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TECNOLOGIAS EMERGENTES
TREINAMENTO EXPERT
ONLINE
MATERIAL DIDÁTICO
INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
CONCEITOS FUNDAMENTAIS
ANGELO MÁRCIO DE PAULA
PROFESSOR
BARRA MANSA, RJ – BRASIL.
JANEIRO / 2020
i
SUMÁRIO
I- INTRODUÇÃO 1
II- EVOLUÇÃO DA INSTRUMENTAÇÃO 3
Pirâmide da Automação 3.0 3
Pilares da Automação 4.0 4
Tecnologias Emergentes na Instrumentação 5
III- CONCEITOS E DEFINIÇÕES 7
Variável controlada, variável manipulada e Set point 7
Sistema a controlar ou plantas 7
Processos 7
Sistemas 8
Distúrbio 8
Sensibilidade 8
Resolução 9
Range e Span 9
IV- SISTEMA DE CONTROLE 10
Sistema de controle em malha aberta 10
Sistema de Controle em Malha Fechada 11
V- INSTRUMENTOS 12
Indicadores 12
Registradores 12
Transmissores 13
Transdutores 13
Controladores 14
Elemento Final de Controle 14
VI- DIAGRAMA DE TUBULAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO (P&ID) 15
VII- EXERCÍCIOS 20
BIBLIOGRAFIA 31
1
I-INTRODUÇÃO
A instrumentação é a ciência que aplica e desenvolve técnicas de medição,
indicação registro e controle de processos de fabricação, visando a otimização na
eficiência desses processos.
O uso de instrumentos em processos industriais visa a obtenção de um
produto de melhor qualidade com menor custo, menor tempo de produção e com a
quantidade reduzida de mão de obra.
O uso correto da instrumentação nos processos industriais permite:
• Incrementar e controlar a quantidade do produto estocado;
• Aumentar a produção e o rendimento;
• Visão em tempo real do processo;
• Rastreabilidade do produto.
Figura I.1- Instrumentação de campo
O controle automático representa um papel vital no avanço à engenharia e
da ciência. Além de possuir importância extrema em sistemas de pilotagem de
aviões, mísseis guiados, veículos espaciais etc. Tornou-se uma parte integrante e
importante dos processos industriais e de fabricação modernos. Exemplos de
controle automático na indústria:
• Controle de temperatura
• Controle de pressão
• Controle de vazão
• Controle de nível
A Internet das Coisas (IoT), representa hoje em dia uma oportunidade de
mercado com agregação de valor caracterizando o surgimento de produtos que
agregam valor onde são utilizados.
2
A Internet Industrial das Coisas (IIoT) é uma extensão da IoT aplicada na
indústria. É uma mudança na cara da indústria de uma maneira bastante
significativa, com origens em tecnologias e funcionalidades avançadas com
dispositivos inteligentes.
Desde a indústria 3.0, o padrão Ethernet vem crescendo no chão de fábrica
ao nível da instrumentação e o uso de tecnologias utilizando endereços IP como
uma forma de realizar a interação dos sistemas de tecnologia da informação (TI)
com os sistemas de tecnologia operacional. Agregando a Ethernet no chão de
fábrica, tanto os funcionários operacionais quanto os executivos da empresa podem
acessar qualquer informação relacionada à produção, em qualquer lugar do mundo
através de um navegador ou aplicativo, o que por sua vez permite a tomada de
decisões de maneira rápida e justificada seguindo as novas políticas de segurança
e controle de acesso que também surgiram com o avanço da indústria 4.0.
A grande novidade do IIoT na instrumentação são os chamados smart-
connected products, hipoteticamente representado na figura I.2, ou seja, os
sensores, transdutores, registradores, transmissores e elementos finais de controle
que podem ser conectados ao padrão Ethernet com baixo acoplamento de
tecnologia, diminuindo ou excluindo a dependência de fabricantes, fator esse
considerado um ponto fraco na indústria 3.0.
Figura I.2- Instrumentação IIoT hipotética
Onde vamos encontrar instrumentação?
• Sistemas automotivos
• Sistemas aeroespaciais
• Sistemas médicos
• Sistemas prediais
• Sistemas de manufatura
• Processamento de materiais
• Logística
3
II-EVOLUÇÃO DA INSTRUMENTAÇÃO
Pirâmide da Automação 3.0
Os sistemas de automação e instrumentação que coletam, processam e
disponibilizam informações associadas ao controle da planta industrial podem ser
agrupados em cinco níveis conforme a figura II.1. Na pirâmide da automação temos
na sua base a aplicação das redes industriais (automação e campo) e no topo a
aplicação das redes coorporativas. Os protocolos foram associados ao nível em que
ele é mais utilizado. Cumpre observar que a rede ethernet vem ampliando sua
aplicação em todos os níveis da automação.
Figura II.1- Hierarquia de sistemas de automação ISA-95
• Primeiro Nível: Instrumentação
▪ Instrumentação de campo: sensores, transdutores e atuadores.
• Segundo nível: Controle
▪ Controle: CLP’s (Controlador Lógico Programável), CP’s (Controlador Programável),
Remotas de Aquisição de Dados, computadores de processo dedicados, single-loop,
multi-loop.
• Terceiro nível: Supervisão
▪ Supervisão: sistemas SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition), SDCD (Sistema
Digital de Controle Distribuído), SDRH (Sistema Digital de Registro Histórico).
• Quarto nível: Gerenciamento da Planta
▪ MES (Manufacturing Execution Systems - Sistemas de Gestão e Planejamento do
Processo Produtivo), TMS (Transportation Management System – Sistema de
Gerenciamento de Transporte) e WMS (Warehouse Management System - Sistema de
Gerenciamento de Armazém)
4
• Quinto nível: Gerenciamento Corporativo
▪ ERP (Enterprise Resource Planning – Sistema de Gestão Empresarial)
A pirâmide possui uma arquitetura vertical para o fluxo da informação, onde
existe uma corrida para uma perfeita sintonia e transparências entre as camadas
para que uma informação do chão de fábrica chegue até o nível corporativo de forma
transparente. Porém, o que se observa é um sistema fortemente acoplado com alta
dependência do fabricante onde cada nível faz a sua própria gestão da informação
com aplicações e banco de dados proprietários e dedicados, o que existe é uma
disponibilização do dado entre as camadas através de Gateways especializados em
protocolos dos mais diversos.
Pilares da Automação 4.0
A 4ª revolução industrial está baseada nas novas tecnologias emergentes e
tem como sustentação o crescimento da internet de forma mundial. Registros
apontam que essa revolução iniciou após o incentivo do governo Alemão através
de políticas públicas que praticamente obrigam as empresas alemãs a implantarem
essa nova onda de tecnologia. A onda contagiou vários países que possuem
programas específicos com políticas públicas que também incentivam a indústrias
acompanharem essa nova revolução.
Figura II.2 – Pilares da Automação 4.0
5
A figura II.2 tem dois pilares principais, o primeiro pilar está ligado ao chão
de fábrica com unidades de controle distribuídos mesclando as funções de controle
e aquisição de dados usando os conceito e equipamentos IIoT. No segundo pilar
estão as aplicações de gerenciamento e supervisão da planta com uma proposta
de base de dados única e visões personalizadas para cada aplicação conforme a
figura II.3. Para garantir toda conectividade desde o chão de fábrica até a diretoria
é necessária criar políticas de segurança por toda planta para garantir a integridade
das informações e da própria empresa.
Figura II.3 – Sistema único e várias visões
Tecnologias Emergentes na Instrumentação
IIoT - Industrial Internet of Things
A Internet das Coisas da Indústria teve o seu início com
o uso do padrão Ethernet no chão de fábrica através de
sensores inteligentes com capacidade de se
comunicarem por essas redes.
Agora, tanto os funcionários do chão de fábrica quanto os executivos da
empresa podem acessar qualquer informação relacionada à produção. Porém cabe
uma ressalva, a tecnologia se encaixará na topologia específica da Automação 4.0
quepermitirá um acesso controlado e seguro.
Transmissores de pressão, vazão, motores, válvulas e muitos outros estão
sendo construídos no conceito smart connected products, desta maneira, são
capazes de fornecer uma visão operacional de maneira muito mais fácil e ágil.
Sendo assim, torna-se possível realizar várias análises localmente sem
sobrecarregar sistemas de alto nível. Associados ao campo também encontraremos
6
QR code em cada equipamento, RFID para localização rápida e muito mais vindo
por aí. Esse pilar ainda vai crescer muito.
A Internet Industrial de Coisas (IIoT) é frequentemente apresentada como
um conceito que está mudando a cara da indústria de uma maneira bastante
significativa, no entanto, esta mudança tem suas origens em tecnologias e
funcionalidades desenvolvidas nos últimos anos por fabricantes visionários de
equipamentos de automação. Deve-se ressaltar que apesar da evolução até os dias
atuais, as alterações para a indústria estão longe de acabar, pois este é um
momento favorável para enfatizar os investimentos em tecnologia e dispositivos
inteligentes.
AI - Artificial Intelligence
A AI é a inteligência similar à humana exibida por
mecanismos, equipamentos ou software, é definida
como um agente que percebe seu ambiente e toma
atitudes que maximizam suas chances de sucesso. Tem
capacidade de interpretar corretamente dados externos,
aprender a partir desses dados e utilizar essas aprendizagens para atingir objetivos
e tarefas específicos através de adaptação flexível.
A IEC 61131-7 trata da programação de Controladores Lógicos
Programáveis com a Lógica Fuzzy que se encaixa em implementações no contexto
da inteligência artificial. É, portanto, um ponto de necessidade de pesquisa e novas
soluções para essa indústria, já pensou se o PLC informar antes que a linha vai
parar? Ser capaz de tomar outro caminho pela falta de acionamento de um
determinado sensor? Atenção universitários, professores e pesquisadores aqui tem
necessidade real de pesquisa!!!
https://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia
7
III-CONCEITOS E DEFINIÇÕES
Variável controlada, variável manipulada e Set point
A variável controlada é a grandeza
ou a condição que é medida e
controlada. A variável manipulada é
a grandeza ou a condição
modificada pelo controlador, de
modo que afete o valor da variável
controlada. Normalmente, a variável
controlada é à saída do sistema.
Controlar significa medir o valor da variável controlada do sistema e utilizar a
variável manipulada ao sistema para corrigir ou limitar os desvios do valor médio a
partir de um valor desejado, ou seja, o set point.
Sistema a controlar ou plantas
O sistema a controlar pode ser parte de um
equipamento ou apenas um conjunto de
componentes de um equipamento que funcione de
maneira integrada, com o objetivo de realizar
determinada operação.
Processos
Um processo é uma operação natural de progresso
contínuo ou um desenvolvimento caracterizado por
uma série de modificações graduais que se
sucedem umas às outras de modo relativamente
estável, avançando em direção a determinado
resultado ou objetivo; ou uma operação contínua
progressiva, artificial ou voluntária, que consiste em
uma série de ações ou movimentos controlados, sistematicamente destinados a
atingir determinados fins ou resultados.
8
Sistemas
Um sistema é a
combinação de
componentes que agem
em conjunto para atingir
determinado objetivo. A
ideia de sistema não fica restrita apenas a algo físico. O conceito de sistema pode
ser aplicado a fenômenos abstratos dinâmicos, como aqueles encontrados na
economia. Dessa maneira, a palavra “sistema” pode ser empregada para se referir
a sistemas físicos, biológicos, econômicos e outros.
Distúrbio
Um distúrbio é um sinal
que tende a afetar de
maneira adversa o valor
da variável de saída de
um sistema. Se um
distúrbio for gerado dentro
de um sistema, ele será
chamado de distúrbio interno, enquanto um distúrbio externo é aquele gerado fora
do sistema e que se comporta como um sinal de entrada no sistema.
Sensibilidade
É a razão entre a intensidade do sinal de saída,
ou resposta, do instrumento e a intensidade do
sinal de entrada, ou variável sob medição.
9
Resolução
É a menor variação na variável
medida que pode ser indicada pelo
instrumento.
Range e Span
Também conhecido como faixa de valores. O range é o
conjunto de valores da variável medida que estão
compreendidos dentro do limite superior e inferior da
capacidade de medida ou de transmissão do instrumento.
Se expressa determinando os valores extremos.
Exemplos de range:
0 a 25 mbar
100 a 5000 ⁰C
0 a 20 PSI
0 a 60 m3 /h
Também conhecido com alcance. O span é a diferença
algébrica entre o valor superior e inferior da faixa de
medida do instrumento. Exemplos: Um instrumento com
range de 100 - 5000C. Seu Span é de 4900C. Ou um
transmissor de pressão, cujo range é de – 30 a +30
mm.c.a., seu span será de 60 mm.c.a. Exemplos de span:
Range de 0 a 100 mbar = Span 100mbar
Range de 100 a 5000 ⁰C = Span 4900 ⁰C
Range 0 a 20 PSI = Span 20PSI
Range 0 a 60 m3 /h = Span 60 m3 /h
Range de -30 a +30 mmCA = Span 60 mmCA
10
IV-SISTEMA DE CONTROLE
Um sistema de controle pode ser definido como um conjunto de
equipamentos e dispositivos que gerenciam o comportamento de máquinas ou
outros sistemas físicos. Para isso, é necessário realizar a modelagem matemática
da planta, seguida do projeto do controlador. Posteriormente, segue-se para a
elaboração física dos sistemas. Alguns processos podem ser não controláveis ou
apresentar não-linearidades de operação. Nestes casos, devem ser utilizadas
técnicas de controle sofisticadas, conforme os objetivos de projeto e custos
envolvidos.
Como exemplos de aplicações desses sistemas, pode-se citar: controle de
temperatura de forno industrial, controle de pressão de um tanque fechado, controle
de vazão de gás para abastecimento, controle de nível em tanques abertos e
fechados e muito mais.
Há dois tipos comuns de controladores, com muitas variações e
combinações: Sistemas de controle em malha aberta e realimentados. A seguir uma
breve descrição dos dois tipos citados.
Sistema de controle em malha aberta
Figura IV.1 – Sistema de Controle em Malha Aberta
São sistemas de controle nos quais a saída não tem efeito na ação de
controle conforme a figura IV.1. Isto é, num sistema a malha aberta, a saída não é
medida e nem realimentada para comparação com a entrada. Consequentemente,
a cada entrada de referência corresponde uma condição de operação fixa. Ou seja,
a precisão do sistema depende de uma calibração anterior (OGATA, 2003).
São vantagens de um sistema em malha aberta na opinião do Ogata (2003):
• São simples de serem construídos e têm fácil manutenção.
• São menos dispendiosos do que um sistema correspondente de malha fechada.
11
• Não apresentam problemas de estabilidade.
• São apropriados quando existem dificuldades de avaliação da saída ou quando a
medição precisa da saída não é economicamente possível. (Por exemplo, no caso da
máquina de lavar roupas, seria bastante dispendiosa a instalação de um dispositivo
para avaliar se as roupas foram bem lavadas).
E são desvantagens dos sistemas de controle de malha aberta:
• Distúrbios e mudanças na calibração causam erros, e a saída pode apresentar
diferenças em relação ao padrão esperado
• Para que a saída mantenha a qualidade requerida, é necessária uma regulagem
periódica.
Sistema de Controle em Malha Fechada
Figura IV.2 – Sistema de Controle em Malha Fechada
Controle com realimentação ou de malha fechada da figura IV.2 refere-se auma operação que, na presença de distúrbios, tende a diminuir a diferença entre a
saída do sistema e alguma entrada de referência. Então o sinal de saída possui um
efeito direto na ação de controle. Isto é, são os sistemas com realimentação. O sinal
erro atuante, que é a diferença entre o sinal de entrada e o sinal realimentado, chega
ao controlador de modo a reduzir o erro e manter a saída do sistema em um valor
desejado.
12
V-INSTRUMENTOS
Indicadores
Figura V1- Indicadores industriais
Instrumento que dispõe de um ponteiro e de uma escala graduada na qual
podemos ler o valor da variável. Existem também indicadores digitais que mostram
a variável em forma numérica com dígitos ou barras gráficas. Atualmente o SCADA
(Sistema de Supervisão e Aquisição de Dados), tem substituído em massa os
instrumentos discretos através de monitores com telas que possuem interfaces ricas
com os sinóticos do processo com instrumentos digitais compartilhados. Tudo isso
pode ser observado na figura V.1.
Registradores
Figura V.2- Registradores Industriais
Instrumento que registra a variável através de um traço contínuo ou pontos
em um gráfico, como podemos observar na figura V.2, encontramos uma verdadeira
evolução na forma como as variáveis são registrados ao longo do tempo.
Registradores com cartas gráficas em papel vem sendo substituídos por sistemas
em banco de dados com algoritmos de compressão e descompressão e funções
13
especiais de busca que permitem a rastreabilidade do dado ao longo de dias,
semanas, meses e anos.
Transmissores
Figura V.3- Transmissores de pressão, vazão e temperatura
A figura V.3 apresenta um instrumento que determina o valor de uma variável
no processo através de um elemento primário, tendo o mesmo sinal de saída
(pneumático ou eletrônico), cujo valor varia apenas em função da variável do
processo de forma contínua no tempo com a função de transmitir os dados do
processo medido entre os elementos funcionais do sistema de medição quando
estes se encontram fisicamente separados.
Transdutores
Figura V.4- Transdutores
Temos na figura V.4 alguns instrumentos que recebem informações na forma
de uma ou mais quantidades físicas, modifica, caso necessário, estas informações
e fornecem um sinal de saída resultante. Dependendo da aplicação, o transdutor
pode ser um elemento primário, um transmissor ou outro dispositivo. O conversor é
14
um tipo de transdutor que trabalha apenas com sinais de entrada e saída
padronizados.
Controladores
Figura V.5- Controladores
A figura V.5 mostra uma gama de instrumentos que compara a variável
controlada com um valor desejado e fornece um sinal de saída com a função de
manter a variável controlada em um valor específico ou entre valores determinados.
A variável pode ser medida diretamente pelo controlador ou indiretamente através
do sinal de um transmissor ou transdutor. Os transmissores podem ser dedicados
como os Single-Loops, com mais de uma malha de controle como os Multi-Loops,
mas atualmente esse segmento é dominado pelos PLC´s e SDCD´s.
Elemento Final de Controle
Figura V.6- Elemento Final de Controle
Observe na figura V.6 esses instrumentos. Eles modificam diretamente o
valor da variável manipulada de uma malha de controle. Uma válvula de controle de
passagem de gás, óleo ou água; um motor para realizar um novo posicionamento;
a abertura e posicionamento de um Dumper; uma resistência elétrica de
aquecimento.
15
VI-DIAGRAMA DE TUBULAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO (P&ID)
O Piping & Instrument Diagram, traduzido com Diagrama de tubulação e
Instrumentação (P&ID), mas também como Diagrama de processo e
Instrumentação mostram como os equipamentos de processo industrial são
interconectados por um sistema de pipelines (tubulação). Os esquemáticos de P&ID
também mostram os instrumentos e as válvulas que monitoram e controlam o fluxo
de materiais através dos pipelines.
É um diagrama bastante utilizado em processos industriais que exibe as
tubulações de determinado processo, juntamente com os equipamentos instalados
e instrumentação da planta. Indispensável na documentação e muito útil na
construção de telas de sinótico para supervisão do processo conforme a figura VI.1
Figura VI.1 – P&ID: CAD e Supervisório
A padronização ISA estabelece símbolos, gráficos e codificação para
identificação alfanumérica de instrumentos ou funções programadas que deverão
ser utilizadas nos diagramas e malhas de controle de projetos de instrumentação.
De acordo com a norma ISA-95, cada instrumento ou função programada será
identificada pôr um conjunto de letras que o classifica funcionalmente e um conjunto
de algarismos que indica a malha à qual o instrumento ou função programada
pertence. Eventualmente, para completar a identificação, poderá ser acrescido um
sufixo. A tabela VI.1 mostra a padronização das nomenclaturas das variáveis do
processo. A figura VI.2 mostra um exemplo de instrumento identificado de acordo
com a norma pré-estabelecida.
16
Tabela VI.1 – Letras de identificação dos instrumentos
Primeira Letra Letras Subsequentes
Variável medida ou
inicial
Modificadora Função de
informação ou
passiva
Função final Modificadora
A Analisador - Alarme - -
B Chama de queimador - Indefinida Indefinida Indefinida
C Condutividade elétrica - - Controlador
D Densidade ou massa
específica
Diferencial - -
E Tensão elétrica - Elemento primário -
F Vazão (Flow) Razão (fração) - -
G Medida dimensional - Visor -
H Comando manual
(Hand)
- - - Alto (High)
I Corrente elétrica - Indicador -
J Potência Varredura ou
Seletor
- -
K Tempo programado Taxa de mudança
de tempo
- Estação de Controle
L Nível (Level) - Lâmpada - Baixo (Low)
M Umidade (Moisture) - - - Médio ou
intermediário
N Indefinida - Indefinida Indefinida
O Indefinida - Orifício de restrição - Indefinida
P Pressão ou vácuo - Ponto de teste -
Q Quantidade ou evento Integrador ou
Totalizador
- -
R Radioatividade - Registrador ou
impressor
-
S Velocidade ou
frequência (Speed)
Segurança - Chave (interruptor)
(Switch)
T Temperatura - - Transmissor
U Multivariável - Multifunção Multifunção Multifunção
V Viscosidade - - Válvula
W Peso ou força (Weigh) - Poço -
X Não classificada Diferencial Não classificada Não classificada Não classificada
Y Indefinida - - Relé ou computação -
Z Posição Razão (fração) - Elemento final de
controle não classificado
-
Figura VI.2 – Padrão de Identificação do Instrumento
17
P - Variável medida - Pressão
R - Função passiva ou de informação - Registrador
C - Função ativa ou de saída - Controlador
001 - Área de atividade, onde o instrumento atua
02 - Número sequencial da malha
A - Sufixo
O formato dos instrumentos também possui significado específico conforme
ilustrado na figura VI.3. Através do símbolo de instrumentação é possível saber a
sua localização com acesso ou não pelo operador e o tipo de instrumento como
discreto ou computacional.
Figura VI.3 – Símbolos dos Instrumentos
As linhas de conexão entre os elementos do sistema possuem diferentes
traçados com diferentes significados, já que a instrumentação é provida de uma
mistura de equipamento e sinais elétricos, pneumáticos, hidráulicos e gases. Além
de sinais computacionais com o crescimento da informática e internet. A tabela VI.2
apresenta os traçados das conexões entre os elementos.
18
Tabela VI.2 – Identificação dos traçados
A relação completa dos símbolos é muito grande, mas podemos simplificar
na tabela VI.3 alguns símbolos mais corriqueiros. Um estudo mais completo pode
ser consultado direto na norma ISA.
Tabela VI.3 – Letras de identificação dos instrumentosDescrição Símbolo
Placa de orifício
Medidor Venture
Tubo pitot
Válvula com atuador pneumático de diafragma
Válvula com atuador elétrico
Válvula com atuador hidráulico ou pneumático tipo pistão
Válvula manual
Válvula auto operada e diafragma
Válvula de retenção e bloqueio manual
Válvula de três vias
Válvula de quatro vias
19
A tabela VI.4 apresenta alguns exemplos dos indicadores mais comuns:
Tabela VI.4 – Exemplo de indicadores
INDICADOR DESCRIÇÃO
TI Indicador de Temperatura
LI Indicador de Nível
SI Indicador de Velocidade
MI Indicador de Umidade
AI Indicador de Análise (pH, O2 etc)
VI Indicador de Viscosidade
TIC Indicador Controlador de Temperatura
LIC Indicador Controlador de Nível
FIC Indicador Controlador de Vazão
JIC Indicador Controlador de Potência
SIC Indicador Controlador de Velocidade
BIC Indicador Controlador de queima ou Combustão
LAH Alarme de Nível Alto
TAH Alarme de Temperatura Alta
SAL Alarme de Velocidade Baixa
WAL Alarme de Peso Baixo
HV Válvula de Controle Manual
LV Válvula de Nível
LCV Válvula de Controle de Nível
Primeiras letras mais usadas:
A: Analisador
F: Flow/Vazão
L: Level/Nível
P: Pressure/Pressão
T: Temperature/Temperatura
Segundo grupo (letras subsequentes) de letras mais usadas:
A: Alarme
C: Controle
I: Indicador
R: Registrador
Y: Qualquer cálculo ou manipulação numérica
T: Transmissor
V: Válvulas
Principais modificadores mais usados:
D: Diferença entre duas tomadas
S: Segurança
H: High/Alta
L: Low/Baixa
20
VII-EXERCÍCIOS
Questão 1)
A instrumentação é a ciência que aplica e desenvolve técnicas de medição,
indicação registro e controle de processos de fabricação, visando a otimização na
eficiência desses processos. O uso de instrumentos em processos industriais visa
a obtenção de um produto de melhor qualidade com menor custo, menor tempo de
produção e com a quantidade reduzida de mão de obra. O uso correto da
instrumentação nos processos industriais permite:
i. Incrementar e controlar a quantidade do produto estocado;
ii. Aumentar a produção e o rendimento;
iii. Gestão eficiente do setor de marketing;
iv. Visão em tempo real do processo;
v. Rastreabilidade do produto.
Dadas as afirmações sobre instrumentação, assinale a melhor opção:
a) Apenas o item iii não é verdadeiro
b) Apenas os itens i, ii e iii são verdaceiros
c) Apenas o item v não é verdadeiro
d) Apenas os itens iv e v são verdadeiros
e) Apenas o item não iv é verdadeiro
Resposta:
a) Correto. O setor de marketing não tem ligação direta com a Instrumentação
b) O item iii não é verdadeiro
c) O item v é verdadeiro
d) Os itens i e ii também são verdadeiros
e) Os itens i, ii e v também são verdadeiros
Questão 2)
O controle automático representa um papel vital no avanço à engenharia e da
ciência. Além de possuir importância extrema em sistemas de pilotagem de aviões,
mísseis guiados, veículos espaciais etc. Tornou-se uma parte integrante e
importante dos processos industriais e de fabricação modernos. Exemplos de
controle automático na indústria:
i. Controle de temperatura
ii. Controle de pressão
iii. Controle de vazão
iv. Controle de nível
Dados os exemplos sobre instrumentação, assinale a melhor opção:
21
a) Todos os itens são verdadeiros
b) Todos os itens são falsos
c) Apenas os itens i, ii e iii são verdaceiros
d) Apenas o item iv é verdadeiro
e) Apenas os itens iii e iv são verdadeiros
Resposta:
a) Correto.
b) Todos itens são verdadeiros
c) Todos itens são verdadeiros
d) Todos itens são verdadeiros
e) Todos itens são verdadeiros
Questão 3)
A Internet Industrial das Coisas (IIoT) é uma extensão da Internet das coisas (IoT)
aplicada na indústria. É uma mudança na cara da indústria de uma maneira bastante
significativa, com origens em tecnologias e funcionalidades avançadas com
dispositivos inteligentes. A grande novidade do IIoT na instrumentação são os
chamados smart-connected products. Assinale a opção que representa em qual
revolução o IIoT é considerado como uma tecnologia emergente:
a) 4ª revolução industrial
b) 3ª revolução industrial
c) 2ª revolução industrial
d) 1ª revolução industrial
e) 5ª revolução industrial
Resposta:
a) Correto.
b) Informática e globalização
c) Energia elétrica e petróleo
d) Máquina a vapor
e) Ainda não aconteceu
Questão 4)
Desde a indústria 3.0, o padrão Ethernet vem crescendo no chão de fábrica ao nível
da instrumentação e o uso de tecnologias utilizando endereços IP como uma forma
de realizar a interação dos sistemas de tecnologia da informação (TI) com os
sistemas de tecnologia operacional. Agregando a Ethernet no chão de fábrica, tanto
os funcionários operacionais quanto os executivos da empresa podem acessar
22
qualquer informação relacionada à produção, em qualquer lugar do mundo através
de um navegador ou aplicativo, o que por sua vez permite a tomada de decisões de
maneira rápida e justificada seguindo as novas políticas de segurança e controle de
acesso que também surgiram com o avanço da indústria 4.0. Assinale a seguir qual
tecnologia ganhou destaque na Indústria 4.0 após o crescimento da rede Ethernet
no chão de fábrica:
a) IIoT
b) Inteligência Artificial
c) Big Data
d) Transmissor de Pressão
e) Termopar
Resposta:
a) Correto.
b) É promissor, mas o principal é o IIoT.
c) É promissor, mas o principal é o IIoT.
d) Não é uma tecnologia de destaque.
e) Não é uma tecnologia de destaque.
Questão 5)
A grande novidade do IIoT na instrumentação são os chamados
________________________________________, ou seja, os sensores,
transdutores, registradores, transmissores e elementos finais de controle que
podem ser conectados ao padrão Ethernet com baixo acoplamento de tecnologia,
diminuindo ou excluindo a dependência de fabricantes, fator esse considerado um
ponto fraco na indústria 3.0. Assinale a seguir a opção que completa a frase
corretamente.
a) smart-connected products
b) Transmissores inteligentes
c) Elementos finais de controle
d) Roteadores de internet
e) CLP´s
Resposta:
a) Correto.
b) Não é uma novidade.
c) Não é uma novidade.
d) Não é uma novidade.
e) Não é uma novidade.
23
Questão 6)
A variável controlada é a grandeza ou a condição que é medida e controlada. A
variável manipulada é a grandeza ou a condição modificada pelo controlador, de
modo que afete o valor da variável controlada. Normalmente, a variável controlada
é à saída do sistema. Controlar significa medir o valor da variável controlada do
sistema e utilizar a variável manipulada ao sistema para corrigir ou limitar os desvios
do valor médio a partir de um valor desejado. Assinale a seguir qual é a variável
controlada do trocador de calor da figura:
a) Temperatura do Fluido
b) Vazão do Fluido
c) Vazão do vapor
d) Pressão do vapor
e) Abertura da válvula
Resposta:
a) Correto.
b) Resposta sem fundamento.
c) Variável manipulada.
d) Resposta sem fundamento.
e) Resposta sem fundamento.
Questão 7)
Um __________________________________é a combinação de componentes
que agem em conjunto para atingir determinado objetivo. A ideia de sistema não
fica restrita apenas a algo físico. O conceito de sistema pode ser aplicado a
fenômenos abstratos dinâmicos, como aqueles encontrados na economia. Dessa
maneira, a palavra “sistema” pode ser empregada para se referir a sistemas físicos,
biológicos, econômicos e outros. Assinale a seguir a frase que completa
corretamente a frase.
a) Sistema
b) Processo
c) Produto
d) Controlador
e) Computador
Resposta:
a) Correto.
24
b) Resposta sem fundamento.
c) Resposta sem fundamento.
d) Resposta sem fundamento.
e) Resposta sem fundamento.
Questão 8)
Assinale a seguiro termo que também conhecido como faixa de valores. Trata-se
do conjunto de valores da variável medida que estão compreendidos dentro do limite
superior e inferior da capacidade de medida ou de transmissão do instrumento. Se
expressa determinando os valores extremos.
a) Range
b) Span
c) Resolução
d) Erro
e) Sensibilidade
Resposta:
a) Correto.
b) Resposta sem fundamento.
c) Resposta sem fundamento.
d) Resposta sem fundamento.
e) Resposta sem fundamento.
Questão 9)
Um sistema de controle pode ser definido como um conjunto de equipamentos e
dispositivos que gerenciam o comportamento de máquinas ou outros sistemas
físicos. Assinale a seguir a opção referente a uma operação que, na presença de
distúrbios, tende a diminuir a diferença entre a saída do sistema e alguma entrada
de referência. Então o sinal de saída possui um efeito direto na ação de controle.
a) Sistema de controle em malha fechada
b) Sistema de controle em malha aberta
c) Sistema de controle guiado
d) Sistema de controle em tempo real
e) Sistema de controle passa altas
Resposta:
a) Correto.
b) Não possui realimentação.
c) Resposta sem fundamento.
d) Resposta sem fundamento.
e) Resposta sem fundamento.
25
Questão 10)
Assinale a seguir o instrumento que registra a variável através de um traço contínuo
ou pontos em um gráfico, Os instrumentos com cartas gráficas em papel vem sendo
substituídos por sistemas em banco de dados com algoritmos de compressão e
descompressão e funções especiais de busca que permitem a rastreabilidade do
dado ao longo de dias, semanas, meses e anos.
a) Registradores
b) Indicadores
c) Transmissores
d) Transdutores
e) Controladores
Resposta:
a) Correto.
b) Resposta sem fundamento.
c) Resposta sem fundamento.
d) Resposta sem fundamento.
e) Resposta sem fundamento.
Questão 11)
Dado o sistema trocador e calor a seguir, assinale a alternativa que identifica
o instrumento TIC021:
a) Indicador Controlador de Temperatura
a) Indicador Controlador de Tensão
b) Indicador Controlador de Talisca
c) Indicador Controlador de Tiras
d) Indicador Controlador de Pressão
Resposta:
a) Correto.
b) Resposta sem fundamento.
c) Resposta sem fundamento.
d) Resposta sem fundamento.
e) Resposta sem fundamento.
26
Questão 12)
Qual a função de cada um dos instrumentos abaixo, de acordo com a sua
identificação.
a) FIC – controlador indicador de vazão
b) TI – indicador de temperatura
c) TSL – chave de temperatura baixa
d) PSLL – chave de pressão muito baixa
e) TT – transmissor de temperatura
f) PIC – controlador indicador de pressão
g) LT – transmissor de nível
h) FSHH – chave de vazão muito alta
i) LSH – chave de nível alta
j) FY – conversor de vazão
Questão 13)
Defina a localização dos equipamentos e tipos de sinais de transmissão de cada
malha de controle, além da sua função (equipamento).
(1) Malha 101
FT 101 – transmissor de vazão
Instrumento discreto
Montado no campo
Sinal pneumático
FY 101 – conversor de vazão
Instrumento discreto
Painel auxiliar não acessível ao operador
Sinal pneumático
FIC 101 – controlador indicador de vazão
Instrumento discreto
Painel acessível ao operador
(2) Malha 201
PT 201 – transmissor de pressão
Instrumento discreto
Montado no campo
Sinal elétrico
27
PY 201 – conversor de pressão
Instrumento discreto
Painel auxiliar não acessível ao operador
Sinal elétrico
PR 201 – registrador de pressão
Instrumento discreto
Painel principal acessível ao operador
(3) Malha 301
TT 301 – transmissor de temperatura
Instrumento discreto
Montado no campo
Tubo capilar e Sinal pneumático
TI 301 – indicador de temperatura
Instrumento discreto
Painel principal acessível ao operador
Sinal pneumático
TC 301 – controlador de temperatura
Instrumento discreto
Painel principal acessível ao operador
(4) Malha 401
LT 401 – transmissor de nível
Instrumento discreto
Montado no campo
Sinal pneumático
LY 401 – conversor de nível
Instrumento discreto
Painel auxiliar não acessível ao operador
Sinal elétrico
LR 401 – registrador de nível
Instrumento discreto
Painel principal acessível ao operador
Questão 14)
Defina a localização dos equipamentos e tipos de sinais de transmissão de cada
malha de controle, além da sua função (equipamento).
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LT 07-340
Transmissor de nível
Instrumento discreto
Montado no campo
LIC 07-340
Controlador indicador de nível I/P
Instrumento compartilhado
Painel auxiliar acessível ao operador
LSLL 07-340
Chave de nível muito baixa
Instrumento compartilhado
Painel auxiliar não acessível ao operador
LY 07-340A
Conversor de nível
Instrumento discreto
Montado no campo
LV 07-340
Válvula de nível pneumática
Instrumento discreto
Montado no campo
LIC 04
Controlador indicador de nível
Computador lógico programável
Painel auxiliar acessível ao operador
LV 07-340B
Válvula de nível com solenoide
Instrumento discreto
Montado no campo
Questão 15)
Dado o fluxograma abaixo, responda:
29
Onde estão montados os instrumentos?
a) PT-020 – Montado no campo
b) PSH-020 – Painel auxiliar não acessível ao operador
c) PIR-020 – Painel principal acessível ao operador
d) PAH-020 - Painel principal acessível ao operador
e) TT-021 – Montado no campo
f) TIC-021 - Painel principal acessível ao operador
g) TIR-021 - Painel principal acessível ao operador
h) TCV-021 – Montado no campo
Especifique a função de cada instrumento do fluxograma:
a) PT-020 –Transmissor de pressão
b) PSH-020 – Chave de pressão alta
c) PIR-020 - Registrador indicador de pressão
d) PAH-020 - Alarme de pressão alta
e) TT-021 – Transmissor de temperatura
f) TIC-021 - Controlador indicador de temperatura
g) TIR-021 - Registrador indicador de temperatura
h) TCV-021 -Válvula de controle de temperatura
A instrumentação composta por PT-020, PSH-020, PIR-020 e PAH-020 forma uma:
(x) Malha Aberta
( ) Malha Fechada
A instrumentação composta por TT-021, TIR-021, TIC-021, TCV-021 forma uma:
( ) Malha Aberta
(x) Malha Fechada
Explique por quê?
Porque somente na malha 21, a informação sobre a variável do processo é usada
para realimentar um controlador que atuará sobre um elemento final de controle.
Na malha 021:
a) Qual a variável manipulada? Vazão do vapor
b) Qual a variável controlada? Temperatura do fluido
Qual o sinal de transmissão da:
i) Malha 020? Elétrico
j) Malha 021? Elétrico
Questão 16)
Um instrumento com range de 0 a 230oC, está indicando 200oC e sua precisão é de ±0,5%
do span. Entre quais valores poderão estar compreendida a temperatura real devido a
precisão apresentada do instrumento?
200°𝐶 ∓ 0,5% (230 − 0) °𝐶
200°𝐶 ∓
0,5
100
(230 − 0) °𝐶
200°𝐶 {
+ 0,005 𝑥 230
− 0,005 𝑥 230
30
𝟏𝟗𝟖, 𝟖𝟓°𝑪 𝒆 𝟐𝟎𝟏, 𝟏𝟓°𝑪
Questão 17)
Um instrumento com range de 0 a 50 l/min está indicando 12 l/min e sua precisão é de ±
0,25% do span. Entre quais valores poderão estar compreendida a vazão real considerando
a precisão do instrumento?
12 𝑙/𝑚𝑖𝑛 ∓ 0,25% (50 − 0) 𝑙/𝑚𝑖𝑛
12 𝑙/𝑚𝑖𝑛 ∓
0,25
100
(50 − 0) 𝑙/𝑚𝑖𝑛
12 𝑙/𝑚𝑖𝑚 {
+ 0,0025 𝑥 50 𝑙/𝑚𝑖𝑛
− 0,0205 𝑥 50 𝑙/𝑚𝑖𝑛
𝟏𝟏, 𝟖𝟕𝟓 𝒍/𝒎𝒊𝒏 𝒆 𝟏𝟐, 𝟏𝟐𝟓 𝒍/𝒎𝒊𝒏
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BIBLIOGRAFIA
Indústria 4.0: conceitos e fundamentos / organizado por José Benedito Sacomano...
[et al.]; Alessandro Wendel Borges de Lima... [et al.]. - São Paulo: Blucher, 2018.
182 p. : il.
CAMPOS, M.C.M.M.; TEIXEIRA, H.C.G.; Controles típicos de equipamentos e
processos industriais, ed 1, São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
ROSÁRIO, J. M.; Princípios de Mecatrônica, São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2005.
OGATA, K.; Engenharia de Controle Moderno, ed. 4, São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2003.HELFRICK, A. D.; COOPER, W.D; Instrumentação Eletrônica Moderna e Técnicas
de Medição, ed. 1, Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1994.
AGUIRRE, L. A.; Fundamentos de Instrumentação, ed. 1, São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2013.
FIALHO, A. B.; Instrumentação Industrial, ed. 7, São Paulo: Érica, 2014.
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de Janeiro: LTC, 2007.
PESSOA, M. S. P; SPINOLA, M.M.; Introdução à Automação: para cursos de
engenharia e gestão, ed. 2, Rio de Janeiro: LTC, 2007.
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