Prévia do material em texto
INGLÊS APOSTILAS OPÇÃO Inglês 1 COESÃO E COERÊNCIA A revisão textual é extremamente importante para garantir que o texto concretize, da melhor maneira possível, aquilo que pensamos em escrever, naquele momento e para aquela(s) pessoa(s). Nesse sentido é que vale a pena estudar os elementos textuais que têm como finalidade construir as significações. Para tanto, devemos pensar nos elementos que garantem a coesão e a coerência do texto. Quando pensamos em coesão textual, pensamos no emprego de determinados elementos da língua que garantem a boa articulação do texto, tornando-o compreensível. O estudo da coerência diz respeito aos elementos da situação de comunicação (quem escreve, para quem e com que intenção) e àqueles que garantem que existam relações entre as ideias, que haja harmonia entre elas, criando tanto uma unidade de sentido, quanto uma ausência de contradição. No momento da revisão textual, trata-se, portanto, de aprimorar o texto tanto no que se refere à articulação entre as partes (coesão), como em relação ao nexo, à harmonia entre as partes que o compõem e a adequação do texto à situação comunicativa (coerência). Como já abordamos alguns aspectos relativos à coesão, vamos centrar nossa análise textual aqui na coerência. Propomos que você leia a carta abaixo. Ela foi escrita por um correntista de um banco para o gerente da instituição com a intenção de conseguir um empréstimo para se matricular num curso. 1 http://canaldoensino.com.br/blog/6-dicas-de-interpretacao-de-textos-em- ingles (Adaptado e ampliado) Algumas Incoerências Note que a carta apresenta problemas de coerência, sobretudo em relação à inadequação da linguagem informal para uma situação comunicativa em que a formalidade é exigida. Formas linguísticas como "as you probably know", "just round the corner from your bank", "I was at this party the other day and I met", "you can do", "my brother thinks" e "I hope you'll say yes" poderiam ser eliminadas do texto, porque não adicionam nada de significativo ao que está sendo dito e, ainda, não são adequadas para compor uma carta endereçada a um gerente de banco, mas a um colega ou um amigo. Outras formas como "I have done about two years as a librarian", "a great course", "I'm looking forward to your letter" deveriam ser substituídas. E, assim, poderíamos ter "I have been working as a librarian", "an interesting course" e "I look forward to your letter", respectivamente - todas elas mais formais e menos coloquiais do que as anteriores. Um outro elemento a destacar é o fato de que a carta está mal organizada. Veja que o primeiro parágrafo não aborda a intenção do texto, ou seja, não esclarece o motivo da elaboração da carta, o que só fica evidente no terceiro parágrafo. Além disso, o texto não explicita a relação existente entre o empréstimo solicitado e o curso pretendido. Cabe ao leitor estabelecer essa relação, o que revela sua fragilidade em termos de coerência. INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS Quando estamos aprendendo inglês1, é muito comum nos depararmos com textos que julgamos indecifráveis. Ao ler tantas palavras desconhecidas, nos assustamos e muitas vezes desistimos de ler, antes mesmo de começar, ou, então, logo pegamos o bom e velho dicionário. Mas com estas 6 dicas de interpretação de textos em inglês, essa tarefa vai ficar mais fácil. Usar um dicionário, claro, é muito útil, mas recorrer a ele toda vez que se depara com uma palavra desconhecida não é a melhor forma de fazer uma leitura. Isso trunca o processo e atrapalha o desenvolvimento da fluência do estudante. Que tal, então, antes de recorrer ao dicionário, tentar concluir a sua 1) Competências e Habilidades a) Compreender a utilização de mecanismos de coesão e coerência na produção escrita; b) Compreender de que forma determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais e/ou culturais; c) Analisar os recursos expressivos da linguagem verbal, relacionando textos e contextos mediante a natureza, função, organização, estrutura, de acordo com as condições de produção Dear Mr. Anderson, As you probably know, I have done about two years as a librarian at the Central Records Office, just round the corner from your bank, in fact, but I do not really think it is the sort of job I can do much longer. Anyway, I was at this party the other day and I met a friend and he told me about a great course you can do at the Oxford Business School, and my brother thinks I would get a good job if I did it. Do you think I could come and see you, and talk about a bank loan? About $200 would be enough. I'm looking forward to your letter. I hope you'll say yes. Yours sincerely, Jeremy Brown APOSTILAS OPÇÃO Inglês 2 leitura, com eficiência, apenas captando o contexto do conteúdo? Veja algumas dicas para ajudá-lo na interpretação: 1. Encontre um texto para treinar Escolha um conteúdo em inglês para fazer essa atividade: vale uma reportagem de revista, um artigo ou, até mesmo, um trecho de um livro. O importante é que o texto seja relativamente curto e aborde um assunto do seu interesse, para que o exercício não fique desinteressante. 2. Faça uma leitura rápida Esqueça os detalhes! Passe os olhos, rapidamente, por todo o texto para tentar captar sua ideia principal. Muitas pessoas param a leitura do texto em inglês, logo no primeiro parágrafo, ao encontrar uma palavra que não conhecem. Isso não é necessário. Muitas vezes, nas próximas linhas, você encontrará mais referências que podem ajudar a decifrar a palavra misteriosa. Não se preocupe com os detalhes, na primeira leitura. 3. Releia prestando atenção nos detalhes Depois de captar a essência do texto, você terá informações suficientes para relê-lo e se ater aos detalhes. Leia, novamente, cada parágrafo e se esforce para entender a ideia principal de todos eles. Se, no meio do processo, encontrar palavras desconhecidas, grife-as, mas não pare a leitura. Você ainda pode tentar entendê-las pelo contexto. 4. Reveja as palavras grifadas Depois de ler parágrafo por parágrafo com atenção, retome as palavras que grifou e tente adivinhar o que significam. Depois de familiarizado com o conteúdo do texto, fica muito mais fácil decifrá-las. Se mesmo assim encontrar dificuldades, tente substituí-las por outras palavras ou expressões que conhece e que fariam sentido no texto – talvez você encontre sinônimos. 5. Consulte o dicionário Só depois de analisar bem o texto é hora de pegar o dicionário! Confira se você acertou o significado das palavras desconhecidas que grifou. Se não, anote o significado correto em um caderno: isso ajuda a fixar o novo vocabulário. 6. Releia o texto mais uma vez Conhecer o significado de uma palavra é tão importante quanto saber empregá-la corretamente em frases. Por isso, depois de descobrir a definição de cada vocábulo, leia o texto uma última vez para saber como utilizá-los corretamente em conversas e textos que escrever no futuro Técnica de leitura de texto de língua inglesa No Brasil, de um modo geral, o inglês instrumental é uma das abordagens do ensino do Inglês que centraliza a língua técnica e científica focalizando o emprego de estratégias específicas, em geral, voltadas à leitura. Seu foco é desenvolver a capacidade de compreensão de textos de diversas áreas do conhecimento. O estudo da gramática restringe-se a um mínimo necessário normalmente associado a um texto atual ou similar que foi veiculado em periódicos. O conhecimento de uma boa quantidade de palavras também faz parte das técnicas que serão relacionadas abaixo. O que é Inglês Instrumental? Também conhecido como Inglês para Fins Específicos - ESP, o Inglês Instrumental fundamenta-se no treinamento instrumental dessa língua. Tem como objetivoessencial proporcionar ao aluno, em curto prazo, a capacidade de ler e compreender aquilo que for de extrema importância e fundamental para que este possa desempenhar a atividade de leitura em uma área específica. Estratégias de leitura Algumas estratégias de leitura são consideradas básicas no Inglês Instrumental, a saber: - Skimming: trata-se de uma estratégia onde o leitor vai buscar a ideia geral do texto através de uma leitura rápida, sem apegar-se a ideias mínimas ou específicas, para dizer sobre o que o texto trata. - Scanning: através do scanning, o leitor busca ideias específicas no texto. Isso ocorre pela leitura do texto à procura de um detalhe específico. Praticamos o scanning diariamente para encontrarmos um número na lista telefônica, selecionar um e-mail para ler, etc. - Cognatos: são palavras idênticas ou parecidas entre duas línguas e que possuem o mesmo significado, como a palavra “vírus” é escrita igualmente em português e inglês, a única diferença é que em português a palavra recebe acentuação. Porém, é preciso atentar para os chamados falsos cognatos, ou seja, palavras que são escritas igual ou parecidas, mas com o significado diferente, como “evaluation”, que pode ser confundida com “evolução” onde na verdade, significa “avaliação”. - Inferência contextual: o leitor lança mão da inferência, ou seja, ele tenta adivinhar ou sugerir o assunto tratado pelo texto, e durante a leitura ele pode confirmar ou descartar suas hipóteses. - Reconhecimento de gêneros textuais: são tipo de textos que se caracterizam por organização, estrutura gramatical, vocabulário específico e contexto social em que ocorrem. Dependendo das marcas textuais, podemos distinguir uma poesia de uma receita culinária, por exemplo. - Informação não-verbal: é toda informação dada através de figuras, gráficos, tabelas, mapas, etc. A informação não- verbal deve ser considerada como parte da informação ou ideia que o texto deseja transmitir. - Palavras-chave: são fundamentais para a compreensão do texto, pois se trata de palavras relacionadas à área e ao assunto abordado pelo texto. São de fácil compreensão, pois, geralmente, aparecem repetidamente no texto e é possível obter sua ideia através do contexto. - Grupos nominais: formados por um núcleo (substantivo) e um ou mais modificadores (adjetivos ou substantivos). Na língua inglesa o modificador aparece antes do núcleo, diferente da língua portuguesa. - Afixos: são prefixos e/ou sufixos adicionados a uma raiz, que modifica o significado da palavra. Assim, conhecendo o significado de cada afixo pode-se compreender mais facilmente uma palavra composta por um prefixo ou sufixo. - Conhecimento prévio: para compreender um texto, o leitor depende do conhecimento que ele já tem e está armazenado em sua memória. É a partir desse conhecimento APOSTILAS OPÇÃO Inglês 3 que o leitor terá o entendimento do assunto tratado no texto e assimilará novas informações. Trata-se de um recurso essencial para o leitor formular hipóteses e inferências a respeito do significado do texto. Cultura e sociolinguística no ensino e na aprendizagem de língua estrangeira Em seu estudo, Carina Silva Fragozo diz que o aprendizado de línguas estrangeiras caracteriza-se como um processo bastante complexo, pois envolve muito mais do que a habilidade de produzir e compreender sentenças na língua- alvo. A língua é também um fenômeno social e, assim, linguagem, comunicação e cultura estão diretamente relacionadas, já que todos nós possuímos uma linguagem, estamos inseridos em uma sociedade e possuímos nossos próprios valores culturais. As relações entre língua, sociedade e cultura têm sido cada vez mais abordadas no estudo da aquisição de língua estrangeira e, desse modo, cresce o interesse pela interface entre Sociolinguística e Aquisição de Língua Estrangeira (LE), que estuda o modo em que o contexto social influencia a aquisição e o uso de uma segunda língua. Cultura e Sociolinguística na aula de LE Segundo Brown, cultura é o contexto em que existimos, sentimos e nos relacionamos com outras pessoas. De acordo com o autor, uma língua é parte de uma cultura e uma cultura é parte de uma língua, sendo estes dois aspectos conectados de tal forma que não é possível separá-los sem perder-se a importância da cultura ou da língua. Com relação à prática pedagógica, há professores que não sabem como interligar o ensino de língua estrangeira com o de cultura e acreditam que seu papel seria o de ensinar língua “e” cultura. Entretanto, o ensino de cultura não deve ser visto como uma atividade “extra”, ou como uma quinta habilidade a ser aprendida (escrita, leitura, fala, escuta e cultura), e sim como um pano de fundo durante todo o processo de ensino e de aprendizagem. É importante, por exemplo, que o professor possibilite o conhecimento de diferentes culturas e, em vez de fazer com que os alunos se comportem como membros de determinado grupo cultural, levem estes a interpretar os significados de tal cultura. Segundo Sarmento (2004), é importante que os alunos sejam levados a tornarem-se responsáveis por suas próprias palavras, de modo que aprendam a fazerem-se compreendidos por membros de diferentes grupos culturais sem precisar mudar de comportamento. Além disso, é tarefa do professor demonstrar ao aluno os diferentes registros da língua-alvo (formal ou informal), para que ele seja capaz de escolhê-los conforme a situação de comunicação. Para isso, a autora sugere que, em vez de apresentar os comportamentos e costumes estrangeiros para demonstrar como os falantes da língua-alvo se comportam, seria mais proveitoso resgatar inadequações culturais da fala dos próprios alunos, o que os tornariam mais conscientes sobre seus estilos discursivos. Assim, o objetivo da aula de LE não seria o de fazer o aluno seguir as regras da cultura-alvo, e sim o de fazê-lo perceber os contrastes entre sua cultura e a cultura estrangeira. Portanto, o ensino de cultura é relevante por evitar o estabelecimento de estereótipos e permitir que o aluno tenha controle de seu próprio aprendizado, sendo capaz de questionar o contexto em que o aprendizado da língua alvo está inserido. Com relação ao ensino de inglês em países como o Brasil, em que os aprendizes não têm muitas oportunidades para utilizar a língua fora da sala de aula, é comum alunos com baixo background cultural se questionarem sobre a validade de aprender outra língua e outra cultura. É dever do professor, em situações como essa, mostrar o papel da língua inglesa como língua internacional, o que a torna a língua dos negócios, da pesquisa científica, do comércio, da tecnologia e da 2 Paulo César Ribeiro NUNES comunicação internacional. Desse modo, atualmente a língua inglesa não se restringe a ser uma ferramenta para a compreensão dos valores culturais americanos e britânicos, pois é um meio de interagir com o mundo globalizado. Além das contribuições da Sociolinguística para o estudo da Aquisição de LE, este trabalho demonstrou que o conhecimento linguístico também é importante para a prática pedagógica. Através deste conhecimento, o professor torna-se capaz de considerar as diferenças linguísticas e culturais entre os membros de uma comunidade, assim como seus valores sociais, de modo a desenvolver o currículo e o método mais adequados para determinados contextos de ensino. A aplicação do conhecimento sociolinguístico na prática pedagógica tem contribuído para o desenvolvimento de uma pedagogia culturalmente sensível aos conhecimentos e valores culturais que o aluno já possui, de modo a combater o estigma linguístico. Além disso, por meio do conhecimento sociolinguístico, o professor torna-se capaz de perceber que nem sempre as dificuldades apresentadas pelos alunos durante a aquisição de uma língua estrangeira são originadaspelo contexto linguístico, pois, muitas vezes, fatores extralinguísticos como idade, período de aquisição da língua estrangeira, motivação e background cultural podem ter grande influência sobre o aprendizado. LINGUÍSTICA APLICADA A CONTEXTOS SOCIAIS: LINGUAGEM ESPECIALIZADA2 A linguística é uma ciência que possui a capacidade de analisar os fenômenos presentes na linguagem em diferentes contextos sociais. O conhecimento proveniente das teorias que emergem da ciência linguística se aplica ao contexto empresarial, público ou privado, a partir do momento em que se suscita uma melhoria na capacidade de interação entre os membros dos grupos sociais pertencentes a esse contexto. Esses grupos se valem de normas reguladoras do comportamento linguístico de seus integrantes para se estabelecer a definição de um padrão na comunicação diária. Ressalte-se que ao analisar a linguagem em uso por grupos em diferentes contextos sociais, não há como deixar de considerar as questões relativas ao léxico. O estudo acerca de qualquer grupo social dentro de uma comunidade linguística, pressupõe, logo de início, a existência de diversidade ou de variação, ou seja, toda comunidade de falantes se caracteriza pelo emprego de diferentes modos de falar. Partindo dessa concepção, pode-se dizer que a língua falada em toda comunidade linguística apresenta sempre variações, o que vale dizer que isso se deve ao fato de nenhuma língua se manter como uma entidade homogênea, cabendo a sua representação por um conjunto de variedades. No presente artigo, temos a pretensão de apresentar a reflexão do caráter social do léxico e abordagens teóricas de diferentes autores sobre o tema norma e comportamento linguístico. Dentre os assuntos em discussão, destacam-se a estrutura e as ciências do léxico, bem como as questões sociais que emergem da implementação de normas reguladoras de comportamentos, o uso de variante padrão e não padrão e a concepção de certo e errado, em relação ao uso prático da língua portuguesa. Caráter Social do Léxico Não há como contestar as fortes relações existentes entre o léxico e cultura, léxico e sociedade. De acordo com Ferraz, a capacidade do léxico de representar através de signos, os componentes do mundo referencial, físico, cultural, social e psicológico em que se situa o homem, o coloca como o elemento da língua de maior efeito extralinguístico. APOSTILAS OPÇÃO Inglês 4 Os diversos grupos sociais formados a partir da família, escola, profissões relacionadas aos contextos empresariais, religião, etc., presentes na evolução humana utilizam a língua como instrumento de comunicação interna e externa desses grupos. O instrumento língua, utilizado na interatividade entre todos os diversos grupos das comunidades de fala distintas, está provido de um conjunto de signos que reportam ao universo de coisas pertencentes aos membros dos citados grupos. Dentro de uma comunidade coexistem duas forças que agem em sentido contrário: a de manutenção e a de variação do código linguístico, o que propicia a coexistência de formas conservadoras e de formas inovadoras. Conforme é postulado por Ferraz, a interação contínua dessas forças permite que a língua natural se renove sem perder a sua base de identidade. Outra postulação do mesmo autor é a de que não se pode afirmar que os membros de uma comunidade de fala se comportam de forma padronizada, pois, se assim o fizermos, não estaríamos considerando o processo variacional propiciado pelas diferenças existentes em função de geração, de origem, de profissão, de religião ou de formação sociocultural que se fazem presentes em todos componentes da língua. Diante da exposição acima, Ferraz considera que, [...] a comunidade linguística não é inteiramente homogênea: fragmenta-se em outras comunidades linguísticas menores. Essa situação oferece ao usuário da língua condições de transitar a um só tempo por vários grupos linguísticos, isto é, experimentar as variações estabelecidas em seu código linguístico ou utilizar, em caso de comunidade plurilíngue, mais de um sistema de signos linguísticos. O léxico de uma língua reflete o repositório de experiências seculares das comunidades que a utilizaram e a utilizam, de forma que o léxico se constitui de unidades criadas a partir da necessidade de interação com o universo sociocultural. De acordo com Ferraz, a evolução de uma sociedade, bem como as transformações culturais (tradição, costume, moda, crença) propiciam mudanças no léxico, uma vez que esse está diretamente associado ao universo de pessoas e coisas. Estrutura do Léxico Pesquisas de diferentes linhas teóricas têm sido desenvolvidas com objetivo de constituir uma metodologia que dê cobertura ao estudo da forma como se estrutura o léxico de uma língua. Entre os vários modelos propostos para a análise da estruturação do significado, há que se destacar a teoria do campo semasiológico e onomasiológico, proposta por Kurt Baldinger que tão bem define e caracteriza essas noções. Para esse estudioso, na estruturação do léxico, um campo onomasiológico reúne todos os significantes de um dado significado, ao passo que um campo semasiológico engloba todos os significados possíveis que possam representar um determinado significante. Nessa perspectiva, a Onomasiologia representa a exposição das designações, enquanto a Semasiologia traduz a exposição das significações. Para esse semanticista, a Onomasiologia e a Semasiologia representam dois enfoques, opostos e complementares, do processo léxico-semântico. No estabelecimento dos domínios desses dois campos, Baldinger, sob a ótica da comunicação, destaca o seguinte: “..a onomasiologia corresponde à situação do falante que, tendo a sua disposição o tesouro estruturado da língua, deve expressar seu pensamento; a semasiologia, em troca, corresponde à situação do ouvinte que percebe formas já selecionadas quer dizer, palavras sujeitas à polissemia e que deve determinar as significações em questão. Ao longo da comunicação oscilamos continuamente entre a onomasiologia (ao falar) e a semasiologia (ao ouvir)” Em seus estudos acerca da estruturação do léxico, Biderman pondera que a abordagem onomasiológica é característica da Lexicologia, muito embora a Lexicografia funcione sobremaneira dentro do método semasiológico. Reforça, ainda, essa pesquisadora que o confronto de um campo onomasiológico com os campos semasiológicos afins atesta o fato de que eles se interpenetram e configuram-se como complementares. Importa mencionar que a estrutura dos campos onomasiológico e semasiológico encontra-se em constante mutação, tendo em vista a criatividade humana e o consequente processo evolutivo da sociedade. Para Guilbert, ao compararmos as questões inerentes à gramática e ao léxico, devemos ressaltar que o léxico, ao contrário da gramática, sofre uma transformação muito mais rápida em seus elementos constituintes. Esse autor define que a gramática é uma estrutura puramente linguística, ao passo que o léxico, tendo em vista a dualidade significante/significado, participa da estrutura linguística e, também, da evolução do mundo. Se por um lado o léxico envelhece em alguns de seus elementos, por outro, é enriquecido por novos elementos em conexão com a quantidade de referentes novos e suas transformações. Diante dessa concepção, o léxico tem como função representar na língua o mundo, em suas diversidades material, social, cultural. Resultando na evolução, transformação, e criação no plano referencial que se estende automaticamente ao nível lexical, independente de qual seja a forma semântico- lexical adotada para expressá-la. Sendo assim, o léxico deve, necessariamente, fazer frente às novas necessidades da sociedade, uma vez que toda “coisa”, todo conceito deve ser nomeado para ser objeto do conhecimento e ter acesso a uma existência social. As ciências do Léxico Oléxico como objeto de estudo tem sido abordado ao longo dos anos por várias ciências; importa-nos saber, neste artigo, que a Lexicologia, a Lexicografia e a Terminologia estão diretamente ligadas à materialidade linguística do objeto léxico e que cada uma, a sua maneira, descreve o léxico das línguas existentes. Porém, o léxico como componente social da língua é estudado pela sociolinguística, que correlaciona aspectos linguísticos e sociais nos trabalhos de pesquisa. Sendo assim, apresentaremos, de maneira superficial, as três ciências que descrevem o léxico em sua materialidade linguística e daremos um enfoque maior à Terminologia, por entendermos que esta possui uma maior relação com o contexto empresarial. Lexicologia A Lexicologia é uma ciência do ramo da Linguística que tem por objetivo o estudo científico do acervo de palavras de um determinado idioma, a que chamamos de léxico, sob diversos aspectos. Para isso, ela procura determinar a origem, a forma e o significado das palavras que constituem o acervo de itens lexicais de um idioma, bem como o seu uso na comunidade dos falantes. Assim, por meio da Lexicologia, torna-se possível observar e descrever cientificamente as unidades léxicas de uma comunidade linguística. Na Lexicologia, a parte que mais importa é a unidade léxica. Conforme, Andrade: [...] lexicologia é o estudo científico do léxico, isto é, propõe-se a estudar o universo de todas as palavras de uma língua, vistas em sua estruturação, funcionamento e mudança, cabendo-lhe, entre outras tarefas: definir conjuntos e subconjuntos lexicais; examinar as relações do léxico de uma língua com o universo natural, social e cultural; conceituar e delimitar a unidade lexical de base – a lexia [...] (ANDRADE). APOSTILAS OPÇÃO Inglês 5 Lexicografia A Lexicografia busca, por meios técnicos, o registro das unidades léxicas de um determinado léxico em obras lexicográficas. Essas obras, a que denominamos dicionários, glossários, vocabulários, etc. no passado, entre os séculos XVI e XVIII, não se preocupavam com a organização e não dispunham de critérios para inserção de palavras nas obras. Nesse mesmo período, conforme Birderman, a lexicografia era mais evoluída na França e Espanha, porém, no século XVI, dedicava-se unicamente à produção de dicionários bilingues e só durante o século XVII é que surgiram na Europa os dicionários monolingues. Já a partir do século XIX, as obras lexicográficas francesas foram ampliadas significativamente. Biderman ressalta também que a Lexicografia Portuguesa não evoluira com a mesma intensidade que a Lexicografia Francesa. O marco da produção lexicográfica em língua portuguesa, segundo Biderman, foi, sem dúvida, a obra de Antônio de Moraes e Silva, natural do Rio de Janeiro. A primeira edição dessa obra, publicada em 1789, foi baseada no dicionário produzido pelo padre Rafael Bluteau. A partir do século XX, conforme é postulado por Biderman, os dicionários apuraram a qualidade a ponto de trazerem informações enciclopédicas das unidades léxicas de maneira ordenada e organizada por entradas e acepções. Atualmente, com as contribuições das novas teorias linguísticas, que surgiram também a partir do século XX, e as novas teorias de ensino de línguas, a Lexicografia moderna se expandiu e, além da produção de dicionários, se preocupa também com a análise das metodologias de produção lexicográfica, isto é, como e para que os dicionários têm sido feitos. Para a Lexicografia, o componente principal do léxico é o lema. Este representa a entrada canônica nos dicionários das línguas. O lema, conforme Haensch, Wolf e Stefan Y Werner, é considerado o significante das definições enciclopédicas e linguísticas, com as seguintes especificações: “...em uma definição enciclopédica, o lema é considerado como significante da língua objeto, que se refere indiretamente a uma fração da realidade extralinguística, tal como se delimita em uma coletividade humana, definida cultural e socialmente, mediante um conceito. Neste caso a definição daria informação sobre um significante linguístico, seus conteúdos, seu uso ou sua interpretação, com base nos conhecimentos sociais da realidade extralinguística; “ “...em uma definição linguística, o mesmo lema teria de conceber como significante metalinguístico que se refere ao significante da língua objeto, formalmente idêntico.” Ressalte-se que não há uma preocupação exacerbada por parte dos autores de artigos de dicionários com a questão teórica da distinção entre essas definições, de maneira que uma só definição contém, às vezes, elementos semasiológicos e enciclopédicos e/ou elementos que não há como defini-los. Terminologia Ao se direcionar para o estudo acerca da terminologia, é importante ressaltar que em um sentido amplo ela se refere ao uso e estudo de termos pertencentes a uma linguagem especializada em um contexto específico. Mas Terminologia também se refere a uma disciplina mais formal que estuda sistematicamente a rotulação e a designação de conceitos particulares a um ou vários assuntos ou campos de atividade humana, por meio de pesquisa e análise dos termos em contexto, com a finalidade de documentar e promover seu uso correto. De acordo com André Clas, em terminologia, o sentido vai opor, certamente, a palavra ao termo, especificando que a palavra está, de forma ampla, ligada a seu ambiente textual, mas que o termo depende de seu ambiente pragmático. Pode-se dizer também que, conforme é postulado por Krieger e Finato, a eficiência na comunicação diária requer também o conhecimento acerca de termos técnicos utilizados por profissionais das mais variadas áreas. Já o intercâmbio comunicativo entre esses profissionais solicita uma precisão conceitual, como recurso essencial para univocidade dos termos utilizados, ou seja, há uma necessidade de padronização do conceito, para assegurar a compreensão dos termos de forma inequívoca. Essa é, talvez, a característica que revela a importância do conhecimento de termos técnicos para os usuários da linguagem especializada. No emprego da linguagem especializada, o uso de um termo técnico terá o seu valor de acordo com o contexto de uso deste termo, ou seja, para um profissional de uma área técnica, o conhecimento da terminologia empregada no seu meio de trabalho é indispensável para a realização de suas atividades e representa um tipo de valor. Um profissional de outra área, por exemplo, um jornalista que às vezes precisa, ainda que parcialmente, dominar o uso da linguagem especializada para se referir a um objeto ou situação pertencentes a esta linguagem, dará um valor maior ao conhecimento técnico especializado. Conforme Cabré: “Para os especialistas, a terminologia é o reflexo da organização conceitual de uma especialidade, e um meio inevitável de expressão e comunicação profissional”. O termo técnico traz muito mais do que o correspondente semântico de um determinado objeto, pois, cognitivamente, ele é responsável também pela circunstância de uso daquele objeto, ou seja, o termo tem a função de nomear, mas apresenta, simultaneamente, o significado do objeto nomeado, com a sua devida descrição e a aplicação de uso desse objeto. As terminologias são de suma importância para fixação e circulação do saber científico e técnico. Por isso, em função da aceleração da produção do conhecimento na sociedade atual, conforme Krieger e Finato atestam, a atualização do conhecimento dos termos técnico-científicos ocorre ininterruptamente: “de certo modo, vive-se um processo de alfabetização técnico-científica, o que determina a ampliação dos contatos com as terminologias”. No contato com um léxico especializado, cuja interação linguística se faz a partir do uso de terminologia própria do segmento profissional e também de unidades léxicas pertencentes ao léxico geral da língua, torna se necessário o conhecimento, porparte do profissional pertencente a esse grupo especial, das gírias3, jargões4 e tecnoletos5 utilizados na comunicação diária pelos demais membros desse segmento profissional, bem como das unidades léxicas do léxico geral envolvidas no processo de comunicação. Krieger, em relação à Terminologia como ciência, postula em Krieger e Isquerdo, que “A Terminologia assumiu, portanto, uma face linguística e ainda avança no sentido de tomar como quadro referencial de exame dos termos e seus reais contextos de ocorrência”. O novo enfoque dado à ciência Terminologia propiciou o que Krieger denominou de linguístico-comunicacional, pois, de acordo com essa autora, o léxico especializado já não é mais visto somente como representação ontológica da área do conhecimento, pois, passou a ser também um componente da linguagem em funcionamento. A concepção de termo como elemento linguístico e não apenas como nódulo conceitual, que integra as comunicações profissionais, tem sido, segundo Krieger, o novo cenário construído por diversos pesquisadores da Terminologia. Outra postulação de Krieger é a de que “o termo comporta-se de modo semelhante às unidades do chamado léxico geral, e que o léxico especializado não constitui uma língua à parte, como antes se julgava”. A Terminologia, como já dito, se refere a uma disciplina mais formal que estuda sistematicamente a rotulação e a designação de conceitos particulares a um ou vários assuntos ou campos de atividade humana. Isso vale dizer que há uma APOSTILAS OPÇÃO Inglês 6 preocupação em manter a precisão conceitual na definição dos termos. Sendo assim, podemos conceber que se há uma precisão conceitual, evidentemente, existem normas para o uso da linguagem composta por termos, da mesma forma que existem normas para o uso da linguagem composta pelas demais unidades léxicas do chamado léxico geral da língua, o que nos permite inferir, que em ambos os casos, há a necessidade de se atingir um padrão na comunicação. A norma pode ser interpretada por diversas correntes teóricas, como veremos na próxima seção. Porém, ao se valer de uma norma para se chegar a um padrão, simultaneamente, buscamos manter o prestígio da norma mais valorizada para o contexto em que fazemos uso da linguagem. Se o contexto de uso relaciona-se a segmentos empresariais, que suscitam de uma maior formalidade nas comunicações, obviamente, procuraremos nos pautar em um padrão de norma que se assemelha ao padrão considerado culto. Norma e Variação A norma é objeto de estudo de várias correntes teóricas, embora essa não tenha sido muito destacada na corrente estruturalista, foi Eugênio Coseriu (1979), no âmbito dessa corrente, quem explicou com mais clareza o conceito de norma, vinculando-o ao de “langue” e de “parole” da teoria saussureana. Ao inserir o conceito de norma no modelo de Saussure, que contemplava a dicotomia língua/fala, Coseriu amplia o modelo existente para tricotomia sistema, norma e fala. De acordo com Coseriu, na norma, a referência é ao como se diz e não ao como se deve dizer, esse traço caracteriza a norma prescritiva. Na visão desse autor, o sistema é compreendido como um conjunto de oposições funcionais, enquanto a norma é a realização coletiva do sistema, incluindo o próprio sistema com seus elementos não pertinentes, mas normais na fala de uma comunidade. Sendo assim, podemos inferir que a norma é, portanto, o costume, a tradição continuada, presente nos hábitos linguísticos de uma comunidade. Dessa forma, a norma é, segundo Coseriu, “um sistema de realizações obrigatórias, consagradas social e culturalmente”. Na teoria sociolinguística de orientação laboviana, a norma é vista como as realizações sociais e culturais avaliadas positivamente por uma determinada comunidade. O que a sociolinguística tem explicitado em suas pesquisas é que os aspectos funcional e social da linguagem se interpenetram de maneira que não se pode conceber um sem o outro. Labov assinala que, na pesquisa realizada por ele em Nova Iorque, na investigação em torno da pronúncia do r, ficou comprovado que o processo de socialização linguística em favor do uso da norma de prestígio foi mais lento para os membros da classe média baixa, que não vão à faculdade, do que para os falantes da classe média alta, que começam se ajustar à nova norma nos últimos anos da escola secundária. Isso revela que a norma de prestígio mantém um padrão de referência que tende a influenciar no comportamento linguístico dos falantes daquela comunidade. Preti, sobre as questões inerentes à norma, postula que ela representa o acesso ao processo de padronização e nivelamento da língua utilizada por um grupo social, cabendo à própria comunidade preservar a norma por ela mesma estabelecida. Essa posição em relação à preservação da norma, por parte da comunidade, fica evidente na preocupação dos falantes em manter a variante tida como padrão, quando procuram saber o que é certo ou errado em questões inerentes à língua. 3 Schütz, Ricardo. "Como Redigir Corretamente em Inglês." English Made in Brazil <http://www.sk.com.br/sk-write.html>. Mollica afirma que as variáveis linguísticas e não linguísticas não agem isoladamente, mas operam num conjunto complexo de correlações que inibem ou favorecem o emprego de formas variantes semanticamente equivalentes e cita como exemplos: escolarização alta, contato com a escrita, com os meios de comunicação de massa, nível socioeconômico alto e origem social alta. De acordo com essa autora, as variáveis citadas como exemplos concorrem para o aumento na fala e na escrita das variedades prestigiadas, admitindo, dessa forma, que existam pelo menos o padrão popular e o culto. Ainda em relação à norma, Mollica postula que a escolarização tem sido testada amplamente para se verificar o seu grau de influência sobre os falantes quanto à apropriação da norma de prestígio. A autora destaca a existência de três tendências para efeito da escolarização sobre as formas padrão provenientes de estilos e gêneros mais formais. Essas tendências referem-se ao uso de variante padrão estigmatizada pela escola que chegam a ser corrigidas, uso de variante padrão e não padrão simultaneamente e substituição da variante não padrão pela variante padrão. Silva e Scherre demonstraram as três tendências em painel de forma ampliada: a) Podem ocorrer casos em que os falantes entram na escola oscilando entre um grande e um pequeno uso da variante padrão; a escola “poda” a criança que não se amolda ao sistema de ensino. (...) Nesses casos, trata-se de variantes estigmatizadas pela escola, que chegam a ser sistematicamente corrigidas. b) Em outros casos, em que a maioria dos falantes entra na escola sem usar a variante padrão, esta é adquirida durante sua escolarização sem que desapareça, porém, a variante não padrão. Enquanto no primeiro ano escolar só há indivíduos que tendem a usar ambas as variantes. (...) Algumas variantes não padrão não chegam a ser estigmatizadas pela escola, não sendo objeto de correção. c) Finalmente, uma terceira modalidade ocorre quando os falantes entram na escola apenas com a variante que se considera não padrão, mas, paulatinamente, substituem essa variante pela considerada padrão. Conforme Bourdieu, as manifestações linguísticas recebem um valor do que ele denominou “mercado linguístico”, aliado à renda, sexo, faixa etária e nível escolar do falante. Conforme Naro e Scherre, o efeito da mídia sobre as variantes de prestígio tem despertado o interesse e tem sido objeto de estudo para verificar até que ponto há influência dos meios de comunicação nos comportamentos linguísticos. Mollica avalia que, embora haja evidências da correlação constante e regular entre estruturas linguísticas standard (padrão), há também o indicativo de que o uso de construções não padrão com certa frequênciapor pessoas de classe e renda alta, como é o caso do uso de dele em substituição a seu, com o objetivo de evitar ambiguidades, tem se consolidado como standard entre as pessoas pertencentes a essa classe. COMO REDIGIR CORRETAMENTE EM INGLÊS De acordo com Ricardo Schütz3 enrolar, enfeitar a jogada, enfeitar a noite do meu bem, encher linguiça, são expressões populares usadas para referir-se ao hábito do uso da retórica na linguagem. Esta tendência, frequentemente observada em português, é um vício remanescente de séculos passados, quando a linguagem escrita era uma arte dominada por poucos e a sua função era predominantemente literária. Retórica era sinal de erudição, e por vezes a forma chegava a se impor sobre o conteúdo. APOSTILAS OPÇÃO Inglês 7 Nos tempos modernos, entretanto, com a internacionalização do mundo e com o crescente desenvolvimento da tecnologia de comunicação, a funcionalidade dos idiomas como meios de comunicação clara e objetiva se impõe a tudo mais, fato este reconhecido também pelos mais respeitados representantes da língua portuguesa: "A diferença entre o escritor e o escrevedor está sobretudo na economia vocabular. Conseguir o máximo com o mínimo - eis um sábio programa." (Celso Pedro Luft) Especialmente no caso do inglês, hoje adotado como língua internacional, esta tendência é marcante. O inglês moderno na sua forma escrita não tolera retórica. No comércio internacional, na imprensa escrita, e nos meios acadêmicos exige-se cada vez mais clareza. Frases longas, adjetivação excessiva, tom vago, textos que exigem maior esforço para serem compreendidos, falta de concisão, todas estas características facilmente são consideradas pobreza de estilo. A beleza do inglês moderno está na substância, na simplicidade, na clareza, na riqueza de detalhes e na integridade lógica. Em paralelo a isso, a redação e editoração de textos via computadores está criando uma tendência à padronização do inglês na sua forma escrita. Pelo fato de ter sido um país de língua inglesa (EUA) o berço da informática, os softwares hoje existentes para processamento ou edição de textos oferecem recursos avançados para verificação gramatical de textos em inglês. Estes "grammar checkers" seguem todos os mesmos preceitos básicos, influindo de forma semelhante sobre quem redige, e conduzindo lenta e gradativamente a uma maior padronização na forma de escrever. Por tudo isso pode-se dizer que redigir bem em inglês é mais fácil do que se imagina. A primeira condição, que apesar de elementar é muito pouco observada, é de que o texto seja sempre criado a partir de uma ideia. Em qualquer língua, texto escrito deve ser sempre o reflexo de uma ideia, que por sua vez origina-se em fatos do universo. A ideia é sempre anterior ao texto. Se a ideia não for clara, o texto também não o será. Outra condição é domínio sobre o idioma falado. A expressão comumente ouvida: "essa frase não me soa bem" bem ilustra a importância da oralidade. Ou seja, não é o conhecimento gramatical, mas sim a familiaridade com a língua falada que nos permite discernir o certo do errado, o bom estilo do estilo pobre. É por isso que traduções ou versões a partir de um texto em português, feitas com a ajuda de dicionário, normalmente produzem resultados desastrosos. A não ser quando se trata de documentos, e com ressalvas, não deveria existir o que chamam de tradução literal. Todo texto precisa ser interpretado, isto é: a ideia precisa ser entendida e então recriada, e diferenças culturais explicadas sob a nova ótica. ORIGENS DAS DIFERENÇAS Há quem diga que esta tendência no português de se ser vago, de se valorizar uma linguagem afastada dos fatos e maquiada pelas formas, é um hábito originado nos anos de regime militar, quando jornalistas tinham que informar mas tinham receio de se comprometer. A "liberdade vigiada" daqueles anos de regime de exceção exigia um subterfúgio, uma linguagem não-explícita, cuja mensagem ficasse por conta da capacidade de imaginação do leitor. Já outros acreditam serem as raízes mais profundas. Evocam o período colonial do Brasil, quando o trabalho era responsabilidade da mão-de-obra escrava, e a classe letrada dedicava muito tempo burilando textos que valorizavam a estética e o subjetivismo, num mundo que ainda se comunicava muito através da literatura. Outros vão mais longe ainda. Afirmam que, há mais de 20 séculos, diferenças sociais e culturais já marcavam contrastes. Enquanto o Império Romano da língua latina mantinha seu apogeu pela força militar, permitindo a existência de classes eruditas que podiam se dedicar às artes e às letras, quando meio século antes de Cristo o orador Cícero já se dedicava à crítica literária e ao estudo de retórica e o poeta Virgílio destilava seu lirismo profetizando com eloquência o destino de Roma no mundo; àquela época os povos bárbaros de línguas germânicas encontravam-se ou guerreando ou trabalhando para sobreviver e pagar impostos ao Império, sem tempo para as artes, e usando uma linguagem de comunicação curta e objetiva, sintonizada em fatos concretos e nos afazeres de seu dia-a-dia. Seja qual for a origem, o fato é que hoje, em pleno alvorecer da era da informação, num mundo que se transforma numa comunidade cada vez mais interdependente e que se comunica cada vez mais, diferenças idiomáticas representam um empecilho para ambos os lados. Nunca o mundo se comunicou tanto, nunca o tempo foi tão curto para tanta informação, e portanto nunca a objetividade na linguagem foi tão necessária. REGRAS PARA UMA BOA REDAÇÃO 1. Organize suas ideias em itens, faça um outline. Itemizar os pontos importantes da ideia possibilita disciplinar seu pensamento, estabelecendo uma sequência lógica entre os elementos da ideia. Possibilita também relacionar todos os pontos importantes e estabelecer uma hierarquia de importância entre eles. Um outline ou esboço normalmente contém uma introdução, desenvolvimento da ideia com discussão de todos os elementos, e conclusão. 2. Certifique-se de que cada oração tenha um sujeito e que o sujeito esteja antes do verbo. Em português frequentemente as frases não têm sujeito. Sujeito oculto, indeterminado, inexistente, são figuras gramaticais que no português explicam a ausência do sujeito. Isto no inglês entretanto não existe. A não ser pelo modo imperativo, toda frase em inglês normalmente tem sujeito. Na falta de um sujeito específico, muitas vezes o pronome IT deve ser usado. Além disso, em português muitas vezes o sujeito aparece no meio ou no fim da frase. Em inglês ele deve estar sempre antes do verbo (a não ser no caso de frases interrogativas), e de preferência no início da frase. Observe os seguintes exemplos: Está chovendo. (sujeito inexistente) Ontem caiu um avião. Esses dias apareceu lá na companhia um vendedor. Acaba de fracassar uma estratégia publicitária das mais criativas. Há cerca de dois meses, justamente quando a empresa passava por dificuldades de natureza It's raining. An airplane crashed yesterday. A salesman came to the office the other day. One of the most creative publicity strategies has just failed. The representative of our creditor banks attended a directory meeting about two months ago to warn APOSTILAS OPÇÃO Inglês 8 financeira, compareceu à reunião da diretoria o representante dos nossos bancos credores para avisar que nossas linhas de crédito teriam que ser reduzidas. that our credit lines would have to be reduced, just when the company was facing financial difficulties. Ao formar uma frase, o aluno deve acostumar-se a pensar sempre em primeiro lugar no sujeito, depois no verbo. O pensamento em inglês estrutura-se, por assim dizer, a partir do sujeito. A ordem natural e até certo ponto rígida dos elementos da oração em inglês é: Sujeito - Verbo - Complemento.Comparando o ato de escrever com a montagem de uma peça teatral, poderíamos dizer que no português há uma tendência a se montar o cenário para então colocar-se o ator principal em cena. No inglês, a ordem normal seria inversa: primeiro coloca-se o personagem principal (sujeito e verbo) para então completar com a montagem do cenário (objetos, adjuntos adverbiais e adnominais e orações subordinadas). 3. Use frases curtas. A ideia a ser comunicada deve ser dividida em partes na medida do possível. Uma frase excessivamente longa, além de aumentar as chances de erro, é sempre mais difícil de ser lida e entendida do que uma série de frases curtas. A tendência de se usar frases longas é comum no português. No inglês este fenômeno é chamado de run-on sentence. Textos em inglês normalmente contêm mais pontos finais e menos vírgulas do que em português. Exemplo: Frases inadequadas: This computer doesn't make sense to me, it came without a manual. During my vacation in July, when I went to the south of France and other parts of central Europe, I bought many souvenirs and I saw many interesting places, both the normal tourist sites and the lesser known locations. Formas mais adequadas: This computer doesn't make sense to me. It came without a manual. Last July I went on vacation in the south of France and other parts of central Europe. I bought many souvenirs and saw many interesting places. Some of the places I visited were the normal tourist sites, and others were lesser known locations. 4. Seja breve e evite o uso de palavras desnecessárias. Tanto no inglês como no português existem certas palavras que devido à forma abusiva com que são usadas, deixaram de carregar qualquer significado. Tornaram-se modismos que servem apenas para conferir um falso tom de intelectualidade e confundir. Exemplo disso no português são as expressões realmente, evidentemente, efetivamente, a rigor, em termos de, etc. No inglês temos expressões como: absolutely, as a matter of fact, actually, really, it seems to me, you know, etc., as quais pouco ou nada acrescentam à mensagem. Observe o seguinte exemplo: Impróprio: As a matter of fact, I'm absolutely tired. Actually that's the reason why I don't really want to go to the movies tonight. Correto: I don't want to go to the movies tonight because I'm tired. Este princípio de economia em relação ao uso de palavras aplica-se também ao uso de formas desnecessariamente complexas. Exemplos: Complexo: The multiplicity of functionality is really advantageous to the overall marketability of the product. After liquidating her indebtedness she was still in possession of sufficient resources to establish a small commercial enterprise. Correto: The many functions of the product will help its sales. After paying her debts, she still had enough money to set up a small business. 5. Seja objetivo; apresente fatos em vez de opinões. Em qualquer idioma fatos sempre informam mais do que opiniões subjetivas. O texto deve se limitar o mais possível a fatos, ficando a conclusão reservada para o leitor. Não imponha ao leitor o seu julgamento; permita-lhe formar o seu próprio. É sempre desejável ser o mais claro e específico possível, substituindo palavras de mero efeito ou de significado vago, pela respectiva explicação. Exemplo: Subjetivismo vago: The speaker was fascinating to the audience. There is evidence that UFOs may actually exist. Our language teachers are highly qualified. I hate television. Correto: The speaker presented his topic well, and the audience enjoyed his analogies from daily life. Several photographs, video tapes and testimonies show that UFOs may actually exist. Our language teachers are native speakers with college education. The effects of television can be very damaging. The soap operas portray dishonesty, violence, ill emotions, all kinds of negative social behavior, and the news is often biased. 6. Cuidado com o uso de voz passiva. Voz passiva consiste em trocar o sujeito e o objeto direto de posição. O objeto assume a posição do sujeito, mas permanece inativo, isto é, passivo. Passa a ser um sujeito que não é autor de ação nenhuma. O verdadeiro sujeito, por outro lado, assume o papel de agente da passiva, sendo que neste papel deixa de ser essencial à oração, ficando frequentemente omitido. Exemplos: The cat ate the mouse. O gato comeu o rato. Voz ativa. The mouse was eaten by the cat. O rato foi comido pelo gato. Voz passiva. The mouse was eaten. O rato foi comido. Voz passiva sem agente. No português, o uso da voz passiva é extremamente comum e apropriado ao idioma. O tom vago de uma voz passiva sem agente, assim como um sujeito indeterminado, são características típicas do português. No inglês moderno, por outro lado, a voz passiva chega a ser quase proibitiva APOSTILAS OPÇÃO Inglês 9 porque destoa em relação à necessidade de clareza e de presença de fatos, limitando-se seu uso a casos em que o agente da passiva é desconhecido, irrelevante ou subentendido. Ocorre também com alguma frequência em trabalhos científicos. Exemplos: The store was robbed last night. (desconhecido) Toyotas are made in Japan. (irrelevante) Clinton was elected President. (subentendido) The sodium hydroxide was dissolved in water. This solution was then titrated with hydrochloric acid. (texto científico) Exemplo de um texto em português normal, abundante em voz passiva: Como não deve ser redigido em inglês: O mesmo texto redigido em inglês, de forma mais apropriada: Ficou decidido que os débitos deverão ser saldados até o final do mês de novembro, a partir de quando então serão cobrados com juros e correção monetária. Os plantadores em débito serão visitados pelo pessoal de campo e serão avisados a respeito das novas determinações. It has been decided that the debts must be paid before the end of the month of November, being after then collected with interest and monetary correction (inflation). The farmers in debt will be visited by the field personnel and will be notified of the new determinations. The company decided the farmers must pay their debts before the end of November. After that, interest and monetary correction will be added. Our field personnel will visit and notify the farmers of the new determinations. 7. Mantenha uma conexão lógica entre as frases fazendo uso correto de Words of Transition. Words of transition ou Words of connection são conjunções, advérbios, preposições, etc., que servem para estabelecer uma relação lógica entre frases e ideias. O uso correto destas palavras de conexão confere elegância ao texto e, mais importante, solidez ao argumento. Exemplos: It was cold. I went swimming. I went swimming in spite of the cold weather. Although it was cold, I went swimming. Many people watch TV. I don't like to waste my time watching television. The quality of the programs is very poor. I'm going to read books. I'm not going to watch soap operas. Although many people watch TV, I don't like to waste my time watching television because the quality of the programs is very poor. Therefore I'm going to read books instead of watching soap operas. Questões 1. (MRE – Oficial de Chancelaria – FGV) TEXT I How music is the real language of political diplomacy Forget guns and bombs, it is the power of melody that has changed the world Marie Zawisza Saturday 31 October 2015 10.00 GMT Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air, praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall, as Mstislav Rostropovich later put it. The photographis seen around the world. The date is 11 November 1989, and the Russian virtuoso is marching to the beat of history. Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof, in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo Ma showed as much in September when the cellist opened the new season of the Philharmonie de Paris with the Boston Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project, which trains young musicians from a variety of cultures to listen to and improvise with each other and develop a common repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed where diplomacy has failed.[…] Curiously, the study of the role of music in international relations is still in its infancy. “Historians must have long seen it as something fanciful, because history has long been dominated by interpretations that stress economic, social and political factors,” says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the Université de Versailles-St- Quentin and co-editor of a book about music and globalisation. “As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were more interested in analysing musical scores than the actual context in which these were produced and how they were received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where political issues are resolved by mutual support rather than force. […] APOSTILAS OPÇÃO Inglês 10 Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month earlier. Photograph: Zuma/Alamy Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle East. China promotes opera in neighbouring states to project an image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as a leader in Latin America, notably by establishing close collaboration between its ministries of foreign affairs and culture; musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle. That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003, Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19 August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the US: “There is no point in preaching security without giving a thought to respecting others,” he told his audience. Closing the concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly symbolic image, which highlighted the conviction that culture can play a role in bringing people together, shows how music can become a political language,” Fléchet says. (adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music- language-human-rights-political-diplomacy) The word that is closer in meaning to “stunt” in the question “Publicity stunt or political act?” is: (A) tip; (B) event; (C) brand; (D) story; (E) poster. 2. (TRE-MT – Conhecimentos Gerais para o Cargo 3 – CESPE) In the short term, the justice system can gain consistency by striving for standardization and by publishing the result of that effort. Broadly speaking, the court system resolves disputes by providing answers where the parties themselves cannot find them. It generates public trust by honouring arguments with new solutions, and this fundamental task must be supported by proportional and adequate use of technology, never reduced. In this sense, judicial organizations need to pay serious attention to their information technology policies to guarantee that justice is served. Public guidelines for frequently occurring decisions can fulfil the need for consistency. Automating the guidelines can be a next step. Public guidelines can reduce the number of points in dispute, and perhaps even entire disputes, to be put before the judge. Thus, increasing consistency also shortens turnaround time. There is more to this than just implementing technology, however. Developing routines and public guidelines require active work on the part of the judges and their staff in the courts. Judiciaries need to be responsible for their own performance as administrators of justice. Internet: <http://home.hccnet.nl> (adapted). According to the text, public guidelines. (A) show that judges and their staff are responsible for the administration of justice. (B) will increase the amount of time needed for a court decision. (C) can become automated for frequent decisions. (D) solve the points in dispute. (E) have the power to certainly reduce entire disputes. Leia o texto e responda as questões 3 e 4. Text 1 The good oil boys club It should have been a day of high excitement. A public auction on July 15th marked the end of a 77-year monopoly on oil exploration and production by Pemex, Mexico`s state- owned oil company, and ushered in a new era of foreign investment in Mexican oil that until a few years ago was considered unimaginable. The Mexican government had hoped that its firstever auction of shallow-water exploration blocks in the Gulf of Mexico would successfully launch the modernisation of its energy industry. In the run-up to the bidding, Mexico had sought to be as accommodating as its historic dislike for foreign oil companies allowed it to be. Juan Carlos Zepeda, head of the National Hydrocarbons Commission, the regulator, had put a premium on transparency, saying there was “zero room” for favouritism. When prices of Mexican crude were above $100 a barrel last year (now they are around $50), the government had spoken optimistically of a bonanza. It had predicted that four to six blocks would be sold, based on international norms. It did not turn out that way. The results fell well short of the government’s hopes and underscore how residual resource nationalism continues to plague the Latin American oil industry. Only two of 14 exploration blocks were awarded, both going to the same Mexican-led trio of energy fi rms. Offi cials blamed the disappointing outcome on the sagging international oil market, but their own insecurity about appearing to sell the country’s oil too cheap may also have been to blame, according to industry experts. On the day of the auction, the fi nance ministry set minimum-bid requirements that some considered onerously high; bids for four blocks were disqualifi ed because they failed to reach the offi cial fl oor. (Source: http://www.economist.com/news/business/21657827- latinamericas-oil-fi rms-need-more-foreign-capital-historic- auctionmexico-shows) 3. (ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – ESAF) According to text 1 above, Juan Carlos Zepeda (A) disliked all foreign oil companies. (B) was for favouritism. (C) gave reluctant support to the first auction. (D) was certain that no rigging was to happen. (E) was against the auction. 4. (ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – ESAF) As stated in the passage, the public auction (A) gave rise to new times concerning oil production. (B) started the monopoly on oil exploration. (C) cut offthe hopes for a bonanza. (D) was successful in achieving the modernization of Mexican economy. (E) set out apprehension for the expansion of oil exploration and production. 5. (Receita Federal – Auditor Fiscal da Receita Federal – ESAF) The IRS Chief Counsel is appointed by the President of the United States, with the advice and consent of the U.S. Senate, and serves as the chief legal advisor to the IRS Commissioner on all matters pertaining to the interpretation, administration, and enforcement of the Internal Revenue Code, as well as all other legal matters. Under the IRS Restructuring and Reform Act of 1998, the Chief Counsel reports to both the IRS Commissioner and the Treasury General Counsel. Attorneys in the Chief Counsel’s Office serve as lawyers for the IRS. They provide the IRS and taxpayers with guidance on interpreting Federal tax laws correctly, APOSTILAS OPÇÃO Inglês 11 represent the IRS in litigation, and provide all other legal support required to carry out the IRS mission. Chief Counsel received 95,929 cases and closed 94,323 cases during fiscal year 2012. Of the new cases received, and cases closed, the majority related to tax law enforcement and litigation, including Tax Court litigation; collection, bankruptcy, and summons advice and litigation; Appellate Court litigation; criminal tax; and enforcement advice and assistance. In Fiscal Year 2012, Chief Counsel received 31,295 Tax Court cases involving taxpayers contesting an IRS determination that they owed additional tax. The total amount of tax and penalty in dispute at the end of the fiscal year was almost $6.6 billion. (Source: Internal Revenue Service Data Book, 2012.) During fiscal year 2012, the Chief Counsel's office succeeded in (A) turning down over 30,000 appeals by taxpayers. (B) securing over $6 billion for the State. (C) winning the majority of litigation cases. (D) processing most of the cases it received. (E) voiding 1,606 cases fled by taxpayers. Gabarito 01. B / 02. C / 03. D / 04. A / 5. (D) Em língua portuguesa, Denotação é quando uma palavra é interpretada no sentido literal, como por exemplo: “Eu fiz uma tatuagem no meu braço direito”, ou “Machuquei meu braço ontem” Ou seja, como expressado acima, as palavras (ou frases) estão referenciando diretamente a parte do corpo chamada “braço” E Conotação, é quando a não usamos essa interpretação literal das palavras. Usando a palavra braço do mesmo exemplo anterior temos: “O Vice-Presidente é o braço direito do Presidente”, ou “Não seja aquela pessoa que nunca da o braço a torcer” Como podemos ver, são expressões que caracterizam algo diferente do que a palavra em si queria dizer. Na língua inglesa usamos o nome “Phrasal Verbs” para representar tais expressões. Phrasal Verbs O termo “Phrasal Verb” determina a junção de um verbo a uma preposição ou a uma partícula adverbial. Em detrimento de tal união o verbo assume uma nova significação. Segue abaixo alguns exemplos de Phrasal Verbs: LOOK UP TO admirar I always looked up to my parentes. LET DOWN desapontar He won't let you down. BRING UP educar We brought three children up. CALL OFF cancelar I need to call off our meeting. PUT OFF adiar He keeps putting off going to the dentist. KEEP UP manter If you keep those results up you will get into a great college. SHOW UP aparecer She finally showed up. CHEER UP Alegrar / animar alguém ou algo They brought you some flowers to cheer you up. ASK OUT convidar alguém para sair He asked me out last week. GET ALONG dar-se bem com alguém I get along well with my sister Separable and Inseparable Phrasal Verbs Diversos Phrasal Verbs podem ter o verbo e a preposição separados por meio de um objeto, esse tipo de Phrasal Verb é denominado “Separable”. No entanto, há outros em que o verbo e a preposição devem estar juntos, esses são os “Inseparable”. Run into (topar, bater, atropelar algo ou alguém) – I always run into Dr. Freman at the supermarket. (Inseperable) Write down (anotar) – I write everything he says down. (Separable) Segue abaixo uma lista com os principais Phrasal Verbs: GIVE UP - desistir GO ON - continuar GET OVER - acabar COME BACK - voltar CALL BACK- retornar a ligação FIND OUT - descobrir HANG ON - esperar DROP OFF – deixar algo em algum lugar LOOK OVER - revisar THROW AWAY – jogar fora THINK OVER - considerar FILL IN – preencher FIX UP - consertar HOLD ON - esperar WORK OUT – malhar, exercitar-se To Call – chamar Call for – exigir, requerer. Exemplo: This work calls for a lot of patience. Call in – convidar Call off – cancelar Exemplo: I'm going to call off my medical appointment because I feel much better now. Call out – gritar para Call up – telefonar Exemplo: They called up the man. To come – vir Come across – encontrar por acaso Come down – descer Come in – entrar Come off – sair, desprender-se Come on – entrar em cena 2) Conteúdos linguístico- textuais: a) Denotação e conotação APOSTILAS OPÇÃO Inglês 12 Come out – sair Come up – subir, surgir To get – adquiri, obter Get along with – dar-se bem com alguém Get away – escapar Get away with – safar-se Get in – entrar Get into – entrar Get off – descer, apesar de Get on – subir, montar Get on with – continuar Get out – sair Exemplo: Get out of here! Get over – superar, livra-se de Get over with – terminar, acabar Get up – levantar-se Exemplo: I usually get up early. To give - dar Give away – doar Exemplo: She gave away her old dress. Give back – devolver Give in – ceder, entregar-se Give off – exalar Give onto – dar para Give up – desistir To go – ir Go after – ir atrás, perseguir Go at – atacar lançar-se sobre Go away – ir embora Go down – descer Go for – ir buscar Go off – explodir Go on – continuar Go out – sair Go over – rever, repassar Go with – combinar com Go up – subir To look – olhar Look after – cuidar de Exemplo: Could you look after the children this evening? Look at – olhar para Look down on – menosprezar Look for – procurar Exemplo: What are you looking for? Look forward – aguardar ansiosamente Look into – examinar, analisar Look out – tomar cuidado Look up – consultar (livro, literatura) Look up to – admirar Exemplo: You have to look up the dollar exchange rate every day. To make - fazer Make into – transformar Make off – fugir, escapar Make out – preencher (cheque) Make out – entender, captar Make up – inventar, criar Exemplo: You can attend classes on Saturdays to make up for the classes you missed. Make up – fazer as pazes To put – pôr, colocar Put aside – guardar, economizar Put away – guardar, pôr no lugar Put off – adiar Exemplo: I think I'll have to put off my dental appointment. Put on – vestir Put out – pôr para fora Exemplo: The firemen put out the fire. Put up – hospedar Put up with – tolerar, suportar To run – correr Run after – correr atrás Run away – fugir Run down – escorrer Run into – encontrar inesperadamente Run out of – ficar sem Run over – atropelar Exemplo: He ran over my bicycle with his car. To take – tomar, levar Take after – puxar, assemelhar-se Take away – levar embora Exemplo: Take it away from here. Take down – derrubar Take in – enganar Take off – tirar Exemplo: Take your coat off! Take on – contratar Take out – levar para fora Exemplo: I'm going to drink tonight and don't try to take me out of it. Take over – assumir chefia, direção Questões 1. I'd like to stop smoking but I just can't ______ it up. a) give b) turn c) put d) hurry 2. I'm getting really unfit. I think I should ______ up a sport. a) speak b) take c) put d) hurry 3. I'm fed up hearing you talk all the time. Why don't you just ______ up and listen for once? a) cheerb) move c) put d) shut 4. He's a really irritating person. I don't see how you ______ up with him. a) speak b) move c) put d) hurry APOSTILAS OPÇÃO Inglês 13 5. If you don't put any oil in the motor when the warning light comes on, it's likely to ______ up. a) send b) seize c) put d) set Gabarito 1. (A) / 2. (B) / 3. (D) / 4. (C) / 5. (B) SYNONYMS AND ANTHONYMS Sinônimos São palavras de sentido igual ou aproximado. Na maioria das vezes não é indiferente usar um sinônimo pelo outro. Embora irmanados pelo sentido comum, os sinônimos diferenciam-se, entretanto, uns dos outros, por matizes de significação e certas propriedades que o escritor não pode desconhecer. O fato linguístico de existirem sinônimos chama- se sinonímia, palavra que também designa o emprego de sinônimos. Antônimos São palavras de significação oposta. A antonímia pode originar-se de um prefixo de sentido oposto ou negativo. Questões 01. Escolha a alternativa correta que apresenta um antônimo da palavra BIG. (A) Soft (B) Strong (C) Small (D) Short (E) Slow 02. Escolha a alternativa correta que apresenta um sinônimo da palavra HUNGRY. (A) Elated (B) Splendid (C) Nasty (D) Ravenous (E) Thrilled 03. Escolha a alternativa correta que apresenta um antônimo da palavra RIGHT. (A) Rigid (B) Wrong (C) Far (D) Ugly (E) Dead 04. Escolha a alternativa correta que apresenta um sinônimo da palavra HORRIBLE. (A) Cheerful (B) Reputable (C) Starving (D) Horrid (E) Delighted 05. Escolha a alternativa correta que apresenta um antônimo da palavra DARK. (A) Starving (B) Ugly (C) Delighted (D) Light (E) Elated Gabarito 01.C / 02.D / 03.B / 04.D / 05.D Estrutura da oração A distribuição correta das palavras na frase ou oração, na língua inglesa, segue o mesmo padrão da língua portuguesa. Embora seja mais usada de forma rigorosa na primeira. A ordem correta é: 1. Sujeito O sujeito, que sempre ocupa a primeira posição na frase, contrário ao que ocorre na língua portuguesa, nunca é omitido. O sujeito pode ser representado por um ou vários substantivos ou por pronomes pessoais. Exemplos: - The Microsoft is one of the richest corporations in the world. - Explorer and Navigator are two famous browsers. - The United States, Canada, England and Japan are some of the countries where people make the best use of internet. O sujeito também pode ser representado por locuções ou por sintagmas nominais. Exemplos: - My parents prefer the eletronic typewriter than the computer for typing their texts. - Some of the software we use in the lab must be replaced. b) Sinonímia e antonímia c) Correlação morfológica, sintática e/ou semântica APOSTILAS OPÇÃO Inglês 14 - The world Bank and The United Nations Organization invest money in projects that improve the information technology. Encontraremos também orações inteiras que exercem a função de sujeito de uma oração. Exemplos: - Retraining the staff over and over and much of repeated reworking is what most businesses expect to eradicate with investments in highly advanced technology. - Better education, an increase in the living conditions and a serious health care program would suffice to establish a desirable welfare status for the poor population in this country. - From now on, not only machines, such as computers, watches and vehicles, but also books, trees and even shoes will be equipped with microchips. 2. Verbo Como se pode observar nos exemplos anteriores, o verbo ou a locução verbal (sublinhados) ocupa a segunda posição na estrutura frasal inglesa. Na poesia, na música ou no inglês falado coloquial, pode-se encontrar exemplos em que esta regra não é observada. Entretanto, em linguagem técnico-científica, como no inglês computacional, o formato S+V+C é usado rigorosamente. Os dois únicos casos estabelecidos pela gramática inglesa em que um verbo pode iniciar uma oração são: a) Modo imperativo (nunca é acompanhado de sujeito) - The computer is off. Turn it on. - Execute the instructions following the manual procedures. - Please, wait. b) Frases Interrogativas (um verbo auxiliar sempre antecede o sujeito da frase). - Would you please show me how I can run this program? - Is this the correct way to write it in English ? - Can you tell me what your e-mail is ? Em casos ainda mais raros, podemos encontrar orações introduzidas pelo infinitivo (to stop, to love, to work, etc). Quem nunca ouviu ou falou a clássica shakespeareana: to be or not to be? Embora coubesse um auxiliar nessa frase, o que a tornaria mais específica, o uso do infinitivo desempenha exatamente a função de tornar o sentido do verbo infinitivo, genérico, atemporal ou impessoal. Basta se reportar ao evento em que esta frase foi citada. Um tradutor eletrônico, por razões óbvias, não aplica regras de sintaxe, e traduz as palavras nas orações, na mesma sequência em que elas lhe forem apresentadas. Portanto, tome cuidado! 3. Complementos Os complementos são palavras ou frases inteiras que detalham ou completam as informações estabelecidas pelo sujeito e o verbo, que são os únicos termos essenciais da oração. Analisemos estas frases: “A secretária chegou”, “O ônibus saiu”, “O avião caiu”. Sintaticamente, já temos os dois elementos indispensáveis: 0 sujeito que determina quem está envolvido na execução de uma determinada ação e o verbo que responde pelo ato executado. As perguntas que fazemos ao verbo para saber os detalhes (Como? Quando? Com quem? Onde? Por quê? Etc) são respondidas através destes complementos. Então, teremos: “A secretária chegou em casa chorando”. “O ônibus saiu vazio da frente da escola às onze horas”.” O avião caiu por causa de uma falha mecânica”. Os principais complementos da oração são os elementos de transitividade dos verbos (objetos direto e indireto) e os advérbios (que determinam o modo, tempo, lugar, causa, etc). a) Objeto direto É o complemento que responde a pergunta: “o quê” feita ao verbo. Exemplos: - He bought a book. - My father is a computer programmer. - I don´t know what to do. b) Objeto indireto É o complemento que responde a pergunta : “de quê?””com quê?””de quem?””para quem?” etc, feitas ao verbo. O objeto indireto, na maioria dos casos, está ligado ao verbo indiretamente, ou seja, este complemento precisa de uma preposição para se ligar ao verbo. Outras vezes não, ele simplesmente responde pelo complemento relacionado a pessoas. Exemplos: a. She´s helping him finish his work. b. She got home with her husband. c. I´m tired of speaking. d. Diana told me what happened. Quanto a ordem de colocação dos objetos em inglês, esta se dá de forma contrária à da nossa língua. O objeto indireto antecede o objeto direto. Veja em Give peace a chance! No português nós temos que inverter essa ordem. Lembre-se bem disso! Fonte: http://files.tiunibratec2010-2012.webnode.com.br/200000019- 3b2783b6d4/estrutura_frasal_inglesa%5B1%5D.doc. Questões 01. (EBC – Ansalista – CESPE) In the sentence: “The new gas stove in the kitchen which I bought last month has a very efficient oven.”, the subject is “The new gas stove in the kitchen”. ( ) Certo ( ) Errado 02. (EBC – Ansalista – CESPE) In the sentence: “Bernard is now the best student at that college.”, “the best student” is a direct object. ( ) Certo ( ) Errado 03. (EBC – Ansalista – CESPE) In the sentence: “Seeing the large crowd, John stopped his car.”, “Seeing the large crowd” is an adverbial clause. ( ) Certo ( ) Errado 04. (EBC – Ansalista – CESPE) In the sentence: “They elected Prof. Palmer the head of that department for the second time.”, “the head of that department” is a direct object. ( ) Certo ( ) Errado APOSTILASOPÇÃO Inglês 15 05. (EBC – Ansalista – CESPE) Translation exists because men speak different languages. This truism is, in fact, founded on a situation, which can be regarded as enigmatic and posing problems of extreme difficulty. Why should human beings speak thousands of different, mutually incomprehensible tongues? Why does homo sapiens, whose digestive tract has evolved and functions in precisely the same complicated ways the world over, whose biochemical fabric and genetic potential are, orthodox science assures us, essentially common, the delicate runnels of whose cortex are wholly akin in all peoples and at every stage of social evolution – why does this unified, though individually unique mammalian species not use common language? We do not speak one language, nor half a dozen, nor twenty or thirty. Four to five thousand languages are thought to be in current use. This figure is almost certainly on the low side. It seems reasonable to assert that the human species developed and made use of at least twice the number we can record today. A genuine philosophy of language must grapple whit the phenomenon and rationale of the human ‘invention’ and retention of anywhere between five and ten thousand distinct tongues. However difficult and generalizing the detour, a study of translation ought to put forward some view of the evolutionary, psychic needs or opportunities, which have made translation necessary. To speak seriously of translation one must first consider the possible meanings of Babel, their inherence in language and mind. George Steiner. After Babel: aspects of language and translation. 2ª ed. Oxford University Press, 1992, p. 51-4 (adapt ed). The verbal form “functions” has as its subject “homo sapiens”. ( ) Certo ( ) Errado Gabarito 01. Errado / 02. Errado / 03. Certo / 04. Certo / 05. Errado Relative clauses - orações subordinadas As orações subordinadas (subordinate clauses), também chamadas de orações dependentes (dependent clauses), exercem uma função sintática em relação a uma outra oração, chamada de oração principal, que requer complemento para que seu significado seja completo. Desse modo, as orações subordinadas estão sempre ligadas a outra oração, visto que sozinhas também não possuem um sentido completo em si. Em inglês, há dois tipos de orações subordinadas: Relative or Adjective Clauses e Adverbial Clauses. A seguir, veja mais detalhadamente esses dois tipos de orações subordinadas da língua inglesa. Orações Relativas – Relative / Adjective Clauses As orações relativas (relative/adjective clauses) realizam a mesma função de um adjetivo: complementam um substantivo ou um pronome da oração principal, que é chamado de antecedente. Para adicionarmos informações ao antecedente, usamos os pronomes relativos (who, whom, whose, which e that). Há dois tipos de orações relativas: as restritivas (defining relative clauses) e as explicativas(non-defining relative clauses). A escolha do pronome relativo dependerá do tipo de oração (restritiva ou explicativa) e da função que exercem (sujeito, objeto ou ideia de posse). A partir de agora, estudaremos cada uma das orações relativas separadamente: Defining Relative Clauses - Orações Restritivas Essas orações definem ou diferenciam o antecedente, ou seja, elas servem para definir sobre quem ou sobre o que estamos falando. Observe suas características: - Não são antecedidas de vírgula. Do you know the girl who is talking to Tom? (Você conhece a menina que está falando com o Tom?) I was invited to a party which was not very excited. (Fui convidado para uma festa que não estava muito animada.) I met a woman who can speak six languages. (Conheci uma mulher que sabe falar seis idiomas.) Uso dos pronomes. FUNÇÃO PESSOA COISA Sujeito who / that which / that Objeto who / whom / that / - which / that / - Possessivo whose whose Observando o quadro acima, concluímos que as orações restritivas que se referem a pessoas são introduzidas por who, whom ou that, já as orações restritivas que se referem a coisas são introduzidas por which ou that. O pronome possessivo whose é usado tanto para pessoas como para coisas: Is this the man who / that stole your bag? (É este o homem que roubou sua bolsa?) I need a car which is big. (Preciso de um carro que seja grande.) Do you know the boy whose mother is a nurse? (Você conhece o menino cuja mãe é enfermeira?) The tree whose leaves have fallen. (A árvore cujas folhas caíram.) It's the house whose door is painted red. (Trata-se da casa cuja porta é pintada de vermelho.) - O pronome relativo pode ser omitido quando exercer função de objeto. Mas lembre-se: essa omissão jamais pode ocorrer quando o pronome exercer função de sujeito. Quando o pronome relativo for seguido por um verbo, ele exerce função de sujeito. Caso o relativo seja seguido por um substantivo ou pronome, ele exerce função de objeto. Observe os exemplos abaixo: Christopher Columbus was the man who discovered America. (Cristóvão Colombo foi o homem que descobriu a América.) Gustavo is the journalist who writes for the Times. (Gustavo é o jornalista que escreve para o Times.) The man who lives next door is my grandfather. (O homem que mora na casa ao lado é meu avô.) This is the person (who) I saw at the bakery last night. – O pronome who é opcional. (Esta é a pessoa que eu vi na padaria ontem à noite.) Sorry, I have lost the CD (which) I borrowed from you. – O pronome which é opcional. (Desculpa, perdi o CD que peguei emprestado de você.) Richard is the lawyer (who) we met last week. – O pronome who é opcional. (Ricardo é o advogado que conhecemos na semana passada.) Fonte: http://www.solinguainglesa.com.br/conteudo/Relativeclause1.php APOSTILAS OPÇÃO Inglês 16 Questões 1. The British Prime Minister, ____ was interviewed yesterday, denied responsibility. a) who b) that c) Either could be used here. 2. The car ____ was stolen belonged to my partner. a) which b) that c) Either could be used here. 3. The house ____ they have rented is in the centre of town. a) which b) that c) Either could be used here. 4. The crowd, ____ were making a lot of noise, were told to move on by the police. a) who b) that c) Either could be used here. 5. The company, _____ CEO is under investigation, is doing very badly. a) which b) whose c) Either could be used here. Gabarito 1. (A) / 2. (C) / 3. (C) / 4. (A) / 5. (B) / PRONOUNS Os Pronomes são palavras utilizadas para substituir os substantivos. 1. Pronomes Pessoais: Em inglês existem dois tipos de pronomes pessoais, eles são: Subject Pronouns e Object Pronouns. I EU YOU VOCÊ HE ELE SHE ELA IT ELE / ELA (COISAS E ANIMAIS) WE NÓS YOU VOCÊS THEY ELES / ELAS Subject Pronouns (Usados como sujeito da frase) Exemplos: I study English and Japanese. She works in a big city. Object Pronous ME YOU HIM HER IT US YOU THEM (Usados como objeto da frase) Exemplos: They gave me the book. She always see him at school. 2. Pronomes Possessivos: Em inglês há, também, dois tipos de pronomes possessivos, os Possessive Adjectives e os Possessive Pronouns. POSSESSIVE ADJECTIVES POSSESSIVE PRONOUNS MY MINE YOUR YOURS HIS HIS HER HERS ITS ITS OUR OURS YOUR YOURS THEIR THEIRS * Possessive Adjectives são usados antes de substantivos, precedidos ou não de adjetivos. Exemplos: Her parents live in London. I want your new dress. * Possessive Pronouns são usados para substituir a construção possessive adjective + substantivo, evitando, portanto, a repetição. Exemplo: My car is red, but theirs is black. MYSELF YOURSELF HIMSELF HERSELF ITSELF OURSELVES YOURSELVES THEMSELVES 3. Pronomes reflexivos: Exemplos: He hurt himself. (Ele se cortou) I cut myself.(Eu me cortei) Observação: Os pronomes reflexivos também possuem função enfática. Veja alguns exemplos: They themselves built their houses. (Eles próprios construíram a casa) We ourselves made this surprise to you. (Nós mesmos preparamos essa surpresa para você) 4. Pronomes Demonstrativos: SINGULAR Tradução Exemplo THIS esse / essa This is my favorite book. THAT aquele / aquela That is my cat. d) Pronomes e suas referências APOSTILAS OPÇÃO Inglês 17 PLURAL Tradução Exemplo THESE esses / essas These are my friends from school. THOSE aqueles / aquelas Those are the English teachers. 5. Pronomes Indefinidos: Derivações do “SOME” – SOMETIME (alguma vez) SOMEWHERE (algum lugar) SOMEONE (alguém) SOMETHING (alguma coisa / algo) Derivações do “ANY” – ANYWHERE (em qualquer lugar, em algum lugar, em nenhum lugar) ANYBODY (qualquer pessoa, alguém, ninguém) ANYTHING (qualquer coisa, nada, algo) 6. Pronomes Interrogativos: Pronomes Tradução Exemplos: WHAT O que? What do you study? (O que você estuda?) WHERE Onde? Where do you live? (Onde você mora?) WHEN Quando? When did he come to Brazil? (Quando ele veio para o Brasil?) WHO Quem? Who is your friend? (Quem é seu amigo?) WHOSE De quem? Whose wallet is this? (De quem é essa carteira?) WHY Por que? Why is she sad? (Por que ela está triste?) HOW Como? How do you prepare lemon pie? 7. Pronomes Relativos Os pronomes relativos podem exercer a função de sujeito ou objeto do verbo principal. WHO Sujeito ou Pronome Objeto para pessoas I told you about the woman who lives in Brazil WHICH Sujeito ou Pronome Objeto para animais e coisas Do you see the cat which is drinking milk? WHOSE Posses para pessoas, animais e coisas This is the boy whose mother is a nurse WHOM Pronome Objeto para pessoas The woman whom you called is my cousin THAT Sujeito ou Pronome Objeto para pessoas, animais e coisas He is the man that saved my life That is the dog that bit my neighbor 8. One / Ones One (singular ) / Ones (plural) são usados para evitar repetições desnecessárias. See those two girls? Helen is the tall one (girl) and Jane is the short one (girl). Let’s look at the photographs. The ones (photographs) you took in Paris. Questões Preencha as frases com o pronome correto: 01. .......... and ........... mother are from Japan. (A) I - my (B) Me - my (C) their - my (D) I - mine (E) She – hers 02. ............. do they study here? Because they like our school. (A) Where (B) When (C) Why (D) Who (E) What 03. She combs ..................... (A) himself (B) yourself (C) myself (D) herself (E) itself 04. Complete the sentences with the correct pronoun. A sister of ________ has just gotten a job. (A) your (B) their (C) my (D) our (E) ours 05. Circle the correct alternative. Peter’s wife said: “My husband wants me to sell my bicycle, but he won’t sell __________”. (A) hers (B) his (C) yours (D) its (E) theirs Gabarito 01.A / 02.C / 03.D / 04.E / 05.B ARTIGOS: DEFINIDOS E INDEFINIDOS Artigo Definido THE = o, a, os, as - Usamos antes de substantivos tomados em sentido restrito. Exemplos: The coffee produced in Brazil is of very high quality. I hate the music they’re playing. The people you’ve just met are my neighbors. e) Artigos (definidos e indefinidos) APOSTILAS OPÇÃO Inglês 18 - Emprega-se também antes de nomes de países no plural ou que contenham as palavras Kingdom, Republic, Union, Emirates. Exemplos: The United States The Netherlands The United Kingdom The Dominican Republic - Antes de adjetivos ou advérbios no grau superlativo. Exemplos: John is the tallest boy in the family. The best students will be awarded. - Antes de acidentes geográficos (rios, mares, oceanos, cadeias de montanhas, desertos e ilhas no plural), mesmo que o elemento geográfico tenha sido omitido. Exemplos: The Nile (River) The Sahara (Desert) The Pacific (Ocean) - Antes de nomes de famílias no plural. Exemplos: The Smiths have just moved here. The Browns are our friends. - Antes de adjetivos substantivados. Exemplos: You should respect the old. I feel sorry for the blind. - Antes de numerais ordinais. Exemplos: He is the eleventh on the list. This is the third time I hear you say that. - Antes de nomes de hotéis, restaurantes, teatros, cinemas, museus. Exemplos: The Hilton (Hotel) The British Museum - Antes de nacionalidades. Exemplos: The Dutch The Chinese - Antes de nomes de instrumentos musicais. Exemplos: She plays the piano very well. Can you play the guitar? - Antes de substantivos seguidos de preposição. Exemplos: The Battle of Trafalgar The Houses of Parliament Omissões - Antes de substantivos tomados em sentido genérico. Exemplos: Roses are my favorite flowers. Salt is used to flavor food. - Antes de nomes próprios no singular. Examples: John didn’t come to the party yesterday. She lives in South America. - Antes de possessivos. Exemplo: My house is more comfortable than theirs. - Antes de nomes de idiomas, não seguidos da palavra language. Exemplo: She speaks French and English. (Mas: She speaks the French language.) - Antes de nomes de estações do ano. Exemplo: Summer is hot, but winter is cold. Casos especiais - Não se usa o artigo THE antes das palavras church, school, prison, market, bed, hospital, home, university, college, market, quando esses elementos forem usados para seu primeiro propósito. APOSTILAS OPÇÃO Inglês 19 Exemplos: She went to church. (para rezar) She went to the church. (talvez para falar com alguém) - Sempre se usa o artigo THE antes de office, cathedral, cinema, movies e theater. Exemplos: Let’s go to the theater. They went to the movies last night. Artigo Indefinido A / AN = um, uma Emprego do artigo A: - Antes de palavras iniciadas por consoantes. Exemplos: A boy A girl A woman - Antes de palavras iniciadas por vogais, com som consonantal. Exemplos: A uniform A university A European Emprego do artigo AN: - Antes de palavras iniciadas por vogais. Examples: AN egg AN orange AN umbrella - Antes de palavras iniciadas por H mudo (não pronunciado). Examples: AN hour AN honor AN heir Usa-se os artigos indefinidos para: - Dar ideia de representação de um grupo, antes de substantivos. Exemplo: A chicken lays eggs. (Todas as galinhas põem ovos.) - Antes de nomes próprios no singular, significando “um tal de”. Exemplo: A Mr. Smith phoned yesterday. - No modelo: WHAT + A / AN = adj. + subst. Exemplos: What a nice woman! (Que mulher bondosa!) What a terrible situation! (Que situação terrível!) - Em algumas expressões de medida e frequência. Exemplos: A dozen (uma dúzia) A hundred (uma centena, ou cem) Twice a year (duas vezes ao ano) - Em certas expressões. Exemplos: It’s a pity (é um a pena) It’s a shame (é uma vergonha) It’s an honor (é uma honra) - Antes de profissão ou atividades. Exemplos: James is a lawyer. Her sister is a physician. Omissões - Antes de substantivos contáveis no plural. Exemplos: Lions are wild animals. I’ve seen (some*) good films lately. - Antes de substantivos incontáveis. Exemplos: Please, bring me (some*) bread. Water is good for our health. * Em alguns casos, podemos usar SOME antes dos substantivos. Fonte: objetivo.br (com adaptações) Questões Marque a alternativa adequada para cada questão abaixo, de acordo com as regras estudadas: 01. I love living in this __________ city. A) no article B) a C) the D)an APOSTILAS OPÇÃO Inglês 20 02. Generally speaking, __________ boys are physically stronger than girls. A) no article B) a C) the D) an 03. The boss gave me __________ hour to finish the report. A) no article B) a C) the D) an 04. Do you remember __________ girl that we saw last night? A) no article B) a C) the D) an 05. P1: Did you go to the Thai restaurant? P2: No, I went to __________ place where you and I normally go. A) the B) a C) no article D) an Respostas 01. A /02. A /03. D/04. C /05. A – Prezado (a) Candidato (a), o edital não foi específico sobre o conteúdo deste tópico, portanto foi elaborado um material que aborda o tema e não havia sido trabalhado nesta apostila. SUBSTANTIVOS - NOUNS Substantivos, que no inglês são conhecidos como nouns, são palavras que dão nome a pessoas, lugares, coisas, conceitos, ações, sentimentos, etc. Também chamados de nomes, eles funcionam de muitas maneiras nas sentenças. Na maioria das vezes, posicionam-se como o sujeito de um verbo, funcionando como o ator ou agente dele. Os nomes também podem receber uma ação quando funcionam como objeto do verbo. Quando atuam como sujeitos ou objetos, os substantivos podem ser apenas uma palavra, frases, ou cláusulas. Exemplos: The plane crashed. (substantivo como sujeito da frase) He kicked the dog. (substantivo como objeto direto do verbo) A maioria dos substantivos forma o plural com o acréscimo de -s. Por exemplo: Singular Plural dog dogs cat cats Quando o substantivo termina em -y e é precedido por consoante, faz-se o plural com -ies. a canary canaries a library libraries a pony ponies a story stories Se o substantivo termina em -s, -ss, -z, -sh, -ch, -x (exceção: ox => oxen), acrescentamos -es para formar o plural: A beach two beaches A church two churches A dish two dishes A fox two foxes Existem algumas formas irregulares de plural. Alguns exemplos comuns são: Woman women Man men Child children Tooth teeth Foot feet Goose geese Mouse mice Person people Para alguns terminados em -f ou -fe, trocamos estas letras por -ves. Para outros, apenas usamos -s: Knife knives Wife wives Life lives Substantivos contáveis e não contáveis Fonte: http://goo.gl/oiXKLN Na tabela acima nós temos os exemplos de alguns alimentos divididos nas duas categorias que iremos explicar abaixo, contáveis e incontáveis. Aqui iremos também traduzir todos os alimentos da lista, assim o estudante não precisa ficar procurando em um dicionário um por um. Countables – Contáveis Uncountables – Incontáveis Bun – Bolinho Bread – Pão Sandwich – Sanduiche Fruit – Fruta Apple – Maça Juice – Suco Orange – Laranja Meat – Carne Burguer – Hamburguer Rice – Arroz f) Singular e Plural APOSTILAS OPÇÃO Inglês 21 Fries – Batata frita Cereal – Cereal Eggs – Ovos Jam – Geléia Salad – Salada Milk – Leite Vegetables – Vegetais Coffee – Café Cookies – Biscoitos Sugar – Açucar Potatoes – Batatas Flour – Farinha Tomato – Tomates Oil – Óleo Carrot – Cenoura Salt – Sal Hot Dog – Cachorro quente Soup – Sopa Candies – Doces Tea – Chá Olives – Azeitonas Cottage Cheese – Coalhada Peanuts – Amedoins Pasta – Massa Pancakes – Panquecas Honey – Mel Onion – Cebola Water – Água Watermelon – Melancia Cheese – Quejo Pea – Ervilha Butter – Queijo Grapes – Uvas Seafood – Frutos do mar Cherries – Cerejas Mustard – Mostarda Contáveis são aqueles substantivos que podemos enumerar e contar, ou seja, que podem possuir tanto forma singular quanto plural. Eles são chamados de countable nouns ou de count nouns, em inglês. Por exemplo, podemos contar pencil. Podemos dizer one pencil, two pencils, three pencils, etc. Incontáveis são os substantivos que não possuem forma no plural. Eles são chamados de uncountable nouns, de non-countable nouns, ou até de non-count nouns, em inglês. Podem ser precedidos por alguma unidade de medida ou quantificador. Em geral, eles indicam substâncias, líquidos, pós, conceitos, etc., que não podemos dividir em elementos separados. Por exemplo, não podemos contar “water” em por exemplo one water ou two waters. Podemos, sim, contar "bottles of water" ou "liters of water", mas não podemos contar “water” em sua forma líquida. Outros exemplos de substantivos incontáveis são: music, art, love, happiness, advice, information, news, furniture, luggage, rice, sugar, butter, water, milk, coffee, electricity, gas, power, money, etc. Em geral, estudantes de língua inglesa têm dificuldade de saber quando um substantivo é contável e quando é não- contável. As dicas são sempre conferir a informação num bom dicionário e também tentar memorizar alguns dos mais comuns para agilizar o seu estudo. Nos dicionários, normalmente você encontra o símbolo [U] para identificar os uncountable nouns e [C] para os countable nouns. Em várias situações necessitamos de fazer o uso de determinantes/quantificadores em conjunto com substantivos contáveis e incontáveis. Há determinantes específicos para os incontáveis: a little, little, less, much. Exemplos: I have little time to study today. Eu tenho pouco tempo para estudar hoje. She has little patience with her kids. Ela tem pouca paciência com seus filhos. He demonstrates less aptitude. Ele demonstra menos aptidão. Judy and her husband have much money. Judy e seu marido têm bastante dinheiro. E há alguns específicos para uso com substantivos contáveis: a few, few, fewer, many. Exemplos: There are a few coins in my wallet. Há algumas moedas na minha carteira. Few people went to the show. Poucas pessoas foram ao show. We can see fewer cars on the streets today. Nós podemos ver menos carros nas ruas hoje. He has many friends. Ele tem muitos amigos. Existe ainda o determinante a lot of que pode ser utilizado tanto para substantivos contáveis como incontáveis. Ele é apelidade de “coringa” porque serve para ambas as categorias. Mas lembre-se de focar os estudos nos demais principalmente no much e many. Os concursos sempre focm mais no much e many na tentativa de confundir o candidato. Exemplo: I have a lot of money. Eu tenho um monte de dinheiro. I have much money. Eu tenho muito dinheiro. There are a lot of cars in the street tonight. Tem um monte de carros na rua esta noite. There are many cars in the street tonight. Tem muitos carros na rua esta noite. Modificadores de substantivos Modifiers são palavras, locuções, frases, ou cláusulas que qualificam o significado de outras palavras. O termo é bem genérico: qualquer parte da fala que funciona como um adjetivo ou advérbio é um modificador. Nos exemplos abaixo, o modifier está em negrito e a palavra que ele modifica está sublinhada; a função do modificador está descrita abaixo. Adjetivos — descrevem ou modificam nomes. Uma locução adjetiva ou cláusula adjetiva funciona da mesma maneira que uma simples palavra funcionaria. Exemplos: The yellow balloon flew away over the crying child. O balão amarelo voou sobre a criança chorona. O adjetivo yellow modifica o substantivo balloon; crying modifica child. Artigos — são palavras que acompanham os substantivos e tem função de classifica-los. Exemplos: The killer selected a knife from an antique collection. O assassino escolheu uma faca de uma antiga coleção. APOSTILAS OPÇÃO Inglês 22 The, a, e an são artigos que especificam ou delimitam seus respectivos substantivos. Advérbios — descrevem verbos, adjetivos, ou outros advérbios, completando a ideia de como, quanto ou quando. Uma locução adverbial ou cláusula adverbial funciona da mesma forma que um único advérbio funcionaria. Exemplos: The woman carefully selected her best dress for the party. A mulher cuidadosamente escolheu seu melhor vestidopara a festa. Carefully é um advérbio que modifica o verbo selected. Questões 1. I love reading. I've got hundreds of _____. (A) book (B) bookes (C) books (D) booken 2. Today is a busy day at school. I have five _______. (A) clases (B) class (C) classes (D) class's 3. I normally have two long ________ a year. (A) holiday (B) holidays (C) holidaies (D) holidayes 4. They have four ________, all girls. (A) childs (B) childes (C) childen (D) children 5. You must remember to brush your _____ after eating. (A) tooths (B) toothes (C) teeth (D) teeths Gabarito 1.C / 2.C / 3.B / 4.D / 5.C VERBAL TENSES Na língua Inglesa, assim como em outras, existem os tempos verbais que são as variações do verbo usadas para indicar em qual momento a ação expressada está acontecendo. São ao todo, doze tempos verbais, que estudaremos a seguir. Presente Simples (Simple Present) O Simple Present Tense expressa: Ações habituais e Verdades eternas. Usamos o verbos no infinitivo, sem a partícula “to”. Formação: Em frases afirmativas, usamos o verbo sem nenhuma modificação, exceto para as terceiras pessoas do singular (he, she, it). Para esses, seguem as regras a seguir: 1) De modo geral, a maioria dos verbos recebe um -s ao final: read » reads sing » sings run » runs write » writes sit » sits sleep » sleeps open » opens g) Verbos no tempo presente, para expressar hábitos e rotinas, em suas formas afirmativa, interrogativa ou negativa; h) Verbos no Presente Contínuo, para expressar atividades momentâneas e futuro, em suas formas afirmativa, interrogativa ou negativa APOSTILAS OPÇÃO Inglês 23 2) Mas, se o verbo terminar com as letras -o, -s, -sh, -ch, -x ou -z você terá de acrescentar -es: go » goes do » does miss » misses wash » washes watch » watches fix » fixes buzz » buzzes 3) Caso o verbo termina em uma sequência de consoante e ‘y’ – exemplos são try, reply, hurry, cry e outros – você deverá jogar o pobre do ‘y’ na lata do lixo e colocar ‘-ies‘. Veja, try » tries reply » replies hurry » hurries cry » cries Preste atenção ao fato de isso se aplicar apenas a verbos terminados em uma sequência de consoante e ‘y’. Verbos que terminam com vogal e ‘y’ prevalece a regra geral, ou seja, acrescente apenas o ‘s‘. stay » stays play » plays pray » prays 4) Como não poderia deixar de ser, há uma exceção a tudo isto. Tem um verbo que tem forma própria para as terceiras pessoas do singular (he, she e it). Trata-se do verbo have, que com estes pronomes vira ‘has‘: have » has Não se esqueça que essas regras são apenas para as frases afirmativas! Short Answers São respostas curtas, que são dadas, sempre que a pergunta começa com DO ou DOES: Do you play tennis? Yes, I Do. No, I don't. Does Jannie speak French? Yes, she does. No, she doesn't. Presente Contínuo (Present Continuous) Usos: - Ações ou acontecimentos ocorrendo no momento da fala com as expressões now, at present, at this moment, right now e outras. Exemplos: Why is Jennifer crying now? It is raining at present. - Ações temporárias. Exemplos: I’m sleeping on a sofa these days because my bed is broken. Tom isn’t playing soccer this season. He wants to concentrate on his studies. - Futuro próximo. Exemplos: The bus is leaving at 10 pm. Ann is coming tomorrow. OBSERVAÇÕES: 1) Alguns verbos não são normalmente usados nos tempos contínuos. Devemos usá-los, preferencialmente, nas formas simples: see, hear, smell, notice, realize, want, wish, recognize, refuse, understand, know, like, love, hate, forget, belong, seem, suppose, appear, have (= ter, possuir), think (= acreditar). Exemplos: He doesn’t understand what the teacher is saying. Do you hear some steps coming from the kitchen? 2) Verbos monossilábicos terminados em uma só consoante, precedida de uma só vogal, dobram a consoante final antes do acréscimo de –ing. Exemplos: run → running swim → swimming 3) Verbos dissilábicos terminados em uma só consoante, precedida de uma só vogal, dobram a consoante final somente se o acento tônico incidir na segunda sílaba. Exemplos: prefer → preferring admit → admitting listen → listening enter → entering APOSTILAS OPÇÃO Inglês 24 4) Verbos terminados em –e perdem o –e antes do acréscimo de –ing, mas os terminados em –ee apenas acrescentam –ing. Exemplos: make → making dance → dancing agree → agreeing flee → fleeing 5) Verbos terminados em –y recebem –ing, sem perder o – y. Exemplos: study → studying say → saying 6) Verbos terminados em –ie, quando do acréscimo de – ing, perdem o –ie e recebem –ying. Exemplos: lie → lying die → dying Porém, os terminados em –ye não sofrem alterações. dye → dyeing Questões 1. This morning the weather is good. The sun __________ and it is quite warm. a) shines b) shone c) is shining d) has shone 2. At nine o'clock in every English lesson, our teacher _____ us about an interesting part of English culture. a) tell b) tells c) has told d) is telling 3. Would anybody like _____ to the pub with me tonight to celebrate the end of May? a) go b) going c) went d) to go Gabarito 01.C / 02.B / 03.D ADJECTIVES Os adjetivos em inglês são invariáveis tanto em gênero, quanto em número. Assim, enquanto no Português fala-se “O menino é rico / A menina é rica”, em inglês, fala-se “The boy is rich / The girl is rich”, sem mudança de gênero. O mesmo ocorre com a questão de singular e plural, veja os exemplos: “Eles são felizes” / “They are happy” “Nós gostamos de ler bons jornais” / “We like to read good newspapers” Alguns adjetivos comuns em inglês: ACCEPTABLE ACEITÁVEL AMAZING INCRÍVEL ANGRY BRAVO BORING CHATO / TEDIOSO BUSY OCUPADO DANGEROUS PERIGOSO DIRTY SUJO EMPTY VAZIO FAST RÁPIDO FULL CHEIO HUGE ENORME YOUNG JOVEM Ordem dos Adjetivos Posição: os adjetivos em inglês são colocados nas frases antes dos substantivos. Exemplos: hard lesson / clean house / black cat. Observação: os adjetivos devem posicionar-se na frase após os verbos “To Be” (ser / estar): They were happy. The baby is healthy. Os adjetivos em inglês seguem a seguinte ordem: Example: Lovely small old square black Chinese leather school backpack. Adjetivos: grau comparativo e superlativo As formas comparativas e superlativas dos adjetivos ou advérbios na língua inglesa, são usadas de acordo com a quantidade de coisas (objetos, pessoas, animais, cidades, etc.) que são comparadas. i) Comparativo e superlativo; j) Adjetivos e advérbios e suas posições nas frases APOSTILAS OPÇÃO Inglês 25 Usamos o grau Comparativo para compararmos sempre duas coisas. Usamos o grau Superlativo para destacarmos uma coisa dentro de um grupo de três ou mais. Formas Invariáveis As formas invariáveis são aquelas que o Adjetivo ou Advérbio não mudam a escrita, apenas acrescentamos as formas de igualdade, superioridade ou inferioridade. Veja a tabela abaixo: Exemplos: as cold as tão frio quanto NOT so (as) cold as não tão frio quanto Less cold than menos frio que the least cold o menos frio as expensive as tão caro quanto NOT so (as) expensive as não tão caro quanto Less expensive than menos caro que The least expensive o menos caro Formas Variáveis As formas variáveis são aquelas onde o adjetivo ou advérbio mudam a escrita. São aplicadas apenas as palavras curtas, ou seja, aquelas com uma ou duas sílabas. Modificamos as terminações seguindo algumas observações que serão estudadas abaixo: Observações: 1. Usamos os sufixos –ER ou –EST com adjetivos / advérbios deuma só sílaba. Exemplos: taller than = mais alto que the tallest = o mais alto bigger than = maior que the biggest = o maior 2. Usamos os sufixos –ER ou –EST com adjetivos de duas sílabas. Exemplos: happier than = mais feliz que cleverer than = mais esperto que the happiest = o mais feliz the cleverest = o mais esperto 3. Usamos os prefixos MORE e MOST com adjetivos de mais de duas sílabas. Exemplos: MORE comfortable than = mais confortável que MORE careful than = mais cuidadoso que THE MOST comfortable = o mais confortável THE MOST careful = o mais cuidadoso 4. Usamos os prefixos MORE e MOST com advérbios de duas sílabas. Exemplos: MORE afraid than = mais amedrontado que MORE asleep than = mais adormecido que THE MOST afraid = o mais amedrontado THE MOST asleep = o mais adormecido 5. Usamos os prefixos MORE e MOST com qualquer adjetivo terminado em –ED, –ING, –FUL, –RE, –OUS. Exemplos: tired – more tired than – the most tired (cansado) charming – more charming than – the most charming (charmoso) hopeful – more hopeful than – the most hopeful (esperançoso) sincere – more sincere than – the most sincere (sincero) famous – more famous than – the most famous (famoso) Variações Ortográficas 1. Adjetivos monossilábicos terminados em uma só consoante precedida de uma só vogal, dobram a consoante final antes de receberem –ER ou –EST. Exemplos: fat – fatter than – the fattest (gordo) thin – thinner than – the thinnest (magro) 2. Adjetivos terminados em Y precedido de vogal trocam o Y para I antes do acréscimo de -ER ou –EST. Exemplos: angry – angrier than – the angriest (zangado) happy – happier than – the happiest (feliz) EXCEÇÃO shy – shyer than – the shyest (tímido) 3. Adjetivos terminados em E recebem apenas –R ou –ST. Exemplos: nice – nicer than – the nicest (bonito, simpático) brave – braver than – the bravest (corajoso) APOSTILAS OPÇÃO Inglês 26 Formas Irregulares 1. Alguns adjetivos e advérbios têm formas irregulares no comparativo e superlativo de superioridade. Good (bom / boa) Well (bem) Better than - the best Bad (ruim / mau) Badly (mal) Worse than - the worst Little (pouco) Less than - the least 3. Alguns adjetivos e advérbios têm mais de uma forma no comparativo e superlativo de superioridade. Far (longe) Farther than – the farthest (distância) further (than) – the furthest (distância / adicional) Old (velho) older than – the oldest elder – the eldest (só para elementos da mesma família) Late (tarde) the latest (o mais recente) the last (o último da série) Parallel Increase Usamos a estrutura the + comparativo... the + comparativo para dizer que uma coisa depende de outra. The warmer the weather, the better I feel. (Quanto mais quente o tempo, melhor eu me sinto.) The more expensive the hotel, the better the service. (Quanto mais caro o hotel, melhor o serviço.) The longer the phone call, the more you have to pay. (Quanto mais longo o telefonema, mais você tem de pagar.) Gradual Increase Usamos dois comparativos juntos para indicar que algo está mudando continuamente. It’s becoming harder and harder to find a job. (Está ficando cada vez mais difícil achar um emprego.) Traveling is becoming more and more expensive. (Viajar está ficando cada vez mais caro.) The weather is becoming hotter and hotter. (A temperatura está ficando cada vez mais quente.) ATENÇÃO ELDER é usado antes de substantivos. Exemplo: My elder brother lives in Chicago. Fonte: objetivo.br (com adaptações) Questões 01. (STF – Analista Judiciário – CESPE) The aging process affects us all at different rates. Some people of fifty- three, like the esteemed author, look a mere thirty-five, with sparkling brown eyes, a handsome gait and the virility of a steam train. Others, like the author’s friend Colin, look like little middle-aged men at twenty-one with middle-aged outlooks of set ways and planned futures. In women the former condition is common but women rarely suffer from the latter, being fired with the insatiable drive of ambition for either an independent and distinguished career in a still male- dominated world, or a home and seven children by the time they are thirty followed by an independent and distinguished career as a Cheltenham councillor or a public relations agent for Jonathan Cape, in later life. No such luck for Charles Charlesworth, who was born on the 14th of March, 1829, in Stafford. At the age of four Charles had a beard and was sexually active. In the final three years of his life his skin wrinkled, he developed varicose veins, shortness of breath, grey hair, senile dementia and incontinence. Some time in his seventh year he fainted and never gained consciousness The coroner returned a verdict of natural causes due to old age. Hugh Cory. Advanced writing with english in use. Oxford University Press, p. 34. 01. According to the text above, It is rather common for women to look older than they really are. ( ) CERTO ( ) ERRADO 02. Lisa is staying home. Her cold is a lot ___________ today. (A) bad (B) worst (C) worse and worst (D) worse (E) the worst 03. We complained about the service in our hotel, but instead of improving, it got ______________. (A) best (B) the best (C) worse (D) the worst (E) better and better 04. If you need any __________________ information, please contact our head office. (A) far (B) farther (C) more far (D) the furthest (E) further 05. The more you practice your English, the _____ you’ll learn. (A) faster (B) farther (C) fastest (D) furthest (E) more fast Gabarito 01. Errado / 02. D / 03. C / 04. E / 05. A Advérbios Os advérbios adicionam informações sobre um verbo, um adjetivo, um outro advérbio, um particípio ou uma oração completa. Advérbios simples: são formados por uma só palavra. Exemplos: here, sometimes. Locuções adverbiais: são formados por duas ou mais palavras. Exemplos: in this apartment, once every week. APOSTILAS OPÇÃO Inglês 27 Formação dos Advérbios - Quando são derivados de adjetivos, os advérbios são, na maioria dos casos, formados pelo acréscimo do sufixo -ly (- mente, em português) a um adjetivo. careful (cuidadoso) / carefully (cuidadosamente, com cuidado) especial (especial) / especially (especialmente) extreme (extremo) / extremely (extremamente) Observações: 1. Os adjetivos terminados em y trocam o y por i antes de receberem o sufixo -ly: easy (fácil) - easily (facilmente) heavy (pesado) - heavily (pesadamente) lazy (prequiçoso) - lazily (preguiçosamente) happy (feliz, alegre) - happily (felizmente, alegremente) 2. Os adjetivos terminados em le trocam o le por ly: probable (provável) - probably (provavelmente) simple (simples) - simply (simplesmente) 3. Os adjetivos terminados em e (sem l antes do e) mantêm este e, e acrescentam ly; com a exceção de true e due: brave (bravo) - bravely (bravamente) immediate (imediato) - immediately (imediatamente) Exceções: true (verdadeiro) - truly (verdadeiramente) due (que se deve, devido, adequado, esperado) - duly (a tempo, pontualmente, diretamente) 4. Os adjetivos terminados em ic acrescentam ally após o ic: tragic (trágico) - tragically (tragicamente) romantic (romântico) - romantically (romanticamente) automatic (automático) - automatically (automaticamente) 5. Caso o adjetivo já termine em -ly, nada se acrescentaa ele para a formação do advérbio: Justine is tired of her daily routine. - daily = adjetivo (Justine está cansada da sua rotina diária.) Bob's column is published daily. - daily = advérbio (A coluna de Bob é publicada diariamente.) Adjetivos e Advérbios Muitos adjetivos e advérbios possuem a mesma forma, veja alguns exemplos: Close Adjective: Harry is a close friend of mine. (Harry é um amigo próximo meu.) Adverb: Come close, I need to tell you something. (Chegue perto, preciso te contar uma coisa.) Hard Adjective: John is a hard worker. (John é um trabalhador esforçado.) Adverb: John works hard. (John trabalha de maneira esforçada.) Adverb: It rained hard. (Choveu fortemente.) Late Adjective: A late applicant suddenly came into the room. (Um candidato atrasado entrou de repente na sala.) Adverb: I usually get up late in sunday mornings. (Eu geralmente acordo tarde nas manhãs de domingo.) Ordem dos Advérbios - Advérbios de frequência (OFTEN, GENERALLY, SOMETIMES, NEVER, SELDOM, ALWAYS...) são colocados, de preferência, ANTES do verbo principal ou APÓS o verbo auxiliar ou o verbo to be. They usually watch TV in the evenings. She seldom eats sweets. She is always late. These curtains have never been cleaned. Expressões adverbiais de frequência são colocadas no final ou no início de uma oração. They watch TV every evening. Once a week they go swimming. - Advérbios de probabilidade (POSSIBLY, PROBABLY, CERTAINLY...) são colocados antes do verbo principal mas após be ou um verbo auxiliar. He probably knows her phone number. He is certainly at home now. - Perhaps e maybe (talvez) aparecem normalmente no começo de uma oração. Perhaps I’ll see her later. Maybe you’re right. - Advérbios de tempo (TODAY, TOMORROW, NOW, SOON, LATELY...) são colocados no final ou no início de uma oração. He bought a new camera yesterday. On monday I’m going to London. - Advérbios de modo (SLOWLY, QUICKLY, GENTLY, SOFTLY, WELL...) aparecem normalmente no final da oração. Alguns advérbios podem também aparecer no início de uma oração se quisermos enfatizá-los. She entered the room slowly. Slowly she entered the room. - Grande parte dos advérbios de modo é formada pelo acréscimo de LY (-mente) ao adjetivo. APOSTILAS OPÇÃO Inglês 28 serious – seriously careful – carefully quiet – quietly heavy – heavily bad – badly - Porém, nem todas as palavras terminadas em LY são advérbios. lonely = solitário (adjetivo) lovely = encantador (adjetivo) silly = tolo (adjetivo) elderly = idoso (adjetivo) - Advérbios de lugar (HERE, THERE, EVERYWHERE...) são usados no início ou no final de orações. You’ll find what you want here. There comes the bus. MODO, LUGAR, TEMPO - A posição normal dos advérbios em uma oração é: He did his job CAREFULLY AT HOME YESTERDAY. MODO LUGAR TEMPO LUGAR, MODO, TEMPO - Com verbos de movimento, a posição normal é: She traveled TO LONDON BY PLANE LAST WEEK. LUGAR MODO TEMPO OBSERVAÇÕES 1) FAST, HARD e LATE funcionam como adjetivos ou advérbios. John is a fast runner. (adjetivo) John runs very fast. (advérbio) The train is very late. (adjetivo) Jill arrived very late. (advérbio) This is a hard question. (adjetivo) If you want to succeed, study hard. (advérbio) 2) Atenção para as traduções de HARDLY e LATELY. I can hardly move my feet. (advérbio) = mal, com dificuldade I haven’t seen John, lately. (advérbio) = ultimamente 3) GOOD = bom (adjetivo) BAD = mau (adjetivo) WELL = bem (advérbio) BADLY = mal (advérbio) Outros Advérbios - Advérbios de grau / intensidade Extremely: modifica um adjetivo The water was extremely cold. Quite: modifica um adjetivo The movie is quite interesting. Almost: modifica um verbo She has almost finished. Very: modifica um advérbio She is running very fast. Too: modifica um advérbio You are walking too slowly. Enough: modifica um advérbio You are running fast enough. - Advérbios de dúvida / certeza Maybe (talvez) Perhaps (talvez - no início ou no final da frase) Possily (possivelmente) Probably (provavelmente) Definitely (definitivamente) Certainly (certamente, seguramente, evidentemente) Clearly (claramente, sem dúvidas, evidentemente) Assuredly (indubitavelmente, sem dúvidas) - Advérbios de ponto de vista Happily, she started singing. (modifica a frase toda) Questões 01. (SEFAZ/RJ – Auditor Fiscal – FCC) Why Is Spain Really Taking Lionel Messi to Tax Court? By Jonathan Mahler Sep 27, 2013 So Spain has decided to haul Lionel Messi into court for tax evasion, which strikes me as completely insane on pretty much every level. You may remember the story from a few months back: The greatest soccer player in the world and his father were accused of setting up a bunch of shell companies in Belize and Uruguay to avoid paying taxes on royalties and other licensing income. Messi - who makes an estimated $41 million a year, about half from sponsors - reached a settlement with Spain’s tax authorities earlier this summer, agreeing to pay the amount he apparently owed, plus interest. The matter was settled, or so it seemed. Messi could go back to dazzling the world with his athleticism and creativity. Only it turns out that Spain wasn’t quite done with Messi. His adopted country - Messi is Argentine but became a Spanish citizen in 2005 - is now considering pressing criminal charges against him. Cracking down on tax-evading footballers has become something of a trend in Europe, where players and clubs have been known to launder money through “image-rights companies” often set up in tax havens. When you need money - and Europe needs money - go to the people who have it, or something like that. Over the summer, dozens of Italian soccer clubs were raided as part of an investigation into a tax-fraud conspiracy. A number of English Premier League clubs were forced last year to pay millions of pounds in back taxes. No one likes a tax cheat, and there’s little doubt that widespread tax fraud has helped eat away at the social safety APOSTILAS OPÇÃO Inglês 29 net in Spain and elsewhere, depriving schools, hospitals and other institutions of badly needed funds. But Europe is not going to find the answers to its financial problems in the pockets of some professional soccer players and clubs. Messi’s defense, delivered by his father, seems credible enough to me. “He is a footballer and that’s it,” Messi’s father Jorge said of his soccer-prodigy son. “If there was an error, it was by our financial adviser. He created the company. My mistake was to have trusted the adviser.” Even if Messi is legally responsible for the intricate tax dodge he is accused of having participated in, it’s pretty hard to believe that he knew much about it. More to the point, Lionel Messi is probably Spain’s most valuable global asset. What could possibly motivate the Spanish government to want to tarnish his reputation, especially after he’s paid off his alleged debt? After four years of Great-Depression level unemployment, have anxiety and despair curdled into vindictiveness? Here’s another explanation: Maybe this whole case has less to do with money than it does with history. Maybe it’s no coincidence that the target of the Spanish government’s weird wrath happens to play for FC Barcelona, which is, after all, "mes que un club." It's a symbol of Catalan nationalism - and a bitter, longtime rival of Spain’s establishment team,Real Madrid. Too conspiratorial? Prove it, Spain. Release Cristiano Ronaldo’s tax return. (Adapted form http://www.bloomberg.com/news/2013-09-27/why-is- spain-really-taking-lionel-messi-to-tax-court-.html) A synonym for badly, as it is used in the text, is (A) closely. (B) evenly. (C) much. (D) almost. (E) not. 02. (CODEVASF - Técnico em Informática – CONSULPLAN) The uses for oil Oil is the largest source of liquid fuel and, in spite of attempts to develop synthetic fuels, world consumption of oil products in increasing. The oil industry is not much more than a hundred years old. It began when the first oil well was drilled in 1859. In the early days, oil was used to light houses because there was no electricity and gas was very scarce. Later, people began to use oil for heating too. Most industries use machinery to make things. Every machine needs oil in order to run easily. Even a small clock or watch needs a little oil from time to time. The engines of many machines use oil fuels petrol, kerosene or diesel. Cars, buses, trucks, tractors, and small aircraft use petroleum chemicals: synthetic rubber, plastics, synthetic fiber materials for clothes and for the home, paints, materials which help to stop rust, photographic materials, soap and cleaning materials (detergents), drugs, fertilizers for farms and gardens, food containers, and may others. In 1900 the world’s oil production was less than 2 million tons a year. Today the oil industry is one of the world’s largest and most important suppliers of raw materials. In the sentence: “every machine needs oil in order to run easily”. Easily can be considered: (A) an adverb. (B) an adjective. (C) a noun. (D) a preposition. (E) a conjunction. 03. (INB – Engenheiro eletrônico – CONSULPLAN) Wolves Tsali, an old chief of the Cherokees (a tribe of Noth American Indians that live in the Southwest of the Unites States), often walks along the stream near the village with his grandson. They do that almost every day. The old man knows a lot of stories full of adventure or wisdom and the boy loves to listen to them. This morning Tsali decides to tell the boy about a battle that sometimes happens inside himself. The old man says, “This battle is between two wolves. One is evil: cruelty, hate, anger, envy, despair, greed, arrogance, guilt, lies, resentment, inferiority, superiority, and ego.” The old Indian stops for a moment and then says, “the other is good: joy, peace, love, hope, empathy, friendship, serenity, humility, kindness, generosity, truth, compassion, and faith…” The boy is filled with curiosity. He looks at his grandfather and asks, “What happens then? Which wolf wins?” Tsali just smiles and answers, “The one I feed.” They _________________ walk along the stream. They frequently do that. (A) often (B) sometimes (C) every day (D) always (E) never Gabarito 01. C / 02 A / 03. A Determiners / Quantifiers Determiners são palavras que iniciam as orações substantivas. Eles podem ser: específicos (specific) ou gerais (general). Os “Specific Determiners” são usados quando se tem conhecimento exato de que o leitor ou ouvinte sabe a que eles se referem. “General Determiners” são empregados para falar de coisas em geral, das quais o leitor ou ouvinte não sabe exatamente a que se referem. Specific Determiners: THE; MY; YOUR; HIS; HER; ITS; OUR; THEIR; WHOSE; THIS; THAT; THESE; THOSE, WHICH. Examples: Can you pass the glass, please? (o) Look at this beautiful flower. (essa) Thank you for your present. (seu) General Determiners: A; AN; ANY; ANOTHER; OTHER; WHAT. Examples: A man saw the accident. (um) Any person can solve this exercise. (qualquer) k) Quantificadores (many, much, few, little, a lotof) APOSTILAS OPÇÃO Inglês 30 Quantifiers são usados para informar a respeito do número de algo. Forma Tradução Exemplo Much Muito(a) She doesn't much coffee. Little Pouco(a) She drinks little coffee. Less Menos She drinks less coffee than John. As formas much, little e less são usadas antes de substantivos incontáveis, portanto singulares. Forma Tradução Exemplo Many Muitos(a) She doesn't have many friends. Few Poucos(a) She has few friends. Fewer Menos She has fewer friender than John. As formas many, few e fewer são usadas antes de substantivos contáveis no plural. - Much e many são usados, preferencialmente, em orações interrogativas e negativas. Do you have many cousins? We didn’t spend much money. - Many tem concordância verbal de plural. Many students are waiting outside. Pode-se, porém, substituir a forma many + plural por many a + singular. Many a student is waiting outside. Sinônimos de much e many Em orações afirmativas, deve-se, preferencialmente, usar a lot of, lots of, a great deal of, a good deal of, plenty of em substituição a much ou many. A lot (sem of) não deve ser usado antes de substantivos. She works a lot. A lot was done by him. As formas a lot of e lots of têm concordância verbal dependente do elemento que as seguir. There is a lot of dust here. There are a lot of books here. There is a lot of rice left. There are lots of potatoes left. Plenty of significa “mais do que suficiente”. There’s no need to hurry. We’ve got plenty of time. Much e very a) Como já vimos, much (= muito/a) é usado antes de substantivos incontáveis no singular. Do you have much work to do? (subst. incontável) Pode ser usado também antes de comparativos. Jane is much taller than John. (comparativo) This book is much more interesting than that. (comparativo) b) Very (= muito) é usado antes de adjetivos e advérbios no grau normal. Her daughter is very intelligent. (adjetivo) They arrived very late yesterday. (advérbio) Little, a little, few, a few a) A little e a few são ideias positivas e significam “uma pequena quantidade de” ou “um pequeno número de” e equivalem a some, em inglês. I still have a little money in the bank. (= algum dinheiro) The exam was extremely difficult but a few students passed it. (= alguns alunos)b) Little e few são idéias negativas. I have little money in the bank. (= quase nenhum dinheiro) The exam was extremely difficult and few students passed it. (= quase nenhum aluno) b) Little e few são ideias negativas. I have little money in the bank (= quase nenhum dinheiro). The exam was extremely difficult and few students passed it (= quase nenhum aluno). So, too, very So, too e very podem ser usados antes de much, many, little e few para ampliar, enfatizar ou restringir o sentido dos quantificadores. I can’t hear so much noise. There are so many jobs to do today. Too much noise drives me crazy. There are too many people in the restaurant. I’ve got very little money. Very few students passed the examination. Some, Any, No e None e Compostos A. SOME (= algum, alguma, uns, umas) SOMEONE / SOMEBODY (= alguém) SOMETHING (= algo) Usos: ⎯→ orações afirmativas ⎯→ orações interrogativas (oferecimentos e pedidos) Exemplos: Jane has bought SOME new shoes. There’s SOMEONE / SOMEBODY knocking at the door. APOSTILAS OPÇÃO Inglês 31 I have SOMETHING important to tell you. Would you like SOMETHING to drink? Can you give me SOME information? B. ANY ANYONE / ANYBODY ANYTHING Usos: ⎯→ orações interrogativas ⎯→ orações negativas (com verbos negativos ou palavras negativas na oração) ⎯→ orações afirmativas significando “qualquer” Exemplos: Have you seen ANY good movie recently? They don’t know ANYONE / ANYBODY here. He left home without ANY money. He’s lazy. He never does ANYwork. Come and visit me ANY day you want. Observação: Frequentemente usamos ANY, ANYONE/ANYBODY, ANYTHING após IF (se). Exemplos: Buy some strawberries if you see ANY. If ANYONE has ANY question, I’ll answer it. If you need ANYTHING, let me know. C. NO (= nenhum, nenhuma) NO ONE / NOBODY (= ninguém) NOTHING (= nada) Uso: ⎯→ orações negativas (com verbos afirmativos) Exemplos: He has NO friends. = He doesN’T have ANY friends. I have talked to NOBODY / NO ONE. = I haveN’T talked to ANYBODY / ANYONE. He has bought NOTHING for her. = He hasN’T bought ANYTHING for her. Observação: SO, TOO e VERY podem ser usados antes de much, many, little e few para ampliar, enfatizar ou restringir o sentido dos “quantifiers”. Exemplos: There are so many books to read. I ate too much food. Very few students passed in the exam. Fonte: objetivo.br(Adaptado) Questões Complete com o quantificador apropriado: 01. Would you like more wine? Yes, but only ………………... (A) a little (B) fewer (C) less (D) much (E) many 02. How ………… food did they bring? (A) many (B) few (C) fewer (D) much (E) little 03. There are too ……………… people chasing too ……………… jobs. (A) many - much (B) few - much (C) many - few (D) much - many (E) fewer – much 04. Complete with SOME or ANY. a) _________ child can be adopted. It depends mainly on you. b) Ann met ____________ of her friends in Paris last summer. c) Could you please bring me _____________ water? I’m very thirsty. d) The room was crowded. There weren’t __________ places anymore. e) Did you see ___________ good play last week? f) I didn’t do ___________ homework yesterday. 05. Fill in the blanks with SOME, ANY or NO. a) I’m sorry I can’t lend you ____________ money. I’m broke. b) “Do you want ________ coffee?” “Yes, I want ________.” c) I don’t have ______________ opinion about her. d) __________ students did their homework. They’re too lazy. e) Is there _____________ drugstore near here? f) I see ________ person here. I think you must be mistaken. g) “Would you like _____________ coffee?” “No, I would like _____________ coffee.” h) Can you lend me _____________ “reais”? I’ll give you back some next payment. i) Can you give me ______________ further details about the some trip? j) If you have _______________ problem, I’ll give you a hand. Gabarito 01. A / 02. D / 03. C 04. a) any b) some c) some d) any e) any f) any 05. a) any b) some / some c) any d) no e) any f) no g) some / no h) no i) some j) any APOSTILAS OPÇÃO Inglês 32 Anotações