Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Sofonias
Análise
Sofonias, um autêntico profeta do Senhor, enfrentou uma 
nação corrupta e ímpia, Judá. Embora identificado com o povo 
escolhido, tal nação não poderia subsistir, pois o Senhor é um 
Deus justo que não respeita pessoas. Bem para o nordeste fi­
cava a poderosa Assíria, que haveria de ser usada pelo Senhor 
como Seu instrumento para produzir a destruição de Judá. Essa 
destruição seria um dia em que a justiça do Senhor seria vin­
dicada. Seria realmente um Dia do Senhor.
Sofonias corretamente procurou inspirar temor em seus 
ouvintes no tocante àquele dia, e apela a que se arrependam. 
Ele salientou que através de tal julgamento a misericórdia será 
estendida àqueles a quem Deus realmente quisesse livrar. O 
remanescente puro, uma vez libertado, cantará os louvores do 
justo Senhor que habita em seu meio.
Autor
Essa pequena profecia afirma ser uma revelação dada a 
Sofonias, que profetizou depois da destruição de Israel, 
durante os dias de Josias. Provavelmente suas mensagens fo­
ram proferidas antes da reforma de Josias, pois pintam um 
povo desesperadamente pervertido e que não busca ao Senhor.
Esboço
PROFECIA SOBRE OS |UÍZOS DE DEUS,
1.1— 2.3
Genealogia e Identidade do Profeta,
1.1
Anúncio de julgamento Certo, 1 .2-6 
Anúncio sobre o Dia do Senhor, 1.7 -9 
O Dia do Senhor, um Dia de “Ais",
1.10-13
O julgamento não Será Adiado,
1.14-18
Exortação ao Arrependimento,
2 .1-3
OIULGAMENTO DE DEUS CONTRA AS NAÇÕES,
2.4— 3.8
Anúncio da Destruição da Filístia, 2 .4 -7 
Moabe e Amom Serão Destruídas,
2.8-11
lulgamento Universal, 2 .12-15 
A Corrupta Cidade de jerusalém,
BÊNÇÃOS PROMETIDAS, 3 .9-20 
Salvação e Livramento, 3.9-13 
Salvação Exige Louvor, 3 .14-20
Ameaças contra Judá e Jerusalém
1 Palavra do Senhor que veio a Sofonias, 
filho de Cusi, filho de Gedalias, filho de 
Amarias, filho de Ezequias, nos dias de Jo­
sias0, filho de Amom, rei de Judá.
2 De fato, consumirei todas as coisas so­
bre a face da terra, diz o Senhor.
3 Consumirei os homens e os animais, 
consumirei as aves do céu, e os peixes do 
mar, e as ofensas com os perversos; e exter­
minarei os homens de sobre a face da terra, 
diz o Senhor. b
i . i
°2Rs 22.1-23.30; 
2Cr 34.1-35.27
1.3 f>Ez 7.19; 
Mt 13.41
1.4c2Rs 23.4-5
1.5 °Js 23.7; 
IRs 11.33; 
2Rs 17.33,41; 
jr 19.13
1.6 «Is 1.4; 
Os 7.7
4 Estenderei a mão contra Judá e contra 
todos os habitantes de Jerusalém; extermina­
rei deste lugar o resto de Baal, o nome dos 
ministrantes dos ídolos e seus sacerdotes;0
5 os que sobre os eirados adoram o exér­
cito do céu e os que adoram ao Senhor e 
juram por ele e também por Milcom;d
6 os que deixam de seguir ao Senhor e os 
que não buscam o Senhor, nem perguntam 
por ele.e
O diada ira do Senhor
7 Cala-te diante do Senhor Deus, porque
1.1 Sofonias. Seu nome significa "Jeová escondeu". Sua ge­
nealogia é dada até quatro gerações passadas. Uma das ra­
zões disto é mostrar que ele era um descendente da realeza. 
Era um trineto do piedoso rei de Judá, Ezequias. Ele era con­
temporâneo de Jeremias e Miquéias.
1 .2-6 O julgamento é anunciado.
1.2.3 Será um julgamento completo: "Todas as coisas".
1.3 Ofensas. "Pedra de tropeço". Todos os objetos que servi­
ram de causas de tropeço moral e religioso (cf Ez14.3; 
Mt 13.41).
1.4 Baal. Era o ídolo do deus dos fenícios e cananitas. A pala­
vra significa "senhor" ou "possuidor". Práticas sensuais eram 
ligadas à adoração deste deus. Quemarim, no heb, é o nome 
dado a sacerdotes idólatras que os reis de Judá estabeleceram 
para incensar sobre os altos nas cidades de Judá e ao redor de 
Jerusalém (ver 2 Rs 23.5).
1.5 Milcom. Também chamado Moloque, o deus dos amoni- 
tas (1 Rs 11.5,7,33; 2 Rs 23.13).
1.5,6 Temos uma lista de, pelo menos, seis coisas que o Se­
nhor destruirá: 1) os ídolos de Baal; 2) Seus sacerdotes; 
3) Os que adoram o exército do céu, abertamente sobre os 
eirados; 4) Os adoradores secretos; 5) Aqueles que, embora 
não adorando imagens, se têm apostatado em seus corações; 
6) Os indiferentes a Deus.
1.7-13 O julgamento definido. É chamado "o Dia do Se­
nhor" e repetido muitas vezes (cf 1.7,8,9,10,14,15,18; 2.2,3; 
3.8). A frase é usada por Sofonias mais do que por qualquer 
outro profeta. "É sempre um contraste com o dia do homem. 
O dia do homem e o dia da paciência de Jeová. O Dia do 
Senhor e o dia do julgamento do homem" (Morgan).
1.7 Os convidados de Deus são aqui as nações estrangeiras a 
quem ele escolheu para ministrar a punição. Elas são convida-
SOFONIAS 1.8 1300
o Dia do Senhor está perto, pois o Senhor 
preparou o sacrifício e santificou os seus con­
vidados/
8 No dia do sacrifício do Senhor, hei de 
castigar os oficiais, e os filhos do rei, e todos 
os que trajam vestiduras estrangeiras.9
9 Castigarei também, naquele dia, todos 
aqueles que sobem o pedestal dos ídolos e 
enchem de violência e engano a casa dos seus 
senhores.
10 Naquele dia, diz o Senhor, far-se-á 
ouvir um grito desde a Porta do Peixe, e um 
uivo desde a Cidade Baixa, e grande lamento 
desde os outeiros.h
11 Uivai vós, moradores de Mactés, por­
que todo o povo de Canaã está arruinado, 
todos os que pesam prata são destruídos.'
12 Naquele tempo, esquadrinharei a Jeru­
salém com lanternas e castigarei os homens 
que estão apegados à boTra do vinho e dizem 
no seu coração: O Senhor não faz bem, nem 
faz mal./
13 Por isso, serão saqueados os seus bens 
e assoladas as suas casas; e edificarão casas, 
mas não habitarão nelas, plantarão vinhas, po­
rém não lhes beberão o vinho.*
14 Está perto o grande Dia do Senhor; 
está perto e muito se apressa. Atenção! O Dia 
do Senhor é amargo, e nele clama até o 
homem poderoso/
1.7 Íls 13.6; 
Ez 39.17; 
Zc2.13
1.8 9|r 39.6
1.10
6 2 0 33.14
1.11 'Stg 5.1
1.12/5194.7; 
Am 6.1
1.13 *Dt 28.30; 
Am 5.11
1.14/JÍ 2.1
1.15 "> Is 22.5;
Jl 2.2,11; Sf 5.18
15 Aquele dia é dia de indignação, dia de 
angústia e dia de alvoroço e desolação, dia de 
escuridade e negrume, dia de nuvens e densas 
trevas,"1
16 dia de trombeta e de rebate contra as 
cidades fortes e contra as torres altas."
17 Trarei angústia sobre os homens, e eles 
andarão como cegos, porque pecaram contra 
o Senhor; e o sangue deles se derramará 
como pó, e a sua carne será atirada como 
esterco."
18 Nem a sua prata nem o seu ouro os 
poderão livrar no dia da indignação do 
Senhor, mas, pelo fogo do seu zelo, a terra 
será consumida, porque, certamente, fará des­
truição total e repentina de todos os morado­
res da terra, p
1.16 "Jr 4.19
1.17 °Dt 28.29; 
Is 59.10
1.18pPv 11.4; 
Sf 3.2-3,8
2.1 9|l 2.16
2.2 '2Rs 23.26; 
S11.4; Os 13.3
2.3 iSI 76.9; 
Am 5.6,15
Ameaças contra os filisteus
2 Concentra-te e examina-te, ó nação que 
não tens pudor, 9
2 antes que saia o decreto, pois o dia se vai 
como a palha; antes que venha sobre ti o furor 
da ira do Senhor, sim, antes que venha sobre 
ti o dia da ira do Senhor/
3 Buscai o Senhor, vós todos os mansos 
da terra, que cumpris o seu juízo; buscai a 
justiça, buscai a mansidão; porventura, logra­
reis esconder-vos no dia da ira do Senhor.5 
4 Porque Gaza será desamparada, e As-
das, como foram, a banquetear-se com a carne do apóstata 
povo de Deus (Ellicott).
1.8 Vestiduras estrangeiras. Condenadas por serem sinal de 
apostasia. As vestes de Israel deviam ter franjas azuis, para 
lembrar-lhe de "todos os mandamentos do Senhor" 
(Nm 15.38,39).
1.9 Talvez uma prática supersticiosa (cf 1 Sm 5.5). Aqui se 
refere aos ladrões que entraram para saquear.
1.10 Porta do Peixe. Uma das portas de Jerusalém.
1.11 Mactés. Entre os morros do leste e oeste, no vale Tiro- 
poeom (cf NDB, p 806).
1.12 Deus irá explorar todo o canto escuro e julgar todo o 
pecado. "Os homens que estão à borra do vinho", esta figura 
foi tomada do vinho que se tornou azedo por ter permane­
cido muito tempo na borra. As pessoas aqui referidas são 
aquelas afundadas na estagnação moral e indiferença espiri­
tual. São homens como o rico louco de Lc 12.16-20.
1.13 O fim destes homens é declarado.
1.14-18 O julgamento do Senhoré vividamente descrito 
nestes versos. Entre todas as referências da Bíblia ao "Dia do 
Senhor", em nenhuma é descrita com mais detalhes do que 
aqui. É um dia amargo.. . de indignação.. ■ angústia.. . alvo­
roço. . . desolação.. . escuridade.. . negrume.. . nuvens.. . den­
sas trevas.. . trombeta e . . . rebate. Aqui temos um dos
protótipos veterotestamentários das visões apocalípticas, que 
são claramente definidas em Zacarias, em Daniel e em Apoca­
lipse.
1.18 Nada os livrará da ira de Deus, que atuará sem impedi­
mento naquele dia; prata e ouro não terão nenhum valor. 
Poderemos, no entanto, nos livrar daquele dia, se recebermos 
Cristo como nosso Salvador (cf 1 Pe 1.18,19).
2 .1-3 A chamada ao arrependimento. Em vista da vinda do 
Dia do Senhor, o apelo é feito às nações para se humilharem 
e se arrependerem dos seus pecados.
2.2 O apelo para se humilharem diante de Deus é um apelo 
urgente. Enquanto ainda há tempo! Quando o julgamento 
vier, a oportunidade dada ao homem voará como a palha. 
Esta época de graça e apelo é vista claramente em 
2 Co 6 .1-2 . "Agora" é o tempo de Deus para a Salvação.
• N. Hom. 2.3 Os abrigados da ira no Dia do Senhor: 1) Os 
que buscam ao Senhor no dia de Sua graça (Is 55.6; 2 Co 
6.1,2; Tg 4.8); 2) Os que fazem a Sua vontade (Jo 14.21; 
1 Co 6.9-11; Ap 6.15-17); 3) Os justificados pela graça 
de Cristo (Rm 5.1,2; 8.30-39); 4) Os que compartilham da 
mansidão de Cristo (Mt 5.5).
2 .4 -7 O julgamento dos filisteus. Estas quatro cidades referi­
das no v 4 são as principais cidades da Filístia.
1301 SOFONIAS 3.7
quelom ficará deserta; Asdode, ao meio-dia, 
será expulsa, e Ecrom, desarraigada.1
5 Ai dos que habitam no litoral, do povo 
dos quereítas! A palavra do Senhor será con­
tra vós outros, ó Canaã, terra dos filisteus, e 
eu vos farei destruir, até que não haja um 
morador sequer.“
6 O litoral será de pastagens, com refú­
gios para os pastores e currais para os re­
banhos.1'
7 O litoral pertencerá aos restantes da 
casa de Judá; nele, apascentarão os seus reba­
nhos e, à tarde, se deitarão nas casas de As- 
quelom; porque o Senhor, seu Deus, atentará 
para eles e lhes mudará a sorte.11'
2.4 í|r 6.4;
Am 1.6-8
2.5 vjs 13.3
2.6 rts 17.2
2.7 »-(4-7)
Is 14.29-31;
|r 47.1-7;
Ez 25.15-17; 
jl 3.4-8;
Am 1.6-8;
Zc 9.5-7
2.8 *]r 49.1-6; 
Ez 21.28-32; 
25.1-7;
Am 1.13-15
2.9 zCn 19.24
13 Ele estenderá também a mão contra o 
Norte e destruirá a Assíria; e fará de Nínive 
uma desolação e terra seca como o deserto.c
14 No meio desta cidade, repousarão os 
rebanhos e todos os animais em bandos; alo­
jar-se-ão nos seus capitéis tanto o pelicano 
como o ouriço; a voz das aves retinirá nas 
janelas, o monturo estará nos limiares, porque 
já lhe arrancaram o madeiramento de cedro.d
15 Esta é a cidade alegre e confiante, que 
dizia consigo mesma: Eu sou a única, e não 
há outra além de mim. Como se tomou em 
desolação, em pousada de animais! Qualquer 
que passar por ela assobiará com desprezo e 
agitará a mão.e
Ameaças contra Moabe e Amom
8 Ouvi o escárnio de Moabe e as injurio­
sas palavras dos filhos de Amom", com que 
escarneceram do meu povo e se gabaram con­
tra o seu território.
9 Portanto, tão certo como eu vivo, diz 
o S e n h o r dos Exércitos, o Deus de Israel, 
Moabe será como Sodomaz, e os filhos de 
Amom, como Gomorra, CEunpo de urtigas, 
poços de sal e assolação perpétua; o restante 
do meu povo os saqueará, e os sobreviventes 
da minha nação os possuirão.
10 Isso lhes sobrevirá por causa da sua 
soberba, porque escarneceram e se gabaram 
contra o povo do S e n h o r dos Exércitos."
11 O Senhor será terrível contra eles, 
porque aniquilará todos os deuses da terra; 
todas as ilhas das nações, cada uma do seu 
lugar, o adorarão.0
2.10 z|s 16.6
2.11 o(8-11)
Is 15.1-16.14; 
25.10-12;
)r 48.1-47;
Ez 25.8-11;
Am 2.1-3
2.12 61s 18.1-7
2.13 c|s 10.12; 
Na 1.1
2.14
“ Is 13.21-22;
Sf 2.6
2.15 o(13-15)
Is 10.5-34;
Na 1.1-3.19
3.2 qr 5.3
3.3 sEz 22.27; 
Hc 1.8
Ameaças contra a Etiópia e a A ssina
12 Também vós, ó etíopes*, sereis mortos 
pela espada do Senhor.
3.4 6|r 23.11; 
Lm 2.14; Os 9.7
3.5 'Dt 32.4; 
Mq 3.11
Ameaças contra Jerusalém
3 Ai da cidade opressora, da rebelde e 
manchada!
2 Não atende a ninguém, não aceita disci­
plina, não confia no Senhor, nem se apro­
xima do seu Deus.f
3 Os seus príncipes são leões rugidores no 
meio dela, os seus juízes são lobos do cair da 
noite, que não deixam os ossos para serem 
roídos no dia seguinte. 9
4 Os seus profetas são levianos, homens 
pérfidos; os seus sacerdotes profanam o san­
tuário e violam,a lei.*
5 O Senhor é justo, no meio dela; ele 
não comete iniqüidade; manhã após manhã, 
traz ele o seu juízo à luz; não falha; mas o 
iníquo não conhece a vergonha.'
6 Exterminei as nações, as suas torres es­
tão assoladas; fiz desertas as suas praças, a 
ponto de não haver quem passe por elas; as 
suas cidades foram destruídas, de maneira 
que não há ninguém, ninguém que as habite. 
7 Eu dizia: certamente, me temerás e acei-
2.5 Quereítas.. . e filisteus. Faziam parte da grande leva de 
imigrantes à costa sul da Palestina, cerca do ano 1200 a.C.
2.8-11 O julgamento de Moabe e Amom. Moabe será levada 
à ruína como Sodoma, e Amom se tornará como Gomorra. O 
Senhor tratará severamente os inimigos do Seu povo.
2.12 O julgamento do Egito. O Egito é aqui chamado Etió­
pia; que também passará pela espada, em cumprimento à 
promessa de Deus a seu povo (cf NCB, p 904).
2 .13-15 O julgamento da Assíria. Esta profecia foi cumprida 
logo no ano 612 a.C., quando Nínive foi tomada e destruída 
pela Babilônia. Isto será lembrado; esta catástrofe é o tema da 
profecia de Naum. Seus efeitos são aqui descritos na mesma 
linguagem de Naum 3.
3 .1 -4 O profeta anuncia a corrupção e dureza espiritual que
caracterizam todas as classes de Jerusalém. Seus líderes, juí­
zes, profetas e sacerdotes eram todos corruptos e endure­
cidos.
3.2 Jerusalém não confia no Senhor, mas em si mesma 
(cf 1.12), e não se aproxima de seu Deus, mas sim de Baal e 
de Milcom (cf 1.4-6).
3 .5 -8 A paciência de Jeová.
3.5 Apesar da fraqueza de Jerusalém, o Senhor diariamente 
manifesta a Sua justiça, mas sem nenhum resultado.
3.6 Nações. Aquelas que foram destruídas por Israel ao entrar 
na Terra Prometida; também aquelas que foram assoladas pe­
los assírios.
3.7 Mesmo pensando sobre a evidente ira de Deus sobre
SOFONIAS 3.8 1302
tarás a disciplina, e, assim, a sua morada não 3'7,Cn 612 
seria destruída, segundo o que havia determi-
2 f l K l 'y j i a .
nado; mas eles se levantaram de madrugada e |l32 
corromperam todos os seus atos./
A salvação da fü h a de Jerusalém
8 Esperai-me, pois, a mim, diz o Senhor, 
no dia em que eu me levantar para o despojo; 
porque a minha resolução é ajuntar as nações 
e congregar os reinos, para sobre eles fazer 
cair a minha maldição e todo o furor da minha 
ira; pois toda esta terra será devorada pelo 
fogo do meu zelo.k
9 Então, darei lábios puros aos povos, 
para que todos invoquem o nome do Senhor 
e o sirvam de comum acordo.'
10 Dalém dos rios da Etiópia, os meus 
adoradores, que constituem a filha da minha 
dispersão, me trarão sacrifícios.m
11 Naquele dia, não te envergonharás de 
nenhuma das tuas obras, com que te rebelaste 
contra mim; então, tirarei do meio de ti os que 
exultam na sua soberba, e tu nunca mais te 
ensoberbecerás no meu santo monte."
12 Mas deixarei, no meio de ti, um povo 
modesto e humilde, que confia em o nome do 
Senhor.0
13 Os restantes de Israel não cometerão 
iniquidade, nem proferirão mentira, e na sua 
boca não se achará língua enganosaP, porque
3.9 'Is 19.18
3.10 "SI 68.31; 
Ml 1.11
3.11 "Jr 7.4; 
Mt 3.9
3.12 °ls 14.32; 
Mt5.3;
1 Co 1.27-28
3.13 pAp 14.5
3.14 Pis 12.6
3.15 rfz 48.35; 
Jo 1.49
3.16 sis 35.3-4
3.17 (Dt 30.9; 
|r 32.41
3.18 "Lm 2.6
3.19 "Ez 34.16
3.20 ‘"Is 11.12; 
Am 9.14
serão apascentados, deitar-se-ão, e não ha­
verá quem os espante.
14 Canta, ó filha de Sião; rejubila, ó Is­
rael; regozija-tee, de todo o coração, exulta, 
ó filha de Jerusalém. 9
15 O Senhor afastou as sentenças que 
eram contra ti e lançou fora o teu inimigo. 
O Rei de Israel, o Senhor, está no meio de ti; 
tu já não verás mal algum /
16 Naquele dia, se dirá a Jerusalém: Não 
temas, ó Sião, não se afrouxem os teus 
braços/
17 O Senhor, teu Deus, está no meio de 
ti, poderoso para salvar-te; ele se deleitará em 
ti com alegria; renovar-te-á no seu amor, re­
gozijar-se-á em ti com júb ilo /
18 Os que estão entristecidos por se acha­
rem afastados das festas solenes, eu os con­
gregarei, estes que são de ti e sobre os quais 
pesam opróbrios.0
19 Eis que, naquele tempo, procederei 
contra todos os que te afligem; salvarei os que 
coxeiam, e recolherei os que foram expulsos, 
e farei deles um louvor e um nome em toda a 
terra em que sofrerem ignomínia.1'
20 Naquele tempo, eu vos farei voltar e 
vos recolherei; certamente, farei de vós um 
nome e um louvor entre todos os povos da 
terra, quando eu vos mudar a sorte diante dos 
vossos olhos, diz o Senhor. w
as nações que Lhe desobedeceram, não se arrependeram 
(cf Mt 23.37).
3.8 A paciência de Deus acabará e dará lugar à Sua ira. Deus 
sempre tem a última palavra.
3 .9-2 0 A última bênção, w 9 -1 3. A discordância de línguas 
que ocorreu em Babel um Dia dará lugar à unidade de línguas 
quando o pecado for derrotado, e Cristo, o supremo rei, rei­
nar na terra. Depois deste grande e terrível Dia do Senhor, a 
justiça reinará outra vez e os homens confiarão em jeová.
3 .14-20 A bem-aventurança de Jerusalém quando através 
do castigo for trazida à glória. As razões para a alegria de 
Israel estão enumeradas nestes versos; também, aqui, numa 
linda figura, Deus está regozijando-se com o seu povo. Que
revelação do coração de Deus! "Ele tem um braço de pai, mas 
um coração de mãe". Note-se os "Eu irei", daqui, em con­
traste com os "Eu irei", 1 .2-18. Sofonias dá-nos uma "acusa­
ção do pecado que é tão severa e a nova do amor que é tão 
suave". O amor não desculpa o pecado mas julga-o como 
Sofonias faz sentir.
• N. Hom. 3 .14-17 O justo motivo para o júbilo dos 
Filhos de Deus: 1) A condenação afastada pela cruz de 
Cristo (Rm 8.1; Cl 2 .1 4 -1 5 ); 2) Seu inimigo derrotado 
(Jo 12.31; 16.33; 1 Jo 5.18); 3) Seu Rei eterno habita no meio 
deles (Jo 14.23); 4) Seu Senhor deleita-se neles e mostra-lhes 
continuamente Seu infinito amor renovado (Rm 8.38,39; 
1 Jo 4.10). Conclusão: Por que não demonstrar ao mundo 
temeroso e triste ojúbilo verdadeiro do crente?

Mais conteúdos dessa disciplina