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RESUMO PEDIATRIA 
Aula 01 – Brincar como recurso terapêutico 
• Brinquedo = Instrumento 
• Brincar = Ação 
• Brincadeira = ato/atividade (pode ser recreacional ou terapêutica) 
O brincar estimula função, brincando a criança adquire experiências sensoriais, motoras, 
cognitivas e sociais/afetivas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A R. Circular Secundária está relacionada ao OBJETO. 
 
 
 
 
 
 
• Maior interação com o adulto; 
• Gosta de brinquedos com movimentos; 
• Brinquedos estáticos com interação. 
 
 
 
 
 
 
Inteligência sensório-motora = criatividade, imaginação, faz de conta etc. 
 
 
 
 
 
 
FISIOTERAPIA E OBJETIVOS 
Objetivo – Estabilidade 
 
 
Objetivo – Deslocamento 
 
 
 
AULA 02 – SAÚDE DA CRIANÇA 
“Criança” – pessoa na faixa etária de zero a 9 anos, ou seja, de zero até completar 10 anos ou 
120 meses. “Primeira infância” – pessoa de zero a 5 anos, ou seja, de zero até completar 6 anos 
ou 72 meses. 
3 primeiros anos 
• Após isso a conexação neural fica mais lenta; 
• Nos 3 primeiros anos há mais plasticidade; 
• Quando ocorre a formação de conexões neurais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Biológico – peso; 
• Afetivo e psíquico – interação familiar; 
• Social – ambiente em que está inserido. 
Após o nascimento, altura e peso devem ser aferidos até os 18 anos (curvas de crescimento-
padrão de crescimento da criança está compatível com outras de mesmo sexo e idade e se está 
de acordo com o padrão de estatura da família). – Peso, idade e altura compatíveis. 
 
• Embrião: até 9 semanas de gestação, após esse período – Feto; 
• Neonato: do nascimento até a 2 semana de vida; 
• Maior ou igual 37 semanas: a termo; 
• Menor que 37 semanas: pré-termo (necessário idade corrigida) 
• 1 mês = 4 semanas. 
 
 
 
OBS: Toda criança com história de baixo peso ao nascer, deve ser considerada como 
criança de risco nutricional e acompanhada com maior assiduidade pelos serviços de 
saúde, principalmente no primeiro ano. 
 
 
 
 
• Crianças  5 anos = + fator ambiental do que genético; 
• Adolescência = + genético. 
 
 
OBS: o baixo peso ao nascer deve ser monitorado até os 2 anos de vida. 
 
 
 
OBS: a linha precisa ser ascendente! 
 
 
Perímetro aumentado: hidrocefalia; 
Perímetro diminuído: microcefalia. 
 
 
 
 
 
AULA 03 – TÔNUS MUSCULAR 
Tônus Muscular: Resistência encontrada quando uma articulação em um paciente em estado 
de relaxamento é movida passivamente. Estado de tensão ou atividade muscular contínua. 
 
O tônus pode ser alterado por lesão central ou periférica. Lesão em SNC (neurônio motor 
superior) indica HIPERTONIA e lesão em SNP (neurônico motor inferior) indica HIPOTONIA. O 
aumento do tônus causa uma maior resposta reflexa (hiperreflexia). 
 
 
 
 
ESPASTICIDADE (HIPERTONIA ELÁSTICA): Desordem motora caracterizada pela 
hiperexcitabilidade do reflexo de estiramento velocidade dependente, com exacerbação dos 
reflexos profundos e aumento do tônus muscular. (HIPERTONIA VELOCIDADE DEPENDENTE) 
Sinais clínicos: 
• Reflexos tendíneos aumentados (hiperreflexia); 
• Resposta do músculo depende da velocidade; 
• Flexores do MS e extensores do MI; 
• Clônus; 
• Sinal de Babinski. 
 
OBS: Sempre que há clônus significa que há espasticidade presente. 
 
Abertura rápida e relaxamento súbito. 
 
RIGIDEZ (HIPERTONIA PLÁSTICA): Aumento uniforme da resistência que persiste através de 
toda a ADM e é independente da velocidade do movimento. (comum no Parkinson e raro em 
crianças). 
Sinais clínicos: 
• Rigidez é relativamente constante e independente da velocidade do alongamento; 
• Afeta músculos extensores/flexores igualmente; 
• Reflexos tendíneos normais; 
• Rigidez em “CANO DE CHUMBO”. 
 
 
 
OBS: extensa lesão cortical 
 
Descerebração costuma ser pior que a decorticação, acontece quando há lesão em tronco 
encefálico e afeta o trato respiratório (centro de controle respiratório). 
 
Lesão em diencéfalo. 
 
 
• SNC – Apenas lesões no CEREBELO; 
• Temporária – Após AVE, lesão medular etc. 
Sinais clínicos: 
• Resistência ao mov. passivo está diminuída; 
• Hiporreflexia; 
• Hiperextensibilidade articular. 
 
 
EXTENSIBILIDADE: é o grau máximo de alongamento passivo que se pode imprimir a um 
músculo. ELÁSTICIDADE. 
PASSIVIDADE: é a resistência muscular ao movimento. O quanto o músculo é capaz de se opor 
a um alongamento. RIGIDEZ. 
• HIPERTONIA: Passividade aumentada e extensibilidade diminuída; 
• HIPOTONIA: Passividade diminuída e extensibilidade aumentada. 
 
 
 
Descarga de peso, alongamento mentido, mobilização articular, pressão inibitória, inibição 
reciproca em extensão. 
 
 
 
 
Alongamento, descarga de peso 
 
Dissociação, movimento passivo, alongamentos 
 
Ortostase e descarga de peso 
 
 
• Estímulos vestibulares rápidos aumentam o tônus (velocidade dependente) 
• Trocas posturais contra a gravidade (lentamente) – modula 
• Movimentos passivos: mobilização articular, proximal para distal, procurar posturas que 
alonguem. 
 
• Deslizamento: 3 a 4 vezes; 
• Alongamento passivo com estiramento; 
• Movimentos ativos de forma rápida. 
 
• Rotações: tanto na elástica quanto na plástica (dissociação de cinturas); 
• Hipertonia: descarga de peso sobre a articulação lento e mantido; 
• Pressão inibitória: pressão manual sob o ventre muscular espástico (utilizar antes do 
alongamento); 
• Hipotonia – tapping (tapinhas no ventre muscular), bobath; 
• Exercícios de propriocepção – instabilidade. 
 
OBS: Hipotonia usado para alinhamento e descarga de peso! 
 
 
FES 
 
OBS: Hipertonicos espásticos (36 graus) correto, hipotonicos 32 graus. 
AULA 04 – CRESCIMENTO MÚSCULO ESQUELÉTICO E AVALIAÇÃO 
 
OBS: Epifises cartilaginosas – crescimento. 
 
Diferenciação em TAMANHO e VOLUME! 
 
• Tônus flexor fisiológico do RN; 
• Diminuição do espaço IU. 
 
 
• Sem grau significativo de flexão, desalinhamento. 
• Importante: Posicionamento! 
 
 
 
 
 
• Posturas inadequadas; 
• Formas de sentar, dormir ou carregar inadequadas. 
 
 
 
• Acetabulo raso (não é concavo); 
• Ângulo do fêmur aberto; 
• Fêmur um pouco para fora do acetabulo (subluxado). 
 
 
 
 
Pé plano flexivel – desaparece quando sentado ou durante o teste de elevação dorsal 
do hálux. 
 
 
 
 
 
• Aos 2 anos: forma do pé semelhante adulto (pé plano flexível); 
• Entre 6 – 8 anos: maduro (possuí o arco longitudinal); 
• Crianças obesas: atraso (8 – 9 anos); 
• Média: 5 – 6 anos. 
 
1. Joelho varo e pés planos flexíveis; 
2. Joelho valgo; 
3. Alinhamento. 
PÉS – CONDUTAS: 
• Andar de pés descalços em ≠ terrenos irregulares (grama, tapete, almofadas) – estimula 
músculos intrínsecos; 
• Alongar GT; 
• Trabalhar reações de equilíbrio (dynadisc, subir e descer rampa); 
• Andar ponta dos pés (trabalha tibial anterior e fibular longo, ajuda no processo de 
formação do arco). 
 
 
VARO < > / VALGO > < 
EXAME CLÍNICO: 
• Joelho valgo: distância entre os maléolos internos (côndilos se encostam antes dos 
maléolos); 
• Joelho varo: distância entre os côndilos mediais (maléolos se encostam antes dos 
côndilos); 
• Meninas – maior valgismo; 
• Obesos – valgo dura mais que os 10 anos de idade. 
 
 
OBS: Necessário investigar caso a criança apresente varo depois dos 2 anos de idade. 
 
 
 
Recurvatun em crianças hipotonicas – frouxidão ligamentar. 
 
 
OBS: parte de trás mais alta – retroversão, parte da frente mais alta – anteroversão. 
 
 
 
• Thomas: iliopsoas; 
• Ely-duncan: reto femoral; 
• Ober: tensor da fáscia lata. 
 
OBS: COMPRIMENTO REAL – EIAS ATÉ O MALEOLO INTERNO. 
 
• Galeazzi positivo a direita; 
• A: PERNA; 
• B: COXA. 
• Comprimento aparente: umbigo até maleolo interno. 
 
 
• Criança hipotonica não pode permanecer na primeira postura (fêmur com toração 
interna, plantiflexão, dificultade de movimentar o tronco;• Certo: descarga de peso; 
• Errado: Risco de quedas. 
 
Aula 05 – PARALISIA CEREBRAL 
 
Definição Grupo de desordens permanentes do desenvolvimento e da postura, 
causando limitação da atividade, atribuída a distúrbios não progressivos que 
ocorrem no encéfalo fetal ou infantil em desenvolvimento. As desordens 
motoras da Paralisia Cerebral são frequentemente acompanhadas por 
distúrbios sensoriais, perceptivos, cognitivos, da comunicação e do 
comportamento, por epilepsia e por problemas musculoesqueléticos 
secundários. 
Incidência População mundial: 1,5 a 2,5 indivíduos a cada 1000 nascidos vivos. 550 A 600 
mil pacientes atualmente nos EUA, com acréscimo de 20 mil novos casos por 
ano. 
Pré-natais: responsáveis por 11% dos casos com etiologia definida; 
Perinatais: cerca de 30% dos portadores de PC tem história de anóxia 
perinatal; 
Pós-natais: aproximadamente 7% dos portadores de PC são de origem pós-
natal. 
Causas Pré-natais – Malformações encefálicas e infecções congênitas do grupo 
STORCHA (sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, herpes e HIV); 
Perinatais – Anóxia perinatal; 
Pós-natais – Dano encefálico que ocorrem após o nascimento até se completar 
o desenvolvimento do sistema nervoso (meningites, lesões traumáticas e 
tumorais). 
Classificação 
(topografia 
e tipo de 
tônus) 
Topografia 
Tetraparética: acometimento simétrico e equivalente dos 4 membros (casos 
mais graves); 
Diparética: comprometimento de MMSS é mais leve (ou ausente) do que o 
dos MMII; 
Hemiparética: apenas dimidio corporal encontra-se alterado, em 
consequência a lesão do hemisfério cerebral contralateral. 
 
Tipo de tônus 
PC Espástica: Hipertonia muscular (espasticidade) – lesão do córtex e das vias 
córtico espinhais, associada à fraqueza muscular ou paresia; 
PC Discinética: lesão em núcleos da base – movimentos involuntários (perda 
de modulação do movimento), como, coreia, atetose e distonia; 
PC Atáxica: forma mais rara – lesão de cerebelo e/ou suas vias, incoordenação 
axial e/ou apendicular e/ou déficit de equilíbrio que pode estar presente no 
repouso, mas é mais evidente no movimento, normalmente hipotônico; 
PC Mista: alterações dos sistemas piramidal, extrapiramidal e cerebelar, onde 
coexistem espasticidade, movimentação involuntárias e ataxia. 
Diagnóstico Demora em aprender a andar e a desenvolver outras habilidades motoras 
(desenvolvimento motor), espasticidade ou a falta de coordenação se 
tornam mais perceptíveis. 
Para diagnosticar a paralisia cerebral, é necessário realizar exames de imagens 
cerebrais a fim de identificar áreas de lesão. 
Problemas 
associados 
Alterações oculares e visuais, déficit cognitivo, distúrbio de fala e linguagem, 
dificuldades de alimentação, disfunções corticais superiores (apraxias, 
agnosias, afasias e distúrbios de atenção e da memória). 
Prognóstico Intimamente dependente do diagnóstico, quando este é precoce e correto, 
permite o melhor conhecimento das dificuldades de cada criança e deve 
enfocar conceitos atualizados em relação a incapacidade, estado funcional e 
participação individual. 
Vários fatores auxiliam na determinação do prognóstico, como, grau de 
comprometimento motor e presença de distúrbios associados. O prognóstico 
de independência nas atividades de vida diária é diretamente influenciado 
pelo grau de comprometimento dos MMSS, pela alteração cognitiva, déficits 
visuais e presença de alterações das funções corticais superiores (apraxias). 
O prognóstico da comunicação depende da integridade dos órgãos fono-
articulatórios, comprometimento mental e da presença ou não de afasias. 
O prognóstico escolar é determinado pela capacidade de aprendizado, 
alterações visuais, funções corticais como atenção e memória e pelo grau de 
comprometimento motor. 
Tratamento Estimulação elétrica funcional (capaz de produzir contrações musculares em 
músculos desprovidos de controle nervoso) e bloqueios neurolíticos. 
 
AULA 07 – PARALISIA CEREBRAL 
 
 
Reflexo tônico labiríntico (RTL) 
• A posição da cabeça afeta distribuição da hipertonia nas partes afetadas. 
➢ Supino: hipertonia extensora; (RTL extensor) 
➢ Prono: hipertonia flexora. (RTL flexor) 
• Grande dificuldade em iniciar qualquer atividade contra a gravidade. 
 
 
 
• Lado nucal – FLEXÃO 
• Lado facial - EXTENSÃO 
 
1. Estende a cabeça: MMSS em extensão e MMII em flexão; 
2. Flete a cabeça: MMSS em flexão e MMII em extensão. 
 
 
Quando movimenta a parte do corpo não afetada o paciente apresenta reação associada 
com aumento do tônus da parte mais afetada. 
 
• Reações associadas são mais frequentes em hemi/di; 
• Reação associada: patologica/ movimento associado: normal; 
• Sentimentos: aumentam o tônus. 
 
• Espástico – lesão em córtex; 
• Atetóide/discinético – lesão em núcleos da base; 
• Atáxico – lesão em cerebelo; 
• Misto – lesão em várias areas do cérebro. 
• Hipotônico – fase transitória. 
 
 
Obs: grau de força 0-1 plegia, 2-5 paresia. 
 
• Tônus: alongamento mantido, pressão inibitória, descarga de peso; 
• Contraturas: órteses, alongar, posicionar; 
• Sempre orientar a familia! 
 
• Atetose pura: movimento distal – tonus flutua entre hupotonia e normalidade 
(desengonçados); 
• Coreoatetose: movimento proximal – flutua entre hiper, hipo e normalidade; 
• Distonia: não passa pela normalidade (fixo) 
• Atetose + espasticidade: misto – hipertonia e movimento involuntário distal. 
 
 
Assimetria evidente – RTCA, reflexos tonicos cervicais – RTCS 
 
Utilizam o RTCA para realizar tarefas como se alimentar. 
Normalmente quadriplégicos. 
 
• Tônus: ação e reação, cama elástica, movimentos rápidos; 
• Simetria e alinhamento: mãos e cabeça na linha média; 
 
 
 
• Tremor intencional: aparece ao movimento; 
• Alteração de metria: regulação do movimento; 
• Normalmente quadri. 
 
 
• Equilibrio: bola, rolo, ortostase etc. 
 
 
Essa postura leva a retração e deformidades. 
 
• Hipotônico: bastante dificuldade respiratória; 
• Dificuldade de sugar/deglutir: leva a pneumonia aspirativa. 
 
Sensorial: tátil, proprioceptivo, cinestésico etc. 
 
OBS: A CRIANÇA NÃO MUDA O NÍVEL DE CLASSIFICAÇÃO GMFCS! 
 
1.6 – 2 ANOS: DEAMBULA 
 
• Auxilio do corrimão; 
• Na adolescência essas crianças podem precisar de andador – envelhecimento 
muscular + avançado. (até 4 anos: deambula). 
 
 
Maneja a CR 
 
• Sem controle de tronco ativo; 
• CR motorizada – mmss bom. 
 
 
Sem controle de tronco e cervical. 
 
 
Parapodium – nivel 4-5 
 
 
 
FISIO PED RESPIRO – RESUMO 
• O² → spO² : quanto a hemoglobina está saturada de O² (spO² ≥ 94%); 
• SpO² ↓: hipoxemia/ O² ↑: hiperóxia/ CO² ↑: hipercapnia (acidose)/ CO² ↓: 
hipocapnia (alcalose); 
• V/Q (ventilação/perfusão): 0,8 – 1. 
• Músculos insp: diafragma e intercostais externos (resp basal); 
• Músculos exp: abdominais e intercostais internos (exp. Forçada); 
• Músculos acessórios: peitoral menor, esternocleidomastoide e serrateis; 
• Diafragma contrai e desce: negativa pressão interna; 
• Derrame pleural – aumento de líquido entre as pleuras; 
• Vias aereas de condução: regiões onde não há troca gasosa (a troca gasosa se inicia 
na ramificação do bronquiolo terminal; 
 
 
• Elastância: volta/ complacência: expande; 
• Alteração na elastância: alveolos não retornam a estrutura e volume normal após se 
expandir; 
• Complacência: grau de distensibilidade pulmonar; 
• Barotrauma – lesão alvoelar por aumento de pressão (aumenta o volume, aumenta a 
pressão) 
• Fluxo aereo (litros por minuto): velocidade que o ar entra e sai dos pulmões (maior 
obstrução = maior trabalho resp. ou seja aumento da resistência das vias aereas. Ex: 
secreção, edema, broncoespasmo etc.; 
• Região dependente (decubito) – melhor perfusão/ região independente – melhor 
ventilação; 
• Shunt e EM: extremos de insuficiência resp. (hipoxemia/hipercapnia); 
• Relações mais baixas (pouca ventilação para muito sangue) ocorre na base, ou ematelectasias e edemas SHUNT; 
• Relações mais altas (pouca perfusão para muita ventilação) ESPAÇO MORTO. 
 
 
 
AVALIAÇÃO RESPIRATÓRIA 
 
• Exaustão: falência resp. rápida; 
• Canais de lambert e poros de Khon: desenvolvidos aos 8 anos; 
• Atelectasias: colabamentos. 
 
 
• Hipoxemia: ↓O² sangue arteiral; 
• Hipoxia: ↓O² tecidual (anoxia cerebral – morte neuronal). 
 
 
• Paciente sentado ou em decúbito dorsal; 
• Calciforme adquirido: normalmente consequente de doenças; 
• Distúrbio restritivo: algo ocupa o lugar de onde deveria ter ar. Ex: tumor. 
 
 
 
 
• ABDOMINAL OU DIAFRAGMÁTICO: NORMAL; 
• COSTAL OU APICAL: USA + O TÓRAX QUE O ABDOME (SOFRIMENTO RESP.); 
• MISTO: PREDOMINIO DIAFRAGMÁTICO (IDEAL A PARTIR DO DESENVOLVIMENTO DA 
CAIXA TORÁCICA 2>). 
 
• Eupneia: 30-40 pré termo; 
• Bradipnéia: sinal de gravidade – falência; 
• Taquipnéia: esforço resp; 
• Pausa respiratória pode ser normal! 
 
 
• CHEYNE-STOKES: movimentos de apneia com taquipneia; 
• BIOT: apneia c resp. irregular; 
• KUSSMAUL: taquipneia e hiperpneia; 
• Obs: em pediatria a FR deve ser avaliada durante 1 minuto inteiro; 
• TI-TE: relação entre tempo insp e tempo exp (até 24 meses é de 1:1, 8 anos 1:2). 
 
 
 
• BAN: Batimento de asa de nariz; 
• Tiragem intercostal: afundamento da região de origem e inserção; 
 
 
 
 
• Contínuos: em todos os ciclos do tempo respiratório; 
• Roncos: vias aereas de maior calibre; 
• Sibilos: vias areas de menor calibre; 
 
Murmurios vesiculares: ar entrando e saindo dos alvéolos (murmurios vesiculares 
uniformemente distribuidos sem ruídos adventicios (MVUD S/ RA). 
• Mv diminuidos; 
• Mv abolidos (não tem); 
• Mv rudes (aumentados/fortes). 
 
• Roncos de transmissão: secreção em vias aereas bem superiores; 
• Sopro tubário: pneumonia (som do ar passando no tubo); 
• Estridor de traqueia ou laringe: fechamento da traqueia ou laringe. 
 
RADIOLOGIA DE TÓRAX 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RECURSOS EM FISIO RESP 
 
• Técnicas desobstrutivas – melhorar higiene brônquica; 
• Técnicas reexpansivas – melhorar ventilação alveolar; 
• Técnicas desinsuflativas – diminuir hiperinssuflação; 
• Treinamento muscular respiratório – melhorar força muscular resp; 
• Padrões ventilatórios – exercícios respiratórios dirigidos; 
• RTA – reequilíbrio torácico abdominal; 
• Inaloterapia – nebulização; 
• Oxigenioterapia – oferta de O² acima de 21%. 
 
 
 
 
Utiliza a ação da gravidade para drenar secreção das vias aereas periféricas até as vias aereas de 
maior calibre (bronquios principais e traqueia). 
OBS: a secreção precisa estar fluida para funcionar e necessário ficar na posição de drenagem 
por 20/30 minutos para cada local. 
Cuidar trendelenburg: hospitalar cabeça mais baixa que os pés. 
 
 
Função: mudar a consistência do muco. Utilizada sempre na expiração, pode ser feita unilateral 
ou bilateralmente. 
A compressão precisa ser realizada no sentido crânio-caudal e em movimento de alça de balde 
(Movimento das costelas). 
• Não efetivo em obesos e toráx rigido; 
• Compressão: aumenta o fluxo resp; 
• Contraindicação: fratura de costela, cirurgias, recém nascidos etc. 
 
TERAPIA EXPIRATÓRIA MANUAL PASSIVA 
Brusco – higiene bronquica; 
Lento – desinsuflação. 
 
 
Técnica de expiração forçada oral com a glote aberta. 
• Dirigida: espontânea; 
• Assistida: estimulada; 
• TEF – HUFFING: Tique traqueal (através de compressão na região cervical anterior ou 
comprimir musculo abdominal); 
• INSP VC (TEF ↓ VOLUME): mobilizar secreção de via aerea periférica; 
• INSP VRI (TEF ↑ VOLUME): mobilizar secreção de via aerea central; 
 
 
• Utiliza-se uma mão no tórax e outra no abdome do paciente (técnica muito 
efetiva); 
• AFE PASSIVO: Paciente não consegue fazer huffing na expiração; 
• AFE ATIVO: Paciente realiza huffing na expiração. 
 
 
 
 
 
 
Exercícios com diferentes volumes para mobilização de secreção. Utilizada mais em clínicas ou 
para doenças crônicas como Fibrose Cistica. 
 
Obs: reaizar de 4-5 ciclos. 
 
Técnica ativa, ou seja, o paciente realiza sozinho, o fisioterapeuta apenas orienta e treina o 
paciente. 
 
Aparelhos bastante usados para higiêne bronquica, recomendado o uso até que seja eficiente. 
• Flutter: oscilação oral de alta frequência (ooaf); 
• Resistência na fase expiratória; 
• PEP: pressão expiratória positiva.; 
DIAGNÓSTICO FUNCIONAL EM RESPIRO 
 
 
• Taquipneica; 
• Hipoxemia; 
• Roncos: secreção/sibilos: broncoespasmo; 
• Presenteça de esforço respiratório: ban, musculatura acessória, retrações subcostais e 
supraclavicular etc. 
 
 
 
• RX: hiperinsuflação pulmonar (melhorar mecânica respiratória). 
 
• Taquipneia.

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