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1 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Edifício OBRA ZEN / BIDESE ZEN BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA CNPJ: 40.132.684/0001-08 2023 PGR PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS NR 01 VIGÊNCIA ATÉ: 01/07/2024 2 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA. CNPJ: 40.132.684/0001-08 CNAE: 41.10-7-00 Grau de Risco: 1 Atividade: Incorporação de empreendimentos imobiliários Funcionários obra: Nº de empregados próprios: 0 Masculino: 0 Feminino: 0 Nº de empregados terceiros: 13 Masculino: 13 Feminino: 0 Endereço: Avenida Sete de Setembro, 6679 - Batel - 80240-000 Município: Curitiba Estado: Paraná Telefone: (41) 3024-0798 Responsável: Rafael Fronza Depiné E-mail: rafael@bidese.com.br 3 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 DADOS OBRA Razão Social: ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA Nome do empreendimento: OBRA ZEN CNPJ: 40.132.684/0001-08 CNAE: 41.10-7-00 Grau de Risco: 1 ENDEREÇO OBRA: Rua Lucio Rasera, 975 –Bigorrilho – Curitiba -PR 4 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Implantação: 5 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 TERCEIROS: AGR FORMAS E AÇO LTDA CNPJ: 48.790.065/0001-04 Atividade: 41.20-4-00 CONSTRUÇÃO DE EDIFICIOS Grau de Risco: 3 Nº de empregados terceiros: 7 Masculino: 7 Feminino: 0 CONTATO: (41) 9 9280-7876 Sr. ARIO aureolar12@icloud.com LTL Strapasson Locadora de Máquinas Ltda - EPP CNPJ: 04.469.555/0001-38 Atividade: 4313-4/00 - Obras de terraplenagem Grau de Risco: 3 Nº de empregados terceiros: 01 Masculino: 01 Feminino: 0 ESCOLL ENEGENHARIA DE SOLOS E CONCRETO LTDA CNPJ: 76.506.625/0001-91 Atividade: 4391-6/00 - Obras de Fundações Grau de Risco: 4 Nº de empregados terceiros: 05 Masculino: 05 Feminino: 0 mailto:aureolar12@icloud.com 6 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 REGIME DE TRABALHO O regime de trabalho é dividido basicamente entre Turno. Obras: Segunda a sexta-feira: entrada pode ser registrada das 07h30min até às 1h30min, com almoço de 01 hora, a saída pode ser registrada das 17h e 18 min. Sexta-feira: entrada pode ser registrada das 07h30min, com saída das 11h30min até às 17h18min, em consequência ao horário de DSR. REVISÃO MOTIVO DA REVISÃO DO PGR DATA 00 EMISSÃO INICIAL 01.07.2023 CONTEÚDO REVISADO 7 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELA IMPLANTAÇÃO DO PGR NOME Rafael Fronza Depiné CONTATO rafael@bidese.com.br IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PGR RAZÃO SOCIAL TRESSO ENGENHARIA LTDA CNPJ 29.282.534/0001-30 ENDEREÇO Rua Claudio Chatagnier, 946 Casa 01 Cond Omc XII Cj Res RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PGR - PROGRAMA DE GERENCIAMENTE DE RISCOS Alexandre Tresso de Angelo CREA SP 5069483858 /D Engenheiro de Segurança do Trabalho Fábio Prado Técnico de Segurança do Trabalho: REG. M.T.E: 445066- PR CONTATO TELEFONE: 41 99548-6231 ART 1720233380055 http://cnpj.info/29282534000130 http://cnpj.info/29282534000130 http://cnpj.info/29282534000130 http://cnpj.info/29282534000130 8 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 1. DISPOSIÇÃO GERAL 1.1 INTRODUÇÃO O Documento Base do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) se insere no contexto da Política de Gestão da ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA. Buscando a melhoria contínua do ambiente de trabalho e a preservação da saúde dos seus colaboradores e contratados. Está estruturado conforme disposto na NR-1, Portaria 3214 de 08 de junho de 1978, com redação atualizada pela Portaria 6.730 de 12 de Março de 2020. RRT EXECUÇÃO DA OBRA 12224581 9 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 10 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 11 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 1.2 OBJETIVO O Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR – visa “estabelecer as disposições gerais, o campo de aplicação, os termos e as definições comuns às Normas Regulamentadoras - NR relativas à segurança e saúde no trabalho”. Este Documento Base tem o objetivo estabelecer as “diretrizes para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e as medidas de prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho – SST”. 1.3 TERMOS E DEFINIÇÕES • Risco Ambiental ou ocupacional: Combinação da probabilidade de ocorrer lesão ou agravo à saúde causados por um evento perigoso, exposição a agente nocivo ou exigência da atividade de trabalho e da severidade dessa lesão ou agravo à saúde. • Agentes físicos: Agente físico: Qualquer forma de energia que, em função de sua natureza, intensidade e exposição, são capazes de causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes. • Agente químico: Substância química, por si só ou em misturas, quer seja em seu estado natural, quer seja produzida, utilizada ou gerada no processo de trabalho, que em função de sua natureza, concentração e exposição, é capaz de causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: fumos de cádmio, poeira mineral contendo sílica cristalina, vapores de tolueno, névoas de ácido sulfúrico. • Agente biológico: Microrganismos, parasitas ou materiais originados de organismos que, em função de sua natureza e do tipo de exposição, são capazes de acarretar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: bactéria Bacillus anthracis, vírus linfotrópico da célula T humana, príon agente de doença de Creutzfeldt-Jakob, fungo Coccidioides immitis. • Limite de Tolerância – LT (NR-15 / Brasil): A concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará danos à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral. Limite de Exposição - Média Ponderada pelo tempo – TLV-TWA1 (Threshold Limit Value / Time Weighted Average - ACGIH-EUA): A concentração média ponderada pelo tempo para uma jornada normal de 8h diárias e 40h semanais, para a qual a maioria dos trabalhadores pode estar repetidamente exposta, dia após dia, sem sofrer efeitos adversos a sua saúde. • Limite de Exposição - Curta Duração – TLV-STEL (Threshold Limit Value-Short Term Exposure ACGIHEUA): A concentração máxima a que os trabalhadores podem estar expostos continuamente por um período curto, de até 15 minutos, sem sofrer irritação, lesão tissular crônica ou irreversível, narcose em grau suficiente para aumentar a predisposição a acidentes, impedir auto-salvamento ou reduzir significativamente a eficiência no trabalho, desde que não sejam permitidas mais de 4 exposições diárias, com pelo menos 60 minutos de intervalo entre os períodos de exposição e também que não seja excedido o TLV-TWA. 12 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 • Limite de Exposição - Valor Teto (NR-15/Brasil), TLV-C (Threshold Limit Value – Ceiling ACGIH-EUA): Concentração que não deverá ser excedida durante nenhum momento de exposição na jornada. • IDLH: Concentração máxima imediatamente perigosa para a vida ou saúde, da qual o trabalhador poderá escapar, dentro de 30 minutos, sem sintomas graves nem efeitos irreversíveis para a saúde (NIOSH/OSHA/EUA). • Mobilidade: Percentual de tempo de permanência nos diversos locais durante a rotina de trabalho, em relação ao número de horas trabalhada. • Nível de Ação: Valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas (monitoramento periódico, informação aos trabalhadores e controle médico) de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição. Para agentes químicos corresponde a metade dos limites de exposição ocupacional (NR-15, ACGIH, acordos coletivos) e para o ruído a dose de 0,5 (superior a 50%), conforme estabelecido na NR-15, Anexo 1, item 6. • Grupos Similares de Exposição - GSE: Grupos de trabalhadores que experimentam exposição semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação de qualquer membro do grupo seja representativo do grupo como um todo. • NR-15: Norma Regulamentadora no 15 - Portaria 3214. • ACGIH: American Conference of Governamental Industrial Hygiene. • NIOSH: National Institute for Occupational Safety and Health. • AIHA: American Industrial Hygiene Association. • ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas. • OSHA: Occupational Safety and Health Administration. 13 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 1.4 ETAPAS DA OBRA ETAPAS DA OBRA Terreno Isolamento com cerca ou tapumes; Demolição de alvenaria existente; Limpeza do terreno; Serviços Provisórios Montagem das instalações físicas (áreas de vivência e de serviços); Instalações elétricas e hidráulicas provisórias; Escavações e Fundações Escavações e regularização do terreno; Escavação para as estacas e sapatas; Montagem de ferragens para as sapatas; Concretagem das estacas e sapatas; Montagem e desmontagem de forma dos blocos; Montagem de ferragem para os blocos; Concretagem dos blocos; Estrutura Montagem de forma para pilares; Montagem de ferragem para pilares; Concretagem de pilares; Montagem de escoramento para laje; Montagem de formas, armaduras e concretagem de cintas de amarração de alvenarias; Montagem de ferragem para lajes; Concretagem da laje Alvenaria estrutural; Acabamentos Alvenaria estrutural; Lixamento das paredes e aplicação de selante para os tijolos; Aplicação do contrapiso; Instalações elétricas; Instalações hidráulicas; Instalação de contramarco; Instalações dos vidros da fachada; ETAPAS DA OBRA 14 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Revestimento interno Emboço nas paredes; Revestimento com cerâmicas; Aplicação de gesso e Pintura final Revestimentos Externos Emboço na fachada; Revestimentos externos (Tinta ou texturas); Instalações Instalações elétricas; Instalações de hidráulica em geral; Instalações de ar-condicionado; Instalações de rede de incêndio (detecção/alarme de incêndio; hidrantes e extintores); Plataforma de acesso para portadores de necessidades especiais; Instalação de Gerador; Conclusão Pequenos reparos, jardinagem e limpeza do terreno; Instalação dos vidros, portas e gradil Instalação de paver nos acessos. 15 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 1.4.1 RESPONSABILIDADES A ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA, cumpridora de requisitos legais, vem através de este Documento Base, implantar o seu PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos, conforme preconiza a Lei nº 6514 de 22 de dezembro de 1977 e a Portaria n.º 6730 de 12 de Março de 2020 que traz a redação da Norma Regulamentadora 01 – NR 01. A reavaliação deste PGR é de responsabilidade da Empresa, que se compromete dar continuidade ao programa supracitado, implementando e assegurando o cumprimento das medidas de controle que se fizerem necessárias, de acordo com o cronograma de ações estabelecido, bem como seu monitoramento contínuo. A ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA. Promoverá uma análise global deste PGR, anualmente ou sempre que necessário, mesmo porque a NR-01 não cita a validade deste PGR, para reavaliação de seu desenvolvimento e a realização dos ajustes, estabelecendo novas metas e prioridades. Empregador • Assumir responsabilidade no que se refere às medidas técnicas e operacionais, que devem ser implantadas para atender as exigências registradas no presente documento (PGR) constantes na NR-01; • Esclarecer que os resultados obtidos no presente levantamento e as recomendações citadas neste documento implicam parecer essencialmente técnicos e científicos das condições de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, constatados durante a avaliação de cada cargo/local de trabalho na ocasião em que exerciam suas atividades laborais. Diretoria ⭢Estabelecer, implementar e assegurar recursos para o cumprimento do PGR conforme preconiza a Legislação. Coordenador Geral do PGR • Coordenar a implantação e desenvolvimento do PGR; • Rever informações sobre o controle do programa; • Delegar responsabilidade e autoridade; • Elaborar os orçamentos anuais do Programa, alocando recursos financeiros necessários à execução do Relatório Anual de Atividades. 16 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Supervisores e Líderes • Supervisionar os trabalhadores para assegurar que os procedimentos corretos de trabalho estão sendo observados; • Assegurar que os equipamentos e máquinas estão em perfeito estado de funcionamento; • Garantir a ordem e limpeza de seu setor/área de trabalho; • Comunicar informações sobre os riscos ambientais e procedimentos de controle adotados; • Consultar os trabalhadores sobre questões de segurança e saúde e orientá-los quando necessário; • Manter a área de Segurança Industrial informada das questões de segurança e saúde do seu setor/área; • Colaborar com a CIPA na investigação de acidentes ou doenças e na adoção de medidas preventivas. Segurança do Trabalho • Assessorar a empresa no desenvolvimento e implantação do PGR; • Realizar anualmente junto com a administração da Empresa e a CIPA com seus membros a reavaliação do PGR; • Manter registros de toda documentação relativa ao programa; • Assegurar que todos os trabalhadores recebam treinamento adequado para as funções que desempenham ou venham a desempenhar relativos ao escopo do PGR presentes no inventário de riscos; • Manter a integridade dos equipamentos de Segurança e Higiene Ocupacional no que se refere à manutenção, calibração e guarda; • Prever e manter disponíveis os recursos financeiros para a execução das atividades deste programa, seja por recursos próprios ou de terceiros; • Divulgar os dados e resultados relativos ao programa. Empregados • Colaborar e participar na implantação do PGR, como agentes de melhoria, com permanente vigilância as Condições de Segurança e Saúde nos Ambientes de Trabalho; • Seguir as orientações recebidas nos treinamentos previstos no PGR; • Cumprir as Normas de Segurança e Saúde Ocupacional, visando seu bem-estar físico e mental; • Comunicar o responsável imediato, todas as ocorrências de condições inseguras encontradas, que possam implicar riscos à saúde; • Cooperar com a CIPA na prevenção de acidentes; 17 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 • Utilizar obrigatoriamente o Equipamento de Proteção Individual - EPI, onde sinalizado e quando julgar necessário; • Estar ciente sobre a implementação do PGR e os resultados das avaliações; • Participar do processo de identificação de situações de risco e proposição de medidas de controle através do diálogo contínuo com seus Líderes, Área de Segurança/Higiene e membros da CIPA; • Participar da etapa de reconhecimento de riscos quanto a priorização de ações, através do Mapa de Riscos, elaborado pela CIPA; • Estar ciente dos riscos relacionados com suas atividades, através das integrações e durante os treinamentos recebidos, bem como através de orientações de seus Líderes e atualizações periódicas do PGR. CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes • Acompanhar e avaliar o desempenho deste programa; • Zelar pelo cumprimento das medidas preventivas e corretivas; • Manter uma cópia atualizada do Relatório Anual de Atividades no livro Ata; • Estar ciente das informações contidas no PGR para desenvolver o Mapa de Risco da Empresa e demais atividades prevencionistas que a legislação (NR – 5) determina. 1.5 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES • Inventário de Riscos do PGR • Matriz de Riscos do PGR • Plano de Ação no Gerenciamento de Riscos 1.6 ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO O presente programa foi elaborado com base na ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO e AVALIAÇÃO dos RISCOS AMBIENTAIS existentes nas atividades dos empregados da Empresa, levando em consideração os diversos locais de trabalho. Esses dados foram realizados por profissionais do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT e inseridos no INVENTÁRIO DE RISCOS deste PGR. 18 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 O CONTROLE desses RISCOS AMBIENTAIS foi inserido para GERENCIAMENTO DOS RISCOS OCUPACIONAIS na PLANILHA DE AÇÃO também conhecida como PLANILHA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS. Como suporte técnico para o reconhecimento dos riscos foi consideradas as constatações provenientes do exercício dos trabalhos que estão sendo realizadas nas instalações / áreas / setores da ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA, bem como dos sub contratados, informações prestadas pelos profissionais da empresa e representante da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA. A estratégia tem como finalidade alcançar os seguintes objetivos: • Reconhecimento dos Riscos Ambientais - referente ao processo de trabalho executado e a condição de exposição dos funcionários; • Avaliação quantitativa – Com base na NR-09.4.2, sempre que se constate a possibilidade de o trabalhador estar submetido à exposição ao agente de risco, cujo limite de tolerância possa estar superior ao previsto na legislação; • Interpretação dos resultados - avaliação e julgamento profissional com proposição de medidas de controle; • A metodologia aplicada será a da legislação atualizada das Normas Regulamentadoras – NR do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, Lei 6514 de 22 de dezembro de 1977, onde se encontram estabelecidos os parâmetros mínimos e diretrizes gerais, as quais foram aplicadas neste PGR. • Com base na NR-09.6.1.1, na ausência de limites de tolerância previstos na NR-15 e seus anexos ou quando necessário, serão utilizados “Critérios Técnicos“ adotados pela American Conference of Governamental Hygienist (ACGIH) tomando como base os limites de tolerância (TLV – TWA, TLV – STEL e TLV – C) adotados por essa Associação. 19 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 2. ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS. 2.1 Antecipações A antecipação visa identificar riscos potenciais. As informações que deverão ser consideradas para a elaboração ou revisão do PGR são originadas de: • Projetos de novas instalações: Projeto Conceitual, a Engenharia, com apoio das áreas de Segurança do Trabalho, deverá avaliar, dentro das estratégias de segurança e de saúde, quais os riscos ambientais que estão previstos no projeto, prevendo, se possível, medidas de redução e controle já na fase do projeto, bem como os recursos necessários para monitoramento das exposições. Estes riscos deverão ser incorporados na revisão do PGR quando da conclusão do projeto. • Modificações de projetos: A área de Segurança do Trabalho deve avaliar os novos riscos ambientais se estão previstos, ou se ocorreram a eliminação dos mesmos. Estas alterações deverão ser incorporadas na revisão do PGR quando da conclusão da modificação. • Manipulação de novos produtos químicos: Todo produto novo para ser armazenado deverá ter como base as informações sobre a toxicologia e suas especificações de segurança contidas na FISPQ do produto. Se após a análise crítica das áreas envolvidas forem favoráveis para a manipulação e armazenamento do referido produto, deverá ser feita avaliação ambiental. O Anexo 1 “Relação de Funções” define, para efeito de reconhecimento de riscos deste programa, a relação de funções que serão analisadas. Para esta fase alguns requisitos são essenciais: - Reconhecimento das diferentes formas em que se apresentam os agentes ambientais e dos riscos peculiares a cada atividade profissional; - Conhecimento das características intrínsecas e propriedades tóxicas dos materiais utilizados; - Conhecimento dos processos e operações industriais desde o recebimento da matéria prima até o produto final acabado, incluindo possíveis subprodutos indesejáveis; Deverá ser estudado inicialmente um roteiro adequado para que todos os processos sejam visitados, estabelecendo um fluxo do processo produtivo, as interfaces e interferências nos locais de trabalho a serem avaliados. Para se obter um levantamento eficaz nessa fase é necessário que seja previamente estabelecida uma sistemática de operações que garanta a melhor cobertura possível dos riscos. Para o estudo dos postos de trabalho serão considerados, os passos que se seguem: 20 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 1. ° Setor - Administrativo Em virtude do contingente disponível na sede da ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA. –, a unidade será composta Pelo setor de execução da obra, composto pelos colaboradores da empresa e terceiros. 2 ° Setor – operacional OBRA – Fase fundação Composto pelo setor operacional, atividades de execução da obra, pelas empresas: AGR FORMAS E AÇO LTDA LTL Strapasson Locadora de Máquinas Ltda - EPP ESCOLL ENEGENHARIA DE SOLOS E CONCRETO LTDA Posto de Trabalho Todos os postos de trabalhos dos respectivos setores deverão ser identificados. Entende-se como posto de trabalho, o local onde o empregado executa, diariamente, suas atividades de trabalho. Portanto, consideramos cada equipamento adotado ou de apoio a um posto de trabalho. 3. ° Atividades Todas as atividades dos respectivos postos de trabalho deverão ser listadas junto ao supervisor e empregados do setor operacional. 4. ° Fatores de Risco Fatores de Risco são situações ou fonte potencial de dano em termos de acidentes pessoais, doença, danos materiais, danos ao ambiente de trabalho ou a combinação dos mesmos. Todos os fatores de risco deverão ser identificados para cada atividade do respectivo posto de trabalho. 5. ° Caracterização Os fatores de riscos serão classificados de acordo com o tipo de risco: VERDE = Riscos Físicos VERMELHO = Riscos Químicos MARRON = Riscos Biológicos AMARELO = Riscos Ergonômicos AZUL = Riscos de Acidentes 21 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 6. ° Riscos Definimos por Risco a combinação da probabilidade e severidade (consequência) de um determinado evento relacionado ao fator de risco identificado. 7. ° Consequência / Dano Consequência ou dano de possíveis ocorrências indesejadas (acidentes) na qual o risco possa se transformar. Para avaliação da consequência / dano, avaliar a eficiência das medidas de controle implantadas. Neste caso, considerar a pior situação hipotética. 8. º Medidas de controle implantadas Identificar o local de aplicação das medidas de controle implantadas para cada risco. Considerar três situações: - Na fonte: quando a medida de controle tiver o objetivo de eliminar / minimizar a geração do risco na fonte. Possui caráter coletivo; - No ambiente: quando a medida de controle estiver inserida entre a fonte geradora e o indivíduo, isolando a propagação ou o contato; - No Indivíduo: quando a medida de controle limitar-se somente ao indivíduo, reduzindo a intensidade de exposição ao risco. Possui caráter individual. Para ilustração, vamos utilizar o risco “Exposição aos gases”. - Na fonte: Monitoramento e manutenção; - No ambiente: Monitoramento e ventilação geral diluidora; - No indivíduo: Fornecimento de respiradores purificadores de ar. - 9.° Avaliação de Risco Para efeito de avaliação de cada risco, serão consideradas duas variáveis: Severidade e Probabilidade. Severidade é a extensão dos danos produzidos pela situação de risco, se transformada em acidente. A severidade do risco é definida pela natureza da lesão resultante do acidente, conforme determina o Quadro 1 abaixo. 22 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 QUADRO 1 SEVERIDADE DANOS PONTUAÇÃO PESSOAIS MATERIAIS BAIXA Lesão ou doença ocupacional de natureza leve podendo impedir o trabalhador de exercer suas funções, num período de tempo de, no máximo, até 15 dias. (Pequenos cortes, escoriações, crises alérgicas cutâneas e/ou respiratória causadas por exposição a substâncias tóxicas, etc.); Perdas e Danos à propriedade (incluem-se equipamentos e instalações fixas) com pequena perda financeira. Aplica-se a esta classificação os acidentes com Danos Materiais de Pequeno Valor. 1 MÉDIA Lesão ou doença ocupacional de média gravidade podendo impedir o trabalhador de exercer suas funções por um período de tempo compreendido entre 16 e 90 dias, sempre com previsão de alta definida. (fraturas múltiplas, luxações, cortes extensos e profundos, perfurações, queimaduras sérias, intoxicações graves, lesões de coluna, etc.). Perdas e Danos à propriedade (incluem-se equipamentos e instalações fixas) com impacto financeiro considerável. Aplica-se a esta classificação os acidentes com Danos Materiais de Valores maiores. 2 ALTA Lesão ou doença ocupacional de alta gravidade ocasionando o afastamento do trabalhador do trabalho por tempo indeterminado, maior de 90 dias ou definitivo, podendo ocasionar incapacidade parcial ou total, ou ainda a invalidez (amputação de membros, perda de substância, fraturas graves, queimaduras extensas e profundas, contaminações e intoxicações graves, escoriações generalizadas, entre outras, incluindo morte). Perdas e Danos à propriedade com sério impacto financeiro podendo levar a empresa a dificuldades prolongadas. Aplica -se a esta classificação os acidentes com Danos Materiais que gerem perda total dos equipamentos / instalação fixa. 3 A Probabilidade é a existência de uma situação de risco que, por si só, não iria necessariamente, produzir algum impacto. É necessário que aja outras combinações relacionadas à exposição e a prevenção. A probabilidade de ocorrência pode ser definida levando-se em conta as variáveis listadas, abaixo, sendo as medidas de controle a principal referência. - Medidas de controle existentes (se existem, se são compatíveis com a natureza do risco e principalmente se funcionam adequadamente e se oferecem garantia efetiva de controle). - Natureza da exposição, compreendendo: Frequência da exposição: isto é, quantas vezes o trabalhador se expõe ao risco no decorrer da sua jornada de trabalho (exposição eventual, de vez em quando e/ou habitual e permanente – toda a jornada); - Tempo de duração da exposição: tempo limitado ou a jornada inteira. Histórico acidentário (se já houve acidentes com ou sem perda de tempo). 23 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 A determinação numérica da Probabilidade será feita tomando-se como referência o conteúdo do Quadro 2 abaixo. QUADRO 2 PROBABILIDADE CRITÉRIO PONTUAÇÃO HISTÓRICO MEDIDAS DE CONTROLE BAIXA (Improvável de ocorrer) Não há registro de acidentes, nem mesmo de quase acidentes nos últimos 5 anos. As medidas de controle são consideradas adequadas e oferecem garantia de controle. 1 MÉDIA (Provável de Ocorrer) Há registro de incidentes críticos e de acidentes com perda de tempo ou com Danos Materiais de Valores Maiores nos últimos 5 anos. Existem medidas de controle, só que de qualidade duvidosa. Não há garantia quanto à eficácia das mesmas. 2 ALTA (Esperado que ocorra) Há registro de incidentes e de acidente com perda de tempo ou com Danos Materiais de Valores Maiores no último ano. Não existem medidas de controle e quanto existem são precárias e sem nenhuma garantia de eficácia. O EPI é a principal medida de controle adotada. 3 24 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 10.° Classificação do Risco Os riscos serão classificados através do produto da pontuação da Severidade da Lesão e Probabilidade da Ocorrência, conforme diagrama abaixo. Quanto maior resultado, maior prioridade deve ser dada às medidas de controle. Após a identificação e análise de todos os fatores de risco, deverão ser utilizadas planilhas que conterão os dados necessários à documentação do reconhecimento. O Anexo 3 “Antecipação e Reconhecimento dos Riscos” relacionam as atividades desenvolvidas, as características, o número de empregados, os agentes agressivos, os riscos, os tipos de exposição, os possíveis danos à saúde e as medidas de controle existente em cada posto de trabalho. Os anexos deste capítulo deverão ser revisados sempre que: a) Instalado um novo posto de trabalho; b) Incluída uma nova função naquele posto de trabalho; c) As características dos postos de trabalho forem alteradas consideravelmente; d) Implantadas novas medidas de controle; 25 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 e) Identificado novos riscos para aquele posto de trabalho. Quando não forem identificados riscos ambientais nas fases de antecipação ou reconhecimento, o PGR poderá resumir-se somente a essas fases, devendo ainda ter o registro e a divulgação dos dados. Analisada a Probabilidade e severidade levando em consideração os aspectos ambientais, pessoais e de controle disponíveis no momento da avaliação técnica define-se o gerenciamento de risco a ser tomado escalonado e graduado na seguinte forma: 26 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Anexo I Definição dos grupos homogêneos de exposição – GHE SETOR GHE n° CARGO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 1 Servente Organizam e preparam o local de trabalho na obra, constroem fundações e estruturas de alvenaria. Aplicam revestimentos e contrapisos. 2 MESTRE DE OBRAS/ENCARREGADO /CONTRA MESTRE Supervisão das equipes da obra, fazendo a gestão das atividades, e coordenando as equipes. 3 Carpinteiro e meio oficial Realiza o trabalho de corte e confecção de caixarias com madeira. 4 Armador e meio oficial Preparam a confecção de armações e estruturas de concreto e de corpos de prova. Cortam e dobram ferragens de lajes. Montam e aplicam armações de fundações, pilares e vigas. Moldam corpos de prova. 5 Pedreiro e meio oficial Organizam e preparam o local de trabalho na obra, constroem fundações e estruturas de alvenaria. Aplicam revestimentos e contrapisos. 6 Operador de máquinas: Bob cat Escavadeira hidráulica Perfuratriz Retroescavadeira Auxiliar operacional Realizam a operação de maquinas, na fase de fundação da obra 7 Almoxarife Recepcionam, conferem e armazenam produtos e materiais em almoxarifados, armazéns, silos e depósitos. Fazem os lançamentos da movimentação de entradas e saídas controlam os estoques. Distribuem produtos e materiais a serem expedidos. Organizam o almoxarifado para facilitar a movimentação dos itens armazenados e a armazenar. 27 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Adm 8 Estagiário /Aux. técnico Auxilia os profissionais de engenharia em diversas atividades no canteiro de obras, registra o estagiário no e social - evento S-2306 9 Engenheiro civil Técnico de Segurança do Trabalho Elaboram projetos de engenharia civil, gerenciam obras, controlam a qualidade de empreendimentos. Coordenam a operação e manutenção do empreendimento. Podem prestar consultoria, assistência e assessoria e elaborar pesquisas tecnológicas. Elaboram, participam da elaboração e implementam política de saúde e segurança no trabalho (sst); realizam auditoria, acompanhamento e avaliação na área; identificam variáveis de controle de doenças, acidentes, qualidade de vida e meio ambiente. Desenvolvem ações educativas na área de saúde e segurança no trabalho; participam de perícias e fiscalizações e integram processos de negociação. Participam da adoção de tecnologias e processos de trabalho; gerenciam documentação de sst; investigam, analisam acidentes e recomendam medidas de prevenção e controle. 2.2 Identificação dos Perigos Os perigos estão identificados nas fases de antecipação de riscos e perigos, bem como estão contempladas na fase de inventário e riscos, tanto da Padrão quanto dos terceiros. 2.2 Reconhecimentos dos Riscos Ambientais O reconhecimento dos riscos ambientais é realizado através de inspeções / auditorias nas diversas áreas / locais da Empresa; ocasião em que são consolidadas as constatações técnicas, levando em consideração as percepções que os trabalhadores têm do processo produtivo e riscos ambientais; informações / registros realizados pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, bem como tudo que venha a contribuir como suporte técnico para o enriquecimento do reconhecimento. O reconhecimento visa o registro / avaliação das possíveis interferências na saúde / integridade física do trabalhador em razão da relação entre exposição e riscos ambientais oriundos da área / setor como um todo, somado aos riscos provenientes das atividades realizadas pelo trabalhador no seu posto/local de trabalho. 28 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 2.3 Avaliação dos Riscos Ambientais A avaliação dos riscos ambientais é realizada após a Antecipação e Reconhecimento do agente, da fonte geradora, do Grupo Homogêneo ou Similar de Exposição, da função e atividade desses, das medidas de controle existentes e das medidas de controle propostas. Somente os resultados das avaliações devem ser inseridos no Inventário de Riscos deste PGR conforme NR-09.4.3. A antecipação, o reconhecimento e a avaliação dos Riscos Ambientais estão registrados Inventário de Riscos presentes nesse PGR. 2.4 Matriz de Risco do PGR A avaliação da Classificação de Risco é realizada para cada GSE em relação a cada agente de risco. E Atividade no Inventário de Riscos, possibilitando conhecer, em função do risco da exposição qual a consequência para a saúde. A classificação de Risco é obtida relacionando-se as informações anteriormente obtidas pela interação da Probabilidade x Severidade do Risco, conforme a Matriz de Risco apresentada na abaixo: 3. AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DOS RISCOS AMBIENTAIS 3.1 Objetivos e Critérios O objetivo das determinações quantitativas é o de dimensionar a exposição dos trabalhadores e subsidiar o equacionamento das medidas de controle. Estas avaliações devem ser planejadas conforme cronograma e critérios estabelecidos do PGR, segundo os critérios: • Para a determinação das avaliações quantitativas das exposições dos GSE, deverão ser consideradas as atividades que apresentem Grau de Exposição ao risco Alto e Muito Alto. A não existência destes 29 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 graus implica na determinação de graus considerados Moderados, Baixo e Muito Baixo, com o objetivo de obter dados estatísticos e subsidiar a necessidade de avaliações futuras. • Serão priorizadas as atividades onde existe contato direto com os agentes mais agressivos, e que possuem Limite de Exposição Ocupacional para curta duração (STEL), Valor Teto (VT) e dos agentes que estão presentes em altas concentrações sem que haja controles eficazes de exposição. A avaliação deverá considerar as seguintes atividades: • Definir e planejar a estratégia de quantificação dos riscos, com base nos dados e informações coletadas anteriormente relativas às atividades e frequências, se existirem. • A quantificação da concentração ou intensidade deve ser feita com equipamentos e instrumentos calibrados e compatíveis aos riscos identificados e utilizando técnicas e metodologias validadas e reconhecidas. 3.1.1 Critérios para amostragem dos Agentes Químicos Os métodos para coleta de amostras e determinação analítica dos agentes químicos, sempre que possível, devem ser baseadas nas NHO’s da Fundacentro, NIOSH ou OSHA. O número de amostragens deve ser representativo e que permita um tratamento estatístico dos valores. 3.2 Critérios para amostragem do Agente Físico (Ruído) A dose e o nível de pressão sonora deverão ser obtidos através de utilização de dosímetro de ruído e medidor de pressão sonora, adotando-se: • Os limites de tolerância definidos no Quadro Anexo I da NR-15 do MTE; • As metodologias e os procedimentos definidos na NHO-01 da FUNDACENTRO. O colaborador portador do densímetro de ruído deverá ser conscientizado quanto ao não desvio de sua rotina de trabalho para que não haja alterações no resultado real da exposição. Os valores encontrados deverão estar em conformidade com os limites de tolerância estabelecidos e o tempo de exposição dos trabalhadores. 30 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 3.3 Critérios para amostragem do Agente Físico (Vibração) Deverão ser obtidas informações técnicas e administrativas relacionadas aos veículos, às máquinas e aos equipamentos, às operações e demais parâmetros (ambientais, de processos de trabalho etc.) envolvidos nas condições de trabalho avaliadas. Tais informações serão coletadas através de observações de campo, necessárias para a identificação dos grupos de exposição similar e para a caracterização da exposição dos trabalhadores com base no critério utilizado. Os sistemas de medição devem ser compostos basicamente de medidores integradores e de transdutores (incluindo acelerômetros de assento) do tipo triaxial. Esses transdutores serão posicionados nos pontos de medição. Para fins de elaboração do PGR, respeitando-se o contido no item 9.6.1.1. da NR-9, uma vez que não há limites estabelecidos no anexo nº 8 da NR-15, tampouco pela norma ISO 5349, a solução é a utilização dos limites da ACGIH. 3.4 Interpretações dos Resultados NOTAS: • Para qualquer agente de risco, cujo monitoramento seja realizado com mais de 1 amostra, caso os resultados obtidos apresentem um desvio padrão elevado, recomenda-se nova avaliação quantitativa, com maior número de amostragens, e realização de tratamento estatístico por meio de “Média Ponderada”. O resultado do tratamento estatístico será considerado como “representativo” do risco de exposição para o respectivo GSE. • Caso o resultado da Avaliação Quantitativa mais recente confirme o resultado obtido na matriz de Análise Qualitativa do ano vigente, permanece como válida a priorização definida na Planilhas de Avaliação Qualitativa do presente documento. • Caso o resultado da Avaliação Quantitativa mais recente seja diferente do resultado obtido na matriz de Análise Qualitativa do ano vigente, permanece como válido o resultado obtido nos Monitoramentos Ambientais realizados (resultado real). • Os resultados das avaliações quantitativas devem ser inseridos no inventário de riscos do PGR 31 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 3.5 Medidas de Controle As Medidas de Controle devem ser adotadas para a eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações: Identificação, na fase de antecipação, de um risco potencial à saúde; • Constatação, na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde; • Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os valores dos limites previstos na norma de referência; • Quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo entre danos observados na saúde e a situação de trabalho. Neste caso, as medidas de controle devem ser discutidas pelas áreas de engenharia, segurança e serviço médico e incorporadas ao Plano Anual de Atividades. Quando os valores de exposição apresentar resultados acima dos Níveis de Ação, as medidas de controle devem ser sistemáticas de forma a reduzir as exposições. 3.6 Níveis de Ação • Agentes químicos: metade dos limites de exposição ocupacional (NR-15, ACGIH, NIOSH, OSHA, ou acordos coletivos). • Vibração: O nível de ação para a avaliação da exposição ocupacional diária à vibração em mãos e braços corresponde a um valor de aceleração resultante de exposição normalizada (aren) de 2,5 m/s². O limite de exposição ocupacional diária à vibração em mãos e braços corresponde a um valor de aceleração resultante de exposição normalizada (aren) de 5 m/s². • Ruído: a dose de 0,5 (superior a 50%), conforme estabelecido na NR-15, Anexo 1, item 6. As medidas de controle devem ser, sempre que possíveis, medidas de engenharia e não depender de instrução, disciplina ou vontade do colaborador. 3.7 Priorização das Medidas de Controle Sempre que possível, as medidas de controle de caráter coletivo devem ser priorizadas obedecendo a seguinte hierarquia: • Medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde; • Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho; • Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho. 32 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Seguem exemplos de algumas medidas de controle: • Substituição do agente agressivo; • Mudança ou alteração do processo ou operação; • Enclausuramento da fonte; • Segregação do processo ou operação; • Modificação de projetos; • Limitação do tempo de exposição; • Utilização de equipamento de proteção individual. Caso medidas de controle coletivo não possam ser implementadas de imediato por motivos técnicos ou financeiros, uma justificativa deve ser registrada no Plano Anual de Atividades e medidas de contingenciamento devem ser estudadas. Neste caso o uso de Equipamento de Proteção Individual pode ser adotado desde que a seleção do EPI seja tecnicamente adequada ao risco a que o colaborador está exposto e a atividade exercida. 3.8 Treinamentos sobre as Medidas de Controle Todos os colaboradores devem receber treinamentos sobre as Medidas de Controle adotadas e ações preventivas quanto a riscos potenciais que possam ser evidenciados. Os treinamentos são realizados na integração e no treinamento anual de segurança, e devidamente registrados. 3.9 Eficácia das Medidas de Controle Critérios e mecanismos de avaliação da eficácia das Medidas de Controle devem ser estabelecidos podendo contemplar: • Auditorias nos processos; • Inspeções da CIPA; • Inspeções SEGURANÇA; • Vigilância de monitoramento do agente ambiental; • Avaliação dos resultados dos exames médicos previstos no PCMSO. • As medidas de controle e seu gerenciamento serão inseridas no Plano de Ação do PGR representado pela planilha de gerenciamento de ações. 33 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 3.10 Registro, Manutenção e Divulgação dos dados do PGR 3.11.1 Revisões do desenvolvimento do PGR O PGR deve ser alterado / revisado sempre que houver alguma alteração nas instalações da Unidade ou dentro da periodicidade máxima de 1 (um) ano, cabendo ao setor de Setor de Segurança do Trabalho realizar inclusões / atualizações, se entender pertinente. 3.11.2 Registro O histórico das atualizações do PGR deve ser mantido por um período mínimo de 20 (vinte) anos ou pelo período estabelecido em normatização específica – NR-1.5.7.3.3.1. O Documento Base deve ser apresentado à CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes durante uma de suas reuniões, devendo sua cópia ser anexada ao livro de atas desta comissão. O registro de dados deve estar sempre disponível para os trabalhadores interessados ou seus representantes e para as autoridades competentes. 3.13 Divulgações Os dados registrados estarão disponíveis aos empregados e interessados através de disponibilização de cópia, a qual deve ter uma folha para registro de conhecimento e ser rubricada pelos empregados e interessados, que tomaram conhecimento. A divulgação dos dados pode ser feita de diversas maneiras, entretanto, as mais comuns são: • Treinamentos específicos; • Reuniões setoriais; • Reuniões de CIPA; • Boletins e jornais internos; • Programa de integração de novos empregados; • Palestras avulsas. NOTA1: Os registros gerados após as divulgações / treinamentos permanecerão disponíveis para consulta nos arquivos de Segurança do Trabalho. NOTA2: Abaixo temos o Inventário de Riscos e o Plano de Ação do PGR: 34 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 4. INVENTÁRIO DE RISCOS INVENTÁRIO DE RISCOS DAS ATIVIDADES COM RESPECTIVOS PLANOS DE AÇÃO INVENTARIO DE RISCO 1 SERVIÇOS PRELIMINARES/AREA DE VIVENCIA/ LIMPEZA DO TERRENO ETAPA DA OBRA RISCOS AMBIENTAIS PERIGO RISCO DANO AVALIAÇÃO MATRIZ DE RISCO PREVENÇÃO DANO HUMANO E MATERIAL P S GR SERVIÇOS PRELIMINARES Mobilização de equipamentos e de equipe Tapume; Execução da área de vivencia FUNÇÕES ENVOLVIDAS: 1. Pedreiro/meio oficial 2. Carpinteiro/ 3. Servente QUIMICO Manipulação de madeira; Manipulação de cimento Poeira; Produtos químicos – álcalis cáusticos; Possíveis lesões respiratórias e cutâneas; Qualitativa 2 2 4 Proteção individual; Medidas administrativas; Proteções coletivas; Inventario de risco por função; Treinamento admissional e periódico; FÍSICO Radiação ultravioleta – trabalho a céu aberto Queimaduras de pelo; insolação; mal estar Lesões de pele Perda de homem hora trabalhada Qualitativa 2 2 4 Operação de máquinas Ruído Perda auditiva Perturbações funcionais Requer quantificação 2 2 4 BIOLOGICO NA NA NA NA NA NA NA ERGONOMICO Materiais Movimentação manual de materiais Lesões posturais Material: Perda de homem hora trabalhada Qualitativa 2 2 4 ACIDENTE Escadas provisórias Ferramentas manuais Queda Queda de ferramenta Lesões por corte, abrasão, perfuração. Acidentes pessoais Qualitativa 3 3 6 Elétrica; Choque Acidentes pessoais, perturbações funcionais 2 2 4 Maquinas Rotativas Contato com corpo do trabalhador – projeção de partículas; quebra do disco Amputações, ferimentos, impacto contra face; acidentes oculares; choque; Qualitativa 2 2 4 Animais peçonhentos Contato do animal com trabalhador De acordo com animal peçonhento de contato Qualitativa 2 2 4 35 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 PLANO DE AÇÃO DE ACORDO COM INVENTARIO – SERVIÇOS PRELIMINARES / AREA DE VIVENCIA / LIMPEZA TERRENO INVENTARIO DE RISCO: 01 FASE: ( ) Antecipação ( ) Reconhecimento (X) Controle Local: OBRA ZEN PA O Quê? (Ação) Por quê? (Objetivo) Quem? (Setor/GER/Função ) Como? Quanto ? (R$) Data de início Prazo Adiado para Status Observações 1 Avaliação médica de acordo com PCMSO Acompanhar a evolução clínica do trabalhador e possíveis danos a sua saúde TODOS Realização de exames médicos em clinicas especializadas NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual com base no PCMSO 2 Emitir Ordem de serviço especifica de segurança Obrigatoriedade legal pela NR01. Os trabalhadores devem ser informados de maneira escrita sobre os riscos que estão expostos e as medidas administrativas, coletivas e individuais de controle especificamente de acordo com a função que desempenham TODOS Elaboração Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 3 Entrega dos EPI´s necessários indicados nos inventários dos GHER Lei de acordo com NR 06 responsabilidade do empregador entregar sem custo e substituir quando necessário TODOS Criar rotina de troca de equipamentos e definir responsabilidade do controle NA Periodicamente – estipular rotina de entrega de EPI 4 Realizar treinamento básico de NR 18 básico para todos GHER Obrigatoriedade legal para trabalhadores que exercem trabalhos em canteiros de obras TODOS Treinamento por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 5 Realizar treinamento sobre segurança na operação de máquinas Obrigatoriedade legal para trabalhadores que operem maquinas e equipamentos. PROFISSIONAIS Treinamento por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 6 Realizar treinamento sobre trabalho em altura Obrigatoriedade legal para trabalhadores que exercem trabalhos em altura superior a 2m ou onde haja probabilidade de queda. TRABALHOS EXPOSTO A ALTURA SUPERIOR A 2m Treinamento por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou bienal. 7 NR 10 eletricistas Obrigatoriedade legal para trabalhadores que exercem trabalhos com eletrica PROFISSIONAIS ELETRICISTAS Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou bienal. 36 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 8 Projeto da área de vivencia Cumprimento normativo da NR 18 e 24 para higiene e conforto dos trabalhadores envolvidos. Atendimento a evolução da obra OBRA ZEN Projeto desenvolvido com base no número de trabalhadores R$ 000 03/08/2022 02/06/2023 10 dias 9 Indicar supervisor de trabalho em altura Analise de risco e Procedimento de trabalho para atividades em altura. Cumprimento normativo da NR 35 OBRA ZEN Treinar supervisor de trabalho em altura R$ 000 10 Sistemática de autorização de trabalho em altura Cumprimento normativo da NR 35 OBRA ZEN Implantar sistemática de autorização R$ 000 1’1 Check list de maquinas e ferramentas Cumprimento normativo da NR 12 LIDERANÇAS DA OBRA Realizar inspeções periódicas R$ 000 1’2 Projeto elétrico provisório Cumprimento normativo da NR 18 e NR 10 EMPRESA TERCEIRA ESPECIALIZADA Projeto com base na RPT 05 e NR 10 R$ 000 13 Sinalização de segurança do canteiro Medida administrativa OBRA ZEN Sinalizar o canteiro sobre riscos e Procedimentos de segurança R$ 000 14 Definição do local para instalação de equipamentos fixos Prever piso, instalação elétrica, cobertura e demais itens normativos de segurança LIDERANÇAS DA OBRA Consultar normas correspondentes Realizar check list de conformidade R$ 000 15 Plano de atendimento a emergências Elaboração do PAE e treinamento dos colaboradores OBRA ZEN Por profissional especializado R$ 000 16 Caixa de primeiros socorros Disponibilizar itens relacionados no PCMSO para primeiros socorros/ Orientação da equipe OBRA ZEN Manter caixinha de primeiros socorros e informar os trabalhadores R$ 000 17 Compra e locação e Extintores de Incêndio em áreas estratégicas Cumprimento da NR 23 OBRA ZEN Consultar PAE R$ 000 37 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 INVENTARIO DE RISCO 2 TERRAPLANAGEM ETAPA DA OBRA RISCOS AMBIENTAIS PERIGO RISCO DANO AVALIAÇÃO MATRIZ DE RISCO PREVENÇÃO DANO HUMANO E MATERIAL P S GR TERRAPLANAGEM Movimentação de terra; Operação de maquinas; FUNÇÕES ENVOLVIDAS: 1. Operador de maquinas; 2. Ajudante QUIMICO Combustíveis Incêndio; explosão Danos materiais e pessoais Qualitativa 2 2 4 Proteção individual; Medidas administrativas; Proteções coletivas; Inventario de risco por função; Treinamento admissional e periódico; FÍSICO Radiação ultravioleta – trabalho a céu aberto Queimaduras de pelo; insolação; mal estar Lesões de pele Perda de homem hora trabalhada Qualitativa 2 2 4 Operação de máquinas Ruído Perda auditiva Perturbações funcionais Requer quantificação 2 2 4 BIOLOGICO NA NA NA NA NA NA NA ERGONOMICO Operação de maquinas Postural Lesoes posturais Material: Perda de homem hora trabalhada Qualitativa 2 2 4 ACIDENTE Maquinas e equipamentos automotores Atropelamento Capotamento Colisão Queda do operador Acidentes pessoais Qualitativa 2 2 4 Abastecimento Contato com combustível Incêndio Explosão Perdas materiais Perturbações funcionais; acidentes oculares; Lesoes múltiplas; 2 2 4 Movimentação de terra Instabilidade do terreno Danos materiais e pessoais Qualitativa 3 3 6 Animais peçonhentos Contato do animal com trabalhador De acordo com animal peçonhento de contato Qualitativa 2 2 4 38 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 PLANO DE AÇÃO DE ACORDO COM INVENTARIO – TERRAPLANAGEM INVENTARIO DE RISCO: 02 GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO A RISCO: FASE: ( ) Antecipação ( ) Reconhecimento (X) Controle Local: OBRA ZEN PA O Quê? (Ação) Por quê? (Objetivo) Onde? (Setor/GER /Função) Quem? Como? Quanto? (R$) Data de início Prazo Adiado para Status Observações 1 Avaliação médica de acordo com PCMSO Acompanhar a evolução clinica do trabalhador e possíveis danos a sua saúde NA TODOS Realização de exames médicos em clinicas especializadas NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual com base no PCMSO 2 Emitir Ordem de serviço especifica de segurança Obrigatoriedade legal pela NR01. Os trabalhadores devem ser informados de maneira escrita sobre os riscos que estão expostos e as medidas administrativas, coletivas e individuais de controle especificamente de acordo com a função que desempenham NA TODOS Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 3 Entrega dos EPI´s necessários indicados nos inventários dos GHER Fornecer protetor solar Lei de acordo com NR 06 responsabilidade do empregador entregar sem custo e substituir quando necessário NA TODOS OBRA ZEN NA Periodicamente – estipular rotina de entrega de EPI 4 Realizar treinamento sobre a operação de máquinas Obrigatoriedade legal para trabalhadores que operem maquinas e equipamentos. NR 11 NA OPERADOR Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 5 Realizar treinamento Sobre segurança na operação de máquinas Obrigatoriedade legal para trabalhadores que operem maquinas e equipamentos. NR 12 NA PROFISSIONAIS Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 6 Procedimento para movimentação de terra e operação de maquinas De forma a garantir os requisitos mínimos de segurança NA TODOS Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou bienal. 39 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 7 Definir local para abastecimento de equipamentos De forma a garantir os requisitos mínimos de segurança NA Operadores Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou bienal. 8 Extintores de incendio De forma a garantir os requisitos mínimos de segurança Canteiro de Obras OBRA ZEN Projeto com base no número de trabalhadores R$ 000 9 Documentação da empresa terceira Conferir check list documental da empresa contratada Canteiro de Obras OBRA ZEN NA R$ 000 INVENTARIO DE RISCO - ETAPA 3 – FUNDAÇÃO ETAPA DA OBRA RISCOS AMBIENTAIS PERIGO RISCO DANO AVALIAÇÃO MATRIZ DE RISCO PREVENÇÃO DANO HUMANO E MATERIAL P S GR FUNDAÇÃO FUNÇÕES ENVOLVIDAS: 1. Pedreiro/meio Oficial 2. Carpinteiro/ Meio oficial 3. Armador/ meio Oficial 4. Servente 5. Operador de máquinas QUIMICO Manipulação de madeira; Manipulação de cimento Poeira de madeira; Produtos químicos – álcalis cáusticos; Possíveis lesões respiratórias e cutâneas; Qualitativa 2 2 4 Analise preliminar de risco das atividades: Movimentação de terra Perfuração do terreno Procedimento de trabalho com base na analise de risco; Proteção individual; Medidas administrativas; Proteções coletivas; Inventario de risco por função; Treinamento admissional e periódico; Monitoramento biologico para ruído conforme PCMSO. Manutenções preventivas de maquinário pesado envolvido FÍSICO Radiação ultravioleta – trabalho a céu aberto Queimaduras de pelo; insolação; mal estar Lesões de pele Perda de homem hora trabalhada Qualitativa 2 2 4 Operação de máquinas Manuais Ruído Perda auditiva Perturbações funcionais Requer quantificação 2 2 4 BIOLOGICO NI NI NI NI NI NI NI ERGONOMICO Materiais Movimentação manual de materiais lesões posturais Material: Perda de homem hora trabalhada Qualitativa 2 2 4 ACIDENTE Escadas provisórias Ferramentas manuais Queda Queda de ferramenta Lesões por corte, abrasão, perfuração. Acidentes pessoais Qualitativa 2 2 4 Estruturas de ferro/aponte agudas; Lesões por perfuração ou abrasão Acidentes pessoais 2 2 4 Tubulações elétricas e de gás existentes Explosões Choques Acidentes pessoais e materiais 2 2 4 40 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Elétrica; Choque Acidentes pessoais, perturbações funcionais 2 2 4 Aberturas no terreno Queda Acidentes pessoais 2 2 4 Maquinas pesadas movimentação de terra e perfuração do terreno Atropelamento Tombamento de equipamentos Acidentes pessoais e materiais 2 3 6 PLANO DE AÇÃO DE ACORDO COM INVENTARIO – FUNDAÇÃO INVENTARIO DE RISCO: 03 GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO A RISCO: FASE: ( ) Antecipação ( ) Reconhecimento (X) Controle Local: OBRA ZEN PA O Quê? (Ação) Por quê? (Objetivo) Onde? (Setor/GER /Função) Quem? Como? Quanto? (R$) Data de início Prazo Adiado para Status Observações 1 Avaliação médica de acordo com PCMSO Acompanhar a evolução clinica do trabalhador e possíveis danos a sua saúde NA TODOS Realização de exames médicos em clinicas especializadas NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual com base no PCMSO 2 Emitir Ordem de serviço especifica de segurança Obrigatoriedade legal pela NR01. Os trabalhadores devem ser informados de maneira escrita sobre os riscos que estão expostos e as medidas administrativas, coletivas e individuais de controle especificamente de acordo com a função que desempenham NA TODOS Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 3 Entrega dos EPI´s necessários indicados nos inventários dos GHE Fornecer protetor solar Lei de acordo com NR 06 responsabilidade do empregador entregar sem custo e substituir quando necessário NA TODOS OBRA ZEN NA Periodicamente – estipular rotina de entrega de EPI 41 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 4 Realizar treinamento sobre a Operação de máquinas Obrigatoriedade legal para trabalhadores que operem maquinas e equipamentos. NR 11 NA OPERADOR Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 5 Realizar treinamento sobre segurança na operação de máquinas Obrigatoriedade legal para trabalhadores que operem maquinas e equipamentos. NR 12 NA PROFISSIONAIS Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 6 Procedimento para movimentação de terra e operação de maquinas De forma a garantir os requisitos mínimos de segurança NA TODOS Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou bienal. 7 Definir local para abastecimento de equipamentos De forma a garantir os requisitos mínimos de segurança NA Operadores Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou bienal. 8 Extintores de incêndio De forma a garantir os requisitos mínimos de segurança Canteiro de Obras OBRA ZEN Projeto com base no número de trabalhadores R$ 000 Durante fase da fundação 9 Documentação da empresa terceira Conferir check list documental da empresa contratada Canteiro de Obras OBRA ZEN NA R$ 000 Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores 42 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 PLANO DE AÇÃO – Complementar – FASE FUNDAÇÃO O QUE ? QUEM ? QUANDO? STATUS Projeto SGCR área de escavação OBRA Diariamente Escada de acesso a área escavada OBRA Na fase escavação Fechamento do poço de elevador e áreas de drenagem OBRA Na fase escavação Sistema de proteção das partes elétricas e áreas húmidas (uso de bombas, e quadros elétricos) OBRA Continuo Limpa botas OBRA Na fase escavação Projeto executivo de escavação (analise do solo, com memorial de cálculo) OBRA Na fase escavação Acesso seguro para os trabalhadores? OBRA Continuo Acesso seguro aos caminhões e maquinas? OBRA Continuo REQUISITOS PARECER A empresa terceira: PGR PCMSO Procedimento de escavação e movimentação de terra, escavação e perfuração (etapas) Os funcionários possuem: Registro Atestado médico com aptidão Ordem de serviço NR 18 NR 35 NR 11 – capacitação especifica com carga horaria compatível Ficha de EPI inferior a 60 dias 43 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Recomendações fundação As áreas de fundação devem possuir acesso seguro e restrito somente as equipes autorizadas Imagens meramente ilustrativas Em escavações manuais e com maquinas as aberturas no solo devem estar devidamente isoladas e sinalizadas 44 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Sinalização adequada quanto aos riscos existentes, e medidas de controle. Imagens meramente ilustrativas Na fase de execução de forma, em meio a fundação, adotar SgCR e SPCQ, (linha de vida) para execução de forma para estrutura de concreto. Imagens meramente ilustrativas 45 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Ainda na fase da fundação garantir o acesso seguro, bem como o sistema de linha devida, retenção contra quedas durante a execução da forma. Imagens meramente ilustrativas 46 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 INVENTARIO DE RISCO - 4 ESTRUTURA DE CONCRETO ETAPA RISCOS AMBIENTAIS PERIGO RISCO DANO AVALIAÇÃO MATRIZ DE RISCO PREVENÇÃO DANO HUMANO E MATERIAL P S GR ESTRUTURA: FORMA / DESFORMA/ ARMAÇÃO DE AÇO/ CONCRETAGEM FUNÇÕES ENVOLVIDAS: Pedreiro/meio oficial Carpinteiro/ meio oficial Armador/ meio oficial Servente QUIMICO Manipulação de madeira; Manipulação de cimento; Poeira; Produtos químicos – álcalis cáusticos; Possíveis lesões respiratórias e cutâneas; Qualitativa 2 2 4 Proteção individual; Medidas administrativas; Proteções coletivas; Inventario de risco por função; Treinamento admissional e periódico; Monitoramento biologico para ruído conforme PCMSO. Proteções para ferragem; Fechamentos provisórios; FÍSICO Radiação ultravioleta – trabalho a céu aberto Queimaduras de pelo; insolação; mal estar Lesões de pele Perda de homem hora trabalhada Qualitativa 2 2 4 Operação de máquinas manuais Ruído Perda auditiva Perturbações funcionais Requer quantificação 2 2 4 BIOLOGICO NI NI NI NI NI NI NI ERGONOMICO Materiais Movimentação manual de materiais Lesões posturais Material: Perda de homem hora trabalhada Qualitativa 2 2 4 Execução das atividades Esforços repetitivos Lesões por esforços repetitivos Qualitativa 2 2 4 ACIDENTE Escadas provisórias Ferramentas manuais Queda Queda de ferramenta Lesões por corte, abrasão, perfuração. Acidentes pessoais Qualitativa 2 2 4 Estruturas de ferro/aponte agudas; Lesões por perfuração ou abrasão Acidentes pessoais 2 2 4 Trabalho em altura Queda de pessoas Acidentes pessoais e materiais 3 3 6 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 23/05/2023 Elétrica provisória Choque Acidentes pessoais, 2 2 4 Aberturas nas periferias, piso Queda de pessoas e materiais Acidentes pessoais 2 2 4 Andaimes / estruturas metálicas Queda de pessoas e materiais Acidentes pessoais e materiais 3 3 6 Maquinas rotativas Contato com corpo do trabalhador – projeção de partículas; quebra do disco Amputações, ferimentos, impacto contra face; acidentes oculares; choque; Qualitativa 2 2 4 Lançamento de concreto Sobrecarga na estrutura; Chicoteamento da tubulação de Lançamento; Projeção de concreto em Trabalhadores; Acidentes oculares; Impacto contra; Queda em nível; Obstrução da tubulação Acidentes materiais e pessoais. Qualitativa 3 3 6 Forma Queda de pessoas Impacto contra Queda de materiais Acidentes pessoais e materiais Qualitativa 3 3 6 Desforma Queda de pessoas Impacto contra Queda de materiais Acidentes pessoais e materiais Qualitativa 3 3 6 Betoneira – preparação de massas Tombamento; Choque elétrico; Entalamento; Acidentes pessoais e materiais Qualitativa 2 2 4 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 PLANO DE AÇÃO DE ACORDO COM INVENTARIO – ESTRUTURA DE CONCRETO INVENTARIO DE RISCO: 04 FASE: ( ) Antecipação ( ) Reconhecimento (X) Controle Local: OBRA ZEN PA O Quê? (Ação) Por quê? (Objetivo) Quem? (Setor/GER/Função) Como? Quanto? (R$) Data de início Prazo Adiado para Status Observações 1 Avaliação médica de acordo com PCMSO Acompanhar a evolução clinica do trabalhador e possíveis danos a sua saúde TODOS Realização de exames médicos em clinicas especializadas Obrigatório aptidão para trabalho em altura NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual com base no PCMSO 2 Emitir Ordem de serviço especifica de segurança Obrigatoriedade legal pela NR01. Os trabalhadores devem ser informados de maneira escrita sobre os riscos que estão expostos e as medidas administrativas, coletivas e individuais de controle especificamente de acordo com a função que desempenham TODOS Elaboração Por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 3 Entrega dos EPI´s necessários indicados nos inventários dos GHER Lei de acordo com NR 06 responsabilidade do empregador entregar sem custo e substituir quando necessário TODOS Criar rotina de troca de equipamentos e definir responsabilidade do controle NA Periodicamente – estipular rotina de entrega de EPI 4 Realizar treinamento de NR 18 básico para todos GHER Obrigatoriedade legal para trabalhadores que exercem trabalhos em canteiros de obras TODOS Treinamento por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 5 Realizar treinamento sobre segurança na operação de máquinas Obrigatoriedade legal para trabalhadores que operem maquinas e equipamentos. PROFISSIONAIS Treinamento por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou anual. 6 Realizar treinamento sobre trabalho em altura Obrigatoriedade legal para trabalhadores que exercem trabalhos em altura superior a 2m ou onde haja probabilidade de queda. TRABALHADOR EXPOSTOS A ALTURA SUPERIOR A 2m Treinamento por profissional especializado NA Medida permanente quando na admissão de novos trabalhadores ou bienal. 7 Analise Preliminar de Risco Realizar levantamento através de análise de risco para realização de procedimentos e planejamentos de segurança. OBRA ZEN Por profissional especializado NA Medida preliminar de planejamento PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 8 Indicar supervisor de trabalho em altura Analise de risco e Procedimento de trabalho para atividades em altura. Cumprimento normativo da NR 35 OBRA ZEN Treinar supervisor de trabalho em altura R$ 000 Medida permanente 09 Sistemática de autorização de trabalho em altura Cumprimento normativo da NR 35 OBRA ZEN Implantar sistemática de autorização R$ 000 Medida permanente 10 Check list de maquinas e ferramentas Cumprimento normativo da NR 12 LIDERANÇAS DA OBRA Realizar inspeções periódicas R$ 000 Diariamente 11 Plano de atendimento a emergências Elaboração do PAE e treinamento dos colaboradores OBRA ZEN Por profissional especializado R$ 000 12 Projetos e execução de linha de vida Desenvolver linhas de vida provisórias Através de projeto para trabalhos em altura superior a 2 metros. A linha de vida deve ser definida na APR para retenção ou restrição de queda. Estipular em projeto com base na análise de risco os Sistemas de Proteção Individual de Queda Elaborar memorial de cálculo dos sistemas. OBRA ZEN Por profissional legalmente habilitado R$ 000 Maio/2023 30 dias antes da execução deve estar pronto 13 Projetos e execução SGRC Desenvolver sistema de guarda corpo e rodapé provisório Estipular em projeto com base na análise de risco os pontos com risco de queda e circulação de pessoas no canteiro de obras, bem como a cesso de caminhões e maquinas Elaborar memorial de cálculo dos sistemas. OBRA ZEN Por profissional legalmente habilitado R$ 000 Junho/2023 30 dias antes da execução deve estar pronto executado PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 INVENTARIO DE RISCO – 05 Operação maquinas e equipamentos Escavadeira hidráulica , bob cat, retroescavadeira e perfuratriz PGR- INVENTARIO DE RISCO DA EMPRESA CONTRADAS ETAPA DA OBRA RISCOS AMBIENTAIS PERIGO RISCO DANO AVALIAÇÃO MATRIZ DE RISCO PREVENÇÃO DANO HUMANO E MATERIAL P S GR FUNDAÇÃO QUÍMICO Lubrificação de máquinas Lesões e doenças de pelo Irritação na pele; irritação ocular; dermatoses. Qualitativa 2 2 4 FÍSICO ATIVIDADES EXTERNAS OPERAÇÃODE MAQUINAS NO CANTEIRO DE OBRAS Ruído Perda auditiva Perturbações funcionais Requer quantificação 2 2 4 OPERAÇÃO DE MAQUINAS NO CANTEIRO DE OBRAS Vibração Problemas musculares; patologias osteomusculares; problemas ósseos; lesões em órgãos e ossos, LER/DORT. Qualitativa 2 2 4 BIOLOGICO NA NA NA NA NA NA NA ERGONOMICO Posição de trabalho movimentação de terra de forma manual e na operação de maquinas Exigência postural provocada por execução de tarefas durante jornada laboral. Lesões posturais Material: Perda de homem hora trabalhada Qualitativa 2 2 4 ACIDENTE Circular pelo canteiro de obras Escoriações; cortes; perfurações; fraturas; ferimentos diversos. Acidentes pessoais e materiais Qualitativa 2 3 6 LUBRIFICAÇÃO DE MÁQUINARIOS (GRAXA) Queimaduras; intoxicação; ferimentos diversos. Quedas e escorregões de queda da máquina, e batidas contra 2 2 6 Elétrica provisória; Choque Acidentes pessoais, perturbações funcionais 2 2 4 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 PLANO DE AÇÃO – Maquinas E equipamentos (escavadeira bob cat, retroescavadeira, e perfuratriz) O QUE ? QUEM ? QUANDO? STATUS Programa de manutenção preventiva EMPRESA TERCEIRA No acesso a obra Aplicar check list diário Operador Diariamente Manter o equipamento trancado e bloqueado contra pessoas não autorizadas Operador Diariamente Registro das atividades de manutenção EMPRESA TERCEIRA Continuo Certificado dos operadores EMPRESA TERCEIRA Conforme PGR Manter ASO em dia EMPRESA TERCEIRA Conforme PCMSO Possui extintor no equipamento? EMPRESA TERCEIRA Continuo Possui horimetro? EMPRESA TERCEIRA No acesso a obra Bloqueio dos seus dispositivos de acionamento? EMPRESA TERCEIRA No acesso a obra Sinalização das áreas de escavação e movimentação de terra OBRA Diariamente Iluminação frontal e traseira em perfeito funcionamento? EMPRESA TERCEIRA Diariamente Sinal sonoro de ré? EMPRESA TERCEIRA Diariamente Cabine fechadas e climatizada? EMPRESA TERCEIRA Diariamente Proteção das partes móveis? EMPRESA TERCEIRA Diariamente Projeto executivo de escavação (analise do solo, com memorial de cálculo) OBRA Na fase escavação Acesso seguro para os trabalhadores? OBRA Continuo Acesso seguro aos caminhões e maquinas? OBRA Continuo REQUISITOS PARECER A empresa terceira: PGR PCMSO Procedimento de escavação e movimentação de terra, escavação e perfuração (etapas) Os funcionários possuem: Registro Atestado médico com aptidão Ordem de serviço NR 18 NR 35 NR 11 – capacitação especifica com carga horaria compatível Ficha de EPI inferior a 60 dias PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 10. INVENTÁRIO DE RISCO POR FUNÇÃO Abaixo a descrição dos riscos por função, de acordo com o inventario dos riscos avaliados e riscos do PGR de cada terceira, compilados e avaliados após a interpretação de cada documento. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Nome da função: SERVENTE – GER 01 Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais Cursos de capacitação obrigatórios: NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE RISCO RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO INDIVIDUAL RECOMENDAÇÃO MEDIDAS ADMINISTRATIVAS RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO COLETIVA P S G R PERIGO RISCO QUIMICO Poeira (corte ou lixamento de estruturas lesões respiratórias e cutâneas Qualitativa Eventual e intermitente Mascara PFF2 Promover treinamento Molhar o local quando corte ou furação de Alvenaria/ Anteparos e biombos/ Ventilação do local 2 2 4 Produto quimico – Alcalis caustico Lesões de pele; Qualitativa Habitual e intermitente Luva impermeável Promover treinamento Divulgação da FISPQ do Produto 2 2 4 Irritações respiratórias Máscara PFF 2 2 2 4 FISICO Ruído (de fundo/ máquina e equipamentos) Perda auditiva; Qualitativa Habitual e intermitente Protetor auricular ou de inserção de acordo com resultado quantitativo Monitoramento biologico conforme o PCMSO Promover treinamento Sinalização de instrução; Divulgação dos resultados das quantificações; Treinamentos da equipe 2 2 4 BIOLOGICO NI ERGONOMICO Levantamento manual de peso Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e Intermitente NA Elaboração de Procedimento Operacional Padrão/ Analise ergonomica AET 2 2 4 Repetição de movimentos Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e Intermitente NA Estipular pausas e treinar AET 2 2 4 ACIDENTE Altura Queda Qualitativa Eventual e Intermitente Capacete com jugular; Cinto de Segurança Duplo talabarte Absorvedor de energia (Condicionado a APR) Treinamento para trabalho em altura conforme NR 35; Analise Preliminar de Risco; Procedimento Operacional Padrão Fechamentos de aberturas e periferias (obra); Instalação de linha de vida; 2 3 6 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Trava quedas; Ferramentas manuais Lesões Qualitativa Eventual e Intermitente Óculos de segurança / Mascara facial Usar blusa de manga longa com punhal; Não usar adornos; Posicionamento correto de trabalho. NA Uso de cordelete de Segurança quando utilizar ferramentas em altura; Inspeção previa da ferramenta; 1 2 2 Martelo rompedor Cortes/amputações, Choque elétrico Projeção de partículas nos olhos e face Qualitativa Eventual e Intermitente Abafador; Atenção no Posicionamento de trabalho; Não usar adornos; Não uso de luva na mao de empunhadura da maquina, apenas na que auxilia; Oculos de segurança / Mascara facial Monitoramento biológico de acordo com PCMSO. Realizar quantificação do agente Treinamento de operação do equipamento; conforme NR 12; Manutenções preventivas; No uso de plataformas de trabalho a mesma deve obedecer todos os requisitos de segurança da NR 18/NR12. elétrico – check list das instalações elétricas; cumprimento da RPT05 para instalações elétricas provisórias Isole a área ao entorno 2 2 4 Betoneira Tombamento; Choque elétrico; Entalamento; Qualitativa Eventual e intermitente Protetor tipo concha; Capacete; Luva impermeável; Botina impermeável; Óculos incolor Monitoramento biológico de acordo com PCMSO. Realizar quantificação do agente Treinamento de operação do equipamento; conforme NR 12; - DEVE HAVER TREINAMENTO ESPECIFICO A instalação do equipamento deve ser em piso plano, com cobertura superior e lateral contra intemperies; A chave de acionamento só pode ser do tipo botoeira com dispositivo de parada de emergencia; O trabalhador nao pode ter acesso a parte rotativas da maquina; 2 2 4 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 A cremalheira da Betoneira deve ter proteção; A Betoneira deve ser aterrada no motor e carcaça e sua fiação deve estar tubulada e elevada; O operador da Betoneira deve possuir treinamento especifico de NR 12; O local onde a Betoneira esta instalada deve ser Sinalizado, extintor contra princípio de incêndio e possuir indicação do Operador autorizado; PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 23/05/2023 Nome da função: MESTRE DE OBRAS/ENCARREGADO /CONTRA MESTRE– GER 02 Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais Cursos de capacitação obrigatórios: NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE RISCO RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO INDIVIDUAL RECOMENDAÇÃO MEDIDAS ADMINISTRATIVAS RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO COLETIVA P S GR PERIGO RISCO QUIMICO NI FISICO Ruído (de fundo/ maquina e equipamentos) Perda auditiva; Qualitativa Habitual e intermitente Protetor auricular ou de inserção de acordo com resultado quantitativo Monitoramento biologico conforme o PCMSO Promover treinamento Sinalização de instrução; Divulgação dos resultados das quantificações; Treinamentos da equipe 2 2 4 BIOLOGICO NI ERGONOMICO NI ACIDENTE Altura Probabilidade de queda no acompanhamento das atividades. Queda Qualitativa Eventual e Intermitente Capacete com jugular; Cinto de Segurança Duplo talabarte Absorvedor de energia (condicionado a APR) Trava quedas; Treinamento para trabalho em altura conforme NR 35; Fechamentos de aberturas e periferias (obra); Utilização dos sistemas de linha de vida; 2 3 6 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Nome da função: CARPINTEIRO/MEIO OFICIAL – GER 3 Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais Cursos de capacitação obrigatórios: NR12, NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR0 1) RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE RISCO RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO INDIVIDUAL RECOMENDAÇÃO MEDIDAS ADMINISTRATIVAS RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO COLETIVA P S GR PERIGO RISCO QUIMICO Poeira (madeira) lesões respiratórias e cutâneas Incêndio Qualitativa Eventual e intermitente Respirador PFF 2 Promover treinamento Cortar madeira apenas em bancadas especificas com coletores e limpeza periódica 2 2 4 FISICO Ruído Operação de serra circular manual e de bancada Perda auditiva; Qualitativa Habitual e intermitente Protetor auricular para serra manual e abafador para serra de bancada ou de inserção de acordo com resultado quantitativo Monitoramento biológico conforme o PCMSO Promover treinamento Sinalização de instrução; Divulgação dos resultados das quantificações; Treinamentos da equipe 2 2 4 BIOLOGICO NI ERGONOMICO Levantamento manual de peso Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e Intermitente NA Elaboração de Procedimento Operacional Padrão/ Analise ergonômica AET 2 2 4 Repetição de movimentos Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e Intermitente NA NA AET 2 2 4 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 ACIDENTE Trabalho em Altura Queda de pessoas e materiais Qualitativa Eventual e Intermitente Capacete com jugular; Cinto de Segurança Duplo talabarte Absorvedor de energia (condicionado a APR) Trava quedas; Treinamento para trabalho em altura conforme NR 35; Analise Preliminar de Risco; Procedimento Operacional Padrão Fechamentos de aberturas e periferias (obra); Instalação e utilização de linha de vida; 2 3 6 Ferramentas manuais Lesões Qualitativa Eventual e Intermitente Óculos de segurança / Máscara facial Usar blusa de manga longa com punhal; não usar adornos; Posicionamento correto de trabalho. NA Uso de cordelete de Segurança quando utilizar ferramentas em altura; Inspeção previa da ferramenta; 1 2 2 Serra Circular manual e de bancada Ruído Qualitativa Eventual e intermitente Abafador; (bancada) PA de Inserção (manual) Monitoramento biológico de acordo com PCMSO. Manutenções preventivas; 2 2 4 Cortes/amputações, Atenção no Posicionamento de trabalho; Não usar adornos; Não uso de luva na mao de empunhadura da maquina, apenas na que segura o material ou estrutura a receber o corte ou desbaste; Treinamento de operação do equipamento; conforme NR 12; Procedimento de trabalho para uso de de serras circulares de bancada e manual; Proteção do disco da lixadeira; No uso de plataformas de trabalho a mesma deve obedecer todos os requisitos de segurança da NR 18/NR12. 2 3 6 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 BIOLOGICO NI ERGONOMICO Levantamento manual de peso Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e Intermitente NA Elaboração de Procedimento Operacional Padrão/ Analise ergonômica AET 2 2 4 Repetição de movimentos Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e Intermitente NA Estipular pausas e treinar AET 2 2 4 ACIDENTE Trabalho em Altura Queda Qualitativa Eventual e Intermitente Capacete com jugular; Cinto de Segurança Duplo talabarte Absorvedor de energia (condicionado a APR) Trava quedas; Treinamento para trabalho em altura conforme NR 35; Analise Preliminar de Risco; Procedimento Operacional Padrão Fechamentos de aberturas e periferias (obra); Instalação de linha de vida; 2 3 6 Ferramentas manuais Lesões Qualitativa Eventual e Intermitente Oculos de segurança / Mascara facial Usar blusa de manga longa com punhal; Não usar adornos; Posicionamento correto de trabalho. NA Uso de cordelete de Segurança quando utilizer ferramentas em altura; Inspeção previa da ferramenta; 1 2 2 Ferramentas rotativas Policorte manual e de bancada Lixadeira Ruído Qualitativa Eventual e intermitente Abafador; Monitoramento biologico de acordo com PCMSO. Manutenções preventivas; 2 2 4 Cortes/amputações, Atenção no Posicionamento de trabalho; Não usar adornos; Não uso de luva na mão de empunhadura da máquina, apenas na que segura o Material ou estrutura a receber o corte ou desbaste; Treinamento de operação do equipamento; conforme NR 12; Procedimento de trabalho para uso de lixadeira; Proteção do disco da lixadeira; No uso de plataformas de trabalho a mesma deve obedecer todos os requisitos de segurança da NR 18/NR12. 2 3 6 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Nome da função: Armador GER 04 Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais Cursos de capacitação obrigatórios: NR12, NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE RISCO RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO INDIVIDUAL RECOMENDAÇÃO MEDIDAS ADMINISTRATIVAS RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO COLETIVA P S GR PERIGO RISCO QUIMICO Fumos metálicos (aquecimento do aço por desbaste ou corte) Lesões respiratórias oculares e cutâneas Qualitativa Eventual e Intermitente Mascara facial Respirador PFF 2 Promover treinamento Anteparos e biombos / ventiolação do local 2 2 4 FISICO Ruído (de fundo/máquinas e equipamentos) Perda auditiva; Qualitativa Habitual e intermitente Protetor auricular para inserção de acordo com resultado quantitativo Monitoramento biologico conforme o PCMSO Promover treinamento Sinalização de instrução; Divulgação dos resultados das quantificações; Treinamentos da equipe 2 2 4 BIOLOGICO NI ERGONOMICO Levantamento manual de peso Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e Intermitente NA Elaboração de Procedimento Operacional Padrão/ Analise ergonômica AET 2 2 4 Repetição de movimentos Lesões osteomus-culares Qualitativa Eventual e Intermitente NA NA AET 2 2 4 ACIDENTE Trabalho em Altura Queda Qualitativa Eventual e Intermitente Capacete com jugular; Cinto de Segurança Duplo talabarte Absorvedor de energia (condicionado a APR) Trava quedas; Treinamento para trabalho em altura conforme NR 35; Analise Preliminar de Risco; Procedimento Operacional Padrão Fechamentos de aberturas e periferias (obra); Instalação de linha de vida; 2 3 6 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 ACIDENTE Ferramentas manuais Lesões Qualitativa Eventual e Intermitente Óculos de segurança / Mascara facial Usar blusa de manga longa com punhal; Não usar adornos; Posicionamento correto de trabalho. NA Uso de cordelete de Segurança quando utilizer ferramentas em altura; Inspeção previa da ferramenta; 1 2 2 Ferramentas rotativas Policorte manual e de bancada Lixadeira Ruído Qualitativa Eventual e Intermitente Abafador; Monitoramento biológico de acordo com PCMSO. Manutenções preventivas; 2 2 4 Cortes/amputações, Atenção no posicionamento de trabalho; Não usar adornos; Não uso de luva na mão de empunhadura da maquina, apenas na que segura o material ou estrutura a receber o corte ou desbaste; Treinamento de operação do equipamento; conforme NR 12; Procedimento de trabalho para uso de lixadeira; Proteção do disco da lixadeira; No uso de plataformas de trabalho a mesma deve obedecer todos os requisitos de segurança da NR 18/NR12. 2 3 6 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 FISICO Ruído (de fundo/ maquinas e equipamentos) Perda auditiva; Qualitativa Habitual e intermitente Protetor auricular ou de inserção de acordo com resultado quantitativo Monitoramento biológico conforme o PCMSO Promover treinamento Divulgação dos resultados das quantificações; Treinamentos da equipe 2 2 4 BIOLOGICO NI ERGONOMICO Levantamento manual de peso Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e Intermitente NA Elaboração de Procedimento Operacional Padrão/ Analise ergonômica AET 2 2 4 Repeti- ção de movimen- tos Lesões osteomusculares Qualitativa Eventual e Intermitente NA Estipular pausas e treinar AET 2 2 4 ACIDENTE Trabalho em Altura Queda de pessoas e materiais Qualitativa Eventual e Intermitente Capacete com jugular; Cinto de Segurança Duplo talabarte Absorvedor de energia (condicionado a APR) Trava quedas; Treinamento para trabalho em altura conforme NR 35; Analise Preliminar de Risco; Procedimento Operacional Padrão Fechamentos de aberturas e periferias (obra); Instalação de linha de vida; 2 3 6 Ferramentas manuais Lesões Qualitativa Eventual e Intermitente Óculos de segurança Não usar adornos; Posicionamento correto de trabalho. NA Uso de cordelete de Segurança quando utilizar ferramentas em altura; Inspeção previa da ferramenta; 1 2 2 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Martelo rompedor Cortes/amputações, Choque elétrico Projeção de partículas nos olhos e face Qualitativa Eventual e Intermitente Abafador; Atenção no Posicionamento de trabalho; Não usar adornos; Não uso de luva na mão de empunhadura da maquina, apenas na que auxilia; Óculos de segurança / Mascara facial Monitoramento biológico de acordo com PCMSO. Treinamento de operação do equipamento; conforme NR 12; Manutenções preventivas; No uso de plataformas de trabalho a mesma deve obedecer todos os requisitos de segurança da NR 18/NR12. elétrico – check list das instalações elétricas; cumprimento da RPT05 para instalações elétricas provisórias Isole a área ao entorno 2 2 4 Serra Circular (Makita) Cortes/amputações, Choque elétrico Projeção de partículas nos olhos e face Qualitativa Eventual e Intermitente Abafador; Atenção no Posicionamento de trabalho; Não usar adornos; Não use luva na mao de empunhadura da máquina, apenas na que segura o material ou estrutura a receber o corte ou desbaste; Uso de todos os equipamentos de proteção; Oculos de segurança / Mascara facial Usar blusa de manga longa com punhal; Não usar adornos; Monitoramento biológico de acordo com PCMSO. Realizar quantificação do agente Treinamento de operação do equipamento; conforme NR 12; Manutenções preventivas; Proteção do disco; No uso de plataformas de trabalho a mesma deve obedecer todos os requisitos de segurança da NR 18/NR12. Aterramento elétrico – check list das instalações elétricas; cumprimento da RPT05 para instalações elétricas provisórias Partes rotativas e cortantes devem ser isoladas/ protegidas 2 2 4 Betoneira Tombamento; Choque eletrico; Entalamento; Qualitativa Eventual e intermitente Protetor tipo concha; Capacete; Luva impermeável; Botina impermeável; Oculos incolor Monitoramento biológico de acordo com PCMSO. Realizar quantificação do agente Treinamento de operação do equipamento; conforme NR 12; A instalação do equipamento deve ser em piso plano, com cobertura superior e lateral contra intempéries; A chave de acionamento só pode ser do tipo botoeira com dispositivo de parada de emergência; O trabalhador não pode ter acesso a parte rotativas da maquina; A cremalheira da Betoneira deve ter proteção; A Betoneira deve ser aterrada no motor e carcaça e sua fiação deve estar tubulada e elevada; O operador da Betoneira deve possuir treinamento especifico de NR 12; O local onde a Betoneira esta instalada deve ser sinalizado, extintor contra principio de incêndio e possuir indicação do operador autorizado; 2 2 4 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Nome da função: Operador de máquinas – Auxiliar operacional GER 06 Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais Cursos de capacitação obrigatórios: Curso de operação especifico da máquina ser operadas; NR 12, NR 18 , NR-11(OBEDECER AO ANEXO 1 DE ACORDO COM TIPO DE EQUIPAMENTO), NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO INDIVIDUAL RECOMENDAÇÃO MEDIDAS ADMINISTRATIVAS RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO COLETIVA P S GR PERIGO RISCO QUIMICO Lubrificação de máquinas Lesões e doenças de pele Qualitativa Habitual e intermitente Uso de luvas e cremes de proteção Monitoramento biológico e avaliação da FISPQs Evitra máximo execuçãode reparos manutenções no canteiro deobras 2 2 4 FISICO Ruído (de fundo/ maquinas e equipamentos de guindar carga) Perda auditiva; Qualitativa Habitual e intermitente Protetor auricular Monitoramento biologico conforme o PCMSO Promover treinamento Sinalização de instrução; Divulgação dos resultados das quantificações; Treinamentos 2 2 4 BIOLOGICO NI ERGONOMICO Equipamento Posicionamento da operação Qualitativa Eventual e Intermitente NA Elaboração de Procedimento Operacional Padrão/ Analise ergonômica Uso de carrinhos ou similares para transporte; 2 2 4 ACIDENTE Elétrica provisória de alimentação do equipamento Choque elétrico Qualitativa Habitual e Intermitente Uso de todos os equipamentos de proteção; Orientar que manutenções e reparos elétricos somente com eletricista Manutenções preventivas Sinalização de segurança; Manutenções preventivas 2 2 4 Altura Queda da máquina aos subir e descer Qualitativa Eventual e Intermitente Posicionamento de trabalho Promover Treinamento para trabalho em altura conforme NR 35; Analise Preliminar de Risco; Procedimento Operacional Padrão Manutenções preventivas Fechamentos de aberturas e periferias (obra); Instalação de linha de vida; Limpeza da máquina nas áreas de acesso e corrimão do equipamento 2 3 6 Equipamento de movimentação carga Movimentação de cargas Eletrico Queda do equipamento Queda de pessoas Parada repentina do equipamento Queda e tombamento Qualitativa Eventual e Intermitente Habitual e intermitente Treinamento e conhecimento do equipamento Preenchimento diário do diário do equipamento Check list do equipamento Posicionamento correto de trabalho. Orientar todos os trabalhadores sobre os riscos , manter sinalização Promover Treinamento Analise Preliminar de Risco; Procedimento Operacional Padrão Manutenções preventivas Documentação do equipamento de acordo com as normativas Divulgar procedimentos de movimentação de carga e riscos do equipamento Sinalização Fiscalização Manutenção preventiva Manutenções preventivas do equipamento; Sinalização sobre o limite máximo de carga; Delimitação da área de carga 2 3 6 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Nome da função: ALMOXARIFE / ESTAGIÁRIO / AUXILIAR TÉCNICO– GHE 07 Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais Cursos de capacitação obrigatórios: NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE RISCO RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO INDIVIDUAL RECOMENDAÇÃO MEDIDAS ADMINISTRATIVAS RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO COLETIVA P S GR PERIGO RISCO QUIMICO NI FISICO Ruído Perda auditiva; Qualitativa Habitual e Protetor auricular ou Monitoramento biologico (de fundo) intermitente de inserção de acordo conforme o PCMSO com resultado Promover treinamento quantitativo Sinalização de instrução; 2 Divulgação dos resultados das quantificações; Treinamentos da equipe 2 BIOLOGICO NI ERGONOMICO Movimentação dos materiais e ferramentas. Posicionamento do corpo para realização de trabalho Qualitativa habitual e Intermitente NA Elaboração de Procedimento Operacional Padrão/ Analise ergonômica Uso de carrinhos ou similares para transporte; 2 2 4 ACIDENTE Layout – organização de materiais Impacto Contra Qualitativa Eventual e Intermitente Botina de segurança NA Organização do layout 1 2 2 1 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Nome da função: ESTAGIÁRIO / AUXILIAR TÉCNICO– GHE 08 Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais Cursos de capacitação obrigatórios: NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE RISCO RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO INDIVIDUAL RECOMENDAÇÃO MEDIDAS ADMINISTRATIVAS RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO COLETIVA P S GR PERIGO RISCO QUIMICO NI FISICO Ruído Perda auditiva; Qualitativa Habitual e Protetor auricular ou Monitoramento biologico (de fundo) intermitente de inserção de acordo conforme o PCMSO com resultado Promover treinamento quantitativo Sinalização de instrução; Divulgação dos resultados das quantificações; Treinamentos da equipe 2 BIOLOGICO NI ERGONOMICO NI ACIDENTE NI 1 2 2 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Nome da função: Eng. Civil / Técnico de Segurança do Trabalho– GER 09 Jornada e horários de trabalho: 44 Horas Semanais Cursos de capacitação obrigatórios: NR 18, NR 35 e ordem de serviço especifica (NR01) RECONHECIMENTO PLANO DE AÇÃO ESPECÍFICO MATRIZ DE RISCO RISCO AMBIENTAL ANTECIPAÇÃO AVALIAÇÃO EXPOSIÇÃO RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO INDIVIDUAL RECOMENDAÇÃO MEDIDAS ADMINISTRATIVAS RECOMENDAÇÃO PROTEÇÃO COLETIVA P S G R PERIGO RISCO QUIMICO NI FISICO Ruído (de fundo/ máquina e equipamentos) Perda auditiva; Qualitativa Habitual e intermitente Protetor auricular ou de inserção de acordo com resultado quantitativo Monitoramento biologico conforme o PCMSO Promover treinamento Sinalização de instrução; Divulgação dos resultados das quantificações; Treinamentos da equipe 2 2 4 BIOLOGICO NI ERGONOMICO Posição em longo período em computadores LeR/Dort Qualitativa Eventual e Intermitente NA Estipular pausas e treinar AET 2 2 4 ACIDENTE Altura Queda Qualitativa Eventual e Intermitente Capacete com jugular; Cinto de Segurança Duplo talabarte Absorvedor de energia (Condicionado a APR) Treinamento para trabalho em altura conforme NR 35; Analise Preliminar de Risco; Procedimento Operacional Padrão Fechamentos de aberturas e periferias (obra); Instalação de linha de vida; 2 3 6 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 5. FERRAMENTAS BASES PARA CUMPRIMENTO DO INVENTARIO DE RISCO VISÃO GERAL RISCO AMBIENTAL DANOS MEDIDAS DE CONTROLE DO RISCO/DANO NO RECEPTOR POLITICA ADMINISTRATIVA DE CONTROLE DE RISCO MEDIDAS DE CONTROLE DO RISCO/DANO COLETIVO PERIGO RISCO QUIMICO PERDA MATERIAL PERDA HOMEM HORA TRABALHADA ACIDENTES E DOENÇAS ENTREGA DE EPI INDICADO AO RISCO CONFORME INVENTARIO DE RISCO ATESTADO MÉDICO DE SAUDE OCUPACIONAL TREINAMENTO INSTRUÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES CONSTANTES NO INVENTARIO DE RISCO AOS TRABALHADORES ENVOLVIDOS FISICO PERDA MATERIAL PERDA HOMEM HORA TRABALHADA ACIDENTES E DOENÇAS ENTREGA DE EPI INDICADO AO RISCO CONFORME INVENTARIO DE RISCO ATESTADO MÉDICO DE SAUDE OCUPACIONAL TREINAMENTO INSTRUÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES CONSTANTES NO INVENTARIO DE RISCO AOS TRABALHADORES ENVOLVIDOS BIOLOGICO PERDA HOMEM HORA TRABALHADA ACIDENTES E DOENÇAS EXIGENCIA DE USO DE MASCARA ENTREGA DE MASCARA HIGIENIZAVEL TREINAMENTO E SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA QUANTIFICAÇÃO DO AGENTE RUIDO PONTUALMENTE – RESULTADOS CONSTANTES NO INVENTARIO DE RISCO MONITORAMENTO SE AS MEDIDAS DE CONTROLE E MINIMIZAÇÃO ESTÃO SENDO CUMPRIDAS NO ESTABELECIMENTO DA CONTRATANTE CONFORME ORIENTADO NO INVENTARIO DE RISCO ERGONOMICO PERDA HOMEM HORA TRABALHADA ACIDENTES E DOENÇAS NA PENDENTE PENDENTE PERDA HOMEM HORA TRABALHADA ACIDENTES E DOENÇAS NA PENDENTE PENDENTE ACIDENTE PERDA MATERIAL PERDA HOMEM HORA TRABALHADA ACIDENTES E DOENÇAS ENTREGA DE EPI INDICADO AO RISCO CONFORME INVENTARIO DE RISCO MONITORAMENTO SE AS MEDIDAS DE CONTROLE E MINIMIZAÇÃO ESTÃO SENDO CUMPRIDAS NO ESTABELECIMENTO DA CONTRATANTE CONFORME ORIENTADO NO INVENTARIO DE RISCO PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 7.CUMPRIMENTO DAS NORMAS NR 01 (Disposições Gerais) - A empresa ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA através de seu PGR faz ciência quanto as obrigações dispostas na Norma Regulamentadora NR 01 descrita no item 1.7 assim como a obrigatoriedade da elaboração de uma ORDEM DE SERVIÇO onde contemple o descrito: 1.7. Cabe ao empregador: a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho; (101.001-8 / I1) b) elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos trabalhadores por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos. (101.002-6 / I1) (Alterado pela Portaria SIT 84/2009). c) informar aos trabalhadores: (101.003-4 / I1) I - os riscos profissionais que possam originar-se nos locais de trabalho; II - os meios para prevenir e limitar tais riscos e as medidas adotadas pela empresa; III - os resultados dos exames médicos e de exames complementares de diagnóstico aos quais os próprios trabalhadores forem submetidos; IV - os resultados das avaliações ambientais realizadas nos locais de trabalho. d) Permitir que representantes dos trabalhadores acompanhem a fiscalização dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. (101.004-2 / I1) e) determinar os procedimentos que devem ser adotados em caso de acidente ou doença relacionada ao trabalho. (Redação dada pela Portaria SIT 84/2009) NR 04 (SESMT - Serviço Especializado em Medicina e Segurança do Trabalho): Até a presente data de elaboração deste programa encontra-se a empresa ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA de acordo com o Anexo 1 da NR 04 baseada em seu quadro de trabalhadores previstos para OBRA OBRA ZEN, atividade econômica e grau de risco está desobrigada a constituir SESMT. NR 05 (CIPA - Comissão Interna de Prevenção a Acidentes): DO OBJETIVO: Item 5.1 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. A empresa ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA encontra-se fora do dimensionamento previsto na NR 05 para constituição da CIPA de acordo com seu anexo 1. Assim, deverá a empresa indicar um empregado terceiro um representante indicado para compor a CIPA do canteiro de obras, para que desempenhe o estabelecido na NR 05 e ainda faça cumprir as medidas de prevenção e implementação deste programa. Transcrição da Norma: 5.6.4 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I, a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR, podendo ser adotados mecanismos de participação dos trabalhadores, através de negociação coletiva. NR 06 (Equipamentos de Proteção Individual): Este PGR - PROGRAMA DE GERENCIAMENTE DE RISCOS OCUPACIONAIS em diversos momentos contempla a entrega obrigatória e a fiscalização dos equipamentos de proteção individual quando as medidas de proteção coletiva não sejam eficazes. Cabe a empresa ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA a obrigação da escolha correta do equipamento de proteção individual especifico ao risco a que expõe seus trabalhadores. Estes equipamentos deverão http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portariasit84_2009.htm PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 obrigatoriamente apresentar Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho, e ainda rotina de troca quando necessário. Deverá a empresa manter através de sua política de segurança fiscalizar seu uso e manter seus trabalhadores informados sobre seus direitos e obrigações. A ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA deverá preencher periodicamente uma tabela de Certificados de Aprovação dos Equipamentos Adquiridos condicionados a este programa conforme: Monitoramento De Equipamentos De Proteção Individual ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA Ano: 2023 TIPO DE EQUIPAMENTO DATA DE AQUISIÇÃO CERTIFICADO DE APROVAÇÃO PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 NR 07 - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO. Com base neste Programa a Empresa deverá encaminhar ao médico responsável pelos Atestados de Saúde Ocupacional a responsabilidade pela elaboração do PCMSO que abordará detalhadamente a rotina de realização de exames médicos para monitoramento da saúde ocupacional de seus trabalhadores. NR 10 – SEGURANÇA NOS SERVIÇOS COM ELETRICIDADE: Os eletricistas e meio oficiais devem estar capacitados de acordo com disposto na NR 10 com curso básico de 40h bienal e 20h de reciclagem bienal. Além do treinamento deve haver autorização formal da empresa para trabalhos. DECLARAÇÃO DE CAPACITAÇÃO E AUTORIZAÇÃO PROFISSIONAL Item 10.8.3 – Alínea A e B – NR 10 EMPRESA inscrita no CNPJ: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, neste ato representada por seu representante legal e técnico que assinam a presente, declara, que CAPACITA e AUTORIZA, de acordo com o item 10.8.3, alínea “a” e “b” da norma regulamentadora nº 10 que diz: “É considerado trabalhador capacitado aquele que atende as seguintes condições, simultaneamente: a) Receba capacitação sob orientação e responsabilidade de profissional habilitado e autorizado; b) Trabalhe sob a responsabilidade de profissional habilitado e autorizado O Sr. XXXXXX, inscrito no CPF: XXXXXXXXXXXXX, a desempenhar a função de eletricista predial com rede exclusivamente de baixa tensão, com a supervisão de profissional habilitado que também assina a presente declaração. Haverá também a comprovação de integração realizada pela empresa para a pessoa que está sendo capacitada e o profissional habilitado envolvido, inclusive com a apresentação da comprovação do treinamento NR-10 de 40 horas deste profissional. Declaro o mesmo capacitado e autorizado para serviços de elétrica predial: infraestrutura, testagem e manutenção com redes de baixa tensão. Declara ainda que assume integral responsabilidade pelas informações aqui prestadas. Curitiba, xx de xx de xx _____________________________________________________________________________________________ Assinatura e nome completo (ou carimbo) dos representantes legais (ou procuradores) _____________________________________________________________________________________________ Assinatura e nome completo (do profissional habilitado _____________________________________________________________________________________________ Assinatura e nome completo (do empregado capacitado e autorizado PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 8.SISTEMAS ELÉTRICO PROVISÓRIO A distribuidora de energia deverá fornecer o ponto adequado a montagem de uma rede trifásica. Caberá a obra - realizar a montagem dos quadros provisórios para alimentação elétrica da obra na onde deverão ser atendidos de acordo com a RTP 05 e PROJETO ELETRICO PROVISORIO: 1) A distribuição de energia elétrica deve ser feita através dos quadros elétricos de distribuição fixo e/ou móvel. 2) Os quadros de distribuição devem ser construídos de forma a garantir a proteção dos componentes elétricos contra poeira, umidade, impactos etc., 3) Os materiais empregados na construção dos quadros devem ser incombustíveis e resistentes à corrosão sendo proibido uso de quadros de madeira. 4) Os quadros da concessionária – COPEL devem ser cadeados com impedimentos de acesso. A chave de ficar sob a responsabilidade da liderança da obra ou outro profissional designado pela contratante ou contratada. Em todas as intervenções em instalações elétricas devem ser adotadas medidas preventivas de controle do risco elétrico e de outros riscos adicionais, mediante técnicas de análise de risco, de forma a garantir a segurança e a saúde no trabalho. Em todos os serviços executados em instalações elétricas devem ser previstas e adotadas, prioritariamente, medidas de proteção coletiva aplicáveis, mediante procedimentos, às atividades a serem desenvolvidas, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores. As medidas de proteção coletiva compreendem, prioritariamente, a desenergização elétrica conforme estabelece esta NR e, na sua impossibilidade, o emprego de tensão de segurança. Devem ser utilizadas outras medidas de proteção coletiva, tais como: a. Isolamento das partes vivas, obstáculos, barreiras, sinalização, sistema de seccionamento automático de alimentação, bloqueio do religamento automático. b. O aterramento das instalações elétricas deve ser executado conforme regulamentação estabelecida pelos órgãos competentes e, na ausência desta, deve atender às Normas Internacionais vigentes. Sendo obrigatório emissão de laudo técnico por profissional legalmente habilitado e que conste as medições em oHms. c. Os projetos e a instalações elétricas em todo o canteiro de obra devem ser feitas por profissional habilitado na função. d. Todas as lâmpadas devem dispor de proteção contra quebra acidental. e. Os plugs e tomadas devem possuir proteções contrachoque elétrico e nunca deixar partes vivas exposta, todas devem ser isoladas. f. As instalações e equipamentos fixos devem possuir aterramento, tendo atenção especial a betoneira que deve ter sua carcaça e motor aterrado. g. Os cabos de eletricidade devem ser protegidos e não estar em local que obstrua a circulação de materiais ou pessoas. h. Todas as tomadas deverão estar identificadas com a voltagem. i. A ligação dos equipamentos à rede elétrica sempre deve ser feita através do conjunto plugue-tomada. Nunca se deve ligar mais de um equipamento na mesma tomada. j. No quadro de distribuição deve ser instalado um dispositivo de seccionamento tipo DR. k. Numa obra os quadros de distribuição representam um papel importante na prevenção de acidentes. Segundo suas características de utilização podem ser: principal (1), intermediário (2) e terminal (3). l. Os fios e cabos, quando expostos ao tráfego, devem ser protegidos contra riscos de desgaste mecânico, pois podem sofrer avarias em caso de atrito sobre superfícies cortantes ou abrasivas. m. Devem ser colocados a uma determinada altura ou subterrâneos, de modo a torná-lo inacessíveis. Sua proteção dar-se-á através de invólucros apropriados (Eletrodutos, calhas e canaletas PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 PROJETO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROVISÓRIAS PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 CARACTERÍSTICAS GERAIS: OS INTERRUPTORES DIFERENCIAIS (DR) Possuem um sistema de medição consistindo de um transformador de corrente somatório com um dispositivo magnético de disparo permanente. 1) Os interruptores diferenciais, quando combinados com fusíveis a montante tipo GL 63 A, estão garantindo para curtos – circuitos não indutivos de até 6 kA (DIN VDE 0664 parte 1). Dispositivo obrigatório desde 1997, conforme NBR 5410/97. 2) Funções: Proteção contracorrentes perigosas através do corpo humano. 3) Em caso de toques em tensões altas para o contato do corpo humano quando da operação de dispositivos (proteção contra contatos indiretos). 4) Em casos de contatos diretos com partes vivas de condutores, quando a corrente residual é < ou = 30mA e quando correntes perigosas para o corpo precisam ser interrompidas no menor tempo possível (proteção contra contatos diretos). 5) Aplicações: Como necessidade de aumento da segurança em todas as instalações elétricas de cabos e/ou nas áreas onde as normas prescrevem a aplicação de dispositivos de proteção de corrente residual. Os interruptores diferenciais podem ser montados através de engate rápido em trilho padrão DIN 35 mm. 6) Obs: o sistema elétrico deverá ser projetado e dimensionado por profissional habilitado contemplando diagrama unifilar, projeto e anotação de responsabilidade técnica. 18.6.20 Nas atividades de montagens metálicas, onde houver a possibilidade de acúmulo de energia estática, deve ser realizado aterramento da estrutura desde o início da montagem. Laudo de aterramento elétrico em anexo, manter revisão semestral, ou quando houver alterações em máquinas equipamentos e layouts. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 NR 12 - SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE MAQUINAS. Todos os trabalhadores que operem maquinas, manuais ou fixas, independente da fonte de alimentação, devem ser capacitados com treinamento especifico sobre a segurança de sua operação. EQUIPAMENTOS PREVISTOS: SERRA CIRCULAR MANUAL REQUISITOS DE SEGURANÇA: 1. Inspecione o equipamento antes do inicio da atividade: disco, proteções e cabo; 2. Faça uma verificação da rede elétrica de alimentação do equipamento: localização da chave geral, aspecto geral do quadro – voltagem, conjunto plug tomada, diferencial residual etc. 3. EPI’s obrigatórios para operação de lixadeiras: Calça e camiseta manga longa, botina, luva de raspa ou vaqueta (apenas p segurar o material, na mão de apoio não use luva), capacete com máscara facial e protetor concha acoplado; 4. Prenda de forma segura o material a ser cortado. Em caso de estruturas se posicione de forma firme e segura; 5. Tenha cuidado ao montar os discos, assegurando-se que a fixação seja pelo eixo da ferramenta e que a banda de corte não esteja em contato com qualquer outro elemento da serra quando em rotação. 6. Não use (nem tente reparar e utilizar) discos de serra circular que estejam rachados, empenados ou deformados. 7. Assegure-se de limpar as superfícies de fixação para remover sujeira, graxa, óleo e água. 8. Ajustar a profundidade do corte não mais que em 5 mm além da espessura do material que está sendo cortado. Use sempre máscara facial execução das atividades. 9. Não use o disco se este tiver dentes danificados, faltando ou gastos. 10. Certifique-se que a velocidade da máquina não exceda o limite máximo de operação do disco. 11. Não continue a usar os discos de serra circular quando o tamanho da ponta de metal duro estiver menor que 1 mm. 12. Não exponha partes do seu corpo ao disco. 13. Não faça cortes curvos. FURADEIRA E PARAFUSADEIRA REQUISÍTOS DE SEGURANÇA: 1. Inspecione o equipamento antes do início da atividade: disco, proteções e cabo; 2. Faça uma verificação da rede elétrica de alimentação do equipamento: localização da chave geral, aspecto geral do quadro – voltagem, conjunto plug tomada, diferencial residual etc. 3. Mantenha o equipamento longe da água e de locais que possam estar molhados, como pias e banheiras; 4. Mantenha os fios longe de objetos cortantes para evitar curto circuito; 5. Evite roupas largas e adornos que possam se enroscar na furadeira e parafusadeira causando acidentes; 6. Mantenha a área de trabalho sempre limpa, organizada e bem iluminada. Esses cuidados reduzem o risco de acidentes. 7. Verifique sempre se o botão liga/desliga está funcionando e mantenha-o sempre desligado quando for colocar a ferramenta na tomada. 8. Sempre realize a troca da broca utilizando o mandril e verifique antes da utilização se a mesma esta bem presa. 9. Umedeça a área a ser perfurada pela parafusadeira antes de perfurar. 10. Use a broca correta para cada tipo de material; 11. Use a furadeira no ângulo correto para cada tipo de material e furo; PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 12. Atenção ao posicionamento de trabalho; POLICORTE MANUAL REQUISITOS DE SEGURANÇA 1. É de extrema importância se atentar a alguns cuidados e precauções antes e durante a operação de máquinas como a serra policorte. Por isso, esteja alerta às seguintes condições para que tudo ocorra na mais perfeita tranquilidade: 2. Use discos de serra recomendadas pelo fabricante e adequadas para o material a ser trabalhado. 3. Defina a peça de maneira correta e firme, apoiando-a no ângulo de parada e usando o eixo de aperto. 4. Não realize operações de ajuste, troca da disco, limpeza ou manutenção com o equipamento em funcionamento. 5. Faça uso de todos os EPIs recomendados e obrigatórios para o trabalho. 6. Materiais e substâncias combustíveis ou inflamáveis não devem ser armazenados nas imediações do equipamento. 7. Evite tocar diretamente na peça com as mãos, use meios auxiliares e luvas de proteção. 8. Preste atenção especial às áreas da serra que podem estar quentes durante o uso, especialmente no disco da serra. 9. Em caso de falha, pressione o botão de parada de emergência e se dirija à pessoa responsável pela revisão ou reparo e sinalize corretamente o equipamento. 10. E por último, siga sempre as instruções no manual sobre a adoção de medidas preventivas, além de conhecer os outros aspectos importantes para manusear a serra policorte que você adquiriu de maneira correta. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 LIXADEIRA REQUISITOS DE SEGURANÇA 1. Inspecione o equipamento antes do inicio da atividade: disco, proteções e cabo; 2. Faça uma verificação da rede elétrica de alimentação do equipamento: localização da chave geral, aspecto geral do quadro – voltagem, conjunto plug tomada, diferencial residual etc. 3. EPI’s obrigatórios para operação de lixadeiras: Calça e camiseta manga longa, botina, luva de raspa ou vaqueta (apenas p segurar o material, na mão de apoio não use luva), capacete com máscara facial e protetor concha acoplado; 4. Use a lixadeira preferencialmente sobre uma bancada de trabalho segura, quando não for possível tenha atenção e não deixe partes do corpo expostas ao disco. Cuidado com mangas da roupa. 5. Adornos são proibidos. Retire relógios, anéis, colares etc. 6. Ao iniciar o trabalho com a ferramenta, segure-a sempre com ambas as mãos e mantenha uma posição firme; 7. É obrigatório o uso de a empunhadeira auxiliar durante todos os trabalhos com a ferramenta; 8. A capa de proteção deve estar montada ao trabalhar com disco de desbaste/corte; 9. Observar as recomendações do fabricante sobre a montagem e a utilização dos acessórios abrasivos; 10. Controlar os acessórios antes da utilização. O acessório deve estar corretamente montado e girar livremente. Efetuar um funcionamento de teste no mínimo durante 30 segundos, sem carga. Acessórios danificados, descentrados ou vibrando não devem ser utilizados; 11. Observar as dimensões dos discos abrasivos. O diâmetro de furo deve ajustar-se sem folga ao flange. Não utilizar peças de redução ou adaptadores; 12. Proteger os acessórios contra golpes, trepidações, graxa e óleo; 13. A máquina só deve ser utilizada para serviço a seco; 14. O lado fechado da capa de proteção deve estar montado de forma a proteger o operador contra fagulhas. Apertar o parafuso de aperto da capa de proteção; 15. Atenção com a projeção de fagulhas, materiais combustíveis e inflamáveis devem ser retirados do entorno. A passagem de terceiros deve ser proibida com sinalização. Avalie se há necessidade de anteparo contra propagação de fagulhas. 16. Manter o cabo sempre atrás da máquina; 17. O plugue deve ser conectado na tomada somente com o interruptor desligado; 18. Só encostar-se à peça a ser trabalhada quando a máquina já estiver ligada; 19. Sempre segurar a máquina de modo que as fagulhas sejam projetadas em direção oposta ao operador; 20. Jamais utilize disco de corte para desbastar, é toda vez eu utilizar um equipamento elétrico devera ter próximo do local um extintor de incêndio; 21. O motor gira por inércia após ser desligado. Após desligar a máquina, não freá-la através de pressão lateral do disco abrasivo; 22. Sempre desligue e deixe que o motor pare, antes de colocar a máquina sobre qualquer superfície. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 CAMINHÃO BETONEIRA – TERCEIRIZADO REQUISITOS DE SEGURANÇA: O concreto usinado será fornecido por empresa terceira (a definir). O operador da bomba e motorista são terceiros e devem antes de iniciar a concretagem entregar a documentação pertinente a engenharia/mestre de obras e estar devidamente equipados com respectivos equipamentos de proteção individual. Antes de iniciar a concretagem realize um check list do equipamento; Verificar se é seguro o local para posicionamento do equipamento. Barrancos e aterros podem causar sérios acidentes. Devemos sempre considerar as recomendações do manual de segurança, entre elas: Utilizar os calços, manter o equipamento nivelado (máximo 3 graus), deixar os pneus ligeiramente encostados no chão e manter uma distância segura da rede elétrica (5 metros mínimo), evitando acidentes como: queda do equipamento, balanço excessivo do mastro, movimentação involuntária do mastro. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 BOMBA LANÇA Para o uso da bomba lança, atentar-se as seguintes observações: Durante o manuseio da bomba lança de concreto do caminhão, verifique a conservação dos equipamentos: a produtividade está diretamente ligada às condições da bomba, por isso, é importante que ela esteja em bom estado de uso; Confira o diâmetro da tubulação: para permitir a passagem do concreto, é preciso que o diâmetro da tubulação tenha, no mínimo, três vezes a maior dimensão dos agregados considerados no traço do concreto; Acompanhe a lubrificação da tubulação: a passagem da nata de cimento é necessária antes do bombeamento de concreto, dessa forma, reduz-se a possibilidade de travamento do concreto durante o bombeamento; Utilize reforços nos pontos críticos da tubulação: a tubulação sofrerá golpes de aríete durante o bombeamento de concreto, portanto, é importante utilizar reforços em pontos delicados como curvas, mantenha todos os pontos de encaixe devidamente travados conforme manual do equipamento; Devido a sua grande dimensão, a lança é instalada sobre o caminhão e o braço articulado pode ser dividido em três ou quatro partes. Sua operação é facilitada, utilizando controle remoto, e pode ser realizada por apenas um operador, o qual deve ficar em um ponto seguro e que tenha ampla visão das atividades, caso o mesmo tenha que estar em um ambiente com risco de queda, o uso do cinto de segurança se faz necessário durante todas as atividades. A altura alcançada pode ser de até 60 metros, lembrar de travar as rodas do veículo. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 REQUISITOS DE BETONEIRA SEGURANÇA: 1. Conheça bem o equipamento que será utilizado Uma betoneira possui os seguintes elementos: • Tambor rotativo: executa um giro constante, que contribui para o preparo da mistura; • Pás de mistura: situadas dentro do tambor, elas ajudam a mexer a mistura; • Casinha do motor: local onde está a chave para ligar/desligar; • Braço reforçado ou basculante: situado logo abaixo do tambor; • Pedal de trava: dispositivo que, quando acionado, inclina o motor; • Volante: dispositivo cuja finalidade é colocar o equipamento em qualquer inclinação, manipulando melhor a betoneira; • Chassi reforçado: é o esqueleto do equipamento, responsável pela interligação entre todas as suas partes; • Setor basculante: dispositivo que ajuda na rotação da betoneira; • Pinhão do volante; • Cremalheira e pinhão; • Rodas: para locomoção do equipamento. 2. Saiba como funcionam os diferentes tipos de betoneira • Betoneira fixa: modelo irremovível, sem movimento algum. Contudo, apesar de não ter rodas para seu deslocamento, apresenta todas as outras características necessárias para a realização da mistura; • Betoneira semi-fixa: modelo muito comum de betoneira, e parecido com a fixa. No entanto, possui rodas, permitindo que a betoneira seja removida para outros pontos; • Betoneira automática: modelo de betoneira que possui esteiras rolantes — destacando-se pela sua praticidade, já que não exige esforço para sua locomoção; • Betoneira móvel: um modelo ainda mais avançado, que é implantado em um caminhão com um excelente sistema hidráulico. Assim, pode ser transportado para qualquer obra, mantendo sempre o giro constante de seu tambor. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 3. Utilize todos os equipamentos de proteção indicados pelo fabricante Ao operar a betoneira, é fundamental usar equipamentos de segurança como óculos, luvas, capacete, máscaras, protetores auditivos, botas, cintos de segurança e roupa adequada, conforme local e atividade desenvolvida. Além disso, não utilize o equipamento se estiver cansado ou desconcentrado. 4. Não se esqueça de aterrar o equipamento e verificar se não há fios desencapados O principal acidente com esse tipo de máquina está relacionado às descargas elétricas. Então, para preveni- las, aterre o equipamento de forma adequada e certifique-se que não existam fios ou partes elétricas desprotegidas. 5. Mantenha o equipamento em um local distante do trânsito de pessoas Somente deixe a betoneira ligada enquanto a massa estiver em movimento, e nunca aproxime suas mãos das peças que produzem o movimento da máquina. Faça revisões e manutenções periódicas no equipamento Tambor de mistura e pás Sempre, após a utilização do equipamento, você deve limpar o tambor e as pás. Para tanto, utilize uma mangueira de água e uma espátula, removendo todo o cimento antes que ele seque. Em alguns casos, também pode ser necessário usar de uma lavadora de alta pressão. Motor A limpeza do motor é essencial para prolongar a vida útil do equipamento. Assim, para remover a poeira e resíduos que possam comprometer o seu bom funcionamento, utilize um compressor de ar ou um soprador. Engrenagem, pinhão e rolamentos Já para evitar o desgaste excessivo das peças por conta da fricção comum, o ideal é lubrificar as engrenagens, o pinhão e os rolamentos da betoneira. Nesse caso, utilize um lubrificante de spray ou o óleo adequado — não use graxa. Além disso, mantenha a cremalheira sempre limpa e regulada com o pinhão, a fim de garantir o bom funcionamento da máquina. 7. Veja a ordem de colocação de materiais Geralmente, coloca-se, antes, uma pequena quantidade de água, seguida de brita, areia e cimento. Em seguida, acrescenta-se o restante da água e aditivos, quando especificados, controlando sempre a umidade ideal para cada tipo de concreto ou argamassa. Recomendações finais • Verifique a estabilidade da betoneira, levando em conta o peso e o movimento constante que ela realiza ao misturar o concreto; • Lembre-se de que o concreto deve ser virado e misturado sempre com a betoneira em um ângulo de 45º; • Nunca despeje o cimento sem que haja água no interior da betoneira — caso contrário, ele poderá ficar grudado no fundo do equipamento; • Saiba que o protetor auricular é o equipamento de proteção individual mais importante que o profissional que trabalha com a betoneira deve utilizar. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 USO DE VIBRADOR DE IMERSÃO REQUISITOS DE SEGURANÇA: No local de trabalho • Verifique se o equipamento não sofreu alguma avaria durante o transporte. Todo e qualquer problema, inclusive de funcionamento, deverá ser comunicado no ato à locatária do equipamento que tomará as providências necessárias. • Retire do local tudo que possa atrapalhar o serviço. • Isole o local onde se vai trabalhar, não permita o acesso de outras pessoas, especialmente crianças. • Instale o equipamento em local nivelado. • É proibido vibrar ferragens utilizando a ponta do vibrador como alavanca. • Não utilize o equipamento com peças soltas ou danificadas. • Não retire partes da máquina. • Ligue num circuito elétrico com disjuntor compatível. • Durante as paradas para descanso, troca de acessórios e até mesmo manutenção, desligue o equipamento sempre puxando pelo plug, nunca pelo fio. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 9. ACIONAMENTO E USO DO EQUIPAMENTO ELÉTRICO • Ligue a máquina à rede elétrica, e acione o gatilho. • Deixe que o mangote penetre no concreto pelo próprio peso. A camada nivelada de concreto deverá ter uma profundidade de até 30 cm e as penetrações devem ser feitas a uma distância de 30 a 50 cm. • Geralmente, o concreto estará vibrado entre 5 e 10 segundos, quando a superfície que rodeia o tubo ficar brilhante (nata) e não subir mais bolhas de ar. • O mangote deverá ser retirado do concreto lentamente para evitar a formação de buracos. • Não parar o motor antes de retirar totalmente o mangote do concreto. Gasolina • Encaixe o mangote no motor. • Abra a torneira do combustível e ajuste o interruptor do motor para a posição ON (ligado). Se o motor estiver frio, ligue o afogador para injetar combustível no carburador. • Regule o acelerador na metade do curso. • Puxe levemente a corda de partida até sentir resistência. Em seguida, puxe-a rapidamente até dar partida. • Com o motor em funcionamento, retorne as alavancas de afogador e acelerador à posição normal, espere alguns segundos até firmar a marcha lenta. • Utilize com o acelerador no máximo para trabalhar. • Nunca funcione o motor sem filtro de ar. Desligamento do equipamento • Para desligar o equipamento, acionar o comando LIGA / DESLIGA. • Para desligá-lo definitivamente retire da rede elétrica. • Nos motores a gasolina, desligue o interruptor do motor até a posição OFF (desligado) e feche a válvula de combustível. MARTELO ROMPEDOR REQUISITOS DE SEGURANÇA: 1. Evite realizar o pré-furo. Essa prática, apesar de comum, dificulta a correta centralização da broca e compromete a estabilidade da ferramenta. Isso pode colocar em risco a segurança do operador. 2. Quando fizer a troca de broca dos marteles, use graxa para lubrificação. 3. Esteja sempre atento ao manusear essa ferramenta. Antes de ligar o martelete, verifique se tudo está bem ajustado e funcionando. 4. Sempre que for perfurar lugares em que exista a possibilidade de encontrar canos de água, esgoto, rede elétrica ou tubos de gás, certifique-se de estar realizando o trabalho no local certo. Verifique com a companhia responsável, o mapa dos tubos. O martele pode perfurar algumas dessas estruturas e causar acidentes. 5. Não é necessário colocar força para operar a ferramenta. Deixe que ela realize o trabalho. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 10. NR 18 – CONDIÇÕES DO MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL TREINAMENTOS DE CAPACITAÇÃO – INTEGRAÇÃO/PERIÓDICO: Em relação ao pessoal, todos os funcionários deverão receber treinamento de quatro horas bienal de forma a assegurar que todos estejam informados sobre os materiais, equipamentos com os quais estão trabalhando e principalmente, a forma correta para o desenvolvimento de suas atividades. CUMPRIMENTO DA NR 18 PARA ÁREAS DE VIVENCIA 10.1 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS De acordo com a NR 18 18.5.5 Deve ser de, no máximo, 150 m (cento e cinquenta metros) o deslocamento do trabalhador do seu posto de trabalho até a instalação sanitária mais próxima. Os banheiros serão dotados com números de vasos, mictórios e lavatórios suficientes para atender o número de trabalhadores, conforme a NR 18 da portaria 3.214 do MTE. PROPORÇÃO MÍNIMA 1 Lavatório Vaso Sanitário Mictório. 1 Conjunto a cada 20 Trabalhadores 1 Chuveiro. 1 Unidade a cada 10 trabalhadores. Devem ter piso impermeáveis, laváveis e de acabamento antiderrapante; Não se ligar diretamente a locais destinados para refeições; Ter pé direito mínimo de 2,50 metros de altura, ou respeitando –se o que se destina o código de obras do município de obras; Estar situada em locais de fácil e seguro acesso, não sendo permitido um deslocamento superior a 150 metros do posto de trabalho aos gabinetes sanitários, mictórios e lavatórios; Os lavatórios devem: Ser individual ou coletivo tipo calha; Ter revestimento interno de material liso, impermeável e lavável; Ter espaçamento mínimo entre as torneiras de 0,60 m, quando coletivos; Dispor de recipientes para coleta de papeis usados. Os locais destinados a vasos sanitários deve: Ter área de 1 metro quadrado; Ser provido de porta com trinco interno e borda inferior de no máximo 0,15 m de altura; Ser provido de recipiente com tampa, para depósito de papeis usados, sendo obrigatório o fornecimento de papel higiênico; Os vasos sanitários devem ser de bacia turca ou sifonado, ter caixa de descarga ou válvula automática. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Os mictórios devem: Ser individual ou coletivo tipo calha; Ter revestimento interno de material liso, impermeável e lavável; Ser provido de descarga provocada ou automática; No mictório tipo calha, cada segmento de 0,60 m deve corresponder a um mictório tipo cuba. As áreas destinadas a chuveiros devem: Ter área mínima de 0,80 m quadrados, com altura de 2,10 m do piso; Os pisos dos locais onde forem instalados os chuveiros devem ter caimento que assegurem o escoamento da água para a rede de esgoto, e ser de material antiderrapante; Ser de água aquecida; Deve haver um suporte para sabonete e cabide para toalha, correspondente a cada chuveiro; 10.2 LOCAIS PARA REFEIÇÕES Será disponibilizado no canteiro de obras, local adequado para realizar as refeições. O refeitório deverá estar dentro das instalações da obra, possuindo um mínimo de cadeiras e mesas que atendam o contingente da obra, por turno de almoço. O local destinado as refeições dos empregados deverá atender as recomendações da Resolução da ANVISA / RDC nº 216 de 15/09/2004, assim como a NR – 18 no que for pertinente. O local de refeições, NÃO poderá ser utilizado como área de recreação, assim sendo, devem ser previstos locais específicos, contemplando, no máximo, jogos de mesa e televisão. E ainda: 1. Ter paredes de alvenaria, madeira ou material equivalente; 2. Ter piso de concreto, cimentado, madeira ou material equivalente; 3. Ter cobertura que proteja contra intempéries; 4. Ter área de ventilação correspondente a 1/10 da área do piso; 5. Ter pé direito mínimo de 2,50 m ou respeitando o que determina o código de obras do munícipio da região; 6. Ser mantido em perfeito estado de conservação, higiene e limpeza. 7. Ter bancos em número suficiente para atender aos usuários, com largura mínima de 0,30 m. 8. Ter as mesas cobertura de material impermeável para facilitar a limpeza. 9. Possuir lixeiras suficientes para separação seletiva de resíduos; 10. Possuir dispositivo móvel para extinção a princípios de incêndio tipo Pó químico (preferencialmente); 11. Dispositivo que atenda aos requisitos de higiene e segurança para aquecimento dos alimentos daqueles colaboradores que optem em levar sua refeição; 12. Ter iluminação artificial quando a natural não for suficiente, respeitando as normas de segurança para instalações elétricas provisórias; 13. Possuir dispositivo independente e fixo dotado de torneira para higienização das mãos (e ainda: sabonete líquido e toalha de papel); 14. Fornecimento de agua potável e fresca – bebedouro no local ou proximidades; 15. O local das refeições não deve ter acesso direto a banheiros e vestiários, sendo relevante que sua disposição não faça divisa com os mesmos; PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 - PROJETO ÁREA DE VIVENCIA ANEXO *qualquer alteração no layout deve ser alterada no PGR PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 10.3 ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS 1. As escadas fixas, as passarelas e as rampas possuirão corrimão, patamar intermediário e rodapé, obedecendose aos dimensionamentos que forem estabelecidos na NR-18, para maior conforto e segurança; 2. Ser construídas e mantidas em perfeitas condições de uso e segurança; 3. Ser fixadas no piso inferior e superior, não ultrapassando 30º (trinta graus) de inclinação em relação ao piso; 4. Quando sua inclinação for superior a 18º, devem ser providas de peças transversais, espaçadas em 0,40 m no máximo; 5. Ser providas de sistema de guarda corpo e rodapé, conforme: 6. Ser construída com altura de 1,20 m para travessão superior e 0,70 m para travessão intermediário; 7. Ter rodapé com altura de 0,20 m; 8. Ter vão entre as travessas preenchidos com tela ou outro dispositivo que garanta o fechamento seguro da abertura. 9. Rampas usadas para trânsito de caminhões devem ter largura mínima de 4,0 m, e ser fixadas em suas extremidades; 10. Não devem existir ressaltos entre o piso da passarela e o piso do terreno; 11. Os apoios das extremidades devem ser dimensionados em função do cumprimento total das mesmas e das cargas as que estarão submetidas. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 ESCADAS MANUAIS 1. Os montantes – são elementos verticais para fixação das travessas (degraus) da escada, capazes de suportar o esforço solicitado, com comprimento máximo de 7 m (sete metros) e espaçamento entre eles de no mínimo 0,45 m (quarenta e cinco centímetros) e no máximo de 0,55 m (cinquenta e cinco centímetros). 2. As travessas (degraus) – são elementos horizontais fixados nos montantes, capazes de suportar o esforço solicitado, com espaçamento entre eles de no mínimo 0,25 m (vinte e cinco centímetros) e no máximo de 0,30 m (trinta centímetros), de forma constante, devendo suportar uma carga de 160 Kgf (cento e sessenta quilogramas-força) em seu ponto mais desfavorável. As travessas deverão ser fixadas aos montantes por meio de cavilhas ou outros meios que garantam sua rigidez. 3. A escada deve ser firmemente apoiada e ultrapassar 1 m (um metro) o ponto de apoio superior. 4. Os trabalhadores que utilizarem escadas de uso individual (de mão) devem usar sempre as duas mãos. Eventuais cargas (equipamentos e materiais leves) deverão ser içados em bolsas ou outros recipientes semelhantes. 5. Não é permitida a união de duas ou mais escadas, bem como prolongar seus montantes, visando aumentar o comprimento total da escada. 6. Na impossibilidade de nivelar o piso sobre o qual a escada será apoiada, será permitido o prolongamento do pé por meio de sistemas automáticos ou mecânicos. A amarração da escada na parte superior deve ser por meio de sistema de fixação adequado 1. As escadas de uso coletivo utilizadas em uso temporário, com o objetivo de transpor pessoas entre pisos com diferença de nível e para serviços em altura. 2. A escada de uso coletivo será utilizada quando mais de 20 trabalhadores estiverem realizando um trabalho que necessite transpor diferenças de nível. 3. A escada deve ser provida de um guarda-corpo com altura de 1,20 m (um metro e vinte centímetros) para o travessão superior, 0,70 m (setenta centímetros) para o travessão intermediário, com rodapé de 0,20 m (vinte centímetros) de altura. 4. A largura da escada de uso coletivo será definida em função do número de trabalhadores que a utilizarão, conforme tabela abaixo: PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 11. NR 35 - TRABALHO EM ALTURA Deverá a empresa ou em conjunto com sua contratante possuir: 1. ANALISE DE RISCO PARA AS ATIVIDADES ROTINEIRAS; 2. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PARA AS ATIVIDADES ROTINEIRAS 3. SISTEMAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVO EM ACORDO COM BASE EM UM PROJETO PREVIAMENTE DISCUTIDO E ELABORADO POR PROFISSIONAL PROFICIENTE. 4.TREINAMENTO BIENAL DE 8H Todos os trabalhos em altura igual ou superior a 2m devem atender os requisitos da NR 18, NR 35 e RPT 01 condicionadas neste programa. No item 35.4.2 da NR 35 recomenda se que no planejamento do trabalho devem ser adotadas medidas de segurança com a seguinte hierarquia: a) Medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução; b) Medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma; c) medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado. Em anexo: 1. Projeto dos SPCQ 2. Memorial de Calculo 3. Sistemática de autorização para trabalho em altura 4. Check list dos sistemas SPCQ 5. Plano de atendimento a emergências PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Plano de atendimento a emergências Responsabilidade da obra, elaboração e implementação, medidas de atendimento a eventuais emergências, como mal subido acidentes com lesões escoriações e até mesmo fraturas, e queimaduras adotar kit de primeiros socorros, bem como mecanismos de transporte se necessário, meios de atendimento rápido e eficaz, lista dos hospitais da região, bem como as distancias. Possuir procedimento especifico para resgate em caso de quedas e suspensão inerte, e demais trabalhos em altura. Inserir no procedimento medidas de combate a princípios de incêndios e medias de controle de acidentes com queimados e hospitais da região. No plano também devem contempladas as medidas a serem adotadas em casos de acidentes com animais peçonhentos, bem como hospitais de referência com soro antiofídico, mais próximos. Equipe treinada para atendimento a emergências, bem como demais recomendações indicadas no PCMSO da empresa. Adotar placas com telefones uteis em caso de emergência. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Proteção contra incêndios Toda a obra deve possuir equipamento suficiente para combater o fogo em seu início, para isso os funcionários deverão ser treinados/orientados quanto ao uso correto desses equipamentos; A probabilidade de ocorrer um incêndio na obra deve-se a Classe A, B e C conforme a seguir: Classe A - são materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam resíduos, como: tecidos, madeira, papel, fibra, etc. Classe B – São materiais que queimam na superfície, como: Combustíveis. Classe C – Quando ocorrem em equipamentos elétricos energizados como: motores, transformadores, quadros de distribuição, fios, etc. Os extintores deverão ser colocados em locais de fácil visualização e acesso e onde haja menos probabilidade de o fogo bloquear o seu acesso. INSTALAÇÃO PROVISÓRIA DO CANTEIRO DE OBRAS RISCO DE FOGO ÁGUA 10L CO2 6KG PQS 4KG ÁREA DE COBERTURA PARA O EXTINTOR (m2) DISTÂNCIA MÁXIMA (metros) Almoxarifado Médio X 250 10 Escritórios Grande X 300 20 Refeitório e vestiários Pequeno X 300 20 Maquinas e equipamentos Grande X 500 20 Instalação conforme risco do posto de trabalho PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 12. RELAÇÃODE EPIS X FUNÇÃO FUNÇÃO EPIS Estagiário X X X X Almoxarife X X X X Estagiário X X X X Engenheiro Civil X X X X Técnico de Seg. do Trabalho X X X X Aux. técnico X X X X Armador X X X X X X X X X X X Carpinteiro X X X X X X X X X X Servente X X X X X X X X X X Pedreiro X X X X X X X X X X Encarregado X X X X X X Operador máquinas e equipamentos X X X X X X X X PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 12.1 RELAÇÃO DE EPIS Protetor facial: Equipamento destinado à proteção do rosto dos colaboradores. Utilização: deverá ser utilizado em serviços com risco de projeções de quaisquer tipos de partículas sobre o rosto do funcionário, como durante a utilização de serra circular. Conservação: manter sempre limpo para boa visibilidade. Utilizar apenas pano macio, água e sabão neutro para limpeza. Nunca solventes. Protetor auricular: Equipamento destinado à proteção das pessoas que trabalham em locais com ruído elevado acima dos limites de tolerância. Utilização: Utilizados pelos funcionários que trabalham nos britadores, operação de máquinas, corte de materiais por disco, esmerilhadeira, lixamento de peças metálicas, e outras onde o ruído for alto. Conservação: manter sempre limpo para boa higiene e conforto. Solicitar a substituição, para higienização mensal ou de acordo com a periodicidade de utilização. Capacete: Equipamento destinado a proteger a cabeça contra impactos contundentes. Utilização: deverá ser utilizado constantemente por todos que acessarem o canteiro de obras, sua conservação e guarda é de responsabilidade do empregado. Conservação: manter limpo e evitar danos no casco e na carneira. Luva de látex: Luva de segurança confeccionada em borracha natural, revestimento interno em algodão flocado, antiderrapante na palma e face palmar dos dedos, punho com virola. Utilizada em atividades onde se manuseie produtos que sejam líquidos. Luva Poliamida ( PU ): Luva confeccionada em fibras sintéticas, revestimento na palma, face palmar e ponta dos dedos em poliuretano (PU) nas cores preto e branco. Utilização: Atividades que demandam proteção mecânica e sensibilidade tátil e com grau elevado de sujidade seca ou úmida. Não solta resíduos. Conservação: deverá ser solicitado um equipamento novo, quando o mesmo não apresentar condições de uso (estiver rasgado). Não deve ser submetido à umidade. Luvas de raspa de couro (ou equivalente): Equipamento utilizado para a proteção das mãos e punhos, contra riscos de ferimentos por corte, lacerações, etc. Utilização: deverá ser utilizada nos serviços de levantamento e transporte de materiais, e em todos aqueles que tragam riscos às mãos dos funcionários da área de produção. Conservação: deverá ser solicitado um equipamento novo, quando o mesmo não apresentar condições de uso. Não deve ser submetido à umidade. Vestimenta de trabalho: Roupa para trabalho destinada a proteger o corpo do funcionário do contato com as partículas em suspensão (poeiras). Recomendam-se roupas em tecido resistente, porém leve e confortável. Utilização: deverá ser usado durante os trabalhos dentro do canteiro de obras, observando que a barra da calça deve ficar sempre por cima do calçado de segurança. Conservação: o funcionário deve providenciar sua limpeza e manutenção. Somente será entregue uma nova muda contra a entrega da anterior. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Cinto de segurança: Equipamento destinado a limitar uma possível queda durante a execução de um trabalho que esteja sendo realizado a mais de dois metros de altura do piso. Utilização: deverá ser utilizado em trabalho superior a dois metros de altura, onde haja risco de queda, principalmente durante as atividades de forma e desforma em periferias, manutenção ou reparos de coberturas ou outros. O cinto deve ser do tipo paraquedista, com talabarte duplo e com conector maior ou igual a 50mm. Conservação: evitar o contato com materiais cortantes e químicos. Revisar, antes do uso, as condições das costuras, das partes metálicas, das conexões, do talabarte (não utilizar se o cabo tiver suas fibras soltas) e do mosquetão, assim como o deve ser revisado o cabo auxiliar de segurança, seu estado e sua correta fixação. Avental de raspa: Equipamento destinado à proteção do tronco e parte das pernas do trabalhador, quando da execução de serviços de solda, carpintaria, manipulação de peças com rebarbas e outros. Utilização: deverá ser utilizado quando da execução de serviços de solda, peças cortantes, proteção contra fagulhas (ex. no esmeril) e na carpintaria. Máscara contra poeiras: Equipamento destinado à proteção respiratória dos trabalhadores contra poeiras incômodas. Utilização: deverá ser utilizada quando no ambiente de trabalho houver poeiras inertes, cuja concentração seja desconfortável para o trabalho. Pela quantificação realizada na empresa e análise desses particulados, recomendamos o uso de máscaras simples contra poeiras (descartáveis) do tipo de fibras não-tecidos e que possui tira metálica para amoldar ao tipo de nariz e um elástico para prender a máscara à altura do nariz. Conservação: após o uso deve ser limpo e guardado em local seco, ventilado, evitando umidade e a exposição a contaminantes. Deverá ser trocada sempre que se encontrar saturada, perfurada, rasgada ou com falta de vedação. Calçado de segurança: Calçado destinado à proteção dos pés do trabalhador. Utilização: deve ser utilizado em todos os locais de produção da empresa, durante toda a jornada de trabalho. Conservação: o calçado deve ser periodicamente limpo e engraxado para manter o couro macio. Não devem ser submetidos em locais com excesso de umidade, para tal deve ser utilizada bota de borracha específica para a atividade em locais úmidos ou molhados. Óculos de segurança: Equipamento destinado a proteger os olhos dos trabalhadores contra partículas e poeiras em suspensão e produtos químicos. Utilização: deverá ser utilizado durante o ensacamento e carregamento de produtos, chapisco, assim como no manuseio de produtos químicos, lixamento, pintura e similares. Conservação: devem ser mantidos sempre limpos. Utilizar pano macio, água e sabão neutro. Importante: quando da ocorrência de fatos novos (condições esporádicas e não comuns), deve ser utilizado o EPI adequado à nova condição. Obs.: TODOS OS EPI’S DEVEM POSSUIR C.A (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego). PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 13. Maquinas e equipamentos: Fase fundação MARTELETE ROMPEDOR 10 KG E 15 KG, SERRA CIRCULAR MANUAL PARA MADEIRA, LAVADORA DE ALTA PRESSÃO, FURADEIRA SDS PLUS, VIBRADOR COSTAL, ESCAVADEIRA HIDRÁULICA, CAMINHÕES PARA CARGA DE TERRA DA ESCAVAÇÃO) OBS: Os funcionários devem possuir treinamento especifico para operação e montagem dos equipamentos. 14. ETAPAS DA OBRA X RISCOS IDENTIFICADOS E MEDIDAS DE AÇÃO ETAPA DA OBRA RISCOS E PERIGOS AÇÃO Demolição manual Quedas de diferença de nível, lesões escoriações cortes, queda de materiais. Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Demolição máquina Queda de paredes e vigas sobre a máquina, danos ao patrimônio e vizinhos. Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Escavação maquinas Contato acidental com pessoas, corte irregular talude, tombamento da maquina. Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas e projeto de escavação Bate estaca Avaliar o inventário de riscos Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Documentação do equipamento de acordo com N-12 e NR-11 Perfuratriz Avaliar o inventário de riscos Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas. Documentação do equipamento de acordo com N-12 e NR-11 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Escavação Avaliar o inventário de riscos Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Documentação do equipamento de acordo com N-12 e NR-11 Escavação manual Avaliar o inventário de riscos Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Quebra da cabeça das estacas Avaliar o inventário de riscos Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Luvas anti impacto – rompedor manual – atender NR-15 Fundação Execução de viga de contenção EXECUÇÃODE FORMA DA VIGA DAS CORTINAS Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Execução dos tirantes Execução dos tirantes Quedas, cortes perfurações, humidade, acidente com maOBRA ZENo hidráulico, e cordoalhas Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Execução de forma CARPINTARIA Risco de quedas, ruídos, Queda de diferença de nível. Documentação do equipamento de acordo com N-12 Montagem linha devida haste metálica Risco de quedas diferença de nível, cortes e perfurações, queda de materiais Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Hidráulica Risco de quedas diferença de nível, cortes e perfurações, queda de materiais Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Infraestrutura de Elétrica Avaliar o inventário de riscos Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas Acabamentos em geral Avaliar os riscos de acordo com inventaio dos terceiros Requer procedimento operacional especifico, com as medidas preventivas. As demais etapas da obra serão contempladas neste PGR na próxima revisão em AGOSTO de 2023, conforme planejamento prévio da obra. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 15. CONCLUSÃO CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES Os propósitos de uma avaliação de exposição a agentes de risco ambientais devem cumprir no mínimo os seguintes objetivos: Determinar os agentes de risco potenciais à saúde a que estão sujeitos os empregados, avaliando e diferenciando entre exposições aceitáveis e inaceitáveis e implementando medidas de controle quando exposições inaceitáveis são identificadas. Estabelecer e documentar os níveis de exposição de todos os empregados, ficando assim definido um ponto de partida que servirá como guia para cada nova avaliação de exposição, permitindo verificar sua tendência ao longo do tempo. Estes registros são também de vital importância para estudos futuros de epidemiologia. Assegurar e demonstrar conformidade das exposições com padrões governamentais ou outros mais restritivos. No sentido de alcançar estes objetivos, a (ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA.) deve prosseguir com seus programas de controle das exposições, introduzindo melhorias através das seguintes diretrizes: Medidas de Controle de Engenharia (Coletivos) Efetuar estudos de engenharia para proteções coletivas mais eficientes e seguras Realizar estudo de engenharia quanto proteção antes do início das atividades em obras. 15.1 Procedimentos de Trabalho e Controles Administrativos Estas recomendações referem-se ao controle de exposição baseado em ações específicas do empregador e empregado, relativo à execução dos trabalhos, não incluindo o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Assegurar e incentivar os funcionários a adotarem as seguintes posturas de trabalho, para reduzir as exposições: Observar, informar e corrigir imediatamente vazamentos visíveis de agentes químicos. Evitar a permanência de recipientes abertos (baldes de drenagem de pontos de amostragem, etc), com produtos nas áreas industriais. Quando trabalhando próximo a fontes conhecidas de emissão posicionar-se, sempre que possível, a montante da fonte, de costas para a origem do vento. Minimizar o tempo de execução ou permanência junto de atividades com alto potencial de risco de exposição (agentes químicos e físicos). Maximizar a distância, quando estiver observando atividades com alto potencial de risco de exposição (agentes químicos e físicos). PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 Movimentar-se por ruas ou passagens onde as exposições a agentes químicos ou físicos sejam de menor concentração ou intensidade. Reavaliar anualmente o PGR, conforme exigência legal prevista na NR-1.5, para avaliação do seu desenvolvimento, ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. Solicitar dos fornecedores as Fichas de Informação de Segurança das Matérias Primas e outros produtos manipulados dentro das instalações, contendo a composição, propriedades físico-químicas, efeitos à saúde, limites de tolerância, primeiros socorros, etc. e divulgar estas informações aos empregados. 15.2 Treinamentos Prover treinamento sobre os seguintes aspectos: Saúde/Higiene Ocupacional: PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos; Resultados das Avaliações Quantitativas de Exposição aos Agentes de Risco, aspectos toxicológicos dos agentes, efeitos à saúde, primeiros socorros; Segurança Industrial: utilização de EPIs, Ficha de Segurança dos Produtos, melhores práticas de trabalho. Promover a implantação do PPR (PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA). PROMOVER A ELABORAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO LET (LAUDO ERGONOMICO DE TRABALHO) EM TODOS OS SETORES DA EMPRESA. TREINAMENTOS Todos os funcionários próprios ou terceiros deverão receber treinamento inicial e periódico em Saúde, Higiene e Segurança do Trabalho, a ser administrado pela equipe de segurança da empresa ou por profissionais com proficiência no assunto de acordo com cada tipo de treinamento. TREINAMENTO DURAÇÃO FUNÇÃO VALIDADE RECICLAGEM Treinamento Admissional – NR -18 4 Horas Todos os funcionários da obra Bienal A critério da empresa INTEGRAÇÃO DE SEGURANÇA NO TRABALHO ESPECÍFICA PARA O CANTEIRO DE OBRAS 2 Horas (Recomendação) Anual A critério da empresa NR-35 – TRABALHO EM ALTURA 8 Horas Profissionais que atuam em altura acima de 2m onde haja risco de quedas Bienal 08 horas NR-05 - CIPA 8 Horas Designados e Cipeiros Anual 8 HORAS NR-10 – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 40 Horas Profissionais que atuam em equipamentos elétricos de baixa tensão Bienal Quando há troca de empresa, modificações significativas de métodos e processos de trabalho. NR-11 – TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS Sem especificação definida. Operadores de equipamentos de transporte motorizad Não se aplica PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 NR-12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS * Recomenda verificar o manual Operadores de máquinas e equipamentos Não se aplica NR-33 – SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS 16 ou 40 horas Profissionais que atuam em espaços confinadas Anual 08 horas ou antes quando atender a NR- 33.3.5.2 NR-18 – OPERADOR DE GRUA 80 Horas (CAPACITAÇÃO) Operador de grua A critério da empresa NR-18 – OPERADOR DE multi guincho ou guincho de coluna 4 Horas Operador de guincho de coluna / multiguincho e/ou minigrua Bienal A critério da empresa NR-18 – SINALEIRO / AMARRADOR DE empregador CARGAS 16 Horas Amarrador de cargas Bienal OPERADOR DE ELEVADOR 16 Horas Operador de elevador cremalheira Anual 4 HORAS OPERADOR ANDAIME SUSPENSO 8 Horas Profissionais que irão utilizar Balancim Anual 4 HORAS 15.3 Monitoramento Para uma efetiva demonstração e confirmação quanto aos Graus de Risco de Exposição dos GSEs aos agentes de risco, a ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA deverá continuar com sua estratégia de avaliação quantitativa para os agentes de risco priorizados, conforme Programa de Monitoramento e Controle Ambiental de Agentes Químicos e Ruído. 15.4 Equipamentos de Proteção Individual Onde os Procedimentos de Trabalho não forem suficientes para reduzir completamente a exposição a níveis aceitáveis, a ZEN-BIDESE GP SCHMIDT EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA deve adotar como último recurso a utilização de Equipamentos de Proteção Individual. Diante dos novos resultados das avaliações quantitativas de exposição aos agentes químicos reavaliar o Programa de Proteção Respiratória. Diante dos novos resultados das avaliações quantitativas de exposição ao ruído reavaliar Programa de Conservação Auditiva. PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 16. RESPONSABILIDADES 16.1 Responsáveis pela elaboração/revisão do PGR: NOME: Alexandre Tresso de Angelo - CREA SP 5069483858 /D DATA: ASSINATURA: DATA: 01/07/2023 16.2 Responsáveis pela Validação / Aprovação do PGR NOME: ASSINATURA: DATA: 01/07/2023 NOME: ASSINATURA: DATA: 01/07/2023 NOME: Fábio Prado - Técnico de Segurança do Trabalho – MTE – PR – 004455-5 DATA: ASSINATURA: DATA: 01/07/2023 PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 ANEXO 1 ART PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 ANEXO 2 LAYOUT DE CANTEIRO DE OBRAS PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 ANEXO 3 PROJETO SGCR PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Revisão: 00 01/07/2023 ANEXO 4 PROJETO SPCQ 2023-07-14T05:49:29-0300 ALEXANDRE TRESSO DE ANGELO:32536760804