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CURSO (s): Bacharel em Enfermagem. ANO / SEMESTRE: 2023/1 EIXO: DISCIPLINA: Enfermagem em Urgência e Emergência. CÓDIGO: CRÉDITOS: 08 C / H TOTAL: 152 PLANO DE APRENDIZAGEM 1. EMENTA Prestar assistência de enfermagem ao paciente em situações de Urgência, Emergência e Terapia Intensiva com graus crescentes de complexidade, de forma sistematizada, no atendimento de suas necessidades. Pautadas nos princípios éticos e humanísticos, considerando o ser humano e suas relações no contexto social, político, econômico e cultural em que está inserido, preparando-o para oportunidades que necessitam a intervenção da Enfermagem em situações críticas. 2. COMPETÊNCIAS I- Intervir no processo saúde-doença em todo o ciclo vital, considerando os determinantes biológicos, ecológicos, sociais, culturais, econômicos e políticos. II- integrar as práticas de enfermagem às multiprofissionais de forma a diagnosticar e solucionar problema de saúde, com base na comunicação interpessoal para tomada de decisões e intervenções no processo de trabalho. III- aplicar o método cientifico para resolução de problemas relacionados ao exercício de enfermagem. IV – gerenciar sistemas e organizações de saúde em consonância com os princípios do SUS. 3. OBJETIVOS DA DISCIPLINA 3.1 GERAL: Oportunizar o conhecimento teórico e prático ao acadêmico de enfermagem, em situações de urgência e emergência, conduzindo-o a ações preventivas a indivíduos com quadro clinico agudo. 3.2 ESPECÍFICO(S): Estabelecer plano de promoção, prevenção, diagnóstico e recuperação da saúde do indivíduo em situações críticas; Prestar cuidados de Enfermagem compatíveis com as necessidades do indivíduo em urgência e emergência; Capacitar o Aluno aos princípios da assistência de Enfermagem nas Unidades de Emergência e Terapia Intensiva; Avaliar as necessidades de cuidados de enfermagem nos pacientes em situações de Urgência/Emergência e aplicação de protocolos assistenciais; Participar da assistência de enfermagem ao doente no atendimento pré-hospitalar, emergência e UTI; Compreender e discutir o papel do enfermeiro nas Urgências/Emergências e UTI. 4. ABORDAGEM TEMÁTICA - Assistência de enfermagem no atendimento ao paciente em parada cardiorrespiratória, suporte básico de vida em cardiologia. Corrente da sobrevida. - Suporte avançado de vida em cardiologia na enfermagem equipe de multiprofissional na RCP no adulto. - Cinemática do trauma. Avaliação e atendimento inicial e avaliação secundaria, diagnósticos de enfermagem no paciente traumatizado, atuação do enfermeiro no trauma. Suporte Avançado de Vida no Trauma. - Princípio e classificação de vítimas de desastre – START. Equipamentos e materiais utilizados em APH e atendimento intra-hospitalar. - Via aérea e ventilação, choque, trauma torácico. - Trauma abdominal e pélvico, cranioencefálico, vertebromedular, musculoesquelético. - Situações especiais no trauma: pediátrico, gestante e geriátrico. - Afogamento, hipotermia e obstrução das vias aéreas do corpo estranho. - Lesões provocadas por queimaduras e frio. - Emergência hipertensiva. - Dor torácica e síndrome coronariana aguda. - Arritmias cardíacas e marca-passo. - Acidentes com animais peçonhentos – ofídicos e aracnídeos. - Estrutura organizacional do serviço de urgência e rotinas de enfermagem na sala de emergência. - Estados de choque – cardiogênico, hipovolêmico e séptico. - Iatrogênicas na pratica de enfermagem. - Politicas de Urgência e Emergência no Brasil. 4. PROCESSO METODOLÓGICO A organização metodológica explicita um conjunto intencionalidades e estratégias pedagógicas diferenciadas onde a sala de aula passa a ser um espaço privilegiado de discussões, marcado pela interação entre os seus protagonistas, professor e alunos. Pressupõe acolher a investigação como princípio pedagógico norteador, a dúvida como mote fomentador para a construção de uma aprendizagem significativa e transformadora e a mutualidade como princípio fundante deste processo. Nesse ambiente educativo interativo, o docente tem o seu papel ressignificado como mediador, problematizador e pesquisador no sentido de gerar situações pedagógicas que possam estimular e provocar o aluno a se sentir sujeito e construtor de suas aprendizagens e de sua própria formação. O sujeito aprendente se reconhece no protagonismo do processo e se envolve no momento em que tece a crítica sobre a realidade e quando dá sentido aos conhecimentos prévios construídos e vivenciados nas práticas sociais. Aprender, portanto, é um processo reconstrutivo que permite o estabelecimento de diferentes tipos de relações, ressignificações e reconstruções com vistas a sua aplicabilidade transformadora em situações diversas. Estas assertivas remetem à importância da seleção de estratégias de aprendizagem ativas pela relevância que atribuem ao processo de protagonismo de autogestão, de reflexão e de criticidade do acadêmico em formação. Assim sendo, as estratégias metodológicas estão voltadas para a consecução dos objetivos pedagógicos definidos para a inovação e eficácia do processo de ensino e de aprendizagem. Visando à qualificação das práticas pedagógicas, poderão ser realizadas diversificadas estratégias ativas de aprendizagem em acordo com as intencionalidades acadêmicas, a saber: resolução de problemas, estudos de casos reais e/ou simulados, projetos de trabalho, exposição dialogada, portfólios/webfólios, visitas técnicas e pesquisas de campo, grupos de aprendizagem, seminários integradores, dinâmicas de grupo, mapas conceituais, ensaios argumentativos, estudos de textos e ensaios, narrativas, perguntas pedagógicas, júri simulado, Grupo de Verbalização e Grupo de Observação, maquetes, consultorias, cinefórum, pôsteres, diário de aula, gincanas, jogos, painéis, simulação de atuação profissional, debates, entrevistas, blogs, Tempestade Mental ou Chuva de Ideias (Brainstorming), Dramatização (Rôle Playing), dentre outras. Cada encontro presencial passa a ser formado por um momento inicial de Aporte Teórico-metodológico de Competências (ATC) e o momento final de Trabalho Discente Efetivo (TDE), nas disciplinas categorizadas como: Teóricas (1.1), Teóricas Profissionalizantes (1.2), Teórico-práticas (2.1 / 2.2 / 2.3 / 2.5), Teórico-práticas em pacientes (3.1 / 3.2 / 3.3), Trabalho de Conclusão de Curso/Orientação Coletiva (6.1) e Curricularização da Extensão/Orientação de Campo (7.3). Em articulação com o desenvolvimento do Aporte Teórico-metodológico de Competências (ATC), o Trabalho Discente Efetivo (TDE) qualifica o processo de aprendizagem na Educação Superior, pois o aluno, enquanto autogestor da sua aprendizagem, vivencia e valoriza os princípios de Necessidade de Saber (Compreender as razões da capacitação/Ter clareza de que precisa aprender); Autoconceito (Autonomia e autodireção da busca do conhecimento/Identificação de lacunas e busca pela solução, de forma independente); Experiências (As vivências como repositório de significados prévios e como modelo mental para enxergar e lidar com o mundo/ Potencialização da aprendizagem por a diversidade de experiências, bem conduzida, enriquece as discussões); Prontidão para aprender (Aprender para enfrentar situações relacionadas à vida/Vontade para compreender a realidade e, consequentemente, cumprir tarefas para o desenvolvimento e/ou transformação); Orientação para aprendizagem (Valorizar a aprendizagem para que essa seja capaz de resolver problemas de seu dia a dia/Aprendizagem de forma contextualizada, baseada em problemas, superação de desafios e abordagens práticas); Motivação para aprender (Consolidar satisfatoriamente competências que levem ao reconhecimento obtido e à autorrealização)1. O Trabalho Discente Efetivo do curso de Enfermagem é organizado considerando a aprendizagem por competências, o uso da plataforma Aula eas ferramentas do Google for Education, as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação e a legislação educacional vigente, sendo registro no Plano de Aprendizagem de cada componente curricular no qual está incluído. Durante o ano de 2020 esta disciplina será realizada através do processo remoto de aprendizagem com base nos conceitos estabelecidos no Parecer CNE/CP nº 5, de 28 de abril de 2020, e Portaria MEC nº 544, de 16 de junho de 2020. (Resolução ConsUn nº 5, de 20 de maio de 2020, nova redação atualizada em 02 de julho de 2020). 5. PROCESSO AVALIATIVO A ULBRA, ao fomentar práticas pedagógicas que otimizam o protagonismo e a autonomia acadêmica, compreende a avaliação como componente indissociável do processo ensino e aprendizagem ativo, dinâmico, processual e formativo. Nesta perspectiva, a avaliação é um processo de reflexão e de diálogo entre os envolvidos, assumindo um caráter interativo no qual as relações interpessoais e os projetos coletivos demarcam espaços de aprendizagem. A avaliação da aprendizagem, portanto, consiste na mediação pedagógica que visa à formação integral do aluno através de um processo emancipatório que identifica o professor como um dinamizador da aprendizagem e o aluno como um autogestor, partícipe do seu processo de construção do conhecimento. As atividades propostas evidenciam o desenvolvimento de competências e estão estratificadas em três Blocos de Estudos (Bloco de Desenvolvimento 1, Bloco de Desenvolvimento 2 e Bloco de Sistematização), distribuídos ao longo do período (semestre), a partir de dois modelos de estrutura de avaliação de acordo com a categorização das unidades curriculares (disciplinas), conforme previsto na Resolução de CONSUN nº 50, de dezembro de 2016. O componente curricular Enfermagem em Urgência e Emergência, correspondente à categoria 3.2 (teórico-prático em pacientes), segue o sistema a seguir ● Disciplinas Teóricas, Teóricas profissionalizantes, Teórico-práticas e Teórico- práticas em pacientes A proposta pedagógica a ser trabalhada nas unidades curriculares (disciplinas) será desenvolvida através dos Blocos de Desenvolvimento 1 e 2, sendo que cada um está atrelado a uma Atividade Avaliativa Parcial (AP). Os Blocos de Desenvolvimento trabalham as competências a partir de níveis de complexidade, de acordo com as especificidades curriculares. As Atividades Parciais visam ao acompanhamento do desempenho da construção progressiva da aprendizagem e ocorrem ao longo do período (semestre). A culminância do processo pedagógico desenvolvido no semestre é realizada no Bloco de Sistematização. A verificação das competências construídas nesse período é realizada através da Avaliação Semestral (AS) cumulativa e sem consulta. A Pontuação do Semestre (PS), que representa a expressão dos resultados da avaliação da aprendizagem, dar-se-á na soma da pontuação obtida nas Atividades Parciais (AP) com os pontos obtidos na Atividade Semestral (AS) e totalizará 10 (dez) pontos e, para obter aprovação, o aluno deverá alcançar, no mínimo, 7 (sete) pontos. De acordo com o Calendário Institucional, será realizada a Avaliação Final (AF) de 1 Malcolm S. Knowles, Elwood F. Holton III, Richard A. Swanson: The Adult Learner (2014) caráter individual, cumulativa, sem consulta, com vistas a oportunizar uma nova atividade avaliativa na verificação do desenvolvimento das competências previstas na Unidade Curricular. A Avaliação Final (AF) terá a valoração máxima de 10 (dez) pontos e, para aprovação, o aluno deverá obter, no mínimo, 7 (sete) pontos. Podem participar da Avaliação Final (AF) os acadêmicos com frequência mínima legal e que: a) obtiveram MENOS de 7 (sete) pontos na Pontuação Semestral (PS) e que tenham realizado a Avaliação Semestral (AS); b) obtiveram pontuação ACIMA de 7(sete) pontos na Pontuação Semestral (PS) com vistas a obter um melhor desempenho como expressão de sua avaliação da aprendizagem. Poderão realizar a Avaliação Final (AF) nas disciplinas Teórico-práticas em pacientes no componente teórico, os alunos que obtiverem, no mínimo, 7 (sete) pontos na Pontuação do Semestre (PS) no componente prático. A Pontuação Final (PF) do semestre para as disciplinas teóricas, teórico-práticas e teórico-profissionalizantes será condizente com o valor superior, derivado de a) Pontuação Semestral, ou b) Avaliação Final. Nas disciplinas Teórico-práticas em pacientes a Pontuação Final (PF) será o resultado do cálculo aritmético (média aritmética) entre a expressão superior referente à Pontuação do Semestre (PS) ou à Avaliação Final (AF) do componente teórico e a Pontuação do Semestre (PS) do componente prático. Bloco de Desenvolvimento I: 1 ao 9º encontro embasamento teórico-conceitual sobre Políticas de Urgência e Emergência no Brasil; Estrutura organizacional do serviço de urgência e rotinas de enfermagem na sala de emergência; Assistência de enfermagem no atendimento ao paciente em parada cardiorrespiratória, suporte básico de vida em cardiologia. Corrente da sobrevida; Suporte avançado de vida em cardiologia na enfermagem equipe de multiprofissional na RCP no adulto; Cinemática do trauma. Avaliação e atendimento inicial e avaliação secundaria, diagnósticos de enfermagem no paciente traumatizado, atuação do enfermeiro no trauma. Suporte Avançado de Vida no Trauma; Iatrogênicas na prática de enfermagem. Nas 2 atividades semipresenciais deste bloco os acadêmicos irão realizar a leitura de material sobre Noções Básicas de Anatomia e realizar exercício sobre o tema no Ambiente Aula e Leitura de material sobre “Segurança do Paciente na Urgência e Emergência” e postagem no Ambiente Aula de resumo. Como atividade parcial 1 (AP1) SEMINÁRIO EXAME FÍSICO NO PACIENTE CRÍTICO. Assuntos: Abordagem na sala de emergência e avaliação dos sinais vitais, Avaliação do Sistema Neurológico, Avaliação do Sistema Respiratório, Avaliação do Sistema Cardiovascular, Avaliação do Sistema Digestório, O que valorizar na evolução de enfermagem e passagem do plantão e Síntese e dinâmica de fixação sobre Exame Físico no paciente crítico. Todos os trabalhos deverão ser enviados para docente via e-mail (laisa.schuh@ulbra.br) um dia antes da apresentação. Critérios para avaliação: conteúdo teórico, criatividade, apresentação individual, tempo de apresentação (mínimo 20 min/máximo 30 min), organização dos slides e apresentação. Pontuação: 1.5 Bloco de Desenvolvimento II: 10º ao 18º encontro - Neste segundo bloco terá continuidade o embasamento teórico-conceitual sobre Princípio e classificação de vítimas de desastre – START. Equipamentos e materiais utilizados em APH e atendimento intra-hospitalar; Lesões provocadas por queimaduras e frio; Dor torácica e síndrome coronariana aguda; Arritmias cardíacas e marca-passo. Nas atividades semipresenciais deste bloco os acadêmicos irão realizar a Leitura do material sobre “Trauma abdominal, pélvico e musculoesquelético, pediátrico, gestante e geriátrico” e elaboração de resumo. Postar no Ambiente Aula e a leitura de material sobre “Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) no Serviço de Urgência e Emergência”. Postar no Ambiente Aula uma reflexão sobre o artigo disponibilizado para leitura. Como atividade parcial 2 (AP2), os acadêmicos irão realizar SEMINÁRIO, sobre os assuntos: Afogamento e Hipotermia, Estados de choque – cardiogênico, hipovolêmico e séptico, Obstrução das vias aéreas por corpo estranho, via aérea e ventilação, Acidentes com animais peçonhentos – ofídicos e aracnídeos, Emergência hipertensiva, Medicamentos usados mailto:laisa.schuh@ulbra.br em emergências clínicas e Trauma torácico. Todos os trabalhos deverão ser enviados para docente via e-mail (laisa.schuh@ulbra.br) um dia antes da apresentação. Critérios para avaliação: conteúdo teórico, criatividade,apresentação individual, tempo de apresentação (mínimo 20 min/máximo 35 min), organização dos slides e apresentação. Pontuação: 2.5 Bloco de Desenvolvimento III: 19º encontro ao 24º encontro – Neste terceiro bloco terá continuidade o embasamento teórico-conceitual sobre Pressão venosa central (PVC) e Trauma cranioencefálico, vertebromedular. Na atividade semipresencial deste bloco, os acadêmicos farão a leitura sobre “Sistema de Acolhimento com Classificação de Risco Setor de Urgência e Emergência”. Postar no Ambiente Aula uma reflexão sobre o artigo. A avaliação semestral será organizada em 2 etapas, sendo a primeira parte a solução de um caso clínico e envio no Ambiente Aula (pontuação 1,5). A 2ª parte será uma avaliação individual no Ambiente Aula, questões objetivas (pontuação 4,5). 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ►ZAVAGLIA, Gabriela Oliveira [et al.] Cuidado de enfermagem em emergência e traumas [recurso eletrônico]; [revisão técnica: Maria Augusta Moraes Soares]. – Porto Alegre: SAGAH, 2019. ►Santos, Nívea Cristina Moreira Urgência e emergência para enfermagem : do atendimento pré-hospitalar (APH) à sala de emergência / Nívea Cristina Mo-reira Santos. –-7. ed. --São Paulo : Érica, 2018. ►TOBASE, Lucia. Urgências e emergências em enfermagem / Lucia Tobase, Edenir Aparecida Sartorelli Tomazini. – 1. ed. – Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2017. 7. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ►MARTINS, Herlon Saraiva; DAMASCENO, Maria Cecilia de Toledo; BARAKAT, Soraia. Pronto- socorro: Medicina de Emergência. 3ª ed. Barueri, SP: 2013. ►MARTINS, herlon Saraiva, BRANDÃO NETO, Rodrigo Antonio, SCALABRINI NETO, Augusto, VELASCOS, Irineu Tadeu. Emergências Clinicas, Abordagem Pratica. 6ª ed. Baruer, SP: Manole, 2011. ►QUILICI, Ana Paula, TIMERMAN, Sergio. Suporte Básico de vida: primeiro atendimento na emergência para profissionais da saúde. Barueri, SP: Manole, 2011. ► KNOBEL, Elias. Terapia intensiva: enfermagem. São Paulo: Editora Atheneu, 2010. ►CALIL, Ana Maria, PARANHOS, Wana Yeda. O Enfermeiro em Situações de Emergência. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2010. ►Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado – NAEMT (National Association of Emergency Medical Technicians), 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2007. ►MORTON, Patrícia Gonce. Cuidados críticos de enfermagem: uma abordagem holística. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. ►NASSI, Luiz Antonio e colaboradores. Rotinas em Pronto-Socorro. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, RS, 2005. ►MENNA BARRETO, Sergio Saldanha. Rotina em Terapia Intensiva. 3ª ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2001. Aprovado pelo NDE do Curso em ___/___/_______ mailto:laisa.schuh@ulbra.br 2023-12-27T18:10:01-0300 LUZIA VERONICA MIRANDA DA SILVA:22441867091