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Plano de Ensino 1 Código e nome da disciplina ARA0450 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO CLIENTE CIRÚRGICO 2 Carga horária semestral 80 3 Carga horária semanal 4h 4 Perfil docente O docente deve ser graduado em Enfermagem e possuir PósGraduação Lato Sensu (especialização) ou PósGraduação Stricto Sensu (Mestrado e/ou Doutorado) na área cirúrgica. Desejável experiência prática nos setores Centro de Material Esterilizado, centro cirúrgico, sala de recuperação pósanestésica ou unidade de atendimento ao paciente no período perioperatório, pois a articulação entre teoria e prática será o eixo direcionador das estratégias em sala de aula. É necessário que o docente domine as metodologias ativas de aprendizagem e tenha fluência digital para utilizar ferramentas necessárias ao desenvolvimento do processo de ensinoaprendizagem (SGC, SAVA, BdQ e SIA). Importante, também, possuir habilidade de comunicação e de estímulo aos alunos em busca do autoconhecimento e do pensamento crítico além de buscar atualização constante dentro da temática. 5 Ementa Atuação no Centro Cirúrgico (CC) e o préoperatório. Atuação na anestesiologia e o Intraoperatório. Atuação na Sala de Recuperação PósAnestésica (SRPA) e o pósoperatório. Segurança do Paciente Cirúrgico. Atuação no Centro de Material e Esterilização (CME). 6 Objetivos Identificar todas as fases da Sistematização de Enfermagem Perioperatória (SAEP), considerando o Processo de Enfermagem de modo a implementar os cuidados específicos junto a equipe no ato anestésico cirúrgico. Estabelecer os principais aspectos operacionais, seguindo as orientações recomendadas pelas Diretrizes de Prática em Enfermagem cirúrgica e Processamento de Produtos para a Saúde, promovendo o conhecimento necessário a prática qualificada. Identificar as principais intercorrências no pósoperatório imediato, identificando o processo de cuidar na sala de recuperação pósanestésica considerando as especificidades anestésicas e cirúrgicas. Interpretar o papel da gestão de enfermagem em cada área envolvida e a segurança do paciente cirúrgico, considerando os protocolos estabelecidos para obter noções de organização e administração, ampliando, assim, a visão critica e sistêmica do profissional. Relacionar cada etapa do reprocessamento dos artigos médicos hospitalares, conforme diretrizes estabelecidas com a finalidade prevenir riscos à saúde, propiciando a rastreabilidade, segurança do processo e de todos profissionais envolvidos. 7 Procedimentos de ensinoaprendizagem O processo de ensinoaprendizagem nesta disciplina terá o aluno como protagonista do seu aprendizado, para tal, utilizaremos de metodologias ativas durante todas as aulas. O professor será um mediador desta trilha de aprendizado e juntos faremos uma experiência incrível. Utilizaremos de sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas e estudo de casos para propiciar esta interação. Inicialmente, apresentaremos uma situação problema para contextualizar o tema que será abordado e na sequência serão utilizados vários recursos para debates e interações. Sempre estará sugerido artigos científicos, jogos, ferramentas digitais, reportagens, vídeos e/ou outra estratégia proposta pelo docente para este momento. A disciplina requer o envolvimento de todos os alunos e docentes com dinamismo e criatividade para o alcance do aprendizado. Os encontros terão dois momentos: teórico, que acontecerá em sala de aula e o prático, que acontecerá no Laboratório de Semiologia e/ou Central de Material Esterilizado. Em ambos os momentos, o processo ensinoaprendizagem deverá destacar o aluno como protagonista. Após a aplicação da metodologia da aula, tanto o momento teórico quanto o prático, deverão ser complementados pela aplicação de atividades verificadora de aprendizagem. Estas poderão ocorrer tanto presencialmente, durante a aula, como por meio da Sala de Aula Virtual de Aprendizagem, contemplando atividades como: fóruns, mapa mental, exercícios em google forms e em ferramentas digitais como socrative, mindmeister, entre outras. O modelo de aprendizagem prevê ainda a realização da Atividade Autônoma Aura AAA: duas questões elaboradas para avaliar se os objetivos estabelecidos, em cada plano de aula, foram alcançados pelos alunos. A Atividade Autônoma Aura AAA tem natureza diagnóstica e formativa, suas questões são fundamentadas em uma situaçãoproblema, estudada previamente, e cuja resolução permite aferir o aprendizado do(s) tema/tópicos discutidos na aula. 8 Temas de aprendizagem 1. ATUAÇÃO NO CENTRO CIRÚRGICO (CC) E O PRÉOPERATÓRIO 1.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS, HUMANOS E MATERIAIS NO CC 1.2 MONTAGEM DO MAPA CIRÚRGICO E TERMINOLOGIAS 1.3 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PRÉOPERATÓRIO 1.4 SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM NO PERIOPERATÓRIO (SAEP) 2. ATUAÇÃO NA ANESTESIOLOGIA E O INTRAOPERATÓRIO 2.1 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA ANESTESIA 2.2 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO INTRAOPERATÓRIO 2.3 POSICIONAMENTO DO PACIENTE CIRÚRGICO 3. ATUAÇÃO NA SALA DE RECUPERAÇÃO PÓSANESTÉSICA (SRPA) E O PÓS OPERATÓRIO 3.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E HUMANOS DA SRPA 3.2 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PÓSOPERATÓRIO 3.3 COMPLICAÇÕES NO PÓSOPERATÓRIO IMEDIATO 4. SEGURANÇA DO PACIENTE CIRÚRGICO (ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA) 4.1 PROTOCOLO DE CIRURGIA SEGURA 4.2 PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO 4.3 ELETROCIRURGIA 4.4 GESTÃO DE ENFERMAGEM NO PERIOPERATÓRIO 5. ATUAÇÃO NO CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO (CME) 5.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E HUMANOS NO CME 5.2 LIMPEZA/DESINFECÇÃO E PREPARO DOS PRODUTOS PARA A SAÚDE 5.3 ESTERILIZAÇÃO E ACONDICIONAMENTO DOS PRODUTOS PARA A SAÚDE 5.4 GESTÃO ADMINISTRATIVA NO CME 9 Procedimentos de avaliação Os procedimentos de avaliação contemplarão as competências desenvolvidas durante a disciplina, divididos da seguinte forma: AV e AVS AV Contemplará todos os temas abordados pela disciplina e será assim composta: Prova individual no formato PNI ? Prova Nacional Integrada com valor total de 8,00 (oito) pontos; Atividades acadêmicas avaliativas com valor total de 2,00 (dois) pontos. Detalhamento das atividades que compõem os 2,00 pontos: Estudo dirigido sobre a RDC 15 ou simulação realística de uma cirurgia com avaliação de papéis no intrapré e pósoperatório ou seminário abordando prevenção de sítio cirúrgico ou complicações de sítio cirúrgico a critério do professor. A soma de todos os instrumentos que possam vir a compor o grau final da AV não poderá ultrapassar o grau máximo de 10 (dez) pontos. AVS Contemplará todos os temas abordados pela disciplina. Será composta por uma prova no formato PNI Prova Nacional Integrada, com total de 10 pontos, e substituirá a nota da AV, caso seja maior. Para aprovação na disciplina, o aluno deverá, ainda: atingir nota igual ou superior a 6 (seis) na prova de AV ou AVS; frequentar, no mínimo, 75% das aulas ministradas. 10 Bibliografia básica DE CARVALHO, Rachel; BIANCHI, Estela Regina Ferraz; CIANCIARULLO, Tamara. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação. 2ª. ed. Barueri, SP: Manole, 2016. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520451564/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 OLIVEIRA, Simone Machado Kühn de; BITENCOURT, Keyla de Cássia Barros, FÁVARO, Lenita Elisa et al. Centro cirúrgico e CME. Porto Alegre: SAGAH, 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029477/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 POSSARI, João Francisco. Centro Cirurgico: Planejamento, Organização e Gestão.. 5ª. ed. São Paulo: Iátria, 2011. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788576140887/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 11 Bibliografia complementar BARASH, Paul. G., CULLEN, Bruce. F., STOELTING, Robert. K., et al. Manual de anestesiologia clínica. 7ª. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582711064/cfi/0!/4/4@0.00:52.0 FREITAS, Elisangela Oliveira de; GONÇALVES, Thayanne Oliveira de Freitas. Técnicas de instrumentação cirúrgica. São Paulo: Érica,2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536532448/cfi/2!/4/4@0.00:0.00 GRAZIANO, Kazuko Uchikawa; SILVA, Arlete; PSALTIKIDIS, Eliane Molina. Enfermagem em Centro de material e esterilização. Barueri, SP: Manole, 2011. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520455289/cfi/2!/4/4@0.00:0.00 HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Qualidade & segurança do paciente : gestão de riscos. Rio de Janeiro: MedBook, 2012. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830697/cfi/3!/4/4@0.00:0.00 SAVASSIROCHA, Paulo Roberto; SANCHES, Soraya Rodrigues de Almeida; SAVASSIROCHA, Alexandre Lages. Cirurgia de ambulatório. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830215/cfi/3!/4/4@0.00:0.00 Plano de Ensino 1 Código e nome da disciplina ARA0450 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO CLIENTE CIRÚRGICO 2 Carga horária semestral 80 3 Carga horária semanal 4h 4 Perfil docente O docente deve ser graduado em Enfermagem e possuir PósGraduação Lato Sensu (especialização) ou PósGraduação Stricto Sensu (Mestrado e/ou Doutorado) na área cirúrgica. Desejável experiência prática nos setores Centro de Material Esterilizado, centro cirúrgico, sala de recuperação pósanestésica ou unidade de atendimento ao paciente no período perioperatório, pois a articulação entre teoria e prática será o eixo direcionador das estratégias em sala de aula. É necessário que o docente domine as metodologias ativas de aprendizagem e tenha fluência digital para utilizar ferramentas necessárias ao desenvolvimento do processo de ensinoaprendizagem (SGC, SAVA, BdQ e SIA). Importante, também, possuir habilidade de comunicação e de estímulo aos alunos em busca do autoconhecimento e do pensamento crítico além de buscar atualização constante dentro da temática. 5 Ementa Atuação no Centro Cirúrgico (CC) e o préoperatório. Atuação na anestesiologia e o Intraoperatório. Atuação na Sala de Recuperação PósAnestésica (SRPA) e o pósoperatório. Segurança do Paciente Cirúrgico. Atuação no Centro de Material e Esterilização (CME). 6 Objetivos Identificar todas as fases da Sistematização de Enfermagem Perioperatória (SAEP), considerando o Processo de Enfermagem de modo a implementar os cuidados específicos junto a equipe no ato anestésico cirúrgico. Estabelecer os principais aspectos operacionais, seguindo as orientações recomendadas pelas Diretrizes de Prática em Enfermagem cirúrgica e Processamento de Produtos para a Saúde, promovendo o conhecimento necessário a prática qualificada. Identificar as principais intercorrências no pósoperatório imediato, identificando o processo de cuidar na sala de recuperação pósanestésica considerando as especificidades anestésicas e cirúrgicas. Interpretar o papel da gestão de enfermagem em cada área envolvida e a segurança do paciente cirúrgico, considerando os protocolos estabelecidos para obter noções de organização e administração, ampliando, assim, a visão critica e sistêmica do profissional. Relacionar cada etapa do reprocessamento dos artigos médicos hospitalares, conforme diretrizes estabelecidas com a finalidade prevenir riscos à saúde, propiciando a rastreabilidade, segurança do processo e de todos profissionais envolvidos. 7 Procedimentos de ensinoaprendizagem O processo de ensinoaprendizagem nesta disciplina terá o aluno como protagonista do seu aprendizado, para tal, utilizaremos de metodologias ativas durante todas as aulas. O professor será um mediador desta trilha de aprendizado e juntos faremos uma experiência incrível. Utilizaremos de sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas e estudo de casos para propiciar esta interação. Inicialmente, apresentaremos uma situação problema para contextualizar o tema que será abordado e na sequência serão utilizados vários recursos para debates e interações. Sempre estará sugerido artigos científicos, jogos, ferramentas digitais, reportagens, vídeos e/ou outra estratégia proposta pelo docente para este momento. A disciplina requer o envolvimento de todos os alunos e docentes com dinamismo e criatividade para o alcance do aprendizado. Os encontros terão dois momentos: teórico, que acontecerá em sala de aula e o prático, que acontecerá no Laboratório de Semiologia e/ou Central de Material Esterilizado. Em ambos os momentos, o processo ensinoaprendizagem deverá destacar o aluno como protagonista. Após a aplicação da metodologia da aula, tanto o momento teórico quanto o prático, deverão ser complementados pela aplicação de atividades verificadora de aprendizagem. Estas poderão ocorrer tanto presencialmente, durante a aula, como por meio da Sala de Aula Virtual de Aprendizagem, contemplando atividades como: fóruns, mapa mental, exercícios em google forms e em ferramentas digitais como socrative, mindmeister, entre outras. O modelo de aprendizagem prevê ainda a realização da Atividade Autônoma Aura AAA: duas questões elaboradas para avaliar se os objetivos estabelecidos, em cada plano de aula, foram alcançados pelos alunos. A Atividade Autônoma Aura AAA tem natureza diagnóstica e formativa, suas questões são fundamentadas em uma situaçãoproblema, estudada previamente, e cuja resolução permite aferir o aprendizado do(s) tema/tópicos discutidos na aula. 8 Temas de aprendizagem 1. ATUAÇÃO NO CENTRO CIRÚRGICO (CC) E O PRÉOPERATÓRIO 1.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS, HUMANOS E MATERIAIS NO CC 1.2 MONTAGEM DO MAPA CIRÚRGICO E TERMINOLOGIAS 1.3 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PRÉOPERATÓRIO 1.4 SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM NO PERIOPERATÓRIO (SAEP) 2. ATUAÇÃO NA ANESTESIOLOGIA E O INTRAOPERATÓRIO 2.1 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA ANESTESIA 2.2 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO INTRAOPERATÓRIO 2.3 POSICIONAMENTO DO PACIENTE CIRÚRGICO 3. ATUAÇÃO NA SALA DE RECUPERAÇÃO PÓSANESTÉSICA (SRPA) E O PÓS OPERATÓRIO 3.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E HUMANOS DA SRPA 3.2 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PÓSOPERATÓRIO 3.3 COMPLICAÇÕES NO PÓSOPERATÓRIO IMEDIATO 4. SEGURANÇA DO PACIENTE CIRÚRGICO (ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA) 4.1 PROTOCOLO DE CIRURGIA SEGURA 4.2 PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO 4.3 ELETROCIRURGIA 4.4 GESTÃO DE ENFERMAGEM NO PERIOPERATÓRIO 5. ATUAÇÃO NO CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO (CME) 5.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E HUMANOS NO CME 5.2 LIMPEZA/DESINFECÇÃO E PREPARO DOS PRODUTOS PARA A SAÚDE 5.3 ESTERILIZAÇÃO E ACONDICIONAMENTO DOS PRODUTOS PARA A SAÚDE 5.4 GESTÃO ADMINISTRATIVA NO CME 9 Procedimentos de avaliação Os procedimentos de avaliação contemplarão as competências desenvolvidas durante a disciplina, divididos da seguinte forma: AV e AVS AV Contemplará todos os temas abordados pela disciplina e será assim composta: Prova individual no formato PNI ? Prova Nacional Integrada com valor total de 8,00 (oito) pontos; Atividades acadêmicas avaliativas com valor total de 2,00 (dois) pontos. Detalhamento das atividades que compõem os 2,00 pontos: Estudo dirigido sobre a RDC 15 ou simulação realística de uma cirurgia com avaliação de papéis no intrapré e pósoperatório ou seminário abordando prevenção de sítio cirúrgico ou complicações de sítio cirúrgico a critério do professor. A soma de todos os instrumentos que possam vir a compor o grau final da AV não poderá ultrapassar o grau máximo de 10 (dez) pontos. AVS Contemplará todos os temas abordados pela disciplina. Será composta por uma prova no formato PNI Prova Nacional Integrada, com total de 10 pontos, e substituirá a nota da AV, caso seja maior. Para aprovação na disciplina, o aluno deverá, ainda: atingir nota igual ou superior a 6 (seis) na prova de AV ou AVS; frequentar, no mínimo, 75% das aulas ministradas. 10 Bibliografia básica DE CARVALHO, Rachel; BIANCHI, Estela Regina Ferraz; CIANCIARULLO, Tamara. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação. 2ª. ed. Barueri, SP: Manole, 2016. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520451564/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 OLIVEIRA, Simone Machado Kühn de;BITENCOURT, Keyla de Cássia Barros, FÁVARO, Lenita Elisa et al. Centro cirúrgico e CME. Porto Alegre: SAGAH, 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029477/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 POSSARI, João Francisco. Centro Cirurgico: Planejamento, Organização e Gestão.. 5ª. ed. São Paulo: Iátria, 2011. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788576140887/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 11 Bibliografia complementar BARASH, Paul. G., CULLEN, Bruce. F., STOELTING, Robert. K., et al. Manual de anestesiologia clínica. 7ª. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582711064/cfi/0!/4/4@0.00:52.0 FREITAS, Elisangela Oliveira de; GONÇALVES, Thayanne Oliveira de Freitas. Técnicas de instrumentação cirúrgica. São Paulo: Érica, 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536532448/cfi/2!/4/4@0.00:0.00 GRAZIANO, Kazuko Uchikawa; SILVA, Arlete; PSALTIKIDIS, Eliane Molina. Enfermagem em Centro de material e esterilização. Barueri, SP: Manole, 2011. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520455289/cfi/2!/4/4@0.00:0.00 HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Qualidade & segurança do paciente : gestão de riscos. Rio de Janeiro: MedBook, 2012. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830697/cfi/3!/4/4@0.00:0.00 SAVASSIROCHA, Paulo Roberto; SANCHES, Soraya Rodrigues de Almeida; SAVASSIROCHA, Alexandre Lages. Cirurgia de ambulatório. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830215/cfi/3!/4/4@0.00:0.00 Plano de Ensino 1 Código e nome da disciplina ARA0450 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO CLIENTE CIRÚRGICO 2 Carga horária semestral 80 3 Carga horária semanal 4h 4 Perfil docente O docente deve ser graduado em Enfermagem e possuir PósGraduação Lato Sensu (especialização) ou PósGraduação Stricto Sensu (Mestrado e/ou Doutorado) na área cirúrgica. Desejável experiência prática nos setores Centro de Material Esterilizado, centro cirúrgico, sala de recuperação pósanestésica ou unidade de atendimento ao paciente no período perioperatório, pois a articulação entre teoria e prática será o eixo direcionador das estratégias em sala de aula. É necessário que o docente domine as metodologias ativas de aprendizagem e tenha fluência digital para utilizar ferramentas necessárias ao desenvolvimento do processo de ensinoaprendizagem (SGC, SAVA, BdQ e SIA). Importante, também, possuir habilidade de comunicação e de estímulo aos alunos em busca do autoconhecimento e do pensamento crítico além de buscar atualização constante dentro da temática. 5 Ementa Atuação no Centro Cirúrgico (CC) e o préoperatório. Atuação na anestesiologia e o Intraoperatório. Atuação na Sala de Recuperação PósAnestésica (SRPA) e o pósoperatório. Segurança do Paciente Cirúrgico. Atuação no Centro de Material e Esterilização (CME). 6 Objetivos Identificar todas as fases da Sistematização de Enfermagem Perioperatória (SAEP), considerando o Processo de Enfermagem de modo a implementar os cuidados específicos junto a equipe no ato anestésico cirúrgico. Estabelecer os principais aspectos operacionais, seguindo as orientações recomendadas pelas Diretrizes de Prática em Enfermagem cirúrgica e Processamento de Produtos para a Saúde, promovendo o conhecimento necessário a prática qualificada. Identificar as principais intercorrências no pósoperatório imediato, identificando o processo de cuidar na sala de recuperação pósanestésica considerando as especificidades anestésicas e cirúrgicas. Interpretar o papel da gestão de enfermagem em cada área envolvida e a segurança do paciente cirúrgico, considerando os protocolos estabelecidos para obter noções de organização e administração, ampliando, assim, a visão critica e sistêmica do profissional. Relacionar cada etapa do reprocessamento dos artigos médicos hospitalares, conforme diretrizes estabelecidas com a finalidade prevenir riscos à saúde, propiciando a rastreabilidade, segurança do processo e de todos profissionais envolvidos. 7 Procedimentos de ensinoaprendizagem O processo de ensinoaprendizagem nesta disciplina terá o aluno como protagonista do seu aprendizado, para tal, utilizaremos de metodologias ativas durante todas as aulas. O professor será um mediador desta trilha de aprendizado e juntos faremos uma experiência incrível. Utilizaremos de sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas e estudo de casos para propiciar esta interação. Inicialmente, apresentaremos uma situação problema para contextualizar o tema que será abordado e na sequência serão utilizados vários recursos para debates e interações. Sempre estará sugerido artigos científicos, jogos, ferramentas digitais, reportagens, vídeos e/ou outra estratégia proposta pelo docente para este momento. A disciplina requer o envolvimento de todos os alunos e docentes com dinamismo e criatividade para o alcance do aprendizado. Os encontros terão dois momentos: teórico, que acontecerá em sala de aula e o prático, que acontecerá no Laboratório de Semiologia e/ou Central de Material Esterilizado. Em ambos os momentos, o processo ensinoaprendizagem deverá destacar o aluno como protagonista. Após a aplicação da metodologia da aula, tanto o momento teórico quanto o prático, deverão ser complementados pela aplicação de atividades verificadora de aprendizagem. Estas poderão ocorrer tanto presencialmente, durante a aula, como por meio da Sala de Aula Virtual de Aprendizagem, contemplando atividades como: fóruns, mapa mental, exercícios em google forms e em ferramentas digitais como socrative, mindmeister, entre outras. O modelo de aprendizagem prevê ainda a realização da Atividade Autônoma Aura AAA: duas questões elaboradas para avaliar se os objetivos estabelecidos, em cada plano de aula, foram alcançados pelos alunos. A Atividade Autônoma Aura AAA tem natureza diagnóstica e formativa, suas questões são fundamentadas em uma situaçãoproblema, estudada previamente, e cuja resolução permite aferir o aprendizado do(s) tema/tópicos discutidos na aula. 8 Temas de aprendizagem 1. ATUAÇÃO NO CENTRO CIRÚRGICO (CC) E O PRÉOPERATÓRIO 1.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS, HUMANOS E MATERIAIS NO CC 1.2 MONTAGEM DO MAPA CIRÚRGICO E TERMINOLOGIAS 1.3 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PRÉOPERATÓRIO 1.4 SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM NO PERIOPERATÓRIO (SAEP) 2. ATUAÇÃO NA ANESTESIOLOGIA E O INTRAOPERATÓRIO 2.1 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA ANESTESIA 2.2 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO INTRAOPERATÓRIO 2.3 POSICIONAMENTO DO PACIENTE CIRÚRGICO 3. ATUAÇÃO NA SALA DE RECUPERAÇÃO PÓSANESTÉSICA (SRPA) E O PÓS OPERATÓRIO 3.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E HUMANOS DA SRPA 3.2 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PÓSOPERATÓRIO 3.3 COMPLICAÇÕES NO PÓSOPERATÓRIO IMEDIATO 4. SEGURANÇA DO PACIENTE CIRÚRGICO (ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA) 4.1 PROTOCOLO DE CIRURGIA SEGURA 4.2 PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO 4.3 ELETROCIRURGIA 4.4 GESTÃO DE ENFERMAGEM NO PERIOPERATÓRIO 5. ATUAÇÃO NO CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO (CME) 5.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E HUMANOS NO CME 5.2 LIMPEZA/DESINFECÇÃO E PREPARO DOS PRODUTOS PARA A SAÚDE 5.3 ESTERILIZAÇÃO E ACONDICIONAMENTO DOS PRODUTOS PARA A SAÚDE 5.4 GESTÃO ADMINISTRATIVA NO CME 9 Procedimentos de avaliação Os procedimentos de avaliação contemplarão as competências desenvolvidas durante a disciplina, divididos da seguinte forma: AV e AVS AV Contemplará todos os temas abordados pela disciplina e será assim composta: Prova individual no formato PNI ? Prova Nacional Integrada com valor total de 8,00 (oito) pontos; Atividades acadêmicas avaliativas com valor total de 2,00 (dois) pontos. Detalhamento das atividades que compõem os 2,00 pontos: Estudo dirigido sobre a RDC 15 ou simulação realística de uma cirurgia com avaliação de papéis no intrapré e pósoperatório ou seminário abordando prevenção de sítio cirúrgico ou complicações de sítio cirúrgico a critério do professor.A soma de todos os instrumentos que possam vir a compor o grau final da AV não poderá ultrapassar o grau máximo de 10 (dez) pontos. AVS Contemplará todos os temas abordados pela disciplina. Será composta por uma prova no formato PNI Prova Nacional Integrada, com total de 10 pontos, e substituirá a nota da AV, caso seja maior. Para aprovação na disciplina, o aluno deverá, ainda: atingir nota igual ou superior a 6 (seis) na prova de AV ou AVS; frequentar, no mínimo, 75% das aulas ministradas. 10 Bibliografia básica DE CARVALHO, Rachel; BIANCHI, Estela Regina Ferraz; CIANCIARULLO, Tamara. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação. 2ª. ed. Barueri, SP: Manole, 2016. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520451564/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 OLIVEIRA, Simone Machado Kühn de; BITENCOURT, Keyla de Cássia Barros, FÁVARO, Lenita Elisa et al. Centro cirúrgico e CME. Porto Alegre: SAGAH, 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029477/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 POSSARI, João Francisco. Centro Cirurgico: Planejamento, Organização e Gestão.. 5ª. ed. São Paulo: Iátria, 2011. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788576140887/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 11 Bibliografia complementar BARASH, Paul. G., CULLEN, Bruce. F., STOELTING, Robert. K., et al. Manual de anestesiologia clínica. 7ª. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582711064/cfi/0!/4/4@0.00:52.0 FREITAS, Elisangela Oliveira de; GONÇALVES, Thayanne Oliveira de Freitas. Técnicas de instrumentação cirúrgica. São Paulo: Érica, 2019. 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Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830215/cfi/3!/4/4@0.00:0.00 Plano de Ensino 1 Código e nome da disciplina ARA0450 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO CLIENTE CIRÚRGICO 2 Carga horária semestral 80 3 Carga horária semanal 4h 4 Perfil docente O docente deve ser graduado em Enfermagem e possuir PósGraduação Lato Sensu (especialização) ou PósGraduação Stricto Sensu (Mestrado e/ou Doutorado) na área cirúrgica. Desejável experiência prática nos setores Centro de Material Esterilizado, centro cirúrgico, sala de recuperação pósanestésica ou unidade de atendimento ao paciente no período perioperatório, pois a articulação entre teoria e prática será o eixo direcionador das estratégias em sala de aula. É necessário que o docente domine as metodologias ativas de aprendizagem e tenha fluência digital para utilizar ferramentas necessárias ao desenvolvimento do processo de ensinoaprendizagem (SGC, SAVA, BdQ e SIA). Importante, também, possuir habilidade de comunicação e de estímulo aos alunos em busca do autoconhecimento e do pensamento crítico além de buscar atualização constante dentro da temática. 5 Ementa Atuação no Centro Cirúrgico (CC) e o préoperatório. Atuação na anestesiologia e o Intraoperatório. Atuação na Sala de Recuperação PósAnestésica (SRPA) e o pósoperatório. Segurança do Paciente Cirúrgico. Atuação no Centro de Material e Esterilização (CME). 6 Objetivos Identificar todas as fases da Sistematização de Enfermagem Perioperatória (SAEP), considerando o Processo de Enfermagem de modo a implementar os cuidados específicos junto a equipe no ato anestésico cirúrgico. Estabelecer os principais aspectos operacionais, seguindo as orientações recomendadas pelas Diretrizes de Prática em Enfermagem cirúrgica e Processamento de Produtos para a Saúde, promovendo o conhecimento necessário a prática qualificada. Identificar as principais intercorrências no pósoperatório imediato, identificando o processo de cuidar na sala de recuperação pósanestésica considerando as especificidades anestésicas e cirúrgicas. Interpretar o papel da gestão de enfermagem em cada área envolvida e a segurança do paciente cirúrgico, considerando os protocolos estabelecidos para obter noções de organização e administração, ampliando, assim, a visão critica e sistêmica do profissional. Relacionar cada etapa do reprocessamento dos artigos médicos hospitalares, conforme diretrizes estabelecidas com a finalidade prevenir riscos à saúde, propiciando a rastreabilidade, segurança do processo e de todos profissionais envolvidos. 7 Procedimentos de ensinoaprendizagem O processo de ensinoaprendizagem nesta disciplina terá o aluno como protagonista do seu aprendizado, para tal, utilizaremos de metodologias ativas durante todas as aulas. O professor será um mediador desta trilha de aprendizado e juntos faremos uma experiência incrível. Utilizaremos de sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas e estudo de casos para propiciar esta interação. Inicialmente, apresentaremos uma situação problema para contextualizar o tema que será abordado e na sequência serão utilizados vários recursos para debates e interações. Sempre estará sugerido artigos científicos, jogos, ferramentas digitais, reportagens, vídeos e/ou outra estratégia proposta pelo docente para este momento. A disciplina requer o envolvimento de todos os alunos e docentes com dinamismo e criatividade para o alcance do aprendizado. Os encontros terão dois momentos: teórico, que acontecerá em sala de aula e o prático, que acontecerá no Laboratório de Semiologia e/ou Central de Material Esterilizado. Em ambos os momentos, o processo ensinoaprendizagem deverá destacar o aluno como protagonista. Após a aplicação da metodologia da aula, tanto o momento teórico quanto o prático, deverão ser complementados pela aplicação de atividades verificadora de aprendizagem. Estas poderão ocorrer tanto presencialmente, durante a aula, como por meio da Sala de Aula Virtual de Aprendizagem, contemplando atividades como: fóruns, mapa mental, exercícios em google forms e em ferramentas digitais como socrative, mindmeister, entre outras. O modelo de aprendizagem prevê ainda a realização da Atividade Autônoma Aura AAA: duas questões elaboradas para avaliar se os objetivos estabelecidos, em cada plano de aula, foram alcançados pelos alunos. A Atividade Autônoma Aura AAA tem natureza diagnóstica e formativa, suas questões são fundamentadas em uma situaçãoproblema, estudada previamente, e cuja resolução permite aferir o aprendizado do(s) tema/tópicos discutidos na aula. 8 Temas de aprendizagem 1. ATUAÇÃO NO CENTRO CIRÚRGICO (CC) E O PRÉOPERATÓRIO 1.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS, HUMANOS E MATERIAIS NO CC 1.2 MONTAGEM DO MAPA CIRÚRGICO E TERMINOLOGIAS 1.3 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PRÉOPERATÓRIO 1.4 SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM NO PERIOPERATÓRIO (SAEP) 2. ATUAÇÃO NA ANESTESIOLOGIA E O INTRAOPERATÓRIO 2.1 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA ANESTESIA 2.2 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO INTRAOPERATÓRIO 2.3 POSICIONAMENTO DO PACIENTE CIRÚRGICO 3. ATUAÇÃO NA SALA DE RECUPERAÇÃO PÓSANESTÉSICA (SRPA) E O PÓS OPERATÓRIO 3.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E HUMANOS DA SRPA 3.2 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PÓSOPERATÓRIO 3.3 COMPLICAÇÕES NO PÓSOPERATÓRIO IMEDIATO 4. SEGURANÇA DO PACIENTE CIRÚRGICO (ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA) 4.1 PROTOCOLO DE CIRURGIA SEGURA 4.2 PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO 4.3 ELETROCIRURGIA 4.4 GESTÃO DE ENFERMAGEM NO PERIOPERATÓRIO 5. ATUAÇÃO NO CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO (CME) 5.1 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E HUMANOS NO CME 5.2 LIMPEZA/DESINFECÇÃO E PREPARO DOS PRODUTOSPARA A SAÚDE 5.3 ESTERILIZAÇÃO E ACONDICIONAMENTO DOS PRODUTOS PARA A SAÚDE 5.4 GESTÃO ADMINISTRATIVA NO CME 9 Procedimentos de avaliação Os procedimentos de avaliação contemplarão as competências desenvolvidas durante a disciplina, divididos da seguinte forma: AV e AVS AV Contemplará todos os temas abordados pela disciplina e será assim composta: Prova individual no formato PNI ? Prova Nacional Integrada com valor total de 8,00 (oito) pontos; Atividades acadêmicas avaliativas com valor total de 2,00 (dois) pontos. Detalhamento das atividades que compõem os 2,00 pontos: Estudo dirigido sobre a RDC 15 ou simulação realística de uma cirurgia com avaliação de papéis no intrapré e pósoperatório ou seminário abordando prevenção de sítio cirúrgico ou complicações de sítio cirúrgico a critério do professor. A soma de todos os instrumentos que possam vir a compor o grau final da AV não poderá ultrapassar o grau máximo de 10 (dez) pontos. AVS Contemplará todos os temas abordados pela disciplina. Será composta por uma prova no formato PNI Prova Nacional Integrada, com total de 10 pontos, e substituirá a nota da AV, caso seja maior. Para aprovação na disciplina, o aluno deverá, ainda: atingir nota igual ou superior a 6 (seis) na prova de AV ou AVS; frequentar, no mínimo, 75% das aulas ministradas. 10 Bibliografia básica DE CARVALHO, Rachel; BIANCHI, Estela Regina Ferraz; CIANCIARULLO, Tamara. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação. 2ª. ed. Barueri, SP: Manole, 2016. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520451564/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 OLIVEIRA, Simone Machado Kühn de; BITENCOURT, Keyla de Cássia Barros, FÁVARO, Lenita Elisa et al. Centro cirúrgico e CME. Porto Alegre: SAGAH, 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029477/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 POSSARI, João Francisco. Centro Cirurgico: Planejamento, Organização e Gestão.. 5ª. ed. São Paulo: Iátria, 2011. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788576140887/cfi/0!/4/4@0.00:0.00 11 Bibliografia complementar BARASH, Paul. G., CULLEN, Bruce. F., STOELTING, Robert. K., et al. Manual de anestesiologia clínica. 7ª. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582711064/cfi/0!/4/4@0.00:52.0 FREITAS, Elisangela Oliveira de; GONÇALVES, Thayanne Oliveira de Freitas. Técnicas de instrumentação cirúrgica. São Paulo: Érica, 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536532448/cfi/2!/4/4@0.00:0.00 GRAZIANO, Kazuko Uchikawa; SILVA, Arlete; PSALTIKIDIS, Eliane Molina. Enfermagem em Centro de material e esterilização. Barueri, SP: Manole, 2011. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520455289/cfi/2!/4/4@0.00:0.00 HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Qualidade & segurança do paciente : gestão de riscos. Rio de Janeiro: MedBook, 2012. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830697/cfi/3!/4/4@0.00:0.00 SAVASSIROCHA, Paulo Roberto; SANCHES, Soraya Rodrigues de Almeida; SAVASSIROCHA, Alexandre Lages. Cirurgia de ambulatório. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830215/cfi/3!/4/4@0.00:0.00