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GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 1 
ANATOMIA DA AORTA 
A aorta é a principal artéria do corpo humano, sendo responsável por transportar o 
sangue do ventrículo esquerdo do coração até a altura da quarta vértebra lombar, onde se 
divide nas artérias ilíacas comuns. É através da aorta que saem os ramos viscerais que irrigam os 
principais órgãos do corpo humano. Ao longo 
da vida, a aorta está sujeita a uma série de 
alterações. Durante toda a vida, a aorta é 
responsável por transportar cerca de 200 
milhões de litros de sangue. A aorta é 
composta por três camadas: a camada 
íntima, onde estão presentes os fatores de 
coagulação como o Von Willebrand; a 
camada média, composta por músculo liso 
que possui poder de contração e é controlado 
pelo sistema nervoso autônomo; e a 
adventícia, composta por colágeno, vasavasorum (pequenos vasos que nutrem os grandes 
vasos) e linfáticos. 
Em relação à sua divisão, a aorta é separada em diferentes segmentos. Ela começa na 
via de saída do ventrículo esquerdo, logo após a valva aórtica, e um pouco acima desta, encontra-
se a raiz da aorta, onde estão localizados os seios de Valsalva que originam as artérias coronárias 
(direita e esquerda). A partir da raiz da aorta, a aorta se estreita e forma a junção sino tubular, 
dando início à aorta ascendente, que vai até a origem do tronco braquiocefálico. O tronco 
braquiocefálico, por sua vez, origina a artéria carótida comum direita e a artéria subclávia direita. 
Da emergência do tronco braquiocefálico até um pouco depois da origem da subclávia esquerda, 
temos o arco aórtico, que é responsável por irrigar os membros superiores e o sistema nervoso 
central. A partir da origem da subclávia esquerda, temos a aorta descendente, que é dividida em 
aorta torácica, que vai até o diafragma, e aorta abdominal, composta pelos segmentos 
suprarrenais e infrarrenais. É importante destacar que a região infrarrenal é a principal localização 
de aneurismas degenerativos da aorta. 
DOENÇAS DA AORTA 
 
CARDIOLOGIA 
 
DOENÇAS DA AORTA 
CARDIOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 2 
AORTA NORMAL 
A aorta normalmente tem um diâmetro inferior a 40mm. Pequenas dilatações são 
chamadas de ectasias, enquanto grandes dilatações são chamadas de aneurismas. A influência 
na dilatação da aorta inclui idade, gênero, superfície corporal e pressão arterial. Com o avanço 
da idade, a aorta pode tornar-se fraca e a pressão arterial normal pode causar a sua ruptura. A 
taxa de expansão da aorta é de 0,9mm a cada dez anos em homens e de 0,7mm em mulheres. 
DOENÇAS DA AORTA 
As doenças da aorta podem apresentar diferentes sintomas e complicações, e podem ser 
classificadas em síndromes aórticas agudas, aneurismas, doenças ateroscleróticas, doenças 
genéticas, doenças congênitas e 
aortites. As síndromes aórticas 
agudas incluem a dissecção de 
aorta, hematoma intramural, 
úlcera aterosclerótica penetrante, 
pseudoaneurisma, ruptura, trauma 
e dissecção iatrogênica. Essas 
condições são consideradas de 
emergência médica e requerem 
tratamento imediato. Os 
aneurismas podem ocorrer na 
aorta torácica ou abdominal e são caracterizados pelo alargamento da parede da artéria. A 
doença aterosclerótica é a causa mais comum de doença da aorta e ocorre devido à 
acumulação de placas de gordura nas paredes da artéria. As doenças genéticas, como a 
Síndrome de Turner e a Síndrome de Marfan, estão associadas a doenças da aorta. A valva 
aórtica biscúspide e a coarctação da aorta são exemplos de doenças congênitas que podem 
afetar a aorta. As aortites, como a arterite de células gigantes e a arterite de Takayasu, são 
inflamações da parede da aorta que podem causar complicações graves. 
Para o diagnóstico das doenças da aorta, são realizados exames complementares, como 
radiografia de tórax, ultrassom, angiotomografia, ressonância magnética e aortografia. A 
radiografia de tórax é útil para avaliar a presença de dissecção de aorta aguda ou dilatação 
da aorta ascendente. O ultrassom é utilizado para avaliar a valva aórtica, a raiz da aorta e a 
coarctação. A angiotomografia é considerada o padrão ouro para o diagnóstico e possui 
facilidade de uso. A ressonância magnética é menos disponível e mais difícil de realizar, mas 
também pode ser utilizada. A aortografia, embora seja considerada o melhor exame em termos de 
anatomia, é invasivo e atualmente menos utilizado. 
 
DOENÇAS DA AORTA 
CARDIOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 3 
 
SÍNDROMES AÓRTICAS AGUDAS 
DISSECÇÃO AGUDA DE AORTA 
DEFINIÇÃO/EPIDEMIOLOGIA 
A dissecção aguda de aorta é uma condição relativamente comum, mas apresenta uma 
alta taxa de mortalidade, sendo de 1% por hora nas primeiras 48 horas. Ela ocorre devido à 
delaminação das camadas da aorta, resultando na ruptura da camada interna e no acúmulo 
de sangue entre a camada interna e a camada média, criando uma "falsa luz". A dissecção 
pode progredir para toda a aorta, dependendo das forças de cisalhamento que atuam no momento. 
A pressão arterial (PA) e a frequência cardíaca (FC) são os 
principais fatores a serem controlados no momento da 
dissecção. A incidência dessa condição é de aproximadamente 
6 casos a cada 100.000 pessoas por ano, sendo mais 
comum em homens e com uma idade média de 63 anos. O 
principal fator de risco é a hipertensão arterial sistêmica 
(HAS), que está presente em 65-75% dos casos, embora 
existam dúvidas se essa é uma causa direta ou um fator 
associado. Outros fatores de risco incluem a presença de 
doenças pré-existentes, como aneurisma de aorta, história 
familiar de doenças do colágeno, história de cirurgia cardíaca (dissecção iatrogênica), tabagismo, 
trauma torácico e uso de cocaína e anfetaminas. 
É importante destacar que um aneurisma de aorta só apresentará sintomas se estiver 
prestes a romper ou se for de grande tamanho. O diagnóstico da dissecção aguda de aorta 
pode ser realizado por meio de exames de imagem, como a tomografia, que permite observar a 
presença de uma luz verdadeira e uma luz falsa na aorta. Além da extensão da dissecção, o 
prognóstico também é determinado pela origem das artérias viscerais, se elas saem da luz 
verdadeira ou falsa. Se saírem da luz falsa, o prognóstico é ruim, já que a falsa luz sempre é maior 
que a luz verdadeira. 
 
DOENÇAS DA AORTA 
CARDIOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 4 
A apresentação clínica da dissecção aguda de aorta inclui dor torácica irradiada para as 
costas, de início súbito e com intensidade forte e lancinante. Também podem ocorrer 
regurgitação aórtica com a presença de um sopro cardíaco. É importante realizar um exame 
físico rápido, como a palpação dos pulsos e a 
ausculta cardíaca em busca de sinais de 
assimetria nos pulsos e de um sopro 
diastólico aspirativo, respectivamente, para 
afastar a hipótese diagnóstica de infarto do 
miocárdio e confirmar a presença da dissecção 
aguda de aorta. Outras manifestações clínicas 
incluem a insuficiência aórtica aguda, 
tamponamento cardíaco (causado por um 
derrame pericárdico), isquemia miocárdica 
devido à dissecção ou compressão dos óstios 
das coronárias, derrame pleural, síncope e 
sintomas neurológicos (quando ocorre a dissecção das artérias carótidas), além de isquemia 
mesentérica e insuficiência renal (quando as artérias viscerais têm origem na luz falsa). 
Na classificação da dissecção aguda de aorta, utiliza-se a classificação de Stanford, 
que divide em Tipo A e Tipo B. O Tipo A envolve a aorta ascendente ou tanto a aorta 
ascendente quanto a descendente e é tratado com cirurgia cardíaca convencional de 
emergência. Já o Tipo B não envolve a aorta ascendente e é tratado de forma conservadora 
com procedimentos endovasculares, como o uso de endopróteses. O tratamento inicial da 
dissecção aguda de aorta envolve o controle da pressão arterial e da frequência cardíaca, já 
que o descontrole desses fatores pode aumentar a dissecção.No Tipo A, é necessária a 
realização de cirurgia de emergência, que apresenta uma taxa de mortalidade de 50% nas 
primeiras 48 horas. Já no Tipo B, o tratamento conservador é indicado para os casos sem 
complicações, enquanto os casos complicados, como dor persistente, pressão arterial não 
controlada, expansão do diâmetro da aorta, má perfusão de órgãos e sinais de ruptura, são tratados 
com procedimentos endovasculares. 
Drogas endovenosas, como o nitroprussiato de sódio, esmolol ou metoprolol, podem 
ser utilizadas para o tratamento. No entanto, é importante ter cuidado ao administrar 
antiagregantes e anticoagulantes, que são usados no tratamento das síndromes coronárias 
agudas, pois o uso dessas medicações em casos de dissecção aguda de aorta pode levar à 
morte do paciente. 
HEMATOMA INTRAMURAL 
Hematoma intramural é um hematoma que ocorre na camada média da parede da aorta, 
sem ruptura da camada interna. Geralmente apresenta um espessamento circular ou 
crescente maior que 5mm. Ele ocorre em cerca de 10 a 25% dos casos de síndrome aórtica 
aguda (SAA), sendo mais comum na aorta ascendente (30%) e no arco aórtico (10%) (tipo A) 
 
DOENÇAS DA AORTA 
CARDIOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 5 
e na aorta descendente (tipo B) (60-70%). O diagnóstico é realizado através de tomografia 
computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RNM). O tratamento depende do tipo de 
hematoma: o tipo A requer cirurgia de urgência em até 24 horas, enquanto o tipo B pode ser 
inicialmente tratado de forma conservadora ou por meio de intervenção endovascular. 
ÚLCERA PENETRANTE 
A úlcera penetrante é uma lesão na camada média da aorta causada por erosão de uma 
placa aterosclerótica. Ela ocorre em cerca de 2 a 7% dos casos de SAA e é mais frequente na 
aorta torácica descendente. Os sintomas podem ser semelhantes aos da dissecção de aorta 
e a úlcera penetrante pode levar ao desenvolvimento de pseudoaneurisma, ruptura da aorta 
ou dissecção aguda. O diagnóstico também é realizado por meio de TC ou RNM. O tratamento 
da úlcera penetrante depende do tipo: o tipo A requer cirurgia, enquanto o tipo B pode ser 
inicialmente tratado de forma conservadora. 
 
PSEUDOANEURISMA 
O pseudoaneurisma é um tipo de aneurisma falso que ocorre apenas no tecido conectivo 
ao redor da aorta. Pode ser causado por trauma, como quedas, desaceleração ou prática 
esportiva, ou por procedimentos iatrogênicos, como cirurgias na aorta ou procedimentos com 
cateteres. O tratamento do pseudoaneurisma também depende do tipo: o tipo A requer cirurgia, 
enquanto o tipo B pode ser inicialmente tratado de forma conservadora. 
RUPTURA CONTIDA DA AORTA 
A ruptura contida da aorta é uma condição em que há um rompimento na parede da aorta, 
mas o sangramento é contido pelos tecidos circundantes. Essa condição é conhecida como 
ruptura "tamponada". Os sintomas incluem intensa dor refratária e estabilidade 
hemodinâmica. Pode haver também derrame pleural, derrame pericárdico e sangramento 
retroperitoneal. O tratamento depende do tipo de ruptura: no tipo A, a cirurgia é necessária, 
enquanto no tipo B é indicado o tratamento endovascular. 
 
DOENÇAS DA AORTA 
CARDIOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 6 
ANEURISMAS DE AORTA 
Os aneurismas de aorta são a doença da aorta mais comum depois da aterosclerose. 
Eles podem ocorrer em diferentes localizações na aorta e também podem estar associados a 
aneurismas em outras artérias. Os fatores de 
risco são os mesmos da aterosclerose, e é 
importante fazer o screening em pacientes 
com síndrome de Marfan, Turner e valva 
aórtica bicúspide, pois a associação com 
aneurisma de aorta é maior nesses casos. O 
diagnóstico e acompanhamento são feitos por 
meio de exames de imagem, como tomografia 
computadorizada (TC) ou ressonância 
magnética (RNM), pois a maioria dos pacientes 
são assintomáticos. O risco de dissecção da aorta é maior quando o diâmetro da aorta 
ascendente for maior que 60 mm, exceto em casos de síndrome de Marfan (maior que 45 mm), 
valva aórtica bicúspide (maior que 50 mm) e aneurisma aórtico degenerativo (maior que 55 mm). 
Na aorta descendente, o risco é maior quando o diâmetro for maior que 70 mm. 
ANEURISMAS DE AORTA ABDOMINAL 
Os aneurismas de aorta abdominal são quase exclusivamente infrarrenais, ou seja, 
localizados abaixo dos rins. São definidos pela presença de um diâmetro da aorta maior que 30 
mm ou maior que 50% do diâmetro normal. A maioria dos casos é de origem degenerativa, e 
os fatores de risco são os mesmos da 
aterosclerose, como diabetes, hipertensão e 
tabagismo, além de histórico familiar. Esses 
aneurismas geralmente são assintomáticos, 
mas podem ser encontrados incidentalmente, 
apresentar uma massa pulsátil abdominal ou 
causar dor abdominal em casos de iminência 
de ruptura. O diagnóstico é realizado por meio de 
ultrassonografia (USG), que é excelente para o 
screening, ou por TC ou RNM. É recomendado o screening em homens com 65 anos ou mais 
e mulheres tabagistas ou com história familiar aos 65 anos ou mais. A ruptura do aneurisma 
tem taxa de mortalidade entre 60% e 70%, mas a sobrevida é maior que 95% em correções 
planejadas. Para aneurismas pequenos (30-39 mm), é indicado o controle dos fatores de risco 
e o uso de betabloqueadores ou inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA). 
 Follow-up: 
o 30-39mm: 3 anos (aneurismas menores) 
o 40-44 mm: 2 anos (aneurismas intermediários) 
 
DOENÇAS DA AORTA 
CARDIOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 7 
o 45-54 mm: 1 ano (aneurismas perto do seu limite) 
ATEROSCLEROSE 
A aterosclerose é a doença mais comum da aorta e apresenta fatores de risco 
semelhantes aos da aterosclerose em geral. Suas complicações incluem tromboembolismo, 
aneurismas de aorta, úlceras e oclusão arterial. O diagnóstico pode ser feito por meio de 
radiografia, ecocardiograma transtorácico (ECOTT), TC ou RNM. O tratamento envolve controle 
dos fatores de risco, uso de estatinas e antiagregação plaquetária ou anticoagulação, 
dependendo do caso. A intervenção cirúrgica é reservada para os casos complicados. 
 
DOENÇAS GENÉTICAS 
SÍNDROME DE TURNER 
Síndrome de Turner é uma condição genética 
conhecida como monossomia do X (45X0). Ela está 
associada a várias condições, como baixa estatura, 
obesidade, coarctação da aorta e valva aórtica 
bicúspide. O acompanhamento médico varia de acordo 
com o risco, com exames como ecocardiograma e 
ressonância magnética sendo recomendados em diferentes 
intervalos de tempo. 
 Follow-up: 
o Baixo risco: ECOTT 3-5 anos 
o Moderado risco: RNM 3-5 anos 
o Alto risco: RNM 1-2 anos 
 
DOENÇAS DA AORTA 
CARDIOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 8 
SÍNDROME DE MARFAN 
A síndrome de Marfan é a doença mais comum do tecido conectivo e é transmitida de 
forma autossômica dominante. Ela está associada principalmente com dissecção de aorta e 
prolapso de valva mitral (Barlow). Os pacientes com essa síndrome apresentam características 
físicas como alta estatura, envergadura aumentada, pectus carinatum, pectus escavatum, geno 
valgo, aracnodactilia e luxação do cristalino. 
 
DOENÇAS CONGÊNITAS 
VALVA AÓRTICA BICÚSPIDE 
A válvula aórtica bicúspide é um defeito cardíaco congênito que ocorre em 1 a 2% da 
população. Essa condição está associada ao risco de aneurisma de aorta torácica, bem como 
a possíveis valvopatias (estenose da válvula aórtica ou Insuficiência da válvula aórtica). A 
maioria dos casos é assintomática e é descoberta durante exames de rotina. O acompanhamento 
é geralmente feito com exames regulares, como ecocardiograma, tomografia computadorizada 
ou ressonância magnética. 
 Maior risco de Dissecção ou ruptura 
 27% requerem cirurgia valvar em 20 anos: EAO ou IAO 
 Na grande maioria das vezes é um achado de exame 
 Follow-up: ECOTT, TC ou RNM anual 
 Intervenção: 
o Aneurisma >50 mm 
o Troca valvar + aneurisma >45 mm 
 
DOENÇAS DA AORTA 
CARDIOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 9 
COARCTAÇÃO DA AORTA 
A coarctação da aorta é um estreitamento da aorta próximo ao ducto arterioso. É uma 
causa de hipertensão arterial sistêmica resistente em jovens e pode apresentar diferença de 
pressão entre os membros superiores e inferiores. Além disso, pode causar lesões em órgãos-
alvo como o coração (hipertrofia ventricular esquerda), rins (nefropatia) e olhos (retinopatia). O 
diagnóstico geralmente é feito por meio de exames de imagem como ecocardiograma, 
tomografia computadorizada ou ressonância magnética. O tratamento pode envolver cirurgia 
ou intervenção endovascular. 
AORTITES 
ARTERITE DE CÉLULAS GIGANTES 
A arterite de células gigantes é mais comum em idosos e pode levar à formação de 
aneurismas na aorta. 
 
ARTERITE DE TAKAYASU 
A arterite de Takayasu é uma vasculite rara que afeta os grandes vasos do corpo. O 
diagnóstico dessas condições é feito por meio de exames como tomografia computadorizada ou 
ressonância magnética. O tratamento envolve geralmente o uso de corticosteroides, 
imunossupressores, além de cirurgia ou intervenção endovascular quando há complicações.

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