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INGLÊS 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 1 
 
 
 
 
COESÃO E COERÊNCIA 
 
A revisão textual é extremamente importante para 
garantir que o texto concretize, da melhor maneira possível, 
aquilo que pensamos em escrever, naquele momento e para 
aquela(s) pessoa(s). Nesse sentido é que vale a pena estudar 
os elementos textuais que têm como finalidade construir as 
significações. Para tanto, devemos pensar nos elementos que 
garantem a coesão e a coerência do texto. 
Quando pensamos em coesão textual, pensamos no 
emprego de determinados elementos da língua que garantem 
a boa articulação do texto, tornando-o compreensível. O 
estudo da coerência diz respeito aos elementos da situação de 
comunicação (quem escreve, para quem e com que intenção) e 
àqueles que garantem que existam relações entre as ideias, 
que haja harmonia entre elas, criando tanto uma unidade de 
sentido, quanto uma ausência de contradição. No momento da 
revisão textual, trata-se, portanto, de aprimorar o texto tanto 
no que se refere à articulação entre as partes (coesão), como 
em relação ao nexo, à harmonia entre as partes que o 
compõem e a adequação do texto à situação comunicativa 
(coerência). 
Como já abordamos alguns aspectos relativos à coesão, 
vamos centrar nossa análise textual aqui na coerência. 
Propomos que você leia a carta abaixo. Ela foi escrita por um 
correntista de um banco para o gerente da instituição com a 
intenção de conseguir um empréstimo para se matricular num 
curso. 
 
 
1 http://canaldoensino.com.br/blog/6-dicas-de-interpretacao-de-textos-em-
ingles (Adaptado e ampliado) 
 
 
Algumas Incoerências 
 
Note que a carta apresenta problemas de coerência, 
sobretudo em relação à inadequação da linguagem informal 
para uma situação comunicativa em que a formalidade é 
exigida. Formas linguísticas como "as you probably know", 
"just round the corner from your bank", "I was at this party the 
other day and I met", "you can do", "my brother thinks" e "I 
hope you'll say yes" poderiam ser eliminadas do texto, porque 
não adicionam nada de significativo ao que está sendo dito e, 
ainda, não são adequadas para compor uma carta endereçada 
a um gerente de banco, mas a um colega ou um amigo. 
Outras formas como "I have done about two years as a 
librarian", "a great course", "I'm looking forward to your 
letter" deveriam ser substituídas. E, assim, poderíamos ter "I 
have been working as a librarian", "an interesting course" e "I 
look forward to your letter", respectivamente - todas elas mais 
formais e menos coloquiais do que as anteriores. 
Um outro elemento a destacar é o fato de que a carta está 
mal organizada. Veja que o primeiro parágrafo não aborda a 
intenção do texto, ou seja, não esclarece o motivo da 
elaboração da carta, o que só fica evidente no terceiro 
parágrafo. Além disso, o texto não explicita a relação existente 
entre o empréstimo solicitado e o curso pretendido. Cabe ao 
leitor estabelecer essa relação, o que revela sua fragilidade em 
termos de coerência. 
 
INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS 
 
Quando estamos aprendendo inglês1, é muito comum nos 
depararmos com textos que julgamos indecifráveis. Ao ler 
tantas palavras desconhecidas, nos assustamos e muitas vezes 
desistimos de ler, antes mesmo de começar, ou, então, logo 
pegamos o bom e velho dicionário. Mas com estas 6 dicas de 
interpretação de textos em inglês, essa tarefa vai ficar mais 
fácil. 
Usar um dicionário, claro, é muito útil, mas recorrer a ele 
toda vez que se depara com uma palavra desconhecida não é a 
melhor forma de fazer uma leitura. Isso trunca o processo e 
atrapalha o desenvolvimento da fluência do estudante. Que tal, 
então, antes de recorrer ao dicionário, tentar concluir a sua 
1) Competências e 
Habilidades a) Compreender a 
utilização de mecanismos de 
coesão e coerência na 
produção escrita; b) 
Compreender de que forma 
determinada expressão pode 
ser interpretada em razão de 
aspectos sociais e/ou 
culturais; c) Analisar os 
recursos expressivos da 
linguagem verbal, 
relacionando textos e 
contextos mediante a 
natureza, função, organização, 
estrutura, de acordo com as 
condições de produção 
Dear Mr. Anderson, 
 
As you probably know, I have done about 
two years as a librarian at the Central 
Records Office, just round the corner from 
your bank, in fact, but I do not really think 
it is the sort of job I can do much longer. 
 
Anyway, I was at this party the other day 
and I met a friend and he told me about a 
great course you can do at the Oxford 
Business School, and my brother thinks I 
would get a good job if I did it. 
 
Do you think I could come and see you, and 
talk about a bank loan? About $200 would 
be enough. 
 
I'm looking forward to your letter. I hope 
you'll say yes. 
 
Yours sincerely, 
 
Jeremy Brown 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 2 
leitura, com eficiência, apenas captando o contexto do 
conteúdo? 
 
Veja algumas dicas para ajudá-lo na interpretação: 
 
1. Encontre um texto para treinar 
Escolha um conteúdo em inglês para fazer essa atividade: 
vale uma reportagem de revista, um artigo ou, até mesmo, um 
trecho de um livro. 
O importante é que o texto seja relativamente curto e 
aborde um assunto do seu interesse, para que o exercício não 
fique desinteressante. 
 
2. Faça uma leitura rápida 
Esqueça os detalhes! Passe os olhos, rapidamente, por todo 
o texto para tentar captar sua ideia principal. Muitas pessoas 
param a leitura do texto em inglês, logo no primeiro parágrafo, 
ao encontrar uma palavra que não conhecem. Isso não é 
necessário. 
Muitas vezes, nas próximas linhas, você encontrará mais 
referências que podem ajudar a decifrar a palavra misteriosa. 
Não se preocupe com os detalhes, na primeira leitura. 
 
3. Releia prestando atenção nos detalhes 
Depois de captar a essência do texto, você terá informações 
suficientes para relê-lo e se ater aos detalhes. Leia, novamente, 
cada parágrafo e se esforce para entender a ideia principal de 
todos eles. 
 
Se, no meio do processo, encontrar palavras 
desconhecidas, grife-as, mas não pare a leitura. Você ainda 
pode tentar entendê-las pelo contexto. 
 
4. Reveja as palavras grifadas 
Depois de ler parágrafo por parágrafo com atenção, retome 
as palavras que grifou e tente adivinhar o que significam. 
Depois de familiarizado com o conteúdo do texto, fica muito 
mais fácil decifrá-las. Se mesmo assim encontrar dificuldades, 
tente substituí-las por outras palavras ou expressões que 
conhece e que fariam sentido no texto – talvez você encontre 
sinônimos. 
 
5. Consulte o dicionário 
Só depois de analisar bem o texto é hora de pegar o 
dicionário! Confira se você acertou o significado das palavras 
desconhecidas que grifou. 
 
Se não, anote o significado correto em um caderno: isso 
ajuda a fixar o novo vocabulário. 
 
6. Releia o texto mais uma vez 
Conhecer o significado de uma palavra é tão importante 
quanto saber empregá-la corretamente em frases. Por isso, 
depois de descobrir a definição de cada vocábulo, leia o texto 
uma última vez para saber como utilizá-los corretamente em 
conversas e textos que escrever no futuro 
 
Técnica de leitura de texto de língua inglesa 
 
No Brasil, de um modo geral, o inglês instrumental é uma 
das abordagens do ensino do Inglês que centraliza a língua 
técnica e científica focalizando o emprego de estratégias 
específicas, em geral, voltadas à leitura. Seu foco é desenvolver 
a capacidade de compreensão de textos de diversas áreas do 
conhecimento. O estudo da gramática restringe-se a um 
mínimo necessário normalmente associado a um texto atual 
ou similar que foi veiculado em periódicos. O conhecimento de 
uma boa quantidade de palavras também faz parte das 
técnicas que serão relacionadas abaixo. 
 
O que é Inglês Instrumental? 
 
Também conhecido como Inglês para Fins Específicos - 
ESP, o Inglês Instrumental fundamenta-se no treinamento 
instrumental dessa língua. Tem como objetivoessencial 
proporcionar ao aluno, em curto prazo, a capacidade de ler e 
compreender aquilo que for de extrema importância e 
fundamental para que este possa desempenhar a atividade de 
leitura em uma área específica. 
 
Estratégias de leitura 
Algumas estratégias de leitura são consideradas básicas no 
Inglês Instrumental, a saber: 
 
- Skimming: trata-se de uma estratégia onde o leitor vai 
buscar a ideia geral do texto através de uma leitura rápida, sem 
apegar-se a ideias mínimas ou específicas, para dizer sobre o 
que o texto trata. 
 
- Scanning: através do scanning, o leitor busca ideias 
específicas no texto. Isso ocorre pela leitura do texto à procura 
de um detalhe específico. Praticamos o scanning diariamente 
para encontrarmos um número na lista telefônica, selecionar 
um e-mail para ler, etc. 
 
- Cognatos: são palavras idênticas ou parecidas entre duas 
línguas e que possuem o mesmo significado, como a palavra 
“vírus” é escrita igualmente em português e inglês, a única 
diferença é que em português a palavra recebe acentuação. 
Porém, é preciso atentar para os chamados falsos cognatos, ou 
seja, palavras que são escritas igual ou parecidas, mas com o 
significado diferente, como “evaluation”, que pode ser 
confundida com “evolução” onde na verdade, significa 
“avaliação”. 
 
- Inferência contextual: o leitor lança mão da inferência, 
ou seja, ele tenta adivinhar ou sugerir o assunto tratado pelo 
texto, e durante a leitura ele pode confirmar ou descartar suas 
hipóteses. 
 
- Reconhecimento de gêneros textuais: são tipo de 
textos que se caracterizam por organização, estrutura 
gramatical, vocabulário específico e contexto social em que 
ocorrem. Dependendo das marcas textuais, podemos 
distinguir uma poesia de uma receita culinária, por exemplo. 
 
- Informação não-verbal: é toda informação dada através 
de figuras, gráficos, tabelas, mapas, etc. A informação não-
verbal deve ser considerada como parte da informação ou 
ideia que o texto deseja transmitir. 
 
- Palavras-chave: são fundamentais para a compreensão 
do texto, pois se trata de palavras relacionadas à área e ao 
assunto abordado pelo texto. São de fácil compreensão, pois, 
geralmente, aparecem repetidamente no texto e é possível 
obter sua ideia através do contexto. 
 
- Grupos nominais: formados por um núcleo 
(substantivo) e um ou mais modificadores (adjetivos ou 
substantivos). Na língua inglesa o modificador aparece antes 
do núcleo, diferente da língua portuguesa. 
 
- Afixos: são prefixos e/ou sufixos adicionados a uma raiz, 
que modifica o significado da palavra. Assim, conhecendo o 
significado de cada afixo pode-se compreender mais 
facilmente uma palavra composta por um prefixo ou sufixo. 
 
- Conhecimento prévio: para compreender um texto, o 
leitor depende do conhecimento que ele já tem e está 
armazenado em sua memória. É a partir desse conhecimento 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 3 
que o leitor terá o entendimento do assunto tratado no texto e 
assimilará novas informações. Trata-se de um recurso 
essencial para o leitor formular hipóteses e inferências a 
respeito do significado do texto. 
 
Cultura e sociolinguística no ensino e na aprendizagem 
de língua estrangeira 
 
Em seu estudo, Carina Silva Fragozo diz que o aprendizado 
de línguas estrangeiras caracteriza-se como um processo 
bastante complexo, pois envolve muito mais do que a 
habilidade de produzir e compreender sentenças na língua-
alvo. A língua é também um fenômeno social e, assim, 
linguagem, comunicação e cultura estão diretamente 
relacionadas, já que todos nós possuímos uma linguagem, 
estamos inseridos em uma sociedade e possuímos nossos 
próprios valores culturais. As relações entre língua, sociedade 
e cultura têm sido cada vez mais abordadas no estudo da 
aquisição de língua estrangeira e, desse modo, cresce o 
interesse pela interface entre Sociolinguística e Aquisição de 
Língua Estrangeira (LE), que estuda o modo em que o contexto 
social influencia a aquisição e o uso de uma segunda língua. 
Cultura e Sociolinguística na aula de LE Segundo Brown, 
cultura é o contexto em que existimos, sentimos e nos 
relacionamos com outras pessoas. De acordo com o autor, uma 
língua é parte de uma cultura e uma cultura é parte de uma 
língua, sendo estes dois aspectos conectados de tal forma que 
não é possível separá-los sem perder-se a importância da 
cultura ou da língua. Com relação à prática pedagógica, há 
professores que não sabem como interligar o ensino de língua 
estrangeira com o de cultura e acreditam que seu papel seria o 
de ensinar língua “e” cultura. Entretanto, o ensino de cultura 
não deve ser visto como uma atividade “extra”, ou como uma 
quinta habilidade a ser aprendida (escrita, leitura, fala, escuta 
e cultura), e sim como um pano de fundo durante todo o 
processo de ensino e de aprendizagem. É importante, por 
exemplo, que o professor possibilite o conhecimento de 
diferentes culturas e, em vez de fazer com que os alunos se 
comportem como membros de determinado grupo cultural, 
levem estes a interpretar os significados de tal cultura. 
Segundo Sarmento (2004), é importante que os alunos sejam 
levados a tornarem-se responsáveis por suas próprias 
palavras, de modo que aprendam a fazerem-se compreendidos 
por membros de diferentes grupos culturais sem precisar 
mudar de comportamento. Além disso, é tarefa do professor 
demonstrar ao aluno os diferentes registros da língua-alvo 
(formal ou informal), para que ele seja capaz de escolhê-los 
conforme a situação de comunicação. 
Para isso, a autora sugere que, em vez de apresentar os 
comportamentos e costumes estrangeiros para demonstrar 
como os falantes da língua-alvo se comportam, seria mais 
proveitoso resgatar inadequações culturais da fala dos 
próprios alunos, o que os tornariam mais conscientes sobre 
seus estilos discursivos. Assim, o objetivo da aula de LE não 
seria o de fazer o aluno seguir as regras da cultura-alvo, e sim 
o de fazê-lo perceber os contrastes entre sua cultura e a cultura 
estrangeira. Portanto, o ensino de cultura é relevante por 
evitar o estabelecimento de estereótipos e permitir que o 
aluno tenha controle de seu próprio aprendizado, sendo capaz 
de questionar o contexto em que o aprendizado da língua alvo 
está inserido. Com relação ao ensino de inglês em países como 
o Brasil, em que os aprendizes não têm muitas oportunidades 
para utilizar a língua fora da sala de aula, é comum alunos com 
baixo background cultural se questionarem sobre a validade 
de aprender outra língua e outra cultura. É dever do professor, 
em situações como essa, mostrar o papel da língua inglesa 
como língua internacional, o que a torna a língua dos negócios, 
da pesquisa científica, do comércio, da tecnologia e da 
 
2 Paulo César Ribeiro NUNES 
comunicação internacional. Desse modo, atualmente a língua 
inglesa não se restringe a ser uma ferramenta para a 
compreensão dos valores culturais americanos e britânicos, 
pois é um meio de interagir com o mundo globalizado. 
Além das contribuições da Sociolinguística para o estudo 
da Aquisição de LE, este trabalho demonstrou que o 
conhecimento linguístico também é importante para a prática 
pedagógica. Através deste conhecimento, o professor torna-se 
capaz de considerar as diferenças linguísticas e culturais entre 
os membros de uma comunidade, assim como seus valores 
sociais, de modo a desenvolver o currículo e o método mais 
adequados para determinados contextos de ensino. A 
aplicação do conhecimento sociolinguístico na prática 
pedagógica tem contribuído para o desenvolvimento de uma 
pedagogia culturalmente sensível aos conhecimentos e valores 
culturais que o aluno já possui, de modo a combater o estigma 
linguístico. Além disso, por meio do conhecimento 
sociolinguístico, o professor torna-se capaz de perceber que 
nem sempre as dificuldades apresentadas pelos alunos 
durante a aquisição de uma língua estrangeira são originadaspelo contexto linguístico, pois, muitas vezes, fatores 
extralinguísticos como idade, período de aquisição da língua 
estrangeira, motivação e background cultural podem ter 
grande influência sobre o aprendizado. 
 
LINGUÍSTICA APLICADA A CONTEXTOS SOCIAIS: 
LINGUAGEM ESPECIALIZADA2 
 
 A linguística é uma ciência que possui a capacidade de 
analisar os fenômenos presentes na linguagem em diferentes 
contextos sociais. O conhecimento proveniente das teorias que 
emergem da ciência linguística se aplica ao contexto 
empresarial, público ou privado, a partir do momento em que 
se suscita uma melhoria na capacidade de interação entre os 
membros dos grupos sociais pertencentes a esse contexto. 
Esses grupos se valem de normas reguladoras do 
comportamento linguístico de seus integrantes para se 
estabelecer a definição de um padrão na comunicação diária. 
Ressalte-se que ao analisar a linguagem em uso por grupos 
em diferentes contextos sociais, não há como deixar de 
considerar as questões relativas ao léxico. O estudo acerca de 
qualquer grupo social dentro de uma comunidade linguística, 
pressupõe, logo de início, a existência de diversidade ou de 
variação, ou seja, toda comunidade de falantes se caracteriza 
pelo emprego de diferentes modos de falar. Partindo dessa 
concepção, pode-se dizer que a língua falada em toda 
comunidade linguística apresenta sempre variações, o que 
vale dizer que isso se deve ao fato de nenhuma língua se 
manter como uma entidade homogênea, cabendo a sua 
representação por um conjunto de variedades. 
No presente artigo, temos a pretensão de apresentar a 
reflexão do caráter social do léxico e abordagens teóricas de 
diferentes autores sobre o tema norma e comportamento 
linguístico. Dentre os assuntos em discussão, destacam-se a 
estrutura e as ciências do léxico, bem como as questões sociais 
que emergem da implementação de normas reguladoras de 
comportamentos, o uso de variante padrão e não padrão e a 
concepção de certo e errado, em relação ao uso prático da 
língua portuguesa. 
 
Caráter Social do Léxico 
 
Não há como contestar as fortes relações existentes entre 
o léxico e cultura, léxico e sociedade. De acordo com Ferraz, a 
capacidade do léxico de representar através de signos, os 
componentes do mundo referencial, físico, cultural, social e 
psicológico em que se situa o homem, o coloca como o 
elemento da língua de maior efeito extralinguístico. 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 4 
Os diversos grupos sociais formados a partir da família, 
escola, profissões relacionadas aos contextos empresariais, 
religião, etc., presentes na evolução humana utilizam a língua 
como instrumento de comunicação interna e externa desses 
grupos. O instrumento língua, utilizado na interatividade entre 
todos os diversos grupos das comunidades de fala distintas, 
está provido de um conjunto de signos que reportam ao 
universo de coisas pertencentes aos membros dos citados 
grupos. 
Dentro de uma comunidade coexistem duas forças que 
agem em sentido contrário: a de manutenção e a de variação 
do código linguístico, o que propicia a coexistência de formas 
conservadoras e de formas inovadoras. Conforme é postulado 
por Ferraz, a interação contínua dessas forças permite que a 
língua natural se renove sem perder a sua base de identidade. 
Outra postulação do mesmo autor é a de que não se pode 
afirmar que os membros de uma comunidade de fala se 
comportam de forma padronizada, pois, se assim o fizermos, 
não estaríamos considerando o processo variacional 
propiciado pelas diferenças existentes em função de geração, 
de origem, de profissão, de religião ou de formação 
sociocultural que se fazem presentes em todos componentes 
da língua. 
Diante da exposição acima, Ferraz considera que, 
[...] a comunidade linguística não é inteiramente 
homogênea: fragmenta-se em outras comunidades linguísticas 
menores. Essa situação oferece ao usuário da língua condições 
de transitar a um só tempo por vários grupos linguísticos, isto 
é, experimentar as variações estabelecidas em seu código 
linguístico ou utilizar, em caso de comunidade plurilíngue, 
mais de um sistema de signos linguísticos. 
O léxico de uma língua reflete o repositório de experiências 
seculares das comunidades que a utilizaram e a utilizam, de 
forma que o léxico se constitui de unidades criadas a partir da 
necessidade de interação com o universo sociocultural. De 
acordo com Ferraz, a evolução de uma sociedade, bem como as 
transformações culturais (tradição, costume, moda, crença) 
propiciam mudanças no léxico, uma vez que esse está 
diretamente associado ao universo de pessoas e coisas. 
 
Estrutura do Léxico 
 
Pesquisas de diferentes linhas teóricas têm sido 
desenvolvidas com objetivo de constituir uma metodologia 
que dê cobertura ao estudo da forma como se estrutura o 
léxico de uma língua. Entre os vários modelos propostos para 
a análise da estruturação do significado, há que se destacar a 
teoria do campo semasiológico e onomasiológico, proposta 
por Kurt Baldinger que tão bem define e caracteriza essas 
noções. Para esse estudioso, na estruturação do léxico, um 
campo onomasiológico reúne todos os significantes de um 
dado significado, ao passo que um campo semasiológico 
engloba todos os significados possíveis que possam 
representar um determinado significante. Nessa perspectiva, a 
Onomasiologia representa a exposição das designações, 
enquanto a Semasiologia traduz a exposição das significações. 
Para esse semanticista, a Onomasiologia e a Semasiologia 
representam dois enfoques, opostos e complementares, do 
processo léxico-semântico. 
No estabelecimento dos domínios desses dois campos, 
Baldinger, sob a ótica da comunicação, destaca o seguinte: 
“..a onomasiologia corresponde à situação do falante que, 
tendo a sua disposição o tesouro estruturado da língua, deve 
expressar seu pensamento; a semasiologia, em troca, 
corresponde à situação do ouvinte que percebe formas já 
selecionadas quer dizer, palavras sujeitas à polissemia e que 
deve determinar as significações em questão. Ao longo da 
comunicação oscilamos continuamente entre a onomasiologia 
(ao falar) e a semasiologia (ao ouvir)” 
Em seus estudos acerca da estruturação do léxico, 
Biderman pondera que a abordagem onomasiológica é 
característica da Lexicologia, muito embora a Lexicografia 
funcione sobremaneira dentro do método semasiológico. 
Reforça, ainda, essa pesquisadora que o confronto de um 
campo onomasiológico com os campos semasiológicos afins 
atesta o fato de que eles se interpenetram e configuram-se 
como complementares. 
Importa mencionar que a estrutura dos campos 
onomasiológico e semasiológico encontra-se em constante 
mutação, tendo em vista a criatividade humana e o 
consequente processo evolutivo da sociedade. 
Para Guilbert, ao compararmos as questões inerentes à 
gramática e ao léxico, devemos ressaltar que o léxico, ao 
contrário da gramática, sofre uma transformação muito mais 
rápida em seus elementos constituintes. Esse autor define que 
a gramática é uma estrutura puramente linguística, ao passo 
que o léxico, tendo em vista a dualidade 
significante/significado, participa da estrutura linguística e, 
também, da evolução do mundo. Se por um lado o léxico 
envelhece em alguns de seus elementos, por outro, é 
enriquecido por novos elementos em conexão com a 
quantidade de referentes novos e suas transformações. 
Diante dessa concepção, o léxico tem como função 
representar na língua o mundo, em suas diversidades material, 
social, cultural. Resultando na evolução, transformação, e 
criação no plano referencial que se estende automaticamente 
ao nível lexical, independente de qual seja a forma semântico-
lexical adotada para expressá-la. Sendo assim, o léxico deve, 
necessariamente, fazer frente às novas necessidades da 
sociedade, uma vez que toda “coisa”, todo conceito deve ser 
nomeado para ser objeto do conhecimento e ter acesso a uma 
existência social. 
 
As ciências do Léxico 
 
Oléxico como objeto de estudo tem sido abordado ao longo 
dos anos por várias ciências; importa-nos saber, neste artigo, 
que a Lexicologia, a Lexicografia e a Terminologia estão 
diretamente ligadas à materialidade linguística do objeto 
léxico e que cada uma, a sua maneira, descreve o léxico das 
línguas existentes. Porém, o léxico como componente social da 
língua é estudado pela sociolinguística, que correlaciona 
aspectos linguísticos e sociais nos trabalhos de pesquisa. 
Sendo assim, apresentaremos, de maneira superficial, as três 
ciências que descrevem o léxico em sua materialidade 
linguística e daremos um enfoque maior à Terminologia, por 
entendermos que esta possui uma maior relação com o 
contexto empresarial. 
 
Lexicologia 
 
A Lexicologia é uma ciência do ramo da Linguística que tem 
por objetivo o estudo científico do acervo de palavras de um 
determinado idioma, a que chamamos de léxico, sob diversos 
aspectos. Para isso, ela procura determinar a origem, a forma 
e o significado das palavras que constituem o acervo de itens 
lexicais de um idioma, bem como o seu uso na comunidade dos 
falantes. Assim, por meio da Lexicologia, torna-se possível 
observar e descrever cientificamente as unidades léxicas de 
uma comunidade linguística. Na Lexicologia, a parte que mais 
importa é a unidade léxica. Conforme, Andrade: 
[...] lexicologia é o estudo científico do léxico, isto é, 
propõe-se a estudar o universo de todas as palavras de uma 
língua, vistas em sua estruturação, funcionamento e mudança, 
cabendo-lhe, entre outras tarefas: definir conjuntos e 
subconjuntos lexicais; examinar as relações do léxico de uma 
língua com o universo natural, social e cultural; conceituar e 
delimitar a unidade lexical de base – a lexia [...] (ANDRADE). 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 5 
Lexicografia 
 
A Lexicografia busca, por meios técnicos, o registro das 
unidades léxicas de um determinado léxico em obras 
lexicográficas. Essas obras, a que denominamos dicionários, 
glossários, vocabulários, etc. no passado, entre os séculos XVI 
e XVIII, não se preocupavam com a organização e não 
dispunham de critérios para inserção de palavras nas obras. 
Nesse mesmo período, conforme Birderman, a lexicografia era 
mais evoluída na França e Espanha, porém, no século XVI, 
dedicava-se unicamente à produção de dicionários bilingues e 
só durante o século XVII é que surgiram na Europa os 
dicionários monolingues. Já a partir do século XIX, as obras 
lexicográficas francesas foram ampliadas significativamente. 
Biderman ressalta também que a Lexicografia Portuguesa não 
evoluira com a mesma intensidade que a Lexicografia 
Francesa. 
O marco da produção lexicográfica em língua portuguesa, 
segundo Biderman, foi, sem dúvida, a obra de Antônio de 
Moraes e Silva, natural do Rio de Janeiro. A primeira edição 
dessa obra, publicada em 1789, foi baseada no dicionário 
produzido pelo padre Rafael Bluteau. 
A partir do século XX, conforme é postulado por Biderman, 
os dicionários apuraram a qualidade a ponto de trazerem 
informações enciclopédicas das unidades léxicas de maneira 
ordenada e organizada por entradas e acepções. Atualmente, 
com as contribuições das novas teorias linguísticas, que 
surgiram também a partir do século XX, e as novas teorias de 
ensino de línguas, a Lexicografia moderna se expandiu e, além 
da produção de dicionários, se preocupa também com a 
análise das metodologias de produção lexicográfica, isto é, 
como e para que os dicionários têm sido feitos. Para a 
Lexicografia, o componente principal do léxico é o lema. Este 
representa a entrada canônica nos dicionários das línguas. 
O lema, conforme Haensch, Wolf e Stefan Y Werner, é 
considerado o significante das definições enciclopédicas e 
linguísticas, com as seguintes especificações: 
“...em uma definição enciclopédica, o lema é considerado 
como significante da língua objeto, que se refere 
indiretamente a uma fração da realidade extralinguística, tal 
como se delimita em uma coletividade humana, definida 
cultural e socialmente, mediante um conceito. Neste caso a 
definição daria informação sobre um significante linguístico, 
seus conteúdos, seu uso ou sua interpretação, com base nos 
conhecimentos sociais da realidade extralinguística; “ 
“...em uma definição linguística, o mesmo lema teria de 
conceber como significante metalinguístico que se refere ao 
significante da língua objeto, formalmente idêntico.” 
Ressalte-se que não há uma preocupação exacerbada por 
parte dos autores de artigos de dicionários com a questão 
teórica da distinção entre essas definições, de maneira que 
uma só definição contém, às vezes, elementos semasiológicos 
e enciclopédicos e/ou elementos que não há como defini-los. 
 
Terminologia 
 
Ao se direcionar para o estudo acerca da terminologia, é 
importante ressaltar que em um sentido amplo ela se refere ao 
uso e estudo de termos pertencentes a uma linguagem 
especializada em um contexto específico. Mas Terminologia 
também se refere a uma disciplina mais formal que estuda 
sistematicamente a rotulação e a designação de conceitos 
particulares a um ou vários assuntos ou campos de atividade 
humana, por meio de pesquisa e análise dos termos em 
contexto, com a finalidade de documentar e promover seu uso 
correto. De acordo com André Clas, em terminologia, o sentido 
vai opor, certamente, a palavra ao termo, especificando que a 
palavra está, de forma ampla, ligada a seu ambiente textual, 
mas que o termo depende de seu ambiente pragmático. 
Pode-se dizer também que, conforme é postulado por 
Krieger e Finato, a eficiência na comunicação diária requer 
também o conhecimento acerca de termos técnicos utilizados 
por profissionais das mais variadas áreas. Já o intercâmbio 
comunicativo entre esses profissionais solicita uma precisão 
conceitual, como recurso essencial para univocidade dos 
termos utilizados, ou seja, há uma necessidade de 
padronização do conceito, para assegurar a compreensão dos 
termos de forma inequívoca. Essa é, talvez, a característica que 
revela a importância do conhecimento de termos técnicos para 
os usuários da linguagem especializada. 
No emprego da linguagem especializada, o uso de um 
termo técnico terá o seu valor de acordo com o contexto de uso 
deste termo, ou seja, para um profissional de uma área técnica, 
o conhecimento da terminologia empregada no seu meio de 
trabalho é indispensável para a realização de suas atividades e 
representa um tipo de valor. Um profissional de outra área, por 
exemplo, um jornalista que às vezes precisa, ainda que 
parcialmente, dominar o uso da linguagem especializada para 
se referir a um objeto ou situação pertencentes a esta 
linguagem, dará um valor maior ao conhecimento técnico 
especializado. Conforme Cabré: “Para os especialistas, a 
terminologia é o reflexo da organização conceitual de uma 
especialidade, e um meio inevitável de expressão e 
comunicação profissional”. 
O termo técnico traz muito mais do que o correspondente 
semântico de um determinado objeto, pois, cognitivamente, 
ele é responsável também pela circunstância de uso daquele 
objeto, ou seja, o termo tem a função de nomear, mas 
apresenta, simultaneamente, o significado do objeto nomeado, 
com a sua devida descrição e a aplicação de uso desse objeto. 
As terminologias são de suma importância para fixação e 
circulação do saber científico e técnico. Por isso, em função da 
aceleração da produção do conhecimento na sociedade atual, 
conforme Krieger e Finato atestam, a atualização do 
conhecimento dos termos técnico-científicos ocorre 
ininterruptamente: “de certo modo, vive-se um processo de 
alfabetização técnico-científica, o que determina a ampliação 
dos contatos com as terminologias”. 
No contato com um léxico especializado, cuja interação 
linguística se faz a partir do uso de terminologia própria do 
segmento profissional e também de unidades léxicas 
pertencentes ao léxico geral da língua, torna se necessário o 
conhecimento, porparte do profissional pertencente a esse 
grupo especial, das gírias3, jargões4 e tecnoletos5 utilizados 
na comunicação diária pelos demais membros desse segmento 
profissional, bem como das unidades léxicas do léxico geral 
envolvidas no processo de comunicação. Krieger, em relação à 
Terminologia como ciência, postula em Krieger e Isquerdo, que 
“A Terminologia assumiu, portanto, uma face linguística e 
ainda avança no sentido de tomar como quadro referencial de 
exame dos termos e seus reais contextos de ocorrência”. 
O novo enfoque dado à ciência Terminologia propiciou o 
que Krieger denominou de linguístico-comunicacional, pois, 
de acordo com essa autora, o léxico especializado já não é mais 
visto somente como representação ontológica da área do 
conhecimento, pois, passou a ser também um componente da 
linguagem em funcionamento. 
A concepção de termo como elemento linguístico e não 
apenas como nódulo conceitual, que integra as comunicações 
profissionais, tem sido, segundo Krieger, o novo cenário 
construído por diversos pesquisadores da Terminologia. 
Outra postulação de Krieger é a de que “o termo comporta-se 
de modo semelhante às unidades do chamado léxico geral, e 
que o léxico especializado não constitui uma língua à parte, 
como antes se julgava”. 
A Terminologia, como já dito, se refere a uma disciplina 
mais formal que estuda sistematicamente a rotulação e a 
designação de conceitos particulares a um ou vários assuntos 
ou campos de atividade humana. Isso vale dizer que há uma 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 6 
preocupação em manter a precisão conceitual na definição dos 
termos. Sendo assim, podemos conceber que se há uma 
precisão conceitual, evidentemente, existem normas para o 
uso da linguagem composta por termos, da mesma forma que 
existem normas para o uso da linguagem composta pelas 
demais unidades léxicas do chamado léxico geral da língua, o 
que nos permite inferir, que em ambos os casos, há a 
necessidade de se atingir um padrão na comunicação. 
A norma pode ser interpretada por diversas correntes 
teóricas, como veremos na próxima seção. Porém, ao se valer 
de uma norma para se chegar a um padrão, simultaneamente, 
buscamos manter o prestígio da norma mais valorizada para o 
contexto em que fazemos uso da linguagem. Se o contexto de 
uso relaciona-se a segmentos empresariais, que suscitam de 
uma maior formalidade nas comunicações, obviamente, 
procuraremos nos pautar em um padrão de norma que se 
assemelha ao padrão considerado culto. 
 
Norma e Variação 
 
A norma é objeto de estudo de várias correntes teóricas, 
embora essa não tenha sido muito destacada na corrente 
estruturalista, foi Eugênio Coseriu (1979), no âmbito dessa 
corrente, quem explicou com mais clareza o conceito de 
norma, vinculando-o ao de “langue” e de “parole” da teoria 
saussureana. Ao inserir o conceito de norma no modelo de 
Saussure, que contemplava a dicotomia língua/fala, Coseriu 
amplia o modelo existente para tricotomia sistema, norma e 
fala. 
De acordo com Coseriu, na norma, a referência é ao como 
se diz e não ao como se deve dizer, esse traço caracteriza a 
norma prescritiva. Na visão desse autor, o sistema é 
compreendido como um conjunto de oposições funcionais, 
enquanto a norma é a realização coletiva do sistema, incluindo 
o próprio sistema com seus elementos não pertinentes, mas 
normais na fala de uma comunidade. Sendo assim, podemos 
inferir que a norma é, portanto, o costume, a tradição 
continuada, presente nos hábitos linguísticos de uma 
comunidade. Dessa forma, a norma é, segundo Coseriu, “um 
sistema de realizações obrigatórias, consagradas social e 
culturalmente”. 
Na teoria sociolinguística de orientação laboviana, a norma 
é vista como as realizações sociais e culturais avaliadas 
positivamente por uma determinada comunidade. O que a 
sociolinguística tem explicitado em suas pesquisas é que os 
aspectos funcional e social da linguagem se interpenetram de 
maneira que não se pode conceber um sem o outro. 
Labov assinala que, na pesquisa realizada por ele em Nova 
Iorque, na investigação em torno da pronúncia do r, ficou 
comprovado que o processo de socialização linguística em 
favor do uso da norma de prestígio foi mais lento para os 
membros da classe média baixa, que não vão à faculdade, do 
que para os falantes da classe média alta, que começam se 
ajustar à nova norma nos últimos anos da escola secundária. 
Isso revela que a norma de prestígio mantém um padrão de 
referência que tende a influenciar no comportamento 
linguístico dos falantes daquela comunidade. 
Preti, sobre as questões inerentes à norma, postula que ela 
representa o acesso ao processo de padronização e 
nivelamento da língua utilizada por um grupo social, cabendo 
à própria comunidade preservar a norma por ela mesma 
estabelecida. Essa posição em relação à preservação da norma, 
por parte da comunidade, fica evidente na preocupação dos 
falantes em manter a variante tida como padrão, quando 
procuram saber o que é certo ou errado em questões inerentes 
à língua. 
 
3 Schütz, Ricardo. "Como Redigir Corretamente em Inglês." English Made in 
Brazil <http://www.sk.com.br/sk-write.html>. 
Mollica afirma que as variáveis linguísticas e não 
linguísticas não agem isoladamente, mas operam num 
conjunto complexo de correlações que inibem ou favorecem o 
emprego de formas variantes semanticamente equivalentes e 
cita como exemplos: escolarização alta, contato com a escrita, 
com os meios de comunicação de massa, nível socioeconômico 
alto e origem social alta. De acordo com essa autora, as 
variáveis citadas como exemplos concorrem para o aumento 
na fala e na escrita das variedades prestigiadas, admitindo, 
dessa forma, que existam pelo menos o padrão popular e o 
culto. 
Ainda em relação à norma, Mollica postula que a 
escolarização tem sido testada amplamente para se verificar o 
seu grau de influência sobre os falantes quanto à apropriação 
da norma de prestígio. A autora destaca a existência de três 
tendências para efeito da escolarização sobre as formas 
padrão provenientes de estilos e gêneros mais formais. Essas 
tendências referem-se ao uso de variante padrão 
estigmatizada pela escola que chegam a ser corrigidas, uso de 
variante padrão e não padrão simultaneamente e substituição 
da variante não padrão pela variante padrão. Silva e Scherre 
demonstraram as três tendências em painel de forma 
ampliada: 
a) Podem ocorrer casos em que os falantes entram na 
escola oscilando entre um grande e um pequeno uso da 
variante padrão; a escola “poda” a criança que não se amolda 
ao sistema de ensino. (...) Nesses casos, trata-se de variantes 
estigmatizadas pela escola, que chegam a ser 
sistematicamente corrigidas. 
b) Em outros casos, em que a maioria dos falantes entra na 
escola sem usar a variante padrão, esta é adquirida durante 
sua escolarização sem que desapareça, porém, a variante não 
padrão. Enquanto no primeiro ano escolar só há indivíduos 
que tendem a usar ambas as variantes. (...) Algumas variantes 
não padrão não chegam a ser estigmatizadas pela escola, não 
sendo objeto de correção. 
c) Finalmente, uma terceira modalidade ocorre quando os 
falantes entram na escola apenas com a variante que se 
considera não padrão, mas, paulatinamente, substituem essa 
variante pela considerada padrão. 
Conforme Bourdieu, as manifestações linguísticas recebem 
um valor do que ele denominou “mercado linguístico”, aliado 
à renda, sexo, faixa etária e nível escolar do falante. 
Conforme Naro e Scherre, o efeito da mídia sobre as 
variantes de prestígio tem despertado o interesse e tem sido 
objeto de estudo para verificar até que ponto há influência dos 
meios de comunicação nos comportamentos linguísticos. 
Mollica avalia que, embora haja evidências da correlação 
constante e regular entre estruturas linguísticas standard 
(padrão), há também o indicativo de que o uso de construções 
não padrão com certa frequênciapor pessoas de classe e renda 
alta, como é o caso do uso de dele em substituição a seu, com o 
objetivo de evitar ambiguidades, tem se consolidado como 
standard entre as pessoas pertencentes a essa classe. 
 
COMO REDIGIR CORRETAMENTE EM INGLÊS 
 
De acordo com Ricardo Schütz3 enrolar, enfeitar a jogada, 
enfeitar a noite do meu bem, encher linguiça, são expressões 
populares usadas para referir-se ao hábito do uso da retórica 
na linguagem. Esta tendência, frequentemente observada em 
português, é um vício remanescente de séculos passados, 
quando a linguagem escrita era uma arte dominada por poucos 
e a sua função era predominantemente literária. Retórica era 
sinal de erudição, e por vezes a forma chegava a se impor sobre 
o conteúdo. 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 7 
Nos tempos modernos, entretanto, com a 
internacionalização do mundo e com o crescente 
desenvolvimento da tecnologia de comunicação, a 
funcionalidade dos idiomas como meios de comunicação clara 
e objetiva se impõe a tudo mais, fato este reconhecido também 
pelos mais respeitados representantes da língua portuguesa: 
 
"A diferença entre o escritor e o escrevedor está sobretudo 
na economia vocabular. Conseguir o máximo com o mínimo - 
eis um sábio programa." (Celso Pedro Luft) 
 
Especialmente no caso do inglês, hoje adotado como língua 
internacional, esta tendência é marcante. O inglês moderno na 
sua forma escrita não tolera retórica. No comércio 
internacional, na imprensa escrita, e nos meios acadêmicos 
exige-se cada vez mais clareza. Frases longas, adjetivação 
excessiva, tom vago, textos que exigem maior esforço para 
serem compreendidos, falta de concisão, todas estas 
características facilmente são consideradas pobreza de estilo. 
A beleza do inglês moderno está na substância, na 
simplicidade, na clareza, na riqueza de detalhes e na 
integridade lógica. 
 
Em paralelo a isso, a redação e editoração de textos via 
computadores está criando uma tendência à padronização do 
inglês na sua forma escrita. Pelo fato de ter sido um país de 
língua inglesa (EUA) o berço da informática, os softwares hoje 
existentes para processamento ou edição de textos oferecem 
recursos avançados para verificação gramatical de textos em 
inglês. Estes "grammar checkers" seguem todos os mesmos 
preceitos básicos, influindo de forma semelhante sobre quem 
redige, e conduzindo lenta e gradativamente a uma maior 
padronização na forma de escrever. 
 
Por tudo isso pode-se dizer que redigir bem em inglês é 
mais fácil do que se imagina. A primeira condição, que apesar 
de elementar é muito pouco observada, é de que o texto seja 
sempre criado a partir de uma ideia. Em qualquer língua, texto 
escrito deve ser sempre o reflexo de uma ideia, que por sua vez 
origina-se em fatos do universo. A ideia é sempre anterior ao 
texto. Se a ideia não for clara, o texto também não o será. 
 
Outra condição é domínio sobre o idioma falado. A 
expressão comumente ouvida: "essa frase não me soa bem" 
bem ilustra a importância da oralidade. Ou seja, não é o 
conhecimento gramatical, mas sim a familiaridade com a 
língua falada que nos permite discernir o certo do errado, o 
bom estilo do estilo pobre. É por isso que traduções ou versões 
a partir de um texto em português, feitas com a ajuda de 
dicionário, normalmente produzem resultados desastrosos. A 
não ser quando se trata de documentos, e com ressalvas, não 
deveria existir o que chamam de tradução literal. Todo texto 
precisa ser interpretado, isto é: a ideia precisa ser entendida e 
então recriada, e diferenças culturais explicadas sob a nova 
ótica. 
 
ORIGENS DAS DIFERENÇAS 
 
Há quem diga que esta tendência no português de se ser 
vago, de se valorizar uma linguagem afastada dos fatos e 
maquiada pelas formas, é um hábito originado nos anos de 
regime militar, quando jornalistas tinham que informar mas 
tinham receio de se comprometer. A "liberdade vigiada" 
daqueles anos de regime de exceção exigia um subterfúgio, 
uma linguagem não-explícita, cuja mensagem ficasse por conta 
da capacidade de imaginação do leitor. 
 
Já outros acreditam serem as raízes mais profundas. 
Evocam o período colonial do Brasil, quando o trabalho era 
responsabilidade da mão-de-obra escrava, e a classe letrada 
dedicava muito tempo burilando textos que valorizavam a 
estética e o subjetivismo, num mundo que ainda se 
comunicava muito através da literatura. 
 
Outros vão mais longe ainda. Afirmam que, há mais de 20 
séculos, diferenças sociais e culturais já marcavam contrastes. 
Enquanto o Império Romano da língua latina mantinha seu 
apogeu pela força militar, permitindo a existência de classes 
eruditas que podiam se dedicar às artes e às letras, quando 
meio século antes de Cristo o orador Cícero já se dedicava à 
crítica literária e ao estudo de retórica e o poeta Virgílio 
destilava seu lirismo profetizando com eloquência o destino de 
Roma no mundo; àquela época os povos bárbaros de línguas 
germânicas encontravam-se ou guerreando ou trabalhando 
para sobreviver e pagar impostos ao Império, sem tempo para 
as artes, e usando uma linguagem de comunicação curta e 
objetiva, sintonizada em fatos concretos e nos afazeres de seu 
dia-a-dia. 
 
Seja qual for a origem, o fato é que hoje, em pleno alvorecer 
da era da informação, num mundo que se transforma numa 
comunidade cada vez mais interdependente e que se comunica 
cada vez mais, diferenças idiomáticas representam um 
empecilho para ambos os lados. Nunca o mundo se comunicou 
tanto, nunca o tempo foi tão curto para tanta informação, e 
portanto nunca a objetividade na linguagem foi tão necessária. 
 
REGRAS PARA UMA BOA REDAÇÃO 
 
1. Organize suas ideias em itens, faça um outline. 
 
Itemizar os pontos importantes da ideia possibilita 
disciplinar seu pensamento, estabelecendo uma sequência 
lógica entre os elementos da ideia. Possibilita também 
relacionar todos os pontos importantes e estabelecer uma 
hierarquia de importância entre eles. Um outline ou esboço 
normalmente contém uma introdução, desenvolvimento da 
ideia com discussão de todos os elementos, e conclusão. 
 
2. Certifique-se de que cada oração tenha um sujeito e 
que o sujeito esteja antes do verbo. 
 
Em português frequentemente as frases não têm sujeito. 
Sujeito oculto, indeterminado, inexistente, são figuras 
gramaticais que no português explicam a ausência do sujeito. 
Isto no inglês entretanto não existe. A não ser pelo modo 
imperativo, toda frase em inglês normalmente tem sujeito. Na 
falta de um sujeito específico, muitas vezes o pronome IT deve 
ser usado. Além disso, em português muitas vezes o sujeito 
aparece no meio ou no fim da frase. Em inglês ele deve estar 
sempre antes do verbo (a não ser no caso de frases 
interrogativas), e de preferência no início da frase. Observe os 
seguintes exemplos: 
 
Está chovendo. (sujeito 
inexistente) 
 
Ontem caiu um avião. 
 
Esses dias apareceu lá na 
companhia um vendedor. 
Acaba de fracassar uma 
estratégia publicitária das 
mais criativas. 
 
Há cerca de dois meses, 
justamente quando a 
empresa passava por 
dificuldades de natureza 
It's raining. 
 
An airplane crashed 
yesterday. 
 
A salesman came to the 
office the other day. 
One of the most 
creative publicity 
strategies has just failed. 
 
The representative of our 
creditor banks attended a 
directory meeting about 
two months ago to warn 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 8 
financeira, compareceu à 
reunião da diretoria o 
representante dos nossos 
bancos credores para avisar 
que nossas linhas de crédito 
teriam que ser reduzidas. 
that our credit lines would 
have to be reduced, just 
when the company was 
facing financial 
difficulties. 
 
Ao formar uma frase, o aluno deve acostumar-se a pensar 
sempre em primeiro lugar no sujeito, depois no verbo. O 
pensamento em inglês estrutura-se, por assim dizer, a partir 
do sujeito. A ordem natural e até certo ponto rígida dos 
elementos da oração em inglês é: Sujeito - Verbo - 
Complemento.Comparando o ato de escrever com a 
montagem de uma peça teatral, poderíamos dizer que no 
português há uma tendência a se montar o cenário para então 
colocar-se o ator principal em cena. No inglês, a ordem normal 
seria inversa: primeiro coloca-se o personagem principal 
(sujeito e verbo) para então completar com a montagem do 
cenário (objetos, adjuntos adverbiais e adnominais e orações 
subordinadas). 
 
3. Use frases curtas. 
 
A ideia a ser comunicada deve ser dividida em partes na 
medida do possível. Uma frase excessivamente longa, além de 
aumentar as chances de erro, é sempre mais difícil de ser lida 
e entendida do que uma série de frases curtas. A tendência de 
se usar frases longas é comum no português. No inglês este 
fenômeno é chamado de run-on sentence. Textos em inglês 
normalmente contêm mais pontos finais e menos vírgulas do 
que em português. Exemplo: 
 
Frases inadequadas: 
 
This computer doesn't make 
sense to me, it came without 
a manual. 
 
During my vacation in July, 
when I went to the south of 
France and other parts of 
central Europe, I bought 
many souvenirs and I saw 
many interesting places, 
both the normal tourist sites 
and the lesser known 
locations. 
Formas mais adequadas: 
 
This computer doesn't make 
sense to me. It came without 
a manual. 
 
Last July I went on vacation 
in the south of France and 
other parts of central 
Europe. I bought many 
souvenirs and saw many 
interesting places. Some of 
the places I visited were the 
normal tourist sites, and 
others were lesser known 
locations. 
 
4. Seja breve e evite o uso de palavras desnecessárias. 
Tanto no inglês como no português existem certas palavras 
que devido à forma abusiva com que são usadas, deixaram de 
carregar qualquer significado. Tornaram-se modismos que 
servem apenas para conferir um falso tom de intelectualidade 
e confundir. Exemplo disso no português são as expressões 
realmente, evidentemente, efetivamente, a rigor, em termos 
de, etc. No inglês temos expressões como: absolutely, as a 
matter of fact, actually, really, it seems to me, you know, etc., 
as quais pouco ou nada acrescentam à mensagem. Observe o 
seguinte exemplo: 
 
Impróprio: 
As a matter of fact, I'm 
absolutely tired. Actually 
that's the reason why I don't 
really want to go to the movies 
tonight. 
Correto: 
I don't want to go to the 
movies tonight because I'm 
tired. 
Este princípio de economia em relação ao uso de palavras 
aplica-se também ao uso de formas desnecessariamente 
complexas. Exemplos: 
 
Complexo: 
The multiplicity of 
functionality is really 
advantageous to the overall 
marketability of the product. 
 
After liquidating her 
indebtedness she was still in 
possession of sufficient 
resources to establish a small 
commercial enterprise. 
Correto: 
The many functions of the 
product will help its sales. 
 
After paying her debts, she 
still had enough money to 
set up a small business. 
 
5. Seja objetivo; apresente fatos em vez de opinões. 
 
Em qualquer idioma fatos sempre informam mais do que 
opiniões subjetivas. O texto deve se limitar o mais possível a 
fatos, ficando a conclusão reservada para o leitor. Não 
imponha ao leitor o seu julgamento; permita-lhe formar o seu 
próprio. É sempre desejável ser o mais claro e específico 
possível, substituindo palavras de mero efeito ou de 
significado vago, pela respectiva explicação. Exemplo: 
 
Subjetivismo vago: 
 
The speaker 
was fascinating to 
the audience. 
 
There 
is evidence that 
UFOs may actually 
exist. 
 
Our language 
teachers are highly 
qualified. 
I hate television. 
Correto: 
 
The speaker presented his topic well, 
and the audience enjoyed his analogies 
from daily life. 
 
Several photographs, video tapes and 
testimonies show that UFOs may 
actually exist. 
 
Our language teachers are native 
speakers with college education. 
The effects of television can be very 
damaging. The soap operas portray 
dishonesty, violence, ill emotions, all 
kinds of negative social behavior, and 
the news is often biased. 
 
6. Cuidado com o uso de voz passiva. 
 
Voz passiva consiste em trocar o sujeito e o objeto direto 
de posição. O objeto assume a posição do sujeito, mas 
permanece inativo, isto é, passivo. Passa a ser um sujeito que 
não é autor de ação nenhuma. O verdadeiro sujeito, por outro 
lado, assume o papel de agente da passiva, sendo que neste 
papel deixa de ser essencial à oração, ficando frequentemente 
omitido. Exemplos: 
 
The cat ate the 
mouse. 
O gato comeu o 
rato. 
Voz ativa. 
The mouse was 
eaten by the cat. 
O rato foi comido 
pelo gato. 
Voz passiva. 
The mouse was 
eaten. 
O rato foi comido. 
Voz passiva sem 
agente. 
 
No português, o uso da voz passiva é extremamente 
comum e apropriado ao idioma. O tom vago de uma voz 
passiva sem agente, assim como um sujeito indeterminado, 
são características típicas do português. No inglês moderno, 
por outro lado, a voz passiva chega a ser quase proibitiva 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 9 
porque destoa em relação à necessidade de clareza e de 
presença de fatos, limitando-se seu uso a casos em que o 
agente da passiva é desconhecido, irrelevante ou 
subentendido. Ocorre também com alguma frequência em 
trabalhos científicos. Exemplos: 
 
The store was robbed last night. (desconhecido) 
Toyotas are made in Japan. (irrelevante) 
Clinton was elected President. (subentendido) 
The sodium hydroxide was dissolved in water. This solution 
was then titrated with hydrochloric acid. (texto científico) 
 
Exemplo de um 
texto em 
português 
normal, 
abundante em 
voz passiva: 
Como não deve 
ser redigido em 
inglês: 
O mesmo texto 
redigido em 
inglês, de forma 
mais 
apropriada: 
Ficou decidido 
que os débitos 
deverão ser 
saldados até o 
final do mês de 
novembro, a 
partir de quando 
então serão 
cobrados com 
juros e correção 
monetária. Os 
plantadores em 
débito serão 
visitados pelo 
pessoal de campo 
e serão avisados a 
respeito das 
novas 
determinações. 
It has been 
decided that the 
debts must be paid 
before the end of 
the month of 
November, being 
after then 
collected with 
interest and 
monetary 
correction 
(inflation). The 
farmers in debt 
will be visited by 
the field personnel 
and will be 
notified of the new 
determinations. 
The company 
decided the 
farmers must pay 
their debts before 
the end of 
November. After 
that, interest and 
monetary 
correction will be 
added. Our field 
personnel will 
visit and notify 
the farmers of the 
new 
determinations. 
 
7. Mantenha uma conexão lógica entre as frases 
fazendo uso correto de Words of Transition. 
 
Words of transition ou Words of connection são conjunções, 
advérbios, preposições, etc., que servem para estabelecer uma 
relação lógica entre frases e ideias. O uso correto destas 
palavras de conexão confere elegância ao texto e, mais 
importante, solidez ao argumento. Exemplos: 
 
It was cold. I went 
swimming. 
I went swimming in spite of the 
cold weather. Although it was cold, 
I went swimming. 
Many people watch TV. 
I don't like to waste my 
time watching 
television. The quality 
of the programs is very 
poor. I'm going to read 
books. I'm not going to 
watch soap operas. 
Although many people watch TV, I 
don't like to waste my time 
watching television because the 
quality of the programs is very 
poor. Therefore I'm going to read 
books instead of watching soap 
operas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Questões 
 
1. (MRE – Oficial de Chancelaria – FGV) 
TEXT I 
How music is the real language of political diplomacy 
Forget guns and bombs, it is the power of melody that has 
changed the world 
 
Marie Zawisza 
Saturday 31 October 2015 10.00 GMT 
Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT 
 
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. 
The notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold 
air, praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall, 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photographis seen 
around the world. The date is 11 November 1989, and the 
Russian virtuoso is marching to the beat of history. 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and 
proof, in any case, that music can have a political dimension. 
Yo-Yo Ma showed as much in September when the cellist 
opened the new season of the Philharmonie de Paris with the 
Boston Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the 
United Nations, the Chinese American is the founder of Silk 
Road Project, which trains young musicians from a variety of 
cultures to listen to and improvise with each other and 
develop a common repertoire. “In this way, musicians create a 
dialogue and arrive at common policies,” says analyst Frédéric 
Ramel, a professor at the Institut d’Études Politiques in Paris. 
By having music take the place of speeches and peace talks, the 
hope is that it will succeed where diplomacy has failed.[…] 
Curiously, the study of the role of music in international 
relations is still in its infancy. “Historians must have long seen 
it as something fanciful, because history has long been 
dominated by interpretations that stress economic, social and 
political factors,” says Anaïs Fléchet, a lecturer in 
contemporary history at the Université de Versailles-St-
Quentin and co-editor of a book about music and globalisation. 
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they 
were more interested in analysing musical scores than the 
actual context in which these were produced and how they 
were received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars 
were no longer interested solely in “hard power” – that is, in 
the balance of powers and in geopolitics – but also in “soft 
power”, where political issues are resolved by mutual support 
rather than force. […] 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 10 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi 
Annan plays percussion at a September 2003 concert at the UN 
headquarters honouring those killed by a bomb at a UN office 
in Baghdad a month earlier. Photograph: Zuma/Alamy 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US 
engages in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in 
the Middle East. China promotes opera in neighbouring states 
to project an image of harmony. Brazil has invested in culture 
to assert itself as a leader in Latin America, notably by 
establishing close collaboration between its ministries of 
foreign affairs and culture; musician Gilberto Gil was culture 
minister during Luiz Inácio Lula da Silva᾽s presidency from 
2003 to 2008. He was involved in France’s Year of Brazil. As 
Fléchet recalls, “the free concert he gave on 13 July, 2005 at the 
Place de la Bastille was the pinnacle. That day, he sang La 
Marseillaise in the presence of presidents Lula and Jacques 
Chirac.” Two years earlier, in September 2003, Gil sang at the 
UN in honour of the victims of the 19 August bombing of the 
UN headquartes in Baghdad. He was delivering a message of 
peace, criticising the war on Iraq by the US: “There is no point 
in preaching security without giving a thought to respecting 
others,” he told his audience. Closing the concert, he invited 
then UN secretary general Kofi Annan on stage for a surprise 
appearance as a percussionist. “This highly symbolic image, 
which highlighted the conviction that culture can play a role in 
bringing people together, shows how music can become a 
political language,” Fléchet says. 
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-
language-human-rights-political-diplomacy) 
 
The word that is closer in meaning to “stunt” in the 
question “Publicity stunt or political act?” is: 
(A) tip; 
(B) event; 
(C) brand; 
(D) story; 
(E) poster. 
 
2. (TRE-MT – Conhecimentos Gerais para o Cargo 3 – 
CESPE) In the short term, the justice system can gain 
consistency by striving for standardization and by publishing 
the result of that effort. Broadly speaking, the court system 
resolves disputes by providing answers where the parties 
themselves cannot find them. It generates public trust by 
honouring arguments with new solutions, and this 
fundamental task must be supported by proportional and 
adequate use of technology, never reduced. In this sense, 
judicial organizations need to pay serious attention to their 
information technology policies to guarantee that justice is 
served. 
Public guidelines for frequently occurring decisions can 
fulfil the need for consistency. Automating the guidelines can 
be a next step. Public guidelines can reduce the number of 
points in dispute, and perhaps even entire disputes, to be put 
before the judge. Thus, increasing consistency also shortens 
turnaround time. There is more to this than just implementing 
technology, however. Developing routines and public 
guidelines require active work on the part of the judges and 
their staff in the courts. Judiciaries need to be responsible for 
their own performance as administrators of justice. 
 
Internet: <http://home.hccnet.nl> (adapted). 
 
According to the text, public guidelines. 
(A) show that judges and their staff are responsible for the 
administration of justice. 
(B) will increase the amount of time needed for a court 
decision. 
(C) can become automated for frequent decisions. 
(D) solve the points in dispute. 
(E) have the power to certainly reduce entire disputes. 
Leia o texto e responda as questões 3 e 4. 
Text 1 
The good oil boys club 
 
It should have been a day of high excitement. A public 
auction on July 15th marked the end of a 77-year monopoly on 
oil exploration and production by Pemex, Mexico`s state-
owned oil company, and ushered in a new era of foreign 
investment in Mexican oil that until a few years ago was 
considered unimaginable. 
The Mexican government had hoped that its firstever 
auction of shallow-water exploration blocks in the Gulf of 
Mexico would successfully launch the modernisation of its 
energy industry. In the run-up to the bidding, Mexico had 
sought to be as accommodating as its historic dislike for 
foreign oil companies allowed it to be. Juan Carlos Zepeda, 
head of the National Hydrocarbons Commission, the regulator, 
had put a premium on transparency, saying there was “zero 
room” for favouritism. 
When prices of Mexican crude were above $100 a barrel 
last year (now they are around $50), the government had 
spoken optimistically of a bonanza. It had predicted that four 
to six blocks would be sold, based on international norms. 
It did not turn out that way. The results fell well short of 
the government’s hopes and underscore how residual 
resource nationalism continues to plague the Latin American 
oil industry. Only two of 14 exploration blocks were awarded, 
both going to the same Mexican-led trio of energy fi rms. Offi 
cials blamed the disappointing outcome on the sagging 
international oil market, but their own insecurity about 
appearing to sell the country’s oil too cheap may also have 
been to blame, according to industry experts. On the day of the 
auction, the fi nance ministry set minimum-bid requirements 
that some considered onerously high; bids for four blocks 
were disqualifi ed because they failed to reach the offi cial fl 
oor. 
 
 (Source: http://www.economist.com/news/business/21657827- 
 latinamericas-oil-fi rms-need-more-foreign-capital-historic-
auctionmexico-shows) 
 
3. (ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – 
ESAF) According to text 1 above, Juan Carlos Zepeda 
(A) disliked all foreign oil companies. 
(B) was for favouritism. 
(C) gave reluctant support to the first auction. 
(D) was certain that no rigging was to happen. 
(E) was against the auction. 
 
4. (ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – 
ESAF) As stated in the passage, the public auction 
(A) gave rise to new times concerning oil production. 
(B) started the monopoly on oil exploration. 
(C) cut offthe hopes for a bonanza. 
(D) was successful in achieving the modernization of 
Mexican economy. 
(E) set out apprehension for the expansion of oil 
exploration and production. 
 
5. (Receita Federal – Auditor Fiscal da Receita Federal 
– ESAF) The IRS Chief Counsel is appointed by the President 
of the United States, with the advice and consent of the U.S. 
Senate, and serves as the chief legal advisor to the IRS 
Commissioner on all matters pertaining to the interpretation, 
administration, and enforcement of the Internal Revenue 
Code, as well as all other legal matters. Under the IRS 
Restructuring and Reform Act of 1998, the Chief Counsel 
reports to both the IRS Commissioner and the Treasury 
General Counsel. Attorneys in the Chief Counsel’s Office serve 
as lawyers for the IRS. They provide the IRS and taxpayers 
with guidance on interpreting Federal tax laws correctly, 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 11 
represent the IRS in litigation, and provide all other legal 
support required to carry out the IRS mission. Chief Counsel 
received 95,929 cases and closed 94,323 cases during fiscal 
year 2012. Of the new cases received, and cases closed, the 
majority related to tax law enforcement and litigation, 
including Tax Court litigation; collection, bankruptcy, and 
summons advice and litigation; Appellate Court litigation; 
criminal tax; and enforcement advice and assistance. In Fiscal 
Year 2012, Chief Counsel received 31,295 Tax Court cases 
involving taxpayers contesting an IRS determination that they 
owed additional tax. The total amount of tax and penalty in 
dispute at the end of the fiscal year was almost $6.6 billion. 
(Source: Internal Revenue Service Data Book, 2012.) 
 
During fiscal year 2012, the Chief Counsel's office 
succeeded in 
(A) turning down over 30,000 appeals by taxpayers. 
(B) securing over $6 billion for the State. 
(C) winning the majority of litigation cases. 
(D) processing most of the cases it received. 
(E) voiding 1,606 cases fled by taxpayers. 
 
Gabarito 
 
01. B / 02. C / 03. D / 04. A / 5. (D) 
 
 
 
Em língua portuguesa, Denotação é quando uma palavra é 
interpretada no sentido literal, como por exemplo: 
 
“Eu fiz uma tatuagem no meu braço direito”, ou 
“Machuquei meu braço ontem” 
 
Ou seja, como expressado acima, as palavras (ou frases) 
estão referenciando diretamente a parte do corpo chamada 
“braço” 
 
E Conotação, é quando a não usamos essa interpretação 
literal das palavras. Usando a palavra braço do mesmo 
exemplo anterior temos: 
“O Vice-Presidente é o braço direito do Presidente”, ou 
“Não seja aquela pessoa que nunca da o braço a torcer” 
 
Como podemos ver, são expressões que caracterizam algo 
diferente do que a palavra em si queria dizer. 
 
Na língua inglesa usamos o nome “Phrasal Verbs” para 
representar tais expressões. 
 
Phrasal Verbs 
 
O termo “Phrasal Verb” determina a junção de um verbo a 
uma preposição ou a uma partícula adverbial. Em detrimento 
de tal união o verbo assume uma nova significação. 
 
Segue abaixo alguns exemplos de Phrasal Verbs: 
 
LOOK 
UP TO 
admirar 
I always looked up to 
my parentes. 
LET 
DOWN 
desapontar He won't let you down. 
BRING 
UP 
educar 
We brought three 
children up. 
CALL 
OFF 
cancelar 
I need to call off our 
meeting. 
PUT OFF adiar 
He keeps putting off 
going to the dentist. 
KEEP UP manter 
If you keep those results 
up you will get into a 
great college. 
SHOW 
UP 
aparecer She finally showed up. 
CHEER 
UP 
Alegrar / animar 
alguém ou algo 
They brought you some 
flowers to cheer you up. 
ASK 
OUT 
convidar alguém 
para sair 
He asked me out last 
week. 
GET 
ALONG 
dar-se bem com 
alguém 
I get along well with my 
sister 
 
Separable and Inseparable Phrasal Verbs 
 
Diversos Phrasal Verbs podem ter o verbo e a preposição 
separados por meio de um objeto, esse tipo de Phrasal Verb é 
denominado “Separable”. 
No entanto, há outros em que o verbo e a preposição 
devem estar juntos, esses são os “Inseparable”. 
 
Run into (topar, bater, atropelar algo ou alguém) – I 
always run into Dr. Freman at the supermarket. 
(Inseperable) 
 
Write down (anotar) – I write everything he says down. 
 (Separable) 
 
Segue abaixo uma lista com os principais Phrasal Verbs: 
 
GIVE UP - desistir 
GO ON - continuar 
GET OVER - acabar 
COME BACK - voltar 
CALL BACK- retornar a ligação 
FIND OUT - descobrir 
HANG ON - esperar 
DROP OFF – deixar algo em algum lugar 
LOOK OVER - revisar 
THROW AWAY – jogar fora 
THINK OVER - considerar 
FILL IN – preencher 
FIX UP - consertar 
HOLD ON - esperar 
WORK OUT – malhar, exercitar-se 
 
To Call – chamar 
Call for – exigir, requerer. 
Exemplo: This work calls for a lot of patience. 
 
Call in – convidar 
Call off – cancelar 
Exemplo: I'm going to call off my medical appointment 
because I feel much better now. 
 
Call out – gritar para 
Call up – telefonar 
Exemplo: They called up the man. 
 
To come – vir 
Come across – encontrar por acaso 
Come down – descer 
 
Come in – entrar 
Come off – sair, desprender-se 
Come on – entrar em cena 
2) Conteúdos linguístico-
textuais: a) Denotação e 
conotação 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 12 
Come out – sair 
Come up – subir, surgir 
 
To get – adquiri, obter 
Get along with – dar-se bem com alguém 
Get away – escapar 
Get away with – safar-se 
Get in – entrar 
Get into – entrar 
Get off – descer, apesar de 
Get on – subir, montar 
Get on with – continuar 
Get out – sair 
Exemplo: Get out of here! 
 
Get over – superar, livra-se de 
Get over with – terminar, acabar 
Get up – levantar-se 
Exemplo: I usually get up early. 
 
To give - dar 
Give away – doar 
Exemplo: She gave away her old dress. 
 
Give back – devolver 
Give in – ceder, entregar-se 
Give off – exalar 
Give onto – dar para 
Give up – desistir 
 
To go – ir 
Go after – ir atrás, perseguir 
Go at – atacar lançar-se sobre 
Go away – ir embora 
Go down – descer 
Go for – ir buscar 
Go off – explodir 
Go on – continuar 
Go out – sair 
Go over – rever, repassar 
Go with – combinar com 
Go up – subir 
 
To look – olhar 
Look after – cuidar de 
Exemplo: Could you look after the children this evening? 
 
Look at – olhar para 
Look down on – menosprezar 
Look for – procurar 
Exemplo: What are you looking for? 
 
Look forward – aguardar ansiosamente 
Look into – examinar, analisar 
Look out – tomar cuidado 
Look up – consultar (livro, literatura) 
Look up to – admirar 
Exemplo: You have to look up the dollar exchange rate 
every day. 
 
To make - fazer 
Make into – transformar 
Make off – fugir, escapar 
Make out – preencher (cheque) 
Make out – entender, captar 
Make up – inventar, criar 
Exemplo: You can attend classes on Saturdays to make up 
for the classes you missed. 
 
 
Make up – fazer as pazes 
To put – pôr, colocar 
Put aside – guardar, economizar 
Put away – guardar, pôr no lugar 
Put off – adiar 
Exemplo: I think I'll have to put off my dental appointment. 
 
Put on – vestir 
Put out – pôr para fora 
Exemplo: The firemen put out the fire. 
 
Put up – hospedar 
Put up with – tolerar, suportar 
 
To run – correr 
Run after – correr atrás 
Run away – fugir 
Run down – escorrer 
Run into – encontrar inesperadamente 
Run out of – ficar sem 
Run over – atropelar 
Exemplo: He ran over my bicycle with his car. 
 
To take – tomar, levar 
Take after – puxar, assemelhar-se 
Take away – levar embora 
Exemplo: Take it away from here. 
 
Take down – derrubar 
Take in – enganar 
Take off – tirar 
Exemplo: Take your coat off! 
 
Take on – contratar 
Take out – levar para fora 
Exemplo: I'm going to drink tonight and don't try to take 
me out of it. 
 
Take over – assumir chefia, direção 
 
Questões 
 
1. I'd like to stop smoking but I just can't ______ it up. 
a) give 
b) turn 
c) put 
d) hurry 
 
2. I'm getting really unfit. I think I should ______ up a 
sport. 
a) speak 
b) take 
c) put 
d) hurry 
 
3. I'm fed up hearing you talk all the time. Why don't 
you just ______ up and listen for once? 
a) cheerb) move 
c) put 
d) shut 
 
4. He's a really irritating person. I don't see how you 
______ up with him. 
a) speak 
b) move 
c) put 
d) hurry 
 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 13 
5. If you don't put any oil in the motor when the 
warning light comes on, it's likely to ______ up. 
a) send 
b) seize 
c) put 
d) set 
 
Gabarito 
 
1. (A) / 2. (B) / 3. (D) / 4. (C) / 5. (B) 
 
 
 
SYNONYMS AND ANTHONYMS 
 
Sinônimos 
São palavras de sentido igual ou aproximado. Na maioria 
das vezes não é indiferente usar um sinônimo pelo outro. 
Embora irmanados pelo sentido comum, os sinônimos 
diferenciam-se, entretanto, uns dos outros, por matizes de 
significação e certas propriedades que o escritor não pode 
desconhecer. O fato linguístico de existirem sinônimos chama-
se sinonímia, palavra que também designa o emprego de 
sinônimos. 
 
Antônimos 
São palavras de significação oposta. A antonímia pode 
originar-se de um prefixo de sentido oposto ou negativo. 
 
 
 
Questões 
 
01. Escolha a alternativa correta que apresenta um 
antônimo da palavra BIG. 
(A) Soft 
(B) Strong 
(C) Small 
(D) Short 
(E) Slow 
 
02. Escolha a alternativa correta que apresenta um 
sinônimo da palavra HUNGRY. 
(A) Elated 
(B) Splendid 
(C) Nasty 
(D) Ravenous 
(E) Thrilled 
 
03. Escolha a alternativa correta que apresenta um 
antônimo da palavra RIGHT. 
(A) Rigid 
(B) Wrong 
(C) Far 
(D) Ugly 
(E) Dead 
 
04. Escolha a alternativa correta que apresenta um 
sinônimo da palavra HORRIBLE. 
(A) Cheerful 
(B) Reputable 
(C) Starving 
(D) Horrid 
(E) Delighted 
 
05. Escolha a alternativa correta que apresenta um 
antônimo da palavra DARK. 
(A) Starving 
(B) Ugly 
(C) Delighted 
(D) Light 
(E) Elated 
 
Gabarito 
 
01.C / 02.D / 03.B / 04.D / 05.D 
 
 
 
Estrutura da oração 
 
A distribuição correta das palavras na frase ou oração, na 
língua inglesa, segue o mesmo padrão da língua portuguesa. 
Embora seja mais usada de forma rigorosa na primeira. 
A ordem correta é: 
 
 
 
1. Sujeito 
 
O sujeito, que sempre ocupa a primeira posição na frase, 
contrário ao que ocorre na língua portuguesa, nunca é omitido. 
O sujeito pode ser representado por um ou vários substantivos 
ou por pronomes pessoais. 
 
Exemplos: 
- The Microsoft is one of the richest corporations in the 
world. 
- Explorer and Navigator are two famous browsers. 
- The United States, Canada, England and Japan are some 
of the countries where people make the best use of internet. 
 
O sujeito também pode ser representado por locuções ou 
por sintagmas nominais. 
 
Exemplos: 
- My parents prefer the eletronic typewriter than the 
computer for typing their texts. 
- Some of the software we use in the lab must be replaced. 
b) Sinonímia e antonímia 
 
c) Correlação morfológica, 
sintática e/ou semântica 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 14 
- The world Bank and The United Nations Organization 
invest money in projects that improve the information 
technology. 
 
Encontraremos também orações inteiras que exercem a 
função de sujeito de uma oração. 
 
Exemplos: 
- Retraining the staff over and over and much of repeated 
reworking is what most businesses expect to eradicate with 
investments in highly advanced technology. 
- Better education, an increase in the living conditions and 
a serious health care program would suffice to establish a 
desirable welfare status for the poor population in this 
country. 
- From now on, not only machines, such as computers, 
watches and vehicles, but also books, trees and even shoes will 
be equipped with microchips. 
 
2. Verbo 
 
 Como se pode observar nos exemplos anteriores, o verbo 
ou a locução verbal (sublinhados) ocupa a segunda posição na 
estrutura frasal inglesa. 
Na poesia, na música ou no inglês falado coloquial, pode-se 
encontrar exemplos em que esta regra não é observada. 
Entretanto, em linguagem técnico-científica, como no 
inglês computacional, o formato S+V+C é usado 
rigorosamente. 
Os dois únicos casos estabelecidos pela gramática inglesa 
em que um verbo pode iniciar uma oração são: 
 
a) Modo imperativo (nunca é acompanhado de sujeito) 
- The computer is off. Turn it on. 
- Execute the instructions following the manual 
procedures. 
- Please, wait. 
 
b) Frases Interrogativas (um verbo auxiliar sempre 
antecede o sujeito da frase). 
- Would you please show me how I can run this program? 
- Is this the correct way to write it in English ? 
- Can you tell me what your e-mail is ? 
 
Em casos ainda mais raros, podemos encontrar orações 
introduzidas pelo infinitivo (to stop, to love, to work, etc). 
Quem nunca ouviu ou falou a clássica shakespeareana: to be 
or not to be? 
Embora coubesse um auxiliar nessa frase, o que a tornaria 
mais específica, o uso do infinitivo desempenha exatamente a 
função de tornar o sentido do verbo infinitivo, genérico, 
atemporal ou impessoal. Basta se reportar ao evento em que 
esta frase foi citada. 
 Um tradutor eletrônico, por razões óbvias, não aplica 
regras de sintaxe, e traduz as palavras nas orações, na mesma 
sequência em que elas lhe forem apresentadas. Portanto, tome 
cuidado! 
 
3. Complementos 
 
 Os complementos são palavras ou frases inteiras que 
detalham ou completam as informações estabelecidas pelo 
sujeito e o verbo, que são os únicos termos essenciais da 
oração. 
Analisemos estas frases: “A secretária chegou”, “O ônibus 
saiu”, “O avião caiu”. Sintaticamente, já temos os dois 
elementos indispensáveis: 0 sujeito que determina quem está 
envolvido na execução de uma determinada ação e o verbo 
que responde pelo ato executado. 
As perguntas que fazemos ao verbo para saber os detalhes 
(Como? Quando? Com quem? Onde? Por quê? Etc) são 
respondidas através destes complementos. Então, teremos: “A 
secretária chegou em casa chorando”. “O ônibus saiu vazio da 
frente da escola às onze horas”.” O avião caiu por causa de uma 
falha mecânica”. 
 
 Os principais complementos da oração são os elementos 
de transitividade dos verbos (objetos direto e indireto) e os 
advérbios (que determinam o modo, tempo, lugar, causa, etc). 
 
a) Objeto direto 
É o complemento que responde a pergunta: “o quê” feita 
ao verbo. 
 
Exemplos: 
- He bought a book. 
- My father is a computer programmer. 
- I don´t know what to do. 
 
b) Objeto indireto 
 
É o complemento que responde a pergunta : “de 
quê?””com quê?””de quem?””para quem?” etc, feitas ao 
verbo. O objeto indireto, na maioria dos casos, está ligado ao 
verbo indiretamente, ou seja, este complemento precisa de 
uma preposição para se ligar ao verbo. 
Outras vezes não, ele simplesmente responde pelo 
complemento relacionado a pessoas. 
 
Exemplos: 
a. She´s helping him finish his work. 
b. She got home with her husband. 
c. I´m tired of speaking. 
d. Diana told me what happened. 
 
 Quanto a ordem de colocação dos objetos em inglês, esta 
se dá de forma contrária à da nossa língua. O objeto indireto 
antecede o objeto direto. Veja em Give peace a chance! No 
português nós temos que inverter essa ordem. 
Lembre-se bem disso! 
 
Fonte: http://files.tiunibratec2010-2012.webnode.com.br/200000019-
3b2783b6d4/estrutura_frasal_inglesa%5B1%5D.doc. 
 
Questões 
01. (EBC – Ansalista – CESPE) In the sentence: 
 
“The new gas stove in the kitchen which I bought last 
month has a very efficient oven.”, the subject is “The new gas 
stove in the kitchen”. 
( ) Certo ( ) Errado 
 
02. (EBC – Ansalista – CESPE) In the sentence: 
 
“Bernard is now the best student at that college.”, “the best 
student” is a direct object. 
( ) Certo ( ) Errado 
 
03. (EBC – Ansalista – CESPE) In the sentence: 
 
“Seeing the large crowd, John stopped his car.”, “Seeing the 
large crowd” is an adverbial clause. 
( ) Certo ( ) Errado 
 
04. (EBC – Ansalista – CESPE) In the sentence: 
 
“They elected Prof. Palmer the head of that department for 
the second time.”, “the head of that department” is a direct 
object. 
( ) Certo ( ) Errado 
APOSTILASOPÇÃO 
 
 
Inglês 15 
05. (EBC – Ansalista – CESPE) Translation exists because 
men speak different languages. This truism is, in fact, founded 
on a situation, which can be regarded as enigmatic and posing 
problems of extreme difficulty. Why should human beings 
speak thousands of different, mutually incomprehensible 
tongues? Why does homo sapiens, whose digestive tract has 
evolved and functions in precisely the same complicated ways 
the world over, whose biochemical fabric and genetic potential 
are, orthodox science assures us, essentially common, the 
delicate runnels of whose cortex are wholly akin in all peoples 
and at every stage of social evolution – why does this unified, 
though individually unique mammalian species not use 
common language? 
We do not speak one language, nor half a dozen, nor twenty 
or thirty. Four to five thousand languages are thought to be in 
current use. This figure is almost certainly on the low side. It 
seems reasonable to assert that the human species developed 
and made use of at least twice the number we can record 
today. A genuine philosophy of language must grapple whit the 
phenomenon and rationale of the human ‘invention’ and 
retention of anywhere between five and ten thousand distinct 
tongues. However difficult and generalizing the detour, a study 
of translation ought to put forward some view of the 
evolutionary, psychic needs or opportunities, which have 
made translation necessary. To speak seriously of translation 
one must first consider the possible meanings of Babel, their 
inherence in language and mind. 
 
George Steiner. After Babel: aspects of language and translation. 2ª ed. 
Oxford University Press, 1992, p. 51-4 (adapt ed). 
 
The verbal form “functions” has as its subject “homo 
sapiens”. 
( ) Certo ( ) Errado 
 
Gabarito 
 
01. Errado / 02. Errado / 03. Certo / 04. Certo / 05. 
Errado 
 
Relative clauses - orações subordinadas 
 
As orações subordinadas (subordinate clauses), também 
chamadas de orações dependentes (dependent clauses), 
exercem uma função sintática em relação a uma outra oração, 
chamada de oração principal, que requer complemento para 
que seu significado seja completo. Desse modo, as orações 
subordinadas estão sempre ligadas a outra oração, visto que 
sozinhas também não possuem um sentido completo em si. Em 
inglês, há dois tipos de orações subordinadas: Relative or 
Adjective Clauses e Adverbial Clauses. A seguir, veja mais 
detalhadamente esses dois tipos de orações subordinadas da 
língua inglesa. 
 
Orações Relativas – Relative / Adjective Clauses 
 
 As orações relativas (relative/adjective clauses) 
realizam a mesma função de um adjetivo: complementam um 
substantivo ou um pronome da oração principal, que é 
chamado de antecedente. Para adicionarmos informações ao 
antecedente, usamos os pronomes 
relativos (who, whom, whose, which e that). Há dois tipos de 
orações relativas: as restritivas (defining relative clauses) e 
as explicativas(non-defining relative clauses). A escolha do 
pronome relativo dependerá do tipo de oração (restritiva ou 
explicativa) e da função que exercem (sujeito, objeto ou ideia 
de posse). A partir de agora, estudaremos cada uma das 
orações relativas separadamente: 
 
 
 
Defining Relative Clauses - Orações Restritivas 
Essas orações definem ou diferenciam o antecedente, ou 
seja, elas servem para definir sobre quem ou sobre o que 
estamos falando. Observe suas características: 
 
- Não são antecedidas de vírgula. 
Do you know the girl who is talking to Tom? 
(Você conhece a menina que está falando com o Tom?) 
 
I was invited to a party which was not very excited. 
(Fui convidado para uma festa que não estava muito animada.) 
I met a woman who can speak six languages. (Conheci uma 
mulher que sabe falar seis idiomas.) 
 
Uso dos pronomes. 
 
FUNÇÃO PESSOA COISA 
Sujeito who / that which / that 
Objeto who / whom / that / - which / that / - 
Possessivo whose whose 
 
Observando o quadro acima, concluímos que as orações 
restritivas que se referem a pessoas são introduzidas 
por who, whom ou that, já as orações restritivas que se 
referem a coisas são introduzidas por which ou that. O 
pronome possessivo whose é usado tanto para pessoas como 
para coisas: 
Is this the man who / that stole your bag? (É este o homem 
que roubou sua bolsa?) 
I need a car which is big. (Preciso de um carro que seja 
grande.) 
Do you know the boy whose mother is a nurse? (Você 
conhece o menino cuja mãe é enfermeira?) 
The tree whose leaves have fallen. (A árvore cujas folhas 
caíram.) 
It's the house whose door is painted red. (Trata-se da casa 
cuja porta é pintada de vermelho.) 
- O pronome relativo pode ser omitido quando 
exercer função de objeto. Mas lembre-se: essa 
omissão jamais pode ocorrer quando o pronome 
exercer função de sujeito. Quando o pronome relativo for 
seguido por um verbo, ele exerce função de sujeito. Caso o 
relativo seja seguido por um substantivo ou pronome, ele 
exerce função de objeto. Observe os exemplos abaixo: 
Christopher Columbus was the 
man who discovered America. (Cristóvão Colombo foi o 
homem que descobriu a América.) 
Gustavo is the journalist who writes for the Times. 
(Gustavo é o jornalista que escreve para o Times.) 
 
The man who lives next door is my grandfather. 
(O homem que mora na casa ao lado é meu avô.) 
 
This is the person (who) I saw at the bakery last night. – 
 O pronome who é opcional. 
 (Esta é a pessoa que eu vi na padaria ontem à noite.) 
 
Sorry, I have lost the CD (which) I borrowed from you. – 
O pronome which é opcional. 
 (Desculpa, perdi o CD que peguei emprestado de você.) 
 
Richard is the lawyer (who) we met last week. – 
O pronome who é opcional. 
 (Ricardo é o advogado que conhecemos na semana 
passada.) 
 
Fonte: http://www.solinguainglesa.com.br/conteudo/Relativeclause1.php 
 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 16 
Questões 
 
1. The British Prime Minister, ____ was interviewed 
yesterday, denied responsibility. 
a) who 
b) that 
c) Either could be used here. 
 
2. The car ____ was stolen belonged to my partner. 
a) which 
b) that 
c) Either could be used here. 
 
3. The house ____ they have rented is in the centre of 
town. 
a) which 
b) that 
c) Either could be used here. 
 
4. The crowd, ____ were making a lot of noise, were told 
to move on by the police. 
a) who 
b) that 
c) Either could be used here. 
 
5. The company, _____ CEO is under investigation, is 
doing very badly. 
a) which 
b) whose 
c) Either could be used here. 
 
Gabarito 
1. (A) / 2. (C) / 3. (C) / 4. (A) / 5. (B) / 
 
 
 
PRONOUNS 
Os Pronomes são palavras utilizadas para substituir os 
substantivos. 
 
1. Pronomes Pessoais: 
Em inglês existem dois tipos de pronomes pessoais, eles 
são: Subject Pronouns e Object Pronouns. 
I EU 
YOU VOCÊ 
HE ELE 
SHE ELA 
IT ELE / ELA (COISAS E ANIMAIS) 
WE NÓS 
YOU VOCÊS 
THEY ELES / ELAS 
 
Subject Pronouns 
(Usados como sujeito da frase) 
Exemplos: 
I study English and Japanese. 
She works in a big city. 
 
Object Pronous 
ME 
YOU 
HIM 
HER 
IT 
US 
YOU 
THEM 
(Usados como objeto da frase) 
 
Exemplos: 
They gave me the book. 
She always see him at school. 
 
2. Pronomes Possessivos: 
Em inglês há, também, dois tipos de pronomes possessivos, 
os Possessive Adjectives e os Possessive Pronouns. 
 
POSSESSIVE ADJECTIVES POSSESSIVE PRONOUNS 
MY MINE 
YOUR YOURS 
HIS HIS 
HER HERS 
ITS ITS 
OUR OURS 
YOUR YOURS 
THEIR THEIRS 
 
* Possessive Adjectives são usados antes de substantivos, 
precedidos ou não de adjetivos. 
Exemplos: 
Her parents live in London. 
I want your new dress. 
 
* Possessive Pronouns são usados para substituir a 
construção possessive adjective + substantivo, evitando, 
portanto, a repetição. 
Exemplo: 
My car is red, but theirs is black. 
 
MYSELF 
YOURSELF 
HIMSELF 
HERSELF 
ITSELF 
OURSELVES 
YOURSELVES 
THEMSELVES 
3. Pronomes reflexivos: 
 
Exemplos: 
He hurt himself. (Ele se cortou) 
I cut myself.(Eu me cortei) 
 
Observação: 
Os pronomes reflexivos também possuem função enfática. 
Veja alguns exemplos: 
They themselves built their houses. (Eles próprios 
construíram a casa) 
We ourselves made this surprise to you. (Nós mesmos 
preparamos essa surpresa para você) 
 
4. Pronomes Demonstrativos: 
 
SINGULAR Tradução Exemplo 
THIS esse / essa This is my favorite book. 
THAT aquele / aquela That is my cat. 
 
 
d) Pronomes e suas 
referências 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 17 
PLURAL Tradução Exemplo 
THESE esses / essas 
These are my friends from 
school. 
THOSE 
aqueles / 
aquelas 
Those are the English 
teachers. 
 
5. Pronomes Indefinidos: 
 
Derivações do “SOME” – SOMETIME (alguma vez) 
 SOMEWHERE (algum lugar) 
 SOMEONE (alguém) 
 SOMETHING (alguma coisa / algo) 
 
Derivações do “ANY” – ANYWHERE (em qualquer lugar, 
em algum lugar, em nenhum lugar) 
 ANYBODY (qualquer pessoa, alguém, ninguém) 
 ANYTHING (qualquer coisa, nada, algo) 
 
6. Pronomes Interrogativos: 
 
Pronomes Tradução Exemplos: 
WHAT O que? 
What do you study? (O que 
você estuda?) 
WHERE Onde? 
Where do you live? (Onde você 
mora?) 
WHEN Quando? 
When did he come to Brazil? 
(Quando ele veio para o Brasil?) 
WHO Quem? 
Who is your friend? (Quem é 
seu amigo?) 
WHOSE De quem? 
Whose wallet is this? (De quem 
é essa carteira?) 
WHY Por que? 
Why is she sad? (Por que ela 
está triste?) 
HOW Como? How do you prepare lemon pie? 
 
7. Pronomes Relativos 
Os pronomes relativos podem exercer a função de sujeito 
ou objeto do verbo principal. 
 
WHO 
Sujeito ou Pronome 
Objeto para pessoas 
I told you about the 
woman who lives in 
Brazil 
WHICH 
Sujeito ou Pronome 
Objeto para animais e 
coisas 
Do you see the cat 
which is drinking 
milk? 
WHOSE 
Posses para pessoas, 
animais e coisas 
This is the boy 
whose mother is a 
nurse 
WHOM 
Pronome Objeto para 
pessoas 
The woman whom 
you called is my 
cousin 
THAT 
Sujeito ou Pronome 
Objeto para pessoas, 
animais e coisas 
He is the man that 
saved my life 
That is the dog that 
bit my neighbor 
 
8. One / Ones 
 
One (singular ) / Ones (plural) são usados para evitar 
repetições desnecessárias. 
 
See those two girls? Helen is the tall one (girl) and Jane is 
the short one (girl). 
 
Let’s look at the photographs. The ones (photographs) you 
took in Paris. 
 
Questões 
 
Preencha as frases com o pronome correto: 
01. .......... and ........... mother are from Japan. 
(A) I - my 
(B) Me - my 
(C) their - my 
(D) I - mine 
(E) She – hers 
 
02. ............. do they study here? Because they like our 
school. 
(A) Where 
(B) When 
(C) Why 
(D) Who 
(E) What 
 
03. She combs ..................... 
(A) himself 
(B) yourself 
(C) myself 
(D) herself 
(E) itself 
 
04. Complete the sentences with the correct pronoun. 
A sister of ________ has just gotten a job. 
(A) your 
(B) their 
(C) my 
(D) our 
(E) ours 
 
05. Circle the correct alternative. 
Peter’s wife said: “My husband wants me to sell my bicycle, 
but he won’t sell __________”. 
(A) hers 
(B) his 
(C) yours 
(D) its 
(E) theirs 
 
Gabarito 
 
01.A / 02.C / 03.D / 04.E / 05.B 
 
 
 
ARTIGOS: DEFINIDOS E INDEFINIDOS 
 
Artigo Definido 
 
THE = o, a, os, as 
 
- Usamos antes de substantivos tomados em sentido 
restrito. 
 
Exemplos: 
 
The coffee produced in Brazil is of very high quality. 
 
I hate the music they’re playing. 
 
The people you’ve just met are my neighbors. 
 
e) Artigos (definidos e 
indefinidos) 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 18 
- Emprega-se também antes de nomes de países no 
plural ou que contenham as palavras Kingdom, Republic, 
Union, Emirates. 
 
Exemplos: 
 
The United States 
 
The Netherlands 
 
The United Kingdom 
 
The Dominican Republic 
 
- Antes de adjetivos ou advérbios no grau superlativo. 
 
Exemplos: 
 
John is the tallest boy in the family. 
 
The best students will be awarded. 
 
- Antes de acidentes geográficos (rios, mares, oceanos, 
cadeias de montanhas, desertos e ilhas no plural), mesmo 
que o elemento geográfico tenha sido omitido. 
 
Exemplos: 
 
The Nile (River) 
 
The Sahara (Desert) 
 
The Pacific (Ocean) 
 
- Antes de nomes de famílias no plural. 
 
Exemplos: 
 
The Smiths have just moved here. 
 
The Browns are our friends. 
 
- Antes de adjetivos substantivados. 
 
Exemplos: 
 
You should respect the old. 
 
I feel sorry for the blind. 
 
- Antes de numerais ordinais. 
 
Exemplos: 
 
He is the eleventh on the list. 
 
This is the third time I hear you say that. 
 
- Antes de nomes de hotéis, restaurantes, teatros, 
cinemas, museus. 
 
Exemplos: 
 
The Hilton (Hotel) 
 
The British Museum 
 
 
 
 
- Antes de nacionalidades. 
 
Exemplos: 
The Dutch 
 
The Chinese 
 
- Antes de nomes de instrumentos musicais. 
 
Exemplos: 
 
She plays the piano very well. 
 
Can you play the guitar? 
 
- Antes de substantivos seguidos de preposição. 
 
Exemplos: 
 
The Battle of Trafalgar 
 
The Houses of Parliament 
 
Omissões 
 
- Antes de substantivos tomados em sentido genérico. 
 
Exemplos: 
 
Roses are my favorite flowers. 
 
Salt is used to flavor food. 
 
- Antes de nomes próprios no singular. 
 
Examples: 
 
John didn’t come to the party yesterday. 
 
She lives in South America. 
 
- Antes de possessivos. 
 
Exemplo: 
 
My house is more comfortable than theirs. 
 
- Antes de nomes de idiomas, não seguidos da palavra 
language. 
 
Exemplo: 
 
She speaks French and English. (Mas: She speaks the 
French language.) 
 
- Antes de nomes de estações do ano. 
 
Exemplo: 
 
Summer is hot, but winter is cold. 
 
Casos especiais 
 
- Não se usa o artigo THE antes das palavras church, 
school, prison, market, bed, hospital, home, university, 
college, market, quando esses elementos forem usados 
para seu primeiro propósito. 
 
 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 19 
Exemplos: 
 
She went to church. (para rezar) 
 
She went to the church. (talvez para falar com alguém) 
- Sempre se usa o artigo THE antes de office, cathedral, 
cinema, movies e theater. 
 
Exemplos: 
 
Let’s go to the theater. 
 
They went to the movies last night. 
 
Artigo Indefinido 
 
A / AN = um, uma 
 
Emprego do artigo A: 
 
- Antes de palavras iniciadas por consoantes. 
 
Exemplos: 
 
A boy 
A girl 
A woman 
 
- Antes de palavras iniciadas por vogais, com som 
consonantal. 
 
Exemplos: 
 
A uniform 
A university 
A European 
 
Emprego do artigo AN: 
 
- Antes de palavras iniciadas por vogais. 
Examples: 
 
AN egg 
AN orange 
AN umbrella 
 
- Antes de palavras iniciadas por H mudo (não 
pronunciado). 
 
Examples: 
 
AN hour 
AN honor 
AN heir 
 
Usa-se os artigos indefinidos para: 
 
- Dar ideia de representação de um grupo, antes de 
substantivos. 
 
Exemplo: 
 
A chicken lays eggs. (Todas as galinhas põem ovos.) 
 
- Antes de nomes próprios no singular, significando 
“um tal de”. 
 
 
 
 
Exemplo: 
 
A Mr. Smith phoned yesterday. 
 
- No modelo: 
WHAT + A / AN = adj. + subst. 
Exemplos: 
 
What a nice woman! (Que mulher bondosa!) 
What a terrible situation! (Que situação terrível!) 
 
- Em algumas expressões de medida e frequência. 
 
Exemplos: 
 
A dozen (uma dúzia) 
 
A hundred (uma centena, ou cem) 
 
Twice a year (duas vezes ao ano) 
 
- Em certas expressões. 
 
Exemplos: 
 
It’s a pity (é um a pena) 
It’s a shame (é uma vergonha) 
It’s an honor (é uma honra) 
 
- Antes de profissão ou atividades. 
 
Exemplos: 
 
James is a lawyer. 
 
Her sister is a physician. 
 
Omissões 
 
- Antes de substantivos contáveis no plural. 
 
Exemplos: 
 
Lions are wild animals. 
 
I’ve seen (some*) good films lately. 
 
- Antes de substantivos incontáveis. 
 
Exemplos: 
 
Please, bring me (some*) bread. 
 
Water is good for our health. 
 
* Em alguns casos, podemos usar SOME antes dos 
substantivos. 
 
Fonte: objetivo.br (com adaptações) 
 
Questões 
 
Marque a alternativa adequada para cada questão abaixo, 
de acordo com as regras estudadas: 
 
01. I love living in this __________ city. 
A) no article 
B) a 
C) the 
D)an 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 20 
02. Generally speaking, __________ boys are physically 
stronger than girls. 
A) no article 
B) a 
C) the 
D) an 
 
 
03. The boss gave me __________ hour to finish the report. 
A) no article 
B) a 
C) the 
D) an 
 
04. Do you remember __________ girl that we saw last night? 
A) no article 
B) a 
C) the 
D) an 
 
05. P1: Did you go to the Thai restaurant? 
 P2: No, I went to __________ place where you and I 
normally go. 
A) the 
B) a 
C) no article 
D) an 
 
Respostas 
 
01. A /02. A /03. D/04. C /05. A – 
 
 
 
Prezado (a) Candidato (a), o edital não foi específico sobre 
o conteúdo deste tópico, portanto foi elaborado um material 
que aborda o tema e não havia sido trabalhado nesta apostila. 
 
SUBSTANTIVOS - NOUNS 
 
Substantivos, que no inglês são conhecidos como nouns, 
são palavras que dão nome a pessoas, lugares, coisas, 
conceitos, ações, sentimentos, etc. Também chamados de 
nomes, eles funcionam de muitas maneiras nas sentenças. Na 
maioria das vezes, posicionam-se como o sujeito de um verbo, 
funcionando como o ator ou agente dele. Os nomes também 
podem receber uma ação quando funcionam como objeto do 
verbo. Quando atuam como sujeitos ou objetos, os 
substantivos podem ser apenas uma palavra, frases, ou 
cláusulas. 
 
Exemplos: 
The plane crashed. (substantivo como sujeito da frase) 
He kicked the dog. (substantivo como objeto direto do 
verbo) 
 
A maioria dos substantivos forma o plural com o acréscimo 
de -s. Por exemplo: 
 
Singular Plural 
dog dogs 
cat cats 
 
Quando o substantivo termina em -y e é precedido por 
consoante, faz-se o plural com -ies. 
 
 
a canary canaries 
a library libraries 
a pony ponies 
a story stories 
 
Se o substantivo termina em -s, -ss, -z, -sh, -ch, -x (exceção: 
ox => oxen), acrescentamos -es para formar o plural: 
 
 
A beach two beaches 
A church two churches 
A dish two dishes 
A fox two foxes 
 
Existem algumas formas irregulares de plural. Alguns 
exemplos comuns são: 
 
Woman women 
Man men 
Child children 
Tooth teeth 
Foot feet 
Goose geese 
Mouse mice 
Person people 
 
Para alguns terminados em -f ou -fe, trocamos estas letras 
por -ves. Para outros, apenas usamos -s: 
 
Knife knives 
Wife wives 
Life lives 
 
Substantivos contáveis e não contáveis 
 
Fonte: http://goo.gl/oiXKLN 
 
Na tabela acima nós temos os exemplos de alguns 
alimentos divididos nas duas categorias que iremos explicar 
abaixo, contáveis e incontáveis. Aqui iremos também traduzir 
todos os alimentos da lista, assim o estudante não precisa ficar 
procurando em um dicionário um por um. 
 
Countables – Contáveis Uncountables – Incontáveis 
Bun – Bolinho Bread – Pão 
Sandwich – Sanduiche Fruit – Fruta 
Apple – Maça Juice – Suco 
Orange – Laranja Meat – Carne 
Burguer – Hamburguer Rice – Arroz 
f) Singular e Plural 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 21 
Fries – Batata frita Cereal – Cereal 
Eggs – Ovos Jam – Geléia 
Salad – Salada Milk – Leite 
Vegetables – Vegetais Coffee – Café 
Cookies – Biscoitos Sugar – Açucar 
Potatoes – Batatas Flour – Farinha 
Tomato – Tomates Oil – Óleo 
Carrot – Cenoura Salt – Sal 
Hot Dog – Cachorro quente Soup – Sopa 
Candies – Doces Tea – Chá 
Olives – Azeitonas Cottage Cheese – Coalhada 
Peanuts – Amedoins Pasta – Massa 
Pancakes – Panquecas Honey – Mel 
Onion – Cebola Water – Água 
Watermelon – Melancia Cheese – Quejo 
Pea – Ervilha Butter – Queijo 
Grapes – Uvas Seafood – Frutos do mar 
Cherries – Cerejas Mustard – Mostarda 
 
Contáveis são aqueles substantivos que podemos 
enumerar e contar, ou seja, que podem possuir tanto forma 
singular quanto plural. Eles são chamados de countable nouns 
ou de count nouns, em inglês. 
 
Por exemplo, podemos contar pencil. Podemos dizer one 
pencil, two pencils, three pencils, etc. 
 
Incontáveis são os substantivos que não possuem forma 
no plural. Eles são chamados de 
uncountable nouns, de non-countable nouns, ou até de 
non-count nouns, em inglês. Podem ser precedidos por alguma 
unidade de medida ou quantificador. Em geral, eles indicam 
substâncias, líquidos, pós, conceitos, etc., que não podemos 
dividir em elementos separados. Por exemplo, não podemos 
contar “water” em por exemplo one water ou two waters. 
Podemos, sim, contar "bottles of water" ou "liters of water", 
mas não podemos contar “water” em sua forma líquida. 
 
Outros exemplos de substantivos incontáveis são: music, 
art, love, happiness, advice, information, news, furniture, 
luggage, rice, sugar, butter, water, milk, coffee, electricity, gas, 
power, money, etc. 
 
Em geral, estudantes de língua inglesa têm dificuldade de 
saber quando um substantivo é contável e quando é não-
contável. As dicas são sempre conferir a informação num bom 
dicionário e também tentar memorizar alguns dos mais 
comuns para agilizar o seu estudo. Nos dicionários, 
normalmente você encontra o símbolo [U] para identificar os 
uncountable nouns e [C] para os countable nouns. 
 
Em várias situações necessitamos de fazer o uso de 
determinantes/quantificadores em conjunto com 
substantivos contáveis e incontáveis. 
 
Há determinantes específicos para os incontáveis: a little, 
little, less, much. 
 
Exemplos: 
 
I have little time to study today. 
Eu tenho pouco tempo para estudar hoje. 
 
She has little patience with her kids. 
Ela tem pouca paciência com seus filhos. 
 
He demonstrates less aptitude. 
Ele demonstra menos aptidão. 
 
Judy and her husband have much money. 
Judy e seu marido têm bastante dinheiro. 
 
E há alguns específicos para uso com substantivos 
contáveis: a few, few, fewer, many. 
 
Exemplos: 
 
There are a few coins in my wallet. 
Há algumas moedas na minha carteira. 
 
Few people went to the show. 
Poucas pessoas foram ao show. 
 
We can see fewer cars on the streets today. 
Nós podemos ver menos carros nas ruas hoje. 
He has many friends. 
Ele tem muitos amigos. 
 
Existe ainda o determinante a lot of que pode ser utilizado 
tanto para substantivos contáveis como incontáveis. Ele é 
apelidade de “coringa” porque serve para ambas as categorias. 
Mas lembre-se de focar os estudos nos demais principalmente 
no much e many. Os concursos sempre focm mais no much e 
many na tentativa de confundir o candidato. 
 
Exemplo: 
 
I have a lot of money. 
Eu tenho um monte de dinheiro. 
 
I have much money. 
Eu tenho muito dinheiro. 
 
There are a lot of cars in the street tonight. 
Tem um monte de carros na rua esta noite. 
 
There are many cars in the street tonight. 
Tem muitos carros na rua esta noite. 
 
Modificadores de substantivos 
 
Modifiers são palavras, locuções, frases, ou cláusulas que 
qualificam o significado de outras palavras. O termo é bem 
genérico: qualquer parte da fala que funciona como um 
adjetivo ou advérbio é um modificador. 
 
Nos exemplos abaixo, o modifier está em negrito e a 
palavra que ele modifica está sublinhada; a função do 
modificador está descrita abaixo. 
 
Adjetivos — descrevem ou modificam nomes. Uma 
locução adjetiva ou cláusula adjetiva funciona da mesma 
maneira que uma simples palavra funcionaria. 
 
Exemplos: 
 
The yellow balloon flew away over the crying child. 
O balão amarelo voou sobre a criança chorona. 
 
O adjetivo yellow modifica o substantivo 
balloon; crying modifica child. 
 
Artigos — são palavras que acompanham os substantivos 
e tem função de classifica-los. 
 
Exemplos: 
 
The killer selected a knife from an antique collection. 
O assassino escolheu uma faca de uma antiga coleção. 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 22 
The, a, e an são artigos que especificam ou delimitam seus 
respectivos substantivos. 
 
Advérbios — descrevem verbos, adjetivos, ou outros 
advérbios, completando a ideia de como, quanto ou quando. 
Uma locução adverbial ou cláusula adverbial funciona da 
mesma forma que um único advérbio funcionaria. 
 
Exemplos: 
 
The woman carefully selected her best dress for the party. 
A mulher cuidadosamente escolheu seu melhor vestidopara a festa. 
Carefully é um advérbio que modifica o verbo selected. 
 
Questões 
 
1. I love reading. I've got hundreds of _____. 
(A) book 
(B) bookes 
(C) books 
(D) booken 
 
2. Today is a busy day at school. I have five _______. 
(A) clases 
(B) class 
(C) classes 
(D) class's 
 
3. I normally have two long ________ a year. 
(A) holiday 
(B) holidays 
(C) holidaies 
(D) holidayes 
 
4. They have four ________, all girls. 
(A) childs 
(B) childes 
(C) childen 
(D) children 
 
5. You must remember to brush your _____ after eating. 
(A) tooths 
(B) toothes 
(C) teeth 
(D) teeths 
 
Gabarito 
 
1.C / 2.C / 3.B / 4.D / 5.C 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
VERBAL TENSES 
 
Na língua Inglesa, assim como em outras, existem 
os tempos verbais que são as variações do verbo usadas para 
indicar em qual momento a ação expressada está 
acontecendo. São ao todo, doze tempos verbais, que 
estudaremos a seguir. 
 
Presente Simples (Simple Present) 
 
O Simple Present Tense expressa: Ações habituais e 
Verdades eternas. Usamos o verbos no infinitivo, sem a 
partícula “to”. 
 
 
 
Formação: 
 
Em frases afirmativas, usamos o verbo sem nenhuma 
modificação, exceto para as terceiras pessoas do singular (he, 
she, it). Para esses, seguem as regras a seguir: 
 
 
 
1) De modo geral, a maioria dos verbos recebe um -s 
ao final: 
 
read » reads 
sing » sings 
run » runs 
write » writes 
sit » sits 
sleep » sleeps 
open » opens 
 
g) Verbos no tempo 
presente, para expressar 
hábitos e rotinas, em suas 
formas afirmativa, 
interrogativa ou negativa; h) 
Verbos no Presente Contínuo, 
para expressar atividades 
momentâneas e futuro, em 
suas formas afirmativa, 
interrogativa ou negativa 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 23 
2) Mas, se o verbo terminar com as letras -o, -s, -sh, -ch, 
-x ou -z você terá de acrescentar -es: 
 
go » goes 
do » does 
miss » misses 
wash » washes 
watch » watches 
fix » fixes 
buzz » buzzes 
 
3) Caso o verbo termina em uma sequência de 
consoante e ‘y’ – exemplos são try, reply, hurry, cry e 
outros – você deverá jogar o pobre do ‘y’ na lata do lixo e 
colocar ‘-ies‘. Veja, 
 
try » tries 
reply » replies 
hurry » hurries 
cry » cries 
 
Preste atenção ao fato de isso se aplicar apenas a 
verbos terminados em uma sequência de consoante e ‘y’. 
Verbos que terminam com vogal e ‘y’ prevalece a regra 
geral, ou seja, acrescente apenas o ‘s‘. 
stay » stays 
play » plays 
pray » prays 
 
4) Como não poderia deixar de ser, há uma exceção a 
tudo isto. Tem um verbo que tem forma própria para as 
terceiras pessoas do singular (he, she e it). Trata-se do 
verbo have, que com estes pronomes vira ‘has‘: 
 
have » has 
 
Não se esqueça que essas regras são apenas para as frases 
afirmativas! 
 
 
 
Short Answers 
 
São respostas curtas, que são dadas, sempre que a 
pergunta começa com DO ou DOES: 
 
Do you play tennis? 
 Yes, I Do. 
No, I don't. 
 
Does Jannie speak French? 
 Yes, she does. 
No, she doesn't. 
 
 
 
 
 
 
 
Presente Contínuo (Present Continuous) 
 
 
 
Usos: 
 
 - Ações ou acontecimentos ocorrendo no momento da 
fala com as expressões now, at present, at this moment, 
right now e outras. 
 
Exemplos: 
Why is Jennifer crying now? 
It is raining at present. 
 
- Ações temporárias. 
 
Exemplos: 
I’m sleeping on a sofa these days because my bed is 
broken. 
Tom isn’t playing soccer this season. He wants to 
concentrate on his studies. 
 
- Futuro próximo. 
 
Exemplos: 
The bus is leaving at 10 pm. 
Ann is coming tomorrow. 
 
 OBSERVAÇÕES: 
 
1) Alguns verbos não são normalmente usados nos tempos 
contínuos. Devemos usá-los, preferencialmente, nas formas 
simples: see, hear, smell, notice, realize, want, wish, 
recognize, refuse, understand, know, like, love, hate, 
forget, belong, seem, suppose, appear, have (= ter, 
possuir), think (= acreditar). 
 
Exemplos: 
He doesn’t understand what the teacher is saying. 
Do you hear some steps coming from the kitchen? 
 
2) Verbos monossilábicos terminados em uma só 
consoante, precedida de uma só vogal, dobram a consoante 
final antes do acréscimo de –ing. 
 
Exemplos: 
run → running 
swim → swimming 
 
3) Verbos dissilábicos terminados em uma só consoante, 
precedida de uma só vogal, dobram a consoante final somente 
se o acento tônico incidir na segunda sílaba. 
 
Exemplos: 
prefer → preferring 
admit → admitting 
listen → listening 
enter → entering 
 
 
 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 24 
4) Verbos terminados em –e perdem o –e antes do 
acréscimo de –ing, mas os terminados em –ee apenas 
acrescentam –ing. 
 
Exemplos: 
make → making 
dance → dancing 
agree → agreeing 
flee → fleeing 
 
5) Verbos terminados em –y recebem –ing, sem perder o –
y. 
 
Exemplos: 
study → studying 
say → saying 
 
6) Verbos terminados em –ie, quando do acréscimo de –
ing, perdem o –ie e recebem –ying. 
 
Exemplos: 
lie → lying 
die → dying 
Porém, os terminados em –ye não sofrem alterações. 
dye → dyeing 
 
 
 
Questões 
 
1. This morning the weather is good. The sun __________ and 
it is quite warm. 
a) shines 
b) shone 
c) is shining 
d) has shone 
 
2. At nine o'clock in every English lesson, our teacher _____ 
us about an interesting part of English culture. 
a) tell 
b) tells 
c) has told 
d) is telling 
 
3. Would anybody like _____ to the pub with me tonight to 
celebrate the end of May? 
a) go 
b) going 
c) went 
d) to go 
 
Gabarito 
 
01.C / 02.B / 03.D 
 
 
 
ADJECTIVES 
 
Os adjetivos em inglês são invariáveis tanto em gênero, 
quanto em número. Assim, enquanto no Português fala-se “O 
menino é rico / A menina é rica”, em inglês, fala-se “The boy 
is rich / The girl is rich”, sem mudança de gênero. 
O mesmo ocorre com a questão de singular e plural, veja os 
exemplos: 
 
“Eles são felizes” / “They are happy” 
“Nós gostamos de ler bons jornais” / “We like to read 
good newspapers” 
 
Alguns adjetivos comuns em inglês: 
 
ACCEPTABLE ACEITÁVEL 
AMAZING INCRÍVEL 
ANGRY BRAVO 
BORING CHATO / TEDIOSO 
BUSY OCUPADO 
DANGEROUS PERIGOSO 
DIRTY SUJO 
EMPTY VAZIO 
FAST RÁPIDO 
FULL CHEIO 
HUGE ENORME 
YOUNG JOVEM 
 
Ordem dos Adjetivos 
 
Posição: os adjetivos em inglês são colocados nas frases 
antes dos substantivos. Exemplos: hard lesson / clean house 
/ black cat. 
 
Observação: os adjetivos devem posicionar-se na frase 
após os verbos “To Be” (ser / estar): 
They were happy. 
The baby is healthy. 
 
Os adjetivos em inglês seguem a seguinte ordem: 
 
 
 
 
 
Example: Lovely small old square black Chinese leather 
school backpack. 
 
Adjetivos: grau comparativo e superlativo 
 
As formas comparativas e superlativas dos adjetivos ou 
advérbios na língua inglesa, são usadas de acordo com a 
quantidade de coisas (objetos, pessoas, animais, cidades, etc.) 
que são comparadas. 
 
 
i) Comparativo e 
superlativo; j) Adjetivos e 
advérbios e suas posições nas 
frases 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 25 
Usamos o grau Comparativo para compararmos sempre 
duas coisas. 
 
Usamos o grau Superlativo para destacarmos uma coisa 
dentro de um grupo de três ou mais. 
 
Formas Invariáveis 
 
As formas invariáveis são aquelas que o Adjetivo ou 
Advérbio não mudam a escrita, apenas acrescentamos as 
formas de igualdade, superioridade ou inferioridade. Veja a 
tabela abaixo: 
 
 
 
Exemplos: 
 
as cold as tão frio quanto 
NOT so (as) cold as não tão frio quanto 
Less cold than menos frio que 
the least cold o menos frio 
as expensive as tão caro quanto 
NOT so (as) expensive as não tão caro quanto 
Less expensive than menos caro que 
The least expensive o menos caro 
 
Formas Variáveis 
 
As formas variáveis são aquelas onde o adjetivo ou 
advérbio mudam a escrita. São aplicadas apenas as palavras 
curtas, ou seja, aquelas com uma ou duas sílabas. Modificamos 
as terminações seguindo algumas observações que serão 
estudadas abaixo: 
 
 
 
Observações: 
 
1. Usamos os sufixos –ER ou –EST com adjetivos / 
advérbios deuma só sílaba. 
 
Exemplos: 
 
taller than = mais alto que the tallest = o mais alto 
bigger than = maior que the biggest = o maior 
 
2. Usamos os sufixos –ER ou –EST com adjetivos de duas 
sílabas. 
 
 
 
Exemplos: 
 
happier than = mais feliz que 
cleverer than = mais esperto que 
the happiest = o mais feliz 
the cleverest = o mais esperto 
 
3. Usamos os prefixos MORE e MOST com adjetivos de mais 
de duas sílabas. 
 
Exemplos: 
MORE comfortable than = mais confortável que 
MORE careful than = mais cuidadoso que 
THE MOST comfortable = o mais confortável 
THE MOST careful = o mais cuidadoso 
 
4. Usamos os prefixos MORE e MOST com advérbios de 
duas sílabas. 
 
Exemplos: 
MORE afraid than = mais amedrontado que 
MORE asleep than = mais adormecido que 
THE MOST afraid = o mais amedrontado 
THE MOST asleep = o mais adormecido 
 
5. Usamos os prefixos MORE e MOST com qualquer 
adjetivo terminado em –ED, –ING, –FUL, –RE, –OUS. 
 
Exemplos: 
 
tired – more tired than – the most tired 
(cansado) 
charming – more charming than – the most 
charming (charmoso) 
hopeful – more hopeful than – the most hopeful 
(esperançoso) 
sincere – more sincere than – the most sincere 
(sincero) 
famous – more famous than – the most famous 
(famoso) 
 
Variações Ortográficas 
1. Adjetivos monossilábicos terminados em uma só 
consoante precedida de uma só vogal, dobram 
a consoante final antes de receberem –ER ou –EST. 
 
Exemplos: 
 
fat – fatter than – the fattest (gordo) 
thin – thinner than – the thinnest (magro) 
 
2. Adjetivos terminados em Y precedido de vogal 
trocam o Y para I antes do acréscimo de 
-ER ou –EST. 
 
Exemplos: 
 
angry – angrier than – the angriest (zangado) 
happy – happier than – the happiest (feliz) 
 
EXCEÇÃO 
 
shy – shyer than – the shyest (tímido) 
 
3. Adjetivos terminados em E recebem apenas –R ou –ST. 
Exemplos: 
 
nice – nicer than – the nicest (bonito, 
simpático) 
brave – braver than – the bravest (corajoso) 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 26 
Formas Irregulares 
 
1. Alguns adjetivos e advérbios têm formas irregulares no 
comparativo e superlativo de superioridade. 
 
Good (bom / boa) 
Well (bem) 
Better than - the best 
Bad (ruim / mau) 
Badly (mal) 
Worse than - the worst 
Little (pouco) Less than - the least 
 
3. Alguns adjetivos e advérbios têm mais de uma forma 
no comparativo e superlativo de superioridade. 
 
Far 
(longe) 
Farther than – the farthest (distância) 
further (than) – the furthest (distância / 
adicional) 
Old 
(velho) 
older than – the oldest 
elder – the eldest (só para elementos da 
mesma família) 
Late 
(tarde) 
the latest (o mais recente) 
the last (o último da série) 
 
Parallel Increase 
 
Usamos a estrutura the + comparativo... the + 
comparativo para dizer que uma coisa depende de 
outra. 
 
The warmer the weather, the better I feel. (Quanto mais 
quente o tempo, melhor eu me sinto.) 
 
The more expensive the hotel, the better the service. 
(Quanto mais caro o hotel, melhor o serviço.) 
 
The longer the phone call, the more you have to pay. 
(Quanto mais longo o telefonema, mais você tem de pagar.) 
 
Gradual Increase 
 
Usamos dois comparativos juntos para indicar que 
algo está mudando continuamente. 
 
It’s becoming harder and harder to find a job. (Está 
ficando cada vez mais difícil achar um emprego.) 
 
Traveling is becoming more and more expensive. 
(Viajar está ficando cada vez mais caro.) 
 
The weather is becoming hotter and hotter. (A 
temperatura está ficando cada vez mais quente.) 
 
ATENÇÃO 
 
ELDER é usado antes de substantivos. 
Exemplo: My elder brother lives in Chicago. 
 
Fonte: objetivo.br (com adaptações) 
 
Questões 
 
01. (STF – Analista Judiciário – CESPE) The aging 
process affects us all at different rates. Some people of fifty-
three, like the esteemed author, look a mere thirty-five, with 
sparkling brown eyes, a handsome gait and the virility of a 
steam train. Others, like the author’s friend Colin, look like 
little middle-aged men at twenty-one with middle-aged 
outlooks of set ways and planned futures. In women the 
former condition is common but women rarely suffer from the 
latter, being fired with the insatiable drive of ambition for 
either an independent and distinguished career in a still male-
dominated world, or a home and seven children by the time 
they are thirty followed by an independent and distinguished 
career as a Cheltenham councillor or a public relations agent 
for Jonathan Cape, in later life. 
No such luck for Charles Charlesworth, who was born on 
the 14th of March, 1829, in Stafford. At the age of four Charles 
had a beard and was sexually active. 
In the final three years of his life his skin wrinkled, he 
developed varicose veins, shortness of breath, grey hair, senile 
dementia and incontinence. Some time in his seventh year he 
fainted and never gained consciousness 
The coroner returned a verdict of natural causes due to old 
age. 
 
Hugh Cory. Advanced writing with english in use. Oxford University Press, 
p. 34. 
 
01. According to the text above, It is rather common for 
women to look older than they really are. 
( ) CERTO ( ) ERRADO 
 
02. Lisa is staying home. Her cold is a lot ___________ today. 
(A) bad 
(B) worst 
(C) worse and worst 
(D) worse 
(E) the worst 
 
03. We complained about the service in our hotel, but 
instead of improving, it got ______________. 
(A) best 
(B) the best 
(C) worse 
(D) the worst 
(E) better and better 
 
04. If you need any __________________ information, please 
contact our head office. 
(A) far 
(B) farther 
(C) more far 
(D) the furthest 
(E) further 
 
05. The more you practice your English, the _____ you’ll 
learn. 
(A) faster 
(B) farther 
(C) fastest 
(D) furthest 
(E) more fast 
 
Gabarito 
 
01. Errado / 02. D / 03. C / 04. E / 05. A 
 
Advérbios 
 
Os advérbios adicionam informações sobre um verbo, um 
adjetivo, um outro advérbio, um particípio ou uma oração 
completa. 
 
Advérbios simples: são formados por uma só palavra. 
Exemplos: here, sometimes. 
 
Locuções adverbiais: são formados por duas ou mais 
palavras. Exemplos: in this apartment, once every week. 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 27 
Formação dos Advérbios 
 
- Quando são derivados de adjetivos, os advérbios são, na 
maioria dos casos, formados pelo acréscimo do sufixo -ly (-
mente, em português) a um adjetivo. 
 
careful (cuidadoso) / carefully (cuidadosamente, com 
cuidado) 
especial (especial) / especially (especialmente) 
extreme (extremo) / extremely (extremamente) 
 
Observações: 
 
1. Os adjetivos terminados em y trocam o y por i antes 
de receberem o sufixo -ly: 
 
easy (fácil) - easily (facilmente) 
heavy (pesado) - heavily (pesadamente) 
lazy (prequiçoso) - lazily (preguiçosamente) 
happy (feliz, alegre) - happily (felizmente, alegremente) 
 
2. Os adjetivos terminados em le trocam o le por ly: 
 
probable (provável) - probably (provavelmente) 
simple (simples) - simply (simplesmente) 
 
3. Os adjetivos terminados em e (sem l antes do e) 
mantêm este e, e acrescentam ly; com a exceção de true e 
due: 
 
brave (bravo) - bravely (bravamente) 
immediate (imediato) - immediately (imediatamente) 
 
Exceções: 
true (verdadeiro) - truly (verdadeiramente) 
due (que se deve, devido, adequado, esperado) - duly (a 
tempo, pontualmente, diretamente) 
 
4. Os adjetivos terminados em ic acrescentam ally após 
o ic: 
 
tragic (trágico) - tragically (tragicamente) 
romantic (romântico) - romantically (romanticamente) 
automatic (automático) - automatically 
(automaticamente) 
 
5. Caso o adjetivo já termine em -ly, nada se acrescentaa ele para a formação do advérbio: 
 
Justine is tired of her daily routine. - daily = adjetivo 
(Justine está cansada da sua rotina diária.) 
Bob's column is published daily. - daily = advérbio (A 
coluna de Bob é publicada diariamente.) 
 
Adjetivos e Advérbios 
 
Muitos adjetivos e advérbios possuem a mesma forma, veja 
alguns exemplos: 
 
Close 
Adjective: Harry is a close friend of mine. (Harry é um 
amigo próximo meu.) 
 
Adverb: Come close, I need to tell you something. (Chegue 
perto, preciso te contar uma coisa.) 
 
Hard 
Adjective: John is a hard worker. (John é um trabalhador 
esforçado.) 
 
Adverb: John works hard. (John trabalha de maneira 
esforçada.) 
 
Adverb: It rained hard. (Choveu fortemente.) 
 
Late 
Adjective: A late applicant suddenly came into the room. 
(Um candidato atrasado entrou de repente na sala.) 
 
Adverb: I usually get up late in sunday mornings. (Eu 
geralmente acordo tarde nas manhãs de domingo.) 
Ordem dos Advérbios 
 
- Advérbios de frequência (OFTEN, GENERALLY, 
SOMETIMES, NEVER, SELDOM, ALWAYS...) são colocados, de 
preferência, ANTES do verbo principal ou APÓS o verbo 
auxiliar ou o verbo to be. 
 
They usually watch TV in the evenings. 
 
She seldom eats sweets. 
 
She is always late. 
 
These curtains have never been cleaned. 
 
 
Expressões adverbiais de frequência são colocadas no 
final ou no início de uma oração. 
 
They watch TV every evening. 
Once a week they go swimming. 
 
- Advérbios de probabilidade (POSSIBLY, PROBABLY, 
CERTAINLY...) são colocados antes do verbo principal mas 
após be ou um verbo auxiliar. 
 
He probably knows her phone number. 
 
He is certainly at home now. 
 
- Perhaps e maybe (talvez) aparecem normalmente no 
começo de uma oração. 
 
Perhaps I’ll see her later. 
Maybe you’re right. 
 
- Advérbios de tempo (TODAY, TOMORROW, NOW, 
SOON, LATELY...) são colocados no final ou no início de uma 
oração. 
 
He bought a new camera yesterday. 
On monday I’m going to London. 
 
- Advérbios de modo (SLOWLY, QUICKLY, GENTLY, 
SOFTLY, WELL...) aparecem normalmente no final da oração. 
Alguns advérbios podem também aparecer no início de uma 
oração se quisermos enfatizá-los. 
 
She entered the room slowly. 
Slowly she entered the room. 
- Grande parte dos advérbios de modo é formada pelo 
acréscimo de LY (-mente) ao adjetivo. 
 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 28 
serious – seriously 
careful – carefully 
quiet – quietly 
heavy – heavily 
bad – badly 
 
- Porém, nem todas as palavras terminadas em LY são 
advérbios. 
 
lonely = solitário (adjetivo) 
lovely = encantador (adjetivo) 
silly = tolo (adjetivo) 
elderly = idoso (adjetivo) 
 
- Advérbios de lugar (HERE, THERE, EVERYWHERE...) 
são usados no início ou no final de orações. 
 
You’ll find what you want here. 
There comes the bus. 
 
MODO, LUGAR, TEMPO 
- A posição normal dos advérbios em uma oração é: 
He did his job CAREFULLY AT HOME YESTERDAY. 
 
 MODO LUGAR TEMPO 
 
 
LUGAR, MODO, TEMPO 
 
- Com verbos de movimento, a posição normal é: 
She traveled TO LONDON BY PLANE LAST WEEK. 
 
 LUGAR MODO TEMPO 
 
OBSERVAÇÕES 
 
1) FAST, HARD e LATE funcionam como adjetivos ou 
advérbios. 
 
John is a fast runner. (adjetivo) 
John runs very fast. (advérbio) 
 
The train is very late. (adjetivo) 
Jill arrived very late. (advérbio) 
 
This is a hard question. (adjetivo) 
If you want to succeed, study hard. (advérbio) 
 
2) Atenção para as traduções de HARDLY e LATELY. 
 
I can hardly move my feet. (advérbio) 
 
 = mal, com dificuldade 
 
I haven’t seen John, lately. (advérbio) 
 
 = ultimamente 
 
3) GOOD = bom (adjetivo) BAD = mau (adjetivo) 
 WELL = bem (advérbio) BADLY = mal (advérbio) 
 
 
 
 
Outros Advérbios 
 
- Advérbios de grau / intensidade 
Extremely: modifica um adjetivo 
The water was extremely cold. 
 
Quite: modifica um adjetivo 
The movie is quite interesting. 
 
Almost: modifica um verbo 
She has almost finished. 
 
Very: modifica um advérbio 
She is running very fast. 
 
Too: modifica um advérbio 
You are walking too slowly. 
 
Enough: modifica um advérbio 
You are running fast enough. 
 
- Advérbios de dúvida / certeza 
Maybe (talvez) 
Perhaps (talvez - no início ou no final da frase) 
Possily (possivelmente) 
Probably (provavelmente) 
Definitely (definitivamente) 
Certainly (certamente, seguramente, evidentemente) 
Clearly (claramente, sem dúvidas, evidentemente) 
Assuredly (indubitavelmente, sem dúvidas) 
 
- Advérbios de ponto de vista 
Happily, she started singing. (modifica a frase toda) 
 
Questões 
 
01. (SEFAZ/RJ – Auditor Fiscal – FCC) 
 
Why Is Spain Really Taking Lionel Messi to Tax Court? 
 
By Jonathan Mahler Sep 27, 2013 
 
So Spain has decided to haul Lionel Messi into court for tax 
evasion, which strikes me as completely insane on pretty much 
every level. 
You may remember the story from a few months back: The 
greatest soccer player in the world and his father were accused 
of setting up a bunch of shell companies in Belize and Uruguay 
to avoid paying taxes on royalties and other licensing income. 
Messi - who makes an estimated $41 million a year, about 
half from sponsors - reached a settlement with Spain’s tax 
authorities earlier this summer, agreeing to pay the amount he 
apparently owed, plus interest. The matter was settled, or so it 
seemed. Messi could go back to dazzling the world with his 
athleticism and creativity. 
Only it turns out that Spain wasn’t quite done with Messi. 
His adopted country - Messi is Argentine but became a Spanish 
citizen in 2005 - is now considering pressing criminal charges 
against him. 
Cracking down on tax-evading footballers has become 
something of a trend in Europe, where players and clubs have 
been known to launder money through “image-rights 
companies” often set up in tax havens. When you need money 
- and Europe needs money - go to the people who have it, or 
something like that. Over the summer, dozens of Italian soccer 
clubs were raided as part of an investigation into a tax-fraud 
conspiracy. A number of English Premier League clubs were 
forced last year to pay millions of pounds in back taxes. 
No one likes a tax cheat, and there’s little doubt that 
widespread tax fraud has helped eat away at the social safety 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 29 
net in Spain and elsewhere, depriving schools, hospitals and 
other institutions of badly needed funds. But Europe is not 
going to find the answers to its financial problems in the 
pockets of some professional soccer players and clubs. 
Messi’s defense, delivered by his father, seems credible 
enough to me. “He is a footballer and that’s it,” Messi’s father 
Jorge said of his soccer-prodigy son. “If there was an error, it 
was by our financial adviser. He created the company. My 
mistake was to have trusted the adviser.” Even if Messi is 
legally responsible for the intricate tax dodge he is accused of 
having participated in, it’s pretty hard to believe that he knew 
much about it. 
More to the point, Lionel Messi is probably Spain’s most 
valuable global asset. What could possibly motivate the 
Spanish government to want to tarnish his reputation, 
especially after he’s paid off his alleged debt? After four years 
of Great-Depression level unemployment, have anxiety and 
despair curdled into vindictiveness? 
Here’s another explanation: Maybe this whole case has less 
to do with money than it does with history. Maybe it’s no 
coincidence that the target of the Spanish government’s weird 
wrath happens to play for FC Barcelona, which is, after all, 
"mes que un club." It's a symbol of Catalan nationalism - and a 
bitter, longtime rival of Spain’s establishment team,Real 
Madrid. 
Too conspiratorial? Prove it, Spain. Release Cristiano 
Ronaldo’s tax return. 
 
(Adapted form http://www.bloomberg.com/news/2013-09-27/why-is-
spain-really-taking-lionel-messi-to-tax-court-.html) 
 
A synonym for badly, as it is used in the text, is 
(A) closely. 
(B) evenly. 
(C) much. 
(D) almost. 
(E) not. 
 
02. (CODEVASF - Técnico em Informática – 
CONSULPLAN) 
 
The uses for oil 
Oil is the largest source of liquid fuel and, in spite of 
attempts to develop synthetic fuels, world consumption of oil 
products in increasing. 
The oil industry is not much more than a hundred years 
old. It began when the first oil well was drilled in 1859. In the 
early days, oil was used to light houses because there was no 
electricity and gas was very scarce. Later, people began to use 
oil for heating too. 
Most industries use machinery to make things. Every 
machine needs oil in order to run easily. Even a small clock or 
watch needs a little oil from time to time. 
The engines of many machines use oil fuels petrol, 
kerosene or diesel. Cars, buses, trucks, tractors, and small 
aircraft use petroleum chemicals: synthetic rubber, plastics, 
synthetic fiber materials for clothes and for the home, paints, 
materials which help to stop rust, photographic materials, 
soap and cleaning materials (detergents), drugs, fertilizers for 
farms and gardens, food containers, and may others. 
In 1900 the world’s oil production was less than 2 million 
tons a year. Today the oil industry is one of the world’s largest 
and most important suppliers of raw materials. 
 
In the sentence: “every machine needs oil in order to run 
easily”. Easily can be considered: 
(A) an adverb. 
(B) an adjective. 
(C) a noun. 
(D) a preposition. 
(E) a conjunction. 
03. (INB – Engenheiro eletrônico – CONSULPLAN) 
 
Wolves 
 
Tsali, an old chief of the Cherokees (a tribe of Noth 
American Indians that live in the Southwest of the Unites 
States), often walks along the stream near the village with his 
grandson. They do that almost every day. The old man knows 
a lot of stories full of adventure or wisdom and the boy loves 
to listen to them. 
This morning Tsali decides to tell the boy about a battle 
that sometimes happens inside himself. The old man says, 
“This battle is between two wolves. One is evil: cruelty, hate, 
anger, envy, despair, greed, arrogance, guilt, lies, resentment, 
inferiority, superiority, and ego.” 
The old Indian stops for a moment and then says, “the 
other is good: joy, peace, love, hope, empathy, friendship, 
serenity, humility, kindness, generosity, truth, compassion, 
and faith…” 
The boy is filled with curiosity. He looks at his grandfather 
and asks, “What happens then? Which wolf wins?” 
Tsali just smiles and answers, “The one I feed.” 
 
They _________________ walk along the stream. They 
frequently do that. 
(A) often 
(B) sometimes 
(C) every day 
(D) always 
(E) never 
 
Gabarito 
 
01. C / 02 A / 03. A 
 
 
 
Determiners / Quantifiers 
 
Determiners são palavras que iniciam as orações 
substantivas. Eles podem ser: específicos (specific) ou gerais 
(general). 
Os “Specific Determiners” são usados quando se tem 
conhecimento exato de que o leitor ou ouvinte sabe a que eles 
se referem. 
“General Determiners” são empregados para falar de 
coisas em geral, das quais o leitor ou ouvinte não sabe 
exatamente a que se referem. 
 
Specific Determiners: THE; MY; YOUR; HIS; HER; ITS; 
OUR; THEIR; WHOSE; THIS; THAT; THESE; THOSE, WHICH. 
 
Examples: 
Can you pass the glass, please? (o) 
Look at this beautiful flower. (essa) 
Thank you for your present. (seu) 
 
General Determiners: A; AN; ANY; ANOTHER; OTHER; 
WHAT. 
 
Examples: 
A man saw the accident. (um) 
Any person can solve this exercise. (qualquer) 
 
k) Quantificadores (many, 
much, few, little, a lotof) 
 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 30 
Quantifiers são usados para informar a respeito do 
número de algo. 
 
Forma Tradução Exemplo 
Much Muito(a) She doesn't much coffee. 
 
Little Pouco(a) She drinks little coffee. 
 
Less Menos She drinks less coffee than John. 
 
 
As formas much, little e less são usadas antes de 
substantivos incontáveis, portanto singulares. 
 
Forma Tradução Exemplo 
Many Muitos(a) She doesn't have many friends. 
 
Few Poucos(a) She has few friends. 
 
Fewer Menos She has fewer friender than John. 
 
 
As formas many, few e fewer são usadas antes de 
substantivos contáveis no plural. 
 
- Much e many são usados, preferencialmente, em orações 
interrogativas e negativas. 
 
Do you have many cousins? 
 We didn’t spend much money. 
 
- Many tem concordância verbal de plural. 
 
Many students are waiting outside. 
 
Pode-se, porém, substituir a 
forma many + plural por many a + singular. 
Many a student is waiting outside. 
 
Sinônimos de much e many 
 
Em orações afirmativas, deve-se, preferencialmente, usar a 
lot of, lots of, a great deal of, a good deal of, plenty of em 
substituição a much ou many. 
 
 
 
A lot (sem of) não deve ser usado antes de substantivos. 
 
She works a lot. 
A lot was done by him. 
 
As formas a lot of e lots of têm concordância verbal 
dependente do elemento que as seguir. 
 
There is a lot of dust here. 
There are a lot of books here. 
There is a lot of rice left. 
There are lots of potatoes left. 
Plenty of significa “mais do que suficiente”. 
 
There’s no need to hurry. We’ve got plenty of time. 
 
Much e very 
 
a) Como já vimos, much (= muito/a) é usado antes de 
substantivos incontáveis no singular. 
Do you have much work to do? (subst. incontável) 
 
Pode ser usado também antes de comparativos. 
Jane is much taller than John. (comparativo) 
 
This book is much more interesting than that. 
(comparativo) 
 
 
b) Very (= muito) é usado antes de adjetivos e advérbios 
no grau normal. 
Her daughter is very intelligent. (adjetivo) 
 
They arrived very late yesterday. (advérbio) 
 
 
Little, a little, few, a few 
 
 a) A little e a few são ideias positivas e significam “uma 
pequena quantidade de” ou “um pequeno número de” e 
equivalem a some, em inglês. 
 
I still have a little money in the bank. (= algum dinheiro) 
The exam was extremely difficult but a few students 
passed it. (= alguns alunos)b) Little e few são idéias negativas. 
I have little money in the bank. (= quase nenhum dinheiro) 
The exam was extremely difficult and few students passed 
it. (= quase nenhum aluno) 
 
b) Little e few são ideias negativas. 
I have little money in the bank (= quase nenhum dinheiro). 
The exam was extremely difficult and few students passed 
it (= quase nenhum aluno). 
 
So, too, very 
 
So, too e very podem ser usados antes de much, many, 
little e few para ampliar, enfatizar ou restringir o sentido dos 
quantificadores. 
 
I can’t hear so much noise. 
There are so many jobs to do today. 
Too much noise drives me crazy. 
There are too many people in the restaurant. 
I’ve got very little money. 
Very few students passed the examination. 
 
Some, Any, No e None e Compostos 
 
A. SOME (= algum, alguma, uns, umas) 
 SOMEONE / SOMEBODY (= alguém) 
 SOMETHING (= algo) 
 
Usos: 
⎯→ orações afirmativas 
⎯→ orações interrogativas (oferecimentos e pedidos) 
 
Exemplos: 
 
Jane has bought SOME new shoes. 
There’s SOMEONE / SOMEBODY knocking at the door. 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 31 
I have SOMETHING important to tell you. 
Would you like SOMETHING to drink? 
Can you give me SOME information? 
 
B. ANY 
 ANYONE / ANYBODY 
 ANYTHING 
 
Usos: 
⎯→ orações interrogativas 
⎯→ orações negativas (com verbos negativos ou palavras 
negativas na oração) 
⎯→ orações afirmativas significando “qualquer” 
 
Exemplos: 
 
Have you seen ANY good movie recently? 
They don’t know ANYONE / ANYBODY here. 
He left home without ANY money. 
 
He’s lazy. He never does ANYwork. 
Come and visit me ANY day you want. 
Observação: 
Frequentemente usamos ANY, ANYONE/ANYBODY, 
ANYTHING após IF (se). 
 
Exemplos: 
Buy some strawberries if you see ANY. 
If ANYONE has ANY question, I’ll answer it. 
If you need ANYTHING, let me know. 
 
C. NO (= nenhum, nenhuma) 
 NO ONE / NOBODY (= ninguém) 
 NOTHING (= nada) 
 
Uso: 
⎯→ orações negativas (com verbos afirmativos) 
 
Exemplos: 
He has NO friends. = He doesN’T have ANY friends. 
I have talked to NOBODY / NO ONE. = I haveN’T talked to 
ANYBODY / ANYONE. 
He has bought NOTHING for her. = He hasN’T bought 
ANYTHING for her. 
 
 
 
Observação: 
 
SO, TOO e VERY podem ser usados antes de much, 
many, little e few para ampliar, enfatizar ou restringir o 
sentido dos “quantifiers”. 
Exemplos: There are so many books to read. 
I ate too much food. 
Very few students passed in the exam. 
 
Fonte: objetivo.br(Adaptado) 
 
 
 
 
Questões 
Complete com o quantificador apropriado: 
 
01. Would you like more wine? Yes, but only ………………... 
(A) a little 
(B) fewer 
(C) less 
(D) much 
(E) many 
 
02. How ………… food did they bring? 
(A) many 
(B) few 
(C) fewer 
(D) much 
(E) little 
 
03. There are too ……………… people chasing too ……………… 
jobs. 
(A) many - much 
(B) few - much 
(C) many - few 
(D) much - many 
(E) fewer – much 
 
04. Complete with SOME or ANY. 
a) _________ child can be adopted. It depends mainly on you. 
b) Ann met ____________ of her friends in Paris last summer. 
c) Could you please bring me _____________ water? 
I’m very thirsty. 
d) The room was crowded. There weren’t __________ places 
anymore. 
e) Did you see ___________ good play last week? 
f) I didn’t do ___________ homework yesterday. 
 
05. Fill in the blanks with SOME, ANY or NO. 
a) I’m sorry I can’t lend you ____________ money. I’m broke. 
b) “Do you want ________ coffee?” “Yes, I want ________.” 
c) I don’t have ______________ opinion about her. 
d) __________ students did their homework. They’re too lazy. 
e) Is there _____________ drugstore near here? 
f) I see ________ person here. I think you must be mistaken. 
g) “Would you like _____________ coffee?” 
“No, I would like _____________ coffee.” 
h) Can you lend me _____________ “reais”? 
I’ll give you back some next payment. 
i) Can you give me ______________ further details about the 
some trip? 
j) If you have _______________ problem, I’ll give you a hand. 
 
Gabarito 
01. A / 02. D / 03. C 
 
04. a) any 
b) some 
c) some 
d) any 
e) any 
f) any 
 
05. a) any 
b) some / some 
c) any 
d) no 
e) any 
f) no 
g) some / no 
h) no 
i) some 
j) any 
APOSTILAS OPÇÃO 
 
 
Inglês 32 
 Anotações

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