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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA INSTITUTO DE QUÍMICA LICENCIATURA EM QUÍMICA EAD POLO CAICÓ QUI1063 – CINÉTICA EXPERIMENTAL PROFESSOR: FERNANDA MARUR MAZZE TUTOR: KATIA KARINE VALENTIM DO NASCIMENTO DISCENTE: DIÊGO RODRIGUES FERREIRA-20210000647 EXPERIMENTO II – DETERMINAÇÃO DA ORDEM DE UMA REAÇÃO QUÍMICA E DE SUA CONSTANTE CINÉTICA 1. RESULTADOS E DISCUSSÕES 1.1. COLETA DE DADOS 1.1.1 Dados para determinação do lâmbda máximo: Tabela 01: Absorbância da solução 03 em diferentes comprimentos de onda λ (nm) Abs 500 0,341 510 0,405 520 0,464 530 0,510 540 0,554 550 0,601 560 0,646 570 0,673 580 0,644 590 0,549 600 0,411 610 0,270 620 0,166 λ max= 570nm https://mdl.sedis.ufrn.br/course/view.php?id=3951 1.1.2 Dados para construção da curva de calibração Tabela 02: Absorbância das soluções de 1 a 5 no λ max= 570nm Solução Abs em λ max=570nm 1 0,237 2 0,401 3 0,673 4 0,791 5 0,972 1.1.3 Dados de absorbância da mistura reacional com concentrações de solução NaOH 0,10 mol/L e NaOH 0,20 mol/L em λ = 570nm. Tabela 03: Concentração de NaOH 0,1 M Tabela 04: Concentração de NaOH de 0,2M NaOH 0,10 mol/L Tempo (s) Abs Tempo (s) Abs 30 0,710 390 0,344 60 0,681 420 0,323 90 0,632 450 0,305 120 0,589 480 0,290 150 0,548 510 0,279 180 0,511 540 0,267 210 0,479 570 0,256 240 0,450 600 0,246 270 0,424 630 0,235 300 0,407 660 0,224 330 0,384 690 0,214 360 0,363 720 0,206 NaOH 0,20 mol/L Tempo (s) Abs Tempo (s) Abs 30 0,730 390 0,199 60 0,721 420 0,186 90 0,549 450 0,174 120 0,489 480 0,163 150 0,429 510 0,153 180 0,384 540 0,143 210 0,346 570 0,136 240 0,313 600 0,128 270 0,284 630 0,123 300 0,258 660 0,117 330 0,234 690 0,112 360 0,217 720 0,107 1.2 TRATAMENTO DE DADOS 1.2.1 Teoria relacionada à Lei de Lambert-Beer A Lei de Lambert- Beer, ou somente Lei de Beer como também é conhecida, diz quantitativamente como a atenuação, ou seja, a diminuição da energia por área unitária de um feixe de radiação incidente sobre uma amostra, depende da concentração da amostra absorvente e da extensão do caminho no qual ocorre a absorção. Nesse sentido, quando há uma amostra que absorve radiação, haverá um decaimento na intensidade com que a luz passa por essa amostra, proporcional à excitação do analito. Além disso, quanto mais comprido for o caminho óptico pelo qual a luz deve passar por uma amostra de determinada concentração, maior a possibilidade de atenuação devido a mais centros absorvente. Para uma determinada solução adsorvente, a atenuação de um feixe de radiação pode ocorrer em virtude das interações entre os fótons e as partículas absorventes da amostra, levando ao decrescimento da potência radiante e P0 a P (SKOOG, 2006; HARRIS, 2008, apud MOREIRA et al, 2016). A fração da radiação incidente transmitida pela solução contendo o analito é conhecida como transmitância, e se relaciona de forma inversa com a absorbância. Ou seja, quando a transmitância aumenta, a absorbância diminui e essa relação se dá em termos logarítmicos, como expresso abaixo: 𝐴 = − log 𝑇 = 𝑙𝑜𝑔 𝑃0 𝑃 A lei de Lambert- Beer estabelece ainda que a luz absorvida por um analito, ou seja, a absorbância (A), é igual ao produto do coeficiente de absortividade (𝜀), do comprimento do caminho óptico (b) e da concentração em quantidade de matéria da substância (c). Onde a absorção da radiação eletromagnética a um certo comprimento de onda é diretamente proporcional a concentração do analito. (BROWN et al, 2016). Essa relação é representada pela expressão matemática abaixo, chamada de equação de Lambert-Beer. 𝐴 = 𝜀 ∗ 𝑏 ∗ 𝑐 1.2.2. Gráfico de Absorbância do cristal violeta em função do comprimento de onda para visualizar o λmax. A partir dos dados obtidos na leitura de absorbância para a solução 3 (Tabela 01), com o objetivo de identificar máximo comprimento de onda, foi verificado o λmax = 570nm, com absorbância de 0,673. Com isso, foi plotado o gráfico (Figura 01) que descreve o comportamento da absorbância em função da variação do comprimento de onda, com destaque (ponto vermelho) para a absorbância no λmax. Figura 01: Máximo comprimento de onda de absorção 1.2.3 Curva de calibração- absorbância em função da concentração Para construção da curva de calibração foram utilizados os dados apresentados na tabela 02, com as medidas de absorbância das soluções com base no comprimento de onda máximo e a concentração em mol/L ( que foi obtida dividindo-se a concentração em g/L pela massa molar do Cristal Violeta) para cada uma das cinco soluções, conforme pode ser observado na Figura 02. Figura 02: Curva da Absorbância em função da concentração das soluções 0,341 0,405 0,464 0,510 0,554 0,601 0,646 0,673 0,644 0,549 0,411 0,270 0,166 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 500 510 520 530 540 550 560 570 580 590 600 610 620 A b s Comprimento de onda (nm) Abs x Comprimento de onda (nm) 0,237 0,401 0,673 0,791 0,972 y = 122128x + 0,0568 R² = 0,9871 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 0,000E+00 1,000E-06 2,000E-06 3,000E-06 4,000E-06 5,000E-06 6,000E-06 7,000E-06 8,000E-06 A b so râ n ci a (5 7 0 n m ) Concenrtação (mol/L) Curva de Calibração 570nm Como pode ser observado na figura acima, há uma proporcionalidade direta entre a concentração das soluções e as absorbâncias. Onde o aumento das absorbâncias é linear ao aumento da concentração da solução. Ou seja, para o comprimento de onda de 570 nm, a absorção da radiação eletromagnética é diretamente proporcional a concentração do analito, o que comprova a Lei de Lambert-Beer (BROWN et al, 2016). Além disso, pode ser observado ainda que a equação da reta possui um valor de R2 bem próximo de 1, ou seja, a equação encontrada consegue explicar os valores observados. Logo, a partir da equação da reta, 𝑦 = 122128𝑥 + 0,0568, temos que y é a absorbância e x é concentração das amostras de solução. É possível determinar a concentração de CV no decorrer de uma reação em função da absortividade por meio da equação: [𝐶𝑉] = 𝐴−0,0568 122128 (Eq. 01) 1.2.4 Determinação da ordem de reação de cada reagente, ordem de reação global e constante de velocidade pelos métodos integral e diferencial A partir dos dados de tempo e absorbância obtidos na Tabelas 03 e 04 para concentrações de NaOH de 0,1M e 0,2 M, respectivamente, e utilizando a equação 01 para determinar a concentração em mol/L (Tabela 05), podemos prosseguir com a determinação da ordem de reação para os dois sistemas. 1.2.4.1 Pelo método integral O método integral supõe definir uma ordem para a reação. Assim, a partir das leis de velocidades integradas, serão construídos os gráficos da concentração em função do tempo para as ordens de reação global 0, 1 e 2, a fim de identificar qual a ordem que tem o melhor ajuste de dados de acordo com R2. - Para a reação com NaOH 0,1M Foram utilizados os dados dispostos na Tabela 05 (Anexo) para plotagem dos gráficos para reações de ordem 0, 1 e 2 abaixo. Ordem 0 Figura 03: Concentração em função do tempo Ordem 1 Figura 04: Logaritmo natural da concentração em função do tempo y = -6E-09x + 5E-06 R² = 0,9397 0 0,000001 0,000002 0,000003 0,000004 0,000005 0,000006 0 100 200 300 400 500 600 700 800 C ( m o l/ L) Tempo (s) [CV] x Tempo (s) y = -0,0022x - 12,104 R² = 0,997 -13,8 -13,6 -13,4 -13,2 -13 -12,8 -12,6 -12,4 -12,2 -12 0 100 200 300 400 500 600 700 800 Ln [ C V ] Tempo (s) Ln [CV] x Tempo Ordem 2 Figura 05: Fração inversa da concentração (1/Abs) em função do tempo -Para a reação com NaOH 0,2M Forem utilizados os dados dispostos na Tabela 06 (Anexo) para plotagem dos gráficospara reações de ordem 0, 1 e 2 abaixo. Ordem 0 Figura 06: Concentração em função do tempo y = 905,1x + 106233 R² = 0,9788 0 100000 200000 300000 400000 500000 600000 700000 800000 900000 0 100 200 300 400 500 600 700 800 1 /[ C V ] Temspo (s) 1/[CV] x Tempo y = -6E-09x + 4E-06 R² = 0,8177 -0,000001 0 0,000001 0,000002 0,000003 0,000004 0,000005 0,000006 0 100 200 300 400 500 600 700 800 C ( m o l/ L) Tempo (s) [CV] x Tempo (s) Ordem 1 Figura 07: Logaritmo natural da concentração em função do tempo . Ordem 2 Figura 08: Fração inversa da concentração (1/[CV]) em função do tempo y = -0,0037x - 12,121 R² = 0,9903 -16 -14 -12 -10 -8 -6 -4 -2 0 0 100 200 300 400 500 600 700 800 Ln [ C V ] Tempo (s) Ln [CV] x Tempo (s) y = 3133x - 193575 R² = 0,9428 -500000 0 500000 1000000 1500000 2000000 2500000 3000000 0 100 200 300 400 500 600 700 800 1 /[ C V ] Tempo(s) 1/[CV] x Tempo (s) Pode-se observar através dos gráficos e consequentemente, dos valores do coeficiente de correlação R2, que a ordem 1 para o cristal violeta possui os melhores ajustes dos dados para uma equação do tipo linear 𝑦 = 𝑎𝑥 + 𝑏, na qual podemos assemelhar as equações integrais da variação da concentração pelo tempo. Considerando que a concentração inicial de OH- é muito maior que a do CV ([𝑂𝐻−] ≫ [𝐶𝑉]), a mesma permanecerá constante quando todo o CV tiver sido consumido na reação, logo podemos escrever a lei de velocidade como: - 𝑑[𝐶𝑉] 𝑑𝑡 = 𝑘2[𝐶𝑉]𝑛, onde 𝑘2 = 𝑘[𝑂𝐻−]𝑚 Os experimentos realizados fornecem dois valores para [𝑂𝐻−] que são 0,1 M e 0,2M, a partir do qual teremos: 𝑘2 ´ = 𝑘[0,1]´ 𝑚 𝑘2 ´´ = 𝑘[0,2 ]´´ 𝑚 A partir das equações da reta para as reações de 1ª ordem, podemos criar um sistema de equações a fim de determinar a ordem de reação para o hidróxido de sódio e a constante cinética. Assim teremos, 1ª ordem 0,1 M 2,2 ∗ 10−3 = 𝑘 ∗ (0,1)𝑚 1ª ordem 0,2 M 3,7 ∗ 10−3 = 𝑘 ∗ (0,2)𝑚 Dividindo temos 2,2∗10−3 3,7∗10−3 = ( 0,1 0,2 )𝑚 → 0,59 = 0,5𝑚 log 0,59 = 𝑚 ∗ log 0,5 → 𝑚 = log 0,59 log 0,5 = → m=0,76 Substituindo o valor de m na equação acima para NaOH 0,1M encontramos o valor da constante cinética. Logo, 2,2 ∗ 10−3 = 𝑘 ∗ (0,1)𝑚 2,2 ∗ 10−3 = 𝑘 ∗ (0,1)0,76 → 𝑘 = 2,2∗10−3 (0,1)0,76 → 𝑘 = 1,26 ∗ 10−2 𝑚𝑜𝑙−1. 𝐿. 𝑠−1 Portanto, pelo método integral, podemos considerar que para o CV a reação é de 1ª ordem, para o NaOH a ordem é 0,76. Sendo 1,76 a ordem global da reação e cuja constante cinética é 𝑘 = 1,26 ∗ 10−2 𝑚𝑜𝑙−1. 𝐿. 𝑠−1 1.2.4.2 Pelo método diferencial Para a identificação da ordem de reação e a determinação da constante de velocidade pelo método diferencial não é necessário fazer suposições como o método anterior. A velocidade − 𝑑[𝐶𝑉] 𝑑𝑡 é determinada diretamente pelas derivadas da curva cinética experimental. A partir da equação 𝑣 = 𝑘2[𝐶𝑉]𝑛 (Eq. 2) onde a velocidade v são as derivadas − 𝑑[𝐶𝑉] 𝑑𝑡 nos pontos do gráfico, se aplicarmos o logaritmo, tem-se: log 𝑣 = log 𝑘2 + 𝑛 ∗ log[𝐶𝑉] (Eq. 3) Que se assemelha a uma equação linear do tipo 𝑦 = 𝑎𝑥 + 𝑏, e pode ser utilizada para construir o gráfico de log (V) em função do log ([CV]). Para o tratamento dos dados, consideramos 𝑉 = [𝐶𝑉] 𝑡 , cujos valores são apresentados na Tabela 07 (anexo). - Para a reação com NaOH 0,1M Foram utilizados os dados dispostos na Tabela 07 (Anexo) para plotagem do gráfico abaixo. Figura 09: Método diferencial para NaOH 0,1 M . - Para a reação com NaOH 0,2M Foram utilizados os dados dispostos na Tabela 07 (Anexo) para plotagem do gráfico abaixo. y = 2,7109x + 7,1251 R² = 0,9514 -10,00 -9,00 -8,00 -7,00 -6,00 -5,00 -4,00 -3,00 -2,00 -1,00 0,00 -6,00 -5,90 -5,80 -5,70 -5,60 -5,50 -5,40 -5,30 -5,20 Lo g ( V ) Log [CV] Método Diferencial para NaOH 0,1 M Figura 10: Método diferencial para NaOH 0,2 A partir da equação da reta dos gráficos e tendo a equação 3 como referência, podemos chegar às equações para determinar o valor de n e da constante cinética para as reações com NaOH 0,1 M e 0,2M. Onde 𝑦 = log(𝑣) e 𝑥 = log[𝐶𝑉], conforme pode ser visto abaixo: log(𝑣) = log 𝑘2 + 𝑛 ∗ log[𝐶𝑉] (Eq. 3) Para NaOH 0,1 M 𝐲 = 𝟐, 𝟕𝟏𝟎𝟗𝐱 + 𝟕, 𝟏𝟐𝟓𝟏 → 𝒍𝒐𝒈 (𝒗) = 𝟕, 𝟏𝟐𝟓𝟏 + 𝟐, 𝟕𝟏𝟎𝟗 ∗ 𝒍𝒐𝒈 [𝑪𝑽] A partir da equação temos n=2,7, ou seja, essa é a ordem de reação para o CV quando a concentração de NaOH é 0,1 M. E log k2 é igual a 7,125, obtendo 𝑘2 = 1,33 ∗ 107. Para NaOH 0,2 M 𝒚 = 𝟏, 𝟗𝟗𝟑𝟑𝒙 + 𝟑, 𝟑𝟔𝟓𝟕 → 𝒍𝒐𝒈 (𝒗) = 𝟑, 𝟑𝟔𝟓𝟕 + 𝟏, 𝟗𝟗𝟑𝟑 ∗ 𝒍𝒐𝒈 [𝑪𝑽] A partir da equação temos n aproximadamente igual a 2, ou seja, essa é a ordem de reação para o CV quando a concentração de NaOH é 0,2 M. E log k2 é igual a 3,3657, obtendo 𝑘2 = 2,3 ∗ 103. y = 1,9933x + 3,3657 R² = 0,9762 -10 -9 -8 -7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 0 -6,5 -6,3 -6,1 -5,9 -5,7 -5,5 -5,3 Lo g (V ) Log [CV] Método Diferencial para NaOH 0,2 M 1.2.5 Comparação dos resultados obtidos entre os diferentes métodos Ao comparar os resultados obtidos pelo método integral e o método diferencial, é notório que os resultados do método diferencial não são coerentes entre si, pois a velocidade de reação com uma maior concentração de NaOH ( 0,2 M) apresenta uma constante cinética menor que a reação com menor concentração de NaOH (0,1 M), contrariando a influência da concentração na velocidade das reações, além dos valores de k2 serem muito elevados e os de R2 não serem tão confiáveis. Frente a isso, o método integral apresenta bons valores de R2, indicando possuir um melhor ajuste dos dados, além de que os valores para o 𝑘2 ´ e 𝑘2 ´´ refletem a influência da concentração na velocidade das duas reações, sendo um método confiável. 1.2.6 Busca de dados na literatura para comparar com os resultados encontrados A pesquisa realizada em sites acadêmicos livres como o Google Acadêmico, Scielo e o próprio google, não retornaram dados compatíveis com a prática experimental proposta nesse roteiro, não sendo possível estabelecer comparação entre outros possíveis resultados. 1.2.7 Limitações do método utilizado Uma possível limitação para o método pode ser os erros sistemáticos que podem ocorrer durante a execução da atividade experimental, como o preparo das soluções, por exemplo, que podem interferir nos valores da concentração das diferentes soluções, o que pode ocasionar desvios nos resultados. 4. REFERÊNCIAS ATKINS, P. W.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Tradutor: Félix José Nonnenmacher; revisão técnica: Ricardo Bicca de Alencastro. – 7. ed. –Porto Alegre: Bookman, 2018. BROWN, LEMAY & BURSTEN, QUÍMICA A CIÊNCIA CENTRAL - 9.ed. Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2005. MOREIRA, A. F.; SANTOS, S. R. B.; JUNIOR, A. G. Construção e caracterização de um fotômetro destinado ao uso de aulas experimentais de química sobre Lei de Beer- Lambert. Rev. HOLOS, ano32, vol. 2, 2016. SKOOG, et al. Fundamentos de Química Analítica, tradução da 8ª edição norte américa, editora Thomson, 2006. ANEXOS Tabela 05: Método integral para NaOH 0,1M Tempo(s) Abs [CV] Ln[CV] 1/[CV] Tempo(s) Abs [CV] Ln[CV] 1/[CV] 30 0,710 5,35E-06 -12,1387 186968,8 390 0,344 2,35E-06 -12,9604 425236,8 60 0,681 5,11E-06 -12,1841 195655,2 420 0,323 2,18E-06 -13,0363 458782,9 90 0,632 4,71E-06 -12,2659 212322,7 450 0,305 2,03E-06 -13,1063 492054,8 120 0,589 4,36E-06 -12,3436 229477,6 480 0,290 1,91E-06 -13,1687 523705,0 150 0,548 4,02E-06 -12,4237 248631,9 510 0,279 1,82E-06 -13,217 549631,0 180 0,511 3,72E-06 -12,502 268886,0 540 0,267 1,72E-06 -13,2725 581008,6 210 0,479 3,46E-06 -12,5751 289265,8 570 0,256 1,63E-06 -13,3263 613092,4 240 0,450 3,22E-06-12,6463 310600,2 600 0,246 1,55E-06 -13,3778 645496,8 270 0,424 3,01E-06 -12,7147 332592,6 630 0,235 1,46E-06 -13,4377 685342,3 300 0,407 2,87E-06 -12,7621 348737,9 660 0,224 1,37E-06 -13,5014 730430,6 330 0,384 2,68E-06 -12,8300 373251,8 690 0,214 1,29E-06 -13,5631 776895,7 360 0,363 2,51E-06 -12,8963 398850,4 720 0,206 1,22E-06 -13,6153 818552,3 Tabela 06: Método integral para NaOH 0,2M Tempo(s) Abs [CV] Ln[CV] 1/[CV] Tempo(s) Abs [CV] Ln[CV] 1/[CV] 30 0,730 5,51E-06 -12,1085 181414,14 390 0,199 1,16E-06 -13,6633 858846,69 60 0,721 5,44E-06 -12,122 183872,33 420 0,186 1,06E-06 -13,7592 945263,16 90 0,549 4,03E-06 -12,4217 248126,78 450 0,174 9,60E-07 -13,8567 1042047,8 120 0,489 3,54E-06 -12,5517 282572,88 480 0,163 8,70E-07 -13,9553 1149981,2 150 0,429 3,05E-06 -12,7011 328124,66 510 0,153 7,88E-07 -14,0542 1269521,8 180 0,384 2,68E-06 -12,83 373251,83 540 0,143 7,06E-07 -14,1639 1416798,1 210 0,346 2,37E-06 -12,9535 422296,0 570 0,136 6,48E-07 -14,2486 1542020,2 240 0,313 2,10E-06 -13,0746 476690,09 600 0,128 5,83E-07 -14,3551 1715280,9 270 0,284 1,86E-06 -13,1947 537535,21 630 0,123 5,42E-07 -14,4279 1844833,8 300 0,258 1,65E-06 -13,3163 606998,0 660 0,117 4,93E-07 -14,5229 2028704,3 330 0,234 1,45E-06 -13,4433 689209,93 690 0,112 4,52E-07 -14,6096 2212463,8 360 0,217 1,31E-06 -13,5442 762347,07 720 0,107 4,11E-07 -14,7046 2432828,7 Tabela 07: Método Diferencial para NaOH 0,1M e 0,2M NaOH 0,1M NaOH 0,2 M t (s) [CV] (mol/L) V (mol.L-1. s-1 ) log (V) log [CV] t (s) [CV] (mol/L) V (mol.L-1. s-1 ) log (V) log [CV] 30 5,35E-06 1,78E-07 -6,75 -5,27 30 5,512E-06 1,84E-07 -6,74 -5,259 60 5,11E-06 8,52E-08 -7,07 -5,29 60 5,439E-06 9,06E-08 -7,04 -5,265 90 4,71E-06 5,23E-08 -7,28 -5,33 90 4,030E-06 4,48E-08 -7,35 -5,395 120 4,36E-06 3,63E-08 -7,44 -5,36 120 3,539E-06 2,95E-08 -7,53 -5,451 150 4,02E-06 2,68E-08 -7,57 -5,40 150 3,048E-06 2,03E-08 -7,69 -5,516 180 3,72E-06 2,07E-08 -7,68 -5,43 180 2,679E-06 1,49E-08 -7,83 -5,572 210 3,46E-06 1,65E-08 -7,78 -5,46 210 2,368E-06 1,13E-08 -7,95 -5,626 240 3,22E-06 1,34E-08 -7,87 -5,49 240 2,098E-06 8,74E-09 -8,06 -5,678 270 3,01E-06 1,11E-08 -7,95 -5,52 270 1,860E-06 6,89E-09 -8,16 -5,730 300 2,87E-06 9,56E-09 -8,02 -5,54 300 1,647E-06 5,49E-09 -8,26 -5,783 330 2,68E-06 8,12E-09 -8,09 -5,57 330 1,451E-06 4,40E-09 -8,36 -5,838 360 2,51E-06 6,96E-09 -8,16 -5,60 360 1,312E-06 3,64E-09 -8,44 -5,882 390 2,35E-06 6,03E-09 -8,22 -5,63 390 1,164E-06 2,99E-09 -8,52 -5,934 420 2,18E-06 5,19E-09 -8,28 -5,66 420 1,058E-06 2,52E-09 -8,60 -5,976 450 2,03E-06 4,52E-09 -8,35 -5,69 450 9,596E-07 2,13E-09 -8,67 -6,018 480 1,91E-06 3,98E-09 -8,40 -5,72 480 8,696E-07 1,81E-09 -8,74 -6,061 510 1,82E-06 3,57E-09 -8,45 -5,74 510 7,877E-07 1,54E-09 -8,81 -6,104 540 1,72E-06 3,19E-09 -8,50 -5,76 540 7,058E-07 1,31E-09 -8,88 -6,151 570 1,63E-06 2,86E-09 -8,54 -5,79 570 6,485E-07 1,14E-09 -8,94 -6,188 600 1,55E-06 2,58E-09 -8,59 -5,81 600 5,830E-07 9,72E-10 -9,01 -6,234 630 1,46E-06 2,32E-09 -8,64 -5,84 630 5,421E-07 8,60E-10 -9,07 -6,266 660 1,37E-06 2,07E-09 -8,68 -5,86 660 4,929E-07 7,47E-10 -9,13 -6,307 690 1,29E-06 1,87E-09 -8,73 -5,89 690 4,520E-07 6,55E-10 -9,18 -6,345 720 1,22E-06 1,70E-09 -8,77 -5,91 720 4,110E-07 5,71E-10 -9,24 -6,386