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3 TASLY TATYANE OLIVEIRA NEVES DO NASCIMENTO RELATÓRIO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CURRICULAR I ANHANGUERA CARUARU LICENCIATURA-PEDAGOGIA Caruaru 2023 4 Caruaru 2021 RELATÓRIO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CURRICULAR I Relatório apresentado à Anhanguera Caruaru, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de Estágio Obrigatório I. TASLY TATYANE OLIVEIRA NEVES DO NASCIMENTO 5 SUMÁRIO 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS ..................................................... 7 2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) ...... 10 3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE .................... 12 4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA ................ 16 5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC ....................................... 17 6 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE ...................... 18 7 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE .......... 20 8 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS 22 9 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR ....................................................................................... 24 10 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA ......................................................... 25 11 RELATO DA OBSERVAÇÃO.......................................................................... 26 12 PLANOS DE AULA ......................................................................................... 28 13 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR... 33 14 RELATO DA REGÊNCIA ................................................................................ 34 16. VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO ....................................................................... 36 17. CONSIDERAÇÕES FINAIS...............................................................................37 18. REFERÊNCIAS..................................................................................................38 6 INTRODUÇÃO O estágio é de suma importância para a construção da identidade profissional do discente, uma vez que proporciona ao mesmo ultrapassar os limites da teoria e conhecer na prática um dos possíveis ambientes de atuação profissional. Sobre essa identidade profissional, Pimenta (1999) diz que não é algo imutável, ou seja, que ficará permanente e não sofrerá mudanças, mas sim, se trata de um processo de construção do sujeito no meio social e contexto histórico em que está inserido. Sendo assim, o estágio em docência é de suma importância para a formação do educando, uma vez que, como já dito, possibilita que este se insira no meio em que futuramente poderá atuar, e assim, comece a moldar sua identidade. Sendo assim, o presente trabalho traz uma síntese do que foi estudado e assimilado pelo estagiário, desde de concepções acerca do desenvolvimento infantil, até a elaboração dos planos de aula possíveis de serem aplicados no ambiente escolar. Para isso, o trabalho está dividido em 05 capítulos, sendo: o primeiro abordando a concepção do desenvolvimento a partir da psicologia histórico- cultural de Vygotsky; no segundo capitulo, trazemos considerações acerca do Projeto Político Pedagógico escola, mostrando sua importância para a escola; O terceiro capítulo aborda os Temas Contemporâneos Transversais; no quarto capitulo, breves considerações acerca da atuação do professor e sua inter-relação com a equipe pedagógica; e no quinto capitulo, apresentamos 02 planos de aula considerando a Situação Problema proposta no Plano de Trabalho. Por fim, as considerações finais, fazendo um apanhado geral do trabalho e da experiência com a Educação Infantil. 7 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS Nas suas diversas etapas e modalidades de ensino na Educação Básica, surgem os debates acerca da função da Educação Infantil (0 a 6 anos), considerada por muitos, como “ante escolar”, pois “[...] a especificidade da educação da criança pequena implica a negação e o rompimento dos laços com o modelo escolar de atendimento educacional” (PASQUALINI, 2010, p.163), adotando papel do cuidar-educar, afastando seu foco do processo de ensino aprendizagem que são as bases nas aulas do ensino fundamental e médio, pautando nas atividades educativo-pedagógicas. No entanto, é errôneo o pensamento de que a fase da educação infantil não tem importância alguma para o desenvolvimento infantil e para a vida escolar do aluno, e através da psicologia histórico-cultural, apresentada por Vygotsky, Leontieve Elkonin, é que buscamos resinificar a função da educação infantil e o papel do professor neste processo. Para isso, utilizamos como referência o texto “O papel do professor e do ensino na Educação Infantil: A perspectiva de Vigotski, Leontief e Elkonin”, de Juliana Campregher Pasqualini. O conceito d e desenvolvimento numa perspectiva histórico-cultural está relacionado ao papel que o meio social exerce no processo de desenvolvimento da psique infantil, indo de encontro com o postulado por Jean Piaget, por exemplo, que define uma sequência espontânea e biológica do desenvolvimento cognitivo, que se inicia com a e tapa sensório-motora e termina com a etapa operatório-formal. Já a teoria apresentada por Vygotsky, e ratificada por Leontiev e Elkonin, postula que o desenvolvimento cognitivo não pode ser estabelecido por estágio definidos e universais para todas as crianças, mas sim, num constante desenvolvimento influenciado pelo meio social onde ela está inserida, logo, não ocorre de forma espontânea e natural, mas sim, provocada, determinada pelo meio social. A mediação do adulto neste processo é de fundamental importância 8 na medida em que, como dito, o desenvolvimento cognitivo deve ser provocado, não se dá de forma natural, ou seja, os objetos sociais simplesmente postos, não serão apropriados pela criança, mas a partir da provocação do adulto – nesse caso, do educador – a criança assimilará o que está sendo proposto, ou seja, estará aprendendo, de certa forma, “alimentando” os processos lógicos superiores, que somente podem ser desenvolvidos pelos seres humanos. Nesse sentido, estabelece-se uma relação indissociável entre o ensino e aprendizagem, uma vez que esses são a “fonte de desenvolvimento mental”. Para isso, Vygotsky em sua teoria histórico-cultural do desenvolvimento psicológico, traz os conceitos das zonas de desenvolvimento real e proximal/potencial. A Zona de Desenvolvimento Real (ZDR), é aquilo que a criança consegue desenvolver de forma autônoma, sem a ajuda de terceiros, já a Zona de Desenvolvimento Proximal ou Potencial (ZDP), atua naquilo que acriança ainda não consegue fazer autonomamente, o educador irá proporcionar as atividades que irão conduzir o desenvolvimento psíquico da criança a sair, ultrapassar essa zona de desenvolvimento, transformando aquilo que ela ainda não consegui realizar sozinha, em atividade que a criança poderá realizar de forma autônoma, ou seja, é uma transição entre a ZDR e a ZDP, que só ocorre com a ação do educador junto acriança. Desta forma, “Fica evidente que as funções psicológicas devem ser ‘cultivadas’ na criança pelo educador e que isso não significa submeter a criança a um treinamento mecânico” (PASQUALINI, 2010, p. 177), para isso, o educador na Educação Infantil terá como principais ferramentas o lúdico, representando pelas brincadeiras e jogos diretivos, que são aqueles com objetivos de proporcionar o desenvolvimento psíquico da criança. O jogo e as brincadeiras, quando organizadas adequadamente na Educação Infantil, vão aflorando na criança sua consciência de ser, com dito anteriormente, seus processos lógicos superiores. Conclui-se, com base na psicologia histórico-cultural, que o ensino está sim 9 presente na Educação Infantil, que a fase pré-escolar é de fundamental importância para o prosseguimento escolar da criança, uma vez que, nessa fase, quando aportadas em um trabalho pedagógico bem organizado proporcionará à criança uma necessidade constante de fazer esforços mentais, e isso, surtirá efeitos positivos nas fases posteriores da escola. O educador, não se restringe ao simples acompanhador das crianças, mas em peça fundamental na transmissão de culturas presentes na sociedade, proporcionando às crianças as possibilidades de desenvolvimento psicológico. 10 2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) Toda escola tem objetivos que deseja alcançar, metas a cumprir e sonhos a realizar. O conjunto dessas aspirações, bem como os meios para concretizá-las, é o que dá forma e vida ao chamado projeto político-pedagógico - o famoso PPP. Se você prestar atenção, as próprias palavras que compõem o nome do documento dizem muito sobre ele: É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir. É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao processo de ensino e aprendizagem É por meio do PPP que a escola define e articula quais conteúdos serão ensinados e como, a partir da realidade social, cultural e econômica em que está presente. Assim, deve ser construído de acordo com as especificidades de cada escola e ser flexível para atender as demandas específicas dos alunos. O Projeto Político Pedagógico deve ser realizado a partir de um diagnóstico interno da instituição, levando em consideração os dados de matrícula, inadimplência e outras informações específicas da escola. A partir disso, o PPP deve funcionar como um norteador para as atividades da escola e contemplar não apenas os objetivos e metas, mas também as ações que serão tomadas para alcançá-los, levando em consideração a realidade da instituição de ensino. Por isso, o Projeto Político Pedagógico deve ser atualizado no início de todo ano letivo e consultado periodicamente para garantir que seja colocado em prática. É fundamental que os indicadores trazidos pelo documento sejam usados como base para melhorar o ensino e o atendimento à comunidade escolar. 11 Como o nome bem diz, a Base Nacional Comum Curricular é um ponto de partida para que as unidades da Federação definam suas propostas curriculares e as escolas, seus Projetos Político Pedagógicos (PPP s). As dez competências gerais da BNCC são um conjunto de conhecimentos, habilidades, valore se atitudes que buscam promover o desenvolvimento dos estudantes em todas as suas dimensões: intelectual, física, social, emocional e cultural. Os currículos deverão ser compostos por uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por um a parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e perfil dos próprios educandos. No que diz respeito ao atendimento da Educação Infantil, são oferecidos os requisitos indispensáveis para o desenvolvimento dessa primeira etapa, a qual tem como objetivo trabalhar o desenvolvimento integral da criança, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social. As competências gerais da BNCC são como os novos fundamentos da educação brasileira, a fim de construir um ensino linear. 12 3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE A Docência na Educação Infantil é uma área que tem como preocupação os processos de ensino e de aprendizagem de alunos da mais tenra idade que estão estruturando o seu mundo por meio das experiências que lhe são oportunizadas, inclusive as do no ambiente escolar. A educação infantil é um apoio ao desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor. Contribui para o desenvolvimento das habilidades e competências das crianças. O curso foi pensado com o objetivo de especializar profissionais que desenvolvem ou venham a desenvolver trabalhos junto à criança do ensino infantil e de séries iniciais, para fornecer conteúdo teórico-prático que contribuam com sua prática docente. Podemos definir três passos ou até mesmo atividades que compõem parte da rotina de trabalho do professor, são: elaboração de aulas, correção de atividades e capacitação constante. Acompanhamento do desempenho dos alunos, elaboração dos conteúdos dá aulas e constante capacitação profissional com variedade de cursos que estiverem disponíveis para cada dia melhorar sua aula em sala. Sobre a rotina do trabalho do professor da educação infantil podemos citar o planejamento, a execução e a avaliação. Isso porque a educação infantil serve para as crianças como forma de socialização tendo em vista que alguns conceitos são aprendidos aplicados a prática de socialização. Importante perceber assim que isso está de acordo com os teóricos da época que fomentavam a divisão de acordo com as habilidade que cada criança possui. Acolhida: Esse é o primeiro momento do dia que a criança terá contato com a sala de aula, o professor e os colegas e, por isso, é importante que ela se sinta animada para toda a rotina. Uma sugestão é criar na sala um ambiente com jogos e brinquedos que possam ser utilizados pelas crianças enquanto a professora recebe a cada um. Elas também podem ser recebidas com música, com cumprimentos especiais e serem convidadas a ocuparem um espaço específico. Hora da roda: Aqui cabe ao educador organizar o espaço, para que todos os 13 que desejam possam falar, para que todos estejam sentados de forma que possam ver-se uns aos outros, além de fomentar as conversas, estimulando as crianças a falarem, e promovendo o respeito pela fala de cada um. Através das falas, o professor pode conhecer cada um de seus alunos, e observar quais são os temas e assuntos de interesse destas. Na roda, o educador pode desenvolver atividades que estimulam a construção do conhecimento acerca de diversos códigos e linguagens como, por exemplo, marcação do dia no calendário, brincadeiras com crachás contendo os nomes das crianças, jogos dos mais diversos tipos. Hora da brincadeira: Brincar é a linguagem natural da criança, e mais importante delas. Acredita-se que a brincadeiraé uma atividade essencial na Educação Infantil, onde a criança pode expressar suas ideias, sentimentos e conflitos, mostrando ao educador e aos seus colegas como é o seu mundo, o seu dia-a-dia. A brincadeira é, para a criança, a mais valiosa oportunidade de aprender a conviver com pessoas muito diferentes entre si; de compartilhar ideias, regras, objetos e brinquedos, superando progressivamente o seu egocentrismo característico; de solucionar os conflitos que surgem, tornando-se autônoma; de experimentar papéis, desenvolvendo as bases da sua personalidade. Já a capacitação constante deve acontecer sempre que o professor se deparar com novos desafios em seu processo de ensino, por exemplo: se houve dificuldade em prender atenção, buscar se capacitar nas metodologias. Mas também, de ultrapassar a ideia de fazer capacitações apenas quando encontrar dificuldades, uma vez que o professor deve se manter sempre atualizado, em estudo contínuo das transformações societárias, éticas pedagógicas e metodologias. Preparo da aula - Organizar o material didático, - Fazer o levantamento de recursos variados para ensinar o conteúdo, - Cuidar da decoração da sala. O preparo da aula deve ser feito em conformidade comas fases da aprendizagem. O material didático deverá ser organizado de acordo com o objetivo que se deseja alcança. O professor deverá levar para a sala os recursos que precisará usar para colocar em prática o que planejou. O professor deverá decorar a sala levando em conta o conteúdo que está sendo ensinado e a idade dos alunos. A rotina do professor é muito atarefada, existem muitas atribuições que estão presentes no desenvolvimento profissional do docente. Três dessas atribuições são: Elaboração de aulas, correção de atividades e provas e a 14 capacitação profissional pessoal constante. O desenvolvimento de um professor em sua carreira é constante, por esse motivo, a capacitação profissional deve ser constante até mesmo por que o conhecimento é renovado a cada dia. A equipe gestora orienta o professor tendo como referência a utilização do Projeto Político Pedagógico e da Proposta Curricular, estabelecendo o que e como se ensina, as formas de avaliação da aprendizagem, a organização do tempo e o uso do espaço na escola, entre outros pontos. A proposta curricular - Estabelecer o que e como se ensina, as formas de avaliação da aprendizagem, a organização do tempo e o uso do espaço na escola, entre outros pontos. A formação dos professores - A maneira como a equipe vai se organizar para cumprir as necessidades originadas pelas intenções educativas. A gestão administrativa - Que tem como função principal viabilizar o que for necessário para que os demais pontos funcionem dentro da construção da "escola que se quer". Inicialmente, vale ressaltar que todo professor e toda escola deve seguir a proposta curricular nacional, estabelecida pela Lei de Di retrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN). Assim sendo, todo Projeto Político Pedagógico deve ter tal Lei como base e referência, podendo assim ser utilizada para orientação de professores que estejam com dificuldades ou que tenham iniciado sua carreira de maneira recente. E por meio do próprio PPP, onde se define o que ensinar, as possíveis metodologias utilizadas e também as formas de avaliação e de organização do próprio professor. Também é possível orientar por meio de formações e capacitações, de maneira que os professores relembrem o que uma vez já estudada no seu processo de formação e até mesmo, trazendo um conhecimento mais aprofundando quando se fazer necessário, por exemplo, quando a escola possui algum aluno especial e nota que os professores estão com dificuldades no ensino do mesmo, é possível propor uma capacitação mais especializada. Por esse motivo, a gestão administrativa escolar se faz tão necessária, uma vez que cabe a ela observar como os professores estão realizando suas aulas, seus planejamento e avaliação. No entanto, é importante que isso aconteça em um processo de abertura democrática e de diálogo, para que ambas as partes possam se entender e par que o professor possa de fato, vestir a 15 camisa do Projeto Político Pedagógico da escola. 16 4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA A proposta da escola escolhida é cuidar e educar seus alunos da melhor forma possível. Ensinar através de brincadeiras, jogos e atividades lúdicas. Ali se colocara em pratica todos os assuntos debatidos em sala e livros das matérias especificas que trabalham o estágio. Através de jogos, conversar, livros, leituras diversas, até mesmo em atividades fora de sala. Atividades que usem métodos de pesquisas em internet, livros, revistas, fora de campo da escola como entrevistas, aulas campais que ajudem no melhor entendimento do aluno. Assim aplicará a matéria de forma clara e simples e deixando o assunto ser mais pesquisado pelo o estudante. A forma de trabalhar melhor e solucionar o problema de sala de aula, e saber o porquê estão aumentando a quantidade de alunos com desenvolvimento baixo nessa escola. Trabalhar com alunos a dificuldade deles e ensinar da melhor maneira os assuntos em sala principalmente para eles. Ajudar nos métodos de pesquisas para aqueles que não tem acesso ao computador e internet, ver formas de usar o da escola ou um colega que ajude o amigo a fazer o trabalho e pesquisa pedido pelo professor. Com a metodologia se resolvera as atividades e os alunos terão melhor desenvolvimento em sala. 17 5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC ASPECTOS ESPECIFICAR TEMA CONTEMPORÂNEOTRANSVERSAL Educação ambiental A QUEM SERÁ DESTINADO Infantil TEMPO DE DURAÇÃO 2 horas OBJETIVOS Buscar através da leitura e imagens ilustrativas para melhor entendimento. METODOLOGIA Entender e cuidar do meio ambiente RECURSOS A SEREM UTILIZADOS: Datashow e atividades impressas AVALIAÇÃO Realizada em grupos juntamente com a professora. 18 6 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE Nome: Maria Auxiliadora Nascimento da Silva Ano de formação: 2012 Visão sobre o ensino? A educação infantil estabelece uma relação integral da criança contribuindo no desenvolvimento social, intelectual e físico estimulando as práticas e valorizando cada ação possibilitando que cada habilidade evolua gradativamente. Rotina de trabalho nas aulas? A rotina é intensa pois vai além da sala de aula, começando com o planejamento das aulas, elaboração das atividades e na maneira de aplica-las, pois, cada indivíduo absorve as informações de maneiras diferentes por esse motivo deve-se pensar na criança visual, auditiva e sinestésica. E por fim a maneira de avaliação que também deve ser diferente para cada criança pois devemos respeitar a evolução de cada um nos critérios conviver, participar, explorar, expressar, brincar e conhecer-se. Como desenvolve atividades? Usar diversas maneiras para desenvolver as atividades é o melhor caminho até porque dias após dias utilizando os mesmos recursos pode acarretar em desinteresse das crianças. Sendo assim podemos usar a musicalidade, cotação de histórias, danças, teatros, jogos desenhos e muita brincadeira esses são os melhores caminhos para um bom desenvolvimento na educação infantil. Atividade com temas específicos? Sim, pois trabalhamos com um sistema de ensino alinhado a BNCC. 19 Recebe materiais de apoio? Sim, utilizamos materiais do MEC de acordo com as normas dadas pela BNCC e somos regulamentados e orientados pela secretaria da educação. Como trabalha os temas transversais? Com a ajuda da família conseguimos um bom resultado pois alguns dos temas envolvem conceitos e valores que começam em casa e essa união possibilita um bomresultado na prática educativa da criança onde o tema transversal pode ser articulado entre as diversas áreas do conhecimento e desde cedo eles conseguem entender como tudo isso se relaciona com outras áreas do conhecimento, aprendendo com a realidade e na realidade. Um exemplo é o tema MEIO AMBIENTE o mesmo deve ser trabalhado na escola por meio de informações e conceitos e ao mesmo tempo deve-se desenvolver no aluno uma visão crítica com base em fatos concretos, porem a família também precisa ter uma visão paralela ao do professor. 20 7 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE É o momento em que professores, equipe pedagógica e direção se reúnem para discutir, avaliar as ações educacionais e indicar alternativas que busquem garantir a efetivação do processo de ensino e aprendizagem dos estudantes. O Conselho de Classe pode ser organizado em três momentos: Pré-conselho: levantamento de dados do processo de ensino e disponibilização aos conselheiros (professores) para análise comparativa do desempenho dos estudantes, das observações, dos encaminhamentos didático-metodológicos realizados e outros, de forma a dar agilidade ao Conselho de Classe. É um espaço de diagnóstico. Conselho de Classe: momento em que todos os envolvidos no processo se posicionam frente ao diagnóstico e definem em conjunto as proposições que favoreçam a aprendizagem dos alunos. Pós-conselho: momento e que as ações previstas no Conselho de Classe são efetivadas. As discussões e tomadas de decisões devem estar respaldadas em critérios qualitativos como: os avanços obtidos pelo estudante na aprendizagem, o trabalho realizado pelo professor para que o estudante melhore a aprendizagem, a metodologia de trabalho utilizada pelo professor, o desempenho do aluno em todas as disciplinas, o acompanhamento do aluno no ano seguinte, as situações de inclusão, as questões estruturais, os critérios e instrumentos de avaliação utilizados pelos docentes e outros. Cabe à equipe pedagógica a organização, articulação e acompanhamento de todo o processo do Conselho de Classe, bem como a mediação das discussões que deverão favorecer o desenvolvimento das práticas pedagógicas. Os problemas apresentados com alunos e agentes educacionais eram então apresentados aos professores. O sentido do trabalho coletivo e da gestão democrática 21 na escola. Dessa forma, ficou claro para os professores que o objetivo do trabalho não era perseguir profissionais - o que muitos pensavam - mas analisar os problemas e buscar soluções, os professores, inclusive, gostavam muito deste formato, enfatizando sua objetividade e funcionalidade na resolução dos problemas. O professor era convidado a analisar os motivos que fizeram a turma, em geral, a decair ou a progredir, a fim de identificar e repetir as ações que surtiram bons resultados. Por fim, apresentamos o nome dos alunos que obtiveram mais do que três médias abaixo de 6,0 no período, solicitando para que todos os professores anotassem seu nomes. Todas as decisões eram registradas em livro ata e assinadas pelos presentes, colocando os nomes dos alunos que necessitavam de maior atenção no próximo período, enfatizando as ações que seriam tomadas para recuperá-los. No Pós-Conselho de Classe informamos aos professores que não puderam comparecer, e aos alunos e agentes educacionais, sobre as decisões tomadas no Conselho de Classe. Também eram realizadas as ações determinadas no Conselho de Classe, e relembradas sempre que fosse necessário. Assim, se no Conselho, por exemplo, ficou definido que os pais seriam chamados para uma reunião de entrega de boletins ou de orientação, a referida reunião acontecia com o auxílio de toda a equipe. Ou seja, no Pós-Conselho de Classe era o momento de informar e colocar em prática o que foi proposto. 22 8 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS Os matérias utilizados para abordagem nos respectivos temas são livres mas em concordância com a BNCC, a conjuntura sociocultural e educacional contemporânea aponta a atenção para a análise e construção de oportunidades de formação e desenvolvimento de competências transversais na educação escolar. É conveniente, portanto, que no processo de formação em todas as disciplinas escolares e em todas as idades e atividades cognitivas, as decisões para a concepção de um ambiente educacional adequado sejam sistematizadas e especificadas de forma a garantir que os conhecimentos e habilidades possam ser continuamente reagrupados de acordo com o contexto. Por outras palavras, estas competências e os conhecimentos em que assentam, devem constituir o alicerce de competências transversais que podem ser aplicadas independentemente da idade e das atividades. Tecnologias invariantes para o desenvolvimento de competências transversais está também relacionada com a coordenação de uma variedade de abordagens, princípios e condições de ensino de forma a proporcionar eficácia quando essas tecnologias são especificamente aplicadas como variantes. Isso cria a necessidade de uma interpretação metodológica dos meios de desenvolvimento de competências transversais. Além disso, impõe-se a necessidade de melhorar a preparação e qualificação especial dos professores para conceber um ambiente educacional que garanta a realização de competências transversais como resultado educacional. Isso, por sua vez, impõe alguns novos requisitos ao sistema de educação escolar como um todo. Diferentemente das matérias obrigatórias, os conteúdos abordados pelos temas transversais são novas formas de metodologias que devem ser inseridas no dia do aluno, nós professores devemos ser criativos. 23 9. RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA Talvez o passo mais importante na implantação da Base seja a formação do corpo docente, que deve ser prioridade em todas as instituições de ensino desde o momento presente. Os professores serão os responsáveis por transportar as definições da BNCC para a realidade das turmas e salas de aula. Para tanto, é preciso garantir que estejam preparados e seguros para empreender essa missão. Deles será a responsabilidade de ensinar conforme as orientações dos documentos oficiais, logo precisam conhecer a fundo a natureza e a importância das mudanças propostas, bem como a forma como esses documentos se traduzem em suas práticas pedagógicas. Todas as transformações decorrentes da implementação da Base Nacional Curricular devem ser comunicadas com clareza e transparência a toda a comunidade escolar, em especial aos pais dos estudantes. É preciso que todos estejam cientes da importância do documento para elevar a qualidade da Educação Básica no país, assim como também é importante que estejam cientes do próprio papel nesse processo. É necessário engajar a comunidade escolar na transição para um modelo de ensino que deve formar estudantes com habilidades e conhecimentos essenciais para uma realidade que, assim como alunos, professores e o processo de ensino e aprendizagem, está em constante transformação. 24 9 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR A avaliação educacional em especifico da aprendizagem escolar, deve ser significativo tanto para aluno, quanto para professor, a forma que desenvolve em sala, a atenção nos mínimos objetivos, curiosidade em descobrir novas ideias/ coisas um conjunto, é um processocontínuo onde o professor observar no decorrer do ano a evolução de cada, respeitando o tempo dos mesmo, para que tenham o máximo de aproveitamento, pois juntos coletam informações necessárias para dar início ao processo de ensino e aprendizagem, onde o educador precisa estar consciente de seu papel de mediador de conhecimento, formador de opiniões, conhecedor dos problemas políticos e sociais e principalmente respeitar a heterogeneidade dos educandos, Deste modo a avaliação orienta o educador quanto a desempenho do aluno, para que se possa reorganizar o planejamento de ensino, visando à superação das dificuldades no decorrer do processo de aprendizagem. A satisfação do final em ver a evolução dos mesmo em ter certeza do que foi aplicado teve aproveitamento, é um conjunto. Caso a turma apresente muitas dificuldades, pode-se trabalhar com projetos de intervenções pedagógicas, quando o professor pode trabalhar com atividades lúdicas atreladas ao conteúdo e adequadas às necessidades e realidades das crianças, para ampliar e desenvolver os seus conhecimentos. A avaliação na Educação Infantil é um processo de acompanhamento do desenvolvimento, que acontece atrelado à o observação atenta e frequente, que possibilita ao educador condições para melhores registros. 25 10 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA O papel do acompanhamento pedagógico, além de auxiliar diretamente, é servir como ponte de comunicação dos alunos com os professores ou mesmo estreitar essa relação. Assim, a equipe pedagógica, informada de que determinado estudante passa por dificuldades em alguma disciplina, pode planejar melhor formas para ajudá-lo, juntamente com o apoio familiar, a partir do momento que se observa o específico aluno através do professor, a equipe pedagógica informa aos responsáveis para um melhor aproveitamento de cada. Para compreender o processo de ensino-aprendizagem, é necessário considerar primeiramente que todo s aprendem, mas no seu tempo, da sua maneira e de acordo com suas necessidades. Diante disso, o acompanhamento pedagógico é um grande aliado, que ajuda a compreender todas as etapas educacionais. Também é importante destacar que existem formas de ensinar e aprender, ou seja, cada pessoa alcança as propostas pedagógicas conforme suas limitações e potencialidades. Assim, ao considerar a complexidade que envolve esse contexto, o acompanhamento pedagógico se mostra essencial para alunos e visa facilitar e orientar todo o percurso traçado por eles, especialmente na educação básica, que demanda um olhar mais atencioso por atender crianças e adolescentes em formação. O apoio pedagógico durante a fase escolar é muito valioso para os alunos, pois possibilita maior conforto para que eles possam expor suas maiores dificuldades na escola e também o que precisam para alcançar tudo que é planejado a eles. Nesse sentido, o pedagogo, ao acompanhar os estudantes, ajuda a aumentara confiança deles, pois existe um olhar diferenciado que os acolhe e mostra que as dificuldades são apenas detalhes que podem ser superados. 26 11 RELATO DA OBSERVAÇÃO A rotina diária da educação infantil é muito diversificada. Pois as crianças ficam cansadas facilmente com as atividades e por isso temos que mudar várias vezes de conteúdo. Temos que estar atento ao desenvolvimento integral da criança tanto físico como mental. Estar atento para estar integrado com a família partilhando os cuidados e responsabilidade em todo o processo de evolução da criança, já que essa é a fase mais importante. Proporciona à criança estabilidade e confiança. Dá noções de organização e espaço. Educadores disponíveis concretamente para acompanhar e oportunizar vivências enriquecedoras. Muito importante é uma roda de conversa na educação infantil, dá sensação de acolhimento e segurança, e oportunidade das crianças trocar ideias e falar sobre suas vivências. Temos que organizar o espaço para que todos possam falar, nessa atividade o professor deve observar quais são os assuntos de seu interesse e desenvolver atividades que estimulem a construção do conhecimento. Conforme o que foi observado no curso de pedagogia e nas atividades vivenciadas na escola, contar histórias é essencial para a construção do conhecimento, é um momento rico para a alfabetização. Foi observado assim como na escola que os estilos literários enriquecem o desenvolvimento da leitura e da escrita. Podemos observar a capacidade de concentração e interação. É interessante que todos querem falar ao mesmo tempo, o professor pode aproveitar esses momentos para inserir noções de organização, como: falar um de cada vez, levantara mão quando quiser falar, devemos esperar o colega falar para depois chegar a vez. A criança não p ode se sentir integrada a uma escola que lhe proporciona uma situação constante de prova, de teste, onde a tensão se mantém e onde a criança e sua família são pré-julgadas e responsabilizadas pelo fracasso (...) São crianças que não passam numa prova de ritmo e sabem fazer uma batucada, que não tem equilíbrio e coordenação motora e andam em muros e árvores. Que não tem discriminação auditiva e reconhecem cantos de pássaros. (Macedo, 1988, p. 48-51). Uma atividade gratificante é a de contar histórias, as carinhas que as crianças fazem é muito gratificante. É um momento muito 27 valioso, que a criança desenvolve o ouvir, sonhar, pensar. A roda de história, é um momento muito rico para a alfabetização, já que ao ouvir as histórias pelo professor, as crianças podem experimentar vários estilos literários e assim vão desenvolvendo para a leitura e a escrita. Para as crianças de até três anos também existe os livros de tecido ou plástico, dessa forma a criança pode pegar, pois o livro de papel pode rasgar. Fazer atividade com crianças pequenas não estão todas dispostas ao mesmo tempo, e quando enjoado que estão fazendo, não fazem mais. Também tem aqueles que choram, sem motivo aparente, ou porque querem a mãe, assim exigem muito mais atenção. É difícil integrar a todos nas atividades ao mesmo tempo. Entre uma parada e outra a professora vai fazendo a educação acontecer, entre uma pergunta e outra que vai surgindo, como tem pergunta. As atividades podem ser incrementada com músicas, pinturas, fantasias. Algumas atividades vivenciadas na escola: Colagem com palito, pintura com tinta, origami, pintura com lápis e giz, escrita de vogal, manuseios de livros de historinhas infantis. Reconhecendo e treinando o nome, canto coletivo, numerais, brincadeiras–corre cotia, vivo ou morto, marcação no calendário, parque, pinos, traçados, bambolê, massa de modelar, mosaico, bolinhas de crepom, colagem com palito, confecção de gravata, confecção de fantoche, desenho livre, quebra cabeça, coreografia, entre outras, cada atividade correspondente à faixa etária equivalente. 28 12 PLANOS DE AULA PLANO DE AULA IDENTIFICAÇÃO ESCOLA:CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL BABU PROFESSOR REGENTE: MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA SILVA PROFESSOR ESTÁGIARIO: TASLY TATYANE OLIVEIRA NEVES DO NASCIMENTO SÉRIE/TURMA: Pré-Escola I C PERIODO: MANHÃ CONTEÚDOS: Apresentação OBJETIVOS: Interagir por meio de diferentes linguagens, estabelecendo vínculos afetivos Compartilhar brinquedos Interação Troca de afeto METODOLOGIAS Oração Apresentação Diálogos e brincadeiras em grupo para os alunos possam interagir com a professora. Cores, formas e músicas. RECURSOS: Caixa de som, brinquedos, cubos. AVALIAÇÃO: Bem desenvolvidos e atentos. 29 PLANO DE AULA IDENTIFICAÇÃO ESCOLA: CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL BABU PROFESSOR REGENTE: MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA SILVA PROFESSOR ESTÁGIARIO: TASLY TATYANE OLIVEIRA NEVES DO NASCIMENTO SÉRIE/TURMA Pré-Escola I C DISCIPLINA: Ciência PERIODO MANHÃ CONTEÚDOS: Coordenação motora OBJETIVOS: Desenvolver a coordenação motora, ampliar o equilíbrio e trabalhar o tônus muscular. METODOLOGIAS 1. Em um espaço adequado, colar previamente as fitas/elásticos/fios de lado a lado do local, ou seja, cada extremidade deve ser colada em uma parede, de forma a criar uma espécie de cama de gato. Na impossibilidade de colar as extremidades dos fios nas paredes, opte por prendê-los/amarrá- los onde for possível (cercas, portas, móveis, mesas, cadeiras, etc.) 2. Em alguns desses fios, prender guizos. A ideia é criar um ambiente com vários fios presos e cruzados entre si de forma irregular e, se possível, em diferentes alturas para que as crianças tenham que passar por cima, por baixo ou pelo meio deles, etc. RECURSOS: Fitas, elásticos e fios. AVALIAÇÃO: Dominou e equilíbrio do próprio corpo. 30 PLANO DE AULA IDENTIFICAÇÃO ESCOLA: CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL BABU PROFESSOR REGENTE: MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA SILVA PROFESSOR ESTÁGIARIO: TASLY TATYANE OLIVEIRA NEVES DO NASCIMENTO SÉRIE/TURMA Pré-Escola I C DISCIPLINA MATEMÁTICA PERIODO MANHÃ CONTEÚDOS: Conceitos matemáticos OBJETIVOS: Adquirir noções de quantidade METODOLOGIAS 1. Conversar com as crianças sobre a importância dos números: servem para nos ajudar a contar (dar exemplos mostrando a contagem de objetos como palitos de picolé, pregadores de roupa, etc.), para informarmos a nossa idade (perguntar às crianças qual a idade delas), etc. 2.Iniciar uma contagem a partir do número 1: mostrar às crianças o número colorido em borracha EVA, perguntar se sabem que número é, ensinar o numeral e deixá-lo exposto. Pedir às crianças que mostrem com a mão ao alto o número de palitos de picolé correspondentes. Fazer isso com todos os números. 3. Depois de todos os números expostos, fazer uma contagem sequencial e pedir para as crianças repetirem o nome de cada número dito 4. Por fim, de forma a trabalhar a sequência numérica, retirar aleatoriamente alguns números que estão expostos e ao refazer a contagem, perguntar às crianças que números estão em falta. E.V.A e palitos de picolé. 31 RECURSOS: AVALIAÇÃO: Distribuir por toda a turma diversos números coloridos confeccionados em borracha EVA (cada aluno deve receber um); cantar a música dos indiozinhos pausadamente e pedir aos alunos que mostrem o número correspondente conforme ele for dito na música. 32 PLANO DE AULA IDENTIFICAÇÃO ESCOLA: CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL BABU PROFESSOR REGENTE: MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA SILVA PROFESSOR ESTÁGIARIO: ANTONIO LUIZ DE FRANÇA NETO SÉRIE/TURMA Pré-Escola I C DISCIPLINA: LINGUA PORTUGUESA E ARTE PERIODO MANHÃ CONTEÚDOS: Linguagem Teatral OBJETIVOS: Reproduzir histórias Desenvolver a comunicação Criatividade através da encenação. METODOLOGIAS História dos três porquinhos com o auxílio de imagens de um livro, recontarem a história, dividir a turma em três grupos, e cada um deles ficará responsável por decorar a casinha de um porquinho, .para cada casinha, usar os seguintes materiais: os palitos de picolé podem representar a madeira, retângulos de papel glacê vermelho podem representar os tijolos, tiras de papel pardo podem representar a palha, depois de ter as 3 casinhas decoradas, sortear os alunos que representarão os personagens e pedir que encenem a história. O professor deve auxiliar, fazendo o papel do narrador, de forma a orientar as crianças. RECURSOS: Palitos de picolé, papel glacê papel pardo, tesoura AVALIAÇÃO: Avaliar a habilidade das crianças de recontarem uma história através da linguagem teatral enquanto forma de expressão. 33 13 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR Após a discussão dos pontos chaves aprendidos inicia-se a aplicação: Os alunos testam, contra a realidade, a validade do que foi aprendido, ou seja, volta a sua realidade para utilizar os conceitos aprendidos no dia-a-dia, com pequenas atitudes, na escola, na casa, na comunidade... É o verdadeiro processo de transformação social. Aí reinicia-se o ciclo, passando a outra situação- problema, que incorpore o já aprendido como um dado a mais. Nos objetivos da aula, ou seja, revisa, revê com os alunos o que foi discutido, as principais ideias da aula, relacionando com o contexto, com o cotidiano do aluno, procurando relacionar com a aplicação do tema proposto, reforçando as principais ideias. Esta atividade é aquele diálogo que fecha, por ora, o tema da aula. O aluno é capaz de compreender o que foi discutido e apresentar seus conhecimentos sobre o tema abordado, através de atitudes na vida real ou como pré-requisito para novas aprendizagens, assim como faz a relação interdisciplinar do tema. Este momento leva a consolidação criativa com base nos conhecimentos anteriores. 34 14 RELATO DA REGÊNCIA RELATO DA REGÊNCIA IDENTIFICAÇÃO DA AULA ESCOLA: CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL BABU DATAS: 19-09-2023 TURNOS: Matutino NÚMEROSDE ALUNOS: 18 CONTEÚDOS: Coordenação Motora e Movimento de Pinça PROFESSOR REGENTE: MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA SILVA DESCRIÇÃO DA AULA Atividades que estimulem a criança e sua coordenação com objetos da sala de aula e o movimento de pinça com auxilio de palitos e demais materiais REFLEXÃO SOBRE A AULA Acolhedora e com bons resultados 35 RELATO DA REGÊNCIA IDENTIFICAÇÃO DA AULA ESCOLA: CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL BABU DATAS: 21-09-2023 TURNOS: Matutino NÚMEROSDE ALUNOS: 18 CONTEÚDOS: Dia da Árvore PROFESSOR REGENTE: MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA SILVA DESCRIÇÃO DA AULA Trabalhando a importância e cuidado que devemos ter com a natureza e preservação das árvores REFLEXÃO SOBRE A AULA Bem acolhida e observada por todos 36 16. VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO 37 CONSIDERAÇÕES FINAIS A experiência vivenciada no estágio nos fez refletir sobre a nossa formação e nossa atuação enquanto futuros profissionais da educação. Que tipo de profissional queremos ser? Como podemos melhorar nossa atuação juntamente comas crianças, principalmente, no que se refere ao processo de aprendizagem e desenvolvimento infantil? Que cidadãos queremos formar e para que ambiente social? Essas questões só foram possíveis ser pensadas a partir da rica experiência advinda do estágio supervisionadoem educação infantil. Durante o período do Curso de Licenciatura em Pedagogia fiz sempre muitas análises sobre ser professora ou não, mesmo gostando muito de dar aulas e gostar muito de crianças. E nas práticas tanto de Educação Infantil, quanto nas séries iniciais passei sempre a ter um olhar mais observador, mais cuidadoso, com o desenvolver da minha prática, procurando sempre fazer ajustes nos aspectos que não estavam dando tão certo. Gostaria que todos os professores pensassem bem em sua prática, se estão proporcionando aos alunos um aprendizado que seja para o resto de suas vidas. Assim, o Estágio foi de grande proveito para meu desenvolvimento pessoal e profissional, uma vez que proporcionou novos conhecimentos e novas perspectivas profissionais. 38 REFERÊNCIAS Angotti, Maristela. O trabalho docente na pré-escola: revisando teorias, descortinando práticas. SP: Pioneira, 1994. ANPED. Formação de Professores para Educação Infantil: Algumas Conclusões e questionamentos, Maria Bernadete Castro Rodrigues. 16ª Reunião Anual da ANPED, Caxambú, Setembro, 1993. Aries Philippe. História social da criança e da família. RJ: Guanabara, 1981. Azenha, Maria da Graça. Imagens e Letras - Ferreiro e Luria: Duas teorias psicogenéticas. SP: Ática, 1995. Bendetson, Rita Cohen. Brincando, Vivendo e Aprendendo. RJ, 1993 (mimeo). Benjamim, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. SP: Summus, 1984. Castorina, Jose Antônio. Piaget - Vigotsky: Novas contribuições para o debate. SP: Ática, 1995. CEE - Projeto Nacional de Intercâmbio de Experiências Educacionais. Pedagogia de Freinet fundamenta a proposta: Município inova em educação pré-escolar. Revista do Professor, Porto Alegre, 1993. 39 Deheinzelin, Monique. A condição Humana ou Leitores e Escritores na Pré-Escola. Trino Publicação do Centro de Estudos da Escola da Vila, SP, 1990 - nº 01 (mimeo). Delorme, Maria Inês de Carvalho. Brincando em serviço. RJ, 1995 (mimeo). Delorme, Maria Inês de Carvalho. Como não saber? ou Vygotsky na escola. RJ, 1992 (mimeo). Demo, Pedro. A política de Educação Infantil no Contexto da Política da Infância no Brasil. Brasília, mimeo, 1994. Drovet, Ruth Caribé da Rocha. Fundamentos da educação pré-escolar. SP: Ática, 1990. Feldman, Marcia. Linguagem e Literatura Infantil - Por uma relação criativa com a linguagem - Proposta de discussão para o encontro "A Pré-Escola em Jogo". Resende, 1993 (mimeo). Ferreiro, Emília. Reflexões sobre alfabetização. SP, Cortez Editora / Autores Associados, 1985. Freire, João Batista. Educação de corpo inteiro: Teoria e Prática da Educação Física - Série: Pensamento e Ação no Magistério. SP: Editora Scipione, 1992. Garcia, Regina Leite (org.). Revisitando a pré-escola. SP: Cortez, 1993. 40 Iavelberg, Rosa. O Ensino da Arte na Pré-Escola: O Desenho como Construção. SP, 1988. Jobim e Souza, Solange. Infância e linguagem: Bakhtin, Vigotsky e Benjamim. SP: Papirus, 1994. Kramer, Sonia. A política da pré-escola no Brasil: a arte do disfarce. SP: Cortez, 1992.