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AP1 ( ) AP2 ( X ) AP3 ( ) APE ( ) - 2023/2 DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO 2 CÓDIGO: EAD08116 Coordenação: Jéssica do Nascimento Rodrigues Tutor: Plinio Machado e Gabriel Antunes Prova com consulta de material impresso: ( ) Sim ( X ) Não Cara/o estudante, esta é a sua segunda avaliação presencial, composta por apenas 8 questões, as quais devem ser obrigatoriamente respondidas à caneta de tinta azul ou preta, individualmente e sem consulta. Ao final da avaliação, disponibilizamos um cartão-resposta para você marcar um X em uma única alternativa para cada uma das 6 primeiras questões, prestando bastante atenção nos enunciados, e para você elaborar a resposta às questões 7 e 8, as quais são discursivas. A correção da avaliação será feita nesse cartão-resposta. Lembre-se de que as questões de múltipla escolha não admitem rasuras. A equipe de Língua Portuguesa na Educação 2 lhe deseja um excelente trabalho! QUESTÕES OBJETIVAS Questão 1 (Valor: 1,0) – Considerando o estudado em nossas aulas e demais atividades que as complementam, leia os textos 1 e 2 e assinale a ALTERNATIVA CORRETA. Texto 1 Amazônia Legal - O que é A Amazônia Legal corresponde à área de atuação da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia - SUDAM delimitada em consonância ao Art. 2o da Lei Complementar n. 124, de 03.01.2007. A região é composta por 772 municípios distribuídos da seguinte forma: 52 municípios de Rondônia, 22 municípios do Acre, 62 do Amazonas, 15 de Roraima, 144 do Pará, 16 do Amapá, 139 do Tocantins, 141 do Mato Grosso, bem como, por 181 Municípios do Estado do Maranhão situados ao oeste do Meridiano 44º, dos quais, 21 deles, estão parcialmente integrados na Amazônia Legal. Possui uma superfície aproximada de 5.015.067,75 km², correspondente a cerca de 58,9% do território brasileiro. Nome: Matrícula: Polo: Disponível em: https://www.ibge.gov.br/geociencias/cartas-e-mapas/mapas-regionais/15819-amazonia-legal.html?=&t=o- que-e. Acesso em: 15 maio 2022. Texto 2 Amazônia ilegal Por Caetano Scannavino* para a Folha de São Paulo Sabemos que, na Amazônia Legal, nossa sociobiodiversidade a partir do açaí, cacau e outros gera mais empregos e renda do que boi. Que com eficiência agrícola se produz mais, com menos terra, sem desmatamento. Que áreas protegidas prestam serviços ambientais de valor planetário. Que a Zona Franca de Manaus poderia ser o Vale do Silício da bioeconomia. E que o Brasil poderia ser o tal “país do futuro”. Só que não adianta falar de desenvolvimento sustentável sem antes resolver a cultura do ilegalismo que impera na região, onde legal é o ilegal, onde aqueles que grilam terras, derrubam árvores ou contaminam rios ditam regras como “cidadãos de bem” que movem as economias locais em nome do progresso. No quarto país mais perigoso do mundo para defensores ambientais, não se pode normalizar o fato de que, dos 300 assassinatos de ativistas na Amazônia brasileira, apenas 14 foram a julgamento na última década (Human Rights Watch, 2019). Amazônia Legal, só nos mapas. Ela está mais para a Chicago gângster dos anos 1920. Mata-se e desmata-se, num conluio entre atores privados e públicos. Uma minoria, porém, empoderada e dominante, detém um quinhão do maior patrimônio dos brasileiros a serviço da humanidade. Se a Amazônia fora da lei fosse um país, estaria entre os dez maiores emissores de gases de efeito estufa só pelo desmatamento ilegal. Não é que “onde existe muita floresta também existe muita pobreza”, como disse o ministro Joaquim Leite (Meio Ambiente) na COP26, mas sim que esse modelo que desmata está nos deixando mais pobres. Os dados do IPS Amazônia 2021 identificam os piores Índices de Progresso Social justamente nos municípios que mais desmataram. Se Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB) deixaram a desejar na área ambiental, o que era ruim ficou pior sob Jair Bolsonaro (PL), com o menor número de multas do Ibama em 20 anos e a maior taxa de desmatamento desde 2006 (Prodes). Não se acaba com o ilegalismo legalizando o ilegal, com projetos para liberar garimpos ou boi em reservas. Ou para premiar grileiros com descontos de até 98% para aquisição das terras públicas surrupiadas. É insistir num modelo que deu errado, sem mais tempo para errar. Compromete-se tudo para favorecer só alguns que se apropriam do que são de todos. Quem quer fazer a coisa certa é punido. Como não consegue concorrer com o preço baixo da produção ilegal, quebra ou muda de lado, desestimulando investimentos responsáveis e a própria existência de um mercado como deveria ser. Em vez de empreendedores, o que temos atraído para a região são cartéis. Já vimos o desmatamento na Amazônia cair mais de 80% entre 2004 e 2012, enquanto o agronegócio e a economia cresciam. Só que apenas lampejos de comando e controle não bastam. Como ente soberano, é hora de a sociedade brasileira chamar a responsabilidade para si, pelo cumprimento das leis, pela questão socioambiental acima de direitas e esquerdas, como política de Estado, efetiva, que consolide uma nova cultura em que boas práticas predominem. Sem uma mobilização nacional neste sentido, fica difícil falar em Amazônia Legal. E sustentável. *Caetano Scannavino Coordenador da ONG Projeto Saúde & Alegria, é membro da coordenação do Observatório do Clima e integrante da Rede Folha de Empreendedores Socioambientais Disponível em: https://envolverde.com.br/amazonia-ilegal/. Acesso em: 15 maio 2022. https://www.ibge.gov.br/geociencias/cartas-e-mapas/mapas-regionais/15819-amazonia-legal.html?=&t=o-que-e https://www.ibge.gov.br/geociencias/cartas-e-mapas/mapas-regionais/15819-amazonia-legal.html?=&t=o-que-e a) O texto 1 e o texto 2 são predominantemente informativos já que a intenção é informar. b) O texto 2, diferente do texto 1, é predominantemente de opinião, embora apresente também informações. c) O texto 1, diferente do texto 2, é predominantemente de opinião, embora apresente também informações. d) O texto 1 e o texto 2 são predominantemente de opinião já que predomina a intenção de opinar. Questão 2 (Valor: 1,0) – Considerando o estudado em Língua Portuguesa na Educação 2, releia o texto 2, da questão anterior, e assinale a ALTERNATIVA INCORRETA. a) No 1.o parágrafo, as aspas utilizadas em “país do futuro” e, no 2.o parágrafo, as utilizadas em “cidadãos de bem” correspondem bem à realidade. Nesse tipo de uso das aspas, o enunciador não delega ao leitor a tarefa de compreender o motivo pelo qual ele está assim chamando sua atenção. b) O título do texto é “Amazônia ilegal”. Nele, o adjetivo “ilegal”, que caracteriza o substantivo “Amazônia”, é uma crítica direta ao ilegalismo que impera na região da chamada “Amazônia legal”. c) No 4.o parágrafo, no trecho “Amazônia Legal, só nos mapas. Ela está mais para a Chicago gângster dos anos 1920. Mata-se e desmata-se, num conluio entre atores privados e públicos”, o autor utiliza uma comparação no processo de argumentação, para sustentar que não existe uma Amazônia legal, no sentido de uma Amazônia legalizada, ou seja, em conformidade com a legalidade. d) No 3.o parágrafo, a fim de respaldar e validar argumentos, o autor lança mão do discurso de autoridade ao fazer referência a Human Rights Watch como fonte de onde recolheu informações. Questão 3 (Valor: 1,0) – Considerando os nossos estudos e atividades, leia o texto 3 e assinale a ALTERNATIVA INCORRETA. Texto 3 Jornal Estado de Minas. Disponível em: https://www.em.com.br/app/charge/2020/08/02/interna_charge,1172270/amazonia- pulmao-do-mundo.shtml. Acesso em: 15 maio 2022. a) Caricaturas e charges, como é o texto 3, são gêneros típicos do discurso do jornalismo informativo. b) O título do texto 3, se retirado do contexto, ou seja, se apagada a imagem, produz um cunho interpretativopositivo em relação à Amazônia. c) A imagem, no texto 3, completa e alarga os sentidos do título, pois, para o autor, a Amazônia parece não ser o pulmão do mundo. d) A onomatopeia utilizada no texto 3, que imita o ato de tossir, é um elemento verbal essencial para promover os efeitos de sentido pretendidos. Questão 4 (Valor: 1,0) – Considerando os nossos estudos ao longo do semestre, leia o texto 4 e assinale a ALTERNATIVA INCORRETA. Texto 4 Fiscalização encontra garimpos ilegais e moradias irregulares em reserva sustentável no Amapá Ação na RDS do Rio Iratapuru apreendeu objetos usados nos crimes ambientais e desmontou acampamentos dos garimpeiros. Por Victor Vidigal, g1 AP — Macapá - 31/03/2022 13h21 - Atualizado há um mês Fiscalização da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) encontrou indícios de atividade garimpeira ilegal e moradias irregulares na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Iratapuru, com mais de 806 mil hectares, no Oeste do Amapá. Em uma RDS é permitida a ocupação pelos moradores nativos, desde que atendendo a critérios rígidos de ocupação e uso do ecossistema. Dois acampamentos usados para atividades de caçadores e garimpeiros ilegais tiveram as estruturas de barracos desmontadas pelas equipes das coordenadorias de Fiscalização e Monitoramento Ambiental (CMFA) e de Gestão de Unidades de Conservação e Biodiversidade (CGUCBio). De acordo com a Sema, os suspeitos de realizarem atividades ilegais fugiram para dentro da mata ao verem os agentes. A equipe apreendeu os equipamentos usados nos crimes ambientais e apresentou o aparato na Delegacia de Meio Ambiente (Dema). http://g1.globo.com/ap/amapa A ação aconteceu na segunda-feira (28) e também notificou o morador de uma residência por construir em área de preservação ambiental, explicou o major André Carvalho, que atuou na fiscalização. “O proprietário tem que vir na Sema, porque ele não pode fazer a construção em área de reserva sustentável. A gente precisa saber se a construção foi antes ou depois da criação da lei da RDS em 1997”, disse. Além disso, a equipe realizou a instalação de sete placas de sinalização e ainda fez a manutenção de mais duas que foram colocadas em 2018. Disponível em: https://g1.globo.com/ap/amapa/natureza/amazonia/noticia/2022/03/31/fiscalizacao-encontra-garimpos-ilegais- e-moradias-irregulares-em-reserva-sustentavel-no-amapa.ghtml. Acesso em: 15 maio 2022. a) O texto 4, cujo gênero do discurso é a notícia, alinha-se ao discurso jornalístico opinativo. b) O tipo textual que organiza o gênero notícia, predominantemente, é a narração, visto que aborda um acontecimento realizado em determinado espaço-tempo e com sujeitos específicos. c) O título do texto 4 antecipa ao leitor a ação relatada no corpo da notícia, seu foco principal: o fato de a fiscalização descobrir garimpos e moradias ilegais em área protegida. d) As fotografias utilizadas no texto 4 são recursos que corroboram com a validação do fato noticiado: os garimpos em processo de desmonte e a placa informativa da reserva. Questão 5 (Valor: 1,0) – Retome a leitura dos textos 1, 2, 3 e 4 e assinale a ALTERNATIVA INCORRETA. a) A intencionalidade do texto 2 corrobora com a do texto 3 tendo em vista que os autores sublinham o fato de a Amazônia estar em risco ambiental. b) Ainda que o texto 4 não se refira a toda a extensão da Amazônia legal, é possível supor que a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Iratapuru é parte dela, já que localizada no Amapá, o que pode ser comprovado mediante leitura do texto 1. c) O uso de uma linguagem mais imparcial no texto 4, como o uso da 1.a pessoa, enfatiza o seu caráter informativo, assim como no texto 1. d) O texto 1 informa que a Amazônia legal ocupa “uma superfície aproximada de 5.015.067,75 km², correspondente a cerca de 58,9% do território brasileiro”, o que é questionado no texto 2, segundo o qual “Amazônia Legal, só nos mapas” (4.o parágrafo). Questão 6 (Valor: 1,0) – Leia o texto 5 e assinale a ALTERNATIVA INCORRETA. Texto 5 Amazônia Legal: estudo da relação do desmatamento com a posse da terra no estado do Mato Grosso Daniella Tiemi Sasaki Okida Esta pesquisa examina as relações entre a redução das Florestas e a certificação de propriedades no Estado do Mato Grosso. A área de estudo abrange 483.469 km² do bioma Amazônia no estado do Mato Grosso, que é inteiramente contido dentro da Amazônia Legal Brasileira, localizada no “Arco do desmatamento”, onde a agropecuária compete com a cobertura vegetal nativa. O monitoramento e os sistemas cadastrais de certificação de propriedades são algumas das políticas públicas que o Brasil tenta implementar para enfrentar esses desafios ambientais. Nesse contexto, cruzamos os dados do Instituto Nacional de Reforma Agrária (INCRA) com o programa anual de monitoramento do desmatamento (PRODES), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O sistema cadastral que utilizamos é o Sistema de Gestão Fundiária (SIGEF) que foi lançado em 2013. Realizamos a análise de 2013 a 2017 com propriedades públicas e privadas e avaliamos as dinâmicas no comportamento de desmatamento de pequenos proprietários e grandes proprietários. Os resultados mostram que a certificação da terra causa um impacto maior no desmatamento das pequenas propriedades (menores de 100ha). O SIGEF é relativamente novo e, portanto, é necessário mais tempo para estabelecer uma tendência de conservação consolidada. Disponível em: https://repositorio.unb.br/handle/10482/37963. Acesso em: 15 maio 2022. a) O texto 5, cujo gênero é o resumo científico, divulga os principais resultados da pesquisa “Amazônia Legal: estudo da relação do desmatamento com a posse da terra no estado do Mato Grosso”. b) Como toda pesquisa científica, o texto 5 fornece um conhecimento provisório e parcial, o que pode ser confirmado mediante leitura do último período do resumo. c) No texto 5, é possível entender o objetivo principal da pesquisa científica realizada por Daniella Okida. d) O texto 5 é típico do discurso científico e, por isso, é escrito para um público leigo. QUESTÕES DISCURSIVAS Questão 7 (Valor: 2,0) – Leia o texto 6 disponibilizado a seguir e faça o que se pede. Texto 6 O desmatamento na Amazônia e a importância das áreas protegidas Resumo: O modelo da ocupação demográfica da Amazônia legal nos últimos cinquenta anos tem levado a níveis significativos de desmatamento, resultante de múltiplos fatores, tais como a abertura de estradas pioneiras, o crescimento das cidades, a ampliação de pecuária extensiva, a acelerada exploração madeireira e a crescente agricultura intensiva de monoculturas. A área cumulativa desmatada na Amazônia legal brasileira chegou a cerca de 653.000 km² em 2003, correspondendo a 16,3% da região. Este estudo visou a determinar o desmatamento dentro e fora dos atuais Unidades de Conservação (UC) e Terras Indígenas (TI) na Amazônia legal, nos estados de Mato Grosso, Rondônia e Pará, que, juntos, corresponderam por mais de 90% do desmatamento observado entre 2001 e 2003. Os resultados mostraram que o desmatamento foi cerca de dez a vinte vezes menor dentro das Unidades de Conservação e Terras Indígenas do que em áreas contíguas fora delas. Isto demonstra a importância dessas áreas protegidas para diminuir o processo do desmatamento nos três estados. Isto refuta a hipótese generalizada de que estas áreas não cumprissem a sua função principal na conservação e uso racional dos recursos na Amazônia legal. Palavras-chave: Amazônia; Desmatamento; Áreas protegidas Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/FmmfG3MTN5ZHkGYdpCfFNtk. Acesso em: 18 set. 2023. (a) (0,5) Qual é o objetivo do resumo científico “O desmatamento na Amazônia e a importância das áreas protegidas”?Para responder a essa questão, você deve transcrever um trecho do texto 6. “Este estudo visou a determinar o desmatamento dentro e fora dos atuais Unidades de Conservação (UC) e Terras Indígenas (TI) na Amazônia legal, nos estados de Mato Grosso, Rondônia e Pará, que, juntos, corresponderam por mais de 90% do desmatamento observado entre 2001 e 2003.” (b) (0,5) A qual conclusão o estudo descrito no resumo científico (texto 6) chega? Para responder a essa questão, você deve transcrever um trecho do texto 6. “Os resultados mostraram que o desmatamento foi cerca de dez a vinte vezes menor dentro das Unidades de Conservação e Terras Indígenas do que em áreas contíguas fora delas. Isto demonstra a importância dessas áreas protegidas para diminuir o processo do desmatamento nos três estados.” (c) (0,5) Qual é a motivação para a realização do estudo “O desmatamento na Amazônia e a importância das áreas protegidas”? Para responder a essa questão, você deve transcrever um trecho do texto 6. “O modelo da ocupação demográfica da Amazônia legal nos últimos cinquenta anos tem levado a níveis significativos de desmatamento, resultante de múltiplos fatores, tais como a abertura de estradas pioneiras, o crescimento das cidades, a ampliação de pecuária extensiva, a acelerada exploração madeireira e a crescente agricultura intensiva de monoculturas.” (d) (0,5) O resumo em análise descreve os procedimentos metodológicos utilizados no estudo? Se sim, quais? Se não, onde é possível encontrar essa informação? Os procedimentos metodológicos não foram apresentados no resumo. Para identifica-los, é necessário ler a íntegra do artigo ou, se for o caso, a seção destinada à metodologia. Questão 8 (Valor: 2,0) – A seguir, reproduzimos um fragmento do texto 4, lido anteriormente. “Fiscalização da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) encontrou indícios de atividade garimpeira ilegal e moradias irregulares na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Iratapuru, com mais de 806 mil hectares, no Oeste do Amapá. Em uma RDS é permitida a ocupação pelos moradores nativos, desde que atendendo a critérios rígidos de ocupação e uso do ecossistema. Dois acampamentos usados para atividades de caçadores e garimpeiros ilegais tiveram as estruturas de barracos desmontadas pelas equipes das coordenadorias de Fiscalização e Monitoramento Ambiental (CMFA) e de Gestão de Unidades de Conservação e Biodiversidade (CGUCBio). De acordo com a Sema, os suspeitos de realizarem atividades ilegais fugiram para dentro da mata ao verem os agentes. A equipe apreendeu os equipamentos usados nos crimes ambientais e apresentou o aparato na Delegacia de Meio Ambiente (Dema).” https://www.scielo.br/j/ea/a/FmmfG3MTN5ZHkGYdpCfFNtk http://g1.globo.com/ap/amapa Reescreva o trecho ou parte do trecho, inserindo quatro (4) novas palavras de cunho avaliativo, opinativo, de modo a mudar o teor do texto, tornando mais evidente o seu posicionamento diante do tema. Atenção: Você deve circular as quatro palavras inseridas para que os avaliadores consigam identificá-las.