Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Aula 15
Edificações p/ Perito Polícia Federal (Engenharia Civil) - Com videoaulas
Professor: Marcus Campiteli
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 1 de 68 
 
AULA 15: Instalações Especiais 
 
SUMÁRIO PÁGINA 
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES 2 
1. COMBATE À INCÊNDIO 3 
2. VENTILAÇÃO, EXAUSTÃO E 
CONDICIONAMENTO DE AR 
14 
3. INSTALAÇÕES DE GÁS 25 
4. INSTALAÇÕES DE AR COMPRIMIDO 41 
5. INSTALAÇÕES PARA VÁCUO 44 
6. INSTALAÇÕES DE PROTEÇÃO E VIGILÂNCIA 44 
7. QUESTÕES APRESENTADAS NA AULA 50 
8. GABARITO 57 
9. BIBLIOGRAFIA 57 
 
Olá pessoal, 
Apresento a aula 15, de Instalações Especiais. 
A parte de Combate à Incêndio, Ventilação, Exaustão e 
Condicionamento de Ar, é de autoria do Professor Diego Souza. 
As questões são comentadas em conjunto com a teoria de 
forma a complementá-la. Quase a totalidade é do Cespe, tendo em 
vista eu não ter encontrado esses assuntos nas outras bancas. 
Boa sorte a todos ! 
 
 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 2 de 68 
 
1 – COMBATE À INCÊNDIO 
 
 Começo essa parte da aula com a figura do reservatório 
superior de uma edificação com sistema de proteção contra incêndio. 
Nessa figura, é possível observar a reserva técnica de incêndio, ela 
corresponde por norma a 20% do volume total do reservatório. Essa 
parte sempre estará cheia, mesmo que acabe a água de distribuição 
a reserva não poderá ser utilizada. Para garantir esse nível mínimo da 
reserva técnica a tubulação que saí para o barrilete de distribuição 
encontra-se acima desse nível, assim em caso de incêndio haverá 
esse volume da reserva mais o volume de água que estava no 
reservatório para distribuição. 
 
 Um princípio desse tipo de sistema é que desde o barrilete até 
as colunas e ramais de distribuição de água, a independência do 
sistema de distribuição de água e o sistema de combate a incêndio. 
Lembrando que por norma a tubulação do sistema de distribuição de 
água deve ser pintada de verde e a tubulação do sistema de combate 
a incêndio deve ser pintada de vermelho. 
 
 Na figura abaixo há que se notar que após o barrilete de 
combate a incêndio existe uma válvula de retenção (logo adiante 
explicarei a razão da válvula) e, no caso do barrilete de distribuição, 
não existe essa válvula. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 3 de 68 
 
 
Figura 11 – Esquema de reservatório Superior 
 Importante, tratar nesse tópico, das classificações aplicadas aos 
incêndios, pois pode ser questão de prova. 
 
 Os incêndios se classificam-se em três classes, segundo o 
Federal Fire Conucil: 
 Classe A: incêndios causados que deixam brasa, como os 
à base de celulose (madeiras, lonas, papéis, palhas, serragens, lixos), 
os materiais carbonáceos (carvão e coque), e os materiais a base de 
nitrocelulose (filmes, material fotográfico). 
 Classe B: incêndios causados por óleos minerais 
(petróleo, gasolina, querosene, graxa, verniz, tinta), por óleos 
vegetais(alcoóis, acetona, éter, óleo de linhaça), e por óleos de 
animais (banha, peixe, etc). 
 Classe C: incêndios em equipamentos elétricos (motor, 
transformador, reator), quando eletrificados. Caso contrário serão 
incêndios classe A. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 4 de 68 
 
 Essa classificação é importante para combater o incêndio de 
com o agente extintor mais adequado. A água pode ser usada sem 
restrições para incêndios Classe A e com restrições para as classes B 
e C, no último caso, C, só deve ser utilizada água, após desligamento 
da energia. Além da água, pode se utilizar Espuma (Sulfato de 
alumínio) e Soda ácido para incêndios classe A. Para as classes B e C 
utiliza-se extintores de Anidrido carbônico (fumaça branca, expulsa o 
oxigênio da queima), Tetracloreto de carbono (extingue o fogo por 
ser um vapor mais denso que o ar, abafando o fogo por falta de 
oxigênio), esse último é mais recomendado para os incêndios da 
classe C, por ser um vapor não condutor. 
 
 Classificam-se também as áreas quanto ao perigo de incêndio: 
 Classe I: pequeno risco, como escolas, residências e 
escritórios; 
 Classe II: risco médio ou normal, como oficinas, fábricas, 
armazéns. 
 Classe III: grande risco, como depósitos de combustíveis, 
paióis de munição, refinarias de petróleo. 
 
Para as instalações de Combate a incêndio, a seguinte nomenclatura 
de componentes de combate a incêndio pode ser útil nas provas. 
 
Abrigo - Compartimento destinado ao acondicionamento de 
Mangueiras e seus acessórios 
 
Agente Extintor - É o produto químico, ou não, utilizado para extinção 
do fogo. 
 
Antecâmara - É o recinto que antecede a caixa da escada 
enclausurada à prova de fumaça, podendo ser dos tipos vestíbulo, 
terraço ou balcão. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 5 de 68 
 
 
Armazém de Produtos Acondicionados - Área coberta, ou não, onde 
são armazenados recipientes, tais como: tambores, tonéis, latas, 
baldes, etc., que contenham derivados de petróleo ou álcool. 
 
Aspersor — Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob 
comando para formação de neblina. 
 
Base de Distribuição - Instalação com as facilidades necessárias ao 
recebimento, armazenamento, mistura, embalagens e distribuição de 
derivados de petróleo em urna área de mercado específico. 
 
Bomba de Incêndio - Aparelho hidráulico especial destinado a recalcar 
água no sistema de hidrante 
Bomba “Booster” - Aparelho hidráulico especial destinado a suprir 
deficiência de pressão em uma instalação hidráulica de proteção 
contra incêndios. Obs.: O booster é uma bomba que funciona sem 
reservatório, ela é acoplada diretamente na tubulação aumentando a 
pressão. 
 
Canalização - Rede de canos destinados a conduzir água para 
alimentar os hidrantes de combate a incêndio. 
 
Carreta Extintor - Sobre rodas, com capacidade de no mínimo 20 kg 
de agente extintor, em um único recipiente. 
 
Compartimentação de Área - Isolamento através das paredes 
resistentes a combustão, portas corta-fogo, destinado a evitar ou 
reduzir as probabilidades de propagação do fogo. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 6 de 68 
 
Câmara de Espuma - Dispositivo dotado de selo destinado a conduzir 
a espuma para o interior de tanques de armazenamento do tipo teto 
cônico 
 
Chuveiro Automático - Peça dotada de dispositivo sensível à elevação 
de temperatura e destinado a espargir água sobre a área incendiada, 
quando acionado pelo aumento de temperatura ambiente. 
 
Demanda - Solicitação quantitativa da instalação de hidrantes à fonte 
de alimentação. 
 
Defletor - Dispositivo destinado a dirigir a espuma contra a parede do 
tanque 
Deslizador de Espuma - Dispositivo destinado a facilitar o 
espargimento suave deespuma sobre o liquido armazenado. 
 
Diagrama Isométrico - Desenho em perspectiva, em ângulo de 30º, 
da instalação de hidrantes. 
 
Detector de Incêndio - Dispositivo do funcionamento elétrico que 
reage a um incêndio detectando o calor ou a fumaça e é capaz de 
emitir um sinal elétrico a uma central do alarme. Um detector do 
incêndio pode ser projetado do modo a reagir a um aumento de 
temperatura, ou a presença de fumaça por dispositivo fotoelétrico ou 
de ionização, ou ainda, por um sistema de leitura infravermelha. 
 
Duto de Ventilação – É o espaço no interior da edificação que permite 
a saída, em qualquer pavimento, de gases o fumaça da antecâmara 
da escada para o ar livre, acima da cobertura da edificação. 
 
Elevador de Segurança - Aquele dotado de alimentação elétrica 
independente da chave geral da edificação, chave com duplo 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 7 de 68 
 
comando, automático o manual, no piso de descarga, gerador 
próprio, tendo a caixa envolvida por paredes resistentes ao fogo por 
02 (duas) horas, com as portas abrindo para uma antecâmara. 
 
Escada Enclausurada - Escada que apresenta a caixa envolvida por 
paredes resistentes a 04 (quatro) horas do fogo e separada da área 
comum por porta corta-fogo leve (sem antecâmara e duto do 
venti1ação). 
 
Escada Enclausurada a Prova do Fumaça - É a escada cuja caixa e 
envolvida por paredes e portas resistentes ao fogo o procedida de 
antecâmara e duto de venti1ação, do modo a evitar, em caso do 
incêndio, a penetração do fogo e fumaça. 
 
Esguicho - Dispositivo hidráulico destinado a dar forma, alcance e 
direção ao jato d’água. 
 
Esguicho para Espuma - Equipamento destinado a formar e orientar a 
fluxo da espuma. 
 
Estação Fixa de Emulsionamento - Local onde se localizam bombas, 
proporcionadores, válvulas e tanques do líquido gerador da espuma 
(LGE). 
 
Estação Móvel de Emulsionamento - Veículos especializados para 
transporte do líquido gerador de espuma e o equipamento para seu 
emulsionamento automático com a água. 
 
Espuma Mecânica - Agente extintor, constituída por um aglomerado 
de bolhas, produzido por turbilhonamento de água com um 
concentrado proteínico ou sintético e o ar atmosférico. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 8 de 68 
 
Extintor do Incêndio - Aparelho portátil ou montado sobre rodas, 
destinado ao combate imediato ao incêndio em seu início. 
 
Gasômetro - Local destinado à fabricação do gás e/ou 
engarrafamento e/ou armazenamento. 
 
Gerador de Espuma - Equipamento que se destina a facilitar a 
mistura da solução com o ar para formação de espuma. 
 
 Grampo do Segurança - Grampo metálico solidário a estrutura na 
laje de cobertura para fins do acoplamento de equipamentos de 
salvamento do Corpo de Bombeiros. 
 
Hidrante - Ponto de tomada de água provido de dispositivo de 
manobra (registro) e união de engate rápido 
 
Hidrante de Parede - É o hidrante interno instalado na parede externa 
da edificação. Pode ser usado como hidrante de recalque. 
 
Iluminação de Emergência - Aquela que tem por finalidade auxiliar a 
evacuação da edificação sempre que necessário, devendo entrar em 
funcionamento automático, sempre que houver interrupção de 
suprimento de energia elétrica. 
 
Instalação para Tratamento de Produtos - Aquela onde os produtos 
sofrem modificações por mistura, aquecimento e outros processos. 
 
Isolamento Vertical - Obtido através do afastamento entre vergas e 
peitoris de pavimentos consecutivos ou através de elementos 
construtivos horizontais, solidários com o antipiso, de maneira a 
evitar a propagação de um incêndio de um pavimento para outro. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 9 de 68 
 
Linha de Espuma - Canalização ou linha de mangueiras destinadas a 
conduzir a espuma. 
 
Líquido Gerador de Espuma (LGE) - Concentrado em forma de 
líquidos de origem animal ou sintético, que misturado com água 
forma uma solução que, sofrendo um processo do batimento e 
aeração, produz espuma. 
 
Mangotinho - Tubo flexível de seção indeformável e diâmetro máximo 
de 25 mm. 
 
Monitor - Esguicho montado sobre rodas ou plataforma elevada com 
capacidade mínima de vazão de 800 litros por minuto. 
 
Nebulizador - Bico especial destinado a realizar o resfriamento de 
tanques do armazenamento de derivados do petróleo ou álcool. 
Parque - Área destinada ao armazenamento e transferência de 
produtos onde se situam tanques, armazéns e bombas de 
transferência. 
 
Plataforma de Carregamento - Local onde são carregados a granel, 
caminhões ou vagões tanques. 
 
Porta Corta-fogo - É o conjunto de portas propriamente dito, batente 
e seus acessórios, capaz do impedir ou retardar a propagação do 
fogo, fumaça e gases do um ambiente para outro. 
 
Posto de Serviço - Local onde se localizam tanques de combustíveis e 
bombas de distribuição. 
 
Proporcionador - Equipamento destinado a misturar em quantidades 
proporcionais pré-estabelecidas (água + líquido gerador de espuma). 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 10 de 68 
 
 
Registro de Manobra - Destinado à abertura e fechamento de 
hidrantes. 
 
Registro de Paragem - Dispositivo hidráulico destinado a interromper 
o fluxo de água nas instalações hidráulicas de proteção contra 
incêndios. 
 
Registro de Recalque - Dispositivo hidráulico destinado a permitir a 
introdução de água proveniente de fontes externas na instalação 
hidráulica de proteção contra incêndios instalado em posição que 
assegure a rápida identificação e facilidade de acesso a viaturas do 
Corpo de Bombeiros 
 
Requinte – É o bocal existente na ponta do esguicho do diâmetro 
variável. 
 
Reserva de Incêndio - Quantidade de água reservada especialmente 
para combate a incêndios 
 
Reservatório - Local destinado ao armazenamento de água que irá 
alimentar a instalação hidráulica de proteção contra incêndios 
 
Risco – Compreende as ocupações ou parte delas. 
 
Risco Isolado - São os riscos separados por paredes, dispositivos de 
retardamento da propagação do fogo e afastamentos, dentro dos 
critérios estabelecidos pela Tarifa de Seguro Incêndio do Brasil. 
 
Sinalização - Meios utilizados para indicar aos ocupantes de uma 
edificação, as rotas de fuga e posição dos equipamentos de combate 
a incêndios 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 11 de 68 
 
 
Sistema do Chuveiro Automático - Equipamentos que mediante um 
impulso ocasionado por uma queda de pressão, fluxo de água, 
variação de temperatura, evolução de fumaça, presença de chamas, 
etc, entra em funcionamento sem a interferência do ser humano. 
 
Sistema de Alarme - Conjunto de equipamento destinado a dar um 
aviso sonoro e/ou luminoso da ocorrência de incêndios acionados 
manualmente. 
 
Sistema de Acionamento Manual - Equipamento que, para entrar em 
funcionamento, necessita da interferência do ser humano.Sistema de Detecção - Conjunto de equipamentos destinados a dar 
um aviso sonoro e/ou luminoso da ocorrência de incêndio acionado 
manual e automaticamente pela ação de detectores capazes de 
captar fenômenos físicos da combustão. 
 
Sistema Fixo - Equipamento para proteção de tanques de 
armazenamento do combustível, cujos componentes são fixos, 
permanentemente, desde a estação geradora de espuma ate a 
câmara aplicadora. 
 
Sistema Portátil - Equipamento cujos componentes são transportados 
para o local onde serão utilizados pelos próprios operadores. 
 
Sistema Semifixo - Equipamento destinado à proteção e de tanques 
de armazenamento de combustível, cujos componentes, 
permanentemente fixos, são complementados por equipamentos 
móveis para sua operação. 
Neste tipo do sistema, a tomada de alimentação da 
câmara poderá ser operada através de rede comum de 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 12 de 68 
 
alimentação dos hidrantes, com a interposição de um 
proporcionador de linha tipo especial, pelo sistema “ around the 
pump “ (proporcionador em paralelo ou by—pass), ou ainda 
pela interposição de uma bomba “booster” (em série). 
 
Solução de Espuma - Mistura de água com líquido gerador de 
espuma. 
 
Tambor - Recipiente portátil, cilíndrico, feito em chapa metálica, com 
capacidade máxima de 250 litros. 
 
Tanque do Armazenamento - Reservatório especialmente construído 
para acumulação de petróleo, seus derivados ou ainda de álcool. 
 
Tanque de Serviço - Reservatório especialmente construído para 
operações auxiliares e/ou distribuição de produtos. 
 
Unidade Extintora - Capacidade mínima convencionada do agente 
extintor. 
 
Válvula de Retenção - Dispositivo hidráulico destinado a permitir o 
fluxo de água apenas em um sentido dentro da canalização. 
 
1) (31 – SEAD/PA – 2005) Julgue os itens a seguir, 
relativos a componentes de projetos de instalações de 
proteção contra incêndios. 
I Em um prédio com 10 pavimentos, o barrilete de incêndio 
deve ser separado do barrilete normal do prédio. 
II O registro de manobra é o registro destinado à abertura e 
ao fechamento do hidrante. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 13 de 68 
 
III O registro de paragem é o dispositivo hidráulico destinado 
a permitir a introdução de água na instalação hidráulica de 
prevenção e combate a incêndios. 
IV O aspersor é um dispositivo utilizado nos chuveiros 
automáticos ou sob comando. 
V No que se refere à classificação das áreas quanto ao perigo 
de incêndios, as classificadas na classe I são aquelas de 
grande risco, como, por exemplo, depósitos de combustíveis. 
Estão certos apenas os itens 
A I, II e IV. 
B I, III e V. 
C I, IV e V. 
D II, III e IV. 
E II, III e V. 
 
Resposta: 
I -Segundo consta na bibliografia – Hélio Creder para edifícios com 
quatro ou mais pavimentos é obrigatório um barrilete de incêndio 
inteiramente separado do barrilete normal do prédio. 
II – O registro de manobra é destinado a abrir e fechar o hidrante. 
Ele situa-se no passeio enterrado, junto a base do hidrante de 
passeio. 
III- O registro de paragem é um dispositivo hidráulico destinado a 
interromper o fluxo de água nas instalações hidráulicas de proteção 
contra incêndios. 
IV Aspersor — Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob 
comando para formação de neblina. 
V- Classe I : pequeno risco, como escolas, residências, escritórios, 
etc 
Gabarito: A 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 14 de 68 
 
2) (180 – TCU/2005) Em tubulação que sai de reservatório 
elevado para abastecimento de hidrantes em instalações de 
combate a incêndios, não deve ser instalada válvula de 
retenção, para garantir menor perda de carga. 
 
 Resposta: Pessoal segundo a NBR 13714/2003 – Sistema de 
hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio, o tubo de 
descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de 
hidrantes ou de mangotinhos deve ser provido de: uma válvula de 
gaveta e uma válvula de retenção considerando-se o sentido 
reservatório-sistema. A válvula de retenção deve ter passagem livre, 
sentido reservatório-sistema. 
 A utilização dessa válvula de retenção visa impedir o retorno da 
água ao reservatório quando os bombeiros reabastecerem as colunas 
de água de combate a incêndio do edifício, pois a tubulação de 
incêndio dos edifícios é ligada em uma válvula no passeio do edifício 
e em caso de incêndio, os bombeiros podem ligar um caminhão 
tanque com bomba que vai recalcar mais água na coluna dos 
hidrantes. 
 
Gabarito: Errada 
 
2 – VENTILAÇÃO, EXAUSTÃO e CONDICIONAMENTO DE AR 
 
Iniciemos com as funções dos sistemas de ventilação e exaustão: 
 
promover a circulação de ar condicionado (resfriado ou 
aquecido) para manter conforto humano em ambientes; 
 
remover ar contaminado de ambientes; 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 15 de 68 
 
remover, com auxílio de uma corrente de gás, particulado 
sólido gerado em processos industriais; 
promover a filtragem de ar de ambientes críticos, etc. 
 
 Uma lista dos elementos de um sistema de ventilação 
compreenderia: 
 
Dutos: função de conduzir, confinadamente, os gases de trabalho 
(muitas vezes o ar) 
 
‘dampers’ de controle, as ‘válvulas’ dos sistemas de ventilação, 
podem ser manuais ou automáticos, e são usados para controlar e 
ajustar a vazão do gás de trabalho e mesmo isolar elementos do 
sistema de ventilação, como é o caso dos ‘dampers’ corta-fogo; 
 
filtros, aplicados para remover pó, particulado sólido, contaminantes 
e odor do escoamento de gás; 
 
serpentinas de aquecimento e resfriamento, utilizadas em sistemas 
de condicionamento de ar e refrigeração para manter o ar na 
temperatura de conforto ou em temperatura específica; 
 
abafadores de ruído, aplicados para reduzir o nível de ruído produzido 
pelo ventilador; 
 
caixas de mistura, utilizadas para misturar correntes gasosas diversas 
e garantir a especificação do gás insuflado no ambiente (por 
exemplo, o ar de retorno de um ambiente condicionado e o ar 
externo são misturados na caixa de mistura para garantir uma taxa 
de renovação especificada e manter em nível baixo a concentração de 
contaminantes, CO2, etc); 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 16 de 68 
 
umificadores e desumidificadores, utilizados para controlar a umidade 
do ar insuflado em ambientes. Serpentinas de resfriamento são 
desumidificadores quando operam em temperaturas inferiores ao 
ponto de orvalho, causando a condensação da umidade do gás 
ventilado sobre sua superfície; 
 
caixas de volume variável, utilizadas em sistemas de 
condicionamento de ar, suprem uma vazão variável de ar 
condicionado ao ambiente em resposta a um sinal proveniente de um 
sensor de temperatura; 
 
difusores, instalados na extremidade dos dutos,são os elementos 
responsáveis por distribuir/remover adequadamente o ardos 
ambientes condicionados; 
 
singularidades dos dutos, tais como cotovelos, junções, derivações, 
etc. 
 
3) (36 – SEAD/PA – 2005) Os sistemas de ventilação 
contribuem para a melhoria da qualidade e salubridade do ar 
de ambientes. Nesse contexto, no sistema de distribuição 
cruzada, o ar é insuflado no recinto 
 
A verticalmente, a baixas velocidades, pela parte superior do 
recinto, enquanto que o ar viciado é retirado pela parte 
inferior do recinto. 
B horizontalmente, à meia altura e a saída do ar viciado ocorre 
pela parte superior do recinto, por meio de um exaustor 
especial. 
C horizontalmente, a velocidades elevadas e pela parte 
superior do recinto. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 17 de 68 
 
D verticalmente e o ar viciado é retirado através de pontos 
localizados na parte inferior do recinto. 
E horizontalmente pelo piso, sendo retirado verticalmente, por 
exaustão, pela sua parte superior. 
 
Resposta: 
A – Ventilação cruzada vertical o ar fresco entra pela parte inferior e 
sai o ar quente pela parte superior. Densidade do ar quente mais leve 
sobe! 
B – Não há necessidade de exaustor especial. 
C – Opção correta. 
D – É o inverso. 
E – Pelo piso é ventilação cruzada vertical, a C está mais correta. 
 
Gabarito: C 
 
4) (139 – TCU/2009) Os sistema de ventilação para 
condicionamento de ar do tipo fan-coil pode atender uma 
grande quantidade de ambientes, sendo o ar insuflado e(ou) 
exaurido através de um conjunto complexo de dutos 
interligados ou ramificados. 
 
 Há sistemas de ventilação simples, constituídos pelo ventilador 
somente (os “circuladores de ar”, de teto, de coluna ou de mesa), os 
sistemas formados por um único ventilador e duto de insuflamento ou 
exaustão, ou mesmo um ventilador montado em um gabinete de 
dimensões reduzidas, onde há um filtro e uma sepentina de 
resfriamento ou de aquecimento de ar (o chamado ‘fan-coil’), e 
difusores nas extremidades de dutos de comprimento reduzido”. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 18 de 68 
 
Ar externo
Exterior
Ar insuflado
Ar de retorno
Filtro
Serpentina 
de resfriamento
Vent.
Unidade
'Fan-Coil' 
DamperDifusor
Difusor
Sala
 
Figura 12 – Sistema de ar Fan Coil 
Gabarito: Errada 
 
5) (140 – TCU/2009) O sistema de ventilação para 
condicionamento de ar de volume constante e temperatura 
variável consiste de um único ventilador, instalado de modo a 
propiciar a circulação do ar por apenas um duto de 
insuflamento. 
 
 O sistema de ventilação para condicionamento de ar de volume 
constante e temperatura variável (o volume constante refere-se à 
vazão de ar constante). Tem somente um ventilador instalado, que 
circula o ar e mantém os ambientes com pressão ligeiramente 
superior à atmosférica para evitar infltrações, e vários elementos 
auxiliares. Utiliza dutos de retorno, os quais, em conjunto com os 
dutos de insuflamento, constituem um sistema em circuito ‘quase 
fechado’, pois ‘dampers’ são utilizados para permitir que uma fração 
do ar circulante seja renovado com ar fresco externo. Um sensor de 
temperatura no duto principal de insuflamento para os ambientes 
condicionados alimenta um controlador que atua as válvulas de 
controle de vazão da água gelada na serpentina de resfriamento. 
Desta forma o ar frio (caso dominante no Brasil, onde as regiões que 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 19 de 68 
 
requerem aquecimento restrigem-se a estadosdo sul e alguns do 
sudeste) é insuflado nos ambientes (podem ser vários, como o 
conjunto de salas de um edifício, etc) com a temperatura ajustada 
pela carga térmica instantânea. 
 
Ar de
exaustão
T
Ar de
retorno
Ar
externo
Ar
misturado Ar para
ambientes
Filtro Serpentina de
 resfriamento
Ventilador
Abafador
de ruído
Abafador
de ruído
Damper
D
am
per
D
am
per
Figura 13 - Sistema de ventilação para condicionamento de 
ar: volume constante e temperatura variável 
 
Gabarito: Errada 
 
6) (141 – TCU/2009) O sistema de ventilação para 
condicionamento de ar de volume variável e temperatura 
constante apresenta como principal limitação a incapacidade 
de controle individualizado por ambiente condicionado. 
 
 O sistema de ventilação de volume de ar variável e temperatura 
constante (vazão de ar variável e temperatura de insuflamento 
constante). Utiliza as caixas VAV para insuflar o ar condicionado nos 
ambientes. Note que este sistema permite um controle 
individualizado por ambiente condicionado. As variações da carga 
térmica são compensadas com a variação do volume do ar insuflado 
com temperatura constante. O ‘damper’ na entrada da caixa VAV 
realiza esta operação. Para manter a pressão e a temperatura do ar 
no duto principal constante, a vazão de água gelada da serpentina de 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 20 de 68 
 
resfriamento e a rotação do ventilador são controladas. Um sistema 
como o mostrado pode ter uma centena de VAVs e ambientes. 
 
Ar de
exaustão
Ar de
retorno
Ar
externo
Ar
misturado Ar para
ambientes
Filtro
Serpentina de
 resfriamento
Ventilador
insuflamento
Abafador
de ruído
Abafador
de ruído
Damper
D
am
pe
r
D
am
per
Ventilador
retorno
T
T
T
P
Caixa
VAV
Damper
Caixa
VAV
Difusor
 
Figura 14 - Sistema de ventilação para condicionamento de 
ar: volume variávele temperatura constante 
 
Gabarito: Errada 
 
RESFRIAMENTO 
Ar condicionado do tipo split, chiller e torres de resfriamento 
Um ar condicionado tipo split separa o lado quente e o lado frio 
do sistema da seguinte maneira: 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 21 de 68 
 
 
Figura 15 – Sistema de resfriamento Split 
 
O lado frio, composto de uma válvula de expansão e de um 
evaporador, é colocado dentro de uma câmara ou dentro de outro 
sistema de distribuição de ar. O sistema movimenta uma corrente de 
ar através do evaporador e direciona o ar através do prédio todo, 
usando uma série de dutos. O lado quente, conhecido como a 
unidade condensadora, fica na parte externa do prédio. Na maioria 
das instalações residenciais, a unidade tem esta aparência: 
 
Figura 16 – Unidade Condensadora Split 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 22 de 68 
 
A unidade consiste de um trocador de calor com tubos em 
espiras na forma de um cilindro. Dentro do trocador existe um 
ventilador que sopra ar, um compressor resistente às 
intempéries e um sistema de controle. Esse sistema tem evoluído 
ao longo dos anos, pois tem baixo custo e também promove a 
redução do ruído dentro da casa - porém ocorre um aumento do 
ruído do lado externo. Além do fato de que o lado frio e o lado quente 
estão separados e a capacidade é maior (em função dos trocadores 
de calore os compressores serem maiores), não existe diferença 
entre um sistema do tipo split e um ar condicionado de janela. 
 
Em prédios de escritório, shopping centers, lojas de 
departamento, etc., a unidade condensadora normalmente fica no 
telhado e pode ser bem grande. Porém, também podem existir 
unidades menores no telhado, cada uma conectada para dentro do 
prédio por um sistema de distribuição de ar, que resfria uma zona 
específica do prédio. 
 
Em edificações maiores e particularmente em arranha-céus, o 
uso do sistema de ar condicionado do tipo split acarreta alguns 
problemas. A instalação da tubulação entre o condensador e o 
evaporador excede a limitação da distância (em instalações longas 
existe o problema de lubrificação do compressor) ou a quantidade de 
dutos e sua extensão se tornam difíceis de serem administradas. 
Neste ponto, é preciso considerar um sistema de refrigeração do tipo 
refrigerador com água gelada (chiller). 
 
Em sistemas com chiller, o sistema inteiro é instalado no 
telhado ou atrás do prédio. Ele resfria a água entre 4,4º C e 7,2º C. 
Esta água resfriada é, então, canalizada através de todo o prédio 
para os sistemas de distribuição de ar (fan coil). Não existe limite 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 23 de 68 
 
para uma tubulação de refrigeração do tipo chiller se ela for bem 
isolada. 
 
 
Figura 17 - Chiller 
 
Você pode ver neste diagrama que o ar condicionado (esquerda) é 
completamente normal. O trocador de calor permite que o gás frio 
resfrie a água que corre no prédio. 
 
Figura 18 - Torres de resfriamento 
 
Em todos os sistemas descritos anteriormente, o ar é usado 
para dissipar o calor da serpentina externa (condensador). Em 
sistemas maiores, a eficiência pode ser melhorada de forma 
significativa se usarmos uma torre de resfriamento. Esta torre cria 
uma corrente de água com temperatura mais baixa. Essa água corre 
através de um trocador de calor e resfria a serpentina quente 
(condensador). Este é um sistema mais caro, mas a economia de 
energia pode ser significativa a longo prazo, especialmente em áreas 
de baixa umidade, onde o sistema se paga rapidamente. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 24 de 68 
 
 
Existem torres de resfriamento de todos os tamanhos e tipos. 
Todas elas funcionam da mesma maneira: uma torre de resfriamento 
sopra ar através da corrente de água para que parte da água 
evapore. Geralmente, a água escoa através de uma malha com folhas 
espessas de plástico na forma de colméia. O ar sopra através dessa 
malha em ângulos retos em relação ao fluxo de água. A evaporação 
resfria a corrente de água. Como parte da água é perdida na 
evaporação, a torre de resfriamento deve ter, constantemente, 
adicição de água ao sistema para compensar a diferença. 
 
Figura 19 - Torres de refrigeração 
A quantidade de resfriamento que se pode obter de uma torre 
de resfriamento depende da umidade relativa do ar e da pressão 
barométrica 
 
7) (44 – Fundação Casa/2013 – VUNESP) BTU é a sigla de 
British Thermal Unit, que é uma unidade de 
(A) radiação. 
(B) caloria por m2. 
(C) área. 
(D) temperatura. 
(E) potência. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 25 de 68 
 
 BTU significa Unidade Térmica Britânica, que é uma unidade de 
energia, equivalente a 252,2 calorias. Um BTU é a quantidade de 
energia necessária para elevar a temperatura de uma libra de água 
de 59,5ºF para 60,5ºF, sob pressão constante de uma atmosfera. 
 
Gabarito: E 
 
8) (198 – TCU/2007) A unidade resfriadora de líquido de 
uma unidade de condicionamento de ar do tipo chiller trabalha 
com soluções à base de etileno-glicol. 
 
A unidade de condicionamento Chiller trabalha com solução a base de 
etileno-glicol, o uso do etileno-glicol é prejudicial. 
 
Gabarito: Correta 
 
3) INSTALAÇÕES DE GÁS 
 
3.1 – Introdução 
Esta aula baseia-se na norma NBR 15526 - Redes de 
Distribuição Interna para gases combustíveis em instalações 
residenciais e comerciais – Projeto e Execução. 
Começaremos esta aula com a terminologia adotada nas 
instalações de gás: 
- Aparelhos a gás - aparelhos destinados à utilização do gás 
combustível. 
- Limitador de pressão – dispositivo destinado a limitar a 
pressão da rede a jusante, para que a pressão não ultrapasse os 
limites estabelecidos por projeto, sem interromper o fluxo de gás. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 26 de 68 
 
- Tubo-luva: duto no interior do qual a tubulação de gás é 
instalada. 
- Válvula de Alívio: válvula projetada para reduzir rapidamente 
a pressão, a jusante dela, quando tal pressão excede o valor máximo 
estabelecido, sem interromper o fluxo de gás, podendo estar 
acoplada ao regulador de pressão. 
- Válvula de Bloqueio: válvula instalada com a finalidade de 
interromper o fluxo de gás sempre que não forem atendidos limites 
pré-ajustados. Elas devem ser do tipo esfera, globo e registro de 
macho. Pode ser automática ou manual e por sobrepressão ou 
subpressão. 
 
3.2 – Rede de Distribuição Interna 
 
A norma NBR 15526 traz o seguinte esquema para apresentar a 
rede de distribuição interna de gás: 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 27 de 68 
 
A pressão máxima da rede de distribuição interna deve ser 150 
kPa. Dentro das unidades habitacionais, ela deve ser limitada a 7,5 
kPa. 
Para a execução da rede de distribuição interna são admitidos: 
- tubos de condução aço-carbono, com ou sem costura, API 5-L 
grau A, com espessura mínima correspondente a Schedulle 40; 
- tubos de condução de cobre rígido; sem costura, com 
espessura mínima de 0,8 mm; 
- tubo de condução de cobre flexível, sem costura, classes 2 ou 
3; 
- tubo de condução de polietileno (PE80 ou PE100), para redes 
enterradas, somente em trechos enterrados e externos às projeções 
horizontais das edificações. 
As interligações das ramificações executadas com tubo de aço-
carbono serão feitas com emprego de roscas, flanges, soldas oxi-
acetilênicas e soldas elétricas. 
A tubulação de gás embutida deve ser envolta por revestimento 
maciço e sem vazios. 
A tubulação de rede de distribuição interna enterrada, quando 
metálica, deve obedecer ao afastamento mínimo de 5 m da entrada 
de energia elétrica (classe 15 kV ou superior) e seus elementos 
(malhas de terra de pára-raios, subestações, postes, estruturas etc). 
Na impossibilidade disso, medidas mitigatórias devem ser 
implantadas. 
Para a execução das conexões são admitidas: 
- conexões de aço forjado; 
- conexões de ferro fundido maleável; 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 28 de 68 
 
- conexões de cobre e ligas de cobre para acoplamento soldado 
ou roscado dos tubos de cobre;- conexões com terminais de compressão para uso com tubos 
de cobre; 
- conexões de PE para redes enterradas; 
- conexões para transição entre tubos PE e tubos metálicos, 
para rede enterradas; 
- conexões de ferro fundido maleável com terminais de 
compressão para uso com tubos PE, ou transição entre tubos PE e 
tubos metálicos, para redes enterradas. 
9) (43 – SEGAS/2013 – FCC) Em garagens e área comuns 
de edifícios comerciais e residenciais, a tubulação de gás 
natural deve ser fixada como uma rede aérea. Para a 
manutenção da rede interna de gás natural será necessária a 
identificação da rede através da pintura da tubulação na cor 
(A) verde. 
(B) vermelha. 
(C) azul. 
(D) amarela. 
(E) branca 
 De acordo com a NBR 13932 – Instalações internas de gás 
liquefeito de petróleo (GLP) – projeto e execução, toda tubulação de 
gás aparente deve ser pintada na cor amarela. 
Gabarito: D 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 29 de 68 
 
10) (38 – TSE/2007 - Cespe) Nas redes para distribuição de 
gases combustíveis, algumas condições gerais são 
fundamentais para o bom funcionamento e a garantia de 
segurança da edificação. Quanto a essas redes, assinale a 
opção correta acerca dos procedimentos para a sua instalação, 
seus componentes e sua utilização. 
A) A instalação de purgadores permite a retirada de CO2 ou 
outros gases não inflamáveis. 
Purgadores são dispositivos automáticos que separam e 
eliminam o condensado das linhas de vapor e dos aparelhos de 
aquecimento. 
Portanto, eles não permitem a retirada de CO2 e outros gases 
não condensados. 
Gabarito: Errada 
B) Os aparelhos deverão ser ligados diretamente à rede 
interna. 
Antes da norma NBR 15526, estava em vigor a norma NBR 
13932, que separava a rede de distribuição interna em Ramal 
Interno, Ramificação Primária e Ramificação Secundária. 
Ramal Interno era o trecho do ramal compreendido entre o 
limite da propriedade e o medidor ou local de sua instalação e a 
Ramificação Secundária compreende o trecho da instalação 
compreendido entre o medidor individual (ou local do medidor 
individual) e os aparelhos de utilização. 
Portanto, os aparelhos, de acordo com a definição da norma 
anterior, não eram ligados diretamente ao ramal interno. 
Segue abaixo o esquema com os ramais e ramificações prediais 
de instalações de gás: 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 30 de 68 
 
 
Onde: 
 
E ainda: 
- F4 – fogão 
- A – aquecedor 
- : registro das instalações internas 
Contudo, a norma atual, NBR 15526, traz o seguinte esquema 
para apresentar a rede de distribuição interna de gás: 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 31 de 68 
 
 
Portanto, atualmente, os aparelhos fazem parte da rede de 
distribuição interna. 
Gabarito Oficial: Errada 
Gabarito Atual: estaria Correta 
C) Para as redes primárias e secundárias, pode-se empregar 
tubos de aço preto, para classe média. 
Essa informação constava na norma NBR 13932, em que, na 
tubulação da rede de distribuição devem ser empregados: 
 a) tubos de condução de aço, com ou sem costura, preto ou 
galvanizado, mínimo classe média (NBR 5580) com conexões de 
ferro fundido maleável, preto ou galvanizado (NBR 6943) em 
acoplamentos roscados NBR 6414 (sistema BSP) ou; 
 b) tubos de condução de aço, com ou sem costura, preto ou 
galvanizado, mínimo classe normal (NBR 5590) com conexões de 
ferro fundido maleável, preto ou galvanizado (NBR 6925) em 
acoplamentos roscados NBR 12912 (sistema NPT). 
 Na norma NBR 15526 não há mais esta informação. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 32 de 68 
 
Gabarito: Correta 
D) A pressão de GLP nas tubulações é controlada por registros 
do tipo com esfera, de fecho rápido. 
A pressão de GLP é controlada por Reguladores de Pressão, que 
reduzem a pressão da rede para valores especificados para cada 
trecho da rede de tubulações. 
De acordo com a NBR 13932, temos que o: 
- Regulador de pressão de primeiro estágio: reduz a pressão do 
GLP, proveniente da central de GLP, para o valor máximo de 150 kPa; 
e 
- Regulador de pressão de segundo estágio: reduz a pressão do 
GLP, proveniente da rede primária, para o valor máximo de 5 kPa. 
Gabarito: Errada 
Gabarito: C 
 
11) (103 – INSS/2008 – Cespe) A norma determina que, em 
uma cozinha, a localização da central de GLP deve ser na parte 
interna, portanto, fora da ação do vento. 
 De acordo com a norma NBR 13523, em uma central de GLP, os 
dispositivos de segurança dos recipientes devem situar-se fora das 
edificações, em atmosfera ventilada e distar no mínimo 1,5 m, 
medido horizontalmente, de qualquer abertura que, nas edificações 
ou no terreno, se situem em nível inferior aos dispositivos de 
segurança. 
Gabarito: Errada 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 33 de 68 
 
12) (74 – CAIXA/2006 – Cespe) No dimensionamento de 
tubulação de gás predial, a vazão de gás independe do 
comprimento da tubulação. 
O dimensionamento das tubulações leva em conta as perdas de 
carga, de modo a garantir a vazão necessária para suprir a 
instalação. 
O cálculo dessas perdas de carga depende do comprimento da 
tubulação, assim como do comprimento equivalente das conexões e 
válvulas. 
Gabarito: Errada 
 
3.3 – Dispositivos de Segurança 
São considerados dispositivos de segurança, entre outros: 
- válvula de alívio 
- válvula de bloqueio automático (por sobrepressão, 
subpressão, ação térmica etc) 
- limitador de pressão 
- reguladores ativo e monitor 
- reguladores de pressão com duplo diafragma 
 
13) (41 – INPI/2006 – Cespe) As instalações prediais de gás 
são constituídas basicamente por reguladores de pressão, 
dispositivos de segurança, medidores de vazão, mangueiras e 
tubos flexíveis. A respeito desses componentes, assinale a 
opção correta. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 34 de 68 
 
A) O regulador de primeiro estágio reduz a pressão da rede de 
distribuição diretamente para a pressão de utilização dos 
equipamentos que fazem uso de baixa pressão. 
De acordo com a norma anterior, NBR 13932: 
O regulador de primeiro estágio é um dispositivo destinado a 
reduzir a pressão do gás, antes de sua entrada na rede primária, 
para o valor de no máximo 150 kPa (1,5 kgf/cm2). 
A rede primária é o trecho da instalação situado entre o 
regulador de primeiro estágio e o regulador de segundo estágio. 
O regulador de segundo estágio ou estágio único é um 
dispositivo destinado a reduzir a pressão do gás, antes de sua 
entrada na rede secundária, para um valor adequado ao 
funcionamento do aparelho de utilização de gás abaixo de 5 kPa 
(0,05 kgf/cm2). 
E a rede secundária é o trecho da instalação situado entre o 
reguladorde segundo estágio ou estágio único e os aparelhos de 
utilização. 
Portanto, era o regulador de segundo estágio que reduz a 
pressão para a utilização dos equipamentos. 
Contudo, na norma atual, NBR 15526, não mais esta 
classificação dos reguladores. 
Gabarito: Errada 
B) O regulador de segundo estágio reduz a pressão da rede 
primária para a pressão de utilização dos equipamentos que 
fazem uso de baixa pressão. 
Conforme vimos acima, o regulador de segundo estágio ou 
estágio único, de acordo com a norma anterior, NBR 13932, reduzia a 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 35 de 68 
 
pressão do gás, antes de sua entrada na rede secundária, para um 
valor adequado ao funcionamento do aparelho de utilização de gás 
abaixo de 5 kPa (0,05 kgf/cm2). 
Gabarito: Correta 
C) O OPSO é um dispositivo de segurança que interrompe o 
fluxo de gás a partir de um valor inferior ao permitido para a 
pressão de saída mínima. 
A Válvula OPSO - Over Pressure Shut Off (bloqueio por 
sobrepressão) é um mecanismo de segurança que é posto após o 
regulador de pressão, em instalações de GLP, e corta o fluxo do gás 
quando a pressão na saída do mesmo ultrapassa um certo limite. 
Portanto, a sua atuação é oposta ao que diz a assertiva. 
Gabarito: Errada 
 
D) O UPSO é um dispositivo de segurança que reduz o fluxo de 
gás a partir de uma pressão de saída superior à máxima 
permitida. 
A Válvula UPSO - Under Pressure Shut Off (bloqueio por 
subpressão) bloqueia a tubulação a jusante quando a pressão neste 
trecho se torna muito baixa ou nula. 
Portanto, a sua atuação é oposta ao que diz a assertiva. 
Gabarito: Errada 
E) A válvula de alívio promove o alívio do gás para a 
atmosfera quando a pressão de saída é superior a 
determinado valor e bloqueia o fluxo de gás. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 36 de 68 
 
A válvula de alívio é uma válvula projetada para reduzir 
rapidamente a pressão a jusante dela, quando tal pressão exceder o 
máximo preestabelecido. Contudo, ela não bloqueia o fluxo de gás. 
Gabarito: Errada 
Gabarito: B 
 
(TJ-CE/2008 – Cespe) Determinados cuidados devem ser 
observados no projeto de uma instalação predial de gás 
natural, para se garantir a segurança da instalação. A respeito 
das características desse tipo de instalação, julgue os 
seguintes itens. 
14) 70 Os abrigos prediais para reguladores de pressão, 
quando instalados em áreas fechadas, devem estar protegidos 
com portas de material incombustível e resistente a choques 
mecânicos. 
De acordo com a NBR 13932, o abrigo deve ser construído de 
material incombustível, de modo a assegurar completa proteção do 
equipamento nele contido contra choques, ação de substâncias 
corrosivas, calor, chama ou outros agentes externos de efeitos 
nocivos previsíveis. 
A norma NBR 15526 só se manifesta acerca da proteção contra 
choques mecânicos, conforme questão anterior. Contudo, por bom 
senso, verificamos que a assertiva continua sendo correta. 
Gabarito: Correta 
15) 71 A tubulação de gás não deve atravessar elementos 
estruturais do prédio, tais como pilares, colunas, vigas e lajes. 
De acordo com a norma 15526, no caso da rede de distribuição 
interna embutida, a tubulação pode atravessar elementos estruturais, 
desde que não exista contato entre a tubulação e estes elementos 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 37 de 68 
 
estruturais, de forma a evitar tensões inerentes à estrutura da 
edificação sobre a tubulação. 
Gabarito: Errada 
16) 72 Quando ocorra passagem da tubulação de gás por 
forros falsos, as tubulações deverão ser envolvidas por dutos 
ou tubos-luva. 
 De acordo com a norma anterior, NBR 13932, a tubulação da 
rede de distribuição não pode passar no interior de qualquer tipo de 
forro falso ou compartimento não ventilado, exceto quando utilizado 
tubo-luva. 
A atual norma, NBR 15526, não se manifesta acerca de forros. 
Contudo, verifica-se que a assertiva continua correta. 
Gabarito: Correta 
 
3.4 - Proibições 
A tubulação da rede de distribuição não pode passar em: 
- dutos de ventilação de ar-condicionado (aquecimento e 
resfriamento); 
- dutos de compartimentos de lixo ou de produtos residuais em 
atividade; 
- dutos de exaustão de produtos de combustão de chaminés; 
- cisternas e reservatórios de águas; 
- compartimento de equipamento elétrico (casa de máquinas, 
subestação); 
- locais que contenham recipientes ou depósitos de 
combustíveis líquidos; 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 38 de 68 
 
- elementos estruturais (lajes, pilares, vigas); 
- espaços confinados que possibilitem o acúmulo de gás 
eventualmente vazado; 
- dormitório (exceto quando para alimentação de instalação de 
aparelho a gás no próprio dormitório); 
- escada enclausurada, inclusive dutos de ventilação da 
antecâmara; 
- poço ou vazio de elevador. 
No caso da rede de distribuição interna embutida, a tubulação 
pode atravessar elementos estruturais, desde que não exista contato 
entre a tubulação e estes elementos estruturais, de forma a evitar 
tensões inerentes à estrutura da edificação sobre a tubulação. 
A tubulação da rede de distribuição interna aparente não deve 
passar por espaços confinados que possibilitem o acúmulo de gás 
eventualmente vazado ou que dificultem inspeção e manutenção, 
salvo se as tubulações passarem pelo interior de dutos ventilados 
(tubo-luva). 
17) (67 – CBMDF/2007 – Cespe) Não há impedimento para 
que colunas de ventilação do esgoto primário recebam 
também a ventilação da instalação de gás. 
 A ventilação das instalações de gás devem ocorrer para áreas 
abertas externas, o que não é o caso das colunas de ventilação do 
esgoto primário. Além disso, o esgoto primário libera gases 
potencialmente inflamáveis, não podendo se misturar aos gases das 
instalações de gás. 
Gabarito: Errada 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 39 de 68 
 
18) (25 – TJPA/2006 – Cespe) Considerando que as 
instalações prediais de gás devem atender às exigências da 
legislação vigente no país, assinale a opção correta. 
A) Para a execução das instalações, é permitido apenas o uso 
de tubulações de condução de aço com ou sem costura, preto 
ou galvanizado. 
De acordo com a NBR 15526, para a execução da rede de 
distribuição interna são admitidos: 
- tubos de condução aço-carbono, com ou sem costura, API 5-L 
grau A, com espessura mínima correspondente a Schedulle 40; 
- tubos de condução de cobre rígido; sem costura, com 
espessura mínima de 0,8 mm; 
- tubo de condução de cobre flexível, sem costura, classes 2 ou 
3; 
- tubo de condução de polietileno (PE80 ou PE100), para redes 
enterradas, somente em trechos enterrados e externos às projeções 
horizontais das edificações. 
As interligações das ramificações executadas com tubo de aço-
carbono serão feitas com emprego de roscas, flanges, soldas oxi-
acetilênicas e soldas elétricas. 
Portanto,o termo “apenas” torna este item errado. 
Gabarito: Errada 
B) As tubulações de condução de gás podem ser embutidas no 
contrapiso. 
De acordo com a NBR 15526, no caso da rede de distribuição 
interna embutida, a tubulação pode atravessar elementos estruturais, 
desde que não exista contato entre a tubulação e estes elementos 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 40 de 68 
 
estruturais, de forma a evitar tensões inerentes à estrutura da 
edificação sobre a tubulação. 
O contrapiso pode transmitir as tensões estruturais da laje para 
a tubulação, aplicando-se a mesma regra do parágrafo acima. 
Gabarito: Correta 
C) É proibido o aterramento da tubulação de condução de gás. 
Na verdade, é proibido o uso da tubulação de gás como 
aterramento e não o aterramento da tubulação de gás. 
Gabarito: Errada 
D) Para o dimensionamento da rede interna, a pressão 
máxima de operação deve ser fixada pela empresa 
fornecedora. 
A pressão máxima de operação é determinada por norma. A 
NBR 15526 fixa que pressão máxima da rede de distribuição interna 
deve ser 150 kPa. Dentro das unidades habitacionais, ela deve ser 
limitada a 7,5 kPa. 
Gabarito: Errada 
Gabarito: B 
 
(PF Regional/2004 – Cespe) As instalações prediais de gás 
devem ser projetadas e executadas atendendo critérios 
rígidos de segurança. Com relação a projetos desse tipo de 
instalação, julgue o item abaixo. 
19) 79) No dimensionamento das canalizações para 
instalações prediais de gás, o diâmetro do cano pode ser 
obtido pela fórmula de Pole, que relaciona a descarga de gás 
com o seu diâmetro e comprimento. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 41 de 68 
 
Exato, a fórmula de Pole é a seguinte: 
Q = 1,49 x [(D5)1/2]/L 
Onde: 
Q – vazão, em m3/h 
D – diâmetro, em cm 
L – comprimento da tubulação, em m 
Conhecendo-se o consumo estimado para os equipamentos e o 
comprimento da tubulação, encontramos o correspondente diâmetro. 
Gabarito: Correta 
20) (85–B – TCE-AC/2009 – Cespe) As instalações 
residenciais e prediais de gás assim como os reguladores de 
pressão devem ser instalados em local aberto, sendo 
desaconselhável, nesse caso, o uso de abrigos. 
De acordo com a NBR 15526, o local de regulagem e medição 
do gás deve: 
- estar no interior ou exterior da edificação que possibilite 
leitura, inspeções, manutenções e intervenções de emergência; 
- estar protegido de possível ação predatória de terceiros; 
- estar protegido contra choques mecânicos, tais como colisão 
de veículos e cargas em movimento; 
- estar protegido contra corrosão e intempéries; 
- ser ventilado de forma a evitar o acúmulo de gás 
eventualmente vazado, levando-se em consideração a densidade do 
gás relativa ao ar; 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 42 de 68 
 
- não apresentar interferência física ou possibilidade de 
vazamento em área de antecâmara e escadas de emergência; 
- não possuir dispositivos que possam produzir chama ou calor 
de forma a afetar ou danificar equipamentos. 
Portanto, o uso de abrigos é aconselhável para atender a estes 
requisitos. 
Gabarito: Errada 
 
4) INSTALAÇÕES DE AR COMPRIMIDO 
 
4.1) Definições 
 
a) Central de Ar Comprimido: Conjunto composto de compressor, 
reservatório, trocadores de calor intermediário e posterior, filtros de 
ar, painel elétrico de comando e outros acessórios, inclusive sistema 
de operação e segurança exigido pelas normas, destinado à geração 
e reservação de ar comprimido, ou um conjunto de cilindros, 
regulador de pressão e acessórios, destinado somente a reservação. 
b) Unidade Completa Unificada: Conjunto completo de 
equipamentos, acessórios, instrumentos de segurança e controle, 
tubulações e fiações, projetado e fornecido pelo fabricante do 
equipamento principal, em condições de utilização imediata e com a 
garantia de desempenho previamente estabelecida. 
c) Limite de Bateria: Limite de fornecimento da Unidade Completa 
Unificada, onde se prevê a interligação com a rede externa do 
conjunto. 
d) Trocador de Calor Intermediário e Posterior: Equipamento 
destinado ao resfriamento de ar comprimido, acoplado a 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 43 de 68 
 
compressores. O resfriamento se realiza pela troca de calor entre o ar 
comprimido e a água em circulação. 
e) Torre de Resfriamento: Equipamento destinado à recuperação 
da água de resfriamento pela troca de calor com o ar exterior. 
f) Ar Exterior: Atmosfera externa à edificação. 
g) Purgador: Equipamento destinado a separar os condensados do 
ar comprimido. 
h) Secador de Ar Comprimido: Equipamento utilizado para a 
secagem do ar comprimido por refrigeração, constituindo um sistema 
de circuito fechado, onde se comprime o fluído refrigerador e, por 
trocas térmicas, se extrai automaticamente a água do ar. 
i) Descarga Livre Efetiva: Quantidade de ar livre descarregada por 
um compressor, corrigida para as condições de pressão, temperatura 
e umidade reinantes no ponto de admissão, sob condições 
atmosféricas locais. 
4.2) Condições Gerais 
Considerar que os materiais básicos recomendados para este 
tipo de instalação são os seguintes: cobre para tubulações de ar 
comprimido para fins medicinais e aço carbono para as demais. 
Evitar tubulações enterradas de ar comprimido, adotando 
tubulações aéreas ou embutidas em canaletas. 
Considerar que nas instalações hospitalares, as tubulações 
internas devem ser embutidas até o ponto de consumo. 
Deve-se verificar a disponibilidade de instalação de água de 
refrigeração e a conveniência da utilização no sistema de ar 
comprimido. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 44 de 68 
 
Nas instalações hospitalares não se deve interligar o 
compressor de anel líquido e a bomba de vácuo de anel líquido no 
mesmo circuito de refrigeração, a fim de evitar contaminação. 
Para o dimensionamento das tubulações de distribuição de ar 
comprimido, recomenda-se obedecer ao seguinte roteiro: 
· determinar a descarga livre efetiva, trecho por trecho; 
· estabelecer o valor da velocidade entre 8 e 10 m/s para 
ramais secundários e entre 6 e 8 m/s para ramais principais; 
· adotar um diâmetro para cada trecho e calcular através de 
formulação adequada as perdas de cargas e velocidades; 
· verificar se as pressões satisfazem às pressões requeridas nos 
pontos de consumo e a necessidade de prever uma reguladora de 
pressão após a central de ar comprimido. 
 
5) INSTALAÇÕES PARA VÁCUO 
 
5.1) Definições 
a) Central de Vácuo: Conjunto composto de bomba de vácuo, 
reservatório, silenciador, painel elétrico de comando e outros 
acessórios, inclusive sistema de proteção e segurança exigido pelas 
Normas, destinado à geração de vácuo. 
b) Unidade Completa Unificada: Conjunto completo de 
equipamentos, acessórios, instrumentos de segurança e controle, 
tubulações e fiações, projetado e fornecido pelo fabricante do 
equipamento principal, em condiçõesde utilização imediata e com a 
garantia de desempenho previamente estabelecido. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 45 de 68 
 
c) Limite de Bateria: Limite de fornecimento da Unidade Completa 
Unificada, onde se prevê a interligação com a rede externa do 
conjunto. 
d) Torre de Resfriamento: Equipamento destinado à recuperação 
da água de resfriamento pela troca de calor com o ar exterior. 
 
6) INSTALAÇÕES DE PROTEÇÃO E VIGILÂNCIA 
 
6.1) Introdução 
 
 O subitem de Instalações de Proteção e Vigilância 
aproxima-se do nosso tema de instalações da Aula 10 de combate a 
incêndios, em especial com relação ao sistema de detecção de 
incêndio. 
 Na parte de Instalações de Vigilância, destaca-se o assunto de 
Instalações de Circuito Fechado de TV – CFTV. 
 Não encontrei questões anteriores sobre esses assuntos, por 
isso, apresento somente uma breve teoria sobre o tema. 
 
 Os principais exemplos de instalação de proteção e vigilância 
são os detectores de incêndio, alarmes e circuitos fechados de TV, 
que podem trabalhar interligados. 
Além disso, a integração do sistema de detecção de incêndios 
com o de segurança pode destravar todas as portas de forma a 
fornecer o caminho mais rápido para a evacuação do edifício no caso 
de emergência. 
Neves (2002) cita outro exemplo relacionado à integração entre 
o CFTV e o sistema de detecção e alarme de incêndio, pelo qual, 
quando se aciona um alarme pelo sistema detector de incêndios, 
pode-se visualizar a ocorrência do incêndio ou também se o alarme é 
falso. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 46 de 68 
 
A mesma autora cita também o sistema de Aquecimento, 
Ventilação e Ar-Condicionado – HVAC, que pode controlar o fluxo de 
ar para impedir a propagação de chamas. 
 
6.2) Detecção e Alarme de Incêndio 
O sistema de detecção e alarme de incêndio será composto dos 
seguintes elementos: 
- detectores e acionadores manuais; 
- painéis centrais e repetidores; 
- fonte de alimentação; 
- rede de distribuição; 
- avisadores. 
O sistema de detecção e alarme desencadeia ações 
complementares, tais como: 
· desligar corrente elétrica; 
· ligar iluminação de emergência; 
· abrir ou fechar portas; 
· acionar gravações orientadoras às pessoas que estão deixando 
a área; 
· acionar o sistema de comando de elevadores; 
· acionar sistemas locais de combate a incêndio; 
· acionar ou desligar quaisquer equipamentos que se deseje; 
· retransmitir o alarme a postos de bombeiros ou outras 
autoridades. 
a) Detectores 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 47 de 68 
 
Os detectores poderão ser: de temperatura, de fumaça, de 
chama, e de gás. 
Os detectores de temperatura reagem à energia calorífica 
desprendida pelo fogo, podendo ser: 
- detectores térmicos - dispositivos que reagem a uma 
determinada temperatura fixa (em geral de 60 ou 80º); 
- detectores termovelocimétricos - dispositivos que reagem 
pela variação da temperatura num determinado tempo. 
Os detectores térmicos deverão ser empregados em locais 
onde haja instalações de máquinas e equipamentos que provoquem 
grandes variações de temperatura instantânea. Os 
termovelocimétricos são empregados nos casos em que as grandes 
variações de temperatura se processem de forma lenta. A 
preferência, todavia, por segurança, deve ser dada ao emprego 
combinado de ambos os sistemas. 
Os detectores de fumaça reagem a uma alta concentração de 
fumaça visível, sendo eficazes somente na detecção de incêndio onde 
haja uma densa produção de fumaça, especialmente nos primeiros 
estágios de combustão. 
O princípio de operação dos detectores de fumaça depende da 
entrada de fumaça em sua câmara. Quando existir uma concentração 
de fumaça suficiente nesta câmara, ocorrerá a operação do detector. 
A área de ação dos detectores de fumaça diminui com o 
aumento do volume de ar trocado em um ambiente. 
Os detectores de chama dividem-se em 3 tipos básicos de 
acordo com a técnica utilizada para a detecção da radiação da 
chama: 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 48 de 68 
 
- detector de chama tremulante - utilizados para detecção 
de chama de luz visível, quando é modulada em uma determinada 
frequência; 
- detector de ultravioleta: utilizados para detecção de 
energia radiante fora da faixa de visão humana, abaixo de 400 Aº 
(nm). 
- detector de infravermelho: utilizados para detecção de 
energia radiante fora da faixa de visão humana e, acima de 700 Aº 
(nm). 
Os detectores de chama deverão ser utilizados em áreas onde o 
fogo alastra-se rapidamente, com pouco ou nenhum estágio 
incipiente como, por exemplo, em salas de equipamentos de força ou 
depósitos de combustível. Estes detectores reagem diretamente às 
radiações emanadas das chamas. 
Em ambientes sujeitos a vazamentos e acumulação de gás ou 
partículas que possam produzir combustão, como cozinhas, locais de 
armazenamento e passagem de tubulações de gás, deverá ser 
prevista a instalação de detectores de gás, interligados aos Painéis 
Centrais do sistema de detecção e alarme de incêndio, de modo a 
originar alarme de vazamento e acumulação, desligamento de 
energia elétrica na área afetada e corte no abastecimento do sistema 
de alimentação de gás. 
Os acionadores manuais são caixas de alarme com tampa de 
vidro que deverá ser quebrada para que se consiga transmitir o 
alarme. Deverão ser posicionados em local visível e de fácil acesso. 
b) Painéis centrais e repetidores 
O painel central indicará o estado de todos os ramais de 
detectores, mantendo o sistema em condições de permanente auto 
verificação, isto é, o próprio equipamento deverá ser capaz de acusar 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 49 de 68 
 
defeitos, tais como fios partidos, curto-circuitos, descargas à terra, 
equipamentos defeituosos, falta de energia elétrica e outros. 
A localização do Painel Central deve ser em área de fácil acesso 
distante de materiais tóxicos e inflamáveis e sob vigilância humana 
constante, como por exemplo, portarias principais, salas de 
bombeiros, salas de pessoal de segurança etc. 
Os ramais de detectores deverão representar subdivisões do 
prédio, indicando claramente a área supervisionada. Um maior 
número de ramais resulta em maior facilidade de operação e permite 
melhor adequação de planos de evacuação ou acionamento de 
portas, sistemas de combate e outros equipamentos. 
Recomenda-se a adoção, de, pelo menos, uma ramal por 
pavimento, ou um ramal por área máxima de 750 m² e um ramal por 
edifício ou edificação isolada, não devendo ser ultrapassados estes 
valores. 
O painel repetidor deverá ser empregado quando se deseja 
retransmitir o alarme a um organismo central, a um posto de 
bombeiros ou outro local, ou ainda para acionar outros sistemas e 
equipamentos. 
O Painel repetidor deve ser instalado em locais onde as 
informações sobre o sistema de detecção sejam necessárias.O local deve ser provido de proteção contra fumaça e fogo. 
6.3) Sistemas de Circuitos Fechados de TV – CFTV 
Para a elaboração do projeto, deve-se determinar, junto ao 
Contratante, as áreas a serem vigiadas, o grau de detalhamento 
desejável para cada área, os pontos ou áreas específicas de vigilância 
constante e o grau de segurança de cada área. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 50 de 68 
 
Deve-se também conhecer e determinar os seguintes 
condicionantes de projeto, para cada área: 
· nível, variação e tipos de iluminação; 
· relação de contraste; 
· condições ambientais; 
· nível médio de reflexão; 
· fontes de ofuscamento; 
· possibilidades de instalação e fixação das câmeras; 
· facilidades de infra-estrutura. 
Além disso, cabe considerar que fontes luminosas ou reflexas, 
de acordo com sua intensidade, poderão inviabilizar o projeto e 
danificar o equipamento. 
 Seguem algumas definições sobre CFTV: 
a) Projeto de Sistema de Circuito Fechado de TV: Conjunto 
de elementos gráficos, como memoriais, desenhos e especificações, 
que visa definir e disciplinar a instalação de receptores, central de 
monitores e rede de distribuição de imagens, de modo a cobrir 
adequadamente as áreas de visualização. 
b) Receptor: Equipamento constituído pelo conjunto 
câmeraobjetiva responsável pela captação e geração da imagem. 
c) Central de Monitores: Conjunto de monitores que recebem 
e reproduzem as imagens geradas pelos receptores, permitindo a 
supervisão das áreas da edificação. 
d) Rede de Distribuição: Conjunto de linhas de transmissão, 
comando, amplificadores de linha e rede de dutos que conecta os 
receptores à central de monitores. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 51 de 68 
 
e) Sensores: Dispositivos acoplados ao sistema de circuito 
fechado de TV, que sinalizam a violação de regiões de segurança, 
bem como interrompem uma seqüência de imagens dos monitores no 
ponto violado, para melhor identificação e possível gravação em 
vídeo (gravador de evento). 
 
7 - INSTALAÇÕES TELEFÔNICAS 
 
 As normas da ABNT que regiam o assunto foram canceladas em 
17/10/2012. Eram elas: 
- NBR 13726/96 – Redes telefônicas internas em prédios – 
Tubulação de entrada telefônica – Projeto; 
- NBR 13727/96 – Redes telefônicas internas em prédios – 
plantas / partes componentes de projeto de tubulação telefônica; 
- NBR 13300/96 – Redes telefônicas internas em prédios – 
terminologia. 
Faz sentido o cancelamento dessas normas, pois, afinal, a 
tecnologia desse setor mudou rapidamente nos últimos anos. 
Atualmente, o serviço de tecnologia é ofertado por empresas de TV a 
cabo, via satélite ou por antenas. 
Mesmo assim, vamos considerar algumas informações gerais 
sobre instalações telefônicas dos livros técnicos que continuam 
válidas, em especial o livro “Técnica de Edificar”, do autor Walid 
Yazigi, e o Manual de Obras Públicas – Edificações – Projeto – 
Práticas da SEAP, exceto regramentos específicos que eram 
determinados por essas normas. 
 
7.1 - Introdução 
 
A tubulação telefônica de uma edificação está dividida 
basicamente em três partes: 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 52 de 68 
 
- Tubulação Secundária 
- Tubulação Primária, que interliga as caixas de distribuição dos 
andares (vertical) 
- Tubulação de Entrada, que interliga a caixa de entrada da 
edificação e a caixa de distribuição geral (do térreo). 
 
7.2 - Previsão de Pontos Telefônicos 
 
Em apartamentos: 
- de até três dormitórios: um ponto telefônico 
- de quatro dormitórios ou mais: dois pontos telefônicos 
- apartamentos populares: um único ponto independente da 
quantidade de dormitórios 
- escritórios: um ponto para cada 10 m2 de área útil 
- lojas: um ponto para cada 50 m2 
 
7.3 - Caixas de Distribuição e de Passagem 
 
- Caixa de Distribuição Geral: para instalação de blocos 
terminais, fios e cabos telefônicos das redes interna e externa da 
edificação. 
- Caixa de Distribuição: para instalação de blocos terminais, fios 
e cabos telefônicos da rede interna. 
- Caixa de Passagem: para passagem de cabos telefônicos. São 
de dois tipos, de acordo com a finalidade: 
- Caixa de Passagem Direta: somente para passagem de 
cabos telefônicos; 
- Caixa de Passagem com Derivação: prevista para 
passagem de cabos telefônicos com emendas. 
As caixas de distribuição geral, de distribuição e de passagem 
são dimensionadas em função do número de pontos telefônicos nelas 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 53 de 68 
 
acumulados, que determinam a capacidade do cabo telefônico que vai 
ser utilizado. 
As caixas não poderão ser localizadas: 
- em halls sociais 
- em áreas que dificultem o acesso a elas 
- embutidas em paredes à prova de fogo 
- atrás de portas. 
Como regra geral, cada caixa de distribuição precisa atender ao 
andar em que estiver localizada, e mais um andar acima e um 
abaixo, salvo a última caixa da prumada, que poderá atender a dois 
andares acima. 
As caixas de distribuição geral, de distribuição e de passagem 
deverão ser instaladas a 1,3 m do seu centro ao piso acabado e 
devidamente niveladas. Essa altura poderá variar de 90 cm a 1,3 m 
quando houver algum impedimento técnico, devido às características 
construtivas do prédio. As portas das caixas telefônicas precisam ter 
aberturas para ventilação. A prancha de madeira deverá ser pintada 
com tinta a óleo ou esmalte semifosco na cor cinza-clara. 
 
7.4 - Tubulação Secundária e Primária 
 
 Tipos de eletrodutos: 
 - rígidos metálicos: esmaltados e galvanizados (externos) 
 - PVC rígido 
 - semi-rígido de polietileno de alta densidade 
Os diâmetros internos mínimos da tubulação secundária e 
primária serão determinados em função do número de pontos 
telefônicos acumulados. 
 
7.5 - Questões Comentadas de Instalações Telefônicas 
 
Figuras para as questões 44 e 45 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 54 de 68 
 
 
 
21) (45 – TRE-GO/2008 – Cespe) 
 
< A caixa de distribuição geral deve estar, obrigatoriamente, 
no andar térreo. 
< Cada caixa de distribuição deve atender a um andar abaixo e 
um acima daquele em que estiver localizada. 
< A tubulação secundária é destinada à instalação da fiação 
telefônica interna de uma edificação. 
< A tubulação primária abrange a caixa de distribuição geral, 
as caixas de distribuição e as tubulações que as interligam. 
 
Com base nas figuras e informações fornecidas, julgue os 
itens subsequentes. 
 
I – Até chegar ao aparelho, a ligação da rede telefônica passa 
pela caixa subterrânea, pela tubulação de entrada e pela caixa 
de distribuição geral, que alimenta as caixas para tomada 
telefônica (cx. Saída). 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.brPágina 55 de 68 
 
Das caixas de distribuição geral, a linha telefônica passa pela 
tubulação primária até a caixa de distribuição dos apartamentos, 
passando pela tubulação secundária até as caixas de saída 
(tomadas). 
 
Gabarito: Errada 
 
II – No edifício de quatro lajes representado na figura 1, 
haverá 4 caixas de distribuição e 1 caixa de distribuição geral. 
 
Como regra geral, cada caixa de distribuição precisa atender ao 
andar em que estiver localizada, e mais um andar acima e um 
abaixo, salvo a última caixa da prumada, que poderá atender a dois 
andares acima. 
Portanto, poderá haver somente uma caixa de distribuição no 
segundo andar, atendendo ao próprio andar, mais o andar de baixo e 
aos dois andares acima. 
 
Gabarito: Errada 
 
III – A tubulação entre as caixas deve ser a mais curta 
possível, visando-se baixo consumo de material. 
 
 Na verdade, os comprimentos das tubulações devem ser 
limitados para facilitar a instalação dos cabos. Com relação ao 
consumo de tubulação, a assertiva está correta. 
 
Gabarito: Correta 
 
IV – A tubulação primária a ser incorporada na figura 1 será 
vertical. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 56 de 68 
 
 A tubulação primária interliga a caixa de distribuição geral e a 
caixa de distribuição dos apartamentos. Portanto, será vertical. 
 
Gabarito: Correta 
 
Estão certos apenas os itens 
A) I e II. 
B) I e III. 
C) II e IV. 
D) III e IV. 
 
Gabarito: D 
 
22) (87 – Ceará Portos/2004 – Cespe) Em residências 
típicas, as caixas de saídas em paredes de dormitórios situam-
se a 30 cm do piso acabado. 
 
Localização das caixas de saída: 
- apartamentos: geralmente, serão utilizadas caixas de saída 
em parede, devendo ser previsto no mínimo uma caixa de saída na 
sala, uma em cada dormitório e uma na copa ou na cozinha; 
- sala: as caixas de saída localizam-se em parede e a 30 cm do 
piso acabado; 
- dormitórios: as caixas localizam-se ao lado da provável 
posição da cabeceira das camas, na parede, e a 30 cm do piso 
acabado; 
- cozinha: a caixa de saída tem de ser localizada a 1,3 m do 
piso acabado, para instalação de telefone de parede, e não poderá 
ficar nos locais onde provavelmente serão instalados o fogão, a 
geladeira, a pia ou armários. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 57 de 68 
 
Gabarito: Correta 
 
23) (88 – Ceará Portos/2004 – Cespe) A caixa de distribuição 
geral serve para a instalação de blocos terminais, fios e cabos 
telefônicos das redes internas e externas da edificação. 
Conforme vimos: 
- Caixa de Distribuição Geral: para instalação de blocos 
terminais, fios e cabos telefônicos das redes interna e externa 
da edificação. 
- Caixa de Distribuição: para instalação de blocos terminais, fios 
e cabos telefônicos da rede interna. 
- Caixa de Passagem: para passagem de cabos telefônicos. São 
de dois tipos, de acordo com a finalidade: 
- Caixa de Passagem Direta: somente para passagem de cabos 
telefônicos; 
- Caixa de Passagem com Derivação: prevista para passagem 
de cabos telefônicos com emendas. 
 
Gabarito: Correta 
 
24) (89 – Ceará Portos/2004 – Cespe) Eletrodutos de PVC 
rígido não podem ser utilizados em instalações de telefonia. 
 
Tipos de eletrodutos que podem ser utilizados em instalações 
telefônicas: 
 - rígidos metálicos: esmaltados e galvanizados (externos) 
 - PVC rígido 
 - semi-rígido de polietileno de alta densidade 
 
Gabarito: Errada 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 58 de 68 
 
25) (63 – PF Adm/2014 – CESPE) Desde que contemplados 
em projeto, a tubulação da rede telefônica poderá abrigar os 
serviços de comunicação interna da edificação, como 
interfones e antenas coletivas. 
 De acordo com o Manual de Projetos da SEAP, a tubulação para 
serviços de comunicação interna da edificação, como interfones, 
sinalizações internas, antenas coletivas, TV a cabo e outros sistemas 
de telecomunicação deverá ser independente da tubulação telefônica. 
Gabarito: Errada 
 
(MJ/2013 – Cespe) Acerca do projeto complementar de 
telefonia, julgue os itens subsecutivos. 
26) 71 – Em escritórios, deve-se prever, no mínimo, um 
ponto telefônico para cada 50 m2 de área útil. 
 Yazigi (2009) apresenta os seguintes critérios para previsão 
mínima de pontos telefônicos: 
 - apartamentos: 
 -de até três dormitórios: um ponto telefônico; 
 - de quatro dormitórios ou mais: dois pontos telefônicos; 
 - apartamentos populares: um único ponto independente 
da quantidade de dormitórios; 
 - escritórios: um ponto para cada 10 m2 de área útil; 
 - lojas: um ponto para cada 50 m2. 
Gabarito: Errada 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 59 de 68 
 
27) 72 – Serviços de comunicação não prestados pela 
concessionária, tais como interfones e alarmes, poderão ser 
instalados em tubulação ou caixas telefônicas destinadas ao 
uso da concessionária. 
 Conforme vimos, de acordo com o Manual de Projetos da SEAP, 
a tubulação para serviços de comunicação interna da edificação, 
como interfones, sinalizações internas, antenas coletivas, TV a cabo 
e outros sistemas de telecomunicação deverá ser independente da 
tubulação telefônica. 
Gabarito: Errada 
 
8 - QUESTÕES APRESENTADAS NESTA AULA 
 
1) (31 – SEAD/PA – 2005) Julgue os itens a seguir, 
relativos a componentes de projetos de instalações de 
proteção contra incêndios. 
I Em um prédio com 10 pavimentos, o barrilete de incêndio 
deve ser separado do barrilete normal do prédio. 
II O registro de manobra é o registro destinado à abertura e 
ao fechamento do hidrante. 
III O registro de paragem é o dispositivo hidráulico destinado 
a permitir a introdução de água na instalação hidráulica de 
prevenção e combate a incêndios. 
IV O aspersor é um dispositivo utilizado nos chuveiros 
automáticos ou sob comando. 
V No que se refere à classificação das áreas quanto ao perigo 
de incêndios, as classificadas na classe I são aquelas de 
grande risco, como, por exemplo, depósitos de combustíveis. 
Estão certos apenas os itens 
A I, II e IV. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 60 de 68 
 
B I, III e V. 
C I, IV e V. 
D II, III e IV. 
E II, III e V. 
 
2) (180 – TCU/2005) Em tubulação que sai de reservatório 
elevado para abastecimento de hidrantes em instalações de 
combate a incêndios, não deve ser instalada válvula de 
retenção, para garantir menor perda de carga. 
 
3) (36 – SEAD/PA – 2005) Os sistemas de ventilação 
contribuem para a melhoria da qualidade e salubridade do ar 
de ambientes. Nesse contexto, no sistema de distribuição 
cruzada, o ar é insuflado no recinto 
 
A verticalmente, a baixas velocidades, pela parte superior do 
recinto, enquanto que o ar viciado é retirado pela parte 
inferior do recinto. 
B horizontalmente, à meia altura e a saída do ar viciado ocorre 
pela parte superior do recinto, por meio de um exaustor 
especial. 
C horizontalmente,a velocidades elevadas e pela parte 
superior do recinto. 
D verticalmente e o ar viciado é retirado através de pontos 
localizados na parte inferior do recinto. 
E horizontalmente pelo piso, sendo retirado verticalmente, por 
exaustão, pela sua parte superior. 
 
4) (139 – TCU/2009) Os sistema de ventilação para 
condicionamento de ar do tipo fan-coil pode atender uma 
grande quantidade de ambientes, sendo o ar insuflado e(ou) 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 61 de 68 
 
exaurido através de um conjunto complexo de dutos 
interligados ou ramificados. 
 
5) (140 – TCU/2009) O sistema de ventilação para 
condicionamento de ar de volume constante e temperatura 
variável consiste de um único ventilador, instalado de modo a 
propiciar a circulação do ar por apenas um duto de 
insuflamento. 
 
6) (141 – TCU/2009) O sistema de ventilação para 
condicionamento de ar de volume variável e temperatura 
constante apresenta como principal limitação a incapacidade 
de controle individualizado por ambiente condicionado. 
7) (44 – Fundação Casa/2013 – VUNESP) BTU é a sigla de 
British Thermal Unit, que é uma unidade de 
(A) radiação. 
(B) caloria por m2. 
(C) área. 
(D) temperatura. 
(E) potência. 
 
8) (198 – TCU/2007) A unidade resfriadora de líquido de 
uma unidade de condicionamento de ar do tipo chiller trabalha 
com soluções à base de etileno-glicol. 
 
9) (43 – SEGAS/2013 – FCC) Em garagens e área comuns 
de edifícios comerciais e residenciais, a tubulação de gás 
natural deve ser fixada como uma rede aérea. Para a 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 62 de 68 
 
manutenção da rede interna de gás natural será necessária a 
identificação da rede através da pintura da tubulação na cor 
(A) verde. 
(B) vermelha. 
(C) azul. 
(D) amarela. 
(E) branca 
 
10) (38 – TSE/2007 - Cespe) Nas redes para distribuição de 
gases combustíveis, algumas condições gerais são 
fundamentais para o bom funcionamento e a garantia de 
segurança da edificação. Quanto a essas redes, assinale a 
opção correta acerca dos procedimentos para a sua instalação, 
seus componentes e sua utilização. 
A) A instalação de purgadores permite a retirada de CO2 ou 
outros gases não inflamáveis. 
B) Os aparelhos deverão ser ligados diretamente à rede 
interna. 
C) Para as redes primárias e secundárias, pode-se empregar 
tubos de aço preto, para classe média. 
D) A pressão de GLP nas tubulações é controlada por registros 
do tipo com esfera, de fecho rápido. 
 
11) (103 – INSS/2008 – Cespe) A norma determina que, em 
uma cozinha, a localização da central de GLP deve ser na parte 
interna, portanto, fora da ação do vento. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 63 de 68 
 
12) (74 – CAIXA/2006 – Cespe) No dimensionamento de 
tubulação de gás predial, a vazão de gás independe do 
comprimento da tubulação. 
 
13) (41 – INPI/2006 – Cespe) As instalações prediais de gás 
são constituídas basicamente por reguladores de pressão, 
dispositivos de segurança, medidores de vazão, mangueiras e 
tubos flexíveis. A respeito desses componentes, assinale a 
opção correta. 
A) O regulador de primeiro estágio reduz a pressão da rede de 
distribuição diretamente para a pressão de utilização dos 
equipamentos que fazem uso de baixa pressão. 
B) O regulador de segundo estágio reduz a pressão da rede 
primária para a pressão de utilização dos equipamentos que 
fazem uso de baixa pressão. 
C) O OPSO é um dispositivo de segurança que interrompe o 
fluxo de gás a partir de um valor inferior ao permitido para a 
pressão de saída mínima. 
D) O UPSO é um dispositivo de segurança que reduz o fluxo de 
gás a partir de uma pressão de saída superior à máxima 
permitida. 
E) A válvula de alívio promove o alívio do gás para a 
atmosfera quando a pressão de saída é superior a 
determinado valor e bloqueia o fluxo de gás. 
 
(TJ-CE/2008 – Cespe) Determinados cuidados devem ser 
observados no projeto de uma instalação predial de gás 
natural, para se garantir a segurança da instalação. A respeito 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 64 de 68 
 
das características desse tipo de instalação, julgue os 
seguintes itens. 
14) 70 Os abrigos prediais para reguladores de pressão, 
quando instalados em áreas fechadas, devem estar protegidos 
com portas de material incombustível e resistente a choques 
mecânicos. 
 
15) 71 A tubulação de gás não deve atravessar elementos 
estruturais do prédio, tais como pilares, colunas, vigas e lajes. 
 
16) 72 Quando ocorra passagem da tubulação de gás por 
forros falsos, as tubulações deverão ser envolvidas por dutos 
ou tubos-luva. 
 
17) (67 – CBMDF/2007 – Cespe) Não há impedimento para 
que colunas de ventilação do esgoto primário recebam 
também a ventilação da instalação de gás. 
 
18) (25 – TJPA/2006 – Cespe) Considerando que as 
instalações prediais de gás devem atender às exigências da 
legislação vigente no país, assinale a opção correta. 
A) Para a execução das instalações, é permitido apenas o uso 
de tubulações de condução de aço com ou sem costura, preto 
ou galvanizado. 
B) As tubulações de condução de gás podem ser embutidas no 
contrapiso. 
C) É proibido o aterramento da tubulação de condução de gás. 
D) Para o dimensionamento da rede interna, a pressão 
máxima de operação deve ser fixada pela empresa 
fornecedora. 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 65 de 68 
 
 
(PF Regional/2004 – Cespe) As instalações prediais de gás 
devem ser projetadas e executadas atendendo critérios 
rígidos de segurança. Com relação a projetos desse tipo de 
instalação, julgue o item abaixo. 
19) 79) No dimensionamento das canalizações para 
instalações prediais de gás, o diâmetro do cano pode ser 
obtido pela fórmula de Pole, que relaciona a descarga de gás 
com o seu diâmetro e comprimento. 
 
20) (85–B – TCE-AC/2009 – Cespe) As instalações 
residenciais e prediais de gás assim como os reguladores de 
pressão devem ser instalados em local aberto, sendo 
desaconselhável, nesse caso, o uso de abrigos. 
 
Figuras para as questões 44 e 45 
 
 
21) (45 – TRE-GO/2008 – Cespe) 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 66 de 68 
 
< A caixa de distribuição geral deve estar, obrigatoriamente, 
no andar térreo. 
< Cada caixa de distribuição deve atender a um andar abaixo e 
um acima daquele em que estiver localizada. 
< A tubulação secundária é destinada à instalação da fiação 
telefônica interna de uma edificação. 
< A tubulação primária abrange a caixa de distribuição geral, 
as caixas de distribuição e as tubulações que as interligam. 
 
Com base nas figuras e informações fornecidas, julgue os 
itens subsequentes. 
 
I – Atéchegar ao aparelho, a ligação da rede telefônica passa 
pela caixa subterrânea, pela tubulação de entrada e pela caixa 
de distribuição geral, que alimenta as caixas para tomada 
telefônica (cx. saída). 
 
II – No edifício de quatro lajes representado na figura 1, 
haverá 4 caixas de distribuição e 1 caixa de distribuição geral. 
 
III – A tubulação entre as caixas deve ser a mais curta 
possível, visando-se baixo consumo de material. 
 
IV – A tubulação primária a ser incorporada na figura 1 será 
vertical. 
 
Estão certos apenas os itens 
A) I e II. 
B) I e III. 
C) II e IV. 
D) III e IV. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 67 de 68 
 
 
22) (87 – Ceará Portos/2004 – Cespe) Em residências 
típicas, as caixas de saídas em paredes de dormitórios situam-
se a 30 cm do piso acabado. 
 
23) (88 – Ceará Portos/2004 – Cespe) A caixa de distribuição 
geral serve para a instalação de blocos terminais, fios e cabos 
telefônicos das redes internas e externas da edificação. 
 
24) (89 – Ceará Portos/2004 – Cespe) Eletrodutos de PVC 
rígido não podem ser utilizados em instalações de telefonia. 
 
25) (63 – PF Adm/2014 – CESPE) Desde que contemplados 
em projeto, a tubulação da rede telefônica poderá abrigar os 
serviços de comunicação interna da edificação, como 
interfones e antenas coletivas. 
 
(MJ/2013 – Cespe) Acerca do projeto complementar de 
telefonia, julgue os itens subsecutivos. 
26) 71 – Em escritórios, deve-se prever, no mínimo, um 
ponto telefônico para cada 50 m2 de área útil. 
 
27) 72 – Serviços de comunicação não prestados pela 
concessionária, tais como interfones e alarmes, poderão ser 
instalados em tubulação ou caixas telefônicas destinadas ao 
uso da concessionária. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior
Edificações ʹ PF/2016 
Teoria e Questões 
Prof. Marcus V. Campiteli ʹ Aula 15 
 
 
Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 68 de 68 
 
8 – GABARITO 
1) A 2) Errada 3) C 4) Errada 
5) Errada 6) Errada 7) E 8) Correta 
9) D 10) C 11) Errada 12) Errada 
13) B 14) Correta 15) Errada 16) Correta 
17) Errada 18) B 19) Correta 20) Errada 
21) D 22) Correta 23) Correta 24) Errada 
25) Errada 26) Errada 27) Errada 
 
Referências Bibliográficas 
- Neves, Raïsa Pereira Alves de Azevêdo. Espaços Arquitetônicos 
de Alta Tecnologia. Dissertação de Mestrado. Universidade de São 
Carlos – USP. 2002. 
- SEAP. Manual de Obras Públicas – Edificações – Práticas da SEAP – 
Projeto. 
 
01558905499
01558905499 - Anaelson Costa de Oliveira Junior

Mais conteúdos dessa disciplina