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A independência aconteceu entre o século XIX após a crise do absolutismo, as 
ideias iluministas de liberdade e igualdade acabaram influenciando a elite criolla 
que comandou a luta por independência e conseguiu apoio do povão. 
No processo de colonização da América Espanhola os espanhóis mataram diversos 
nativos que já viviam ali por muitos e muitos anos antes deles chegarem, isso 
causou diverso conflitos. 
Os criollos eram filhos de chapetones assim sendo filhos de espanhóis que viviam 
na América, que possuíam o poder local, eles não gostavam da falta de autonomia 
na vida política. Mas os criollos não eram os únicos 
insatisfeitos com os espanhóis, haviam também os indígenas 
que passavam difíceis situações como a falta de voz na 
política, dificuldades de sobreviver e a metrópole só os viam 
como mão de obra para trabalhar na agricultura e na 
mineração e nem recebiam salário por isso. 
Um dos maiores líderes foi Tupac Amaru II que foi o último imperador inca, ele deu 
início ao processo de independência no Peru, ele uniu diversos grupos em busca de 
independência como indígenas, criollos e até espanhóis. Mas infelizmente ele foi 
morto em praça pública. 
O México teve a seu movimento de revolução para busca de independência em 
1810 mas só teve sua emancipação em 1821 conquistada por um crillo chamado 
de Augustín de Iturbide, o México se destacava em sua produção agrícola e na 
exploração de minérios, houve um líder criollo conhecido como Miguel Hidalgo que 
era padre, ele apoiava o fim do trabalho escravo, ele conduziu um grande grupo 
diversificado e em 1810 ele liderou o movimento grito de Dolores que representou 
o início de sua luta contra a metrópole mas ele acabou sendo preso e morto. 
O grande imperador francês Napoleão Bonaparte que enfrentava guerras para ter 
expansão territorial, influenciou na Independência, por que ele decretou o 
bloqueio continental que decretava que quem comercializasse com a Inglaterra 
ele iria invadir o território, pois então ele invadiu a Espanha e Portugal e colocou 
o seu irmão José Bonaparte no lugar do rei da Espanha. E com a saída de 
Fernando VII que era o rei da Espanha a população teve mais autonomia no 
comércio e política como nunca teve antes já que o poder metropolitano sobre a 
colônia diminuiu. Assim as colônias espanholas passaram a ser indiretamente da 
França o que não agradou a população, Napoleão sofreu a derrota em 1815 na 
Europa. 
A partir do Congresso de Viena foi que houve a formação da Santa Aliança, onde o 
império da Rússia, Prússia e Áustria queriam voltar a ter um império absolutista e 
então a Espanha com ajuda da Santa Aliança voltou a ser um império absolutista. 
E foi quando a elite criolla se rebelou contra a monarquia pois não queriam o 
processo de colonização na América Espanhola, já os chapetones apoiavam a 
manutenção da colonização. 
O processo de independência foi comandado pela elite pois eles tinham medo que 
houvesse a estabilização do poder popular onde eles 
perderiam seus poderes e privilégios. A Inglaterra 
também influenciou no processo de independência, pois 
eles queriam comercializar com a América Espanhola, já 
os Estados Unidos através da doutrina Monroe “América 
para americanos” queriam a América independente, mas 
que fosse controlada por eles. 
Os libertadores da América foram San Martín, Antônio Sucre e Simon Bolívar que 
tinham origem da elite criolla. 
E hoje em dia tem a competição de futebol “libertadores” em homenagem aos três 
libertadores da América. 
San Martín foi um general da Argentina e o primeiro líder da parte sul da América 
do Sul que obteve sucesso no seu esforço para a independência da Espanha, ele 
participou do processo de independência do Peru, Chile e Argentina. Em 1816 
houve o Congresso de Tucumán onde foi decretada a independência das Províncias 
Unidas do rio da Prata. Onde Martín teve dificuldade para liderar. 
Já o Antônio Sucre foi um general da Venezuela que participou de diversas guerras 
e ajudou Bolívar. 
O mais famoso entre eles foi Simon Bolívar (1783-1830) que foi um militar nascido 
na Venezuela que foi influenciado pelos pensamentos iluministas para ele as 
nações deveriam se unir para ter proteção e laços econômicos, foi aí que surgiu o 
bolivarianismo. Então em 1815 ele escreveu a carta da Jamaica onde ele falava 
sobre o bolivarianismo (nações irmãs) para haver uma confederação contra 
colonizadores europeus. 
Ele era a favor do voto censitário, mas ele prometeu a escravizados e indígenas 
liberdade só para conseguir ter mais combatentes. 
Em 1879 a 1883 aconteceu a Guerra do Pacífico entre a Bolívia e o Chile, onde 
eles disputavam por áreas de mineração, no fim da guerra o Chile acabou 
anexando territórios do Peru e da Bolívia onde ela ficou sem saída para o mar 
influenciando em seu comercio marítimo e em sua economia. 
Esses libertários conseguiram expulsar os chapetones, mas não conseguiram 
manter o bolivarianismo por causa que os interesses 
dos libertadores afrontavam os pensamentos dos 
caudilhistas. Os caudilhos eram criollos que 
disputavam o poder de um certo lugar, onde esse 
líder militar dominava uma região e promovia 
carisma e era autoritário e até oferecia empregos, 
mas eles tinham interesses próprios e não em ajudar 
as pessoas como se fosse um coronel. Esse processo é 
bem parecido com o coronelismo que aconteceu no 
Brasil. 
A revolução de escravizados de São Domingos começou em 1791 foi uma revolta de 
escravos influenciados pelos pensamentos iluministas, 
que influenciou outras revoltas como a Revolta dos 
Malês, o líder do movimento foi um escravizado 
chamado François Dominique que infelizmente morreu 
lutando contra as tropas francesas, os escravizados 
que lutavam contra os abusos dos senhores das 
fazendas e da forma que eles tratavam os 
escravizados e faziam eles trabalharem, como se eles não fossem pessoas. A 
independência foi declarada só em 1794 junto com a abolição da escravidão, o 
Imperador Bonaparte mandou tropas para tentar silenciar as revoltas que se 
tornaram mais fortes após a Revolução Francesa. Houve outro líder após a morte 
de Dominique, que declarou a independência do Haiti em 1804 seu nome era Jean-
Jacques.

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