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Índic�
Págin� 1: Interpretação carta de leitores: uso de fogos de artifício e rojões
Página� 2 � 6: Sequência de atividades com conto maravilhoso: O pequeno sábio
Página� 7 � 8: Interpretação de notícia sobre o longa-metragem Liyana
Página� 9 � 10: Interpretação e produção de resenha de livro - Dragões, maçãs e uma pitada de cafuné
Págin� 11: Sinopse do livro Refugiados - Concordância nominal
Página� 12 � 13: Poema visual com dito popular
Págin� 14 � 15: Interpretação do poema Infância (Drummond) - Acentuação
Página� 16 � 17: Interpretação de charge - Sinais de pontuação
Página� 18 � 19: Interpretação de lide (notícia) - Preservação da natureza - Período simples e composto
Página� 20 � 23 : Relato biográfico Leonardo Da Vinci - Substantivos
Págin� 24: Artigo de divulgação científica sobre animais - Sinal de pontuação parênteses
Página� 25 � 28: Interpretação e produção de texto - Conto sobre empoderamento - Acentuação e sílabas
Página� 29 � 30: Interpretação diário ficcional - Diário de um banana - Concordância nominal
Página� 31 � 34: Interpretação de conto popular africano - Concordância verbal
Página� 35 � 36: Trecho de fábula - Pontuação: vírgula, ponto e vírgula e dois-pontos
Po�tuguê� Compa�tilhad�
Atividad� d� Língu� Po�tugues�
ALUNO (A): _____________________________________________________________________________________ TURMA: ________
Os textos abaixo reproduzem as características de
cartas de leitores. Leia-os e responda às questões.
PACAEMBU
Ninguém aguenta mais o barulho sem fim dos rojões que
começa no meio da tarde e vai até o meio da noite. Torcer é
algo normal, mas incomodar famílias desrespeita as regras
mais básicas de bom senso e educação. Quando será que
nossas iluminadas autoridades, que deveriam garantir o
respeito às leis, se dignarão a proibir o uso excessivo de
fogos?
FOGOS DE ARTIFÍCIO
É comum encontrarmos o uso de fogos de artifício e rojões
em áreas públicas na comemoração de fim de ano. Por outro
lado, a queima de fogos em bairros residenciais é
desnecessária e inaceitável, já que incomoda vizinhos,
especialmente crianças e animais de estimação. O que deixa
alguns brasileiros alegres torna outros tristes.
1. As duas cartas são de moradores que criticam o uso
de fogos de artifício em suas cidades. Em relação à
maneira como elas são elaboradas, pode-se dizer que
a) o autor da primeira carta mostra-se a favor da proibição
total do uso de fogos de artifício.
b) o uso da expressão “por outro lado” na segunda carta
indica que o autor também é contra a utilização de fogos em
locais públicos.
c) o emprego do adjetivo “iluminadas” na primeira carta
indica que o autor confia na competência das autoridades.
d) o autor da primeira carta usa o pronome “ninguém” para
destacar que o problema dos fogos afeta a todos.
2. Releia este trecho da segunda carta: “Por outro
lado, a queima de fogos em bairros residenciais é
desnecessária e inaceitável, já que incomoda vizinhos,
especialmente crianças e animais de estimação”.
A locução “já que” estabelece determinada relação
entre duas ideias. A frase em que essa mesma relação
está presente é
a) Ele critica a irmã porque está com inveja do sucesso dela.
b) Queria acordar cedo, mas o despertador não tocou.
c) Terminou o desenho e guardou os lápis de cor.
d) Levantou da cadeira quando entraram os convidados.
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Po�tuguê� Compa�tilhad�
Atividad� d� Língu� Po�tugues�
ALUNO (A): _____________________________________________________________________________________ TURMA: ________
Leia o conto árabe a seguir e, depois, responda às questões.
O pequeno sábio
Era uma vez quatro árabes que ganharam muito dinheiro vendendo todas as suas mercadorias e, para celebrar, foram à sauna de
uma anciã viúva chamada Rihanna.
À entrada da sauna, os mercadores deram uma sacola à velha Rihanna e um deles disse:
— Guarde esta sacola com o dinheiro de nós quatro. Na hora de devolvê-la, devemos estar os quatro presentes. Entendido?
A anciã concordou e guardou a sacola em uma caixa com chave.
Durante a sauna, um deles saiu. Disse que ia pedir sabão à anciã.
— Venho em nome de meus amigos lhe pedir nossa sacola de dinheiro.
— De jeito nenhum — opôs-se Rihanna. — Não posso lhe dar o dinheiro até que os quatro estejam presentes. Este foi o acordo.
O astuto mercador voltou lá dentro e disse aos amigos:
— A velha não quer me dar nem sabão se vocês todos não derem permissão. Assim, gritem para que ela os ouça.
— Sim, Rihanna, dê a ele, dê a ele! — gritaram.
A anciã, então, entregou o dinheiro ao mercador astuto e ele desapareceu num piscar de olhos.
Pouco depois, os três mercadores saíram e, vendo que a sacola havia desaparecido, culparam a anciã e a denunciaram.
A velha Rihanna ficou chorando. Então, passou
por lá um menino, que disse:
— Boa mulher, conte-me seu problema, que eu encontrarei a solução. Em troca, quero apenas uma moeda para comprar avelãs.
— Combinado — disse Rihanna, comovida pela ternura daquele anjo. E explicou a ele o ocorrido.
— Compreendo — disse o pequeno sábio, e acrescentou — Amanhã lhe apresentarei ao juiz e diga a ele:
“Senhor Juiz, eles me confiaram o dinheiro com a condição de que somente poderia devolvê-lo se estivessem os quatro presentes.
Pois bem, quando estiverem os quatro, eu o devolverei.”
Os três mercadores compreenderam, então, que seu amigo desaparecido era o ladrão. O juiz declarou a anciã inocente.
E a respeito do menino sabido, contam que chegou a ser conselheiro real.
Equipe Susaeta. Volta ao mundo em 80 contos. Barueri: Girassol Brasil, 2017. p. 170-171.
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Po�tuguê� Compa�tilhad�
Glossário
Anciã: mulher idosa.
Astuto: esperto; indivíduo que age para obter vantagem.
Declarar: considerar; julgar; determinar
1. De que modo um dos mercadores enganou a anciã? Qual foi o descuido que ela cometeu?
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2. Por que o menino é considerado um pequeno sábio?
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3. Por que o juiz declarou a anciã inocente?
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4. O conto lido apresenta um ensinamento. Qual conselho poderia ser dado aos mercadores enganados?
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5. O conto lido é uma narrativa da tradição oral. Pensando nisso, marque V nas alternativas verdadeiras e F nas falsas.
( ) Pode ter origem no imaginário de vários povos distintos.
( ) Não possui um único autor identificável.
( ) Não pode ser registrado por escrito.
( ) Não é possível saber quando a história ocorreu.
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6. Escreva as características usadas no texto para qualificar as personagens indicadas a seguir.
Mercador que fugiu Rihanna Menino
7. Qual é o tipo de narradorda história que você leu? Sublinhe um exemplo no texto.
Para lembrar:
O narrador é quem conta a história. Ele pode ser narrador-personagem, participando dos acontecimentos, ou
narrador-observador, que conta os fatos da narrativa, sem participar deles.
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8. Leia os trechos abaixo e indique a parte correspondente à organização do conto “O pequeno sábio”.
Os três mercadores compreenderam, então, que seu amigo desaparecido era o ladrão. O juiz declarou a anciã inocente.
E a respeito do menino sabido, contam que chegou a ser conselheiro real.
a) situação inicial
b) conflito gerador
c) desenvolvimento
d) desfecho
Durante a sauna, um deles saiu. Disse que ia pedir sabão à anciã.
— Venho em nome de meus amigos lhe pedir nossa sacola de dinheiro.
a) situação inicial
b) conflito gerador
c) desenvolvimento
d) desfecho
Era uma vez quatro árabes que ganharam muito dinheiro vendendo todas as suas mercadorias e, para celebrar, foram à sauna de
uma anciã viúva chamada Rihanna.
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a) situação inicial
b) conflito gerador
c) desenvolvimento
d) desfecho
A velha Rihanna ficou chorando. Então, passou por lá um menino [...]
a) situação inicial
b) conflito gerador
c) desenvolvimento
d) desfecho
9. Revise e reescreva o texto a seguir, evitando a repetição das palavras destacadas.
Quatro mercadores, depois de uma boa venda realizada, foram à sauna para relaxar. Os mercadores falaram com uma anciã
viúva chamada Rihanna e depois os mercadores fizeram um acordo com a Rihanna.
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10. Vamos imaginar uma continuação para o conto “O pequeno sábio” dando um desfecho diferente para a história, no qual o
ladrão retorna e devolve o dinheiro.
Para isso, reflita sobre as questões a seguir.
• Que conselho o pequeno sábio pode dar aos mercadores enganados?
• De que modo o ladrão se sentiria seguro em retornar, achando que não seria descoberto?
• Como o dinheiro seria devolvido?
➔ Faça um rascunho em seu caderno.
➔ Revise o novo desfecho, verificando se:
★ o final criado combina com o restante da história;
★ as palavras estão grafadas corretamente;
★ as falas das personagens estão introduzidas de modo adequado;
★ as estratégias para evitar repetição de palavras foram empregadas.
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Utilize o espaço a seguir para registrar o novo final (rascunho e versão revisada).
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Atividad� d� Língu� Po�tugues�
ALUNO (A): _____________________________________________________________________________________ TURMA: ________
Leia a notícia a seguir e responda às questões.
10º Circuito de Cinema Infantil traz filmes e debates virtuais gratuitamente
O elogiado longa Liyana encerra a programação do circuito.
Criado para democratizar o acesso aos filmes exibidos na Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, o Circuito de Cinema Infantil
chega a sua décima edição (e segunda no formato virtual) alcançando todo o Brasil. O evento acontece desta segunda (14) até
sábado (19) com exibição de filmes, realização de oficinas e conversas com intelectuais, focando na importância da pluralidade e
representatividade das diferentes infâncias brasileiras nas telas.
Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia
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https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/divirtase/2021/06/10-circuito-de-cinema-infantil-traz-filmes-e-debates-virtuais-gratuit.html
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Po�tuguê� Compa�tilhad�
Longa: no texto, o termo se refere a longa-metragem, que é uma obra cinematográfica com duração de, no mínimo, 70 minutos.
Esse tempo pode variar de um país para outro.
1. Assinale o fato que é noticiado.
(A) A realização da décima edição do Circuito de Cinema Infantil.
(B) A divulgação de oficinas e eventos diversos para crianças.
(C) O lançamento da animação Liyana.
(D) A realização da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis.
2. Com que finalidade o fato acontece?
(A) Divulgar os vencedores da Mostra de Cinema Infantil.
(B) Realizar oficinas e palestras sobre os filmes da Mostra de Cinema Infantil.
(C) Democratizar o acesso a filmes da Mostra de Cinema Infantil.
(D) Promover oficinas e palestras sobre cinema na internet.
3. Quando e onde ocorre o fato?
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4. O fato enfoca a “importância da pluralidade e representatividade das diferentes infâncias brasileiras nas telas”. Levante
hipótese sobre o sentido dos termos destacados de acordo com o contexto.
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ALUNO (A): _____________________________________________________________________________________ TURMA: ________
Leia a resenha a seguir e responda às questões.
Dragões, maçãs e uma pitada de cafuné
Todo leitor experiente tem em seu repertório inúmeros contos de tradição oral, especialmente aqueles chamados de contos de
fadas.
Neste livro, Susana Ventura e Helena Gomes apresentam contos pouco conhecidos, recolhidos de antologias das culturas russas,
iugoslavas, chilenas, celtas e norueguesas para propor aos leitores reflexões sobre questões éticas que se apresentam a cada um
dos personagens das oito histórias que compõem essa coletânea.
Livro: Dragões, maçãs e uma pitada de cafuné
Escrito por: Susana Ventura e Helena Gomes
Ilustrado por: Alexandre Camanho
Editora: Biruta
Denise Guilherme (Curadoria e Seleção dos livros). Guia de indicações literárias A Taba – Edição 2020. A Taba Livros.
1. Circule onde aparecem dados técnicos: título, autor, ilustrador, editora.
2. Descreva o que o livro apresenta.
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3. Sublinhe o parágrafo com comentários avaliativos sobre o livro.
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4. Inspire-se no texto acima, selecione um livro que você tenha lido e escreva uma resenha.
Em sala de aula, compartilhe sua produção com os colegas. Será que você conseguirá convencer seus colegas a lerem o livro?
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ALUNO (A): _____________________________________________________________________________________ TURMA: ________
Leia o texto a seguir e responda às questões.
Gente que vem de longe
Refugiados são pessoas que pedem abrigo em outros países quando sua nação está em guerra ou passando por alguma situação
de dificuldade. São jovens ou adultos sozinhos, crianças ou famílias inteiras viajando mundo afora em busca de uma nova pátria.
Este livro mostra diversas situações de refugiados, destacando como é difícil chegar a um “mundo novo”, muitas vezes carregando
apenas a própria história e a cultura do seu país de origem.
Refugiados. Obra de Ilan Brenman e ilustrações de Guilherme Karsten. Moderna.
Ciência Hoje das Crianças, n. 303, ano 32, set. 2019, p. 28.
1. A sinopse do livro foi publicada em:
(A) um blog infantil.
(C) um jornal infantil.
(B) uma rádio infantil.
(D) uma revista infantil.
2. Reescreva o trecho “Refugiados são pessoas que pedem abrigo em outros países quando sua nação está em guerra”,
substituindo a palavra “refugiados” por “refugiado” e “países” por “país”.
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ALUNO (A): _____________________________________________________________________________________ TURMA: ________
Leia os dois textos abaixo e responda às questões.
Analise Com Calma!
Se pensarmos na necessidade
de destruir para crescer:
Nem todo prejuízo
deve ser lamentado.
Há muita verdade no dito popular:
“Há males que vêm para o bem”.
Fábio Bahia, Poema visual “Analise Com Calma”.
1. Esse texto à esquerda é:
(A) um poema visual.
(B) uma pintura.
(C) uma propaganda.
(D) um desenho.
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2. O que está acontecendo na imagem formada pelos versos?
(A) A galinha está botando o ovo.
(B) O pintinho está piando.
(C) O pintinho está saindo do ovo.
(D) O ovo foi quebrado para fazer omelete.
3. Como a imagem formada se relaciona ao dito popular citado no poema?
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4. O texto escrito teria o mesmo sentido se não houvesse o poema visual com imagem? Explique.
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ALUNO (A): _____________________________________________________________________________________ TURMA: ________
O poema a seguir foi escrito por um dos mais importantes poetas brasileiros: Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). Leia-o
e responda às questões.
INFÂNCIA
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala — e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
— Psiu… não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro… que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Carlos Drummond de Andrade. Alguma poesia. São Paulo:
Companhia das Letras, 2013.
GLOSSÁRIO
Campear: andar pelo campo a cavalo.
Coser: alinhavar, costurar.
Robinson Crusoé: personagem que dá nome a um famoso
romance, do escritor inglês Daniel Defoe, publicado em
1719.
Senzala: habitação de negros escravizados durante o
período da escravidão.
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1. Analise a estrutura do poema e responda:
a) Quantas estrofes há no poema? ____________________________________________________________________________________________
b) Quantos versos há no poema? ____________________________________________________________________________________________
2. Nesse poema, o eu lírico conta sobre:
(A) sua infância num ambiente urbano.
(B) suas memórias sobre férias na praia.
(C) sua infância em uma fazenda.
(D) sua vida atual no campo.
3. A quem o eu lírico compara a sua história? Qual é a opinião do eu lírico sobre sua própria história?
_________________________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________________________________
4. No verso “E dava um suspiro... que fundo!”, as reticências indicam:
(A) a dúvida da mãe em relação ao suspiro.
(C) a surpresa da mãe com o suspiro.
(B) o movimento pausado do suspiro dado pela mãe.
(D) a desaprovação da mãe com o menino.
5. Acentue corretamente as palavras do quadro.
saude fazenda sozinho
infancia imovel agua
cavalo mosquito memoria
album historia bonita
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ALUNO (A): _____________________________________________________________________________________ TURMA: ________
Par� relembra� - Sinai� d� pontuaçã�
Ponto-final: Indica declaração do emissor.
Ponto de exclamação: exprime diferentes emoções, como alegria ou tristeza.
Ponto de interrogação: indica pergunta ou questionamento.
Reticências: usadas para interromper ideia, sugerir sentido oculto ou mesmo indicar dúvida ou incerteza do emissor.
Agora, leia a charge e responda às questões.
SPADOTTO, Erasmo. Dia das crianças. Piracicaba Hoje, 2022.
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a) Que sentimentos a expressão dos personagens deixa transparecer?
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b) Um recurso linguístico foi usado nos balões de fala para reforçar o sentimento dos personagens. Que recurso é esse?
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c) Como se constitui o humor na charge?
_________________________________________________________________________________________________________________________________
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_________________________________________________________________________________________________________________________________
d) Se não fosse a expressão dos personagens, a frase “Acabou o jogo!” poderia ser dita por alguém contente? Explique.
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e) Agora, leia as frases abaixo e comente o sentido que a pontuação promove:
I. A bola caiu? II. O jogo acabou…
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ALUNO (A): _____________________________________________________________________________________ TURMA: ________
Leia o lide de uma notícia sobre jovens cientistas do Nordeste brasileiro e responda às questões.
Cuca Ambiental aproxima jovens de Fortaleza da natureza
Fortaleza – CE. Voltado para ações de educação, inclusão e temas socioambientais, o Programa Cuca Ambiental, da Rede
Cuca, iniciativa da Prefeitura Municipal de Fortaleza (PMF), já beneficia 115 jovens de forma direta e indireta. O programa
objetiva promover a conservação do meio ambiente e estimular a participação dos jovens em temas ambientais. O Projeto
trabalha a Educação Ambiental como um direito e melhoria para a qualidade de vida.
[...]
SALES, Alice. Cuca Ambiental aproxima jovens de Fortaleza da natureza. Eco Nordeste 17 nov. 2021.
a) Em sua opinião, qual é a contribuição do programa para a formação dos jovens?
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b) Qual é a visão do Projeto sobre a educação ambiental? Você concorda com essa visão?
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c) Quantas orações há no título? Justifique sua resposta.
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Po�tuguê� Compa�tilhad�
d) É período simples ou composto?
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e) Quem já beneficia 115 jovens de forma direta e indireta?
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f) Qual é o sujeito da frase “Cuca Ambiental aproxima jovens de Fortaleza da natureza” ?
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g) Qual é o predicado do último período do lide?
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ALUNO (A): _____________________________________________________________________________________ TURMA: ________
Observe a obra-prima, leia o relato biográfico e responda às
questões.
Mona Lisa, também conhecida como A Gioconda, é uma das
obras-primas de Leonardo da Vinci. É considerado o retrato
mais famoso na história da arte.
Conheça Leonardo da Vinci
Hoje o nome de Leonardo da Vinci está ligado às suas obras
mais famosas, A última ceia e Mona Lisa. As pessoas que
conhecem esses quadros geralmente descobrem outras
obras desse revolucionário mestre do Renascimento.
Embora poucos, seus quadros estimulam a mente e o olhar,
e seus muitos desenhos comprovam sua genialidade.
Sabemos que Da Vinci foi famoso em sua época porque seus
talentos foram mencionados por contemporâneos. A
primeira biografia do artista data de 1518, um ano antes de
sua morte, e a segunda surgiu cerca de uma década depois:
ambas são curtas. Uma biografia completa de Da Vinci foi
publicada em 1550 e, novamente, em 1568 pelo artista e
historiador Giorgio Vasari. [...]
Seus contemporâneos elogiavam a beleza e a força do
artista. Diziam que era charmoso e generoso. Todos
comentavam sua habilidade musical, pois cantava e tocava
lira muito bem. Diziam também que era um inventor genial.
Com relação às suas pinturas, no entanto, o mesmo não
ocorria. Segundo Vasari, era difícil Da Vinci ficar satisfeito
com seu trabalho, por isso deixou mais quadros inacabados
do que concluídos. Mesmo assim, Vasari o chamava de
inspiração divina.
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Como seu avô orgulhosamente registrou, Leonardo nasceu
às dez e meia da manhã de um sábado, 15 de abril de 1452.
Antonio morava em Vinci, aldeia da bela Toscana, centro da
Itália. (“Da Vinci” significa “de Vinci”.). Ali ele cuidava de sua
modesta e antiga propriedade.
[...] Segundo um registro de impostos, Leonardo morava
com seus avós quando tinha cinco anos. Seu tio Francesco
gostava muito do menino e provavelmente lhe ensinou sobre
a natureza nas excursões que faziam pelos campos que
circundavam Vinci. Quando Francesco morreu, 50 anos
depois, deixou suas propriedades para Leonardo, como se
fosse seu filho.
Na adolescência, o pai levou Da Vinci para Florença. [...]
O aprendizado
Quando Da Vinci chegou a Florença, um dos principais
artistas locais era Andrea Del Verrocchio que, além de
ourives, era pintor e escultor. O pai de Da Vinci conhecia
Verrocchio e, em 1469, ele se tornou um de seus muitos
aprendizes.
Na época, o sistema de aprendizado oferecia um
treinamento muito completo. Regulamentado e
supervisionado pelas guildas, que existiam desde a Idade
Média, esse sistema permitia que os jovens aprendessem
tudo, desde moer os pigmentos e fabricar pincéis até pintar
retábulos e fazer esculturas. Um aprendizado típico durava
treze anos – mais ou menos o tempo que Da Vinci serviu a
Verrocchio. Frequentando o ateliê de um artista, o aprendiz
tornava-se artífice, o que o qualificava a trabalhar com
várias tarefas sem supervisão. Depois, tornava-se mestre
artesão (maestro). Como mestre, Da Vinci deveria imitar
com perfeição o trabalho de Verrocchio, porque tudo o que
era produzido no ateliê era vendido com seu nome.
Quando Da Vinci iniciou seu aprendizado, Verrocchio fez
uma esfera dourada de duas toneladas, encimada por uma
cruz, para coroar a cúpula da catedral de Florença. A
confecção dessa cúpula, a maior da Europa, orgulho de
Florença, foi uma prova do conhecimento de Verrocchio
sobre metalurgia, escultura, geometria, fundição, engenharia
e arquitetura. Da Vinci aprendeu que um artista deve
dominar várias técnicas. Viu que a ciência e a arte eram
inseparáveis, e se tornou um mestre em ambas.
[...]
MÜHLBERGER, Richard. O que faz de um Da Vinci um Da Vinci?
Tradução: Valentina Fraíz-Grijalba. São Paulo: Cosac Naify,
2000. p. 7-9.
GLOSSÁRIO
Ourives: quem fabrica ou vende objetos feitos de metais preciosos (ouro, prata etc.).
Guildas: durante a Idade Média, em certos países europeus, associação de pessoas com interesses comuns (comerciantes,
artistas, artesãos etc.) cujo objetivo era oferecer assistência e segurança aos seus membros.
Retábulos: painéis de madeira ou mármores, com temática sagrada, construídos na parte posterior de altares de igrejas.
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Artífice: artesão ou operário especializado em qualquer arte mecânica; operário.
Encimada: colocada ou localizada no alto; que está em cima de; elevada.
Cúpula: tipo de teto em forma de semiesfera.
Fundição: ação ou efeito de fundir ou derreter metais.
1. Complete a ficha com dados sobre Leonardo da Vinci, de acordo com o texto lido.
Nome completo:
Local de nascimento:
Data de nascimento:
Local onde estudou:
Duas obras de destaque:
Uma curiosidade a respeito de
sua percepção como artista:
Ano de falecimento:
2. Esse trecho de relato biográfico descreve acontecimentos marcantes da vida de um dos mais famosos artistas da história, mas
também evidencia certos traços de sua personalidade e temperamento. Marque as opções que confirmam essa afirmação.
( ) “Seus contemporâneos elogiavam a beleza e a força do artista.”
( ) “Diziam que era charmoso e generoso.”
( ) “Segundo um registro de impostos, Leonardo morava com seus avós quando tinha cinco anos.”
( ) “[...] era difícil Da Vinci ficar satisfeito com seu trabalho, por isso deixou mais quadros inacabados do que concluídos.”
( ) “Na adolescência, o pai levou Da Vinci para Florença.”
( ) “Todos comentavam sua habilidade musical, pois cantava e tocava lira muito bem.”
Relatobiográfico é um gênero que conta a vida de uma pessoa, revelando fatos reais em ordem cronológica. Quem o escreve é
denominado biógrafo e aquele sobre quem se escreve é chamado de biografado. Nesse gênero, há maior ocorrência de verbos
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de ação no passado e de adjetivos, os quais permitem que o leitor tenha uma visão mais clara da pessoa biografada. A biografia é
um gênero informativo.
3. Reescreva cada uma destas frases do texto, substituindo os termos destacados pela palavra ou expressão sinônima do quadro.
a) “Seus contemporâneos elogiavam a beleza e a força do artista.”
artistas da mesma época artistas de épocas mais recentes
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b) “Ali ele cuidava de sua modesta e antiga propriedade.”
simples e longínqua humilde e envelhecida
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c) “Seu tio Francesco gostava muito do menino e provavelmente lhe ensinou sobre a natureza nas excursões que faziam pelos
campos que circundavam Vinci.”
limitavam contornavam
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4. Você acha importante que existam relatos biográficos sobre pessoas que viveram há tanto tempo – há mais de 500 anos –,
como esse que você leu? Explique qual é a função de textos assim para estudantes como você, que vivem no mundo atual.
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PARA LEMBRAR
Os parênteses ( ) são um sinal de pontuação usado para isolar um enunciado acessório que intercala outro enunciado. É preciso
abrir e fechar os parênteses para indicar exatamente onde começa e onde termina o enunciado isolado por eles.
EXERCÍCIO
Leia este trecho de um artigo de divulgação científica sobre animais que dormem por longos períodos e faça o que se pede.
Bichos que hibernam
No hemisfério norte, onde o inverno é muito gelado, além dos famosos grandes ursos, outros animais também hibernam – é o
caso de esquilos, marmotas, hamsters, ouriços, texugos e alguns morcegos. Como você pode notar, os exemplos de animais que
hibernam são apenas de mamíferos. Mas alguns anfíbios sapos e rãs, insetos mariposas e borboletas e répteis lagartos e
tartarugas também conseguem ficar “congelados” durante o inverno e se “descongelam” quando as temperaturas voltam a subir.
Ciência Hoje das Crianças. Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/uma-soneca-por-todo-oinverno/>.
a) Observe que algumas informações sobre os anfíbios, os insetos e os répteis, que deveriam estar entre parênteses, não estão
devidamente isoladas por esse sinal de pontuação.
b) Reescreva o trecho utilizando os parênteses no lugar adequado para organizar essas informações.
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Leia o conto a seguir e responda às questões.
Fadas, pizzas e saladas
SEGUNDO FINAL
A floresta de espinhos se abriu e, do meio dela, surgiu…
… uma motocicleta vermelha, brilhante, dirigida por alguém que, do alto da torre,
Alice não conseguiu enxergar direito quem era.
Alice desceu correndo as escadas e no meio do pátio, de pé ao lado da moto, encontrou uma figura vestida com roupas muito
estranhas para ela.
Após alguns segundos, a visitante tirou o capacete, deixou cair os longos cabelos ruivos e sorriu para a princesinha.
— Quem é você!? — perguntou Alice.
— Nossa! Bom dia primeiro, não!
— Bom dia! Quem é você!?
— Ora! Que perguntinha ingênua! Você não é uma princesa encantada?
— Sou. Mas e você?
— Não mora neste castelo?
— Moro!
— E não é verdade que não está lá muito feliz, porque essa de ficar espiando uma floresta de espinhos está ficando entediante?
— Como você sabe disso?
— Simples. Junte princesa + castelo + sonho com príncipe encantado + floresta de espinhos. O que falta? EU, sua fada-madrinha!
E, como fada, eu sei de tudo.
[…]
Rindo muito, a fada-madrinha tirou as luvas e abriu uma caixinha presa ao lado da moto. De lá tirou uma chave de fenda, um
parafuso, uma rolha de garrafa de vinho, um chiclete meio mascado, uma flor já meio murcha e… uma varinha de condão!
— Pronto! Agora você acredita? — perguntou a fada, balançando a varinha no ar e fazendo aparecer um monte de estrelinhas.
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— Acredito! Mas, puxa, como você é diferente…
— Você é que é. Aliás, foi por isso que eu vim aqui. Para acordá-la.
— Me acordar? Acho que você se enganou de princesa. Eu sou Alice, e não a Bela Adormecida, que até já casou e mudou daqui.
— Eu sei, bobona. Você é que não sabe que, mesmo de olhos abertos, está dormindo.
Onde já se viu, nos dias de hoje, uma vida de princesa como a que está levando! Que chatice! Passar o tempo todo sem fazer nada
e, ainda por cima, olhando para espinhos!
Quer coisa mais feia que floresta de espinhos?
[…]
De novo agitou a varinha e… adeus floresta de espinhos! Em seu lugar surgiu um lindo e florido campo.
Assustada, Alice perguntou:
— Madrinha, o que faço agora? Estou perdida! A floresta era minha esperança!
— Que nada, minha filha! Você vai é se achar: com a minha ajuda! Princesa moderna vai à luta, vive e é feliz. Pra começar vou
transformar você em uma empresária!
A varinha foi agitada outra vez, agora na direção do castelo, e este se transformou em uma magnífica pizzaria. A cozinha ganhou
fornos e outros materiais apropriados; as inúmeras salas foram mobiliadas com mesas, cadeiras e enfeites coloridos; a despensa
foi recheada com todos os ingredientes necessários para se fazer uma boa pizza. A criadagem ganhou roupas diversas: de
cozinheiro, de ajudante de cozinha, de garçom e garçonete, de manobrista.
[…]
Daí pra frente, foi só sucesso. Vocês não imaginam como tem gente que gosta de pizza!
Alice se saiu superbem como empresária e, sem florestas de espinhos para barrar o caminho, até criou um disque-pizza e uma
exportadora de pizzas.
[…]
Regina Carvalho.Fadas, pizzas e saladas.
São Paulo: Atual, 2003. p. 14-21.
1. O conto que você leu mistura personagens de duas outras narrativas conhecidas. Qual é o título dessas narrativas?
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2. Quais são as características da fada-madrinha desse conto?
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3. Você sabe a que Alice se refere ao dizer “A floresta era minha esperança!”? Escreva sua explicação entre os parênteses.
— Madrinha, o que faço agora? Estou perdida! A floresta era minha esperança!
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4. Você concorda com a solução da fada-madrinha para ajudar Alice? Por quê?
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5. Depois de se tornar uma empresária bem-sucedida, o que mais poderia acontecer com Alice? Escreva a continuação da
história.
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6. Um trecho do conto foi modificado. Leia-o a seguir.
FADA-MADRINHA: Pronto! (MOSTRA A VARINHA) Agora você acredita? (SACODE COMO SE FOSSE LANÇAR UM ENCANTO E
SORRI ENQUANTO CAEM AS ESTRELINHAS)
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(ESTRELINHAS APARECEM COM O MOVIMENTO DA VARINHA)
ALICE: Acredito! (BALANÇA A CABEÇA, CONCORDANDO) Mas, puxa, como você é diferente… (LEVANTANDO OS OMBROS E
GESTICULANDO COMO SE MOSTRASSE AS ROUPAS E A MOTOCICLETA COM AS MÃOS ABERTAS, PARA SE EXPLICAR)
a) Em que tipo de texto o trecho do conto foi transformado?
_________________________________________________________________________________________________________________________________
b) Por que foi inserido texto entre parênteses?
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7. Leia estas palavras, acentue-as quando necessário, separe as sílabas e circule a sílaba tônica de cada uma.
a) agil: _________________________________________________________________________________________________________________________
b) torax: ________________________________________________________________________________________________________________________
c) acordo: ______________________________________________________________________________________________________________________
d) amavel: ______________________________________________________________________________________________________________________
e) casinha: _____________________________________________________________________________________________________________________
f) polen: ________________________________________________________________________________________________________________________
g) felicidade: ___________________________________________________________________________________________________________________
h) Venus: _______________________________________________________________________________________________________________________
i) multa: ________________________________________________________________________________________________________________________
j) boneca: ______________________________________________________________________________________________________________________
k) facil: ________________________________________________________________________________________________________________________
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Nesta atividade, você vai ler um trecho de um diário ficcional. Ele foi retirado do livro “Diário de um banana: A verdade nua e
crua”, escrito e ilustrado por Je� Kinney, um autor estadunidense. As páginas desse diário inventado trazem o dia a dia de Greg,
um garoto que tem que lidar com os irmãos Rodrick e Manny, os pais e a escola. Que conflitos você supõe que Greg vai relatar
nesse diário?
Segund�-feir�
Hoj� n� janta� � papa� n�� conto� qu� se� irmã� mai� nov�, � ti� Gar�, fico� noiv� d�
namorad�, Sôni�. Ach� qu� � um� ótim� notíci� � tud� mai�, ma� � ti� Gar� j� s� caso�
trê� veze�, entã� iss� mei� qu� viro� um� cois� comu� n� n�ss� famíli�. N� verdad�, �
gent� ne� fa� marca� e� cas� par� acompanha� n�ss� cresciment�, porqu� s� d� olha� a�
fot�� d�� casament�� d� ti� Gar� d� par� te� um� idei� d� n�ss� progress�.
Ach� qu� tod� mund� j� s� enche� u� pouc� dess� históri�. Quand� � ti� Gar� s� caso�
pel� TERCEIRA ve�, � mamã� ne� s� de� a� trabalh� d� troca� � fot� d� segund�
casament� n� moldur�. El� s� coloco� um� fot� d� cabeç� d� esp�s� nov� e� cim� d�
antig�.
Ti� Gar� nã� � u� car� ma� ne� nad�. Ma� el� entr� nesse� relacionament�� rápid�
demai�. [...]
O papa� sempr� di� qu� � ti� Gar� precis� “cresce�” � para� d� agi� com� um� crianç�.
Ma�, s� e� f�ss� � papa�, esperari� sentad�.
Je� Kinney. Diário de um banana: A verdade nua e crua.
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Tradução de Antonio de Macedo Soares. 2 ed. São Paulo: Vergara & Riba Editoras, 2013.
1. Quem participa dos fatos relatados?
____________________________________________________________
____________________________________________________________
2. Em que momento acontecem os fatos relatados: no
passado ou no presente?
____________________________________________________________
____________________________________________________________
3. Quem relata os fatos ao leitor?
____________________________________________________________
____________________________________________________________
4. Quais são os acontecimentos relacionados ao tio Gary?
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
5. Quais são os acontecimentos relacionados àmãe do
Greg?
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
Diário ficcional é um gênero em que um escritor cria um
diário inventado, que reproduz as características típicas do
diário pessoal. Nele, uma personagem registra
acontecimentos cotidianos e os sentimentos por eles
despertados como se fossem reais.
Como nos diários pessoais, há um tom de intimidade e
confidência.
6. Escolha o adjetivo adequado para preencher as lacunas a
seguir.
a) Lucas e Marina chegaram __________________________ no
primeiro dia de aula.
(adiantado, adiantados, adiantadas)
b)Minha mãe é uma cozinheira muito _____________________.
(habilidosa, habilidosas, habilidoso)
c) Os irmãos mais ______________ (velho, velhos) às vezes
pregam peças nos mais_____________ . (novo, novos)
d) Meu filho e minha filha sempre foram muito
______________________________ .
(companheiros, companheiras)
Concordância nominal é a relação que se estabelece entre
o substantivo e as palavras que se referem a ele. Adjetivos
concordam com os substantivos a que se referem.
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Leia um conto popular originário de Camarões, um país da África, e responda às questões.
Dofú, o sábio
Em Douala, no litoral de Camarões, existia um homem dos
mais sábios que já existiu na África: Dofú Seringue
TaibáM’Baye.
Toda manhã, ao sair para sua caminhada à beira-mar,
encontrava as crianças no seu vilarejo que corriam e
pulavam ao seu redor, gritando:
— Dofú, conta aquelas histórias antigas pra gente! Dofú,
canta aquelas canções dos nossos antepassados!
O sábio parava, observava o céu, o mar e cada rostinho
daquelas crianças. Após alguns bons minutos, sentava-se,
contava e cantava histórias para o deleite da molecada.
Depois de boas e lindas histórias e canções, o sábio voltava à
sua caminhada.
Visitantes de toda a África vinham ouvir as palavras de Dofú.
Todo fim de tarde, ele abria sua simples choupana para
aqueles que quisessem compartilhar seu pão e sua
sabedoria.
Numa dessas tardes, um homem arrogante, prepotente,
adentrou na choupana e gritou:
— Quem é Dofú!? Aquele que se crê o mais sábio dos
sábios.
Nunca ninguém tinha tratado o querido Dofú dessa forma.
Sabia-se que alguns homens queriam enxotá-lo de lá.
Porém, Dofú, com um ar sereno, disse:
— Meu bom homem, o que você quer?
O homem foi empurrando todos à sua frente, aproximou-se
do mestre e respondeu:
— Quero lhe fazer uma pergunta.
Caso não saiba a resposta, quero dar-lhe vinte chicotadas.
Ouviu-se um murmúrio de indignação na choupana. Dofú
apenas disse:
— Faça sua pergunta.
O homem aproximou-se do fogo que esquentava o pão,
pegou um carvão em brasa e o atirou numa vasilha com
água. Todos ouviram o barulho do fogo em contato com a
água: CHUF.
— Dofú, o que se diz sábio, me diga, quem foi que fez o
barulho que acabamos de ouvir? Foi o fogo em contato com
a água? Ou a água em contato com o fogo?
Fez-se um silêncio abismal na choupana, todos olhavam para
Dofú. Ele fechou os olhos e disse:
— É uma pergunta muito interessante e difícil, preciso
meditar um pouco. Por favor, vão-se embora e só voltem
depois do jantar.
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Após o jantar, a choupana de Dofú nunca estivera tão cheia
de gente. Pessoas se aglomeravam do lado de fora da casa,
muitos vilarejos vizinhos souberam do desafio ao mestre e lá
estavam curiosos para saber o desfecho daquele caso.
O homem que havia feito a pergunta segurava um chicote na
mão, preparado para pô-lo em ação a qualquer momento.
Dofú pediu a todos que se sentassem e foi obedecido
imediatamente. Aproximou-se do desafiante e disse:
— Antes de responder à sua pergunta, eu também tenho
uma a lhe fazer.
O homem riu e disse:
— Tentando escapar, não é, meu sábio? Mas vamos ver o
que você quer, pergunte!
Dofú olhou fundo nos olhos daquele petulante e deu-lhe um
tapa no rosto tão forte que o barulho se ouviu ao redor de
toda a choupana. O homem estapeado não teve tempo de
reagir e Dofú perguntou:
— O barulho que acabamos de ouvir foi da minha mão em
sua bochecha? Ou da sua bochecha em contato com a minha
mão?
O homem, desnorteado, levantou-se e disse:
— Preciso meditar a respeito disso — saiu cambaleando
pela porta da choupana e nunca mais apareceu por lá.
Ilan Brenman. Contador de histórias de bolso: África. São
Paulo: Moderna, 2008.
GLOSSÁRIO
Deleite: satisfação, prazer, contentamento.
Choupana: pequena casa ou cabana rústica, humilde.
Enxotá-lo: expulsá-lo.
Abismal: profundo como um abismo.
1. Sobre os contos populares, marque V para verdadeiro e F para falso.
( ) Os contos populares têm autoria desconhecida, pois surgiram no imaginário do povo que os criou, preservando sua memória e
cultura.
( ) Nas narrativas dos contos populares há menos personagens que nas narrativas de outros tipos de contos.
( ) Os contos populares são transmitidos oralmente de geração em geração.
( ) Os parágrafos têm poucas frases; predominam as frases mais curtas, garantindo objetividade e facilitando o entendimento.
( ) No conto popular “Dofú, o sábio”, há aspectos que nos permitem associar a narrativa à sua cultura de origem, a africana, a
cultura da personagem principal, Dofú.
( ) O tempo no conto popular é indeterminado, ou seja, não é possível identificar exatamente em que momento se passa a história.
( ) A linguagem nos contos populares geralmente é formal.
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2. No conto popular, predomina a estrutura narrativa.
a) Identifique os personagens do texto.
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b) Qual é o tempo e o espaço da narrativa?
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c) Identifique a situação inicial, o conflito, o clímax e o desfecho do conto.
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d) Qual é o tipo de narrador de "Dofú, o sábio?". Dica: o conto é narrado em 3a pessoa.
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3. Releia este trecho do conto “Dofú, o sábio”.
“Visitantes de toda a África vinham ouvir as palavras de Dofú. Todo fim de tarde, ele abria sua simples choupana para aqueles que
quisessem compartilhar seu pão e sua sabedoria.”
Os pronomes ele e aqueles destacados retomam palavras já usadas nesse trecho. Identifique-as.
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_________________________________________________________________________________________________________________________________4. Em sua opinião, essa história transmite um ensinamento aos leitores? Qual? Explique sua resposta.
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5. Observe os verbos destacados nestas frases do conto e identifique se eles estão no singular ou no plural e com que sujeito cada
um deles concorda.
a) “O sábio parava, observava o céu, o mar e cada rostinho daquelas crianças.”
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b) “Pessoas se aglomeravam do lado de fora da casa, muitos vilarejos vizinhos souberam do desafio ao mestre e lá estavam
curiosos para saber o desfecho daquele caso.”
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c) “Todos ouviram o barulho do fogo em contato com a água: CHUF.”
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Concordância verbal é a relação estabelecida na oração entre o sujeito e o verbo.
O verbo varia em número (singular, plural) e pessoa (eu, tu, ele, ela etc.) e concorda com o sujeito da oração.
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1. Leia o trecho de uma fábula a seguir.
O GALO E A PÉROLA
Um galo estava ciscando, procurando o que comer no terreiro, quando encontrou uma pérola. Ele então pensou:
— Se fosse um joalheiro que te encontrasse, ia ficar feliz. Mas para mim uma pérola de nada serve; seria muito melhor encontrar
algo de comer.
Deixou a pérola onde estava e se foi, para procurar alguma coisa que lhe servisse de alimento.
O galo e a pérola, de Esopo. Em: Ler e escrever: livro de textos do aluno.
Seleção dos textos de Claudia Rosenberg Aratangy. 3. ed. São Paulo: FDE, 2010. p. 141.
a) Contorne as vírgulas empregadas no primeiro parágrafo. Qual é a função delas nesse trecho?
( ) Separar palavras em uma enumeração.
( ) Detalhar uma informação apresentada.
A vírgula também foi empregada em outros trechos da fábula. Que função ela exerce nos demais trechos?
_________________________________________________________________________________________________________________________________
b) Nesse mesmo parágrafo há o emprego dos dois-pontos. Que função esse sinal de pontuação exerce nesse texto?
( ) Sinalizar uma dúvida.
( ) Anunciar a fala de uma personagem.
c) Releia o trecho: Mas para mim uma pérola de nada serve; seria muito melhor encontrar algo de comer.
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Po�tuguê� Compa�tilhad�
Qual é a função do ponto e vírgula nesse trecho?
_________________________________________________________________________________________________________________________________
2. Escreva as frases organizando as palavras e os sinais de pontuação a seguir. Lembre-se de usar letra maiúscula no início da
frase.
a) ______________________________________________________________________________________________________________________________
preciso : disto . sossego
b) ______________________________________________________________________________________________________________________________
gosto mel banana de . chocolate e
c) ______________________________________________________________________________________________________________________________
; muitos poucos se . conseguem esforçam
d) ______________________________________________________________________________________________________________________________
resumo . atrasado cheguei : em
3. Complete os espaços com um dos sinais de pontuação: dois-pontos, vírgula ou ponto e vírgula.
a) Comprei frutas___verduras e legumes.
b) Duas convidadas chegaram___Carol e Flávia.
c) Dona Antônia cortou banana, maçã, morango e mamão___colocou tudo em uma tigela e serviu.
d) João é educado___humilde e respeitoso.
e) Resultado de hoje___estou muito cansada.
f) As flores___os campos e os pássaros nos alegram.
g) Só espero uma coisa___que você vá à festa comigo.
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