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Vinicius de Moraes Laura Jacoby, Julia Portal, Julio Goyer, Mayara Nobre Introdução Vinicius de Moraes é um poeta da segunda geração do modernismo brasileiro. Porém, ele é mais conhecido pelo seu trabalho como cantor e compositor de bossa-nova. Vinicius de Moraes nasceu em 19 de outubro de 1913, na cidade do Rio de Janeiro. Mais tarde, fez faculdade de Direito, atuou como diplomata, escreveu peças de teatro, crônicas, poesias e foi um dos criadores da bossa-nova. Além disso, escreveu canções em parceria com grandes artistas, como Tom Jobim e Toquinho. O poeta, que faleceu em 9 de julho de 1980, no Rio de Janeiro, faz parte da segunda geração do modernismo brasileiro. Suas obras apresentam traços simbolistas, elementos do cotidiano e temática amorosa. Porém, o artista é mais conhecido por suas canções, tais como Chega de saudade e Eu sei que vou te amar. — Biografia Vinicius de Moraes nasceu em 19 de outubro de 1913, na cidade do Rio de Janeiro. Em 1920, por vontade de seu avô materno, o poeta foi batizado na maçonaria. Em 1929, Vinicius terminou o curso secundário e voltou a viver novamente com os pais, já que antes morava com seus avós paternos para fazer o secundário. No ano seguinte, ingressou na Faculdade de Direito e concluiu o curso em 1933, ano em que publicou seu primeiro livro de poesias — O caminho para a distância. Introdução Em 1935, recebeu o prêmio Felipe d’Oliveira pela publicação de seu segundo livro — Forma e exegese. Já em 1938, o autor ganhou uma bolsa para estudar literatura inglesa na Universidade de Oxford, na Inglaterra. Porém, em 1939, por causa da Segunda Guerra Mundial, ele e sua esposa, Tati de Moraes (1911-1995), tiveram que voltar para o Brasil. No final de 1953, foi nomeado para trabalhar na embaixada do Brasil em Paris. Quatro anos depois, em 1957, foi transferido para a embaixada do Brasil no Uruguai. Então, mudou-se para Montevidéu, no ano seguinte, ao lado de Maria Lúcia Proença, seu novo relacionamento. Já em 1963, retornou a Paris, ao lado de sua nova companheira, Nelita de Abreu Rocha, para trabalhar na delegação do Brasil na Unesco. Introdução No ano seguinte, após o golpe militar, retornou ao seu país natal. Em 1969, foi exonerado do seu cargo no Itamaraty pelo governo militar. Nesse mesmo ano, estava em um novo relacionamento e, portanto, passou a morar com Christina Gurjão. Já em 1970, Gesse Gessy, sua nova companheira, apresentou o cantor ao candomblé. Durante esse período, Vinicius de Morais passou a fazer mais e mais shows, até que morreu, em 9 de julho de 1980, no Rio de Janeiro, quando vivia com Gilda Mattoso, sua última esposa. Ele entrou para a história da música brasileira como um dos inventores da bossa-nova. Características de suas Obras angústia existencial; conflito espiritual; crítica sociopolítica; liberdade formal; reflexão sobre a contemporaneidade. No entanto, as obras do poeta apresentam peculiaridades como: traços simbolistas; temas religiosos; elementos do cotidiano; temática amorosa; uso de antíteses; estrutura de soneto. Música Principais músicas A casa (Sergio Bardotti, Sergio Endrigo e Vinicius de Moraes) A felicidade (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) A rosa de Hiroshima (Vinicius de Moraes) A tonga da mironga do kabuletê (Toquinho e Vinicius de Moraes) Aquarela (Guido Morra, Maurizio Frabizio, Toquinho e Vinicius de Moraes) Arrastão (Edu Lobo e Vinicius de Moraes) Chega de saudade (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) Eu sei que vou te amar (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) Onde anda você (Hermano Silva e Vinicius de Moraes) Pela luz dos olhos teus (Vinicius de Moraes) Se todos fossem iguais a você (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) Tarde em Itapuã (Toquinho e Vinicius de Moraes) Obras Principais Obras Poesia O caminho para a distância (1933) Forma e exegese (1935) Ariana, a mulher (1936) Novos poemas (1938) Cinco elegias (1943) Poemas, sonetos e baladas (1946) Pátria minha (1949) Antologia poética (1954) Livro de sonetos (1957) Novos poemas II (1959) O mergulhador (1968) A arca de Noé (1970) Poemas esparsos (2008) Principais Obras Teatro Orfeu da Conceição (1956) As feras (1961) Procura-se uma rosa (1961) Cordélia e o peregrino (1965) Crônica Para viver um grande amor (1962) Para uma menina com uma flor (1966) Adaptação para o cinema Orfeu negro (1959) — dirigido pelo francês Marcel Camus (1912-1982) e vencedor da Palma de Ouro, no festival de Cannes, em 1959, e do Oscar, em 1960. Garota de Ipanema (1967) — dirigido por Leon Hirszman (1937-1987). Obrigada! https://www.viniciusdemoraes.com.br/pt-br/vida https://www.portugues.com.br/literatura/vinicius-de-moraes.html https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/vinicius-moraes.htm https://brasilescola.uol.com.br/biografia/vinicius-moraes.htm https://www.todamateria.com.br/vinicius-de-moraes/ Bibliografia image1.jpeg image3.png image4.png image5.png image7.png image10.png image9.png image6.png image2.jpeg image11.png image8.png image12.png image13.png