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CURSO DE FORMAÇÃO 
DE VIGILANTES 
M O D U L O V
A U L A 1 
S E G U R A N Ç A E L E T R O N I C A 
RF
• A segurança eletrônica é, hoje, diretamente responsável pela 
diminuição considerável de crimes contra a propriedade, tanto 
no âmbito privado como público. Isso se explica pela crescente 
modernização dos sistemas, fator que que tem atraído cada vez 
mais colaboradores para a área.
QUAL A IMPORTANCIA DA 
SEGURANÇA ELETRONICA 
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
https://blog.gigasecurity.com.br/destacar-no-mercado-de-seguranca/
RF
NOÇÕES DE SEGURANÇA ELETRÔNICA: 
O QUE PRECISO SABER?
Segurança eletrônica, significa utilizar equipamentos a fim de manter a segurança 
de indivíduos e materiais por meio de eletrônicos.
Para que o serviço obtenha o resultado desejado deve haver um planejamento 
adequado. 
Geralmente, essa etapa é realizada por uma equipe de especialistas, mesclando 
profissionais da segurança privada e técnicos em sistemas eletrônicos de 
segurança.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
OBJETIVOS DA SEGURANÇA ELETRÔNICA
INIBIR A AÇÃO DOS CRIMINOSOS - DETECTAR - COMUNICAR 
Inibir a ação dos criminosos
• Em geral, quando percebem o sistema de segurança, os
possíveis infratores avaliam a situação e desistem. Os
bandidos optam por locais onde possam trafegar sem
serem vistos. Sendo assim, os eletrônicos reduzem as
chances de ocorrer o delito.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
OBJETIVOS DA SEGURANÇA ELETRÔNICA
Detectar
• Nesse sentido, o sistema capta a movimentação de
pessoas não autorizadas em locais protegidos.
Assim, torna-se uma boa opção para a segurança de
instalações. A vigilância eletrônica alerta sobre essas
ações protegendo o patrimônio, sem utilizar
seguranças humanos.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
OBJETIVOS DA SEGURANÇA ELETRÔNICA
Comunicar
• Os sistemas eletrônicos avisam, de forma
remota, sobre movimentações estranhas.
• Com a internet, é possível verificar as
imagens, utilizar o sistema de rádio ou
então fazer a checagem por celular.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
QUAIS AS TECNOLOGIAS UTLIZADAS NA 
SEGURANÇA ELETRÔNICA
• As tecnologias utilizadas pela segurança
eletrônica também estão em três
grupos:
1-Controle de acesso físico
• O primeiro deles é o controle de acesso físico,
instalado para identificar a entrada e saída de
indivíduos no local programado. Dessa maneira,
pode-se bloquear ou permitir a passagem
destes.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
QUAIS AS TECNOLOGIAS UTLIZADAS NA 
SEGURANÇA ELETRONICA
2-Circuito Fechado de Televisão — CFTV
• Com o CFTV, as imagens são captadas, podendo ser
assistidas ao vivo ou gravadas.
• Esse sistema possibilita cuidar de diversos ambientes ao
mesmo tempo.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
https://www.onixsecurity.com.br/blog/entenda-o-que-e-um-sistema-cftv/?utm_source=blog&utm_campaign=rc_blogpost
RF
QUAIS AS TECNOLOGIAS UTLIZADAS NA 
SEGURANÇA ELETRONICA
3- Central de monitoramento
• Por fim, existe a famosa central de
monitoramento, local destinado a receber as
imagens e dados captados.
• Nesse local, as informações são analisadas e
decisões tomadas.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
https://www.onixsecurity.com.br/blog/entenda-ja-o-que-e-switch-poe-em-cameras-ip/?utm_source=blog&utm_campaign=rc_blogpost
RF
COMO SE ESTRUTURA UM SISTEMA DE ALARME
OS ALARMES ESTÃO ENTRE OS SISTEMAS DE SEGURANÇA
MAIS POPULARES DO MERCADO. SÃO COMPOSTOS POR
UMA SÉRIE DE ELEMENTOS, COMO O PAINEL DE
ALARME, BATERIA, SIRENE, SENSORES E BOTÃO DE
PÂNICO.
O PAINEL DE ALARME É O ELEMENTO PRINCIPAL. ELE RECEBE
OS SINAIS DOS SENSORES E ENCAMINHA PARA A CENTRAL.
PODE SER PROGRAMADO POR SETORES, AUMENTANDO A
EFICIÊNCIA. A BATERIA MANTÉM O PAINEL ATIVO EM
MOMENTOS SEM ENERGIA ELÉTRICA. QUANDO ESTIVER COM
POUCA CARGA, ELA ENVIA MENSAGEM INFORMANDO.
OS SENSORES SERVEM PARA IDENTIFICAR PRESENÇAS INDESEJÁVEIS, 
SENDO MONITORADOS PELA CENTRAL OU PELO PROPRIETÁRIO. CASO 
SEJAM ACIONADOS, A SIRENE EMITIRÁ SONS, DIFICULTANDO AS AÇÕES 
DELITUOSAS. JÁ O BOTÃO DE PÂNICO, COMO O NOME SUGERE, É PARA 
SITUAÇÕES PERIGOSAS, EM QUE A CENTRAL É ACIONADA.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
BOTÃO DE PÂNICO 
• O Sistema de Pânico para Condomínio, Industria, Comércio e de uso pessoal é
um sistema eletrônico voltado para o monitoramento de pânico de seu
estabelecimento comercial ou de uso pessoal .
• O sistema de Pânico para Edificação é composto por equipamentos específicos
para o monitoramento de pânico, possibilitando um excelente atendimento das
necessidades de segurança.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
BOTÃO DE PÂNICO/COMO FUNCIONA O SISTEMA DE PÂNICO?
• O Sistema instalado. O controle
remoto é acionado dentro da
residência ou do apartamento,
sendo o evento de pânico
recebido por uma Central de
Pânico, que transmite o evento
com código para a central de
monitoramento.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RFBOTÃO DE PÂNICO 
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
CANCELA ELETRÔNICA
• A Cancela Eletrônica é ideal para fazer controle de trafego
de pedestre ou automóveis e em diversas aplicações
• Uma Cancela Eletrônica é ainda indicada para ambientes de
tráfego intenso.
• Pode ainda ser utilizada em pedágios, shoppings,
supermercados e demais estacionamentos de médio e
grande porte que são beneficiados com a utilização dessa
cancela automática.
• Com sistema micro processador atende a toda necessidade
de controle de tráfego, de condomínios, permitindo a
instalação de computador para interagir com outros
aplicativos de controle de acesso.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
CONTROLE DE ACESSO VEICULAR
• O Sistema de Controle de Acesso de Veículos é inovador e
completamente seguro pois seus controles não podem ser clonados
como acontece nos sistemas de abertura de portões comuns.
•
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
CONTROLE DE ACESSO VEICULAR
• O Sistema permite ao porteiro ou vigia visualizar as informações
do veículo e do morador que estão cadastrados no momento do
acionamento do controle.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
CONTROLE DE ACESSO VEICULAR
• Cada controle é único pois utilizam um código de
segurança que não se repete, tornando a clonagem
impossível.
• Assim um morador aciona o controle para abrir o
portão, automaticamente um aviso é emitido pela
central avisando ao porteiro e as informações
cadastradas como placa, cor, modelo do veículo
aparecem na central, permitindo ao porteiro
conferir se é o mesmo veículo que esta entrando.
• Ele possui a função de pânico, que informa
silenciosamente ao porteiro que o morador esta
sendo coagido.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
CONTROLE DE ACESSO VEICULAR
• Essa tecnologia pode ser usada também para controle de
acesso de pedestres, onde chaveiros codificados ficam em
poder dos moradores.
• Podem ser usadas nos condomínios para abrir portas de
salas de ginástica, liberar acesso ao prédio pelos portões
sociais, entre outras facilidades. Tudo com total segurança
e controle.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RFQUAL MELHOR LOCAL PARA INSTALAR A 
SEGURANÇA ELETRONICA ?
Não existem locais que não possam utilizar 
segurança eletrônica, mas em alguns 
ambientes é mais indicado. 
Normalmente, são encontrados em 
empresas do setor público ou privado; 
em escolas, prefeituras e hospitais; 
delegacias ou quartéis; farmácias, 
supermercados e shoppings. 
Também estão pelas ruas e praças, 
ajudando a manter a ordem.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
EQUIPAMENTOS 
ELETRONICOS
E Q U I PA M E N T O S D O S I S T E M A D E 
A L A R M E E S E U F U N C I O N A M E N T O
C U R S O F O R M A Ç Ã O V I G I L A N T E
A U L A 2
RF
1. SISTEMA DE ALARME
• Um sistema de alarme nada mais é do
que um sistema de segurança eletrônica
com o objetivo de proteger o
patrimônio.
• Este sistema geralmente é formado por
sensores, botão de pânico, sirene e
central de alarme.
PajeuAcademia de Formação de Vigilantes
RFSENSOR INFRA VERMELHO PASSIVO:
O que são sensores infravermelhos passivos?
• Um sensor de infravermelho passivo é formado
por um receptor que reage à emissão de raios
infravermelhos.
• Quando ocorre um movimento no ambiente há
uma variação de luz infravermelha que permite
que o sensor perceba essa movimentação.
https://jflalarmes.com.br/produtos/sensores/sensor-infravermelho-passivo/com-fio/
RFSENSOR INFRA VERMELHO PASSIVO:
• Este tipo de sensor infravermelho é chamado
de passivo, pois ele capta o calor do corpo
detectado no ambiente sem emitir luz
infravermelha.
• Funciona tanto em ambientes externos quanto
em internos, sendo que para cada aplicação
existe um tipo mais indicado de equipamento.
• Permite que a cobertura seja adaptada para
variados ambientes como áreas fechadas,
áreas semiabertas e áreas externas.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
SENSOR INFRA VERMELHO PASSIVO:
• Sua aplicação consiste em proteger as áreas
periféricas. Funciona como uma barreira invisível
composta por um duplo feixe, onde uma parte
emite o raio infravermelho (transmissor) e a
outra recepciona (receptor).
• Os locais mais comuns de sua aplicação são:
muros, corredores, grades.
• É um equipamento usado para proteção sem
variação de temperatura e movimento, pois
captam calor em movimento.
• Seu alcance gira em torno de 12m de distância e 85º de
abertura horizontal e vertical. Este equipamento pode
funcionar com ou sem fio através de um receptor de
sinais.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
SENSOR INFRA VERMELHO PASSIVO DUAL: 
• Este equipamento é utilizado principalmente em
áreas externas.
• Com característica próxima do sensor passivo
comum, este equipamento se diferencia dos demais
na questão do disparo, ele só irá disparar se houver
ao mesmo tempo, movimento e calor, por isso é
conhecido como dupla tecnologia.
• Ele funciona com fio e sem fio.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
SENSOR INFRA VERMELHO PASSIVO PET IMUNET
• Com característica comum
aos demais sensores
passivos, a diferença é que
ele está imune à presença de
animais de até 15 kg e
preparado contra rastejo de
pessoas.
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RFSENSOR MAGNÉTICO:
• Tem como finalidade proteger locais
específicos, através de uma
combinação de imãs, tais como:
• portas, janelas, alçapão, portões.
• Sua especificação é determinada pelo
local que será instalado, podendo ser
do tipo blindado, aparente, de
embutir e industrial.
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RFCERCA PULSATIVA (CERCA ELÉTRICA): 
• A Cerca Pulsativa tem como objetivo proteger o perímetro e os acessos, através de
uma cerca eletrificada (Alta Voltagem e Baixa Amperagem).
• Uma central de choque emite choque pulsativo em toda fiação, o disparo ocorrerá
quando houver o corte da tensão, que pode ocorrer no rompimento dos fios ou
aterramento da fiação. Suas aplicações mais comuns são: muros, grades, fachadas,
locais altos e longe do alcance das crianças.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RFBotão de Pânico fixo: 
• Como vimos na primeira aula é um
dispositivo de segurança eletrônica
também enquadrado como SISTEMA
DE ALARME
• Geralmente fixo em locais diversos
como: mesas, balcões etc
• Sua utilização esta restrita a esta
situação (PANICO), é o contato
imediato entre o usuário e a central de
monitoramento, confirmado através
de uma senha e contra-senha.
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RFBOTÃO DE PÂNICO MÓVEL: 
• pequeno chaveiro portátil, fácil de ser utilizado e discreto.
• Por ser portátil pode ser levado para qualquer lugar dentro do raio de alcance do
receptor, pequeno chaveiro portátil, fácil de ser utilizado e discreto
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RF
RECEPTOR DE SINAIS:
• Este equipamento tem como objetivo
recepcionar os eventos emitidos pelos
botões portáteis e sensores sem fio,
transmitindo para a central de alarme os
eventos ocorridos dentro dos sistemas.
• Seu alcance varia de acordo com seu
fabricante e a existência de barreira física
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RFSIRENE ELETRÔNICA: 
• A sirene tem como objetivo disparar em caso de invasão e criar 
uma situação de pânico, elemento surpresa no invasor, através 
do ruído sonoro que gira em torno de 120 decibéis.
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RFSENSOR DE FUMAÇA:
• Utilizado para detectar principio de incêndio, através da
fumaça, sua aplicação mais comum em áreas internas, locais
com materiais de alta combustão, cozinhas industriais,
depósitos e outros.
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RF
SENSOR DE TEMPERATURA:
• Este sensor funciona como um
termômetro controlado e é
utilizado em locais em que a
temperatura precisa estar
sempre monitorada para não
causar problemas. Exemplo:
CPD, Frigorífico
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RF
SENSOR DE QUEBRA DE VIDRO: 
• Sensor de quebra de vidro: Este
sensor é usado para detectar
quebra de vidros através do som
emitido.
• Ele é encontrado em locais em
que existem bastante vidros,
como por exemplo: Joalherias,
Lojas de Shopping...
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RF
CENTRAL DE ALARME: 
• É o equipamento que gerencia todos
os eventos, (o Cérebro do Sistema),
nela são ligados todos os periféricos
do sistema.
• Ela é responsável por enviar todos os
eventos para Central de
Monitoramento e disparar a sirene
no local quando houver invasão.
• A central de alarme é composta por
transformador e bateria gel 12 V.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
PAINEL DE CONTROLE (TECLADO):
• É o equipamento que realiza a interface 
entre a central de alarme e o usuário. 
• Tem como finalidade mostrar o Status do 
sistema para o usuário e programar a 
central de alarme.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF
O QUE É ZONEAMENTO 
• O Zoneamento do sistema de alarme
nada mais é do que a divisão por
zonas ou locais dos equipamentos
existentes no sistema.
• O Zoneamento é feito na central de
alarme e serve para auxiliar o
monitoramento na hora de tomar
decisões e dar informações sobre o
local.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RFO QUE É ZONEAMENTO 
• A zona é o setor a ser protegido pelo sensor. Por sua vez podem ser
interligados um ou mais sensores em uma única zona.
• As centrais de alarme, dispõem de um número variado de zonas – conforme a
capacidade do equipamento.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF4. TRANSMISSÃO DE EVENTOS
A transmissão de eventos nada mais é do que o modo em que a central de alarme
manda todos os seus eventos para a central de monitoramento.
Esta transmissão de eventos da central de alarme para a central de monitoramento
pode ser realizada por diferentes meios de comunicação. São eles:
• Linha telefônica.
• Backup celular.
• Rádio Frequência.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
RF4. TRANSMISSÃO DE EVENTOS
Para que o sistema de alarme esteja realmente
seguro é recomendável pela segurança que a
transmissão deve ser feita por no mínimo dois
desses sistemas: Linha telefônica e backup celular.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
CURSO DE FORMAÇÃO DE 
VIGILANTE- ABRIL 2022
AULA 3
MONITORAMENTO DE SEGURANÇA ELETRÔNICA 
CENTRAL DE MONITORAMENTO
• Central de Monitoramento Este serviço consiste em dar
atendimento ao cliente através do telefone, tanto no auxilio
de operação do sistema, como em caso de alarme ou
pânico.
• Os sinais ou eventos de alarme emitidos pelo sistema de
segurança são recebidos pela central de monitoramento
através de uma linha telefônica conectada a um modem,
que por sua vez transmite as informações para um
computador.
CENTRAL DE MONITORAMENTO
• Quando um alarme chega na central de
monitoramento, imediatamente o operador
recebe na tela do monitor uma série de
procedimentos que devem ser seguidos passo
a passo.
• Estes procedimentos são individuais e contém
particularidades de cada cliente.
• Outra função da Central de monitoramento é
a realização de testesperiódicos em todos os
clientes, a fim de testar os equipamentos, a
comunicação e os procedimentos.
SENHA E CONTRA – SENHA
• Como sabemos, em um sistema de
alarme a maioria dos
acionamentos são falsos.
• Mas como fazer para diferenciar
um alarme falso de um alarme
verdadeiro?
• O procedimento de senha e contra-
senha serve justamente para isso.
SENHA E CONTRA – SENHA
• Quando um alarme é recebido pela central
de monitoramento, imediatamente o
operador liga para o cliente e lhe faz uma
pergunta (que já foi definida previamente),
se a resposta do cliente for a correta, o
operador se apresenta e relata o ocorrido,
se a resposta não for correta, o operador
seguirá os procedimentos pré-definidos
para uma situação de alarme real.
FICHA DE PROCEDIMENTOS
• A ficha de procedimento é o item mais importante
para a central de monitoramento, pois é nela que
são preenchidos todos os dados do cliente, tais
como: endereço, ponto de referência, telefones
úteis, senha e contra senha, etc.
• Todos esses dados irão abastecer o software do
computador da Central de monitoramento.
• A ficha deve se preenchida pela pessoa
responsável do local, pois contém informações
importantes e restritas para serem utilizadas em
caso de alarme e ou acionamento do botão de
pânico. É imprescindível o total preenchimento
desta ficha.
TIPOS DE MONITORAMENTO
• SIMPLES: No caso de
alarme, o operador entra
em contato no local
através dos telefones
registrados, realiza o
procedimento de senha e
contra-senha, e se
necessário entra em
contato com a policia pelo
telefone 190.
TIPOS DE 
MONITORAMENTO
• ESPECIAL: Neste tipo de
prestação de serviço o
procedimento obedece à mesma
rotina do monitoramento simples,
com a diferença de que em caso
de alarme real, uma viatura da
empresa de monitoramento se
desloca até o local do alarme para
fazer acompanhamento e
fornecer informações à central de
monitoramento.
TIPOS DE MONITORAMENTO
• Ronda diária: Este tipo de monitoramento obedece
à mesma rotina do monitoramento especial e
acrescenta o procedimento de ronda.
• Estas rondas diárias são feitas segundo os critérios
das empresas de monitoramento, optando por
varias vezes ao dia pelo período de 24 horas ou por
“Serviço de Fechamento”, que consiste na presença
da Ronda na chegada e saída do responsável pelo
local.
• Todas as rondas realizadas são registradas através
de um bastão de ronda, e ao fim do mês é
apresentado um relatório ao cliente.
COMO FUNCIONAM OS SERVIÇOS DE 
MONITORAMENTO INTELIGENTE?
Os sistemas de monitoramento 
inteligente funcionam captando 
imagem e som dos ambientes 
monitorados e enviando os dados 
para um software analítico, que 
interpreta as informações em busca 
de ocorrências ou não 
conformidades. 
O sistema detecta automaticamente 
eventos que possam surgir, tais 
como: invasão de perímetro, 
aglomeração de pessoas, abandono 
de objetos, corridas repentinas no 
ambiente e diversos outros 
comportamentos fora do padrão.
COMO FUNCIONAM OS SERVIÇOS DE 
MONITORAMENTO INTELIGENTE?
• O ALARME FOI ACIONADO:
• Quando isso acontece, o software emite um alerta para a equipe
de monitoramento, que começa a acompanhar a ocorrência em
tempo real e avaliar qual ação deve ser tomada.
• Essa otimização é essencial para que as equipes envolvidas na
segurança possam ter tempo hábil para a tomada de decisão e
inibição da ocorrência.
MONITORAMENTO DE EVENTO 
Existe uma diferença considerável entre monitorar imagens e monitorar eventos. 
O primeiro caso é bastante comum em ambientes monitorados por sistemas sem 
inteligência e que não possuem sensores ou analíticos de vídeo. Isso gera a 
necessidade de observação constante das telas de monitoramento em busca de 
qualquer situação fora da conformidade, deixando a atividade dos operadores 
bastante cansativa e, por vezes, improdutiva e ineficaz.
MONITORAMENTO DE EVENTO 
• A tecnologia de análise de vídeo inteligente
quebra esse modelo de monitoramento e
traz o foco na detecção de eventos.
• Assim, o operador passa a olhar para
imagem quando uma ocorrência acontece,
ao invés da observação ininterrupta e
cansativa.
• Apenas quando o alerta é gerado na
central, os operadores entram em ação
para averiguar a imagem.
PLANO DE AÇÃO PARA CADA OCORRÊNCIA
• O trabalho eficaz de vigilância por 
videomonitoramento não acaba quando uma 
ocorrência é detectada. Afinal, do que 
adianta ver o que acontece em seu negócio 
mas não conseguir solucionar da maneira 
correta?
• Para garantir a proteção completa de um 
local, o ideal é tratar as situações 
necessárias após observar sua existência. 
• Para que isso ocorra, a empresa deve 
montar, juntamente ao cliente, um plano de 
ações padrão a serem tomadas após a 
identificação de cada evento específico. 
CONTROLE ELETRONICO DE 
RONDAS 
CURSO FORMAÇÃO DE VIGILANTE
NOÇÕES DE SEGURANÇA ELETRONICA
AULA 4
RONDA DOS VIGILANTES
• O conceito da ronda está calcada na
mobilidade dos recursos humanos
empregados na segurança,
constituindo-se num processo
administrativo pelo qual os
vigilantes/rondantes da segurança
patrimonial circulam pelas instalações
do posto de serviço numa rotina de
fiscalização e inspeções periódicas.
RONDA DOS VIGILANTES
O PONTO DE PARTIDA PARA 
IMPLEMENTAÇÃO DO SERVIÇO DE RONDAS 
É A DEFINIÇÃO DOS TRAJETOS E 
DISTRIBUIÇÃO DOS PONTOS DE CONTROLE, 
GERALMENTE CONHECIDOS COMO PONTOS 
DE RISCOS - EX. PORTARIA, CAIXA D'ÁGUA, 
ESTACIONAMENTO, PERÍMETRO, 
GARAGENS, ALMOXARIFADO, DEPÓSITO, 
HALL DOS ANDARES, ETC). 
POR ESSES PONTOS O RODANTE PASSARÁ 
PARA REALIZAR SUAS ROTINAS DE 
VERIFICAÇÕES E INSPEÇÕES
CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDAS
TRATA-SE DA EXECUÇÃO DAS TAREFAS DE 
RONDA, MONITORADAS POR UM 
COLETOR DE DADOS ELETRÔNICO 
EXTREMAMENTE ROBUSTO, CONHECIDO 
COMO BASTÃO DE RONDAS QUE ESTARÁ 
EM PODER DO RONDANTE
AO LONGO DO TRAJETO DA RONDA, SÃO 
DEFINIDOS PONTOS DE CHECAGEM, ONDE SÃO 
AFIXADOS "BOTÕES/CHIPS" NOS QUAIS O 
RONDANDO ENCOSTARÁ O BASTÃO PARA REGISTRO 
DE SUA PASSAGEM PELO LOCAL, DA HORA EM QUE 
ESTEVE LÁ E, ATRAVÉS DE UMA CARTELA COM 
EVENTOS PROGRAMADOS, PODERÁ REGISTRAR 
TAMBÉM OCORRÊNCIAS ASSOCIADAS A ESTES 
LOCAIS.
CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDAS
• Os relatórios com os dados registrados podem ser totalizados e
analisados em base semanal e consolidados ao final de cada mês,
formando assim uma base estatística ao longo do tempo, muito
poderosa para acompanhamento da situação de segurança do local a
ser protegido.
BASTÃO DE RONDA
• Com o passar do tempo, os sistemas
mecânicos, de fiscalização dos serviços
dos vigilantes, foram substituídos pelos
sistemas eletrônicos (bastões de
ronda), que permitem um maior nível
de controle, mais agilidade, com um
mínimo de risco de fraudes, e
principalmente, trazendo esta atividade
para a era da informática.
BASTÃO DE 
RONDA 
• Na seção anterior foram definidas as atividades de
ronda, agora se faz necessária a apresentação do
sistema de proteção conhecido como “bastão de
ronda”.
• O bastão de ronda é um sistema de proteção,
extremamente robusto, utilizado pelos vigilantes e
supervisores, para o controle eletrônico da
execução de suas tarefas de ronda.
BASTÃO DE RONDA
• Do ponto de vista técnico,
o bastão de rondas é um
coletor eletrônico de
dados, com a função
específica de registrar os
dados das atividades de
rondas.
O QUE É O BUTTON 
• O “button” é um circuito eletrônico (chip),
com um número de série único gravado a
laser e encapsulado num invólucro de aço
inox.
• Além da alta resistência mecânica, ele não
necessita de alimentação elétrica, podendo
ser instalado em qualquer ambiente,
incluindo os ambientes hostis, com poeira,
chuva, lama, campos eletromagnéticos, etc.
CONTROLE DO BUTTON 
• Para a implantação do controle
eletrônico de ronda, ao longo do trajeto
da ronda, devem ser definidos pontos
de checagem/controle, onde são
afixados os “botões” nos quais o
vigilante deverá fazer contato com o
bastão toda vez que passar pelo ponto.
• Ao encostar o bastão no button, será
gravada a identificação (númerode
série), juntamente com o registro de
data e hora.
ORIENTAÇÕES DE USO PARA O SUPERVISOR 
• Com a operação de contato
bastão/button, serão registradas a
passagem do vigilante pelo local, a hora
em que ele esteve lá e, por meio de uma
cartela com eventos programados
poderá registrar ocorrências associadas
a esses locais.
ORIENTAÇÕES DE USO PARA O SUPERVISOR 
• Com a transferência dos dados do bastão
para um computador, através de uma
interface conectada a ele, e com a emissão
dos relatórios sobre as rondas, o sistema de
ronda permitirá à supervisão acompanhar e
demonstrar quando e onde o vigilante
esteve em cada momento no cumprimento
de suas atribuições e quais eventos foram
registrados; traduzindo-se, assim, tal
sistema numa ferramenta poderosa para o
aumento da qualidade do serviço e da
segurança do local.
COMO FUNCIONA A CHECAGEM DOS DADOS 
Nos relatórios emitidos pelo sistema são contabilizados os pontos pelos 
quais o rondante passa, incluindo datas e horários, período em que 
algumas funções são executadas, e a freqüência de determinado evento. 
Do mesmo modo, é registrado o número específico de rondas conduzidas 
em cada trajeto, quem as fez, a posição de cada ponto de ronda e o 
horário em que o vigilante/rondante passou no ponto de controle. 
Tais relatórios, com os dados registrados, podem ser totalizados e 
analisados, em base semanal, e consolidados ao final de cada mês, 
formando, assim, uma base estatística ao longo do tempo.
O FUNCIONAMENTO DA RONDA 
ELETRÔNICA É BASTANTE SIMPLES
1. Instale os pontos de 
verificação nos locais que 
devem ser visitados pelo 
vigilante;
2. No software, programe 
como você deseja que a 
ronda seja feita, 
informando horários, 
frequências, e pontos a 
serem visitados;
3. Oriente o vigilante para 
visitar os pontos de 
verificação conforme foi 
programado no software
;
4. Após o vigilante ter 
trabalhado, descarregue as 
informações no software. A 
periodicidade da descarga 
é de acordo com a sua 
conveniência.
5. Confira os relatórios e 
veja em detalhes as rondas 
realizadas pelo vigilante, 
bem como as falhas na sua 
execução caso as mesmas 
tenham acontecido.
RONDA DOS VIGILANTES
• O conceito da ronda está calcada na
mobilidade dos recursos humanos
empregados na segurança,
constituindo-se num processo
administrativo pelo qual os
vigilantes/rondantes da segurança
patrimonial circulam pelas instalações
do posto de serviço numa rotina de
fiscalização e inspeções periódicas.
RONDA DOS VIGILANTES
O PONTO DE PARTIDA PARA 
IMPLEMENTAÇÃO DO SERVIÇO DE RONDAS 
É A DEFINIÇÃO DOS TRAJETOS E 
DISTRIBUIÇÃO DOS PONTOS DE CONTROLE, 
GERALMENTE CONHECIDOS COMO PONTOS 
DE RISCOS - EX. PORTARIA, CAIXA D'ÁGUA, 
ESTACIONAMENTO, PERÍMETRO, 
GARAGENS, ALMOXARIFADO, DEPÓSITO, 
HALL DOS ANDARES, ETC). 
POR ESSES PONTOS O RODANTE PASSARÁ 
PARA REALIZAR SUAS ROTINAS DE 
VERIFICAÇÕES E INSPEÇÕES
CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDAS
TRATA-SE DA EXECUÇÃO DAS TAREFAS DE 
RONDA, MONITORADAS POR UM 
COLETOR DE DADOS ELETRÔNICO 
EXTREMAMENTE ROBUSTO, CONHECIDO 
COMO BASTÃO DE RONDAS QUE ESTARÁ 
EM PODER DO RONDANTE
AO LONGO DO TRAJETO DA RONDA, SÃO 
DEFINIDOS PONTOS DE CHECAGEM, ONDE SÃO 
AFIXADOS "BOTÕES/CHIPS" NOS QUAIS O 
RONDANDO ENCOSTARÁ O BASTÃO PARA REGISTRO 
DE SUA PASSAGEM PELO LOCAL, DA HORA EM QUE 
ESTEVE LÁ E, ATRAVÉS DE UMA CARTELA COM 
EVENTOS PROGRAMADOS, PODERÁ REGISTRAR 
TAMBÉM OCORRÊNCIAS ASSOCIADAS A ESTES 
LOCAIS.
CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDAS
• Os relatórios com os dados registrados podem ser totalizados e
analisados em base semanal e consolidados ao final de cada mês,
formando assim uma base estatística ao longo do tempo, muito
poderosa para acompanhamento da situação de segurança do local a
ser protegido.
BASTÃO DE RONDA
• Com o passar do tempo, os sistemas
mecânicos, de fiscalização dos serviços
dos vigilantes, foram substituídos pelos
sistemas eletrônicos (bastões de
ronda), que permitem um maior nível
de controle, mais agilidade, com um
mínimo de risco de fraudes, e
principalmente, trazendo esta atividade
para a era da informática.
BASTÃO DE RONDA
• Do ponto de vista técnico,
o bastão de rondas é um
coletor eletrônico de
dados, com a função
específica de registrar os
dados das atividades de
rondas.
O QUE É O BUTTON 
• O “button” é um circuito eletrônico (chip),
com um número de série único gravado a
laser e encapsulado num invólucro de aço
inox.
• Além da alta resistência mecânica, ele não
necessita de alimentação elétrica, podendo
ser instalado em qualquer ambiente,
incluindo os ambientes hostis, com poeira,
chuva, lama, campos eletromagnéticos, etc.
CONTROLE DO BUTTON 
• Para a implantação do controle
eletrônico de ronda, ao longo do trajeto
da ronda, devem ser definidos pontos
de checagem/controle, onde são
afixados os “botões” nos quais o
vigilante deverá fazer contato com o
bastão toda vez que passar pelo ponto.
• Ao encostar o bastão no button, será
gravada a identificação (número de
série), juntamente com o registro de
data e hora.
ORIENTAÇÕES DE USO PARA O SUPERVISOR 
• Com a operação de contato
bastão/button, serão registradas a
passagem do vigilante pelo local, a hora
em que ele esteve lá e, por meio de uma
cartela com eventos programados
poderá registrar ocorrências associadas
a esses locais.
ORIENTAÇÕES DE USO PARA O SUPERVISOR 
• Com a transferência dos dados do bastão
para um computador, através de uma
interface conectada a ele, e com a emissão
dos relatórios sobre as rondas, o sistema de
ronda permitirá à supervisão acompanhar e
demonstrar quando e onde o vigilante
esteve em cada momento no cumprimento
de suas atribuições e quais eventos foram
registrados; traduzindo-se, assim, tal
sistema numa ferramenta poderosa para o
aumento da qualidade do serviço e da
segurança do local.
COMO FUNCIONA A CHECAGEM DOS DADOS 
Nos relatórios emitidos pelo sistema são contabilizados os pontos pelos 
quais o rondante passa, incluindo datas e horários, período em que 
algumas funções são executadas, e a freqüência de determinado evento. 
Do mesmo modo, é registrado o número específico de rondas conduzidas 
em cada trajeto, quem as fez, a posição de cada ponto de ronda e o 
horário em que o vigilante/rondante passou no ponto de controle. 
Tais relatórios, com os dados registrados, podem ser totalizados e 
analisados, em base semanal, e consolidados ao final de cada mês, 
formando, assim, uma base estatística ao longo do tempo.
O FUNCIONAMENTO DA RONDA 
ELETRÔNICA É BASTANTE SIMPLES
1. Instale os pontos de 
verificação nos locais que 
devem ser visitados pelo 
vigilante;
2. No software, programe 
como você deseja que a 
ronda seja feita, 
informando horários, 
frequências, e pontos a 
serem visitados;
3. Oriente o vigilante para 
visitar os pontos de 
verificação conforme foi 
programado no software
;
4. Após o vigilante ter 
trabalhado, descarregue as 
informações no software. A 
periodicidade da descarga 
é de acordo com a sua 
conveniência.
5. Confira os relatórios e 
veja em detalhes as rondas 
realizadas pelo vigilante, 
bem como as falhas na sua 
execução caso as mesmas 
tenham acontecido.
RONDA DOS VIGILANTES
• O conceito da ronda está calcada na
mobilidade dos recursos humanos
empregados na segurança,
constituindo-se num processo
administrativo pelo qual os
vigilantes/rondantes da segurança
patrimonial circulam pelas instalações
do posto de serviço numa rotina de
fiscalização e inspeções periódicas.
RONDA DOS VIGILANTES
O PONTO DE PARTIDA PARA 
IMPLEMENTAÇÃO DO SERVIÇO DE RONDAS 
É A DEFINIÇÃO DOS TRAJETOS E 
DISTRIBUIÇÃO DOS PONTOS DE CONTROLE, 
GERALMENTE CONHECIDOS COMO PONTOS 
DE RISCOS - EX. PORTARIA, CAIXA D'ÁGUA, 
ESTACIONAMENTO, PERÍMETRO, 
GARAGENS, ALMOXARIFADO, DEPÓSITO, 
HALL DOS ANDARES, ETC). 
POR ESSES PONTOS O RODANTE PASSARÁ 
PARA REALIZAR SUAS ROTINAS DE 
VERIFICAÇÕES E INSPEÇÕES
CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDAS
TRATA-SE DA EXECUÇÃO DAS TAREFAS DE 
RONDA, MONITORADAS POR UM 
COLETOR DE DADOS ELETRÔNICO 
EXTREMAMENTE ROBUSTO,CONHECIDO 
COMO BASTÃO DE RONDAS QUE ESTARÁ 
EM PODER DO RONDANTE
AO LONGO DO TRAJETO DA RONDA, SÃO 
DEFINIDOS PONTOS DE CHECAGEM, ONDE SÃO 
AFIXADOS "BOTÕES/CHIPS" NOS QUAIS O 
RONDANDO ENCOSTARÁ O BASTÃO PARA REGISTRO 
DE SUA PASSAGEM PELO LOCAL, DA HORA EM QUE 
ESTEVE LÁ E, ATRAVÉS DE UMA CARTELA COM 
EVENTOS PROGRAMADOS, PODERÁ REGISTRAR 
TAMBÉM OCORRÊNCIAS ASSOCIADAS A ESTES 
LOCAIS.
CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDAS
• Os relatórios com os dados registrados podem ser totalizados e
analisados em base semanal e consolidados ao final de cada mês,
formando assim uma base estatística ao longo do tempo, muito
poderosa para acompanhamento da situação de segurança do local a
ser protegido.
BASTÃO DE RONDA
• Com o passar do tempo, os sistemas
mecânicos, de fiscalização dos serviços
dos vigilantes, foram substituídos pelos
sistemas eletrônicos (bastões de
ronda), que permitem um maior nível
de controle, mais agilidade, com um
mínimo de risco de fraudes, e
principalmente, trazendo esta atividade
para a era da informática.
CONTROLE DO BUTTON 
• Para a implantação do controle
eletrônico de ronda, ao longo do trajeto
da ronda, devem ser definidos pontos
de checagem/controle, onde são
afixados os “botões” nos quais o
vigilante deverá fazer contato com o
bastão toda vez que passar pelo ponto.
• Ao encostar o bastão no button, será
gravada a identificação (número de
série), juntamente com o registro de
data e hora.
ORIENTAÇÕES DE USO PARA O SUPERVISOR 
• Com a operação de contato
bastão/button, serão registradas a
passagem do vigilante pelo local, a hora
em que ele esteve lá e, por meio de uma
cartela com eventos programados
poderá registrar ocorrências associadas
a esses locais.
O FUNCIONAMENTO DA RONDA 
ELETRÔNICA É BASTANTE SIMPLES
1. Instale os pontos de 
verificação nos locais que 
devem ser visitados pelo 
vigilante;
2. No software, programe 
como você deseja que a 
ronda seja feita, 
informando horários, 
frequências, e pontos a 
serem visitados;
3. Oriente o vigilante para 
visitar os pontos de 
verificação conforme foi 
programado no software
;
4. Após o vigilante ter 
trabalhado, descarregue as 
informações no software. A 
periodicidade da descarga 
é de acordo com a sua 
conveniência.
5. Confira os relatórios e 
veja em detalhes as rondas 
realizadas pelo vigilante, 
bem como as falhas na sua 
execução caso as mesmas 
tenham acontecido.
Nosso muito obrigado.
Pajeu Academia de Formação de Vigilantes
87 9-9955-0576
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	Slide 1: CURSO DE FORMAÇÃO DE VIGILANTES 
	Slide 2: QUAL A IMPORTANCIA DA SEGURANÇA ELETRONICA 
	Slide 3: NOÇÕES DE SEGURANÇA ELETRÔNICA: O QUE PRECISO SABER?
	Slide 4: OBJETIVOS DA SEGURANÇA ELETRÔNICA INIBIR A AÇÃO DOS CRIMINOSOS - DETECTAR - COMUNICAR 
	Slide 5: OBJETIVOS DA SEGURANÇA ELETRÔNICA
	Slide 6: OBJETIVOS DA SEGURANÇA ELETRÔNICA
	Slide 7: QUAIS AS TECNOLOGIAS UTLIZADAS NA SEGURANÇA ELETRÔNICA
	Slide 8: QUAIS AS TECNOLOGIAS UTLIZADAS NA SEGURANÇA ELETRONICA
	Slide 9: QUAIS AS TECNOLOGIAS UTLIZADAS NA SEGURANÇA ELETRONICA
	Slide 10: COMO SE ESTRUTURA UM SISTEMA DE ALARME
	Slide 11: BOTÃO DE PÂNICO 
	Slide 12: BOTÃO DE PÂNICO/COMO FUNCIONA O SISTEMA DE PÂNICO? 
	Slide 13: BOTÃO DE PÂNICO 
	Slide 14: CANCELA ELETRÔNICA
	Slide 15: CONTROLE DE ACESSO VEICULAR
	Slide 16: CONTROLE DE ACESSO VEICULAR
	Slide 17: CONTROLE DE ACESSO VEICULAR
	Slide 18: CONTROLE DE ACESSO VEICULAR
	Slide 19: QUAL MELHOR LOCAL PARA INSTALAR A SEGURANÇA ELETRONICA ?
	Slide 20: EQUIPAMENTOS ELETRONICOS
	Slide 21: 1. SISTEMA DE ALARME 
	Slide 22: SENSOR INFRA VERMELHO PASSIVO:
	Slide 23: SENSOR INFRA VERMELHO PASSIVO:
	Slide 24: SENSOR INFRA VERMELHO PASSIVO:
	Slide 25: SENSOR INFRA VERMELHO PASSIVO DUAL: 
	Slide 26: SENSOR INFRA VERMELHO PASSIVO PET IMUNET
	Slide 27: SENSOR MAGNÉTICO:
	Slide 28: CERCA PULSATIVA (CERCA ELÉTRICA): 
	Slide 29: Botão de Pânico fixo: 
	Slide 30: BOTÃO DE PÂNICO MÓVEL: 
	Slide 31: RECEPTOR DE SINAIS:
	Slide 32: SIRENE ELETRÔNICA: 
	Slide 33: SENSOR DE FUMAÇA:
	Slide 34: SENSOR DE TEMPERATURA:
	Slide 35: SENSOR DE QUEBRA DE VIDRO: 
	Slide 36: CENTRAL DE ALARME: 
	Slide 37: PAINEL DE CONTROLE (TECLADO):
	Slide 38: O QUE É ZONEAMENTO 
	Slide 39: O QUE É ZONEAMENTO 
	Slide 40: 4. TRANSMISSÃO DE EVENTOS
	Slide 41: 4. TRANSMISSÃO DE EVENTOS
	Slide 42: CURSO DE FORMAÇÃO DE VIGILANTE- ABRIL 2022
	Slide 43: CENTRAL DE MONITORAMENTO
	Slide 44: CENTRAL DE MONITORAMENTO
	Slide 45: SENHA E CONTRA – SENHA
	Slide 46: SENHA E CONTRA – SENHA
	Slide 47: FICHA DE PROCEDIMENTOS
	Slide 48: TIPOS DE MONITORAMENTO
	Slide 49: TIPOS DE MONITORAMENTO
	Slide 50: TIPOS DE MONITORAMENTO
	Slide 51: COMO FUNCIONAM OS SERVIÇOS DE MONITORAMENTO INTELIGENTE?
	Slide 52: COMO FUNCIONAM OS SERVIÇOS DE MONITORAMENTO INTELIGENTE?
	Slide 53: MONITORAMENTO DE EVENTO 
	Slide 54: MONITORAMENTO DE EVENTO 
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	Slide 56: CONTROLE ELETRONICO DE RONDAS 
	Slide 57: RONDA DOS VIGILANTES
	Slide 58: RONDA DOS VIGILANTES
	Slide 59: CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDAS  
	Slide 60: CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDAS  
	Slide 61: BASTÃO DE RONDA
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	Slide 64: O QUE É O BUTTON 
	Slide 65: CONTROLE DO BUTTON 
	Slide 66: ORIENTAÇÕES DE USO PARA O SUPERVISOR 
	Slide 67: ORIENTAÇÕES DE USO PARA O SUPERVISOR 
	Slide 68: COMO FUNCIONA A CHECAGEM DOS DADOS 
	Slide 69: O FUNCIONAMENTO DA RONDA ELETRÔNICA É BASTANTE SIMPLES
	Slide 70: RONDA DOS VIGILANTES
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