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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E 
TIJOLOS
Tijolos e blocos são materiais de construção utilizados ao longo da história das 
civilizações. Segundo Andrade e Afonso (2009), a arquitetura da Mesopotâmia (4.000 a. C. a 300 
a.C.) empregou em seus estágios iniciais tijolos de barro seco ao sol, maleáveis, porém, pouco
resistentes. A ideia de construir com tijolos chegou ao Egito (4.000 a.C. a 30 a.C.) por volta de 
3.100 a.C., técnica proveniente da Mesopotâmia. Muitos faraós construíam suas pirâmides em 
pedra, porém, seus palácios eram de tijolos. 
Na Grécia Antiga (600 a. C. a 400 a. C.) predominou-se o uso de blocos de pedra, talhados 
com muita precisão, encaixados sem argamassa. Nas coberturas, eram usadas telhas de barro 
sobre estruturas de madeira. Por fim, pode-se dizer que as grandes inovações tecnológicas 
ocorreram em Roma, no século II a. C., onde já eram conhecidos os materiais tradicionais (pedra, 
madeira, barro e metais) e onde se introduziram técnicas inovadoras na construção das paredes. 
Nessa época ocorreu a melhoria na qualidade dos tijolos, sendo assim o material mais usado em 
Roma entre os impérios de Nero e Constantino, onde a técnica de alvenaria de pedra, em junta 
seca, também foi melhorada (ANDRADE; AFONSO, 2009). 
Os tipos de blocos e tijolos se reinventaram ao longo da evolução dos sistemas 
construtivos e, atualmente, a norma NBR 15270 (ABNT, 2017) estabelece requisitos e ensaios 
para avaliação e denominação do tipo de material. 
Neste ensaio, além de empregar os conhecimentos adquiridos sobre os tipos de blocos 
e tijolos existentes, você poderá analisar os efeitos da geometria, orientação dos tijolos no 
suporte da estrutura e estado de umidade sobre a resistência à compressão. 
A norma NBR 15270-2 (ABNT, 2017) descreve, entre as análises pertinentes de blocos e 
tijolos, os métodos de ensaio para: determinação das características geométricas, índice de 
absorção de água e resistência à compressão dos blocos ou tijolos estruturais e de vedação. 
SUMÁRIO TEÓRICO
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS 
As amostras ensaiadas devem ser identificadas e ter as devidas dimensões registradas 
com auxílio de um paquímetro: largura (L), altura (H) e o comprimento (C) dos blocos ou tijolos 
(Figuras 1, 2 e 3). Segundo a NBR 15270-1 (ABNT, 2017), podemos identificar um componente 
como bloco ou tijolo de acordo com as suas dimensões: blocos são componentes que possuem 
altura superior a 115 mm, enquanto tijolos possuem altura de até 115 mm. 
Figura 1 – Locais para medições da largura (L) do bloco e tijolo. 
Figura 2 – Locais para medições da altura (H) do bloco e tijolo.
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tijolo furado
 
LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Figura 3 – Locais para medições do comprimento (C) do bloco e tijolo. 
Tendo os resultados dos valores individuais registrados, expressos em décimo de 
milímetro, é calculada a média aritmética com o desvio padrão. Através do ensaio, é possível 
verificar a existência de uniformidade entre as unidades que compõem um determinado lote e 
a compatibilidade com os valores de referência. Informações adicionais, como identificação do 
solicitante e data de recebimento e do ensaio, também devem compor o relatório final. 
DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: ABSORÇÃO DE 
ÁGUA 
Para a realização dos testes, os corpos de prova devem ser recebidos, identificados e 
limpos, além de retirar as rebarbas. Após essa preparação, eles devem ser colocados em 
ambiente protegido que preserve suas características originais. 
Para a determinação da massa seca (ms), expressa em gramas, o corpo de prova deve ser 
seco em estufa na temperatura de (105 ± 5) °C, até que as duas pesagens consecutivas em 
intervalo de 1 hora difiram em no máximo 0,25%. 
Após determinação da massa seca, os corpos de prova devem ser colocados em um 
recipiente de dimensões apropriadas, preenchido com água à temperatura ambiente em 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
volume suficiente para mantê-los totalmente imersos durante todo o ensaio. O recipiente deve 
ser aquecido até a água em seu interior entrar em ebulição, e os corpos de prova devem ser 
mantidos em água fervente por 2 horas. Os corpos de prova devem ser resfriados com a 
substituição da água fervente por água na temperatura ambiente. Alternativamente, essa 
operação pode ser substituída pela imersão completa dos corpos de prova em água à 
temperatura ambiente por 24 horas. Neste laboratório, utilizaremos o segundo método citado. 
Posteriormente, em um período de até 15 minutos, os corpos de prova são removidos 
do recipiente, a água superficial deve ser removida com auxílio de um pano limpo e úmido e 
deve ser registrada a massa úmida (mu) do corpo de prova. 
O índice de absorção de água (AA) é obtido através da seguinte fórmula: 
𝐴𝐴(%) =
𝑚𝑢 − 𝑚𝑠
𝑚𝑠
∗ 100 
Onde: 
𝑚𝑢 = 𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎 ú𝑚𝑖𝑑𝑎 (𝑔); 
𝑚𝑠 = 𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎 𝑠𝑒𝑐𝑎 (𝑔). 
 
DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: RESISTÊNCIA À 
COMPRESSÃO 
 
Para a realização dos testes, os corpos de prova devem ser recebidos, identificados e 
limpos, além de retirar as rebarbas. Todos os corpos de prova devem ser ensaiados de modo 
que a carga seja aplicada na direção do esforço que o bloco ou tijolo deve suportar durante o 
seu emprego (figura 4). O corpo de prova deve ser colocado de modo que o seu centro de 
gravidade esteja no eixo de carga dos pratos da prensa. 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Figura 4 – Posição do corpo de prova em relação às forças de aplicação. 
Neste método, utiliza-se uma máquina de ensaio (figura 5) que deve satisfazer algumas 
condições: 
a) O dispositivo deverá garantir a distribuição uniforme dos esforços dos ensaios no
corpo de prova;
b) Deverá ser equipado com dois pratos de apoio de aço, sendo um deles articulado e
que atue na face superior do corpo de prova;
c) Se os pratos de apoio não forem suficientes para cobrir o corpo de prova, uma placa
de aço ou viga metálica rígida deve ser colocada entre os pratos e o corpo de prova;
d) As superfícies dos pratos e das placas não podem apresentar desníveis superiores a
(8x10-2) mm para cada 400 mm;
e) Ter instrumentos para permitir a leitura das cargas com aproximação de ± 2% da
carga de ruptura;
f) Ser capaz de transmitir a carga de modo progressivo e sem choques.
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Figura 5 – Máquina de ensaio de compressão rompendo bloco cerâmico. 
Os resultados dos ensaios deverão ser apresentados em um relatório com a identificação 
do solicitante, da amostra e de todos os corpos de prova e resistência à compressão de cada 
corpo de prova expressa em megapascals (MPa). 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
 
ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15270: Componentes cerâmicos 
– Blocos e Tijolos para alvenaria. Rio de Janeiro, 2017. 
 
ANDRADE, Cleide Cedeni; AFONSO, Sônia. Materiais de construção e arquitetura ao longo da 
história. Mestrado do programa de pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina – 
UFSC. Florianópolis, 2009. 
Adm
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1 ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO 
CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 
E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br 
LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃODE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
INSTRUÇÕES GERAIS 
1. Neste experimento, você irá explorar como ocorrem os ensaios necessários para
a certificação de blocos e tijolos.
2. Utilize a seção “Recomendações de Acesso” para melhor aproveitamento da
experiência virtual e para respostas às perguntas frequentes a respeito do
VirtuaLab.
3. Caso não saiba como manipular o Laboratório Virtual, utilize o “Tutorial
VirtuaLab” presente neste Roteiro.
4. Caso já possua familiaridade com o Laboratório Virtual, você encontrará as
instruções para realização desta prática na subseção “Procedimentos”.
5. Ao finalizar o experimento, responda aos questionamentos da seção “Avaliação
de Resultados”.
ROTEIRO
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
RECOMENDAÇÕES DE ACESSO 
PARA ACESSAR O VIRTUALAB 
 
1. Caso utilize o Windows 10, dê preferência ao navegador Google Chrome;
2. Caso utilize o Windows 7, dê preferência ao navegador Mozilla Firefox;
3. Feche outros programas que podem sobrecarregar o seu computador;
4. Verifique se o seu navegador está atualizado;
5. Realize teste de velocidade da internet.
Na página a seguir, apresentamos as duas principais dúvidas na utilização dos 
Laboratórios Virtuais. Caso elas não se apliquem ao seu problema, consulte a nossa seção 
de “Perguntas Frequentes”, disponível em: https://algetec.movidesk.com/kb/pt-br/ 
Neste mesmo link, você poderá usar o chat ou abrir um chamado para o contato com 
nossa central de suporte. Se preferir, utilize os QR CODEs para um contato direto por 
Whatsapp (8h às 18h) ou para direcionamento para a central de suporte. Conte conosco!
ATENÇÃO: 
O LABORATÓRIO VIRTUAL DEVE SER ACESSADO POR COMPUTADOR. ELE NÃO DEVE SER 
ACESSADO POR CELULAR OU TABLET. 
O REQUISITO MÍNIMO PARA O SEU COMPUTADOR É UMA MEMÓRIA RAM DE 4 GB. 
SEU PRIMEIRO ACESSO SERÁ UM POUCO MAIS LENTO, POIS ALGUNS PLUGINS SÃO 
BUSCADOS NO SEU NAVEGADOR. A PARTIR DO SEGUNDO ACESSO, A VELOCIDADE DE 
ABERTURA DOS EXPERIMENTOS SERÁ MAIS RÁPIDA. 
mailto:contato@algetec.com.br
https://algetec.movidesk.com/kb/pt-br/
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
PERGUNTAS FREQUENTES 
1. O laboratório virtual está lento, o que devo fazer?
a) No Google Chrome, clique em “Configurações” -> “Avançado” -> “Sistema” ->
“Utilizar aceleração de hardware sempre que estiver disponível”. Habilite a
opção e reinicie o navegador.
b) Verifique as configurações do driver de vídeo ou equivalente. Na área de
trabalho, clique com o botão direito do mouse. Escolha “Configurações
gráficas” e procure pela configuração de performance. Escolha a opção de
máximo desempenho.
Obs.: Os atalhos e procedimentos podem variar de acordo com o driver de 
vídeo instalado na máquina. 
c) Feche outros aplicativos e abas que podem sobrecarregar o seu computador.
d) Verifique o uso do disco no Gerenciador de Tarefas (Ctrl + Shift + Esc) ->
“Detalhes”. Se estiver em 100%, feche outros aplicativos ou reinicie o
computador.
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
2. O laboratório apresentou tela preta, como proceder?
a) No Google Chrome, clique em “Configurações” -> “Avançado” -> “Sistema” ->
“Utilizar aceleração de hardware sempre que estiver disponível”. Habilite a
opção e reinicie o navegador. Caso persista, desative a opção e tente
novamente.
b) Verifique as configurações do driver de vídeo ou equivalente. Na área de
trabalho, clique com o botão direito do mouse. Escolha “Configurações
gráficas” e procure pela configuração de performance. Escolha a opção de
máximo desempenho.
Obs.: Os atalhos e procedimentos podem variar de acordo com o driver de 
vídeo instalado na máquina. 
c) Verifique se o navegador está atualizado.
mailto:contato@algetec.com.br
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
DESCRIÇÃO DO LABORATÓRIO 
MATERIAIS NECESSÁRIOS 
• Paquímetro;
• Balança;
• Estufa;
• Prensa;
• Tanque com água;
• Pasta de cimento;
• Amostra do lote de tijolos que será analisado.
PROCEDIMENTOS 
1. MEDINDO AS DIMENSÕES EFETIVAS DO TIJOLO FURADO
Selecione a amostra 1 do tijolo furado e, com o auxílio do paquímetro, meça o 
comprimento, a altura e a largura do tijolo. 
2. MEDINDO AS OUTRAS DIMENSÕES EFETIVAS
Retorne a amostra 1 do tijolo furado para posição inicial e repita o procedimento 
para as demais amostras do tijolo furado e para todos os outros tipos de tijolos. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
3. DETERMINANDO A MASSA SECA (MS)
Selecione novamente a amostra 1 do tijolo furado e, com o auxílio da balança, 
meça a massa seca dessa amostra. 
4. UTILIZANDO O TANQUE DE ÁGUA
Mergulhe a amostra em análise no tanque com água. Ela deve permanecer 
submersa por 24 horas. 
5. DETERMINANDO A MASSA ÚMIDA (MU)
Após passado o tempo de espera, retire a amostra do tanque e, com o auxílio 
da balança, determine a massa úmida da amostra. 
6. UTILIZANDO A ESTUFA
Utilize a estufa para secar a amostra 1 do tijolo furado. 
7. REPETINDO O PROCEDIMENTO EM OUTRAS AMOSTRAS
Retorne a amostra 1 do tijolo furado para a posição inicial e repita o 
procedimento até a amostra de número 6. Proceda da mesma forma com os 
outros tipos de tijolos. 
8. FAZENDO O CAPEAMENTO
Selecione a amostra 1 do tijolo furado e faça o capeamento com a pasta de 
cimento. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
9. PREPARANDO O TIJOLO CAPEADO PARA O ENSAIO
Mergulhe a amostra em análise no tanque com água. Ela deve permanecer 
submersa por 6 horas. 
10. EXECUTANDO O ENSAIO DE COMPRESSÃO
Após passado o tempo de espera, retire a amostra do tanque e, com o auxílio 
da prensa, determine a compressão suportada pela amostra. 
11. REPETINDO O ENSAIO NAS OUTRAS AMOSTRAS
Após isso, descarte a amostra 1 do tijolo furado e repita o procedimento para as 
demais amostras do tijolo furado. Proceda da mesma forma com os outros tipos 
de tijolos. 
12. AVALIANDO OS RESULTADOS
Utilizando os valores encontrados no experimento, determine o índice de 
absorção de água e resistência à compressão de cada lote analisado. Siga para a 
seção “Avaliação dos Resultados”, neste roteiro, e responda de acordo com o 
que foi observado nos experimentos. 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS 
Analise os dados obtidos no experimento e realize os cálculos da absorção (AA%) e da 
resistência à compressão (fb) referente a cada amostra. Crie tabelas semelhantes à 
Tabela 1 para cada tipo de tijolos e anote os valores. 
Para o cálculo da absorção de água, utilize a equação: 
AA (%) = (
𝑚𝑢−𝑚𝑠
𝑚𝑠
) 𝑥100 (1) 
Para converter o valor da resistência à compressão, utilize a equação: 
 fb (MPa) = 
𝑓 (𝑁)
𝐿 (𝑚𝑚)𝑥 𝐶 (𝑚𝑚)
 (2) 
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Tabela 1 – Dados do tijolo furado. 
Após determinar a resistência à compressão média do lote, é preciso fazer algumas 
considerações para se encontrar o valor da resistência à compressão característica do 
lote. O primeiro passo é ordenar os valores de compressão em ordem crescente (fb(1) 
é a menor resistência encontrada, enquanto fb(13) é a maior). Após isso, utiliza-se a 
fórmula: 
fbk, est = 2 [
𝑓𝑏(1)+𝑓𝑏(2)+𝑓𝑏(𝑖−1)
𝑖−1
] − 𝑓𝑏𝑖 (3) 
Onde, 
fbk, est: é a resistência característica estimada da amostra, expressa em MPa; 
fb(1), fb(2), ..., fbi: são os valores de resistência à compressão individual dos corpos de 
prova da amostra, ordenados crescentemente; 
i = n/2: se n for par; 
i = (n-1)/2: se n for ímpar; 
n: é a quantidade de blocos da amostra. 
Dados do Tijolo FuradoNúmero da 
amostra 
Massa seca 
(Ms) 
Massa úmida 
(Mu) 
AA (%) f (kN) fb (MPa) 
1 
2 
3 
4 
5 
6 
7 
8 
9 
10 
11 
12 
13 
Média 
mailto:contato@algetec.com.br
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Após realizado o cálculo acima, faça a seguinte análise: 
• Se o valor for fbk,est ≥ fbm (média da resistência à compressão de todos os
corpos de prova da amostra), adota-se fbm como a resistência característica do
lote (fbk);
• Se o valor for fbk,est < Ø × fb(1) (menor valor da resistência à compressão de
todos os corpos de prova da amostra), adota-se a resistência característica à
compressão (fbk) determinada pela equação Ø × fb(1), estando os valores de Ø
indicados na Tabela 2;
• Caso o valor calculado de fbk,est esteja entre os limites mencionados
anteriormente (Ø × fb(1) e fbm), adota-se este valor como a resistência
característica à compressão (fbk).
Tabela 2 – Valores de Ø. 
1. Considerando que o fornecedor informou que o tijolo furado tem dimensões
(12x19x29) cm e o tijolo maciço e o tijolo laminado têm dimensões (11,5x5,3x19,5)
cm, os três lotes estariam dentro da tolerância definida pela ABNT NBR 15270?
Justifique.
2. Considerando que o fornecedor informou que o tijolo furado é da classe VED15, o
tijolo maciço é da classe EST140 e o tijolo laminado é da classe EST60, os três lotes
estariam dentro do definido pela ABNT NBR 15270? Justifique.
Quantidade 
de blocos 
6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 ≥18 
Ø 0,89 0,91 0,93 0,94 0,96 0,97 0,98 0,99 1,00 1,01 1,02 1,04 
elm = 1 - sim, pois todas Alt Larg e Compr estão dentro da tolerância da 
norma (5mm). E da média também (tolerância 3mm). 
elm 2 - Sim, pois fbk obtidos nos três casos foi maior que o valor da classe 
informada pelo fabricante. Tij Furado: 2,82>1,5MPa; Tij Maciço: 19,03>14,0MPa; Tij 
Laminado: 9,60>6,0MPa.
dados e cálculos no excel: Lab_Virt_Eng_Civ_Identif_Tijolos
mailto:contato@algetec.com.br
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
TUTORIAL VIRTUALAB 
1. MEDINDO AS DIMENSÕES EFETIVAS DO TIJOLO FURADO
Ao iniciar o experimento, você conseguirá ver 13 amostras de cada tipo de tijolo. 
mailto:contato@algetec.com.br
Clicando em NOTAS, há lista completa das medições das 13 amostras de cada tijolo (maciço, furado e laminado). Para economizar tempo, sugiro medir uns dois tijolos de cada tipo para praticar e depois copiar os dados de NOTAS (13amostras x 3 medições x 3tipos = 117 medições!) numa tabela no excel p/ cálculo.
Atenção: 
- no caso dos tijolos furados, os dados são Larg x Alt x Comp; 
- no caso dos tijolos maciços e laminados dados são Alt x Larg x Comp.
 
12 
LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Ao passar o mouse sobre os tijolos, verá que eles estão enumerados. Clique com o botão 
direito do mouse sobre o Tijolo Furado 1 e selecione “Colocar próximo ao paquímetro”. 
Observe que a amostra foi colocada próximo ao paquímetro, permitindo que as 
medições necessárias sejam feitas. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Clique com o botão direito do mouse sobre o paquímetro e selecione “Medir 
comprimento”. 
Observe que o paquímetro se move para realizar a medição e uma escala surge na parte 
superior da tela. Utilizando as setas, você conseguirá ver qual o comprimento desta 
amostra. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Clicando novamente sobre o paquímetro, selecione “Medir altura”. 
O paquímetro irá se mover, permitindo que se visualize a nova medição. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Por fim, clique no paquímetro e selecione “Medir largura”, você conseguirá visualizar a 
outra medição. Anote todas as medidas dessa amostra. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
2. MEDINDO AS OUTRAS DIMENSÕES EFETIVAS
Clique novamente no paquímetro e selecione “Colocar no tampo”. 
Observe que o paquímetro retornou para a mesa. Clique sobre a amostra e selecione 
“Colocar na posição inicial”. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Observe que a amostra retornou para sua posição na mesa. Clique sobre outra amostra 
e selecione “Colocar próximo ao paquímetro”. 
A amostra será movida e você poderá realizar as medições com o paquímetro, conforme 
explicado no passo anterior. Em seguida, repita o procedimento para todas as amostras 
e crie uma tabela para obter a média das dimensões efetivas de cada tipo de bloco. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
3. DETERMINANDO A MASSA SECA (MS)
Clique com o botão esquerdo do mouse no botão LIGAR para ligar a balança presente 
na bancada. O outro botão, TARA, é utilizado para zerar a balança. 
Observe que aparece uma indicação na balança. Para determinar a massa seca, clique 
sobre o tijolo e selecione a opção “Colocar na balança”. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
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LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Isso fará com que a amostra seja colocada na balança, que indicará a massa da amostra. 
Tenha o cuidado de que a amostra esteja seca. Após anotar a massa seca da amostra, 
siga para o Passo 4. Caso a amostra esteja úmida, siga para o Passo 6 e depois retorne. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
20 
LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
4. UTILIZANDO O TANQUE DE ÁGUA
Após determinar a massa seca, é preciso determinar a massa úmida. Antes, o tijolo 
precisa ser submerso em água. Para isso, selecione a opção “Submergir no tanque”. 
Observe que o corpo de prova ficará submerso por 24 horas. Caso não deseje aguardar 
o tempo necessário, clique no botão “Pular etapa de espera”.
mailto:contato@algetec.com.br
 
21 
LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
Após decorridas as 24 horas, retire a amostra de dentro do tanque selecionando a opção 
“Remover corpo de prova”. 
mailto:contato@algetec.com.br
 
22 
LABORATÓRIO DE ENGENHARIA 
IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 
5. DETERMINANDO A MASSA ÚMIDA (MU)
Após retirar a amostra do tanque, selecione a opção “Colocar na balança”. 
Observe que a amostra será colocada na balança e, como se pode notar, a massa 
encontrada será maior. Anote este valor. Após isso, a amostra será seca para ser 
utilizada no próximo ensaio. 
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6. UTILIZANDO A ESTUFA
Caso já tenha determinado a massa úmida, ou caso você tenha molhado a amostra antes 
de determinar a massa seca, você precisará utilizar a estufa. Para isso, selecione a opção 
“Abrir/fechar estufa”. 
Observe que a estufa será aberta. 
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Após abrir a estufa, clique no tijolo e selecione a opção “Colocar na estufa”. 
Com isso, o tijolo será colocado na estufa para secar. 
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Selecione a opção “Abrir/fechar estufa”. 
Com a estufa fechada e o tijolo em seu interior, selecione a opção “Ligar/desligar 
estufa”. 
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Observe que a amostra será secada a temperatura de 105 ̊ C na estufa durante 24 horas. 
Depois de decorrido o tempo, selecione a opção “Abrir/fechar estufa”. 
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A porta da estufa será aberta e o tijolo estará seco, possibilitando a realização do 
próximo ensaio. Clique sobre o tijolo e selecione a opção “Colocar na posição inicial”. 
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7. REPETINDO O PROCEDIMENTO EM OUTRAS AMOSTRAS
Coloque a próxima amostra na balança e repita os passos 3 a 6 deste tutorial. Siga esse 
ciclo até a amostra de número 6 de cada tijolo, conforme a ABNT NBR 15270-1 indica 
para o ensaio de determinação de índice de absorção de água. 
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8. FAZENDO O CAPEAMENTO
Após os passos anteriores, clique no Tijolo Furado 1 e selecione a opção “Realizar 
capeamento”. 
Observe que o bloco foi capeado e colocado sobre a bancada. 
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9. PREPARANDO O TIJOLO CAPEADO PARA O ENSAIO
Antes de se realizar o ensaio de compressão, o tijolo precisa ser submerso. Para isso, 
selecione a opção “Submergir no tanque”. 
Observe que o corpo de prova será submerso por 6 horas. Caso não deseje aguardar o 
tempo necessário, clique no botão “Pular etapa de espera”. 
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Após decorridas as 6 horas, retire a amostra de dentro do tanque selecionando a opção 
“Remover corpo de prova”. A amostra será colocada na bancada e o ensaio de 
compressão já poderá ser realizado. 
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10. EXECUTANDO O ENSAIO DE COMPRESSÃO
Para executar o ensaio de compressão, selecione a opção “Ensaiar corpo de prova”. 
Observe que a amostra é colocada na prensa, onde se realizará o ensaio de compressão. 
Clique sobre a máquina e selecione a opção “Iniciar ensaio”. 
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A máquina começará a funcionar e aumentará a carga gradativamente até o corpo de 
prova romper. 
Quando o corpo de prova romper, a máquina irá parar e a tela apresentará uma 
mensagem. Anote o valor da carga em que o corpo rompeu. 
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11. REPETINDO O ENSAIO NAS OUTRAS AMOSTRAS
Para descartar a amostra, clique sobre a máquina e selecione a opção “Descartar corpo 
de prova”. 
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Retorne para o modo de visualização “Bancada” através da janela de Visualização ou do 
atalho do teclado “Alt+1”. 
Clique sobre a próxima amostra e selecione a opção “Realizar capeamento”. 
Repita os passos 8 a 10 para todas as amostras de cada tijolo. 
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12. AVALIANDO OS RESULTADOS
Utilizando os valores encontrados no experimento, determine o índice de absorção de 
água e resistência à compressão de cada lote analisado. Siga para a seção “Avaliação dos 
Resultados”, neste roteiro, e responda de acordo com o que foi observado nos 
experimentos. 
elm = ver pág. 15 do pdf!
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Pré Teste
1. Sobre a aparelhagem usada para realizar o teste de resistência dos blocos, é correto afirmar que:
A. O dispositivo deverá ser equipado com um prato de apoio em sua base;
B. Se os pratos de apoio não forem suficientes para cobrir o corpo de prova, uma placa de aço ou viga
metálica rígida deve ser colocada entre os pratos e o corpo de prova;
C. As superfícies dos pratos e das placas não podem apresentar desníveis superiores a (8x10-4) mm
para cada 400 mm.
A err = O dispositivo deverá ser equipado com dois pratos de apoio de aço, sendo um deles 
articulado e que atue na face superior.
Gab B = A norma se refere exatamente como afirmado na questão.
C err = Os desníveis não podem ser superiores a (8x10-2) mm.
Adm
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Adm
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2. Sobre as dimensões dos blocos e tijolos, qual alternativa corresponde à sequência correta quanto às suas
dimensões?
A. Largura, comprimento e altura;
B. Altura, largura e comprimento;
C. Altura, comprimento e altura.
Gab A = Segundo a NBR 15270, este é o procedimento para que sejam aferidas as dimensões 
dos blocos
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3. Para realizar o teste de compressão nos corpos de prova, é necessário que:
A. Os corpos de prova devem estar exatamente como vieram da obra;
B. É preciso da máquina para fazer a compressão devidamente calibrada, um computador para
mostrar os resultados, corpos de prova sem identificação de origem e devidamente limpos com as
rebarbas retiradas;
C. Os corpos de prova deverão estar com as rebarbas retiradas, devidamente limpos e com informação
de data de moldagem, e dados do solicitante pelo ensaio.
Gab C = Conforme a NBR 15270, este é o procedimento com os cuidados necessários para 
realizar o teste de compressão.
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4. O bloco da figura abaixo é classificado como:
A. Bloco cerâmico alveolar;
B. Bloco cerâmico de paredes vazadas;
C. Bloco cerâmico com furos horizontais.
Gab B = Segundo a NBR 15270, este é bloco correspondente.
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5. O tijolo da figura abaixo é classificado como:
A. Tijolo cerâmico de paredes maciças; 
B. Tijolo cerâmico de paredes internas e externas maciças;
C. Tijolo cerâmico com furos na vertical.
Gab A = Segundo a NBR 15270, este é tijolo correspondente.
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Pós Teste
1. Dado um tijolo maciço cuja classe é EST60, é correto afirmar que:
A. sua resistência à tração é de 6,0 MPa;
B. sua resistência à compressão é de 6,0 MPa;
C. o índice de absorção de água é 60%.
Gab B = A NBR 15270 (ABNT, 2017) indica que EST60 se refere à resistência à compressão de 
6,0 MPa.
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2. Dado um tijolo maciço cuja classe é VED40, é correto afirmar que:
A. sua resistência à compressão é de 0,4 MPa;
B. sua resistência à tração é de 4,0 kgf/cm²;
C. sua resistência à compressão é de 0,4 kN/cm².
A err = Segundo a NBR 15270 (ABNT, 2017), sua resistência é de 4,0 MPa.
B err = Sua resistência à compressão é de 40 kgf/cm².
Gab C = Pela NBR 15270 (ABNT, 2017), a nomenclatura VED40 refere-se a 4,0 MPa. 
Transformando para kN/cm², divide-se por 10, resultando em 0,4 kN/cm².
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Oval
3. Sendo o bloco perfurado ou alveolar para alvenaria, é correto afirmar que:
A. sua classe varia entre EST40 e EST100;
B. sua resistência varia entre 4,0 MPa e 20 MPa, não sendo admissíveis resistências
maiores;
C. sua classe pode variar a partir de EST40 até resistências maiores que serão definidas
em laboratório, padronizando a denominação de 2 MPa em 2 MPa, sendo o valor
apresentado após as iniciais EST.
Gab C = A NBR 15270 (ABNT, 2017) explica exatamente o que foi afirmado na alternativa.
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4. De acordo com a NBR 15270 (ABNT, 2017), o relatório final após o teste pode conter as seguintes
informações:
A. data do ensaio, data do recebimento da amostra e local da aplicação do bloco ou do
tijolo;
B. desvio-padrão em MPa, identificação do solicitante e data do ensaio;
C. data do recebimento da amostra, resistência dos blocos em kN/cm², desenho
esquemático ou foto de como os corpos de prova foram ensaiados.
A err = A NBR 15270 (ABNT, 2017) não menciona o local da aplicação do bloco ou tijolo.
Gab B = A NBR 15270 (ABNT, 2017) contempla as informações mencionadas.
C err = Segundo NBR 15270 (ABNT, 2017), o resultado do ensaio deverá ser em MPa.
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5. Um ensaio constatou que, para uso estrutural, a resistência atingida no ensaio de compressão de um
tijolo maciço foi de 6,0 Mpa. Isso quer dizer que:
A. sua classe é EST60;
B. sua classe é VED60;
C. sua classe é EST06.
Gab A = Segundo a NBR 15270(ABNT, 2017), 6,0 MPa é considerado como EST60.
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