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35 C om en tá ri os e r es po st as d as a ti vi da de s O trabalho realizado ao longo deste capítulo favorece o desenvolvimento da competência 8 e das habilida- des H1, H18, H22 e H27. Para identificá-las, consultar a matriz do Enem 2009, que se encontra no Portal Moderna Plus. Capítulo 12 Substantivo 178 R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt. 1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . b) O texto deixa claro que o objetivo do anúncio é vender uma nova forma de divulgação (comunicação) para empresas: publicações customizadas da TRIP Editora. Quando identifica o objetivo do anúncio, o leitor é levado a reconhecer que o duplo sentido do título (decorrente dos dois sentidos do termo revista) tem uma função importan- te na construção do sentido geral do anúncio: ao mesmo tempo em que destaca a necessidade de as empresas re- examinarem o tipo de comunicação para divulgar as suas marcas, afirma que um bom veículo para essa divulgação são as revistas customizadas produzidas pela TRIP Editora. Usos singulares das relações morfossintáticas Pratique 177 Dada a natureza particular deste capítulo, fica difícil de- senvolver uma seção “Usos de...” para tratar dos usos comuns das formas e funções linguísticas, porque todos os textos exemplificam esse uso. Optou-se, então, por exemplificar um uso inesperado das relações morfossintáticas. Dessa forma, os alunos poderão refletir melhor sobre como os falantes já conhecem as relações morfossintáticas características de sua língua e, diante de uma situação singular, são capazes de identificar a subversão das relações esperadas. O objetivo desta atividade é levar os alunos a observarem, na prática, como o controle da relação entre as formas linguís- ticas e a função sintática que podem exercer é essencial para garantir a articulação das ideias em um texto. A seguir, está o texto de Millôr Fernandes reestruturado. A cegonha acaba de presentear a Sra. Alonso Santos, co- nhecida decoradora desta praça, com um rebento. O estado do menino, e também o da progenitora, é satisfatório. Definição e classificação 178 1 A personagem aparece em destaque no segundo qua- drinho e tem uma boca que parece ter um número excessivo de dentes. É corcunda, seu nariz e lábio superior são proeminentes, tem um pino em lugar da orelha e usa óculos de lentes muito grossas. a) O monstro criado pelo Dr. Victor Frankenstein, no romance Frankenstein, de Mary Shelley. Professor: embora seja frequente a referência ao monstro como Frankenstein, no romance o Dr. Frankenstein refere-se a ele como “criatura” ou faz uso de denominações gené- ricas negativas como monstro e demônio, dentre outras. b) Além do título, que aparece no canto superior do primeiro quadrinho (Lili Frankenstein), a aparência da personagem (feições grotescas e pino no lugar da orelha) sugere que o autor da tira inspirou-se no monstro criado por Mary Shelley. Também é impor- tante considerar a natureza do diálogo: na tira, o ser grotesco pede que sua “criadora” lhe dê um nome. 2 Na primeira fala, o ser grotesco dirige-se à mulher e declara que ela o criou. Essa informação é importante para o leitor perceber que esse ser não é humano. Ele foi criado pela mulher a quem se dirige. 3 O ser deseja receber um nome próprio que seja com- patível com seu “estilo peculiar”. > Aparentemente, a mulher atende ao pedido feito pelo ser, mas o nome escolhido por ela — criatura — não corresponde à expectativa manifestada por ele. Por se tratar de uma palavra genérica, que faz referência a qualquer ser resultante de uma criação, criatura é um nome que não particulariza ninguém. Não poderia, portanto, resgatar o “estilo peculiar” do ser grotesco, como era seu desejo. Atividades 183 1 Não. É difícil compreender o texto, com tantas lacunas. a) Sim. No título da notícia, por exemplo, o adjetivo sustentável sugere que o texto fala de algo relacio- nado ao meio ambiente. b) As palavras identificam o “assunto” de que trata o texto; dão nome às coisas. Todas são, portanto, substantivos, já que esses termos, na língua, dão nome aos seres em geral, reais ou imaginários. 2 Os termos Canal Futura, Organização Mundial de Saúde e Universidade Metodista de São Paulo são substantivos próprios. > Os termos eliminados do texto são substantivos co- muns. Diferentemente de Canal Futura, Organização Mundial de Saúde e Universidade Metodista de São Paulo, que nomeiam seres particulares, os substantivos eliminados do texto nomeiam classes de seres de uma mesma espécie ou conceito. A especificação, nesse caso, é dada por outros termos que se referem a esses substantivos (adjetivos, pronomes, etc.). A seguir, está a reprodução integral do texto, que poderá ser lido para os alunos após a realização da atividade. Arte sustentável Campanha estimula o espectador a resolver velhos problemas das grandes cidades O Canal Futura, em parceria com a Organização Mundial de Saúde (OMS), transformou obras de dez artistas plásticos em peças audiovisuais que abordam a qualidade de vida nas cidades. Ao relembrar que os agrotóxicos fazem mal ou que é importante usar cinto de segurança, a campanha instiga o espectador: o que você vai fazer com o que você sabe? A ideia é mobilizar as pessoas para resolver os problemas de meio ambiente e saúde das grandes cidades. Água, lixo e tabagismo são alguns dos temas. No site do projeto (www. canalfutura.org.br/oms), desenvolvido pelo núcleo de mídias digitais da Universidade Metodista de São Paulo, o visitante pode livrar uma cidade virtual de suas mazelas. Também confere vídeos, entrevistas, fotos e dados sobre os artistas participantes. [...] VICENTE, Paulo. Galileu. São Paulo: Globo, n. 228, jul. 2010. p. 16. (Fragmento). Sup_P2_GRA_(034-060).indd 35 12/15/10 12:09 PM R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt. 1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt. 1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt. 1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . seguir, nhecida decoradora desta praça, com um rebento. O estado do menino, e também o da progenitora, é satisfatório. está A cegonha acaba de presentear a Sra. Alonso Santos, co- nhecida decoradora desta praça, com um rebento. O estado do menino, e também o da progenitora, é satisfatório. texto A cegonha acaba de presentear a Sra. Alonso Santos, co- nhecida decoradora desta praça, com um rebento. O estado do menino, e também o da progenitora, é satisfatório. A cegonha acaba de presentear a Sra. Alonso Santos, co- nhecida decoradora desta praça, com um rebento. O estado do menino, e também o da progenitora, é satisfatório. A cegonha acaba de presentear a Sra. Alonso Santos, co- nhecida decoradora desta praça, com um rebento. O estado do próprios. > Canal Futur Universidade Metodista de São Paulo próprios. Os termos eliminados muns. Diferentemente Mundial de Saúde , Organização sidade Metodista de São Paulo eliminados do texto ferentemente de Universidade Metodista de São Paulo Organização sidade Metodista de São Paulo são texto são Canal Futura iversidade Metodista de São Paulo substantivos substantivos co- , Organização iversidade Metodista de São Paulo 36 C om en tá ri os e r es po st as d as a ti vi da de s R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt. 1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . 3 Os substantivos utilizados por Gaturro são: avental, mochila, livros, estojo, maçã e vontade. O substantivo vontade é abstrato; os demais substantivos são concretos. > Os substantivos avental, mochila, livros, estojo e maçã sãoconcretos porque nomeiam seres (objetos) que têm uma existência independente. O substantivo vontade é classificado como abstrato porque nomeia um sentimento, algo que não tem uma existência independente: sua manifestação está associada a outro ser (Gaturro). 4 Ao afirmar que sempre se esquece de levar a vontade (de estudar) para a escola, Gaturro deixa claro que, em geral, ele não deseja estar neste ambiente. É o contraste entre os substantivos concretos (avental, mochila, livros, estojo e maçã) e o substantivo abstrato (vontade) que, no contexto da tira, produz o efeito de humor, porque evi- dencia que, embora Gaturro tenha todos os elementos de que necessitaria na escola, falta-lhe um sentimento essencial, nomeado pelo último substantivo apresen- tado: a vontade de estar ali. 5 Os verbetes dos substantivos hora-homem e hora-mãe indicam que a quantidade de trabalho realizada por uma mãe, em uma hora, é 10 vezes superior ao trabalho realizado por um homem durante esse mesmo período. 6 Os quadrinhos contrapõem cenas que ilustram a quan- tidade de trabalho físico realizada pelo homem e pela mãe no período de uma hora. No primeiro quadrinho, o homem está sentado diante de um computador, no qual executa suas funções, com um desgaste físico mínimo. No segundo, a mãe realiza, simultaneamente, diferentes tare- fas: limpa a casa (aspirador de pó e espanador), lava roupa (cesto de roupas), e cuida do bebê (carregado nas costas). Sua expressão extenuada revela grande cansaço físico. 7 O termo hora-mãe é definido a partir da quantidade de trabalho que o homem realiza no período de uma hora para deixar evidente que a mãe (mulher), cuidando da casa e do bebê, trabalha dez vezes mais do que o homem no escritório. a) Considerando o modo como foram formados, esses substantivos classificam-se como compostos, pois são constituídos por mais de um radical. b) Como a intenção do autor da tira é explicitar a imen- sa diferença entre a quantidade de trabalho físico realizada por um pai e por uma mãe durante uma hora, ele recorre aos substantivos compostos hora- -homem e hora-mãe para levar os leitores a fazerem a comparação estabelecida pelos dois quadrinhos e concluírem que as mulheres têm, ao cuidarem da casa, uma rotina fisicamente muito mais extenu- ante do que a de seus maridos no escritório. As flexões do substantivo 185 1 Não. Na tira, Deus afirma que vai “acabar com a discus- são sobre o sexo dos anjos” e determina que, daquele momento em diante, “anjo tem sexo”. Essas duas falas nos levam a concluir que a expressão sexo dos anjos está sendo usada em sentido literal e significa discutir se anjos são seres do sexo masculino ou feminino. 2 Como a definição do sexo dos anjos é feita em res- posta a uma insatisfação dos anjos, em primeiro lugar Deus orienta que os próprios anjos se dividam: para a direita, devem ir os que desejam ser do sexo feminino e, para a esquerda, os que escolherem o sexo masculino. > Para estabelecer uma diferença entre anjos do sexo masculino e anjos do sexo feminino, Deus usa as formas anjo e anja. 3 Sim. Nos dois casos, vemos personagens (um ser hu- mano nesta tira e os anjos na anterior) pedirem a Deus que determine a que sexo pertencem. 4 Não. O ser humano pergunta se ele é “macho ou fê- mea”. Neste caso, a definição do sexo está associada a palavras que identificam a diferença entre os sexos masculino (macho) e feminino (fêmea). Na tira dos anjos, a diferenciação é feita por meio do acréscimo de um sufixo (-a) ao radical anj- para identificar o sexo feminino. Flexão (mudança na terminação da palavra) 187 Os pares frade-freira e rei-rainha, que à primeira vista po- dem parecer heterônimos, na verdade advêm de um mesmo radical latino, em sua origem: o primeiro par tem o radical frater-, o segundo reg(i)-. Atividades 191 1 “Efeitinhos colaterais”. a) Não. Porque sentir dores por todo corpo como reação à medicação para curar uma dor de cabeça não pode ser considerado um “pequeno” efeito colateral do remédio que o viking tomou. b) O uso do diminutivo, nesse caso, produz como efeito uma suavização do significado da expressão “efeitos colaterais”, sugerindo que a reação à medicação prescrita seria mínima. O médico vale-se de um eufemismo para garantir que Hagar não se assuste com a possibilidade de sofrer efeitos colaterais e deixe de tomar o remédio. 2 A primeira afirmação (Tem gente que pensa inho.) deve ser entendida como uma referência ao fato de algumas pessoas adotarem uma perspectiva limitada diante da vida, isto é, demonstrarem ter uma visão de mundo restrita, pequena (“inha”). A segunda (Tem gente que pensa ão.) deve ser interpretada como uma alusão às pessoas que têm uma visão de mundo ampla, grande (“ão”). > Os elementos linguísticos que determinam o sentido de cada uma das afirmações são os su- fixos -inho (diminutivo) e -ão (aumentativo). O uso desses sufixos, na língua, indica a atenuação ou o aumento do significado do termo cujo grau alteram. No anúncio, eles foram utilizados como formas autônomas para que fossem interpretados, no contexto, como sinônimos de “pensar pequeno” e “pensar grande”, respectivamente. Sup_P2_GRA_(034-060).indd 36 12/15/10 12:09 PM tidade mãe no homem executa segundo, fas: limpa esto de Su pressão de trabalho período está se suas fu amã mpa a ca roupas), pressão abalho fí de um ntado nções, realiza, (aspirador upas), e cu tenuada alizada pelo mem e pe No primeiroprimeiropr adrinho, um computador, no qu sgaste físicomínimo.No multaneamente,diferentes tare- e espanador), lava roupa bê (carregado na costas). ande sico. re- upa Atividades 1 “Efeitinhos sua origem: eg(i)-. Atividades Efeitinhos colaterais”.colaterais”. 191 R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt. 1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . 37 C om en tá ri os e r es po st as d as a ti vi da de s R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt. 1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . 3 Nesse texto, são apresentados pares opostos de afirmações. Cada um dos pares é usado para exem- plificar, respectivamente, o significado de “pensar inho” e de “pensar ão” (“Inho é motossera.” × “Ão é preservação.”, “Inho é a invasão.” × “Ão é a ajuda humanitária.”, etc.). > Por meio desses pares opostos de afirmações, o sentido dos enunciados Tem gente que pensa inho e Tem gente que pensa ão ganha mais força. Isso ocorre porque, a “pensar inho” são associadas atitudes e/ou situações vistas de forma nega- tiva e que exemplificam uma visão de mundo limitada e/ou politicamente incorreta ([inho é] motosserra, invasão, ter inveja, estresse, etc.). Já a “pensar ão” são associadas atitudes e/ou situa- ções vistas como positivas e que caracterizam as pessoas que adotam uma perspectiva mais adequada diante da vida ([ão é] preservação, ajuda humanitária, ser do bem, feriadão). O caráter persuasivo do anúncio é intensificado exatamente pela conotação negativa associada às “definições” de inho, em oposição ao valor positivo relacionado ao que é ão, que fortalece a sugestão de que o melhor é pertencer ao grupo de quem “pensa ão”. 4 O enunciado permite identificar o perfil dos interlocu- tores preferenciais do anúncio: pessoas que pensam “ão”, isto é, que têm uma visão de mundo ampla, gran- de. Além disso, a afirmação Estadão — o jornal de quem pensa ÃO sugere que o próprio jornal adota a postura apresentada como positiva (pensar grande). Cria-se, assim, uma identificação entre o perfil de leitor e o perfil do jornal. > O objetivo do anúncio é vender o jornal Estadão. Para isso, é necessário convencer os interlocutores de que o Estadão é o jornal mais adequado às suas ne- cessidades. Os exemplos de atitudes e/ou situações associadas às expressões “pensar inho” e “pensar ão” sãoutilizados como estratégia persuasiva porque ressaltam, por meio da oposição entre “ser inho” e “ser ão”, a conotação positiva dos exemplos de “ser ão”. Se o Estadão é o jornal de quem pensa ÃO, então é o jornal mais indicado para as pessoas que têm uma visão de mundo mais ampla. 5 Mainardi afirma que uma característica do país é disfarçar o mercenarismo com o uso de “singelos diminutivos”. Segundo ele, no nosso país, ninguém se corrompe de forma direta: os diminutivos, nesse caso, cumprem a função de sugerir que o comportamento condenável de “se corromper” é menos grave do que ele de fato é. > Segundo o texto, o suborno pedido pelo policial é disfarçado pelo uso do termo “cervejinha”; na mesma situação, um fiscal da prefeitura pede uma “caixi- nha”. Se um político for o corruptor, segundo o autor, costuma-se usar a expressão “dar uma azeitadinha”. 6 A inadequação consiste na formação do plural de irmão (irmões). O plural desse substantivo é obtido por meio do acréscimo de -s à forma singular (irmãos). > Uma hipótese que explicaria a ocorrência do termo na placa é o fato de a formação do plural a par- tir do sufixo -ões, na língua, ser o processo mais produtivo de flexão de número dos substantivos terminados em -ão. 7 “Expliquei pros dois irmões/ Que o plural estava errado”. > O autor dos versos utilizou a mesma flexão inade- quada de plural para os termos vão e mão, que tam- bém devem fazer plural com o acréscimo de -s (vãos e mãos). O uso dos termos vões e mões, de forma bem- -humorada, enfatiza o equívoco na formação do plural do termo destacado na placa. Usos do substantivo Pratique 194 O objetivo desta atividade é permitir que os alunos percebam a importância da ação de nomear na criação de imagens e, consequentemente, na construção de um texto. No momento de avaliar os textos, o essencial é determinar se os substantivos escolhidos são capazes de criar uma sequência imagética que permita ao leitor fazer uma representação mental daquilo que se pretendeu apresentar. Deve-se ainda avaliar se as imagens escolhidas de fato caracterizam o modo como a chuva afeta a nossa percepção do espaço em que nos encontramos. O trabalho realizado ao longo deste capítulo favorece o desenvolvimento da competência 8 e das habilida- des H1, H18, H22 e H27. Para identificá-las, consultar a matriz do Enem 2009, que se encontra no Portal Moderna Plus. Capítulo 13 Adjetivo 196 Definição e classificação 196 1 Os substantivos são bairro, mães, filhos, fachada. > Não. Os termos são genéricos demais, ou seja, no- meiam classes inteiras de seres e isso faz com que a informação também adquira um caráter genérico que impede o leitor de saber por que o seriado apre- senta a vida de mães e filhos em um bairro. Ou por que o que se vê à primeira vista é “tudo fachada”. 2 As palavras são pacato, americano, bem-educados. > Porque elas tornam mais específicos os referentes dos substantivos bairro, mães e filhos. Sabemos que o bairro retratado é pacato e americano, que as mães têm orgulho dos filhos porque eles são bem-educados. Os termos associados aos substantivos, portanto, fazem com que deixem de nomear todos os seres pertencentes a uma mesma classe para passarem a identificar somente o referente que apresenta as características por eles especificadas. 3 “Tudo”, no caso, refere-se às características positivas da vida no bairro americano apresentado em Desperate Housewives. Deve-se concluir que o bairro pode não ser pacato e os filhos podem não ser bem-educados, o que, evidentemente, questionaria também a possibilidade de as mães terem orgulho deles por esse motivo. Como o termo americano não apresenta uma avaliação, mas especifica uma localização geográfica, ele não deve ser entendido como também identificando algo que pode ser questionado. Sup_P2_GRA_(034-060).indd 37 12/15/10 12:09 PM R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt. 1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt. 1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt. 1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . de. pensa ÃO apresentada assim, perfil > O is Além disso, pensa ÃO suger apresentada assim, uma do jornal. objetivo so, é ne Estadão disso, a sugere que como identificação jornal. do an cessário Estadão é o jornal de quem próprio jornal adota a postura (pensar grande). Cria-se, entre o perfil de leitor nder jornal Estadão nvencer interlocutores mais adequado às Cria-se, e o Para de a matriz do Enem 2009, que se encontra no Portal Moderna Plus. Definição O trabalho realizado ao longo deste capítulo favorece o desenvolvimento da H18 H22 e a matriz do Enem 2009, que se encontra no Portal Moderna Plus. Definição e classificação . Para identificá-las, consultar a matriz do Enem 2009, que se encontra no Portal classificação . Para identificá-las, consultar a matriz do Enem 2009, que se encontra no Portal . Para identificá-las, consultar a matriz do Enem 2009, que se encontra no Portal 196