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DIREITOS AUTORAIS: 
Esse material está protegido por leis de direitos autorais. 
Você não tem permissão para vender, distribuir gratuitamente, ou copiar e 
reproduzir integral ou parcialmente esse conteúdo em sites, blogs, jornais ou 
quaisquer veículos de distribuição e mídia. 
Qualquer tipo de violação dos direitos autorais estará sujeito a ações legais. 
 
 
ORIENTAÇÕES: 
 
Neste módulo vamos tomar conhecimento dos fundamentos da Análise do 
Comportamento Aplicada (ABA - Applied Behavior Analysis). ABA é uma ciência 
advinda do Behaviorismo e se concentra na análise objetiva do comportamento 
observável e mensurável. Analisando-o objetivamente, fazendo a conjectura entre o 
comportamento e o meio. Após analisar o comportamento, traça-se um plano de 
ensino a ser implementado com objetivo de modificar o comportamento promovendo 
a aprendizagem. Neste módulo vamos focar nos princípios fundamentais da ABA. 
Vamos falar sobre comportamento respondente e operante, estímulo discriminativo, 
tríplice contingência, reforço, punição, extinção e mais. Preparados? Vamos lá! 
Será disponibilizada apostila e vídeos-aulas referentes a este módulo e artigos 
científicos como sugestão para leitura complementar. No final do módulo, será 
necessário executar a atividade solicitada pelo orientador, que deverá ser 
encaminhada conforme orientações disponibilizadas no documento da avaliação. 
 
Bons estudos! 
 
 
 
 
Vivências Espaço Terapêutico – Profissional: Arlete G. P. Avila – Neuropsicopedagoga especialista em ABA – SBNPp 1336 
(45) 98821-3953 - espacovivencias@hotmail.com 
ANÁLISE DO COMPORTAMENTO APLICADA – ABA 
 
A Análise do Comportamento Aplicada é uma ciência com foco no comportamento humano. 
Utilizando observação e mensuração, identifica fatores ambientais que interferem no 
comportamento e traça um caminho de intervenção para intervir em comportamentos 
considerados inadequados socialmente e ensinar habilidades que melhorem a qualidade de 
vida da pessoa. São foco da ABA o ensino de habilidades básicas, comunicativas, sociais, de 
autocuidado, pré-acadêmicas e acadêmicas. 
 
Importante salientar que ABA se baseia na manipulação do ambiente com objetivo de 
modificar comportamentos. Comportamentos estes que podem ser observáveis, mensuráveis 
e objetivamente definidos. A Análise do Comportamento Aplicada NÃO OBJETIVA MUDAR 
PENSAMENTOS OU EMOÇÕES. Seu foco sempre será o COMPORTAMENTO e a sua 
modificação. 
 
DIMENSÕES DA ABA 
 
A Análise do Comportamento Aplicada se preocupa com a pesquisa e o desenvolvimento de 
procedimentos que possam ser eficazes para problemas comportamentais e, por isso, em 
1968, publicou um artigo com critérios específicos para adequação de pesquisa e prática em 
ABA. O artigo foi publicado no Jornal Jaba (Journal of Applied Behavior Analysis) e seus 
autores foram Baer, Wolf & Risley. Estes critérios são conhecidos como as 7 Dimensões da 
ABA e são importantíssimos até os dias atuais. Todo Analista Comportamental deve adequar 
sua prática a estes critérios. 
 
1 – Aplicada: Já sabemos que o objeto de estudo e intervenção da ABA são os 
comportamentos e a relação com o meio. Então, é importante que a intervenção tenha por 
objetivo a mudança comportamental de forma substancial e significativa para a pessoa. Aplicar 
conhecimentos teóricos com vistas a modificar um comportamento e propiciar uma melhoria 
na qualidade de vida. 
2 – Comportamental: O comportamento é o objeto de estudo, observação, mensuração e 
intervenção. Ele é o foco, o centro da ABA. É necessário definir de forma clara e objetiva o 
comportamento, escolher a melhor forma de observá-lo, traçar metas de intervenção e 
mensurar. Não existe ABA sem registro, sem mensuração. Para que tudo isto seja feito de 
forma adequada, a base teórica da ciência deve ser a base. Nada de subjetividade. 
Totalmente objetiva, clara e concisa. 
 
3 – Analítica: Produz prova das relações funcionais entre comportamento e ambiente. Nos 
mostra se a intervenção foi a responsável pelas mudanças mensuradas no comportamento 
alvo. 
4 – Tecnológica: A intervenção deve ser detalhadamente descrita, de modo que qualquer 
outra pessoa seja capaz de executá-la. Utilize linguagem clara e objetiva. 
5 – Conceitual: A linguagem utilizada deve ser correta do ponto de vista conceitual, evitando 
ambiguidades. Estar sempre estudando os fundamentos da ABA, seus preceitos e cuidando 
para utilizar os termos e procedimentos corretos. Esta dimensão relaciona procedimentos para 
os comportamentos alvo. 
6 – Eficaz: As técnicas comportamentais têm como resultado modificações do comportamento 
socialmente significativas. A intervenção deverá propiciar o aprendizado e a modificação 
comportamental necessária. 
7 – Generalização: A intervenção deverá ser durável, propiciar e instalar o aprendizado; 
deverá ser estendida para qualquer ambiente, com qualquer pessoa e se estender para outros 
comportamentos. 
 
 
Análise do Comportamento Aplicada a pessoas com TEA 
 
Aba pode ser utilizada na intervenção de pessoas com TEA de três formas: 
1. Demanda específica (uma ou algumas demandas-birras etc) 
2. Subsidiando uma intervenção padrão (Exemplo PECS) 
3. Intervenção comportamental intensiva (15 a 40 horas semanais = maior resultado, mas 
custo elevado e poucos profissionais capacitados) 
 
É fundamental o trabalho em equipe multidisciplinar, com participação da família e escola. 
Vimos que ABA considera os comportamentos que podem ser observados, mensurados e 
modificados. Esta é a base de tudo. Não esqueçam! 
Modificação de comportamento é o mesmo que aprendizagem. E a aprendizagem é 
necessária a qualquer espécie, pois garante a sobrevivência. Para nós humanos, nos propicia 
sobreviver, andar, falar e outros comportamentos mais complexos. 
Behaviorismo começou com Watson. Ciência do comportamento que só lidasse com atos 
comportamentais observáveis, passíveis de descrição objetiva em termos de estímulo e 
resposta. 
Já Ivan Pavlov, queria uma maneira de controlar e modificar comportamentos. Testou esta 
teoria com cães, de forma a condicionar a salivação pareando sino a ração. 
 
 
 
 
Comportamento Respondente 
Comportamento não voluntário. Inclui as respostas que são produzidas por estímulos 
antecedentes do ambiente. 
Exemplos: Contração da pupila -luz forte; salivação – gota de limão na ponta da língua 
• São interações estímulo X resposta (ambiente-sujeito) incondicionadas, que 
independem de aprendizagem. 
Generalização Respondente 
Algumas respostas comportamentais são reflexos incondicionados (inatas) e outras são 
reflexos condicionados – acontecem devido ao emparelhamento com situações agradáveis ou 
aversivas simultâneas ou imediatas. Por meio da repetição dos emparelhamentos é possível 
criar ou remover respostas fisiológicas e psicológicas em seres humanos e animais. Exemplo: 
fobia em humanos (falar em público). 
 
 
Estímulos que se assemelham fisicamente ao estímulo condicionado podem passar a eliciar 
resposta condicionada em questão. 
 
Behaviorismo na Atualidade 
Atualmente não se entende mais o comportamento como uma ação isolada de um sujeito, 
mas sim, como uma interação entre aquilo que o sujeito faz e o ambiente onde seu “fazer” 
acontece. 
•Estuda as interações entre o indivíduo e o ambiente, entre as ações do indivíduo (respostas) 
e o ambiente (estimulações). 
E isto se deve a Skinner, cuja teoria tem por base a formulação do COMPORTAMENTO 
OPERANTE. 
 
COMPORTAMENTO OPERANTE 
Inclui todos os movimentos de um organismo que têm efeito sobre ou faz algo ao mundo ao 
seu redor. Opera sobre o mundo direta ou indiretamente. Exemplo: tocar um instrumento, 
escrever algo, andar pela sala etc. 
• Um comportamento vai ser controlado pelo que aconteceu antes e pelo que pode acontecer 
depois. Exemplo: posso adorar comer chocolate, mas se eu já tiver comido muito chocolate, 
mesmo gostando,provavelmente não vou aceitar. 
• Experimento feito com ratos para verificar como as variações no ambiente 
interferiam nos comportamentos. Experimentos como este nos permitiram fazer afirmações 
sobre as Leis Comportamentais. 
 
 
 
 
Caixa de Skinner 
 
1 - Que resposta se esperava do ratinho? Que ele pressionasse a barra. 
2 - Como isso ocorreu pela primeira vez? Por acaso. 
3 - Por ter obtido água ao encostar na barra quando sentia sede -probabilidade alta de que 
pressionaria novamente. 
4 - Comportamento Operante 
 
 
• O que a pessoa faz - RESPOSTA 
• O que a pessoa faz em determinado contexto - COMPORTAMENTO 
• Para falar em COMPORTAMENTO é fundamental considerar o contexto no qual a 
RESPOSTA acontece. 
 
 
O que propicia a aprendizagem dos comportamentos é a ação do organismo sobre o meio e 
o efeito dela resultante - a satisfação de uma necessidade, ou seja, a aprendizagem está na 
relação entre uma ação e seu efeito. Exemplos: Podemos dançar para estar próximo do corpo 
do outro; tocar um instrumento para ouvir seu som; abrir uma janela para entrar a luz, etc... 
 
Relação Fundamental 
• É a relação entre a ação do indivíduo (emissão da resposta) e as consequências. 
• É considerada fundamental porque o organismo se comporta (esta ou aquela resposta), 
sua ação produz uma alteração ambiental (uma consequência) que, por sua vez, retroage 
sobre o sujeito, alterando a probabilidade futura de ocorrência. 
• Agimos ou operamos sobre o mundo em função das consequências criadas pela nossa 
ação. 
 
Comportamento: modifica o ambiente. 
Andar pela sala: modifica o ambiente- gera uma consequência que gera uma “resposta”. 
Sede: comportamento produziu água: repito o comportamento quando tiver sede. 
Choque ao tocar uma tomada: não repito o comportamento 
 
 
 
O comportamento sempre ocorre dentro de um contexto: 
O que nos faz prestar a atenção: “a consequência”. 
Com base nas consequências > cria-se sentido 
 
CONTROLE DE ESTÍMULOS 
Nossos comportamentos podem variar dependendo do contexto. A forma como nos 
comportamos em uma igreja difere do nosso comportamento em uma festa. A piada pode ter 
consequências diferentes se contada em um bar ou reunião de trabalho. Chamamos de 
contexto o ambiente, a situação em que um comportamento ocorre. 
A discriminação de estímulos ocorre quando há consequências diferentes para um mesmo 
comportamento, em diferentes situações. Então contexto pode ser entendido como conjunto 
de estímulos que antecede a resposta (comportamento) e altera a probabilidade de emissão 
de determinadas respostas. Um mesmo estímulo pode levar a respostas diferentes 
dependendo do contexto. Aprendemos a discriminar por treino, através da consequência dos 
nossos comportamentos. É o que chamamos de tríplice contingência. 
 
 
Imagem retirada do Portal Comportese (https://comportese.com/2016/05/30/analisefuncional) 
 
REFORÇO 
É um tipo de consequência do comportamento que aumenta a probabilidade de um 
determinado comportamento voltar a ocorrer. 
Reforço Positivo: Aumenta a probabilidade de o comportamento voltar a ocorrer pela adição 
de um estímulo reforçador ao ambiente. 
Reforço Negativo: Aumenta a probabilidade de o comportamento voltar a ocorrer pela retirada 
de um estímulo aversivo do ambiente. 
 
 Reforçamento: 
Reforçamento positivo: oferece algo ao organismo (gotas de água com a pressão da barra). 
Reforçamento negativo: retirada de algo indesejado (choques). 
 
O reforçamento negativo inclui dois tipos de comportamentos que chamamos de fuga e 
esquiva. A fuga ocorre quando interrompemos a ocorrência de um estímulo desagradável e a 
esquiva quando evitamos o contato com esse estímulo. Se esses comportamentos vierem a 
acontecer mais frequentemente no futuro então dizemos que foram reforçados negativamente. 
 
Por exemplo, retiramos a etiqueta (estímulo desagradável) de uma camisa nova que estamos 
vestindo porque está irritando a nuca comportamento de fuga. Toda vez que comprarmos uma 
camisa nova, iremos retirar a etiqueta antes de vestirmos a camisa para que não incomode 
comportamento de esquiva. 
REFORÇO NEGATIVO retirada de um estímulo do ambiente 
Exemplo; colocar óculos escuros para evitar o sol forte; chorar para terminar uma briga 
 Dor de cabeça: Indivíduo tomou o remédio e o estímulo aversivo que causava dor foi eliminado 
 
 
 
 
 
 
Reforçador positivo: atenção, olhar, dinheiro, etc. 
Reforçador negativo: Diretor briguento sai da sala-alívio. 
Reforçador positivo: 
Medicação- tomar AAS infantil porque o gosto é bom, não para tirar dor. (Criança). 
Reforçador negativo: 
Medicação- altera ambiente biológico- retira a dor de cabeça. 
 
 
 
 
 
 
CONTEXTO EM QUE O COMPORTAMENTO ACONTECE = CONTINGÊNCIA 
 
 
Contingência do comportamento de birra/ Reforço positivo 
 
 
 
Contingência de reforço negativo 
 
 
 
 
 
FICA A DICA: 
• Estímulos antecedentes não causam automaticamente as respostas, eles aumentam ou 
diminuem a probabilidade de uma resposta acontecer. 
• É preciso observar os estímulos antecedentes para o planejamento educacional da criança 
com TEA. Dependendo de como você apresenta uma atividade, aumenta ou diminui a 
probabilidade dele se envolver. 
• Exemplo: você precisa que a criança realize uma atividade de colorir. A criança leva o giz 
de cera a boca. Uma intervenção para este comportamento poderá ser substituir o giz de 
cera por lápis de cor ou canetinha. 
• O que reforça ou pune uma determinada resposta pode variar de pessoa para pessoa e de 
um contexto para outro. 
• Não existem itens reforçadores ou punitivos para todas as pessoas. Chocolate pode ser 
reforçador para uma pessoa e punitivo para outra que tem alergia. 
• Dor - aversivo para muitas pessoas, mas não para outras. Frequentadores de academia 
interessados em hipertrofia - dor muscular é reforçadora. Mesmo frequentador com lesão 
muscular - pode ser aversivo. 
 
 
ESQUEMA DE REFORÇO CONTÍNUO 
 
Sempre que o comportamento é emitido= a consequência reforçadora é liberada. EX: Toda 
vez que a criança aponta para uma maçã, quando ouve o nome: “maçã”, a criança recebe o 
elogio. 
 
ESQUEMA DE REFORÇO INTERMITENTE 
 
É aquele onde nem todos os comportamentos desejados são reforçados, somente alguns. 
São de 4 tipos: 
 
Razão fixa – o reforço é dado depois de um número fixo de respostas corretas. Exemplo: uma 
criança recebe uma bala (reforço) após responder corretamente 5 treinos de imitação motora. 
 
Razão variável - O reforço é dado após uma média de respostas corretas. Exemplo: Pedir à 
criança para resolver 20 questões de matemática, mas dar a bala a qualquer momento entre 
15e 20 respostas corretas (razão variável). 
 
Intervalo fixo - O reforço é dado para a primeira resposta correta depois que um intervalo 
específico de tempo tenha se passado. Exemplo: um professor checa se os alunos estão 
estudando em silêncio na biblioteca a cada 30 minutos (intervalo fixo) e os parabeniza 
(reforço) por estudarem em silêncio. Os alunos aprenderão que só precisam estudar em 
silêncio ao final década 30 minutos. 
 
Intervalo variável - O reforço é dado após um período variável de tempo. Exemplo: Professor 
entra na biblioteca em silêncio a qualquer momento. 
 
 
TIPOS DE REFORÇO DIFERENCIAL 
 
1. DRI – REFORÇO DIFERENCIAL DE COMPORTAMENTOS INCOMPATÍVEIS 
Este tipo de reforçamento consiste na liberação do reforço depois de uma ou mais 
ocorrência de um comportamento que seja topograficamente incompatível com o 
comportamento inadequado. 
Por exemplo, o comportamento que queremos colocar em extinção são os flappings 
quando a criança assiste TV. Portanto escolheremos um comportamento incompatível 
a esta topografia, como por exemplo, bater palmas. Portanto, reforçamos um 
comportamento topograficamente incompatível ao que queremos colocar em extinção. 
(Exemplo retirado do site Mundo Kids ABA) 
2. DRO– REFORÇO DIFERENCIAL DE OUTROS COMPORTAMENTOS 
Constitui a liberação ao reforço após um determinado intervalo de tempo, onde o 
comportamento inadequado não é emitido, reforçando-se a ocorrência de qualquer 
outra conduta comportamental que não seja aquela que se pretende reduzir a 
frequência ou se extinguir. 
Por exemplo, a criança que costuma ver TV fazendo flapping (balançar as mãos). 
Reforçaremos qualquer outro comportamento, em um intervalo de tempo, que o 
comportamento de fazer flapping não acontecer, podendo ser, por exemplo, levantar 
as mãos, o qual não é incompatível ao flapping. (Exemplo retirado do site Mundo Kids 
ABA) 
 
3. DRA – REFORÇO DIFERENCIAL DE COMPORTAMENTOS ALTERNATIVOS 
 É um Reforço Diferencial de comportamentos Alternativos: Em DRA reforçamos 
comportamentos alternativos já ensinados para o aluno. Este comportamento não 
precisa, necessariamente, ser incompatível ao que será colocado em extinção. 
 Ainda seguindo o exemplo do flapping, podemos ensinar o aluno a ter um objeto 
sensorial para segurar enquanto assiste a TV. Com isso será possível fazer uma 
substituição, o aluno deixará de fazer o flapping e irá segurar/manusear o item 
sensorial. (Exemplo retirado do site Mundo Kids ABA) 
 
4. DRL – REFORÇO DIFERENCIAL DE BAIXO ÍNDICES DE COMPORTAMENTO 
 Em DRL reforçamos, em intervalo fixo, se houve um número X do comportamento 
inapropriados. O objetivo será de reduzir o número de comportamentos inapropriados 
por intervalo fixo de tempo até acontecer a extinção (ausência) dos mesmos. Por 
exemplo, em 10 minutos, a criança apresentou 5 comportamentos inapropriados com 
topografia de flapping enquanto assistia TV. Passados 10 minutos, haverá reforço. 
Caso, nos próximos 10 minutos haja 5 ou menos comportamentos iguais, haverá 
reforço novamente. Se houver mais comportamentos com está topografia, não 
apresentaremos o reforçador. (Exemplo retirado do site Mundo Kids ABA) 
 
TIPOS DE REFORÇADORES (ORIGEM) 
 
• Reforços primários (toda espécie), incondicionado ou inato - água, alimento e afeto. 
• Reforços secundários adquirem a função quando são pareados temporalmente com os 
primários. Tornam-se reforçadores através da aprendizagem. 
• Reforçadores generalizados quando emparelhados com muitos outros. Ex: dinheiro e 
aprovação social. 
 
TIPOS DE REFORÇADORES (NATUREZA) 
 
• Materiais ou tangíveis: bola, bicicleta etc. 
• Comestíveis ou Manipuláveis: balas, chocolates, bolo, maçã... 
• Social: elogios 
• Atividade – comportamentos agradáveis: ir ao cinema 
• Princípio Premack - procura fazer com que comportamentos mais motivadores funcionem 
como reforçadores dos comportamentos menos interessantes para incentivar a sua 
realização. Em outras palavras, eu poderia usar minha paixão por séries como um mecanismo 
de recompensa para estudar algumas horas de alemão por dia. 
 
Reforçador é base em ABA. Para a intervenção é necessário descobrir quais os reforçadores 
que motivam a criança. Utilize o teste de preferências. Guarde um super reforçador para o 
ensino de habilidades que exijam mais empenho da criança. 
 
Link: avaliação de preferências 
https://www.youtube.com/watch?v=A2cfZeKgkv4 
Um questionário de avaliação de preferências estará disponível juntamente com o material na 
plataforma do curso e no drive. 
 
Quando se trata de comportamentos auto-estimulatórios, é mais difícil manejar, porque são 
automáticos e por definição auto reforçadores. Você precisa achar um reforçador MAIOR do 
que o desenvolvido pela criança: frequentemente, um grande desafio. 
 
Aprenderemos manejo comportamental em outro módulo do curso. Para cada função será 
passado o manejo adequado. Mas deixarei aqui um exemplo: 
 
• Redirecione o comportamento para um substituto mais apropriado. Por exemplo, 
se a criança tem um comportamento auto-estimulatório de bater palmas, você poderia 
interrompê-lo e redirecioná-lo para uma atividade de música, como bater num tambor, 
ou tocar pratos, caso o ruído das palmas seja o que mantém o comportamento. Se for 
a estimulação sensorial que estiver mantendo o comportamento, o comportamento 
poderia ser redirecionado para uma atividade com massinha ou argila. 
• Coloque os comportamentos auto-estimulatórios sob seu controle. Neste caso, a 
criança precisaria estar envolvida em uma atividade de aprendizagem para ganhar o 
comportamento auto-estimulatório como reforçador. terapeuta controla a quantidade e 
o momento dele. Em última instância ele seria pareado com e substituído por outro 
reforçador mais apropriado. 
• Faça perguntas ou pratique ecoicos para interromper comportamentos auto 
estimulatórios verbais, ou atrapalhe a emissão do mesmo. Por exemplo, se ela gosta 
de repetir uma frase inúmeras vezes, você pode inserir uma palavra na frase para que 
esta perca seu valor reforçador. Imagine-se tentando cantar uma canção e alguém 
interrompendo com observações bobas, ou com um tom errado: provavelmente vai 
acabar desistindo porque a canção perdeu valor para você. 
 
Como utilizar reforçadores: 
Associe a si mesmo com o reforço. Parear a si mesmo com os estímulos de preferência da 
criança. Assim conseguirá controle instrucional sobre a criança e ampliará o tempo de atenção 
conjunta. 
Torne o ambiente reforçador (prazeroso) 
Vá de um esquema de reforçamento contínuo (reforçar todas as vezes) para um intermitente 
(reforçar algumas vezes) 
O reforço precisa ser oferecido imediatamente após o comportamento 
Mude o grau de reforçamento de acordo com o nível da realização. Para algo de nível maior 
de esforço, o reforçador deve ser de alta magnitude 
Mantenha sua entonação e expressões faciais consistentes com sua mensagem 
Elogie, festeje com a criança 
Só ensine um novo comportamento, se o passo anterior já estiver aprendido e estabelecido. 
Divida a tarefa em passos menores. 
Varie seu repertório de entonação vocal, timbre, tom etc 
Monitore sempre a eficácia dos reforçadores. Tenha sempre mais de um como garantia. O 
reforçador não manterá sua função para sempre. 
Amplie o repertório de reforçadores: maior interesse de vários estímulos (não foque em um 
tipo somente) 
Pareie o reforço com elogio 
Treine a criança em vários ambientes para que ocorra generalização do comportamento. 
 
 
 
a) Especifique com precisão o comportamento a ser modificado. Seja claro e objetivo. 
b) Identifique e selecione reforçadores eficazes (especificidade e variedade). 
c) Administre os reforçadores imediatamente (sem atraso). 
d) Aplicação contingente (após o comportamento sempre dê o reforçador). 
e) Controlar contingências concorrentes. 
f) Evite a saciedade dos reforçadores. 
g) Estime a quantidade ideal do intensificador: privação / saciedade e esforço. 
h) Ajustando ao programa de reforço do conjunto. 
i) Generalização e desbotamento: projete uma mudança no programa de reforço, quando 
apropriado. 
 
Falando em reforço, muitas crianças apresentam comportamentos disruptivos para obterem 
atenção, por algo tangível, por fuga/esquiva de demanda ou por disfunção sensorial. Vamos 
aprender a identificar e manejar estes comportamentos em outro módulo do curso. 
 
 
 
EXTINÇÃO DO COMPORTAMENTO 
Resposta deixa abruptamente de ser reforçada. Resposta diminui de frequência ou deixa de 
ser emitida. 
•Usar somente em situações específicas. 
•Efeito inicial muito intenso - Ex: namoro. 
•Crianças com TEA-aumenta a autoagressão. 
 
PUNIÇÃO DE COMPORTAMENTO 
Consequência de uma resposta quando há apresentação de um estímulo aversivo ou remoção 
de um reforçador positivo. 
 
• Punição positiva: acrescenta algo aversivo. Ex: criança faz xixi na cama, mãe grita. 
• Punição negativa: retira algo reforçador. Ex: criança desobedece, mãe tira a boneca. 
 
Punir ações leva à supressão temporária da resposta, sem alterar a motivação. 
A supressão do comportamento punido só é definitiva se a punição for extremamente intensa, 
isto porqueas razões que levaram a ação-que se pune - não são alteradas com a punição. 
 
 
Exemplo: Trânsito. 
•Apesar das punições aplicadas aos motoristas nas infrações de trânsito, elas não motivam a 
alteração de comportamento, antes esquiva e fuga. 
 
 A PUNIÇÃO SÓ FUNCIONA PERANTE O AGENTE PUNIDOR. NÃO HÁ 
APRENDIZAGEM E NEM MODIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO. 
 
Por que não utilizar punição? 
1. Criança não aprende como deve se comportar. Ensinamos somente o que não se deve 
fazer, mas não as formas alternativas de se comportar. 
2. Contaminação do ambiente. Vários estímulos presentes no ambiente em que a criança foi 
punida podem adquirir função aversiva. Ex: Uma criança recebeu palmada porque gritou 
na padaria. Se sente ansiosa e pode passar mal ao chegar em frente padaria. E poderá 
passar a evitá-las para não sofrer punição 
3. Contra controle - Criança apresenta nova resposta para evitar o controle sobre seu 
comportamento. Exemplo: Criança chora e o adulto belisca: ao invés de parar, começa a 
gritar, espernear ou morder quem a beliscou. 
4. Eliciação de respostas emocionais. 
 • Supressão de outros comportamentos além do punido. 
 • Emissão de respostas incompatíveis ao comportamento punido 
 
Por Que Punimos Tanto? 
 Porque somos imediatistas e queremos logo a consequência. 
 Eficácia não depende de privação. Fique ligado 
 Facilidade no arranjo das contingências. 
 
Alternativas ao controle aversivo 
 
Extinção em vez de punição. 
Reforçamento diferencial. Utilize!!! 
Aumento do uso de reforços para outras alternativas 
 
 
 
 
A Repetição Propicia O Aprendizado. Então Vamos Relembrar: 
 
Imitar atividades simples/ até que aprendam sozinhas. GENERALIZAÇÃO. 
Crianças típicas - possuem motivação natural: “Social”. Aprendem a importância da 
aprendizagem. 
TEA - aprendizagem sem sentido. ABA - motivação artificial - manipulação de reforçadores. 
Terapia adequada - todo tempo motivar/ usar o reforçador. 
Variar reforçadores constantemente. 
 
Estímulo: 
Interfere nosso comportamento 
Redes neuronais de preferência. 
ABA 
Ensino gradual 
Registro constante 
Intensiva, diretiva e relacional 
Considerar os pré-requisitos 
 
ABA não acredita em falha. 
Não é a criança que não aprende, mas o método utilizado que não está sendo adequado. Não 
culpar a criança. 
Estratégia não funciona= muda para outra mais funcional. 
Rever estratégia sempre. 
 
 
FORMA E FUNÇÃO DO COMPORTAMENTO 
 
Diferenciar “forma” ou “topografia” e “função” do comportamento. 
Qual a função? Para que serve? 
Podem existir formas diferentes de comportamento com mesma função. Ou formas iguais de 
comportamento com funções diferentes. 
 
Exemplo: 
Formas diferentes - mesma função: Ganhar Coca-Cola: Se bate, grita, bate o pé. 
 
Como saber o que mantém um determinado comportamento? Simples. Fazendo a Análise 
Funcional deste comportamento. 
 
Relação causa e efeito: relação funcional. 
O que acontece antes e o que aconteceu depois do comportamento? Consequência.... 
Se o comportamento ocorre com frequência está sendo reforçado 
Qual o reforço? Retire. 
 
 
 
 
 
 
 
Vamos fazer a análise deste comportamento? A consequência aumentou ou diminuiu a 
probabilidade de o comportamento voltar a acontecer? 
Qual a função deste comportamento? 
 
Análise funcional experimental 
 
Manipular variáveis para entender comportamento. 
Identificar em quais variáveis o comportamento ocorre. 
Funções: Atenção, Tangível, Fuga/Esquiva de Demanda, Busca Sensorial, Comunicação e 
Controle. 
 
A Análise do Comportamento está preocupada com a função, não com a topografia da 
resposta. 
Topografia = Comportamento de rir 
Achar engraçado x estereotipia 
 
Topografia = Comportamento de chorar frente à uma demanda 
Fugir da demanda x sensibilidade sensorial 
 
 Avalie como o comportamento foi aprendido; 
 Em que condições o mesmo acontece; 
 Quais são os antecedentes históricos para o comportamento, ou seja, o que 
possivelmente o mantém; 
 Quais os eventos antecedentes e consequentes imediatos à resposta. 
 
 
Nomeando comportamentos problemas 
 
Perspectiva Cultural Perspectiva Da Análise Do 
Comportamento 
Comportamentos indesejáveis Comportamentos inadequados 
Comportamentos inadequados Comportamentos disruptivos 
Problemas de comportamento Comportamentos aberrantes 
Birra Comportamento de jogar-se no chão, bater, 
gritar etc... 
Comportamento agressivo Bater, morder, chutar, etc 
Autoagressão Se bater, se morder, etc 
Entre outras formas, de região, para região Em qualquer lugar, para qualquer cultura e 
pessoa inserida na mesma. 
 
Classes de Comportamentos citadas em textos da Análise do Comportamento: 
 
Comportamentos inadequados 
Falta de habilidades sociais comunicativas; 
Falta de comportamentos sociais positivos; 
Agressão - comportamentos que tem a função de machucar, lesar ou destruir; autolesão - 
comportamentos que produzem lesões no próprio corpo do indivíduo que os emite; 
Birra - conjunto de comportamentos como chorar, gritar, jogar objetos, atacar pessoas, entre 
outros; 
Estereotipia - comportamentos repetitivos sem função aparente; e comportamento relacionado 
à sexualidade – comportamentos referentes à exposição, manipulação dos órgãos sexuais em 
si ou em outro, além da masturbação em lugar impróprio; 
Comportamentos problema; 
Comportamentos indesejados; 
Comportamentos que contribuem para a estigmatização social dos portadores de deficiência 
mental 
 
(FORNASARI, 2007); (FORNASARI et al., 2009); (KAISER; HESTER, 1997). 
 
 
Comportamentos disruptivos 
Comportamentos relacionados à violência; 
Comportamentos de indisciplina; 
Comportamentos que produzem consequências negativas tanto para o próprio indivíduo que 
se comporta quanto para outros que ele possa afetar. 
 
(BARROS; BENVENUTI, 2012); (LOURENÇO; PAIVA, 2010). 
 
Algumas classes de Comportamento 
 
Auto e Hetero Agressão – Variáveis que controlam o comportamento 
Estímulos Antecedentes Estímulos Consequentes 
Biológicos – Condições estomacais, 
euforia, fome, sono etc. 
Biológicos – Condições sensoriais, dor, 
condições prazerosas, etc 
Ambientais – Excesso de estímulos, 
pessoas, demandas etc. 
Ambientais – Pessoas, mudança no 
ambiente etc. 
História de reforçamento – Componentes 
presentes no ambiente, que se associam à 
situações previamente vividas 
História de reforçamento – Condições nas 
quais o comportamento ao ser emitido, 
ganhou função 
 
Análise a ser feita: 
A pessoa agride o outro? Causa danos a si mesmo ou outros? Isto atrapalha sua socialização 
e/ou desenvolvimento/aprendizagem? 
 
Perceba as contingências: 
Se... Então...; 
Consequências se tornam estímulos para uma nova resposta; 
Respostas alteram a percepção de outros e a nossa sobre a criança; 
Condições de auto e hétero agressão, modificam nossas expressões faciais 
frente à situação; 
O adulto espera sessar rapidamente a ação. 
 
 
 
 
 
Fuga e Esquiva de Demanda – Variáveis que controlam o comportamento 
 
Estímulos Antecedentes Estímulos Consequentes 
Biológicos – fome, sono, dores etc. Biológicos – Sensações diversas, boas ou 
ruins, ao realizar ou conseguir deixar a 
tarefa. 
Ambientais – Estímulos visuais, estímulos 
auditivos, nível de dificuldade da tarefa, etc. 
Ambientais – reações do outro, mudar de 
ambiente, ausência da tarefa etc. 
História de reforçamento – situações 
anteriores que tenham envolvido algum tipo 
de demanda. 
História de reforçamento – Condições nas 
quais o comportamento ao ser emitido, 
ganhou função 
 
Análise a ser feita: 
Uma interação acontece sempre na presença de uma demanda? A mesma resposta acontece 
na ausência de demandas? Ao acontecer, causa danos à si mesmo ou à outros? Atrapalha 
relações sociais? Atrapalha o desenvolvimento da criança? Atrapalha o ensino de 
habilidades? 
 
Percebendo as contingências: 
Se... Então...;Consequências se tornam estímulos para uma nova resposta; 
Consequências que retirar a criança de contexto, reforçam seu comportamento, quando 
função é por fuga ou esquiva de demandas; 
A inserção de outra demanda pode aumentar ou diminuir a continuidade do comportamento. 
 
Birras e Estereótipos – Variáveis que controlam o comportamento 
 
Estímulos Antecedentes Estímulos Consequentes 
Biológicos – dores, sono, fome, 
desconfortos, doenças etc. 
Biológicos – diminuição de respondentes, 
menos coriza etc. 
Ambientais – pessoas, local, previsibilidade 
etc. 
Ambientais – pessoas, reações de outros, 
mudança no ambiente etc. 
História de reforçamento – Outras situações 
vividas na presença de estímulos que 
desencadeiam o comportamento. 
História de reforçamento – Condições nas 
quais o comportamento ao se emitido, 
ganhou função. 
 
Análise a ser feita: 
Mobiliza pessoas? Estigmatiza a criança? Ao acontecer, causa danos a si mesmo ou à 
outros? Atrapalha relações sociais? Atrapalha o desenvolvimento da criança? Atrapalha o 
ensino de habilidades? 
 
Percebendo as contingências: 
Se... Então...; 
Consequências se tornam estímulos para uma nova resposta; 
Respostas alteram a percepção de outros e a nossa sobre a criança; 
O adulto dá condições para que a criança emita outras respostas que podem ter o mesmo 
objetivo? 
O adulto espera sessar rapidamente a ação. 
 
Estereotipias – Variáveis que controlam o comportamento 
 
Estímulos Antecedentes Estímulos Consequentes 
Biológicos – aceleramento dos batimentos 
cardíacos, sensações de euforia etc. 
Biológicos – Autorregulação, sudorese, 
liberação de endorfina etc. 
Ambientais – situações prazerosas ou 
aversivas 
Ambientais – Atenção de outros, mudanças 
no ambiente etc. 
História de reforçamento – 
Emparelhamento de sensações e situações 
ambientais 
História de reforçamento – Condições nas 
quais o comportamento ao ser emitido, 
ganhou função. 
 
Análise a ser feita: 
Acontece logo após uma mudança específica no ambiente? As pessoas mudam aspectos 
ambientais e o comportamento continua acontecendo? Atrapalha relações sociais? Atrapalha 
o desenvolvimento da criança? Atrapalha o ensino de habilidades? 
 
Perceba as contingências: 
 
 
 
 
 
Se... Então...; 
Consequências se tornam estímulos para uma nova resposta; 
Respostas motivam questionamentos de outras crianças sobre a criança; 
Muitas vezes o comportamento não se altera com a mudança de ambiente pensada como 
consequência para o comportamento 
 É possível fazer análise de estímulos antecedentes mesmo se tratando de comportamentos 
de estereotipias. 
 
IDENTIFICANDO O QUE CONTROLA O COMPORTAMENTO PROBLEMA 
1. ANÁLISE DO CONTEXTO 
O comportamento é apropriado para o contexto? 
Outras crianças podem ou devem imitar este comportamento? 
O comportamento causa danos ao ambiente no qual a criança se encontra (considera-se 
ambiente, objetos, pessoas espaço físico e a própria criança)? 
 
2. ANÁLISE DA FUNÇÃO 
 O comportamento é compatível com a finalidade para qual a resposta é função? 
 O comportamento é entendido pela maioria das pessoas quanto à sua função? 
 
3. QUESTÕES DE ÂMBITO SOCIAL 
O comportamento gera a repreensão por parte de adultos ou crianças a quem o emite? 
O comportamento agride outras pessoas? 
Causa medo em outras pessoas, fazendo com que elas se afastem? 
Ofende a própria pessoa que emite o comportamento, fisicamente ou moralmente? 
A resposta pode ser substituída por outra, para que o comportamento seja mais facilmente 
entendido por diversas pessoas? 
 
4. QUESTÕES DIDÁTICAS 
O comportamento favorece a aprendizagem? 
O comportamento é compatível com comportamentos necessários para a aprendizagem 
(sentar-se, olhar, manter contato visual, olhar para a atividade, atender à comandos)? 
 
 
Quando falamos em variáveis que mantem comportamentos, estamos falando em tudo aquilo 
que reforça o comportamento. O comportamento apresentado por nosso aprendente deve ser 
mantido ou extinto? Para reduzir comportamentos considerados inadequados precisamos de 
estratégias de fortalecimento e/ou enfraquecimento de respostas. 
 
Reforçar para reduzir. Selecione a classe de comportamento a ser reforçada ou ensinada ao 
seu aprendente com base nos Reforços Diferenciais DRI, DRO, DRL ou DRA. 
 
Esta apostila termina por aqui. Fique de olho na próxima !!! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Referências Bibliográficas 
 
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Autista. - 1. ed. - Curitiba: Abril, 2018. 
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original publicado em 1974).

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