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TIBERIVS CLAVDIVS NERO TIBERIVS CAESAR AVGVSTVS 19 de Agosto de 14 à 16 de Março de 37 Q]l¦H¥P]T I¤NI¦d X¡QI¤W Q]I¥X¢A¦H ZhK¥L¢N¥L D¤X¥\£R [¤N©G Z¢P¥[¦d Lucas 3:1 EI¦G¡@ Q]s¦LI¦Th LI¦L¡e¢d `¥X¢X¥H£H Q]C¥X]D¥E D¡ChD¥I Z¢G¢s Q]H¡LI¦s :L¤A¡@¥d `¥X¢X¥H£H Q¡l¦P¡QhL¥E D¡P]K¥X¢H `£L£Th XhH¥I £̀L£T¥d ¥̀X¢X¥H£H 1 E no ano quinze do império de Tibérios César, nos dias de Pôntios Pilatos governador de Yehudá, e Herodes tetrarca na Galiléia, e seu irmão Filipe tetrarca da província da Ituréia, e da província de Traconites, e Lisâneas tetrarca em Avel. S¤Q]IO¤dhD¡I¥Z¦x¢N YOSEF BEN MATITYAHU “Morreu César Augusto, na idade de setenta e sete anos. Esse príncipe, que foi o segundo imperador dos romanos, reinou cinquenta e sete anos, seis meses e dois dias, incluindo-se os quatorze anos que reinou com Antônio. Tibério Nero, filho de Lívia, sua mulher, substituiu-o no império e enviou Valério Grato à Judéia como sucessor de Rufo, tornando-se aquele o seu quinto governador.”. Herodes, o tetrarca, conquistara as boas graças do imperador Tibério. Construiu uma cidade à qual, por causa dele, deu o nome de Tiberíades. Escolheu para esse fim um dos territórios mais férteis de toda a Galiléia, que está à beira do lago de Ginosar e muito próximo das águas quentes de Emaús. Povoou essa nova cidade em parte com estrangeiros e em parte com galileus, alguns dos quais foram obrigados a se estabelecer ali, mas alguns nobres para ela se dirigiram de boa vontade. Prefeito na província da Judéia entre 15 e 26 S¤Q]IO¤dhD¡I¥Z¦x¢N YOSEF BEN MATITYAHU “Tibério Nero, filho de Lívia, sua mulher, substituiu-o no império e enviou Valério Grato à Judéia como sucessor de Rufo, tornando-se aquele o seu quinto governador. Ele tirou o sumo sacerdócio a Hanan e deu-o a Ismael, filho de Fabo. Mas logo depois Ismael foi deposto, e em seu lugar foi colocado Eleazar, filho de Hanan. Um ano depois, depuseram também a este, que foi substituído por Shimon, filho de Camite. Ele também só ocupou o cargo durante um ano, sendo obrigado a resigná-lo em favor de Yosef, cognominado Caifás. Grato, após ter durante onze anos governado a Judéia, voltou a Roma, e Pôncio Pilatos sucedeu-o.” [DIS AUGUSTI] S TIBERIEUM [PO]NTIUS PILATUS [PRAEF]RCTUS IUDA[EA] E [FECIT, D] E [DICAVIT] Um templo ao Sagrado Tibério Pôncio Pilatos Prefeito da Judeia, dedicou ao povo [de Cesaréia] Prefeito na província da Judéia entre 26 e 36 MI¦LI¦L¥e¢D X¢A¥f-Z£@ ]L hCI¦e¢l¢E MI¦[¡P©@ h@¡d @I¦D¢D Z¤R¡d Lucas 13:1 :M£DI¤G¥A¦F-L¢R M¡N¡f `¢Q¡N Q]H¡LI¦s X£[©@ 13:1 E, naquele tempo, chegaram homens que falavam para ele coisas dos galileus que Pilatos misturava o sangue deles sobre os seus sacrifícios. O¡N¡e¥X¢@ LI¦R¥N ]Z«@ [¤d¥L¢l¢E ]@¡A¥V LI¤G¥E Q]C¥X]D ]Z«@ F£A¦l¢E Lucas 23:11 :Q]H¡LI¦s-L£@ hD¤G¡L¥[¦l¢E ]d-L£Z¡D¥L 11 E o desprezou [Yeshua] Herodes e a força do seu exército e o vestiu com um manto de púrpura para zombar dele e envia-lo para Pilatos. [I¦@ Q]H¡LI¦Th Q]C¥X]D ht¢X¥Z¦D @hD¢D M]l¢d 12 :M£DI¤PI¤d D¡N¤H¥\¢N D¡Z¥I¡D D«m-C¢R I¦m EI¦G¡@-L£@ 12 Naquele dia, Pilatos e Herodes, se fizeram amigos; pois, antes, andavam em inimizade um com o outro. :M¡Z¡Lª@£[ D£\¡R¤Z I¦m H¡s¥[¦N @I¦V]D Q]H¡LI¦Th Lucas 23:24 24 Então, Pilatos julgou que devia fazer o que eles pediam. :¢Rh[¤I Z¢The-Z£@ hp£o¦N L¢@¥[¦l¢E Q]H¡LI¦T I¤P¥T¦L @¡A @hD Lucas 23:52 52 Ele chegou diante de Pilatos, e pediu para ele o corpo de Yeshua. hW©R¡V MI¦ChD¥l¢D¥E ]G¥n¢[¥L Q]H¡LI¦s [¤W¦d Z@«F-L¢R¥E Yochanan (JO) 19:12 X¡QI¤u¢D-Z£@ A¤D«@ _¥PI¤@ D£i¢D [I¦@¡D-Z£@ G¢n¢[¥x-M¦@ hX¥N¡@¥E M¤N]W¥Z¦N @hD `£L£N¥L Z]I¥D¦L M¤N]W¥Z¦o¢D I¦m :X¡QI¤u¢D-L¢R 12 Ao ouvir isso, Pilatos procurou liberta-lo [Yeshua], mas os habitantes de Y'hudah gritavam: "Se você libertar esse homem, significa que não ama o Imperador! Quem afirma ser rei se opõe ao imperador". ¢Rh[¤I-Z£@ @I¦V]D D£n¤@¡D MI¦X¡A¥f¢D-Z£@ Q]H¥LI¦s ¢R«N¥[¦m 19:13 Z£T£V¥X¢N @¡X¥W¦p¢D M]W¡o¢d H¡s¥[¦o¢D @¤q¦m-L¢R A£[¤l¢E D¡VhG¢D :@¡Z¥d¢e ZI¦X¥A¦R¥Ah MI¦P¡A©@ 13 Quando Pilatos ouviu essas palavras tirou Yeshua do lado de fora e se sentou na cadeira de juiz, no lugar chamada o Pavimento de pedras e em aramaico, Gab’ta. S¤Q]IO¤dhD¡I¥Z¦x¢N YOSEF BEN MATITYAHU “Revolta dos judeus contra Pilatos, governador da Judéia, por ter feito entrar em Jerusalém as bandeiras, que traziam a imagem do Imperador”. “Imediatamente os judeus foram em grande número procurar Pilatos em Cesárea e durante vários dias rogaram-lhe que removesse aqueles estandartes. Ele negou o pedido, dizendo que não o poderia fazer sem ofender o imperador”. “Em seguida, Pilatos tentou retirar dinheiro do tesouro sagrado para fazer vir a Jerusalém, pelos aquedutos, a água cujas nascentes distavam uns duzentos estádios. O povo ficou de tal modo revoltado que veio em grupos numerosos queixar-se e rogar-lhe que não continuasse aquele projeto. E, como acontece ordinariamente no meio de uma população exaltada, alguns chegaram de dizer- lhe palavras injuriosas. Ele ordenou então aos soldados que escondessem cacetes debaixo da túnica e rodeassem a multidão. Quando recomeçaram as injúrias, sinalizou aos soldados para que executassem o que havia determinado. Eles não somente obedeceram, como fizeram mais do que ele desejava, pois espancaram tanto os sediciosos quanto os indiferentes. Os judeus não estavam armados, e por isso muitos morreram e vários foram feridos. E a sedição terminou. “Nesse mesmo tempo, apareceu Yeshua, que era um homem sábio, se é que podemos considerá-lo simplesmente um homem, tão admiráveis eram as suas obras. “Ele ensinava os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi seguido não somente por muitos judeus, mas também por muitos estrangeiros. Diziam que ele era o Mashiach. Os mais ilustres dentre os de nossa nação acusaram-no perante Pilatos, e este ordenou que o crucificassem”. “Pilatos, então governador da Judéia, consagrou-lhe, no palácio de Herodes em Jerusalém, uns escudos dourados, não tanto pelo desejo de honrá-lo, como por seu ódio contra nossa nação. Não havia figuras nesses escudos, nem inscrição alguma, a não ser o nome daquele que o consagrava e o daquele ao qual era consagrado”. Entretanto, o povo revoltou-se de tal modo, que enviou os quatro filhos do rei, os outros príncipes da casa real e os mais ilustres de sua nação, para rogar a Pilatos que mandasse retirar os escudos, porque era uma desobediência às leis e aos costumes de seus antepassados, nos quais seus reis e imperadores jamais tinham querido tocar. Vendo que Pilatos, que era “naturalmente” violento e teimoso, recusava-o grosseiramente, disseram-lhe: 'Deixai de perturbar a paz de que gozamos. Deixai de nos querer levar à revolta e à guerra. Não é pelo desprezo das leis que se honra o imperador’. “Estas palavras irritaram ainda mais a Pilatos e ao mesmo tempo causaram-lhe grande aflição porque ele temia, que se mandassem embaixadores, que eles informassem o imperador de suas concussões, de suas injustiças e de sua horrível crueldade, que fazia sofrer tantos inocentes e custava mesmo a vida a vários”. “Os mais ilustres samaritanos foram procurar Vitélio, governador da Síria, que tinha sido cônsul, acusaram Pilatos de ter cometido muitos assassinatos, afirmaram que eles não tinham pensado em se rebelar contra os romanos e disseram que se haviam reunido perto de Tirataba, somente para resistir às suas violências. Vitélio ante essas queixas, mandou Marcelo, seu amigo, para cuidar do governo da Judéia e ordenou a Pilatos que fosse justificar- se perante o imperador. Assim, sendo obrigado a obedecer, ele encaminhou-se para Roma, depois de ter governado a Judéia por dez anos, mas Tibério morreu antes que ele lá tivesse chegado.” HERODES ANTIPAS 20 aC à 37 eC ]Z«@ O]Z¡P¥E hD¤X¥Q¢@¢l¢E O¡P¡G]I-Z£@ \¢T¡x Q]C¥X]D I¦m Matityahu (MT) 14:3 :EI¦G¡@ Q]s¦LI¦s Z£[¤@ D¡I¥C]X]D X¢A¥f-L¢R X¡N¥[¦o¢d 3 Porque Herodes tinha prendido a Yochanan e tinha-o amarrado e entregado na prisão porcausa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe; :D¡y¦@¥L _¥L g¡Z«@ Z¢G¢W¡L D¡X]x¢K @«L ]X¥N¡@¥d O¡P¡G]I ]GI¦K]D I¦m 4 4 Porque o repreendeu Yochanan ao dizer para ele: Não pode, conforme a Torá, pegar ela para você por mulher. X£[©@ M¡R¡D-Z£@ @¤X¡I I¦m Q£T£@ ]ZI¦N©D [¤u¢A¥I¢E 5 :@I¦A¡P¥L ]Z«@ hA¥y¦G 5 E, buscava matá-lo, porém temia o povo, porque o tinham como profeta. L]G¡N¥d D¡I¥C]X]D-Z¢d C«W¥X¦x¢E Q]C¥X]D-Z£@ Z£C£n§D M]I¥d I¦D¥I¢E 14:6 :Q]C¥X]D I¤PI¤R¥d A¢HI¦x¢E M£DI¤P¥T¦L 6 E aconteceu no dia do aniversário de Herodes, e saltitava a filha de Herodias, dançando diante da face deles e foi bom aos olhos de Herodes. :hp£o¦N L¢@¥[¦x X£[©@-L¡m g¡L-Z£Z¡L R¢d¥[¦P D£i¢D X¡A¡f¢D L¢L¥B¦Ah 7 7 E por causa do que aconteceu, prometeu dar para ela tudo o que pedisse dele. D£i¢d I¦n-D¡P¥x EI¡L¤@ D¡X¥N¡@ g¡o¦@¤N ¡DI¦T¥d D¡Nh\ X£[©@¢m @I¦D¥E 8 :L¤d¢H¥N¢D O¡P¡G]I [@«X-Z£@ L£T¤q¢d 8 E ela, instruída previamente por sua mãe, disse: Dê para mim neste prato a cabeça de Yochanan, o imersor. ]Z¡RhA¥[ XhA©R¢d `¢@¥E C«@¥N `£L£o¢L X£V¤l¢E 9 :g¡L ]x¦Z¥L D¡h¦V ]d¦Q¥N¦d MI¦A¥[«l¢D¥E 9 E o rei afligiu-se muito, mas, por causa do juramento e dos que estavam assentados à mesa com ele, ordenou que dessem para ela. :X¡N¥[¦o¢d EI¡L¡R¤N O¡P¡G]I [@«X-Z£@ @¡z¦l¢E G¢L¥[¦l¢E 14:10 10 E enviou, e “levantaram” a cabeça de Yochanan, de cima dele, na prisão. hD¥Z¢@I¦AªD @I¦D¥E D¡X©R¢p¢D I¤CI¦L O¤Z¡p¦l¢E L£T¤q¢d ][@«X-Z£@ @¡Ahl¢E 11 :g¡o¦@-L£@ 11 e trouxeram a cabeça no prato e entregaram nas mãos da jovem e ela trouxe para sua mãe. @¤V EI¡L¤@ hX¥N@«l¢E MI¦[hX¥s¢D Z]V¥W¦N h@¡d @I¦D¢D D¡R¡y¢d Lucas 13:31 :_£B¥X¡D¥L [¤u¢A¥N Q]C¥X]D I¦m D£i¦N `¤L¥E 31 Naquela hora, chegaram alguns dos fariseus, dizendo-lhe: Sai e retira-te daqui, porque Herodes procura te matar. Z]GhX [¤X¡B¥N I¦P¥P¦D D£i¢D L¡Rhy¢L hCI¦e¢D¥E hK¥L M£DI¤L©@ X£N@«l¢E 32 I¦[I¦L¥y¢D M]l¢Ah X¡G¡N M]I¥Ah M]l¢D MI¦L]G @¤T«X¥E Z]R¡X :I¦t¦W-C¢R @«A¡@ 32 E respondeu-lhes: Ide e dizei àquela raposa: Eis que eu expulso manifestações do mal, e efetuo curas, hoje e amanhã, e, no terceiro dia, sou consumado. ¡x¥K¢Q¡P D¡x¢@ X£[©@ []C¡u¢D _¥f¥A¢R ¢Rh[¤I-L¢R Z£Nª@£A I¦mAtos 4:27 Q]H¡LI¦s Q]l¦H¥P¡Th QhC¥X]D-M¢e Z@«i¢D XI¦R¡d E¡f¥G¢I hC¥Q]P :L¤@¡X¥\¦I _I£N¡N©R¢E M¦I]e¢D-M¦R 27 Porque, na verdade, contra Yeshua, o teu servo, o santo, que Tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com as nações (gentes) e o teu povo de Israel. D¡C¤R¡D I¤[¥P¢@¥d ]C¡I-Z£@ `£L£o¢D Q]C¥X]D G¢L¡[ @I¦D¢D Z¤R¡d Atos 12:1 :M¡Z]p¢R¥L 1 E por aquele tempo, o rei Herodes estendeu as mãos sobre as pessoas da congregação para os afligir; :A£X¡G£d O¡P¡G]I I¦G©@ A«W©R¢I-Z£@ B«X©D¢l¢E 2 2 e matou à espada Ya’akov, irmão de Yochanan. ZhK¥L¢N I¤C¥B¦d Q]C¥X]D [¢d¥L¦l¢E C¤R]N M]I M]l¢D I¦D¥I¢E Atos 12:21 :EI¡Z«X¥d¢f¦N M£DI¤L©@ @¡z¦l¢E H¡s¥[¦o¢D @¤q¦m-L¢R A£[¤l¢E 21 E aconteceu, o dia, um dia marcado, vestindo Herodes as vestes reais, estava assentado no trono do julgamento e fez para eles pronunciamentos. :M¡C¡@ L]W @«L¥E @hD MI¦D«Lª@ L]W X«N@¤L M¡@¡D hRI¦X¡l¢E 22 22 E o povo exclamava: Voz de ELOHIM, e não voz de homem. MI¦D«L@¤L C]A¡m O¢Z¡P-@«L I¦m R¢B£X¥m D¡]D¥I-`¢@¥L¢N hD¤m¢l¢E 23 :Z«N¡l¢E MI¦R¡L]Z hD§L¥K@«l¢E 23 E no mesmo instante, feriu-o o mensageiro [anjo] do ETERNO, porque não deu glória ao ETERNO; e, comido de vermes, morreu. S¤Q]IO¤dhD¡I¥Z¦x¢N YOSEF BEN MATITYAHU “Herodes tinha então nove mulheres... A sexta, chamada Cleópatra, era de Yerushalayim e dela tivera dois filhos, Herodes e Filipe, o último dos quais também tinha sido educado em Roma.” “Depois desta audiência de Augusto, dissolveu-se a assembléia e alguns dias depois, ele concedeu a Arquelau não o reino da Judéia inteiro, mas a metade, com o título de Etnarquia e prometeu fazê-lo rei, quando disso se tivesse tornado digno, pela sua virtude. Dividiu a outra metade entre Filipe e Antipas, filhos também de Herodes, que disputavam o trono a Arquelau. Antipas recebeu a Galiléia com a região que está além do rio, cuja renda era de mais ou menos duzentos talentos; Filipe recebeu a Batanéia, a Traconítida e a Auranita com uma parte do que tinham pertencido a Zenódoro, cuja renda chegava a cem talentos.” “Nesse mesmo tempo, aconteceu, pelo motivo que passo a descrever, uma grande guerra entre Herodes, o tetrarca, e Aretas, rei de Petra. Herodes, que havia desposado a filha de Aretas e vivera muito tempo com ela, passou, numa viagem a Roma, pela casa de Herodes, seu irmão por parte de pai, filho da filha de Shimon, sumo sacerdote, e concebeu tal paixão pela mulher dele, Herodias — filha de Aristóbulo, irmão de ambos e irmã de Agripa, que depois propôs desposá-la logo que estivesse de volta de Roma e repudiasse a filha de Aretas. Ele continuou a sua viagem e voltou após cumprir as incumbências de que fora encarregado. A sua mulher veio a saber de tudo o que se havia passado entre ele e Herodias, mas nada demonstrou e rogou-lhe que permitisse ir a Maquera, fortaleza situada na fronteira dos dois territórios, que então pertencia ao rei seu pai. Como Herodes não julgava que ela soubesse de seu projeto, não teve dificuldade em atendê-la. O governador da praça recebeu-a muito bem, e um grande número de soldados escoltou-a até a corte do rei Aretas. Ela contou-lhe da resolução tomada por Herodes, e ele sentiu-se muito ofendido. Havendo já surgido algumas divergências entre os dois príncipes, por causa dos limites do território de Gamala, eles entraram em guerra; todavia, nem um nem outro tomou parte dela em pessoa. A batalha travou-se, e o exército de Herodes foi completamente derrotado, devido à traição de alguns refugiados que, expulsos da tetrarquia de Filipe, se alistaram nas tropas de Aretas. Herodes escreveu a Tibério, contando o que havia acontecido, e este ficou tão enfurecido contra Aretas que ordenou a Vitélio que lhe declarasse guerra e o trouxesse vivo, se possível, ou lhe mandasse a cabeça, caso ele viesse a morrer na luta.” “Vários judeus julgaram a derrota do exército de Herodes um castigo de ELOHIM, por causa de Yochanan, cognominado "Imersor". Era um homem de grande piedade que exortava os judeus a abraçar a virtude, a praticar a justiça e a receber a imersão, para se tornarem agradáveis a ELOHIM, não se contentando em evitar o pecado, mas unindo a pureza do corpo à da alma. Como uma grande multidão o seguia para ouvir a sua doutrina, Herodes, temendo que ele, pela influência que exercia sobre eles, viesse a suscitar alguma rebelião, porque o povo estava sempre pronto a fazer o que Yochanan ordenasse, julgou que devia prevenir o mal, para depois não ter motivo.. ... de se arrepender por haver esperado muito para remediá-lo. Por esse motivo, mandou prendê-lo numa fortaleza em Maquera, de que acabamos de falar, e os judeus atribuíram a derrota de seu exército a um castigo de ELOHIM, devido a esse ato tão injusto.” •Hanan Ben Shet (6EC–15EC) Anás o pai, sogro de Caifás •El’azar Ben Hanan (16–17) (Alexandros) •Yosef Bar Kayafa (18–36) (Caifás) Se casou com a filha de Anás. •Yonatan Ben Hanan (36–37 e 44) •Teófilos Ben Hanan (37–41) •Matityahu Ben Hanan (43) •Hanan Ben Hanan (63), O filho, mais jovem dos cinco irmãos. 18EC – 37EC ]P¥F¡@ ]L-U£t¢W¥I¢E L]C¡e¢D O¤D«m¢D C£A£R-Z£@ D¡m¦D M£D¤N C¡G£@¥E Lucas 22:50 :ZI¦P¡N¥I¢D 50 E um deles feriu o escravo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha direita. MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X `¢@ L¡KI¤D¢d M]I M]I D£X]N I¦D¥I¢E Lucas 19:47 :]CI¦N¥[¢D¥L h[¥W¦d M¡R¡D I¤X¡\¥E MI¦X¥T]q¢D¥E 47 E foi ensinar dia a dia no templo; mas os principais dos sacerdotes, e os escribas, e os principais do povo procuravam para destruí-lo. L£G¡l¢E [¡f¥W¦o¢D ZI¤d-L£@ ¢Rh[¤I `£L¤l¢E M¦I¢L¡[hX¥I h@«A¡l¢EMarcos 11:15 Z]P©G¥L§[-Z£@¥E MI¦P]u¢D-Z£@¥E MI¦X¥K]o¢D-Z£@ M¡y¦N [¤X¡B¥L :MI¦P]l¢D I¤X¥K«N Z]A¥[]N-Z£@¥E `¢T¡D S£Q£m¢D I¤TI¦L©G¢N 15 E vieram a Yerushalayim; e Yeshua, entrando no pátio do templo, começou a lançar fora os que vendiam e compravam; e derrubou as mesas dos cambistas de dinheiroe as cadeiras dos que vendiam pombas. :[¡f¥W¦o¢D £̀X£f MI¦L¤m XI¦A©R¢D¥L [I¦@¥L O¢Z¡P @«L¥E 16 16 E não consentia que ninguém carregasse mercadorias pelo pátio do templo. @¤X¡u¦I D¡n¦T¥x-ZI¤d I¦ZI¤A I¦m AhZ¡K @«L©D X«N@¤L M£D¡L D£X]l¢E 11:17 :MI¦V¦X¡s Z¢X¡R¥N¦L ]Z«@ M£ZI¦\©R M£x¢@¥E MI¦o¢R¡D-L¡K¥L 17 E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada por todas as nações casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões. ]CI¦A©@¢D¥L hL¥m¢P¥Z¦l¢E hR¥N¡[ MI¦X¥T]q¢D¥E MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X¥E 18 :]Z¡X]x-L¢R h@¥n¢s¥Z¦D M¡R¡D-L¡m X£[©@ I¤X©G¢@ EI¡P¡s¦N h@¥X¡I I¦m 18 E os escribas e príncipes dos sacerdotes, tendo ouvido isto, buscavam ocasião para o matar; pois eles o temiam porque toda a multidão estava admirada acerca da sua Torá. ][¥T¢P-Z£@ D¡o¢d h[¥W¦d MI¦X¥T]q¢D¥E MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X¥E Lucas 22:2 :M¡R¡D I¤P¥s¦N h@¥X¡I I¦m g¡x¥G¢W¥L 2 E os principais dos sacerdotes e os escribas andavam procurando como fariam para “remover” a alma dele, porque temiam a face do povo. MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X M¡R¡D I¤P¥W¦F hL©D¥W¦P X£W«d¢D X]@¥Kh Lucas 22:66 :X«N@¤L OI¦X¥C£D¥P¢q¢D I¤P¥T¦L hD§@I¦A¥I¢E MI¦X¥T]q¢D¥E 66 E conforme veio a luz da manhã, ajuntaram-se os anciãos do povo, e os principais dos sacerdotes, e os escribas, e o conduziram diante do Sanhedrin, MI¦X¥T]q¢D¥E MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X hNhW¡l¢E Lucas 23:10 :M¡G«K I¤t¢N©@¢N-L¡K¥d ]P¥H¦\¥L hTI¦Q«l¢E 10 E se levantaram os principais dos sacerdotes e os escribas acusando-o com grande veemência. @¡T¡l¢W O¤Z«G D¡I¡D @hD I¦m O¡P¡G-L£@ D¡P][@¦X¡A hD§KI¦L«l¢E Yochanan 18:13 :@I¦D¢D D¡P¡y¢d L]C¡e¢D O¤D«m¢D 13 e conduziram-no primeiramente a Hanan (Anás), por ser sogro de Kayafa (Caifás), que era o sumo sacerdote daquele ano. C¢A@«I X£[©@ A]H I¦m CI¦e¦D MI¦ChD¥l¢L ]Z¡V©R¢d X£[©@ @¡T¡l¢W @hD 14 :M¡R¡D-L¡m C¢R¥d C¡G£@-[I¦@ 14 Ora, Kayafa (Caifás) era quem tinha aconselhado aos judeus que convinha que um homem morresse pelo povo. A¤L¡t¦I I¦m ]A-hX¥V¥T¦l¢E hL¡@¥[¦l¢E M¡L]W hNI¦X¤D M¤D `¢@ Lucas 23:23 :MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X L]W¥E M¡L]W R¢X¥K¢l¢E 23 Mas todos eles insistiam com grandes gritos, pedindo que fosse executado. E os seus gritos e os dos principais dos sacerdotes redobravam. XhA©R¢A-@«L h@«A¡l¢E M¡[ @hD I¦m hR¥N¡[ MI¦ChD¥l¢D-O¦N MI¦d¢X¥E Yochanan 12:9 D¡IªG£D X£[©@ X¡F¡R¥L£@-Z£@ Z]@¥X¦L-M¢e-M¦@ I¦m ]f¢A¥L ¢Rh[¤I :MI¦Z¤o¢D-O¦N 9 E muitos dos judeus ouviram que ele estava ali; e foram, não somente por causa de Yeshua, mas também para ver a El’azar, a quem ressuscitara dos mortos. :X¡F¡R¥L£@-Z£@ M¢e B«X©D¢L MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X hV©R¡h¦l¢E 10 10 E os principais dos sacerdotes tomaram deliberação para matar também a Lázaro, :L]C¡e¢D O¤D«m¢D @¡T¡l¢W-L£@ XhQ¡@ ]Z«@ G¢L¡[ O¡P¡G¥E Yochanan 18:24 24 E Hanan (Anás) enviou ele, preso, para Kayafa (Caifás) sumo sacerdote. M£DI¤L©@ X£N@«l¢E ]Z«@ A«L¥V ]Z«@ @¤V¥I¢D @¤V¥I¢D hW©R¥V¦l¢E Yochanan 19:15 MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X hP©R¢l¢E M£K¥m¥L¢N-Z£@ A«L¥V£@ A«L¡V©D Q]H¡LI¦s :X¡QI¤u¢D-M¦@ I¦m `£L£N hP¡L-OI¤@ 15 E gritaram: Tira, tira, executa-o. Disse-lhes Pilatos: Hei de executar o vosso rei? Responderam os principais dos sacerdotes: Não temos rei, senão César. @¡A¥V X¢\¥E MI¦P©D«m¢D M£DI¤L©R hNhW¡l¢E M¡R¡D-L£@ M¡X¥d¢C¥m I¦D¥I¢E Atos 4:1 :MI¦Whf¢t¢D¥E L¡KI¤D¢D 4:1 Kefa e Yochanan ainda estavam falando ao povo quando chegaram os kohanim, o capitão da guarda do templo e os tz'dukim; ¢Rh[¤I¥A hC¦e¦D X£[©@-L¢R¥E M¡R¡L hX]D X£[©@-L¢R M£D¡L X¢V-I¦m 2 :MI¦Z¤o¢D Z¢l¦G¥x-Z£@ 2 muito irritados porque eles estavam ensinando ao povo a doutrina da ressurreição dos mortos e apresentando Yeshua. X¡G¡N¥L-C¢R X¡N¥[¦o¢d MhP¥x¦l¢E M¡d M£DI¤C¥I hG¥L¥[¦I¢E 3 :A£X¡R¡D ¢RI¦e¦D X¡A¥K-I¦m 3 A guarda do templo os prendeu; e, como já estava anoitecendo, colocaram-nos na prisão sob custódia até o dia seguinte. X¢s¥Q¦N I¦D¥I¢E hPI¦Nª@£D D¡X]\¥d¢D I¤X¥A¦C I¤R¥N«y¦N MI¦d¢X `¢@ 4:4 :MI¦T¡L©@ Z£[¤N©G¢m MI¦[¡P©@¡D 4 Muitos, porém, dos que ouviram a mensagem confiaram; e apenas o número dos homens chegava perto de cinco mil. :M¦I¡L¡[hXI¦d MI¦X¥T]q¢D¥E MI¦P¤W¥i¢D MI¦X¡z¢D hL©D¡u¦l¢E Z¡ẌG¡o¦N I¦D¥I¢E 5 5 No dia seguinte, as autoridades do povo, os anciãos e os mestres da Torá reuniram-se em Yerushalayim Q]X¥f¥P¢Q¥K£L©@¢E O¡P¡G]I¥E D¡T¡l¢W¥E L]C¡e¢D O¤D«m¢D O¡P¡G¥E 6 :L]C¡e¢D O¤D«m¢D ZI¤d Z¢G¢s¥[¦N¥L X£[©@-L¡K¥E 6 Com Hanan (Anás), o sumo sacerdote, Kayafa (Caifás), Yochanan, Alexandros e outros homens da família do sumo sacerdote. D¡ChD¥I ]N¥[h X¡\¡R£D MI¤P¥y¦N C¡G£@ M¡W F¡@ Matityahu26:14 :MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X-L£@ £̀L¤l¢E Z]l¦X¥W-[I¦@ 14 Então, se levantou um dos doze, chamado Yehudá Yish-Kiryôt (homem de Kiryôt) , foi ter com os cabeças dos sacerdotes. h[¥W¦d OI¦X¥C£D¥P¢q¢D-L¡K¥E MI¦P¤W¥i¢D¥E MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X¥EMatityahu 26:59 :h@¡V¡N @«L¥E ]ZI¦N©D¢L ¢Rh[¤I-L¢R X£W£[ ZhC¤R 59 E, os principais dos sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho buscavam falso testemunho contra Yeshua, para poderem dar-lhe a morte e não encontravam. hC¥Q]P M¡R¡D I¤P¥W¦i¥E MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X-L¡K¥E X]@ X£W«d¢DMatityahu 27:1 :]ZI¦N©D¢L ¢Rh[¤I-L¢R C¢G¢I 1 E vindo a luz da manhã, todos os cabeças dos sacerdotes e os anciãos do povo formavam juntamente conselho contra Yeshua, para o matarem. M¡R¡D O]N©D-Z£@ hZI¦Q¤D MI¦P¤W¥i¢D¥E MI¦P©D«m¢D I¤[@¡X¥E 27:20 :¢Rh[¤I-Z£@ CI¦N¥[¢D¥Lh @¡d¢@-X¢d Z¤@ M£D¡L L«@¥[¦L 20 E os principais dos sacerdotes e os anciãos persuadiram a multidão do povo para pedirem Bar Abba e para executar Yeshua. S¤Q]IO¤dhD¡I¥Z¦x¢N YOSEF BEN MATITYAHU “Ele tirou o sumo sacerdócio a Hanan e deu-o a Ismael, filho de Fabo. Mas logo depois Ismael foi deposto, e em seu lugar foi colocado Eleazar, filho de Hanan. Um ano depois, depuseram também a este, que foi substituído por Shimon, filho de Camite. Ele também só ocupou o cargo durante um ano, sendo obrigado a resigná-lo em favor de Yosef, cognominado Caifás. Gratus, após ter durante onze anos governado a Judéia, voltou a Roma, e Pôncio Pilatos sucedeu-o.” Tirou também depois o sumo sacerdócio de Caifás para dá-lo a Yonantan (Jônatas), filho de Hanan, o qual também havia sido sumo sacerdote, e partiu de regresso a Antioquia. “Morrendo Festo, Nero deu o governo da Judéia a Albino e o rei Agripa tirou o sumo sacerdócio de Yosef para dá-lo a Hanan. Hanan, o pai, foi considerado como um dos homens mais felizes do mundo, pois gozou quanto quis dessa grande dignidade e teve cinco filhos que a possuíram também depois dele; o que jamais aconteceu a qualquer outro. Hanan, um dos de que nós falamos agora, era homem ousado e empreendedor, da seita dos saduceus, que, como dissemos, são os mais severos de todos judeus e os mais rigorosos nos julgamentos. Ele aproveitou o tempo da morte de Festo, e Albino ainda não tinha chegado, para reunir um conselho, diante do qual fez comparecer Ya'akov (Tiago), irmão de Yeshua chamado Mashiach, e alguns outros; acusou-os de terem desobedecido aos mandamentos e os condenou ao apedrejamento. Esse ato desagradou muito a todos os habitantes de Yerushalayim (Jerusalém), que eram piedosos e tinham... “...verdadeiro amor pela observância de nossos mandamentos. Mandaram secretamente pedir ao rei Agripa que ordenasse a Hanan, nada mais fazer de semelhante, pois o que ele fizera, não se podia desculpar. Alguns deles foram à presença de Albino, que então tinha partido de Alexandria, para informá-lo do que se havia passado e dizer-lhe que Hanan não podia nem devia ter reunido aquele conselho sem sua licença. Ele aceitou estas desculpas e escreveu a Hanan, encolerizado, ameaçando mandar castigá-lo. Agripa, vendo-o tão irritado, tirou-lhe o sumo sacerdócio, que exercera somente durante quatro meses, e a deu a Yeshua, filho de Daneu.” Z¢l¦G¥x OI¤@-I¦m MI¦X¥N«@¡D MI¦Whf¢t¢D-O¦N MI¦[¡P©@ h[¥e¦l¢E Lucas 20:27 :X«N@¤L hD§L¡@¥[¦l¢E MI¦Z¤o¢D 27 E, aproximando-se homens dos saduceus, os que dizem não haver ressurreição dos mortos, perguntaram-lhe: Z¢C©R¤N M¤D¥E EI¡L¡R MI¦E¥L¦p¢D-L¡K¥E L]C¡e¢D O¤D«m¢D M¡W¡l¢E Atos 5:17 :D¡@¥P¦W h@¥L¡o¦l¢E MI¦Whf¢t¢D 17 E levantou-se o sumo sacerdote e todos os que estavamcom ele; e eram da congregação dos saduceus, estavam cheios de inveja, ZI¦P¤y¢D M¡x¥B¢L¥T¦Nh MI¦Whf¢V Z¢G¢@¡D M¡x¥B¢L¥T¦N I¦m R¢C¡I Q]L]ThAtos 23:6 I¦P©@ MI¦G¢@ MI¦[¡P©@ OI¦X¥C£D¥P¢q¢D `]Z¥d X£N@«l¢E ]L]W O¤x¦l¢E MI¦[hX¥s :I¦x¥[¡e§D H¡s¥[¦o¢L I¦P©@ MI¦Z¤o¢D Z¢l¦G¥Z¦L I¦Z¡E¥W¦x-L¢R¥E [hX¡s-O£d [hX¡s 6 E Paulo conhecendo pois, que a primeira divisão do Sanhedrin era composto por tz'dukim e a segunda de p'rushim; elevou sua voz no meio do Sanhedrin: Homens, irmãos, eu sou Parush (fariseu), filho de Parush (fariseu); e por causa da minha esperança pela ressurreição dos mortos estou sendo julgado! MI¦[hX¥s¢D OI¤d D¡AI¦X¥N D¡V¥X¡s Z@«F¡K ]X¥N¡@¥d 7 :MI¦R¡X¥W¦L D¡R¥X¥W¦P D¡T¤Q©@¡D¥E MI¦Whf¢t¢D OI¤Ah 7 Quando ele disse isso, surgiu uma discussão entre os p'rushim e os tz'dukim, e a multidão ficou dividida. MI¦K¡@¥L¢N OI¤@¥E MI¦Z¤o¢D Z¢l¦G¥x OI¤@ hX¥N¡@ MI¦Whf¢t¢D I¦m 23:8 :D£n¤@-L¡m [¤I¡E [¤I hX¥N¡@ MI¦[hX¥s¢D¥E ¢GhX OI¤@-S¢@¥E 8 Porque os tz'dukim dizem não existir a ressurreição dos mortos e que não existem os anjos e não acreditam no MOVER do [ETERNO] e os p'rushim dizem existir e existir todos estes. hG¥m¢E¥Z¦l¢E hC¥N¡R MI¦[hX¥s¢D MI¦X¥T]q¢D¥E L]C¡e O]@¡[ M¡W¡l¢E 9 ¢GhX D«m M¦@ D£i¢D [I¦@¡d O£E¡@ MI¦@¥V«N hP¥G¢P©@ OI¤@ hX¥N@«l¢E :MI¦D«Lª@-L£@ AI¦X¡P @«L hP¥G¢P©@ `¡@¥L¢N ]@ EI¡L¤@ X£d¦f 9 E se levantou uma grande agitação, e alguns dos escribas que estavam do lado dos p'rushim puseram-se em pé e uniram-se ao coro: Não encontramos nada de errado neste homem; e se o MOVER do [ETERNO] falou para ele nós não vamos discutir para com o ETERNO. S¤Q]IO¤dhD¡I¥Z¦x¢N YOSEF BEN MATITYAHU “Os saduceus, ao contrário, negam absolutamente o destino e creem que, como ELOHIM é incapaz de fazer o mal, Ele não se incomoda com o que os homens fazem. Dizem que está em nós fazer o bem ou o mal, segundo nossa vontade nos leva a um ou a outro, e as almas não são nem castigadas nem recompensadas num outro mundo. Enquanto os fariseus são sociáveis e vivem em amizade uns com os outros, os saduceus são naturalmente rudes e vivem mesmo grosseiramente entre si, como se fossem estrangeiros”. ]A¡A¥L OI¦K¤D @¡X¥F£R I¦m Ezra 7:10 Z«\©R¢L¥E D¡ED¥I Z¢X]x-Z£@ []X¥C¦L :H¡s¥[¦Nh W«G L¤@¡X¥\¦I¥d C¤o¢L¥Lh 10 Porque Ezrah foi firme no seu coração por buscar a Torá do ETERNO para praticar e por ensinar em Yisra’el regulamento e juízo. • CONTATO DIRETO COM O POVO • ENSINAR A PRÁTICA DA TORÁ • ENSINAR O POVO A ORAR • FORMAR DISCÍPULOS • AJUDAR OS NECESSITADOS • ESTUDAR A TORÁ EM PORÇOES • ESTUDAR OS PROFETAS • ESTUDAR – PRATICAR PARA ENSINAR A PARTIR DOS 30 ANOS • CRENÇA NA RESSURREIÇÃO DOS MORTOS • ENSINAVAM NA SINAGOGA • CELEBRAVAM TODAS AS FESTAS DO ETERNO • ENSINAVAM SOBRE ARREPENDIMENTO GENUÍNO (TESHUVÁ) • ACREDITAVAM NO ESTABELECIMENTO REINO DO ETERNO NA TERRA • ACREDITAVAM NA ATUAÇÃO DO ETERNO EM QUALQUER MOMENTO E EM QUALQUER LUGAR. @«A¡l¢E M£G¡L ]x¦@ L«Kª@£L @«A¡L ]L @¡X¡W MI¦[hX¥s¢D C¢G¢@¥E Lucas 7:36 :]d¦Q¥N¦d A£[¤l¢E [hX¡s¢D ZI¤d-L£@ 36 E rogou-lhe um dos p’rushim que comesse pão com ele; e, entrando em casa do parush, assentou-se à mesa. M£G¡L ]x¦@ L«Kª@£L ]L-@¡X¡W C¡G£@ [hX¡Th X¤d¢C¥N hp£C]R Lucas 11:37 :]P¡G¥L§[-L£@ A£[¤l¢E @«A¡l¢E 37 E, estando ele ainda falando, rogou-lhe um parush que fosse comer pão com ele; e, entrando, assentou-se à mesa. C¡G£@ ZI¤d-L£@ @«A¡l¢E Z¡d¢y¢D M]I¥d I¦D¥I¢E Lucas 14:1 :]L hA¥X¡@ M¤D¥E M£G¡L L«Kª@£L MI¦[hX¥s¢D I¤[@¡X¤N 1 Aconteceu, no dia do Shabat, que, entrando ele na casa de um dos principais dos ´p’rushim para comer pão. E eles estavam olhando para ele. @¤V EI¡L¤@ hX¥N@«l¢E MI¦[hX¥s¢D Z]V¥W¦N h@¡d @I¦D¢D D¡R¡y¢d Lucas 13:31 :_£B¥X¡D¥L [¤u¢A¥N Q]C¥X]D I¦m D£i¦N `¤L¥E 31 Naquela hora, chegaram alguns dos fariseus, dizendo-lhe: Sai e retira-te daqui, porque Herodes procura te matar. Z¢C©R¤N M¤D¥E EI¡L¡R MI¦E¥L¦p¢D-L¡K¥E L]C¡e¢D O¤D«m¢D M¡W¡l¢E Atos 5:17 :D¡@¥P¦W h@¥L¡o¦l¢E MI¦Whf¢t¢D 17 E levantou-se o sumo sacerdote e todos os que estavam com ele; e eram da congregação dos saduceus, estavam cheios de inveja, MhP¥x¦l¢E MI¦GI¦L¥y¢d M£DI¤C¥I-Z£@ hG¥L¥[¦l¢E 18 :L¢D¡u¢D X¢N¥[¦N¥d 18 Eles prenderam os emissários e os lançaram numa prisão pública. :M¡ZI¦N©D¢L M¡Z«@ hL¥m¢P¥Z¦I¢E M¡[¥T¢P-C¢R X¡A¡f¢D R¢e¦l¢E M¡R¥N¡[¥K I¦D¥I¢E 5:33 33 Ao ouvir isso, os membros do Sanhedrin ficaram furiosos e queriam matar os emissários. L¤@I¦L¥N¢e ]N¥[h OI¦X¥C£D¥P¢q¢D A£X£u¦N MI¦[hX¥s¢D-O¦N C¡G£@ M¡W¡l¢E 34 @I¦V]D¥L E¢V¥I¢E M¡R¡D-L¡K I¤PI¤R¥d C¡d¥K¦P¥E D¡X]x¢D D¤X]N :X¡R¥F¦N H¢R¥N M£DI¤P¥T¦n¦N MI¦GI¦L¥y¢D-Z£@ 34 E se levantou um dos p’rushim chamado Gam’li'el, mestre da Torá muito respeitado por todo o povo, ordenou que os homens fossem retirados por um momento. M£K¡L hX¥N¡y¦D L¤@¡X¥\¦I I¤[¥P¢@ M£DI¤L©@ X£N@«l¢E 35 :D£n¤@¡D MI¦[¡P©@¡L Z]\©R¢L MI¦X¥N«@ M£x¢@ X£[©@¡d 35 e dirigiu-se a corte: Homens de Yisra'el, cuidado com o que vocês pretendem fazer a essas pessoas. I¦P©@ X«N@¤L @¤z¢P¥Z¦D X£[©@ Q¡C]x M¡W D£n¤@¡D MI¦N¡l¢D I¤P¥T¦L I¦m 5:36 B¡XªD£P-X£[©@ C¢R EI¡L¤@ hH¥u¢L¥Z¦D [I¦@ Z]@¤N R¢d¥X¢@¥Kh X£A¡e¢D @hD :hI¡D @«L¥m hI¡D¥E hV«T¡P EI¡L¡R MI¦E¥L¦p¢D-L¡K¥E 36 Há algum tempo, aconteceu uma rebelião liderada por Todas, alegando ser alguém especial, e certo número de homens, cerca de quatrocentos, se juntaram a ele. Quando ele foi morto, todos os seus seguidores se dispersaram e acabaram em nada. ¢GI¦f¦D X£[©@ C¡W¥T¦o¢D I¤NI¦d I¦LI¦L¥e¢D D¡ChD¥I M¡W EI¡X©G¢@¥E 37 MI¦E¥L¦p¢D-L¡K¥E L¢T¡P @hD-M¢B¥E EI¡X©G¢@ A¡X-M¢R :hX¡F¥T¦P EI¡L¡R 37 Depois disso, Y'hudah Ha G'lili liderou outra rebelião no tempo do registro para o pagamento do imposto aos romanos; e algumas pessoas se insurgiram contra ele. Entretanto, ele foi morto, e todos os seus seguidores foram dispersos. D£n¤@¡D MI¦[¡P©@¡D-O¦N M£K¡L hL¥C¦G M£KI¤L©@ X¤N«@ I¦P©@ D¡x¢R¥E Atos 5:38 Z@«i¢D D¡n§R¥s¢D¥E D¡V¤R¡D D¡@¥V¡I M¡C¡@¤N-M¦@ I¦m M£D¡L hGI¦p¢D¥E :X¡Thx X¤ThD 38 Portanto, no caso presente, meu conselho é que vocês não interfiram; deixem esses homens e soltem-nos. Se essa ideia ou movimento tiver origem humana, fracassará. g¡XI¦T©D¢L hL¥KhZ @«L D¡@¥V¡I MI¦D«Lª@ Z¤@¤N-M¦@¥E 39 :MI¦D«L@¤d MI¦N¡G¥L¦P h@¥V¡o¦x-O£s 39 Mas, se procede de ELOHIM, não serão capazes de impedi-los; vocês se acharão lutando contra ELOHIM! ZI¦P¤y¢D M¡x¥B¢L¥T¦Nh MI¦Whf¢V Z¢G¢@¡D M¡x¥B¢L¥T¦N I¦m R¢C¡I Q]L]Th Atos 23:6 I¦P©@ MI¦G¢@ MI¦[¡P©@ OI¦X¥C£D¥P¢q¢D `]Z¥d X£N@«l¢E ]L]W O¤x¦l¢E MI¦[hX¥s :I¦x¥[¡e§D H¡s¥[¦o¢L I¦P©@ MI¦Z¤o¢D Z¢l¦G¥Z¦L I¦Z¡E¥W¦x-L¢R¥E [hX¡s-O£d [hX¡s 6 E Paulo, sabendo da primeira divisão deles: Tz'dukim (saduceus) e da segunda divisão deles: P'rushim (fariseus) e deu sua voz e disse no meio do Sanhedrin (sinédrio): Homens irmãos, eu sou um Parush (fariseu), filho de Parush (fariseu) e por causa da esperança pela ressurreição dos mortos eu foi trazido para ser julgado. MI¦[hX¥s¢D OI¤d D¡AI¦X¥N D¡V¥X¡s Z@«F¡K ]X¥N¡@¥d 7 :MI¦R¡X¥W¦L D¡R¥X¥W¦P D¡T¤Q©@¡D¥E MI¦Whf¢t¢D OI¤Ah 7 Na sua fala sobre isso, abriu uma discussão entre os P'rushim (fariseus) e os Tz'dukim (saduceus), e o ajuntamento estavam divididos pelos pedaços. (Saduceus e fariseus). MI¦K¡@¥L¢N OI¤@¥E MI¦Z¤o¢D Z¢l¦G¥x OI¤@ hX¥N¡@ MI¦Whf¢t¢D I¦m 23:8 :D£n¤@-L¡m [¤I¡E [¤I hX¥N¡@ MI¦[hX¥s¢D¥E ¢GhX OI¤@-S¢@¥E 8 Porque os Tz'dukim (saduceus) dizem que não há ressurreição dos mortos, nem mensageiros (anjos), nem o “Mover do ETERNO”; mas os P'rushim (fariseus) afirmam existir e existir todos estes. hX¥N@«l¢E hG¥m¢E¥Z¦l¢E hC¥N¡R MI¦[hX¥s¢D MI¦X¥T]q¢D¥E L]C¡e O]@¡[ M¡W¡l¢E 9 EI¡L¤@ X£d¦f ¢GhX D«m M¦@ D£i¢D [I¦@¡d O£E¡@ MI¦@¥V«N hP¥G¢P©@ OI¤@ :MI¦D«Lª@-L£@ AI¦X¡P @«L hP¥G¢P©@ `¡@¥L¢N ]@ 9 E levantou-se uma grande gritaria e os Sof’rim ligados aos P'rushim (fariseus) contendiam, dizendo: Nós não encontramos iniquidade neste homem, se o Mover (ETERNO) falou para ele ou o mensageiro (anjo), nós não brigaremos contra ELOHIM. S¤Q]IO¤dhD¡I¥Z¦x¢N YOSEF BEN MATITYAHU “A maneira de viver dos fariseus não é fácil nem cheia de delícias: É simples. Eles se apegam obstinadamente ao que se convencem que devem abraçar. Honram detal modo os mais velhos que não ousam nem mesmo contradizê-los. Atribuem ao destino tudo o que acontece, sem, todavia, tirar ao homem o poder de decidir. De sorte que, sendo tudo feito por ordem de ELOHIM, depende, no entanto, da nossa vontade entregarmo-nos à virtude ou ao vício.” “Os fariseus tinham também a fama de ser muito piedosos e muito mais instruídos que os outros, em coisas de religião”; "Quanto as duas primeiras seitas de que falamos, os fariseus são tidos como os mais perfeitos conhecedores dos nossos mandamentos e de nossas cerimônias. O principal artigo de sua crença é tudo atribuir a ELOHIM e ao destino; entretanto, na maior parte das coisas, depende de nós fazer o bem ou o mal, embora o destino possa ajudar-nos muito". “Quando fiz treze anos, desejei aprender as diversas opiniões dos fariseus, as dos saduceus e as dos essênios, três seitas que existem entre nós, a fim de, conhecendo-as, pudesse adotar a que melhor me parecesse. Assim, estudei-as todas e experimentei-as com muitas dificuldades e muita austeridade. Mas essa experiência ainda não me satisfez; vim a saber que um certo Bane vivia tão austeramente no deserto que só se vestia da casca das árvores e só se alimentava com o que a mesma terra produz; para se conservar casto, banhava-se várias vezes por dia e de noite, na água fria; resolvi imitá-lo. Depois de ter passado três anos com ele, voltei, aos dezenove anos, a Jerusalém. Iniciei-me, então, nos trabalhos da vida civil e abracei a seita dos fariseus, que se aproxima mais que qualquer outra da dos estoicos, entre os gregos.” EI¦G¡@ I¢X¥f¥P¢@-Z£@¥E @¡TI¤m M¤[¥d ]L @¡X¡W X£[©@ O]R¥N¦[-Z£@ Lucas 6:14 :I¡N¥L¢x-X¢d-Z£@¥E Q]s¦LI¦s-Z£@ O¡P¡G]I-Z£@¥E A«W©R¢I-Z£@ A Shimon que chamava para ele no nome de Keifa, a Andrai seu irmão, a Ya’akov, a Yochanan, a Pilipos, a Bar-Talmai, X£[©@ O]R¥N¦[-Z£@¥E I¢s¥L¢G-O£d A«W©R¢I-Z£@ @¡N]x-Z£@¥E hD¡I¥Z¦x¢N-Z£@ 15 :I¦@¡p¢u¢D ]L @¡X¡W 15 a Matityahu, a Toma, a Ya’akov filho de Chalfai, a Shimon que chamava para ele o Kanai (o zelote). S¤Q]IO¤dhD¡I¥Z¦x¢N YOSEF BEN MATITYAHU “Os zelotes (pois esses ímpios davam-se a si mesmos tal nome) para se salvar dos efeitos da ira do povo, fugiram para o Templo e lá fizeram sua fortaleza, estabelecendo nele a sede de seu governo tirânico. Dentre tantos males que causavam, nada era tão intolerável quanto seu desprezo pelas coisas mais santas. Para experimentar até onde poderiam chegar suas forças e o temor do povo, tentaram servir-se da sorte para escolher o sumo sacerdote, afirmando que assim se fazia antigamente, quando tal dignidade era hereditária; aboliam a Torá para estabelecer sua injusta autoridade. Mas eles ficaram confundidos em sua malícia, pois tendo feito lançar a sorte sobre uma das famílias da tribo, consagrada a Deus, caiu a mesma sobre Fanias, filho de Sh’muel, da aldeia de Hafrasi, que não somente era indigno de tal cargo, mas ainda tão rústico e tão ignorante, que nem sabia o que era o sacerdócio. ” “Os verdadeiros sacerdotes, olhando de longe essa comédia e de que modo se calcava aos pés a honra devida às coisas santas, não puderam reter as lágrimas, nem o povo suportou por mais tempo tão horrível insolência; todos sentiram-se inflamados pelo mesmo ardor, para se libertarem de tal tirania”. Por outro lado, Yeshua, filho de Gamala, e Hanan, filho de Hanan, que eram os mais ilustres em virtude e os mais atacados dentre os sacerdotes, censuravam o povo porque não se decidia a castigar os zelotes, que era, como dissemos, o nome que eles davam a si mesmos, como se tivessem no coração o zelo pela glória de ELOHIM, quando viviam sempre sedentos de sangue e suas mãos, prontas a cometer os maiores crimes. O povo reuniu-se então e a indignação era geral, por ver os mais malvados de todos os homens terem-se tornado senhores do lugar santo e praticar impunemente, à vista de todos, grandes furtos e rapinas, crimes e assassínios. “OS IDUMEUS (EDOM), TENDO SIDO INFORMADOS DA MALDADE DOS ZELOTES E TENDO HORROR DAS SUAS INCRÍVEIS CRUELDADES, RETIRAM-SE PARA O SEU PAÍS; OS ZELOTES DUPLICAM AINDA SUA CRUELDADE”. VÁRIOS JUDEUS ENTREGAM-SE AOS ROMANOS PARA EVITAR A FÚRIA DOS ZELOTES. CONTINUAM AS CRUELDADES E IMPIEDADES DOS ZELOTES. Esses malvados, depois de terem massacrado os sacerdotes, não se contentaram de abolir todos os sinais de piedade, que podiam ainda restar; destruíram também tudo o que tinha alguma aparência de justiça humana e de política e puseram a injustiça sobre o trono. Mostraram que eram verdadeiramente zelotes, não pelo amor das coisas justas e santas, as quais os haviam feito tomar esse nome, que eles se atribuíam tão falsamente e com que entusiasmavam os ignorantes, mas por um zelo verdadeiro e pela ardente paixão que tinham de sobrepujar, em toda espécie de crimes, os maiores criminosos, que jamais existiram sobre a face da terra. • VIVIAM SEPARADOS • A MAIORIA NÃO SE CASAVA • VISTIAM APENAS ROUPAS BRANCAS • ERAM VEGETARIANOS • ERAM EXTREMAMENTE SELETOS • NÃO ACEITAVAM PESSOAS COM POSSES, A NÃO SER QUE ENTREGASSEM PARA A DIVISÃO COM A COMUNIDADE • NÃO ACREDITAVAM NO ARREPENDIMENTO. OS “FILHOS DA LUZ” JÁ NASCIAM ASSIM, NÃO SE PERDIAM JAMAIS. OS DEMAIS ERAM “FILHOS DO MUNDO”. • TOMAVAM BANHO ANTES DAS REFEIÇÕES; • IMERSÃO PARA INICIAÇÃO APÓS UM ANO PELO MENOS. • REALIZAVAM CURAS COM ERVAS MEDICINAIS E APLICAÇÃO DE ARGILA; • A COMIDA ERA SUJEITA A RÍGIDAS REGRAS DE PURIFICAÇÃO; • ERAM EXTREMAMENTE LEAIS UNS AOS OUTROS. • FIÉIS ESCRIBAS ENTRE ELES. S¤Q]IO¤dhD¡I¥Z¦x¢N YOSEF BEN MATITYAHU “Os ESSÊNIOS afirmam que tudo geralmente depende do destino e que nada nos acontece sem que ele não determine”. “CAUSA DO BOM TRATAMENTO QUE HERODES DISPENSAVA AOS ESSÊNIOS” Os ESSÊNIOS, a terceira seita, atribuem e entregam todas as coisas, sem exceção, à providência de ELOHIM. Creem que as almas são imortais, acham que se deve fazer todo o possível para praticar a justiça e se contentam em enviar as suas ofertas ao Templo, sem oferecer lá os sacrifícios, porque o fazem em particular, com cerimônias ainda maiores. Os seus costumes são irreprocháveis, e a sua única ocupação é cultivar a terra. Sua virtude é tão admirável que supera em muito a dos gregos e de outras nações, porque eles fazem disso todo o seu empenho e preocupação e a ela se aplicam continuamente. Possuem todos os bens em comum, sem que os ricos tenham maior parte que os pobres. “O seu número é superior a quatro mil. Não têm mulheres nem criados, porque estão convencidos de que as mulheres não contribuem para o descanso da vida. Quanto aos criados, consideram uma ofensa à natureza, que fez todos os homens iguais, querer sujeitá-los. Assim, eles se servem uns dos outros e escolhem homens de bem da ordem dos sacerdotes, que recebem tudo o que eles recolhem de seu trabalho e têm o cuidado de fornecer alimento a todos. Quando os países dominados por Arquelau foram reduzidos a Província, Augusto deu-lhes o governo a Copônio, cavaleiro romano. Durante sua administração, um galileu, chamado Yehudá, levou os judeus a se revoltarem, censurando-os, porque pagavam tributo aos romanos, quase igualando homens a ELOHIM, pois os reconheciam também como senhores. Yehudá foi o autor de uma nova seita: “Eles são judeus de nascimento; vivem em estreita união e consideram os prazeres como vícios, que se devem evitar, e a continência e a vitória sobre suas paixões como virtudes, que muito se devem estimar. Rejeitam o casamento, não porque julgam dever-se destruir a espécie humana, mas para se evitar a intemperança das mulheres que não guardam fidelidade aos seus maridos. Não deixam, entretanto, de reconhecer as crianças que lhes são dadas para instruírem e educá-las na virtude, com tanto cuidado e caridade como se fossem seus pais, e alimentam e vestem todas da mesma maneira. Desprezam as riquezas: todas as coisas são comuns entre eles, com uma igualdade tão admirável que, quando alguémabraça a seita, despoja-se de toda propriedade, para evitar, por esse meio, a vaidade das riquezas, poupar aos outros a vergonha da pobreza e em tão feliz união viver juntos como irmãos. “Não toleram a unção do corpo com óleo, mas se isso sucede a alguém, ainda que contra a vontade, eles limpam aquele óleo como se fossem manchas e julgam-se limpos e bastante puros, quando suas vestes são sempre brancas. Escolhem para ecônomos, homens de bem, que recebem todas as suas rendas e as distribuem segundo as necessidades de cada qual; não têm cidade certa onde morar; estão espalhados em várias, onde recebem os que desejam entrar em sua sociedade; ainda que jamais os tenham visto, dividem com eles o que têm como se os conhecessem há muito tempo. Quando fazem alguma viagem nada levam consigo, apenas armas para se defenderem dos ladrões. Eles têm em cada cidade alguns dos seus, para receber e alojar os de sua seita, que por ali passam e para lhes dar vestes e outras coisas de que podem ter necessidade. Não mudam de roupa, senão quando as suas já estão rotas ou muito usadas. Nada vendem e nada compram entre si; mas permutam uns com os outros tudo o que têm. São muito religiosos e piedosos para com Deus, só falam de coisas santas; antes que o sol desponte fazem orações, que receberam por tradição, para pedir a Deus que o faça brilhar sobre a terra. Depois vão trabalhar, cada qual em seu ofício, segundo o que lhes é determinado. Às onze horas, reúnem-se e cobertos com um pano de linho, lavam-se em água fria. Retiram-se em seguida para suas celas, cuja entrada só é permitida aos da seita e, tendo-se purificado desse modo, vão ao refeitório, como a um santo Templo, onde, depois de sentados, em grande silêncio, põem, diante de cada qual, um pão e um pouco de alimento num pequeno prato. Um sacerdote abençoa as iguarias e não se pode tocá-las enquanto não termina a oração. Oram depois da refeição para terminar como começaram, com louvores a Deus, a fim de testemunhar que somente de sua liberalidade eles recebem tudo o que têm para sua alimentação. Deixam então suas vestes que consideram sagradas e voltam ao trabalho. Fazem a ceia à noitinha do mesmo modo e recebem seus hóspedes, se os houver. Jamais se ouve barulho em suas casas; nunca se vê a menor perturbação; cada qual fala por sua vez e sua posição e seu silêncio causam respeito aos estrangeiros. Tão grande moderação é efeito de sua contínua sobriedade; não comem nem bebem mais do que é necessário para a sustentação da vida. Não lhes é permitido fazer coisa alguma, a não ser com a anuência de seus superiores, exceto ajudar os pobres sem que qualquer outra razão os leve a isso — a compaixão pelos infelizes; quanto aos parentes, nada lhes dão se não lhes for concedida a permissão. Têm imenso cuidado de reprimir a cólera; amam a paz e cumprem tão inviolavelmente o que prometem, que se pode prestar fé às suas simples palavras, como a juramentos. Eles os consideram mesmo como perjúrios, porque não podem crer que um homem não seja um mentiroso quando tem necessidade, para que nele se creia, de tomar a Deus por testemunha. Estudam com cuidado os escritos dos antigos, principalmente no que se refere às coisas úteis à alma e ao corpo, e adquirem grande conhecimento dos remédios próprios para curar as doenças e a virtude das plantas, das pedras e dos metais. Eles não recebem imediatamente em sua comunidade os que querem abraçar a sua maneira de viver, mas fazem-nos esperar um ano onde eles têm cada qual uma ração, um cântaro de água, uma veste, de que falamos, e um hábito branco. Lhes concedem em seguida um alimento mais parecido ao deles e permitem-lhes lavar-se na água fria, a fim de se purificar, mas não os deixam comer no refeitório até que tenham, durante dois anos, experimentado os seus costumes, como antes experimentaram a sua continência. Então são recebidos, porque só assim, são tidos como dignos, mas, antes de se sentar à mesa com os outros, juram solenemente honrar e servir a Deus de todo o coração, observar a justiça para com os homens, jamais fazer voluntariamente mal a ninguém, mesmo quando isso lhes fosse ordenado, ter aversão pelos maus, ajudar sempre aos homens de bem, de todos os modos possíveis, manter fidelidade a todos e particularmente aos soberanos, porque eles recebem o seu poder de Deus. A isso acrescentam que, se forem constituídos num cargo, não abusarão do poder para maltratar os inferiores; que nada terão mais que os outros, nem em suas vestes, nem no que se refere às suas pessoas, que terão um amor inviolável pela verdade, e repreenderão severamente os mentirosos; que conservarão as mãos e as almas puras de todo roubo e de todo desejo de lucro injusto; que nada ocultarão aos seus confrades dos mistérios mais secretos de sua religião e nada revelarão aos outros, mesmo quando fossem ameaçados de morte, para obrigá-los a isso; que só ensinarão a doutrina que lhes foi ensinada e que guardarão cuidadosamente os livros bem como os nomes daqueles de quem a receberam. Tais as promessas que são obrigados a fazer todos os que querem abraçar a sua maneira de viver, e ao fazê-lo, tem de ser solenemente, a fim de fortalecer a virtude contra os vícios. Se contra elas cometeram faltas graves, são afastados de sua companhia e a maior parte dos que são assim rejeitados morre miseravelmente, porque, não lhes sendo permitido comer com os estrangeiros, são obrigados a comer erva como os animais e chegam a morrer de fome; por isso, às vezes, a compaixão que se tem de sua extrema miséria, faz com que sejam perdoados. Os desta seita são muito justos e exatos em seus juízos; seu número é de quase cem; os que eles pronunciam e o que uma vez determinaram, tornam-se imutáveis. Veneram de tal modo, depois de Deus, o seu legislador, que castigam com a pena de morte os que dele falam com desprezo e consideram mui grande dever obedecer aos antepassados e ao que vários deles lhes ordenam. São tão atenciosos uns para com os outros que, de dez, nenhum ousa falar se os outros nove não consentirem; consideram grande grosseria estar no meio deles ou à sua direita. Observam mais religiosamente o sábado do que qualquer outro judeu e não somente preparam o alimento na véspera, para não serem obrigados a fazê-lo no dia de descanso, como não ousam nem mesmo mudar um objeto de lugar, nem satisfazer, se não forem obrigados a isso, às necessidades da natureza. Nos outros dias, eles o fazem; num lugar afastado e com aquela ferramenta de que falamos cavam um buraco na terra de um pé de profundidade onde, depois de se terem descarregado, cobrindo-se com suas vestes, como se tivessem receio de serem manchados pelos raios do sol que Deus faz brilhar sobre eles, enchem o buraco com a terra que dali tiraram. Porque, ainda que seja uma coisa natural, não deixam de a considerar como impureza, que devem evitar e depois lavam-se para se purificar. Os que fazem profissão dessa maneira de viver, estão divididos em quatro classes; os mais jovens têm tal respeito pelos mais velhos, que quando os tocam são obrigados a se purificar como se tivessem tocado num estrangeiro. Vivem tanto tempo, que alguns chegam a cem anos, o que eu atribuo à simplicidade da vida e ao fato de eles serem muito metódicos em tudo. Desprezam os males da terra, vencem os tormentos com a constância e preferem a morte à vida, quando o motivo é honroso. A guerra que travamos contra os romanos fez ver de mil modos que sua coragem é invencível. Eles sofreram o ferro e o fogo, tiveram quebrados todos os ossos, mas não disseram uma palavra contra seu legislador, nem comeram os alimentos que lhes eram proibidos, nem no meio de tantos tormentos derramaram uma única lágrima, nem disseram uma palavra para abrandar a crueldade dos carrascos. Ao contrário, zombavam deles, sorriam e morriam alegremente, porque esperavam passar desta vida para a melhore acreditavam firmementeque, embora nosso corpo seja mortal e corruptível, nossas almas são imortais e incorruptíveis — de uma substância etérea, muito sutil, encerrada no corpo, como numa prisão, onde uma inclinação natural as atrai e retém — e que apenas se veem livres destes laços carnais, que as prendem em dura escravidão, quando elevam-se ao ar e voam com alegria. Nisto estão de acordo com os gregos, que julgam que as almas felizes têm sua morada além do Oceano, numa região onde não há chuva, nem neve, nem calor excessivo; mas um doce zéfiro a faz sempre agradável; e que ao contrário, as almas dos maus têm por morada lugares gelados, agitados por contínuas tempestades, onde eles gemem eternamente em sofrimentos infinitos. Esses mesmos essênios julgam que as almas são criadas imortais, para se darem à virtude e se afastarem do vício; que os bons se tornam melhores nesta vida pela esperança de serem felizes depois da morte, e os maus, que imaginam poder esconder neste mundo suas más ações, são castigados com tormentos eternos. Tais os seus sentimentos com relação à excelência da alma, dos quais não se afastam uma vez persuadidos. Há entre eles alguns que se vangloriam de conhecer as coisas futuras, quer pelos estudos nos livros santos e nas antigas profecias, quer pelo cuidado que têm de se santificar. “Há uma outra espécie de essênios que estão de acordo com os primeiros, no uso de certos alimentos, dos mesmos costumes e nas mesmas leis, mas divergem no que se refere ao casamento. Estes acreditam que é querer abolir a raça humana renunciar ao mesmo, pois que, se todos fossem dessa opinião, ver-se-ia em breve a família humana completamente extinta. Mas nisso procedem também com tanta moderação, que, antes de se casarem, observam durante três anos se a pessoa com quem se querem casar tem saúde suficiente para poder criar os filhos; quando depois de casadas se tornam grávidas, não dormem mais com a esposa durante a gestação, para mostrar que não foi a voluptuosidade, mas o desejo de dar homens ao mundo e à república, que os induziu a se casarem; quando as mulheres se lavam, cobrem- se com um pano, como os homens. Assim, pelo que acabo de relatar, conhecemos os costumes e usos dos essênios.” Lucas 16:8 X]@¡D I¤P¥d L¢R¤N M¤D MI¦LI¦m¥\¢N D£i¢D M¡L]R¡D I¤P¥A I¦m :M¡Z«X«C¥d ... Pois os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filho da luz nas suas gerações. :_£X¥N¥[¦I¥E D¡ED¥I _¥K£X¡A¥I Bamidbar (Nm) 6.24 Y’VARECHECHA ADONAI VEISHMERECHÁ 24 “Que o Eterno te abençoe e te guarde” :¡^£p§GI¦E _I£L¤@ EI¡P¡s D¡ED¥I X¤@¡I 25 YAÊR ADONAI PANAV ÊLECHA VICHUNÊKA 25 “Resplandeça ADONAI o Seu Rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti” :M]L¡[ _¥L M¤\¡I¥E _I£L¤@ EI¡P¡s D¡ED¥I @¡z¦I 26 ISA ADONAI PANAV ÊLECHA V’YASÊM LECHÁ SHALOM 26 “Levante ADONAI O Seu Rosto sobre ti e te conceda SHALOM [Paz, Saúde, Prosperidade, bem-estar, Segurança, Alegria e Felicidade que vem de ADONAI]” GI¦[¡N¢D ¢Rh[¤I M¤[¥A B’Shêm YESHUA HaMashiach Em Nome de YESHUA HaMashiach Yôsef Ben Matityahu (Flavius Josefos) = Antiguidades / História dos Hebreus / Guerras dos Judeus / Contra Apião David Flusser = O Judaísmo e as Origens do Cristianismo – Volume I e II / “Jesus” Geza Vermes = Quem é quem na época de “Jesus”