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Diretrizes Curriculares da Educação Básica do Estado do Amapá Governo do Estado do Amapá Secretaria de Estado da Educação Governo do Estado do Amapá Secretaria de Estado da Educação (ESTE DOCUMENTO AINDA PASSARÁ POR CORREÇÃO E REVISÃO ORTOGRAFICA) CURRÍCULO MÍNIMO DE EDUCAÇÃO DE JOVES E ADULTOS – EJA A Educação de Jovens, Adultos e Idosos vem assumindo concepções e práticas bastante diferenciadas, tornando uma possibilidade de acesso ao direito a Educação escolar sob a perspectiva do “direito promotor da cidadania”. Nesta perspectiva o currículo mais apropriado é aquele que dialoga com a cultura do aluno EJA, considerando suas características e seu universo cultural rompendo a visão reducionista que limitava o educando ao mundo do trabalho, bem como a padronização do ensino regular que era a única proposta curricular disponibilizada para todos os professores da rede, independente do segmento de atuação. Em virtude da necessidade de um currículo especifico e mais próximo da realidade dos educandos jovens, adultos e idosos, tornou-se necessário definir um currículo que não fosse tão extenso, que estabeleça orientações institucionais aos profissionais do ensino sobre as competências mínimas que os alunos da EJA devem desenvolver a cada ano de escolaridade e em cada componente curricular, imprimindo-se, assim, uma consistente linha de trabalho. Nesse sentido, foram realizados encontros entre os técnicos do Núcleo de Educação de Jovens e Adultos para estudos de uma proposta curricular , a fim de subsidiar a elaboração do referido documento em conjunto com os professores da rede estadual de ensino que atuam na modalidade EJA, em encontros organizados por componentes curriculares. A soma dos esforços de todos os envolvidos, resultou na primeira proposta curricular para modalidade EJA. LÍNGUA PORTUGUESA /LITERATURA APRESENTAÇÃO O componente curricular de Língua Portuguesa permeia as outras áreas do conhecimento, pois a nossa Língua é o principal instrumento que temos para interagir com as outras pessoas, para termos acesso às informações, aos saberes, enfim, à cultura da qual fazemos parte. O ensino da Língua Portuguesa, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNS (2001, p.35), pauta-se nas quatro habilidades fundamentais que devem ser trabalhadas em continuo: falar, ouvir, ler e escrever. É justamente dessas habilidades que decorrem os eixos organizadores: uso da Língua (oral e escrita) e reflexão sobre a Língua. A Comunicação é, pois, um fato atual. Os homens entendem-se, comunicam- se e, na linguagem, está o instrumento para exercer essa comunicação. Ao comunicar-se através da escrita, o homem exterioriza suas ideias, reflexões, sentimentos, enfim, tudo aquilo que faz parte do mundo interior. O Currículo Mínimo do componente curricular de Língua Portuguesa da modalidade de Ensino de jovens e Adultos - EJA prioriza esta comunicação de forma mais prazerosa e eficaz através dos eixos selecionados no decorrer das etapas e bimestres do Ensino Fundamental e Médio. Incluímos diversos gêneros textuais que privilegiam o raciocínio, o senso crítico e, despertam o interesse pela linguagem culta respeitando os fenômenos da língua. Distribuímos as classes gramaticais no decorrer das etapas para que sejam contextualizadas com os gêneros de cada eixo para melhor domínio do mecanismo básico da estrutura gramatical da língua. Afinal, a gramática ainda sustenta um bom texto. Para ampliar o conhecimento do aluno, serão trabalhados vários gêneros textuais do seu cotidiano que, servirão de interpretação, reflexão e reelaboração dos gêneros em foco. EMENTA A linguagem como manifestação da cultura e como construidora dos sujeitos sociais. A identidade da linguagem no grupo e o reconhecimento de outras linguagens. A importância da leitura. Tipologia textual. A língua padrão e seu funcionamento social fonético e fonologia. Morfologia, texto literário e texto não literário. A literatura como manifesto cultural de uma sociedade especifica, gênero textuais. OBJETIVO GERAL Utilizar a língua oral e escrita para expressar sentimentos, experiências e ideias, acolhendo, interpretando, considerando e respeitando os diferentes níveis de expressão veiculados no sistema de comunicação, escrevendo textos com coesão e coerência, respeitando o sistema de pontuação e ortografia convencional buscando as informações necessárias para compreensão da língua na elaboração e produção de textos (orais e escritos), considerando características dos gêneros literários, revisando os próprios textos e valorizando a leitura como fonte de fruição estética, entretenimento e cultura, e a escrita, como registro da oralidade, bem como suas possibilidades de participação social no exercício da cidadania. ESTRUTURA CURRICULAR - LÍNGUA PORTUGUESA /LITERATURA 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO LINGUA PORTUGUESA / LITERATURA 2° BIMESTRE EIXO CRÔNICA NO PRÉ-MODERNISMO/SEMNÁRIO E DEBATE REGRADO HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Relacionar os modos de organização da linguagem às escolhas do autor, à tradição literária e ao contexto sócio/cultural de cada época; - Reconhecer a abordagem de temas universais na produção literária do negro brasileiro; - Diferenciar tema de título e tema de subtema; - Distinguir um fato da opinião relativa a este fato; - Reconhecer a importância dos argumentos para a defesa e consistência dos pontos de vista defendidos; - Empregar adequadamente a linguagem e os fatores de textualidade como clareza e objetividade; - Empregar adequadamente marcadores discursivos (geralmente, muitas vezes etc.). - Diferenciar os tipos de argumento: tese, argumento de contra- argumento; - Utilizar os procedimentos de reformulação e refutação para construção da argumentação; - Estabelecer relações lógico-discursivas pela utilização de operadores argumentativos. - Pesquisar sobre autores e obras do período pré-modernista e preparar um seminário/debate regrado para apresentação, utilizando recursos midiáticos e infográficos, citação de fontes e tempo para questionamentos do público. 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO LINGUA PORTUGUESA / LITERATURA 1° BIMESTRE EIXO SIMBOLISMO/ REDAÇÃO DISSERTATIVA HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Reconhecer na estética simbolista traços da tendência pessimista do “fim do século”. - Identificar os recursos expressivos do gênero textual canção, reconhecendo sua relação com a poesia e a música. - Analisar textos simbolistas, identificando recursos ligados à musicalidade. - Reconhecer o emprego de figuras de linguagem na construção de imagens sugestivas. - Identificar o valor expressivo das interjeições e demais sinais de pontuação. - Identificar os termos integrantes e acessórios da oração. - Elaborar texto dissertativo comparando poemas parnasianos e simbolistas às letras de canções contemporâneas. ESTRUTURA CURRICULAR - LÍNGUA PORTUGUESA /LITERATURA 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO LINGUA PORTUGUESA / LITERATURA 3° BIMESTRE EIXO MODERNISMO, PÓS-MODERNISMO E LITERATURA AFRICANA E INDÍGENA DE LÍNGUA PORTUGUESA HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Relacionar os modos de organização da linguagem às escolhas do autor, à tradição literária e ao contexto sociocultural de cada época; - Estabelecer relações intertextuais entre os textos literários lidos e outras formas de manifestação artística; - Identificar narrador, foco narrativo, espaço, tempo, personagens e conflito; - Identificar os elementos do enredo: apresentação, complicação, clímax e desfecho; - Reconhecer os efeitos expressivos do registro de fluxo da consciência e do discurso indireto livre; - Reconhecer a fragmentação do discurso como mecanismo expressivo; - Reconhecer as principais tendênciase temáticas das produções literárias indígenas e africanas; - Reconhecer a estrutura da frase, do período, do parágrafo e exercitar sua formação e progressão; - Identificar e promover relações de concordância nominal e verbal entre unidades do discurso; - Identificar mecanismos linguísticos no uso da regência e da crase; - Identificar as figuras de linguagem (como metáfora e ironia) que produzem diferentes efeitos estilísticos; - Distinguir os tipos de discurso (direto, indireto e indireto livre) presentes nos gêneros estudados; - Escrever conto ou redação dissertativa com a temática do negro e do indígena na formação do Brasil considerando aspectos do passado e do presente. ESTRUTURA CURRICULAR - LÍNGUA PORTUGUESA /LITERATURA 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO LINGUA PORTUGUESA / LITERATURA 4° BIMESTRE EIXO PRODUÇÃO DE TEXTOS, DEFENDENDO UM PONTO DE VISTA E OS OPERADORES ARGUMENTATIVOS HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Identificar os gêneros publicitários (Propaganda, publicidade anúncio, cartazes.); - Produzir textos literários nos tempos modernos, tendências contemporâneas (contexto histórico e características); - Analisar textos da literária amapaense, autores e obras principais análises em textos/gêneros ficcional como poema, diários, contos, mito, lenda; - Identificar e utilizar a correspondência e suas linguagens, a coerência no tratamento (produzindo texto interpessoal como cartas pessoais, cartas comerciais, cartões...); - Reconhecer a importância da leitura, interpretação e produção de textos no dia a dia gênero instrucional (receitas caseiras culinárias, manuais, placas e verbetes); - Ler, entender e escrever, a expressividade do texto escrito (a objetividade e a subjetividade no texto argumentativo). LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA INGLÊS APRESENTAÇÃO Em consonância com a proposta de currículo mínimo da EJA/2012, no que dispõe o caderno, vol. 2 do MEC, a Secretaria de Estado de Educação do Amapá apresenta o currículo mínimo de LEM, o qual traz em seu bojo, um novo olhar para a construção das matrizes de ensino e aprendizagem da Língua Inglesa. É sabido que cada vez mais o homem contemporâneo encontra-se atento diante das mudanças sociais, no que se refere à globalização. A partir disso, essa proposta persiste no cunho de aprendizado da língua estrangeira, entendendo-se como um direito básico de todos e uma resposta ás necessidade do acesso a uma ampla rede de comunicação e á inserção no mundo do trabalho. O ensino da Língua Inglesa também absorve, por meio desse currículo mínimo, o desenvolvimento de habilidades centradas em bases textuais que engendram gêneros diversos, semelhante ao que decorre com o ensino da língua aterna. Tomar como parâmetro, a orientação voltada para os gêneros discursivos, consiste em afirmar o reconhecimento plural e significativo das situações comunicativas e de interação. Torna-se possível com o trabalho de gêneros discursivos, perceber melhor as situações reais de comunicação, com práticas relacionadas ao contexto real do aluno. A facilidade em fazer um trabalho interdisciplinar, amplia o conceito e o aprendizado, deixando de lado a concepção de um ensino sistêmico da língua. EMENTA O plano de trabalho elaborado para LE (Língua Estrangeira) incide basicamente na compreensão, interação e praticidade no uso da língua. A modalidade de ensino fundamental tomará por base a apresentação de palavras e expressões em outras língua por meio de empréstimos linguísticos, possibilitando a comunicação com falantes de outras línguas e observação do uso dos recursos verbais e não-verbais. No ensino médio, a construção textual também constará da tentativa de estruturação de elementos e de sua organização (recursos gramaticais), assim como a elaboração de produção textual e seu sentido. A partir do rol de conteúdos, o aluno possuirá um alicerce de conhecimento que o encaminhará para uma interação linguística, no âmbito oral e escrito, proporcionando competências e habilidades que orientem o sujeito para o mundo do trabalho. OBJETIVO GERAL Proporcionar habilidades necessárias ao universo linguístico do aluno a fim de que sejam desenvolvidas as competências de compreensão e expressão no que tange a LEM, possibilitando, dessa forma, um interesse e conhecimento do campo multilíngue e multicultural, assim como o surgimento de agentes de transformação no mundo do trabalho. ESTRUTURA CURRICULAR INGLÊS - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 1° BIMESTRE EIXO INTERNET/ E-MAIL/ REDE SOCIAIS HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral - Compreender os diferentes pontos de vista apresentados pela linguagem da internet; - Compreender quais pontos de vista pertencem ao autor do texto e quais pertencem a outras pessoas/autoridades; - Compreender os argumentos principais que sustentam a posição do autor; - Compreender o público a que se dirige esses textos. 2- A língua em uso - Reconhecer recursos (linguísticos e não linguísticos) indicam referência a falas de outros autores ou personalidades. 3- Produção escrita e oral - Produzir uma adaptação um e-mail escolhido por diferentes grupos de alunos ou pela turma: Trocar o tema e os argumentos; - Produzir um e-mail a partir do levantamento de problemas na comunidade e, apresenta-lo em vídeo simulando um programa de TV. ESTRUTURA CURRICULAR INGLÊS - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 2° BIMESTRE EIXO CARTA AO LEITOR HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral - Compreender a estruturação de texto de opinião (tese de argumento, contra-argumento, refutação); - Comparar a mesma informação, por meio de fontes e pontos de vista diversos. 2- A língua em uso - Reconhecer elementos linguísticos para introduzir tese, argumento, contra-argumento e refutação ( verbos de opinião, conectivos, flexões de 3ª pessoa, voz passiva, vocativos, modais de possibilidades e advérbios); - Reconhecer o papel do argumento dos conectivos subordinativos ( contraste, exemplificação, causa e consequência). 3- Produção escrita e oral - Compor uma carta do leitor usando como base notícia de um acontecimento da comunidade/escola; - Expor um problema e emitir opinião sobre ele INGLÊS - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 3° BIMESTRE EIXO PUBLICIDADE HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral - Distinguir a função social de publicidade e propaganda relacionando suas s práticas cotidianas; - Relacionar as relações pragmáticas entre texto e contexto e as expressões de apelo ao interlocutor. 2- A língua em uso - Reconhecer o caráter conciso e persuasivo da linguagem publicitária; - Empregar mecanismos discursivo ( vozes locutoras: construções verbais, modalizadoras, conectivos, etc) visando os objetivos de uma campanha publicitária. 3- Produção escrita e oral - Elaborar uma campanha publicitária de um produto de escolha livre, organizando panfleto bilíngue; - Preparar e apresentar versão oral para a campanha produzida. ESTRUTURA CURRICULAR REFERÊNCIAS ARAÚJO, José Carlos Souza; GUARATO, Monica. Alfabetização de Jovens e Adultos; a experiência do Mobral em Uberlandia. Cadernos de Historia da Educação- vol. 1- nº 1- jan./dez. 2002. COLLINS, English Dictionary, London; Collins, London e Glascow, 2002. DIAS, R; CRISTOVÃO, V.L.L.- Org. O livro didático de língua estrangeira- múltiplas perspectivas. Campinas- Mercado de Letras, 2009 DIAS, Reinildes. Ingles Instrumental. Reading criticalliy in English. Belo Horizonte- editor da UFMG, 2003. LÍNGUAGEM, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS/Secretaria de Educação Média e Tecnologia-Basilia: MEC;SEMTE,PCN+ Ensino Medio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais.Brasilia: MEC; SEMTE, 2002. LÍNGUA ESTRANGEIRANA EJA Vol 02.- MEC.gov.br/secad/arquivo/pdf/eja>,acessado em 02/10/2014 MARCUSCHI, Luís Antônio. Generos Textuais; definição e funcionalidade. SP,2000 INGLÊS - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 4° BIMESTRE EIXO DOCUMENTOS PESSOAIS HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral - Compreender a ordem das informações e sua finalidade no gênero; - Reconhecer a função social textual dos elementos identificados nos documentos; 2- A língua em uso - Reconhecer elementos linguísticos que caracterizam o tipo textual descritivo; 3- Produção escrita e oral - Apresentar uma RG/CNH/PASSAPORT de acordo com as exigências referentes a padrão de apresentação; - Preparar um vídeo candidatando-se a tirar uns desses documentos para aulas em LE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA FRANCES APRESENTAÇÃO O ensino da Língua Estrangeira na educação brasileira, tornou-se indispensável na formação do indivíduo, uma vez que na sociedade atual, o domínio de um novo idioma tende a ampliar as possibilidades de acesso ao conhecimento cultural, científico e tecnológico produzido. Dedicar-se ao estudo de um novo idioma é a abertura de um caminho para o crescimento profissional, intelectual e social do indivíduo que passará a entender novos pensamentos, culturas e costumes. A crescente internacionalização dos mercados exigiu que nações adotassem o uso de uma segunda língua, fazendo com que a procura pela aprendizagem se tornasse corriqueira, pois surgia então, um caso de sobrevivência e integração global. Vale ressaltar, que o conhecimento de uma nova língua facilita na compreensão de situações de consulta presentes no dia a dia, como um manual de produtos importados, consulta de classificados e entrevistas de emprego e etc. O francês (français) é um dos principais idiomas do mundo, e uma das mais importantes línguas românicas, com um número de falantes apenas inferior ao dos espanhóis e dos portugueses. É uma língua falada nos cinco continentes e oficial de 33 países, sendo portanto a nona mais falada no mundo, e assim como o inglês, também é ensinada no mundo todo. No Brasil, a partir da chegada da família real portuguesa, foram implantadas as línguas inglesa e francesa, estas, introduzidas oficialmente no currículo, sendo que durante o período colonial a língua francesa era ministrada somente nas escolas militares. Atualmente, com as transações comerciais, o domínio da Língua francesa na região de fronteira do nosso estado (Amapá), tornou-se uma necessidade básica na formação dos indivíduos, principalmente, com a construção da ponte binacional. Além disso, existem projetos de instituições superiores e técnicas desse país, que oferecem intercâmbio, exigindo assim, que os alunos tenham domínio da Língua Francesa. Em Macapá, foi criado o “Centro Estadual de Língua e Cultura Francesa Danielle Miterrand”, visando a formação de professores para a ampliação de mais uma língua estrangeira, em atendimento a lei vigente. Com isso, o curso, tem como finalidade, o conhecimento da cultura e o domínio da língua francesa, proporcionando crescimento intelectual, bem como estreitando relações com o nosso país vizinho, Guiana Francesa. EMENTA O plano de trabalho elaborado para LE (Língua Estrangeira) incide basicamente na compreensão, interação e praticidade no uso da língua. A modalidade de ensino fundamental tomará por base a apresentação de palavras e expressões em outras línguas por meio de empréstimos linguísticos, possibilitando a comunicação com falantes de outras línguas e observação do uso dos recursos verbais e não-verbais. No ensino médio, a construção textual também constará da tentativa de estruturação de elementos de sua organização (recursos gramaticais), assim como a elaboração de produção textual e seu sentido. A partir do rol de conteúdos, o aluno possuirá um alicerce de conhecimento que o encaminhará para uma interação linguística, no âmbito oral e escrito, proporcionando competências e habilidades que orientem o sujeito para o mundo do trabalho. OBJETIVO GERAL Compreender no universo que o cerca, as línguas estrangeiras que cooperam nos sistemas de comunicação, percebendo-se como parte integrante de um mundo plunlíngue e compreendendo o papel hegemônico que algumas línguas desempenham em determinado momento histórico, possibilitando assim o acesso a bens culturais da humanidade, construídos em outras partes do mundo, utilizando-se de outras habilidades comunicativas de modo a poder atuar em situações diversas dentro da sociedade. ESTRUTURA CURRICULAR FRANCES - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 1° BIMESTRE EIXO LES TEXTES ( ARTIGOS LITERÁRIOS, ARTIGOS, NOTÍCIAS, RECEITAS, RÓTULOS, DIÁLOGOS E CANÇÕES) HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral - Analisar criticamente a importância e a finalidade de diversos gêneros, como textos literários, artigos, notícias. A Língua em uso - Reconhecer os recursos utilizados para a produção dos textos em estudo 2- Produção escrita e oral - Produzir textos diversos conforme os que foram apresentados. FRANCES - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 2° BIMESTRE EIXO ARTIGO DE OPINIÃO HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral - Compreender o objetivo e ponto de vista do artigo. - Compreender o público a quem se dirige. A Língua em uso - Compreender o objetivo e a função do artigo de opinião 2- Produção escrita e oral - Produzir um artigo de opinião a partir dos problemas apresentados e sugeridos pela turma ESTRUTURA CURRICULAR FRANCES - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 3° BIMESTRE EIXO ARTIGO DE OPINIÃO HABILIDADES E COMPETENCIAS - Identificar as ideias principais e relacioná-las ao cotidiano. A língua em uso - Diferenciar o resumo de uma resenha através de seus recursos estilísticos e gramaticais. 2- Produção escrita e oral - Construir o resumo e a resenha pós leitura do livro “Le petit prince.” FRANCES - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 4° BIMESTRE EIXO CURRICULUM VITAE HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral. - Identificar os objetivos e finalidades de um currículo vitae. A língua em uso - Relacionar as informações verbais e não verbais de um currículo. 2- Produção escrita e oral - Elaborar o seu curriculum vitae. REFERÊNCIA FERREIRA, Júlia Simone. A contribuição da Língua Francesa para a Língua Portuguesa. Disponível em: <http://www.filologia.org.br/v_jnlflp/01.pdf>. Acesso em 15 de junho de 2015. LÍNGUAGEM, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS/Secretaria de Educação Média e Tecnologia-Brasília: MEC; SEMTE,PCN+ Ensino Médio:Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC; SEMTE, 2002 LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EJA Vol 02. <mec.gov.br/secad/arquivo/pdf/eja>,Acessado em 10/06/2015. PRETA, Luciana de Magalhães Catta. A Língua Espanhola na Educação de Jovens e Adultos. <www.bdtd.ndc.uff.br/tde> Acessado e 10/06/2015. Orientação Técnica nº01/2011 – Sobre a implantação da Língua Espanhola nas Escolas Estaduais do Amapá. Resolução nº 134/2009. Conselho Estadual de Educação. SANTIAGO, Silviano. Presença da língua e da literatura francesa no Brasil: para Uma história dos afetos culturais franco-brasileiros Disponível em:<http://w3.ufsm.br/revistaletras/artigos_r39/artigo39_001.pdf>. Acesso em 14 junho. 2015 LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL APRESENTAÇÃO O ensino de LE (Língua Estrangeira) na educação brasileira sempre esteve atrelado ao desenvolvimento econômico e social do país, fato este observado na história da educação brasileira. Desde a colonização do Brasil, o ensino de língua estrangeira esteve veiculado a esses interesses comerciais. Foi assim comos Jesuitas, quando aqui chegaram e passaram a ensinar a Língua Portuguesa aos indígenas. Com a chegada da família real em 1808, criaram a disciplina Inglês e Francês, a fim de melhorar as instruções e de atender as demandas advindas da abertura dos portos ao comércio estrangeiro. Com a globalização o domínio de uma língua estrangeira, tornou-se um fator importante na transação comercial e também na formação educacional dos indivíduos. Segundo as orientações do Caderno Vol 02 de Língua Estrangeira da EJA do MEC,o conhecimento de línguas estrangeiras torna-se imprescindível para desenvolver e ampliar as possibilidades de acesso ao conhecimento cientifico e tecnológico produzido. No contexto atual o aprendizado de uma LE (Língua Estrangeira), principalmente em estado brasileiro de fronteira, tornou-se uma necessidade básica na formação educacional dos alunos, oportunizando jovens e adultos a ter uma inserção no mundo do trabalho, promovendo assim a participação social. Além disso, possibilita ao aluno da EJA, interpretar o quadro político, social e cultural exposto pela mídia, bem como compreender e respeitar as diversidades culturais dos mesmos. A LE (Língua Estrangeira) também tem seu papel no desenvolvimento linguístico dos alunos, levando-os a prática da leitura e também da escrita, compreendendo as estruturas linguísticas da sua própria língua. Na prática, o acesso a uma LE (Língua Estrangeira), na educação de jovens e adultos facilita o acesso à informação de consulta de classificados, elaboração de currículo, leitura de manuais de eletro eletrônico, entrevista de emprego, maior aproveitamento de leitura de livros, revistas, jornais, filmes, documentário, entrevistas. Este aspecto aumenta seu interesse no universo sócio comunicativo, ampliando sua percepção da realidade e desenvolvendo habilidades autênticas ao seu contexto social. Além disso, o presente currículo segue também orientações do documento Marco Comum Europeu do Ensino de Línguas Estrangeiras, no qual prioriza o ato comunicativo, fato este fundamental para quem ensina e estuda uma língua estrangeira. Diante dessas premissas, o presente currículo apresenta proposta que venha atender as necessidades pedagógicas dessa clientela oriundas de uma formação marcada de atribulações, norteando os professores que atuam com esse público, a terem uma prática pedagógica mais contextualizada a sua realidade. EMENTA O plano de trabalho elaborado para LE (Língua Estrangeiro) incide basicamente na compreensão, interação e praticidade no uso da língua. A modalidade de ensino fundamental tomará por base a apresentação de palavras e expressões em outras línguas por meio de empréstimos linguísticos, possibilitando a comunicação com falantes de outras línguas e observação do uso dos recursos verbais e não-verbais. No ensino médio, a construção textual também constará da tentativa de estruturação de elementos de sua organização (recursos gramaticais), assim como a elaboração de produção textual e seu sentido. A partir do rol de conteúdos, o aluno possuirá um alicerce de conhecimento que o encaminhará para uma interação linguística, âmbito oral e escrito, proporcionando competências e habilidades que orientem o sujeito para o mundo do trabalho. OBJETIVO GERAL Vivenciar uma experiência de comunicação humana no que se refere a novas maneiras de se expressar e de ver o mundo, refletindo sobre os costumes e possibilitando maior entendimento do seu próprio papel, reconhecendo que o aprendizado de uma ou mais línguas lhe possibilita o acesso a bens culturais respeitando assim suas adversidades, sejam elas econômicas e sociais. ESTRUTURA CURRICULAR ESPANHOL - 2ª ETAPA – ENSIMO MEDIO 1° BIMESTRE EIXO HQ/CARTOON/TIRINHAS E CHARGE HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral - Compreender o tema as ideias centrais e secundarias e as informações implícitas no texto; - Compreender as relações de causa/consequência entre partes do texto. A língua em uso - Reconhecer as marcas linguísticas de impessoalidade e de opinião; - Reconhecer os tópicos frasais; - Reconhecer diferentes mecanismos de coesão sequencial emprego dos tempos verbais, advérbios e marcadores temporais. 2- Produção escrita e oral - Elaborar sínteses que reproduzam as informações principais do texto a partir da leitura de um livro ou de um texto; - Elaborar um vídeo com a apresentação dos resumos, em formato de documentário cultural; - Utilizar mecanismo de divulgação dos trabalhos escritos dos alunos. ESTRUTURA CURRICULAR ESPANHOL - 2ª ETAPA – ENSIMO MEDIO 2° BIMESTRE EIXO INTERNET/ E-MAIL/ REDE SOCIAIS HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral - Compreender os diferentes pontos de vista apresentados pela linguagem da internet; - Compreender quais pontos de vista pertencem ao autor do texto e quais pertencem a outras pessoas/autoridades; - Compreender os argumentos principais que sustentam a posição do autor; - Compreender o público a que se dirige esses textos. A língua em uso - Reconhecer recursos (linguísticos e não linguísticos) indicam referência a falas de outros autores ou personalidades. 2- Produção escrita e oral - Produzir uma adaptação um e-mail escolhido por diferentes grupos de alunos ou pela turma: Trocar o tema e os argumentos; -Produzir um e-mail a partir do levantamento de problemas na comunidade e, apresenta-lo em vídeo simulando um programa de TV. ESPANHOL - 2ª ETAPA – ENSIMO MEDIO 3° BIMESTRE EIXO DOCUMENTOS PESSOAIS HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral - Compreender a ordem das informações e sua finalidade no gênero; - Reconhecer a função social textual dos elementos identificados nos documentos; A língua em uso - Reconhecer elementos linguísticos que caracterizam o tipo textual descritivo; 2- Produção escrita e oral - Apresentar uma RG/CNH/PASSAPORT de acordo com as exigências referentes a padrão d apresentação; - Preparar um vídeo candidatando-se a tiras uns desses documentos para aulas em LE. ESTRUTURA CURRICULAR REFERÊNCIAS LÍNGUAGEM, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS/Secretaria de Educação Média e Tecnologia-Basilia: MEC;SEMTE,PCN+ Ensino Medio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais.Brasilia: MEC; SEMTE, 2002. LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EJA Vol 02.<mec.gov.br/secad/arquivo/pdf/eja>,Acessado em 02/10/2014. PRETA, Luciana de Magalhães Catta. A Língua Espanhola na Educação de Jovens e Adultos. <www.bdtd.ndc.uff.br/tde> Acessado e 10/09/2012. Orientação Técnica nº01/2011 – Sobre a implantação da Língua Espanhola nas Escolas Estaduais do Amapá. SECRETARIA DO ESTADO DA EDUCAÇÃO. Resolução nº 134/2009. Conselho Estadual de Educação ESPANHOL - 2ª ETAPA – ENSIMO MEDIO 4° BIMESTRE EIXO LENDAS HABILIDADES E COMPETENCIAS 1- Compreensão escrita e oral - Compreender a forma de organização dos dados de um texto narrativo apresentando sua finalidade para o gênero; - Apreender os principais elementos do texto narrativo; - Analisar as características composicionais do gênero, mobilizando o aluno a reconhecer o conteúdo a estrutura composicional e a temática desse gênero discursivo. A língua em uso - Reconhecer os elementos linguísticos que expressam a estrutura do texto narrativo e também a linguagem forma e informal; - Reconhecer o uso e a finalidade das formas verbais e marcadores temporais no passado, bem como os elementos que introduzem ideia e finalidade. 2- Produção escrita e oral - Pesquisar com os alunos lendas dos países de LE, destacando os elementos linguísticos temporais; - Construir texto em LE das lendas locais. ARTES APRESENTAÇÃO A arte é o ponto de intersecção entreo indivíduo e o mundo que o cerca e possibilita o acesso informações plenas de significados. Ela é inerente ao ser humano, ou seja, desde os primórdios o homem já utilizava a arte como meio de se expressar e se comunicar com seu grupo social. Um dosexemplos são as pinturas rupestres. A arte como tal, se insere na produção cultural que ocorre de forma contínua na sociedade, transmitindo ideias e emoções que determinada sociedade constrói em uma determinada época histórica. Os educandos da EJA podem desenvolver competências em arte, na medida em que a vivenciam em seu cotidiano, ransformando conhecimentos estéticos e artísticos em compreensões mais amplas e o prazer de conviver com a arte. Nesse sentido, podemos construir uma metodologia em arte com ênfase nas trocas, no movimento, na reciprocidade, possibilitando uma abertura ao outro, a partir do exercício do sentir, do olhar e do fazer, enfatizando as experiências individuais fundamentais para a construção do saber coletivo. O processo de ensino aprendizagem em arte deve, portanto, proporcionar a humanização dos estudantes a fim de que sejam cidadãos sensíveis, reflexívos, criativos e responsáveis por melhores qualidades culturais e respeito pela diversidade. EMENTA A disciplina Arte aborda as concepções e procedimentos metodológicos do ensino das linguagens artísticas desenvolvidas no Ensino Fundamental e no Ensino Médio da Modalidade EJA. Ensino Medio – 2ª Etapa: Os primeiros artistas da humanidade; As primeiras civilizações da humanidade; Arte grega e romana. O Barroco e a missão francesa; Impressionismo; Pós- impressionismo; Expressionismo; Fauvismo; Dadaísmo; Abstracionismo; Surrealismo; Movimento Modernista e pós-moderna. Arte amapaense OBJETIVO GERAL O Ensino da Arte na EJA tem como objetivo experimentar e explorar as possibilidades de cada linguagem artística, valorizando a pluralidade cultural e as diversas manifestações existentes no Amapá, propiciando desenvolver o olhar crítico dos alunos, que muitas vezes não tiveram essa oportunidade anteriormente e ampliar suas possibilidades de expressão. ESTRUTURA CURRICULAR ARTE - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 2° BIMESTRE EIXO OS ISMOS DA ARTE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Analisar a história ocidental até chegar aos estilos mais contemporâneos. - Reconhecer os movimentos de grande impacto, não apenas sobre a arte, mas sobre a cultura como um todo. - Identificar a relação com arte do passado e sua visão de futuro. - Apreciar os diversos estilos e suas características através das obras de arte. - Compreender as críticas recebidas por esses movimentos que buscavam a liberdade de expressão. - Fazer criações artísticas envolvendo as diversas expressõesestudadas. - Organizar uma exposição artística da produção dos alunos ARTE - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 1° BIMESTRE EIXO A ARTE TESTEMUNHANDO A HISTÓRIA HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Testemunhar a história humana ao longo dos séculos por intermédio da arte. - Reconhecer os acontecimentos políticos, econômicos, sociais que influenciaram a humanidade desde as primeiras civilizações da antiguidade. - Conhecer e refletir sobre artistas e obras de arte que serviram como agentes de mudanças e denúncias da sociedade. - Apreciar os movimentos de resistência cultural de criação comunitária de uma região. - Produzir artisticamente tendo sua realidade social como tema. - Elaborar registros pessoais de suas experiências artísticas por meio de produção audiovisual. ESTRUTURA CURRICULAR ARTE - 2ª ETAPA – ENSIMO MEDIO 3° BIMESTRE EIXO A LIBERDADE DO PENSAMENTO ARTÍSTICO HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Contextualizar histórica e socialmente o movimento pós-modernista brasileiro. - Conhecer os diversos manifestos artísticos que tenham contribuídos para novos rumos da arte na atualidade. - Discutir, a partir de estudos da proposta do movimento pós- modernista, a realidade cultural atual. - Apreciar obras artísticas (pinturas, músicas, peças teatrais, etc) que representem denúncia e/ou crítica social. - Fazer criações artísticas envolvendo as diversas expressões do pós- modernismo. - Criar vídeos e músicas com temáticas sociais. ARTE - 2ª ETAPA – ENSIMO MEDIO 4° BIMESTRE EIXO ARTE, TECNOLOGIA E NOVAS MÍDIAS HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Conhecer as diversas formas de produção de arte de consumo e seus mecanismos. - Analisar a cultura de massa, consumo, globalização e as tecnologias atuais nas produções artísticas. - Identificar as diversas formas da cultura amapaense. (teatro, dança, música, artesanato). - Observar as obras de arte visual e comunicação, verificando as relações estabelecidas entre a filosofia, indústria cultural e mídia. - Pesquisar sobre o processo criativo de artistas nacionais e regionais que tenham ênfase como temática a reflexão sobre a sociedade em que vivemos. - Fazer criações artística utilizando os diversos meios tecnológicos. - Utilizar meios midiáticos para representar a dramatização de temas regionais. REFERÊNCIAS _______. Arte-Educação no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1978. ABRAMOWICZ, Anete In: Desafios para a prática pedagógica”. BARBOSA, Maria de Assunção e SILVÉRIO, Valter Roberto (Org.). Educação como prática da diferença. Campinas: Armazém do Ipê, 2006, p. 21-40. BARBOSA, A. M. Arte educação: conflitos/acertos. São Paulo: Ática, 1995. BATTISTONE, Duílio – Breve História da Arte – 7ª edição - SP. Ed. Ática. BERTELLO, Maria Augusta – Minimanual de Pesquisa – Arte. Palavra em ação. Ed. Clarato. 2004. BOSI, A. Reflexões sobre a Arte. São Paulo: Ática, 1998. COLL, César e TEBEROSKY, Ana. Apredendo Arte. Editora Atica. São Paulo: 2000. COSTA, Cristina. Questões de Arte. Editora Moderna. DONDIS, Dondis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 2000.Coleção pitágoras - “Artes” - Ensino Médio. FEITOSA, Charles. Explicando a Filosofia com Arte. Editora Ediouro; Rio de Janeiro; 2004. Ferraz, M H. C. de T e FUSARI, M. F. de R. Metodologia do Ensino da Arte. São Paulo: Cortez, 19997. GOMBRICH, E. H. A história da Arte. 16. E. Rio de Janeiro: LTC. GOMES, Nilma Lino. “Diversidade cultura, currículo e questão racial. GOMES, Nilma Lino. Educação e relações raciais: discutindo algumas estratégias de atuação”. In: MUNANGA, Kabengele (org.). Superando o racismo na escola. Brasília: MEC, 1999. HADDAD, Denise Akel; Morbin, Dulce Gonçalves – A Arte de Fazer Arte – 5ª, 6ª e 7ª série. Ed. Saraiva; http://pt.wikipedia.org/wiki/Historia da arte Itaú Cultural – Enciclopédia de Artes Visuais – São Paulo MAGALDI, sábato, Iniciação ao Teatro, série Fundamento, Editora Ática, 3ª Edição. MATRINS, M. C. et alii. didática do ensino da arte: poetizar, fruir e conhecer Arte. São Paulo: FTD, 1998. MATTOS, Paula Berfot - A arte – Ed. AB MATTOS, Paula de Vicenzo fidelis Belfort. A Arte de Educar: Cartilha de Arte e Educação para professores do ensino fundamental e médio, editora AB Antonio Bellini: 2003. MCCLOUD, Scott – Descrevendo os Quadrinhos – Ed. M. Books PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Ensino fundamental e Médio: Arte. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Fundamental, 1998. PROENÇA, Proença. Descobrindo A História da Arte. Editora Ática; São Paulo: 2007 Revistaescola.abril.com.br/arte VALADARES, Solange e Diniz, Célia – Arte no cotidiano Escolar - Ed. FAPI; PCN`s – ensino Fundamental e Médio. VENTRELLA, Roseli. Jaqueline Arruda – Link da Arte – 5ª, 6ª e 7ª série. Ed. Morena. SP. 20002; www.itaucultural.org.br. EDUCAÇÃO FÍSICA APRESENTAÇÃO A disciplina de Educação Fisica é uma prática pedagógica que possibilita o contato com a cultura corporal de movimento, por meio de linguagens quefavoreçam a expressão das idéias, sentimentos e crenças pelo movimento, oportunizando ao educando refletir sobre sua história pessoal e sobre como esta é “cravada” e desenhada em seu corpo ao longo do tempo. Deste modo, entende-se a Educação Fisica escolar como uma disciplina que introduz e integra o aluno na cultura corporal de movimento, formando o cidadão que vai produzi-la, reproduzi-la e transformá-la, instrumentalizando-o para ususfruir de jogos, esportes, danças, lutas e das ginásticas em benefício do exercício crítico da cidadania e da melhoria da qualidade de vida (BRASIL, 2002). A Educação Física na Educação de Jovens e adultos deve oportunizar aos educandos a experimentação de práticas corporais que possibilitem a inclusão, a diversidade e a ligação com o cotidiano, dos valores hegemônicos presentes na mídia em relação à Educação Física e Saúde, Ética, Esporte, lazer e outros, sempre buscando uma reflexão crítica e contextual. Neste sentido, a proposta curricular da Educação Física para a Educação de Jovens e Adultos está pautada na concepção Crítico-Superadora (COLETIVO DE AUTORES, 1992; 2012), na perspectiva da ação-reflexão-nova ação1, implicando em perceber e estimular iniciativas em parceria com outros saberes escolares na direção da interdisciplinaridade e da multidisciplinaridade. EMENTA A proposta em questão, parte-se da utilização de eixos norteadores, com base na dimensão dialógica e problematizadora, visando promover a interpretação e construção de conceitos, relações e teorias que comporão a cultura corporal de movimento no que diz respeito à ginástica, à luta, à dança, ao jogo e ao esporte, que de forma integrada possibilitam melhor compreender os temas em questão. A cultura corporal deve ser ensinada pelo educador e aprendida pelos educandos na dimensão do saber (tentar) fazer, mas também deve incluir o agir e o saber sobre esses conteúdos. Isso significa vivenciar as práticas corporais e refletir sobre suas relações com o mundo, a cultura, a política, a economia e a sociedade em geral, desenvolvendo conhecimentos ampliados sobre o racismo, a ética, as questões de gênero e orientação sexual, sobre seu próprio corpo, os padrões de beleza, a competição exacerbada, o individualismo, a exclusão, as várias formas de violências, o uso de drogas, o doping, a prevenção de doenças, a melhoria da saúde, o meio-ambiente, a pluralidade cultural, a vivencia do tempo, do lazer e outras questões fundamentais. OBJETIVO GERAL Propiciar competências e habilidades que permitam vivenciar, conhecer, reconhecer, respeitar e compreender criticamente a pluralidade das manifestações da cultura corporal de movimento por meio de práticas corporais que estimulem a reflexão sobre o mundo, a cultura, a política, a economia e a sociedade em geral. ESTRUTURA CURRICULAR EDUCAÇÃO FISICA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 2° BIMESTRE EIXO PRÁTICAS SOCIAIS COMPETÊNCIAS E HABILIDADES - Compreender o esporte como conteúdo do lazer e Analisar limites e possibilidades para a prática esportiva de lazer; - Compreender o esporte como direito social e relacionando os princípios da competição esportiva com a competição na sociedade capitalista; - Identificar, sistematizar, ampliar e aprofundar os valores (re)produzidos no esporte: morais, éticos, sociais, políticos, religiosos, culturais; bem como os problemas sociais do tipo: estereótipos, preconceitos e discriminações relacionados à prática do esporte na sociedade. EDUCAÇÃO FISICA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 1° BIMESTRE EIXO LINGUAGEM E INTERAÇÃO COMPETÊNCIAS E HABILIDADES - Analisar os padrões de corpo impostos pela cultura, a influência da mídia na prática da ginástica e as implicações do consumismo nas práticas das modalidades da ginástica. - Analisar os benefícios e riscos das diferentes modalidades de ginástica praticadas em academias e outros espaços. - Identificar, sistematizar, ampliar e aprofundar na ginástica os conteúdos subjacentes, estabelecendo nexos e relações com linguagem circense. EDUCAÇÃO FISICA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 3° BIMESTRE EIXO MEIO AMBIENTE E DIVERSIDADE CULTURAL COMPETÊNCIAS E HABILIDADES - Identificar, sistematizar, ampliar e aprofundar o conhecimento dos jogos (populares, de salão e esportivos) relacionando-os e entendendo a sua importância para o Lazer, a Educação, a Saúde, o Trabalho e na exploração de espaços existentes na comunidade. - Compreender as implicações dos avanços tecnológicos para o brincar e as implicações da urbanização para o brincar. - (Re)criar jogos e brincadeiras em função dos sujeitos, espaços e materiais. ESTRUTURA CURRICULAR REFERÊNCIAS BROTTO, Fábio. Jogos cooperativos.Campinas: Editora Unicamp, [s.d.] COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 1992. Educação Física / vários autores. – Curitiba: SEED-PR, 2006. –248 p. ISBN: 85-85380-32-2 1. Educação física. 2. Ensino médio. 3. Esporte. 4. Dança. 5. Ginástica. 6. Jogos. 7. Lutas. I. Folhas. II. Material de apoio pedagógico. III. Material de apoio teórico. IV. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. V. Título. CDU 796+373.5 FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo:Paz e Terra, 1997 Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares para o ensino médio, 1999. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio, 2002. NAHAS, Markus V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo. 3. ed. Londrina: Midiograf, 2003. Parâmetros Curriculares de Educação Física – Educação de Jovens e Adultos/2013. Proposta Curricular do Estado de Pernambuco. Educação de Jovens e Adultos – Ensino Fundamental e Médio / 2013 Proposta Curricular Educação Física do Estado de Minas Gerais – CBC. Ensino Fundamental e Médio EJA Referencial Curricular do Estado de Rondônia. Educação de Jovens e Adultos – Ensino Fundamental e Médio – 2013. EDUCAÇÃO FISICA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 4° BIMESTRE EIXO ESTÉTICA DA LINGUAGEM CORPORAL COMPETÊNCIAS E HABILIDADES - Identificar estereótipos na dança e a influência da mídia nas formas de dançar, bem como compreender a dança como meio de desenvolvimento de valores e atitudes (afetividade, confiança, criatividade, sensibilidade, respeito às diferenças, inclusão). - Identificar a dança como possibilidade de superação de preconceitos e compreender as relações sociais entre homens e mulheres na dança - Vivenciar processos de criação e improvisação e compor pequenas coreografias a partir de temas, materiais ou músicas. MATEMÁTICA APRESENTAÇÃO As propostas de Currículo Mínimo para o Ensino Fundamental (3ª e 4ª etapas) e Ensino Médio para Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Amapá está fundamentada nas Diretrizes e Parâmetros Curriculares Nacionais. Sua proposição busca construir um Currículo Mínimo na área de Matemática, buscando um ensino interdisciplinar e contextualizado. Neste trabalho busca-se estabelecer um prévio diagnóstico da situação de aprendizagem dos educandos da EJA, como forma de orientar a elaboração do planejamento educacional. A estrutura desta proposta de currículo está organizada em Eixos Temáticos e suas respectivas Habilidades e Competências, que certamente, estarão propensas às adaptações necessárias ao longo do tempo, uma vez que o trabalho curricular nunca estará pronto, carecendo ao longo de sua aplicação as necessárias adaptações que são impostas por uma realidade que sempre se modifica à medida que as transformações sociais norteiam o nosso modo de trabalhar com a educação. O Currículo Mínimo se propõe a harmonizar os diversos saberes presentes emuma rede de ensino múltipla e diversa, tendo na EJA um seguimento de ensino que carece de um olhar mais aprofundado e sensível por ter uma clientela que possui uma história de vida de exclusão. Finalmente, esta proposta será construída a cada dia por cada professor, cada aluno e demais agentes presentes na escola, fazendo a sua crítica construtiva, podando seus excessos e acrescentando a este currículo aquilo que não foi possível colocar neste documento. EMENTA Estabelece o desenvolvimento da compreensão dos conceitos matemáticos a partir das experiências em educação não formal ou escolar, na construção do raciocínio lógico e na resolução de problemas, através das relações interdisciplinares, com foco no cotidiano, na sociedade, no trabalho e na cultura, como práticas de autonomia e emancipação. OBJETIVO GERAL Que os educandos sejam capazes de: Valorizar a Matemática como instrumento para interpretar informações sobre o mundo, reconhecendo sua importância em nossa cultura, apreciando o caráter de jogo intelectual da Matemática, reconhecendo-o como estímulo à resolução de problemas, através de intervenções relacionadas à vida cotidiana, aplicando noções e procedimentos de resolução de problemas individual e coletivamente, de forma à aperfeiçoar a compreensão do espaço, identificando, representando e classificando formas geométricas, observando seus elementos, suas propriedades, coletando e analisando dados, construindo e interpretando tabelas e gráficos e suas relações. ESTRUTURA CURRICULAR MATEMATICA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 1° BIMESTRE EIXO O ESTUDO DA ESTATÍSTICA E DA ANÁLISE COMBINATÓRIA HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Compreender os conceitos básicos de estatística: população, amostra, frequência absoluta e frequência relativa. - Construir, ler e interpretar histogramas, gráficos de linhas, de barras e de setores. - Resolver problemas envolvendo o cálculo da média aritmética, mediana e moda. - Resolver problemas envolvendo cálculo de desvio-padrão. - Resolver problemas de contagem utilizando o princípio multiplicativo ou noções de permutação simples e/ou combinação simples. - Utilizar o princípio multiplicativo e o princípio aditivo da contagem na resolução de problemas. - Identificar e diferenciar os diversos tipos de agrupamentos. - Calcular a probabilidade de um evento. ESTRUTURA CURRICULAR MATEMATICA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 2° BIMESTRE EIXO A MATEMÁTICA FINANCEIRA E SUA APLICAÇÃO PRÁTICA HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Distinguir os juros simples dos compostos, aplicando em situações problemas. - Identificar a utilização dos conceitos da matemática financeira na vida diária comercial. - Utilizar os conceitos de matemática financeira para resolver problemas do dia-a-dia. - Resolver problemas de matemática financeira utilizando o conceito de Progressão Geométrica. MATEMATICA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 3° BIMESTRE EIXO O ESTUDO DA RETA E CIRCUNFERÊNCIA HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Identificar retas paralelas e retas perpendiculares a partir de suas equações. - Determinar a equação da circunferência na forma reduzida e na forma geral conhecidos o centro e o raio. - Calcular o perímetro de uma circunferência e área de um círculo; - Reconhecer polígonos regulares e suas propriedades; - Calcular os ângulos internos e externos de um polígono regular; MATEMATICA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 4° BIMESTRE EIXO INTRODUÇÃO À GEOMETRIA ANALÍTICA HABILIDADES E COMPETÊNCIAS - Estudo do Ponto - Resolver problemas utilizando o cálculo da distância entre dois pontos. - Estudo da Reta - Identificar e determinar as equações geral e reduzida de uma reta. - Identificar retas paralelas e retas perpendiculares a partir de suas equações. - Determinar a equação da circunferência na forma reduzida e na forma geral, conhecidos o centro e o raio. REFERÊNCIAS D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Da realidade à ação: reflexões sobre educação matemática. Campinas Unicamp, 1986 FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. PARRA, Cecilia & SAIZ, Ilma ( org). Didatica da matemática:reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre. Artmed.1996. VYGOSTSKY, Lev S. Pensamento e linguagem. Lisboa, Antídoto, 1979. BIOLOGIA APRESENTAÇÃO Com a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s), em 1998, pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), uma série de mudanças foram propostas para a Educação Básica. Na área de Ciências da Natureza, essas mudanças, não só no conceito, mas também nos “procedimentos, atitudes e valores humanos”, que priorizem a compreensão do processo de produção do conhecimento cientifico e do desenvolvimento tecnológico contemporâneo, suas relações com as demais áreas da Ciência, seu papel na vida humana, sua presença no cotidiano e seus impactos na vida social. Na Educação de Jovens e Adultos, adota-se o Currículo Mínimo. Nessa estrutura, devem ser selecionados os conhecimentos do ensino formal, de alta relevância, considerados essenciais para que os alunos compreendam as questões científicas, tecnológicas e humanas, presentes na vida familiar, social e profissional de todos. O ensino de Ciências e Biologia na Educação de Jovens e Adultos – EJA, deve contribuir para que os discentes possam compreender o mundo em que vivem, os aspectos relacionais ao homem com o meio físico e ambiental, o conhecimento do próprio corpo, os hábitos ligados à saúde individual e coletiva, tomar decisões relacionadas à Ciência, Tecnologias, Sociedade e Ambiente e, agir em prol de uma sustentabilidade sócio ambiental do planeta e de uma melhor qualidade de vida para a humanidade. Este documento apresenta uma proposta de Currículo Mínimo de Ciências (para o Ensino Fundamental) e Biologia (para o Ensino Médio), para o público da Educação de Jovens e Adultos (EJA), construído coletivamente entre os técnicos do Núcleo de Assessoramento Técnico Pedagógico (NATEP) e do Núcleo de Educação de Jovens e Adultos (NEJA), da Secretaria de Estado da Educação do Amapá, e os professores das referidas disciplinas da Rede Estadual de ensino do Amapá. Assim, esta proposta objetiva orientar e apresentar aos professores da Rede Estadual de Ensino do Amapá, que atuam na EJA, o Currículo Mínimo de Ciências e Biologia, que foi estruturado para ser trabalhada bimestralmente, nos diferentes anos e séries do Ensino Fundamental e Médio, através de Eixos Temáticos, possibilitando ao professor a escolha mais adequada dos conteúdos, de acordo com a diversidade cultural dos alunos e com a realidade de cada escola/aluno. EMENTA Terra a partir da organização dos elementos químicos. A química participando dos ciclos biogeoquímicos. A união dos elementos e os processos de separação das misturas. Aplicabilidade da Química no cotidiano. Introdução ao estudo da Física. Conceituando energia, força e velocidade. Os tipos de energia e seu uso. Noções de eletricidade. 2ª etapa Ensino Medio: Biodiversidade. Os seres vivos agrupados em reinos. A relação dos organismos vivos e a saúde humana. As doenças humanas típicas da Amazônia, em especial do Estado do Amapá. O saber local das populações tradicionais na cura de doenças. Dos trabalhos de Mendel às tecnologias modernas. A vida e a engenharia genética. Evolução, a vida em transformação. Historia evolutiva dos seres vivos na Terra. Estudo da Ecologia. A transferência de matéria e energia nos ecossistemas. A química presente nos ciclos da natureza. Os seres vivos e suas relações. Os biomas brasileiros e amapaenses. O Amapá no cenário da sustentabilidade. O homem como um agente multiplicador de atitudes ambientalmente sustentáveis.OBJETIVO GERAL - O ensino das Ciências na Educação de Jovens e Adultos visa desenvolver competências e habilidades que permitam ao aluno compreender o mundo que o cerca e sua relação com a vida e seus fenômenos, influenciado por um pensamento historicamente construído de forma crítica e atual; relacionando o conhecimento adquirido com o seu cotidiano, no sentido de melhoria da qualidade de vida, propiciando, assim, um aprendizado útil à vida e ao trabalho dentro da concepção e importância do desenvolvimento sustentável e a manutenção saudável do planeta Terra. - O ensino da Biologia na Educação de Jovens e Adultos está pautado no fenômeno da vida, ou seja, permite ao aluno compreender o mundo em que vive, o funcionamento dos ambientes, como a vida se mantém e se renova; contribuindo, assim, para a formação da cidadania, utilizando-se os conhecimentos de natureza científica, biológica e tecnológica de forma crítica e atual, além de promover o desenvolvimento de valores e atitudes relacionadas aos cuidados com a saúde, o corpo e o ambiente. ESTRUTURA CURRICULAR BIOLOGIA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 1° BIMESTRE EIXO VIDA E AMBIENTE; VIDA E SAÚDE HABILIDADES E COMPETENCIAS - Reconhecer a diversidade como resultado de um processo evolutivo; - Entender que a classificação biológica é um instrumento de organização dos organismos vivos; - Identificar as categorias taxonômicas; - Compreender a atual classificação dos seres vivos em reinos e domínios; - Citar, caracterizar e exemplificar os reinos de seres vivos existentes; - Conhecer a organização dos vírus e justificar motivo pelo qual eles não fazem parte de nenhum dos cinco reinos de seres vivos; - Identificar e conhecer as principais doenças causadas por vírus na espécie humana, com enfoque nas de maior incidência na região amazônica e no Amapá, como a dengue, chikungunya e zika; - Conhecer as características das bactérias e sua importância para o meio ambiente e para os seres humano; - Identificar e conhecer as principais doenças causadas por bactérias na espécie humana; - Conhecer as características dos protozoários; - Identificar e conhecer as principais doenças causadas por protozoários na espécie humana, com enfoque nas de maior incidência na região amazônica e no Amapá, como a malária e leishamníose; - Conhecer a organização básica dos fungos e seus processos metabólicos; - Compreender a importância biológica dos fungos; - Identificar e conhecer as principais doenças causadas por fungos na espécie humana; - Reconhecer as características dos grupos de animais, com ênfase nos filos associados à saúde humana, como platelmintos, nematódeos, anelídeos, artrópodes e répteis; - Discutir e apontar medidas preventivas no combate às doenças causadas pelos agentes patológicos (vírus, bactérias, protozoários, fungos e vermes); - Reconhecer a importância dos anelídeos para a saúde e para o ambiente; - Reconhecer os principais aracnídeos e serpentes peçonhentos e compreender as medidas preventivas de acidentes; - Reconhecer as características dos vegetais e sua importância para o ambiente e para o homem; - Identificar os órgãos vegetais usados por populações tradicionais do Estado do Amapá para tratamento de doenças. ESTRUTURA CURRICULAR BIOLOGIA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 3° BIMESTRE EIXO VI VIDA E AMBIENTE HABILIDADES E COMPETENCIAS - Reconhecer Lamarck como um evolucionista, comentar os fundamentos de suas leis e analisa-las sob os conhecimentos atuais; - Conhecer as ideias de seleção natural proposta por Darwin e sua importância no processo evolutivo das espécies; - Reconhecer e entender o papel da adaptação dos seres vivos ao ambiente; - Descrever os mecanismos de isolamento geográfico e reprodutivo e compreendê-los como processos responsáveis pela especiação; - Diferenciar abiogênese e biogênese, comparando-as e entender os motivos pelos quais a abiogênese foi descartada; - Reconhecer a importância dos trabalhos de Redi, Pasteur e Oparin para o avanço da ciência; - Expor a teoria de Oparin para explicar o surgimento dos primeiros seres vivos; - Entender o processo de evolução dos grupos de seres vivos, com enfoque no da espécie humana. BIOLOGIA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 2° BIMESTRE EIXO VIDA E DIVERSIDADE; SOCIEDADE E TECNOLOGIA HABILIDADES E COMPETENCIAS - Conceituar homozigose, heterozigose, dominância, recessividade, genótipo e fenótipo; - Definir hereditariedade; - Descrever os primeiros experimentos de Mendel com as ervilhas de cheiro e suas conclusões; - Aplicar as noções de cálculo de probabilidade na resolução de problemas envolvendo cruzamentos; - Distinguir os grupos sanguíneos do sistema ABO e explicar o mecanismo de incompatibilidade sanguínea; - Conhecer o fator Rh e relacioná-lo com o desenvolvimento da eritroblastose fetal; - Conhecer os cromossomos envolvidos na determinação sexual; - Identificar as principais anomalias ligadas ao sexo na espécie humana (Down, Turner e Klinefelter). ESTRUTURA CURRICULAR BIOLOGIA - 2ª ETAPA – ENSINO MEDIO 4° BIMESTRE EIXO VIDA E AMBIENTE; VIDA E SAÚDE; SOCIEDADE E TECNOLOGIA HABILIDADES E COMPETENCIAS - Reconhecer a importância da Ecologia nos dias atuais; - Conceituar e reconhecer um ecossistema e citar exemplos; - Entender a importância da interação dos componentes bióticos e abióticos e sua importância para a manutenção do equilíbrio ambiental; - Definir e diferenciar habitat e nicho ecológico; - Diferenciar cadeia e teia alimentar, identificando os elementos que compõem uma cadeia alimentar; - Justificar o porquê do fluxo de energia ser unidirecional nas relações tróficas; - Analisar a fotossíntese e respiração como transformações energéticas essenciais para a vida; - Descrever o ciclo dos principais elementos (carbono, oxigênio e nitrogênio) e da água; - Entender os ciclos do carbono, da água e do nitrogênio, destacando a importância da reciclagem de todas as substâncias na natureza; - Reconhecer a importância da participação das bactérias no ciclo do nitrogênio; - Definir rotação de culturas e adubação verde e justificar sua importância na manutenção da qualidade do solo; - Citar, caracterizar e exemplificar as relações harmônicas e desarmônicas estabelecidas pelos seres vivos; - Conceituar bioma; - Conhecer os tipos de biomas existentes, reconhecendo os existentes no território brasileiro e sua importância; - Conhecer e identificar os biomas amapaenses, associando ao modo de vida das populações existente no Estado; - Entender o que é poluição, os tipos existentes e como essas alterações interferem nos seres humanos e nos outros seres vivos; - Reconhecer a exploração humana como uma ameaça concreta a sustentabilidade do planeta; - Propor medidas que respeitem o meio ambiente e assim, minimizem os danos causados a ele; - Ter atitudes ambientalmente sustentáveis e corretas e ser um agente multiplicador de tais atitudes; - Posicionar-se de maneira crítica e consciente sobre a atual situação ambiental no mundo, comprometendo-se com as questões ambientais. REFERÊNCIAS AMAPÁ. Biologia e Prática Pedagógica. Estudo em Discussão, 2006. AMORIM, Antônio Carlos Rodrigues de. O que foge do olhar das reformas curriculares: nas aulas de Biologia, o professor como escritor das relações entre ciência, tecnologia e sociedade. Ciência & Educação, v.7, n.1, p. 47-65, 2001. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v7n1/04.pdf>. Acesso em: 20 de fev. 2015. CAIN, M. L.; BOWMAN, W. D.; HACKER, S. D. Ecologia. 1. ed. São Paulo: Artmed, 2012. CAMPOS, L. M. L.; DINIZ, R. E. S. A prática como fonte de aprendizagem e o saber da experiência: o que dizem professores de Ciências e de Biologia. Investigações em Ensino de Ciências, v.06(1), p. 79-96, abr. 2001 HAVEN, P. H.; EVERT,R. F.; EICHHORN, S. E Biologia Vegetal. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2014. FUTUYMA, D. Biologia Evolutiva. Tradução de M. de Vivo. Ribeirão Preto – SP: Sociedade Brasileira de Genética/CNPq, 1992. GRIFFITHS, A.J.F. Introdução à Genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 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Fundamentos de Genética. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. XAVIER, Márcia Cristina Fernandes; FREIRE, Alexandre de Sá; MORAES, Milton Ozório. A nova (moderna) Biologia e a Genética nos livros didáticos de Biologia no Ensino Médio.Ciencias & Educação, v.12, n. 3, p. 275-289. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v12n3/03.pdf>. Acesso em: 20 de fev. 2015. FÍSICA APRESENTAÇÃO A Física, enquanto ciência construída e organizada pelo homem, deverá permitir, a partir de suas nuances especificas, orientar e articular o conhecimento do educando, através de metodologias que enfatizem a construção de estratégias, a comprovação e a justificativa de resultados. Com base nessas questões e atrelada ao conjunto de conhecimentos das demais áreas, a ciência Física estará vinculada à realidade na busca da autonomia. O que se pretende é o tratamento didático de conceitos e ideias Físicas de forma articulada e contínua de acordo com a realidade dos educandos, utilizando o seu saber prévio. E para que isto aconteça de forma clara e eficiente os conteúdos desta disciplina serão trabalhados em níveis crescentes de abrangência, possibilitando ao aluno construir relações cada vez mais complexas. A física tem como objeto de estudo o universo, em toda a sua complexidade. Dessa forma entende-se que a física deve educar para cidadania contribuindo para o desenvolvimento de um sujeito crítico, capaz de admirar a beleza da produção cientifica ao longo da história e compreender a necessidade desta dimensão do conhecimento para o estudo e o entendimento do universo de fenômenos que o cerca. Assim, elaborou-se a proposta de um currículo estruturante tendo em vista e evolução histórica das ideias e conceitos da física, a prática docente e o entendimento, pelos professores, de que o Ensino Médio em EJA deve estar voltado à formação de sujeitos que, em sua formação e cultura, agreguem a visão da natureza, das produções e das relações humanas. Esse currículo estruturante indica campos de estudo da física como: movimento, termodinâmica e eletromagnetismo, que a partir de desdobramentos em conteúdos pontuais, possam garantir os objetos de estudo da disciplina em toda a sua complexidade. O universo, sua evolução, suas transformações e as interações que nele se apresentam. Ressalta-se a importância de um enfoque conceitual que não leve em conta apenas uma equação matemática, mas que considere o pressuposto teórico que afirma que o conhecimento cientifico é uma construção humana com significado histórico e social. EMENTA O presente trabalho visa nortear o estudo de uma ciência fascinante: a física. A física e a ciência que mais tem contribuído para o continuo avanço tecnológico do mundo em que vivemos. Além de buscar o conhecimento do universo, ela se ocupa de todos os ramos da atividade humana. Nessa perspectiva e considerando que a física constitui-se no estudo dos fenômenos que regem a natureza, no ensino médio, essa disciplina será organizada de maneira a favorecer avaliações fenomênicas de forma empírica e científica, geração de hipóteses e elaboração de resultados. Para tal, o aluno contará com um leque de conteúdos que o subsidiará e permitirá a sistematização das situações problemas elencadas dentro e fora da sala de aula, além de poder contar com competências e habilidades que visem a sua inserção no mercado de trabalho. OBJETIVO GERAL A disciplina de física propõe aos estudantes o estudo da natureza. Mas, como nos alerte Menezes (2005), natureza, aqui, tem sentido de realidade material sensível. Entretanto, os conhecimentos desenvolvimentos pela Física, e que são apresentados aos estudantes do Ensino Médio em EJA, não são coisas da natureza, ou a própria natureza, mas modelos de elaborações humanas. - Dominar as relações qualitativas e quantitativas, de estrutura simbólica própria à comunicação física; - Desenvolver a capacidade de investigação física. Classificar, organizar, sistematizar. Identificar regularidades. Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o conceito de medir, fazer hipóteses, testar; - Articular o conhecimento físico com conhecimentos de outras áreas do saber Cientifico; - Estabelecer relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana; - Utilizar e compreender tabelas, gráficos e relações matemáticas. Ser capaz de diferenciar e traduzir as linguagens matemáticas, discursiva e gráfica; - Expressar-se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica; - Conhecer fontes de informação e formas de obter informações relevantes, sabendo interpretar notícias científicas. Compreender manuais de utilização; - Compreender a importância de sua participação como um ser social no processo de organização do mundo moderno; - Reconhecer os diferentes modos de relacionamento que o homem mantém com a física e as transformações que ela vem promovendo para a sociedade; - Adquirir visão do conjunto do processo de desenvolvimento social, político e econômico do Brasil e do mundo, para que possa formar consciência crítica; - Fazer a releitura da memória viva nos diversos aspectos da leitura da física correlacionando-a com a arte (as diversas formas de leitura escrita: a arte e a escrita através dos recicláveis). ESTRUTURA CURRICULAR FISICA - 2ª ETAPA – ENSINO MÉDIO 1° BIMESTRE EIXO TEMPERATURA E CALOR HABILIDADES E COMPETENCIAS - Entender o conceito de calor e de temperatura. - Conhecer as diferentes escalas termométricas.- Analisar o fenômeno de dilatação térmica. - Ser capaz de explicar o calor, a energia interna e os processos de transferência de calor: condução, convecção, radiação. - Entender os conceitos de calor específico, latente e as mudanças de fase. - Ser capaz de explicar as trocas de calor e o equilíbrio térmico. - Articular as noções apreendidas com experiências laboratoriais simples e com exemplos do cotidiano. FISICA - 2ª ETAPA – ENSINO MÉDIO 2° BIMESTRE EIXO ONDAS / LUZ E SOM HABILIDADES E COMPETENCIAS Compreender as características das ondas mecânicas e eletromagnéticas. - Entender e formalizar a relação entre velocidade de propagação, frequência e comprimento de onda. - Explicar os principais fenômenos ondulatórios, tais como a superposição e a interferência. - Compreender, analisar e correlacionar com o cotidiano o a reflexão e a refração de ondas. - Compreender a natureza ondulatória do som e da luz. - Entender e interpretar o espectro eletromagnético. - Compreender causas e formas de intensidade, altura e timbre do som. - Entender as escalas musicais e o procedimento de ultra-som, fazendo paralelos com as noções aprendidas. - Discutir a natureza audível do som e o efeito Doppler.. ESTRUTURA CURRICULAR FISICA - 2ª ETAPA – ENSINO MÉDIO 4° BIMESTRE EIXO MECÂNICA HABILIDADES E COMPETENCIAS - Conceituar e demonstrar aplicações práticas de carga elétrica. - Descrever as características dos materiais isolantes e dos condutores elétricos; - Compreender a relação entre força e campo elétrico. - Conceituar corrente elétrica, articulando com o cotidiano. - Explicar a geração de eletricidade em pilhas e baterias. - Enunciar e explicar a lei de Ohm e a resistência elétrica. - Entender e descrever os ímãs e o campo magnético, reconhecendo linhas de campo e o campo magnético terrestre. - Compreender a experiência de Oersted e o funcionamento dos eletroímãs. - Explicar o funcionamento dos eletroímãs, dos geradores, e motores elétricos, articulando com a vida real cotidiana. - Discutir as aplicações do eletromagnetismo. FISICA - 2ª ETAPA – ENSINO MÉDIO 3° BIMESTRE EIXO ÓPTICA HABILIDADES E COMPETENCIAS - Conceituar corpos luminosos e corpos iluminados. - Descrever a propagação da luz em meios homogêneos. - Compreender as noções envolvidas nos raios de luz e na sombra. - Conceituar prisma óptico, reflexão, refração e dispersão da luz. - Entender e enunciar a lei de reflexão da luz. - Descrever a formação de imagem em espelho plano e esféricos, e correlaciona-los com exemplos simples do cotidiano - Compreender e exemplificar a formação de imagens por refração. - Analisar o fenômeno de dispersão e a luz branca. - Entender a composição das lentes. - Analisar o olho humano, compreendendo os defeitos de visão. - Analisar e reconhecer os principais instrumentos óticos. REFERÊNCIAS Abrantes, P. C. C. Newton e a Física Francesa no Século XIX, IN: Cad. De História eFilosofia Da Ciência, Série 2, Jan-Jun, 1989. AÇÃO EDUCATIVA. Disponível em:http://www.acaoeducativa.org.br/base. php?t-not- 0201&y-base&y-1not-0001&z-03>. Acesso em junho de 2015. Apostila Diretrizes Curriculares de Física para o Ensino Médio-Versão preliminar julho/2006. Bonjorno, Regina Azenha. [et. al.] Física completa: Volume único. Ensino Médio–2. ed.– São Paulo: FTD, 2001. Brasil / MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio Brasília, MEC / SENTEC,2002. Brasil / MEC.Lei de Diretrizes e Bases da Educação–LDB 9.394/96. Disponível em:<http://portal.mec.gov.br>. Acesso em junho de 2015. Chaves, A. Física: Mecânica. Volume 1. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso. Editores,2000. Conexão Professor: Currículo Mínimo. Disponível em: < http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/curriculo_identificacao.asp>. Acesso em junho de 2015. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Apoio à Qualidade do Ensino Noturno. Brasil, 2007. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>. Acesso em junho de 2015. OBJETIVOS GERAIS DO ENSINO DE FÍSICA. Disponível em: www.sxdceciliameireles.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/.../Fisica. Acesso em junho de 2015. http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/curriculo_identificacao.asp http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/curriculo_identificacao.asp QUÍMICA APRESENTAÇÃO De uma maneira mais simples, gostaríamos de enfatizar a nossa maneira de pensar quando nos referimos à química, sua composição, seus fundamentos, seus princípios, enfim, referendarmos para que nossos alunos possam compreender sua origem e sua importância no nosso cotidiano. A química permeia por todos os fatores: sociais, econômico, político, ambientais, sociocultural, educacional e de saúde, por isso, é preocupado com esse viés da química, que devemos ter o cuidado de repassar para os novos componentes da sociedade no futuro, a responsabilidade que eles devem ter com o estudo desta disciplina. Evidenciar novos conhecimentos, construindo uma vida melhor. O ensino- aprendizagem vem sendo modificado com a intensão de proporcionar um mundo melhor, para as gerações futuras, minimizando os prejuízos causados por nós ao longo dos anos. O docente precisa saber como funciona o mundo do qual ele faz parte, necessita despertar dentro dele a curiosidade de se apropriar do conhecimento, descobrir novos meios, afim de que possa compreender melhor o mundo em que esta inserida, criando soluções para as situações que possam surgir no seu dia a dia. A abordagem construtivista vem sendo aplicada com o objetivo de desenvolver no aluno a criticidade, a criatividade, o sentimento e o desejo de buscar informações para esclarecer suas dúvidas, ir à busca de soluções para seus problemas e para contribuir com a evolução e o progresso científico, melhorando assim, melhor qualidade de vida para a sociedade. EMENTA Estabelecimento de relações entre as estruturas atômicas modernas com o funcionamento da natureza elétrica e particular da matéria. Detalhamento das características fundamentais do átomo e a análise da sua constituição junto com sua importância. Investigação dos critérios utilizados na construção da Tabela periódica proporciona uma melhor compreensão dos fatos no todo. Pesquisar com profundidade as forças de atração e de repulsão que influenciam as ligações Interatômicas. Representação das principais substâncias iônicas e covalentes mais conhecidas em nosso meio. Explicitação das diferentes ligações químicas ocorridas em um processo químico e correlaciona-las com o cotidiano. Estudo das funções inorgânicas nomeando os ácidos, sais, bases e óxidos mais comuns. Aplicabilidade das funções e a busca de compreensão da contribuição dos óxidos na formação das chuvas ácidas e suas consequências. Participação das grandezas químicas nos cálculos para determinação quantitativa da matéria. Reflexão sobre Cinética Química, observando, identificando as transformações químicas e o tempo gasto durante o processo. Descrição da Termoquímica com discussão dos fenômenos químicos e físicos que provocam troca de calor. Criação de conceito sobre calorimetria. Elaboração de gráficos e tabelas envolvendo entalpia. Exames de questões relacionadas com Equilíbrio Químico baseado nas Leis de Bronsted-Lowry e no Princípio de Le Chatelier . Fundamentação de Eletroquímica, reconhecimentos dos agentes das reações de oxirredução. Compreensão de eletrólise Compreensão da eletrólise como processo não espontâneo. Investigação sobre a Radioatividade e Energia Nuclear identificando a natureza das radiações em todo o seu contexto. Introdução à Química Orgânica. Identificar e reconhecer as principais características das cadeias orgânicas e os grupos funcionais. Aplicação e explicitação das fórmulas das principais funções orgânicas. Detalhamentode reações Orgânicas. Orientação sobre Biomoléculas e Polímeros. Confronto da Química Industrial, meio ambiente e o impacto de sua ação na sociedade através de fatos veiculados em notícias e artigos de jornais. OBJETIVO GERAL Objetivando relacionar o cotidiano com os conteúdos programáticos desta disciplina, comparar os conceitos teóricos com as aplicações cotidianas da Química. É necessário informar aos alunos esta correlação, a fim de mostrar que estudar química é se apropriar do conhecimento como base para ter condições de modificar o seu dia a dia, com propriedade. Impedir que a Química fosse vista como amontoado de fórmulas, ou como um conjunto de cálculos matemáticos sem sentido e de conceitos abstratos sem utilização. ESTRUTURACURRICULAR ESTRUTURACURRICULAR Quimica - 2ª ETAPA – Ensino Médio 1° BIMESTRE EIXO I EQUILÍBRIO QUÍMICO HABILIDADES E COMPETENCIAS - Reconhecer a coexistência de reagentes e produtos (equilíbrio dinâmico) em reações químicas e bioquímicas (ex.: metabolismo celular). - Identificar o estado de equilíbrio por meio de análise de gráficos de concentração de reagentes e produtos em função do tempo. - Identificar os fatores que perturbam o equilíbrio de uma reação, tais como a concentração das substâncias envolvidas, a temperatura e a pressão (Principio de Le Chatelier). - Noções de acidez de Brönsted-Lowry para a compreensão do equilíbrio iônico da água. - Conceituar caráter ácido e caráter básico de uma solução, através da escala de pH e pOH. EIXO II ELETROQUÍMICA HABILIDADES E COMPETENCIAS - Reconhecer o agente redutor e oxidante em uma reação de óxido- redução por meio do cálculo do número de oxidação (NOX) dos elementos. - Calcular a energia elétrica envolvida numa transformação química e compreender a sua aplicação em pilhas e baterias. - Prever a espontaneidade ou não de uma reação de óxido-redução a partir de uma série de reatividade. - Entender o fenômeno da corrosão e de proteção da corrosão a partir da série de reatividade de óxido-redução. - Compreender a eletrólise como um processo não espontâneo e exemplificar com alguns de seus principais usos (por exemplo: galvanização, obtenção de cloro, alumínio etc.). - Reconhecer os aspectos ambientais envolvidos no descarte de pilhas e baterias utilizadas em equipamentos eletrônicos e na reciclagem das embalagens de alumínio. Quimica - 2ª ETAPA – Ensino Médio 2° BIMESTRE EIXO I RADIOATIVIDADE E ENERGIA NUCLEAR HABILIDADES E COMPETENCIAS - Compreender, identificar e representar os códigos, os símbolos e as expressões próprios das transformações nucleares e as leis que as regem. - Identificar a natureza das radiações alfa, beta e gama. - Relacionar o número de nêutrons e prótons com massa isotópica e com sua eventual instabilidade. - Compreender e diferenciar fissão nuclear e fusão nuclear. EIXO II QUÍMICA ORGÂNICA – GRUPOS FUNCIONAIS HABILIDADES E COMPETENCIAS - Reconhecer as principais características das cadeias carbônicas (isto é: aberta/fechada, ramificada/não ramificada, saturada/insaturada, aromáticos/não aromáticos), estabelecendo relações, por exemplo, com as principais frações do petróleo, a utilização de etino no amadurecimento de frutas etc. - Reconhecer o nome e as fórmulas estruturais das principais funções orgânicas: hidrocarbonetos, álcool, aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos, éteres, ésteres, aminas, amidas, fenóis, e haletos, sempre que possível usando as moléculas mais simples. - Identificar algumas das substâncias orgânicas com uso especial para a vida cotidiana, tais como: propanona, éter etílico, etanol, metanol, formol, acetato de isoamila, ácido acetilsalicílico. - Identificar os casos mais comuns de isomeria em moléculas orgânicas. Quimica - 2ª ETAPA – Ensino Médio 3° BIMESTRE EIXO I REAÇÕES ORGÂNICAS HABILIDADES E COMPETENCIAS - Identificar e compreender os principais tipos de transformações em moléculas orgânicas, tais como: Combustão, craqueamento, saponificação, esterificação, oxidação, peptização, hidrólise, polimerização, bem como, sua utilização na indústria química e congêneres. EIXO II BIOMOLÉCULAS E POLÍMEROS HABILIDADES E COMPETENCIAS - Compreender que os polímeros são formados por repetições de monômeros, identificando sua presença nos plásticos e em biomoléculas (i.e.: carboidratos, proteínas e ácidos nucléicos). - Problematizar o uso dos plásticos em nosso dia a dia, utilizando campos temáticos tais como: poluição, reciclagem, armazenamento, incineração. - Reconhecer a importância da Química para a inovação científica e tecnológica nas sociedades modernas, enfatizando suas contribuições nos campos da Biotecnologia, Saúde Humana, Nanotecnologia, desenvolvimento de novos materiais e novas matrizes energéticas. ESTRUTURACURRICULAR Quimica - 2ª ETAPA – Ensino Médio 4° BIMESTRE EIXO I A QUÍMICA NA INDÚSTRIA, MEIO AMBIENTE E A SOCIEDADE HABILIDADES E COMPETENCIAS - Compreender o conteúdo de textos e comunicações referentes ao conhecimento científico e tecnológico em Química, veiculados em notícias e artigos de jornais, revistas, televisão e outros meios sobre temas como agrotóxicos, concentração de poluentes, chuvas ácidas, camada de ozônio, aditivos de alimentos, flúor na água, corantes e reciclagens; - Compreender o papel desempenhado pela Química no desenvolvimento tecnológico e a complexa relação entre ciência e tecnologia ao longo da história. - Reconhecer o papel do conhecimento químico no desenvolvimento tecnológico atual em diferentes áreas do setor produtivo, industrial e agrícola. - Compreender a interdependência entre desenvolvimento científico e tecnológico e desenvolvimento tecnológico e sociedade. - Identificar a presença do conhecimento químico na cultura humana contemporânea em diferentes âmbitos e setores, como os domésticos, comerciais, artísticos, desde as receitas caseiras para limpeza, propagandas e uso de cosméticos, até em obras literárias, músicas e filmes. - Reconhecer as responsabilidades sociais decorrentes da aquisição de conhecimento na defesa da qualidade de vida e dos direitos do consumidor. - Reconhecer o papel de eventos, processos e produtos culturais voltados à difusão da ciência, incluindo museus, exposições científicas, peças de teatro, programas de televisão, vídeos, documentários, folhetos de divulgação científica e tecnológica. - Reconhecer a influência da ciência e da tecnologia sobre a sociedade e desta última sobre o progresso científico e tecnológico e as limitações e possibilidades de se usar a ciência e a tecnologia para resolver problemas sociais. - Compreender as interações entre a ciência e a tecnologia e os sistemas políticos e do processo de tomada de decisão sobre ciência e tecnologia, englobando defesa nacional e políticas globais. - Reconhecer os aspectos relevantes do conhecimento químico e suas tecnologias na interação individual e coletiva do ser humano com o ambiente. HISTÓRIA APRESENTAÇÃO A História passou a existir no Brasil, como disciplina escolar com a criação do Colégio Pedro II, em 1837. No mesmo ano, foi criado o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), que instituiu a História como disciplina acadêmica. Foram construídos os programas escolares, os manuais didáticos e as orientações dos conteúdos que seriam ensinados, elaborados sob influência da História do positivismo e orientada pela linearidade dos fatos, pelo uso restrito dos documentos oficiais como fonte e verdade histórica e, por fim, pela perspectiva da valorização política dos heróis. A disciplina História limitava-se a narrativa de causas e consequências, deixando de verificar o processo histórico em volta dessa relação. Desde a sua instituição como disciplina,o seu ensino passou por um longo processo de permanência, mudanças e rupturas e, até mesmo em dados momentos, em contradições com a própria ciência. Assim, o ensino da disciplina História deve rejeitar a História trabalhada como verdade pronta e definitiva, atrelada uma única vertente do pensamento humano, sem diálogo com outras. A História tem como objeto de estudo os processos históricos relativos às ações e às relações humanas praticadas no tempo, bem como os sentidos que os sujeitos deram às mesmas, tendo ou não consciência dessas ações. Também, se deve considerar como objeto de estudo, as relações dos seres humanos com os fenômenos naturais, tais como as condições geográficas, físicas e biológicas de uma determinada época e local. Neste sentido, a disciplina História esta presente no currículo escolar para que o aluno possa compreender as ações e relações humanas (culturais, de trabalho e de poder) que compõem o processo histórico que é dinâmico, considerando a diversidade cultural e a memória da população local. O estudo da História na Educação Básica, na modalidade EJA deve partir das diferenças sociais e culturais existentes entre os alunos para que estes possam compreender o meio em que vivem, bem como sua própria história. Para tanto, é necessário explorar e ampliar as possibilidades de recortes temporais, de conceitos, de sujeitos e de suas experiências, favorecendo o aluno a elaborar conceitos que o ajudam a j refletir sobre processos históricos. Nesse contexto, foi elaborada a proposta do currículo minimo a ser adotado na rede estadual de ensino, na modalidade EJA. A elaboração desta proposta partiu da pesquisa realizada pela equipe nos currículos utilizados na rede, bem como em outros estados, além de pesquisa bibliográfica. EMENTA Dispõe sobre a proposta de currículo mínimo da disciplina História a ser trabalhada na rede estadual de ensino do Estado do Amapá, na modalidade da Educação de Jovens e Adultos - EJA, visando nortear os professores da disciplina História sobre os eixos a serem abordados em sala de aula. A construção histórica das comunidades, sociedades e seus processos de trabalho; A formação da cultura das civilizações; Relações entre as diversas sociedades e culturas; A história do Brasil e do Amapá; A análise de fontes e sua historicidade; Aspectos Sociais e Econômicos do Brasil. Desenvolver conceitos históricos contextualizados e interdisciplinares, mediante a articulação passado-presente, incorporando e (re)significando conteúdos e conhecimentos produzidos ao longo do Ens. Fundamental e na vivência do aluno: História: o tempo e o homem; Tempo físico e tempo histórico; Pluralidade e circularidade cultural; Identidade social (eu e o outro); Religiosidade e política; Hierarquização social; O mundo rural: ontem e hoje. Estado, poder e representatividade; A cultura e suas manifestações; Pluralidade e circularidade cultural. Estado, poder e representatividade; Construção de identidade nacional. Estado, poder e representatividade; Economia e trabalho; Vida e cotidiano social. ; Lutas e guerras; Revolução e reforma; Estado, nação e sociedade; Os direitos sociais e suas dimensões; Cultura e transformação; Ideologias e hegemonias; Nacionalismos e lutas sociais; Indústria cultural; Mídias e discursos; Ditadura e democracia; Lutas e tensões políticas; Estado, poder e representatividade; Cultura e resistência; Globalização e exclusão social; Neoliberalismo; História: continuidade e reconstruções. OBJETIVO GERAL Desenvolver no aluno a capacidade de identificar os processos históricos e reconhecer as relações de poder existente entre eles, de modo que sejam capazes de se constituírem sujeitos críticos, protagonistas de sua própria história. ESTRUTURA CURRICULAR HISTORIA - 2ª ETAPA – Ensino MEDIO 1° BIMESTRE EIXO A CRISE DO SISTEMA COLONIAL E INDEPENDÊNCIA DAS AMÉRICAS HABILIDADES E COMPETENCIAS - Caracterizar o processo de independência das Treze Colônias; - Comparar os processos de emancipação da América Espanhola e América Portuguesa; -Analisar as revoltas anti coloniais no Brasil; - Caracterizar o processo de Independência do Brasil. EIXO A FORMAÇÃO DO ESTADO NACIONAL BRASILEIRO: PODER E TRABALHO HABILIDADES E COMPETENCIAS - Analisar os movimentos sociais que atuaram nos processos de disputa pelo poder; - Discutir os limites da cidadania presentes no estado imperial; - Identificar estratégias de dominação e resistência que promovam inclusão e/ou exclusão social. HISTORIA - 2ª ETAPA – Ensino MEDIO 2° BIMESTRE EIXO MUDANÇAS POLÍTICAS E SOCIAIS OCORRIDAS NO BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XIX, GRUPOS SOCIAIS EM CONFLITO NO BRASIL REPUBLICANO E A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA NA REPÚBLICA VELHA HABILIDADES E COMPETENCIAS - Comparar o significado histórico-geográfico das organizações políticas e ocioeconômicas em escala local, regional; - Analisar o conceito de cidadania no Brasil republicano. EIXO GEOPOLÍTICA E CONFLITOS ENTRE OS SÉCULOS XIX E XX: IMPERIALISMO, A OCUPAÇÃO DA ÁFRICA E DA ÁSIA E SUAS IMPLICAÇÕES NA 1ª GUERRA MUNDIAL HABILIDADES E COMPETENCIAS - Identificar os significados histórico-geográficos das relações de poder entre as nações; - Compreender as diversidades socioculturais afro-asiáticas e analisar os conflitos decorrentes do processo de dominação. EIXO A ATUAÇÃO DOS GRUPOS SOCIAIS E OS PROCESSOS REVOLUCIONÁRIOS DO SÉCULO XX: MOVIMENTOS SOCIALISTAS HABILIDADES E COMPETENCIAS - Comparar a atuação dos movimentos sociais que contribuíram para mudanças em processos de disputa pelo poder; - Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações sócio-espaciais. ESTRUTURA CURRICULAR HISTORIA - 2ª ETAPA – Ensino MEDIO 3° BIMESTRE EIXO OS SISTEMAS TOTALITÁRIOS NA EUROPA DO SÉCULO XX: NAZI-FASCISMO; DITADURAS NA AMÉRICA LATINA E ESTADO NOVO NO BRASIL HABILIDADES E COMPETENCIAS - Avaliar criticamente conflitos culturais, sociais, políticos, econômicos ou ambientais ao longo da história; - Relacionar os movimentos sociopolíticos nacionais e mundiais. EIXO 2ª GUERRA E A BIPOLARIZAÇÃO DO MUNDO (GUERRA FRIA); BRASIL NO CONTEXTO DA GUERRA FRIA: DITADURA MILITAR NO BRASIL HABILIDADES E COMPETENCIAS - Analisar as relações de dominação e convivência, resistência entre sujeitos históricos; - Compreender a formação de alianças e conflitos no contexto de disputa por hegemonia. - Analisar os fatores e as consequências da Ditadura militar no Brasil. EIXO CONFLITOS POLÍTICO-CULTURAIS PÓS-GUERRA FRIA E REORGANIZAÇÃO GEOPOLÍTICA DO CONTINENTE AFRICANO. A LUTA PELA CONQUISTA DE DIREITOS PELOS CIDADÃOS: AS CONSTITUIÇÕES BRASILEIRAS HABILIDADES E COMPETENCIAS - Compreender a cidadania em uma perspectiva histórica, como resultado de lutas, confrontos e negociações. - Contextualizar o processo de descolonização da África e seus reflexos na atualidade. EIXO NOVA ORDEM INTERNACIONAL: SOCIALISMO DE MERCADO (RÚSSIA, CHINA E CUBA) E NEOLIBERALISMO HABILIDADES E COMPETENCIAS - Comparar as dinâmicas econômicas de diferentes sociedades EIXO UMA NOVA ORDEM REPUBLICANA DEMOCRÁTICA NO BRASIL HABILIDADES E COMPETENCIAS - Analisar o processo histórico de redemocratização ESTRUTURA CURRICULAR REFERÊNCIAS ABREU, Adriana & EMANUEL, Herbert. Macapá – A capital do meio do meio do mundo. São Paulo. Editora Cortez, 2008. AQUINO, Rubim. História das Sociedades. Ed. ao livro técnico, 1980. CAMILO. Janaína. Homens e pedras do desenho das fronteiras. A construção da Fortaleza de São José de Macapá (1764-1782). Brasília. Senado Federal, Conselho Editorial, 2009. GRECES. Crescimento do Jovem na Comunidade Cristã. Ed. salesiana, 1992. MOCELLIN, Renato. Para Aprender a História. Editora do Brasil, 1997. MORAIS, Paulo Dias & MORAIS, JurandirDias. O AMAPA EM PESPECTIVA. Editora Gráfica J.M. Macapá – AP-2005. PRIORE, Mary Del & VENÂNCIO, Renato Pinto. LIVRO DE OURO DA HISTORIA DO BRASIL e Renato Pinto Venâncio. Editora Ediouro. R.J, Rio de Janeiro REIS, Athur Cézar Ferreira. Limites e demarcações na Amazônia. Cecut. RODRIGUES, Joelma Éster. História em documento: imagem e texto. 2° Ed. – São Paulo. SANTOS, Fernando Rodrigues. História do Amapá: da autonomia territorial ao fim do janarismo-1943 a 1970. Belém: Grafinorte Ind. E Comércio, 2006. HISTORIA - 2ª ETAPA – Ensino MEDIO 4° BIMESTRE EIXO NOVA ORDEM INTERNACIONAL: SOCIALISMO DE MERCADO (RÚSSIA, CHINA E CUBA) E NEOLIBERALISMO HABILIDADES E COMPETENCIAS - Comparar as dinâmicas econômicas de diferentes sociedades. EIXO UMA NOVA ORDEM REPUBLICANA DEMOCRÁTICA NO BRASIL HABILIDADES E COMPETENCIAS - Analisar o processo histórico de redemocratização GEOGRAFIA APRESENTAÇÃO O currículo de geografia sofreu transformações desde a institucionalização da geografia como disciplina. Pode-se destacar três momentos: o período tradicional, no qual se privilegiou a geografia física, revelando seu caráter positivista e funcional, marcada pelo padrão natureza-homem-economia. O segundo momento, iniciado em meados da década de 80, a geografia tradicional passou a sofrer críticas baseadas na teoria marxista e esse fato influenciou diretamente os conteúdos curriculares da geografia na escola, mas não foi capaz de romper com a estrutura natureza-homem-economia. No entanto, propõe que se estude o espaço físico de forma integrada, envolvendo o humano e econômico em sua dimensão social e histórica. Essas mudanças provocaram a inserção de novos conteúdos no currículo da disciplina. O terceiro momento seria marcado não por uma desvinculação dos anteriores, na realidade, seria um aperfeiçoamento do segundo. No qual a geografia teve seus conteúdos alargados e por ganhar esse caráter dinâmico, passou a abordar temas até então considerados exclusivos de outras ciências como a história, economia e sociologia. Os conteúdos da disciplina geografia passaram a ter dimensões que ultrapassaram os limites, até então bem definidos, da geografia. A marca deste período seria a interdisciplinaridade, que permita ao aluno enxergar o espaço físico como um todo, onde ocorre as interações históricas, culturais, sociais e naturais, a partir da construção de conceitos como território, espaço, região, paisagem, natureza e sociedade. Nesse sentido, construir um currículo que tenha esse caráter interdisciplinar e que possibilite o aluno analisar seu espaço de forma crítica é um desafio, pois propor conteúdo a serem trabalhos em sala de aula exige o cuidado e a sensibilidade para não formar um currículo que tenha um fim em sim mesmo. A seleção de conteúdos deve atender a uma finalidade maior que é despertar o senso crítico no aluno. Durante a construção da proposta de um currículo mínimo da disciplina geografia para a modalidade da Educação de Jovens e Adultos da rede estadual de ensino do Estado do Amapá tivemos algumas dificuldades como tempo e a necessidade de dialogar com outros pares, mas buscamos utilizar o que já vem sendo trabalhado em sala, bem como ousamos propor novas formas de pensar e compreender a organização do espaço vivido pelo aluno da EJA. Além desta preocupação em escolher temas que despertem o senso crítico do aluno, também se pensou na seleção de conteúdos como forma de atrair a atenção do aluno, haja vista que é expressiva a evasão escolar nessa modalidade. Assim, elegeu-se eixos que permitam o aluno se enxergar dentro deste espaço como sujeito que contribui para as transformações do meio em que vive. Nesse contexto, foi elaborada a proposta do currículo mínimo a ser adotado na rede estadual de ensino, na modalidade EJA. A elaboração desta proposta partiu da pesquisa realizada pela equipe nos currículos utilizados na rede, bem como em outros estados, além de pesquisa bibliográfica. EMENTA Dispõe sobre a proposta de currículo mínimo da disciplina Geografia a ser trabalhada na rede estadual de ensino do Estado do Amapá, na modalidade da Educação de Jovens e Adultos - EJA, visando nortear os professores da disciplina História sobre os eixos a serem abordados em sala de aula. OBJETIVO GERAL Desenvolver no aluno atitudes cognitivas e sensoriais (refletir, criticar, sentir) para que o mesmo possa agir conscientemente nesse espaço integrado que hoje vivemos. ESTRUTURA CURRICULAR GEOGRAFIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 1° BIMESTRE EIXO MATRIZ ENERGÉTICA E AS ENERGIAS ALTERNATIVAS HABILIDADES E COMPETENCIAS - Compreender e localizar a infraestrutura energética no mundo: a geopolítica do petróleo, a crise do petróleo no mundo, o carvão, gás natural, energia nuclear, energia elétrica e fontes alternativas. - Identificar e localizar as matrizes energéticas no Brasil: sua estrutura, evolução e aspectos socioeconômicos. - Analisar as implicações econômicas, políticas, sociais e ambientais das matrizes energéticas brasileiras. - Reconhecer e compreender a importância das fontes de energia alternativas brasileiras (álcool, biodiesel e outros). - Identificar e classificar as fontes energéticas. - Compreender a importância geopolítica das fontes energéticas, em especial, o petróleo. GEOGRAFIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 2° BIMESTRE EIXO RECURSOS HIDRÍCOS HABILIDADES E COMPETENCIAS - Identificar as principais Bacias hidrográficas; - verificar a utilização dos recursos hídricos; proteção dos recursos hídricos; crise ESTRUTURA CURRICULAR GEOGRAFIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 3° BIMESTRE EIXO AS REDES DE TRANSPORTES E INFORMACIONAIS HABILIDADES E COMPETENCIAS - Levantar e identificar os tipos de modais: hidroviário, ferroviário, rodoviário e aeroviário. - Identificar e compreender os modais de acordo com o processo de logística e organização espacial (vantagens e desvantagens). - Compreender a utilização do transporte intermodal em escala local e global. - Analisar e contextualizar o processo histórico dos meios de transporte do Brasil. - Compreender o desenvolvimento técnico e tecnológico e sua relação com a evolução dos meios de comunicação. - Identificar a existência dos canais de comunicação contemporâneos (telecomunicações e infovias). - Analisar a compressão espaço/tempo e suas consequências na integração do território brasileiro. GEOGRAFIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 4° BIMESTRE EIXO UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NO AMAPÁ HABILIDADES E COMPETENCIAS - Analisar o conceito de unidade de conservação; conhecer as espécies, conhecer, através de visitas e mapas as unidades de conservação existentes do estado, verificar as atividades desenvolvidas em torno dessas áreas. - Observar através de mapas as unidades de conservação existentes no Estado do Amapá. REFERÊNCIAS AGUIAR, J. S. Educação Inclusiva: Jogos para o ensino de conceitos. Campinas: Papirus,2013 ALENTEJANO, Paulo R.R.; ROCHA-LEÃO, Otávio M. O trabalho de campo, uma ferramenta essencial para os geógrafos ou um instrumento banalizado? Boletim Paulista de Geografia. São Paulo: AGB/SP n.84.pp.51-67, jul.2006 ALMEIDA, R. D. Cartografia Escolar. São Paulo: Contexto, 2008. ALMEIDA, R. D. Do Desenho ao Mapa: Iniciação cartográfica na escola. São Paulo: Contexto, 2006. ANTONELLO, I.; MOURA, J. D. P.; TSUKAMOTO, R. Y. Múltiplas Geografias: ensino- pesquisa-reflexão. Vol. II, Londrina: Ed. Humanidades, 2005. ANTONELLO, I.; MOURA, J. D. P.; TSUKAMOTO, R. Y. Múltiplas Geografias: ensino- pesquisa-reflexão. Vol. III, Londrina: Ed. Humanidades, 2006. ARCHELA, R. S.; CALVENTE, M. C. M. H. Ensino de Geografia: tecnologias digitais e outras técnicaspasso a passo. Londrina: Eduel, 2008. DINIZ, Flávio G; ARAÚJO, Thyago F. de. O uso de filmes no ensino de geografia: uma discussão sobre a representação da África.10ºEncontro Nacional de Prática de Ensino em Geografia, Porto Alegre: 2009. FRANCISCHETT, M. N. A Cartografia no Ensino de Geografia: construindo os caminhos do cotidiano. Rio de Janeiro: Litteris Ed.: Kroart, 2002. FRANCISCHETT, M. N. A Cartografia no ensino de Geografia: aprendizagem mediada. Cascavel: EDUNIOESTE, 2004. VESENTINI, J. W. (Org.) O Ensino de Geografia no Século XXI. Campinas: Papirus,2004 SOCIOLOGIA APRESENTAÇÃO Sociologia é a ciência que estuda a sociedade humana e a interação entre os homens. Interessa-se pelo modo como são criadas, mantidas e transformadas as organizações e as instituições que dão forma à estrutura social, pelo efeito que têm sobre o comportamento individual e social, e pelas transformações provocadas pela interação social. Seu terreno de investigação é bastante amplo, podendo abranger desde motivos pelos quais as pessoas selecionam suas amizades até as relações de poder ou as razões das desigualdades sociais. É, portanto, o ramo do conhecimento que faz das relações humanas seu objeto, aplicando de modo sistemático a razão e a observação e integrando explicações teóricas e métodos quantitativos e qualitativos de verificação empírica. Assim, no que se refere ao componente curricular de Sociologia da Educação de Jovens e Adultos - EJA é importante ressaltar que este componente está organizado na seguinte forma: eixo, habilidades, competências, ementa, objetivo geral e estrutura curricular. Esse modelo de estrutura curricular pautada nas competências e habilidades ajuda a selecionar melhor os conteúdos já que facilita a compreensão do professor mediador do conhecimento. Certamente não são os conteúdos que diferenciam as disciplinas umas das outras, e sim a postura cognitiva diferente diante da vida. E na EJA é necessário também ensinar sobre a vida na perspectiva sociológica. Portanto, esta proposta curricular é de fundamental importância visto que essa modalidade de ensino EJA é um dos espaços em que os seres humanos desenvolvem a capacidade de pensar, ler, interpretar, reinventar o seu mundo, e suas relações sociais por meio de um currículo reflexivo. Nesse sentido a mediação entre jovens e adultos, seus saberes e o conhecimento científico são recursos de transformação propostos no currículo de Sociologia. EMENTA Este componente curricular propõe abordar as seguintes temáticas: Sociedade, suas transformações e as Ciências Sociais. As primeiras inquietações e influências para o surgimento da Sociologia. Indivíduo e sociedade: a realidade como objeto de estudo. O processo de socialização: primários e secundários. Grupos sociais. Estratificação social. Instituições sociais. O Clássico da Sociologia: Émile Durkheim. O método de análise sociológico da realidade social: Funcionalismo– Durkheim. Educação. O Clássico da Sociologia: Max Weber. O método de análise sociológico da realidade social: Compreensivo – Weber. Democracia. Poder, política e Estado: formas de exercício do poder. O Clássico da Sociologia: Karl Marx. O método de análise sociológico da realidade social: Materialismo Histórico Dialético –Marx. Trabalho e sociedade. Emprego e desemprego. Cidadania. Cultura e suas transformações. OBJETIVO GERAL Conduzir o aluno nas principais questões conceituais e metodológicas do componente sociologia, propiciando uma formação capaz de analisar e corresponder o contexto social do ser humano, fazendo com que os próprios educandos através do que lhes forem ministrado para a sua formação básica, despertem para uma reflexão crítica no que se refere aos problemas do meio social, do ambiental e das relações sociais que fazem parte do seu cotidiano, construindo a capacidade de transformação do ser alienado para o cidadão consciente e/ou sensibilizado, face aos desafios impostos por uma sociedade globalizada. SOCIOLOGIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 2° BIMESTRE EIXO 1. O Clássico da Sociologia: Max Weber. 2. O método de análise sociológico da realidade social: Compreensivo – Max Weber. 3. Democracia. 4. Poder, política e Estado: formas de exercício do poder. HABILIDADES E COMPETENCIAS 1.1- Entender o pensamento sociológico que Max Weber valeu-se para fundamentar suas análises, para a compreensão dos fenômenos sociais. 1.2- Identificar o método Compreensivo com o entendimento de uma análise dos sentidos que o homem dá à vida e às suas ações em diferentes significados. 4.1- Compreender como se processa o desenvolvimento da democracia, seus vínculos com os conceitos de cidadania e direitos humanos e a importância da participação política para a afirmação desses direitos. 4.2- Traçar debates sobre as relações de poder: o econômico, o ideológico e o político, como instrumentos que se disseminam por toda a sociedade. 4.3- Reconhecer as inter-relações entre o poder, a política e o Estado, bem como suas influências no cotidiano. ESTRUTURA CURRICULAR ESTRUTURA CURRICULAR – SOCIOLOGIA SOCIOLOGIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 1° BIMESTRE EIXO 1. O Clássico da Sociologia: Émile Durkheim. 2. O método de análise sociológico da realidade social: Funcionalismo – Émile Durkheim. 3. Educação. HABILIDADES E COMPETENCIAS 1.1- Entender a contribuição de Émile Durkheim no segmento de suas análises e explicações dos fenômenos sociais e à construção do conhecimento. 1.2- Analisar a corrente sociológica do Funcionalismo e a sua contribuição de interdependência na sociedade. 1.3- Compreender dentro da análise do pensamento de Durkheim, a função que a Educação desempenha para a coletividade. SOCIOLOGIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 3° BIMESTRE EIXO 1. O Clássico da Sociologia: Karl Marx. 2. O método de análise sociológico da realidade social: Materialismo Histórico Dialético – Karl Marx. 3. Trabalho e sociedade. 4. Emprego e desemprego. 5. Cidadania. HABILIDADES E COMPETENCIAS 1.1- Entender a ideologia e a dinâmica pensada por Karl Marx entre o conflito e os diferentes interesses que provocaram as transformações históricas, surgindo novos modos de produção de bens materiais. 1.2- Compreender a explicação do método sociológico de Karl Marx que combina a interpretação materialista da história e a análise dialética da realidade social. 5.1- Identificar os diferentes modos de organização do trabalho. 5.2- Comparar as relações entre profissionalização e a dinâmica das tendências, e exigências do mercado de trabalho no mundo atual. 5.3- Estabelecer uma reflexão sobre as formas de desigualdades existentes em relação ao trabalho e emprego. 5.4- Reconhecer a cidadania como conquista valiosa de direitos de igualdade e respeito dentro de princípios morais e de convivência social. SOCIOLOGIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 4° BIMESTRE EIXO CULTURA E SUAS TRANSFORMAÇÕES HABILIDADES E COMPETENCIAS - Analisar as duas diferentes faces da cultura, sendo em primeiro: práticas, saberes, valores e normas dos diferentes agrupamentos humanos e em segundo: refletir a cultura na visão de mundo. - Construir uma visão crítica na sociedade contemporânea sobre os meios de comunicação de massa, por seu papel central na difusão de ideologias e a indústria cultural como o conjunto dos veículos de comunicação controlados pela classe dominante. ESTRUTURA CURRICULAR REFERÊNCIAS ANTUNES, Ricardo. A crise, o desemprego e alguns desafios atuais. Serv. Soc. Soc., São Paulo, n. 104, out./dez.2010. ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. 6. Ed. Trad. Sérgio Bath. São Paulo: Martins Fontes, 2002. (Coleção Tópicos). BAUMAN, Zygmunt. Aprendendo a pensar com a Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 2010 BECHER, Howard S. Falando da sociedade: ensaio sobre as diferentes maneiras de representar o social. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. CLEMENT, Charles; HIGUCHI, Niro. A floresta amazônica e o futuro do Brasil. Ciência & Cultura – temas e tendências: Amazônia, artigos. Revista da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, ano 58, n. 3, jul./ago./set. 2006, p. 44-51 COSTA, Albertina; SORJ, Bila; BRUSCHINI, Cristina; HIRATA, Helena (Orgs.). Mercado de trabalho e gênero: comparações internacionais. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2008. DALLARI, Dalmo. Direitos humanos e cidadania. São Paulo: moderna, 2004. DAYRELL, Juarez. O rap e o funk na socialização da juventude. Revista Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 28, n. 1, jan./jun. 2002. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ep/v28n1/11660.pdf. Acesso em 21 mar. 2013 FLORIANI, Dimas. Conhecimento, meio ambiente & globalização. Curitiba: Juruá, 2004 FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2011 FRY, Peter; MACRAE, Edward. O que é homossexualidade? São Paulo: Brasiliense, 1983 GAIGER, Luiz. Significado e tendências da economia solidária. In: CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES – CUT (Org.). Sindicalismo e economia solidária. São Paulo: CUT, 1999. GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara, 1989 GONÇALVES, L. A. O.; SILVA, P.B.G.O jogo das diferenças: multiculturalismo e seus contextos. Belo Horizonte: Autêntica, 1998 GONH, Maria da Glória Marcondes. História dos movimentos e lutas sociais: a construção da cidadania dos brasileiros. São Paulo: Loyola, 1997 IANNI, Octavio. Teorias da globalização. 13.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006 MARTINEZ-ALIER, J. Justiça ambiental e distribuição ecológica de conflitos. In: FERREIRA, Leila (Org.). A Sociologia no horizonte do século XXI. São Paulo: Bom tempo, 2002. P. 122- 135 DAYRELL, Juarez. O rap e o funk na socialização da juventude. Revista Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 28, n. 1, jan./jun. 2002. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ep/v28n1/11660.pdf. Acesso em 21 mar. 2013. FLORIANI, Dimas. Conhecimento, meio ambiente & globalização. Curitiba: Juruá, 2004 FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2011. http://www.scielo.br/pdf/ep/v28n1/11660.pdf http://www.scielo.br/pdf/ep/v28n1/11660.pdf http://www.scielo.br/pdf/ep/v28n1/11660.pdf http://www.scielo.br/pdf/ep/v28n1/11660.pdf FRY, Peter; MACRAE, Edward. O que é homossexualidade? São Paulo: Brasiliense, 1983. GAIGER, Luiz. Significado e tendências da economia solidária. In: CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES – CUT (Org.). Sindicalismo e economia solidária. São Paulo: CUT, 1999 GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara, 1989. GONÇALVES, L. A. O.; SILVA, P.B.G.O jogo das diferenças: multiculturalismo e seus contextos. Belo Horizonte: Autêntica, 199 GONH, Maria da Glória Marcondes. História dos movimentos e lutas sociais: a construção da cidadania dos brasileiros. São Paulo: Loyola, 1997. IANNI, Octavio. Teorias da globalização. 13.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006 MARTINEZ-ALIER, J. Justiça ambiental e distribuição ecológica de conflitos. In: FERREIRA, Leila (Org.). A Sociologia no horizonte do século XXI. São Paulo: Bom tempo, 2002. P. 122- 135 MORIN, Edgar. Ciência com consciência. Lisboa: Publicações Europa-América, 1994. FILOSOFIA APRESENTAÇÃO A elaboração da Proposta Curricular do ensino de filosofia para educação de Jovens e Adultos das 1ª e 2ª etapas do ensino médio,foi uma construção coletiva e faz parte do esforço dos professores e professoras técnicos e técnicas da Secretaria de Educação do Estado do Amapá (SEED), e representa um momento importante para a educação do estado em que diversos setores compartilharam saberes em prol de avanços nas diretrizes e princípios educacionais e também na organização curricular da rede pública do estado do Amapá. Trata-se de uma primeira proposta de Conteúdo Básico Comum – CBC para a área de Filosofia, motivada pela Resolução nº 4 do CNE / CEB, de 16/08/2006, que garante a obrigatoriedade da disciplina Filosofia no Ensino Médio, Será apresentada por eixos temáticos trabalhados a partir do desenvolvimento de competências e habilidades que devem permear os planos de curso e as aulas, com intuito de estabelecer um currículo escolar que esteja em consonância com as transformações sociais na atualidade. O principal objetivo é orientar o processo de ensino aprendizagem e também as práticas pedagógicas nas salas de aula da rede estadual de ensino, contribuindo assim, para a qualidade da Educação, e proporcionando a todos uma educação de qualidade, pautada na Educação em Direitos Humanos, que garanta a sistematização dos conhecimentos desenvolvidos na sociedade e o desenvolvimento integral do ser humano. Dessa forma, antes de tudo, este documento deve ser usado cotidianamente como parte do material pedagógico de que dispõe o educador EMENTA A finalidade da Filosofia no Ensino Médio contido nas dimensões da lei nº: 9.394/96 e respectiva Lei nº 11.684, que deu força de lei ao parecer nº 38/2006, vem reconhecer a sua importância histórica na formação de todas as ciências e a sua contribuição para que os indivíduos sejam sujeitos de si mesmos conscientes e construtores de sua história, buscando prepará-los para uma vida criativa, atuante e distante de uma visão fragmentada sobre as questões que se desenrolam no meio em que vivem. Colocamos a proposta a seguir com a finalidade de orientar o campo curricular do ensino de filosofia de nível médio, em seu segmento EJA, visando adequar seu conteúdo às condições objetivas em que tal ensino pode se dar. Nesse sentido, levamos em conta os limites pedagógicos inerentes à sua estrutura, como por exemplo, carga horária reduzida, turno noturno e alto grau de heterogeneidade social, psicológica e epistemológica dos estudantes. OBJETIVO GERAL Compreender dialeticamente o processo do conhecimento, no qual somos herdeiros e construtores, com limites e possibilidades de participação ativa, oportunizando para que o educando desenvolva as competências necessárias da reflexão filosófica, como instrumento da formação cidadã. ESTRUTURA CURRICULAR FILOSOFIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 1° BIMESTRE EIXO O QUE É CONHECIMENTO? HABILIDADES E COMPETENCIAS - Analisar as noções de aparência e de realidade - Identificar e compreender as condições de possibilidades do conhecimento. - Diferenciar o conhecimento fundamentado em argumentos e o saber baseado na autoridade - Reconhecer a importância da Filosofia para sua formação cognitiva, intelectual, afetiva e social. - Caracterizar o conhecimento no pensamento dos primeiros filósofos. - Compreender a diferença entre conhecimento empírico e cientifico FILOSOFIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 3° BIMESTRE EIXO FILOSOFIA, POLITICA E CIDADANIA HABILIDADES E COMPETENCIAS - Conceituar política a partir da concepção grega de polis. -.Diferenciar política de politicagem. - Compreender a relação entre liberdade e responsabilidade. - Reconhecer que a luta pela conquista dos Direitos Humanos se dá a partir da necessidade de melhorias das condições de vida do homem. - Reconhecer o conflito ideológico existente entre as classes sociais. FILOSOFIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 4° BIMESTRE EIXO PROBLEMATIZANDO A RAZÃO HABILIDADES E COMPETENCIAS - Situar e discutir os limites da noção de razão na modernidade. - Reconhecer as diferenças entre ciênciae cientificismo. - Identificar e analisar as finalidades da escola enquanto espaço de democratização do saber e de construção do conhecimento. ESTRUTURA CURRICULAR FILOSOFIA - 2ª ETAPA – Ensino Medio 2° BIMESTRE EIXO INSTRUMENTO DO PENSAR FILOSOFICO HABILIDADES E COMPETENCIAS - Apropriar-se de princípios e de alguns dos instrumentos da lógica para o pensar filosófico. - Desenvolver o raciocínio lógico e a argumentação. REFERÊNCIAS ARANHA, Maria Lúcia de Arruda e MARTINS, Maria Helena Pires. Temas de filosofia. São Paulo: Moderna, 2009. CHALITA, Gabriel. Vivendo a Filosofia. São Paulo: Ática, 2009. CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. Editora Ática, São Paulo, 2013- 13ª ed COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia. São Paulo: Saraiva, 2008. FAGUNDES. Márcia Botelho. Aprendendo valores éticos. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. GARDER, Jostein. O Mundo de Sofia. São Paulo: Cia das Letras, 2005 INÊS, Lacerda Araújo. Introdução à Filosofia da Ciência. Ed. UFPR; 2004 MINAS GERAIS, Secretaria do Estado, Proposta curricular ensino médio PERNAMBUCO, Parâmetros Curriculares de Filosofia e Sociologia – Educação de Jovens e Adultos -2013. RIO DE JANEIRO, Currículo mínimo filosofia, 2012 RONDONIA, Referencial Curricular do Ensino Médio, .2012