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CONVERSÃO DE ENERGIA: MITOCÔNDRIA E CLOROPLASTOS AS CÉLULAS EUCARIÓTICAS CONTEMPORÂNEAS EVOLUÍRAM DE UMA SIMBIOSE: - Um meio de vida predatório ajuda a explicar outras características das células eucarióticas. Todas essas células contêm (ou em algum tempo contiveram) mitocôndrias - As mitocôndrias se originaram de bactérias de vida livre que metabolizam oxigênio (aeróbicas), e que foram engolfadas por uma célula ancestral incapaz de fazer uso de oxigênio (i.e., anaeróbica). Escapando da digestão, essas bactérias evoluíram em simbiose com a célula que a engolfou e com a sua progênie, recebendo abrigo e alimento em troca da geração de energia que proporcionaram aos seus hospedeiros. - Análises genômicas recentes sugerem que a primeira célula eucariótica se formou depois que uma célula de arqueia engolfou uma bactéria aeróbica MITOCÔNDRIA: envoltos por uma camada dupla de membrana, captam oxigênio e utilizam a energia da oxidação das moléculas do alimento – como açúcares – para produzir a maior parte do ATP que fornece energia para as atividades da célula. - São similares em tamanho a pequenas bactérias - têm seu próprio genoma, na forma de uma molécula de DNA circular; - seus próprios ribossomos, que diferem dos demais ribossomos da célula eucariótica; e seus próprios tRNAs CLOROPLASTOS: - realizam a fotossíntese usando a energia da luz solar para sintetizar carboidratos a partir de dióxido de carbono atmosférico e água, e liberam os produtos para a célula hospedeira na forma de alimento. - têm seu próprio genoma. Eles quase certamente se originaram como bactérias fotossintetizantes simbióticas adquiridas pelas células eucarióticas que já possuíam mitocôndrias ESTRUTURA DA MITOCÔNDRIA: - Extremamente dinâmicas e plásticas, movendo-se pela célula, mudando constantemente de forma, dividindo-se e fusionando-se - costumam estar associadas ao citoesqueleto microtubular (Figura 14-5), o que determina sua orientação e distribuição em diferentes tipos celulares. - o metabolismo de açúcares é completo: o piruvato é importado para dentro da mitocôndria e em última instância oxidado pelo O2 em CO2 e H2O, o que possibilita a produção de 15 vezes mais ATP do que o produzido apenas pela glicólise. - As mitocôndrias possuem uma membrana externa e outra interna. - . A membrana interna, que delimita o compartimento da matriz mitocondrial interna (Figura 14-8), é altamente enovelada para formar invaginações conhecidas como cristas, que contêm nas suas membranas as proteínas da cadeia transportadora de elétrons - . Onde a membrana interna dispõe-se em paralelo com a membrana externa, entre as cristas, ela é denominada membrana de limite interno - O espaço estreito (20 a 30 nm) entre a membrana de limite interno e a membrana externa é conhecido como espaço intermembranas. As cristas são discos ou túbulos de membrana de 20 nm de largura que se projetam profundamente na matriz e delimitam o espaço da crista. A membrana da crista é contínua com a membrana de limite interno, e onde suas membranas se unem, formam-se tubos ou fendas, conhecidos como junções da crista. - a membrana mitocondrial externa é livremente permeável a íons e a moléculas pequenas (MUITAS PORINAS) - membrana mitocondrial interna é uma barreira para a difusão de íons e moléculas pequenas, - As membranas das cristas, que são contínuas com a membrana de limite interna, contêm a enzima ATP-sintase que produz a maior parte do ATP celular; elas também contêm os grandes complexos proteicos da cadeia respiratória – o nome dado para a cadeia transportadora de elétrons mitocondrial. AS MITOCÔNDRIAS TÊM MUITOS PAPEIS ESSENCIAIS NO METABOLISMO CELULAR - Geram a maior parte do ATP celular; elas também fornecem muitos dos recursos essenciais para biossíntese e crescimento celular. - São críticas para o tamponamento do potencial redox no citosol. - Responsável pela biossíntese dos grupos heme – desempenha uma parte central na transferência de elétrons – é outro processo crítico compartilhado entre a mitocôndria e o citoplasma - São protagonistas na biossíntese de membranas. A cardiolipina é um fosfolipídeo de “duas cabeças” restrito à membrana mitocondrial interna, onde ele também é produzido. - São importantes como tampões de cálcio, capturando cálcio do RE e retículo sarcoplasmático em junções de membrana especiais UM PROCESSO QUIMIOSMÓTICO ACOPLA ENERGIA DE OXIDAÇÃO À PRODUÇÃO DE ATP A fosforilação oxidativa é um processo crucial na produção de energia nas células, principalmente em organismos aeróbicos (que utilizam oxigênio). Este processo ocorre nas mitocôndrias, que são as usinas de energia das células. Basicamente, a fosforilação oxidativa envolve a transferência de elétrons através de uma série de complexos proteicos na membrana mitocondrial interna, chamada de cadeia de transporte de elétrons. À medida que os elétrons são transferidos ao longo desta cadeia, ocorre a liberação de energia, que é utilizada para bombear prótons (íons de hidrogênio) da matriz mitocondrial para o espaço intermembranar. Isso cria um gradiente de prótons, com uma alta concentração de prótons no espaço intermembranar e uma baixa concentração na matriz mitocondrial. A energia potencial armazenada neste gradiente de prótons é então utilizada pela ATP sintase, uma enzima na membrana mitocondrial interna, para produzir ATP (trifosfato de adenosina), a principal molécula de energia utilizada pelas células. Este processo de síntese de ATP, impulsionado pelo gradiente de prótons, é conhecido como fosforilação oxidativa. Portanto, a fosforilação oxidativa é fundamental para a produção eficiente de ATP nas células, permitindo que elas realizem uma variedade de processos metabólicos e mantenham suas funções vitais. Resumo: A mitocôndria realiza a maior parte das oxidações celulares e produz a massa de ATP das células animais. Uma mitocôndria possui duas membranas separadas: a membrana externa e a membrana interna. A membrana interna circunda o espaço mais interno (a matriz) da mitocôndria e forma as cristas, que se projetam para dentro da matriz. A matriz e as cristas da membrana interna são as principais partes funcionais da mitocôndria. As membranas que formam as cristas correspondem a uma das principais partes da área de superfície de membrana na maioria das células, e elas contêm as cadeias transportadoras de elétrons mitocondriais (a cadeia respiratória). A matriz mitocondrial contém uma grande variedade de enzimas, incluindo aquelas que convertem piruvato e ácidos graxos a acetil-CoA e aquelas que oxidam essa acetil-CoA a CO2 por meio do ciclo do ácido cítrico. Essas reações de oxidação produzem grandes quantidades de NADH, cujos elétrons de alta energia são transferidos para a cadeia respiratória. A cadeia respiratória então usa a energia derivada do transporte de elétrons do NADH para o oxigênio molecular para bombear H+ para fora da matriz. Isso produz um grande gradiente eletroquímico de prótons através da membrana mitocondrial interna, composto de contribuições tanto do potencial de membrana quanto da diferença de pH. Esse gradiente eletroquímico exerce uma força para impulsionar os íons H+ de volta para a matriz. Essa força próton-motriz é aproveitada tanto para produzir ATP quanto para o transporte seletivo de metabólitos através da membrana mitocondrial interna. Resumo A grande quantidade de energia livre liberada quando H+ flui de volta para dentro da matriz a partir das cristas fornece a base para a produção de ATP no lado da matriz das membranas das cristas mitocondriais por uma máquina proteica notável – a ATP-sintase. A ATP-sintase funciona com uma turbina em miniatura, e ela é um dispositivo reversível que pode acoplar o fluxo de prótons à síntese ou à hidrólise de ATP. O gradiente eletro químico transmembrana que impulsiona a produção de ATP nas mitocôndrias também impulsiona o transporte ativo de metabólitos selecionados através da membrana mito condrial interna, incluindo uma troca de ADP por ATP eficiente entre a mitocôndria e o citosol que mantéma reserva de ATP celular muito alta. A alta concentração de ATP celular resultante torna a diferença de energia livre para a hidrólise do ATP extremamente favorável, possibilitando que essa reação de hidrólise impulsione um número muito gran de de processos que requerem energia no interior da célula. A presença universal da ATP--sintase em bactérias, mitocôndrias e cloroplastos comprova a importância central dos mecanismos quimiosmóticos nas células A FISSÃO E A FUSÃO DE MITOCÔNDRIAS SÃO PROCESSOS TOPOLOGICAMENTE COMPLEXOS - muitas vezes se dividindo por fissão, se fundindo e mudando de forma. A fissão das mitocôndrias pode ser necessária para que pequenas partes da rede possam destacar-se e alcançar regiões remotas da célula – por exemplo, nos finos e extensos dendritos e axônio de um neurônio. - A fissão e a fusão das mitocôndrias são processos topologicamente complexos que devem garantir a integridade dos compartimentos mitocondriais separados definidos pelas membranas interna e externa. - esses processos controlam o número e a forma das mitocôndrias - A máquina de fissão mitocondrial funciona pelo arranjo de GTPases relacionadas à dinamina em oligômeros helicoidais que causam constrições locais nas mitocôndrias tubulares. A hidrólise do GTP gera, então, a força mecânica que corta as membranas mitocondriais interna e externa de uma só vez. - A fusão mitocondrial requer duas maquinarias separadas, uma para a membrana externa e uma para a interna CLOROPLASTOS OS CLOROPLASTOS ASSEMELHAM-SE ÀS MITOCÔNDRIAS, MAS POSSUEM UM COMPARTIMENTO TILACÓIDE SEPARADO - fotossíntese ocorre em uma organela intracelular especializada – o cloroplasto - CLOROPLASTO: São dotados de uma membrana externa altamente permeável, uma membrana interna muito menos permeável, na qual proteínas de membrana transportadoras estão embebidas, e um espaço intermembranas muito estreito. Formam o envelope dos cloroplastos - membrana interna do cloroplasto cerca um grande espaço denominado estroma, que é análogo à matriz mitocondrial - possui seu próprio genoma e sistema genético. O estroma, portanto, também contém um conjunto especial de ribossomos, de RNAs e o DNA cloroplastídico. Uma diferença importante entre a organização das mitocôndrias e dos cloroplastos A membrana interna dos cloroplastos não é enovelada em cristas e não contém cadeias transportadoras de elétrons. Em vez disso, as cadeias transportadoras de elétrons, os sistemas fotossintetizantes que absorvem luz e uma ATP--sintase estão contidos na membrana tilacoide, uma membrana separada e distinta que forma um conjunto de sacos achatados, os tilacoides. - A membrana dos tilacoides é altamente enovelada em numerosas pilhas locais de vesículas achatadas denominadas grana, interconectadas por tilacoides que não se encontram empilhados. - O lúmen de cada tilacoide é conectado com o lúmen de outros tilacoides, definindo desse modo um terceiro compartimento interno denominado espaço tilacoide. OS CLOROPLASTOS CAPTURAM ENERGIA DA LUZ SOLAR E A UTILIZAM PARA FIXAR CARBONO REAÇÕES QUE OCORREM DURANTE A FOTOSSÍNTESE NOS CLOROPLASTOS: 1. As reações de transferência de elétrons fotossintéticas (também denominadas reações da fase clara”) ocorrem em dois grandes complexos proteicos, denominados centros de reação, embebidos na membrana tilacoide. Um fóton (um quantum de luz) abstrai um elétron da molécula de pigmento verde clorofila no primeiro centro de reação, criando um íon de clorofila positivamente carregado. Esse elétron move-se então ao longo da cadeia transportadora de elétrons e através de um segundo centro de reação de modo muito similar a um elétron que se move ao longo da cadeia respiratória nas mitocôndrias. Durante o processo de transporte de elétrons, o H+ é bombeado através da membrana tilacoide, e o gradiente eletroquímico de prótons resultante direciona a síntese de ATP no estroma. Como etapa final nessa série de reações, elétrons são adicionados (junto com H+) no NADP+, convertendo-o na molécula de NADPH rica em energia. Como a clorofila positivamente carregada no primeiro centro de reação rapidamente readquire seus elétrons da água (H2 O), o gás O2 é produzido como um subproduto. Todas essas reações estão confinadas ao cloroplasto. 2. As reações de fixação de carbono não requerem luz solar. O ATP e NADPH gerados pelas reações da fase clara servem como fonte de energia e poder redutor, respectivamente, para impulsionar a conversão de CO2 a carboidrato. Essas reações de fixação de carbono iniciam-se no estroma do cloroplasto, onde geram o açúcar de três carbonos gliceraldeído-3-fosfato. Esse açúcar simples é exportado para o citosol, onde é usado para produzir sacarose e muitos outros metabólitos orgânicos nas folhas da planta. A sacarose é então exportada para atender às necessidades metabólicas dos tecidos vegetais não fotossintetizantes, servindo como uma fonte de carbono e energia para o crescimento. Portanto, a formação de ATP, NADPH e O2 (que requerem diretamente energia luminosa) e a conversão de CO2 a carboidrato (que requer energia luminosa apenas de modo indireto) são processos separados A FIXAÇÃO DE CARBONO USA ATP E NADPH PARA CONVERTER CO2 EM AÇÚCARES Figura 14-40 Reação inicial de fixação do carbono. Esta reação de carboxilação possibilita que uma molécula de dióxido de carbono e uma de água sejam incorporadas em moléculas carbonadas orgânicas. Ela é catalisada no estroma do cloroplasto pela enzima abundante ribulose bisfosfato carboxilase, ou Rubisco. Como indicado, são produzidas duas moléculas de 3-fosfoglicerato. CICLO DE FIXAÇÃO DO CARBONO Figura 14-41 O ciclo de fixação do carbono. Esta via metabólica central possibilita que moléculas orgânicas sejam produzidas a partir de CO2 e H2O. Na primeira etapa do ciclo (carboxilação), o CO2 é adicionado à ribulose 1,5-bifosfato, como mostrado na Figura 14-40. Na segunda etapa (redução), ATP e NADPH são consumidos para produzir moléculas de gliceraldeído-3-fosfato. Na etapa final (regeneração), parte do gliceraldeído 3-fosfato produzido é usado para regenerar ribulose 1,5-bifosfato. A outra parte é convertida em amido e gordura no estroma do cloroplasto ou transportada para fora do cloroplasto, indo para o citosol. O número de átomos de carbono para cada tipo de molécula está indicado em amarelo. Há muitos intermediários entre o gliceraldeído-3-fosfato e a ribulose-5--fosfato, mas eles foram omitidos aqui para maior clareza. A entrada de água no ciclo também não está mostrada (porém, ver Figura 14-40) COMPLEXOS CLOROFILA-PROTEÍNA PODEM TRANSFERIR ENERGIA EXCITATÓRIA OU ELÉTRONS - Fotossistema da membrana do tilacoide tem muitas clorofilas, pigmento verde dos organismos fotossintetizantes Quando uma molécula de clorofila absorve um quantum de luz solar (um fóton), a energia do fóton provoca o movimento de um destes elétrons de um orbital molecular de baixa energia para outro orbital de maior energia. O elétron excitado de uma molécula de clorofila tende a retornar rapidamente ao seu estado basal, o que pode ocorrer de uma de três formas: 1. Pela conversão da energia extra em calor (movimento molecular) ou em alguma combinação de calor e luz a um comprimento de onda maior (fluorescência); isso é o que costuma acontecer quando a luz é absorvida por uma molécula de clorofila isolada em solução. 2. Pela transferência da energia – mas não do elétron – diretamente a uma molécula de clorofila vizinha por um processo chamado de transferência de energia ressonante. 3. Pela transferência do elétron excitado com sua carga negativa para outra molécula próxima, um aceptor de elétrons, depois do que a clorofila carregada positivamente retorna ao seu estado original pela captação de um elétron de alguma outra molécula, um doador de elétrons. A MEMBRANA TILACOIDE CONTÉM DOIS FOTOSSISTEMAS DIFERENTES TRABALHANDO EM SÉRIE - A energia de excitação coletada pelo complexo antena é entregue ao par especial no centro de reação fotoquímica. O centro de reação é um complexo clorofila-proteína transmembrana que fica no coração da fotossíntese - Os cloroplastos contêm dois fotossistemas funcionalmente diferentes, embora estruturalmente relacionados, e cada qual alimenta uma cadeia de transferência de elétrons com elétrons gerados pela ação da luz solar. Na membrana tilacoide do cloroplasto, o fotossistema I se limita aos tilacoides não empilhados do estroma, enquanto os tilacoides empilhados do grana contêm o fotossistema II. Os dois sistemas foram nomeados na ordem de sua descoberta, não das suas ações na via fotossintetizante, e os elétrons são primeiro ativados no fotossistema II antes de serem transferidos ao fotossistema I O caminho de um elétron ao longo dos dois fotossistemas pode ser descrito como uma trajetória em Z e é conhecido como esquema Z. No esquema Z, o centro de reação do fotossistema II primeiro retira um elétron da água. O elétron passa via uma cadeia transportadora de elétrons (composta do carreador de elétrons plastoquinona, o complexo citocromo b6-f e a proteína plastocianina) para o fotossistema I, que propele o elétron através da membrana em uma segunda reação de separação de carga dirigida pela luz que leva à produção de NADPH. O esquema Z é necessário para preencher a lacuna muito grande de energia entre a água e o NADPH Figura 14-46 Esquema Z para fotossíntese. Os tilacoides das plantas e das cianobactérias contêm dois tipos diferentes de fotossistemas, conhecidos como fotossistema I e fotossistema II, que funcionam em série. Cada centro de reação dos fotossistemas I e II recebe energia de excitação de seu próprio conjunto de complexos antena firmemente associados, conhecidos como LHC-I e LHC-II, por transferência de energia ressonante. Note que, por motivos históricos, os dois fotossistemas são nomeados de forma oposta à ordem na qual eles atuam, com o fotossistema II passando seus elétrons para o fotossistema I. A ATP-SINTASE DE CLOROPLASTO UTILIZA O GRADIENTE DE PRÓTONS GERADO PELAS REAÇÕES FOTOSSINTETIZANTES LUMINOSAS PARA PRODUZIR ATP O esquema Z linear para a fotossíntese, conforme discutido até aqui, pode alternar para um modo circular de fluxo de elétrons através do fotossistema I e o complexo b6-f. Aqui, a ferredoxina reduzida se difunde de volta para o complexo b6-f para reduzir a plastoquinona, em vez de passar seus elétrons para o complexo enzimático ferredoxina--NADP+ redutase. Isso, de fato, transforma o fotossistema I em uma bomba de prótons guiada pela luz, aumentando, assim, o gradiente de prótons e consequentemente a quantidade de ATP produzida pela ATP-sintase. Um conjunto elaborado de mecanismos reguladores controla tal alternância, que habilita o cloroplasto a gerar ainda mais NADPH (modo linear) ou mais ATP (modo circular), dependendo das necessidades metabólicas da célula.