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Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
CATÁLOGO
DE ELETIVAS
Seduc-GO
2024 
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Governador do Estado de Goiás
Ronaldo Ramos Caiado
Vice-Governador do Estado de Goiás
Daniel Vilela
Secretária de Estado da Educação
Aparecida de Fátima Gavioli Soares Pereira
Secretária-Adjunta
Helena Da Costa Bezerra
Diretora Pedagógica
Alessandra Oliveira de Almeida
Márcia Rocha de Souza Antunes
Superintendente de Educação
Infantil e Ensino Fundamental
Giselle Pereira Campos Faria
Superintendente de Ensino Médio
Osvany Da Costa Gundim Cardoso
Superintendente de Segurança Escolar e 
Colégio Militar
Cel Mauro Ferreira Vilela
Superintendente de Desporto
Educacional, Arte e Educação
Marco Antônio Santos Maia
Superintendente de Modalidades
e Temáticas Especiais 
Rupert Nickerson Sobrinho 
Diretor Administrativo e Financeiro
Andros Roberto Barbosa
Superintendente de Gestão Administrativa
Leonardo de Lima Santos
Superintendente de Gestão
e Desenvolvimento de Pessoas
Hudson Amarau De Oliveira
Superintendente de Infraestrutura
Gustavo de Morais Veiga Jardim
Superintendente de Planejamento e Finanças
Taís Gomes Manvailer
Superintendente de Tecnologia
Bruno Marques Correia
Diretora de Política Educacional
Patrícia Morais Coutinho
Superintendente de Gestão Estratégica e 
Avaliação de Resultados
Márcia Maria de Carvalho Pereira
Superintendente do Programa Bolsa Educação
Márcio Roberto Ribeiro Capitelli
Superintendente de Apoio
ao Desenvolvimento Curricular
Nayra Claudinne Guedes Menezes Colo
Produção Gráfica
Projeto Gráfico
Eduardo Souza da Costa
Diagramação
Adriani Grün | Eduardo Souza da Costa
LÍDERES E EQUIPE TÉCNICA
3
SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO ...............................................................................................................7
2. PONTO DE PARTIDA PARA OS PROJETOS DE ELETIVAS ................................................8
3. CRONOGRAMA DE VALIDAÇÃO DOS PROJETOS 2024/1 ...............................................8
4. ORGANIZAÇÃO DAS TEMÁTICAS PARA A OFERTA DAS ELETIVAS ...............................9
5. ESTRUTURA DE UM PROJETO DE ELETIVA ...................................................................12
6. EMENTAS PARA A ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE ELETIVAS .................................13
6.1. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO ........................................................................................13
6.2. CIÊNCIA NO COTIDIANO ...........................................................................................17
6.3. PRODUÇÃO CÊNICA – ENSINO FUNDAMENTAL .......................................................20
6.4. PRODUÇÃO LITERÁRIA – ENSINO FUNDAMENTAL..................................................22
6.5. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE .......................................................24
6.6. EDUCAÇÃO FINANCEIRA – ENSINO FUNDAMENTAL ...............................................28
6.7. DIREITOS HUMANOS – ENSINO FUNDAMENTAL ....................................................30
6.8. BULLYING E CYBER BULLYING ..................................................................................35
6.9. JOGOS E BRINCADEIRAS ............................................................................................37
6.10. EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO – ENSINO FUNDAMENTAL ...................................38
6.11. PROJETO DE VIDA – ENSINO FUNDAMENTAL .........................................................43
6.12. PENSAMENTO COMPUTACIONAL ............................................................................45
6.13. PRODUÇÃO CÊNICA – ENSINO MÉDIO ...................................................................48
6.14. PRODUÇÃO LITERÁRIA – ENSINO MÉDIO ..............................................................49
6.15. PRÁTICAS EXPERIMENTAIS EM: BIOLOGIA, FÍSICA OU QUÍMICA ........................51
6.16. APRENDENDO A VIVER NA CIDADE (CEPI) ..............................................................53
6.17. BIOTECNOLOGIA .......................................................................................................55
6.18. ESPANHOL PARA O ENEM ........................................................................................57
6.19. REDAÇÃO PARA O ENEM ..........................................................................................60
6.20. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO AMBIENTE ...........................................................63
6.21. EDUCAÇÃO FINANCEIRA – ENSINO MÉDIO ............................................................68
6.22. EMPREENDEDORISMO ............................................................................................70
6.23. DIREITOS HUMANOS – ENSINO MÉDIO ..................................................................71
6.24. A FOTOGRAFIA E SUAS POSSIBILIDADES NA ESCOLA ...........................................76
6.25. SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA .................................................................................78
6.26. PLURALIDADES AFRO-BRASILEIRAS E INDÍGENAS ...............................................79
6.27. DESENVOLVIMENTO DE JOGOS COLETIVOS ...........................................................83
6.28. PROJETO DE VIDA – ENSINO MÉDIO .......................................................................84
6.29. EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL  .............................................................86
6.30. JOGOS DE TABULEIRO  .............................................................................................88
6.31. TECNOLOGIA NO COTIDIANO  ................................................................................89
6.32. O TRABALHADOR E O MUNDO DO TRABALHO ....................................................91
6.33. EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO – ENSINO MÉDIO .................................................92
6.34. CULTURA E DANÇA QUILOMBOLA .........................................................................97
6.35. HORTA ORGÂNICA E MEDICINAL - QUILOMBOLA  ..............................................100
6.36. ECOTURISMO  .........................................................................................................101
6.37. PERCUSSÃO  ............................................................................................................103
6.38. HISTÓRIA AFRO E INDÍGENA  ................................................................................105
6.39. ARTESANATO AFRO-BRASILEIRO  .........................................................................107
6.40. CULTURA E DANÇA QUILOMBOLA  .......................................................................109
6.41. EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO - QUILOMBOLA .......................................... 111
6.42. NARRATIVAS E MITOS INDÍGENAS   ...................................................................... 113
6.43. ARTESANATO INDÍGENA BRASILEIRO  ................................................................. 115
6.44. CULTURA E DANÇA INDÍGENA   ............................................................................ 117
6.45. HORTA ORGÂNICA E MEDICINAL INDÍGENA  .......................................................120
6.46. INFORMÁTICA INDÍGENA  .....................................................................................122
6.47. AGROECOLOGIA  .....................................................................................................125
6.48. HORTA ORGÂNICA E MEDICINAL  .........................................................................127
6.49. MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO  ...................................................................129
6.50. GESTÃO DE PROPRIEDADE RURAL  .......................................................................131
6.51. FRUTICULTURA  ......................................................................................................132
6.52. POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE ITINERÂNCIA  .....................................................134
54
1. APRESENTAÇÃO
As Eletivas são componentes que integram a parte diversificadados Documen-
tos Curriculares da Rede Pública Estadual de Educação de Goiás. Elas são ofertadas 
semestralmente e de livre escolha pelos estudantes.
O objetivo desse componente curricular é propiciar a ampliação e o desenvol-
vimento de competências e habilidades cognitivas e socioemocionais, bem como o 
estímulo à criatividade e criticidade. Nesse sentido, as Eletivas se mostram como uma 
oportunidade de abordagem prática do currículo, trazendo os(as) estudantes ao cen-
tro, um elemento essencial ao exercício e desenvolvimento do protagonismo. Isso 
significa oportunizar aos(as) estudantes o exercício de suas escolhas, adotando uma 
metodologia educativa que busca estimular a participação dos jovens em sala de aula.
Os professores(as) elaboram seu projeto de Eletiva com foco na interdisciplinari-
dade, de maneira que envolva as diferentes áreas do conhecimento e os vários compo-
nentes curriculares da matriz, contribuindo com o fortalecimento dos conteúdos desen-
volvidos na Formação Geral Básica. Cabe ressaltar que esses projetos passam por um 
criterioso processo de elaboração e validação, além de oportunizar aos(as) estudantes a 
escolha das temáticas em que desejam participar. O propósito é assegurar maior nível 
de reflexão, escolha, participação, engajamento e preparação dos(as) estudantes para 
que possam planejar e alcançar seus objetivos presentes e futuros. Ainda possibilita 
o desenvolvimento e o fortalecimento de competências que os tornem cada vez mais 
autônomos e responsáveis em relação a sua vida escolar, pessoal, social e profissional e 
permite que os(as) estudantes participem da construção do seu próprio currículo.
Diante disso, a Seduc passa a orientar acerca das temáticas para a elaboração 
dos projetos de Eletivas a partir dos temas contemporâneos transversais presentes 
na Base Nacional Comum Curricular - BNCC e seguem desta forma:
BNCC, 2019, pág. 8. TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS NA BNCC - Contexto Histórico e Pressupostos Pedagógico.
7
Os temas contemporâneos transversais, norteados pela BNCC, são estra-
tégicos para a contextualização da aprendizagem pelos estudantes, desde que 
os temas inseridos sejam de interesse e de relevância para o desenvolvimento 
do cidadão, BRASIL (2022). Nesse sentido, espera-se que os temas elencados 
neste catálogo permitam aos(as) estudantes compreenderem melhor a realida-
de que os cerca sobre questões sociais, financeiras, ambientais, tecnológicas, 
culturais e demais assuntos atribuídos a contemporaneidade. 
Sendo assim, as Eletivas ocupam um lugar central no que tange à diver-
sificação das experiências escolares, oferecendo um espaço privilegiado para 
a interação, a experimentação, a interdisciplinaridade, o aprofundamento dos 
estudos e a construção de novos conhecimentos.
2. PONTO DE PARTIDA PARA OS PROJETOS DE ELETIVAS
Antes de elaborar os projetos para as Eletivas, alguns aspectos precisam 
ser discutidos:
	considerar a realidade vivenciada no processo ensino aprendizagem;
	planejar com foco nas competências e nas habilidades da Base Nacional Co-
mum Curricular, que caminha na direção de uma formação humana na pers-
pectiva de sua integralidade criando condições para os estudantes desper-
tarem um conjunto de habilidades essenciais para o seu desenvolvimento;
	garantir a interdisciplinaridade nos projetos, tendo em vista o desenvol-
vimento, integração e consolidação das áreas do conhecimento, assim, 
é essencial que professores(as) das distintas áreas que se relacionam ao 
tema estejam envolvidos na elaboração dos projetos;
	alinhar uso de ferramentas e aplicativos capazes de garantir uma comu-
nicação clara e objetiva entre os atores envolvidos, assegurando maior 
possibilidade de alcance aos estudantes.
3. CRONOGRAMA DE VALIDAÇÃO DOS PROJETOS 2024/1
Período / Responsável Ação
16/01 a 19/01/2024
Coordenação Pedagógica.
CEPI: Coordenações 
Pedagógica, de Área e da 
Integração Curricular
- Reunião formativa articulada pela Coordenação Pedagógica, com 
a participação de todos os profissionais de educação, acerca do 
componente curricular Eletivas;
- Propor temáticas, de acordo com o catálogo, para os projetos de 
Eletivas de modo a atender as necessidades de aprendizagem dos 
estudantes. 
- Orientar, apoiar e garantir a elaboração dos projetos por parte dos 
professores.
Considerar a formação de pares ou trios de professores para 
elaboração dos projetos.
Período de 22/01 a 26/01
Coordenação Pedagógica
CEPI: Coordenadores de área e 
da Integração Curricular
- Entrega, pelos professores, dos projetos ao Coordenador 
Pedagógico, este encaminha às Coordenações de área (CEPI) para 
contribuições e intervenções necessárias, observando a proposta 
pedagógica para as Eletivas. Em seguida, devolve os projetos aos 
professores para os possíveis ajustes a serem feitos. 
- Os professores fazem as adequações necessárias e devolvem à 
Coordenação Pedagógica para a validação dos projetos.
- Os professores modulados com Eletivas apresentam a proposta 
das eletivas para os estudantes, no horário de aula destinado para 
Eletiva;
29/01 a 02/02
Coordenação Pedagógica
CEPI: Coordenadores de área e 
da Integração Curricular
- Entrega dos projetos para validação final pelo Coordenador 
Pedagógico e Tutor Educacional.
- Divulgação e Organização da realização do “Feirão das Eletivas”.
- Realização do “Feirão das Eletivas”, momento em que os professores 
apresentam aos estudantes seus projetos (títulos e ementas) na 
unidade escolar, bem como a divulgação dos mesmos nos ambientes 
virtuais de uso da escola, com o objetivo de atrair de maneira lúdica, 
criativa e interessante a atenção dos estudantes para que possam 
interagir com as diferentes temáticas apresentadas e fazerem suas 
escolhas.
O “Feirão das Eletivas” poderá acontecer no dia e horário das 
aulas de eletivas.
Atentar-se para garantir o número de estudantes inscritos em 
cada projeto de maneira igualitária.
05/02 a 09/02 Início das aulas de Eletivas nos reagrupamentos.
24 a 27/06
CEPI: 25/06 Culminância dos Projetos.
Obs.: O cronograma 2024/2 será enviado nas Orientações Pedagógicas do ano letivo de 2024.
4. ORGANIZAÇÃO DAS TEMÁTICAS PARA A OFERTA DAS ELETIVAS
Escolas Padrão Centro de Ensino em Período Integral 
(CEPI)
EF EM EF EM
Tecnologia e Inovação Pensamento 
Computacional Tecnologia e Inovação Pensamento 
Computacional 
Ciência no Cotidiano 
Práticas Experimentais 
Em: Biologia, Física ou 
Química
Ciência no Cotidiano Educação para o 
Trânsito
Produção Cênica Educação para o Trânsito Produção Cênica Aprendendo a viver na 
Cidade 
Produção Literária Biotecnologia Produção Literária Biotecnologia 
Educação Ambiental e 
Sustentabilidade Espanhol Para o Enem Educação Ambiental e 
Sustentabilidade Espanhol Para o Enem
Educação Financeira Redação Para o Enem Educação Financeira Redação Para o Enem
98
Projeto de Vida Educação Ambiental e 
Meio Ambiente Direitos Humanos Educação Ambiental e 
Meio Ambiente
Bullying e Cyber 
Bullying Educação Financeira Educação para o Trânsito Educação Financeira
Jogos e Brincadeiras Empreendedorismo Jogos e Brincadeiras Empreendedorismo
Educação para o 
Trânsito Direitos Humanos Direitos Humanos
A Fotografia e suas 
Possibilidades na Escola
A Fotografia e suas 
Possibilidades na 
Escola
Produção Cênica Produção Cênica
Saúde e Qualidade de 
Vida
Saúde e Qualidade de 
Vida
Pluralidades Afro-
Brasileiras e Indígenas
Pluralidades Afro-
Brasileiras e Indígenas
Desenvolvimento de 
Jogos Coletivos
Desenvolvimento de 
Jogos Coletivos
Produção Literária Produção Literária
Projeto de Vida
Indígena Quilombola
EF EM EF EM
Narrativas e Mitos Narrativas e Mitos Cultura e Dança 
Quilombola
Cultura e Dança 
Quilombola
Cultura e Dança 
Indígena Cultura e Dança Indígena Horta Orgânica e 
Medicinal
Empreendedorismo e 
Inovação
Horta Orgânica e 
Medicinal
Horta Orgânica e 
Medicinal Percussão Ecoturismo 
Informática Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira E Indígena História Afro e Indígena Horta Orgânicae 
Medicinal
Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e 
Indígena
Artesanato Indígena 
Brasileiro
Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e Indígena Percussão
Artesanato Indígena 
Brasileiro
Educação Ambiental e 
Meio Ambiente
Educação Ambiental e 
Sustentabilidade
História Afro e 
Indígena
Educação Ambiental e 
Sustentabilidade
Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e 
Indígena
Educação Ambiental 
e Meio Ambiente
Itinerância Campo
EF EM EF EM
População em 
Situação de 
Itinerância
População em Situação 
de Itinerância Agroecologia Agroecologia
Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e 
Indígena
Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e Indígena
Horta Orgânica e 
Medicinal
Manejo e Conservação 
do Solo
Artesanato Indígena 
Brasileiro
Artesanato Indígena 
Brasileiro
Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e Indígena
Gestão de Propriedade 
Rural
Cultura e Dança 
Indígena Cultura e Dança Indígena Fruticultura Melhoramento 
Genético de Plantas
Educação Ambiental e 
Sustentabilidade
Educação Ambiental e 
Meio Ambiente
Educação Ambiental e 
Sustentabilidade
Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e 
Indígena
Fruticultura
Educação Ambiental 
e Meio Ambiente
Socioeducação EJA
EF EM 2ª Etapa 3ª Etapa
Educação Alimentar e 
Nutricional
Educação Ambiental e 
Meio Ambiente Jogos de Tabuleiro
Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e 
Indígena
Educação Ambiental e 
Sustentabilidade
Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e Indígena
Educação Alimentar e 
Nutricional Tecnologia no Cotidiano
Educação Financeira Direitos Humanos Educação Ambiental e 
Sustentabilidade
Educação Ambiental e 
Meio Ambiente
Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e 
Indígena
Educação para Trânsito Educação Financeira Empreendedorismo 
Produção Literária Empreendedorismo Pluralidades Culturais 
Afro-Brasileira e Indígena Educação Financeira
Produção Cênica Educação Financeira Educação para o 
Trânsito
O Trabalhador e o 
Mundo do Trabalho 
Educação para o 
Trânsito
Trabalhador e o Mundo 
Do Trabalho Cidadania e Civismo Cidadania e Civismo
Direitos Humanos Saúde e Qualidade de 
Vida Tecnologia no Cotidiano Direitos Humanos
Tecnologia (EJA) Tecnologia e Inovação Desenvolvimento de 
Jogos Coletivos
Redação para o ENEM Saúde e Qualidade de 
Vida
Projeto de Vida
1110
5. ESTRUTURA DE UM PROJETO DE ELETIVA
É importante que haja uma padronização tanto no que se refere à estru-
tura e às normas técnicas básicas para elaboração de projetos pedagógicos, 
essa organização denota autenticidade, eficiência e permite maior alcance para 
acompanhamento das coordenações. Dessa forma, na estrutura dos projetos 
de Eletivas devem ser contemplados os seguintes itens:
	Título: Definir o nome do Projeto de Eletiva - a escolha do nome deve 
despertar nos estudantes a curiosidade e o interesse pelo tema a ser de-
senvolvido. 
	Professor Articulador: Informar o nome do(a) professor(a) que será mo-
dulado(a) com a eletiva em questão.
	Professor Colaborador (CEPI): Informar o nome do(a) professor(a) cola-
borador tanto da elaboração do projeto quanto no apoio durante o de-
senvolvimento do projeto.
	Justificativa: Estabelecer e registrar de forma clara e objetiva, o motivo 
pelo qual esse tema foi escolhido, qual a função do projeto, público, ou 
seja, sua relevância.
	Objetivo Geral: Descrever de forma clara a intenção do projeto. A reda-
ção deste item deve conter elementos de todos os objetivos específicos 
de modo a entendê-lo como ponto de alcance final, pelo desenvolvimento 
dos objetivos específicos.
	Objetivos Específicos: Descrever de forma detalhada, os resultados que 
se pretende alcançar e estabelecer estreita relação com as particularida-
des do tema.
	Áreas do Conhecimento: Listar as áreas de conhecimento envolvidas no 
projeto.
	Competências e Habilidades: Selecionar e registrar as competências e 
habilidades a serem desenvolvidas pelos(as) estudantes com a execução 
do projeto. Lembrando que, as áreas definidas no projeto devem estar 
alinhadas com competências e habilidades que serão descritas.
	Percurso Metodológico: Definir o caminho que será seguido em toda 
a execução do projeto desde o planejamento até sua implementação e 
execução.
	Recursos Didáticos: Listar as ferramentas pedagógicas e/ou tecnológicas 
e os materiais que serão necessários para o desenvolvimento do projeto.
	Proposta para a Culminância: Propor uma apresentação do produto da 
Eletiva, considerando a temática do projeto. 
	Cronograma: Apresentar as etapas do projeto com ações e prazos para 
a sua execução (disposição gráfica do tempo), servindo para auxiliar no 
gerenciamento e controle do tempo e permitindo de forma rápida a visua-
lização de seu andamento.
	Avaliação: Descrever como será a forma de avaliar o processo, ou seja, 
o desempenho do(a) estudante, o envolvimento, a responsabilidade e o 
compromisso com a atividade etc. e se relaciona com qualidade da parti-
cipação do estudante nos processos de planejamento, execução e avalia-
ção das atividades, envolvimento pessoal e disposição em contribuir com 
o grupo.
	Referências: Apresentar o conjunto de referências que identificam todas 
as obras utilizadas e citadas na elaboração e no desenvolvimento do pro-
jeto como um todo, no corpo do texto, nas fontes de ilustrações, tabelas 
e aquelas pontuadas em notas de rodapé.
6. EMENTAS PARA A ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE ELETIVAS
6.1. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 
Tema: Tecnologia da Informação
Unidade temática: Tecnologia e Inovação
Etapa: Ensino Fundamental anos finais
Área do conhecimento: Ciências Humanas, Linguagens, Matemática, Ciências 
da Natureza 
Apresentação
O(A) estudante da contemporaneidade interage a todo momento com as 
tecnologias digitais da informação e comunicação, TDIC. Seja para buscar infor-
mações, conhecimento, entretenimento ou lazer, é fato conhecido e amplamen-
te difundido que os(as) estudantes utilizam as TDIC constantemente e que isso 
representa grande parte da sua realidade e cotidiano. Prensky (2001) os nomeia 
de Nativos Digitais, indivíduos nascidos na era da informação e que, por intera-
girem desde o seu nascimento com o mundo digital, possuem processos cog-
nitivos e aprendem de maneira diferente quando comparados as gerações que 
os precedem. Entretanto, não é seguro afirmar que a interação com diversas 
ferramentas digitais os capacita com o domínio de todos os recursos disponí-
veis atualmente. De fato, para além do conceito de Nativo Digital, atualmente 
discute-se na literatura a ideia de letramento digital. O letramento digital não é 
limitado pela simples perícia no manuseio das TDIC, tendo o seu foco principal-
1312
mente no desenvolvimento da análise crítica, formação ética e uso adequado 
dos recursos digitais. Sendo assim, torna-se papel da escola auxiliar os nativos 
digitais no processo de letramento digital, contribuindo para a formação de 
cidadãos para uma sociedade democrática, com condições de usar as TDIC de 
maneira crítica e consciente (PAGAMUNCI, 2020). 
Uma ideia complementar e muito usualmente associada à novas tecno-
logias é a de inovação. Xavier (p. 46, 2013) define inovação como sendo “um 
pensar criativo do sujeito que se materializa em um fazer eficaz” e está direta-
mente ligado a necessidade de resolver um problema, a priori, insolúvel com os 
recursos disponíveis. Desta maneira, tecnologia e inovação estão intimamente 
conectadas e, quando praticadas de maneira adequada no contexto escolar, 
tem o potencial de desenvolver as competências e habilidades necessárias para 
a formação de um(a) jovem crítico e inovador, que transforma a sua realidade 
com o apoio de recursos tecnológicos. 
Para auxiliar os(as) professores a operacionalizar esse processo, que é com-
plexo, a Sociedade Brasileira de Computação, SBC, em suas Diretrizes para o en-
sino de Computação na Educação Básica, divide área da Computação em três 
grandes eixos: Pensamento Computacional, Mundo Digital e Cultura Digital. Ao 
se analisar os conceitosdo eixo Mundo Digital e Cultura Digital para o Ensino 
Fundamental, conforme as figuras 1 e 2, ficam evidentes as possibilidades de 
objetos do conhecimento a serem trabalhados na proposta de eletiva em Tec-
nologia e Inovação, com as seguintes sugestões de tópicos a serem abordados:
 
1. Programação e Codificação:
	Introdução à lógica de programação.
	Aprendizado de linguagens de programação simples.
	Desenvolvimento de jogos e aplicativos básicos.
2. Robótica:
	Construção e programação de robôs simples.
	Noções básicas de engenharia robótica.
3. Inteligência Artificial (IA):
	Conceitos fundamentais de IA.
	Aplicações práticas de IA na vida cotidiana.
4. Internet das Coisas (IoT):
	Compreensão de dispositivos conectados.
	Desenvolvimento de projetos simples de IoT.
5. Cibersegurança:
	Conscientização sobre segurança online.
	Práticas básicas de proteção contra ameaças cibernéticas.
6. Design Thinking:
	Resolução de problemas através do design thinking.
	Desenvolvimento de projetos inovadores.
7. Realidade Virtual e Aumentada:
	Conceitos básicos de VR/AR.
	Desenvolvimento de experiências simples.
8. Desenvolvimento Sustentável:
	Uso de tecnologia para abordar questões ambientais.
	Projetos que promovam a sustentabilidade.
9. Habilidades Digitais:
	Alfabetização digital.
	Ética digital e cidadania online.
Figura 1: Conceitos do eixo Mundo Digital no Ensino Fundamental
Fonte: Adaptado de SBC (p. 8, 2019)
1514
Figura 2: Conceitos do eixo Cultura Digital no Ensino Fundamental
Fonte: Adaptado de SBC (p. 9, 2019)
Objetivo Geral
Desenvolver competências e habilidades relacionadas ao uso consciente 
e adequado de recursos digitais, permitindo aos estudantes a proposição de 
soluções inovadoras em situações-problema que podem ou não integrar o seu 
cotidiano.
Referências
PAGAMUNCI, Mirian Eduarda. Tecnologia, inovação e educação: uma análise reflexiva. 
Gestão Escolar, Curitiba, 2020. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/por-
tals/pde/arquivos/316-4.pdf Acesso em: 8 dez. 2023.
PRENSKY, M.: Digital Natives Digital Immigrants. In: PRENSKY, Marc. On the Horizon. NCB 
University Press, Vol. 9 No. 5, October (2001). Disponível em: https://www.marcprensky.com/
writing/Prensky%20-%20Digital%20Natives,%20Digital%20Immigrants%20-%20Part1.pdf 
Acesso em: 8 dez. 2023.
XAVIER, Antonio Carlos. Educação, tecnologia e inovação: o desafio da aprendizagem hiper-
textualizada na escola contemporânea. Revista (Con) Textos Linguísticos, v. 7, n. 8.1, p. 42-
61, 2013. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/contextoslinguisticos/article/view/6004 
Acesso em: 8 dez. 2023.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE COMPUTAÇÃO (SBC). Diretrizes para ensino de Computação 
na Educação Básica. Sociedade Brasileira de Computação, 2019. Disponível em: https://
www.sbc.org.br/documentos-da-sbc?task=download.send&id=1220&catid=203&m=0 Aces-
so em: 8 dez. 2023.
Referências para o(a) professor(a)
BARROS, D. M. V.; NEVES, C.; MOREIRA, J. A.; SEABRA, F.; HENRIQUES, S. Educação e tecno-
logias: reflexão, inovação e práticas. 2011. Disponível em: https://repositorioaberto.uab.pt/
handle/10400.2/2771 Acesso em: 8 dez. 2023.
VALENTE, J. A. Pensamento computacional, letramento computacional ou competência di-
gital? Novos desafios da educação. Revista educação e cultura contemporânea, v. 16, n. 
43, p. 147-168, 2019. Disponível em: http://periodicos.estacio.br/index.php/reeduc/article/
viewArticle/5852 Acesso em: 8 dez. 2023.
BORBA, M. C.; JUNIOR, V. R. B. O ChatGPT e educação matemática. Educação Matemática 
Pesquisa, v. 25, n. 3, p. 142-156, 2023. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/emp/article/
view/63304 Acesso em: 8 dez. 2023.
SCRATCH, linguagem de programação em blocos desenvolvida pelo MIT. Disponível em: ht-
tps://scratch.mit.edu/. Acesso em: 8 dez. 2023.
OPEN ROBERTA LAB. Disponível em: https://lab.open-roberta.org/ Acesso em: 8 dez. 2023.
6.2. CIÊNCIA NO COTIDIANO 
Tema: Práticas Experimentais
Unidade Temática: Explorando Ciência no Cotidiano e a Matemática através 
de Práticas Experimentais
Etapa: Ensino Fundamental anos finais
Área do conhecimento: Ciências da Natureza e Matemática
1716
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/316-4.pdf
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/316-4.pdf
https://www.marcprensky.com/writing/Prensky%20-%20Digital%20Natives,%20Digital%20Immigrants%20-%20Part1.pdf
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https://periodicos.ufes.br/contextoslinguisticos/article/view/6004
https://www.sbc.org.br/documentos-da-sbc?task=download.send&id=1220&catid=203&m=0
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https://repositorioaberto.uab.pt/handle/10400.2/2771
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http://periodicos.estacio.br/index.php/reeduc/article/viewArticle/5852
http://periodicos.estacio.br/index.php/reeduc/article/viewArticle/5852
https://revistas.pucsp.br/emp/article/view/63304
https://revistas.pucsp.br/emp/article/view/63304
https://scratch.mit.edu/
https://scratch.mit.edu/
https://lab.open-roberta.org/
Apresentação
A educação desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da 
sociedade, e as escolas públicas do estado de Goiás têm a responsabilidade 
de proporcionar uma base sólida de conhecimento aos estudantes. Quando se 
trata da disciplina de Ciências da Natureza, a inclusão de aulas práticas e expe-
rimentais desempenha um papel de extrema importância. Estas atividades não 
apenas enriquecem o aprendizado, mas também tornam a compreensão de 
conceitos complexos mais acessível, fomentam o interesse nas ciências e pre-
param os estudantes para enfrentar desafios do mundo real. Neste contexto, 
a Eletiva – Ciência no Cotidiano visa alinhar teoria e prática como ferramenta 
pedagógica na construção do conhecimento científico, possibilitando a aproxi-
mação de professores e estudantes das unidades escolares do estado de Goiás 
por meio de uma educação contextualizada e voltada para a formação de um 
cidadão protagonista na sociedade.   
Conforme definido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, 
Lei nº 9.394/1996), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) deve nortear os 
currículos dos sistemas e redes de ensino das Unidades Federativas, como tam-
bém as propostas pedagógicas de todas as escolas públicas e privadas de Edu-
cação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, em todo o Brasil. Como a 
sociedade contemporânea está fortemente organizada com base no desenvol-
vimento científico e tecnológico, a experimentação deve fazer parte da práti-
ca no ambiente escolar. E esse mesmo desenvolvimento resulta em novos ou 
melhores produtos e serviços, mas também pode promover desequilíbrios na 
natureza e na sociedade. 
Ao longo da Educação Básica, os Componentes Curriculares - Ciências da 
Natureza e a Matemática têm um compromisso com o desenvolvimento do 
letramento científico e matemático que envolve a capacidade de compreender 
e interpretar o mundo (natural, social e tecnológico), mas também de transfor-
má-lo com base nos aportes teóricos e processuais das ciências.   
Nessa perspectiva, a BNCC traz a área de Ciências da Natureza e de Ma-
temática, por meio de um olhar articulado de diversos campos do saber o 
compromisso de garantir aos estudantes do Ensino Fundamental o acesso à 
diversidade de conhecimentos produzidos ao longo da história, bem como a 
aproximação gradativa aos principais processos, práticas e procedimentos da 
investigação científica. O que corrobora a experimentação como prática corri-
queira e precursora do conhecimento científico. 
Na prática do ensino fundamental, as eletivas de ciências e matemática 
desempenham um papel significativo no desenvolvimento cognitivo e na for-
mação de habilidades dos estudantes. Ao oferecer aulas e atividades eletivas 
nesses campos, as escolas proporcionam uma abordagem mais dinâmica e en-
volvente para explorar conceitoscomplexos. Isso permite que os alunos viven-
ciem a aplicação prática dessas disciplinas, estimulando o pensamento crítico 
e a resolução de problemas desde cedo. As eletivas também podem inspirar o 
interesse dos estudantes por carreiras relacionadas a ciências e matemática, 
promovendo uma base sólida para seu futuro acadêmico e profissional.
Objetivos Gerais
Desenvolver nos estudantes do ensino fundamental uma compreensão 
sólida e prática da importância da ciência no cotidiano, estimulando o pensa-
mento crítico, a curiosidade e a capacidade de aplicar conceitos científicos para 
resolver problemas do dia a dia.
Desenvolver habilidades matemáticas práticas no ensino fundamental, 
proporcionando aos estudantes uma compreensão sólida dos conceitos ma-
temáticos e sua aplicação em situações do cotidiano, promovendo o raciocínio 
lógico e a resolução de problemas de forma eficiente.
Referências e Inspirações
KHAN ACADEMY. Ciências por ano. Disponível em: https://pt.khanacademy.
org/science/ciencias-por-ano Acesso em: 19 dez. 2023.
Laboratório Educacional de Ciências da Natureza. Disponível em: https://drive.
google.com/file/d/1s9noQ21WV_p1InOiPXwqlPG2zPxWgKH8/view?usp=sharing 
Acesso em: 19 dez. 2023.
Disponível em: Manuais - Laboratório Ciências - OneDrive (sharepoint.com) 
Acesso em: 19 dez. 2023.
Biblioteca Digital. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/
texto/ue000052.pdf. Acesso em: 19 dez. 2023.
QUEZADA, Sidnei. Práticas experimentais investigativas em ensino de ciências: 
caderno de experimentos de física, química e biologia – espaços de educação 
não formal – reflexões sobre o ensino de ciências. 2012. Disponível em: https://
educimat.ifes.edu.br/images/stories/Publica%C3%A7%C3%B5es/Livros/Ifes_Li-
vro-Praticas-Experimentais-_2012.pdf Acesso em: 19 dez. 2023.
1918
https://pt.khanacademy.org/science/ciencias-por-ano
https://pt.khanacademy.org/science/ciencias-por-ano
https://drive.google.com/file/d/1s9noQ21WV_p1InOiPXwqlPG2zPxWgKH8/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1s9noQ21WV_p1InOiPXwqlPG2zPxWgKH8/view?usp=sharing
https://seducgogov-my.sharepoint.com/personal/gefaf_seduc_go_gov_br/_layouts/15/onedrive.aspx?id=%2Fpersonal%2Fgefaf%5Fseduc%5Fgo%5Fgov%5Fbr%2FDocuments%2FSEDIEF%2FEF%20II%20%2D%20ANOS%20FINAIS%2FLAB%2D%20CI%C3%8ANCIA%20E%20MATEM%C3%81TICA%2FManuais%2D%20Laborat%C3%B3rio%20Ci%C3%AAncias&ga=1
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000052.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000052.pdf
https://educimat.ifes.edu.br/images/stories/Publica%C3%A7%C3%B5es/Livros/Ifes_Livro-Praticas-Experimentais-_2012.pdf
https://educimat.ifes.edu.br/images/stories/Publica%C3%A7%C3%B5es/Livros/Ifes_Livro-Praticas-Experimentais-_2012.pdf
https://educimat.ifes.edu.br/images/stories/Publica%C3%A7%C3%B5es/Livros/Ifes_Livro-Praticas-Experimentais-_2012.pdf
6.3. PRODUÇÃO CÊNICA – ENSINO FUNDAMENTAL
Tema: Educação para a valorização do multiculturalismo nas matrizes históri-
cas e culturais brasileiras
Unidade Temática: Arte/Teatro: Produção Cênica 
Etapa: Ensino Fundamental Anos Finais
Área do conhecimento: Linguagens
Apresentação
A proposta da Eletiva Produção Cênica foi pautada na necessidade de 
ampliação do tema “Multiculturalismo” para os/as estudantes da rede esta-
dual de ensino. Na Educação Básica, o conhecimento artístico – ao ser tor-
nado em conhecimento escolar, desenvolve um conjunto de competências 
e habilidades específicas que potencializam, por exemplo, a criticidade, a 
criatividade, a percepção, a sensibilidade e o protagonismo dos sujeitos pe-
los princípios da arte educação. No compromisso com a educação integral 
e, em conformidade com os referenciais curriculares nacional e estadual, 
a saber: Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e Documento Curricular 
Para Goiás – Etapa Ensino Fundamental (DCGO-Ampliado); é esperado que 
os/as estudantes possam se aprofundar em saberes culturais através de 
práticas artísticas em Arte/Teatro. Nesse sentido, a Eletiva Produção Cênica 
busca: refletir e reconhecer as diversidades, as distintas matrizes étnicas e 
culturais - especialmente aquelas que constituem a identidade goiana/bra-
sileira; estimular o pensamento crítico, a inteligência dramática, o exercício 
da escrita criativa e a prática autoral de estudantes, por meio da idealiza-
ção, da produção textual e da produção cênica que expressem novas visões 
de mundo, linguagens e experimentações estéticas para compreender a si 
mesmo e desenvolver atitudes de respeito e valorização do que é diverso; 
exercitar a autonomia e a capacidade autoral a partir da criação e da socia-
lização de cenas teatrais, partindo de processos criativos individuais; de-
senvolver a apreciação estética, a criatividade, a sensibilidade e a produção 
cênica; experimentar a elaboração e gravação de vídeo-cenas, vídeo-poe-
mas, monólogos e contos. Desse modo, contribuindo para que a educação 
goiana contemple o alcance da formação humana, o exercício da cidadania 
e a qualificação para o mundo do trabalho no território brasileiro.
Objetivo Geral
Ampliar a prática da leitura, da pesquisa, da escrita e da produção cênica 
em unidades escolares da rede estadual de Goiás, por meio de uma aborda-
gem integrada entre Língua Portuguesa e Arte/Teatro para oportunizar aos es-
tudantes experiências sensíveis e criativas no desenvolvimento da linguagem 
oral, escrita e gestual.
Referências e Inspirações
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasí-
lia: MEC, 2018.
BOAL, A. 200 exercícios e jogos para o ator e o não-ator com vontade de 
dizer algo através do teatro. São Paulo: Civilização Brasileira, 1987.
BONFITTO, Matteo. O ator compositor. São Paulo: Perspectiva, 2002.
CIRANDA DA ARTE. Revista Digital WebZine Ciranda da Arte, 2023. Página inicial. 
Disponível em: https://cirandadaarte.com.br/webzine/. Acesso em: 20 nov. 2023.
KOUDELA, I. Jogos Teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1984.
KAMBEBA, Márcia Wayna (2013). Poemas e crônicas: Ay kakuyri tama (eu 
moro na cidade). Manaus: Grafisa Editora.
MUNDURUKU, Daniel. Mundurukando 2: Roda de conversa com educadores. 
UKá Editorial, 2017.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de Índio/versão infantil. 3ª Edição. São Paulo: 
Callis Editora, 2019.
PAVIS, Patrice. O teatro no cruzamento de culturas. Trad. Nanci Fernandes. 
São Paulo: Perspectiva, 2008.
SPOLIN, V. Jogos teatrais: o fichário de Viola Spolin. Tradução de Ingrid Dor-
mien Koudela. São Paulo: Perspectiva, 2001. 
TELES, J. M. Dicionário do escritor goiano. Goiânia: Kelps, 2006.
2120
https://cirandadaarte.com.br/webzine/
6.4. PRODUÇÃO LITERÁRIA – ENSINO FUNDAMENTAL
Tema: Educação para a valorização do multiculturalismo nas matrizes históri-
cas e culturais brasileiras
Unidade Temática: Língua Portuguesa: Produção Literária 
Etapa: Ensino Fundamental Anos Finais 
Área do conhecimento: Linguagens
Apresentação
A proposta da Eletiva Produção Literária foi pautada na necessidade de 
ampliação do tema “Multiculturalismo” para os/as estudantes da rede esta-
dual de ensino. Na Educação Básica, o conhecimento artístico – ao ser tor-
nado em conhecimento escolar, desenvolve um conjunto de competências 
e habilidades específicas que potencializam, por exemplo, a criticidade, a 
criatividade, a percepção, a sensibilidade e o protagonismo dos sujeitos pe-
los princípios da arte educação. No compromisso com a educação integral 
e, em conformidade com os referenciais curriculares nacional e estadual, 
a saber: Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e Documento Curricular 
Para Goiás – Etapa Ensino Fundamental (DCGO-Ampliado); é esperado que 
os/as estudantes possam se aprofundar em saberes culturais através de 
práticas artísticas e linguísticas em Língua Portuguesa e Arte/Teatro.
Nesse sentido, a Eletiva Produção Literária busca: desenvolver o hábito 
da escrita literária poética como forma de expressão de emoções e mani-
festações artísticas; ampliar a prática da leitura, da pesquisa, da escrita e 
da produção cênica em unidades escolaresda rede estadual de Goiás, por 
meio de uma abordagem integrada entre Língua Portuguesa e Arte/Teatro 
para oportunizar aos estudantes experiências sensíveis e criativas no de-
senvolvimento da linguagem oral, escrita e gestual; exercitar a autonomia 
e a capacidade autoral de estudantes, partindo da utilização de suas expe-
riências pessoais e de processos criativos individuais que dialogam e refle-
tem sobre si e sobre o outro, para a criação e a socialização de textos lite-
rários e de cenas teatrais. Desse modo, contribuindo para que a educação 
goiana contemple o alcance da formação humana, o exercício da cidadania 
e a qualificação para o mundo do trabalho no território brasileiro.
Objetivos Gerais
Identificar e valorizar as produções cênicas e textuais inéditas de estu-
dantes do Ensino Fundamental da rede pública estadual de Goiás, elaboradas 
a partir de suas experiências pessoais e que valorizam a diversidade cultural 
goiana da comunidade local e regional. 
  Identificar e valorizar as produções cênicas e textuais inéditas de estu-
dantes do Ensino Fundamental da rede pública estadual de Goiás, elaboradas 
a partir de suas experiências pessoais e que valorizam a diversidade cultural 
goiana da comunidade local e regional. 
Referências e Inspirações
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: 
MEC, 2018. 
CIRANDA DA ARTE. Revista Digital WebZine Ciranda da Arte, 2023. Página inicial. 
Disponível em: https://cirandadaarte.com.br/webzine/. Acesso em: 20 nov. 2023.
COLELLO, Silvia M. Gasparian. A escola e a produção textual: Práticas inte-
rativas e tecnológicas. Summus Editora, 2017. 
d’ALMEIDA, Mônica. A revisão do texto – parte integrante do processo de 
produção textual. E-book Kindle, 2020. 
KAMBEBA, Márcia Wayna (2013). Poemas e crônicas: Ay kakuyri tama (eu 
moro na cidade). Manaus: Grafisa Editora. 
MUNDURUKU, Daniel. Mundurukando 2: Roda de conversa com educadores. 
UKá Editorial, 2017. 
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de Índio/versão infantil.  3ª Edição. São Paulo: 
Callis Editora, 2019. 
NETTO, Daniela Favero. Produção Textual. Paco Editorial, 2017. 
OLIVEIRA, Rafael Camargo de. Produção de texto. Brasil Escola. Disponível 
em: https://brasilescola.uol.com.br/redacao/producao-texto.htm. Acesso em: 
06 nov. 2023.
2322
https://cirandadaarte.com.br/webzine/
https://brasilescola.uol.com.br/redacao/producao-texto.htm
6.5. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE
Tema: Meio Ambiente 
Unidade Temática: Educação Ambiental e Sustentabilidade  
Etapa: Ensino Fundamental anos finais
Área do conhecimento: Ciências Humanas e Ciências da Natureza 
Apresentação
A proposição de tema dessa Ementa Eletiva no Ensino Fundamental II, im-
plica estabelecer um diálogo dos fundamentos e conhecimentos básicos de 
Educação Ambiental para a Sustentabilidade, para possibilitar formação cog-
nitiva e o desenvolvimento nessa fase da vida, com ênfase na consciência am-
biental mais voltada para a uma noção de responsabilidade, quanto aos pro-
blemas ambientais, as causas e consequências em seu bairro e cidade e no 
campo, considerando o seu território local e regional. E, ainda podendo avançar 
para discussões e problematizações mais complexos, até sugerir e participar de 
ações de proteção e melhoria do meio ambiente, propiciando aos estudantes 
o protagonismo em sua trajetória na educação, contextualizada a sua própria 
qualidade de vida presente e futura.
Por fim, cabe aos sistemas e redes de ensino, assim como às escolas, em suas respec-
tivas esferas de autonomia e competência, incorporar aos currículos e às propostas 
pedagógicas a abordagem de temas contemporâneos que afetam a vida humana em 
escala local, regional e global, preferencialmente de forma transversal e integradora. 
Entre esses temas, destacam-se: [...] educação ambiental (Lei nº 9.795/1999, Parecer 
CNE/CP nº 14/2012 e Resolução CNE/CP nº 2/201218), [...] (BNCC, 2023, p. 19).
Partindo dessa orientação, entende-se que a Educação Ambiental para a 
Sustentabilidade, como Componente Curricular – Eletiva, deve ser trabalhado 
no fazer pedagógico de forma, além de contextualizada, integrada ao desen-
volvimento curricular, como esta secretaria sempre tem orientado em relação 
Educação Ambiental, a exemplo das ações Programa Seduc Cerrado. 
Cabe afirmar que a Sustentabilidade é entendida por esta pasta, como 
uma temática abrangente, que abarca a pedagogia de projetos, conceitualmen-
te defendida por Ignacy Sachs (2002), que vai para além das questões naturais 
e considera as dimensões social, ambiental, ecológica, econômica, espacial, ter-
ritorial, cultural e política. Entende-se que a Educação ambiental, pode ser um 
ser o caminho mais eficaz para dialogar sobre a Sustentabilidade, considerando 
essas dimensões. 
Nesse construto, no Documento Curricular para Goiás – Ampliado (DC-GO 
2018) a Educação Ambiental compõe o contexto da Educação Goiana: Temas 
Contemporâneos e Diversidades. E, contextualiza sua presença:
A Educação Ambiental está presente no DCGO nas habilidades dos componentes de 
Geografia, História, Ciências da Natureza, Língua Inglesa e Matemática. Socioambien-
tal é um termo muito utilizado quando se pensa em Educação Ambiental, o termo 
engloba o homem na natureza. O ambiente é onde o homem está e se relaciona 
socialmente, ou seja, em todos os espaços. As crianças e os adolescentes precisam 
dessa visão integrada para se sentirem parte da natureza, assim o processo de edu-
cação ambiental acontecerá de forma mais real. A Educação Ambiental Escolar deve 
promover mudanças de hábitos e de atitudes a partir de conhecimentos adquiridos. 
Essas mudanças devem ser transformadas em ações mais corretas na escola, em 
casa e nos seus espaços de vivências e de lazer. Uma forma de promover essas mu-
danças seriam aulas extraclasses, visitas técnicas e trabalhos de campo que auxiliam 
na visualização dos impactos socioambientais presentes nas áreas urbanas e rurais. 
(DC-GO 2018, p. 685), grifo nosso. 
Assim, Educação Ambiental, pode e deve contextualizar e problematizar a 
relação com estudantes com a natureza, a partir da Escola, para contribuir com 
as mudanças de hábitos e atitudes, ambientalmente mais coerentes e susten-
táveis, em que o protagonismo gere ações para além do individual, que sejam 
coletivas e extrapolem os muros das escolas e canalizem um sólida sociedade 
mais consciente e sensível, e que atue no sentido de conservar, preservar e 
utilizar os recursos naturais de forma correta, com ênfase a qualidade de vida. 
Ainda cabe afirmar que assim, se coaduna com a Lei de Diretrizes e Bases da 
Educação Brasileira que estabelece a materialização do Ensino Fundamental me-
diante “a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecno-
logia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade” (LDB - Art. 32, 
inciso II). E, ainda se tratando de um tema transversal, a Educação Ambiental está 
amparada nesta lei, por meio de projetos e pesquisas, que disciplina “A integraliza-
ção curricular poderá incluir, a critério dos sistemas de ensino, projetos e pesquisas 
envolvendo os temas transversais de que trata o caput” (LDB, Art. 26, §7º).
Espera-se que essa proposição contribua com de possibilidades pedagógi-
cas para o desenvolvimento cognitivo e humano dos estudantes, no que tange 
a dimensão socioambiental no contexto da responsabilidade cidadã, em âmbi-
to territorial local e regional. 
2524
A partir das competências e habilidades das áreas do conhecimento sugeridas, 
e outras pertinentes, assim como das expectativas de aprendizagens da Educação 
de Jovens e Adultos, esperar-se que os estudantes possam adquirir uma consciência 
e sensibilidade em sua relação com a natureza e ir além, ao “Desenvolver ações de 
intervenção para melhorar a qualidade de vida individual, coletiva e socioambiental 
(BNNC, p. 323”). E, ainda se perceber como agente modificador do meio ambiente 
que o cerca e lutar para que a sociedade, o incluindo, sobretudoa empresarial, 
busque maneiras mais eficientes de utilização dos Recursos Naturais, com foco nas 
dimensões da Sustentabilidade permeada da Educação Ambiental. 
Essa perspectiva requer um contexto de trabalho pedagógico que consi-
derado a inter e transdisciplinaridade dos conhecimentos e das metodologias 
em processo de ensino e aprendizagem para a formação e desenvolvimento 
humano, com emancipação dos sujeitos estudantes. 
Os estudantes a partir de um olhar mais holístico, podem conseguir com-
preender a necessidade de uma intervenção consciente e sensível no meio am-
biente, pautados nos fundamentos da Educação Ambiental para a Sustenta-
bilidade, capaz de construir com a consciência socioambiental, que contribui 
para a formação de sujeitos mais coerentes em suas relações com a natureza, 
estabelecendo uma consciência ambiental, por meio do pertencimento. 
Objetivo Geral 
Possibilitar aos estudantes no Ensino Fundamental anos finais, estudos e 
análises dos conhecimentos e fundamentos básicos da Educação Ambiental 
Escolar, assim como, começar problematizar impactos ambientais locais e re-
gionais com ênfase da sustentabilidade presente e futura da vida, sobretudo, 
humana, contextualizando com o desenvolvimento de competências, habilida-
des e expectativas de aprendizagens da Rede Estadual de Educação, em uma 
perspectiva crítica da realidade socioambiental, com olhar para conservação e 
preservação dos recursos naturais.
Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular - BNNC. 
Brasília: MEC, 2018.
GOIAS. Secretaria de Estado de Educação. Documento Curricular para Goiás 
- DC-GO. GOIÂNIA, 2018.
SACHS, I. Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Ga-
ramond, 2002.
Referências e Inspirações
BRASIL. Ministério da Educação. Educação Ambiental – publicações. Brasília: 
MEC, 2023. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/expansao-da-rede-federal/
194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/13639-e-
ducacao-ambiental-publicacoes. Acesso 23 nov. 2023.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Educação e Cida-
dania Ambiental. Brasília: MMA, 2023. Disponível em: https://www.mma.gov.
br/educacao-ambiental.html e Educação e Cidadania Ambiental — Ministério 
do Meio Ambiente e Mudança do Clima (www.gov.br). Acesso em: 23 nov. 2023.
Livros importantes para a prática de Educação Ambiental 
EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Princípios e Práticas. Genebaldo Freire Dias. Disponível 
em: https://www.youtube.com/watch?v=PdcufPm9eAA. Acesso em: 23 nov. 2023.
ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Genebaldo Freire 
Dias. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_otrYL4PmZo. Acesso 
em: 23 nov. 2023.
Livros importantes que abordam a Teoria Crítica para a Educação Ambien-
tal e o Educador Ambiental
LOUREIRO, Carlos Frederico. A Teoria Crítica para a Educação Ambiental. Disponí-
vel em: https://www.youtube.com/watch?v=FTB0iGgGcXM. Acesso em: 23 nov. 2023.
Leis e materiais básicos sugeridos
Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/1tvruEXFOyj50PWgPJ-
d1KF2f49tXWnHo8?usp=sharing. Acesso em: 20 dez 2023.
Observação
Importante olhar para a Carta da Terra e para o Tratado de Educação Am-
biental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global.
2726
http://portal.mec.gov.br/expansao-da-rede-federal/194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/13639-educacao-ambiental-publicacoes
http://portal.mec.gov.br/expansao-da-rede-federal/194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/13639-educacao-ambiental-publicacoes
http://portal.mec.gov.br/expansao-da-rede-federal/194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/13639-educacao-ambiental-publicacoes
https://www.mma.gov.br/educacao-ambiental.html
https://www.mma.gov.br/educacao-ambiental.html
https://www.youtube.com/watch?v=PdcufPm9eAA
https://www.youtube.com/watch?v=_otrYL4PmZo
https://www.youtube.com/watch?v=FTB0iGgGcXM
https://drive.google.com/drive/folders/1tvruEXFOyj50PWgPJd1KF2f49tXWnHo8?usp=sharing
https://drive.google.com/drive/folders/1tvruEXFOyj50PWgPJd1KF2f49tXWnHo8?usp=sharing
6.6. EDUCAÇÃO FINANCEIRA – ENSINO FUNDAMENTAL
Tema: Economia
Unidade Temática: Educação Financeira
Etapa: Ensino Fundamental anos finais
Área do Conhecimento: Matemática 
Apresentação 
A facilidade de crédito, compras a prazo e financiamentos são atrativos 
para quem não possui condição de realizar uma compra à vista. No entanto, é 
preocupante a inadimplência devido a compras que não foram planejadas em 
razão do não entendimento, por parte do cidadão, dos conceitos de matemáti-
ca financeira.
Ao pagar uma dívida ou impostos ou ao adquirir um bem, o cidadão tem 
diversas opções de pagamento, mas ainda apresenta dúvidas ao decidir o que é 
melhor: comprar à vista ou a prazo. Para analisar criticamente o que influencia 
sua tomada de decisão, a pessoa precisa ter conhecimento de conceitos como: 
taxa de juros, prazo, carência e outros tantos. 
Parte do varejo oferece a facilidade de parcelar compras. No entanto, quan-
do há juros acrescidos, é necessário saber quanto pagamos a mais por isso 
para um consumo consciente. O estudante precisa estar preparado para fazer 
essa análise. É necessário que ele compreenda o valor final de uma compra 
parcelada com juros e saiba calcular a diferença dos valores à vista e a prazo.
A Educação Financeira integra a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) 
como um dos temas transversais que deve ser explorado e trabalhado concomi-
tante aos demais componentes curriculares. De acordo com a Base, a Educação 
Financeira não deve se restringir ao ensino cru da Matemática. “Essa unidade 
temática favorece um estudo interdisciplinar envolvendo as dimensões cultu-
rais, sociais, políticas e psicológicas, além da econômica, sobre as questões do 
consumo, trabalho e dinheiro”. Pretende-se, com os planos de Educação Finan-
ceira, fazer os estudantes refletirem sobre ações individuais e coletivas que po-
dem impactar sua vida e a da sociedade.
O Documento Curricular para Goiás – Ampliado (DC/GO – Ampliado), abor-
da que a matemática contextualizada localmente possibilita a formação de uma 
consciência cidadã capaz de se fazer presente em níveis cognitivo, social, cultural 
e político para o engajamento na comunidade local, por meio de práticas indivi-
duais e sociais que gerem ações e instrumentos em favor da promoção, da prote-
ção e da defesa dos direitos humanos, da sustentabilidade e de outros temas de 
interesse da comunidade, como o empreendedorismo e a educação financeira.
Nesse contexto, a presente Eletiva é proposta de forma atrativa, visando 
estabelecer processos de aprendizagem que estimulem a postura ativa dos es-
tudantes frente ao desenvolvimento das habilidades e competências. Para isso, 
será proposto o desenvolvimento de atividades que levem os estudantes de 6º 
a 9º ano do Ensino Fundamental, a compreender e generalizar conhecimentos 
de matemática financeira em situações exploradas em diversos contextos, in-
clusive o escolar, promovendo uma formação de um cidadão consciente, com 
condições para tomar decisões envolvendo a compra de bens e, possivelmente, 
algum tipo de aplicação financeira.
A Eletiva de Educação Financeira poderá ser desenvolvida com foco na cria-
ção de soluções a partir de situações-problema, elaboração de projetos de inter-
venção social e uso da sala de aula invertida, utilizando recursos digitais como: 
plataformas online com simuladores de questões financeiras, calculadoras etc. 
Pode-se, ainda, usar recursos diversos, tais como: gamificação; aprendizagem 
baseada em projetos; aprendizagem baseada em problemas, jogos educativos, 
entre outros.
Nessa Eletiva poderá planejar ações futuras que impactem diretamente na 
formação do indivíduo para o mundo do trabalho, assim como criar ações de in-
tervenção para melhorar a qualidade de vida individual, coletiva e socioambiental.
Objetivo Geral
Entender os conceitos de Matemática Financeira e a suaaplicabilidade no 
cotidiano.
Referências e Inspirações
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 
2018.
ANBIMA. Fundamentos de Economia e Finanças, Educação Continuada, 
01/03/2017.
ANBIMA. O Mercado Financeiro de A à Z, Educação Continuada, 01/03/2017.
GONÇALVES, C. B. Casa da Moeda do Brasil, 290 anos de história, 1694/1984. 
Rio de Janeiro: Editora Imprinta. 1984
2928
MATEMÁTICA Financeira. Educa mais Brasil. Disponível em: https://www.edu-
camaisbrasil.com.br/enem/matematica/matematica-financeira. Acesso em 07 
de nov. 2023.
MATEMÁTICA Financeira. Matemática Básica. Disponível em: https://matema-
ticabasica.net/matematica-financeira/. Acesso em 07 de nov. 2023.
MATEMÁTICA Financeira. Toda matéria. Disponível em: https://www.todamateria.
com.br/matematica-financeira-conceitos-formulas/. Acesso em 07 de nov. 2023.
PITON-GONÇALVES, J. A História da Matemática Comercial e Financeira. 2. 
Ed. 2005. PORCENTAGEM. Matemática Básica. Disponível em: https://matemati-
cabasica.net/porcentagem/. Acesso em 07 de nov. 2023.
TROCA intertemporal, ou juntar um pouco hoje para consumir amanhã. Parceiros 
do Futuro. Disponível em: https://parceirosdofuturo.com.br/troca-intertemporal-
-ou-juntar-um-pouco-hoje-para-consumir-amanha/. Acesso em 07 de nov. 2023.
VENDITE, L. L. Matemática Financeira e a Utilização de Planilhas Eletrôni-
cas. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2017. v. 1.
6.7. DIREITOS HUMANOS – ENSINO FUNDAMENTAL 
Tema: Cidadania e Civismo 
Unidade Temática: Direitos Humanos 
Etapa: Ensino Fundamental anos finais 
Área do Conhecimento: Ciências Humanas e Linguagens 
Apresentação
O reconhecimento da humanidade como um valor, a promoção de justiça 
social, o combate à desigualdade, as garantias fundamentais de alimentação, 
educação, moradia, liberdade, a sustentabilidade são desafios que perduram, 
tornando-se também desafios para o nosso tempo e para a próxima geração. 
A educação para os direitos humanos desempenha um papel fundamental na 
formação de cidadãos conscientes e engajados na construção de uma socie-
dade mais justa e inclusiva. Dessa forma, “a educação em direitos humanos é 
considerada, de maneira geral, como parte integrante do direito à educação” 
(UNESCO, 2006 p. 14). A educação para os direitos humanos não se limita ape-
nas à transmissão de informações, mas busca criar um ambiente propício para 
o diálogo e a reflexão. Estratégias pedagógicas participativas, como debates, 
atividades práticas e projetos interdisciplinares, permitem que os estudantes 
compreendam a relevância dos direitos humanos em diferentes contextos, es-
timulando o pensamento crítico e a consciência social. 
A abordagem dos direitos humanos na escola não se restringe apenas ao ensi-
no formal, mas permeia todas as interações e atividades que ocorrem no ambiente 
educacional. No ensino Fundamental, “as noções de temporalidade, espacialidade 
e diversidade são abordadas em uma perspectiva mais complexa, que deve levar 
em conta a perspectiva dos direitos humanos” (BNCC, p. 356). É necessário criar um 
ambiente escolar democrático e participativo, onde os alunos tenham voz e se sin-
tam valorizados como agentes de transformação social. Dessa forma, a educação 
para os direitos humanos contribui para a formação de cidadãos ativos, capazes de 
exercer sua cidadania de maneira crítica e responsável, sendo fonte de iniciativa e 
solução frente aos diversos dilemas a que são acometidos. 
Assim, a educação para os direitos humanos inicia, na escola, com a sua 
garantia fundamental: o acesso, a permanência e a conclusão do processo edu-
cacional, dando suporte e condições para o avanço segundo o projeto de vida 
de cada estudante. Dessa forma, a consciência da amplitude da temática dos 
direitos humanos deve ser observada e concebida de maneira transversal e 
seguindo os princípios norteadores do Plano Nacional de Educação para os Di-
reitos humanos (BRASIL, 2007, p. 32):
a) a educação deve ter a função de desenvolver uma cultura de direitos humanos em 
todos os espaços sociais; 
b) a escola, como espaço privilegiado para a construção e consolidação da cultura de 
direitos humanos, deve assegurar que os objetivos e as práticas a serem adotados 
sejam coerentes com os valores e princípios da educação em direitos humanos; 
c) a educação em direitos humanos, por seu caráter coletivo, democrático e parti-
cipativo, deve ocorrer em espaços marcados pelo entendimento mútuo, respeito e 
responsabilidade; 
d) a educação em direitos humanos deve estruturar-se na diversidade cultural e 
ambiental, garantindo a cidadania, o acesso ao ensino, permanência e conclusão, a 
equidade (étnico-racial, religiosa, cultural, territorial, físico-individual, geracional, de 
gênero, de orientação sexual, de opção política, de nacionalidade, dentre outras) e a 
qualidade da educação; 
e) a educação em direitos humanos deve ser um dos eixos fundamentais da educa-
ção básica e permear o currículo, a formação inicial e continuada dos profissionais 
3130
https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/matematica/matematica-financeira
https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/matematica/matematica-financeira
https://matematicabasica.net/matematica-financeira/
https://matematicabasica.net/matematica-financeira/
https://www.todamateria.com.br/matematica-financeira-conceitos-formulas/
https://www.todamateria.com.br/matematica-financeira-conceitos-formulas/
https://matematicabasica.net/porcentagem/
https://matematicabasica.net/porcentagem/
https://parceirosdofuturo.com.br/troca-intertemporal-ou-juntar-um-pouco-hoje-para-consumir-amanha/
https://parceirosdofuturo.com.br/troca-intertemporal-ou-juntar-um-pouco-hoje-para-consumir-amanha/
da educação, o projeto político pedagógico da escola, os materiais didático-pedagó-
gicos, o modelo de gestão e a avaliação; 
f) a prática escolar deve ser orientada para a educação em direitos humanos, assegu-
rando o seu caráter transversal e a relação dialógica entre os diversos atores sociais. 
Além disso, a inclusão dos direitos humanos no currículo escolar estimula 
a reflexão e o debate sobre temas pertinentes à sociedade contemporânea, 
como diversidade, igualdade de gênero e justiça social. Essa abordagem pro-
picia o desenvolvimento do pensamento crítico e a capacidade de analisar e 
questionar situações de injustiça e violação de direitos. Portanto, a educação 
para os direitos humanos não apenas informa, mas também capacita os estu-
dantes a se tornarem agentes de mudança em suas comunidades.
Em síntese, a educação para os direitos humanos na escola representa 
um importante instrumento para a construção de uma sociedade mais justa 
e equitativa. Ao promover o entendimento e o respeito pelos direitos funda-
mentais de todos os seres humanos, ela prepara os jovens para enfrentar os 
desafios do mundo contemporâneo com consciência e responsabilidade. Ao 
adotar práticas pedagógicas inclusivas e democráticas, a escola se torna um 
espaço propício para a formação de cidadãos críticos e engajados na promoção 
de uma sociedade mais justa, fraterna, inclusiva e sustentável.
Objetivo Geral
Promover espaços e percursos de formação para a vida e para a convi-
vência, no exercício cotidiano dos Direitos Humanos como forma de vida e de 
organização social, política, econômica e cultural nos níveis regionais, nacionais 
e planetário. (Resolução CNE/Nº 01, de 30 de maio de 2012, Art. 5º)
Referências 
BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos / Comitê Nacional de 
Educação em Direitos Humanos. – Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Huma-
nos, Ministério da Educação, Ministério da Justiça, UNESCO, 2007. Disponível em: http://
portal.mec.gov.br/docman/2191-plano-nacional-pdf/file. Acesso em: 12 dez. 2023. 
UNESCO. Plano de Ação: Programa Mundial para educação em direitos hu-
manos. Paris, 2006. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/dados/textos/edh/
br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf acessado em 12/11/13. Acesso 
em:12 dez. 2023. 
Referências e Inspirações
REFERÊNCIAS INSTITUCIONAIS IMPORTANTES – EDUCAÇÃO E DIREITOS 
HUMANOS 
BRASIL. Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Educação 
em Direitos Humanos: Diretrizes Nacionais – Brasília: Coordenação Geral de 
Educação em SDH/PR, Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Promoção e 
Defesa dos Direitos Humanos, 2013. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/
index.php?option=com_docman&view=download&alias=32131-educacao-dh-
-diretrizesnacionais-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 12 dez. 2023. 
BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos / Comitê Na-
cional de Educação em Direitos Humanos. – Brasília: Secretaria Especial dos 
Direitos Humanos, Ministério da Educação, Ministério da Justiça, UNESCO, 2007. 
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/2191-plano-nacional-pdf/file. 
Acesso em: 12 dez. 2023. 
Obs.: Esse documento contém diretrizes importantes para compreender a amplitu-
de e importância da educação para os DH. No final do documento há uma série de 
referências a documentos, comitês, tratados internacionais, leis e referenciais para 
ampliar a possibilidades de abordagem. 
ONU. Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948. Disponível em: ht-
tps://brasil.un.org/pt-br/91601-declara%C3%A7%C3%A3o-universal-dos-direi-
tos-humanos. Acesso em: 12 dez. 2023. 
SEDUC/RS. Caderno pedagógico de educação em direitos humanos / Secre-
taria de Estado da Educação. – Porto Alegre : Evangraf, 2021. Disponível em: ht-
tps://drive.google.com/file/d/1xtSOyjFCiq9Cs2rlgVdZqfJoZiiBkGlu/view. Acesso 
em: 12 dez. 2023. 
UNESCO. Plano de Ação: Programa Mundial para educação em direitos 
humanos. Paris, 2006. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/dados/textos/
edh/br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf. Acesso em: 12 dez. 2023. 
Alguns exemplos e inspirações de percursos metodológicos podem ser encon-
trados no link abaixo:
SUGESTÕES DE PERCUSOS METODOLOGICOS - DIREITOS HUMANOS
3332
http://portal.mec.gov.br/docman/2191-plano-nacional-pdf/file
http://portal.mec.gov.br/docman/2191-plano-nacional-pdf/file
http://www.dhnet.org.br/dados/textos/edh/br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf%20acessado%20em%2012/11/13
http://www.dhnet.org.br/dados/textos/edh/br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf%20acessado%20em%2012/11/13
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=32131-educacao-dh-diretrizesnacionais-pdf&Itemid=30192
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=32131-educacao-dh-diretrizesnacionais-pdf&Itemid=30192
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=32131-educacao-dh-diretrizesnacionais-pdf&Itemid=30192
http://portal.mec.gov.br/docman/2191-plano-nacional-pdf/file
https://brasil.un.org/pt-br/91601-declara%C3%A7%C3%A3o-universal-dos-direitos-humanos
https://brasil.un.org/pt-br/91601-declara%C3%A7%C3%A3o-universal-dos-direitos-humanos
https://brasil.un.org/pt-br/91601-declara%C3%A7%C3%A3o-universal-dos-direitos-humanos
https://drive.google.com/file/d/1xtSOyjFCiq9Cs2rlgVdZqfJoZiiBkGlu/view%20Acessado%20em%2012/11/23
https://drive.google.com/file/d/1xtSOyjFCiq9Cs2rlgVdZqfJoZiiBkGlu/view%20Acessado%20em%2012/11/23
http://www.dhnet.org.br/dados/textos/edh/br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf%20acessado%20em%2012/11/13
http://www.dhnet.org.br/dados/textos/edh/br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf%20acessado%20em%2012/11/13
https://seducgogov-my.sharepoint.com/:f:/g/personal/jose_joaquim_seduc_go_gov_br/EuCQoxK9NV9JvVGDOalK1X4B8umZ6RGL4cQr-PMPsMdIzw?e=t0kXfr
LEIS 
O parlamento brasileiro e a sociedade civil organizada desempenharam 
um papel fundamental na conquista de mecanismos nacionais de proteção dos 
direitos humanos: 
	Lei contra a discriminação racial (Lei Federal nº. 7.716/1989 e Lei Federal 
nº. 9.455/1997); 
	Lei que criminaliza a tortura (Lei Federal nº. 9.455/1997);
	Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº. 8.069/1990);
	Estatuto do Idoso (Lei Federal nº. 10.741/2003),
	Lei de Acessibilidade (Lei Federal nº. 10.048/2000 e Lei Federal nº. 
10.098/2000, regulamentadas pelo Decreto nº 5.296/2004), 
	Lei que criou a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos (Lei Federal 
nº 9140/1995). 
SITES E PORTAIS 
Portal Direitos Humanos Net. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/educar/
pnedh/integral/notas.htm#:~:text=1.,2. Acesso em: 12 dez. 2023. 
Banco de imagens com a temática do DH: Direitos Humanos 70 anos. Disponí-
vel em: https://www.direitoshumanos70anos.com. Acesso em: 12 dez. 2023. 
Anistia Internacional. Disponível em: https://l1nq.com/ZpJfN - A plataforma pos-
sui uma série de materiais para uso em sala de aula. Acesso em: 12 dez. 2023.
Quadrinhos com a temática dos DH. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/
dados/hq/index.html. Acesso em: 12 dez. 2023. 
Organização das Nações Unidas. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br
Unicef - https://www.unicef.org/brazil/. Acesso em: 12 dez. 2023. 
Unidos pelos Direitos Humanos. Disponível em: https://www.unidosparaosdi-
reitoshumanos.com.pt/. Acesso em: 12 dez. 2023. 
VÍDEOS CURTOS – FORMAÇÃO
O que são direitos humanos? (Glenda Mezarobba). Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=fMBNL4HFEOQ. Acesso em: 12 dez. 2023.
História dos Direitos Humanos. Disponível em: https://www.unidosparaosdirei-
toshumanos.com.pt/what-are-human-rights/brief-history/. Acesso em: 12 dez. 2023. 
Série Direitos Humanos – FGV Direito SP
Episódio 1 – O que são Direitos Humanos? Disponível em: https://www.youtu-
be.com/watch?v=7wbIQRzggTI. Acesso em: 12 dez. 2023. 
Episódio 2 – Dignidade Humana? Disponível em: https://www.youtube.com/wa-
tch?v=zoC-_joJgYA. Acesso em: 12 dez. 2023. 
Episódio 3 – Liberdade. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Rk-
GvgoWY1BY. Acesso em: 12 dez. 2023. 
Episódio 4 – Igualdade. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-
2mOkjkBxAJg. Acesso em: 12 dez. 2023. 
6.8. BULLYING E CYBER BULLYING 
Tema: Bullying e Cyberbullying
Unidade Temática: Cyber Ética e Respeito: Consciência e Ação
Etapa: Ensino Fundamental anos finais
Área do conhecimento: Ciências Humanas e Linguagens
Apresentação
O Bullying e cyberbullying são sérios problemas contemporâneos no contex-
to escolar. O bullying envolve comportamentos repetitivos de intimidação física 
ou verbal, enquanto o cyberbullying ocorre de maneira online, incluindo mensa-
gens ofensivas ou ameaças. Ambos podem ter impactos significativos na saúde 
mental dos estudantes, exigindo ações preventivas e intervenções escolares.
Segundo Lisboa et al. (2010), bullying é uma violência sistemática que aconte-
ce no dia a dia da escola, culminando em rejeição e exclusão social. Essa violência 
pode ser manifestada de forma verbal, física ou relacional. Com o surgimento e 
3534
https://www.direitoshumanos70anos.com/
https://l1nq.com/ZpJfN
http://www.dhnet.org.br/dados/hq/index.html
http://www.dhnet.org.br/dados/hq/index.html
https://brasil.un.org/pt-br
https://www.unicef.org/brazil/
https://www.unidosparaosdireitoshumanos.com.pt/
https://www.unidosparaosdireitoshumanos.com.pt/
https://www.youtube.com/watch?v=fMBNL4HFEOQ
https://www.youtube.com/watch?v=fMBNL4HFEOQ
https://www.unidosparaosdireitoshumanos.com.pt/what-are-human-rights/brief-history/
https://www.unidosparaosdireitoshumanos.com.pt/what-are-human-rights/brief-history/
https://www.youtube.com/watch?v=7wbIQRzggTI
https://www.youtube.com/watch?v=7wbIQRzggTI
https://www.youtube.com/watch?v=zoC-_joJgYA
https://www.youtube.com/watch?v=zoC-_joJgYA
https://www.youtube.com/watch?v=RkGvgoWY1BY
https://www.youtube.com/watch?v=RkGvgoWY1BY
https://www.youtube.com/watch?v=2mOkjkBxAJg
https://www.youtube.com/watch?v=2mOkjkBxAJg
popularização das novas tecnologias, o bullying extrapolou os limites do ambien-
te físico da escola: os agressores (chamados bullies) passaram a enviar e-mails e 
mensagens eletrônicas com ofensas. Tal prática é chamada de cyberbullying.
Aproximadamente um em cada dez adolescentes (13,2%) já se sentiu ame-
açado,ofendido e humilhado em redes sociais ou aplicativos. Consideradas 
apenas as meninas, esse percentual é ainda maior, 16,2%. Entre os meninos é 
10,2%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 
2019, divulgada em 10 de setembro de 2021 pelo Instituto Brasileiro de Geogra-
fia e Estatística (IBGE).
A eletiva “Conectados com Respeito” visa abordar de forma abrangente as 
dinâmicas do bullying e cyberbullying no contexto do Ensino Fundamental. Os 
alunos serão capacitados a compreender e identificar comportamentos agres-
sivos, desenvolvendo habilidades para prevenir e lidar com tais situações. Se-
rão explorados conceitos, impactos psicológicos e estratégias de intervenção, 
promovendo um ambiente escolar seguro e respeitoso. A abordagem incluirá 
estudos de casos, discussões éticas e reflexões sobre o papel da tecnologia na 
propagação desses comportamentos.
Para auxiliar os(as) Professores(as) a desenvolver e operacionalizar projetos 
que visam abordar a temática do Bullying e Cyberbullying é importante promover 
atividades educativas que estimulem a empatia, o diálogo aberto e a conscienti-
zação. Além disso, é crucial oferecer recursos que abordem estratégias de pre-
venção e intervenção, garantindo um ambiente escolar seguro e inclusivo para 
todos os estudantes. Para tanto, sugere-se alguns tópicos a serem abordados:
Compreensão Conceitual: Explorar os conceitos fundamentais de bullying e 
cyberbullying, destacando as diferenças e semelhanças entre esses fenômenos.
Identificação e Prevenção: Capacitar os alunos a reconhecerem padrões 
de comportamento agressivo, promovendo estratégias preventivas para criar 
um ambiente escolar saudável.
Impacto Psicológico: Analisar os impactos psicológicos do bullying e cyber-
bullying nas vítimas, promovendo a empatia e o entendimento das consequên-
cias emocionais.
Intervenção e Apoio: Desenvolver habilidades de intervenção, fornecen-
do ferramentas para lidar eficazmente com situações de bullying e oferecer 
apoio às vítimas.
Ética Digital: Abordar o papel da tecnologia na propagação do cyber-
bullying, incentivando o uso ético da internet e das redes sociais.
Diálogo e Respeito: Estimular o diálogo aberto sobre o tema, promovendo 
uma cultura de respeito, tolerância e inclusão no ambiente escolar.
Objetivo Geral
Desenvolver nos estudantes uma compreensão aprofundada sobre o fe-
nômeno do bullying e cyberbullying, capacitando-os a identificar, prevenir e 
intervir de maneira assertiva em situações adversas, promovendo, assim, um 
ambiente escolar seguro, inclusivo e pautado pelo respeito mútuo.
Referências e Inspirações
SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Bullying: Mentes Perigosas nas Escolas. 
FANTE, Cleo; PEDRA, José Augusto. Bullying escolar: perguntas &respostas. 
Porto Alegre: Artmed, 2008. ISBN 978-85-363-1366-5
Sugestões de filmes:
- Extraordinário – Classificação 10 anos.
- As vantagens de ser invisível – Classificação 12 Anos
- Sete minutos depois da meia-noite – Classificação 12 Anos
6.9. JOGOS E BRINCADEIRAS
Tema: Construção de Jogos e Brincadeiras
Unidade Temática: Educação Física
Etapa: Ensino Fundamental anos finais
Área do Conhecimento: Linguagens 
Apresentação
Com o intuito de oferecer uma abordagem prática e teórica, focada na cria-
ção, adaptação e compreensão dos jogos e brincadeiras. O objetivo é incentivar a 
participação ativa dos alunos na construção de conhecimento por meio do lúdico, 
promovendo o desenvolvimento integral de habilidades físicas, cognitivas, sociais e 
emocionais, visando explorar a importância dos jogos e brincadeiras no contexto 
educacional do Ensino Fundamental, destacando a perspectiva do brincar como 
elemento fundamental no processo de aprendizagem. Ao longo do percurso, serão 
abordadas teorias e práticas que sustentam a relevância do jogo, construção de 
brinquedos, iniciação as regras, importância do brincar, interação social do lúdico 
como ferramenta pedagógica, promovendo o desenvolvimento integral dos alunos.
3736
Objetivos Gerais
Desenvolver habilidades motoras, cognitivas e socioemocionais dos estu-
dantes por meio da construção, adaptação e análise de jogos e brincadeiras, 
incentivando a criatividade, o trabalho em equipe, a resolução de problemas e 
a valorização da cultura lúdica, abordando competências e habilidades.
Corpo e Movimento: Explorar e ampliar repertório motor por meio da 
criação de jogos que estimulem habilidades específicas.
Cultura Corporal: Valorizar e compreender a diversidade de jogos e brin-
cadeiras, respeitando diferentes manifestações culturais.
Autonomia e Colaboração: Estimular a autonomia na criação de jogos e 
brincadeiras e a colaboração entre os alunos durante as atividades.
Pensamento Crítico: Analisar regras, estratégias e dinâmicas dos jogos, 
fomentando o pensamento crítico e reflexivo.
Referências e Inspirações 
BROTTO, F. O Jogo e a Educação Infantil. Loyola, 2001.
KISHIMOTO, T. M. Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. Cortez, 2010.
DARIDO, S. C. Educação Física na Escola: Questões e Reflexões. Guanabara 
Koogan, 2005.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação Física. 2018.
6.10. EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO – ENSINO FUNDAMENTAL
Tema: Trânsito 
Unidade Temática: Educação para o Trânsito
Etapa: Ensino Fundamental anos finais
Área do Conhecimento: Ciências Humanas 
Apresentação
O tema dessa eletiva vem ao encontro da superação dos altos índices de vio-
lência no trânsito, entendendo que a educação é o ponto de partida para trans-
formação de comportamentos e construção de valores humanos, tais como res-
peito, cortesia, cooperação, solidariedade e responsabilidade. Acredita-se que 
envolver adolescentes e jovens nesse processo de conscientização é um caminho 
para que o ato educativo se dissemine nas famílias, nos pares, e consequente-
mente a sociedade seja transformada. Para intensificar e cultivar a paz no trân-
sito é preciso ampliar o acesso às informações e promover discussões sobre as 
normas e incentivar as boas práticas por condutores e pedestres. Essa transfor-
mação perpassa pela educação de cada cidadão, onde cada um deve assumir a 
sua responsabilidade, de modo a evitar quaisquer tipos de violências desde as 
discussões, agressões, transgressão de regras, até os acidentes fatais.
Responsabilidade e Cidadania —  Agir pessoal e coletivamente com autonomia, 
responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões 
com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários. 
(BNCC, p.9).
...Por fim, cabe aos sistemas e redes de ensino, assim como às escolas, em suas res-
pectivas esferas de autonomia e competência, incorporar aos currículos e às propos-
tas pedagógicas a abordagem de temas contemporâneos que afetam a vida humana 
em escala local, regional e global, preferencialmente de forma transversal e integra-
dora. Entre esses temas, destacam-se: direitos da criança e do adolescente (Lei nº 
8.069/199016), educação para o trânsito (Lei nº 9.503/199717), (BNCC, p. 10)
Partindo desses pressupostos, entende-se que a Educação para o Trânsito 
como proposta curricular transversal – Eletiva, deve ser trabalhada no fazer pe-
dagógico, de forma contextualizada, incluída no desenvolvimento do currículo, 
numa perspectiva ética, empática e consciente. Cabe afirmar que a Educação 
para o Trânsito é entendida por esse departamento pedagógico, como uma te-
mática de valorização da vida uma vez que segundo o relatório Status Report on 
Road Safety 2022, da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o terceiro 
país com mais mortes no trânsito em todo o mundo, o que configura como a 
oitava principal causa de mortes no país. Entende-se que a Educação para o 
Trânsito, pode ser um caminho mais eficaz para conscientizar e dialogar sobre 
as posturas éticas, prudentes e empáticas tanto de pedestres e condutores no 
trânsito e como forma de ampliar e intensificar a transformação consciente por 
meio de projetos de aprendizagem queultrapassem os muros da escola e se 
disseminem nas comunidades locais e consequentemente na sociedade.
Nesse construto, no Documento Curricular para Goiás – Ampliado (DC-GO 
2018) a Educação para o Trânsito está contemplado no Campo de Atuação na 
Vida Pública: código nacional de trânsito no sentido de:
3938
	identificar, tendo em vista o contexto de produção, a forma de organiza-
ção dos textos normativos e legais (Lei, código, estatuto, regimento etc.), 
a lógica de hierarquização de seus itens e subitens e suas partes; 
	engajar-se com a busca de soluções para problemas ou questões que en-
volvam a vida da escola e da comunidade;
	relacionar textos e documentos legais e normativos de importância uni-
versal, nacional ou local que envolvam direitos, em especial, de crianças, 
adolescentes e jovens;
	contrastar dados e informações de diferentes fontes, identificando coin-
cidências, complementaridades e contradições, de forma a poder com-
preender e posicionar-se criticamente sobre os dados e informações 
usados em fundamentação de propostas e analisar a coerência entre os 
elementos, de forma a tomar decisões fundamentadas;
	discutir casos, reais ou simulações, submetidos a juízo, que envolvam (su-
postos) desrespeitos do Código Nacional de Trânsito, como forma de criar 
familiaridade com textos legais – seu vocabulário, formas de organização, 
marcas de estilo etc. 
Essas perspectivas requerem um trabalho pedagógico transversal e meto-
dologias que primem pelo processo de ensino e aprendizagem para a formação 
e desenvolvimento humano, com emancipação dos sujeitos estudantes. 
Assim, essa proposição de eletiva deve contextualizar e problematizar a 
relação dos estudantes com o trânsito, a partir das vias locais para contribuir 
com as mudanças de hábitos e atitudes para o tráfego mais consciente, em que 
o protagonismo gere ações para além do individual, que sejam coletivas, que 
extrapolem os muros das escolas e canalizem uma sólida sociedade mais cons-
ciente e sensível. 
Por fim, compete à escola conscientizar para a responsabilidade coletiva 
de condutores e pedestres, respeito às normas de trânsito, de condutas empá-
ticas, solidárias e atitudes de gentileza com intuito de valorizar a vida evitando 
multas aos condutores, cultivando a paz e prevenindo acidentes.
Objetivo Geral
Proporcionar aos estudantes do Ensino Fundamental (Anos Finais), o for-
talecimento da cultura de paz e a valorização da vida, por meio da conscien-
tização quanto aos valores e das condutas no tráfego de pedestres e con-
dutores, no sentido de prevenir violências no trânsito bem como contribuir 
com o desenvolvimento de atitudes que geram gentileza, valores, segurança 
e respeito no trânsito.
Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular - BNNC. Bra-
sília: MEC, 2018. 
GOIAS. Secretaria de Estado de Educação. Documento Curricular para Goiás - 
DC-GO. Goiânia, 2018.
Referências e Inspirações
CRUZ, Roberto Moraes; ALCHIERI, João Carlos; HOFFMANN, Maria Helena – 
Comportamento Humano no Trânsito – São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
ELIAS, José – Brincando e Aprendendo no Trânsito – Lorenzet, 1999.
ESPÍRITO SANTO, J. Trânsito e Cidadania – Ed. Brasília, DF, 2000.
FILIPOUSKI, Mariza Ribeiro – Trânsito e Educação: Itinerários Pedagógicos – 
Porto Alegre: UFRGS, 2002.
FRERICHS, Rosane – O Céu Já Tem Anjos Demais: Educação Para o Trânsito – 
FTD, 1997.
JOHANNES, R. Os Sinais de Trânsito e o Comportamento Seguro – Sagra-DC 
Luzzatto (RS).
KUTIANSKI, Maria Lucia A.; ARAÚJO, Sílvio J. Mazalotti de – Educando Para o 
Trânsito – São Paulo: Kalimera, 1999. 
MARTINS, João Pedro – A Educação de Trânsito – Autêntica, 2004.
MARTINS, João Pedro – A Educação Para o Trânsito – Campanhas educativas 
nas escolas – Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
RODRIGUES, Juciara – Educação de Trânsito no Ensino Fundamental: Cami-
nho aberto à Cidadania – Brasília: ABDETRAN, 1999.
4140
ROZESTRATEN, Reinier, J. A. – Os Sinais de Trânsito e o Comportamento Se-
guro – Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 1996.
ROZESTRATEN, Reinier, J. A. – Psicologia do Trânsito – São Paulo: EPU, 1998.
SABINO, Eliana – Sinal Verde Para um Trânsito Feliz – Rio de Janeiro: Ob-
jetiva, 1992.
SANTOS, Lucene Ramos. Educação para o Trânsito: da moral heterônoma 
para autônoma. Salvador, 2006.
SEFFNER, Fernando; KEHRWALD, Isabel Petry; OUTROS – Trânsito e Educação 
– Itinerários Pedagógicos – UFRGS, 2002.
TODOLIVRO – Educação Para o Trânsito – Pedestre / Bicicleta / Ônibus / Au-
tomóvel / Caminhão / Motocicleta – Todolivro, 2002.
TOLENTINO, Nereide E. B. – Trânsito: Qualidade de Vida do Condutor e o Có-
digo de Trânsito Brasileiro – São Paulo: Edicon, 1998.
VASCONCELOS, Eduardo Alcântara de – O Que é Trânsito – 3 ed. Revisada e 
Ampliada – São Paulo: Brasiliense, 1998.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Trânsito. In: CARDOSO, Beatriz; EDNIR, Madza 
(Orgs.). Ler e escrever, muito prazer! São Paulo: Ática, 1998.
Webreferências
(Observatório Nacional de Segurança Viária)
Disponível em: https://www.onsv.org.br/. Acesso em: 12 dez. 2023.
Disponível em: https://www.youtube.com/channel/UCrbFpAR6vF_rkD2X-wa9M-
CA. Acesso em: 12 dez. 2023.
Lei e materiais básicos sugeridos
Código de Trânsito Brasileiro.
Proposta de trabalho com conteúdo sugeridos pela Escola Pública de 
Trânsito do Detran-Go.
Programa Trânsito Seguro.Trânsito Seguro para o Ensino Fundamental
Sugestão Curricular
Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/1L2_LnYmSw8X-fr-
C2BEMB2yE16XewAXDR. Acesso em: 12 dez. 2023.
6.11. PROJETO DE VIDA – ENSINO FUNDAMENTAL
Tema: Projeto de Vida
Unidade Temática: Descobrindo Caminhos
Etapa: Ensino Fundamental anos finais
Área do conhecimento: Ciências Humanas, Linguagens e Ciências da Natureza.
Apresentação
A eletiva de Projeto de Vida para o Ensino Fundamental visa orientar os alu-
nos na exploração de suas aspirações, habilidades e interesses, capacitando-os 
a tomar decisões conscientes sobre seu futuro. Ao longo do curso, os estudantes 
serão incentivados a refletir sobre metas pessoais, desenvolver habilidades so-
cioemocionais e traçar planos para alcançar o sucesso acadêmico e profissional. 
O desenvolvimento de Projeto de Vida, por meio das competências socio-
emocionais, construção de projetos para futuro e promoção da saúde mental 
e emocional passou a ser temática essencial nas escolas brasileiras a partir da 
publicação da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) em 2017, que tem, entre 
as competências gerais para a educação básica, as seguintes:
Competência 6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se 
de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do 
mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto 
de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
Competência 7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para 
formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e 
promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável 
em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si 
mesmo, dos outros e do planeta. 
4342
https://www.onsv.org.br/
https://www.youtube.com/channel/UCrbFpAR6vF_rkD2X-wa9MCA
https://www.youtube.com/channel/UCrbFpAR6vF_rkD2X-wa9MCA
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm
https://drive.google.com/file/d/1GXDAycQLBk-ZZ6JZQxWjc_h-bqKeWhX6/view?usp=sharing
https://drive.google.com/drive/folders/1L2_LnYmSw8X-frC2BEMB2yE16XewAXDR
https://drive.google.com/drive/folders/1L2_LnYmSw8X-frC2BEMB2yE16XewAXDR
Competência 8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, com-
preendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, 
com autocrítica e capacidade para lidar com elas. 
Competência 9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação,fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com aco-
lhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, 
identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. 
Competência 10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexi-
bilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, 
democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários. (BRASIL, 2018, pp. 9-10)
Na perspectiva das competências citadas a eletiva, cuja Unidade Temática: 
Construindo Caminhos, evidencia a necessidade de considerar em sua imple-
mentação o que os estudantes possuem de demanda de vida pessoal, social, 
educacional e profissional, nas diferentes formas em que vivem a experiência 
escolar e suas múltiplas identidades e sua diversidade, entre elas, as diferenças 
regionais, de renda, de gênero e as diferenças étnico-racial.
Portanto, promover práticas pedagógicas para que os estudantes possam 
compreender e gerenciar de maneira cada vez mais consciente suas emoções, pen-
samentos, valores e atitudes para lidar com as demandas pessoais, relacionais, so-
ciais e profissionais de forma saudável é um dos caminhos para construção de um 
mundo melhor e uma forma de conquistar a emancipação de suas próprias vidas.
Objetivo Geral
Instrumentalizar educadores, estudantes e o ambiente educacional para 
lidar de forma mais saudável com as crescentes demandas pessoais, relacio-
nais, sociais e profissionais, favorecendo o desenvolvimento de competências 
socioemocionais, a construção de projetos de vida e a conscientização sobre 
o cuidado com a saúde mental, promovendo assim o exercício da cidadania, o 
bem-estar, a saúde emocional e mental dos envolvidos.
Referências e Inspirações 
Materiais disponíveis em pastas nos drives:
Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/1aaCwNs0HiQ209r-
QMkMqCNd8MDI44ObBO. Acesso em: 12 dez. 2023.
6.12. PENSAMENTO COMPUTACIONAL
Tema: Tecnologia da Informação
Unidade Temática: Pensamento Computacional
Etapa: Ensino Médio
Área do Conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Matemática 
e suas Tecnologias
Apresentação
O termo Pensamento Computacional é enunciado na comunicação de Je-
annette M. Wing intitulada “Pensamento Computacional” em 2006. Em seu tex-
to, Wing (2006) descreve o pensamento computacional como sendo algo ao 
alcance de todas e todos, independente de formação na área de tecnologia da 
informação, abrangendo uma série de processos cognitivos que envolvem a re-
solução de problemas. Wing (2006) ainda relaciona uma lista de atividades que 
se enquadram ou não como sendo pensamento computacional. Por exemplo, 
a programação de computadores não é pensamento computacional, mas a ló-
gica de estruturação e pensamento de um código são integrantes deste tipo de 
pensamento. Essa diferença, por mais sutil que seja, fica clara quando Wing (p. 
3, 2006) afirma que o pensamento computacional é “um modo como os huma-
nos pensam, não os computadores”. Nesta perspectiva, a Sociedade Brasileira de 
Computação, SBC (p. 2, 2019) define o pensamento computacional como sendo 
a “Habilidade de compreender, definir, modelar, comparar, solucionar, automatizar 
e analisar problemas (e soluções) de forma metódica e sistemática.” e o associa 
com o seu uso na educação, destacando a sua contribuição da Computação e 
do Pensamento Computacional para o desenvolvimento das competências ge-
rais da BNCC, conforme a Figura 1. Assim sendo, a proposta de uma eletiva que 
aborde o pensamento computacional, tem como foco o desenvolvimento de 
competências e habilidades na solução de problemas utilizando os processos 
cognitivos e estruturas lógicas da computação, como a lógica de programação 
e o desenvolvimento de algoritmos, por exemplo. Ao desenvolver uma eletiva 
de pensamento computacional, o(a) professor(a) promoverá diretamente o de-
senvolvimento das habilidades inerentes às competências gerais 2, 7, 9 e 10 da 
BNCC (BRASIL, 2018).
4544
https://drive.google.com/drive/folders/1aaCwNs0HiQ209rQMkMqCNd8MDI44ObBO
https://drive.google.com/drive/folders/1aaCwNs0HiQ209rQMkMqCNd8MDI44ObBO
Figura 01: Computação no desenvolvimento das competências gerais da BNCC
Fonte: (SBC, p. 6, 2019)
Objetivo Geral
Desenvolver competências e habilidades do séc. XXI através da utilização 
do pensamento computacional, potencializando a capacidade de compreender, 
definir, modelar, comparar, solucionar, automatizar e analisar problemas e solu-
ções de forma crítica e sistemática.
Referências
SOCIEDADE BRASILEIRA DE COMPUTAÇÃO (SBC). Diretrizes para ensino de 
Computação na Educação Básica. Sociedade Brasileira de Computação, 2019. 
Disponível em: https://www.sbc.org.br/documentos-da-sbc?task=download.
send&id=1220&catid=203&m=0. Acesso em: 18 dez. 2023.
WING, Jeannette M. Computational thinking. Communications of the ACM, v. 
49, n. 3, p. 33-35, 2006. Com tradução para o português. Disponível em: https://
em.apm.pt/index.php/em/article/download/2736/2781. Acesso em: 18 dez. 2023.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: 
MEC, 2018.
Referências para o Professor
Cartilha com atividades desplugadas para o Ensino Médio. Disponível em: 
https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/585927. Acesso em: 18 dez. 2023.
21 Atividades de Computação Desplugada indicadas pelo Instituto de Matemá-
tica, Estatística e Computação Científica da UNICAMP. Disponível em: https://
desplugada.ime.unicamp.br/atividades.html. Acesso em: 18 dez. 2023.
TRANCOSO, F. F.; SILVA, F. S.; PEIXOTO, J. L. B. Pensamento computacional em 
movimento. Revista Diálogo Educacional, Curitiba: Editora PUCPRESS, v. 23, n. 
77, p.746-759, abr./jun. 2023. Disponível em: https://periodicos.pucpr.br/dialo-
goeducacional/article/view/30002/26112. Acesso em: 18 dez. 2023.
SALGADO, L.; ARAÚJO, A.; FRIGO, L. B.; BIM, S. A.; CONECTANDO ASPECTOS SO-
CIOCULTURAIS AO PENSAMENTO COMPUTACIONAL EM ATIVIDADES DESPLUGA-
DAS NO ENSINO FUNDAMENTAL. Cadernos CEDES, v. 43, n. 120, p. 73-85, 2023. 
Disponível em: https://www.scielo.br/j/ccedes/a/qjMbpb38N4NTB73y9M5k9m-
f/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 18 dez. 2023.
NUNES, N. B.; BONA, A. S.; KOLOGESKI, A. L.; BATISTA, V. S.; ALVES, L. P. (DES)
PLUGA: O PENSAMENTO COMPUTACIONAL APLICADO EM ATIVIDADES INO-
VADORAS: (DIS)PLUG: COMPUTATIONAL THINKING APPLIED TO INNOVATIVE 
ACTIVITIES. Revista Contexto & Educação, 36(114), 72–88, 2021. Disponível 
em: https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoeducacao/article/
view/11798. Acesso em: 18 dez. 2023.
BOBSIN, R. S.; NUNES, N. B.; KOLOGESKI, A. L.; BONA, A. S. O pensamento com-
putacional presente na resolução de problemas investigativos de matemática 
na escola básica. In: Anais do XXXI Simpósio Brasileiro de Informática na 
Educação. SBC, 2020. p. 1473-1482. Disponível em: https://sol.sbc.org.br/index.
php/sbie/article/view/12903/12757. Acesso em: 18 dez. 2023.
4746
https://www.sbc.org.br/documentos-da-sbc?task=download.send&id=1220&catid=203&m=0
https://www.sbc.org.br/documentos-da-sbc?task=download.send&id=1220&catid=203&m=0
https://em.apm.pt/index.php/em/article/download/2736/2781
https://em.apm.pt/index.php/em/article/download/2736/2781
https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/585927
https://desplugada.ime.unicamp.br/atividades.html
https://desplugada.ime.unicamp.br/atividades.html
https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/30002/26112
https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/30002/26112
https://www.scielo.br/j/ccedes/a/qjMbpb38N4NTB73y9M5k9mf/?format=pdf&lang=pt
https://www.scielo.br/j/ccedes/a/qjMbpb38N4NTB73y9M5k9mf/?format=pdf&lang=pt
https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoeducacao/article/view/11798
https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoeducacao/article/view/11798
https://sol.sbc.org.br/index.php/sbie/article/view/12903/12757
https://sol.sbc.org.br/index.php/sbie/article/view/12903/12757
6.13. PRODUÇÃOCÊNICA – ENSINO MÉDIO 
Tema: Multiculturalismo: Educação para a valorização do multiculturalismo nas 
matrizes históricas e culturais brasileiras 
Unidade Temática: Arte/Teatro
Etapa: Ensino Médio
Área do conhecimento: Linguagens e Suas Tecnologias 
Apresentação
A proposta da Eletiva Produção Cênica foi pautada na necessidade de 
ampliação do tema “Multiculturalismo” para os/as estudantes da rede esta-
dual de ensino. Na Educação Básica, o conhecimento artístico – ao ser tor-
nado em conhecimento escolar, desenvolve um conjunto de competências 
e habilidades específicas que potencializam, por exemplo, a criticidade, a 
criatividade, a percepção, a sensibilidade e o protagonismo dos sujeitos pe-
los princípios da arte educação. No compromisso com a educação integral, e 
em conformidade com os referenciais curriculares nacional e estadual, a sa-
ber: Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e Documento Curricular Para 
Goiás – Etapa Ensino Médio (DC-GOEM), é esperado que os/as estudantes 
possam se aprofundar em saberes culturais através de práticas artísticas 
em Arte/Teatro. Nesse sentido, a Eletiva Produção Cênica busca: incentivar 
os/as estudantes a pesquisar sobre autores regionais/goianos; interpretar 
textos por meio da contação de histórias; desenvolver a apreciação esté-
tica, a criatividade, a sensibilidade e a produção cênica; pesquisar e inter-
pretar textos de Bariani Ortêncio e Bernardo Élis; apresentar sessões de 
contação de histórias dentro da unidade escolar e possivelmente dentro do 
Concurso Bariani Ortêncio. Desse modo, contribuindo para que a educação 
goiana contemple o alcance da formação humana, o exercício da cidadania 
e a qualificação para o mundo do trabalho no território brasileiro.
Objetivo Geral
Proporcionar para os/as estudantes do Ensino Médio o desenvolvimento 
de habilidades artísticas, potencializando saberes culturais inseridos no estudo 
de teatro e exercício da prática teatral.
Referências e inspirações
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: 
MEC, 2018.
CIRANDA DA ARTE. Revista Digital WebZine Ciranda da Arte, 2023. Página inicial. 
Disponível em: https://cirandadaarte.com.br/webzine/. Acesso em: 20 nov. 2023.
COLELLO, Silvia M. Gasparian. A escola e a produção textual: Práticas intera-
tivas e tecnológicas. Summus Editora, 2017.
HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudanças na educação: Os projetos 
de trabalho. Porto Alegre: ArtMed, 1998. Tradução: Jussara Haubert Rodrigues.
 
HERNÁNDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo 
por projetos de trabalho: O conhecimento é um caleidoscópio. 5. ed. Porto 
Alegre: ArtMed, 1998. Tradução: Jussara Haubert Rodrigues.
PAVIS, Patrice. O teatro no cruzamento de culturas. Trad. Nanci Fernandes. 
São Paulo: Perspectiva, 2008.
SPOLIN, V. Jogos teatrais: o fichário de Viola Spolin. Tradução de Ingrid Dor-
mien Koudela. São Paulo: Perspectiva, 2001.
TELES, J. M. Dicionário do escritor goiano. Goiânia: Kelps, 2006.
6.14. PRODUÇÃO LITERÁRIA – ENSINO MÉDIO 
Tema: Multiculturalismo: Educação para a valorização do multiculturalismo nas 
matrizes históricas e culturais brasileiras 
Unidade Temática: Língua Portuguesa
Etapa: Ensino Médio
Área do conhecimento: Linguagens e Suas Tecnologias 
Apresentação
A proposta da Eletiva Produção Literária foi pautada na necessidade de amplia-
ção do tema “Multiculturalismo” para os/as estudantes da rede estadual de ensino. 
Na Educação Básica, o conhecimento artístico e linguístico – ao ser tornado em 
4948
https://cirandadaarte.com.br/webzine/
conhecimento escolar, desenvolve um conjunto de competências e habilidades es-
pecíficas que potencializam, por exemplo, a criticidade, a criatividade, a percepção, 
a sensibilidade e o protagonismo dos sujeitos pelos princípios da arte educação. 
No compromisso com a educação integral, e em conformidade com os referenciais 
curriculares nacional e estadual, a saber: Base Nacional Comum Curricular (BNCC) 
e Documento Curricular Para Goiás – Etapa Ensino Médio (DC-GOEM), é esperado 
que os/as estudantes possam se aprofundar em saberes culturais através de prá-
ticas artísticas e linguísticas em Língua Portuguesa e Arte/Teatro. 
Nesse sentido, a Eletiva Produção Literária busca: possibilitar que o/a estu-
dante possa adentrar ao mundo imaginário pela criatividade por meio do texto 
escrito; estimular a pesquisa sobre temas relevantes do mundo contemporâ-
neo pela prática da Língua Portuguesa nas diversas formas de expressão, seja 
na escola e/ou nos diferentes contextos sociais e produzir textos de tipologias 
textuais variadas a partir da leitura de obras de Bariani Ortêncio para trabalhar 
a reescrita de textos. Desse modo, contribuindo para que a educação goiana 
contemple o alcance da formação humana, o exercício da cidadania e a qualifi-
cação para o mundo do trabalho no território brasileiro.
Objetivo Geral
Proporcionar para os/as estudantes do Ensino Médio o desenvolvimento 
de habilidades na área do conhecimento das linguagens a partir do tema: mul-
ticulturalismo - potencializadas na produção textual, tendo como referência as 
obras do autor regional/goiano Bariani Ortêncio.
Referências e inspirações
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: 
MEC, 2018.
CIRANDA DA ARTE. Revista Digital WebZine Ciranda da Arte, 2023. Página 
inicial. Disponível em: https://cirandadaarte.com.br/webzine/. Acesso em: 20 
nov. 2023.
COLELLO, Silvia M. Gasparian. A escola e a produção textual: Práticas inte-
rativas e tecnológicas. Summus Editora, 2017.
d’ALMEIDA, Mônica. A revisão do texto – parte integrante do processo de 
produção textual. eBook Kindle, 2020.
NETTO, Daniela Favero. Produção Textual. Paco Editorial, 2017.
OLIVEIRA, Rafael Camargo de. Produção de texto. Brasil Escola. Disponível 
em: https://brasilescola.uol.com.br/redacao/producao-texto.htm. Acesso em: 
06 nov. 2023.
6.15. PRÁTICAS EXPERIMENTAIS EM: BIOLOGIA, FÍSICA OU QUÍMICA 
Tema: Práticas Experimentais 
Unidade Temática: Atividades Experimentais – Biologia ou Física ou Química
Etapa: Ensino Médio 
Área do conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Apresentação
A educação desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da 
sociedade, e as escolas públicas do estado de Goiás têm a responsabilidade 
de proporcionar uma base sólida de conhecimento aos estudantes. Quando se 
trata da área de conhecimento de Ciências da Natureza e suas Tecnologias, a 
inclusão de aulas práticas e experimentais desempenha um papel de extrema 
importância. Estas atividades não apenas enriquecem o aprendizado, mas tam-
bém tornam a compreensão de conceitos complexos mais acessível, fomentam 
o interesse nas ciências e preparam os estudantes para enfrentar desafios do 
mundo real. Neste contexto, a Eletiva – Atividades Experimentais (compreen-
dendo um dos componentes Biologia, Física ou Química), visa alinhar teoria e 
prática como ferramenta pedagógica na construção do conhecimento cientí-
fico, possibilitando a aproximação de professores e estudantes das unidades 
escolares do estado de Goiás por meio de uma educação contextualizada e 
voltada para a formação de um cidadão protagonista na sociedade.
Conforme definido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, 
Lei nº 9.394/1996), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) deve nortear os 
currículos dos sistemas e redes de ensino das Unidades Federativas, como tam-
bém as propostas pedagógicas de todas as escolas públicas e privadas de Edu-
cação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, em todo o Brasil. Como a 
sociedade contemporânea está fortemente organizada com base no desenvol-
vimento científico e tecnológico, a experimentação deve fazer parte da práti-
ca no ambiente escolar. E esse mesmo desenvolvimento resulta em novos ou 
5150
https://cirandadaarte.com.br/webzine/
https://brasilescola.uol.com.br/redacao/producao-texto.htm
melhores produtos e serviços, mas também pode promover desequilíbrios na 
natureza e nasociedade. 
Ao longo da Educação Básica, Ciências da Natureza e suas Tecnologias têm 
um compromisso com o desenvolvimento do letramento científico, que envolve 
a capacidade de compreender e interpretar o mundo (natural, social e tecnoló-
gico), mas também de transformá-lo com base nos aportes teóricos e proces-
suais das ciências.   
Nessa perspectiva, a BNCC traz a área de Ciências da Natureza e suas Tec-
nologias, por meio de um olhar articulado de diversos campos do saber o com-
promisso de garantir aos estudantes do Ensino Médio o acesso à diversida-
de de conhecimentos científicos produzidos ao longo da história, bem como a 
aproximação gradativa aos principais processos, práticas e procedimentos da 
investigação científica. O que corrobora a experimentação como prática corri-
queira e precursora do conhecimento científico. 
Na abordagem das eletivas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias no 
Ensino Médio, busca-se promover uma aprendizagem mais contextualizada e 
aplicada. Para a execução desta eletiva é importante considerar um dos compo-
nentes (Biologia, Física ou Química) para a modulação do professor e o desen-
volvimento de habilidades e objetos de conhecimento próprios do componente 
curricular elencado para as atividades experimentais. A eletiva visa integrar te-
oria e prática, utilizando recursos tecnológicos para enriquecer a compreensão 
dos conceitos científicos. Ao permitir que os estudantes explorem experimentos, 
simulações e projetos práticos, as eletivas proporcionam uma experiência mais 
dinâmica, estimulando o pensamento crítico e a resolução de problemas. Além 
disso, essa abordagem contribui para a formação de estudantes mais engajados 
e preparados para os desafios do mundo contemporâneo, conectando o conhe-
cimento acadêmico à sua aplicação no cotidiano e no avanço da sociedade.
Objetivo Geral
Desenvolver nos estudantes do ensino médio uma compreensão sólida e 
prática da importância da construção da ciência, estimulando o pensamento 
crítico, a curiosidade e a capacidade de aplicar conceitos científicos para resol-
ver problemas do dia a dia.
Referências e Inspirações:
KHAN ACADEMY. Ciências por ano. Disponível em: https://pt.khanacademy.
org/science/ciencias-por-ano. Acesso em: 19 dez. 2023.
Laboratório Educacional de Ciências da Natureza. Disponível em: https://drive.
google.com/file/d/1s9noQ21WV_p1InOiPXwqlPG2zPxWgKH8/view?usp=sharing 
Acesso em: 19 dez. 2023.
Disponível em: Manuais - Laboratório Ciências - OneDrive (sharepoint.com) 
Acesso em: 19 dez. 2023.
Biblioteca Digital. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/
texto/ue000052.pdf Acesso em: 19 dez. 2023.
QUEZADA, Sidnei. Práticas experimentais investigativas em ensino de ciências: 
caderno de experimentos de física, química e biologia – espaços de educação 
não formal – reflexões sobre o ensino de ciências. 2012. Disponível em: https://
educimat.ifes.edu.br/images/stories/Publica%C3%A7%C3%B5es/Livros/Ifes_Li-
vro-Praticas-Experimentais-_2012.pdf Acesso em: 19 dez. 2023.
6.16. APRENDENDO A VIVER NA CIDADE (CEPI)
Tema: Meio Ambiente
Unidade Temática: Aprendendo a Viver na Cidade
Etapa: Ensino Médio
Área do Conhecimento: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; Ciências da Na-
tureza e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias
 
Apresentação 
Segundo os primeiros resultados do Censo de 2022 fornecido pelo Institu-
to Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2023), termos uma das maiores 
taxas de urbanidade do mundo, 85%. Na região Centro-Oeste, especificamente, 
ocorreu o maior crescimento populacional da última década entre as regiões 
brasileiras, com taxa atual indicando um crescimento de 1,23% ao ano, isso é 
mais do que o dobro da média do país, que foi de 0,52%. Dessa forma, é neces-
sário voltar as atenções para questões essenciais que envolvem a cidade. 
Assim, partindo da necessidade de contextualizar e dinamizar o processo 
de ensino-aprendizagem, é importante destacar que as cidades são estudadas 
por diferentes componentes curriculares. Nesse contexto, num mundo cada 
vez mais urbanizado, a cidade é entendida como um campo de atividades no 
qual diversos atores interagem através de instrumentos e ferramentas sociais 
e individuais, o que se torna uma eloquente oportunidade de aprendizagem in-
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https://pt.khanacademy.org/science/ciencias-por-ano
https://pt.khanacademy.org/science/ciencias-por-ano
https://drive.google.com/file/d/1s9noQ21WV_p1InOiPXwqlPG2zPxWgKH8/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1s9noQ21WV_p1InOiPXwqlPG2zPxWgKH8/view?usp=sharing
https://seducgogov-my.sharepoint.com/personal/gefaf_seduc_go_gov_br/_layouts/15/onedrive.aspx?id=%2Fpersonal%2Fgefaf%5Fseduc%5Fgo%5Fgov%5Fbr%2FDocuments%2FSEDIEF%2FEF%20II%20%2D%20ANOS%20FINAIS%2FLAB%2D%20CI%C3%8ANCIA%20E%20MATEM%C3%81TICA%2FManuais%2D%20Laborat%C3%B3rio%20Ci%C3%AAncias&ga=1
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000052.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000052.pdf
https://educimat.ifes.edu.br/images/stories/Publica%C3%A7%C3%B5es/Livros/Ifes_Livro-Praticas-Experimentais-_2012.pdf
https://educimat.ifes.edu.br/images/stories/Publica%C3%A7%C3%B5es/Livros/Ifes_Livro-Praticas-Experimentais-_2012.pdf
https://educimat.ifes.edu.br/images/stories/Publica%C3%A7%C3%B5es/Livros/Ifes_Livro-Praticas-Experimentais-_2012.pdf
terdisciplinar. Dessa forma, esse tema pode e deve ser ampliado e apresentado 
de forma estruturada em um percurso que compreenda sua gênese e desen-
volvimento, seus aspectos físicos e estruturais, sua governança e a experiência 
de seus moradores, com destaque para os canais de participação popular na 
construção do espaço urbano.
Faz-se necessário, portanto, que as discussões tenham como foco a vida 
urbana e o exercício da cidadania, e possam contribuir com o desenvolvimento 
do protagonismo juvenil dentro do contexto e da realidade do estudante, sen-
do importante que o aprendizado esteja voltado à cidade de sua residência, aos 
seus arredores e à sua comunidade. 
Objetivo Geral
Potencializar o processo de aprendizagem através do conhecimento sobre 
cidades, possibilitando ao estudante aprender conceitos fundamentais sobre o 
território, economia da cidade, moradia e mobilidade urbana.
Referências e Inspirações:
Arq Futuro. Disponível em: https://arqfuturo.com.br/post/arq.futuro-educa-
cao--aprendendo-a-viver-na-cidade. Acesso em: 19 dez. 2023. 
BEĨ Educação. Disponível em: http://beieducacao.com.br. Acesso em: 19 dez. 2023. 
Cidades: conceitos, funções e sítio urbano - Geografia - Ensino Médio - Canal 
Futura. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=1Q3nD7muVcU. 
Acesso em: 19 dez. 2023. 
Cidade inteligente ou Smart City. Disponível em: https://www.youtube.com/wa-
tch?v=ka9mrG02p70. Acesso em: 19 dez. 2023. 
Dados estatísticos (IBGE). Disponível em: Home | Agência de Notícias (ibge.
gov.br). Acesso em: 19 dez. 2023. 
Google Earth. Disponível em: https://earth.google.com/web/@-16.50731251,-
49.36179843,742.42668277a,143724.48201746d,35y,0h,0t,0r/data=OgMKATA. 
Acesso em: 19 dez. 2023. 
Livro PDF: CAVALCANTI, Lana de S. A geografia escolar e a cidade: ensaios sobre 
o ensino de geografia para a vida urbana cotidiana. Campinas-SP: Papirus Edi-
tora, 2008. Disponível em: https://www.google.com.br/books/edition/_/KXadl-
GexMiwC?hl=pt-BR&gbpv=1. Acesso em: 19 dez. 2023. 
Minicenso. Disponível em: https://porvir.org/professor-matematica-ibge-esta-
tistica/. Acesso em: 19 dez. 2023. 
Tese Doutorado. A Cidade como conteúdo escolar no Ensino Médio. Disponí-
vel em: https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/16657/000704137.pdf?. 
Acesso em: 19 dez. 2023. 
Referência 
IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Demográ-
fico 2022. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: liv102011.pdf (ibge.gov.br). 
Acesso em: 06 nov. 2023.
6.17. BIOTECNOLOGIA
Tema: Ciência e Tecnologia 
Unidade Temática: Biotecnologia
Área do Conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias 
Etapa: Ensino Médio 
ApresentaçãoA biotecnologia é uma área multidisciplinar que utiliza organismos vivos ou 
partes deles para desenvolver produtos e processos que beneficiam a socieda-
de (Brasil, 1992). Essa área combina conhecimentos da biologia, química, gené-
tica, engenharia e outras disciplinas para criar soluções inovadoras nas áreas 
da agricultura, saúde, meio ambiente e indústria.
No ensino médio, é importante ensinar sobre a biotecnologia pois ela está 
presente em nossa vida cotidiana de diversas maneiras. Ao compreender os prin-
cípios básicos dessa ciência, os estudantes podem entender melhor questões 
relacionadas à alimentação, saúde e meio ambiente. Além disso, o ensino da bio-
tecnologia estimula o pensamento crítico e o interesse pelas ciências naturais.
Ao aprender sobre a biotecnologia no ensino médio, os estudantes podem 
desenvolver habilidades importantes como análise de dados científicos, traba-
5554
https://arqfuturo.com.br/post/arq.futuro-educacao--aprendendo-a-viver-na-cidade
https://arqfuturo.com.br/post/arq.futuro-educacao--aprendendo-a-viver-na-cidade
http://beieducacao.com.br/
https://www.youtube.com/watch?v=1Q3nD7muVcU
https://www.youtube.com/watch?v=ka9mrG02p70
https://www.youtube.com/watch?v=ka9mrG02p70
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/
https://earth.google.com/web/@-16.50731251,-49.36179843,742.42668277a,143724.48201746d,35y,0h,0t,0r/data=OgMKATA
https://earth.google.com/web/@-16.50731251,-49.36179843,742.42668277a,143724.48201746d,35y,0h,0t,0r/data=OgMKATA
https://www.google.com.br/books/edition/_/KXadlGexMiwC?hl=pt-BR&gbpv=1
https://www.google.com.br/books/edition/_/KXadlGexMiwC?hl=pt-BR&gbpv=1
https://porvir.org/professor-matematica-ibge-estatistica/
https://porvir.org/professor-matematica-ibge-estatistica/
https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/16657/000704137.pdf
https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv102011.pdf
lho em equipe e resolução de problemas. Além disso, podem se familiarizar 
com diferentes técnicas laboratoriais utilizadas nessa área.
A importância do ensino da biotecnologia no ensino médio vai além do 
aspecto científico. Também, promove a conscientização sobre assuntos éticos 
relacionados ao uso de organismos vivos em pesquisas e produção industrial. 
Os estudantes aprendem sobre as implicações sociais e ambientais das tecno-
logias biológicas e são incentivados a refletir sobre seus impactos.
Portanto, incluir o estudo da biotecnologia no currículo escolar proporcio-
na aos estudantes uma compreensão mais abrangente do mundo ao seu redor 
e, ajuda a prepará-los para enfrentar desafios futuros e tomar decisões infor-
madas sobre questões relacionadas à saúde, meio ambiente e desenvolvimen-
to sustentável.
Objetivo Geral
Identificar as principais técnicas utilizadas atualmente nas áreas de agricul-
tura, pecuária, saúde e produção de medicamentos relacionados a biotecnolo-
gia, aplicando estes conhecimentos na resolução de questões contextualizadas 
e multidisciplinares.
Referências
BRASIL. Decreto Legislativo n. 2, de 3.2.2004. Aprova o texto da Convenção da 
Diversidade Biológica, assinada durante a Conferência das Nações Unidas so-
bre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada na cidade do Rio de Janeiro, 
no período de 5 a 14 de junho de 1992.
Referências para o professor
DAHM, Sirlei. Experiências Práticas em Biotecnologia. 2016. Disponível em: 
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/produ-
coes_pde/2016/2016_pdp_bio_unioeste_sirleidahm.pdf. Acesso: 10 dez. 23.
FONSECA, V. B.; BOBROWSKI, V. L. Biotecnologia na escola: a inserção do tema 
nos livros didáticos. Revista de Ensino de Ciências e Matemática, Canoas, v. 
17, n. 2, p. 496-509, mai./ago. 2015. Disponível em: http://www.periodicos.ulbra.
br/index.php/acta/article/view/1231. Acesso em: 16 dez. 23
MALAJOVICH, M. A. O ensino de Biotecnologia. Rio de Janeiro, 2017.
SANTOS, Bibiane De Fátima et al. Mão na massa: aprendendo sobre biotec-
nologia na escola. Anais VIII CONEDU. Campina Grande: Realize Editora, 2022. 
Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/88409 Acesso em: 
09 dez. 2023 
UNIVATES. Oficinas de biotecnologia para o ensino médio. Daiane Heidrich 
(Org.) - Lajeado: Editora Univates, 2021. Disponível em: https://www.univates.
br/editora-univates/media/publicacoes/349/pdf_349.pdf. Acesso: 17 dez. 23.
ABREU, F. C. P. Biotecnologia nas escolas: uma necessidade. Revista Blog do 
Profissão Biotec, v.10, 2023. Disponível em: https://profissaobiotec.com.br/bio-
tecnologia-nas-escolas-uma-necessidade/. Acesso em: 14 dez. 23.
6.18. ESPANHOL PARA O ENEM
Tema: Multiculturalismo
Unidade Temática: Espanhol para o Enem
Etapa: Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias e Ciências Huma-
nas e Sociais Aplicadas
Apresentação
O Exame Nacional para o Ensino Médio – Enem, tem por objetivo avaliar 
o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e, as 
notas obtidas pelos participantes podem ser utilizadas para acesso ao Sistema 
de Seleção Unificada – Sisu e ao Programa Universidade para Todos – ProUni. 
Além disso, os resultados do Enem possibilitam, ainda, o desenvolvimento de 
estudos e indicadores educacionais. 
Nesse sentido, a proposta de unidade temática Espanhol para o Enem se 
pauta na importância de preparar os estudantes do ensino médio, que opta-
rem por realizar a prova de espanhol no Enem. Desse modo, ao desenvolver 
esta unidade temática, entende-se ser necessário a realização de práticas de 
leitura e estratégias para análise dos textos, bem como a seleção de conteúdos 
complementares que auxiliarão na interpretação dos itens, tais como: instigar 
os conhecimentos prévios, identificar e relacionar os elementos multissemióti-
cos entre outros.
5756
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2016/2016_pdp_bio_unioeste_sirleidahm.pdf
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2016/2016_pdp_bio_unioeste_sirleidahm.pdf
http://www.periodicos.ulbra.br/index.php/acta/article/view/1231
http://www.periodicos.ulbra.br/index.php/acta/article/view/1231
https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/88409
https://www.univates.br/editora-univates/media/publicacoes/349/pdf_349.pdf
https://www.univates.br/editora-univates/media/publicacoes/349/pdf_349.pdf
https://profissaobiotec.com.br/biotecnologia-nas-escolas-uma-necessidade/
https://profissaobiotec.com.br/biotecnologia-nas-escolas-uma-necessidade/
Objetivo Geral
Preparar os estudantes para realizar o Exame Nacional do Ensino Médio – 
Enem, a partir de situações de aprendizagem que favoreçam a apropriação de 
conhecimentos linguísticos e socioculturais, relativos à Língua Espanhola. 
	Identificar as finalidades dos gêneros textuais; 
	Reconhecer repertório léxico-hispano-americano;
	Interpretar textos diversos.
Referências e Inspirações
Sites utilizados como fontes de texto das questões de provas anteriores do Enem:
Notícias: El País: Disponível em: https://elpais.com/america/ Acesso em: 18 dez. 2023.
La Nación: Disponível em: https://www.lanacion.com.ar/ Acesso em: 18 dez. 2023.
Diário Jaén: Disponível em: https://www.diariojaen.es/ Acesso em: 18 dez. 2023.
Revista Ñ (Clarín): Disponível em: https://www.clarin.com/revista-enie Acesso em: 
18 dez. 2023.
Página 12: Disponível em: https://www.pagina12.com.ar/ Acesso em: 18 dez. 2023.
El Universal: Disponível em: https://www.eluniversal.com/ Acesso em: 18 dez. 2023.
El Tiempo: Disponível em: https://www.eltiempo.com/ Acesso em: 18 dez. 2023.
Ciências. National Geographic (em espanhol), Sinc - . Disponível em: https://www.
nationalgeographicbrasil.com/assunto/locais/terra/europa/espanha. Acesso 
em: 18 dez. 2023.
Literatura:
Cervantes Virtual - Disponível em: https://www.cervantesvirtual.com/portales/
literatura/. Acesso em: 18 dez. 2023.
Fonte de pesquisa para gramática espanhola: Gramática de referência para 
la enseñanza de español: Disponível em: https://www.hablandodeele.com/ensenanza-a-adultos/gramatica-de-referencia-para-la-ensenanza-de-espanol/. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
Leituras complementares
Club de Lectura. Disponível em: https://clubvirtualdelectura.cervantes.es/. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
Projeto Geral de Política linguística do Conselho da Europa: Marco común 
europeo de referencia para las lenguas: aprendizaje, enseñanza, evaluación. (2002). 
Disponível em: (http://cvc.cervantes.es/obref/marco/). Acesso em: 18 dez. 2023.
Madrid: Ministerio de Educación, Cultura y Deporte, Instituto Cervantes, Anaya, 
2003. Disponível em: https://www.hablandodeele.com/ensenanza-a-adultos/gra-
matica-de-referencia-para-la-ensenanza-de-espanol/. Acesso em: 13 nov. 2023.
Estudo/material complementar
Provas e Gabaritos – Inep. Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/
areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enem/provas-e-gabaritos. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: 
MEC, 2018.
GOIÁS. Documento Curricular para Goiás – Etapa Ensino Médio. Goiás, 2021.
BARROS, C. S.; COSTA. E. G. M. (Org.). Espanhol: ensino médio. Coleção Explo-
rando o Ensino. v. 16. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação 
Básica, 2010. p. 191- 220. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/abril-
-2011-pdf/7836-2011-espanhol-capa-pdf/file. Acesso em: 07 nov. 2023.
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https://elpais.com/america/
https://www.lanacion.com.ar/
https://www.diariojaen.es/
https://www.clarin.com/revista-enie
https://www.pagina12.com.ar/
https://www.eluniversal.com/
https://www.eltiempo.com/
https://www.nationalgeographicbrasil.com/assunto/locais/terra/europa/espanha
https://www.nationalgeographicbrasil.com/assunto/locais/terra/europa/espanha
https://www.cervantesvirtual.com/portales/literatura/
https://www.cervantesvirtual.com/portales/literatura/
https://www.hablandodeele.com/ensenanza-a-adultos/gramatica-de-referencia-para-la-ensenanza-de-espanol/
https://www.hablandodeele.com/ensenanza-a-adultos/gramatica-de-referencia-para-la-ensenanza-de-espanol/
https://clubvirtualdelectura.cervantes.es/
http://cvc.cervantes.es/obref/marco/
https://www.hablandodeele.com/ensenanza-a-adultos/gramatica-de-referencia-para-la-ensenanza-de-espanol/
https://www.hablandodeele.com/ensenanza-a-adultos/gramatica-de-referencia-para-la-ensenanza-de-espanol/
https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enem/provas-e-gabaritos
https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enem/provas-e-gabaritos
http://portal.mec.gov.br/docman/abril-2011-pdf/7836-2011-espanhol-capa-pdf/file
http://portal.mec.gov.br/docman/abril-2011-pdf/7836-2011-espanhol-capa-pdf/file
6.19. REDAÇÃO PARA O ENEM
Tema: Multiculturalismo
Unidade Temática: Redação para o Enem
Etapa: Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias
Apresentação
O Exame Nacional para o Ensino Médio – Enem tem por objetivo avaliar o 
desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e garantir 
o ingresso ao ensino superior. Essa avaliação exige conhecimentos das quatro 
áreas do conhecimento, bem como a elaboração de um texto em prosa, do tipo 
dissertativo-argumentativo, em modalidade escrita formal da língua portugue-
sa, que tem por objetivo expor opinião/posicionamento acerca determinado 
tema, que pode ser de ordem social, científica, cultural ou política. Ressalta-se 
que os aspectos a serem avaliados relacionam-se às competências que devem 
ter sido desenvolvidas durante os anos de escolaridade cumpridos no decorrer 
da educação básica.
No intuito de oportunizar aos estudantes do ensino médio situações de 
aprendizagem, a partir dos estudos dos gêneros textuais1 (Marcuschi, 2008), 
de modo a contribuir para o desenvolvimento de habilidades leitoras de com-
preensão e interpretação, ferramentas necessárias para o desenvolvimento da 
leitura proficiente (Solé, 1998), necessárias à prática de escrita, espera-se que 
sejam trabalhados em sala de aula, propostas de atividades que permitam aos 
estudantes além de desenvolver essas habilidades, que eles possam, com base  
nos conhecimentos adquiridos  ao longo da sua formação, construir um proje-
to de texto com direção propositiva e produtiva que atenda ao tema proposto, 
fundamentado em argumentos pertinentes e legítimos, organizados de forma 
coesa e coerentes, que conduzam para à construção de uma proposta de inter-
venção para a problemática levantada.
Vale pontuar que os gêneros textuais se apresentam em diferentes for-
matos ao desempenhar as mais diversas funções sociais, no contexto socio-
comunicativo, considerando suas funcionalidades e intencionalidades. Eles 
apresentam características e léxicos específicos, bem como empregos sintáti-
cos conforme a função social que exercem. Assim, de acordo com o Bronckart 
(1999, p. 48), “conhecer um gênero de texto também é conhecer suas condições 
de uso, sua pertinência, sua eficácia ou, de forma mais geral, sua adequação em 
relação às características desse contexto social”.
Nesse sentido, faz-se necessário promover atividades que favoreçam o de-
senvolvimento da prática escrita, estabelecendo uma sequência de atividades 
que envolvam diferentes leituras, perpassando pelo planejamento, execução, 
revisão/avaliação e reescrita, observando a aplicação adequada dos conheci-
mentos linguísticos, conforme a norma-padrão da língua, uma vez que, segun-
do (Koch, p.7, 2022): “[...] a construção do texto exige a realização de uma série 
de atividades cognitivo-discursivas que vão dotá-lo de certos elementos, pro-
priedades ou marcas, os quais, em seu inter-relacionamento, serão responsá-
veis pela produção de sentidos. “
Desse modo, destacamos, ainda, a importância de se considerar as compe-
tências trazidas pela Matriz de Referência Redação do Enem. Vejamos: 
 
Fonte: Inep. Cartilha do Participante – A Redação do Enem 2023. 
Disponível em: https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educa-
cao_basica/a_redacao_no_enem_2023_cartilha_do_participante.pdf . Acesso em: 06 dez. 2023. 
A eletiva de Redação para o Enem será ofertada como proposta para 2024, 
possibilitando aos estudantes do ensino médio o desenvolvimento de habili-
dades necessárias à realização da prova de redação. Este componente abre 
espaço para a compreensão dos conceitos de língua, tipos de texto (narrativo, 
descritivo, injuntivo/explicativo, dissertativo e argumentativo), gêneros textuais 
escritos, de modo a fomentar em sala de aula, análises, reflexões e compreen-
são a acerca das: competências e habilidades avaliadas na redação do Enem e 
das temáticas já abordadas em exames anteriores. 
Objetivo Geral 
Proporcionar aos estudantes do Ensino Médio o desenvolvimento de habi-
lidades de leitura, escrita e produção textual, a fim de prepará-los para realizar 
6160
https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educacao_basica/a_redacao_no_enem_2023_cartilha_do_participante.pdf
https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educacao_basica/a_redacao_no_enem_2023_cartilha_do_participante.pdf
a redação do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem, a partir de situações 
de aprendizagem que favoreçam a consciência crítica e reflexiva, a autonomia, 
necessários para o desenvolvimento das competências de leitura e escrita. 
Referências e Inspirações 
AUSUBEL, D. P Aquisição e retenção de conhecimentos. Lisboa: Plátano Edi-
ções Técnicas, 2003.
BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira 
(Inep). A Redação do Enem 2023: cartilha do participante. Disponível em: 
https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_
da_educacao_basica/a_redacao_no_enem_2023_cartilha_do_participante.pdf. 
Acesso em: 06 dez. 2023. Brasília, 2023.
GOIÁS, Secretaria de Estado da Educação. Redação Nota Mil. Disponível em: 
https://site.educacao.go.gov.br/component/sppagebuilder/133-radacao-nota--1000-material-de-abril.html. Acesso em: 01 dez. 2023.
KOCH, I. G. V.  O texto e a construção de sentidos. São Paulo: Contexto, 2022.  
MARCUSCHI. L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São 
Paulo: Parábola Editorial, 2008.
NUNES, D. L.  Estudar em casa: Guia completo para redação do Enem. Ins-
tituto Claro. Disponível em: https://www.institutoclaro.org.br/educacao/para-
-aprender/roteiros-de-estudo/estudar-em-casa-guia-completo-para-a-reda-
cao-do-enem/. Acesso em: 01 dez. 2023.
SOLÉ, I. Estratégias de leitura. Porto alegre: Artes médicas, 1998. 
Referências 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasí-
lia: MEC, 2018.
_______. Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs (BRASIL, 1997,1998).
CAED. Marcos de Desenvolvimento. Disponível em: https://recursos-moodle.
caeddigital.net/projetos/sp/biblioteca/V%C3%ADdeo%20Marcos%20de%20de-
senvolvimento.pdf. Acesso em: 01 dez. 2023. 
GOIÁS. Secretaria de Estado da Educação. Documento Curricular para Goiás 
- Etapa Ensino Médio. Goiânia, 2021. Disponível em: https://site.educacao.
go.gov.br/files/documentos/PEDAGOGICO/Bimestralizacao%20Formacao%20
Geral%20Basica%20DC%20GOEM.pdf. Acesso em: 01 dez. 2023. 
6.20. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO AMBIENTE
Tema: Meio Ambiente 
Unidade Temática: Educação Ambiental e Meio Ambiente
Etapa: Ensino Médio  
Área do Conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Hu-
manas e Sociais Aplicadas
Apresentação 
A proposição de tema como Componente Curricular - Eletiva para o Ensino 
Médio coaduna com um diálogo necessário com os fundamentos e conhecimen-
tos básicos de Educação Ambiental e meio ambiente com ênfase para a sustenta-
bilidade, sem deixar de olhar para a legislação e práticas ambientais. E visa ainda, 
dar continuidade a formação humana e cognitiva, com ênfase na consciência, 
problematização e sensibilização ambiental, primando para as análises pautadas 
na responsabilidade inerentes aos problemas ambientais, as causas e consequ-
ências em âmbito local, regional, nacional, continental e global.
As análises e problematizações devem buscar debates mais complexos, as-
sim como proposições de intervenções e sugestões de planejamentos, ações e 
atitudes práticas que possam serem vivenciadas, com o objetivo preservar, con-
servar e recuperar o meio ambiente, propiciando aos estudantes o protagonismo 
em sua trajetória na educação, contextualizada a uma formação de uma consci-
ência e sensibilização ambiental a partir da escola. As estratégias devem corre-
lacionar as análises e problematizações com a vida cotidiana, a complexidade da 
sociedade, com olhar para a qualidade de vida no contexto da sustentabilidade.
Por fim, cabe aos sistemas e redes de ensino, assim como às escolas, em suas respecti-
vas esferas de autonomia e competência, incorporar aos currículos e às propostas peda-
gógicas a abordagem de temas contemporâneos que afetam a vida humana em escala 
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https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educacao_basica/a_redacao_no_enem_2023_cartilha_do_participante.pdf
https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educacao_basica/a_redacao_no_enem_2023_cartilha_do_participante.pdf
https://site.educacao.go.gov.br/component/sppagebuilder/133-radacao-nota-1000-material-de-abril.html
https://site.educacao.go.gov.br/component/sppagebuilder/133-radacao-nota-1000-material-de-abril.html
https://www.institutoclaro.org.br/educacao/para-aprender/roteiros-de-estudo/estudar-em-casa-guia-completo-para-a-redacao-do-enem/
https://www.institutoclaro.org.br/educacao/para-aprender/roteiros-de-estudo/estudar-em-casa-guia-completo-para-a-redacao-do-enem/
https://www.institutoclaro.org.br/educacao/para-aprender/roteiros-de-estudo/estudar-em-casa-guia-completo-para-a-redacao-do-enem/
https://recursos-moodle.caeddigital.net/projetos/sp/biblioteca/V%C3%ADdeo%20Marcos%20de%20desenvolvimento.pdf
https://recursos-moodle.caeddigital.net/projetos/sp/biblioteca/V%C3%ADdeo%20Marcos%20de%20desenvolvimento.pdf
https://recursos-moodle.caeddigital.net/projetos/sp/biblioteca/V%C3%ADdeo%20Marcos%20de%20desenvolvimento.pdf
https://site.educacao.go.gov.br/files/documentos/PEDAGOGICO/Bimestralizacao%20Formacao%20Geral%20Basica%20DC%20GOEM.pdf
https://site.educacao.go.gov.br/files/documentos/PEDAGOGICO/Bimestralizacao%20Formacao%20Geral%20Basica%20DC%20GOEM.pdf
https://site.educacao.go.gov.br/files/documentos/PEDAGOGICO/Bimestralizacao%20Formacao%20Geral%20Basica%20DC%20GOEM.pdf
local, regional e global, preferencialmente de forma transversal e integradora. Entre es-
ses temas, destacam-se: [...] educação ambiental (Lei nº 9.795/1999, Parecer CNE/CP nº 
14/2012 e Resolução CNE/CP nº 2/201218), [...] (BNCC, 2023, p. 19), grifo nosso. 
Partindo dessa orientação, entende-se que a Educação Ambiental e Meio 
Ambiente, como Componente Curricular – Eletiva, deve ser trabalhada no con-
texto pedagógico, de forma contextualizada e integrada ao desenvolvimento 
curricular, em uma concepção crítica e emancipadora, como esta secretaria 
vem orientado em relação Educação Ambiental, a exemplo das ações do Pro-
grama Seduc Cerrado. 
Como afirmado na Eletiva de Educação Ambiental e Sustentabilidade para 
o Ensino Fundamental II, a sustentabilidade é entendida por esta pasta, como 
uma temática ampla, uma estabilidade, um equilíbrio entre suas dimensões: 
ambiental/ecológica, econômica, social espacial, territorial, cultural e política, 
conceitualmente defendida por Ignacy Sachs (2002).
Assim, entende-se que a Educação ambiental, é o meio mais eficaz para 
dialogar sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade, indo para além das questões 
naturais e ambiental, com um olhar crítico e propositivo para as demandas, 
necessidades do mundo contemporâneo e sua complexidade. Esse contexto 
pode ser expresso quando a BNCC dialoga sobre o campo da vida pessoal para 
os estudantes do Ensino Médio, veja:
No escopo aqui considerado, a construção de projetos de vida envolve reflexões/defi-
nições não só em termos de vida afetiva, família, estudo e trabalho, mas também de 
saúde, bem-estar, relação com o meio ambiente, espaços e tempos para lazer, práti-
cas corporais, práticas culturais, experiências estéticas, participação social, atuação 
em âmbito local e global etc. (BNCC, 2023, p. 389), grifo nosso.
Entende-se que essa relação com o meio ambiente deve considerar as di-
mensões da sustentabilidade, requer uma compreensão do processo de de-
senvolvimento sustentável, na perspectiva da qualidade de vida para as pre-
sentes e futuras gerações. Isso se processa em ações e atitudes, diante da crise 
ambiental que é a crise da existência humana dissociada do meio ambiente, a 
partir da ruptura do ser humano com a natureza. Ressaltamos que a Sustenta-
bilidade está presente na BNCC, sobretudo, relacionada ao indivíduo, a nature-
za, a sociedade, a cultura e a ética.
A forma como diferentes povos e sociedades estruturam e organizam o espaço físi-
co-territorial e suas atividades econômicas permite, por exemplo, reconhecer a in-
fluência que esses aspectos exercem sobre os diversos modos como esses grupos 
estabelecem suas relações com a natureza, incluindo-se os problemas ambientais re-
sultantes dessas interferências. As relações que uma sociedade tem com a natureza 
também são influenciadas pela importância atribuída a ela em sua cultura, pelos va-
lores sociais como um todo e pela informação e consciência que se tem da importân-
cia da natureza para a sustentabilidade do planeta. (BNCC, 2023, p. 565), grifo nosso.
Uma Eletiva de Educação Ambiental e Meio Ambiente, considerando esse 
contexto relacional, sociedade e natureza, para além da responsabilidade indi-
vidual do sujeito estudante, cidadão em suas ações e atitudes, necessita am-
pliar o debate diante das análises, problematizações e proposições. É chegar 
nas responsabilidades coletivas, cooperativas, dos órgãos de comando e con-
trole. Por isso, é essencial trabalhare dialogar sobre a efetividade da legislação 
ambiental com os estudantes do Ensino Médio. 
Nesta perspectiva o no Documento Curricular para Goiás – Etapa Ensino 
Médio (DC-GOEM, 2021) o tema Meio Ambiente contemplado nas escutas reali-
zadas com os estudantes, por meio da pedagogia de projetos compõe um dos 
seis Temas Contemporâneos Transversais (TCTs). Assim como na transversali-
dade e a interdisciplinaridade, como macro áreas; nas práticas de Linguagens 
com textos relacionados a temáticas como, consumo sustentável; nas Ciências 
da Natureza com enfoque em sociedade e meio ambiente e coletividade huma-
na, impactos, áreas degradadas, resíduos, preservação e conservação; Ciências 
Humanas e Sociais Aplicadas, abordando criticamente os impactos provocados 
pelo desenvolvimento tecnológico no meio ambiente, dos hábitos e práticas 
individuais e coletivas da produção; dinâmica socioambiental e cultural das de-
cisões políticas em relação ao meio ambiente, consumismo e meio ambiente, 
degradação ambiental – agronegócio e desenvolvimento sustentável . Isso nos 
diversos objetos de conhecimento, nas ciências da natureza e suas tecnologias 
e ciências humanas e sociais aplicadas, sobretudo. (DC-GOEM, 2021).
A Sustentabilidade, no contexto do currículo de Goiás, integra, inclusive, 
as Linguagens e suas tecnologias em práticas de linguagem, competências de 
matemática e suas tecnologias e com mais ênfase nas ciências humanas e da 
natureza. Esse construto nos documentos mandatórios do desenvolvimento 
curricular, implica um olhar para inter e transdisciplinaridade, muito importan-
te no desenvolvimento dos componentes - eletivas. 
Assim, pretende-se que essa proposição contribua com as possibilidades 
pedagógicas para o desenvolvimento cognitivo e humano dos estudantes, no 
que implica um olhar para as problemáticas ambientais, a partir de análises, 
problematizações e proposições, com ênfase para mudança de comportamen-
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tos e atitudes, na ótica da dimensão socioambiental, responsabilidade social, 
empresarial, governamental e política, sem deixar de pensar e atribuir suas 
próprias responsabilidades e corresponsabilidades, em perspectiva da forma-
ção e desenvolvimento humano, em concepção de emancipação para cidada-
nia, o que requer uma visão e atuação cidadã. 
Nesse sentido, espera-se que os estudantes a partir de uma visão proble-
matizadora da realidade socioambiental, compreendam a necessidade de uma 
atuação consciente, sensível e politizada em relação ao meio ambiente, funda-
mentada nos princípios da Educação Ambiental para Sustentabilidade, consi-
derando suas dimensões, capaz de possibilitar uma consciência sensibilização 
ambiental, que contribui para a preservação, conservação e recuperação dos 
recursos naturais essenciais para estabilidade ecológica e para a manutenção 
da vida, sobretudo humana. Uma consciência pautada em uma maior harmo-
nia humana com a natureza, entendo que enquanto ser humano, não faz parte 
somente, que não está dissociado, ele é também natureza, em sua existência, 
pois depende desta em tudo e para tudo, no sentido estabelecer ainda, perten-
cimento. 
Objetivo Geral 
Possibilitar aos estudantes no Ensino Médio, estudos, pesquisas, análises, 
problematizações conhecimentos e fundamentos sobre as questões ambien-
tais, pautadas nos princípios da Educação Ambiental para sustentabilidade, 
no âmbito escolar, considerando escalas, desde o local até o global, com olhar 
conjuntural para responsabilidades e corresponsabilidades, para impulsionar 
ações transformadoras de atitudes presentes e futuras, nas perspectivas da 
conservação, preservação e recuperação do meio ambiente e da vida, em uma 
relação mais harmônica com a natureza e em sociedade. 
Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular - BNNC. 
Brasília: MEC, 2018.
GOIAS. Secretaria de Estado de Educação. Documento Curricular para Goiás 
– Etapa Ensino Médio - DC-GOEM. GOIÂNIA, 2021
SACHS, I. Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Ga-
ramond, 2002.
Referências e Inspirações
BRASIL. Ministério da Educação. Educação Ambiental – publicações. Brasília: 
MEC, 2023. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/expansao-da-rede-federal/
194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/13639-e-
ducacao-ambiental-publicacoes . Acesso 23/11/2023.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Educação e Cida-
dania Ambiental. Brasília: MMA, 2023. Disponível em: https://www.mma.gov.
br/educacao-ambiental.html e Educação e Cidadania Ambiental — Ministério 
do Meio Ambiente e Mudança do Clima (www.gov.br). Acesso em: 23/11/2023.
Livros importantes para a prática de Educação Ambiental 
EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Princípios e Práticas. Genebaldo Freire Dias. Disponível 
em: https://www.youtube.com/watch?v=PdcufPm9eAA. Acesso em: 18 dez. 2023. 
ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Genebaldo 
Freire Dias. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_otrYL4PmZo. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
Livros importantes que abordam a Teoria Crítica para a Educação Ambien-
tal e o Educador Ambiental
LOUREIRO, Carlos Frederico. A Teoria Crítica para a Educação Ambiental. Disponível 
em: https://www.youtube.com/watch?v=FTB0iGgGcXM. Acesso em: 18 dez. 2023. 
LOUREIRO, Carlos Frederico. O Educador Ambiental. Disponível em: https://
www.youtube.com/watch?v=yAwixWyOxkY. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Leis e materiais básicos sugeridos
Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/1tvruEXFOyj50PWgPJ-
d1KF2f49tXWnHo8?usp=sharing. Acesso em: 18 dez. 2023.
Observação
Importante olhar para a Carta da Terra e para o Tratado de Educação Am-
biental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global.
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http://portal.mec.gov.br/expansao-da-rede-federal/194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/13639-educacao-ambiental-publicacoes
http://portal.mec.gov.br/expansao-da-rede-federal/194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/13639-educacao-ambiental-publicacoes
http://portal.mec.gov.br/expansao-da-rede-federal/194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/13639-educacao-ambiental-publicacoes
https://www.mma.gov.br/educacao-ambiental.html
https://www.mma.gov.br/educacao-ambiental.html
https://www.youtube.com/watch?v=PdcufPm9eAA
https://www.youtube.com/watch?v=_otrYL4PmZo
https://www.youtube.com/watch?v=FTB0iGgGcXM
https://www.youtube.com/watch?v=yAwixWyOxkY
https://www.youtube.com/watch?v=yAwixWyOxkY
https://drive.google.com/drive/folders/1tvruEXFOyj50PWgPJd1KF2f49tXWnHo8?usp=sharing
https://drive.google.com/drive/folders/1tvruEXFOyj50PWgPJd1KF2f49tXWnHo8?usp=sharing
6.21. EDUCAÇÃO FINANCEIRA – ENSINO MÉDIO
Tema: Economia
Unidade Temática: Educação Financeira
Etapa: Ensino Médio
Área do Conhecimento: Matemática e suas Tecnologias
Apresentação
O mundo gira em torno do dinheiro, de tempos em tempos a economia de 
um país passa por diversas fases de um ciclo econômico. Dessa forma, faz-se ne-
cessário que o estudante saiba como tomar as melhores decisões de investimen-
to ao longo da sua vida. Aperfeiçoar suas habilidades matemáticas por meio de 
estudos sobre a origem do dinheiro, noções como os conceitos de inflação, taxas 
de juros, financiamentos e seus principais sistemas de amortização. 
A Matemática exerce papel importante para a formação de cidadãos críti-
cos, no entanto se não houver o desenvolvimento das habilidades e competên-
cias pelo estudante, de maneira que ele se aproprie das teorias e aplicabilidades 
dos saberes matemáticos referentes a matemática financeira, poderá limitá-lo 
do pleno exercício de sua cidadania. Por essa razão, a BNCC do Ensino Médio 
apresenta as aprendizagens essenciais a serem asseguradas a todos os estu-
dantes e atribui às tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC), 
grande relevância na construção de tais conhecimentos.
Nesse contexto, a presente Eletiva é proposta de forma atrativa, visando 
estabelecer processos de aprendizagemque estimulem a postura ativa dos es-
tudantes frente ao desenvolvimento das habilidades e competências. Para isso, 
será proposto o desenvolvimento de atividades que os levem a compreender e 
generalizar conhecimentos de matemática financeira em situações exploradas 
em diversos contextos, inclusive o escolar. Tais conhecimentos, também pode-
rão ser aplicados pelos estudantes, quando inseridos no mundo do trabalho.
A Eletiva de Educação Financeira poderá ser desenvolvida com foco no de-
senvolvimento de plano de negócios, que contemple desde a captação de recur-
sos: financiamento, empréstimos ou linha de crédito, fluxo de caixa e projeção de 
retorno de capital de acordo com a linha do tempo, utilizando recursos digitais 
como: plataformas online com simuladores de questões financeiras, calculado-
ras científicas etc., como na criação de soluções a partir de situações-problema; 
na elaboração de projetos de intervenção social e uso da sala de aula invertida.
Para isso, pode-se usar recursos diversos, tais como: gamificação; aprendi-
zagem baseada em projetos; aprendizagem baseada em problemas, jogos edu-
cativos, entre outros.
Objetivo Geral
Entender os conceitos de Matemática Financeira e a sua aplicabilidade no 
cotidiano.
Referências e Inspirações
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
ANBIMA, Fundamentos de Economia e Finanças, Educação Continuada, 
01/03/2017.
ANBIMA, O Mercado Financeiro de A à Z, Educação Continuada, 01/03/2017.
GONÇALVES, C. B. Casa da Moeda do Brasil, 290 anos de história, 1694/1984. 
Rio de Janeiro: Editora Imprinta. 1984
MATEMÁTICA Financeira. Educa mais Brasil. Disponível em: https://www.edu-
camaisbrasil.com.br/enem/matematica/matematica-financeira. Acesso em: 
07 de nov. 2023.
MATEMÁTICA Financeira. Matemática Básica. Disponível em: https://matema-
ticabasica.net/matematica-financeira/. Acesso em: 07 de nov. 2023.
MATEMÁTICA Financeira. Toda matéria. Disponível em: https://www.todama-
teria.com.br/matematica-financeira-conceitos-formulas/. Acesso em 07 de nov. 
2023.
PITON-GONÇALVES, J. A História da Matemática Comercial e Financeira. 
2. Ed. 2005.
PORCENTAGEM. Matemática Básica. Disponível em: https://matematicabasi-
ca.net/porcentagem/. Acesso em 07 de nov. 2023.
6968
https://matematicabasica.net/matematica-financeira/
https://matematicabasica.net/matematica-financeira/
https://www.todamateria.com.br/matematica-financeira-conceitos-formulas/
https://www.todamateria.com.br/matematica-financeira-conceitos-formulas/
https://matematicabasica.net/porcentagem/
https://matematicabasica.net/porcentagem/
TROCA intertemporal, ou juntar um pouco hoje para consumir amanhã. Parceiros 
do Futuro. Disponível em: https://parceirosdofuturo.com.br/troca-intertemporal-
-ou-juntar-um-pouco-hoje-para-consumir-amanha/. Acesso em 07 de nov. 2023.
VENDITE, L. L. Matemática Financeira e a Utilização de Planilhas Eletrôni-
cas. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2017. v. 1.
6.22. EMPREENDEDORISMO 
Tema: Economia
Unidade Temática: Empreendedorismo 
Etapa: Ensino Médio 
Área do Conhecimento: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Linguagens e 
suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias 
Apresentação
A proposta de desenvolvimento do tema dessa eletiva foi pautada no co-
nhecimento de que o mercado de trabalho busca profissionais que interpre-
tem os desafios dos novos negócios e as novas situações, estando preparados 
para calcular e avaliar riscos, para corrigir ações e antecipar novas escolhas, 
com o objetivo de enfrentar e responder às  demandas da comunidade com 
criatividade e inovação constantes, faz-se necessário preparar os jovens para 
enfrentarem esse cenário. Portanto, desenvolver o perfil empreendedor e pro-
tagonismo, fortalecendo comportamentos e habilidades como iniciativa, lide-
rança, habilidades interpessoais e de comunicação, capacidade para aprender 
continuamente e  trabalhar em equipe, tronam-se primordial para que eles 
possam enfrentar os desafios de seu projeto de vida e do mercado de traba-
lho. Portanto, enriquecendo e ampliando conhecimentos, bem como, diversi-
ficando e aprofundando, conceitos, procedimentos ou  temáticas dos nossos 
programas, favorecerá de forma significativa a aquisição de tais competências 
específicas para a continuidade dos estudos e principalmente para a inserção 
e permanência num futuro mercado de trabalho, assumindo o protagonismo 
da sua trajetória na educação e no mundo do trabalho. 
Objetivo Geral
Proporcionar aos estudantes do ensino médio o desenvolvimento de habi-
lidades de conhecimento a partir do tema empreendedorismo e potencializar 
as características do trabalho em equipe, da inovação, resolução de problemas, 
criticidade entre outras que fortalecem o alcance do seu projeto de vida.
Referências e Inspirações:
Tipos de empreendedorismo. Disponível em: https://www.portaldaindustria.
com.br/industria-de-a-z/empreendedorismo/#:~:text=O%20empreendedoris-
mo%20%C3%A9%20um%20processo,gerem%20lucro%20e%20impacto%20
positivo. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Parceiro Seduc - Junior Achievement Goiás – ou JA (“Jota-a”) Goiás. Disponível 
em: https://jagoias.org/. Acesso em: 18 dez. 2023. 
 
Plataforma Inspira JÁ. Disponível em: https://inspiraja.app.toolzz.com.br/. Aces-
so em: 18 dez. 2023. 
 
Parceiro Seduc – Instituto Natura. Disponível em: https://www.institutonatura.
org/. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Vídeo: Kung fu panda - Características do empreendedor. Disponível em: ht-
tps://www.youtube.com/watch?v=kpjwWSojRic. Acesso em: 18 dez. 2023. 
6.23. DIREITOS HUMANOS – ENSINO MÉDIO
Tema: Cidadania e Civismo 
Unidade Temática: Direitos Humanos 
Etapa: Ensino Médio 
Área do Conhecimento: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e Linguagens e 
suas Tecnologias 
Apresentação
A educação para os direitos humanos desempenha um papel fundamental na 
formação de cidadãos conscientes e engajados na construção de uma sociedade 
mais justa e inclusiva. Dessa forma, “a educação em direitos humanos é considerada, 
de maneira geral, como parte integrante do direito à educação” (UNESCO, 2006 p. 
14). Ela visa promover o entendimento e o respeito pelos direitos inerentes a todos 
os seres humanos, proporcionando uma base sólida para a convivência pacífica e 
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https://parceirosdofuturo.com.br/troca-intertemporal-ou-juntar-um-pouco-hoje-para-consumir-amanha/
https://parceirosdofuturo.com.br/troca-intertemporal-ou-juntar-um-pouco-hoje-para-consumir-amanha/
https://jagoias.org/
https://inspiraja.app.toolzz.com.br/
https://www.institutonatura.org/
https://www.institutonatura.org/
https://www.youtube.com/watch?v=kpjwWSojRic
https://www.youtube.com/watch?v=kpjwWSojRic
o desenvolvimento sustentável. No contexto escolar, a implementação de práticas 
pedagógicas voltadas para os direitos humanos assume um papel crucial, pois é na 
escola que os jovens têm a oportunidade de internalizar valores e princípios que 
irão nortear suas ações ao longo da vida (BRASIL, 2007)
A abordagem dos direitos humanos na escola não se restringe apenas ao 
ensino formal, mas permeia todas as interações e atividades que ocorrem no 
ambiente educacional. É necessário criar um ambiente escolar democrático e 
participativo, onde os estudantes tenham voz e se sintam valorizados como 
agentes de transformação social. Dessa forma, a educação para os direitos hu-
manos contribui para a formação de cidadãos ativos, capazes de exercer sua 
cidadania de maneira crítica e responsável, sendo fonte de iniciativa e solução 
frente aos diversos dilemas a que são acometidos. 
Assim, a educação para os direitos humanos inicia, na escola, com a sua 
garantia fundamental: o acesso, a permanência e a conclusão do processo edu-
cacional, dando suporte e condições para o avanço segundo o projeto de vida 
de cada estudante. Dessa forma, a consciência da amplitude da temática dos 
direitos humanos deve ser observada e concebida de maneira transversal e 
seguindo os princípios norteadores do Plano Nacional deEducação para os Di-
reitos humanos (BRASIL, 2007, p. 32):
a) a educação deve ter a função de desenvolver uma cultura de direitos humanos em 
todos os espaços sociais; 
b) a escola, como espaço privilegiado para a construção e consolidação da cultura de 
direitos humanos, deve assegurar que os objetivos e as práticas a serem adotados 
sejam coerentes com os valores e princípios da educação em direitos humanos; 
c) a educação em direitos humanos, por seu caráter coletivo, democrático e parti-
cipativo, deve ocorrer em espaços marcados pelo entendimento mútuo, respeito e 
responsabilidade; 
d) a educação em direitos humanos deve estruturar-se na diversidade cultural e 
ambiental, garantindo a cidadania, o acesso ao ensino, permanência e conclusão, a 
equidade (étnico-racial, religiosa, cultural, territorial, físico-individual, geracional, de 
gênero, de orientação sexual, de opção política, de nacionalidade, dentre outras) e a 
qualidade da educação; 
e) a educação em direitos humanos deve ser um dos eixos fundamentais da educa-
ção básica e permear o currículo, a formação inicial e continuada dos profissionais 
da educação, o projeto político pedagógico da escola, os materiais didático-pedagó-
gicos, o modelo de gestão e a avaliação; 
f) a prática escolar deve ser orientada para a educação em direitos humanos, assegu-
rando o seu caráter transversal e a relação dialógica entre os diversos atores sociais. 
Além disso, a inclusão dos direitos humanos no currículo escolar estimula 
a reflexão e o debate sobre temas pertinentes à sociedade contemporânea, 
como diversidade, igualdade de gênero e justiça social. Essa abordagem pro-
picia o desenvolvimento do pensamento crítico e a capacidade de analisar e 
questionar situações de injustiça e violação de direitos. Portanto, a educação 
para os direitos humanos não apenas informa, mas também capacita os estu-
dantes a se tornarem agentes de mudança em suas comunidades.
Em síntese, a educação para os direitos humanos na escola representa 
um importante instrumento para a construção de uma sociedade mais justa 
e equitativa. Ao promover o entendimento e o respeito pelos direitos funda-
mentais de todos os seres humanos, ela prepara os jovens para enfrentar os 
desafios do mundo contemporâneo com consciência e responsabilidade. Ao 
adotar práticas pedagógicas inclusivas e democráticas, a escola se torna um 
espaço propício para a formação de cidadãos críticos e engajados na promoção 
de uma sociedade mais justa, fraterna, inclusiva e sustentável. 
Objetivo Geral
Promover espaços e percursos de formação para a vida e para a convi-
vência, no exercício cotidiano dos Direitos Humanos como forma de vida e de 
organização social, política, econômica e cultural nos níveis regionais, nacionais 
e planetário. (Resolução CNE/Nº 01, de 30 de maio de 2012, Art. 5º)
Referências 
BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos / Comitê Na-
cional de Educação em Direitos Humanos. – Brasília: Secretaria Especial dos 
Direitos Humanos, Ministério da Educação, Ministério da Justiça, UNESCO, 2007. 
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/2191-plano-nacional-pdf/file. 
Acesso em: 12 nov. 23. 
UNESCO. Plano de Ação: Programa Mundial para educação em direitos 
humanos. Paris, 2006. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/dados/textos/
edh/br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
7372
http://portal.mec.gov.br/docman/2191-plano-nacional-pdf/file
http://www.dhnet.org.br/dados/textos/edh/br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf%20acessado%20em%2012/11/13
http://www.dhnet.org.br/dados/textos/edh/br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf%20acessado%20em%2012/11/13
Referências e Inspirações
REFERÊNCIAS INSTITUCIONAIS IMPORTANTES – EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS 
BRASIL. Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Edu-
cação em Direitos Humanos: Diretrizes Nacionais – Brasília: Coordenação Geral 
de Educação em SDH/PR, Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Promoção 
e Defesa dos Direitos Humanos, 2013. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/
index.php?option=com_docman&view=download&alias=32131-educacao-dh-
-diretrizesnacionais-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 18 dez. 2023.
BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos / Comitê Nacio-
nal de Educação em Direitos Humanos. – Brasília: Secretaria Especial dos Di-
reitos Humanos, Ministério da Educação, Ministério da Justiça, UNESCO, 2007. 
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/2191-plano-nacional-pdf/file. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
Obs.: Esse documento contém diretrizes importantes para compreender a amplitu-
de e importância da educação para os DH. No final do documento há uma série de 
referências a documentos, comitês, tratados internacionais, leis e referenciais para 
ampliar a possibilidades de abordagem. 
ONU. Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948. Disponível em: ht-
tps://brasil.un.org/pt-br/91601-declara%C3%A7%C3%A3o-universal-dos-direi-
tos-humanos. Acesso em: 18 dez. 2023.
SEDUC/RS. Caderno pedagógico de educação em direitos humanos / Secre-
taria de Estado da Educação. Porto Alegre : Evangraf, 2021. Disponível em: 
https://drive.google.com/file/d/1xtSOyjFCiq9Cs2rlgVdZqfJoZiiBkGlu/view Aces-
sado em 12/11/23. Acesso em: 18 dez. 2023.
UNESCO. Plano de Ação: Programa Mundial para educação em direitos hu-
manos. Paris, 2006. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/dados/textos/edh/
br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf acessado em 12/11/13. Acesso 
em: 18 dez. 2023.
LEIS
O parlamento brasileiro e a sociedade civil organizada desempenharam 
um papel fundamental na conquista de mecanismos nacionais de proteção dos 
direitos humanos: 
	Lei contra a discriminação racial (Lei Federal nº. 7.716/1989 e Lei Federal 
nº. 9.455/1997); 
	Lei que criminaliza a tortura (Lei Federal nº. 9.455/1997);
	Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº. 8.069/1990);
	Estatuto do Idoso (Lei Federal nº. 10.741/2003),
	Lei de Acessibilidade (Lei Federal nº. 10.048/2000 e Lei Federal nº. 
10.098/2000, regulamentadas pelo Decreto nº 5.296/2004), 
	Lei que criou a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos (Lei Federal 
nº 9140/1995). 
SITES E PORTAIS 
Portal Direitos Humanos Net. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/educar/
pnedh/integral/notas.htm#:~:text=1.,2. Acesso em: 18 dez. 2023.
Banco de imagens com a temática do DH: Direitos Humanos 70 anos. Disponí-
vel em: https://www.direitoshumanos70anos.com. Acesso em: 18 dez. 2023.
Anistia Internacional. Disponível em: https://l1nq.com/ZpJfN. Acesso em: 18 dez. 2023.
Obs:A plataforma possui uma série de materiais para uso em sala de aula.
Quadrinhos com a temática dos DH - Disponível em: http://www.dhnet.org.br/
dados/hq/index.html. Acesso em: 18 dez. 2023.
Organização das Nações Unidas. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
Unicef. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/. Acesso em: 18 dez. 2023.
Unidos pelos Direitos Humanos. Disponível em: https://www.unidosparaosdi-
reitoshumanos.com.pt/. Acesso em: 18 dez. 2023.
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http://portal.mec.gov.br/docman/2191-plano-nacional-pdf/file
https://brasil.un.org/pt-br/91601-declara%C3%A7%C3%A3o-universal-dos-direitos-humanos
https://brasil.un.org/pt-br/91601-declara%C3%A7%C3%A3o-universal-dos-direitos-humanos
https://brasil.un.org/pt-br/91601-declara%C3%A7%C3%A3o-universal-dos-direitos-humanos
https://drive.google.com/file/d/1xtSOyjFCiq9Cs2rlgVdZqfJoZiiBkGlu/view%20Acessado%20em%2012/11/23
https://drive.google.com/file/d/1xtSOyjFCiq9Cs2rlgVdZqfJoZiiBkGlu/view%20Acessado%20em%2012/11/23
http://www.dhnet.org.br/dados/textos/edh/br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf%20acessado%20em%2012/11/13http://www.dhnet.org.br/dados/textos/edh/br/plano_acao_programa_mundial_edh_pt.pdf%20acessado%20em%2012/11/13
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https://www.direitoshumanos70anos.com/
https://l1nq.com/ZpJfN
http://www.dhnet.org.br/dados/hq/index.html
http://www.dhnet.org.br/dados/hq/index.html
https://brasil.un.org/pt-br
https://www.unicef.org/brazil/
https://www.unidosparaosdireitoshumanos.com.pt/
https://www.unidosparaosdireitoshumanos.com.pt/
IDEIAS DE PERCURSOS METODOLOGICOS 
Alguns exemplos e inspirações de percursos metodológicos podem ser en-
contrados no link a seguir:
SUGESTÕES DE PERCUSOS METODOLOGICOS - DIREITOS HUMANOS
VÍDEOS CURTOS – FORMAÇÃO 
O que são direitos humanos? (Glenda Mezarobba). Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=fMBNL4HFEOQ. Acesso em: 18 dez. 2023. 
História dos Direitos Humanos. Disponível em: https://www.unidosparaosdirei-
toshumanos.com.pt/what-are-human-rights/brief-history/. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Série Direitos Humanos – FGV Direito SP. Episódio 1 – O que são Direitos Huma-
nos? Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=7wbIQRzggTI. Acesso 
em: 18 dez. 2023. 
Episódio 2 – Dignidade Humana? Disponível em: https://www.youtube.com/wa-
tch?v=zoC-_joJgYA. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Episódio 3 – Liberdade. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Rk-
GvgoWY1BY. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Episódio 4. Igualdade. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-
2mOkjkBxAJg. Acesso em: 18 dez. 2023. 
6.24. A FOTOGRAFIA E SUAS POSSIBILIDADES NA ESCOLA
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Arte/Artes Visuais: A Fotografia e suas Possibilidades na Escola 
Etapa: Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias
Apresentação
A proposta da Eletiva A Fotografia e Suas Possibilidades Na Escola I foi 
pautada na necessidade de ampliação do tema “Multiculturalismo” para os/as 
estudantes da rede estadual de ensino. Na Educação Básica, o conhecimento 
artístico – ao ser tornado em conhecimento escolar, desenvolve um conjunto 
de competências e habilidades específicas que potencializam, por exemplo, a 
criticidade, a criatividade, a percepção, a sensibilidade e o protagonismo dos 
sujeitos pelos princípios da arte educação. No compromisso com a educação 
integral, e em conformidade com os referenciais curriculares nacional e esta-
dual, a saber: Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e Documento Curricular 
Para Goiás – Etapa Ensino Médio (DC-GOEM), é esperado que os/as estudantes 
possam se aprofundar em saberes culturais através de práticas artísticas em 
Arte/Artes Visuais. Nesse sentido, a Eletiva A Fotografia e Suas Possibilidades 
Na Escola I busca: desenvolver a técnica e a poética da fotografia documental; 
estimular a leitura crítica do mundo, observando a cultura e a organização da 
sociedade por intermédio do fotodocumentarismo; mediar a leitura crítica das 
Tecnologias Digitais da Informação e da Comunicação (TDICs); estimular o res-
peito aos Direitos Humanos; mediar o autoaprendizado e a resolução coletiva 
de problemas. Desse modo, contribuindo para que a educação goiana contem-
ple o alcance da formação humana, o exercício da cidadania e a qualificação 
para o mundo do trabalho no território brasileiro.
Objetivo Geral
Mediar processos educomunicativos que desenvolvam a autonomia inte-
lectual, a leitura de mundo e a sabedoria digital através da fotografia documen-
tal, promovendo a pesquisa, a seleção, a análise, a comparação.
Referências e Inspirações
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. LDB. 9394/1996. Brasília - 
DF, 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm . 
Acesso em: 15 jul. 2022.
CASTANHEIRA, Rafael. Rupturas na fotografia documental brasileira: Clau-
dia Andujar e a poética do (in)visível. In: Discursos Fotográficos, Londrina, 
v.10, n.16, p.53-84, jan./jun. 2014.
CIRANDA DA ARTE. Revista Digital WebZine Ciranda da Arte, 2023. Página 
inicial. Disponível em: https://cirandadaarte.com.br/webzine/. Acesso em: 20 
nov. 2023.
7776
https://seducgogov-my.sharepoint.com/:f:/g/personal/jose_joaquim_seduc_go_gov_br/EuCQoxK9NV9JvVGDOalK1X4B8umZ6RGL4cQr-PMPsMdIzw?e=t0kXfr
https://www.youtube.com/watch?v=fMBNL4HFEOQ
https://www.youtube.com/watch?v=fMBNL4HFEOQ
https://www.unidosparaosdireitoshumanos.com.pt/what-are-human-rights/brief-history/
https://www.unidosparaosdireitoshumanos.com.pt/what-are-human-rights/brief-history/
https://www.youtube.com/watch?v=7wbIQRzggTI
https://www.youtube.com/watch?v=zoC-_joJgYA
https://www.youtube.com/watch?v=zoC-_joJgYA
https://www.youtube.com/watch?v=RkGvgoWY1BY
https://www.youtube.com/watch?v=RkGvgoWY1BY
https://www.youtube.com/watch?v=2mOkjkBxAJg
https://www.youtube.com/watch?v=2mOkjkBxAJg
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm
https://cirandadaarte.com.br/webzine/
6.25. SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA
Tema: Saúde 
Unidade Temática: Educação Física
Etapa: Ensino Médio 
Área do Conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias
Apresentação
A Eletiva de Saúde e Qualidade de Vida foi desenvolvida para oferecer aos 
estudantes do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) a oportu-
nidade de compreender e praticar hábitos saudáveis, promovendo o bem-estar 
físico e mental, visando uma experimentação e difusão de hábitos de práticas 
saudáveis intervenções na comunidade não apenas a prática de atividades físi-
cas, mas também o entendimento abrangente da saúde e seus aspectos rela-
cionados à qualidade de vida.
Objetivo Geral
O objetivo é proporcionar aos alunos conhecimentos teóricos e práticos 
que promovam a adoção de um estilo de vida saudável física e mentalmente. 
Destacando a importância da atividade física, da alimentação saudável e balan-
ceada, do sono de qualidade, práticas de relaxamento, do equilíbrio emocional, 
gerenciamento do stress e da ansiedade, na prevenção de doenças, o impacto 
do sedentarismo na saúde, hábitos de higiene e prevenção de doenças infeccio-
sas, Conscientização sobre o uso e abuso de substâncias. Além disso, busca-se 
incentivar a reflexão sobre a relação entre saúde, qualidade de vida e escolhas 
individuais.
Referências e inspiração:
GUEDES, Dartagnan P. et al. Promoção da saúde e qualidade de vida. Edito-
ra Artmed, 2019.
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira. 
Ministério da Saúde, 2014. 
HERTENSTEIN, Matthew J. The Handbook of Touch: Neuroscience, Behav-
ioral, and Health Perspectives. Springer, 2018.
KABAT-ZINN, Jon. Full Catastrophe Living: Using the Wisdom of Your Body 
and Mind to Face Stress, Pain, and Illness. Bantam Books, 1990.
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Preventing Chronic Diseases: A Vi-
tal Investment. World Health Organization, 2005.
BARROS, Mauro Virgilio Gomes de. Promoção da saúde e prevenção de 
doenças. Ministério da Educação (MEC). Base Nacional Comum Curricular 
(BNCC) - Educação Física.
HADDAD, Marcelo. BNCC na prática: Educação Física. Editora Moderna, 2018. 
BNCC - http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 20 nov. 2023.
6.26. PLURALIDADES AFRO-BRASILEIRAS E INDÍGENAS
Tema: Multiculturalismo
Unidade Temática: Pluralidades Culturais Afro-brasileira e Indígena
Etapa: Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens e suas tecnologias, Ciências Humanas e 
Sociais Aplicadas, Ciências da Natureza e suas tecnologias e Matemática e suas 
tecnologias.
Apresentação
A eletiva Pluralidades Culturais Afro-brasileira e Indígena, é proposta para 
que os estudantes conheçam a história da construção da identidade e forma-
ção do Brasil, a importância dos indígenas, dos africanos e suas lutas pela supe-
ração do racismo e da desigualdade, reconhecimento e valorização de elemen-
tos fundamentais e alicerçais da sua história. 
A eletiva Pluralidades Culturais Afro-brasileira e Indígena, além de estar 
sintonizada com o que preconiza a lei 11.645/2008, é de suma importância para 
despertar a sensibilidade acerca dahistória e cultura dos povos afro-brasileiros 
e indígenas. Embora tal contribuição seja trabalhada de maneira esparsa ao 
longo de outras áreas de conhecimento, entende-se que seja de grande valia a 
concentração historiográfica, teórica e metodológica deste campo de estudos 
em uma eletiva. Essa eletiva pretende estabelecer relações entre passado e 
presente, discutindo mudanças e permanências de conceitos estruturados nas 
relações sociais.
7978
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/
Objetivo Geral 
Conhecer e compreender aspectos, significativos da história e da cultura 
dos povos indígenas, africanos e afro-brasileiros valorizando suas contribui-
ções para a formação da nação brasileira, bem com fomentar e consolidar prá-
ticas pedagógicas antirracistas capazes de formar cidadãos que compreendem 
e respeitam a si mesmos e aos outros.
Referências e Inspirações
BANKS, James A. Reformando escolas para implementar igualdade para di-
ferentes grupos raciais e étnicos. In: Cadernos Penesb – População negra e 
educação escolar. Niterói: EDUFF, 2006.
GOMES, Nilma Lino.  Educação e diversidade cultural: refletindo sobre as 
diferentes presenças na escola, 2008. Disponível em www.mulheresnegras.
org/nilma.html. Acesso em: 18 dez. 2023.
BRASIL. Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Ba-
ses da Educação Nacional. Brasília, 1996.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Edu-
cação das Relações Étnico-Raciais e para o ensino de história e cultura afro-bra-
sileira e africana. Brasília: MEC, 2004.
________. Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal 10.639. 
Brasília: SECAD/MEC, 2005.
________. Orientações e ações para Educação das Relações Étnico-Raciais. 
Brasília: SECAD/MEC, 2006.
________. Resolução CNE/CP nº 1 de maio de 2006. Institui Diretrizes Curricu-
lares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia. Brasília, 2006.
OLIVEIRA, Iolanda de. Raça, Currículo e práxis pedagógicos. In: Cadernos Pe-
nesb – População negra e educação escolar. Niterói: EDUFF, 2006.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Para educar crianças feministas: um manifes-
to / Chimamanda Ngozi Adichie; tradução Denise Bottmann. — 1a ed. — São 
Paulo: Companhia das Letras, 2017.
MACHADO, Carlos Eduardo Dias. Gênios da Humanidade: Ciência, Tecnolo-
gia e Inovação Africana e Afrodescendente / Carlos Eduardo Dias Machado 
e Alexandra Baldeh Loras. São Paulo: DBA Artes Gráficas, 2017.
VÍDEOS CURTOS - LIVROS
Rastros de Resistência: Histórias de luta e liberdade do povo negro. Disponível 
em: http://br802.teste.website/~buxclu62/arquivos/leia-um-trecho/rastros_de_
resistencia.pdf. Acesso em: 20 nov. 2023.
Mulheres, Raça e Classe. Disponível em: http://piape.prograd.ufsc.br/fi-
les/2020/07/Angela-Davis-Mulheres-ra%C3%A7a-e-classe-Boitempo.pdf. Aces-
so em: 20 nov. 2023.
Pele negra, máscaras brancas. Disponível em: file:///C:/Users/75796678191/
Downloads/Pele%20negra%20mascaras%20brancas%20-Frantz%20Fanon.pdf. 
Acesso em: 20 nov. 2023.
O livro da saúde das mulheres negras. Disponível em: https://criola.org.br/wp-
-content/uploads/2017/10/livro_mulheresnegras_1_.pdf. Acesso em: 20 nov. 2023.
Uma história feita por mãos negras. Disponível em: https://cdl-static.s3-sa-
east-1.amazonaws.com/trechos/9786559790067.pdf. Acesso em: 20 nov. 2023.
A escrava. Disponível em: https://smp.ifsp.edu.br/images/2020/extensao/A-es-
crava-Maria-Firmina-27-11.pdf. Acesso em: 20 nov. 2023.
Nós: Uma antologia de literatura indígena. Disponível em: https://www.compa-
nhiadasletras.com.br/trechos/41243.pdf. Acesso em: 20 nov. 2023.
Crônicas Indígenas Para rir e refletir na Escola. Disponível em: https://www.mo-
derna.com.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A808A82764CB41A-
017651B8D274265D. Acesso em: 20 nov. 2023.
8180
http://www.mulheresnegras.org/nilma.html
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http://br802.teste.website/~buxclu62/arquivos/leia-um-trecho/rastros_de_resistencia.pdf
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http://piape.prograd.ufsc.br/files/2020/07/Angela-Davis-Mulheres-ra%C3%A7a-e-classe-Boitempo.pdf
http://piape.prograd.ufsc.br/files/2020/07/Angela-Davis-Mulheres-ra%C3%A7a-e-classe-Boitempo.pdf
file:///C:/Users/75796678191/Downloads/Pele%20negra%20mascaras%20brancas%20-Frantz%20Fanon.pdf
file:///C:/Users/75796678191/Downloads/Pele%20negra%20mascaras%20brancas%20-Frantz%20Fanon.pdf
https://criola.org.br/wp-content/uploads/2017/10/livro_mulheresnegras_1_.pdf
https://criola.org.br/wp-content/uploads/2017/10/livro_mulheresnegras_1_.pdf
https://cdl-static.s3-sa-east-1.amazonaws.com/trechos/9786559790067.pdf
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https://smp.ifsp.edu.br/images/2020/extensao/A-escrava-Maria-Firmina-27-11.pdf
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https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/41243.pdf
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https://www.moderna.com.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A808A82764CB41A017651B8D274265D
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História dos índios no Brasil. Disponível em: https://www.companhiadasletras.
com.br/trechos/35025.pdf. Acesso em: 20 nov. 2023.
A presença indígena na formação do Brasil. Disponível em: http://www.domi-
niopublico.gov.br/download/texto/me004372.pdf. Acesso em: 20 nov. 2023.
O caráter educativo do movimento indígena brasileiro (1970-1990). Disponível 
em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/345975/mod_forum/intro/mun-
duruku_cons_finais_3.pdf. Acesso em: 20 nov. 2023.
Caminhos da Reportagem: Indígenas, a luta dos povos esquecidos. Disponível 
em: https://www.youtube.com/watch?v=iOSUYeCD4tw. Acesso em: 20 nov. 2023.
Povos Indígenas: Conhecer para valorizar. Disponível em: https://www.youtube.
com/watch?v=MwMEuK-DfEw. Acesso em: 20 nov. 2023.
Diferenças e desigualdades no cotidiano escolar. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=d2U9cKRcCHc. Acesso em: 20 nov. 2023.
Educação Escolar Quilombola. Disponível em: https://www.youtube.com/wat-
ch?v=MDhbq-NMpAI. Acesso em: 20 nov. 2023.
Identidade Quilombola. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-
2Z73kWJU14I. Acesso em: 20 nov. 2023.
Educação Escolar Quilombola: currículo e conhecimentos comunitários para 
uma identidade negra. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=cc-
CBPStgaXg. Acesso em: 20 nov. 2023.
Documentário “Olhos de Anastácia”, histórias e memórias negras quilombolas. 
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=q89jvdxFIwM. Acesso em: 
20 nov. 2023.
SITES E PORTAIS 
Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br. Acesso em: 20 nov. 2023.
Disponível em: https://www.povosdafloresta.eco.br. Acesso em: 20 nov. 2023.
Disponível em: https://novaescola.org.br. Acesso em: 20 nov. 2023.
Disponível em: https://www.todamateria.com.br. Acesso em: 20 nov. 2023.
6.27. DESENVOLVIMENTO DE JOGOS COLETIVOS
Tema: Multiculturalismo
Unidade Temática: Educação Física
Etapa: Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias
Apresentação
Em um mundo cada vez mais dinâmico e interconectado, a Educação Física 
desempenha um papel crucial no desenvolvimento integral dos estudantes. O 
curso “Desenvolvimento de Jogos Coletivos” surge como uma proposta inova-
dora para o Ensino Médio, buscando transcender as fronteiras tradicionais do 
ensino ao integrar elementos físicos, sociais, cognitivos e criativos.
Ao reconhecer a importância do movimento e da atividade física para o 
bem-estar global, este curso visa não apenas promover o desenvolvimento fí-
sico, mas também cultivar habilidades sociais, estratégicas e criativas por meio 
da participação ativa em jogos coletivos.
Objetivos Gerais
	Desenvolvimento Físico: Aprimorar capacidades físicas, promovendo 
saúde ebem-estar.
	Habilidades Sociais: Estimular a cooperação, a empatia e o respeito mú-
tuo por meio da prática coletiva.
	Cognição: Desenvolver raciocínio lógico, tomada de decisões e estraté-
gias durante os jogos.
	Criatividade: Incentivar a criação e adaptação de jogos, fomentando a 
expressão individual e coletiva.
	Explorar as habilidades motoras específicas requeridas nos jogos coletivos.
	Valorizar os jogos coletivos como expressão da cultura lúdica.
	Estimular a autonomia para a tomada de decisões e a colaboração no 
trabalho em equipe.
	Analisar as estratégias e regras dos jogos, promovendo o pensamento 
crítico e reflexivo.
8382
https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/35025.pdf
https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/35025.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me004372.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me004372.pdf
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/345975/mod_forum/intro/munduruku_cons_finais_3.pdf
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/345975/mod_forum/intro/munduruku_cons_finais_3.pdf
https://www.youtube.com/watch?v=iOSUYeCD4tw
https://www.youtube.com/watch?v=MwMEuK-DfEw
https://www.youtube.com/watch?v=MwMEuK-DfEw
https://www.youtube.com/watch?v=d2U9cKRcCHc
https://www.youtube.com/watch?v=d2U9cKRcCHc
https://www.youtube.com/watch?v=MDhbq-NMpAI
https://www.youtube.com/watch?v=MDhbq-NMpAI
https://www.youtube.com/watch?v=2Z73kWJU14I
https://www.youtube.com/watch?v=2Z73kWJU14I
https://www.youtube.com/watch?v=ccCBPStgaXg
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https://www.youtube.com/watch?v=q89jvdxFIwM
https://www.gov.br/funai/pt-br
https://www.povosdafloresta.eco.br
https://novaescola.org.br
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Referencias e Inspirações
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BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação Física. 2018.
LUCK, Heloísa e MARQUES, Francisco Rodrigues. Cultura Corporal e Educação 
Física: Abordagens Críticas. Editora Cortez, 2015.
RODRIGUES, Mário Sérgio. Práticas Corporais e Esportes no Mundo: Um 
Olhar Global. Editora Manole, 2017.
Instituto Península: Impulsiona. Disponível em: https://www.institutopenin-
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no%20Novo%20Ensino%20M%C3%A9dio%20prop%C3%B5e%20conside-
rar%20toda%20a,al%C3%A9m%20da%20atribui%C3%A7%C3%A3o%20de%20
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Disponível em: https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/41554/3/
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Disponível em: https://seducgogov-my.sharepoint.com/:w:/r/personal/no-
voensinomediogo_seduc_go_gov_br/_layouts/15/Doc.aspx?sourcedoc=%7B-
9F4EB8BA-AE24-4AC5-BB07-242992BDF587%7D&file=INSTRUMENTOS%20
DE%20MONITORAMENTO%20DAS%20AULAS%20DE%20EDUCA%C3%87%-
C3%83O%20F%C3%8DSICA%20ESCOLAR.docx&action=default&mobileredi-
rect=true . Acesso em: 18 dez. 2023.
6.28. PROJETO DE VIDA – ENSINO MÉDIO
Tema: Projeto de Vida
Unidade Temática: Projeto de Vida
Etapa: Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias, Ciências Humanas e Sociais 
Aplicadas, Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
Apresentação
A eletiva Projeto de Vida será ofertada como proposta para 2024, possibili-
tando aos estudantes do Ensino Médio o desenvolvimento de habilidades que 
os preparem para planejar e direcionar sua vida. E deve pautar-se em estraté-
gias que auxiliem os estudantes a refletirem sobre suas escolhas com autoria 
e protagonismo, gerando autonomia para que, dessa forma, possam construir 
seu Projeto de Vida a partir da experiência de várias e inúmeras decisões, as 
quais vão, aos poucos, sendo tomadas com base, sobretudo, na premissa de 
que “ninguém é autônomo primeiro para depois decidir.” (FREIRE, 2002. p.55).
É necessário oportunizar aos estudantes a busca de suas aspirações e o 
reconhecimento de seus sonhos, aptidões, habilidades e interesses, auxilian-
do-os a tomar decisões e fazer escolhas não só sobre seu futuro, mas também 
o agora, sendo incentivados a refletir sobre metas pessoais, desenvolver habili-
dades socioemocionais e promover momentos de discussão para traçar planos 
de como alcançar o sucesso acadêmico e profissional. 
Tal componente possui diálogo direto com a habilidade de reflexão do estu-
dante, sua atuação cidadã e seus projetos existenciais como um todo. Somados 
aos princípios gerais da Educação Básica, os princípios orientadores específicos, 
que são tratados pelo Artigo 5.º das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensi-
no Médio, também assinalam a importância do Projeto de Vida como estratégia 
de reflexão sobre a trajetória pessoal, cidadã e profissional dos estudantes.
Assim, torna-se imprescindível a criação de oportunidades para que o es-
tudante possa compreender o sentido de ser, conjuntamente, com o ambiente 
escolar, com os profissionais da educação, com a comunidade, com os pais e/ou 
responsáveis e a totalidade contextual em que o jovem está inserido. 
Objetivo Geral
Contribuir, fortalecer e apoiar o estudante em suas escolhas pessoais, sociais 
e profissionais, fomentando sua autonomia para construir seu próprio caminho.
Referências e Inspirações
Roteiros Pedagógicos propostos pelo Instituto Ânima, para aulas do Compo-
nente Curricular Projeto de Vida para as turmas de 1ªs, 2ªs e 3ªs Séries do Ensi-
8584
https://www.institutopeninsula.org.br/iniciativas/impulsiona/
https://www.institutopeninsula.org.br/iniciativas/impulsiona/
https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/41554/3/01d19t08.pdf
https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/41554/3/01d19t08.pdf
https://seducgogov-my.sharepoint.com/:w:/r/personal/novoensinomediogo_seduc_go_gov_br/_layouts/15/Doc.aspx?sourcedoc=%7B9F4EB8BA-AE24-4AC5-BB07-242992BDF587%7D&file=INSTRUMENTOS%20DE%20MONITORAMENTO%20DAS%20AULAS%20DE%20EDUCA%C3%87%C3%83O%20F%C3%8DSICA%20ESCOLAR.docx&action=default&mobileredirect=true
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https://seducgogov-my.sharepoint.com/:w:/r/personal/novoensinomediogo_seduc_go_gov_br/_layouts/15/Doc.aspx?sourcedoc=%7B9F4EB8BA-AE24-4AC5-BB07-242992BDF587%7D&file=INSTRUMENTOS%20DE%20MONITORAMENTO%20DAS%20AULAS%20DE%20EDUCA%C3%87%C3%83O%20F%C3%8DSICA%20ESCOLAR.docx&action=default&mobileredirect=true
no Médio. Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/1Va3zO5hxv_
GP3fPnWPg9ISK1vHqRKemW. Acesso em: 18 dez. 2023.
Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: 
MEC, 2018.
GOIÁS, Secretaria de Estado da Educação. Documento Curricular para Goiás 
- Etapa Ensino Médio. Goiânia, 2021. Disponívelem: https://site.educacao.
go.gov.br/files/documentos/PEDAGOGICO/Bimestralizacao%20Formacao%20
Geral%20Basica%20DC%20GOEM.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
Disponível em Plataforma AZ. Disponível em: https://blog.plataformaaz.com.br/
projeto-de-vida/#:~:text=O%20que%20%C3%A9%20o%20Projeto,pessoais%20
que%20comp%C3%B5em%20sua%20personalidade. Acesso em: 18 dez. 2023. 
PARANÁ, Caderno de Itinerários Formativos 2022. Disponível em: https://pro-
fessor.escoladigital.pr.gov.br/sites/professores/arquivos_restritos/files/documen-
to/2022-02/caderno_itinerarios_formativos2022.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023. 
BRASÍLIA, SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL. Ca-
derno Orientador - Unidade Curricular Projeto de Vida 2022. Disponível em: 
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/11/Caderno_orien-
tador_Projeto_de_Vida_NOVO_ENSINO_MEDIO_1.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023. 
6.29. EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL 
Tema: Saúde 
Unidade Temática: Educação Alimentar e Nutricional 
Etapa: 2ª Etapa EJA (Ensino Fundamental) 
Área do Conhecimento: Ciências da Natureza e Linguagens 
Apresentação
A Eletiva de Educação Alimentar e Nutricional foi desenvolvida para ofere-
cer aos estudantes da 3ª Etapa da Educação de Jovens e Adultos (EJA) a opor-
tunidade de compreender e praticar hábitos alimentares e nutricionais saudá-
veis, promovendo o bem-estar físico e mental, visando uma experimentação e 
difusão de hábitos de práticas saudáveis, não apenas na prática de alimentação 
saudável, mas também o entendimento abrangente da necessidade de ativida-
des físicas e seus aspectos relacionados à qualidade de vida. 
Objetivo Geral
Proporcionar aos estudantes conhecimentos teóricos e práticos que pro-
movam a adoção de um estilo de vida saudável, física e mentalmente. Desta-
cando a importância da alimentação saudável e balanceada, da atividade física, 
do sono de qualidade, de práticas de relaxamento, do equilíbrio emocional, do 
gerenciamento do stress e da ansiedade, da prevenção de doenças, do impacto 
do sedentarismo na saúde, dos hábitos de higiene e prevenção de doenças.  
Referências e Inspirações
GUEDES, Dartagnan P. et al. Promoção da saúde e qualidade de vida. Edito-
ra Artmed, 2019. 
Brasil. Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira. 
Ministério da Saúde, 2014.
HERTENSTEIN, Matthew J. The Handbook of Touch: Neuroscience, Behav-
ioral, and Health Perspectives. Springer, 2018. 
KABAT-ZINN, Jon. Full Catastrophe Living: Using the Wisdom of Your Body 
and Mind to Face Stress, Pain, and Illness. Bantam Books, 1990. 
WORLD HEALTH Organization (WHO). Preventing Chronic Diseases: A Vital 
Investment. World Health Organization, 2005. 
BARROS, Mauro Virgilio Gomes de. Promoção da saúde e prevenção de 
doenças. 
BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Base Nacional Comum Curricular 
(BNCC) - Educação Física. 
HADDAD, Marcelo. BNCC na prática: Educação Física. Editora Moderna, 
2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 18 
dez. 2023.
8786
https://nam02.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fdrive.google.com%2Fdrive%2Ffolders%2F1Va3zO5hxv_GP3fPnWPg9ISK1vHqRKemW&data=05%7C01%7Cosvany.cardoso%40seduc.go.gov.br%7C3aba12a212a846c6d21a08dafd7ea994%7C67e592f19681429abaa99508fdfd7780%7C0%7C0%7C638101017714007766%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000%7C%7C%7C&sdata=x5DKAlv6rhLrQtP%2FsXoXxE5PN2MOKtFcB02HMyYxeso%3D&reserved=0
https://nam02.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fdrive.google.com%2Fdrive%2Ffolders%2F1Va3zO5hxv_GP3fPnWPg9ISK1vHqRKemW&data=05%7C01%7Cosvany.cardoso%40seduc.go.gov.br%7C3aba12a212a846c6d21a08dafd7ea994%7C67e592f19681429abaa99508fdfd7780%7C0%7C0%7C638101017714007766%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000%7C%7C%7C&sdata=x5DKAlv6rhLrQtP%2FsXoXxE5PN2MOKtFcB02HMyYxeso%3D&reserved=0
https://site.educacao.go.gov.br/files/documentos/PEDAGOGICO/Bimestralizacao%20Formacao%20Geral%20Basica%20DC%20GOEM.pdf.  
https://site.educacao.go.gov.br/files/documentos/PEDAGOGICO/Bimestralizacao%20Formacao%20Geral%20Basica%20DC%20GOEM.pdf.  
https://site.educacao.go.gov.br/files/documentos/PEDAGOGICO/Bimestralizacao%20Formacao%20Geral%20Basica%20DC%20GOEM.pdf.  
https://professor.escoladigital.pr.gov.br/sites/professores/arquivos_restritos/files/documento/2022-02/caderno_itinerarios_formativos2022.pdf
https://professor.escoladigital.pr.gov.br/sites/professores/arquivos_restritos/files/documento/2022-02/caderno_itinerarios_formativos2022.pdf
https://professor.escoladigital.pr.gov.br/sites/professores/arquivos_restritos/files/documento/2022-02/caderno_itinerarios_formativos2022.pdf
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/11/Caderno_orientador_Projeto_de_Vida_NOVO_ENSINO_MEDIO_1.pdf
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/11/Caderno_orientador_Projeto_de_Vida_NOVO_ENSINO_MEDIO_1.pdf
6.30. JOGOS DE TABULEIRO 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Educação Física 
Etapa: 2ª Etapa - Ensino Fundamental 
Área do Conhecimento: Linguagens 
Apresentação
A proposta é de uma abordagem dinâmica e prática para estudantes, vi-
sando estimular habilidades cognitivas, estratégicas e sociais por meio de jogos 
tradicionais e contemporâneos com vistas em despertar compreensão de que 
a aprendizagem, quando alinhada ao prazer e à ludicidade, se torna mais efi-
caz e duradoura, integrando estratégias que envolvem o cotidiano ao ambiente 
de aprendizado, proporcionando uma abordagem pedagógica atrativa; além de 
consolidar conhecimentos acadêmicos, buscamos aprimorar habilidades cogni-
tivas, como raciocínio lógico e tomada de decisões, e promover o desenvolvi-
mento social por meio da interação e trabalho em equipe. 
Objetivos Gerais
1. Desenvolver habilidades socioemocionais, cognitivas e estratégicas dos 
educandos, através da prática, compreensão e criação de jogos de tabu-
leiro, promovendo a socialização, o raciocínio lógico e o respeito às regras. 
2. Explorar as habilidades motoras finas e a concentração necessárias para 
os jogos de tabuleiro.  
3. Valorizar jogos de tabuleiro como parte da cultura lúdica, estimulando a 
reflexão sobre sua história e relevância. 
4. Estimular a autonomia na resolução de problemas e a colaboração du-
rante as partidas. 
5. Analisar estratégias, tomar decisões e antecipar possíveis desdobra-
mentos durante os jogos
Desenvolvimento Cognitivo: Utilizaremos jogos estratégicos para aprimo-
rar o raciocínio lógico, a resolução de problemas e a tomada de decisões, habili-
dades cruciais não apenas para o ambiente acadêmico, mas para a vida em geral.
Estímulo ao Pensamento Crítico: Cada jogo foi escolhido para desafiar 
sua capacidade de análise crítica. Queremos que vocês desenvolvam a habili-
dade de avaliar situações, considerar múltiplas perspectivas e tomar decisões 
informadas.
Promoção da Interação Social: Os jogos de tabuleiro incentivam a intera-
ção e a comunicação. Ao participar ativamente, vocês não apenas fortalecerão 
habilidades sociais, mas também criarão laços significativos com seus colegas. 
Aprendizado Lúdico e Engajamento: Acreditamos que a melhor aprendi-
zagem ocorre quando há envolvimento e diversão. Os jogos de tabuleiro ofere-
cem uma abordagem lúdica para consolidar conceitos acadêmicos, tornando o 
processo educacional mais agradável e eficaz. 
Flexibilidade de Aprendizado: Adaptamos os horários e o local para ga-
rantir que a participação seja acessível a todos. Queremos proporcionar uma 
experiência flexível que se integre harmoniosamente às suas agendas. 
Referências e Inspirações
FINKEL, R. Jogo e Cultura: Uma Análise Antropológica do Lúdico. Editora da 
Unicamp, 2001.
SOARES, A. R. Jogos de Tabuleiro: Contribuições para a Aprendizagem. Edi-
tora Vozes, 2015.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação Física. 2018. 
6.31. TECNOLOGIA NO COTIDIANO 
Tema: Ciência e Tecnologia 
Unidade Temática:Tecnologia no Cotidiano
Etapa: 2ª Etapa - Ensino Fundamental e 3ª Etapa – Ensino Médio
Área do Conhecimento: Ciências Humanas, Linguagens, Matemática, Ciências 
da Natureza 
Apresentação 
O letramento digital não é limitado pela simples perícia no manuseio das 
tecnologias digitais, tendo o seu foco principalmente no desenvolvimento de 
habilidades e competências na usabilidade adequado dos recursos digitais. 
Sendo assim, torna-se papel da unidade escolar auxiliar os educandos no pro-
cesso de letramento digital, contribuindo para a formação de cidadãos, com 
condições de usar as tecnologias digitais no seu cotidiano.
8988
Objetivo Geral
Desenvolver competências e habilidades que permitam aos educandos 
solucionarem problema que envolvem as tecnologias digitais, possibilitando o 
seu uso no cotidiano.
Referências 
PAGAMUNCI, Mirian Eduarda. Tecnologia, inovação e educação: uma análise re-
flexiva. Gestão Escolar, Curitiba, 2020. Disponível em: http://www.diaadiaedu-
cacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/316-4.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
PRENSKY, M.: Digital Natives Digital Immigrants. In: PRENSKY, Marc. On the 
Horizon. NCB University Press, Vol. 9 No. 5, October (2001). Disponível em: ht-
tps://www.marcprensky.com/writing/Prensky%20-%20Digital%20Natives,%20
Digital%20Immigrants%20-%20Part1.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
XAVIER, Antonio Carlos. Educação, tecnologia e inovação: o desafio da aprendi-
zagem hipertextualizada na escola contemporânea. Revista (Con) Textos Lin-
guísticos, v. 7, n. 8.1, p. 42-61, 2013. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/
contextoslinguisticos/article/view/6004. Acesso em: 18 dez. 2023.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE COMPUTAÇÃO (SBC). Diretrizes para ensino de 
Computação na Educação Básica. Sociedade Brasileira de Computação, 2019. 
Disponível em: https://www.sbc.org.br/documentos-da-sbc?task=download.
send&id=1220&catid=203&m=0.  Acesso em: 18 dez. 2023.
Referências para o(a) Professor(a)
BARROS, D. M. V.; NEVES, C.; MOREIRA, J. A.; SEABRA, F.; HENRIQUES, S. Edu-
cação e Tecnologias: Reflexão, Inovação e Práticas. 2011. Disponível em: ht-
tps://repositorioaberto.uab.pt/handle/10400.2/2771. Acesso em: 18 dez. 2023.
VALENTE, J. A. Pensamento Computacional, Letramento Computacional ou 
Competência Digital? Novos Desafios da Educação. Revista educação e cultu-
ra contemporânea, v. 16, n. 43, p. 147-168, 2019. Disponível em: http://periodicos.
estacio.br/index.php/reeduc/article/viewArticle/5852 . Acesso em: 18 dez. 2023.
BORBA, M. C.; JUNIOR, V. R. B. O ChatGPT e educação matemática. Educação 
Matemática Pesquisa, v. 25, n. 3, p. 142-156, 2023. Disponível em: https://revis-
tas.pucsp.br/emp/article/view/63304 . Acesso em: 18 dez. 2023.
SCRATCH. Linguagem de Programação em Blocos Desenvolvida pelo MIT. 
Disponível em: https://scratch.mit.edu/ . Acesso em: 18 dez. 2023. 
OPEN ROBERTA LAB. Disponível em: https://lab.open-roberta.org/. Acesso em: 
18 dez. 2023.
6.32. O TRABALHADOR E O MUNDO DO TRABALHO 
Tema: Economia 
Unidade Temática: O Trabalhador e o Mundo do Trabalho  
Etapa: 3ª Etapa - Ensino Médio  
Área do Conhecimento: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Linguagens e 
suas Tecnologias e Matemática e Suas Tecnologias
 
Apresentação
A eletiva está relacionada ao Mercado de Trabalho e Empregabilidade que 
traz uma proposta de formação dos educandos, de modo a ampliar suas com-
petências e habilidades que facilitem seu ingresso no mundo do trabalho, além 
de proporcionar a vivência em atividades sociais.  
Esse componente permitirá a compreensão sobre o mundo do trabalho 
e possibilitará ao educando ter uma visão ampla e crítica sobre dilemas, rela-
ções, desafios, tendências e oportunidades no mundo do trabalho; identificar 
um espectro amplo de profissões e suas práticas e reconhecer o valor do traba-
lho como fonte de realização pessoal e de transformação social. 
Outro fator importante será o estudo sobre as características do mundo 
do trabalho: exigências, risco, carga de trabalho e desempenho humano; a in-
tegração e dinamicidade presente em qualquer atividade de trabalho. Ainda 
nessa perspectiva que o estudante compreenda os tipos de trabalho: formal, 
informal, autônomo e liberal. 
Objetivo Geral
Possibilitar que o educando tenha uma abordagem da realidade local e 
global, de conteúdos referentes à educação econômica, aos princípios da eco-
9190
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/316-4.pdf
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https://revistas.pucsp.br/emp/article/view/63304
https://revistas.pucsp.br/emp/article/view/63304
https://scratch.mit.edu/
https://lab.open-roberta.org/
nomia solidária, as tecnologias sociais, ao microcrédito, às possibilidades de 
inserção na diversidade de produtos produtivos, entre outros, além de refletir 
sobre diversos aspectos do mundo do trabalho, considerando as potencialida-
des da localidade, dos sujeitos e dos recursos.  
 
Referências e Inspirações
 
Tipos de empreendedorismo. Disponível em: https://www.portaldaindustria.
com.br/industria-de-a-z/empreendedorismo/#:~:text=O%20empreendedoris-
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Parceiro Seduc - Junior Achievement Goiás – ou JA (“Jota-a”) Goiás. Disponível 
em: https://jagoias.org/ . Acesso em: 18 dez. 2023.
Plataforma Inspira JÁ. Disponível em: https://inspiraja.app.toolzz.com.br/ . Aces-
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Parceiro Seduc – Instituto Natura. Disponível em: https://www.institutonatura.
org/ . Acesso em: 18 dez. 2023. 
 
Vídeo: Kung fu panda - Características do empreendedor. Disponível em: ht-
tps://www.youtube.com/watch?v=kpjwWSojRic . Acesso em: 18 dez. 2023.
 
Educação Empreendedora. Disponível em: https://www.sebrae.com.br . Acesso 
em: 18 dez. 2023. 
6.33. EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO – ENSINO MÉDIO
Tema: Trânsito  
Unidade Temática: Educação para o Trânsito 
Etapa: Ensino Médio  
Área do Conhecimento: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas
Apresentação 
O tema dessa eletiva vem ao encontro de uma educação para o trânsito 
pautada em reflexões que sinalizam a necessidade de desenvolver metodo-
logias ativas que sensibilizem pedestres e condutores para um maior cuidado 
com a boa fluência do trânsito por meio de prática que geram gentileza, valo-
res, segurança e respeito, visando a proteção da vida, reduzindo o índice de 
violências no trânsito.
Entendendo que a educação é o ponto de partida para transformação de 
comportamentos e construção de valores humanos, tais como respeito, cor-
tesia, cooperação, solidariedade e responsabilidade, acredita-se que envolver 
adolescentes e jovens no processo de conscientização para promoção do trân-
sito sem violência é um caminho para que o ato educativo se dissemine nas 
famílias, nos pares e consequentemente a sociedade que trafega pelas vias ter-
restres seja transformada.  
Para cultivar e intensificar a paz no trânsito é preciso ampliar o acesso às 
informações, promover discussões sobre as normas de incentivo às boas práti-
cas por condutores e pedestres e conhecer e analisar o Código de Trânsito. Essa 
transformação perpassapela educação de cada cidadão, onde cada um deve 
assumir a sua responsabilidade, de modo a evitar quaisquer tipos de violências 
desde as discussões, agressões, transgressão de regras, até os acidentes fatais 
e para além de responder pelas suas atitudes, contribuir com a disseminação 
dessa conscientização.
Responsabilidade e Cidadania — Agir pessoal e coletivamente com autonomia, res-
ponsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base 
em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários. (BNCC, p.9). 
...Por fim, cabe aos sistemas e redes de ensino, assim como às escolas, em suas res-
pectivas esferas de autonomia e competência, incorporar aos currículos e às propos-
tas pedagógicas a abordagem de temas contemporâneos que afetam a vida humana 
em escala local, regional e global, preferencialmente de forma transversal e integra-
dora. Entre esses temas, destacam-se: direitos da criança e do adolescente (Lei nº 
8.069/199016), educação para o trânsito (Lei nº 9.503/199717), (BNCC, p. 10) 
Partindo desses pressupostos, entende-se que a Educação para o Trânsito 
como proposta curricular transversal – Eletiva, deve ser desenvolvida de forma 
contextualizada, incluída no desenvolvimento do currículo, numa perspectiva 
ética, empática, consciente pautada no protagonismo. Cabe afirmar que a Edu-
cação para o Trânsito é entendida por esse departamento pedagógico, como 
uma temática de valorização da vida uma vez que segundo o relatório Status 
Report on Road Safety 2022, da Organização Mundial de Saúde (OMS), o  Brasil 
é o terceiro país com mais mortes no trânsito em todo o mundo, o que confi-
gura como a oitava principal causa de mortes no país. Assim, entende-se que 
9392
https://jagoias.org/
https://inspiraja.app.toolzz.com.br/
https://www.institutonatura.org/
https://www.institutonatura.org/
https://www.youtube.com/watch?v=kpjwWSojRic
https://www.youtube.com/watch?v=kpjwWSojRic
https://www.sebrae.com.br/
https://www.itf-oecd.org/sites/default/files/docs/irtad-road-safety-annual-report-2022.pdf
https://www.itf-oecd.org/sites/default/files/docs/irtad-road-safety-annual-report-2022.pdf
a Educação para o Trânsito no Ensino Médio, é um caminho mais eficaz para 
conscientizar e dialogar sobre as posturas éticas, prudentes e empáticas tan-
to de pedestres, condutores e futuros condutores no trânsito e como forma 
de ampliar e intensificar a transformação consciente por meio de projetos de 
aprendizagem que ultrapassem os muros da escola e se disseminem nas comu-
nidades locais e consequentemente na sociedade. 
Nesse construto, no Documento Curricular para Goiás – Ampliado (DC-GO 
2018) a Educação para o Trânsito está contemplado no Campo de Atuação na 
Vida Pública: código nacional de trânsito no sentido de:
	identificar, tendo em vista o contexto de produção, a forma de organização dos textos 
normativos e legais (Lei, código, estatuto, regimento etc.), a lógica de hierarquização 
de seus itens e subitens e suas partes;  
	engajar-se com a busca de soluções para problemas ou questões que envolvam a vida 
da escola e da comunidade; 
	relacionar textos e documentos legais e normativos de importância universal, nacional 
ou local que envolvam direitos, em especial, de crianças, adolescentes e jovens; 
	contrastar dados e informações de diferentes fontes, identificando coincidências, 
complementaridades e contradições, de forma a poder compreender e posicionar-se 
criticamente sobre os dados e informações usados em fundamentação de propostas 
e analisar a coerência entre os elementos, de forma a tomar decisões fundamentadas; 
	discutir casos, reais ou simulações, submetidos a juízo, que envolvam (supostos) des-
respeitos do Código Nacional de Trânsito, como forma de criar familiaridade com tex-
tos legais – seu vocabulário, formas de organização, marcas de estilo etc.  
Essas perspectivas requerem um trabalho pedagógico transversal e meto-
dologias que primem pelo processo de ensino e aprendizagem para a formação 
e desenvolvimento humano, com emancipação dos sujeitos estudantes auto-
res de iniciativas individuais e coletivas pela paz no trânsito. 
Assim, essa proposição de eletiva deve contextualizar e problematizar a 
relação dos estudantes com o trânsito, a partir das vias locais a fim de contri-
buir com as mudanças de hábitos e atitudes quanto ao respeito às normas, 
identificação de placas, reconhecimento das leis que estabelecem as infrações 
e suas gravidades, penalidades e normas de conduta em prol de um trânsito or-
ganizado.  Ressalta-se nesse contexto, o protagonismo como elemento crucial 
para a formação dos jovens na contemporaneidade. Então, essa eletiva prevê a 
participação ativa individual e coletiva dos jovens do Ensino Médio, que extra-
pole os muros das escolas e contribua para uma sociedade mais consciente e 
sensível à valorização da vida.
Por fim, entende-se que compete à escola, conscientizar para a responsa-
bilidade de condutores e pedestres quanto ao respeito às normas de trânsito, à 
prática de condutas empáticas, solidárias e de gentileza, com intuito de promo-
ver a paz no trânsito evitando quaisquer tipos de violências que comprometem 
a ordem e a paz no trânsito. 
 
Objetivo Geral 
Proporcionar aos estudantes do Ensino Médio, o fortalecimento da cultura 
de paz e a valorização da vida, por meio da conscientização quanto aos valores 
e as boas condutas no tráfego de pedestres e condutores, a fim de prevenir 
violências no trânsito por meio de metodologias pautadas no protagonismo ju-
venil, rompendo os muros da escola e primando pela autonomia e iniciativa de 
disseminação das reflexões e conscientização da sociedade civil. 
Referências 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular - BNNC. Bra-
sília: MEC, 2018.  
GOIAS. Secretaria de Estado de Educação. Documento Curricular para Goiás – 
Etapa Ensino Médio - DC-GOEM. Goiânia, 2021. 
 
Referências e Inspirações 
CRUZ, Roberto Moraes; ALCHIERI, João Carlos; HOFFMANN, Maria Helena – 
Comportamento Humano no Trânsito – São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. 
ELIAS, José – Brincando e Aprendendo no Trânsito – Lorenzet, 1999. 
ESPÍRITO SANTO, J. - Trânsito e Cidadania – Ed. Brasília, DF, 2000. 
FILIPOUSKI, Mariza Ribeiro – Trânsito e Educação: Itinerários Pedagógicos – 
Porto Alegre: UFRGS, 2002. 
FRERICHS, Rosane – O Céu Já Tem Anjos Demais: Educação Para o Trânsito – 
FTD, 1997. 
9594
JOHANNES, R – Os Sinais de Trânsito e o Comportamento Seguro – Sagra-DC 
Luzzatto (RS). 
KUTIANSKI, Maria Lucia A.; ARAÚJO, Sílvio J. Mazalotti de – Educando Para o 
Trânsito – São Paulo: Kalimera, 1999.   
MARTINS, João Pedro – A Educação de Trânsito – Auntentica, 2004. 
MARTINS, João Pedro – A Educação Para o Trânsito – Campanhas educativas 
nas escolas – Belo Horizonte: Autêntica, 2004. 
RODRIGUES, Juciara – Educação de Trânsito no Ensino Fundamental: Cami-
nho aberto à Cidadania – Brasília: ABDETRAN, 1999. 
ROZESTRATEN, Reinier, J. A. – Os Sinais de Trânsito e o Comportamento Se-
guro – Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 1996. 
ROZESTRATEN, Reinier, J. A. – Psicologia do Trânsito – São Paulo: EPU, 1998. 
SABINO, Eliana – Sinal Verde Para um Trânsito Feliz – Rio de Janeiro: Objeti-
va, 1992. 
SANTOS, Lucene Ramos. Educação para o Trânsito: da moral heterônoma 
para autônoma. Salvador, 2006. 
SEFFNER, Fernando; KEHRWALD, Isabel Petry; OUTROS – Trânsito e Educação 
– Itinerários Pedagógicos – UFRGS, 2002. 
TODOLIVRO – Educação Para o Trânsito – Pedestre / Bicicleta / Ônibus / Au-
tomóvel / Caminhão / Motocicleta – Todolivro, 2002. 
TOLENTINO, Nereide E. B. – Trânsito: Qualidade de Vida do Condutor e o Có-
digo de Trânsito Brasileiro – São Paulo: Edicon, 1998. 
VASCONCELOS, Eduardo Alcântara de – O Que é Trânsito – 3 ed. Revisada e 
Ampliada – São Paulo: Brasiliense, 1998. 
VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Trânsito. In: CARDOSO, Beatriz; EDNIR, Madza 
(Orgs.). Ler e escrever, muito prazer! São Paulo: Ática, 1998. 
WebreferênciasObservatório Nacional de Segurança Viária. Disponível em: https://www.onsv.
org.br/. Acesso em: 18 dez. 2023.
Disponível em: https://www.youtube.com/channel/UCrbFpAR6vF_rkD2X-
-wa9MCA . Acesso em: 18 dez. 2023.
Lei e materiais básicos sugeridos. Disponível em: Código de Trânsito Brasilei-
ro. Acesso em: 18 dez. 2023.  
Proposta de trabalho com conteúdo sugeridos pela Escola Pública de 
Trânsito do Detran-Go. Programa Trânsito Seguro. Disponível em: Trânsito 
Seguro para o Ensino Médio. Acesso em: 18 dez. 2023.  
Sugestão Curricular. Disponível em: https://drive.google.com/drive/folder-
s/1L2_LnYmSw8X-frC2BEMB2yE16XewAXDR. Acesso em: 18 dez. 2023.  
6.34. CULTURA E DANÇA QUILOMBOLA 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Cultura e dança Quilombola 
Etapa: Ensino Médio 
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática. 
Apresentação  
A cultura quilombola é uma cultura rica e diversa, que reflete a herança 
africana, indígena e europeia dos quilombolas. A dança é uma parte importan-
te dessa cultura, e é uma forma de expressão cultural, comunicação, preserva-
ção e arte. As danças quilombolas são geralmente acompanhadas de música, 
que é tocada por instrumentos musicais tradicionais, como tambores, flautas, 
chocalhos e maracas. As danças também podem incluir cantos e rituais, as dan-
ças quilombolas são realizadas em uma variedade de ocasiões, como rituais 
religiosos, festas, comemorações e cerimônias. Elas podem ser utilizadas para 
celebrar a vida, a morte, a colheita, a pesca, a caça, a guerra ou outros eventos 
importantes.
9796
https://www.onsv.org.br/
https://www.onsv.org.br/
https://www.youtube.com/channel/UCrbFpAR6vF_rkD2X-wa9MCA
https://www.youtube.com/channel/UCrbFpAR6vF_rkD2X-wa9MCA
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm
https://drive.google.com/file/d/1CINFQtTbl_iYI6J_LfGAxygvuh_Y2tc2/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1CINFQtTbl_iYI6J_LfGAxygvuh_Y2tc2/view?usp=sharing
https://drive.google.com/drive/folders/1L2_LnYmSw8X-frC2BEMB2yE16XewAXDR
https://drive.google.com/drive/folders/1L2_LnYmSw8X-frC2BEMB2yE16XewAXDR
Aqui estão alguns exemplos de danças quilombolas brasileiros:
	Jongo: Dança guerreira realizada pelos quilombolas do Nordeste do 
Brasil.
	Tambor de crioula: Dança ritual realizada pelos quilombolas do Nor-
deste do Brasil.
	Candombe: Dança fúnebre realizada pelos quilombolas do Rio Grande 
do Sul.
	Maçambique: Dança ritual realizada pelos quilombolas do Nordeste 
do Brasil.
	Cururu: Dança folclórica realizada por quilombolas e não indígenas do 
Norte e Nordeste do Brasil.
	Jacuná: Dança folclórica realizada por quilombolas e não indígenas do 
Norte e Nordeste do Brasil.
As danças quilombolas são uma parte importante da cultura brasileira. Elas 
são uma expressão da riqueza e da diversidade cultural do país, para celebrar a 
vida as danças quilombolas são frequentemente usadas para celebrar eventos 
importantes, como nascimentos, casamentos e aniversários. Para celebrar a 
morte, as danças quilombolas também podem ser usadas para celebrar a mor-
te de um ente querido.
	Para preservar a cultura: As danças quilombolas são uma forma de 
preservar a cultura e as tradições dos quilombolas.
	Para se comunicar: As danças quilombolas podem ser usadas para se 
comunicar com os espíritos ancestrais ou com outras comunidades 
quilombolas.
	Para se divertir: As danças quilombolas também são uma forma de se 
divertir e relaxar.
Objetivo Geral 
Valorizar e promover a cultura e a dança Quilombola, contribuindo para 
a preservação da riqueza cultural dos povos do quilombo, promovendo um 
maior entendimento e respeito entre diferentes culturas. Isso pode contribuir 
para a construção de pontes entre as comunidades Quilombolas e a sociedade 
em geral, fomentando o diálogo intercultural e combatendo estereótipos es-
pecíficos. As danças quilombolas são uma parte importante da identidade dos 
quilombolas. Elas ajudam os quilombolas a compreenderem o mundo ao seu 
redor e a manter suas tradições vivas.
Referências e Inspirações
SITES E PORTAIS
Educação e cultura dos quilombos no Brasil. Disponível em: https://www.gov.
br/capes/pt-br/assuntos/noticias/educacao-e-cultura-dos-quilombos-no-brasil. 
Acesso em: 18 dez. 2023. 
Cultura Popular é feita na base da teimosia, diz militante Quilombola. Dispo-
nível em: Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/
noticia/2023-05/cultura-popular-e-feita-na-base-da-teimosia-diz-militante-
quilombola . Acesso em: 18 dez. 2023.
Dança de roda: ancestralidade, resistência e cuidado: relato de experiência 
em uma comunidade quilombola. Disponível em: https://doity.com.br/anais/
erefisiomaceio/trabalho/82185. Acesso em: 18 dez. 2023.
VIDEOS CURTOS 
Dança Cultural da Comunidade Quilombola de Cocalim. Disponível em: https://
www.youtube.com/watch?v=Qk9l0efDIs4. Acesso em: 18 dez. 2023.  
Cia Quilombolas de Luz apresenta espetáculo de Dança Odara. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=Ia3HA73Hqw8. Acesso em: 18 dez. 2023.  
Roda de Samba Quilombo. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=luLdTZjYvIg. Acesso em: 18 dez. 2023.
DOS ANJOS, em pontos turísticos de candiba. Disponível em: https://www.you-
tube.com/watch?v=Mjfn0iF2POM. Acesso em: 18 dez. 2023.  
Dança Marajoara- Grupo Encanto Quilombola- Comunidade de Barro Alto. Dis-
ponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vALkOGAqzhw. Acesso em: 18 
dez. 2023.  
9998
https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/educacao-e-cultura-dos-quilombos-no-brasil
https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/educacao-e-cultura-dos-quilombos-no-brasil
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-05/cultura-popular-e-feita-na-base-da-teimosia-diz-militante-quilombola
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-05/cultura-popular-e-feita-na-base-da-teimosia-diz-militante-quilombola
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-05/cultura-popular-e-feita-na-base-da-teimosia-diz-militante-quilombola
https://doity.com.br/anais/erefisiomaceio/trabalho/82185
https://doity.com.br/anais/erefisiomaceio/trabalho/82185
https://www.youtube.com/watch?v=Qk9l0efDIs4
https://www.youtube.com/watch?v=Qk9l0efDIs4
https://www.youtube.com/watch?v=Ia3HA73Hqw8
https://www.youtube.com/watch?v=luLdTZjYvIg
https://www.youtube.com/watch?v=luLdTZjYvIg
https://www.youtube.com/watch?v=Mjfn0iF2POM
https://www.youtube.com/watch?v=Mjfn0iF2POM
https://www.youtube.com/watch?v=vALkOGAqzhw
LIVROS  
Danças e Festas na Comunidade Quilombola Kalunga de Teresina de Goiás. Dis-
ponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/819/o/Dan%C3%A7as_e_fes-
tas_na_comunidade_Kalunga.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.  
6.35. HORTA ORGÂNICA E MEDICINAL - QUILOMBOLA 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Horta Orgânica e Medicinal  
Etapa: Ensino Fundamental e Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática. 
Apresentação 
As hortas orgânicas Quilombolas são cultivadas sem o uso de agrotóxicos 
ou fertilizantes químicos. Elas são baseadas em técnicas tradicionais de cultivo 
que preservam a fertilidade do solo e a biodiversidade, os povos Quilombolas 
cultivam uma variedade de plantas em suas hortas, incluindo frutas, legumes, 
verduras, ervas e plantas medicinais entre outro. As frutas e legumes são uma 
importante fonte de vitaminas, minerais e fibras, as ervas medicinais são usa-
das para tratar uma variedade de doenças e condições, as hortas medicinais 
Quilombolas são uma fonte importante de remédios naturais. Os povos Qui-
lombolas têm um profundo conhecimento das propriedades medicinais das 
plantas, eles usam essas plantas para tratar uma variedade de doenças, in-
cluindo infecções, problemas digestivos, dor e inflamação. 
As hortas orgânicas e medicinais Quilombolas são uma parte importante 
da cultura e da saúde desses povos. Elascontribuem para a sua subsistência, 
bem-estar e preservação da biodiversidade, as hortas orgânicas e medicinais 
oferecem uma série de benefícios, como alimentação mais saudáveis, redução 
da poluição, preservação da biodiversidade, entre outros benefícios. 
Objetivo Geral
Proporcionar a garantia de que as hortas atendam às necessidades e aos 
interesses das comunidades, fortalecendo a preservação da cultura e meio am-
biente, bem como o bem-estar e a identidade dos povos quilombolas.
Referências e Inspirações  
SITES E PORTAIS
Comunidade Quilombola investe em produção orgânica. Disponível em:  
https://conexaosafra.com/geral/comunidade-quilombola-investe-producao-or-
ganica-1/. Acesso em: 18 dez. 2023.  
Famílias quilombolas investem em orgânicos e em parcerias para aumentar lu-
cros. Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/nosso-campo/
noticia/2022/06/05/familias-quilombolas-investem-em-organicos-e-em-parce-
rias-para-aumentar-lucros.ghtml. Acesso em: 18 dez. 2023.  
VIDEOS CURTOS 
Um olhar agroecológico e quilombola para a conservação ambiental. Disponível 
em: https://aspta.org.br/files/2023/06/Um-olhar-agroecol%C3%B3gico-e-quilom-
bola-para-a-conserva%C3%A7%C3%A3o-ambiental.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
Plantas Medicinais de Sua Horta. Disponível em: https://www.youtube.com/wa-
tch?v=PlDGHfczsfE. Acesso em: 18 dez. 2023.  
Projeto Cultiva Marias - Horta Orgânica do Quilombo Candeal II Patrocí-
nio da SPM. Disponível em: https://www.facebook.com/acdc.candeal/vi-
deos/projeto-cultiva-marias-horta-org%C3%A2nica-do-quilombo-can-
deal-ii-patroc%C3%ADnio-da-spm/2562208220467069/?locale=pt_BR. Acesso 
em: 18 dez. 2023.  
 
6.36. ECOTURISMO 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Ecoturismo 
Etapa: Ensino Médio 
Área do Conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias, Ciências Humanas e 
Sociais Aplicadas, Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas 
Tecnologias. 
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https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/819/o/Dan%C3%A7as_e_festas_na_comunidade_Kalunga.pdf
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/819/o/Dan%C3%A7as_e_festas_na_comunidade_Kalunga.pdf
https://conexaosafra.com/geral/comunidade-quilombola-investe-producao-organica-1/
https://conexaosafra.com/geral/comunidade-quilombola-investe-producao-organica-1/
https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/nosso-campo/noticia/2022/06/05/familias-quilombolas-investem-em-organicos-e-em-parcerias-para-aumentar-lucros.ghtml
https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/nosso-campo/noticia/2022/06/05/familias-quilombolas-investem-em-organicos-e-em-parcerias-para-aumentar-lucros.ghtml
https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/nosso-campo/noticia/2022/06/05/familias-quilombolas-investem-em-organicos-e-em-parcerias-para-aumentar-lucros.ghtml
https://aspta.org.br/files/2023/06/Um-olhar-agroecol%C3%B3gico-e-quilombola-para-a-conserva%C3%A7%C3%A3o-ambiental.pdf
https://aspta.org.br/files/2023/06/Um-olhar-agroecol%C3%B3gico-e-quilombola-para-a-conserva%C3%A7%C3%A3o-ambiental.pdf
https://www.youtube.com/watch?v=PlDGHfczsfE
https://www.youtube.com/watch?v=PlDGHfczsfE
https://www.facebook.com/acdc.candeal/videos/projeto-cultiva-marias-horta-org%C3%A2nica-do-quilombo-candeal-ii-patroc%C3%ADnio-da-spm/2562208220467069/?locale=pt_BR
https://www.facebook.com/acdc.candeal/videos/projeto-cultiva-marias-horta-org%C3%A2nica-do-quilombo-candeal-ii-patroc%C3%ADnio-da-spm/2562208220467069/?locale=pt_BR
https://www.facebook.com/acdc.candeal/videos/projeto-cultiva-marias-horta-org%C3%A2nica-do-quilombo-candeal-ii-patroc%C3%ADnio-da-spm/2562208220467069/?locale=pt_BR
Apresentação
Ecoturismo é um segmento da atividade turística que utiliza, de forma sus-
tentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca 
a formação de uma consciência ambiental. É uma atividade que promove a 
interação do homem com a natureza, de forma a respeitar o meio ambiente e 
a promover o desenvolvimento sustentável. O ecoturismo pode ser praticado 
em diversos ambientes naturais, como florestas, praias, montanhas, desertos 
e rios. As atividades ecoturísticas podem variar de acordo com o ambiente em 
que são praticadas, mas geralmente incluem caminhadas, observação da natu-
reza, camping, pesca e rafting, o ecoturismo tem um papel importante na con-
servação do meio ambiente. Ele pode ajudar a proteger as áreas naturais, ge-
rando renda para as comunidades locais e incentivando o turismo sustentável. 
Os benefícios do ecoturismo incluem:
	Conservação do meio ambiente: O ecoturismo pode ajudar a proteger 
as áreas naturais, gerando renda para as comunidades locais e incen-
tivando o turismo sustentável.
	Promoção do desenvolvimento sustentável: O ecoturismo pode ajudar 
a promover o desenvolvimento sustentável, gerando empregos e ren-
da para as comunidades locais, e incentivando a conservação do meio 
ambiente.
	Educação ambiental: O ecoturismo pode ser uma ferramenta educa-
cional, ajudando as pessoas a aprenderem sobre a importância da 
conservação do meio ambiente.
Objetivo Geral 
Proteger o meio ambiente e promover o desenvolvimento sustentável. 
Referências e Inspirações  
SITES E PORTAIS  
Ecoturismo. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ecoturismo. Acesso 
em: 18 dez. 2023.  
 
Ecoturismo: O Que é, Práticas e Melhores Destinos do Brasil. Disponível em: 
https://freeway.tur.br/blog/ecoturismo. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
O Ecoturismo – Conceitos e Princípios. Disponível em: https://ambientes.am-
bientebrasil.com.br/ecoturismo/artigos/o_ecoturismo_conceitos_e_principios.
html. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
VIDEOS CURTOS 
Ecoturismo - Panorama e Desafios. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=kWe2IhtxbvU. Acesso em: 18 dez. 2023.
Repórter Justiça - Ecoturismo brasileiro. Disponível em: https://www.youtube.
com/watch?v=nSULZTl54Dc. Acesso em: 18 dez. 2023.
O ecoturismo mundial já é realidade. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=6o9Iq57evMU. Acesso em: 18 dez. 2023.
LIVROS
Ecoturismo. Disponível em: https://www.gov.br/turismo/pt-br/centrais-de-con-
teudo-/publicacoes/segmentacao-do-turismo/ecoturismo-orientacoes-basicas.
pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
6.37. PERCUSSÃO 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Percussão 
Etapa: Ensino Fundamental 
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática. 
Apresentação
A percussão desempenha um papel importante na cultura quilombola. Ela 
é utilizada em uma ampla variedade de contextos, desde cerimônias religiosas 
até festas e celebrações. Os tambores são os instrumentos de percussão mais 
comuns nas comunidades quilombolas. Eles são usados para marcar o ritmo de 
danças, canções e rituais. Outrora os tambores também já foram usados para 
103102
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ecoturismo
https://freeway.tur.br/blog/ecoturismo
https://freeway.tur.br/blog/ecoturismo
https://ambientes.ambientebrasil.com.br/ecoturismo/artigos/o_ecoturismo_conceitos_e_principios.html
https://ambientes.ambientebrasil.com.br/ecoturismo/artigos/o_ecoturismo_conceitos_e_principios.html
https://ambientes.ambientebrasil.com.br/ecoturismo/artigos/o_ecoturismo_conceitos_e_principios.html
https://www.youtube.com/watch?v=kWe2IhtxbvU
https://www.youtube.com/watch?v=kWe2IhtxbvU
https://www.youtube.com/watch?v=nSULZTl54Dc
https://www.youtube.com/watch?v=nSULZTl54Dc
https://www.youtube.com/watch?v=6o9Iq57evMU
https://www.youtube.com/watch?v=6o9Iq57evMU
https://www.gov.br/turismo/pt-br/centrais-de-conteudo-/publicacoes/segmentacao-do-turismo/ecoturismo-orientacoes-basicas.pdf
https://www.gov.br/turismo/pt-br/centrais-de-conteudo-/publicacoes/segmentacao-do-turismo/ecoturismo-orientacoes-basicas.pdf
https://www.gov.br/turismo/pt-br/centrais-de-conteudo-/publicacoes/segmentacao-do-turismo/ecoturismo-orientacoes-basicas.pdf
se comunicar, pois seus sons podem ser ouvidos a longas distâncias, além dos 
tambores, outros instrumentos de percussão são utilizados nas comunidades 
quilombolas, como chocalhos, maracas, guizos e pandeiros. 
Os instrumentos depercussão produzem uma variedade de sons e ritmos, 
que podem ser usados para expressar diferentes emoções e sentimentos. A 
percussão é uma forma importante de expressão cultural para os quilombolas. 
Ela é uma forma de manter vivas as suas tradições e de se comunicar com o 
mundo ao seu redor. Parte importante não só da cultura quilombola como da 
cultura negra de maneira geral. A percussão é uma forma de expressão cultu-
ral, de comunicação e de preservação das tradições. 
Objetivo Geral 
Preservar a cultura e suas tradições. O ensino e prática ajudam a manter vivas 
as suas tradições, a percussão também pode ser uma forma de promover a inclusão 
social e o desenvolvimento econômico das comunidades quilombolas. O ensino da 
percussão pode ajudar encaminhar os estudantes para oportunidades de emprego 
e renda e pode ajudar a promover a autoestima e a confiança da comunidade. 
 
Referências e Inspirações  
SITES E PORTAIS 
Percussão Quilombola. Disponível em: https://www.inhotim.org.br/institucio-
nal/brumadinho/jovens-agentes/. Acesso em: 18 dez. 2023.
Não deixe o tambor, morre. Disponível em: https://www.palmares.gov.
br/?p=1733. Acesso em: 18 dez. 2023.
VIDEOS CURTOS 
O que é tambor de crioula, tradição quilombola que afina instrumento a fogo | 
QUILOMBOS DO BRASIL. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=k-
Cq8vGP-VaY. Acesso em: 18 dez. 2023.
São João: conheça o Tambor de Crioula, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Dispo-
nível em: https://www.youtube.com/watch?v=URc5tawI9wA. Acesso em: 18 dez. 2023.
História do Tambor de Criola. Disponível em: https://www.youtube.com/wat-
ch?v=Y1T4xvzWXZ4. Acesso em: 18 dez. 2023.
O que é tambor de crioula, tradição quilombola que afina instrumento a fogo | 
QUILOMBOS DO BRASIL. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=k-
Cq8vGP-VaY&t=1s. Acesso em: 18 dez. 2023.
FILME 
PUNGA - UM FILME SOBRE O TAMBOR DE CRIOULA DO MARANHÃO (2017). 
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=92f2CFYbe74. Acesso em: 
18 dez. 2023.
6.38. HISTÓRIA AFRO E INDÍGENA 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: História Afro e indígena 
Etapa: Ensino Fundamental e Ensino Médio 
Área do Conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias, Ciências Humanas e 
Sociais Aplicadas, Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas 
Tecnologias. 
Apresentação 
A eletiva afro e indígena, é proposta para que os alunos conheçam a histó-
ria da construção da identidade e formação do Brasil, a importância dos povos 
indígenas, dos Africanos e suas lutas pela superação do racismo e das desigual-
dades, reconhecimentos e valorizações de elementos fundamentais e alicerçais 
das suas histórias.  A eletiva Afro e indígena, além de estar sintonizada com o 
que preconiza a lei 11.645/2008, é de suma importância para despertar a sen-
sibilidade acerca da histórica e cultura dos povos afro e indígenas. Embora tal 
contribuição seja trabalhada de maneira esparsa ao longo de outras áreas de 
conhecimento, entende-se que seja de grande valia a concentração historio-
gráfica, teórica e metodológica deste campo de estudos em uma eletiva. Está 
eletiva pretende estabelecer relações entre passado e presente, discutindo mu-
danças e permanências de conceitos estruturados nas relações sociais. 
105104
https://www.inhotim.org.br/institucional/brumadinho/jovens-agentes/
https://www.inhotim.org.br/institucional/brumadinho/jovens-agentes/
https://www.palmares.gov.br/?p=1733
https://www.palmares.gov.br/?p=1733
https://www.youtube.com/watch?v=kCq8vGP-VaY
https://www.youtube.com/watch?v=kCq8vGP-VaY
https://www.youtube.com/watch?v=URc5tawI9wA
https://www.youtube.com/watch?v=Y1T4xvzWXZ4
https://www.youtube.com/watch?v=Y1T4xvzWXZ4
https://www.youtube.com/watch?v=kCq8vGP-VaY&t=1s
https://www.youtube.com/watch?v=kCq8vGP-VaY&t=1s
https://www.youtube.com/watch?v=92f2CFYbe74
Objetivo Geral 
Conhecer e compreender aspectos, significativos da história e da cultura 
dos povos indígenas, africanos e afro-brasileiros valorizando suas contribui-
ções para a formação da nação brasileira, bem com fomentar e consolidar prá-
ticas pedagógicas antirracistas capazes de formar cidadãos que compreendem 
e respeitam a si mesmos e aos outros. 
 
Referências e Inspirações  
SITES E PORTAIS
OLIVEIRA, Iolanda de. Raça, Currículo e práxis pedagógicos. In: Cadernos Pe-
nesb – População negra e educação escolar. Niterói: EDUFF, 2006. 
 
BANKS, James A. Reformando escolas para implementar igualdade para di-
ferentes grupos raciais e étnicos. In: Cadernos Penesb – População negra e 
educação escolar. Niterói: EDUFF, 2006.
GOMES, Nilma Lino. Educação e diversidade cultural: refletindo sobre as 
diferentes presenças na escola, 2008. Disponível em www.mulheresnegras.
org/nilma.html. Acesso em: 18 dez. 2023.  
BRASIL. Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Ba-
ses da Educação Nacional. Brasília, 1996. 
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a 
Educação das Relações Étnico-Raciais e para o ensino de história e cultura 
afro-brasileira e africana. Brasília: MEC, 2004. 
MACHADO, Carlos Eduardo Dias. Gênios da Humanidade: Ciência, Tecnolo-
gia e Inovação Africana e Afrodescendente / Carlos Eduardo Dias Machado e 
Alexandra Baldeh Loras. São Paulo: DBA Artes Gráficas, 2017. 
LIVROS 
Mulheres, Raça e Classe. Disponível em: http://piape.prograd.ufsc.br/fi-
les/2020/07/Angela-Davis-Mulheres-ra%C3%A7a-e-classe-Boitempo.pdf. Aces-
so em: 18 dez. 2023.
Pele negra, máscaras brancas.  Disponível em: file:///C:/Users/75796678191/
Downloads/Pele%20negra%20mascaras%20brancas%20-Frantz%20Fanon.pdf. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
 
A presença indígena na formação do Brasil. Disponível em: http://www.domi-
niopublico.gov.br/download/texto/me004372.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
Crônicas Indígenas Para rir e refletir na Escola. Disponível em: https://www.mo-
derna.com.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A808A82764CB41A-
017651B8D274265D. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
VIDEOS CURTOS
História e cultura afro e indígena. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=9ia7FcJ3ibo. Acesso em: 18 dez. 2023.
A obrigatoriedade do estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena - 
Brasilianas.org. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_QE6ppxk-
0vQ. Acesso em: 18 dez. 2023.
Fundamentos e Práticas no Ensino de História - Cultura afro-brasileira e indíge-
na no ensino. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Y5-23t-txfE. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
A representação indígena na literatura brasileira - Brasil Escola. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=sRQ9lhapA7o. Acesso em: 18 dez. 2023.
6.39. ARTESANATO AFRO-BRASILEIRO 
Tema: Multiculturalismo
Unidade Temática: Artesanato Afro-Brasileiro
Etapa: Ensino Fundamental e Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática.
Apresentação 
Esta disciplina visa explorar as ricas tradições do artesanato afro-brasileiro, 
proporcionando aos alunos uma compreensão aprofundada das técnicas, ma-
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http://www.mulheresnegras.org/nilma.html
http://www.mulheresnegras.org/nilma.html
http://piape.prograd.ufsc.br/files/2020/07/Angela-Davis-Mulheres-ra%C3%A7a-e-classe-Boitempo.pdf
http://piape.prograd.ufsc.br/files/2020/07/Angela-Davis-Mulheres-ra%C3%A7a-e-classe-Boitempo.pdf
file:///C:\Users\75796678191\Downloads\Pele%20negra%20mascaras%20brancas%20-Frantz%20Fanon.pdf
file:///C:\Users\75796678191\Downloads\Pele%20negra%20mascaras%20brancas%20-Frantz%20Fanon.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me004372.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me004372.pdf
https://www.moderna.com.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A808A82764CB41A017651B8D274265D
https://www.moderna.com.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A808A82764CB41A017651B8D274265D
https://www.moderna.com.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A808A82764CB41A017651B8D274265D
https://www.youtube.com/watch?v=9ia7FcJ3ibo
https://www.youtube.com/watch?v=9ia7FcJ3ibohttps://www.youtube.com/watch?v=_QE6ppxk0vQ
https://www.youtube.com/watch?v=_QE6ppxk0vQ
https://www.youtube.com/watch?v=Y5-23t-txfE
https://www.youtube.com/watch?v=sRQ9lhapA7o
teriais e significados culturais envolvidos. O curso abordará tanto as influências 
africanas quanto as manifestações contemporâneas no contexto brasileiro, pro-
movendo a apreciação, a criatividade e o desenvolvimento de habilidades práti-
cas. Os alunos serão incentivados a expressar sua própria identidade artística, 
utilizando as tradições como fonte de inspiração. A eletiva de Artesanato Afro-
-Brasileiro, além de estar sintonizada com o que preconiza a lei 11.645/2008, é 
de suma importância para despertar a sensibilidade acerca da história e cultura 
dos povos afro-brasileiros. Embora tal contribuição seja trabalhada de manei-
ra esparsa ao longo de outras áreas de conhecimento, entende-se que seja 
de grande valia a concentração historiográfica, teórica e metodológica deste 
campo de estudos em uma eletiva. Essa eletiva pretende estabelecer relações 
entre passado e presente, discutindo mudanças e permanências de conceitos 
estruturados nas relações sociais. 
 
Objetivo Geral 
Explorar a diversidade do artesanato afro-brasileiro, compreendendo suas 
raízes históricas e suas adaptações contemporâneas. Desenvolver habilidades 
práticas em diversas técnicas artesanais, como trançado, entrelaçamento, pin-
tura e escultura. Analisar a simbologia e os significados culturais presentes nas 
peças artesanais, promovendo uma compreensão mais profunda da herança 
afro-brasileira. Estimular a criatividade dos alunos, encorajando a criação de 
peças originais que respeitem e celebrem a tradição afro-brasileira. Promover 
a consciência da importância do artesanato como expressão cultural e meio de 
sustento para comunidades tradicionais. 
Referências e Inspirações
SOUZA, Ana Cristina Azevedo de, 1969 - O Ensino da Arte Africana e Afro-Bra-
sileira: A Obra e a Prática Artística de  Jorge dos Anjos: Especialização em 
Ensino de Artes Visuais / Ana Cristina Azevedo de Souza – 2015.40 f. 
RAUJO, E. (coord.). A mão afro-brasileira: significado da contribuição artís-
tica e histórica. São Paulo: Tenenge, 1988. 
VIDEOS CURTOS
Como fazer uma boneca Abayomi. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=JxLIQ1mAYU0.Acesso em: 18 dez. 2023.
Como fazer colares africanos de pano. . Disponível em: https://www.youtube.
com/watch?v=iwJgWY1iQfY. Acesso em: 18 dez. 2023.     
Artesanato na telha. Quadros feitos de papelão. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=AGh0dRb_g_I. Acesso em: 18 dez. 2023.
Escultura de gesso. Disponível em:  https://www.youtube.com/watch?v=SzIiU0Ma-
-I. Acesso em: 18 dez. 2023.
Máscaras Africanas. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=YEKRK-
cRfeLA. Acesso em: 18 dez. 2023.
Portal da Cultura Afro-brasileira. Disponível em: https://www.faecpr.edu.br/site/
portal_afro_brasileira/2_V.php#:~:text=A%20arte%20africana%20represen-
ta%20os,valores%20%C3%A9tnicos%2C%20morais%20e%20religiosos. Acesso 
em: 13 nov. 2023.
 
6.40. CULTURA E DANÇA QUILOMBOLA 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Cultura e dança Quilombola  
Etapa: Ensino Fundamental 
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática. 
Apresentação 
A cultura quilombola é uma cultura rica e diversa, que reflete a herança 
africana, indígena e europeia dos quilombolas. A dança é uma parte importan-
te dessa cultura, e é uma forma de expressão cultural, comunicação, preserva-
ção e arte. As danças quilombolas são geralmente acompanhadas de música, 
que é tocada por instrumentos musicais tradicionais, como tambores, flautas, 
chocalhos e maracas. As danças também podem incluir cantos e rituais, as dan-
ças quilombolas são realizadas em uma variedade de ocasiões, como rituais 
religiosos, festas, comemorações e cerimônias.  
Elas podem ser utilizadas para celebrar a vida, a morte, a colheita, a pesca, 
a caça, a guerra ou outros eventos importantes. As danças quilombolas são 
uma parte importante da cultura brasileira. Elas são uma expressão da riqueza 
e da diversidade cultural do país, para celebrar a vida as danças quilombolas 
109108
https://www.youtube.com/watch?v=JxLIQ1mAYU0
https://www.youtube.com/watch?v=JxLIQ1mAYU0
https://www.youtube.com/watch?v=iwJgWY1iQfY
https://www.youtube.com/watch?v=iwJgWY1iQfY
https://www.youtube.com/watch?v=AGh0dRb_g_I
https://www.youtube.com/watch?v=AGh0dRb_g_I
https://www.youtube.com/watch?v=SzIiU0Ma--I
https://www.youtube.com/watch?v=SzIiU0Ma--I
https://www.youtube.com/watch?v=YEKRKcRfeLA
https://www.youtube.com/watch?v=YEKRKcRfeLA
são frequentemente usadas para celebrar eventos importantes, como nasci-
mentos, casamentos e aniversários. Para celebrar a morte, as danças quilom-
bolas também podem ser usadas para celebrar a morte de um ente querido. 
Objetivo Geral 
Valorizar e promover a cultura e a dança Quilombola, contribuindo para 
a preservação da riqueza cultural dos povos do quilombo, promovendo um 
maior entendimento e respeito entre diferentes culturas. Isso pode contribuir 
para a construção de pontes entre as comunidades Quilombolas e a sociedade 
em geral, fomentando o diálogo intercultural e combatendo estereótipos es-
pecíficos. As danças quilombolas são uma parte importante da identidade dos 
quilombolas. Elas ajudam os quilombolas a compreenderem o mundo ao seu 
redor e a manter suas tradições vivas. 
 
Referências e Inspirações  
SITES E PORTAIS  
Educação e cultura dos quilombos no Brasil. Disponível em: https://www.gov.
br/capes/pt-br/assuntos/noticias/educacao-e-cultura-dos-quilombos-no-brasil. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
Cultura Popular é feita na base da teimosia, diz militante Quilombola. Disponí-
vel em:https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-05/cul-
tura-popular-e-feita-na-base-da-teimosia-diz-militante-quilombola. Acesso em: 
18 dez. 2023.
Dança de roda: ancestralidade, resistência e cuidado: relato de experiência em 
uma comunidade quilombola. Disponível em: https://doity.com.br/anais/erefi-
siomaceio/trabalho/82185. Acesso em: 18 dez. 2023.
VIDEOS CURTOS 
Dança Cultural da Comunidade Quilombola de Cocalim. Disponível em: https://
www.youtube.com/watch?v=Qk9l0efDIs4. Acesso em: 18 dez. 2023.
Cia Quilombolas de Luz apresenta espetáculo de Dança Odara. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=Ia3HA73Hqw8. Acesso em: 18 dez. 2023.
Roda de Samba Quilombo. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?-
v=luLdTZjYvIg. Acesso em: 18 dez. 2023.
Grupo de dança QUILOMBO DOS ANJOS, em pontos turísticos de candiba. Dis-
ponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Mjfn0iF2POM. Acesso em: 18 
dez. 2023.
Dança Marajoara- Grupo Encanto Quilombola- Comunidade de Barro Alto. Dis-
ponível em:https://www.youtube.com/watch?v=vALkOGAqzhw. Acesso em: 18 
dez. 2023.
LIVROS  
Danças Culturais Quilombolas da Cidade de Senhor do Bonfim- BA. Disponí-
vel em:file:///C:/Users/70389222119/Downloads/TCC%20Roberta%20Taize%20
final%20RUNA-1.pdf . Acesso em: 18 dez. 2023.
Dança do Quilombo: os significados de uma tradição. Disponível em: file:///C:/
Users/70389222119/Downloads/20862-Artigo-71216-1-10-20170119.pdf. Acesso 
em: 18 dez. 2023.
Danças e Festas na Comunidade Quilombola Kalunga de Teresina de Goiás. Dis-
ponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/819/o/Dan%C3%A7as_e_fes-
tas_na_comunidade_Kalunga.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
6.41. EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO - QUILOMBOLA
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Empreendedorismo e Inovação   
Etapa: Ensino Médio 
Área do Conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias, Ciências Humanas e 
Sociais Aplicadas, Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas 
Tecnologias. 
Apresentação 
O empreendedorismo e a inovação são importantes para as comunidades 
quilombolas, pois podem contribuir para o seu desenvolvimento econômico, 
social e cultural, o empreendedorismo pode ajudar as comunidades quilom-
111110
https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/educacao-e-cultura-dos-quilombos-no-brasilhttps://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/educacao-e-cultura-dos-quilombos-no-brasil
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-05/cultura-popular-e-feita-na-base-da-teimosia-diz-militante-quilombola
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-05/cultura-popular-e-feita-na-base-da-teimosia-diz-militante-quilombola
https://doity.com.br/anais/erefisiomaceio/trabalho/82185
https://doity.com.br/anais/erefisiomaceio/trabalho/82185
https://www.youtube.com/watch?v=Qk9l0efDIs4
https://www.youtube.com/watch?v=Qk9l0efDIs4
https://www.youtube.com/watch?v=Ia3HA73Hqw8
https://www.youtube.com/watch?v=luLdTZjYvIg
https://www.youtube.com/watch?v=luLdTZjYvIg
https://www.youtube.com/watch?v=Mjfn0iF2POM
https://www.youtube.com/watch?v=vALkOGAqzhw
file:///C:/Users/70389222119/Downloads/TCC%20Roberta%20Taize%20final%20RUNA-1.pdf
file:///C:/Users/70389222119/Downloads/TCC%20Roberta%20Taize%20final%20RUNA-1.pdf
file:///C:/Users/70389222119/Downloads/20862-Artigo-71216-1-10-20170119.pdf
file:///C:/Users/70389222119/Downloads/20862-Artigo-71216-1-10-20170119.pdf
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/819/o/Dan%C3%A7as_e_festas_na_comunidade_Kalunga.pdf
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/819/o/Dan%C3%A7as_e_festas_na_comunidade_Kalunga.pdf
bolas a criar negócios e gerar empregos. Isso pode ajudar a reduzir a pobreza 
e melhorar a qualidade de vida das pessoas. A inovação pode ajudar as comu-
nidades quilombolas a desenvolver novos produtos e serviços, que podem ser 
competitivos no mercado. Isso pode ajudar as comunidades quilombolas a au-
mentar sua renda e melhorar sua autonomia, além disso, o empreendedorismo 
e a inovação podem ajudar as comunidades quilombolas a preservar sua cul-
tura e identidade. Os empreendedores quilombolas podem desenvolver novos 
negócios que promovam a cultura e os valores quilombolas.
	Na agricultura: Algumas comunidades quilombolas estão desenvolvendo 
novas técnicas de cultivo e processamento de alimentos. Isso pode ajudar 
as comunidades quilombolas a aumentar sua produtividade e renda. 
	Na cultura: Alguns empreendedores quilombolas estão desenvolvendo 
novos produtos culturais, como artesanato, música e literatura. Isso pode 
ajudar a preservar a cultura e a identidade quilombolas. 
	Na tecnologia: Alguns empreendedores quilombolas estão desenvolven-
do novas tecnologias que podem ser usadas para melhorar a vida das 
comunidades quilombolas. Por exemplo, alguns empreendedores estão 
desenvolvendo sistemas de energia renovável para comunidades quilom-
bolas que vivem em áreas remotas. 
Objetivo Geral 
O empreendedorismo e a inovação são ferramentas poderosas que po-
dem ajudar as comunidades quilombolas a prosperar. Com o apoio do governo 
e de organizações sociais, as comunidades quilombolas podem desenvolver um 
ecossistema de empreendedorismo e inovação que beneficie toda a sociedade 
brasileira. Ao apoiar o empreendedorismo e a inovação quilombolas, o governo 
e a sociedade civil podem ajudar a promover o desenvolvimento das comunida-
des quilombolas e a construir um Brasil mais justo e equitativo. 
 
Referências e Inspirações  
 
SITES E PORTAIS  
Empreendedorismo quilombola contribui para renda e resistência das co-
munidades na Paraíba. Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/noti-
cia/2023/11/20/empreendedorismo-quilombola-contribui-para-renda-e-resis-
tencia-das-comunidades-na-paraiba.ghtml. Acesso em: 18 dez. 2023.
Cultura Quilombola e prepara comunidade para o empreendedorismo. Disponí-
vel em: https://gazetadocerrado.com.br/projeto-resgata-cultura-quilombola-e-
-prepara-comunidades-para-o-empreendedorismo/ . Acesso em: 18 dez. 2023.
VIDEOS CURTOS
Quilombolas e Empreendedorismo. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=oXx2OJGpmCE . Acesso em: 18 dez. 2023.
Programa de Empreendedorismo Social Comunitário Quilombola. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=B2v6S2aR2hc. Acesso em: 18 dez. 2023.
LIVROS
O Empreendedorismo Cultural Revelando a Identidade de Artesãos Quilombolas: 
Um Estudo na Comunidade de Conceição das Crioulas. Disponível em: https://re-
positorio.ufpe.br/bitstream/123456789/30714/1/DISSERTA%C3%87%C3%83O%20
Girl%C3%A2nio%20Vidar%20de%20Limal.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
6.42. NARRATIVAS E MITOS INDÍGENAS  
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Narrativas e Mitos Indígenas  
Etapa: Ensino Fundamental e Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática. 
Apresentação 
Os povos indígenas do Brasil possuem uma riquíssima cultura oral, trans-
mitida de geração em geração por meio de narrativas e mitos, essas narrativas 
são importantes para a preservação da cultura e da identidade dos povos In-
dígenas. Elas contam histórias sobre a origem do mundo, dos seres humanos, 
dos animais e da cultura Indígena, também abordam temas como a relação 
entre o homem e a natureza, a importância da espiritualidade e a necessidade 
de preservação da cultura indígena. As narrativas e mitos indígenas são muito 
importantes para a preservação da cultura e da identidade dos povos indíge-
nas, elas ajudam a manter vivos os valores e as tradições ancestrais, também 
são uma fonte de inspiração e orientação para as novas gerações.  
113112
https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2023/11/20/empreendedorismo-quilombola-contribui-para-renda-e-resistencia-das-comunidades-na-paraiba.ghtml
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https://gazetadocerrado.com.br/projeto-resgata-cultura-quilombola-e-prepara-comunidades-para-o-empreendedorismo/
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https://www.youtube.com/watch?v=oXx2OJGpmCE
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https://www.youtube.com/watch?v=B2v6S2aR2hc
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/30714/1/DISSERTA%C3%87%C3%83O%20Girl%C3%A2nio%20Vidar%20de%20Limal.pdf
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As narrativas e mitos indígenas são um tesouro cultural que deve ser pre-
servado, elas são uma parte importante da história e da identidade do Brasil, 
no Brasil, existem milhares de mitos indígenas diferentes, eles são contados 
por povos indígenas de todo o país, cada um com suas próprias histórias e tra-
dições. Os mitos e narrativas indígenas são geralmente ricos em simbolismo e 
significados, eles podem ser usados para explicar o mundo natural, transmitir 
valores culturais e ensinar lições morais. 
 
Objetivo Geral 
Conhecer e compreender aspectos, significativos da história, narrativas e 
mitos da cultura dos povos indígenas, essas narrativas e mitos Indígenas valori-
za suas contribuições para a formação da nação brasileira, bem com fomentar 
e consolidar práticas pedagógicas antirracistas capazes de formar cidadãos que 
compreendem e respeitam a si mesmos e aos outros. 
Referências e Inspirações
VÍDEOS CURTOS
Mitos da Criação: Iorubá, Tupi-Guarani e Judaico-Cristã. Disponível em: https://
www.youtube.com/watch?v=uJ7CV9n0-DA. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Vem que te Conto um Conto - Contação de História Indígena. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=I1EXRv13DPA. Acesso em: 18 dez. 2023. 
A Lenda do Sol e da Lua - Conto Indígena. Disponível em: https://www.youtube.
com/watch?v=3UF8YpMWk2c. Acesso em: 18 dez. 2023. 
A Lenda de Mani. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=numwngD-
SzwY. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Mitologia TUPI-GUARANI: A origem do Universo e O MITO DO DIA E DA NOITE 
| O Panteão. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=F86j8cR27aE.Acesso em: 18 dez. 2023. 
LIVROS
Mitos Kanamari. Disponível em: .https://acervo.socioambiental.org/sites/de-
fault/files/documents/CML00004.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Mitos e narrativas Kamayurá. Disponível em:   https://repositorio.ufba.br/
bitstream/ufba/175/4/Mitos%20e%20outras%20narrativas%20Kamayura.
pdf. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Mitologia Indígena. Disponível em: http://www.juliomelatti.pro.br/mitos/m00ca-
pa.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Lendas Indígenas. Disponível em: https://www.editoradobrasil.net.br/wp-content/
uploads/2012/04/lendas-indigenas_suplemento-prof.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023. 
SITES E PORTAIS 
 
Mitos e Lendas. Disponível em: https://www.psicanaliseclinica.com/mitologia-
-tupi-guarani/. Acesso em: 18 dez. 2023. 
O fogo e a chama dos mitos. Disponível em: https://www.researchgate.net/pu-
blication/262612641_O_fogo_e_as_chamas_dos_mitos. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Lendas Indígenas. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/lendas-indi-
genas/. Acesso em: 18 dez. 2023. 
Cinco Mitos sobre os povos Indígenas. Disponível em: https://www.conectas.
org/noticias/cinco-mitos-sobre-os-povos-indigenas/. Acesso em: 18 dez. 2023. 
6.43. ARTESANATO INDÍGENA BRASILEIRO 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Artesanato Indígena Brasileiro  
Etapa: Ensino Fundamental e Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática. 
115114
https://www.youtube.com/watch?v=uJ7CV9n0-DA
https://www.youtube.com/watch?v=uJ7CV9n0-DA
https://www.youtube.com/watch?v=I1EXRv13DPA
https://www.youtube.com/watch?v=3UF8YpMWk2c
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https://www.youtube.com/watch?v=numwngDSzwY
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https://www.youtube.com/watch?v=F86j8cR27aE
https://acervo.socioambiental.org/sites/default/files/documents/CML00004.pdf
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https://repositorio.ufba.br/bitstream/ufba/175/4/Mitos%20e%20outras%20narrativas%20Kamayura.pdf
https://repositorio.ufba.br/bitstream/ufba/175/4/Mitos%20e%20outras%20narrativas%20Kamayura.pdf
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http://www.juliomelatti.pro.br/mitos/m00capa.pdf
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https://www.editoradobrasil.net.br/wp-content/uploads/2012/04/lendas-indigenas_suplemento-prof.pdf
https://www.editoradobrasil.net.br/wp-content/uploads/2012/04/lendas-indigenas_suplemento-prof.pdf
https://www.psicanaliseclinica.com/mitologia-tupi-guarani/
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https://www.researchgate.net/publication/262612641_O_fogo_e_as_chamas_dos_mitos
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https://www.todamateria.com.br/lendas-indigenas/
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https://www.conectas.org/noticias/cinco-mitos-sobre-os-povos-indigenas/
https://www.conectas.org/noticias/cinco-mitos-sobre-os-povos-indigenas/
Apresentação 
A arte indígena brasileira desempenha um papel crucial na compreensão e 
preservação da diversidade cultural e histórica do Brasil. A arte indígena é uma 
expressão vital da cultura dos povos originários do Brasil. Ela reflete as tradi-
ções, crenças, mitos e valores dessas comunidades, transmitindo conhecimen-
tos de geração em geração. A arte indígena desempenha um papel fundamen-
tal na preservação da identidade cultural das comunidades indígenas. Ao criar 
e manter formas artísticas tradicionais, as comunidades resistem à assimilação 
cultural e fortalecem seu sentido de identidade. Muitas formas de arte indígena 
estão intrinsecamente ligadas à natureza. Pinturas, esculturas e artesanatos 
frequentemente retratam elementos naturais, refletindo a conexão espiritual e 
prática que essas comunidades têm com o meio ambiente. A arte indígena não 
é apenas estética; ela também é educativa. Muitas vezes, as peças artísticas 
contam histórias, mitos e eventos importantes para a comunidade, como um 
meio de transmitir conhecimentos e valores. O Brasil abriga uma grande diver-
sidade de grupos indígenas, cada um com suas próprias tradições artísticas 
distintas. Valorizar a arte indígena significa considerar e celebrar essa diversi-
dade cultural, contribuindo para a construção de uma sociedade mais inclusiva 
e respeitosa. Muitas formas de arte indígena envolvem práticas sustentáveis, 
como o uso de materiais naturais e técnicas de produção que respeitam o meio 
ambiente. Isso destaca a importância da coexistência harmoniosa entre as co-
munidades indígenas e a natureza. A arte indígena oferece oportunidades para 
o diálogo intercultural. Isso é essencial para promover a compreensão mútua, 
o respeito e a colaboração entre as comunidades indígenas e a sociedade em 
geral. A arte indígena brasileira é uma parte fundamental do patrimônio cultu-
ral do país, desempenhando um papel vital na preservação da identidade, na 
transmissão do conhecimento e na promoção da diversidade cultural. Valorizar 
e respeitar essa forma de expressão artística contribui para a construção de 
uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua rica herança cultural. 
Objetivo Geral
Valorizar e promover o artesanato indígena, contribuindo para a preservação 
da riqueza cultural dos povos indígenas, promovendo um maior entendimento 
e respeito entre diferentes culturas. Isso pode contribuir para a construção de 
pontes entre as comunidades indígenas e a sociedade em geral, fomentando o 
diálogo intercultural e combatendo estereótipos específicos.
Referências e Inspirações
SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi. A temática indígena na 
escola: Novos subsídios para professores de 1o e 2o graus. 4. ed. São Paulo: 
Global. 
BRASÍLIA: MEC/MARI/ UNESCO, 2004.  
Site recomendado para pesquisa sobre os povos indígenas (Enciclopédia dos Povos 
Indígenas). Disponível em: www.institutosocioambiental.org. Acesso em: 18 dez. 2023. 
VÍDEOS CURTOS
Arte indígena, nossa história: Hábitos e Cultura. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=ky7afsv9bCk. Acesso em: 19 dez. 2023.
GRAFISMOS INDÍGENAS / aula / atividade de sala de aula. Disponível em: https://
www.youtube.com/watch?v=ZsbTyn2Igr4. Acesso em: 19 dez. 2023.
Vivência “Ritxõkò/Ritxòò: As Bonecas de Barro do Povo Indígena Iny\Karajá. Dis-
ponível em: https://www.youtube.com/watch?v=OqhtIUYimO4. Acesso em: 19 
dez. 2023.
Vivência de anel de miçangas com Grafismo Marajoara. Disponível em: https://
www.youtube.com/watch?v=wU9BcHMzvqc. Acesso em: 19 dez. 2023.
Vivência Arte Pataxó pulseiras de Miçangas. Disponível em: https://www.youtu-
be.com/watch?v=rU8V39mZCWI. Acesso em: 19 dez. 2023.
Vivência Arte indígena: como fazer brinco de pena. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=JhjxTd6KxTw. Acesso em: 19 dez. 2023.
6.44. CULTURA E DANÇA INDÍGENA  
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Cultura e Dança Indígena  
Etapa: Ensino Fundamental e Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática. 
117116
http://www.institutosocioambiental.org
https://www.youtube.com/watch?v=ky7afsv9bCk
https://www.youtube.com/watch?v=ky7afsv9bCk
https://www.youtube.com/watch?v=ZsbTyn2Igr4
https://www.youtube.com/watch?v=ZsbTyn2Igr4
https://www.youtube.com/watch?v=OqhtIUYimO4
https://www.youtube.com/watch?v=wU9BcHMzvqc
https://www.youtube.com/watch?v=wU9BcHMzvqc
https://www.youtube.com/watch?v=rU8V39mZCWI
https://www.youtube.com/watch?v=rU8V39mZCWI
https://www.youtube.com/watch?v=JhjxTd6KxTw
https://www.youtube.com/watch?v=JhjxTd6KxTw
Apresentação 
Os povos indígenas do Brasil possuem uma riquíssima cultura, que se ma-
nifesta de diversas formas, incluindo a dança, a dança indígena é uma forma de 
expressão cultural, social e espiritual, a dança indígena é uma parte importante 
da cultura e da identidade dos povos indígenas. ela é utilizada para celebrar 
eventos importantes, como a colheita, a caça a pesca entre outras,bem como 
para realizar rituais religiosos. A dança indígena é importante para a preserva-
ção da cultura e da identidade desses povos, ela ajuda a manter vivos os valores 
e as tradições ancestrais, também são uma forma de comunicação e expressão 
da espiritualidade indígena.  
As danças indígenas são geralmente executadas em grupo, com movimen-
tos ritmados e repetitivos, indígenas usam trajes tradicionais, que podem ser 
feitos de penas, palhas, miçangas entre outros artesanatos indígenas, a música 
é um elemento importante da dança indígena, e é geralmente tocada por ins-
trumentos tradicionais, como o maracá, o chocalho entre outros instrumentos 
indígenas.  Existe vários tipos de danças indígenas, tipos diferentes de danças, 
cada uma com seu próprio significado e propósito, ela é uma forma de expres-
são cultural, social e espiritual, que ajuda a preservar os valores e as tradições 
ancestrais desses povos. 
Ela pode ser uma forma de celebrar a vida, a morte, a colheita, a pesca, a 
caça, a guerra ou outros eventos importantes. A dança pode ser uma forma de 
preservar a cultura. Ela pode ser usada para transmitir histórias, mitos e lendas 
de geração em geração. A dança também pode ser uma forma de promover a 
identidade cultural. Ela pode ser usada para celebrar a diversidade cultural e as 
diferentes tradições de um povo, existe vários tipos de danças indígenas, tipos di-
ferentes de danças, cada uma com seu próprio significado e propósito, ela é uma 
forma de expressão cultural, social e espiritual, que ajuda a preservar os valores 
e as tradições ancestrais desses povos. 
 
Objetivo Geral 
Valorizar e promover a cultura e a dança indígena, contribuindo para a pre-
servação da riqueza cultural dos povos indígenas, promovendo um maior en-
tendimento e respeito entre diferentes culturas. Isso pode contribuir para a 
construção de pontes entre as comunidades indígenas e a sociedade em geral, 
fomentando o diálogo intercultural e combatendo estereótipos específicos. 
Referências e Inspirações  
SITES E PORTAIS
Dança indígena. Disponível em: https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/
educacao-fisica/danca-indigena. Acesso em: 19 dez. 2023.
Dança Indígena Brasileira – Cultura e significado. Disponível em: https://www.dan-
castipicas.com/brasileiras/dancas-indigenas-brasileiras/. Acesso em: 19 dez. 2023.
Cultura Indígena. Disponível em: https://apppublico.com.br/educacao_ribeiraocor-
rente/pdf/20210312143422_ARTE%20-SEMANA%204.pdf. Acesso em: 19 dez. 2023.
Danças tradicionais Indígenas. Disponível em:  https://proece.ufms.br/dancas-
tradicionais-indigenas-2022/. Acesso em: 19 dez. 2023.
Dança Indígena do Brasil. Disponível em: http://basilio.fundaj.gov.br/pesqui-
saescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=839:dancas-indi-
genas-do-brasil&catid=39:letra-d. Acesso em: 19 dez. 2023.
VIDEOS CURTOS 
Exposição Virtual: A Dança como Representação da Cultura Gurani-Nhandewa 
na Terra Indígena Araribá. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-
vswNihMotcI&t=12s. Acesso em: 19 dez. 2023.
Dança Pataxó. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=B-
8GW5U2o5Pc. Acesso em: 19 dez. 2023.
Danças indígenas. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=HU6p1J-
-EeDY. Acesso em: 19 dez. 2023.
Canto e Dança Kaingang. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=x-
jqQoZesQ0E. Acesso em: 19 dez. 2023.
Apresentação de dança dos índios Guarani. Disponível em:   https://www.
youtube.com/watch?v=Uu3GiO2cp4g. Acesso em: 19 dez. 2023.
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https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/educacao-fisica/danca-indigena
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https://www.dancastipicas.com/brasileiras/dancas-indigenas-brasileiras/
https://www.dancastipicas.com/brasileiras/dancas-indigenas-brasileiras/
https://apppublico.com.br/educacao_ribeiraocorrente/pdf/20210312143422_ARTE%20-SEMANA%204.pdf
https://apppublico.com.br/educacao_ribeiraocorrente/pdf/20210312143422_ARTE%20-SEMANA%204.pdf
https://proece.ufms.br/dancas-tradicionais-indigenas-2022/
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http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=839:dancas-indigenas-do-brasil&catid=39:letra-d
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https://www.youtube.com/watch?v=vswNihMotcI&t=12s
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https://www.youtube.com/watch?v=B8GW5U2o5Pc
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https://www.youtube.com/watch?v=HU6p1J-EeDY
https://www.youtube.com/watch?v=HU6p1J-EeDY
https://www.youtube.com/watch?v=xjqQoZesQ0E
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https://www.youtube.com/watch?v=Uu3GiO2cp4g
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LIVROS  
Danças Indígenas e afro-brasileira. Disponível em: https://educapes.capes.gov.
br/bitstream/capes/430190/2/eBook_Dan%C3%A7as_Ind%C3%ADgenas_e_
Afrobrasileiras_UFBA.pdf. Acesso em: 19 dez. 2023.
Dança Indígena arte e cultura. Disponível em: https://www.iai.spk-berlin.de/
fileadmin/dokumentenbibliothek/Indiana/Indiana_21/10MuellerRegPol_neu-
-kM__.pdf. Acesso em: 19 dez. 2023.
Dinâmicas Culturais Indígenas em suas relações com lugares de identificação. Dis-
ponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/178862/
Dinamicas-culturais-indigenas.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 19 
dez. 2023.
6.45. HORTA ORGÂNICA E MEDICINAL INDÍGENA 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Horta Orgânica e Medicinal Indígena 
Etapa: Ensino Fundamental 
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática. 
Apresentação 
Os povos indígenas do Brasil têm uma longa história de cultivo de hortas 
orgânicas e medicinais. Essas hortas são uma parte importante de sua cultura 
e fornecem alimentos, remédios e outros produtos essenciais para a sua sub-
sistência. As hortas orgânicas indígenas são cultivadas sem o uso de agrotóxi-
cos ou fertilizantes químicos. Elas são baseadas em técnicas tradicionais de cul-
tivo que preservam a fertilidade do solo e a biodiversidade, os povos indígenas 
cultivam uma variedade de plantas em suas hortas, incluindo frutas, legumes, 
verduras, ervas e plantas medicinais entre outro. As frutas e legumes são uma 
importante fonte de vitaminas, minerais e fibras, as ervas medicinais são usa-
das para tratar uma variedade de doenças e condições, as hortas medicinais 
indígenas são uma fonte importante de remédios naturais. Os povos indígenas 
têm um profundo conhecimento das propriedades medicinais das plantas, eles 
usam essas plantas para tratar uma variedade de doenças, incluindo infecções, 
problemas digestivos, dor e inflamação. 
  As hortas orgânicas e medicinais indígenas são uma parte importante 
da cultura e da saúde desses povos. Elas contribuem para a sua subsistência, 
bem-estar e preservação da biodiversidade, as hortas orgânicas e medicinais 
oferecem uma série de benefícios, como alimentação mais saudáveis, redução 
da poluição, preservação da biodiversidade, entre outros benefícios. 
Objetivo Geral
É importante que as comunidades indígenas estejam envolvidas no plane-
jamento e na implementação das hortas. Isso ajudará a garantir que as hortas 
atendam às necessidades e aos interesses das comunidades. As hortas orgâni-
cas e medicinais indígenas são uma importante ferramenta para a preservação 
da cultura e do meio ambiente. Elas contribuem para a subsistência, o bem-es-
tar e a identidade dos povos indígenas. 
Referências e Inspirações  
 
SITES E PORTAIS  
Disponível em: https://ciclovivo.com.br/inovacao/inspiracao/hospital-valoriza-
-cultura-indigena-e-adota-horta-medicinal/. Acesso em: 18 dez. 2023.
Disponível em: https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2020/02/26/horta-
-agroecologica-vai-atender-comunidade-indigena-no-amazonas.ghtmlhttps://www.otempo.com.br/interessa/hospital-usa-ervas-medicinais-para-
-tratamento-de-indigenas-1.2525473. Acesso em: 18 dez. 2023.
Disponível em: https://palcoteatrocinema.com.br/2019/02/28/projeto-um-in-
dio-na-cidade-inicia-com-performance-artistica-com-indio-e-horta-medicinal-
-indigena-para-sociedade-cultivar-e-colher/. Acesso em: 18 dez. 2023.
VIDEOS CURTOS 
Horta orgânica na aldeia. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-
G-UBwmsF_-8. Acesso em: 18 dez. 2023.
ERVAS MEDICINAIS” por CHAPÉU TUPINAMBÁ para SABEDORIAS INDÍGE-
NAS. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=AxEd39pBY0E. Acesso 
em: 18 dez. 2023.
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https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/430190/2/eBook_Dan%C3%A7as_Ind%C3%ADgenas_e_Afrobrasileiras_UFBA.pdf
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/430190/2/eBook_Dan%C3%A7as_Ind%C3%ADgenas_e_Afrobrasileiras_UFBA.pdf
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https://palcoteatrocinema.com.br/2019/02/28/projeto-um-indio-na-cidade-inicia-com-performance-artistica-com-indio-e-horta-medicinal-indigena-para-sociedade-cultivar-e-colher/
https://palcoteatrocinema.com.br/2019/02/28/projeto-um-indio-na-cidade-inicia-com-performance-artistica-com-indio-e-horta-medicinal-indigena-para-sociedade-cultivar-e-colher/
https://palcoteatrocinema.com.br/2019/02/28/projeto-um-indio-na-cidade-inicia-com-performance-artistica-com-indio-e-horta-medicinal-indigena-para-sociedade-cultivar-e-colher/
https://www.youtube.com/watch?v=G-UBwmsF_-8
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https://www.youtube.com/watch?v=AxEd39pBY0E
Chapecó: Projeto cultiva hortas comunitárias em terras indígenas. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=wWafpvWNBKY. Acesso em: 18 dez. 2023.
ANCIÃO INDÍGENA ENSINA PLANTAS MEDICINAIS - TRIBO FULNIÔ. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=uma_aHk31Uk. Acesso em: 18 dez. 2023.
Horta Agroecológica Medicinal Garante Alimentação Saudável a Indígenas 
na CASAI do DSEI. Disponível em: ttps://www.youtube.com/watch?v=RMZxN-
MmNK4. Acesso em: 18 dez. 2023.
LIVROS
Livro Hortas Orgânicas nas Terras Indígenas do Acre. Disponível em: https://
cpiacre.org.br/wp-content/uploads/2022/05/Livro-Hortas-Organicas_FINAL_
web-1.pdf Acesso em: 18 dez. 2023.
Horta família Indígena. Disponível em:https://iieb.org.br/wp-content/
uploads/2020/07/Cartilha-sobre-Horta-Familiar-Ind%C3%ADgena.pdf. Acesso 
em: 18 dez. 2023.
6.46. INFORMÁTICA INDÍGENA 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Informática Indígena 
Etapa: Ensino Fundamental e Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática. 
Apresentação 
A informática indígena é um campo que busca promover o acesso e o uso 
das tecnologias da informação e comunicação pelos povos indígenas. O objeti-
vo é garantir que os indígenas possam usufruir dos benefícios para a sua edu-
cação, cultura, economia e desenvolvimento social.
	A falta de acesso às TICs: Muitas comunidades indígenas não têm acesso 
à internet, computadores ou outros dispositivos eletrônicos.
	A falta de formação adequada: Os indígenas muitas vezes não têm as ha-
bilidades necessárias para usar as TICs de forma eficaz.
	A necessidade de adaptar as tecnologias à cultura indígena: As TICs de-
vem ser adaptadas às necessidades e à cultura dos povos indígenas para 
que sejam eficazes.
Apesar dos desafios, a informática indígena vem avançando nos últimos 
anos. Existem vários projetos e iniciativas que buscam promover o acesso e o 
uso das TICs pelos povos indígenas. A informática indígena tem o potencial de 
contribuir para o desenvolvimento dos povos indígenas de várias maneiras. 
As tecnologias podem ajudar os indígenas a melhorar a sua educação, tam-
bém podem ser utilizadas para fornecer educação a distância, acessar infor-
mações e recursos educacionais e desenvolver materiais didáticos. Preservar 
a sua cultura, podem ser utilizadas para documentar a cultura indígena, pro-
mover a língua indígena e criar formas de expressão cultural, promover o seu 
desenvolvimento social as tecnologias podem ser utilizadas para melhorar a 
comunicação, a governança e o desenvolvimento econômico das comunidades 
indígenas. A informática indígena é uma área em expansão que tem o potencial 
de transformar a vida dos povos indígenas.
	Aqui estão alguns exemplos de como a informática indígena está sendo 
utilizada no Brasil:
	Na educação: A informática está sendo utilizada para fornecer educação 
a distância para indígenas que vivem em áreas remotas. Também está 
sendo utilizada para desenvolver materiais didáticos em línguas indíge-
nas.
	Na cultura: A informática está sendo utilizada para documentar a cultura 
indígena, preservar a língua indígena e criar formas de expressão cultural.
	No desenvolvimento social: A informática está sendo utilizada para me-
lhorar a comunicação entre as comunidades indígenas, promover a go-
vernança e apoiar o desenvolvimento econômico.
A informática indígena é uma ferramenta poderosa que pode ajudar os 
povos indígenas a melhorarem a sua vida. 
Objetivo Geral 
A informática indígena é uma área em expansão que tem o potencial de trans-
formar a vida dos povos indígenas. Ela pode ajudar os indígenas a melhorar a sua 
educação, preservar a sua cultura e promover o seu desenvolvimento social.
123122
https://www.youtube.com/watch?v=wWafpvWNBKY
https://www.youtube.com/watch?v=uma_aHk31Uk
https://www.youtube.com/watch?v=RMZxN-MmNK4
https://www.youtube.com/watch?v=RMZxN-MmNK4
https://cpiacre.org.br/wp-content/uploads/2022/05/Livro-Hortas-Organicas_FINAL_web-1.pdf
https://cpiacre.org.br/wp-content/uploads/2022/05/Livro-Hortas-Organicas_FINAL_web-1.pdf
https://cpiacre.org.br/wp-content/uploads/2022/05/Livro-Hortas-Organicas_FINAL_web-1.pdf
https://iieb.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Cartilha-sobre-Horta-Familiar-Ind%C3%ADgena.pdf
https://iieb.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Cartilha-sobre-Horta-Familiar-Ind%C3%ADgena.pdf
Aqui estão alguns exemplos de como a informática indígena pode contri-
buir para o desenvolvimento dos povos indígenas:
	Na educação: A informática pode ajudar os indígenas a ter acesso a uma 
educação de qualidade, mesmo que vivam em áreas remotas. Também 
pode ajudar a desenvolver materiais didáticos em línguas indígenas, o 
que pode melhorar a aprendizagem dos indígenas.
	Na cultura: A informática pode ajudar a preservar a cultura indígena, do-
cumentando-a e promovendo a língua indígena. Também pode ajudar a 
criar formas de expressão cultural, que podem ajudar os indígenas a se 
comunicar com o mundo exterior.
	No desenvolvimento social: A informática pode ajudar a melhorar a co-
municação entre as comunidades indígenas, promovendo a governança eapoiando o desenvolvimento econômico. Também pode ajudar a proteger 
os direitos dos povos indígenas, fornecendo-lhes acesso a informações e 
recursos importantes.
Referências e Inspirações  
SITES E PORTAIS 
Comunidades indígenas usam internet e redes sociais para divulgar sua cultu-
ra. Disponível em: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&-
pid=S0009-67252013000200006. Acesso em: 18 dez. 2023.
Indígenas usam tecnologia para manter a língua e cultura vivas. Disponível em: 
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-04/indigenas-usam-tecno-
logias-para-manter-lingua-e-cultura-vivas. Acesso em: 18 dez. 2023.
Como a chega da tecnologia nas aldeias. Disponível em: https://spbra-
sil.com.br/como-a-chegada-da-tecnologia-nas-aldeias-indigenas-afeta-o-
-dia-a-dia-dos-indios-no-brasil/#:~:text=A%20tecnologia%20%C3%A9%20
uma%20via,as%20gera%C3%A7%C3%B5es%20atuais%20e%20futuras. Acesso 
em: 18 dez. 2023.
O avanço tecnológico transformando a luta dos povos Indígenas. Disponível 
em: https://www.awure.com.br/o-avanco-tecnologico-transformando-a-luta-
-dos-povos-indigenas/. Acesso em: 18 dez. 2023.
VIDEOS CURTOS
Avanço da tecnologia muda o cotidiano de algumas aldeias indígenas do país. 
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=w2JzRt2WWMU. Acesso em: 
18 dez. 2023.
Indígenas e tecnologia: como o mundo digital está inserido em meio aos costu-
mes. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=4vkoc8ZVFo4. Acesso 
em: 18 dez. 2023.
Hoje, povos indígenas utilizam a tecnologia como arma”, diz Txai Suruí. Disponí-
vel em: https://www.youtube.com/watch?v=mQspqVaNaYA. Acesso em: 18 dez. 
2023.
Tradição e tecnologia: povos indígenas aprendem com a ciência/Jornal da Band. 
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=MTERZAKJdoM. Acesso em: 
18 dez. 2023.
LIVROS 
Ciências, tecnologias, artes e povos indígenas no Brasil. Disponível em: 
http://www.promovide.febf.uerj.br/biblioteca/nepie/ciencia_tecnologia_indige-
na_ebook.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
Na aldeia ou na cidade: Mídias digitais e seus impactos sociais. Disponível 
em: file:///C:/Users/70389222119/Downloads/ARTIGO-ABA-ISABEL-GT20.pdf. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
6.47. AGROECOLOGIA 
Tema: Sustentabilidade 
Unidade Temática: Agroecologia 
Etapa: Ensino Fundamental  
Área do Conhecimento: Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Geografia 
Apresentação 
A agroecologia do campo tem o potencial de contribuir para o desenvol-
vimento rural sustentável, oferecendo uma alternativa aos sistemas agrícolas 
125124
http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252013000200006
http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252013000200006
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-04/indigenas-usam-tecnologias-para-manter-lingua-e-cultura-vivas
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-04/indigenas-usam-tecnologias-para-manter-lingua-e-cultura-vivas
https://www.awure.com.br/o-avanco-tecnologico-transformando-a-luta-dos-povos-indigenas/
https://www.awure.com.br/o-avanco-tecnologico-transformando-a-luta-dos-povos-indigenas/
https://www.youtube.com/watch?v=w2JzRt2WWMU
https://www.youtube.com/watch?v=4vkoc8ZVFo4
https://www.youtube.com/watch?v=mQspqVaNaYA
https://www.youtube.com/watch?v=MTERZAKJdoM
http://www.promovide.febf.uerj.br/biblioteca/nepie/ciencia_tecnologia_indigena_ebook.pdf
http://www.promovide.febf.uerj.br/biblioteca/nepie/ciencia_tecnologia_indigena_ebook.pdf
file:///C:\Users\70389222119\Downloads\ARTIGO-ABA-ISABEL-GT20.pdf
convencionais que são altamente dependentes de insumos externos, poluen-
tes e degradadores do meio ambiente. 
A agroecologia do campo tem sido desenvolvida por agricultores familiares, 
movimentos sociais do campo e instituições de pesquisa e ensino. A agroeco-
logia tem sido adotada por agricultores familiares em todo o país, contribuindo 
para a produção de alimentos saudáveis, a conservação do meio ambiente e o 
fortalecimento da agricultura familiar. 
Alguns exemplos de práticas agroecológicas do campo incluem: 
	Uso de sistemas agroflorestais: Os sistemas agroflorestais combinam 
culturas agrícolas com árvores, proporcionando uma variedade de be-
nefícios, como a melhoria da fertilidade do solo, o controle de pragas e 
doenças e a geração de renda.
	Adubação orgânica: A adubação orgânica é uma prática que utiliza resí-
duos orgânicos, como esterco, composto e restos de culturas, para ferti-
lizar o solo. A adubação orgânica ajuda a manter a fertilidade do solo e a 
reduzir a poluição ambiental.
	Controle biológico de pragas e doenças: O controle biológico de pragas 
e doenças utiliza organismos vivos, como insetos predadores e parasitoi-
des, para controlar pragas e doenças. O controle biológico é uma alterna-
tiva aos agrotóxicos, que são poluentes e podem causar danos à saúde 
humana e ao meio ambiente.
Objetivos Gerais 
Promover a formação de cidadãos conscientes e responsáveis, capazes 
de contribuir para o desenvolvimento sustentável. A agroecologia é uma abor-
dagem agrícola que busca promover sistemas produtivos que sejam ecologi-
camente equilibrados, socialmente justos e economicamente viáveis, desen-
volvendo habilidades para a produção agroecológica e sensibilização para a 
importância da sustentabilidade. 
Desenvolver habilidades para a produção agroecológica como o plantio, a irri-
gação, a adubação e o controle de pragas e doenças, além da conscientização 
sobre os problemas ambientais, sociais e econômicos causados pela agricultu-
ra convencional, apresentando assim uma alternativa sustentável, promoven-
do a compreensão dos princípios e práticas da agroecologia, bem como sua 
importância para a segurança alimentar, a conservação do meio ambiente e a 
justiça social.
Referências e Inspirações
VÍDEOS CURTOS
O que é Agroecologia. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=gYz-
Gk5y0b7A. Acesso em: 18 dez. 2023.
Comida que alimenta. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-
z6xAkNPV3QI. Acesso em: 18 dez. 2023.
Agroecologia. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=QFrNNj9R-
M5o&t=1s. Acesso em: 18 dez. 2023.
Horta na escola: Por onde começar? Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=Vo8QfIN3kwg. Acesso em: 18 dez. 2023.
Agricultura Familiar. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=kq7-m-
PkmaWs. Acesso em: 18 dez. 2023.
A descoberta da Agricultura https://www.youtube.com/watch?v=1vtCTyxa7lU. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
LIVROS 
 
Sustentabilidade e Responsabilidade Social. Disponível em: https://www.pois-
son.com.br/livros/sustentabilidade/volume3/Sustentabilidade%20vol3.pdf. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
Sustentabilidade. Disponível em: http://www.fernandoalmeida.com.br/livros/
livro-fernando-almeida-sustentabilidade.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
E-book: Ambiente e Sustentabilidade. Disponível em: https://ampllaeditora.
com.br/books/2021/06/eBook-Meio-Ambiente-e-Sustentabilidade-Vol-1.pdf. 
Acesso em: 18 dez. 2023.
6.48. HORTA ORGÂNICA E MEDICINAL 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Horta Orgânica e Medicinal  
127126
https://www.youtube.com/watch?v=gYzGk5y0b7A
https://www.youtube.com/watch?v=gYzGk5y0b7A
https://www.youtube.com/watch?v=z6xAkNPV3QI
https://www.youtube.com/watch?v=z6xAkNPV3QI
https://www.youtube.com/watch?v=QFrNNj9RM5o&t=1s
https://www.youtube.com/watch?v=QFrNNj9RM5o&t=1s
https://www.youtube.com/watch?v=Vo8QfIN3kwg
https://www.youtube.com/watch?v=Vo8QfIN3kwg
https://www.youtube.com/watch?v=kq7-mPkmaWs
https://www.youtube.com/watch?v=kq7-mPkmaWs
https://www.youtube.com/watch?v=1vtCTyxa7lU
https://www.poisson.com.br/livros/sustentabilidade/volume3/Sustentabilidade%20vol3.pdf
https://www.poisson.com.br/livros/sustentabilidade/volume3/Sustentabilidade%20vol3.pdf
http://www.fernandoalmeida.com.br/livros/livro-fernando-almeida-sustentabilidade.pdf
http://www.fernandoalmeida.com.br/livros/livro-fernando-almeida-sustentabilidade.pdf
https://ampllaeditora.com.br/books/2021/06/eBook-Meio-Ambiente-e-Sustentabilidade-Vol-1.pdf
https://ampllaeditora.com.br/books/2021/06/eBook-Meio-Ambiente-e-Sustentabilidade-Vol-1.pdfEtapa: Ensino Fundamental 
Área do Conhecimento: Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Matemática.  
 
Apresentação 
A horta orgânica e medicinal pode ser considerada uma área de conheci-
mento multidisciplinar, pois abrange conhecimentos de diversas áreas, é uma 
forma de cultivo de plantas que utiliza métodos e práticas sustentáveis, sem o 
uso de agrotóxicos, fertilizantes químicos ou outros insumos artificiais. 
A horta orgânica e medicinal baseia-se em alguns princípios básicos, como: 
	Presença de biodiversidade: A diversidade de plantas e animais é essen-
cial para o equilíbrio do agroecossistema.
	Uso de adubos orgânicos: Os adubos orgânicos são ricos em nutrientes e 
ajudam a melhorar a fertilidade do solo.
	Controle biológico de pragas e doenças: O controle biológico utiliza inimi-
gos naturais de pragas e doenças para protegê-las.
	Conservação dos recursos naturais: A horta orgânica e medicinal busca 
conservar os recursos naturais, como a água, o solo e a biodiversidade.
	Conservação do meio ambiente: A horta orgânica e medicinal ajuda a 
conservar o meio ambiente, protegendo os recursos naturais e a biodi-
versidade.
	Educação ambiental: A horta orgânica e medicinal pode ser uma atividade 
educativa, ensinando às pessoas sobre a importância da sustentabilidade 
e da preservação do meio ambiente.
 
Objetivo Geral 
Promover a compreensão dos princípios e práticas da horta orgânica e me-
dicinal, bem como sua importância para a saúde, a segurança alimentar e o meio 
ambiente, além de incentivar a prática da horta como atividade educativa e social.  
 
Referências e Inspirações
VÍDEOS CURTOS  
 
Curso Cultivo Orgânico de Plantas Medicinais - Cursos CPT. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=zC4khCWIrdU. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
Traduzindo Ciência Ep. 01 - Plantas Medicinais. Disponível em: https://www.you-
tube.com/watch?v=INSrIOhu-YM. Acesso em: 18 dez. 2023.
Ciências: Plantas Medicinais.  Disponível em: https://www.youtube.com/wat-
ch?v=1q2BXoOjwr4. Acesso em: 18 dez. 2023.
Plantas Medicinais e PANCS. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?-
v=q6ZfkquMMEU. Acesso em: 18 dez. 2023.
LIVROS 
Hortas em pequenos espaços. Disponível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/
digital/bitstream/item/176051/1/HORTA-EM-PEQUENOS-ESPACOS-4-IMP-2017.
pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
Plantas Medicinais e cultivo de hortas.  Disponível em: https://www.guarulhos.
sp.gov.br/sites/default/files/file/arquivos/cartilha%20plantas%20medicinais%20
e%20cultivos%20de%20hortas%20saude%202018.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023
O cultivo de plantas medicinais orgânicas como recurso para o ensino de ciên-
cias. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernos-
pde/pdebusca/producoes_pde/2013/2013_uem_cien_artigo_jose_amanso_oli-
veira_santos.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023
6.49. MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO 
Tema: Meio Ambiente e Sustentabilidade 
Unidade Temática: Manejo e Conservação do Solo 
Etapa: Ensino Médio 
Área do Conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Linguagens 
e suas Tecnologias.
Apresentação
O manejo e conservação do solo é uma área de conhecimento importante 
para a agricultura sustentável, pois visa a proteger o solo contra a erosão, a 
degradação e a contaminação. O manejo adequado do solo contribui para a 
manutenção da fertilidade do solo, a melhoria da produtividade agrícola, e a 
conservação do meio ambiente. 
129128
https://www.youtube.com/watch?v=zC4khCWIrdU
https://www.youtube.com/watch?v=INSrIOhu-YM
https://www.youtube.com/watch?v=INSrIOhu-YM
https://www.youtube.com/watch?v=1q2BXoOjwr4
https://www.youtube.com/watch?v=1q2BXoOjwr4
https://www.youtube.com/watch?v=q6ZfkquMMEU
https://www.youtube.com/watch?v=q6ZfkquMMEU
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/176051/1/HORTA-EM-PEQUENOS-ESPACOS-4-IMP-2017.pdf
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/176051/1/HORTA-EM-PEQUENOS-ESPACOS-4-IMP-2017.pdf
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/176051/1/HORTA-EM-PEQUENOS-ESPACOS-4-IMP-2017.pdf
https://www.guarulhos.sp.gov.br/sites/default/files/file/arquivos/cartilha%20plantas%20medicinais%20e%20cultivos%20de%20hortas%20saude%202018.pdf
https://www.guarulhos.sp.gov.br/sites/default/files/file/arquivos/cartilha%20plantas%20medicinais%20e%20cultivos%20de%20hortas%20saude%202018.pdf
https://www.guarulhos.sp.gov.br/sites/default/files/file/arquivos/cartilha%20plantas%20medicinais%20e%20cultivos%20de%20hortas%20saude%202018.pdf
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2013/2013_uem_cien_artigo_jose_amanso_oliveira_santos.pdf
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2013/2013_uem_cien_artigo_jose_amanso_oliveira_santos.pdf
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2013/2013_uem_cien_artigo_jose_amanso_oliveira_santos.pdf
A importância da conservação do solo está relacionada com o abasteci-
mento de água e a terra funciona como um filtro natural para purificar a água. 
A conservação do solo reduz a concentração de poluentes e sedimentos.  
 
Objetivo Geral
Capacitar sobre a importância do solo para a vida, formação cidadã e cons-
ciente para proteção do meio ambiente e desenvolvendo assim inventivo à prá-
ticas que garantam produtividade de alimentos e qualidade ambiental.  
 
Referências e Inspirações  
 
VÍDEOS CURTOS  
 
Importância da conservação do solo e da água. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=5R8e3Fu9eXw.. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
Formação e composição do solo. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=AKyywp76eZo. Acesso em: 18 dez. 2023.
Técnicas de manejo e conservação dos solos. Disponível em: https://www.you-
tube.com/watch?v=o23TOO3_pHM. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
Apresentação I Manejo do solo e da água em sistemas orgânicos Práticas con-
servacionistas. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=dPRbBP7C-
Vqg. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
LIVROS 
 
Manejo e Conservação do Solo. Disponível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.
br/digital/bitstream/item/226262/1/cap3-livro-RecomendacaoCalagemAduba-
cao-AnaLuciaBorges-AINFO.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
Manejo e Conservação e Água. Disponível em: 18 dez. 2023. https://www.sis-
temafaep.org.br/livro-manejo-e-conservacao-de-solo-e-agua/. Acesso em: 18 
dez. 2023.
 
Conservação do Solo. Disponível em: https://www.ufsm.br/app/uploads/si-
tes/413/2018/11/10_conservacao_solo.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
6.50. GESTÃO DE PROPRIEDADE RURAL 
Tema: Gestão Ambiental  
Unidade Temática: Gestão de Propriedade Rural 
Etapa: Ensino Médio 
Área do Conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática 
e suas Tecnologias.
Apresentação 
A Gestão de Propriedade Rural é responsável por garantir a sustentabilida-
de da atividade agrícola, preservando o meio ambiente e os recursos naturais 
envolvendo adoção de práticas agrícolas que minimizem os impactos ambien-
tais, como o uso de técnicas de conservação do solo e da água, o manejo inte-
grado de pragas e doenças, e a utilização de insumos e tecnologias sustentáveis. 
Os principais temas abordados pela Gestão de Propriedade Rural são: 
	Conservação do solo e da água: adoção de práticas que minimizem a ero-
são do solo e a poluição da água.
	Manejo integrado de pragas e doenças: adoção de métodos de controle 
de pragas e doenças que sejam eficazes e não causem danos ao meio 
ambiente.
	Uso sustentável de insumos e tecnologias: adoção de insumos e tecnolo-
gias que sejam eficientes e não causem danos ao meio ambiente. 
Objetivo Geral 
Formar profissionais capazes de gerenciar de forma eficiente e susten-
tável propriedades rurais e promover o desenvolvimento de competências 
pessoais e profissionais, desenvolver a capacidade dos alunos de analisar 
dados e informações e tomar decisões acertadas e construir relacionamen-
tos interpessoais positivos.  
Referências e Inspirações  
 
VÍDEOS CURTOS  
 
Planejamento e Gestão da PropriedadeRural. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=LDKCCKm9XKU. Acesso em: 18 dez. 2023. 
131130
https://www.youtube.com/watch?v=5R8e3Fu9eXw
https://www.youtube.com/watch?v=5R8e3Fu9eXw
https://www.youtube.com/watch?v=AKyywp76eZo
https://www.youtube.com/watch?v=AKyywp76eZo
https://www.youtube.com/watch?v=o23TOO3_pHM
https://www.youtube.com/watch?v=o23TOO3_pHM
https://www.youtube.com/watch?v=dPRbBP7CVqg
https://www.youtube.com/watch?v=dPRbBP7CVqg
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/226262/1/cap3-livro-RecomendacaoCalagemAdubacao-AnaLuciaBorges-AINFO.pdf
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/226262/1/cap3-livro-RecomendacaoCalagemAdubacao-AnaLuciaBorges-AINFO.pdf
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/226262/1/cap3-livro-RecomendacaoCalagemAdubacao-AnaLuciaBorges-AINFO.pdf
https://www.sistemafaep.org.br/livro-manejo-e-conservacao-de-solo-e-agua/
https://www.sistemafaep.org.br/livro-manejo-e-conservacao-de-solo-e-agua/
https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/11/10_conservacao_solo.pdf
https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/11/10_conservacao_solo.pdf
https://www.youtube.com/watch?v=LDKCCKm9XKU
https://www.youtube.com/watch?v=LDKCCKm9XKU
Administração rural. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=J1WQ-
DZvV45Q. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
Programa Gestão com Qualidade em Campo Melhora Administração da Pro-
priedade e Qualifica Produtores. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=bEumSopCci4. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
Administração rural. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=AFFm-
TWpKIvU. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
LIVROS 
 
OLIVEIRA, José G. de. Gestão de Propriedades Rurais: Uma Abordagem Prá-
tica. Editora IBEX. 
OLIVEIRA, José G. de et al. Administração Rural: Gestão de Propriedades e 
Negócios Agropecuários. Editora Saraiva. 
PEREIRA, João Bosco de Rezende. Gestão de Propriedades Rurais. Editora 
Pearson.
 
SANTOS, José Antônio P. dos. Gestão de Agronegócios. Editora Atlas. 
6.51. FRUTICULTURA 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: Fruticultura 
Etapa: Ensino Fundamental e Ensino Médio
Área do Conhecimento: Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens 
Apresentação
O ensino de fruticultura deve focar nos conceitos básicos da área, de forma 
a proporcionar aos alunos uma compreensão geral da fruticultura. Os princi-
pais temas que devem ser abordados são:
	Conceitos básicos: Os alunos devem aprender sobre a classificação das 
frutas, as principais regiões produtoras de frutas no mundo, e a impor-
tância da fruticultura para a economia.
	Fisiologia das fruteiras: Os alunos devem aprender sobre os processos de 
crescimento, desenvolvimento e frutificação das fruteiras. 
	Propagação das fruteiras: Os alunos devem aprender sobre as principais 
técnicas de propagação das fruteiras. 
Além dos conceitos básicos, o ensino de fruticultura no ensino fundamen-
tal também pode abordar temas relacionados à alimentação saudável, como a 
importância do consumo de frutas para a saúde. 
 
Objetivo Geral 
Contribuir para o planejamento e execução de produção de frutas, con-
siderando aspectos técnicos econômicos, ambientais e contribuir ainda para 
formação de profissionais atuantes na produção de frutas em pequenas pro-
priedades rurais.  
 
Referências e Inspirações  
 
VÍDEOS CURTOS  
 
Educação do Campo- Iniciação as Práticas Agrícolas- Introdução a Fruticultura. 
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=V7Y2j1sAl3M. Acesso em: 
18 dez. 2023.
 
Aula Introdutória- Fruticultura. Disponível em: https://www.youtube.com/wat-
ch?v=hPKakWc6q4s. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
A importância da Fruticultura. Disponível em: https://www.youtube.com/wat-
ch?v=0-UvqGYRGXY. Acesso em: 18 dez. 2023.
 
Como funciona a Fruticultura? Disponível em: https://www.youtube.com/wat-
ch?v=x7NkNYY61wY. Acesso em: 18 dez. 2023.
LIVROS
Fruticultura- Fundamentos e Práticas, de Carolina Belei Saldanha e Carla Sama-
ra Ferreira dos Santos.
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https://www.youtube.com/watch?v=J1WQDZvV45Q
https://www.youtube.com/watch?v=J1WQDZvV45Q
https://www.youtube.com/watch?v=bEumSopCci4
https://www.youtube.com/watch?v=bEumSopCci4
https://www.youtube.com/watch?v=AFFmTWpKIvU
https://www.youtube.com/watch?v=AFFmTWpKIvU
https://www.youtube.com/watch?v=V7Y2j1sAl3M
https://www.youtube.com/watch?v=hPKakWc6q4s
https://www.youtube.com/watch?v=hPKakWc6q4s
https://www.youtube.com/watch?v=0-UvqGYRGXY
https://www.youtube.com/watch?v=0-UvqGYRGXY
https://www.youtube.com/watch?v=x7NkNYY61wY
https://www.youtube.com/watch?v=x7NkNYY61wY
6.52. POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE ITINERÂNCIA 
Tema: Multiculturalismo 
Unidade Temática: População em Situação de Itinerância 
Etapa: Ensino Fundamental e Ensino Médio
Área do Conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza 
e Matemática. 
 
Apresentação 
Pessoas em situação de itinerância referem-se a comunidades ou grupos 
de pessoas que não possuem residência fixa e que se deslocam regularmente 
de um lugar para outro. O termo “povos em situação de itinerância” é uma de-
signação ampla e pode abranger uma variedade de grupos diferentes, cada um 
com suas próprias tradições, modos de vida e desafios específicos, tais como: ci-
ganos, circenses, indígenas, imigrantes, refugiados, apátridas, povos nômades, 
trabalhadores itinerantes, acampados, artistas e trabalhadores de parque de 
diversão, de teatro mambembe, dentre outros povos. Além das especificidades 
das escolas do campo, quilombolas e indígenas, o Estado de Goiás conta com 
uma realidade cada vez mais crescente: a mobilidade dos   estudantes itineran-
tes em contexto urbano nas unidades escolares regulares da rede, como indíge-
na, quilombolas, ciganos, trabalhadores e deslocados internos e, vale ressaltar, 
os imigrantes e refugiados vindos de outros países ou nacionalidades. A escola 
e professores que atendem estudantes em situação de Itinerância/contexto ur-
bano precisam estabelecer uma relação empática, humanista e dialógica com 
esses estudantes, reconhecendo seus saberes e legitimando a sua capacidade 
de contribuição com o seu próprio desenvolvimento. É muito importante que 
eles se sintam parte da comunidade escolar, e que a escola busque dialogar 
com a família, criando vínculos e, deste modo, fortalecer o desenvolvimento 
integral do estudante.  Enfatizamos que trabalhar uma eletiva na perspectiva 
de inclusão e da interculturalidade desses povos, é uma das alternativas mais 
efetivas para garantir a aprendizagem significativa proporcionando atividades 
ou práticas pedagógicas que dialoguem com a diversidade dos saberes, ou seja, 
que contemplem seus valores sociais e culturais, linguísticos para uma socieda-
de mais democrática e com justiça social.  
Objetivo Geral 
Reconhecer e promover a interculturalidade e o multilinguismo como for-
mas de fortalecimento das identidades individuais/coletivas e culturais desses 
estudantes, propiciando a troca de experiências e o enriquecimento entre os 
pares, criando espaços de diálogo, como contribuição para relações humanas 
mais construtivas, de respeito ao outro, valorização, preservação de suas an-
cestralidades e seu vínculo de pertencimento. O trabalho em uma perspectiva 
inclusiva e de interculturalidade desses povos, é uma das alternativas mais efe-
tivas para garantir a aprendizagem significativa proporcionando atividades ou 
práticas pedagógicas que dialoguem com a diversidade dos saberes, ou seja, 
que contemplem seus valores sociais e culturais, linguísticos para uma socieda-
de mais democrática e com justiça social. 
Referências e Inspirações 
ACNUR. Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR). Dis-
ponível em: http://www.acnur.org/Governo Federal. Acesso em: 18 dez. 2023.
BRASIL. Resolução nº1/2020. Dispõe sobre o direito de matrícula de crian-
ças e adolescentes migrantes, refugiados, apátridas e solicitantes de re-
fúgio no sistema público de ensino brasileiro. Brasil, Brasília. Diário Oficial.
BRASIL. Resolução nº3/2012. Define diretrizes parao atendimento de educa-
ção escolar para populações em situação de itinerância. Brasil. Brasília. Diário 
Oficial, 2012.D 
CANDAU, V. M. Direitos humanos, educação e interculturalidade: as ten-
sões entre igualdade e diferença. In: CANDAU, V. M. (Org.). Educação intercul-
tural na América Latina: entre concepções, tensões e propostas. Rio de janeiro: 
7 Letras, 2009. p. 154-173.
ROSA, Marlise. A mobilidade Warao no Brasil e os modos de gestão de uma 
população em trânsito: reflexões a partir das experiências de Manaus-AM 
e de Belém-PA. Tese (doutorado) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mu-
seu Nacional, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, 2020. BNCC 
 
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VÍDEOS CURTOS
 
Escola itinerante. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Ymmra-
qMSMkU. Acesso em: 18 dez. 2023.
Educação #ComOsRefugiados. Disponível em: https://youtu.be/te9cYmdlaeg ; 
https://www.youtube.com/watch?v=u16Td3xpoSA. Acesso em: 18 dez. 2023.
Educação Situação de Itinerância. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=-jQhO1IhrdA. Acesso em: 18 dez. 2023.
Caminhos da Reportagem: Indígenas, a luta dos povos esquecidos. Disponível 
em: https://www.youtube.com/watch?v=iOSUYeCD4tw. Acesso em: 18 dez. 2023.
Povos Indígenas: Conhecer para valorizar. Disponível em: https://www.youtube.
com/watch?v=MwMEuK-DfEw. Acesso em: 18 dez. 2023.
Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/BUOS-9CGK7Z/1/
monografia_cristina_maria_de_medeiros.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
Os Povos Ciganos e o Direito à Educação Básica. Disponível em: http://www.
educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/formacao_acao/2semestre2017/
ciganos.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
Ciganos: Documento Orientador para os Sistemas de Ensino. Disponível em: 
http://static.paraiba.pb.gov.br/2016/05/copy_of_secadi_ciganos_documento_
orientador_para_sistemas_ensino-1-1.pdf. Acesso em: 18 dez. 2023.
A cultura cigana e a luta pelo reconhecimento de direitos. Disponível em: https://
www.youtube.com/watch?v=ePSoi40S5Gw. Acesso em: 18 dez. 2023.
Disponível em: http://amskblog.blogspot.com/ p/normal-0-21-false-false-false-
-pt-br-x.html. Acesso em: 18 dez. 2023.
Cartilha de Apoio Linguístico/ Warao Indígenas Venezuelanos. Disponível em: 
https://www.acnur.org/portugues/wp-content/uploads/2023/09/WEB_Carti-
lha-de-apoio-linguistico-para-interacoes-com-indigenas-Warao.pdf. Acesso em: 
18 dez. 2023.
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https://www.youtube.com/watch?v=YmmraqMSMkU
https://www.youtube.com/watch?v=YmmraqMSMkU
https://www.youtube.com/hashtag/comosrefugiados
https://youtu.be/te9cYmdlaeg
https://www.youtube.com/watch?v=u16Td3xpoSA
https://www.youtube.com/watch?v=-jQhO1IhrdA
https://www.youtube.com/watch?v=-jQhO1IhrdA
https://www.youtube.com/watch?v=iOSUYeCD4tw
https://www.youtube.com/watch?v=MwMEuK-DfEw
https://www.youtube.com/watch?v=MwMEuK-DfEw
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/formacao_acao/2semestre2017/ciganos.pdf
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/formacao_acao/2semestre2017/ciganos.pdf
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/formacao_acao/2semestre2017/ciganos.pdf
http://static.paraiba.pb.gov.br/2016/05/copy_of_secadi_ciganos_documento_orientador_para_sistemas_ensino-1-1.pdf
http://static.paraiba.pb.gov.br/2016/05/copy_of_secadi_ciganos_documento_orientador_para_sistemas_ensino-1-1.pdf
https://www.youtube.com/watch?v=ePSoi40S5Gw
https://www.youtube.com/watch?v=ePSoi40S5Gw
http://amskblog.blogspot.com/
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
	1. APRESENTAÇÃO
	2. PONTO DE PARTIDA PARA OS PROJETOS DE ELETIVAS
	3. CRONOGRAMA DE VALIDAÇÃO DOS PROJETOS 2024/1
	4. ORGANIZAÇÃO DAS TEMÁTICAS PARA A OFERTA DAS ELETIVAS
	5. ESTRUTURA DE UM PROJETO DE ELETIVA
	6. EMENTAS PARA A ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE ELETIVAS
	6.1. Tecnologia e Inovação 
	6.2. Ciência no Cotidiano 
	6.3. Produção Cênica – Ensino Fundamental
	6.4. Produção Literária – Ensino Fundamental
	6.5. Educação Ambiental E Sustentabilidade
	6.6. Educação Financeira – Ensino Fundamental
	6.7. Direitos Humanos – Ensino Fundamental 
	6.8. Bullying E Cyber Bullying 
	6.9. Jogos E Brincadeiras
	6.10. Educação Para O Trânsito – Ensino Fundamental
	6.11. Projeto De Vida – Ensino Fundamental
	6.12. Pensamento Computacional
	6.13. Produção Cênica – Ensino Médio 
	6.14. Produção Literária – Ensino Médio 
	6.15. Práticas Experimentais Em: Biologia, Física Ou Química 
	6.16. Aprendendo A Viver Na Cidade (Cepi)
	6.17. Biotecnologia
	6.18. Espanhol Para O Enem
	6.19. Redação Para O Enem
	6.20. Educação Ambiental E Meio Ambiente
	6.21. Educação Financeira – Ensino Médio
	6.22. Empreendedorismo 
	6.23. Direitos Humanos – Ensino Médio
	6.24. A Fotografia e Suas Possibilidades na Escola
	6.25. Saúde e Qualidade de Vida
	6.26. Pluralidades Afro-Brasileiras E Indígenas
	6.27. Desenvolvimento De Jogos Coletivos
	6.28. Projeto De Vida – Ensino Médio
	6.29. Educação Alimentar E Nutricional 
	6.30. Jogos De Tabuleiro 
	6.31. Tecnologia no Cotidiano 
	6.32. O Trabalhador e o Mundo Do Trabalho 
	6.33. Educação Para o Trânsito – Ensino Médio
	6.34. Cultura e Dança Quilombola 
	6.35. Horta Orgânica e Medicinal - Quilombola 
	6.36. Ecoturismo 
	6.37. Percussão 
	6.38. História Afro e Indígena 
	6.39. Artesanato Afro-Brasileiro 
	6.40. Cultura e Dança Quilombola 
	6.41. Empreendedorismo e Inovação - Quilombola
	6.42. Narrativas e Mitos Indígenas  
	6.43. Artesanato Indígena Brasileiro 
	6.44. Cultura e Dança Indígena  
	6.45. Horta Orgânica E Medicinal Indígena 
	6.46. Informática Indígena 
	6.47. Agroecologia 
	6.48. Horta Orgânica E Medicinal 
	6.49. Manejo e Conservação Do Solo 
	6.50. Gestão de Propriedade Rural 
	6.51. Fruticultura 
	6.52. População em Situação de Itinerância

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