Prévia do material em texto
C GASOMETRIA Equilíbrio gasométrico que se dá por CO2 e BIC Gasometria Arterial: A gasometria arterial é um exame invasivo que mede as concentrações de oxigênio, a ventilação e o estado ácido- básico. Causas de Acidose Respiratória: 1. Lesão no Centro Respiratório (AVE, TCE, tumor); 2. Depressão no Centro Respiratório (intoxicações, 3. anestésicos, sedativos, lesões, narcóticos); 4. Obstrução de Vias Aéreas (Asma, DPOC, secreção, 5. corpo estranho); 6. Infecções agudas (Pneumonias); 7. Edema Pulmonar; 8. SDRA, Atelectasias, Pneumotórax, Fibrose Pulmonar; PH+PO2+PCO2= Alteração Respiratória PH+HCO3+BE= Alteração Metabólica Acidose Respiratória: PCO2 ↑ (Retendo) Alcalose Respiratória: PCO2 ↓ (lavando) Acidose e Alcalose metabólica: São anormalidades na concentração de HCO3 (BIC) que podem alterar o PH do sangue. PH é inversamente proporcional ao PCO2 ou seja (PCO2↑ PH↓) PH é diretamente proporcional ao BIC ou seja (HCO3↑ PH↑) 9. Trauma torácico, deformidades torácicas severas; 10. P.O cirurgia abdominal alta, toracotomias; 11. Distensão abdominal severa; 12. Doenças Neuromusculares (Poliomelite,Polirradiculoneurites); 13. Tromboembolia Pulmonar; 14. Fadiga e falência da musculatura respiratória. Causas da Alcalose respiratória: 1. Hiperventilação por ansiedade, dor, 2. hipertermia, hipóxia, grandes altitudes; 3. Hiperventilação por VM; 4. Lesões do SNC, tumores, encefalites, 5. hipertensão intracraniana; 6. Salicilatos e sulfonamidas; 7. Alcalose pós acidose. PEEP Pressão Positiva expiratória final ↑ CRF (Restaurar) ↑ Pressão pleural (-Negativa) Faz com que não ocorra o ZEEP PVC: Pressão venosa Central (pressão de retorno ao Átrio direito) Restaurar Volumes e Capacidades PEEP fisiológica: Fisiologicamente, durante a expiração, a glote reduz sua abertura, proporcionando um retardo à saída do fluxo expiratório criando assim, uma resistência à saída de ar dos pulmões. Logo ao final da expiração uma quantidade fisiológica de ar (que corresponde à capacidade residual funcional – CRF) fica dentro dos alvéolos com o objetivo de manter abertas as vias aéreas e os alvéolos (impedindo juntamente com o surfactante o colapso alveolar). Esse volume de ar gera uma determinada pressão dentro dos alvéolos que é chamada de pressão positiva expiratória final (PEEP). A PEEP fisiológica varia de acordo com a idade, altura, peso e sexo do indivíduo; em média, em um adulto normal ela corresponde a aproximadamente 05 cmH2O. Quanto mais velho menor a PEEP PEEP em ventilação espontânea: CPAP – EPAP Paciente entubado NÃO tem PEEP fisiológica Dependendo de várias condições, ela pode aumentar, diminuir ou não ter efeito sobre o seguinte: Complacência toraco pulmonar Relação ventilação/perfusão (VA/Q) Tensão de oxigênio arterial (PaO2), Resistência vascular pulmonar, Débito cardíaco Função ventricular direita, função ventricular esquerda Redistribuição da água extra vascular pulmonar. (Edema, extravasamento de liquido, PEEP ajuda a redistribuir) OBS: Os efeitos fisiológicos da PEEP dependem das condições dos pulmões e do coração, do status do volume intravascular e do método de aplicação. A PEEP ocorre quando um dispositivo mecânico impede a queda na pressão expiratória da via aérea além de um nível selecionado de pressão dentro do circuito respiratório. EFEITOS FISIOLÓGICOS DA PEEP Recrutamento alveolar – aumento da CRF –melhora da oxigenação Prevenção da lesão pulmonar por abertura ou colapso cíclico das unidades alveolares Diminuição do trabalho respiratório Baro e volutrauma (PEEP D+) Aumento do espaço morto e da pressão intracraniana Diminuição do DC sobretudo quando há diminuição da volemia PVC Diminuição do fluxo renal e portal (se o DC diminui, o fluxo renal diminui, o que pode levar a uma insuficiência renal) Redução da circulação brônquica EFEITOS PULMONARES DA PEEP Aumento da CRF Recrutamento das unidades alveolares (Poros de Kohn, pressurizar a unidade vizinha) Melhora da relação V/q Melhora da complacência pulmonar Diminuição do trabalho respiratório EFEITOS HEMODINÂMICOS DA PEEP Diminuição do retorno venoso Aumento dos pós carga do VD e Diminuição da pré Diminuição da pré carga do VE e pós CONTRA INDICAÇÕES DA PEEP: ABSOLUTAS: Choque cardiogênico Pneumotórax (não drenado) Fístula bronco-pleural Pré Carga: Volume de sangue que Chega nos ventrículos Pós Carga: Resistência, depois do Ventrículo. Artéria pulmonar após VD e Aorta após VE RELATIVAS: Hipovolemia Cardiopatia grave Hipotensão arterial Instabilidade hemodinâmica Aumento da PIC – pressão intracraniana Insuficiência renal