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TASLY TATYANE OLIVEIRA NEVES DO NASCIMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DO 
ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CURRICULAR I 
 
ANHANGUERA CARUARU 
LICENCIATURA-PEDAGOGIA 
Caruaru 
2023 
 
 
 
 
4 
 
Caruaru 
2021 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DO 
ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CURRICULAR I 
Relatório apresentado à Anhanguera Caruaru, 
como requisito parcial para o aproveitamento da 
disciplina de Estágio Obrigatório I. 
 
 
TASLY TATYANE OLIVEIRA NEVES DO NASCIMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
SUMÁRIO 
1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS ..................................................... 7 
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) ...... 10 
3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE .................... 12 
4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA ................ 16 
5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS 
CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC ....................................... 17 
6 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE ...................... 18 
7 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE .......... 20 
8 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS 
PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS 22 
9 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS 
PELO PROFESSOR ....................................................................................... 24 
10 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO 
ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA ......................................................... 25 
11 RELATO DA OBSERVAÇÃO.......................................................................... 26 
12 PLANOS DE AULA ......................................................................................... 28 
13 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR... 33 
14 RELATO DA REGÊNCIA ................................................................................ 34 
16. VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO ....................................................................... 36 
17. CONSIDERAÇÕES FINAIS...............................................................................37 
18. REFERÊNCIAS..................................................................................................38 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
INTRODUÇÃO 
 
O estágio é de suma importância para a construção da identidade profissional 
do discente, uma vez que proporciona ao mesmo ultrapassar os limites da 
teoria e conhecer na prática um dos possíveis ambientes de atuação 
profissional. Sobre essa identidade profissional, Pimenta (1999) diz que não é 
algo imutável, ou seja, que ficará permanente e não sofrerá mudanças, mas 
sim, se trata de um processo de construção do sujeito no meio social e 
contexto histórico em que está inserido. 
 
Sendo assim, o estágio em docência é de suma importância para a 
formação do educando, uma vez que, como já dito, possibilita que este se insira no 
meio em que futuramente poderá atuar, e assim, comece a moldar sua identidade. 
Sendo assim, o presente trabalho traz uma síntese do que foi estudado 
e assimilado pelo estagiário, desde de concepções acerca do desenvolvimento 
infantil, até a elaboração dos planos de aula possíveis de serem aplicados 
no ambiente escolar. 
 
Para isso, o trabalho está dividido em 05 capítulos, sendo: o primeiro 
abordando a concepção do desenvolvimento a partir da psicologia histórico-
cultural de Vygotsky; no segundo capitulo, trazemos considerações acerca 
do Projeto Político Pedagógico escola, mostrando sua importância para a 
escola; O terceiro capítulo aborda os Temas Contemporâneos Transversais; no 
quarto capitulo, breves considerações acerca da atuação do professor e sua 
inter-relação com a equipe pedagógica; e no quinto capitulo, apresentamos 
02 planos de aula considerando a Situação Problema proposta no Plano de 
Trabalho. Por fim, as considerações finais, fazendo um apanhado geral do trabalho e 
da experiência com a Educação Infantil. 
7 
 
1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS 
 
 
Nas suas diversas etapas e modalidades de ensino na Educação Básica, surgem 
os debates acerca da função da Educação Infantil (0 a 6 anos), considerada por 
muitos, como “ante escolar”, pois “[...] a especificidade da educação da criança 
pequena implica a negação e o rompimento dos laços com o modelo 
escolar de atendimento educacional” (PASQUALINI, 2010, p.163), adotando papel 
do cuidar-educar, afastando seu foco do processo de ensino aprendizagem que 
são as bases nas aulas do ensino fundamental e médio, pautando nas 
atividades educativo-pedagógicas. 
 
No entanto, é errôneo o pensamento de que a fase da educação 
infantil não tem importância alguma para o desenvolvimento infantil e para 
a vida escolar do aluno, e através da psicologia histórico-cultural, apresentada 
por Vygotsky, Leontieve Elkonin, é que buscamos resinificar a função da 
educação infantil e o papel do professor neste processo. Para isso, utilizamos 
como referência o texto “O papel do professor e do ensino na Educação 
Infantil: A perspectiva de Vigotski, Leontief e Elkonin”, de Juliana Campregher 
Pasqualini. 
 
O conceito d e desenvolvimento numa perspectiva histórico-cultural está 
relacionado ao papel que o meio social exerce no processo de 
desenvolvimento da psique infantil, indo de encontro com o postulado por Jean Piaget, 
por exemplo, que define uma sequência espontânea e biológica do desenvolvimento 
cognitivo, que se inicia com a e tapa sensório-motora e termina com a 
etapa operatório-formal. Já a teoria apresentada por Vygotsky, e ratificada por 
Leontiev e Elkonin, postula que o desenvolvimento cognitivo não pode ser 
estabelecido por estágio definidos e universais para todas as crianças, mas 
sim, num constante desenvolvimento influenciado pelo meio social onde ela 
está inserida, logo, não ocorre de forma espontânea e natural, mas sim, 
provocada, determinada pelo meio social. 
 
A mediação do adulto neste processo é de fundamental importância 
8 
 
na medida em que, como dito, o desenvolvimento cognitivo deve ser provocado, 
não se dá de forma natural, ou seja, os objetos sociais simplesmente postos, 
não serão apropriados pela criança, mas a partir da provocação do adulto 
– nesse caso, do educador – a criança assimilará o que está sendo 
proposto, ou seja, estará aprendendo, de certa forma, “alimentando” os 
processos lógicos superiores, que somente podem ser desenvolvidos pelos seres 
humanos. 
 
Nesse sentido, estabelece-se uma relação indissociável entre o ensino 
e aprendizagem, uma vez que esses são a “fonte de desenvolvimento mental”. 
Para isso, Vygotsky em sua teoria histórico-cultural do desenvolvimento psicológico, 
traz os conceitos das zonas de desenvolvimento real e proximal/potencial. 
 
A Zona de Desenvolvimento Real (ZDR), é aquilo que a criança 
consegue desenvolver de forma autônoma, sem a ajuda de terceiros, já a 
Zona de Desenvolvimento Proximal ou Potencial (ZDP), atua naquilo que acriança 
ainda não consegue fazer autonomamente, o educador irá proporcionar as 
atividades que irão conduzir o desenvolvimento psíquico da criança a sair, 
ultrapassar essa zona de desenvolvimento, transformando aquilo que ela ainda 
não consegui realizar sozinha, em atividade que a criança poderá realizar 
de forma autônoma, ou seja, é uma transição entre a ZDR e a ZDP, 
que só ocorre com a ação do educador junto acriança. 
 
Desta forma, “Fica evidente que as funções psicológicas devem ser 
‘cultivadas’ na criança pelo educador e que isso não significa submeter a 
criança a um treinamento mecânico” (PASQUALINI, 2010, p. 177), para isso, o 
educador na Educação Infantil terá como principais ferramentas o lúdico, 
representando pelas brincadeiras e jogos diretivos, que são aqueles com 
objetivos de proporcionar o desenvolvimento psíquico da criança. O jogo e as 
brincadeiras, quando organizadas adequadamente na Educação Infantil, vão 
aflorando na criança sua consciência de ser, com dito anteriormente, seus 
processos lógicos superiores. 
 
Conclui-se, com base na psicologia histórico-cultural, que o ensino está sim 
9 
 
presente na Educação Infantil, que a fase pré-escolar é de fundamental importância 
para o prosseguimento escolar da criança, uma vez que, nessa fase, quando 
aportadas em um trabalho pedagógico bem organizado proporcionará à criança uma 
necessidade constante de fazer esforços mentais, e isso, surtirá efeitos positivos nas 
fases posteriores da escola. O educador, não se restringe ao simples acompanhador 
das crianças, mas em peça fundamental na transmissão de culturas presentes na 
sociedade, proporcionando às crianças as possibilidades de desenvolvimento 
psicológico. 
10 
 
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) 
 
 
Toda escola tem objetivos que deseja alcançar, metas a cumprir e sonhos a 
realizar. O conjunto dessas aspirações, bem como os meios para concretizá-las, é o 
que dá forma e vida ao chamado projeto político-pedagógico - o famoso PPP. Se você 
prestar atenção, as próprias palavras que compõem o nome do documento dizem 
muito sobre ele: 
 
É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante 
determinado período de tempo. 
 
É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos 
conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na 
sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir. 
 
É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos 
necessários ao processo de ensino e aprendizagem 
 
 É por meio do PPP que a escola define e articula quais conteúdos serão 
ensinados e como, a partir da realidade social, cultural e econômica em que está 
presente. Assim, deve ser construído de acordo com as especificidades de cada 
escola e ser flexível para atender as demandas específicas dos alunos. O Projeto 
Político Pedagógico deve ser realizado a partir de um diagnóstico interno da 
instituição, levando em consideração os dados de matrícula, inadimplência e outras 
informações específicas da escola. A partir disso, o PPP deve funcionar como um 
norteador para as atividades da escola e contemplar não apenas os objetivos e metas, 
mas também as ações que serão tomadas para alcançá-los, levando em consideração 
a realidade da instituição de ensino. 
 
 Por isso, o Projeto Político Pedagógico deve ser atualizado no início de todo 
ano letivo e consultado periodicamente para garantir que seja colocado em prática. É 
fundamental que os indicadores trazidos pelo documento sejam usados como base 
para melhorar o ensino e o atendimento à comunidade escolar. 
11 
 
 
 Como o nome bem diz, a Base Nacional Comum Curricular é um ponto de 
partida para que as unidades da Federação definam suas propostas curriculares e as 
escolas, seus Projetos Político Pedagógicos (PPP s). As dez competências gerais da 
BNCC são um conjunto de conhecimentos, habilidades, valore se atitudes que 
buscam promover o desenvolvimento dos estudantes em todas as suas dimensões: 
intelectual, física, social, emocional e cultural. Os currículos deverão ser compostos 
por uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e 
em cada estabelecimento escolar, por um a parte diversificada, exigida pelas 
características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e perfil dos 
próprios educandos. 
 
No que diz respeito ao atendimento da Educação Infantil, são oferecidos os 
requisitos indispensáveis para o desenvolvimento dessa primeira etapa, a qual tem 
como objetivo trabalhar o desenvolvimento integral da criança, em seus aspectos 
físico, psicológico, intelectual e social. As competências gerais da BNCC são como os 
novos fundamentos da educação brasileira, a fim de construir um ensino linear. 
 
12 
 
3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE 
 
A Docência na Educação Infantil é uma área que tem como preocupação os 
processos de ensino e de aprendizagem de alunos da mais tenra idade que estão 
estruturando o seu mundo por meio das experiências que lhe são oportunizadas, 
inclusive as do no ambiente escolar. A educação infantil é um apoio ao 
desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor. Contribui para o desenvolvimento das 
habilidades e competências das crianças. O curso foi pensado com o objetivo de 
especializar profissionais que desenvolvem ou venham a desenvolver trabalhos junto 
à criança do ensino infantil e de séries iniciais, para fornecer conteúdo teórico-prático 
que contribuam com sua prática docente. 
 
Podemos definir três passos ou até mesmo atividades que compõem parte da 
rotina de trabalho do professor, são: elaboração de aulas, correção de atividades e 
capacitação constante. 
 
Acompanhamento do desempenho dos alunos, elaboração dos conteúdos dá 
aulas e constante capacitação profissional com variedade de cursos que estiverem 
disponíveis para cada dia melhorar sua aula em sala. Sobre a rotina do trabalho do 
professor da educação infantil podemos citar o planejamento, a execução e a 
avaliação. Isso porque a educação infantil serve para as crianças como forma de 
socialização tendo em vista que alguns conceitos são aprendidos aplicados a prática 
de socialização. Importante perceber assim que isso está de acordo com os teóricos 
da época que fomentavam a divisão de acordo com as habilidade que cada criança 
possui. 
 
Acolhida: Esse é o primeiro momento do dia que a criança terá contato com a 
sala de aula, o professor e os colegas e, por isso, é importante que ela se sinta 
animada para toda a rotina. Uma sugestão é criar na sala um ambiente com jogos e 
brinquedos que possam ser utilizados pelas crianças enquanto a professora recebe 
a cada um. Elas também podem ser recebidas com música, com cumprimentos 
especiais e serem convidadas a ocuparem um espaço específico. 
 
 Hora da roda: Aqui cabe ao educador organizar o espaço, para que todos os 
13 
 
que desejam possam falar, para que todos estejam sentados de forma que possam 
ver-se uns aos outros, além de fomentar as conversas, estimulando as crianças a 
falarem, e promovendo o respeito pela fala de cada um. Através das falas, o professor 
pode conhecer cada um de seus alunos, e observar quais são os temas e assuntos 
de interesse destas. Na roda, o educador pode desenvolver atividades que estimulam 
a construção do conhecimento acerca de diversos códigos e linguagens como, por 
exemplo, marcação do dia no calendário, brincadeiras com crachás contendo os 
nomes das crianças, jogos dos mais diversos tipos. 
 
Hora da brincadeira: Brincar é a linguagem natural da criança, e mais 
importante delas. Acredita-se que a brincadeiraé uma atividade essencial na 
Educação Infantil, onde a criança pode expressar suas ideias, sentimentos e conflitos, 
mostrando ao educador e aos seus colegas como é o seu mundo, o seu dia-a-dia. A 
brincadeira é, para a criança, a mais valiosa oportunidade de aprender a conviver com 
pessoas muito diferentes entre si; de compartilhar ideias, regras, objetos e brinquedos, 
superando progressivamente o seu egocentrismo característico; de solucionar os 
conflitos que surgem, tornando-se autônoma; de experimentar papéis, desenvolvendo 
as bases da sua personalidade. 
 
Já a capacitação constante deve acontecer sempre que o professor se deparar 
com novos desafios em seu processo de ensino, por exemplo: se houve dificuldade 
em prender atenção, buscar se capacitar nas metodologias. Mas também, de 
ultrapassar a ideia de fazer capacitações apenas quando encontrar dificuldades, uma 
vez que o professor deve se manter sempre atualizado, em estudo contínuo das 
transformações societárias, éticas pedagógicas e metodologias. Preparo da aula - 
Organizar o material didático, - Fazer o levantamento de recursos variados para 
ensinar o conteúdo, - Cuidar da decoração da sala. O preparo da aula deve ser feito 
em conformidade comas fases da aprendizagem. O material didático deverá ser 
organizado de acordo com o objetivo que se deseja alcança. O professor deverá levar 
para a sala os recursos que precisará usar para colocar em prática o que planejou. O 
professor deverá decorar a sala levando em conta o conteúdo que está sendo 
ensinado e a idade dos alunos. A rotina do professor é muito atarefada, existem muitas 
atribuições que estão presentes no desenvolvimento profissional do docente. Três 
dessas atribuições são: Elaboração de aulas, correção de atividades e provas e a 
14 
 
capacitação profissional pessoal constante. 
 
O desenvolvimento de um professor em sua carreira é constante, por esse 
motivo, a capacitação profissional deve ser constante até mesmo por que o 
conhecimento é renovado a cada dia. 
 
A equipe gestora orienta o professor tendo como referência a utilização do 
Projeto Político Pedagógico e da Proposta Curricular, estabelecendo o que e como se 
ensina, as formas de avaliação da aprendizagem, a organização do tempo e o uso do 
espaço na escola, entre outros pontos. A proposta curricular - Estabelecer o que e 
como se ensina, as formas de avaliação da aprendizagem, a organização do tempo e 
o uso do espaço na escola, entre outros pontos. A formação dos professores - A 
maneira como a equipe vai se organizar para cumprir as necessidades originadas 
pelas intenções educativas. A gestão administrativa - Que tem como função principal 
viabilizar o que for necessário para que os demais pontos funcionem dentro da 
construção da "escola que se quer". 
Inicialmente, vale ressaltar que todo professor e toda escola deve seguir a 
proposta curricular nacional, estabelecida pela Lei de Di retrizes e Bases da Educação 
Nacional (LDBEN). Assim sendo, todo Projeto Político Pedagógico deve ter tal Lei 
como base e referência, podendo assim ser utilizada para orientação de professores 
que estejam com dificuldades ou que tenham iniciado sua carreira de maneira recente. 
E por meio do próprio PPP, onde se define o que ensinar, as possíveis metodologias 
utilizadas e também as formas de avaliação e de organização do próprio professor. 
 
Também é possível orientar por meio de formações e capacitações, de maneira 
que os professores relembrem o que uma vez já estudada no seu processo de 
formação e até mesmo, trazendo um conhecimento mais aprofundando quando se 
fazer necessário, por exemplo, quando a escola possui algum aluno especial e nota 
que os professores estão com dificuldades no ensino do mesmo, é possível propor 
uma capacitação mais especializada. Por esse motivo, a gestão administrativa 
escolar se faz tão necessária, uma vez que cabe a ela observar como os professores 
estão realizando suas aulas, seus planejamento e avaliação. No entanto, é importante 
que isso aconteça em um processo de abertura democrática e de diálogo, para que 
ambas as partes possam se entender e par que o professor possa de fato, vestir a 
15 
 
camisa do Projeto Político Pedagógico da escola. 
 
16 
 
4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA 
 
A proposta da escola escolhida é cuidar e educar seus alunos da melhor forma 
possível. Ensinar através de brincadeiras, jogos e atividades lúdicas. Ali se colocara 
em pratica todos os assuntos debatidos em sala e livros das matérias especificas que 
trabalham o estágio. Através de jogos, conversar, livros, leituras diversas, até mesmo 
em atividades fora de sala. Atividades que usem métodos de pesquisas em internet, 
livros, revistas, fora de campo da escola como entrevistas, aulas campais que ajudem 
no melhor entendimento do aluno. Assim aplicará a matéria de forma clara e simples 
e deixando o assunto ser mais pesquisado pelo o estudante. 
A forma de trabalhar melhor e solucionar o problema de sala de aula, e saber 
o porquê estão aumentando a quantidade de alunos com desenvolvimento baixo 
nessa escola. Trabalhar com alunos a dificuldade deles e ensinar da melhor maneira 
os assuntos em sala principalmente para eles. Ajudar nos métodos de pesquisas para 
aqueles que não tem acesso ao computador e internet, ver formas de usar o da escola 
ou um colega que ajude o amigo a fazer o trabalho e pesquisa pedido pelo professor. 
Com a metodologia se resolvera as atividades e os alunos terão melhor 
desenvolvimento em sala. 
17 
 
5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS 
CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC 
 
ASPECTOS ESPECIFICAR 
TEMA 
CONTEMPORÂNEOTRANSVERSAL 
Educação ambiental 
A QUEM SERÁ DESTINADO Infantil 
TEMPO DE DURAÇÃO 2 horas 
OBJETIVOS Buscar através da leitura e imagens 
ilustrativas para melhor entendimento. 
METODOLOGIA Entender e cuidar do meio ambiente 
RECURSOS A SEREM UTILIZADOS: Datashow e atividades impressas 
AVALIAÇÃO Realizada em grupos juntamente 
com a professora. 
 
18 
 
6 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE 
 
 
Nome: Maria Auxiliadora Nascimento da Silva 
Ano de formação: 2012 
 
Visão sobre o ensino? 
 
 A educação infantil estabelece uma relação integral da criança contribuindo no 
desenvolvimento social, intelectual e físico estimulando as práticas e valorizando 
cada ação possibilitando que cada habilidade evolua gradativamente. 
 
 Rotina de trabalho nas aulas? 
 
A rotina é intensa pois vai além da sala de aula, começando com o planejamento 
das aulas, elaboração das atividades e na maneira de aplica-las, pois, cada 
indivíduo absorve as informações de maneiras diferentes por esse motivo deve-se 
pensar na criança visual, auditiva e sinestésica. E por fim a maneira de avaliação 
que também deve ser diferente para cada criança pois devemos respeitar a 
evolução de cada um nos critérios conviver, participar, explorar, expressar, brincar 
e conhecer-se. 
 
Como desenvolve atividades? 
 
Usar diversas maneiras para desenvolver as atividades é o melhor caminho até 
porque dias após dias utilizando os mesmos recursos pode acarretar em 
desinteresse das crianças. Sendo assim podemos usar a musicalidade, cotação de 
histórias, danças, teatros, jogos desenhos e muita brincadeira esses são os 
melhores caminhos para um bom desenvolvimento na educação infantil. 
 
Atividade com temas específicos? 
 
Sim, pois trabalhamos com um sistema de ensino alinhado a BNCC. 
 
19 
 
 
 
Recebe materiais de apoio? 
 
Sim, utilizamos materiais do MEC de acordo com as normas dadas pela BNCC e 
somos regulamentados e orientados pela secretaria da educação. 
 
Como trabalha os temas transversais? 
 
 Com a ajuda da família conseguimos um bom resultado pois alguns dos temas 
envolvem conceitos e valores que começam em casa e essa união possibilita um 
bomresultado na prática educativa da criança onde o tema transversal pode ser 
articulado entre as diversas áreas do conhecimento e desde cedo eles conseguem 
entender como tudo isso se relaciona com outras áreas do conhecimento, 
aprendendo com a realidade e na realidade. 
Um exemplo é o tema MEIO AMBIENTE o mesmo deve ser trabalhado na escola 
por meio de informações e conceitos e ao mesmo tempo deve-se desenvolver no 
aluno uma visão crítica com base em fatos concretos, porem a família também 
precisa ter uma visão paralela ao do professor.
20 
 
7 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE 
 
 
É o momento em que professores, equipe pedagógica e direção se reúnem 
para discutir, avaliar as ações educacionais e indicar alternativas que busquem 
garantir a efetivação do processo de ensino e aprendizagem dos estudantes. 
 
O Conselho de Classe pode ser organizado em três momentos: 
 
Pré-conselho: levantamento de dados do processo de ensino e disponibilização aos 
conselheiros (professores) para análise comparativa do desempenho dos estudantes, 
das observações, dos encaminhamentos didático-metodológicos realizados e outros, 
de forma a dar agilidade ao Conselho de Classe. É um espaço de diagnóstico. 
 
Conselho de Classe: momento em que todos os envolvidos no processo se 
posicionam frente ao diagnóstico e definem em conjunto as proposições que 
favoreçam a aprendizagem dos alunos. 
 
Pós-conselho: momento e que as ações previstas no Conselho de Classe são 
efetivadas. 
 
As discussões e tomadas de decisões devem estar respaldadas em critérios 
qualitativos como: os avanços obtidos pelo estudante na aprendizagem, o trabalho 
realizado pelo professor para que o estudante melhore a aprendizagem, a 
metodologia de trabalho utilizada pelo professor, o desempenho do aluno em todas 
as disciplinas, o acompanhamento do aluno no ano seguinte, as situações de inclusão, 
as questões estruturais, os critérios e instrumentos de avaliação utilizados pelos 
docentes e outros. 
 
Cabe à equipe pedagógica a organização, articulação e acompanhamento de 
todo o processo do Conselho de Classe, bem como a mediação das discussões que 
deverão favorecer o desenvolvimento das práticas pedagógicas. 
Os problemas apresentados com alunos e agentes educacionais eram então 
apresentados aos professores. O sentido do trabalho coletivo e da gestão democrática 
21 
 
na escola. Dessa forma, ficou claro para os professores que o objetivo do trabalho não 
era perseguir profissionais - o que muitos pensavam - mas analisar os problemas e 
buscar soluções, os professores, inclusive, gostavam muito deste formato, 
enfatizando sua objetividade e funcionalidade na resolução dos problemas. 
 
O professor era convidado a analisar os motivos que fizeram a turma, em geral, 
a decair ou a progredir, a fim de identificar e repetir as ações que surtiram bons 
resultados. Por fim, apresentamos o nome dos alunos que obtiveram mais do que três 
médias abaixo de 6,0 no período, solicitando para que todos os professores 
anotassem seu nomes. Todas as decisões eram registradas em livro ata e assinadas 
pelos presentes, colocando os nomes dos alunos que necessitavam de maior atenção 
no próximo período, enfatizando as ações que seriam tomadas para recuperá-los. 
 
No Pós-Conselho de Classe informamos aos professores que não puderam 
comparecer, e aos alunos e agentes educacionais, sobre as decisões tomadas no 
Conselho de Classe. Também eram realizadas as ações determinadas no Conselho 
de Classe, e relembradas sempre que fosse necessário. Assim, se no Conselho, por 
exemplo, ficou definido que os pais seriam chamados para uma reunião de entrega 
de boletins ou de orientação, a referida reunião acontecia com o auxílio de toda a 
equipe. Ou seja, no Pós-Conselho de Classe era o momento de informar e colocar em 
prática o que foi proposto. 
 
22 
 
8 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS 
PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS 
 
Os matérias utilizados para abordagem nos respectivos temas são 
livres mas em concordância com a BNCC, a conjuntura sociocultural e educacional 
contemporânea aponta a atenção para a análise e construção de 
oportunidades de formação e desenvolvimento de competências transversais 
na educação escolar. 
 
É conveniente, portanto, que no processo de formação em todas as 
disciplinas escolares e em todas as idades e atividades cognitivas, as decisões para 
a concepção de um ambiente educacional adequado sejam sistematizadas 
e especificadas de forma a garantir que os conhecimentos e habilidades 
possam ser continuamente reagrupados de acordo com o contexto. 
 
Por outras palavras, estas competências e os conhecimentos em que 
assentam, devem constituir o alicerce de competências transversais que podem ser 
aplicadas independentemente da idade e das atividades. 
 
Tecnologias invariantes para o desenvolvimento de competências 
transversais está também relacionada com a coordenação de uma variedade 
de abordagens, princípios e condições de ensino de forma a proporcionar 
eficácia quando essas tecnologias são especificamente aplicadas como variantes. 
 Isso cria a necessidade de uma interpretação metodológica dos meios 
de desenvolvimento de competências transversais. Além disso, impõe-se a 
necessidade de melhorar a preparação e qualificação especial dos professores 
para conceber um ambiente educacional que garanta a realização de 
competências transversais como resultado educacional. 
 
Isso, por sua vez, impõe alguns novos requisitos ao sistema de educação 
escolar como um todo. Diferentemente das matérias obrigatórias, os conteúdos 
abordados pelos temas transversais são novas formas de metodologias que devem 
ser inseridas no dia do aluno, nós professores devemos ser criativos. 
 
23 
 
 
 
 
 
9. RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA 
 
Talvez o passo mais importante na implantação da Base seja a formação do 
corpo docente, que deve ser prioridade em todas as instituições de ensino desde o 
momento presente. Os professores serão os responsáveis por transportar as 
definições da BNCC para a realidade das turmas e salas de aula. 
 
Para tanto, é preciso garantir que estejam preparados e seguros para 
empreender essa missão. Deles será a responsabilidade de ensinar conforme as 
orientações dos documentos oficiais, logo precisam conhecer a fundo a natureza e a 
importância das mudanças propostas, bem como a forma como esses documentos se 
traduzem em suas práticas pedagógicas. 
 
 Todas as transformações decorrentes da implementação da Base Nacional 
Curricular devem ser comunicadas com clareza e transparência a toda a comunidade 
escolar, em especial aos pais dos estudantes. 
 
 É preciso que todos estejam cientes da importância do documento para elevar 
a qualidade da Educação Básica no país, assim como também é importante que 
estejam cientes do próprio papel nesse processo. 
 
 É necessário engajar a comunidade escolar na transição para um modelo de 
ensino que deve formar estudantes com habilidades e conhecimentos essenciais para 
uma realidade que, assim como alunos, professores e o processo de ensino e 
aprendizagem, está em constante transformação. 
24 
 
9 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS 
PELO PROFESSOR 
 
A avaliação educacional em especifico da aprendizagem escolar, deve 
ser significativo tanto para aluno, quanto para professor, a forma que 
desenvolve em sala, a atenção nos mínimos objetivos, curiosidade em 
descobrir novas ideias/ coisas um conjunto, é um processocontínuo onde 
o professor observar no decorrer do ano a evolução de cada, respeitando 
o tempo dos mesmo, para que tenham o máximo de aproveitamento, pois 
juntos coletam informações necessárias para dar início ao processo de ensino e 
aprendizagem, onde o educador precisa estar consciente de seu papel de 
mediador de conhecimento, formador de opiniões, conhecedor dos problemas 
políticos e sociais e principalmente respeitar a heterogeneidade dos educandos, 
Deste modo a avaliação orienta o educador quanto a desempenho do 
aluno, para que se possa reorganizar o planejamento de ensino, visando 
à superação das dificuldades no decorrer do processo de aprendizagem. 
 
 A satisfação do final em ver a evolução dos mesmo em ter certeza do que foi 
aplicado teve aproveitamento, é um conjunto. 
 
Caso a turma apresente muitas dificuldades, pode-se trabalhar com 
projetos de intervenções pedagógicas, quando o professor pode trabalhar 
com atividades lúdicas atreladas ao conteúdo e adequadas às necessidades e 
realidades das crianças, para ampliar e desenvolver os seus conhecimentos. 
A avaliação na Educação Infantil é um processo de acompanhamento do 
desenvolvimento, que acontece atrelado à o observação atenta e frequente, 
que possibilita ao educador condições para melhores registros. 
 
25 
 
10 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO 
ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA 
 
 
O papel do acompanhamento pedagógico, além de auxiliar diretamente, 
é servir como ponte de comunicação dos alunos com os professores ou mesmo 
estreitar essa relação. Assim, a equipe pedagógica, informada de que 
determinado estudante passa por dificuldades em alguma disciplina, pode 
planejar melhor formas para ajudá-lo, juntamente com o apoio familiar, a 
partir do momento que se observa o específico aluno através do professor, 
a equipe pedagógica informa aos responsáveis para um melhor aproveitamento de 
cada. 
Para compreender o processo de ensino-aprendizagem, é necessário 
considerar primeiramente que todo s aprendem, mas no seu tempo, da sua 
maneira e de acordo com suas necessidades. Diante disso, o acompanhamento 
pedagógico é um grande aliado, que ajuda a compreender todas as etapas 
educacionais. 
 
Também é importante destacar que existem formas de ensinar e 
aprender, ou seja, cada pessoa alcança as propostas pedagógicas conforme 
suas limitações e potencialidades. 
 
Assim, ao considerar a complexidade que envolve esse contexto, o 
acompanhamento pedagógico se mostra essencial para alunos e visa facilitar 
e orientar todo o percurso traçado por eles, especialmente na educação 
básica, que demanda um olhar mais atencioso por atender crianças e 
adolescentes em formação. 
 
O apoio pedagógico durante a fase escolar é muito valioso para os 
alunos, pois possibilita maior conforto para que eles possam expor suas 
maiores dificuldades na escola e também o que precisam para alcançar tudo que é 
planejado a eles. Nesse sentido, o pedagogo, ao acompanhar os estudantes, ajuda a 
aumentara confiança deles, pois existe um olhar diferenciado que os acolhe 
e mostra que as dificuldades são apenas detalhes que podem ser superados. 
26 
 
11 RELATO DA OBSERVAÇÃO 
 
 
A rotina diária da educação infantil é muito diversificada. Pois as crianças ficam 
cansadas facilmente com as atividades e por isso temos que mudar várias vezes de 
conteúdo. Temos que estar atento ao desenvolvimento integral da criança tanto físico 
como mental. Estar atento para estar integrado com a família partilhando os cuidados 
e responsabilidade em todo o processo de evolução da criança, já que essa é a fase 
mais importante. Proporciona à criança estabilidade e confiança. Dá noções de 
organização e espaço. 
 
Educadores disponíveis concretamente para acompanhar e oportunizar 
vivências enriquecedoras. Muito importante é uma roda de conversa na educação 
infantil, dá sensação de acolhimento e segurança, e oportunidade das crianças trocar 
ideias e falar sobre suas vivências. Temos que organizar o espaço para que todos 
possam falar, nessa atividade o professor deve observar quais são os assuntos de 
seu interesse e desenvolver atividades que estimulem a construção do conhecimento. 
Conforme o que foi observado no curso de pedagogia e nas atividades vivenciadas 
na escola, contar histórias é essencial para a construção do conhecimento, é um 
momento rico para a alfabetização. Foi observado assim como na escola que os 
estilos literários enriquecem o desenvolvimento da leitura e da escrita. 
 
Podemos observar a capacidade de concentração e interação. É 
interessante que todos querem falar ao mesmo tempo, o professor pode 
aproveitar esses momentos para inserir noções de organização, como: falar um de 
cada vez, levantara mão quando quiser falar, devemos esperar o colega falar 
para depois chegar a vez. A criança não p ode se sentir integrada a uma 
escola que lhe proporciona uma situação constante de prova, de teste, onde 
a tensão se mantém e onde a criança e sua família são pré-julgadas e 
responsabilizadas pelo fracasso (...) São crianças que não passam numa prova de 
ritmo e sabem fazer uma batucada, que não tem equilíbrio e coordenação motora e 
andam em muros e árvores. Que não tem discriminação auditiva e reconhecem cantos 
de pássaros. (Macedo, 1988, p. 48-51). Uma atividade gratificante é a de contar 
histórias, as carinhas que as crianças fazem é muito gratificante. É um momento muito 
27 
 
valioso, que a criança desenvolve o ouvir, sonhar, pensar. A roda de história, é um 
momento muito rico para a alfabetização, já que ao ouvir as histórias pelo 
professor, as crianças podem experimentar vários estilos literários e assim 
vão desenvolvendo para a leitura e a escrita. Para as crianças de até 
três anos também existe os livros de tecido ou plástico, dessa forma a criança 
pode pegar, pois o livro de papel pode rasgar. Fazer atividade com 
crianças pequenas não estão todas dispostas ao mesmo tempo, e quando 
enjoado que estão fazendo, não fazem mais. Também tem aqueles que 
choram, sem motivo aparente, ou porque querem a mãe, assim exigem muito 
mais atenção. 
 
É difícil integrar a todos nas atividades ao mesmo tempo. Entre 
uma parada e outra a professora vai fazendo a educação acontecer, entre uma 
pergunta e outra que vai surgindo, como tem pergunta. As atividades podem 
ser incrementada com músicas, pinturas, fantasias. Algumas atividades vivenciadas 
na escola: Colagem com palito, pintura com tinta, origami, pintura com lápis 
e giz, escrita de vogal, manuseios de livros de historinhas infantis. Reconhecendo e 
treinando o nome, canto coletivo, numerais, brincadeiras–corre cotia, vivo ou morto, 
marcação no calendário, parque, pinos, traçados, bambolê, massa de modelar, 
mosaico, bolinhas de crepom, colagem com palito, confecção de gravata, confecção 
de fantoche, desenho livre, quebra cabeça, coreografia, entre outras, cada atividade 
correspondente à faixa etária equivalente.
28 
 
12 PLANOS DE AULA 
 
PLANO DE AULA 
 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO 
 
ESCOLA:CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 
INFANTIL BABU 
PROFESSOR 
REGENTE: 
 
MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA 
SILVA 
PROFESSOR 
ESTÁGIARIO: 
 
TASLY TATYANE OLIVEIRA NEVES DO 
NASCIMENTO 
SÉRIE/TURMA: Pré-Escola I C 
 
PERIODO: 
 
MANHÃ 
CONTEÚDOS: Apresentação 
OBJETIVOS: Interagir por meio de diferentes linguagens, estabelecendo 
vínculos afetivos 
 Compartilhar brinquedos 
 Interação 
 Troca de afeto 
METODOLOGIAS Oração 
Apresentação 
Diálogos e brincadeiras em grupo para os alunos possam 
interagir com a professora. 
Cores, formas e músicas. 
RECURSOS: Caixa de som, brinquedos, cubos. 
AVALIAÇÃO: Bem desenvolvidos e atentos. 
 
 
29 
 
 
PLANO DE AULA 
 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO 
ESCOLA: 
CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 
INFANTIL BABU 
PROFESSOR 
REGENTE: 
 
MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA 
SILVA 
PROFESSOR 
ESTÁGIARIO: 
 
TASLY TATYANE OLIVEIRA NEVES DO 
NASCIMENTO 
SÉRIE/TURMA Pré-Escola I C 
DISCIPLINA: Ciência 
PERIODO MANHÃ 
CONTEÚDOS: Coordenação motora 
OBJETIVOS: Desenvolver a coordenação motora, ampliar o equilíbrio e 
trabalhar o tônus muscular. 
METODOLOGIAS 1. Em um espaço adequado, colar previamente as 
fitas/elásticos/fios de lado a lado do local, ou seja, cada 
extremidade deve ser colada em uma parede, de forma a criar 
uma espécie de cama de gato. Na impossibilidade de colar as 
extremidades dos fios nas paredes, opte por prendê-los/amarrá-
los onde for possível (cercas, portas, móveis, mesas, cadeiras, 
etc.) 2. Em alguns desses fios, prender guizos. A ideia é criar 
um ambiente com vários fios presos e cruzados entre si de 
forma irregular e, se possível, em diferentes alturas para que as 
crianças tenham que passar por cima, por baixo ou pelo meio 
deles, etc. 
RECURSOS: Fitas, elásticos e fios. 
AVALIAÇÃO: Dominou e equilíbrio do próprio corpo. 
 
30 
 
 
 
PLANO DE AULA 
 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO 
 
ESCOLA: 
 
CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 
INFANTIL BABU 
PROFESSOR 
REGENTE: 
 
MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA 
SILVA 
PROFESSOR 
ESTÁGIARIO: 
 
TASLY TATYANE OLIVEIRA NEVES DO 
NASCIMENTO 
SÉRIE/TURMA Pré-Escola I C 
DISCIPLINA MATEMÁTICA 
PERIODO MANHÃ 
CONTEÚDOS: Conceitos matemáticos 
OBJETIVOS: Adquirir noções de quantidade 
 
 
 
 
 
 
 
 
METODOLOGIAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. Conversar com as crianças sobre a importância dos números: 
servem para nos ajudar a contar (dar exemplos mostrando a 
contagem de objetos como palitos de picolé, pregadores de 
roupa, etc.), para informarmos a nossa idade (perguntar às 
crianças qual a idade delas), etc. 2.Iniciar uma contagem a 
partir do número 1: mostrar às crianças o número colorido em 
borracha EVA, perguntar se sabem que número é, ensinar o 
numeral e deixá-lo exposto. Pedir às crianças que mostrem com 
a mão ao alto o número de palitos de picolé correspondentes. 
Fazer isso com todos os números. 3. Depois de todos os 
números expostos, fazer uma contagem sequencial e pedir para 
as crianças repetirem o nome de cada número dito 4. Por fim, 
de forma a trabalhar a sequência numérica, retirar 
aleatoriamente alguns números que estão expostos e ao refazer 
a contagem, perguntar às crianças que números estão em falta. 
 
E.V.A e palitos de picolé. 
31 
 
RECURSOS: 
AVALIAÇÃO: 
 
 
Distribuir por toda a turma diversos números coloridos 
confeccionados em borracha EVA (cada aluno deve receber 
um); cantar a música dos indiozinhos pausadamente e pedir aos 
alunos que mostrem o número correspondente conforme ele for 
dito na música. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
32 
 
PLANO DE AULA 
 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO 
ESCOLA: 
CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 
INFANTIL BABU 
PROFESSOR 
REGENTE: 
 
MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA 
SILVA 
PROFESSOR 
ESTÁGIARIO: 
 
ANTONIO LUIZ DE FRANÇA NETO 
SÉRIE/TURMA Pré-Escola I C 
DISCIPLINA: LINGUA PORTUGUESA E ARTE 
PERIODO MANHÃ 
CONTEÚDOS: Linguagem Teatral 
OBJETIVOS: Reproduzir histórias 
Desenvolver a comunicação 
Criatividade através da encenação. 
METODOLOGIAS História dos três porquinhos com o auxílio de imagens de um 
livro, recontarem a história, dividir a turma em três grupos, e 
cada um deles ficará responsável por decorar a casinha de um 
porquinho, .para cada casinha, usar os seguintes materiais: os 
palitos de picolé podem representar a madeira, retângulos de 
papel glacê vermelho podem representar os tijolos, tiras de 
papel pardo podem representar a palha, depois de ter as 3 
casinhas decoradas, sortear os alunos que representarão os 
personagens e pedir que encenem a história. O professor deve 
auxiliar, fazendo o papel do narrador, de forma a orientar as 
crianças. 
RECURSOS: Palitos de picolé, papel glacê papel pardo, tesoura 
AVALIAÇÃO: Avaliar a habilidade das crianças de recontarem uma história 
através da linguagem teatral enquanto forma de expressão. 
 
33 
 
13 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR 
 
Após a discussão dos pontos chaves aprendidos inicia-se a aplicação: 
Os alunos testam, contra a realidade, a validade do que foi aprendido, ou seja, 
volta a sua realidade para utilizar os conceitos aprendidos no dia-a-dia, 
com pequenas atitudes, na escola, na casa, na comunidade... É o verdadeiro 
processo de transformação social. Aí reinicia-se o ciclo, passando a outra situação-
problema, que incorpore o já aprendido como um dado a mais. 
 
Nos objetivos da aula, ou seja, revisa, revê com os alunos o que foi 
discutido, as principais ideias da aula, relacionando com o contexto, com o 
cotidiano do aluno, procurando relacionar com a aplicação do tema proposto, 
reforçando as principais ideias. Esta atividade é aquele diálogo que fecha, por ora, o 
tema da aula. O aluno é capaz de compreender o que foi discutido e apresentar 
seus conhecimentos sobre o tema abordado, através de atitudes na vida real ou 
como pré-requisito para novas aprendizagens, assim como faz a relação 
interdisciplinar do tema. Este momento leva a consolidação criativa com base 
nos conhecimentos anteriores. 
34 
 
14 RELATO DA REGÊNCIA 
 
 
RELATO DA REGÊNCIA 
 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO DA AULA 
ESCOLA: CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 
INFANTIL BABU 
DATAS: 19-09-2023 
TURNOS: Matutino 
NÚMEROSDE 
ALUNOS: 
18 
CONTEÚDOS: Coordenação Motora e Movimento de 
Pinça 
PROFESSOR 
REGENTE: 
 
MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA 
SILVA 
DESCRIÇÃO DA AULA Atividades que estimulem a criança e sua coordenação com 
objetos da sala de aula e o movimento de pinça com auxilio de 
palitos e demais materiais 
REFLEXÃO SOBRE A AULA Acolhedora e com bons resultados 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
35 
 
RELATO DA REGÊNCIA 
 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO DA AULA 
ESCOLA: CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 
INFANTIL BABU 
DATAS: 21-09-2023 
TURNOS: Matutino 
NÚMEROSDE 
ALUNOS: 
18 
CONTEÚDOS: Dia da Árvore 
PROFESSOR 
REGENTE: 
 
MARIA AUXILIADORA NASCIMENTO DA 
SILVA 
DESCRIÇÃO DA AULA Trabalhando a importância e cuidado que devemos ter com a 
natureza e preservação das árvores 
REFLEXÃO SOBRE A AULA Bem acolhida e observada por todos 
 
 
36 
 
16. VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
37 
 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
A experiência vivenciada no estágio nos fez refletir sobre a nossa formação e 
nossa atuação enquanto futuros profissionais da educação. Que tipo de profissional 
queremos ser? Como podemos melhorar nossa atuação juntamente comas crianças, 
principalmente, no que se refere ao processo de aprendizagem e desenvolvimento 
infantil? Que cidadãos queremos formar e para que ambiente social? Essas questões 
só foram possíveis ser pensadas a partir da rica experiência advinda do estágio 
supervisionadoem educação infantil. 
 
Durante o período do Curso de Licenciatura em Pedagogia fiz sempre muitas 
análises sobre ser professora ou não, mesmo gostando muito de dar aulas e gostar 
muito de crianças. E nas práticas tanto de Educação Infantil, quanto nas séries iniciais 
passei sempre a ter um olhar mais observador, mais cuidadoso, com o desenvolver 
da minha prática, procurando sempre fazer ajustes nos aspectos que não estavam 
dando tão certo. Gostaria que todos os professores pensassem bem em sua prática, 
se estão proporcionando aos alunos um aprendizado que seja para o resto de suas 
vidas. 
Assim, o Estágio foi de grande proveito para meu desenvolvimento pessoal e 
profissional, uma vez que proporcionou novos conhecimentos e novas perspectivas 
profissionais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
38 
 
REFERÊNCIAS 
 
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descortinando práticas. SP: Pioneira, 1994. 
 
 
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questionamentos, Maria Bernadete Castro Rodrigues. 16ª Reunião Anual da 
ANPED, Caxambú, Setembro, 1993. 
 
 
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Azenha, Maria da Graça. Imagens e Letras - Ferreiro e Luria: Duas teorias 
psicogenéticas. SP: Ática, 1995. 
 
 
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Benjamim, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. SP: Summus, 
1984. 
 
 
Castorina, Jose Antônio. Piaget - Vigotsky: Novas contribuições para o debate. SP: 
Ática, 1995. 
 
 
CEE - Projeto Nacional de Intercâmbio de Experiências Educacionais. Pedagogia de 
Freinet fundamenta a proposta: Município inova em educação pré-escolar. Revista 
do Professor, Porto Alegre, 1993. 
 
 
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Deheinzelin, Monique. A condição Humana ou Leitores e Escritores na Pré-Escola. 
Trino Publicação do Centro de Estudos da Escola da Vila, SP, 1990 - nº 01 (mimeo). 
 
 
Delorme, Maria Inês de Carvalho. Brincando em serviço. RJ, 1995 (mimeo). 
 
 
Delorme, Maria Inês de Carvalho. Como não saber? ou Vygotsky na escola. RJ, 
1992 (mimeo). 
 
 
Demo, Pedro. A política de Educação Infantil no Contexto da Política da Infância no 
Brasil. Brasília, mimeo, 1994. 
 
 
Drovet, Ruth Caribé da Rocha. Fundamentos da educação pré-escolar. SP: Ática, 
1990. 
 
 
Feldman, Marcia. Linguagem e Literatura Infantil - Por uma relação criativa com a 
linguagem - Proposta de discussão para o encontro "A Pré-Escola em Jogo". 
Resende, 1993 (mimeo). 
 
 
Ferreiro, Emília. Reflexões sobre alfabetização. SP, Cortez Editora / Autores 
Associados, 1985. 
 
 
Freire, João Batista. Educação de corpo inteiro: Teoria e Prática da Educação Física 
- Série: Pensamento e Ação no Magistério. SP: Editora Scipione, 1992. 
 
 
Garcia, Regina Leite (org.). Revisitando a pré-escola. SP: Cortez, 1993. 
 
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Iavelberg, Rosa. O Ensino da Arte na Pré-Escola: O Desenho como Construção. SP, 
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Jobim e Souza, Solange. Infância e linguagem: Bakhtin, Vigotsky e Benjamim. SP: 
Papirus, 1994. 
 
 
Kramer, Sonia. A política da pré-escola no Brasil: a arte do disfarce. SP: Cortez, 
1992.

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