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Cap2: Díodo e Transístores Semicondutores 2.1 Física dos Semicondutores (Introdução) 2.2 Díodo – Polarização do Díodo 2.2.1 Curva Característica do Díodo 2.2.2 Recta de Carga Estática – Ponto de Funcionamento 2.3 Tipos de Díodos – Aplicação 2.4 Transístor Bipolar 2.5 Funcionamento de Transístores Bipolares 2.6 Polarização de Transístores 2.7 Tipos e Aplicação dos Transístores 2.1 Física dos Semicondutores (Introdução) A física dos semicondutores é o ramo da física que estuda os materiais semicondutores. Fundamenta-se na quantidade de elétrons na camada de valência dos átomos do dispositivo a circular em uma corrente elétrica, e no manuseio de outros tipos de substâncias chamadas de "impurezas" que podem ser do tipo N ou P e que ao serem misturadas com esses átomos alteram o estado de elétrons livres no composto. 2.1 Física dos Semicondutores (Introdução) Funcionamento dos semicondutores As misturas do tipo N têm cinco elétrons na camada de valência, e ao serem misturados com a base de valência de quatro elétron (como o germânio ou o silício) aumentam o numero de elétrons livres no composto, já que a ligação covalente dos átomos deixaria um elétron sobrando, e esse elétron que sobra vira um elétron livre, aumentando drasticamente a condutividade do composto. As “impurezas” do tipo P têm apenas três elétrons de valência, e na ligação covalente com a base (quatro elétrons de valência) ficaria faltando um elétron na ligação (7 – 8 = - 1), deixando uma “lacuna” nessa ligação. Essa lacuna funciona como um potencial positivo para o escoamento da corrente, e assim o fluxo de elétrons tende a ir da junção base-N, onde sobram elétrons, para a junção base-P onde faltam elétrons. 2.2 Díodo – Polarização do Díodo A eletrônica sem dúvidas é uma área extremamente extensa, sendo que entre sua infinidade de componentes temos um que é fundamental para a eletrônica, presente em quase todos os equipamentos ou dispositivos eletrônicos, que é o díodo semicondutor. Pensando na sua importância para elétrica como um todo, iremos falar o que é um díodo semicondutor, para que serve o díodo semicondutor, quais as características do díodo e como funciona um díodo semicondutor. Os díodos semicondutores são componentes eletrônicos, que são construídos por um material semicondutor, sendo de silício ou germânio. Este material permite que sua capacidade de condução seja alterada, devido à combinação de alguns fatores, como por exemplo a adição de impurezas nestes materiais, mais conhecida como dopagem, além da forma com que este componente será alimentado. 2.2 Díodo – Polarização do Díodo Díodos semicondutores são utilizado em aparelho, equipamentos e dispositivos eletrônicos, como por exemplo televisão, celular, computador, aparelhos de som, multímetros, carregadores, controle remoto para televisão e entre muitos outros. É importante destacar que são muitos os diversos tipos de díodos, cada um para sua devida aplicação. A simbologia mais comum que encontramos é do díodo retificador, como mostramos na imagem abaixo: 2.2 Díodo – Polarização do Díodo Podemos comparar um díodo a uma válvula hidráulica que possibilite passar a água num sentido e impedindo no sentido contrário. 2.2 Díodo – Polarização do Díodo O díodo é construído a partir de materiais semicondutores, que são fundidos para criar uma junção entre um cristal tipo P e outro cristal tipo N, sendo que o cristal tipo P representa a polaridade positiva do díodo, chamada de ânodo e o cristal tipo N representa a polaridade negativa do díodo, chamada de cátodo. A polaridade positiva de um díodo é onde há falta de elétrons, de forma que essa região onde tem a falta de elétrons seja chamada de lacuna, porém a polaridade negativa é onde existe a maior concentração de elétrons. Ao juntar os cristais tipo N e tipo P as lacunas do lado positivo irão atrair os elétrons que estão sobrando no lado negativo, dessa forma acaba ocorrendo o equilibrando entre as cargas, ou seja, ocorrendo uma recombinação das cargas. 2.2 Díodo – Polarização do Díodo É importante destacar que está recombinação só ocorre no centro desta junção, pois lá as forças de atração são mais fortes, nesta área os elétrons ficam estáveis quimicamente. Porém os elétrons mais distantes não sofrem essa recombinação, devido a força de atração ser menor, de forma que esta zona de estabilidade central é chamada de camada de depleção, ou, barreira de potencial. 2.2 Díodo – Polarização do Díodo Portanto, podemos concluir que a condução de corrente elétrica vai depender da maneira com que o díodo vai ser polarizado, ou seja, se a sua junção será polarizada de forma direta ou reversa. Iremos mostrar como o díodo se comporta de acordo com a maneira com que ele é polarizado, os exemplos abaixo são para o díodo de silício, que para começar a conduzir necessitam de uma tensão de no mínimo de 0,7V, em teoria, mas que na prática pode começar a conduzir com uma tensão ainda menor. 2.2 Díodo – Polarização do Díodo Polarização reversa: Quando o díodo é polarizado reversamente o polo positivo da fonte de tensão é conectado ao lado negativo (N) da junção PN do díodo, isso faz com que a barreira de potencial aumente, ou seja, aumentando esta barreira de potencial a resistência do circuito será muito alta, não permitindo a passagem da corrente elétrica. Isso ocorre porque as cargas positivas da fonte atraem as cargas negativas da camada N e vice-versa. A imagem abaixo mostra perfeitamente como acontece este processo: Polarização inversa a lâmpada não acende 2.2 Díodo – Polarização do Díodo Polarização direta: O díodo sendo polarizado diretamente, o polo positivo da fonte de tensão está conectado ao lado positivo (P) do díodo. Isso faz com que o lado positivo torne-se ainda mais positivo, e o lado negativo (N) ainda mais negativo, ou seja, as cargas elétricas conseguem atravessar a barreira de potencial existente entre o lado P e o lado N do díodo, permitindo a condução de corrente elétrica. Isso ocorre porque as cargas positivas da fonte atraem as cargas negativas da camada N e vice-versa. Veja na imagem abaixo que quando o díodo está sendo alimentado por uma tensão inferior a 0,7V ele não conduz corrente elétrica, devido a sua barreira de potencial, mas quando o díodo é polarizado com uma tensão suficiente, sua barreira de potencial é rompida e o díodo passa a conduzir elétrons. 2.2 Díodo – Polarização do Díodo Polarização directa a lâmpada acende. 2.2.1 Curva Característica do Díodo Um díodo é um dispositivo constituído por uma junção de dois materiais semicondutores (em geral silício ou germânio dopados), um do tipo n e o outro do tipo p, ou de um material semicondutor e de um metal, sendo usualmente representado pelo símbolo da Figura. Aos terminais A e K dão-se respetivamente os nomes de Ânodo e Cátodo. Este dispositivo permite a passagem de corrente, com facilidade, num sentido, e oferece uma grande resistência à sua passagem no sentido contrário. 2.2.1 Curva Característica do Díodo Assim, quando o Ânodo (A) estiver a um potencial positivo em relação ao Cátodo (K), o díodo conduz e a corrente terá o sentido (convencional) indicado pela seta. Nestas condições diz-se que o díodo está diretamente polarizado. Quando o Ânodo estiver a um potencial negativo em relação ao Cátodo, o díodo não conduz e a corrente, que teria o sentido contrário ao da seta, não é autorizada a passar. Nestas condições diz-se que o díodo está inversamente polarizado. 2.2.1 Curva Característica do Díodo No gráfico pode-se ver a corrente do díodo em função da tensão nos seus terminais, que resulta do comportamento físico da junção p-n. A tensão e a corrente são consideradas positivas quando o dispositivo se encontra diretamente polarizado. A variação da corrente do díodo semicondutor com a tensão aos seus terminais tem uma forma quase exponencial: em boa aproximação a corrente I é dada por: 2.2.1 CurvaCaracterística do Díodo onde q é a carga do eletrão,(≈ 1,6 10-19 C) V a tensão aos terminais do díodo, k a constante de Boltzman (≈ 1,38 10-23 J /K), T a temperatura absoluta e Is uma constante designada por corrente de saturação. À temperatura ambiente (300 K) tem-se: Este comportamento pode ser aproximado, em certas aplicações, de um díodo ideal ou por uma característica linearizada (ver figura). 2.2.1 Curva Característica do Díodo Na figura: Curvas características e correspondentes modelos elétricos do díodo. Da esquerda para a direita: díodo ideal; díodo com comportamento ideal mas com uma tensão limiar de condução; díodo com característica linearizada. (V D - tensão limiar de condução, RD - resistência de condução direta). 2.2.2 Recta de Carga Estática – Ponto de Funcionamento Determinação da característica (I, V) de um díodo. O díodo é um componente não-linear. Assim, o cálculo da corrente que atravessa um circuito com um díodo torna-se um pouco mais complicado que no caso de circuitos lineares. A título de exemplo, vamos determinar a corrente no circuito indicado na figura. 2.2.2 Recta de Carga Estática – Ponto de Funcionamento Se o díodo estiver bem dentro da zona de condução, a sua tensão é aproximadamente constante, neste caso ~0.65V (ver na secção 1.1 as características aproximadas de um díodo). Assim, podemos substituir o díodo, nos cálculos, por uma fonte de tensão de 0,7 V (VD=0,7 V), e tratar o circuito como um circuito linear, obtendo-se a equação: Este processo simplificado, útil em muitas situações, não pode ser utilizado quando se pretenda um rigor mais elevado, ou quando o díodo não esteja em condução franca. Para estas situação, dispõe-se de duas equações: a que define a característica do díodo (equação (1)) e a que resulta das equações de Kirchoff: 2.2.2 Recta de Carga Estática – Ponto de Funcionamento Estas duas equações permitem-nos determinar o ponto de funcionamento. A solução é laboriosa em virtude de envolver uma equação transcendente (pressupõe-se o conhecimento da equação V(I) para o díodo em consideração): 2.2.2 Recta de Carga Estática – Ponto de Funcionamento No entanto, a solução pode achar-se facilmente. Esta última equação pode ser resolvida de forma gráfica se dispusermos da curva característica do díodo: 1º membro: curva característica Idíodo (V), não linear 2º membro: recta de carga I = Idíodo = 5/100 - VD/100 A solução corresponde ao ponto de intersecção das duas linhas (em que I=I Díodo e V=V díodo), obtendo-se I = 44 mA. 2.3 Tipos de Díodos Díodo semicondutor: Tipos e Aplicações Como já sabemos, os díodos semicondutores estão presentes nos diversos tipos de equipamentos, dispositivos e aparelhos eletrônicos, cada um desempenha uma determinada função. Os díodos semicondutores mais conhecidos são os díodos retificadores e os díodos emissores de luz (LED`S), também conhecidos como foto-díodos. O díodo retificador é utilizado para converter sinais em corrente alternada para corrente contínua, mantendo apenas um semiciclo da onda senoidal, daí o seu nome “retificador”. Além disso, o díodo retificador pode ser utilizado normalmente para qualquer aplicação que seja necessário a passagem da corrente em apenas um único sentido ou funcionando como proteção para o circuito, evitando que o mesmo seja danificado caso se alimentado de forma errada, por exemplo. 2.3 Tipos de Díodos 2.3 Tipos de Díodos O díodo emissor de luz LED é o que geralmente as pessoas possuem um maior conhecimento, pois eles estão presentes no celular, máquina de lavar, televisão, computador, lanternas, controles remotos para televisões, lâmpadas, carregadores e entre outros, sendo usados por exemplo para indicar o estado de operação de um determinado dispositivo ou para iluminação. Ainda existem muitos outros tipos de díodos, sendo que alguns são utilizados como estabilizadores de tensão, como é o caso do díodo zener por exemplo. Além disso citar outros tipos de díodos, como o díodo túnel, díodo gunn, díodo schottky, díodo varicap entre outros. 2.3 Tipos de Díodos Díodo Zener Funciona na zona de avalanche, e é utilizado como referência de tensão (a tensão varia pouco com a corrente nessa zona). Varistor ou varicap Todos os díodos apresentam uma capacidade que é variável com a tensão aplicada. Os varistores são díodos especialmente desenhados para se obter uma capacidade fortemente dependente da tensão. São usados em osciladores cuja frequência é controlada por tensão (VCO). Fotodíodo Quando a zona da junção recebe luz, geram-se pares de portadores de carga (eletrão-vazio) que geram uma tensão ou uma corrente no dispositivo. Existe, assim, conversão optoelectrónica. Estes dispositivos são utilizados como detetores de luz, nas mais diversas aplicações. 2.3 Tipos de Díodos LED Para certos tipos de materiais semicondutores, quando é injetada uma corrente na junção do díodo, é gerada radiação eletromagnética na zona do visível ou infravermelho próximo (conversão eletro-óptica). Existem componentes em que vários LED estão dispostos sob a forma de traços ou pontos numa matriz, permitindo a apresentação de algarismos e letras (displays). 2.4 Transístor Bipolar O termo transistor vem da expressão em inglês "transfer resistor" que significa resistor de transferência. É um componente que apresenta resistência (impedância) variável entre dois terminais. Essa resistência é controlada por um terceiro terminal. Por sua característica controladora de corrente, o transistor pode ser usado como amplificador de sinais ou como "interruptor eletrônico" em aplicações como equipamentos de som, imagem, controles industriais, máquinas, calculadoras, computadores. Para realizar esse trabalho, existem alguns tipos de transistores: Transistor bipolar (NPN ou PNP); Transistor de unijunção (UJT); Transistor de efeito de campo (FET e MOS-FET); O termo transistor vem da expressão em inglês "transfer resistor" que significa resistor de transferência. É um componente que apresenta resistência (impedância) variável entre dois terminais. Essa resistência é controlada por um terceiro terminal. Por sua característica controladora de corrente, o transistor pode ser usado como amplificador de sinais ou como "interruptor eletrônico" em aplicações como equipamentos de som, imagem, controles industriais, máquinas, calculadoras, computadores. Para realizar esse trabalho, existem alguns tipos de transistores: Transistor bipolar (NPN ou PNP); Transistor de unijunção (UJT); Transistor de efeito de campo (FET e MOS-FET); 2.4 Transístor Bipolar O transístor bipolar é o mais comum e também o mais usado. Sua estrutura básica se compõe de duas pastilhas de material semicondutor do mesmo tipo. Entre essas pastilhas é colocada 'uma terceira, bastante fina, de material diferente, formando uma configuração semelhante a um sanduíche. A configuração da estrutura do transistor bipolar permite que se obtenham dois tipos tintos de transistores bipolares: NPN e PNP. 2.4 Transístor Bipolar Os dois tipos de transistores podem cumprir as mesmas funções diferindo apenas na forma como as fontes de alimentação são ligadas ao circuito eletrônico. 2.4 Transístor Bipolar Terminais do transistor bipolar Cada uma das pastilhas que formam o conjunto recebe terminal para que o componente possa ser conectado ao circuito eletrônico. Cada terminal recebe uma designação para que se possa distinguir cada uma das pastilhas. Assim, a pastilha central é denominada base e representada pela letra B. Uma das pastilhas externas é denominada de coletor e é representada pela letra C. A outra pastilha externa é denominada emissor e é representada pela letra E. A figura a seguir apresenta os dois tipos de transístores com a identificação dos terminais. 2.4 Transístor Bipolar Embora as pastilhas do coletor e emissor sejam do mesmo tipo de material semicondutor, existe diferença de volume de material semicondutor e deintensidade de dopagem entre as pastilhas. O emissor é densamente dopado, enquanto que a base é levemente dopada. O coletor possui maior volume e, por isso, dissipa mais potência; a intensidade de sua dopagem é intermediária em relação à dopagem das outras duas pastilhas. Por esse motivo, as ligações do coletor e do emissor no circuito eletrônico não são intercambiáveis 2.4 Transístor Bipolar Simbologia A norma NBR 12526/92 define o símbolo gráfico do transístor. A figura a seguir apresenta os símbolos dos transístores NPN e PNP, indicando a designação dos terminais. A diferença entre os símbolos dos dois transístores esta apenas no sentido da seta do terminal emissor. 2.5 Funcionamento do Transístor Bipolar Tensão e corrente em transistores bipolares NPN e PNP Tensão e corrente transístor PNP VEC = VEB + VBC Tensão e corrente NPN VCE = VBE + VCB A corrente de emissor (IE) é igual à soma da corrente de base (IB) com a corrente de coletor (IC). IE = IB + IC 2.5 Funcionamento do Transístor Bipolar ZonasDe Funcionamento Dos Transístores Bipolares Em cada transístor bipolar existem duas junções que irão apresentar zonas de funcionamento diferentes, consoante as junções base-emissor e base-coletor se encontram polarizadas direta ou inversamente. Os transístores têm três zonas de funcionamento distintas: Zona Corte - Ambas as junções estão polarizadas inversamente 2.5 Funcionamento do Transístor Bipolar ZonasDe Funcionamento Dos Transístores Bipolares Zona de Saturação - Ambas as junções estão polarizadas diretamente 2.5 Funcionamento do Transístor Bipolar ZonasDe Funcionamento Dos Transístores Bipolares Ativa - Junção base-emissor polarizada diretamente e junção base coletor polarizada inversamente Transistor como Amplificador Um transístor funciona como amplificador, quando a corrente de base oscila entre zero e um valor máximo. Neste caso, a corrente de coletor é um múltiplo da corrente de base. Se aplicarmos na base do transistor um sinal, vamos obter uma corrente mais elevada no coletor proporcional ao sinal aplicado: 2.5 Funcionamento do Transístor Bipolar Ganho de um transístor O ganho de um transístor, é uma característica do transístor, é o factor de multiplicação da corrente de base (Ib) ou Beta ß ou hfe do transístor. A formula matemática que permite fazer o cálculo é : Ic = Ib x ß * Ic: corrente de coletor * Ib: corrente de base * ß : beta (ganho) 2.5 Funcionamento do Transístor Bipolar Existem algumas especificações definidas pelo fabricante Ref ou Tipo: é o nome do transistor. VCE0: tensão entre coletor e emissor com a base aberta. VCER: tensão entre coletor e emissor com uma resistência no emissor. Pol: polarização; N=NPN e P=PNP. PTOT: Potência máxima que o transistor pode dissipar Ft: Frequência máxima. Encapsulamento: Cápsula do transístor que define cada um dos terminais. Existem, valores máximos de funcionamento para IC, IB, VCE e VBE para além da potencia de funcionamento P=IC . VCE e temperatura. Quando o transistor está dentro dos parâmetros de funcionamento IC=hFEIB= ßIB tipicamente ß=100. 2.5 Funcionamento do Transístor Bipolar ZonasDe Funcionamento Dos Transístores Bipolares PNPNPN ModeloCondiçõesModeloCondiçõesZona IC = 0 IE = 0 IB = 0 VEB < 0.7V VCB < 0.7V IC = 0 IE = 0 IB = 0 VBE < 0.7V VBC < 0.7VCorte VEB =0.7V IC = β* IB IE = IC+IB ou IE = (β+1)*IB VEB = 0.7V VCB < 0.7V VBE =0.7V IC = β* IB IE = IC+IB ou IE = (β+1)*IB VBE =0.7V VBC <0.7VAtiva VEB =0.8V VEC =0.1V IE = IC+IB VEB = 0.8V VCB = 0.7V VBE =0.8V VCE =0.1V IE = IC+IB VBE = 0.8V VBC = 0.7VSaturação 2.5 Funcionamento do Transístor Bipolar ZonasDe Funcionamento Dos Transístores Bipolares Região de Ruptura (Breakdown) Existe um valor limite de tensão especificado, acima do qual o transistor sofre algum dano ou avaria. Tal valor máximo nunca poderá ser portanto ultrapassado quando da operação nessa zona.