os trabalhadores? OBRA Continuo 
Acesso seguro aos caminhões e maquinas? OBRA Continuo 
REQUISITOS PARECER 
A empresa terceira: 
PGR 
PCMSO 
Procedimento de escavação e movimentação de terra, escavação e perfuração 
(etapas) 
 
Os funcionários possuem: 
Registro 
Atestado médico com aptidão 
Ordem de serviço 
NR 18 
NR 35 
NR 11 – capacitação especifica com carga horaria compatível 
Ficha de EPI inferior a 60 dias 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
43 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
Recomendações fundação 
 
As áreas de fundação devem possuir acesso seguro e restrito somente as equipes autorizadas 
 
 
Imagens meramente ilustrativas 
 
Em escavações manuais e com maquinas as aberturas no solo devem estar devidamente isoladas e sinalizadas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
44 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
Sinalização adequada quanto aos riscos existentes, e medidas de controle. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens meramente ilustrativas 
Na fase de execução de forma, em meio a fundação, adotar SgCR e SPCQ, (linha de vida) para execução 
de forma para estrutura de concreto. 
 
Imagens meramente ilustrativas 
 
 
 
 
 
45 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
Ainda na fase da fundação garantir o acesso seguro, bem como o sistema de linha devida, retenção 
contra quedas durante a execução da forma. 
 
Imagens meramente ilustrativas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
46 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 INVENTARIO DE RISCO - 4 
ESTRUTURA DE CONCRETO 
 
ETAPA RISCOS 
AMBIENTAIS 
PERIGO RISCO DANO AVALIAÇÃO MATRIZ DE RISCO PREVENÇÃO DANO 
HUMANO E 
MATERIAL 
P S GR 
 
ESTRUTURA: 
FORMA / 
DESFORMA/ 
ARMAÇÃO DE AÇO/ 
CONCRETAGEM 
 
 
 
FUNÇÕES 
ENVOLVIDAS: 
 
Pedreiro/meio 
oficial 
Carpinteiro/ meio 
oficial 
Armador/ meio 
oficial 
Servente 
 
 
QUIMICO Manipulação 
de madeira; 
Manipulação 
de cimento; 
 
Poeira; 
Produtos químicos – 
álcalis cáusticos; 
Possíveis lesões 
respiratórias e 
cutâneas; 
Qualitativa 2 2 4 Proteção individual; 
Medidas 
administrativas; 
Proteções coletivas; 
Inventario de risco por 
função; 
Treinamento 
admissional e 
periódico; 
Monitoramento 
biologico para ruído 
conforme PCMSO. 
Proteções para 
ferragem; 
Fechamentos 
provisórios; 
 
 
FÍSICO Radiação 
ultravioleta – 
trabalho a céu 
aberto 
Queimaduras de pelo; 
insolação; mal estar 
Lesões de pele 
Perda de homem 
hora trabalhada 
Qualitativa 2 2 4 
Operação de 
máquinas 
manuais 
 
 
Ruído Perda auditiva 
Perturbações 
funcionais 
Requer 
quantificação 
2 2 4 
BIOLOGICO NI NI NI NI NI NI NI 
ERGONOMICO Materiais Movimentação 
manual de 
materiais 
Lesões posturais 
Material: 
Perda de homem 
hora trabalhada 
Qualitativa 2 2 4 
Execução das 
atividades 
Esforços repetitivos Lesões por 
esforços 
repetitivos 
Qualitativa 2 2 4 
ACIDENTE Escadas 
provisórias 
Ferramentas 
manuais 
 
Queda 
 
Queda de ferramenta 
Lesões por corte, 
abrasão, perfuração. 
Acidentes 
pessoais 
Qualitativa 2 2 4 
Estruturas de 
ferro/aponte 
agudas; 
 
Lesões por perfuração 
ou abrasão 
Acidentes 
pessoais 
2 2 4 
Trabalho em 
altura 
Queda de pessoas 
 
Acidentes 
pessoais e 
materiais 
3 3 6 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 23/05/2023 
 
 
 
 
 Elétrica 
provisória 
Choque Acidentes 
pessoais, 
 2 2 4 
 Aberturas nas 
periferias, piso 
Queda de 
pessoas e 
materiais 
Acidentes 
pessoais 
2 2 4 
 Andaimes / 
estruturas 
metálicas 
 
Queda de 
pessoas e 
materiais 
 
Acidentes 
pessoais e 
materiais 
3 3 6 
 Maquinas 
rotativas 
Contato com 
corpo do 
trabalhador – 
projeção de 
partículas; 
quebra do disco 
Amputações, 
ferimentos, 
impacto contra 
face; 
acidentes 
oculares; 
choque; 
Qualitativa 2 2 4 
 Lançamento 
de concreto 
Sobrecarga na 
estrutura; 
Chicoteamento 
da tubulação de 
Lançamento; 
Projeção de 
concreto em 
Trabalhadores;
Acidentes 
oculares; 
Impacto contra; 
Queda em nível; 
Obstrução da 
tubulação 
 
Acidentes 
materiais e 
pessoais. 
Qualitativa 3 3 6 
 Forma Queda de 
pessoas 
Impacto contra 
Queda de 
materiais 
 
Acidentes 
pessoais e 
materiais 
Qualitativa 3 3 6 
Desforma Queda de 
pessoas 
Impacto contra 
Queda de 
materiais 
 
Acidentes 
pessoais e 
materiais 
Qualitativa 3 3 6 
Betoneira – 
preparação de 
massas 
 
Tombamento; 
Choque elétrico; 
Entalamento; 
 
Acidentes 
pessoais e 
materiais 
Qualitativa 2 2 4 
 
 
 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
PLANO DE AÇÃO DE ACORDO COM INVENTARIO – ESTRUTURA DE CONCRETO 
 
INVENTARIO DE RISCO: 04 FASE: ( ) Antecipação ( ) Reconhecimento (X) Controle Local: OBRA ZEN 
PA 
O Quê? (Ação) Por quê? (Objetivo) Quem? 
(Setor/GER/Função) Como? Quanto? 
(R$) 
Data de 
início Prazo 
Adiado 
para 
 
Status Observações 
1 
Avaliação 
médica de 
acordo com 
PCMSO 
Acompanhar a 
evolução clinica do 
trabalhador e 
possíveis danos a sua 
saúde 
TODOS 
Realização de 
exames médicos 
em clinicas 
especializadas 
 
Obrigatório 
aptidão para 
trabalho em 
altura 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
anual com base no PCMSO 
2 
Emitir Ordem 
de serviço 
especifica de 
segurança 
Obrigatoriedade legal 
pela NR01. Os 
trabalhadores devem 
ser informados de 
maneira escrita sobre 
os riscos que estão 
expostos e as medidas 
administrativas, 
coletivas e individuais 
de controle 
especificamente de 
acordo com a função 
que desempenham 
TODOS 
Elaboração Por 
profissional 
especializado 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
anual. 
3 
Entrega dos 
EPI´s 
necessários 
indicados nos 
inventários dos 
GHER 
Lei de acordo com NR 
06 responsabilidade do 
empregador 
entregar sem custo e 
substituir quando 
necessário 
TODOS 
Criar rotina de 
troca de 
equipamentos e 
definir 
responsabilidade 
do controle 
NA Periodicamente – estipular rotina de entrega de EPI 
4 
Realizar 
treinamento de 
NR 18 básico 
para todos 
GHER 
Obrigatoriedade legal 
para trabalhadores que 
exercem trabalhos em 
canteiros de obras 
TODOS 
Treinamento por 
profissional 
especializado 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
anual. 
5 
Realizar 
treinamento 
sobre 
segurança 
na operação de 
máquinas 
Obrigatoriedade legal 
para trabalhadores 
que operem maquinas 
e equipamentos. 
PROFISSIONAIS 
Treinamento por 
profissional 
especializado 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
anual. 
6 
Realizar 
treinamento 
sobre trabalho 
em altura 
Obrigatoriedade legal 
para trabalhadores que 
exercem 
trabalhos em altura 
superior a 2m ou onde 
haja 
probabilidade de 
queda. 
TRABALHADOR 
EXPOSTOS A ALTURA 
SUPERIOR A 2m 
Treinamento por 
profissional 
especializado 
NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou 
bienal. 
7 
Analise 
Preliminar de 
Risco 
Realizar 
levantamento 
através 
de análise de risco para 
realização de 
procedimentos e 
planejamentos de 
segurança. 
OBRA ZEN Por profissional 
especializado NA Medida preliminar de planejamento 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
8 
Indicar 
supervisor de 
trabalho em 
altura 
Analise de risco 
e Procedimento 
de trabalho 
para atividades 
em altura. 
Cumprimento 
normativo da NR 35 OBRA ZEN 
Treinar supervisor 
de trabalho em 
altura 
 
 
R$ 000 
 
 
 
Medida permanente 
 
 
09 
 
 
 
Sistemática de 
autorização de 
trabalho em 
altura 
Cumprimento 
normativo da NR 35 OBRA ZEN 
Implantar 
sistemática de 
autorização 
R$ 000 
 
 
Medida permanente 
 
10 
 
 
 
 
 
Check list de 
maquinas e 
ferramentas 
Cumprimento 
normativo da NR 12 
LIDERANÇAS DA OBRA 
Realizar inspeções 
periódicas 
R$ 000 
 
Diariamente 
 
 
11 
Plano de 
atendimento a 
emergências 
Elaboração do PAE e 
treinamento dos 
colaboradores 
OBRA ZEN Por profissional 
especializado 
R$ 000 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 
 
 
 
 
 
 
Projetos e 
execução de 
linha de vida 
 
 
Desenvolver linhas de 
vida provisórias 
Através de projeto para 
trabalhos em 
altura superior a 2 
metros. A linha de 
vida deve ser definida 
na APR para retenção 
ou restrição de queda. 
 
Estipular em projeto 
com base na análise de 
risco os Sistemas de 
Proteção 
Individual de Queda 
 
Elaborar memorial de 
cálculo dos sistemas. 
OBRA ZEN 
Por profissional 
legalmente 
habilitado 
 
 
 
 
 
 
 
 
R$ 000 
 Maio/2023 
30 dias 
antes da 
execução 
deve estar 
pronto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 Projetos e 
execução SGRC 
 
Desenvolver sistema de 
guarda corpo e rodapé 
provisório 
 
Estipular em projeto 
com base na análise de 
risco os pontos com 
risco de queda e 
circulação de pessoas 
no canteiro de obras, 
bem como a cesso de 
caminhões e maquinas 
 
Elaborar memorial de 
cálculo dos sistemas. 
OBRA ZEN 
Por profissional 
legalmente 
habilitado 
 
 
 
 
 
 
 
R$ 000 
Junho/2023 
30 dias 
antes da 
execução 
deve estar 
pronto 
 executado 
 
 
 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 INVENTARIO DE RISCO – 05 
 Operação maquinas e equipamentos 
Escavadeira hidráulica , bob cat, retroescavadeira e perfuratriz 
 PGR- INVENTARIO DE RISCO DA EMPRESA CONTRADAS 
ETAPA 
DA OBRA 
RISCOS 
AMBIENTAIS 
PERIGO RISCO DANO AVALIAÇÃO MATRIZ DE 
RISCO 
PREVENÇÃO DANO 
HUMANO E 
MATERIAL 
P S GR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FUNDAÇÃO 
 
QUÍMICO 
Lubrificação de 
máquinas 
Lesões e doenças de 
pelo 
Irritação na pele; 
irritação ocular; 
dermatoses. 
Qualitativa 
 
2 
 
 
2 
 
 
4 
 
 
 
 
 
 
 
 
FÍSICO 
ATIVIDADES 
EXTERNAS 
 
OPERAÇÃODE 
MAQUINAS NO 
CANTEIRO DE 
OBRAS 
 
 
 
Ruído 
 
Perda auditiva 
Perturbações 
funcionais 
 
Requer 
quantificação 
 
 
 
 
2 
 
 
 
 
2 
 
 
 
 
 
4 
 
 
OPERAÇÃO DE 
MAQUINAS NO 
CANTEIRO DE 
OBRAS 
 
Vibração 
Problemas 
musculares; 
patologias 
osteomusculares; 
problemas ósseos; 
lesões em órgãos 
e ossos, 
LER/DORT. 
 
 
 
Qualitativa 
 
 
 
2 
 
 
 
2 
 
 
 
4 
 
BIOLOGICO NA NA NA NA NA NA NA 
 
ERGONOMICO 
Posição de 
trabalho 
movimentação 
de terra de 
forma manual e 
na operação de 
maquinas 
Exigência postural 
provocada por 
execução de 
tarefas durante 
jornada laboral. 
Lesões 
posturais 
Material: Perda 
de homem hora 
trabalhada 
 
Qualitativa 
 
2 
 
2 
 
4 
ACIDENTE Circular pelo 
canteiro de 
obras 
Escoriações; 
cortes; 
perfurações; 
fraturas; 
ferimentos 
diversos. 
Acidentes 
pessoais e 
materiais 
Qualitativa 2 3 6 
 LUBRIFICAÇÃO 
DE 
MÁQUINARIOS 
(GRAXA) 
 Queimaduras; 
intoxicação; 
ferimentos diversos. 
Quedas e 
escorregões de 
queda da 
máquina, e batidas 
contra 
 2 2 
6 
Elétrica 
provisória; 
Choque Acidentes pessoais, 
perturbações funcionais 
2 2 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 PLANO DE AÇÃO – Maquinas E equipamentos (escavadeira bob cat, retroescavadeira, e perfuratriz) 
O QUE ? QUEM ? QUANDO? STATUS 
Programa de manutenção preventiva EMPRESA TERCEIRA No acesso a obra 
Aplicar check list diário Operador Diariamente 
Manter o equipamento
trancado e bloqueado contra pessoas não autorizadas Operador Diariamente 
Registro das atividades de manutenção EMPRESA TERCEIRA Continuo 
Certificado dos operadores EMPRESA TERCEIRA Conforme PGR 
Manter ASO em dia EMPRESA TERCEIRA Conforme PCMSO 
Possui extintor no equipamento? EMPRESA TERCEIRA Continuo 
Possui horimetro? EMPRESA TERCEIRA No acesso a obra 
Bloqueio dos seus dispositivos de acionamento? EMPRESA TERCEIRA No acesso a obra 
Sinalização das áreas de escavação e movimentação de terra OBRA Diariamente 
Iluminação frontal e traseira em perfeito funcionamento? EMPRESA TERCEIRA Diariamente 
Sinal sonoro de ré? EMPRESA TERCEIRA Diariamente 
Cabine fechadas e climatizada? EMPRESA TERCEIRA Diariamente 
Proteção das partes móveis? EMPRESA TERCEIRA Diariamente 
Projeto executivo de escavação (analise do solo, com memorial de cálculo) OBRA Na fase escavação 
Acesso seguro para os trabalhadores? OBRA Continuo 
Acesso seguro aos caminhões e maquinas? OBRA Continuo 
REQUISITOS PARECER 
A empresa terceira: 
PGR 
PCMSO 
Procedimento de escavação e movimentação de terra, escavação e perfuração 
(etapas) 
 
Os funcionários possuem: 
Registro 
Atestado médico com aptidão 
Ordem de serviço 
NR 18 
NR 35 
NR 11 – capacitação especifica com carga horaria compatível 
Ficha de EPI inferior a 60 dias 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 10. INVENTÁRIO DE RISCO POR FUNÇÃO 
 
Abaixo a descrição dos riscos por função, de acordo com o inventario dos riscos avaliados e riscos do PGR de 
cada terceira, compilados e avaliados após a interpretação de cada documento. 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
Nome da função: SERVENTE – GER 01 
Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais 
Cursos de capacitação obrigatórios: NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) 
 
RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE 
RISCO 
RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO 
 
AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL 
RECOMENDAÇÃO 
MEDIDAS 
ADMINISTRATIVAS 
RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
COLETIVA 
P S G 
R 
PERIGO 
 
RISCO 
QUIMICO Poeira (corte ou 
lixamento de 
estruturas 
lesões respiratórias e 
cutâneas 
 
Qualitativa Eventual e 
intermitente 
Mascara PFF2 Promover treinamento 
 
Molhar o local quando corte 
ou furação de 
Alvenaria/ Anteparos e 
biombos/ Ventilação do 
local 
2 2 4 
Produto quimico – 
Alcalis caustico 
Lesões de pele; 
 
Qualitativa Habitual e 
intermitente 
Luva impermeável Promover treinamento 
 
Divulgação da FISPQ do 
Produto 
2 2 4 
Irritações respiratórias Máscara PFF 2 2 2 4 
FISICO Ruído 
(de fundo/ máquina 
e equipamentos) 
Perda auditiva; Qualitativa Habitual e 
intermitente 
Protetor auricular ou 
de inserção de acordo 
com resultado 
quantitativo 
Monitoramento biologico 
conforme o PCMSO 
Promover treinamento 
 
Sinalização de instrução; 
Divulgação dos resultados 
das quantificações; 
Treinamentos da equipe 
2 2 4 
BIOLOGICO NI 
ERGONOMICO Levantamento 
manual de peso 
Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA Elaboração de Procedimento 
Operacional Padrão/ Analise 
ergonomica 
AET 2 2 4 
Repetição 
de 
movimentos 
Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA Estipular pausas e treinar AET 2 2 4 
ACIDENTE Altura Queda Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Capacete com jugular; 
Cinto de Segurança 
Duplo talabarte 
Absorvedor de energia 
(Condicionado a APR) 
Treinamento para trabalho em 
altura conforme NR 35; 
Analise Preliminar de Risco; 
Procedimento Operacional 
Padrão 
Fechamentos de 
aberturas e periferias 
(obra); 
Instalação de linha de 
vida; 
2 3 6 
 
 
 
 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 Trava quedas; 
 Ferramentas 
manuais 
Lesões Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Óculos de segurança / 
Mascara facial 
Usar blusa de manga 
longa com punhal; Não 
usar adornos; 
Posicionamento 
correto de trabalho. 
NA Uso de cordelete de 
Segurança quando utilizar 
ferramentas em altura; 
Inspeção previa da 
ferramenta; 
 
1 2 2 
 Martelo rompedor Cortes/amputações, 
Choque elétrico 
Projeção de partículas nos 
olhos e face 
Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Abafador; 
Atenção no 
Posicionamento de 
trabalho; Não usar 
adornos; 
Não uso de luva na 
mao de empunhadura 
da maquina, apenas 
na que auxilia; 
 
Oculos de segurança / 
Mascara facial 
Monitoramento biológico de 
acordo com PCMSO. 
Realizar quantificação do 
agente 
Treinamento de operação 
do equipamento; conforme 
NR 12; 
 
Manutenções preventivas; 
No uso de plataformas de 
trabalho a mesma deve 
obedecer todos os 
requisitos de segurança 
da NR 18/NR12. 
 elétrico – check list das 
instalações elétricas; 
cumprimento da RPT05 
para instalações elétricas 
provisórias 
Isole a área ao entorno 
2 2 4 
 Betoneira Tombamento; 
Choque elétrico; 
Entalamento; 
 
Qualitativa Eventual e 
intermitente 
Protetor tipo concha; 
Capacete; 
Luva impermeável; 
Botina impermeável; 
Óculos incolor 
Monitoramento biológico de 
acordo com PCMSO. 
Realizar quantificação do 
agente 
Treinamento de operação 
do equipamento; conforme 
NR 12; - DEVE HAVER 
TREINAMENTO ESPECIFICO 
A instalação do 
equipamento deve ser 
em piso plano, com 
cobertura superior e 
lateral contra intemperies; 
A chave de acionamento 
só pode ser do tipo 
botoeira com dispositivo 
de parada de emergencia; 
O trabalhador nao pode 
ter acesso a parte 
rotativas da maquina; 
2 2 4 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 A cremalheira da 
Betoneira deve ter 
proteção; 
A Betoneira deve ser 
aterrada no motor e 
carcaça e sua fiação deve 
estar tubulada e elevada; 
O operador da Betoneira 
deve possuir treinamento 
especifico de NR 12; 
O local onde a Betoneira 
esta instalada deve ser 
Sinalizado, extintor contra 
princípio de incêndio e 
possuir indicação do 
Operador autorizado; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 23/05/2023 
 
Nome da função: MESTRE DE OBRAS/ENCARREGADO /CONTRA MESTRE– GER 02 
Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais 
Cursos de capacitação obrigatórios: NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) 
 
RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE 
RISCO 
RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO 
 
AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL 
RECOMENDAÇÃO 
MEDIDAS 
ADMINISTRATIVAS 
RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
COLETIVA 
P S GR 
PERIGO 
 
RISCO 
QUIMICO NI 
FISICO Ruído 
(de fundo/ maquina 
e equipamentos) 
Perda auditiva; Qualitativa Habitual e 
intermitente 
Protetor auricular ou 
de inserção de acordo 
com resultado 
quantitativo 
Monitoramento biologico 
conforme o PCMSO 
Promover treinamento 
 
Sinalização de instrução; 
Divulgação dos resultados 
das quantificações; 
Treinamentos da equipe 
2 2 4 
BIOLOGICO NI 
ERGONOMICO NI 
ACIDENTE Altura 
 
Probabilidade de 
queda no 
acompanhamento 
das atividades. 
Queda Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Capacete com jugular; 
Cinto de Segurança 
Duplo talabarte 
Absorvedor de energia 
(condicionado a APR) 
Trava quedas; 
Treinamento para trabalho em 
altura conforme NR 35; 
 
Fechamentos de 
aberturas e periferias 
(obra); 
Utilização dos sistemas de 
linha de vida; 
 
 
 
 
 
2 3 6
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
Nome da função: CARPINTEIRO/MEIO OFICIAL – GER 3 
Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais 
Cursos de capacitação obrigatórios: NR12, NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR0 
1) 
 
RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE 
RISCO 
RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO 
 
AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL 
RECOMENDAÇÃO 
MEDIDAS 
ADMINISTRATIVAS 
RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
COLETIVA 
P S GR 
PERIGO 
 
RISCO 
QUIMICO Poeira (madeira) lesões respiratórias e 
cutâneas 
 
Incêndio 
 
Qualitativa Eventual e 
intermitente 
Respirador PFF 2 Promover treinamento 
 
Cortar madeira apenas 
em bancadas especificas 
com coletores e limpeza 
periódica 
2 2 4 
FISICO Ruído 
Operação de serra 
circular manual e de 
bancada 
Perda auditiva; Qualitativa Habitual e 
intermitente 
Protetor auricular para 
serra manual e 
abafador para serra 
de bancada ou de 
inserção de acordo 
com resultado 
quantitativo 
Monitoramento biológico 
conforme o PCMSO 
Promover treinamento 
 
Sinalização de instrução; 
Divulgação dos resultados 
das quantificações; 
Treinamentos da equipe 
2 2 4 
BIOLOGICO NI 
ERGONOMICO Levantamento manual 
de peso 
Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA Elaboração de Procedimento 
Operacional Padrão/ Analise 
ergonômica 
AET 2 2 4 
Repetição de 
movimentos 
Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA NA AET 2 2 4 
 
 
 
 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
ACIDENTE Trabalho em Altura Queda de pessoas e 
materiais 
Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Capacete com jugular; 
Cinto de Segurança 
Duplo talabarte 
Absorvedor de energia 
(condicionado a APR) 
Trava quedas; 
Treinamento para trabalho em 
altura conforme NR 35; 
Analise Preliminar de Risco; 
Procedimento Operacional 
Padrão 
Fechamentos de 
aberturas e periferias 
(obra); 
Instalação e utilização de 
linha de vida; 
2 3 6 
Ferramentas 
manuais 
Lesões Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Óculos de segurança / 
Máscara facial 
Usar blusa de manga 
longa com punhal; não 
usar adornos; 
Posicionamento 
correto de trabalho. 
NA Uso de cordelete de 
Segurança quando utilizar 
ferramentas em altura; 
Inspeção previa da 
ferramenta; 
 
1 2 2 
Serra 
Circular manual e de 
bancada 
Ruído 
 
Qualitativa 
 
Eventual e 
intermitente 
 
Abafador; 
(bancada) 
PA de Inserção 
(manual) 
 
Monitoramento biológico de 
acordo com PCMSO. 
 
Manutenções preventivas; 
 
2 2 4 
 Cortes/amputações, Atenção no 
Posicionamento de 
trabalho; Não usar 
adornos; 
Não uso de luva na 
mao de empunhadura 
da maquina, apenas 
na que segura o 
material ou estrutura 
a receber o corte ou 
desbaste; 
Treinamento de operação do 
equipamento; 
conforme NR 12; 
Procedimento de trabalho 
para uso de de serras 
circulares de bancada e 
manual; 
 
 
Proteção do disco da 
lixadeira; 
No uso de plataformas de 
trabalho a mesma deve 
obedecer todos os 
requisitos de 
segurança da NR 
18/NR12. 
2 3 6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
BIOLOGICO NI 
ERGONOMICO Levantamento 
manual de peso 
Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA Elaboração de Procedimento 
Operacional Padrão/ Analise 
ergonômica 
AET 2 2 4 
Repetição de 
movimentos 
Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA Estipular pausas e treinar AET 2 2 4 
ACIDENTE Trabalho em Altura Queda Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Capacete com jugular; 
Cinto de Segurança 
Duplo talabarte 
Absorvedor de energia 
(condicionado a APR) 
Trava quedas; 
Treinamento para trabalho em 
altura conforme NR 35; 
Analise Preliminar de Risco; 
Procedimento Operacional 
Padrão 
Fechamentos de 
aberturas e periferias 
(obra); 
Instalação de linha de 
vida; 
2 3 6 
Ferramentas manuais Lesões Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Oculos de segurança / 
Mascara facial 
Usar blusa de manga 
longa com punhal; Não 
usar adornos; 
Posicionamento 
correto de trabalho. 
NA Uso de cordelete de 
Segurança quando utilizer 
ferramentas em altura; 
Inspeção previa da 
ferramenta; 
 
1 2 2 
Ferramentas rotativas 
Policorte manual e de 
bancada 
 
Lixadeira 
Ruído 
 
Qualitativa 
 
Eventual e 
intermitente 
 
Abafador; 
 
Monitoramento biologico de 
acordo com PCMSO. 
 
Manutenções preventivas; 
 
2 2 4 
 Cortes/amputações, Atenção no 
Posicionamento de 
trabalho; Não usar 
adornos; 
Não uso de luva na mão de 
empunhadura 
da máquina, apenas na 
que segura o 
Material ou estrutura 
a receber o corte ou 
desbaste; 
Treinamento de operação do 
equipamento; 
conforme NR 12; 
Procedimento de trabalho 
para uso de lixadeira; 
 
 
Proteção do disco da 
lixadeira; 
No uso de plataformas de 
trabalho a mesma deve 
obedecer todos os 
requisitos de segurança 
da NR 18/NR12. 
2 3 6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
 
Nome da função: Armador GER 04 
Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais 
 Cursos de capacitação obrigatórios: NR12, NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) 
 
 
RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ 
DE 
RISCO 
 
RISCO AMBIENTAL 
 
ANTECIPAÇÃO 
AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL 
RECOMENDAÇÃO 
MEDIDAS 
ADMINISTRATIVAS 
RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO COLETIVA 
P S GR 
 
 PERIGO 
 
RISCO 
 
 
QUIMICO 
Fumos metálicos 
(aquecimento do aço 
por desbaste ou corte) 
Lesões respiratórias 
oculares e cutâneas 
 
 
 
Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Mascara facial 
Respirador PFF 2 
Promover treinamento 
 
Anteparos e biombos / ventiolação do local 2 2 4 
 
 
FISICO 
Ruído 
(de fundo/máquinas e 
equipamentos) 
Perda auditiva; Qualitativa Habitual e 
intermitente 
Protetor auricular 
para inserção de 
acordo com 
resultado 
quantitativo 
Monitoramento biologico 
conforme o PCMSO 
Promover treinamento 
 
Sinalização de instrução; 
Divulgação dos resultados das 
quantificações; 
Treinamentos da equipe 
2 2 4 
 
BIOLOGICO 
 NI 
 
ERGONOMICO 
Levantamento 
manual de peso 
Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA Elaboração de Procedimento 
Operacional Padrão/ Analise 
ergonômica 
AET 2 2 4 
Repetição de 
movimentos 
Lesões osteomus-culares Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA NA AET 2 2 4 
 
 
ACIDENTE 
 
Trabalho em Altura Queda Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Capacete com jugular; 
Cinto de Segurança 
Duplo talabarte 
Absorvedor de energia 
(condicionado a APR) 
Trava quedas; 
Treinamento para trabalho em 
altura conforme NR 35; 
Analise Preliminar de Risco; 
Procedimento Operacional 
Padrão 
Fechamentos de aberturas e periferias 
(obra); 
 Instalação de linha de vida; 
2 3 6 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ACIDENTE 
 
 
 
 
Ferramentas manuais 
 
 
 
Lesões 
 
 
 
Qualitativa 
Eventual e 
Intermitente 
Óculos de segurança / 
Mascara facial 
Usar blusa de manga 
longa com punhal; Não 
usar adornos; 
Posicionamento correto 
de trabalho. 
NA
Uso de cordelete de 
Segurança quando utilizer ferramentas em 
altura; 
Inspeção previa da ferramenta; 
 
 
 
1 
 
 
 
2 
 
 
2 
 
 
 
 
Ferramentas rotativas 
Policorte manual e de 
bancada 
 
Lixadeira 
Ruído 
 
Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Abafador; Monitoramento biológico de 
acordo com PCMSO. 
 Manutenções preventivas; 
 
2 
 
 
2 
 
 
4 
 
 
 
Cortes/amputações, 
 Atenção no 
posicionamento de 
trabalho; Não usar 
adornos; 
Não uso de luva na mão 
de empunhadura 
da maquina, apenas na 
que segura o 
material ou estrutura 
a receber o corte ou 
desbaste; 
 
 
Treinamento de operação do 
equipamento; 
conforme NR 12; 
Procedimento de trabalho 
para uso de lixadeira; 
 
 
 
Proteção do disco da lixadeira; 
No uso de plataformas de trabalho a mesma 
deve obedecer todos os 
requisitos de segurança da NR 18/NR12. 
 
 
 
 
2 
 
 
 
3 
 
 
 
6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
 
FISICO Ruído 
(de fundo/ 
maquinas e 
equipamentos) 
Perda auditiva; Qualitativa Habitual e 
intermitente 
Protetor auricular ou de inserção 
de acordo com resultado 
quantitativo 
Monitoramento biológico 
conforme o PCMSO 
Promover treinamento 
 
Divulgação dos resultados das 
quantificações; 
Treinamentos da equipe 
2 2 4 
BIOLOGICO NI 
ERGONOMICO Levantamento 
manual de peso 
Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA Elaboração de 
Procedimento Operacional 
Padrão/ Analise ergonômica 
AET 2 2 4 
Repeti- ção 
de 
movimen-
tos 
Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA Estipular pausas e treinar AET 2 2 4 
ACIDENTE Trabalho em Altura Queda de pessoas e 
materiais 
Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Capacete com jugular; 
Cinto de Segurança 
Duplo talabarte 
Absorvedor de energia 
(condicionado a APR) 
Trava quedas; 
Treinamento para trabalho em 
altura conforme NR 35; 
Analise Preliminar de Risco; 
Procedimento Operacional 
Padrão 
Fechamentos de aberturas e periferias 
(obra); 
Instalação de linha de vida; 
2 3 6 
Ferramentas 
manuais 
Lesões Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Óculos de segurança Não usar 
adornos; 
Posicionamento correto de 
trabalho. 
 
NA Uso de cordelete de Segurança 
quando utilizar ferramentas em altura; 
Inspeção previa da ferramenta; 
 
1 2 2 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
Martelo rompedor Cortes/amputações, 
Choque elétrico 
Projeção de partículas 
nos olhos e face 
Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Abafador; 
Atenção no Posicionamento de 
trabalho; Não usar adornos; 
Não uso de luva na mão de 
empunhadura da maquina, 
apenas na que auxilia; 
Óculos de segurança / Mascara 
facial 
 
Monitoramento biológico de 
acordo com PCMSO. 
Treinamento de operação 
do equipamento; conforme 
NR 12; 
 
Manutenções preventivas; 
No uso de plataformas de trabalho a 
mesma deve obedecer todos os 
requisitos de segurança da NR 
18/NR12. 
 elétrico – check list das instalações 
elétricas; cumprimento da RPT05 para 
instalações elétricas provisórias 
Isole a área ao entorno 
2 2 4 
Serra Circular 
(Makita) 
 
 
Cortes/amputações, 
Choque elétrico 
Projeção de partículas 
nos olhos e face 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Abafador; 
Atenção no Posicionamento de 
trabalho; Não usar adornos; 
Não use luva na mao de 
empunhadura da máquina, 
 
 
apenas na que segura o material 
ou estrutura a receber o corte ou 
desbaste; 
Uso de todos os equipamentos de 
proteção; 
Oculos de segurança / Mascara 
facial 
Usar blusa de manga longa com 
punhal; Não usar adornos; 
 
Monitoramento biológico de 
acordo com PCMSO. 
Realizar quantificação do 
agente 
Treinamento de operação do 
equipamento; conforme 
NR 12; 
 
Manutenções preventivas; 
Proteção do disco; 
No uso de plataformas de trabalho a 
mesma deve obedecer todos os 
requisitos de segurança da NR 18/NR12. 
Aterramento elétrico – check list das 
instalações elétricas; cumprimento da 
RPT05 para instalações elétricas 
provisórias 
Partes rotativas e cortantes devem ser 
isoladas/ protegidas 
2 2 4 
 Betoneira Tombamento; 
Choque eletrico; 
Entalamento; 
 
Qualitativa Eventual e 
intermitente 
Protetor tipo concha; 
Capacete; 
Luva impermeável; 
Botina impermeável; Oculos incolor 
Monitoramento biológico de 
acordo com PCMSO. 
Realizar quantificação do 
agente 
Treinamento de operação do 
equipamento; conforme 
NR 12; 
 
A instalação do equipamento deve ser 
em piso plano, com cobertura superior e 
lateral contra intempéries; 
A chave de acionamento só pode ser do 
tipo botoeira com dispositivo de parada 
de emergência; 
O trabalhador não pode ter acesso a 
parte rotativas da maquina; A 
cremalheira da Betoneira deve ter 
proteção; 
A Betoneira deve ser aterrada no motor 
e carcaça e sua fiação deve estar 
tubulada e elevada; 
O operador da Betoneira deve possuir 
treinamento especifico de NR 12; 
O local onde a Betoneira esta instalada 
deve ser sinalizado, extintor 
contra principio de incêndio e possuir 
indicação do operador autorizado; 
 
2 2 4 
 
 
 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
Nome da função: Operador de máquinas – Auxiliar operacional GER 06 
Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais 
Cursos de capacitação obrigatórios: Curso de operação especifico da máquina ser operadas; NR 12, NR 18 , NR-11(OBEDECER AO ANEXO 1 DE ACORDO COM TIPO DE EQUIPAMENTO), NR 35 e ordem de serviço 
especifica (NR01) 
 
RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO 
 
AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL 
RECOMENDAÇÃO 
MEDIDAS 
ADMINISTRATIVAS 
RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
COLETIVA 
P S GR 
PERIGO RISCO 
 
QUIMICO 
Lubrificação de máquinas Lesões e doenças de 
pele 
Qualitativa Habitual e 
intermitente 
Uso de luvas e cremes de 
proteção 
Monitoramento biológico e 
avaliação da FISPQs 
Evitra máximo execuçãode reparos 
manutenções no canteiro deobras 
2 2 4 
FISICO Ruído 
(de fundo/ maquinas e 
equipamentos de guindar 
carga) 
Perda auditiva; Qualitativa Habitual e 
intermitente 
Protetor auricular 
 
Monitoramento biologico 
conforme o PCMSO 
Promover treinamento 
 
Sinalização de instrução; 
Divulgação dos resultados das 
quantificações; 
Treinamentos 
2 2 4 
BIOLOGICO NI 
ERGONOMICO Equipamento Posicionamento da 
operação 
Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
NA Elaboração de 
Procedimento Operacional 
Padrão/ Analise ergonômica 
Uso de carrinhos ou similares para 
transporte; 
2 2 4 
ACIDENTE Elétrica provisória de 
alimentação do equipamento 
Choque elétrico Qualitativa Habitual e 
Intermitente 
Uso de todos os 
equipamentos de 
proteção; 
 
Orientar que manutenções e 
reparos elétricos somente com 
eletricista 
Manutenções preventivas 
Sinalização de segurança; 
Manutenções preventivas 
2 2 4 
Altura Queda da máquina 
aos subir e descer 
Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Posicionamento de 
trabalho 
 
Promover Treinamento para 
trabalho em altura conforme 
NR 35; 
Analise Preliminar de Risco; 
Procedimento Operacional 
Padrão 
Manutenções preventivas 
Fechamentos de aberturas 
e periferias (obra); 
Instalação de linha de vida; 
Limpeza da máquina nas áreas de 
acesso e corrimão do 
equipamento 
2 3 6 
 Equipamento de 
movimentação carga 
 
 
 
Movimentação de cargas 
Eletrico
Queda do 
equipamento 
Queda de pessoas 
 
 
Parada repentina do 
equipamento 
Queda e 
tombamento 
 
 
 
 
 
 
 
Qualitativa 
Eventual e 
Intermitente 
 
 
 
 
Habitual e 
intermitente 
Treinamento e 
conhecimento do 
equipamento 
Preenchimento diário do 
diário do equipamento 
Check list do equipamento 
Posicionamento 
correto de trabalho. 
Orientar todos os 
trabalhadores sobre os 
riscos , manter 
sinalização 
Promover Treinamento Analise 
Preliminar de Risco; 
Procedimento Operacional 
Padrão 
Manutenções preventivas 
Documentação do 
equipamento de acordo com 
as normativas 
Divulgar procedimentos de 
movimentação de carga e 
riscos do equipamento 
Sinalização 
Fiscalização 
Manutenção preventiva 
 
 
 
Manutenções preventivas do 
equipamento; 
Sinalização sobre o limite máximo de 
carga; 
Delimitação da área de carga 
 
 
 
 
2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
6 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
Nome da função: ALMOXARIFE / ESTAGIÁRIO / AUXILIAR TÉCNICO– GHE 07 
Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais 
Cursos de capacitação obrigatórios: NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) 
 
 
RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE RISCO 
RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO 
 
AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL 
RECOMENDAÇÃO 
MEDIDAS 
ADMINISTRATIVAS 
RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
COLETIVA 
P S GR 
PERIGO 
 
RISCO 
QUIMICO NI 
FISICO Ruído Perda auditiva; Qualitativa Habitual e Protetor auricular ou Monitoramento biologico 
(de fundo) intermitente de inserção de acordo conforme o PCMSO 
com resultado Promover treinamento 
quantitativo 
Sinalização de instrução; 
2 
Divulgação dos resultados 
das quantificações; 
Treinamentos da equipe 
2 
BIOLOGICO NI 
ERGONOMICO Movimentação 
dos materiais e 
ferramentas. 
Posicionamento 
do corpo para 
realização de 
trabalho 
Qualitativa habitual e 
Intermitente 
NA Elaboração de Procedimento 
Operacional Padrão/ Analise 
ergonômica 
Uso de carrinhos ou 
similares para transporte; 
2 2 4 
ACIDENTE Layout – 
organização de 
materiais 
Impacto Contra Qualitativa Eventual e 
Intermitente 
Botina de segurança NA Organização do layout 1 2 2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 
 
 
 
 
 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
Nome da função: ESTAGIÁRIO / AUXILIAR TÉCNICO– GHE 08 
Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais 
Cursos de capacitação obrigatórios: NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) 
 
 
RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE RISCO 
RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO 
 
AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL 
RECOMENDAÇÃO 
MEDIDAS 
ADMINISTRATIVAS 
RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
COLETIVA 
P S GR 
PERIGO 
 
RISCO 
QUIMICO NI 
FISICO Ruído Perda auditiva; Qualitativa Habitual e Protetor auricular ou Monitoramento biologico 
(de fundo) intermitente de inserção de acordo conforme o PCMSO 
com resultado Promover treinamento 
quantitativo 
Sinalização de instrução; 
Divulgação dos resultados 
das quantificações; 
Treinamentos da equipe 
2 
BIOLOGICO 
NI 
 
ERGONOMICO 
NI 
ACIDENTE NI 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 2
2 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
Nome da função: Eng. Civil / Técnico de Segurança do Trabalho– GER 09 
Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais 
Cursos de capacitação obrigatórios: NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) 
 
RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE 
RISCO 
RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO 
 
AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL 
RECOMENDAÇÃO 
MEDIDAS 
ADMINISTRATIVAS 
RECOMENDAÇÃO 
PROTEÇÃO 
COLETIVA 
P S G 
R 
PERIGO 
 
RISCO 
 
QUIMICO 
 
NI 
FISICO Ruído 
(de fundo/ máquina e 
equipamentos) 
Perda auditiva; Qualitativa Habitual e 
intermitente 
Protetor auricular ou 
de inserção de acordo 
com resultado 
quantitativo 
Monitoramento biologico 
conforme o PCMSO 
Promover treinamento 
 
Sinalização de instrução; 
Divulgação dos resultados 
das quantificações; 
Treinamentos da equipe 
2 2 4 
BIOLOGICO NI 
 
ERGONOMICO 
Posição em 
longo período 
em 
computadores 
 
LeR/Dort 
 
Qualitativa 
Eventual e 
Intermitente 
NA Estipular pausas e treinar AET 2 2 4 
 
ACIDENTE 
 
Altura 
 
Queda 
 
Qualitativa 
Eventual e 
Intermitente 
Capacete com jugular; 
Cinto de Segurança 
Duplo talabarte 
Absorvedor de energia 
(Condicionado a APR) 
Treinamento para trabalho em 
altura conforme NR 35; 
Analise Preliminar de Risco; 
Procedimento Operacional 
Padrão 
Fechamentos de 
aberturas e periferias 
(obra); 
Instalação de linha de 
vida; 
2 3 6 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
5. FERRAMENTAS BASES PARA CUMPRIMENTO DO INVENTARIO DE RISCO 
 
 VISÃO GERAL 
 
 
 
RISCO 
AMBIENTAL 
DANOS 
 
MEDIDAS DE 
CONTROLE DO 
RISCO/DANO NO 
RECEPTOR 
 
POLITICA 
ADMINISTRATIVA 
DE CONTROLE DE RISCO 
 
MEDIDAS DE CONTROLE DO 
RISCO/DANO 
COLETIVO PERIGO 
 
RISCO 
 
 
QUIMICO 
PERDA MATERIAL PERDA 
HOMEM HORA 
TRABALHADA 
ACIDENTES E DOENÇAS 
ENTREGA DE EPI INDICADO 
AO RISCO CONFORME 
INVENTARIO DE RISCO 
ATESTADO MÉDICO DE SAUDE 
OCUPACIONAL TREINAMENTO 
INSTRUÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES 
CONSTANTES NO INVENTARIO DE 
RISCO AOS 
TRABALHADORES 
ENVOLVIDOS 
 
 
FISICO 
PERDA MATERIAL PERDA 
HOMEM HORA 
TRABALHADA ACIDENTES 
E DOENÇAS 
ENTREGA DE EPI 
INDICADO AO RISCO 
CONFORME INVENTARIO 
DE RISCO 
ATESTADO MÉDICO DE SAUDE 
OCUPACIONAL TREINAMENTO 
INSTRUÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES 
CONSTANTES NO INVENTARIO DE 
RISCO AOS 
TRABALHADORES 
ENVOLVIDOS 
 
 
BIOLOGICO 
PERDA HOMEM HORA 
TRABALHADA 
ACIDENTES 
E 
DOENÇAS 
EXIGENCIA DE USO DE 
MASCARA 
ENTREGA DE MASCARA 
HIGIENIZAVEL 
TREINAMENTO E SINALIZAÇÃO DE 
SEGURANÇA QUANTIFICAÇÃO DO 
AGENTE RUIDO PONTUALMENTE 
– RESULTADOS CONSTANTES NO 
INVENTARIO DE RISCO 
MONITORAMENTO SE AS MEDIDAS DE 
CONTROLE E 
MINIMIZAÇÃO ESTÃO SENDO 
CUMPRIDAS NO 
ESTABELECIMENTO DA CONTRATANTE 
CONFORME ORIENTADO NO 
INVENTARIO DE RISCO 
 
 
 
 
ERGONOMICO
 
PERDA HOMEM HORA 
TRABALHADA 
ACIDENTES 
E 
DOENÇAS 
NA PENDENTE PENDENTE 
PERDA HOMEM HORA 
TRABALHADA 
ACIDENTES 
E 
DOENÇAS 
NA PENDENTE PENDENTE 
ACIDENTE PERDA MATERIAL PERDA 
HOMEM HORA 
TRABALHADA ACIDENTES 
E DOENÇAS 
ENTREGA DE EPI INDICADO 
AO RISCO CONFORME 
INVENTARIO DE RISCO 
 MONITORAMENTO SE AS MEDIDAS DE 
CONTROLE E 
MINIMIZAÇÃO ESTÃO SENDO 
CUMPRIDAS NO 
ESTABELECIMENTO DA CONTRATANTE 
CONFORME ORIENTADO NO 
INVENTARIO DE RISCO 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
7.CUMPRIMENTO DAS NORMAS 
NR 01 (Disposições Gerais) - A empresa ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE 
LTDA através de seu PGR faz ciência quanto as obrigações dispostas na Norma Regulamentadora NR 01 
descrita no item 
1.7 assim como a obrigatoriedade da elaboração de uma ORDEM DE SERVIÇO onde contemple o descrito: 
 
1.7. Cabe ao empregador: 
a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho; 
(101.001-8 / I1) 
 b) elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos trabalhadores por 
comunicados, cartazes ou meios eletrônicos. (101.002-6 / I1) (Alterado pela Portaria SIT 84/2009). c) 
informar aos trabalhadores: (101.003-4 / I1)
I - os riscos profissionais que possam originar-se nos locais de trabalho; 
II - os meios para prevenir e limitar tais riscos e as medidas adotadas pela empresa; 
III - os resultados dos exames médicos e de exames complementares de diagnóstico aos quais os próprios 
trabalhadores forem submetidos; 
IV - os resultados das avaliações ambientais realizadas nos locais de trabalho. 
d) Permitir que representantes dos trabalhadores acompanhem a fiscalização dos preceitos legais e 
regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. (101.004-2 / I1) 
e) determinar os procedimentos que devem ser adotados em caso de acidente ou doença relacionada ao 
trabalho. (Redação dada pela Portaria SIT 84/2009) 
 
NR 04 (SESMT - Serviço Especializado em Medicina e Segurança do Trabalho): Até a presente data de 
elaboração deste programa encontra-se a empresa ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS 
IMOBILIARIOS SPE LTDA de acordo com o Anexo 1 da NR 04 baseada em seu quadro de trabalhadores 
previstos para OBRA OBRA ZEN, atividade econômica e grau de risco está desobrigada a constituir SESMT. 
 NR 05 (CIPA - Comissão Interna de Prevenção a Acidentes): DO OBJETIVO: Item 5.1 A Comissão Interna de 
Prevenção de Acidentes – CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do 
trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção 
da saúde do trabalhador. A empresa ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE 
LTDA encontra-se fora do dimensionamento previsto na NR 05 para constituição da CIPA de acordo com 
seu anexo 1. 
Assim, deverá a empresa indicar um empregado terceiro um representante indicado para compor a CIPA do 
canteiro de obras, para que desempenhe o estabelecido na NR 05 e ainda faça cumprir as medidas de 
prevenção e implementação deste programa. 
 
Transcrição da Norma: 5.6.4 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I, a empresa designará um 
responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR, podendo ser adotados mecanismos de participação dos 
trabalhadores, através de negociação coletiva. 
NR 06 (Equipamentos de Proteção Individual): Este PGR - PROGRAMA DE GERENCIAMENTE DE RISCOS 
OCUPACIONAIS em diversos momentos contempla a entrega obrigatória e a fiscalização dos equipamentos de 
proteção individual quando as medidas de proteção coletiva não sejam eficazes. Cabe a empresa ZEN-BIDESE 
GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA a obrigação da escolha correta do equipamento 
de proteção individual especifico ao risco a que expõe seus trabalhadores. Estes equipamentos deverão 
http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm
http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm
http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm
http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm
http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm
http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm
http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm
http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
obrigatoriamente apresentar Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho, e ainda rotina de troca quando 
necessário. Deverá a empresa manter através de sua política de segurança fiscalizar seu uso e manter seus 
trabalhadores informados sobre seus direitos e obrigações. 
 
A ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA deverá preencher periodicamente uma 
tabela de Certificados de Aprovação dos Equipamentos Adquiridos condicionados a este programa conforme: 
 
Monitoramento De Equipamentos De Proteção Individual 
ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA 
 
Ano: 2023 
TIPO DE EQUIPAMENTO DATA DE 
AQUISIÇÃO 
CERTIFICADO DE APROVAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
NR 07 - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO. Com base neste Programa 
a Empresa deverá encaminhar ao médico responsável pelos Atestados de Saúde Ocupacional a responsabilidade 
pela elaboração do PCMSO que abordará detalhadamente a rotina de realização de exames médicos para 
monitoramento da saúde ocupacional de seus trabalhadores. 
 
NR 10 – SEGURANÇA NOS SERVIÇOS COM ELETRICIDADE: Os eletricistas e meio oficiais devem estar capacitados 
de acordo com disposto na NR 10 com curso básico de 40h bienal e 20h de reciclagem bienal. Além do treinamento 
deve haver autorização formal da empresa para trabalhos. 
DECLARAÇÃO DE CAPACITAÇÃO E AUTORIZAÇÃO PROFISSIONAL 
Item 10.8.3 – Alínea A e B – NR 10 
 
 
EMPRESA inscrita no CNPJ: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, neste ato representada por seu representante legal e técnico que assinam a 
presente, declara, que CAPACITA e AUTORIZA, de acordo com o item 10.8.3, alínea “a” e “b” da norma regulamentadora nº 10 que diz: “É 
considerado trabalhador capacitado aquele que atende as seguintes condições, simultaneamente: 
 
a) Receba capacitação sob orientação e responsabilidade de profissional habilitado e autorizado; 
b) Trabalhe sob a responsabilidade de profissional habilitado e autorizado 
 
O Sr. XXXXXX, inscrito no CPF: XXXXXXXXXXXXX, a desempenhar a função de eletricista predial com rede exclusivamente de baixa 
tensão, com a supervisão de profissional habilitado que também assina a presente declaração. Haverá também a comprovação de 
integração realizada pela empresa para a pessoa que está sendo capacitada e o profissional habilitado envolvido, inclusive com a 
apresentação da comprovação do treinamento NR-10 de 40 horas deste profissional. Declaro o mesmo capacitado e autorizado para 
serviços de elétrica predial: infraestrutura, testagem e manutenção com redes de baixa tensão. 
 
Declara ainda que assume integral responsabilidade pelas informações aqui prestadas. 
 
Curitiba, xx de xx de xx 
 
_____________________________________________________________________________________________ 
Assinatura e nome completo (ou carimbo) dos representantes legais (ou procuradores) 
 
_____________________________________________________________________________________________ 
Assinatura e nome completo (do profissional habilitado 
 
 
_____________________________________________________________________________________________ 
Assinatura e nome completo (do empregado capacitado e autorizado 
 
 
 
 
 
 
 
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8.SISTEMAS ELÉTRICO PROVISÓRIO 
 
A distribuidora de energia deverá fornecer o ponto adequado a montagem de uma rede trifásica. Caberá a obra 
- realizar a montagem dos quadros provisórios para alimentação elétrica da obra na onde deverão ser atendidos 
de acordo com a RTP 05 e PROJETO ELETRICO PROVISORIO: 
1) A distribuição de energia elétrica deve ser feita através dos quadros elétricos de distribuição fixo e/ou móvel. 2) Os quadros de distribuição 
devem ser construídos de forma a garantir a proteção dos componentes elétricos contra poeira, umidade, impactos etc., 3) Os materiais 
empregados na construção dos quadros devem ser incombustíveis e resistentes à corrosão sendo proibido uso de quadros de madeira. 
4) Os quadros da concessionária – COPEL devem ser cadeados com impedimentos de acesso. A chave de ficar sob a responsabilidade da 
liderança da obra ou outro profissional designado pela contratante ou contratada. 
 
Em todas
as intervenções em instalações elétricas devem ser adotadas medidas preventivas de controle do risco 
elétrico e de outros riscos adicionais, mediante técnicas de análise de risco, de forma a garantir a segurança e a 
saúde no trabalho. Em todos os serviços executados em instalações elétricas devem ser previstas e adotadas, 
prioritariamente, medidas de proteção coletiva aplicáveis, mediante procedimentos, às atividades a serem 
desenvolvidas, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores. As medidas de proteção coletiva 
compreendem, prioritariamente, a desenergização elétrica conforme estabelece esta NR e, na sua impossibilidade, 
o emprego de tensão de segurança. Devem ser utilizadas outras medidas de proteção coletiva, tais como: 
 
a. Isolamento das partes vivas, obstáculos, barreiras, sinalização, sistema de seccionamento automático de 
alimentação, bloqueio do religamento automático. 
b. O aterramento das instalações elétricas deve ser executado conforme regulamentação estabelecida pelos 
órgãos competentes e, na ausência desta, deve atender às Normas Internacionais vigentes. Sendo obrigatório 
emissão de laudo técnico por profissional legalmente habilitado e que conste as medições em oHms. 
c. Os projetos e a instalações elétricas em todo o canteiro de obra devem ser feitas por profissional habilitado 
na função. 
d. Todas as lâmpadas devem dispor de proteção contra quebra acidental. 
e. Os plugs e tomadas devem possuir proteções contrachoque elétrico e nunca deixar partes vivas exposta, 
todas devem ser isoladas. 
f. As instalações e equipamentos fixos devem possuir aterramento, tendo atenção especial a betoneira que 
deve ter sua carcaça e motor aterrado. 
g. Os cabos de eletricidade devem ser protegidos e não estar em local que obstrua a circulação de materiais ou 
pessoas. h. Todas as tomadas deverão estar identificadas com a voltagem. 
i. A ligação dos equipamentos à rede elétrica sempre deve ser feita através do conjunto plugue-tomada. Nunca 
se deve ligar mais de um equipamento na mesma tomada. 
j. No quadro de distribuição deve ser instalado um dispositivo de seccionamento tipo DR. 
k. Numa obra os quadros de distribuição representam um papel importante na prevenção de acidentes. Segundo 
suas características de utilização podem ser: principal (1), intermediário (2) e terminal (3). 
l. Os fios e cabos, quando expostos ao tráfego, devem ser protegidos contra riscos de desgaste mecânico, pois 
podem sofrer avarias em caso de atrito sobre superfícies cortantes ou abrasivas. 
m. Devem ser colocados a uma determinada altura ou subterrâneos, de modo a torná-lo inacessíveis. Sua 
proteção dar-se-á através de invólucros apropriados (Eletrodutos, calhas e canaletas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
PROJETO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROVISÓRIAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 CARACTERÍSTICAS GERAIS: OS INTERRUPTORES DIFERENCIAIS (DR) 
 
Possuem um sistema de medição consistindo de um transformador de corrente somatório com um dispositivo magnético de 
disparo permanente. 
1) Os interruptores diferenciais, quando combinados com fusíveis a montante tipo GL 63 A, estão garantindo para curtos – circuitos 
não indutivos de até 6 kA (DIN VDE 0664 parte 1). Dispositivo obrigatório desde 1997, conforme NBR 5410/97. 
2) Funções: Proteção contracorrentes perigosas através do corpo humano. 
3) Em caso de toques em tensões altas para o contato do corpo humano quando da operação de dispositivos (proteção contra 
contatos indiretos). 
4) Em casos de contatos diretos com partes vivas de condutores, quando a corrente residual é < ou = 30mA e quando 
correntes perigosas para o corpo precisam ser interrompidas no menor tempo possível (proteção contra contatos diretos). 
5) Aplicações: Como necessidade de aumento da segurança em todas as instalações elétricas de cabos e/ou nas áreas onde 
as normas prescrevem a aplicação de dispositivos de proteção de corrente residual. Os interruptores diferenciais podem ser 
montados através de engate rápido em trilho padrão DIN 35 mm. 
 
6) 
 
Obs: o sistema elétrico deverá ser projetado e dimensionado por profissional habilitado contemplando diagrama unifilar, projeto 
e anotação de responsabilidade técnica. 
 
 
18.6.20 Nas atividades de montagens metálicas, onde houver a possibilidade de acúmulo de energia estática, 
deve ser realizado aterramento da estrutura desde o início da montagem. 
 
 Laudo de aterramento elétrico em anexo, manter revisão semestral, ou quando houver alterações em 
máquinas equipamentos e layouts. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 NR 12 - SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE MAQUINAS. Todos os trabalhadores que operem maquinas, manuais ou 
fixas, independente da fonte de alimentação, devem ser capacitados com treinamento especifico sobre a segurança 
de sua operação. EQUIPAMENTOS PREVISTOS: 
 
SERRA CIRCULAR 
MANUAL REQUISITOS DE SEGURANÇA: 
1. Inspecione o equipamento antes do inicio da atividade: disco, proteções e cabo; 
2. Faça uma verificação da rede elétrica de alimentação do equipamento: localização da chave geral, 
aspecto geral do quadro – voltagem, conjunto plug tomada, diferencial residual etc. 
3. EPI’s obrigatórios para operação de lixadeiras: Calça e camiseta manga longa, botina, luva de raspa ou 
vaqueta (apenas p segurar o material, na mão de apoio não use luva), capacete com máscara facial e 
protetor concha acoplado; 
4. Prenda de forma segura o material a ser cortado. Em caso de estruturas se posicione de forma firme e 
segura; 
5. Tenha cuidado ao montar os discos, assegurando-se que a fixação seja pelo eixo da ferramenta e que a 
banda de corte não esteja em contato com qualquer outro elemento da serra quando em rotação. 
6. Não use (nem tente reparar e utilizar) discos de serra circular que estejam rachados, empenados ou 
deformados. 
7. Assegure-se de limpar as superfícies de fixação para remover sujeira, graxa, óleo e água. 
8. Ajustar a profundidade do corte não mais que em 5 mm além da espessura do material que está sendo 
cortado. 
Use sempre máscara facial execução das atividades. 
9. Não use o disco se este tiver dentes danificados, faltando ou gastos. 
10. Certifique-se que a velocidade da máquina não exceda o limite máximo de operação do disco. 
11. Não continue a usar os discos de serra circular quando o tamanho da ponta de metal duro estiver menor 
que 1 mm. 
12. Não exponha partes do seu corpo ao disco. 
13. Não faça cortes curvos. 
 
FURADEIRA E PARAFUSADEIRA REQUISÍTOS DE SEGURANÇA: 
 
1. Inspecione o equipamento antes do início da atividade: disco, proteções e cabo; 
2. Faça uma verificação da rede elétrica de alimentação do equipamento: localização da chave geral, 
aspecto geral do quadro – voltagem, conjunto plug tomada, diferencial residual etc. 
3. Mantenha o equipamento longe da água e de locais que possam estar molhados, como pias e banheiras; 
4. Mantenha os fios longe de objetos cortantes para evitar curto circuito; 
5. Evite roupas largas e adornos que possam se enroscar na furadeira e parafusadeira causando acidentes; 
6. Mantenha a área de trabalho sempre limpa, organizada e bem iluminada. Esses cuidados reduzem o 
risco de acidentes. 
7. Verifique sempre se o botão liga/desliga está funcionando e mantenha-o sempre desligado quando for 
colocar a ferramenta na tomada. 
8. Sempre realize a troca da broca utilizando o mandril e verifique antes da utilização se a mesma esta bem
presa. 
9. Umedeça a área a ser perfurada pela parafusadeira antes de perfurar. 
10. Use a broca correta para cada tipo de material; 
11. Use a furadeira no ângulo correto para cada tipo de material e furo; 
 
 
 
 
 
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12. Atenção ao posicionamento de trabalho; 
 POLICORTE MANUAL REQUISITOS DE SEGURANÇA 
 
1. É de extrema importância se atentar a alguns cuidados e precauções antes e durante a operação de 
máquinas como a serra policorte. Por isso, esteja alerta às seguintes condições para que tudo ocorra na 
mais perfeita tranquilidade: 
2. Use discos de serra recomendadas pelo fabricante e adequadas para o material a ser trabalhado. 
3. Defina a peça de maneira correta e firme, apoiando-a no ângulo de parada e usando o eixo de aperto. 
4. Não realize operações de ajuste, troca da disco, limpeza ou manutenção com o equipamento em 
funcionamento. 
5. Faça uso de todos os EPIs recomendados e obrigatórios para o trabalho. 
6. Materiais e substâncias combustíveis ou inflamáveis não devem ser armazenados nas imediações do 
equipamento. 
7. Evite tocar diretamente na peça com as mãos, use meios auxiliares e luvas de proteção. 
8. Preste atenção especial às áreas da serra que podem estar quentes durante o uso, especialmente no disco 
da serra. 
9. Em caso de falha, pressione o botão de parada de emergência e se dirija à pessoa responsável pela 
revisão ou reparo e sinalize corretamente o equipamento. 
10. E por último, siga sempre as instruções no manual sobre a adoção de medidas preventivas, além de 
conhecer os outros aspectos importantes para manusear a serra policorte que você adquiriu de maneira 
correta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
LIXADEIRA REQUISITOS DE SEGURANÇA 
1. Inspecione o equipamento antes do inicio da atividade: disco, proteções e cabo; 
2. Faça uma verificação da rede elétrica de alimentação do equipamento: localização da chave geral, aspecto 
geral do quadro – voltagem, conjunto plug tomada, diferencial residual etc. 
3. EPI’s obrigatórios para operação de lixadeiras: Calça e camiseta manga longa, botina, luva de raspa ou 
vaqueta (apenas p segurar o material, na mão de apoio não use luva), capacete com máscara facial e 
protetor concha acoplado; 
4. Use a lixadeira preferencialmente sobre uma bancada de trabalho segura, quando não for possível tenha 
atenção e não deixe partes do corpo expostas ao disco. Cuidado com mangas da roupa. 
5. Adornos são proibidos. Retire relógios, anéis, colares etc. 
6. Ao iniciar o trabalho com a ferramenta, segure-a sempre com ambas as mãos e mantenha uma posição 
firme; 
7. É obrigatório o uso de a empunhadeira auxiliar durante todos os trabalhos com a ferramenta; 
8. A capa de proteção deve estar montada ao trabalhar com disco de desbaste/corte; 
9. Observar as recomendações do fabricante sobre a montagem e a utilização dos acessórios abrasivos; 
10. Controlar os acessórios antes da utilização. O acessório deve estar corretamente montado e girar 
livremente. Efetuar um funcionamento de teste no mínimo durante 30 segundos, sem carga. Acessórios 
danificados, descentrados ou vibrando não devem ser utilizados; 
11. Observar as dimensões dos discos abrasivos. O diâmetro de furo deve ajustar-se sem folga ao flange. Não 
utilizar peças de redução ou adaptadores; 
12. Proteger os acessórios contra golpes, trepidações, graxa e óleo; 
13. A máquina só deve ser utilizada para serviço a seco; 
14. O lado fechado da capa de proteção deve estar montado de forma a proteger o operador contra fagulhas. 
Apertar o parafuso de aperto da capa de proteção; 
15. Atenção com a projeção de fagulhas, materiais combustíveis e inflamáveis devem ser retirados do entorno. 
A passagem de terceiros deve ser proibida com sinalização. Avalie se há necessidade de anteparo contra 
propagação de fagulhas. 
16. Manter o cabo sempre atrás da máquina; 
17. O plugue deve ser conectado na tomada somente com o interruptor desligado; 
18. Só encostar-se à peça a ser trabalhada quando a máquina já estiver ligada; 
19. Sempre segurar a máquina de modo que as fagulhas sejam projetadas em direção oposta ao operador; 
20. Jamais utilize disco de corte para desbastar, é toda vez eu utilizar um equipamento elétrico devera ter 
próximo do local um extintor de incêndio; 
21. O motor gira por inércia após ser desligado. Após desligar a máquina, não freá-la através de pressão lateral 
do disco abrasivo; 
22. Sempre desligue e deixe que o motor pare, antes de colocar a máquina sobre qualquer superfície. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAMINHÃO BETONEIRA – TERCEIRIZADO REQUISITOS DE SEGURANÇA: 
 
O concreto usinado será fornecido por empresa terceira (a definir). O operador da bomba e motorista são 
terceiros e devem antes de iniciar a concretagem entregar a documentação pertinente a engenharia/mestre 
de obras e estar devidamente equipados com respectivos equipamentos de proteção individual. 
 
 Antes de iniciar a concretagem realize um check list do equipamento; 
Verificar se é seguro o local para posicionamento do equipamento. Barrancos e aterros podem causar sérios 
acidentes. 
Devemos sempre considerar as recomendações do manual de segurança, entre elas: Utilizar os calços, 
manter o equipamento nivelado (máximo 3 graus), deixar os pneus ligeiramente encostados no chão e 
manter uma distância segura da rede elétrica (5 metros mínimo), evitando acidentes como: queda do 
equipamento, balanço excessivo do mastro, movimentação involuntária do mastro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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BOMBA LANÇA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para o uso da bomba lança, atentar-se as seguintes observações: 
 
 Durante o manuseio da bomba lança de concreto do caminhão, verifique a conservação dos equipamentos: a produtividade 
está diretamente ligada às condições da bomba, por isso, é importante que ela esteja em bom estado de uso; 
 Confira o diâmetro da tubulação: para permitir a passagem do concreto, é preciso que o diâmetro da tubulação tenha, no 
mínimo, três vezes a maior dimensão dos agregados considerados no traço do concreto;  Acompanhe a lubrificação da 
tubulação: a passagem da nata de cimento é necessária antes do bombeamento de concreto, dessa forma, reduz-se a 
possibilidade de travamento do concreto durante o bombeamento; 
 Utilize reforços nos pontos críticos da tubulação: a tubulação sofrerá golpes de aríete durante o bombeamento de 
concreto, portanto, é importante utilizar reforços em pontos delicados como curvas, mantenha todos os pontos de 
encaixe devidamente travados conforme manual do equipamento; Devido a sua grande dimensão, a lança é 
instalada sobre o caminhão e o braço articulado pode ser dividido em três ou quatro partes. Sua operação é 
facilitada, utilizando controle remoto, e pode ser realizada por apenas um operador, o qual deve ficar em um ponto 
seguro e que tenha ampla visão das atividades, caso o mesmo tenha que estar em um ambiente com risco de 
queda, o uso do cinto de segurança se faz necessário durante todas as atividades. A altura alcançada pode ser de 
até 60 metros, lembrar de travar as rodas do veículo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 REQUISITOS DE BETONEIRA SEGURANÇA: 
 
 
1. Conheça bem o equipamento que será utilizado Uma betoneira possui os seguintes elementos: 
• Tambor rotativo: executa um giro constante, que contribui para o preparo da mistura; 
• Pás de mistura:
situadas dentro do tambor, elas ajudam a mexer a mistura; 
• Casinha do motor: local onde está a chave para ligar/desligar; 
• Braço reforçado ou basculante: situado logo abaixo do tambor; 
• Pedal de trava: dispositivo que, quando acionado, inclina o motor; 
• Volante: dispositivo cuja finalidade é colocar o equipamento em qualquer inclinação, manipulando melhor 
a betoneira; 
• Chassi reforçado: é o esqueleto do equipamento, responsável pela interligação entre todas as suas partes; 
• Setor basculante: dispositivo que ajuda na rotação da betoneira; 
• Pinhão do volante; 
• Cremalheira e pinhão; 
• Rodas: para locomoção do equipamento. 
2. Saiba como funcionam os diferentes tipos de betoneira 
• Betoneira fixa: modelo irremovível, sem movimento algum. Contudo, apesar de não ter rodas 
para seu deslocamento, apresenta todas as outras características necessárias para a realização 
da mistura; 
• Betoneira semi-fixa: modelo muito comum de betoneira, e parecido com a fixa. No entanto, 
possui rodas, permitindo que a betoneira seja removida para outros pontos; 
• Betoneira automática: modelo de betoneira que possui esteiras rolantes — destacando-se 
pela sua praticidade, já que não exige esforço para sua locomoção; 
• Betoneira móvel: um modelo ainda mais avançado, que é implantado em um caminhão com 
um excelente sistema hidráulico. Assim, pode ser transportado para qualquer obra, mantendo 
sempre o giro constante de seu tambor. 
 
 
 
 
 
 
 
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3. Utilize todos os equipamentos de 
proteção indicados pelo fabricante 
Ao operar a betoneira, é fundamental usar equipamentos de 
segurança como óculos, luvas, capacete, máscaras, protetores 
auditivos, botas, cintos de segurança e roupa adequada, conforme 
local e atividade desenvolvida. Além disso, não utilize 
o equipamento se estiver cansado ou desconcentrado. 
 4. Não se esqueça de aterrar o equipamento e verificar se não há fios desencapados 
O principal acidente com esse tipo de máquina está relacionado às descargas elétricas. Então, para preveni-
las, aterre o equipamento de forma adequada e certifique-se que não existam fios ou partes elétricas 
desprotegidas. 
5. Mantenha o equipamento em um local distante do trânsito de pessoas Somente deixe 
a betoneira ligada enquanto a massa estiver em movimento, e nunca aproxime suas mãos das peças que 
produzem o movimento da máquina. 
 Faça revisões e manutenções periódicas no equipamento 
 
Tambor de mistura e pás 
Sempre, após a utilização do equipamento, você deve limpar o tambor e as pás. Para tanto, utilize uma 
mangueira de água e uma espátula, removendo todo o cimento antes que ele seque. 
Em alguns casos, também pode ser necessário usar de uma lavadora de alta pressão. Motor 
A limpeza do motor é essencial para prolongar a vida útil do equipamento. Assim, para remover a poeira e 
resíduos que possam comprometer o seu bom funcionamento, utilize um compressor de ar ou um soprador. 
Engrenagem, pinhão e rolamentos 
Já para evitar o desgaste excessivo das peças por conta da fricção comum, o ideal é lubrificar as 
engrenagens, o pinhão e os rolamentos da betoneira. Nesse caso, utilize um lubrificante de spray ou o óleo 
adequado — não use graxa. Além disso, mantenha a cremalheira sempre limpa e regulada com o pinhão, a 
fim de garantir o bom funcionamento da máquina. 
7. Veja a ordem de colocação de materiais 
Geralmente, coloca-se, antes, uma pequena quantidade de água, seguida de brita, areia e cimento. Em 
seguida, acrescenta-se o restante da água e aditivos, quando especificados, controlando sempre a umidade 
ideal para cada tipo de concreto ou argamassa. 
 
Recomendações finais 
• Verifique a estabilidade da betoneira, levando em conta o peso e o movimento constante que ela realiza 
ao misturar o concreto; 
• Lembre-se de que o concreto deve ser virado e misturado sempre com a betoneira em um ângulo de 45º; 
• Nunca despeje o cimento sem que haja água no interior da betoneira — caso contrário, ele poderá ficar 
grudado no fundo do equipamento; 
• Saiba que o protetor auricular é o equipamento de proteção individual mais importante que o profissional 
que trabalha com a betoneira deve utilizar. 
 
 
 
 
 
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USO DE VIBRADOR DE IMERSÃO REQUISITOS DE SEGURANÇA: 
 
No local de trabalho 
• Verifique se o equipamento não sofreu alguma avaria durante o transporte. Todo e qualquer problema, 
inclusive de funcionamento, deverá ser comunicado no ato à locatária do equipamento que tomará as 
providências necessárias. 
• Retire do local tudo que possa atrapalhar o serviço. 
• Isole o local onde se vai trabalhar, não permita o acesso de outras pessoas, especialmente crianças. 
• Instale o equipamento em local nivelado. 
• É proibido vibrar ferragens utilizando a ponta do vibrador como alavanca. 
• Não utilize o equipamento com peças soltas ou danificadas. 
• Não retire partes da máquina. 
• Ligue num circuito elétrico com disjuntor compatível. 
• Durante as paradas para descanso, troca de acessórios e até mesmo manutenção, desligue o equipamento 
sempre puxando pelo plug, nunca pelo fio. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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9. ACIONAMENTO E USO DO EQUIPAMENTO ELÉTRICO 
• Ligue a máquina à rede elétrica, e 
acione o gatilho. 
• Deixe que o mangote penetre no 
concreto pelo próprio peso. A camada 
nivelada de concreto deverá ter uma 
profundidade de até 30 cm e as 
penetrações devem ser feitas a uma 
distância de 30 a 50 cm. 
• Geralmente, o concreto estará vibrado 
entre 5 e 10 segundos, quando a 
superfície que rodeia o tubo ficar 
brilhante (nata) e não subir mais 
bolhas de ar. 
 
• O mangote deverá ser retirado do concreto lentamente para evitar a formação de buracos. 
• Não parar o motor antes de retirar totalmente o mangote do concreto. Gasolina 
• Encaixe o mangote no motor. 
• Abra a torneira do combustível e ajuste o interruptor do motor para a posição ON (ligado). Se o motor 
estiver frio, ligue o afogador para injetar combustível no carburador. 
• Regule o acelerador na metade do curso. 
• Puxe levemente a corda de partida até sentir resistência. Em seguida, puxe-a rapidamente até dar partida. 
• Com o motor em funcionamento, retorne as alavancas de afogador e acelerador à posição normal, espere 
alguns segundos até firmar a marcha lenta. 
• Utilize com o acelerador no máximo para trabalhar. 
• Nunca funcione o motor sem filtro de ar. 
Desligamento do equipamento 
• Para desligar o equipamento, acionar o comando LIGA / DESLIGA. 
• Para desligá-lo definitivamente retire da rede elétrica. 
• Nos motores a gasolina, desligue o interruptor do motor até a posição OFF (desligado) e feche a válvula 
de combustível. 
 
 MARTELO ROMPEDOR REQUISITOS DE SEGURANÇA: 
 
1. Evite realizar o pré-furo. Essa prática, apesar de comum, dificulta a correta centralização da broca e 
compromete a estabilidade da ferramenta. Isso pode colocar em risco a segurança do operador. 
2. Quando fizer a troca de broca dos marteles, use graxa para lubrificação. 
3. Esteja sempre atento ao manusear essa ferramenta. Antes de ligar o martelete, verifique se tudo 
está bem ajustado e funcionando. 
4. Sempre que for perfurar lugares em que exista a possibilidade de encontrar canos de água, esgoto, 
rede elétrica ou tubos de gás, certifique-se de estar realizando o trabalho no local certo. Verifique 
com a companhia responsável, o mapa dos tubos. O martele pode perfurar algumas dessas 
estruturas e causar acidentes. 
5. Não é necessário colocar força para operar a ferramenta. Deixe que ela realize o trabalho.
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 10. NR 18 – CONDIÇÕES DO MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL 
 
TREINAMENTOS DE CAPACITAÇÃO – INTEGRAÇÃO/PERIÓDICO: Em relação ao pessoal, todos os funcionários 
deverão receber treinamento de quatro horas bienal de forma a assegurar que todos estejam informados sobre os 
materiais, equipamentos com os quais estão trabalhando e principalmente, a forma correta para o desenvolvimento 
de suas atividades. 
 
CUMPRIMENTO DA NR 18 PARA ÁREAS DE VIVENCIA 
 
10.1 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS 
 
De acordo com a NR 18 
18.5.5 Deve ser de, no máximo, 150 m (cento e cinquenta metros) o deslocamento do trabalhador 
do seu posto de trabalho até a instalação sanitária mais próxima. 
 
Os banheiros serão dotados com números de vasos, mictórios e lavatórios suficientes para atender 
o número de trabalhadores, conforme a NR 18 da portaria 3.214 do MTE. 
 PROPORÇÃO MÍNIMA 
1 Lavatório Vaso Sanitário Mictório. 
 
 
1 Conjunto a cada 20 Trabalhadores 
 
 
1 Chuveiro. 
 
 1 Unidade a cada 10 trabalhadores. 
 
Devem ter piso impermeáveis, laváveis e de acabamento antiderrapante; 
Não se ligar diretamente a locais destinados para refeições; 
Ter pé direito mínimo de 2,50 metros de altura, ou respeitando –se o que se destina o código de obras do 
município de obras; 
 Estar situada em locais de fácil e seguro acesso, não sendo permitido um deslocamento superior a 150 
metros do posto de trabalho aos gabinetes sanitários, mictórios e lavatórios; 
 
 Os lavatórios devem: 
 Ser individual ou coletivo tipo calha; 
 Ter revestimento interno de material liso, impermeável e lavável; 
 Ter espaçamento mínimo entre as torneiras de 0,60 m, quando coletivos; 
Dispor de recipientes para coleta de papeis usados. 
 
Os locais destinados a vasos sanitários deve: 
Ter área de 1 metro quadrado; 
Ser provido de porta com trinco interno e borda inferior de no máximo 0,15 m de altura; 
Ser provido de recipiente com tampa, para depósito de papeis usados, sendo obrigatório o fornecimento 
de papel higiênico; 
 Os vasos sanitários devem ser de bacia turca ou sifonado, ter caixa de descarga ou válvula automática. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Os mictórios devem: 
Ser individual ou coletivo tipo calha; 
Ter revestimento interno de material liso, impermeável e lavável; 
Ser provido de descarga provocada ou automática; 
No mictório tipo calha, cada segmento de 0,60 m deve corresponder a um mictório tipo cuba. 
 
As áreas destinadas a chuveiros devem: 
Ter área mínima de 0,80 m quadrados, com altura de 2,10 m do piso; 
Os pisos dos locais onde forem instalados os chuveiros devem ter caimento que assegurem o escoamento 
da água para a rede de esgoto, e ser de material antiderrapante; 
Ser de água aquecida; 
Deve haver um suporte para sabonete e cabide para toalha, correspondente a cada chuveiro; 
10.2 LOCAIS PARA REFEIÇÕES 
 
Será disponibilizado no canteiro de obras, local adequado para realizar as refeições. O refeitório deverá estar 
dentro das instalações da obra, possuindo um mínimo de cadeiras e mesas que atendam o contingente da obra, 
por turno de almoço. O local destinado as refeições dos empregados deverá atender as recomendações da 
Resolução da ANVISA / RDC nº 216 de 15/09/2004, assim como a NR – 18 no que for pertinente. 
O local de refeições, NÃO poderá ser utilizado como área de recreação, assim sendo, devem ser previstos locais 
específicos, contemplando, no máximo, jogos de mesa e televisão. 
 
E ainda: 
1. Ter paredes de alvenaria, madeira ou material equivalente; 
2. Ter piso de concreto, cimentado, madeira ou material equivalente; 
3. Ter cobertura que proteja contra intempéries; 
4. Ter área de ventilação correspondente a 1/10 da área do piso; 
5. Ter pé direito mínimo de 2,50 m ou respeitando o que determina o código de obras do munícipio da 
região; 
6. Ser mantido em perfeito estado de conservação, higiene e limpeza. 
7. Ter bancos em número suficiente para atender aos usuários, com largura mínima de 0,30 m. 
8. Ter as mesas cobertura de material impermeável para facilitar a limpeza. 
9. Possuir lixeiras suficientes para separação seletiva de resíduos; 
10. Possuir dispositivo móvel para extinção a princípios de incêndio tipo Pó químico 
(preferencialmente); 
11. Dispositivo que atenda aos requisitos de higiene e segurança para aquecimento dos alimentos daqueles 
colaboradores que optem em levar sua refeição; 
12. Ter iluminação artificial quando a natural não for suficiente, respeitando as normas de segurança para 
instalações elétricas provisórias; 
13. Possuir dispositivo independente e fixo dotado de torneira para higienização das mãos (e ainda: sabonete 
líquido e toalha de papel); 
14. Fornecimento de agua potável e fresca – bebedouro no local ou proximidades; 
15. O local das refeições não deve ter acesso direto a banheiros e vestiários, sendo relevante que sua 
disposição não faça divisa com os mesmos; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
- PROJETO ÁREA DE VIVENCIA ANEXO *qualquer alteração no layout deve ser alterada no PGR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
10.3 ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS 
 
1. As escadas fixas, as passarelas e as rampas 
possuirão corrimão, patamar intermediário e rodapé, 
obedecendose aos dimensionamentos que forem 
estabelecidos na NR-18, para maior conforto e 
segurança; 
2. Ser construídas e mantidas em perfeitas condições 
de uso e segurança; 
3. Ser fixadas no piso inferior e superior, não 
ultrapassando 30º (trinta graus) de inclinação em 
relação ao piso; 
4. Quando sua inclinação for superior a 18º, devem ser 
providas de peças transversais, espaçadas em 0,40 
m no máximo; 
5. Ser providas de sistema de guarda corpo e rodapé, 
conforme: 
6. Ser construída com altura de 1,20 m para travessão superior e 0,70 m para travessão intermediário; 
7. Ter rodapé com altura de 0,20 m; 
8. Ter vão entre as travessas preenchidos com tela ou outro 
dispositivo que garanta o fechamento seguro da abertura. 
9. Rampas usadas para trânsito de 
caminhões devem ter largura mínima de 4,0 m, e ser fixadas 
em suas extremidades; 
10. Não devem existir ressaltos entre o piso da passarela e o 
piso do terreno; 
11. Os apoios das extremidades devem ser dimensionados 
em função do cumprimento total das mesmas e das cargas as 
que estarão submetidas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
ESCADAS MANUAIS 
 
1. Os montantes – são elementos verticais para fixação das 
travessas (degraus) da escada, capazes de suportar o esforço 
solicitado, com comprimento máximo de 7 m (sete metros) e 
espaçamento entre eles de no mínimo 0,45 m (quarenta e cinco 
centímetros) e no máximo de 0,55 m (cinquenta e cinco 
centímetros). 
2. As travessas (degraus) – são elementos horizontais fixados nos 
montantes, capazes de suportar o esforço solicitado, com 
espaçamento entre eles de no mínimo 0,25 m (vinte e cinco 
centímetros) e no máximo de 0,30 m (trinta centímetros), de 
forma constante, devendo suportar uma carga de 160 Kgf 
(cento e sessenta quilogramas-força) em seu ponto mais 
desfavorável. As travessas deverão ser fixadas aos montantes 
por meio de cavilhas ou outros meios que garantam sua rigidez. 
3. A escada deve ser firmemente apoiada e ultrapassar 1 m (um metro) o ponto de apoio superior. 
 
4. Os trabalhadores que utilizarem
escadas de uso individual (de mão) devem usar sempre as duas mãos. 
Eventuais cargas (equipamentos e materiais leves) deverão ser içados em bolsas ou outros recipientes 
semelhantes. 
5. Não é permitida a união de duas ou mais escadas, bem como prolongar seus montantes, visando 
aumentar o comprimento total da escada. 
6. Na impossibilidade de nivelar o piso sobre o qual a escada será apoiada, será permitido o 
prolongamento do pé por meio de sistemas automáticos ou mecânicos. 
 
A amarração da escada na parte superior deve ser por meio de sistema de fixação adequado 
 
1. As escadas de uso coletivo utilizadas em uso temporário, com o objetivo de transpor pessoas entre 
pisos com diferença de nível e para serviços em altura. 
2. A escada de uso coletivo será utilizada quando mais de 20 trabalhadores estiverem realizando um 
trabalho que necessite transpor diferenças de nível. 
3. A escada deve ser provida de um guarda-corpo com altura de 1,20 m (um metro e vinte centímetros) 
para o travessão superior, 0,70 m (setenta centímetros) para o travessão intermediário, com rodapé 
de 0,20 m (vinte centímetros) de altura. 
4. A largura da escada de uso coletivo será definida em função do número de trabalhadores que a 
utilizarão, conforme tabela abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
11. NR 35 - TRABALHO EM ALTURA 
 
Deverá a empresa ou em conjunto com sua contratante possuir: 
 
1. ANALISE DE RISCO PARA AS ATIVIDADES ROTINEIRAS; 
 
2. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PARA AS ATIVIDADES ROTINEIRAS 
 
3. SISTEMAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVO EM ACORDO COM BASE EM UM PROJETO 
PREVIAMENTE DISCUTIDO E ELABORADO POR PROFISSIONAL PROFICIENTE. 
 
4.TREINAMENTO BIENAL DE 8H 
 
Todos os trabalhos em altura igual ou superior a 2m devem atender os requisitos da NR 18, NR 35 e RPT 01 
condicionadas neste programa. 
 
No item 35.4.2 da NR 35 recomenda se que no planejamento do trabalho devem ser adotadas medidas de 
segurança com a seguinte hierarquia: 
 
a) Medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução; 
b) Medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do trabalho 
de outra forma; 
c) medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado. 
 
 
Em anexo: 
1. Projeto dos SPCQ 
2. Memorial de Calculo 
3. Sistemática de autorização para trabalho em altura 
4. Check list dos sistemas SPCQ 
5. Plano de atendimento a emergências 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
Plano de atendimento a emergências 
 
Responsabilidade da obra, elaboração e implementação, medidas de atendimento a eventuais emergências, 
como mal subido acidentes com lesões escoriações e até mesmo fraturas, e queimaduras adotar kit de primeiros 
socorros, bem como mecanismos de transporte se necessário, meios de atendimento rápido e eficaz, lista dos 
hospitais da região, bem como as distancias. 
 
Possuir procedimento especifico para resgate em caso de quedas e suspensão inerte, e demais trabalhos em 
altura. 
 
Inserir no procedimento medidas de combate a princípios de incêndios e medias de controle de acidentes com 
queimados e hospitais da região. 
 
No plano também devem contempladas as medidas a serem adotadas em casos de acidentes com animais 
peçonhentos, bem como hospitais de referência com soro antiofídico, mais próximos. 
 
Equipe treinada para atendimento a emergências, bem como demais recomendações indicadas no PCMSO da 
empresa. 
 
Adotar placas com telefones uteis em caso de emergência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
Proteção contra incêndios 
 
Toda a obra deve possuir equipamento suficiente para combater o 
fogo em seu início, para isso os funcionários deverão ser 
treinados/orientados quanto ao uso correto desses equipamentos; 
 A probabilidade de ocorrer um incêndio na obra deve-se a Classe 
A, B e C conforme a seguir: 
 
 Classe A - são materiais de fácil combustão com a propriedade de 
queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam 
resíduos, como: tecidos, madeira, papel, fibra, etc. 
 Classe B – São materiais que queimam na superfície, como: 
Combustíveis. 
 
 Classe C – Quando ocorrem em equipamentos elétricos energizados como: motores, transformadores, quadros de 
distribuição, fios, etc.  Os extintores deverão ser colocados em locais de fácil visualização e acesso e onde haja 
menos probabilidade de o fogo bloquear o seu acesso. 
 
INSTALAÇÃO PROVISÓRIA DO 
CANTEIRO DE OBRAS 
 
RISCO DE 
FOGO 
 
ÁGUA 
10L 
 
CO2 
6KG 
 
 
PQS 
4KG 
 
 
ÁREA DE COBERTURA PARA 
O EXTINTOR (m2) 
 
DISTÂNCIA 
MÁXIMA 
(metros) 
Almoxarifado Médio X 250 10 
Escritórios Grande X 300 20 
Refeitório e vestiários Pequeno X 300 20 
Maquinas e equipamentos Grande X 500 20 
 
Instalação conforme risco do posto de trabalho 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
12. RELAÇÃODE EPIS X FUNÇÃO 
 
 
 
 
 
FUNÇÃO 
 
EPIS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estagiário X X X X 
Almoxarife X X X X 
Estagiário X X X X 
Engenheiro 
Civil 
X X X X 
Técnico de 
Seg. do 
Trabalho 
X X X X 
Aux. técnico X X X X 
Armador X X X X X X X X X X X 
Carpinteiro X X X X X X X X X X 
Servente X X X X X X X X X X 
Pedreiro X X X X X X X X X X 
Encarregado X X X X X X 
Operador 
máquinas e 
equipamentos 
X X X X X X X X 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
12.1 RELAÇÃO DE EPIS 
 Protetor facial: 
Equipamento destinado à proteção do rosto dos colaboradores. 
Utilização: deverá ser utilizado em serviços com risco de projeções de quaisquer tipos de partículas sobre o rosto do 
funcionário, como durante a utilização de serra circular. 
 
Conservação: manter sempre limpo para boa visibilidade. Utilizar apenas pano macio, água e sabão neutro para 
limpeza. Nunca solventes. 
 
Protetor auricular: Equipamento destinado à proteção das pessoas que trabalham em locais com ruído elevado 
acima dos limites de tolerância. 
 
Utilização: Utilizados pelos funcionários que trabalham nos britadores, operação de máquinas, corte de materiais 
por disco, esmerilhadeira, lixamento de peças metálicas, e outras onde o ruído for alto. Conservação: manter 
sempre limpo para boa higiene e conforto. Solicitar a substituição, para higienização mensal ou de acordo com a 
periodicidade de utilização. 
 
Capacete: 
Equipamento destinado a proteger a cabeça contra impactos contundentes. 
 
 Utilização: deverá ser utilizado constantemente por todos que acessarem o canteiro de obras, sua conservação e 
guarda é de responsabilidade do empregado. Conservação: manter limpo e evitar danos no casco e na carneira. 
 
Luva de látex: Luva de segurança confeccionada em borracha natural, revestimento interno em algodão flocado, 
antiderrapante na palma e face palmar dos dedos, punho com virola. Utilizada em atividades onde se manuseie 
produtos que sejam líquidos. 
 
 Luva Poliamida ( PU ): Luva confeccionada em fibras sintéticas, revestimento na palma, face palmar e ponta dos 
dedos em poliuretano (PU) nas cores preto e branco. 
 
Utilização: Atividades que demandam proteção mecânica e sensibilidade tátil e com grau
elevado de sujidade seca 
ou úmida. Não solta resíduos. Conservação: deverá ser solicitado um equipamento novo, quando o mesmo não 
apresentar condições de uso (estiver rasgado). Não deve ser submetido à umidade. 
 
Luvas de raspa de couro (ou equivalente): 
 
Equipamento utilizado para a proteção das mãos e punhos, contra riscos de ferimentos por corte, lacerações, etc. 
 
 Utilização: deverá ser utilizada nos serviços de levantamento e transporte de materiais, e em todos aqueles que 
tragam riscos às mãos dos funcionários da área de produção. Conservação: deverá ser solicitado um equipamento 
novo, quando o mesmo não apresentar condições de uso. Não deve ser submetido à umidade. 
 
Vestimenta de trabalho: Roupa para trabalho destinada a proteger o corpo do funcionário do contato com as 
partículas em suspensão (poeiras). Recomendam-se roupas em tecido resistente, porém leve e confortável. 
 
Utilização: deverá ser usado durante os trabalhos dentro do canteiro de obras, observando que a barra da calça 
deve ficar sempre por cima do calçado de segurança. 
 
Conservação: o funcionário deve providenciar sua limpeza e manutenção. Somente será entregue uma nova muda 
contra a entrega da anterior. 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
Cinto de segurança: Equipamento destinado a limitar uma possível queda durante a execução de um trabalho que 
esteja sendo realizado a mais de dois metros de altura do piso. 
 
Utilização: deverá ser utilizado em trabalho superior a dois metros de altura, onde haja risco de queda, 
principalmente durante as atividades de forma e desforma em periferias, manutenção ou reparos de coberturas ou 
outros. O cinto deve ser do tipo paraquedista, com talabarte duplo e com conector maior ou igual a 50mm. 
Conservação: evitar o contato com materiais cortantes e químicos. Revisar, antes do uso, as condições das 
costuras, das partes metálicas, das conexões, do talabarte (não utilizar se o cabo tiver suas fibras soltas) e do 
mosquetão, assim como o deve ser revisado o cabo auxiliar de segurança, seu estado e sua correta fixação. 
 
Avental de raspa: Equipamento destinado à proteção do tronco e parte das pernas do trabalhador, quando da 
execução de serviços de solda, carpintaria, manipulação de peças com rebarbas e outros. 
 
Utilização: deverá ser utilizado quando da execução de serviços de solda, peças cortantes, proteção contra fagulhas 
(ex. no esmeril) e na carpintaria. 
 
Máscara contra poeiras: Equipamento destinado à proteção respiratória dos trabalhadores contra poeiras 
incômodas. 
 
Utilização: deverá ser utilizada quando no ambiente de trabalho houver poeiras inertes, cuja concentração seja 
desconfortável para o trabalho. Pela quantificação realizada na empresa e análise desses particulados, 
recomendamos o uso de máscaras simples contra poeiras (descartáveis) do tipo de fibras não-tecidos e que possui 
tira metálica para amoldar ao tipo de nariz e um elástico para prender a máscara à altura do nariz. 
 
Conservação: após o uso deve ser limpo e guardado em local seco, ventilado, evitando umidade e a exposição a 
contaminantes. Deverá ser trocada sempre que se encontrar saturada, perfurada, rasgada ou com falta de vedação. 
 
Calçado de segurança: Calçado destinado à proteção dos pés do trabalhador. 
 
Utilização: deve ser utilizado em todos os locais de produção da empresa, durante toda a jornada de trabalho. 
 
Conservação: o calçado deve ser periodicamente limpo e engraxado para manter o couro macio. Não devem ser 
submetidos em locais com excesso de umidade, para tal deve ser utilizada bota de borracha específica para a 
atividade em locais úmidos ou molhados. 
 
Óculos de segurança: Equipamento destinado a proteger os olhos dos trabalhadores contra partículas e poeiras 
em suspensão e produtos químicos. 
 
Utilização: deverá ser utilizado durante o ensacamento e carregamento de produtos, chapisco, assim como no 
manuseio de produtos químicos, lixamento, pintura e similares. 
 
 Conservação: devem ser mantidos sempre limpos. Utilizar pano macio, água e sabão neutro. Importante: quando 
da ocorrência de fatos novos (condições esporádicas e não comuns), deve ser utilizado o EPI adequado à nova 
condição. 
 
Obs.: TODOS OS EPI’S DEVEM POSSUIR C.A (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 13. Maquinas e equipamentos: 
 Fase fundação 
 
 MARTELETE ROMPEDOR 10 KG E 15 KG, 
 
 SERRA CIRCULAR MANUAL PARA MADEIRA, 
 
 LAVADORA DE ALTA PRESSÃO, 
 
 FURADEIRA SDS PLUS, 
 
 VIBRADOR COSTAL, 
 
 ESCAVADEIRA HIDRÁULICA, 
 
 CAMINHÕES PARA CARGA DE TERRA DA ESCAVAÇÃO) 
 
OBS: Os funcionários devem possuir treinamento especifico para operação e montagem dos equipamentos. 
 
14. ETAPAS DA OBRA X RISCOS IDENTIFICADOS E MEDIDAS DE AÇÃO 
 
 
ETAPA DA OBRA 
 
RISCOS E PERIGOS 
 
AÇÃO 
 
 
Demolição manual 
Quedas de diferença de nível, 
lesões escoriações cortes, 
queda de materiais. 
Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas 
 
Demolição máquina 
 
 
Queda de paredes e vigas sobre 
a máquina, danos ao patrimônio 
e vizinhos. 
 
Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas 
 
 
Escavação maquinas 
Contato acidental com pessoas, 
corte irregular talude, 
tombamento da maquina. 
Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas e projeto de 
escavação 
 
 
Bate estaca 
 
 
Avaliar o inventário de riscos 
Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas 
Documentação do equipamento 
de acordo com N-12 e NR-11 
 
 
 
 
Perfuratriz 
 
 
 
Avaliar o inventário de riscos 
 Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas. 
Documentação do equipamento 
de acordo com N-12 e NR-11 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
Escavação 
Avaliar o inventário de riscos Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas 
Documentação do equipamento 
de acordo com N-12 e NR-11 
 
Escavação manual 
 
Avaliar o inventário de riscos 
Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas 
 
Quebra da cabeça das 
estacas 
Avaliar o inventário de riscos Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas 
Luvas anti impacto – rompedor 
manual – atender NR-15 
 
 
Fundação 
Execução de viga de 
contenção 
 
EXECUÇÃODE FORMA DA 
VIGA DAS CORTINAS 
Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas 
 
 
Execução dos 
tirantes 
 
Execução dos tirantes 
Quedas, cortes perfurações, 
humidade, acidente com 
maOBRA ZENo hidráulico, e 
cordoalhas 
Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas 
 
 
 
Execução de forma 
CARPINTARIA 
Risco de quedas, ruídos, Queda 
de diferença de nível. 
Documentação do equipamento 
de acordo com N-12 
Montagem linha devida haste 
metálica 
Risco de quedas diferença de 
nível, cortes e perfurações, 
queda de materiais 
Requer procedimento 
operacional especifico, com 
 as medidas 
preventivas 
 
Hidráulica 
Risco de quedas diferença de 
nível, cortes e perfurações, 
queda de materiais 
Requer procedimento 
operacional especifico, com 
 as medidas 
preventivas 
Infraestrutura de Elétrica Avaliar o inventário de riscos Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas 
Acabamentos em geral Avaliar os riscos de acordo com 
inventaio dos terceiros 
Requer procedimento operacional 
especifico, com as medidas 
preventivas.
As demais etapas da obra serão contempladas neste PGR na próxima revisão em AGOSTO de 2023, conforme 
planejamento prévio da obra. 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
15. CONCLUSÃO 
 
CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES 
 
Os propósitos de uma avaliação de exposição a agentes de risco ambientais devem cumprir no mínimo os seguintes 
objetivos: 
 Determinar os agentes de risco potenciais à saúde a que estão sujeitos os empregados, avaliando e diferenciando 
entre exposições aceitáveis e inaceitáveis e implementando medidas de controle quando exposições inaceitáveis 
são identificadas. 
 Estabelecer e documentar os níveis de exposição de todos os empregados, ficando assim definido um ponto de 
partida que servirá como guia para cada nova avaliação de exposição, permitindo verificar sua tendência ao longo 
do tempo. Estes registros são também de vital importância para estudos futuros de epidemiologia. 
 Assegurar e demonstrar conformidade das exposições com padrões governamentais ou outros mais restritivos. No 
sentido de alcançar estes objetivos, a (ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE 
LTDA.) deve prosseguir com seus programas de controle das exposições, introduzindo melhorias através das 
seguintes diretrizes: 
 
Medidas de Controle de Engenharia (Coletivos) 
 Efetuar estudos de engenharia para proteções coletivas mais eficientes e seguras 
 Realizar estudo de engenharia quanto proteção antes do início das atividades em obras. 
 
15.1 Procedimentos de Trabalho e Controles Administrativos 
 
Estas recomendações referem-se ao controle de exposição baseado em ações específicas do empregador e 
empregado, relativo à execução dos trabalhos, não incluindo o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). 
 
 Assegurar e incentivar os funcionários a adotarem as seguintes posturas de trabalho, para reduzir as exposições: 
 Observar, informar e corrigir imediatamente vazamentos visíveis de agentes químicos. 
 Evitar a permanência de recipientes abertos (baldes de drenagem de pontos de amostragem, etc), com produtos nas 
áreas industriais. 
 Quando trabalhando próximo a fontes conhecidas de emissão posicionar-se, sempre que possível, a montante da fonte, 
de costas para a origem do vento. 
 Minimizar o tempo de execução ou permanência junto de atividades com alto potencial de risco de exposição (agentes 
químicos e físicos). 
 Maximizar a distância, quando estiver observando atividades com alto potencial de risco de exposição (agentes 
químicos e físicos). 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 Movimentar-se por ruas ou passagens onde as exposições a agentes químicos ou físicos sejam de menor concentração 
ou intensidade. 
 Reavaliar anualmente o PGR, conforme exigência legal prevista na NR-1.5, para avaliação do seu desenvolvimento, 
ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. 
 Solicitar dos fornecedores as Fichas de Informação de Segurança das Matérias Primas e outros produtos manipulados 
dentro das instalações, contendo a composição, propriedades físico-químicas, efeitos à saúde, limites de tolerância, 
primeiros socorros, etc. e divulgar estas informações aos empregados. 
 
 15.2 Treinamentos 
 Prover treinamento sobre os seguintes aspectos: 
 Saúde/Higiene Ocupacional: PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos; Resultados das Avaliações 
Quantitativas de Exposição aos Agentes de Risco, aspectos toxicológicos dos agentes, efeitos à saúde, primeiros 
socorros; 
 Segurança Industrial: utilização de EPIs, Ficha de Segurança dos Produtos, melhores práticas de trabalho. 
 Promover a implantação do PPR (PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA). 
 PROMOVER A ELABORAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO LET (LAUDO ERGONOMICO DE TRABALHO) EM 
TODOS OS SETORES DA EMPRESA. 
 
TREINAMENTOS 
 
Todos os funcionários próprios ou terceiros deverão receber treinamento inicial e periódico em Saúde, Higiene e 
Segurança do Trabalho, a ser administrado pela equipe de segurança da empresa ou por profissionais com 
proficiência no assunto de acordo com cada tipo de treinamento. 
 
TREINAMENTO DURAÇÃO FUNÇÃO VALIDADE RECICLAGEM 
Treinamento Admissional – NR -18 4 Horas 
Todos os funcionários da obra 
Bienal A critério da empresa 
INTEGRAÇÃO DE SEGURANÇA NO 
TRABALHO ESPECÍFICA PARA O 
CANTEIRO DE OBRAS 
2 Horas 
(Recomendação) 
Anual A critério da empresa 
NR-35 – TRABALHO EM ALTURA 8 Horas 
Profissionais que atuam em 
altura acima de 2m onde haja 
risco de quedas 
Bienal 08 horas 
NR-05 - CIPA 8 Horas Designados e Cipeiros Anual 8 HORAS 
NR-10 – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 40 Horas Profissionais que atuam em 
equipamentos elétricos de 
baixa tensão 
Bienal 
Quando há troca de 
empresa, 
modificações 
significativas de 
métodos e processos 
de 
trabalho. 
NR-11 – TRANSPORTE, 
MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E 
MANUSEIO DE MATERIAIS 
Sem 
especificação 
definida. 
Operadores de equipamentos 
de transporte motorizad 
Não se aplica 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
NR-12 – SEGURANÇA NO TRABALHO 
EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 
* Recomenda 
verificar o 
manual 
Operadores de máquinas e 
equipamentos 
Não se aplica 
NR-33 – SEGURANÇA E SAÚDE NOS 
TRABALHOS EM ESPAÇOS 
CONFINADOS 
16 ou 40 horas 
Profissionais que atuam em 
espaços confinadas 
Anual 
08 horas ou antes 
quando atender a NR-
33.3.5.2 
NR-18 – OPERADOR DE GRUA 
80 Horas 
(CAPACITAÇÃO) 
Operador de grua A critério da empresa 
NR-18 – OPERADOR DE 
multi guincho ou guincho de coluna 
4 Horas Operador de guincho de coluna 
/ multiguincho e/ou minigrua 
Bienal 
A critério da empresa NR-18 – SINALEIRO / AMARRADOR DE 
empregador 
CARGAS 
16 Horas Amarrador de cargas Bienal 
OPERADOR DE ELEVADOR 16 Horas Operador de elevador 
cremalheira 
Anual 4 HORAS 
OPERADOR ANDAIME SUSPENSO 8 Horas Profissionais que irão utilizar 
Balancim 
Anual 4 HORAS 
 
 
15.3 Monitoramento 
Para uma efetiva demonstração e confirmação quanto aos Graus de Risco de Exposição dos GSEs aos agentes 
de risco, a ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA deverá continuar 
com sua estratégia de avaliação quantitativa para os agentes de risco priorizados, conforme Programa de 
Monitoramento e Controle Ambiental de Agentes Químicos e Ruído. 
 
 
 15.4 Equipamentos de Proteção Individual 
Onde os Procedimentos de Trabalho não forem suficientes para reduzir completamente a exposição a níveis 
aceitáveis, a ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA deve adotar como 
último recurso a utilização de Equipamentos de Proteção Individual. 
 Diante dos novos resultados das avaliações quantitativas de exposição aos agentes químicos reavaliar o 
Programa de Proteção Respiratória. 
 Diante dos novos resultados das avaliações quantitativas de exposição ao ruído reavaliar Programa de 
Conservação Auditiva. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
16. RESPONSABILIDADES 
 
16.1 Responsáveis pela elaboração/revisão do PGR: 
 
 NOME: 
 
 Alexandre Tresso de Angelo - CREA SP 5069483858 /D 
 
DATA: 
 
 
 ASSINATURA: 
 
 
 DATA: 
01/07/2023 
 
 
16.2 Responsáveis pela Validação / Aprovação do PGR 
 
NOME: 
 
 
ASSINATURA: 
 
DATA: 
01/07/2023 
 
NOME: 
ASSINATURA: 
 
DATA: 
01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
 NOME: 
 
 Fábio Prado - Técnico de Segurança do Trabalho – MTE – PR – 004455-5 
 DATA: 
 
 
 ASSINATURA: 
 
 
 DATA: 
01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023
ANEXO 1 
 
ART 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO 2 
 
LAYOUT DE CANTEIRO DE OBRAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO 3 
 
 PROJETO SGCR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ANEXO 4 
 
 PROJETO SPCQ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
		2023-07-14T05:49:29-0300
	ALEXANDRE TRESSO DE ANGELO:32536760804

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