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Profa. Me. Patrícia Arruda de 
Souza Alcarás 
2/2016 
Avaliação da Audição na Infância 
Propósito da Avaliação Infantil 
 
 
Detectar deficiências auditivas de diversos graus; 
 
Estabelecer o diagnóstico diferencial entre os diversos quadros 
patológicos que têm como sintoma futuro o atraso no 
desenvolvimento da linguagem; 
 
Avaliar quantitativamente e qualitativamente a deficiência 
auditiva, o mais precocemente possível, a fim de auxiliar o 
diagnóstico médico e o processo de habilitação e/ou reabilitação 
auditiva. 
 
Avaliação da Audição na Infância 
Examinador Experiente: 
 
Observar respostas comportamentais globais e específicas a 
estímulos acústicos; 
 
Manipular os instrumentos geradores de estímulos acústicos; 
 
Reconhecer ações negativas e/ou positivas ao estímulo sonoro; 
 
Aplicar as diferentes técnicas de avaliação da audição em bebês e 
crianças pequenas; 
 
Saber reconhecer o limite de cada criança. 
 
ANAMNESE AUDIOLÓGICA INFANTIL 
 
• Perguntas objetivas que visem a obtenção de dados que 
causam, predispõem, agravam ou caracterizam o problema 
auditivo, bem como o estado atual do paciente 
 
•Coletado junto aos pais e/ou responsáveis 
 
 
ANAMNESE AUDIOLÓGICA INFANTIL 
1. QUEIXA E CARACTERIZAÇÃO 
2. DADOS GESTACIONAIS 
3. DADOS NEONATAIS 
4. INFOMÃÇÕES SOBRE A SAÚDE 
PREGRESSA E ATUAL 
5. DESENVOLVIMENTO MOTOR 
6. DESENVOLVIMENTO DE 
LINGUAGEM 
7. ASPECTOS 
COMPORTAMENTAIS 
8. ASPECTOS AUDITIVOS 
(HÁBITOS) 
9. INFOMAÇÕES SOBRE A SAÚDE 
GERAL 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem: http://4.bp.blogspot.com/-
AOew2XthrPQ/Vo5p650UUrI/AAAAAAAAIZA/YHmcR
wz19B0/s1600/entrevistas.png 
Meatoscopia 
 
•Preceder a Avaliação da Audição 
•Equipamento: Otoscópio 
•Verificação das condições do MAE 
  Presença de rolha de cera 
  Presença de corpo estranho 
 
Obs: Ginsberg e White (1989) relataram que rolhas de cera podem 
causar perdas auditivas de até 40dBNA. 
Avaliação da Audição em crianças 
 
Testes separados pela idade cronológica 
 
0 – 2 anos de idade 
2 – 5 anos de idade 
Avaliação Comportamental 
Infantil 
 
 Indicação - crianças até os 2 
anos de idade 
 
 
Observa-se o comportamento da 
criança decorrente ao estímulo 
sonoro, podendo apresentar a 
atenção, a localização e os 
reflexos auditivos. 
 
 
Imagem: http://files.cristinasimonek.com.br/200000042-
aa837ab7df/700/KIT%202016.jpg 
Considerações ao realizar a 
Avaliação Comportamental Infantil 
 Sala silenciosa ou tratada acusticamente; 
 
 Estímulos sonoros instrumentais e ambientais: guizo, 
reco-reco, sino, ganzá, black-black, prato, agogô 
campânula pequena, agogô campânula grande e 
tambor, batida de palma e batida de porta. 
 
 Medir e registrar o nível de pressão sonora dos 
instrumentos (calibração). 
 
 Apresentação do Estímulo – aproximadamente à 
20cm entre instrumento e o pavilhão auricular em 
intensidade crescente. 
 
 Intervalo de 30 segundos entre os estímulos. 
Considerações ao realizar a Avaliação 
Comportamental Infantil 
 Alternar os lados de apresentação do estímulo. 
 
 Importante: intensidade do estímulo deve ser igual para ambos os lados 
 
• Presença constante de dois profissionais  1 observador e 1 
examinador. 
 
• Crianças de 0 a 2 meses em decúbito dorsal, numa maca, em sono leve. 
 
• A partir dos 3 meses, a criança deve ser posicionada no colo e sentada, 
de frente para o observador, sendo que o examinador ficará atrás da 
criança. 
Avaliação Comportamental Infantil 
 Procedimento 
 
1º Avaliação com 
instrumentos sonoros e 
sons ambientais 
 
 
Seleção dos instrumentos: 
 
sino, guizo, chocalho, coco, 
agogô e black-black 
Imagem: http://files.cristinasimonek.com.br/200000042-
aa837ab7df/700/KIT%202016.jpg 
Instrumento Faixa de Frequência 
de maior intensidade 
dBNPS 
Agogô campânula 
grande 
600 a 800Hz 85dBNPS 
Agogô campânula 
pequena 
4000 a 10000Hz 90-100dBNPS 
Triângulo 4000 a 8000Hz 80dBNPS 
Chocalho 4000 a 8000Hz 80dBNPS 
Guizo 2000 a 6000Hz 70dBNPS 
Black-black 2000 a 6000Hz (pico 
em 3.560Hz) 
80dBNPS 
Sino 4000 a 8000Hz 90dBNPS 
Coco 600 a 3000Hz 85dBNPS 
Ganzá 5000 Hz 80dBNPS 
Tambor 250 a 600Hz 85dBNPS 
Reco-reco 1000Hz 80dBNPS 
Pratos 2000Hz 80dBNPS 
Batida na porta 200 a 1600Hz 70dBNPS 
Batida de palmas 1000 a 3000Hz 80dBNPS 
Espectros sonoros de sons instrumentais e ambientais 
(Ficker e Novaes, 1979 apud Russo e Santos, 1996) 
 Forma 
 
Em todas as direções à 20 cm 
do paciente 
 
 Lateral Direito 
 Lateral Esquerdo 
 Acima à Direita 
 Acima à Esquerda 
 Abaixo à Direita 
 Abaixo à Esquerda 
 RCP (Agogô) acima 
Lateral Direita Lateral Esquerda 
R
C
P 
Avaliação Comportamental Infantil 
http://gfelinawebsite2.sites.uol.com.br/gif5/beijinho_beijinho.gif
 
2º Avaliação Estímulos Verbais 
 
Métodos 
Utilização da voz da mãe (NORTHERN & DOWNS, 1991) 
“A mãe chama a criança pelo seu nome: Cadê o neném? Fulano?” 
Pode ser realizado pelo próprio examinador ou pela mãe. 
 
Reconhecimento de Comandos Verbais (AZEVEDO, 1991) 
Realizado à partir dos 9 meses de idade. 
Solicitação de ordens simples: Joga beijo!; Dá tchau!; Bate palmas! (9 – 12 meses) 
Solicitação de ordens simples: Cadê a chupeta? Cadê a mamãe? Olha o sapato! (12-15 
meses) 
Solicitação de ordens simples: Cadê o cabelo do neném? Mostra a mão! Cadê o pé? 
(acima de 15 meses) 
 
Avaliação Comportamental Infantil 
 
Detecção dos sons da Fala – Sons do Ling (HODGSON, 1986) 
Realizado em crianças de 0 – 24 meses 
 
Fonema Freqüência 
Fundamental 
Intensidade ANSI 
1969 
a 1000Hz 40dBNA 
i 3000Hz 40dBNA 
u 275Hz 55dBNA 
∫ 2500Hz 50dBNA 
s 6000Hz 22dBNA 
 Medida de Energia Sonora e frequência dos cincos sons do Ling 
Avaliação Comportamental Infantil 
 
 
 
3º Avaliação para Pesquisa do Reflexo Acústico 
 
 RCP – piscar dos olhos (presentes em todos os indivíduos com a audição normal – 
STRAUSS e col. (1938) e AZEVEDO e col. (1995). 
 reduz a sua frequência à partir dos 4 meses de idade. 
 
 Startle – sobressalto leve (predominantemente presente até os dois meses de idade – 
AZEVEDO e col. (1995). 
 reduz a sua frequência a partir dos 4 meses de idade. 
 
 Moro – sobressalto abrupto (presente até os 2 meses de idade) – DENNIS – 1934 apud 
RUSSO; SANTOS, 1996) 
 inibido antes do RCP 
 
 
Avaliação Comportamental Infantil 
 
 ATENÇÃO AO SOM 
 Respostas indicativas de atenção ao som como parada de atividade ou de 
sucção, movimentos faciais como franzir a testa ou elevar as 
sobrancelhas. 
 
 LOCALIZAÇÃO LATERAL 
 A criança volta a cabeça ou o olhar em direção a fonte sonora. 
 
 LOCALIZAÇÃO DE SONS PARA BAIXO 
 A criança localiza a fonte sonora situada a 20 cm abaixo do pavilhão 
auricular. 
 
 LOCALIZAÇÃO DE SONS PARA CIMA 
 A criança localiza a fonte sonora situada a 20 cm acima do pavilhão 
auricular. 
DIRETA X INDIRETA 
O que esperar de resposta conforme 
a idade cronológica? 
Maturação das respostas auditivas em bebês 
de 0 à 24 meses 
NORTHERN e DOWNS (1974 e 1985) 
RN – 3 meses 
Respostas reflexas. Despertam do 
sono em ambiente ruidoso com um 
sinal sonoro de 90 dB NPS e em 
ambiente silencioso com um sinal 
sonoro de 50 a 70 dB; 
3 – 4 meses 
Inibição das respostas reflexas. 
Movimento rudimentar de virar a 
cabeça em direção ao sinal sonoro de 
50 a 60 dB; 
Maturação das respostas auditivas em bebês 
de 0 à 24 meses 
NORTHERN e DOWNS (1974 e 1985) 
7 - 9 meses 
Localização lateral de forma direta e 
para o plano horizontal e 
indiretamente para baixo; 
9 – 13 meses 
Localização lateral (D-E) e para 
baixo de forma direta e 
indiretamente para cima 
4 - 7 meses Localização lateral de forma direta 
Maturação das respostas auditivas em bebês 
de 0 à 24 meses 
NORTHERN e DOWNS (1974 e 1985) 
16 – 24 meses 
Localiza diretamente para qualquer 
lado; 
13 – 16 meses Localiza lateral (D-E) e parabaixo e 
para cima de forma direta. 
Nível esperado para resposta ao comportamento auditivo 
não condicionado em bebês normais 
NORTHERN e DOWNS (1978) apud KATZ (1999) 
Idade dBNPS Resposta esperadas 
0 a 6 semanas 50 - 70 Arregalar dos olhos, piscar, agitação 
ou despertar do sono, “startle”. 
6 sem-4 meses 50 - 60 Arregalar dos olhos, movimento dos 
olhos, piscar, acalmar-se, início de 
virada rudimentar da cabeça aos 4 m. 
4 – 7 meses 40 - 50 Virada da cabeça no plano lateral em 
direção aos som, atitude de escuta 
7 – 9 meses 30 – 40 Localização lateral, indiretamente 
para baixo 
9 – 13 meses 25 - 35 Localização lateral, diretamente para 
baixo e indiretamente para cima 
13 – 16 meses 25 – 30 Localização lateral, para cima e para 
baixo 
16 – 24 meses 25 Localização lateral, para cima e para 
baixo 
Avaliação de crianças de 6 – 24 meses de 
idade 
 
Audiometria Infantil Condicionada 
 
Reflexo de orientação (COR) 
 
Reforço Visual (VRA) 
Audiometria do condicionamento do reflexo de 
orientação (COR) 
 
 
Princípio  quando é apresentado um 
estímulo visual à criança, esta tende a 
procurar a fonte de origem do estímulo 
(Reflexo não-condicionado). 
 
Quando tal reflexo for associado a um tom 
puro, a criança irá procurar a fonte sonora, 
independente da estimulação visual 
apresentada (SUZUKI; OGIBA, 1961). 
 
Materiais para a realização do COR 
 * duas caixas acústicas; 
 
 * Estimulador de reforço com duas bonecas de vinil iluminadas ou 
qualquer estímulo visual iluminado 
 
 *Audiômetro Convencional e Cabina Acústica 
 
 * Campo Livre 
 
Posicionamento da criança 
 
 
A criança deve ficar sentada no colo da mãe, a uma distância 
aproximadamente de 50cm das caixas acústicas 
Aplicação do teste 
• Frequências 500 -4000Hz. 
 
• Estímulo apresentado inicialmente em 30 a 40 dBNS, iniciando a pesquisa em 
500 Hz ou 1000 Hz. 
 
• Tipo de estímulo: tom puro, podendo alterar para pulsátil, warble, ruído de 
banda estreita e fala. 
 
• O tom é apresentado por 5 segundos, seguido de um intervalo de 1 segundo, 
quando então é apresentado o estímulo visual. 
 
• Ambos os estímulos (sonoro e visual) devem ser apresentados, ora de um lado, 
ora de outro, alternadamente, até que a criança procure a fonte sonora, antes 
mesmo que o boneco se ilumine. 
 
• O estímulo visual é então retirado e inicia-se a pesquisa do nível mínimo de 
audição para a frequência testada, o que é repetido para a demais. 
 
 * a cada 4-5 estímulos auditivos, um estímulo visual é dado 
Aplicação do teste 
• Considera-se resposta verdadeira quando ocorre um movimento de 
cabeça da criança na direção da fonte sonora, a um período de 
latência de 0,5 a 1,5 segundo. 
 
• Vantagem: permite obter o nível mínimo de resposta a tom puro, em 
campo livre, o que representa pelo menos a audição do melhor 
ouvido. 
 
• Utilizar os fones se a criança permitir a sua colocação, assim é 
possível obter o menor limiar de audibilidade para cada ouvido 
separadamente. 
 
• Sucesso na aplicação desta técnica: respeitar o tempo de atenção e 
concentração da criança e que seja capaz de estimulá-la a continuar a 
“brincar”, apresentando novidades de tempos em tempos, alterando o 
tipo de estímulo. 
 
 
 
Audiometria do condicionamento do reflexo 
de orientação (COR) 
Audiometria com Reforço Visual (VRA) 
 
 
Baseada na técnica de Suzuki e Ogiba (1961), 
Lidén e Kankkunen (1961) elaboraram o VRA, 
cujo objetivo é reforçar qualquer resposta 
apresentada pela criança, o que pode ser: 
cessar a atividade, mostrar que percebeu o 
estímulo sonoro, orientar-se para a fonte 
sonora, piscar os olhos ou sorrir. 
 
Audiometria com Reforço Visual (VRA) 
 Materiais e procedimentos para a realização do VRA 
 
a) Materiais 
 * Idem ao COR 
 
 
b) Posicionamento da criança 
 * Idem ao COR 
 
c) Aplicação do Teste 
 * Recomenda-se a utilização de uma caixa acústica para dar o 
estímulo auditivo (criança com perda auditiva severa tem 
dificuldade para localizar a fonte sonora), sendo que o estímulo 
visual é dado na caixa contrária como meio de distrair a criança 
4º Audiometria com Reforço Visual 
(VRA) 
 Procedimento 
 
 
Variações do VRA é a pesquisa dos limiares mínimo de audibilidade com o PA da Interacoustic 
 
 Indicação – crianças de 6 – 24 meses 
 
Procedimento para a realização do VRA (AZEVEDO e col. 1995) 
 
a) Equipamento 
 * Audiômetro Pediátrico que possui acoplado um estímulo visual (três pontos de luz) 
 
b) Posicionamento da criança 
 *A criança deve ficar sentada no colo da mãe, a uma distância aproximadamente de 20cm do 
equipamento teste 
 
c) Estímulo Sonoro 
 * Freqüências 500 -4000Hz iniciando em 80dBNA (decréscimo de 20dB) 
 *Ora estímulo é dado em uma orelha, ora é dado na orelha oposta (com estímulo visual oposto). 
 *Tipo: modulador (warble); ruído de banda estreita(Narrow band). 
 * a cada estímulo auditivo, um estímulo visual é dado 
 
Avaliação de crianças de 6 – 24 meses de 
idade 
 
Padrão mínimo de respostas para o VRA com PA 
 
Crianças de 6 – 9 meses = 60dBNA 
Crianças 9 – 12 meses = 40dBNA 
Crianças acima 12 meses = 20dBNA 
 
Crianças abaixo de 6 meses = 80dBNA (não podendo 
levar em conta a localização da fonte sonora) 
Avaliação de crianças de 2 – 5 anos de idade 
Audiometria Lúdica 
 
Segundo Hodgson (1985), entende-se por Audiometria Lúdica 
“qualquer teste em que se ensina a criança a apresentar uma 
resposta lúdica a um estímulo”. 
A resposta apresentada pela criança é pelo ato motor, o qual após a 
apresentação do estímulo sonoro ela irá realizar uma ação 
 
Técnicas 
1. Técnica do Peep-Show 
 
1. Brinquedos de encaixe 
 
 
 
 
Avaliação de crianças de 2 – 5 anos de idade 
Audiometria Lúdica 
 
1. Técnica do Peep-Show 
Elaborado por Dixie e Hallpike (1947), segundo o qual se um 
estímulo neutro for pareado um certo número de vezes a um 
estímulo eliciador ou ativo, este estímulo, inicialmente neutro, 
irá evocar a mesma espécie de resposta. Os autores associaram 
estímulos visuais e auditivos, onde: 
 
Estímulo neutro – luz 
Estímulo eliciador ou ativo – som 
Reforço – brinquedo elétricos 
 
 
 
Avaliação de crianças de 2 – 5 anos de idade 
Audiometria Lúdica 
 
- A criança tem que associar estímulos sonoros e visuais; 
 
- A criança é ensinada a apertar um botão diante da apresentação 
dos estímulos sonoros e visuais; 
A partir do momento que a criança está respondendo 
adequadamente, apenas o estímulo sonoro é dado, sendo assim terá 
quer apertar o botão para receber o reforço visual ; 
 
As frequências utilizadas são 500 a 4.000 Hz 
 
Pode ser realizada com fones ou em campo livre. 
 
 
 
Avaliação de crianças de 2 – 5 anos de idade 
Audiometria Lúdica 
 
2. Brinquedo de Encaixe 
 
Elaborado por Lasmar (1972), segundo o qual deve-se manter a 
criança atenta e motivada a responder estímulos sonoros, através 
do brincar: 
 
Estímulo auditivo – modulado (warble) ou pulsátil; 
Reforço – brinquedo de encaixe. 
Obs: Elaborar situações do brincar com a criança. 
Ex: Ao ouvir o apito dê a comidinha para o passarinho, colocando a 
pecinha no baldinho. 
 
 
 
Avaliação de crianças de 2 – 5 anos de idade 
Audiometria Lúdica 
 
Procedimentos e Equipamentos 
 
Os mesmo para utilizado na Audiometria em adultos 
 
 
 
 
Avaliação de crianças de 2 – 5 anos de idade 
 
Teste de Fala 
 
- Realizados através de estímulos verbais 
- Observa-se a habilidade de ouvir e discriminar a fala 
- A testagem da reação à voz é iniciada com voz sussurrada progredindo até 
a voz com forte 
intensidade: 
 
Voz sussurrada =40 - 45 dBNA 
Voz em fraca intensidade = 50 dBNA 
Voz em média intensidade = 60 - 70 dBNA 
Voz em forte imensidade = 80 - 85 dBNA 
 
- Pode-se pesquisar o limiar de recepção da fala (SRT) com palavras, 
figuras, perguntas ou ordens simples. 
 
Avaliação de crianças de 2 – 5 anos de idade 
 
ImitanciometriaPesquisar a Medida de Complacência Estática, Timpanometria e 
Reflexo Estapediano.

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