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HOLOCAUSTO histórias sem fim Profes: Antonio, Margie, Patrícia, Rejane e Ricardo - O ANTISSEMITISMO - REJEIÇÃO AOS JUDEUS. EXPLICADA GERALMENTE PELA RELIGIOSIDADE DO POVO JUDEU E SEU ATRITO COM OS CRISTÃOS. AO LONGO DA HISTÓRIA, OS CRISTÃOS OS CULPARAM PELA PERSEGUIÇÃO E MORTE DE JESUS. NO FINAL DA IDADE MÉDIA, OS JUDEUS PARTICIPARAM ATIVAMENTE DAS ATIVIDADES COMERCIAIS E BANCÁRIAS – A IGREJA CONDENAVA A “COBIÇA”. EUROPA DO SÉCULO XIX: COM O LIBERALISMO ECONÔMICO, OS JUDEUS FORAM VISTOS COMO APROVEITADORES DAS RIQUEZAS NACIONAIS E CRITICADOS POR NÃO TEREM SEU PRÓPRIO ESTADO. NASCE O MOVIMENTO SIONISTA – PELA CRIAÇÃO DE UM ESTADO JUDEU. O ANTISSEMITISMO FOI MUITO FORTE EM VÁRIOS PAÍSES EUROPEUS, ESPECIALMENTE NO LESTE . Alemanha a partir do Nazismo TUDO MUDOU COM OS NAZISTAS NO PODER: ELES CULPAVAM OS JUDEUS PELA DESGRAÇA DO PAÍS. PREGAVAM O MITO DA SUPERIORIDADE RACIAL : A RAÇA “ARIANA”. • A POLÍTICA ANTISSEMITA FOI ESTIPULADA EM LEIS (AS LEIS DE NUREMBERG) , PERSEGUIÇÕES, CONFISCOS, CONFINAMENTOS EM GUETOS E CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO. • APÓS A “SOLUÇÃO FINAL” – DEPORTAÇÕES PARA OS CAMPOS DE EXTERMÍNIO. Alemanha pré Nazismo A ALEMANHA, ANTES DO NAZISMO, ERA UMA REPÚBLICA LIBERAL, E OS JUDEUS TINHAM UMA GRANDE ASCENSÃO ECONÔMICA E SOCIAL. GRADUALMENTE EXCLUÍDOS DO CONVÍVIO SOCIAL • Esta imagem foi retirada de um livro infantil antissemita publicado em 1936. • O letreiro diz que: Os judeus não são desejados aqui! PERSEGUIDOS NA ALEMANHA NAZISTA EXECUÇÕES EM MASSA APÓS A”SOLUÇÃO FINAL” "A conduta dos intelectuais alemães como grupo não foi melhor que a de uma ralé“ Albert Einstein 1879 (ALE) -1955 (EUA) Biologia • Biólogos alemães desenvolveram pesquisas pioneiras no campo da genética o que faz com que até hoje o campo seja visto com reservas naquele país. • De 1933 e 1938, o financiamento para pesquisas aumentou em 10 vezes • Biólogos trabalhavam com relativa tranquilidade (apenas 14% deles foram perseguidos) Anatomia Para muitos especialistas em anatomia, o Atlas Pernkopf, • produzido com base na dissecação de corpos de 1377 prisioneiros, • é o melhor trabalho ilustrado sobre anatomia humana já realizado na história. Para outros, é um livro controverso e póstumo que, ao lado de suásticas, traz a seguinte frase: [...] feliz conjunção de ilustradores brilhantes e corpos de criminosos executados. • Eduard Pernkopf • Erwin Schrödinger Salome Gluecksohn-Waelsch Ruth Westheimer Fritz Haber Wernher von Braun Robert Oppenheimer Lise Meitner Edward Teller Max Born Hans Krebs Médicos do Holocausto Josef Mengele Heinrich Himmler Otmar Freiherr Von Verschuer Viktor Brack Joachim Mrugowsky Ella Lingens Bibliografias relacionadas e consultadas • CORNWELL, John. Os Cientistas de Hitler. Editora Imago, 2003. • LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors. Basic Books, EUA, 2000. • MÜLLER-HILL, Benno. Murderous Science. Cold Spring Harbor Lab Press, EUA, 1988. • PENNICK, Nigel. As ciências secretas de Hitler. H & E Vol. 01. 1981 • SPITZ, Vivien. Doctors from Hell. Sentient Publications, EUA, 2005. • PROCTOR, Robert N. The Nazi War on Cancer. Princeton University Press, EUA, 2000. • Site do United States Holocaust Memorial Museum (Museu Memorial do Holocausto dos EUA) www.ushmm.org • Super Interessante. Doutores da Agonia. Disponível em:http://super.abril.com.br/superarquivo/2006/conteudo_127934.shtml#top. Acesso em 8 de janeiro de 2011. http://www.ushmm.org/ http://super.abril.com.br/superarquivo/2006/conteudo_127934.shtml GENOCÍDIO ETIMOLOGIA DAS PALAVRAS GENOCÍDIO Derivação: do grego genos Significado: raça, tribo, nação Procedência: da raiz latina _cida Quer dizer: _cida = matar Criador do termo: Raphael Lemkin, um judeu polaco, jurista, que foi conselheiro no Departamento de Guerra dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Justificativa: Holocausto; a tentativa de extermínio do povo judeu pelos nazistas Motivação: Lemkin engajou na luta por leis que punissem a prática de genocídio Uso do termo: A palavra passou a ser usada após 1944. Atividade desafio 1. Com auxílio de dicionários, faça um mapa conceitual com a palavra sorteada pela equipe. 2. Palavras: Xenofobia – Nazismo – Fascismo – Racismo – Arianismo – Totalitarismo – Autoritarismo – Doutrina – Antissemitismo – Heteronormatividade – Ideologia – Violência – Triângulo Rosa HOLOCAUSTO: outras histórias Holocausto Gay: homoafetivos perseguidos pelo Nazismo usavam um Triângulo Rosa sob o unifrome Produção cinematográfica Bent: dirigido por Sean Mathias; Roteiro de Martin Sherman. 1997. Aimée & Jaguar, Alemanha, 1999 Primeiro longa metragem do diretor alemão Max Fäberböck, Aimée e Jaguar impressionou e emocionou público e crítica ao contar a história de amor e paixão entre duas mulheres, Lilly Wust e Felice Scharagenhein, na Alemanha nazista de 1943. Lilly é uma dona de casa, casada com um oficial alemão, com quatro filhos, enquanto Felice é uma judia, integrante de uma organização de resistência a Hitler. Baseado no livro homônimo de Erica Fischer, o filme concorreu ao Globo de Ouro, perdendo para o maravilhoso Tudo sobre minha mãe de Almodóvar, e ao Urso de Prata, no festival de cinema de Berlim, onde as atrizes Maria Schrader (Jaguar) e Juliana Köhler (Aimée) foram premiadas por suas interpretações. Schwab,Jean-luc; Brazda,Rudolf. Triângulo Rosa - Um Homossexual No Campo de Concentração Nazista. Mescla Editorial: 2011. FISCHER, Érica. Aimée & Jaguar. Harper Perennial, 1994. Holocausto acadêmico Literatura: registro de memória, exercício de reflexão LEE, Stan. Capitão América. Marvel Comics: EUA, 1942. FRANK, Anne. Diário de anne Frank. Países Baixos, 1947. SCHLOSS, Eva. Depois de Auschwitz. Universo dos Livros, 2013. SPIEGELMAN, Art. Maus: a história de um sobrevivente, Art Spiegelman, 1986. HARRAN, Marilyn J. O menino da Lista de Schindler. ROCCO: RJ, 2014. BOYNE, John. O menino do pijama listrado. David Fickling Books: 2006. ZUSAK, Marcus. A menina que roubava livros. INTRÍNSICA: 2005. 1998 2008 2002