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BMF 13.05.2024 Gestação e parto -O ovócito secundário finaliza a meiose e dá origem ao óvulo e dá origem ao embrião. -O ovócito secundário, junto da coroa radiada (zona pelúcida) -Se junta ao pronúcleo masculino, pois o pró núcleo feminino já está no ovócito. Fecundação -Cauda maior, atividade mitocondrial, as enzimas e os sensores quimiotáxicos, quanto maior a sensibilidade do espermatozóide a eles melhor é. -Após a entrada de um espermatozóide, a zona pelúcida muda de conformação, liberando grânulos corticais, impedindo que outros espermatozoides se liguem ao mesmo ovócito. -O espermatozoide é auxiliado pelas contrações da tuba uterina -Progesterona ajuda a dar espaço para o desenvolvimento do espermatozóide e do ovócito (oócito). Determinação do sexo -Cromossomo feminino vai para uma espermatide, o masculino vai para outra, a que permanecer determina o sexo. -Espermatozoides com cromossomo x são mais resistentes, pois serem mais resistentes ao ambiente mais ácido. -Espermatozoides masculinos preferem pH mais alcalino -Orgasmo feminino: mais propenso a espermatozoides masculinos por tornar o ambiente mais alcalino. Transporte -Muita progesterona: aumento das glândulas secretoras e aumento da camada funcional do endométrio. -Depois da presença dele dentro Gestação -Nidação: implantação do blastocisto no endométrio. -No início a placenta ainda não está formada, células chamadas de trofoblastos compartilham nutrientes para o embrião (blastocisto). Os hormônios são mantidos pelo corpo lúteo no início da gestação. O principal estrogênio é o estriol, produzido pela placenta a partir do terceiro mês. -Placenta: evolução das células trofoblásticas, se tornam vilosidades placentárias e após isso os capilares fetais crescem. É formada a partir do 3º mês de gestação Hormônios -Beta-HCG: produzido pelas células trofoblásticas. Produzido a partir do momento em que o blastocisto se implanta no endométrio. Tem como função a manutenção do corpo lúteo, aumentando-o de tamanho. Se o feto for do sexo masculino, são estimuladas as celulas intertisciais (de leydig), para produção de testosterona. -Estrogênio: aumenta as mamas da mãe, estímulo às glândulas mamárias. Aumento do útero materno e aumento da genitália feminina externa. Relaxamento do ligamento da pelve. Não somente da pelve, provoca facilidade em torções em gestantes. Não é o principal hormônio. -Até os 3 primeiros meses: corpo lúteo e células trofoblásticas -Depois dos 3 primeiros meses: placenta -Células deciduais: células do endométrio materno. São chamadas assim quando a mulher não está grávida, quando a mulher está grávida, são chamadas de células deciduais. -Progesterona: as celulas deciduais se desenvolvem no endometrio uterino, diminuindo a contratilidade do utero gravido, evitando contrações uterinas e o aborto espontaneo. Ajuda o estrogênio a preparar as mamas para a amamentação. Altera o muco cervical, formando um tampão no colo do útero, que evita infecções. -Somatomamotrofina coriônica humana (lactogenio placentario humano (HPL): Estimula prolactina, pois esse hormônio inibe a dopamina que inibe a prolactina. Formação de tecido proteicos para nutrição do feto, desenvolvimento das mamas. O hormônio tenta reservar a glicose da mãe para o bebe, fazendo com que a glicose seja menos utilizada, gerando um bloqueio nos receptores de insulina e gerando resistência à insulina. Os hábitos de vida fazem com que a gestante não desenvolva diabetes gestacional. -Aumento de cortisol -Aumento de aldosterona (aumento de pressão), pode gerar pré-eclâmpsia -FSH baixo, hormônio luteinizante baixo. -relaxina: frouxidão ligamentar, vasodilatação Por que a mãe não rejeita o feto? -O corpo materno tem mecanismos para não rejeição do feto. Parto -Mudanças hormonais e físicas que tornam o útero mais excitável, sendo mais responsivo a ocitocina. Os receptores de ocitocina são inibidos pela progesterona, onde no final da gestação, a progesterona estabiliza, aumentando a excitabilidade uterina. -Sinais que precedem o trabalho de parto: saída de tampão mucoso, quando a mulher começa a perder líquido, queda do ventre e melhora da respiração, dor em baixo do ventre. -Estrogênio se torna mais alto do que a progesterona, que se estabiliza ou fica mais baixa. -Contrações de treinamento, de braxton hicks, ocorre pelo aumento dos receptores de ocitocina. -Estrogênio aumenta sensibilidade para receptores de ocitocina -Babyblues: queda de estrogênio -Inibição de ocitocina no momento do parto: estresse. -Dilatação: afinamento do colo do útero e dilação do cérvix uterino -Fases do parto: pródromo (primeiros sinais), fase ativa: dilatação, necessária de 10 cm e fase expulsiva, de fazer força e dequitação, saída da placenta -Após o nascimento: golden hour: direto para o peito da mãe, para mamar, não corta o cordão logo de cara, só depois da placenta sair, para diminuição de processos inflamatórios. -Pós parto: útero começa a diminuir de tamanho logo após a saída da placenta, um dos motivos é a alta de ocitocina. Quando o útero não involui, pode ocorrer hemorragias importantes e óbito da mãe. Supressão da gonadotrofina e dos hormônios ovarianos, babyblues, depressão pós-parto e psicose pós parto. Superfície endometrial torna-se reepitelizada e pronta para a vida sexual normal, não gravídica, não pode engravidar pelo aumento da prolactina que inibe LH e FSH. Lactação -Estrogênio e progesterona estimulam glândulas mamárias. -A secreção de prolactina é estimulada pelo bebe, o choro, o contato pele a pele. -Primeiro leite: colostro. Sem gordura e com muitos anticorpos, ocorre geralmente nos primeiros dias. Após isso ocorre o leite de transição e depois disso o leite maduro. -Hormônios que estimulam o metabolismo da composição do leite, como gh, cortisol, paratormônio, insulina e hormônios tireoidianos.