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CÂNCER DE MAMA PROFA: CÁSSIA VALÉRIA HANDA ZACARDI UEDA 1 – ANATOMIA DA MAMA ➢ São glândulas especializadas que tem como função primordial a produção de leite. ➢ Hoje a palavra seio contém o símbolo maior da feminilidade e sexualidade da mulher. ➢ Qualquer distúrbio ou anormalidade relativos a eles exerce um grande impacto emocional e psíquico. ANATOMIA DA MAMA ➢ O corpo aproximadamente circular da mama feminina fica apoiado sobre um leito que se estende transversalmente da borda lateral do esterno até a linha axilar média e verticalmente da 2ᵃ até a 6ᵃ costela. ➢ Dois terços do leito da mama são formados pela fáscia peitoral sobre o músculo peitoral maior; ANATOMIA DA MAMA ➢ O outro terço pela fáscia que cobre o músculo serrátil anterior. ANATOMIA DA MAMA ➢ A mama consiste em tecido glandular, tecido fibroso e adiposo entre os lobos e lóbulos de tecido glandular, juntamente com vasos sanguíneos e, vasos linfáticos e nervos. CIRCULAÇÃO VENOSA DA MAMA A drenagem venosa da mama se faz principalmente para a veia axilar, mas há alguma drenagem para a veia torácica interna. CIRCULAÇÃO VENOSA DA MAMA A maior parte da linfa, principalmente aquela proveniente do quadrante lateral superior e do centro da mama do lado direito, drena para os linfonodos axilares, que por sua vez são drenados pelo tronco linfático subclávio e daí para o sistema venoso através do ducto linfático direito. CIRCULAÇÃO VENOSA DA MAMA A maior parte da linfa proveniente da mama esquerda retorna para o sistema venoso através do ducto torácico, que entra no ângulo venoso esquerdo. IRRIGAÇÃO SANGUÍNEA DA MAMA A glândula mamária é suprida desde a face medial principalmente por ramos perfurantes da artéria torácica interna e por vários ramos da artéria axilar (principalmente a artéria torácica lateral) superior e lateralmente. A mama é suprida profundamente por ramos originados das artérias intercostais. QUADRANTES DA MAMA ➢ Para a localização anatômica e descrição de tumores e cistos, a superfície da mama é dividida em quatro quadrantes. 2 – EPIDEMIOLOGIA ➢ O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados no Brasil 66.280 novos casos de câncer de mama, com um risco estimado de 61,61 casos a cada 100 mil mulheres. ➢ Em 2020, 2,3 milhões de mulheres foram diagnosticadas com câncer no seio e 685 mil morreram no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) . EPIDEMIOLOGIA ➢ Independentemente da condição socioeconômica do país, a incidência desse câncer se coloca entre as primeiras posições das neoplasias malignas femininas. Por outro lado, observou-se um declínio na tendência das taxas de incidência em alguns países desenvolvidos, parte atribuída à diminuição do tratamento da reposição hormonal em mulheres pós menopausa. Instituto Nacional de Câncer/INCA, em 12/05/2020. https://www.inca.gov.br/ 3 - DEFINIÇÃO CÂNCER As células se dividem de forma rápida, agressiva e incontrolável, espalhando- se para outras regiões do corpo – acarretando transtornos funcionais. O câncer é um desses transtornos. DEFINIÇÃO CÂNCER O crescimento das células cancerosas é diferente do crescimento das células normais. As células cancerosas, em vez de morrerem, continuam crescendo incontrolavelmente, formando outras novas células anormais. CÂNCER NÃO INVASIVO Câncer não invasivo ou carcinoma in situ é o primeiro estágio em que o câncer pode ser classificado (essa classificação não se aplica aos cânceres do sistema sanguíneo). Nesse estágio (in situ), as células cancerosas estão somente na camada de tecido na qual se desenvolveram e ainda não se espalharam para outras camadas do órgão de origem. A maioria dos cânceres in situ é curável se for tratada antes de progredir para a fase de câncer invasivo. CÂNCER INVASIVO No câncer invasivo, as células cancerosas invadem outras camadas celulares do órgão, ganham a corrente sanguínea ou linfática e têm a capacidade de se disseminar para outras partes do corpo. Essa capacidade de invasão e disseminação que os tumores malignos apresentam de produzir outros tumores, em outras partes do corpo, a partir de um já existente, é a principal característica do câncer. CÂNCER DE MAMA Esses novos focos de doença são chamados de metástases. 4 - Principais Tipos de Câncer de mama: Existem vários tipos de câncer de mama e maneiras diferentes de descrevê-los. ➢ Carcinoma ductal (80%): tem origem nos ductos mamários e há vários subtipos. ➢ Carcinoma lobular (5% a 10%): tem origem nos lóbulos. Principais Tipos de Câncer de mama: Carcinoma ductal in situ. Também conhecido como carcinoma intraductal é considerado não invasivo ou câncer de mama pré- invasivo. Câncer de mama invasivo. Os tipos mais comuns são o carcinoma ductal invasivo e carcinoma lobular invasivo. O carcinoma ductal invasivo representa entre 70 a 80% de todos os cânceres de mama. American Cancer Society, em 20/09/2019 https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/understanding-a-breast-cancer-diagnosis/types-of-breast-cancer.html Principais Tipos de Câncer de mama: Câncer de mama triplo negativo. O câncer de mama triplo negativo é um tipo agressivo de câncer de mama invasivo, representa cerca de 15% dos cânceres de mama. É um câncer difícil de ser tratado. Câncer de Mama Inflamatório. O câncer de mama inflamatório é um tipo raro de câncer de mama invasivo, que representa de 1 a 5% dos cânceres de mama. American Cancer Society, em 20/09/2019. https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/understanding-a-breast-cancer-diagnosis/types-of-breast-cancer.html 5 - ESTADIAMENTO CLÍNICO: Independente da fase em que o câncer é detectado, há necessidade de se classificar cada caso de acordo com a extensão do tumor. O método utilizado para essa classificação é chamado de estadiamento e sua importância está na constatação de que a evolução da doença é diferente quando a mesma está restrita ao órgão de origem ou quando se estende a outros órgãos. Estadiar um caso de neoplasia maligna significa avaliar o seu grau de disseminação. Para tal, há regras internacionalmente estabelecidas, que estão em constante aperfeiçoamento. 6 – SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER DE MAMA ➢ Os sinais e sintomas do câncer podem variar, e algumas mulheres que têm câncer podem não apresentar nenhum desses sinais e sintomas. De qualquer maneira, é recomendável que a mulher conheça suas mamas, e saiba reconhecer alterações para poder alertar o médico. ➢ O sintoma mais comum do câncer de mama é o aparecimento de um nódulo ou massa. Um nódulo sólido, indolor e com bordas irregulares é muito provável que seja um tumor maligno, mas os cânceres de mama podem ser sensíveis ao toque, macios ou redondos. Eles podem até ser dolorosos. SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER DE MAMA Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não se sinta um nódulo). Nódulo único endurecido. Irritação ou abaulamento de uma parte da mama. Dor na mama ou mamilo. Inversão do mamilo. Eritema (vermelhidão) na pele. Edema (inchaço) da pele. Espessamento ou retração da pele ou do mamilo. Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos. Linfonodos aumentados. SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER DE MAMA SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER DE MAMA AUTO EXAME DAS MAMAS 7 – FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER DE MAMA Diversos fatores de risco classificados como modificáveis já foram identificados. Essa exposição é cumulativa no tempo e, portanto, o risco de câncer aumenta com a idade. Mas é a interação entre os fatores modificáveis e os não modificáveis que vai determinar o risco individual de câncer. FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER DE MAMA Fatores de risco não modificáveis Nesse grupo, estão relacionados os fatores de risco que não dependem do comportamento, hábitos e práticas individuais ou coletivas. Também são conhecidoscomo fatores de risco intrínsecos. São eles: idade, gênero, etnia/raça e herança genética ou hereditariedade. FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER DE MAMA ➢ É mais frequente nas mulheres que tem início da menstruação em idade muito jovem e menopausa tardia. ➢ Em 5 a 10% dos casos o tumor decorre de mutações genéticas encontradas em grupos familiares, e é mais frequente em determinados grupos étnicos como, por exemplo, as mulheres brancas, caucasianas, particularmente as judias de origem europeia. Atenção deve ser dada às pacientes com antecedentes familiares importantes de câncer de mama, particularmente quando há casos na família de mulheres acometidas antes dos 35 anos de idade. FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER DE MAMA Sexo feminino Nuliparidade Menarca precoce (antes dos 11a) Menopausa tardia (após os 55a) 1ª gestação a termo após 30a Mãe ou irmã com história de câncer de mama/ovário Mutações genéticas Dieta rica em gordura animal/ pobre em fibras Obesidade/ sedentarismo Alcoolismo Tabagismo 8 – PREVENÇÃO PARA O CÂNCER DE MAMA Quanto mais cedo for diagnosticado, maiores as chances de sucesso no tratamento. O objetivo dos exames diagnósticos de rotina é encontrá- lo antes mesmo de causar sintomas. O tamanho do tumor e sua agressividade são fatores importantes para definir a conduta médica apropriada. PREVENÇÃO PARA O CÂNCER DE MAMA Assumir hábitos de vida saudáveis é fundamental para que o organismo como um todo funcione melhor. 9 - DIAGNÓSTICO PARA O CÂNCER DE MAMA ➢ A confirmação diagnóstica só é feita, porém, por meio da biópsia, técnica que consiste na retirada de um fragmento do nódulo ou da lesão suspeita por meio de punções (extração por agulha) ou de uma pequena cirurgia. ➢ O material retirado é analisado pelo patologista para a definição do diagnóstico. DIAGNÓSTICO PARA O CÂNCER DE MAMA ➢ O diagnóstico das lesões de mama é feito com base em alterações na mamografia e ultrassonografia, que são os exames mais utilizados no rastreamento, e que quando realizados em conjunto, diagnosticam perto de 95% dos casos. DIAGNÓSTICO PARA O CÂNCER DE MAMA ➢ A idade ideal para se fazer a primeira mamografia é aos 40 anos, e a partir daí com periodicidade anual. Em casos específicos, este exame pode ser antecipado, ou ter sua periodicidade diminuída, sempre sob supervisão médica. DIAGNÓSTICO PARA O CÂNCER DE MAMA ➢ A ressonância nuclear magnética é mais utilizada para o estadiamento, que é a avaliação de áreas eventualmente não identificadas na mamografia/ ultrassonografia, naquelas pacientes com diagnóstico já definido de câncer de mama. DIAGNÓSTICO PARA O CÂNCER DE MAMA ➢ São estes exames que indicam a necessidade de uma biópsia, que é a retirada de fragmentos do tumor para estudo histopatológico, feito por um patologista, e que revela o diagnóstico definitivo do tipo, aspectos de sua biologia, agressividade, e em conjunto com outros dados, indicação de condutas terapêuticas. 10 - TRATAMENTOS PARA O CÂNCER DE MAMA O tratamento do câncer de mama depende da fase em que a doença se encontra (estadiamento) e do tipo do tumor. Cirurgia; Radioterapia; Quimioterapia; Hormonioterapia; e Terapia biológica (terapia alvo). CIRURGIA A cirurgia conservadora da mama é um procedimento para retirar o tumor com uma margem de segurança, preservando a maior parte possível da mama. Alguns tecidos e linfonodos saudáveis adjacentes também são geralmente removidos. A cirurgia conservadora da mama é também denominada tumorectomia, quadrantectomia, mastectomia parcial ou mastectomia segmentar, dependendo da quantidade de tecido a segmento ou setor da mama que contém o tumor que é retirado. TRATAMENTOS PARA O CÂNCER DE MAMA Mastectomia é a remoção de toda a mama, havendo os seguintes tipos: Mastectomia poupadora da pele: poupa os músculos peitorais e pele o suficiente para cobrir a ferida, tornando a reconstrução da mama muito mais fácil, e poupa linfonodos axilares. mastectomia poupadora do mamilo: mesma que a mastectomia poupadora da pele, mas também conserva o mamilo e a aréola. Mastectomia simples: poupa os músculos peitorais e linfonodos axilares. Mastectomia radical modificada: poupa os músculos peitorais e remove alguns linfonodos axilares. Mastectomia radical: remove os linfonodos axilares e os músculos peitorais. A mastectomia radical raramente é feita, a menos que o câncer tenha invadido os músculos peitorais. Mary Ann Kosir , MD, Wayne State University School of Medicine, set 2020. https://www.karmanos.org/physicians/Mary-Ann-Kosir TRATAMENTOS PARA O CÂNCER DE MAMA ➢ A cirurgia conservadora da mama envolve determinar o tamanho do tumor e as margens necessárias (com base no tamanho do tumor em relação ao volume da mama) e, então, remoção cirúrgica do tumor com suas margens. ➢ Utilizam-se vários termos (p. ex., tumorectomia, excisão ampla, quadrantectomia) para descrever a quantidade de tecido mamário removido. Mary Ann Kosir , MD, Wayne State University School of Medicine, set 2020. https://www.karmanos.org/physicians/Mary-Ann-Kosir CIRURGIA MASTECTOMIA RADICAL X CIRURGIA CONSERVADORA + RECONSTRUÇÃO RECONSTRUÇÃO EXPANSOR RECONSTRUÇÃO COM OS MÚSCULOS GRANDE DORSAL E RETO ABDOMINAL RECONSTRUÇÃO EXPANSOR E IMPLANTES DE SILICONE Pós-operatório de 6 meses após a reconstrução com expansor. Pós-operatório de 1 ano após a troca do expansor pela prótese e mama direita com prótese. 11 – COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 1) FIBROSE NA CICATRIZ: ➢ Aderência entre o tecido subcutâneo e a fáscia do grande peitoral. ➢ Constitui fator restritivo do movimento do membro homolateral à cirurgia, podendo levar a complicações pulmonares, disfunção postural e dor. COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 2) Lesões nervosas ➢ Alterações de sensibilidade na região interna do braço e axila como desestesia, anidrose e/ou dor e queimação na região da axila, tórax e parte mediana do braço, antebraço com término no punho. ➢ Síndrome dolorosa pós mastectomia (SDPM). COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 3) Desvios posturais ➢ Desencadeados por proteção álgica, retrações da pele, estado psicológico e diferentes pesos e tamanhos das mamas. COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 4) Disfunção do ombro ➢ Restrições na amplitude de movimento decorrentes de alguns fatores como: a radioterapia que provoca a fibrose subcutânea; o tipo de incisão cirúrgica,que pode resultar numa cicatriz tipo corda e limita a mobilidade da axila; a extensão da cirurgia e o tempo de imobilização. COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 5) Infecção ➢ Pode ser causada por acúmulo de líquido. Pela deiscência da ferida, pelos retalhos cutâneos finos e pela deficiência na drenagem linfática. COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 6) Necrose cutânea ➢ Pode ser resultado de uma sutura tensa que concorre para diminuição da irrigação dos tecidos, ou por falta de cuidados com a região da cirurgia e hospitalização prolongada. COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 7) Seroma ➢ Coleção de material líquido procedente dos vasos linfáticos e sanguíneos que são lesados durante o ato cirúrgico e que se acumulam no espaço morto, existente após a remoção dos linfonodos. ➢ O seroma pode ser minimizado através da mobilização precoce alcançando 90˚ para flexão e abdução enquanto a paciente estiver com pontos e drenos. COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 8) Escápula alada ➢ Aproximadamente em 10% dos casos que se submeteram a esvaziamento axilar apresentam essa deformidade, que ocorre quando o nervo torácico longo é seccionado, provocando uma paralisia do serrátil anterior. COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 9) Dor ➢ Pode apresentar dor a palpação na região da bolsa subdeltoideana anterior, na articulação acromioclavicular, no ponto de inserção do supra espinhoso na tuberosidade menor e/ou na articulação esternoclavicular e margem medial e noângulo inferior da escápula. COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 10) Alterações circulatórias ➢ Nelas estão incluídas não só o linfedema, mas também trombose venosa, flebites e arteriopatias, podendo estar associada a uma Síndrome do Desfiladeiro Toracobraquial. COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA 11) Linfedema ➢ É uma das maiores complicações que estão envolvidas no quadro sequelar da mastectomia. ➢ Caracteriza-se como uma tumefação de tecidos moles como resultado do acúmulo de fluído intersticial com alta concentração proteica, causado pela deficiência do fluxo linfático. COMPLICAÇÕES PÓS-CIRURGIA ➢ Outra caracterização do linfedema se dá na realização da cirtometria verifica-se a existência de diferença entre os membros (1 a 1,5 cm). ➢ Classificação do linfedema Linfedema leve: diferença inferior a 3cm Linfedema moderado: se estiver entre 3 e 5cm Linfedema severo: diferenças superiores a 5cm 12 - FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA ➢ A Fisioterapia faz parte da equipe multidisciplinar da saúde e atua de forma bastante abrangente na sintomatologia dos pacientes oncológicos. FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA Objetivos: ➢ Preservar e restaurar a integridade cinético-funcional de órgãos e sistemas; ➢ Prevenir, tratar e minimizar os distúrbios e sequelas causados pelo tratamento oncológico; ➢ Orientar a paciente para cuidados com o membro homolateral à cirurgia; ➢ Manutenção de qualidade de vida. O fisioterapeuta pode atuar tanto no pré-operatório, quanto no pós- operatório. FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA ➢ Dor; ➢ Fraqueza muscular; ➢ Tensão muscular; ➢ Fadiga; ➢ Perda de massa muscular; ➢ Linfedemas; ➢ Fibroses; ➢ Retrações e aderências cicatriciais; ➢ Diminuição da amplitude de movimentos; ➢ Encurtamentos musculares; ➢ Alterações posturais; ➢ Alterações respiratórias. O profissional irá atuar nos sintomas decorrentes da patologia e do tratamento, minimizando as complicações como: FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA Para isso, o fisioterapeuta pode se utilizar de várias intervenções fisioterapêuticas como: Analgesia (eletroterapia e massoterapia); Drenagem linfática manual; Pressoterapia; Alongamentos (passivos e ativos); Liberação miofascial; Exercícios de fortalecimento muscular (com ou sem carga); Exercícios de amplitude de movimento; Exercícios cardiorrespiratórios; Exercícios pulmonares (cinesioterapia respiratória, manobras de higiene brônquica, manobras de reexpansão pulmonar). FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL MÉTODO KABAT – PADRÕES UNILATERAL MÉTODO KABAT – PADRÕES BILATERAL FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA FISIOTERAPIA PARA O CÂNCER DE MAMA