Prévia do material em texto
Hist��m�i�l�gia AULA 4 (14/11) Continuação de sistema reprodutor feminino VAGINA/CANAL VAGINAL: ● Parte veio dos ductos paramesonéfricos. ● Uma vez formado, ele vai ter uma mucosa, uma muscular e uma adventícia. ● A mucosa tem um epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado, e nesse epitélio vai ter células basais, células parabasais, células pré-queratinizadas e células queratinizadas, mas que não estão relacionadas com o processo de queratinização que é estudado na pele. ● Nesse epitélio é o local onde faz o exame de citologia esfoliativa, anteriormente esses exames eram para detectar as fases do ciclo menstrual, mas hoje é para detectar a presença de células cancerígenas, principalmente associadas ao colo do útero. ● Outro item que já foi estudado é as bactérias que estão nesse local que produzem ácido lático a partir do glicogênio que é armazenado por essas células. Esse armazenamento de glicogênio é devido o aumento na taxa de estrógeno, então na fase estrogênica, acaba aumentando justamente a produção do glicogênio dentro das células. ● A lâmina própria é um conjuntivo frouxo, mas também possui muita fibra elástica, por isso pode ser chamado de conjuntivo frouxo fibroelástico, é a área que dá, juntamente com a adventícia, maior elasticidade para a região do canal vaginal. ● E por fora, teremos depois da parte da mucosa, uma túnica muscular, mas não chega a ser uma túnica muscular definida. É observada a presença de musculatura lisa e a presença de musculatura longitudinal, o circular está mais próximo da mucosa e o longitudinal está mais próximo da adventícia. ● Por fim, a túnica adventícia, que, ao contrário dos outros locais do corpo, que normalmente a adventícia é conjuntivo frouxo, na região do canal vaginal será um conjuntivo denso não modelado, e esse conjuntivo também apresenta muita fibra elástica. Com isso, esse canal é ligado aos órgãos vizinhos. ● O canal vaginal é considerado o órgão de cópula feminino, ele com o colo do útero seria o canal de parto normal. Resposta à pergunta: o parto dilata o colo do útero e o canal, mas não ocorre mudança de epitélio. GENITÁLIA EXTERNA FEMININA: ● É homóloga à genitália externa masculina. ● Na imagem: temos a dobra de pele - que está cobrindo o clitóris, seria um prepúcio rudimentar. O clitóris - que veio do falo primordial, que não teve ação da testosterona, por isso vai ter dois corpos TRANSCRIÇÕES BETA XVII - 1 Hist��m�i�l�gia cavernosos, mas não ocorre o crescimento dele. Mas, consequentemente, você fala que é o órgão de excitação feminina por ter muita terminação nervosa, mas a característica seria justamente a presença desses dois corpos cavernosos, que seriam homólogos ao penis. ● Externamente, você vê os lábios menores, que é a continuação do canal vaginal externamente, então a parede do canal vaginal quando vai externo/abre na área vestibular ele dá origem aos lábios menores. Nesse caso vai ter uma série de camadas de células que podem estar parcialmente queratinizadas, na realidade a gente fala que está na transição entre o epitélio queratinizado e não queratinizado e, nessa área de lábios menores, já têm glândulas sebáceas e sudoríparas. ● Externamente aos lábios menores é encontrado os lábios maiores/grandes lábios, que são dobras da pele, só que na embriologia essa região é proveniente das saliências lábio escrotais. Quando diferencia vai ser visto uma dobra de pele com mais tecido adiposo, então ali vai ter epiderme queratinizada, derme tem conjuntivo frouxo e abaixo vai ter um tecido conjuntivo adiposo unilocular, além disso aparecem glândulas sebáceas, sudoríparas, folículo piloso, pelos, são essas as estruturas histológicas que vai ser visto na região dos lábios maiores. ● A área onde tem lábios maiores e menores, você chama de região vestibular e nele tem glândulas formada por dois grupos, as glândulas vestibulares maiores que está uma do lado da outra na região dos lábios maiores e uma grande quantidade de glândulas vestibulares menores que vai estar na região do clitoris, na abertura da uretra. ● Esses dois grupos de glândulas secretam muco, uma secreção viscosa com a função lubrificante quando comparado com os outros tipos celulares. ● As glândulas vestibulares maiores são homólogas às glândulas bulbouretrais que estão no início da base do penis. ● Histologicamente, essas são as estruturas da genitália externa: labios maiores, labios menores, clitoris, pois essas estruturas demandam o desenvolvimento da genitália externa indiferenciada na 7ª semana para masculino ou feminino. GLÂNDULAS MAMÁRIAS: ● Trata-se de um anexo da pele e durante o desenvolvimento embrionário, tanto masculino quanto feminino, vai ocorrer invaginações do ectoderma que vão produzir os ductos da glândula. ● Mas, como no masculino não tem ação de estrógeno, essa glândula não vai desenvolver e os ductos vão permanecer pequenos e inativos. ● Já na parte feminina, os ductos das glândulas, antes de ter a puberdade, vai ter a presença do ducto galactóforo, há uma dilatação chamada de seio galactóforo e cada ducto desse desemboca no mamilo que é uma região de pele com musculatura lisa no sentido circular. ● Em uma criança feminina vai ter justamente isso: o ducto galactóforo, seio galactóforo e algumas ramificações dos ductos galactóforos. Então, esse seria o caracterizado para a glândula, ou seja, uma glândula que está inativa que não está em desenvolvimento. TRANSCRIÇÕES BETA XVII - 2 Hist��m�i�l�gia ● A glândula mamária como um todo tem por volta de 20 a 25 ductos deste, então em uma criança feminina, a região da glândula mamária tem 20 a 25 glândulas que seria o seio galactóforo, os ductos galactóforos, e alguns ductos terminais. ● Cada ducto desemboca isoladamente na área do mamilo, ou seja, a glândula mamária é um conjunto de glândulas, algo parecido com a próstata. ● É uma glândula túbulo alveolar composta e vai juntar 20 a 25 glândulas desembocando no mamilo. ● Consequentemente, cada glândula dessa é envolvida pela parte interna de tecido conjuntivo frouxo. Então se pegar uma glândula dessa com conjuntivo frouxo que está ali, esse pedaço da glândula vai ser chamado de lóbulo. Então a glândula tem de 20 a 25 lóbulos. ● Apesar de não ser evidente, entre um lóbulo e outro lóbulo vai ter uma faixa de tecido conjuntivo denso não modelado, já passa a ser um tecido de sustentação. ● A criança não tem o crescimento desses tecidos, não tem crescimento desses ductos. Mas, quando chega a puberdade, sobre ação do estrógeno, é possível perceber algumas mudanças, como: 1. esse seio galactóforo dilata mais; 2. há o crescimento, a ramificação dos ductos interlobulares terminais, dessa maneira a glândula começa a crescer durante a puberdade. ● Entretanto, seu maior crescimento se deve ao acúmulo de conjuntivo adiposo unilocular entre os lóbulos. ● Dessa maneira, o crescimento das ramificações terminais dos ductos mais o acúmulo de conjuntivo adiposo e frouxo determina o crescimento no período da puberdade, mas ainda assim a glândula está inativa, ou seja, não está fazendo a produção e liberação do leite. ● Ocorre que ao formar essas regiões, é possível observar o epitélio que cobre os ductos dos seios galactóforos é um epitélio cúbico estratificado. E como na superfície é pele, onde desemboca o ducto é pavimentoso estratificado queratinizado. Mas os ductos terminais correspondem a um epitélio cúbico simples. Logo, de acordo com a região do ducto da glândula é produzido epitélios diferentes. Os ductos finais são epitélio cúbico simples. Na região do seio/mamilo (a abertura) é o epitélio da pele. Na região do seio galactóforo e ducto é um epitélio cúbico estratificado. Em um lóbulo temos de 20 a 25 grupos de glândulas túbulo alveolares compostas. Temos, então, a formação de 25 glândulas dessa, com crescimento do conjuntivo adiposo e do conjuntivo frouxo dentro dos lóbulos, contribuindo para o crescimento da glândula mamária no período da puberdade, junto com uma série de ramificações nos ductos terminais. ● A glândulamamária é sensível ao ciclo menstrual, então aquela fase estrogênica que nós falamos, em determinados períodos ela pode ficar mais inchada pelo acúmulo de plasma, ou seja, um edema normal proveniente de uma taxa maior de estrógeno. ● O mamilo e a aréola podem ficar mais sensíveis, principalmente, na fase pré-menstrual, devido a alterações hormonais. Mas ainda assim nada de tecido fibroso, adenofibroso. TRANSCRIÇÕES BETA XVII - 3 Hist��m�i�l�gia Glândula mamária na GRAVIDEZ: ● Se vier a gravidez, aí vai ter um outro conjunto de hormônios: o hormônio placentário humano, produzido pela placenta; a prolactina; o estrógeno aumentado que vão estimular essa glândula. ● Essa glândula, então, vai começar a passar por alterações e ao observar essas alterações, a gente vai ter um padrão: a glândula vai aumentar de volume, mas o conjuntivo adiposo da glândula vai diminuir e nos ductos terminais, as células cúbicas começam a aumentar de volume e esse aumento de volume vai dar origem aos alvéolos da glândula mamária, que são as modificações que vão determinar células produtoras de leite. ● Então com isso você começa a ver que nessas porções terminais, o aumento do volume da glândula é em decorrência do aumento do volume das células cúbicas dos ductos terminais e diminuição do adiposo que está entre os ductos, diminuição do tecido conjuntivo frouxo que está entre esses ductos, logo eu tenho o aumento de tamanho da glândula: começa o período de lactogênese, ou seja, a glândula mamária está entrando em condições para a produção do leite. ● O período da gravidez vai passando, os hormônios vão aumentando e essas células então se tornam células secretoras, pode-se observar como essas células aumentam de volume e isso é que vai caracterizar o aumento de volume da glândula mamária durante o período de gestação e pós-gestação. ● Essas células que estão aqui se modificando para a produção de leite em seguida elas passam a produzir o leite, aí você dá o nome ao processo de galactopoiese. Nesse mecanismo a célula aumenta tudo, já que o leite não tem lipídio, não tem proteína. Então, vai aumentar rugoso, aumentar liso, aumentar ribossomo, aumentar complexo de golgi. É o que ocorre nessa região ● O tecido conjuntivo interlobular dessa área é um tecido rico em linfócitos, e o aumento na quantidade de linfócitos que começam a produzir imunoglobulinas, principalmente IgA. Dessa forma o volume do seio cresce devido a lactogênese e galactopoiese. ● Depois que ocorre a gestação e a amamentação, a glândula vai involuir (as células sofrem apoptose), bem como células musculares lisas, as mioepiteliais em torno do alvéolo, sofrem apoptose/fagocitose e promove o seio a voltar ao tamanho normal. ● À medida que a idade avança, a glândula também muda de tamanho, a glândula perde adipócito e conjuntivo frouxo e diminui os tamanhos do ductos da glândula. Porque ao ocorrer o climatério, você tem a diminuição da produção de estrógenos. PATOLOGIAS: ● Fibroadenoma é comum, normal principalmente na puberdade, que os tecidos estão crescendo, que ocorra a produção em determinadas áreas de conjuntivo denso na forma de nódulos. Inclusive, na palpação, pode deslocar, o que é um indicativo que não é um carcinoma, porque o carcinoma é de ducto. E os ductos e seios galactóforos são epitélio estratificado, já os ducto terminais o epitélio é cúbico simples. ● Carcinoma intraductal: dentro do ducto. TRANSCRIÇÕES BETA XVII - 4 Hist��m�i�l�gia ● Carcinomas infiltrante: está na área do alvéolo. Nas células cúbicas. ● Os papilomas: nos ductos, hiperplasia (aumento de volume). ● Ductos terminais: onde ocorre a maioria dos tipos de câncer. Esses levam a nódulos endurecidos, não ficam se deslocando. ● No exame de toque tem algumas características que deve-se observar, não é só a presença de nódulos palpáveis, tem a palpação de linfonodos “ex: axilares”. ● É raro o tumor de tecido adiposo, o mais comum são tumores de epitélio da mama, por causa da proliferação dos tecidos epiteliais. ● A doença de Paget, é um câncer na região de abertura dos seios galactóforos do mamilo com epitélio pavimentoso estratificado queratinizado, esse epitélio é mais suscetível ao câncer que os epitélios mais internos. Pergunta da aluna: Relação do uso de hormônios por homens e aumento da mama (Ginecomastia): Hormônio masculino em excesso é convertido em estrógeno pela enzima aromatase, o que seria masculinidade torna-se feminilidade. Por isso homens que tomam muito hormônio podem ter ginecomastia. Idosos costumam ter ginecomastia, porque já não tem tanta a testosterona e sim a conversão dela em estrógeno. LÂMINAS: 1. OVÁRIO: ● Na lâmina é mostrado a presença do epitélio germinativo que não tem nada de germinativo, é um cúbico simples, debaixo de uma túnica albugínea. ● No interior, muitos folículos ovarianos em estágios diferentes. É mostrado ali um folículo primordial, onde tem folículo é a região cortical e onde não tenho folículo caracteriza como sendo a região medular. ○ A medular: conjuntivo frouxo altamente vascularizado. ○ E a túnica albugínea: conjuntivo denso modelado. TRANSCRIÇÕES BETA XVII - 5 Hist��m�i�l�gia ● Aumento de 100X: vê-se alguns folículos ovarianos. Ovócito primário, coroa radiada em volta, o antro folicular com líquido folicular ou cavidade folicular, por fora a camada granulosa. Internamente vê a zona pelúcida. No ovário tem corpo amarelo/lúteo, corpo albicans, uma grande quantidade de folículos atrésicos. Nesta lâmina vê os folículos, e ali corresponde a um folículo que está em atresia. 2. FOLÍCULO OVARIANO MADURO: ● Tem as estruturas citadas anteriormente no aumento de 100x. ● No aumento de 400x a gente vê nitidamente todas as estruturas: ○ Teca externa; ○ Teca interna, que produz os andrógenos que vão para a camada granulosa produzir estrógeno e progesterona; ○ Cavidade do antro com líquido folicular; ○ Coroa radiada; ○ Zona pelúcida; ○ Ovócito 1; ○ Cumulos oofurus, que está prendendo o ovócito, está ativando o ovócito e vai facilitar a captura quando ele tiver fora do ovário. 3. TUBA UTERINA: ● Musculatura ou a túnica muscular bem desenvolvida. ● A mucosa é altamente pregueada com muitas dobras, o que significa que a área superficial de contato é muito grande. ● No menor aumento mostra o epitélio ciliado e não ciliado, lâmina própria de conjuntivo frouxo e a túnica muscular. ● No próximo aumento vê-se de novo o pregueamento da túnica, da mucosa, a lâmina própria de conjuntivo frouxo e uma m. circular interna e uma longitudinal externa, que vai determinar o peristaltismo (devido a essa musculatura as mulheres que tem o TRANSCRIÇÕES BETA XVII - 6 Hist��m�i�l�gia problema de síndrome dos cílios imóveis não são estéreis) e por fora temos uma serosa. ○ Tendo os cílios a facilidade é maior, mas o peristaltismo é suficiente. 4. TUBA UTERINA: ● Aumento de 100x: Vemos a mucosa que seria o endométrio, e temos duas divisões: camada basal perto do miométrio e a camada funcional. Depois, bem desenvolvido, o miométrio, 3 a 4 camadas de músculo liso, e por fora temos uma serosa chamada de perimétrio, epimétrio (pavimentoso simples, tecido conjuntivo frouxo). E tem o ligamento largo do útero. 5. ÚTERO: ● Do útero você vai para o colo do útero, onde vai ter o endocérvice e o ectocervice. Nesse caso aqui está sendo colocado o ectocérvice, que possui a musculatura bem desenvolvida, há o epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado. Lembrar que tem 2 regiões e uma no meio que é de transição. É na de transição que o índice de câncer do colo do útero é maior. ● Aumento de 100x: Conjuntivo denso não modelado. Mas, o que mais nos interessa são as glândulas, porque a secreção dessas glândulas mudam de acordo com o ciclo menstrual: no dia da ovulação é ralo e fluido e nos outros dias, tirando a menstruação, é viscosa, mucosa. ● Lembrar também que a parede do canal vaginal não tem glândulas, portanto a secreção que vemos no canal provém das glândulas do colo do útero que são tubulosas mucosas ramificadas. 6. CANALVAGINAL: No aumento de 100x: ● A parede do canal vaginal não possui glândulas. ● A secreção presente no canal vaginal é proveniente das glândulas tubulosas mucosas ramificadas do colo do útero. ● O canal vaginal possui várias dobras. Ele tem um epitélio pavimentoso estratificado não-queratinizado e uma grande quantidade de células soltas. TRANSCRIÇÕES BETA XVII - 7 Hist��m�i�l�gia ● Observa-se também uma lâmina própria com tecido conjuntivo frouxo fibroelástico e uma musculatura. No aumento de 400x: ● Sob influência do estrógeno, as células soltas armazenam mais glicogênio. ● As bactérias presentes no tecido fazem fermentação (respiração anaeróbica) e produzem ácido lático, o que induz a acidificação do meio, deixando-o com pH próximo a 5, estabelecendo-se assim uma proteção a esse epitélio. Mas a secreção que vai estar aqui veio das glândulas do colo do útero. 7. PLACENTA: ● A placenta tem as vilosidades coriônicas, só que essas vilosidades têm um eixo central, você chama de vilosidade central, e dessa partem vilosidades secundárias que você pode chamar de terminais. Algumas dessas vilosidades se prendem ao córion, aí você chama de ancoragem, e como falado na aula anterior, como a placenta está em desenvolvimento o âmnio vai colar no córion, o córion vai estar colado na decídua capsular e a decídua capsular vai colar na parietal. ● Na lâmina podemos observar o córion que forma uma placa, devido ao crescimento do citotrofoblasto, mas esse epitélio visto aqui em cima é referente ao âmnio, ou seja, epitélio amniótico. ● Para esta área, o que você está vendo são os espaços intervilosos, aqueles que foram produzidos no 10° dia da segunda semana quando ainda era sinciciotrofoblasto. ● E essas estruturas que você vê aqui correspondem aos cortes das vilosidades coriónicas: terminal, ancoragem. ● Indicado por setas: a placa coriônica, o epitélio amniótico, cório e âmnio juntos. TRANSCRIÇÕES BETA XVII - 8 Hist��m�i�l�gia Aí começam as vilosidades: tem a de ancoragem, que está presa na placa coriônica; as terminais, onde o sangue da mãe fica circulando (o espaço interviloso). ● O revestimento em volta corresponde ao sinciciotrofoblasto depois do sexto mês de gravidez. Porque nas terminais o citotrofoblasto acaba desaparecendo. 8. GLÂNDULA MAMÁRIA: ● Por fim, um corte transversal de glândula mamária que está no período de produção de secreção (leite). ● Cada estrutura dessa é um nódulo, portanto essas divisões são de conjuntivo denso não modelado. Pode ser que tenha acúmulo de gordura (adiposo unilocular). ● Por dentro, se vê os ductos das glândulas, onde tem as células que são as células alveolares, produtoras do leite. O espaço entre elas, intralobular, já é de conjuntivo frouxo. ● O conjuntivo interlobular, que é o denso não modelado. ● Um lóbulo e cada estrutura apresentada corresponde a um alvéolo, ou seja, a uma estrutura produtora de leite. ● O conjuntivo que você vê entre um e outro é conjuntivo intralobular, que nada mais é que um tecido conjuntivo frouxo. Resposta de dúvida: glândula tubuloalveolar composta. A glândula mamária é 20 a 25 dessas. Em cada glândula, o ducto desemboca no mamilo separadamente, não estão fusionadas. Resposta de dúvida: a da próstata é tubuloalveolar, porém essa glândula é ramificada. TRANSCRIÇÕES BETA XVII - 9