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Laboratório Física do Movimento (Física I)Nome da Prática: LEI DE HOOKE
Nome do Aluno: JOÃO PAULO DE SOUSA CARVALHO
Data de Execução: 22/11/2022
Materiais e Métodos
Materiais
· Peso inicial (23g);
· Pesos (50g);
· Suporte indicador;
· Gancho;
· Molas.
Método
O experimento foi dividido em 03(três) fases: Lei de Hooke, associação de molas em série e em paralelo.
Fase 1 – Lei de Hooke
 Foi posicionada a mola 1 na base de ensaio, juntamente com o suporte indicador e o gancho. Logo após, foi insirido o peso de 23 gramas no gancho. Foi verificado a deformação inicial. Logo após, foi dado seguimento ao teste, inserindo pesos de 50g, simultaneamente e, a cada peso inserido, foi verificado e anotado a deformação da mola. Finalizando, o experimento foi desmontado. O procedimento foi repetido utilizando as molas 2 e 3, simultaneamente.
Fase 2 – Associação de molas em série
 Foi posicionada a mola 1 na base de ensaio e, em série com ela, foi posicionada a mola 2, juntamente com o suporte indicador e o gancho. Logo após, os testes com os pesos foram realizados, utilizando o mesmo procedimento da fase 1. O procedimento foi repetido utilizando as seguintes associações: (M2 e M1); (M1 e M3); (M3 e M1); (M2 e M3) e (M3 e M2). 
Fase 3 – Associação de molas em série
 Foi repetido o procedimento da fase 2, desta vez, associando as molas em paralelo.
Coleta de Dados e Resultados
Dados experimentais da Lei de Hooke
n
Xo (m)
Xn (m)
ΔX = Xn - Xo (m)
Fn (N)
0
0,035
*
*
*
1
0,051
0,016
0,4905
2
0,068
0,033
0,9810
3
0,085
0,050
1,4715
4
0,102
0,067
1,9620
Constante elástica da mola 1
n
Xo (m)
Xn (m)
ΔX = Xn - Xo (m)
Fn (N)
K (N/m)
0
0,035
*
*
*
*
1
0,051
0,016
0,4905
30,6563
2
0,068
0,033
0,9810
29,7273
3
0,085
0,050
1,4715
29,4300
4
0,102
0,067
1,9620
29,2836
Dados experimentais de associação de molas em série (M1|M2)
n
Xo (m)
Xn (m)
ΔX = Xn - Xo (m)
Fn (N)
0
0,118
*
*
*
1
0,147
0,029
0,4905
2
0,175
0,057
0,9810
3
0,204
0,086
1,4715
4
0,238
0,120
1,9620
Constante elástica das molas em série (M1|M2)
n
Xo (m)
Xn (m)
ΔX = Xn - Xo (m)
Fn (N)
K (N/m)
0
0,118
*
*
*
*
1
0,147
0,029
0,4905
16,9138
2
0,175
0,057
0,9810
17,2105
3
0,204
0,086
1,4715
17,1105
4
0,238
0,120
1,9620
16,3500
Dados experimentais de associação de molas em paralelo (M1|M2)
n
Xo (m)
Xn (m)
ΔX = Xn - Xo (m)
Fn (N)
0
0,029
*
*
*
1
0,035
0,006
0,4905
2
0,041
0,012
0,9810
3
0,047
0,018
1,4715
4
0,053
0,024
1,9620
Constante elástica das molas em paralelo (M1|M2)
n
Xo (m)
Xn (m)
ΔX = Xn - Xo (m)
Fn (N)
K (N/m)
0
0,029
*
*
*
*
1
0,035
0,006
0,4905
81,7500
2
0,041
0,012
0,9810
81,7500
3
0,047
0,018
1,4715
81,7500
4
0,053
0,024
1,9620
81,7500
Referencia Biliográfica
https://www.fisica.net/mecanicaclassica/a_lei_de_hooke.pdf
Lei de Hooke: conceito, fórmula, gráfico, exercícios - Brasil Escola (uol.com.br)
Conclusão
Após concluirmos o experimento
observamos que as deformações das forças
elásticas produzidas são proporcionais as forças
deformantes, portanto quanto maior o peso
maior se torna a elongação da mola. E ainda
que após o experimento realizado e as
circunferências serem retiradas a mola voltou a
sua elongação inicial, sofrendo apenas uma
mínima variação de elasticidade
Após concluirmos o experimento
observamos que as deformações das forças
elásticas produzidas são proporcionais as forças
deformantes, portanto quanto maior o peso
maior se torna a elongação da mola. E ainda
que após o experimento realizado e as
circunferências serem retiradas a mola voltou a
sua elongação inicial, sofrendo apenas uma
mínima variação de elasticidade
Após concluirmos o experimento
observamos que as deformações das forças
elásticas produzidas são proporcionais as forças
deformantes, portanto quanto maior o peso
maior se torna a elongação da mola. E ainda
que após o experimento realizado e as
circunferências serem retiradas a mola voltou a
sua elongação inicial, sofrendo apenas uma
mínima variação de elasticidade
Após concluirmos o experimento
observamos que as deformações das forças
elásticas produzidas são proporcionais as forças
deformantes, portanto quanto maior o peso
maior se torna a elongação da mola. E ainda
que após o experimento realizado e as
circunferências serem retiradas a mola voltou a
sua elongação inicial, sofrendo apenas uma
mínima variação de elasticidade
 Após a conclusão do experimento, foi observado que as deformações das forças elásticas produzidas são proporcionais às forças deformantes, portanto, quanto maior o peso, maior se torna a elongação da mola. Observa-se também que após a conclusão do experimento, a mola voltou a sua elongação inicial, sofrendo apenas uma minima variação de elasticidade.
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