Prévia do material em texto
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO TOCANTINS – UNITINS CAMPUS DE AUGUSTINÓPOLIS- TO ENFERMAGEM LUANA PATRÍCIA GARCIA DOS SANTOS RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ENFOQUE NA ATENÇÃO BÁSICA AUGUSTINÓPOLIS – TO 2024 RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ENFOQUE NA ATENÇÃO BÁSICA Trabalho acadêmico apresentado a Universidade Estadual do Tocantins – UNITINS, como requisito parcial para obtenção de nota na disciplina de Estágio Supervisionado enfoque na atenção básica Professor Jesuane Cavalcante Melo de Morais ORIENTADOR: Jesuane Cavalcante Melo de Morais AUGUSTINÓPOLIS – TO 2024 IDENTIFICAÇÃO DO ACADÊMICO Nome do estagiário: LUANA PATRÍCIA GARCIA DOS SANTOS Curso: ENFERMAGEM Período: 9º PERÍODO Endereço Completo: AVENIDA ARAGUAIA, Nº 117, BAIRRO BOA VISTA Telefone: (63) 99294-9243 E-mail: luanapatricia@unitins.br AUGUSTINÓPOLIS – TO 2022 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 DESENVOLVIMENTO 4 CONCLUSÃO REFERENCIAS . ANEXO A - NOME DO ANEXO INTRODUÇÃO De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem (DCN-E), o estágio supervisionado é um componente curricular obrigatório na formação profissional do enfermeiro, o qual é oferecido nos dois últimos semestres do curso e com uma carga horária mínima de 500 horas. As atividades do estágio devem ser desenvolvidas em diferentes espaços, tais como hospitais gerais e especializados, ambulatórios, rede básica de serviços etc. Na elaboração da programação e do processo de supervisão do estagiário, deverá ser assegurada a efetiva participação dos enfermeiros do serviço de saúde envolvidos no estágio. O Estágio Curricular Supervisionado apresenta-se como uma ferramenta de aproximação entre a academia e os serviços, possibilita o emprego de conhecimentos, habilidades e atitudes profissionais apreendidos pelo estudante, que neste momento da formação fortalece suas competências inseridas nos processos de trabalho das instituições de saúde. O objetivo é levar o estudante a articular teoria e prática em um processo de formação participativo, permeado pela interlocução entre o ensinar e o aprender em ambientes extramuros, com a participação ativa de profissionais da área de formação, universidade e comunidade (MARRAN; LIMA; BAGNATO, 2015). O contexto da prática do estágio estimula o desenvolvimento de autonomia, responsabilidade, liberdade, criatividade, compromisso, domínio da prática e de seu papel social, aprofundando seus conhecimentos e estimulando-o a assumir uma práxis transformadora, uma vez que é conduzido a refletir acerca da realidade dos processos de trabalho e propor soluções para problemas reais vivenciados (ESTEVES, et al. 2018). deparam no cotidiano, efetuando um cuidado emancipatório e utilizando conhecimentos apreendidos na universidade em prol do bem-estar da população (BARBIANI; NORA; SCHAEFER, 2016). Segundo a Política Nacional da Atenção Básica (PNAB), a atenção básica é caracterizada como um conjunto de ações de saúde para indivíduos ou coletividades, que envolve a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde, que objetiva desenvolver uma atenção integral com impacto na situação de saúde e nos determinantes e condicionantes de saúde da população. Torna-se concreto mediante práticas de cuidado e gestão, unindo o trabalho em equipe com o cuidado dirigido aos usuários dos territórios atendidos pela estratégia, bem como em suas residências (BRASIL, 2017). Dentre estas vertentes, salienta-se a relevância da participação de acadêmicos neste contexto, que é assegurado pela Lei nº 8.080/1990, segundo a qual os serviços públicos integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS) constituem campo de prática para ensino do sistema educacional (BRASIL, 1990). Assim, aborda-se a formação de enfermeiros participativos e com opinião crítica, a fim de que sejam capazes de estabelecer o diálogo entre a diversidade de saberes com os quais se O referido relatório pretende discorrer sobre o período enriquecedor que nós, alunos da UNIME, passamos na Unidade de Saúde da Família Jardim Primavera, bairro Jardim Primavera, Augustinópolis – TO, relatando atividades realizadas durante o Estágio Supervisionado I. As atividades programadas foram realizadas das segundas às sextas-feiras, desenvolvida durante o período de fevereiro à junho de 2024 no turno matutino e vespertino (de 07:30 ás 17:30). DESENVOLVIMENTO O estágio tratou-se do desenvolvimento de atividades pertinentes ao enfermeiro, validando o que foi aprendido na prática durante oito semestres, o que contribui para a nossa formação acadêmica, oportunizando o aprendizado técnico - cientifico assistencial e gerencial. Entre os serviços prestados pela equipe da Unidade Básica de Saúde, cito o acolhimento na triagem, consultas de enfermagem abrangendo aos programas oferecidos pelo Ministério da Saúde, atendimentos em clínica geral, atendimento odontológico, visitas domiciliares, realização de curativos, imunizações, além da dispensação de medicamentos pela farmácia básica da unidade. O objetivo deste relatório é descrever o campo de estágio, desde a área física da UBS até as atividades desenvolvidas e experiência vivenciadas pelo grupo, além de apresentar problemas captados pela equipe e desenvolvidos no Planejamento e programação local de saúde e suas possíveis soluções. Identificando assim, as contribuições que o estágio curricular supervisionado trouxe para formação acadêmica, a fim de compreender a importância do processo de ensino e aprendizagem na graduação, possibilitando a análise crítica e reflexiva da gestão na ESF e conduzir técnicas e práticas no cuidado de enfermagem, bem como aprimorar habilidades e conhecimentos necessários para formação profissional. Nesta vertente, insere-se a consulta de enfermagem, caracterizada por ser uma atividade privativa do enfermeiro, pautada nos princípios de universalidade, equidade, integralidade e resolutividade, utilizando meios científicos para intervir em situações de saúde/doença com o intuito de promoção, prevenção e recuperação da saúde das pessoas (COFEN, 2017). O estágio oportunizou realizar consultas de enfermagem na saúde da mulher, homem, idosos e crianças, atividades de promoção, prevenção e recuperação, planejamento familiar, pré-natal, puericultura, saúde sexual, saúde mental, usuários de tabaco e outras drogas, bem como, atividades assistenciais de diversos segmentos. Também foi possível acompanhamento no que tange a gestão e coordenação da unidade, participação em reuniões internas com a equipe multiprofissional da ESF, e externas, abrangendo todos os enfermeiros coordenadores das unidades de saúde do município para tratar assuntos de planejamento de ações e capacitação da equipe. Segundo Fernandes e Loés (2003), quando o ser humano adoece e se vê repentinamente obrigado a modificar seus hábitos de vida, há que se trabalhar sentimentos, expectativas e, conseqüentemente, a segurança emocional que também fica comprometida. Eis a importância do trabalho com grupos, o qual pode favorecer, além da representação física da doença, o estímulo ao autocuidado e inserir o indivíduo e família no seu contexto de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, como estratégia diretamente relacionada à Atenção Básica, a ESF deve procurar compreender a saúde das pessoas no contexto dos seus determinantes, que seja no ambiente físico da comunidade ou relações sociais, alcançando muito além do simples enfoque sobre a enfermidade dos usuários. (BRASIL, 2016). Ou seja, a família deve receber atenção no ambiente onde vive, a fim de ampliar o conhecimento do processo saúde/doença de cada indivíduo. Contudo, a visita domiciliar oportunizou conhecer o contexto familiar e social, identificar situações familiares importantes, tais como presença de cuidador, a liderança da família, dinâmica familiar e conflitos,para compreender de maneira mais ampla o adoecimento daquela pessoa e não apenas os aspectos biológicos da doença. Para Costa (2018), é pertinente que o profissional de saúde tenha um olhar para o ambiente interno, os riscos do domicílio, tanto aqueles sociais e comunitários como focos de doenças e condições sanitárias insalubres, quanto para aqueles internos como iluminação, ventilação, riscos de quedas e acesso a condições mínimas de cidadania. No contexto de reorganização da atenção básica, a enfermeira vem, progressivamente, assumindo inúmeras responsabilidades, como se pode observar no texto da Portaria nº 648/GM/2006 que regula a prática de enfermeiras neste âmbito da atenção dentro de uma prerrogativa legalmente constituída pela Lei nº 7.498/1986 e pelo Decreto nº 94.406/1987: assistir e compreender a família nos diferentes ciclos da vida na unidade de saúde e no domicílio, trabalhar em equipe multiprofissional, gerenciar serviços de saúde, coordenar programas de saúde (atenção a portadores de doenças crônicas, pré-natal, acompanhamento de crescimento de desenvolvimento de crianças e adolescentes, planejamento familiar, saúde mental, entre outros), de educação em saúde, de prevenção de danos e promoção de saúde, entre outras (BRASIL, 2006). De acordo com a Política de Atenção Básica, as atribuições da enfermeira no programa de saúde da família são: realizar assistência integral (promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde) aos indivíduos e famílias na USF e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações etc), em todas as fases do desenvolvimento humano: infância, adolescência, idade adulta e terceira idade; conforme protocolos ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo gestor municipal ou do Distrito Federal, observadas as disposições legais da profissão, realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares e prescrever medicações; planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos ACS; supervisionar, coordenar e realizar atividades de educação permanente dos ACS e da equipe de enfermagem; contribuir e participar das atividades de Educação Permanente do Auxiliar de Enfermagem, ACD e THD; participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF. (BRASIL, 2006) Durante o período de estágio, tive a oportunidade de realizar o acolhimento dos pacientes, tendo em vista que a Unidade Básica de Saúde é a principal porta de entrada e centro de comunicação com toda a Rede de Atenção à Saúde. Na UBS, é possível receber atendimentos básicos e gratuitos em Clínica Geral, Enfermagem e Odontologia. Os principais serviços oferecidos são consultas médicas, inalações, injeções, curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontológico, encaminhamentos para especialidades e fornecimento de medicação básica. Realizar cuidados diretos de enfermagem nas urgências e emergências clínicas, fazendo a indicação para a continuidade da assistência prestada; Realizei consultas de enfermagem, solicitar exames complementares, prescrever/transcrever medicações, conforme protocolos estabelecidos nos programas do Ministério da Saúde e disposições legais da profissão; Observando a função do enfermeiro enquanto ao planejar, gerenciar, coordenar, executar e avaliar a Unidade de Saúde da Família (USF), levando em conta as reais necessidades de saúde da população atendida; Executei as ações de assistência integral a criança, mulher, adolescente, adulto e idoso; Aliei atuação clínica à prática de saúde coletiva; Realizei atividades correspondentes às áreas prioritárias de intervenção na atenção básica, definidas na Norma Operacional de Assistência Básica (NOAS) de 2002; Supervisionei e executei ações dos agentes comunitários de saúde e auxiliares de enfermagem, com vistas ao desempenho das funções; Manuseio do Prontuário Eletrônico, fora de fase de implantação em nosso município, é um software onde todas as informações clínicas e administrativas do paciente ficam armazenadas, no contexto da Unidade Básica de Saúde (UBS), tendo como principal objetivo informatizar o fluxo de atendimento do cidadão realizado pelos profissionais de saúde. O PEC é uma solução gratuita, desenvolvida e disponibilizada pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, capaz de otimizar o fluxo de atendimento das UBS, além de apoiar o processo de coordenação do cuidado do cidadão realizado pelas Equipes de Atenção Básica. Com o Prontuário Eletrônico, não haverá mais a necessidade de o usuário solicitar aquele tradicional prontuário em papel. O paciente deverá levar o seu Cartão do SUS ao invés do número do prontuário tradicional. Com o Cartão do SUS em mãos, o seu cadastro no sistema é realizado em poucos minutos por um dos recepcionistas e logo você será encaminhado para os demais setores da Unidade, conforme a sua necessidade e classificação de risco. Ao dar entrada na recepção da Unidade e feito o seu cadastro no sistema, em tempo real, médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, profissionais do NASF e odontólogos já saberão o nome do paciente, gravidade do atendimento, data e horário de sua chegada, tipo de serviço a ser realizado, dentre outras informações. Consulta de Enfermagem em Puericultura Puericultura é a consulta periódica de uma criança feita com o propósito de avaliar seu crescimento e desenvolvimento de maneira próxima. Durante essas consultas deve-se realizar orientações educativas, ações de promoção da saúde, ações relacionadas à prevenção de doenças e observação dos riscos e vulnerabilidades sob a qual está submetida a respectiva criança. Além disso, é papel da puericultura observar fatores de risco e vulnerabilidades que cercam as diferentes fases do processo de crescimento e desenvolvimento da criança. Nos primeiros 2 anos de vida as consultas são mais frequentes devido ao processo de crescimento e desenvolvimento ser mais intenso, por isso, no 1° ano de vida é recomendado um mínimo de 7 consultas de rotina, na 1°/2°/4°/6°/9° e 12° mês. No 2° ano de vida, deve se ter um mínimo de 2 consultas de rotina: no 18°e 24° mês. A partir dos 2 anos de idade as consultas podem se tornar anuais. Além da oportunidade de avaliar o desenvolvimento da criança, tal organização da frequência de consultas adotada pelo Ministério da Saúde toma como base o calendário de vacinação, permitindo a verificação do cartão vacinal em meses oportunos: ao nascimento, com 1, 2, 3, 4, 5, 6, 12 e 15 meses. Consulta de Enfermagem em Pré-Natal O enfermeiro faz parte de uma equipe multidisciplinar e possui atribuições importantes para o processo de acolhimento e sequencia no atendimento desta mulher, principalmente no contexto da atenção básica de saúde, por ter atribuições específicas. Sendo uma delas, a realização da Consulta de Enfermagem, com avaliação integral da mulher. Tal profissional pode através de sua formação, que é voltada para o cuidado, ser um facilitador durante o pré-natal. Conduzindo a gestante a empoderar-se de si, e ser a protagonista da gestação. Além de aumentar a autonomia dessa mulher através do cuidado, e tudo isso através da ferramenta de escuta sensível e do cuidado centrado na pessoa, centrado na gestante, centrado na mulher. O papel do enfermeiro como cuidador é buscar integralmente a saúde destas mulheres, seja prescrevendo cuidados de enfermagem e medicamentos previstos em programas de saúde e protocolos das instituições de saúde, mantendo esquemas terapêuticos, solicitando exames complementares e fortalecendo o vínculo entre a gestante e sua equipe. Durante os últimos oito anos, com a grande expansão em Saúde da Família no Município do Rio de Janeiro, e atuando como enfermeira de equipe, percebo como que o cuidado centrado na pessoa pode fazer com que consigamos alcançar toda a integralidade do sujeito. E como isso traz um grande potencial no cuidado ao outro, em 5 especial as gestantes e suasfamílias. Percebo efeitos e avanços significativos no cuidado integral a gestante, ao preparo da mesma para chegada de seu bebê e sua família ou rede de apoio. E após o parto, sobre todo seguimento dessa puérpera, que logo depois, será apenas a mulher assistida longitudinalmente. O vínculo aumentado devido ao maior número de consultas a essa mulher, utilizando a abordagem centrada nela faria com que toda a assistência durante o pré-natal, e após o mesmo, tornasse ouro significado com um cuidado integral e humanizado como proposto na Estratégia em Saúde da Família. Consulta de Enfermagem em Saúde do Idoso O enfermeiro, no que se refere às ações referentes à saúde da pessoa idosa, tem várias atribuições, dentre as quais está a realização da consulta de enfermagem,2 processo metodológico de sistematização de conhecimento configurado em método aplicado na perspectiva educativa e assistencial, capaz de dar respostas à complexidade do sujeito assistido.3 A realização da consulta de enfermagem tem seu aporte legal amparado na Lei do Exercício Profissional da Enfermagem, nº 7.498/86, que a legitima como sendo uma atividade privativa do enfermeiro.4 A Resolução nº 159/93, do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), descreve que a consulta de enfermagem utiliza componentes do método científico, a fim de identificar situações de saúde/doença, prescrever e implementar medidas de enfermagem que contribuam para a promoção, prevenção e proteção da saúde, recuperação e reabilitação do indivíduo, família e comunidade. Em seu artigo 1º, define que em todos os níveis de assistência à saúde, seja em instituição pública ou privada, a consulta de enfermagem deve ser obrigatoriamente desenvolvida na assistência de enfermagem. Destarte, o enfermeiro tem na atenção primária à saúde um amplo espaço de desenvolvimento para sua atuação profissional, seja por meio da consulta de enfermagem, no consultório ou no domicílio, como por meio de atividades de educação em saúde, que podem ser realizadas em nível individual ou coletivo. Reportando-nos à atenção à saúde da pessoa idosa e a todas as especificidades do processo de envelhecimento, faz-se extremamente necessária a realização da consulta de enfermagem ao idoso nos serviços de saúde. Consulta de Enfermagem em Saúde da Mulher A consulta do(a) Enfermeiro(a) deve ser realizada de forma sistemática a partir da empatia para com a mulher sob seus cuidados, a fim de alcançar resultados que favoreçam a monitorização quanto à manutenção de sua saúde e resolutividade de potenciais demandas. Durante toda a abordagem ginecológica, a mulher deve ter liberdade para formular questões e receber orientações. Atitudes para com a mulher: Criar um ambiente acolhedor e comportar-se com cortesia; Respeitar a privacidade a fim de promover o conforto e diminuir a tensão durante o exame; Orientar sobre o procedimento, buscando esclarecer dúvidas e reduzir a ansiedade e o medo. Importante demonstrar os materiais caso a cliente desconheça; Orientar para o esvaziamento vesical antes de iniciar o exame, pois a distensão vesical dificulta o exame dos órgãos pélvicos para o examinador; Fornecer à mulher roupa adequada ao exame; Orientar a mulher a respirar com tranquilidade e relaxar durante o exame. Atitudes do profissional examinador: Lavar as mãos; Preencher a ficha de requisição laboratorial (Papanicolau) e etiqueta de identificação de recipiente e lâmina; Preparar o material e equipamento necessários; Respeitar as normas da técnica asséptica; Manter a área a ser examinada descoberta e com iluminação adequada; Agir com segurança; Posicionar-se sentado(a) para realização da inspeção e do exame especular. Consulta de Enfermagem em Saúde do Homem A Consulta de Enfermagem deve abordar ao perfil masculino, aspectos sociodemográficos, condições de saúde, doenças crônicas, comorbidades, fatores de risco, queixas, enfermidades ou situação de saúde atual e cobertura vacinal. O Fluxograma I de atendimento de enfermagem ao público masculino serve de guia de consulta rápida para nortear o profissional sobre quais condutas tomar frente aos contextos que envolvem a saúde do homem. Histórico de Enfermagem ; Identificação: Nome, idade, estado civil, religião, profissão, naturalidade, 91 procedência, escolaridade, motivo da consulta, Cartão do SUS e prontuário.; Condições de saúde: Queixa principal/atual, diagnóstico(s) médico(s) anterior(es), tratamentos anteriores, cirurgias prévias e alergias; Doenças crônicas, comorbidades e fatores de risco: Investigar quanto a doenças crônicas (HAS, DM, AVC, IAM, ICC, IRC, DPOC, Câncer, entre outras) e histórico familiar. Avaliar presença de fatores de risco (obesidade, dislipidemia, tabagismo, etilismo, uso de substâncias ilícitas; Medicamentos: Identificar a utilização de medicamentos em uso contínuo (substância, dose e frequência); Investigar reação adversa/alergia a algum composto medicamentoso; Resultado de Exames: Investigar a realização de exames laboratoriais e de imagem (registrar somente resultados alterados e recentes). Construção de Caderneta de Saúde da Mulher Como importante público-alvo destes recursos, as mulheres, como maioria da população brasileira e principais usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS), podem se beneficiar de um cuidado qualificado por meio destas tecnologias, tendo em vista que sua utilização pode resultar em modificações nas ações de cuidado, possibilitando a construção do conhecimento do paciente (MORAES DE SABINO et al., 2016; BRASIL, 2004). Questões importantes que constituem o ciclo vital das mulheres como a abordagem do cuidado sexual e reprodutivo na adolescência, a qualidade da assistência pré-natal no menacme e a abordagem precoce do climatério para sua preparação são algumas das abordagens que devem constituir o cuidado ao continuum do ciclo vital feminino e permitiriam o alcance de melhores resultados de saúde (GUBERT et al.,2013; ALVES et al., 2013; SANTOS et al., 2007). Além desta abordagem que guarda íntima relação com aspectos biológicos do ciclo de vida da mulher, chama-se atenção à ocorrência de violência neste grupo, a qual deve fazer parte da abordagem integral do enfermeiro, tendo em vista esta constituir um fenômeno mundial com impactos individuais e coletivos, que desafia governos no desenvolvimento e consolidação de políticas e práticas intra e intersetoriais para seu enfrentamento e prevenção (SILVA et al., 2019). Desta forma, considera-se que a construção de uma tecnologia em saúde atua como aplicação estratégica aos profissionais da área, resultando num círculo de informações e conhecimentos entre a cliente e o próprio profissional, reforçando o abordado por Da Silva, Alvim e De Figueiredo (2008) ao abordarem que a tecnologia não está ligada somente a equipamentos tecnológicos, mas também ao ‘saber fazer’ e a um ‘ir fazendo’. A produção do cuidado em saúde exige o acesso a essas tecnologias, sejam elas duras, leves e duras e/ou leves, estes novos fazeres e práticas se materializam em tecnologias de trabalho, entendidas como o conjunto de conhecimentos e agires aplicados à produção de algo (SILVA; ALVIM; FIGUEIREDO, 2008). Fundamentando esta construção, identificou-se como referencial teórico de particular importância o Modelo de Aquisição de Habilidades em Enfermagem de Patricia Benner, o qual objetiva estudar a aprendizagem experiencial na prática clínica de enfermagem e examinar a aquisição de competências baseadas tanto nesta aprendizagem quanto no conhecimento inerente à prática da enfermagem (BENNER, 2001). A escolha do tema abordado surgiu no campo da prática, no qual se acessou uma visão mais ampliada e concreta de como as consultas acontecem e a integração entre a cliente e o Enfermeiro. Acompanhando as consultas durante a atuação no Internato, pode se observar que a maioria das clientes atendidas, poderiam ter o retorno facilitado por meio de um instrumento que contemplasse os aspectos principais de atendimentos anteriores, fortalecendo o vínculo com o profissional por meio de um espaço para dúvidase registro dos cuidados realizados. CONCLUSÃO O desenvolvimento das atividades práticas em união com a teoria proporcionou o aprendizado e aprimoramento das habilidades ao cuidado do indivíduo em toda fase da sua vida, levando em consideração seus Determinantes Sociais de Saúde (DSS), mediante práticas de cuidado e gestão, unindo o trabalho em equipe com o cuidado dirigido aos usuários dos territórios atendidos pela estratégia, bem como em suas residências. O tempo de permanência nos serviços permitiu identificar as peculiaridades da Atenção Básica, que envolve a promoção da saúde partindo-se de características que direcionam o processo, as quais envolvem a cultura da comunidade, a subjetividade dos sujeitos, o nível socioeconômico, as potencialidades do serviço e a adstrição da unidade. Quanto às dificuldades foi possível identificar alguns empasses que alteram o conjunto do processo de trabalho e a satisfação do usuário com os serviços oferecidos, tais como a falta de recursos humanos; sobrecarga de trabalho; falta de um consultório de enfermagem adequadamente equipado; conflitos internos; falta de compreensão dos usuários (comunidade) com o profissional quando ele não pode solucionar em nível da Atenção Básica em Saúde os problemas identificados, sendo necessários encaminhamentos para uma rede, por vezes, frágil e desarticulada; pouca aderência ou desmotivação dos usuários em grupos, criando barreiras na perspectiva de educação em saúde e a inexistência de Conselhos Locais de Saúde. REFERÊNCIAS · ALMEIDA, M.J. Educação médica e saúde: possibilidades e mudanças. Londrina: EDUEL/Rio de Janeiro: ABEM, 1999. · ALMEIDA, M.C.P.; MISHIMA, S.M. O desafio do trabalho em equipe na atenção à Saúde da Família: construído “novas autonomias” no trabalho. Interface- Comunicação, Saúde, Educação, São Paulo, v. 9, p. 150-153, 2001. · AMATÉA, M.L. Competências do professor no estágio curricular do curso de graduação de enfermagem segundo a percepção dos próprios docentes. 113fls. 2004. Tese (doutorado em enfermagem). Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. 2004. · ANTUNES, A.F. Há falhas por parte de todos os atores: visão do enfermeiro assistencial sobre o estagio curricular supervisionado. 203fls. 2001. Dissertação (Mestrado em enfermagem). Faculdade de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais. 2001. · ARAÚJO, I.E.M. Comunicação em Enfermagem visita Pré-operatória. Revista Acta Paulista Enfermagem. São Paulo, v. 11, n. 2, mai-ago. 1998. p. 35-42. · ABEn - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. Levantamento de recursos e necessidades da enfermagem no Brasil 1956/1958. Brasília: ABEn, 1988. (Mimeografado) · . A classificação internacional das práticas de enfermagem em saúde coletiva: CIPESC. Brasília: ABEn, 1999. · AYRES, J.R.de C.M. Cuidado e reconstrução das práticas de saúde. Aires: Lugar Editorial; Londrina: Ed. UEL, 1999. · BACKES, V.M.S. Estilo de Pensamentos e práxis na Enfermagem: A contribuição do Estágio Pré- Profissional. 283fls. 1999. Tese (Doutorado em enfermagem). Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal de Santa Catarina. 1999. · BARDIN, L. Análise de Conteúdo. 7 ed. Lisboa (Portugal): Edições 70, 2007. · BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano, compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, 1999. · BOUSSO, R.S. et.al. Estágio curricular em enfermagem: transição de identidades. Revista da Escola de Enfermagem da USP. São Paulo, v. 34, n. 2, jun. 2000. p. 218-255. · BRASIL, Lei CNE/CES nº 6494, de 07 de dezembro de 1977. Define o estágio curricular. Ministério da Educação. Conselho Nacional da Educação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Poder executivo, Brasília, DF, 7 dez.1997. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L6494.htm. Acessado em: 13 abr.2007. · . Conselho Federal de Educação. Portaria 1.721/94 de 15 dez.1994. Regulamenta o currículo mínimo de conteúdo e duração do Curso de Graduação em · Enfermagem. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília, p. 1791, 28 nov. 1994. · . Ministério da Educação e Cultura. Conselho Federal de Educação. Currículo mínimo para o curso de enfermagem – Parecer n. 314/94. Brasília, abr. 1994. p. 17. (Mimeografado). · . “LEI nº 9394, de 20.12.96, Estabelece as diretrizes e bases de educação nacional”, in · Diário da União, ano CXXXIV, n. 248, 23.dez.96. · . Resolução 196/96: diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Brasília: Conselho Nacional de Saúde. 10 out.1996. · . Saúde da Família: uma estratégia para reorientação do modelo assistencial. Brasília, 1997. · . Ministério da Educação. Conselho Nacional da Educação. Resolução CNE/CES n. 3, de 07 de novembro de 2001. Dispõe sobre as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação em enfermagem. · . Ministério da Saúde. Portaria nº 648//GM//2006. Brasília, 2006. · . Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília, 2006. · CAMPOS, G.W.S. Humanização na Saúde, um projeto em defesa da vida. Interface – Comunicação, Saúde, Educação. São Paulo. v. 9, n. 17. 2005. p. 339-406. · CAMPOS, L.M.L.; DINIZ, R.E.S. A prática como fonte de aprendizagem e o saber da experiência: o que dizem professores de ciências e de biologia. Investigações em Ensino de Ciências. São Paulo. v. 6, n. 10, 2001. p. 79-96. · CAMPOS F.; AGUIAR R. Atenção Básica e reforma curricular. In: NEGRI B.; FARIA, R.; VIANNA, A. L. (Orgs.). Recursos Humanos em Saúde: Política, desenvolvimento e mercado de trabalho. Campinas: UNICAMP, 2002. p. 91-99. · CANÁRIO, R. (Org.). Formação e situação de trabalho. Porto (Portugal): Porto, 1997. · CARVALHO, A.C. Orientação e ensino de estudantes de enfermagem no campo clínico. 126fls. 1972. Tese (Doutorado em enfermagem) - Escola de Enfermagem de São Paulo, Universidade de São Paulo. 1972. · CARVALHO, Y.M.; CECCIM, R.B. Formação e educação em saúde: aprendizados com a saúde coletiva, In: CAMPOS, G.W.S. et. al. (Org.). Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo – Rio de Janeiro: Hucitec – Fiocruz, 2006. p. 871. · CECCIM R.B; FEUERWERKER L.C.M. Mudança na graduação das profissões de saúde sob o eixo da integralidade. Caderno de Saúde Pública. Rio de Janeiro. v. 20, 2004. p.1400-10. · . Educação Permanente em Saúde: descentralização e disseminação de capacidade pedagógica na saúde. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro. v. 10, n. 4, 2005. p. 975- 986. · CHARELLI, M.Q. O processo de formação do enfermeiro crítico – reflexivo na visão dos alunos do curso de enfermagem da FAMEMA. 291fls. 2002. Tese (Doutorado em enfermagem) - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. 2002. · CHARLOT, B. Le rapport au savoir em milieu populaire. Paris: Anthoropos, 2001. · CUNHA, G.T. A construção da clínica ampliada na atenção básica. São Paulo: Hucitec, 2005. · EGRY, E. MISHIMA, S. ANTUNES, M.J.M. Classificação das práticas de enfermagem em saúde coletiva: a experiência brasileira. In: Chianca TCM, Antunes MJM. AClassificação Internacional das Práticas em Saúde Coletiva. CIPESC. Brasília: ABEn; 1999. · FAGUNDES, N.C. Em busca de uma universidade outra: inclusão de “novos” espaços de aprendizagem na formação de profissionais de saúde. 229fls. 2003. Tese (Doutorado em educação) - Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia. 2003. · . Autonomia e uso de protocolos assistências está aberta a discussão! Prescrição, transcrição de medicamentos, ações de apoio diagnóstico em enfermagem. Jornal da Associação Brasileira de Enfermagem. Brasília: n. ¾, 2007. p. 8. · FAGUNDES, N.C. et al. Estágios Curriculares na rede SUS/BA: construindo uma proposta de avaliação e monitoramento. Relatório Técnico Parcial de Pesquisa. Salvador, 2008. · FEUERWERKER, L.C.M.; SENA, R.R. A construção de novos modelos acadêmicos, de atenção à saúde e de participação social. In: Feuerwerker, L.; Almeida, M.; Llanos, CM (Org.). A educação dos profissionais de saúde na América Latina:teoria e pratica de um movimento de mudança. Tomo I - Um olhar analítico. São Paulo: Hucitec / Buenos Aires: Lugar Editorial/ Londrina: Editorial UEL, 1999. p.47-81. · . A construção de sujeitos no processo de mudança da formação dos profissionais da saúde. Divulgação e Saúde Debate. Rio de Janeiro. v. 22, p. 18-24, 2000. · . Educação dos profissionais de saúde hoje – problemas, desafios, perspectivas e as propostas do Ministério da Saúde. Revista da ABENO. Brasília. v. 3, n. 1, 2003. p. 24-27. · FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 2006. · FREIRE, P. Ação cultural para a liberdade. 8 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. · . Educação como prática da liberdade. 23 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999. · FRÓES BURNHAM, T. Sociedade da informação, sociedade do conhecimento, sociedade da aprendizagem: implicações ético-políticas no limiar do século. In: LUBISCO, N.; BRANDÃO, L. (Org.). Informação e informática. Salvador: Edufba, 2000. p. 283-307. · GALEFFI, D.A. Pedagogia da diferença: Notas implicadas. Revista de Educação e Cultura, · v. 4, 2001. Salvador: Ágere. p. 143-160. · GATTI, B.A. Grupo focal na pesquisa em ciências sociais e humanas. Brasília: Líber Livro Editora, 2005. · GIL, C.R.R. Formação de recursos humanos em saúde da família: paradoxos e perspectivas. · Caderno de Saúde Pública. Rio de Janeiro, v. 21, 2005. p. 490-498. · GIL, C.R.R. et al. Interação ensino, serviços e comunidade: desafios e perspectivas de uma experiência de ensino-aprendizagem na atenção básica. Revista Brasileira de Educação Médica. Rio de Janeiro, v. 32, n. 2, 2008. p. 230-239. · GUIZARDI, F.L.; STELET, B.; PINHEIRO, R.; CECCIM, R.B. A formação dos · profissionais orientada para a integralidade e as relações político-institucionais na saúde: uma discussão sobre a interação ensino-trabalho. In: PINHEIRO, R.; CECCIM, R.B.; MATTOS, · R.A. (Org.). Ensinar Saúde: a integralidade e o SUS nos cursos de graduação na área da saúde. 1 ed. Rio de Janeiro: IMS/UERJ, CEPESC, ABRASCO, v. 1, 2006. p. 153-178. · HIGARASHI, I.H. O estágio supervisionado de enfermagem em hospitais como espaço de ensino-aprendizagem: uma avaliação. 235fls. 2003. Tese (Doutorado em enfermagem) - Faculdade de Educação, Universidade Federal de São Carlos. 2003. · ITO. E.E.O estágio curricular segundo a percepção dos enfermeiros assistenciais de um hospital de ensino. 103fls. 2005. Dissertação (Mestrado em enfermagem). Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo. 2005. · JOSSO, M.C. Experiências de vida e formação. São Paulo: Cortez, 2004. KALINOWSKI, C.E. O trabalho da enfermeira na rede básica de saúde. In: PALMEIRA, I.; · LACERDA, M.R.; LOPES, M.G.D. Experiência de enfermeiras da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba: Subsídios para sistematização do processo de cuidar em saúde coletiva. Curitiba: ABEn – Série Didática Enfermagem no SUS, n. 8, 2004. · KOECHE, D.K. A práxis na formação do enfermeiro: uma contribuição crítica ao estágio curricular supervisionado. 175fls. 2006. Dissertação (Mestrado em enfermagem) - Faculdade de Enfermagem, Universidade Federal de Santa Catarina. 2006. · KURCGANT, P. (Coord.). Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. · LARROSA, J.B. Notas sobre experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro, n. 19, jan-abr.2002. p.20-28. · LIBERALINO, F.N. Prescrição de medicamentos: autonomia relativa e responsabilidade compartilhada. In: Congresso Brasileiro de Enfermagem, 58º, 2006, Salvador. Anais. · Salvador: ABEn, 2006. · LIMA, M.A.D.da S. A formação do enfermeiro e a prática profissional: qual a relação? 85fls. 1993. Dissertação (Mestrado em enfermagem)- Faculdade de Educação, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. 1993. · . Ensino de enfermagem: retrospectiva, situação atual e perspectivas. Revista Brasileira de Enfermagem. Brasília, v. 47, n. 3, jul-set. 1994. p. 270-277. · MARCHÍN, R.L. Educación y Diversidad: reflexiones e implicaciones metodológicas. Ciudad de La Habana, 2000. · MARQUIS, B.L.; HUSTON, C.J. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 4. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. · MATUMOTO, S. et al. A comunicação como ferramenta para acolhimento em unidades de saúde. In: Simpósio Brasileiro de Comunicação em Enfermagem, ano 8, 2002, São Paulo. Anais eletrônicos. EERP-USP. · MERHY, E.E. O SUS e seus dilemas: mudar a gestão e a lógica do processo de trabalho em saúde (um ensaio sobre a micropolítica do trabalho vivo). In: FLEURY, S (Org.). Saúde e democracia: a luta do CEBES. São Paulo: Lemos Editorial, 1997. p.324. · . Em busca do tempo perdido: a micropolítica do trabalho vivo em saúde. In: MARHY, E.E.; ONOCKO, R. (Org.). Agir em saúde: um desafio para o público. São Paulo: Hucitec, 2004. p.70 - 115. · . Em busca do tempo perdido: a micropolítica do trabalho vivo em saúde. In: MERHY, E.E.; ONOCKO, R. (Org.). Agir em saúde: um desafio para o público. São Paulo: Hucitec, 2007. p.71-112. · MINAYO, M.C. de S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 1ed., Rio de Janeiro-São Paulo: Hucitec-Abrasco, 1992. · . O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 1 ed., Rio de Janeiro- São Paulo: Hucitec-Abrasco, 1994. · . O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 1 ed., Rio de Janeiro- São Paulo: Hucitec-Abrasco, 2006. · MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 2 ed. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1998. · NAUDERER, T.M.; LIMA, M.A.D. S. Práticas de enfermeiros em unidades básicas de saúde em município de Sul do Brasil. Revista Latino-am Enfermagem. São Paulo, v. 16, n 5, set- out. 2008. p. 889-894. · NÓVOA, A. Universidade e formação docente. (Entrevista). Interface - Comunicação, Saúde, Educação. São Paulo. v. 4, n. 7, 2003. p. 129-138. · OMS - ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Saúde para todos no século XXI. 1997. · PASSOS, J.P.; CIOSAK, S.I. A concepção dos enfermeiros no processo gerencial em unidades básicas de saúde. Revista Escola de Enfermagem da USP. São Paulo. v. 40, n. 4, 2006. p. 464-468. · PEDROSA J. I.S.; TELES, J.B.M. Consenso e diferenças em equipes do Programa Saúde da Família. Revista Saúde Pública. São Paulo, v. 35, 2001. p. 303-311. · PEDUZZI, M. Equipe multiprofissional de saúde: a interface entre trabalho e interação. 254fls. 1998. Tese (Doutorado em medicina) - Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas. 1998. · . Equipe multiprofissional de saúde: conceito e tipologia. Revista Saúde Pública. São Paulo, v. 35, n. 1, 2001. p. 103-109. · PIRES, D. Reestruturação produtiva e conseqüências para o trabalho em saúde. Revista Brasileira de Enfermagem. Brasília. v. 53, 2000. p. 51-63. · POZO, J.I. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002. · PRADO, J.T. Prescrição e realização do currículo: percepção de docentes e discentes sobre o componente curricular, estágio na graduação em enfermagem. 112fls. 2006. Dissertação (Mestrado em enfermagem) - Faculdade de Educação. Universidade Católica de Santos. 2006. · QUIVY, R.; CAMPENHOUDT, L.V. Manual de investigação em ciências sociais. 3 ed. Lisboa (Portugal): Gravida, 2003. · RIZZOTTO, M.L.F. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. Goiânia: AB, 1999. · ROSSI, F.R; SILVA, M.A.D. Fundamentos para processos gerenciais na prática do cuidado. · Revista da Escola de Enfermagem da USP. São Paulo, v. 39, n.º 4, 2005. p. 460-468. · RUA, I.A.M. Interdisciplinaridade, estágios clínicos e desenvolvimento de competências. · Texto & Contexto Enfermagem. Santa Catarina, v. 14, n. 3, jun-set. 2005. p. 373- 382. · SANTOS, B.S. Pela mão de Alice: O social e o político na pós-modernidade. 4 ed. São Paulo: Cortez, 1997. · SANTOS, L. Enfermagem em campo de estágio: laboratório natural de aprendizagem profissional. 129fls. 1999. Dissertação (Mestrado em enfermagem) - Faculdade de Enfermagem, Universidade do Rio de Janeiro. 1999. · SAVARY, R.F. A avaliação no estágio curricular da Escola de EnfermagemAnna Nery/URFJ: o real x o ideal. 103fls. 1999. Dissertação (Mestrado em enfermagem) - Escola de Enfermagem Ana Nery, Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1999. · SCHRAIBER, L.B.; MENDES GONÇALVES, R.B. Necessidades de saúde e atenção primária. In: SCHRAIBER, L.B.; NEMES, M.I.B.; MENDES GONÇALVES, R.B. Saúde do · Adulto: programas e ações na unidade básica. São Paulo: Hucitec, 1996. · SELLI, L.; GARRAFA, V.; JUNGES, J.R. Beneficiários do trabalho voluntário: uma leitura a partir da bioética. Revista Saúde Pública. São Paulo, v. 42, n. 6, 2008. p. 1085-1089. · SEMINÁRIO SOBRE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM, 2º, 1970, Ribeirão Preto. · Relatório. Ribeirão Preto: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, 1970. · SILVA, E.M.; NOZAWA, M.R.; CARMONA, S.A. M.L.D. Práticas das enfermeiras e políticas de saúde pública em Campinas (São Paulo). Caderno Saúde Pública. Rio de Janeiro. v. 17, n. 4, jul-ago. 2001. p. 989-998. · SILVA, A. M. C. Formação: Espaço-tempo de mediação na construção de identidades (s). Coimbra (Portugal): Ariadne, 2007. · SILVA, E.R.Tendências de formação profissional presentes nos estágios curriculares supervisionados no curso de enfermagem da UFMT. 183fls. 2006. Dissertação (Mestrado em) - Faculdade de Educação, Universidade Federal de Mato Grosso. 2006. · SOUZA, A.G.; LIMA, R.P.F. O curso de graduação em enfermagem: reflexões dos alunos formados. 52fls. 2006. Monografia (trabalho de conclusão de curso) - Escola de Enfermagem, Universidade Federal da Bahia. · STOTZ, E.N. Ações de Solidariedade na Saúde: semântica, política e ideologia diante da pobreza e da doença. In: GOOLDENBERG, P.; MARSIGLIA, R.M.G.; GOMES, M.H.de A. · O clássico e novo: tendências, objetos e abordagens em ciências sociais e saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. p. 349-361. · TEIXEIRA, C.F.; PAIM, J. Política de recursos humanos: conjuntura atual e perspectivas. · Saúde em Debate. Rio de Janeiro, n. 12, 1996. p. 19-23 · . Planejamento e programação de ações intersetoriais para a promoção da saúdeb e da qualidade de vida. RAP. Rio de Janeiro, v. 34, n. 6, 2000. p. 63-80. · THERRIEN, J.; LOIOLA, F.A. Experiência e competência no ensino: pistas de reflexões sobre a natureza do saber-ensinar na perspectiva da ergonomia do trabalho docente. · Educação & Sociedade. Campinas, v. 22, n. 74, abr. 2001. p. 143-160. · VALSECCHI, E.A.de S. da S. Fundamentos de enfermagem: incidentes críticos relacionados ao estágio supervisionado. 142fls. 1999. Dissertação (Mestrado em enfermagem) · - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. 1999. · VALSECCHI, E.A.de S.da S.; NOGUEIRA, M.S. Fundamentos de enfermagem: incidentes críticos relacionados à prestação de assistência em estágio supervisionado. Revista Latino- Americana de Enfermagem. São Paulo, v. 10, n. 6, nov-dez. 2002. p. 819-824. · VILASBÔAS, A.L.; TEXEIRA, C.F. Orientações metodológicas para o planejamento e programação das ações de vigilância da saúde nas áreas de abrangência do PACS-PSF, Bahia. In: AQUINO, R. (Org.). Manual para treinamento introdutório das equipes de saúde da família (Série Cadernos Técnicos, 2). Salvador: Pólo de capacitação, formação e educação permanente de pessoal para saúde da família, 2001. p. 113-127. · VILLA, E.A. Educação em saúde: a prática educativa no cotidiano do trabalho do profissional. In: GAZZINELLI, M.F.; REIS, D.C.; MARQUES, R.C. (Org.). Educação em saúde: teoria, métodos e imaginação. 1 ed., v. 1. Belo Horizonte: UFMG, 2006. p. 46-51. · YOUNG, M.F.D. O currículo do futuro: da “nova sociologia da educação” a uma teoria crítica do aprendizado. Campinas. São Paulo: Papirus, 2000. WITT, R.R. Competências das enfermeiras na atenção básica: contribuição à construção das funções essenciais de saúde pública. 2005. 336fls. Tese (Doutorado em). Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. 2005. ANEXOS image1.png image2.jpeg