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CURSO: Análise e desenvolvimento de sistemas 
POLO DE APOIO PRESENCIAL: Higienópolis 
SEMESTRE: 3° Semestre 
COMPONENTE CURRICULAR / TEMA: Comunicação de Dados 
NOME COMPLETO DO ALUNO: Thiago de Almeida Oliveira 
TIA: 22522573 
NOME DO PROFESSOR: 
Atividade de pesquisa. 
 
Algoritmos de roteamento são a parte do software da camada de rede responsável pela 
decisão sobre o caminho que os pacotes devem percorrer pela rede. Nesta atividade, você 
deverá fazer uma pesquisa e comparar os algoritmos de roteamento, estado de enlace e vetor 
de distância, apresentando princípios de operação, bem como vantagens e desvantagens. 
Algoritmos de Roteamento: Estado de Enlace vs. Vetor de Distância 
Introdução 
Os algoritmos de roteamento são componentes essenciais da camada de rede, responsáveis 
por determinar o caminho que os pacotes de dados devem seguir para alcançar seus destinos 
em uma rede complexa. Dentre os algoritmos mais utilizados, destacam-se o estado de enlace 
e o vetor de distância, cada um com suas características, vantagens e desvantagens. 
Estado de Enlace (OSPF, IS-IS) 
Princípios de Operação: 
1. Inundação de Pacotes LSA (Link State Advertisement): Cada roteador envia 
periodicamente pacotes LSA para seus vizinhos, contendo informações sobre o estado 
de seus links adjacentes, como custo, status e topologia da rede. 
2. Cálculo do Caminho Mínimo: Com base nos pacotes LSA recebidos, cada roteador 
constrói uma base de dados completa da topologia da rede. Através do algoritmo de 
Dijkstra, o roteador determina o caminho mínimo de custo para cada destino. 
3. Atualização da Tabela de Roteamento: A tabela de roteamento é atualizada com as 
rotas de menor custo para cada destino, garantindo um roteamento livre de loops. 
Vantagens: 
• Convergência Rápida: Mudanças na topologia da rede são propagadas rapidamente e 
a tabela de roteamento converge rapidamente para o estado ideal. 
• Roteamento Livre de Loops: O algoritmo de Dijkstra garante que não existam loops 
de roteamento na rede. 
 
 
 
 
• Escalabilidade: Suporta redes de grande porte com topologias complexas. 
• Eficiência: Utiliza informações precisas sobre o estado dos links, otimizando o 
roteamento de dados. 
Desvantagens: 
• Sobrecarga de Tráfego: A inundação de pacotes LSA pode gerar um alto volume de 
tráfego na rede, especialmente em redes com muitos roteadores. 
• Maior Complexidade: A implementação do algoritmo de Dijkstra e a manutenção da 
base de dados da topologia da rede exigem maior complexidade computacional. 
Vetor de Distância (RIP, IGRP) 
Princípios de Operação: 
4. Troca de Tabelas de Roteamento: Cada roteador envia periodicamente sua tabela de 
roteamento para seus vizinhos. Essa tabela contém a distância (número de saltos) para 
cada destino, calculada com base no roteador adjacente. 
5. Atualização da Tabela de Roteamento: Ao receber as tabelas de roteamento dos 
vizinhos, cada roteador atualiza sua própria tabela, selecionando a rota com menor 
distância para cada destino. 
6. Roteamento com base em Saltos: O roteamento é realizado com base no número de 
saltos (roteadores intermediários) até o destino final, sem considerar o custo 
individual dos links. 
Vantagens: 
• Simplicidade: Implementação mais simples e menos complexa computacionalmente 
em comparação com o estado de enlace. 
• Menor Sobrecarga de Tráfego: A troca de tabelas de roteamento gera menor 
volume de tráfego na rede. 
• Compatibilidade: Compatível com diversos protocolos de roteamento, facilitando a 
interconexão de redes. 
Desvantagens: 
• Convergência Lenta: Mudanças na topologia da rede podem levar mais tempo para 
serem propagadas e a tabela de roteamento pode convergir lentamente para o estado 
ideal. 
• Roteamento com Loops: O algoritmo de vetor de distância não garante a ausência de 
loops de roteamento, exigindo mecanismos adicionais para evitar loops. 
• Menos Eficiente: A utilização apenas do número de saltos como métrica de 
roteamento pode levar à seleção de rotas subótimas, especialmente em redes com 
links de custos heterogêneos. 
• Escalabilidade Limitada: O desempenho pode se deteriorar em redes de grande 
porte com topologias complexas 
 
 
 
 
 
 
Comparação Resumida: 
Característica Estado de Enlace 
Vetor de 
Distância 
Princípio de 
Operação 
Inundação de 
pacotes LSA, 
Dijkstra 
Troca de 
tabelas de 
roteamento 
Convergência Rápida Lenta 
Roteamento sem 
Loops Garantido 
Requer 
mecanismos 
adicionais 
Eficiência Maior Menor 
Escalabilidade Melhor Limitada 
Sobrecarga de 
Tráfego Maior Menor 
Complexidade Maior Menor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
	Algoritmos de Roteamento: Estado de Enlace vs. Vetor de Distância
	Introdução
	Estado de Enlace (OSPF, IS-IS)
	Princípios de Operação:
	Vantagens:
	Desvantagens:
	Vetor de Distância (RIP, IGRP)
	Princípios de Operação:
	Vantagens:
	Desvantagens:

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