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Verificação de Redundância Cíclica

Material sobre CRC: explica a Verificação de Redundância Cíclica, compara com checksum, descreve o hardware (registrador de deslocamento e portas XOR), o funcionamento do shift register e um exemplo que transforma 101010 em 10101011010110; inclui figura da porta XOR.

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Marcio

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8.3.3 CRC
A técnica de Verificação de Redundância Cíclica (CRC – Cyclic Redundancy Checks) é mais
eficiente do que o Checksum. Para isso, o hardware precisa de um registrador de deslocamento (shift
register) e uma unidade OU exclusivo (XOR). O registrador de deslocamento possui um número fixo
de bits (por exemplos 16 bits), e estes bits passam de um em um pelo registrador de deslocamento e só
podem sair do registro quando um bit novo entrar, cada registrador de deslocamento tem uma saída que
dá o valor do bit mais a esquerda. Sempre que o bit muda, a saída muda.
A Figura 27 mostra um exemplo de CRC, que possui como entrada a mensagem 101010. Para a
realização do CRC, é necessário fazer um OU exclusivo entre o primeiro numero à direita do OU
exclusivo e o primeiro número da Entrada B e o resultado será deslocado uma casa à esquerda, após
passar por todos os três OU exclusivos da linha, os seus resultados são armazenados na linha de baixo
que novamente passará pelo processo, e no final, a mensagem a ser transmitida é 10101011010110.
Figura 26: (a) Um diagrama de hardware que calcula um ou exclusivo e (b) o valor de saída para 
cada uma das quatro combinações de valores de entrada. Tais unidades de hardware são usadas para 
calcular uma CRC.
	8 Enlace
	8.3 Detecção de Erros
	8.3.3 CRC

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