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CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO-COMUNIDADE IV Orientações para a construção do resumo simples Congresso de referência: II Congresso Internacional em Ciências da Saúde Única https://www.even3.com.br/3cicisu/#submissoes?even3_orig=submissions_open FORMATAÇÃO DO RESUMO SIMPLES 1) A formatação do arquivo que será anexado no momento da submissão deverá ser feita da seguinte forma: • Arquivo nos formatos de Microsoft Word. • Folha tamanho: A4 (210 x 297mm); • Margens: superior e esquerda de 3,0 cm e inferior e direita de 2,5 cm; • Espaçamento entre linhas: simples; • Letra (fonte): tipo Times New Roman, com tamanho 12; • Alinhamento: justificado. • As palavras-chave deverão ser inscritas em ordem alfabética • Área Temática • Atenção que para os títulos de trabalhos nunca deve colocar siglas e sim a palavra por inteira. 2) O resumo simples deve iniciar com o TÍTULO do trabalho em letras maiúsculas (caixa alta), utilizando Times 12, em negrito, centralizado, contento, no máximo 20 palavras. O corpo do resumo simples deverá ser composto por um parágrafo único, com até no máximo 500 palavras e em texto corrido, sem figuras ou gráficos. Deverá ser escrito em fonte Times 12, espaçamento simples, justificado, e obedecer a seguinte estrutura: introdução, objetivos, metodologia, resultados e discussão, e conclusão ou considerações finais. Ao final do corpo do resumo deverão ser incluídas de três (03) a cinco (05) palavras-chave em ordem alfabética, disponíveis como Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) https://decs.bvsalud.org/ separadas por ponto e vírgula. https://decs.bvsalud.org/ A IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL NA IDENTIFICAÇÃO DE DOENÇAS DE TRANSMISSÃO VERTICAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 1Carla Andréa Moretto Brito 2Dandara Dias Cavalcante Abreu 3Juliana Dantas de Oliveira 4Larissa Albuquerque Paes de Araújo 5Luís Felipe da Silva Medeiros Melo 6Thainá Batista Mendes 7Núbia Kelly Rodrigues Ribeiro 1,2,3,4,5,6Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba. João Pessoa, Paraíba, Brasil; 7Professora orientadora. Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba. João Pessoa, Paraíba, Brasil. Área temática:Medicina Introdução: É de público conhecimento que o pré-natal é uma importante e efetiva estratégia na diminuição da morbimortalidade do binômio mãe-feto. Entre as ferramentas utilizadas para esse fim, estão os exames para rastreamento de diabetes gestacional, eritroblastose fetal, bacteriúria assintomática, anemia, pré-eclâmpsia e, principalmente, as sorologias para identificação de doenças de possível via de transmissão vertical: HIV, sífilis, hepatites B e C, rubéola, citomegalovírus e toxoplasmose. Dessa forma, elucidando precocemente a infecção materna, é possível iniciar-se o quanto antes o tratamento específico, diminuindo, portanto, o risco de infecção do concepto. Objetivo: Informar sobre a importância das sorologias de rastreamento de doenças infectocontagiosas de transmissão vertical como meio de prevenção de doenças infecciosas congênitas. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, realizado em uma unidade de saúde da família do município de João Pessoa, Paraíba, no mês de Maio de 2024. Resultados e discussão: Durante a vivência prática na unidade de saúde da família, foi atendida uma gestante do terceiro trimestre (nono mês), com histórico de consultas irregulares de pré-natal e suscetibilidade sorológica à toxoplasmose. Para além disso, durante visita domiciliar à referida paciente, foi constatada a exposição a fatores de risco da doença: presença de felino na residência e manuseio de areia possivelmente infectada por fezes de gatos sem o adequado uso de luvas ou higienização correta das mãos. Diante disso, apesar da ausência de manifestações clínicas evidentes, foi solicitado um exame sorológico para toxoplasmose à paciente, o qual apresentou resultado reagente para o componente IgM, constatando o diagnóstico de infecção recente pela bactéria Toxoplasma gondii. A equipe mobilizou-se no processo de referência da gestante para a maternidade de alto risco, uma vez que infecções ativas por esse agente etiológico no último mês de gestação possuem 90% de chance de transmissão fetal e, por conseguinte, infecção congênita. A partir de então, o tratamento da gestante ficou a cargo da maternidade de referência. Considerações finais ou Conclusão: Dessa forma, mediante determinação inicial do perfil sorológico da gestante, é possível -em caso de suscetibilidade à infecção- orientar sobre a necessidade inerente de fortalecimento das estratégias de profilaxia de tais enfermidades e sobre os fatores de risco delas e, em casos de infecção, iniciar precocemente o tratamento para abrandar a mortalidade associada e os riscos de sequelas, como microcefalia, tracoma, toxoplasmose congênita, HIV congênito, calcificações cerebrais, retinocoroidite, malformações do SNC, sepse neonatal, etc. Palavras-chave: Cuidado pré-natal; Infectologia; Transmissão Vertical de Doença Infecciosa