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NÃO PODE FALTAR
COMO TRADUZIR PESQUISAS PARA A PRÁTICA
PROFISSIONAL?
Amanda Soares de Melo
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PRATICAR PARA APRENDER
Caro estudante,
Veja como a ciência está na vida cotidiana. Alimentos, celulares, refrigeradores, GPS,
computadores, televisores, medicamentos, vestimentas, políticas públicas – a ciência
está por trás de todos eles. A cada dia surge um novo produto ou conhecimento a
partir das pesquisas científicas e de seu aprimoramento. Pela importância que a
ciência detém na nossa sociedade, ela passou a ser considerada um bem público.
Seja para o nosso consumo ou para nossa prática profissional, o conhecimento
científico é muito valioso. É possível aplicar o método científico para contextos
amplos, como em negócios e empresas. A mentalidade científica aplicada ao
ambiente profissional contribui para a inovação, criatividade e resolução de
problemas.
Com a velocidade de produção do conhecimento científico cada vez maior, também é
importante ficar atento aos novos métodos, procedimentos e conhecimentos na sua
área profissional. Assim, ser um bom profissional hoje em dia, em qualquer área,
exige estar atualizado quanto ao que de novo é produzido.
Convido você a conhecer as modalidades da formação continuada que auxiliam
nessa atualização profissional. 
Fonte: Shutterstock.
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Áudio disponível no material digital.
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Você é contratado por uma empresa automobilística para a elaboração de um projeto
de melhoria de uma peça metálica defeituosa. A equipe de profissionais aplica o
método científico do início ao fim dos estudos. A análise inicial aponta que:
I. A peça metálica possui um grande risco em um dos seus componentes.
II. Foi constatado que a máquina responsável pela manufatura estava suja durante
a produção do componente.
III. A hipótese básica elaborada pelos pesquisadores é que o risco pode ter sido
proveniente da sujeira da máquina.
Considerando o contexto apresentado, esboce as próximas etapas do estudo
utilizando o método científico, incluindo a predição da hipótese, experimentação e
possíveis resultados.
Os benefícios da ciência não são apenas para os cientistas, mas para toda a
humanidade. – Louis Pasteur.
CONCEITO-CHAVE
PESQUISA TRAZENDO AVANÇOS NA PRÁTICA
Além de sanar a curiosidade humana, a ciência é importantíssima para achar
soluções aos problemas que a humanidade enfrenta. A ciência, tecnologia e inovação
se consagraram como fundamentais para o desenvolvimento da sociedade em
muitos aspectos, como educação, crescimento econômico, geração de emprego e
renda. Por essa razão, investir em ciência se tornou uma necessidade pelo seu
diferencial competitivo. No mundo todo, a pesquisa científica possibilitou enormes
avanços na saúde, alimentação, produção de energia, entre outros setores. Isso
porque uma das suas características é a capacidade de produzir inovações, de
especial interesse no contexto empresarial, ambiental ou econômico.
A inovação pode agregar valor em produtos de uma empresa, diferenciando-os,
promovendo vantagens competitivas, mesmo que momentaneamente. Em mercados
competitivos como de commodities, ela é ainda mais fundamental. Aqueles que
conseguem inovar neste contexto ficam em posição de vantagem em relação aos
demais, alavancando suas vendas e seus lucros, permitindo o acesso a novos
mercados ou até mesmo novos modelos de negócio.
Atualmente, pela importância que desempenha na sociedade, a pesquisa científica é
vista como um bem público. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 reserva os
artigos 218 e 219 para a promoção da pesquisa e da capacidade tecnológica (BRASIL,
1988). O desenvolvimento de qualquer país está diretamente ligado à aplicação de
investimentos nesse setor. As pesquisas científicas não só produzem produtos e
inovação, mas também auxiliam na busca por soluções definitivas para problemas
relacionados a políticas públicas de Estado, como o combate à pobreza, educação
desigual, melhora da educação, melhora da saúde etc.
Os investimentos em ciência podem ser feitos em duas dimensões complementares:
a ciência básica e a ciência aplicada. A ciência básica produz conhecimento que
alimenta os processos de inovação, como carros, máquinas de raios-X,
computadores, vacinas, etc. Ela é feita a longo prazo, de modo que não se esperam
retornos financeiros de forma imediata. Já a ciência aplicada estuda formas de
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aplicação do conhecimento científico em benefício da sociedade, buscando a solução
de problemas práticos, visando uma utilidade econômica e o desenvolvimento
tecnológico.
Assim, enquanto a ciência básica produz conhecimentos novos, a ciência aplicada
reinterpreta esses conhecimentos com uma finalidade pragmática. Ambas são
complementares e muito importantes para o avanço científico. Todavia, a pesquisa
básica é muitas vezes negligência pela demora de trazer resultados. Não há como
esperar inovação sem o investimento em pesquisa básica.
As pesquisas trazem implicações para questões que enfrentamos, das mais básicas às
mais complexas. O simples ato de lavar as mãos é um hábito fruto do avanço do
conhecimento científico. Há 150 anos, não era um ritual comum, inclusive pelos
médicos, mas a partir da teoria microbiana desenvolvida pelos biólogos, se constatou
que a lavagem das mãos evitava infecções e sua propagação.
Uma pessoa nascida no final do século 18, morreria sem completar os 40 anos de
idade. Todavia, alguém que nasce hoje provavelmente poderá viver até os 70 anos,
no mínimo. Diversos fatores decorrentes dos avanços científicos são responsáveis
por isso, como o avanço na prevenção e no combate das doenças, o desenvolvimento
da produção de alimentos, a melhora nas condições de trabalho e redução da carga
horária de trabalho, etc. Tudo isso foi construído durante os séculos através de
pesquisas científicas. 
Uma visão científica de mundo ainda pode proporcionar outros benefícios que
podem ser utilizados no dia a dia. Utilizar o raciocínio científico, buscar evidências,
elaborar soluções da mesma forma que o cientista, pode ajudá-lo a resolver
problemas cotidianos, inclusive na prática profissional, como a melhoria de
processos administrativos ou de engenharia, por exemplo.
ASSIMILE
Commodities são produtos que funcionam como matéria-prima e
indiferenciados, que não há diferença em função do produtor, produzidos
em larga escala. São exemplos de commodities: soja, milho, minérios,
petróleo, café.
FORMAÇÃO CONTÍNUA
A formação é o motor de evolução da carreira profissional de qualquer pessoa.
Atualmente, a formação contínua ganhou força, dada a rapidez que o conhecimento
científico se desenvolve. 
A formação contínua envolve um processo de constante aprimoramento e um
esforço contínuo de atualização dos saberes necessários à área de atuação
profissional. Para ser um bom profissional é necessário estar atento à atualização do
conhecimento aprendido. Cursos de atualização e especialização complementam a
formação obtida no ensino superior, ampliando ideias já adquiridas, modificando-as
e propondo novos conceitos.
À medida que as teorias de uma área de estudo vão sendo testadas, novas linhas de
pesquisa e conclusões surgem, abrindo novos caminhos e formas de aplicar esses
conhecimentos, com técnicas aprimoradas, mais eficientes, etc. A pós-graduação é a
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modalidade de ensino que abarca as especializações ministradas presencialmente ou
a distância, ela serve para alavancar a carreira, proporcionando muitas vezes
melhores salários e cargos de liderança no mercado de trabalho.
Existem diversos tipos de pós-graduação, são alguns deles:
1. Especialização: é um tipo que enfoca no nível técnico profissional, fornecendo o
título de especialista no campo de estudo e objetiva o aprofundamento dos
conhecimentos da sua área de formação, fazendo o direcionando da graduação.
Para obter o título de especialista, é necessário a entregade uma monografia.
2. Aperfeiçoamento: são similares às especializações, com a diferença que
dispensam os requisitos gerais das especializações, não exigindo a entrega de
monografia.
3. MBA: o significado da sigla é Mestre em Administração de Negócios e é voltado
para a atuação profissional, com foco na área de negócios e administração.
Compreendido muitas vezes como uma especialização do ramo corporativo. O
trabalho final é sempre feito com ênfase na prática, na realidade das
corporações.
4. Mestrado acadêmico – Stricto Sensu: esse tipo de pós-graduação tem o período
fixo de dois anos e é voltado para a pesquisa cientifica. O seu objetivo é
aprofundar e direcionar os conhecimentos obtidos na graduação e formar
pesquisadores e professores de ensino superior. Ele conta com a supervisão de
um orientador e exige defesa de uma dissertação para a obtenção do título de
mestre.
5. Mestrado profissional: possui as mesmas exigências que o acadêmico, todavia
têm como foco o desenvolvimento de técnicas e estudos voltados ao mercado de
trabalho.
6. Doutorado: objetiva um aprofundamento maior que o mestrado e também é
voltado para a pesquisa científica. Esse tipo de formação leva quatro anos e exige
a elaboração de uma tese sobre uma área a ser defendida como requisito para
obtenção do título. Essa tese, em geral, deve possuir um conteúdo original que
contribuía com o avanço do campo de estudos.
REFLITA
Dada a rapidez como o conhecimento é produzido hoje em dia, em sua visão,
por que ser um profissional atualizado no mercado de trabalho? Quais os
diferenciais competitivos que esse profissional ganha com a formação
continuada?
CIÊNCIA DO COTIDIANO
Os avanços da ciência trouxeram muitas mudanças na vida cotidiana, são inúmeros
os exemplos: meios de comunicação rápida, computadores, celulares, eletricidade,
máquinas, carros, vacinas, tratamentos, cirurgias, medicamentos, entretenimento,
internet, etc. Imagine como era o mundo sem muitas dessas invenções. Tais avanços
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mudaram completamente nossos hábitos, aumentou a velocidade da vida, ampliou
nossas ocupações, os limites de nossas curiosidades, as formas de lazer e o conforto
que jamais foram sonhados por nossos antepassados.
Nossa alimentação, vestimenta, higiene devem muito ao conhecimento científico
acumulado durante séculos. Esse conhecimento ajudou a humanidade de diversas
formas, contribuindo inclusive para manutenção da espécie, ao diminuir e até
mesmo erradicar doenças consideradas graves que já mataram muitas pessoas,
colaborando para a duplicação da expectativa de vida em diversos países.
Desde os tempos da revolução industrial, no século XVIII, houve enormes esforços
para baratear uma série de matérias-primas como aço, vidro, cobre, que seriam
utilizadas em novos processos de fabricação e de geração de energia. A partir desse
contexto, o aumento crescente das indústrias, a expansão das telecomunicações e o
avanço da medicina trouxeram para a ciência uma dimensão global (MACHADO,
[s.d]).
Atualmente, estamos no desenvolvimento de uma quarta revolução, a da informação
(SCHWAB, 2016). Muitos artefatos, recursos, processos de organização estão
migrando para o ambiente virtual. Desde a comunicação até moedas virtuais, tudo a
partir do avanço das áreas de biotecnologia, computação, nanotecnologia, robótica,
quântica, etc. Nesse processo, surgem novas necessidades e ferramentas que
auxiliam em nossas atividades diárias. Se hoje a sociedade desfruta diariamente de
todos os benefícios dessas inovações é em decorrência do investimento de recursos
públicos e privados no financiamento das pesquisas científicas.
Sendo assim, a ciência deixou de ser um empreendimento de poucos para ser parte
integrante do nosso dia a dia. Matemática, Biologia, Química não são disciplinas
meramente abstratas, são conhecimentos que ancoram nossas principais
ferramentas, utensílios, conhecimento e recursos diários. A mesa em que estuda, o
papel em que lê, a casa, o avião, praticamente tudo está ancorado direta ou
indiretamente em conhecimento científico.
EXEMPLIFICANDO 
Pode parecer estranho nos dias de hoje, mas um século atrás a notícia de que
você ou um familiar seu tinha diabetes era praticamente uma sentença de
morte. Foi graças à descoberta da insulina, em 1921, por Frederick Banting e
Charles Best que possibilitou a criação de um tratamento, permitindo que os
diabéticos tivessem uma vida normal (PIRES e CHACRA, 2008). Graças à
ciência, uma pessoa com diabetes, nos dias de hoje, tem a expectativa de vida
equiparável a de uma pessoa saudável.
APLICANDO NOVOS CONHECIMENTOS NA ATUAÇÃO
PROFISSIONAL
Atualmente é crescente a preocupação para se adotar uma mentalidade científica na
prática profissional. Toda profissão requer uma ampla e diversificada gama de
habilidades. Os cientistas têm habilidades e maneiras de trabalhar que são
relevantes e transferíveis para problemas fora da ciência.
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Você se lembra como funciona o método científico. Iniciamos com um problema de
pesquisa que pode ser tanto uma lacuna no conhecimento quanto um problema real
que precisa ser solucionado. Na prática profissional, muitas vezes encontramos
problemas que precisam ser explicados e solucionados, seja um processo que não
funciona como deveria, um produto defeituoso, uma logística ou gestão ineficiente.
Começamos sempre elaborando uma hipótese. A hipótese deve indicar e explicar a
causa do problema trabalhado. Além disso, é muito importante que da hipótese
derive-se predições. Tais predições são maneiras de solucionar o problema que serão
testadas, a fim de verificar qual traz a melhor solução. É importante que, sendo
pesquisador ou não, você explicite qual hipótese é, em sua visão, a mais explicativa.
Além disso, também é essencial ter mais de uma hipótese para qual você irá recorrer
caso a sua hipótese básica seja descartada.
Vamos dar um exemplo prático. Uma empresa preocupada com a baixa
produtividade dos funcionários busca meios de alcançar uma melhoria nesse
aspecto. A hipótese inicial é a de que a baixa produtividade está relacionada a uma
motivação deficiente por parte dos funcionários. A empresa pode, a fim de testar sua
hipótese, implementar uma política de incentivos salariais e progressão salarial por
produtividade. Durante um período de tempo, pode-se observar se a motivação dos
funcionários aumentou ou não através de levantamentos e entrevistas. A partir
disso, busca-se encontrar uma correlação entre maior motivação e produtividade.
Em caso de negativa, a hipótese deve ser reformulada.
Vemos então que podemos incorporar uma mentalidade científica à nossa prática
profissional por meio da aplicação do raciocínio científico. Temos pelo menos três
atitudes que contribuem para o pensamento científico e podem ser aplicadas a
contextos mais amplos.
1. Questionar sempre: os cientistas precisam ser céticos. Como seus colegas de
negócios e da indústria, eles também devem inovar. À medida que questionam o
estabelecido, os cientistas inovam, surgem novos produtos, designers, áreas.
Inovação e questionamento andam juntos. Na prática, pense se determinado
processo é o mais adequado, se existiria outra forma de aumentar sua eficiência.
A atitude de curiosidade e ceticismo diante da vida são fundamentais para a
inovação. 
2. Competitividade colaborativa: os melhores cientistas competem e colaboram
prontamente uns com os outros. Alguém em um campo ou organização diferente
pode ter a chave para desvendar o problema no qual está trabalhando. Quando
os problemas ficam difíceis, os cientistas querem formar a melhor equipe,
mesmo que o parceiro seja um competidor feroz. Observe que muitos problemas
não podem ser resolvidos isoladamente. Em muitos casos, a elaboração de uma
equipe ou a colaboração de outras pessoas é necessária para desenvolver a
solução de um problema complexo. Colabore como um cientista.
3. Não ter medo de problemas: o negócio docientista é o desconhecido. Muitas
vezes é necessário encarar o desconhecimento, o difícil e o incerto. Para o
cientista, o desconhecido é uma oportunidade a ser perseguida e não evitada.
Nesse sentido, quando surgem problemas, deve-se racionalizar: divida o
problema em hipóteses menores a serem testadas. Avalie as probabilidades e a
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inter-relação entre os fatores que afetam a causa do problema. É importante
construir uma equipe que saiba lidar com a incerteza e volatilidade do
conhecimento.
Incorporar um pensamento científico sólido às decisões do dia a dia na prática
profissional pode ajudar a inovação, ao estimular o pensamento ousado e criativo.
Uma mentalidade científica apreende o mundo de uma forma sistemática: comece
com alguma pergunta geral baseada em sua experiência; formule uma hipótese que
resolveria o quebra-cabeça e que também gere uma previsão testável; reúna dados
para testar sua previsão; e, finalmente, avalie sua hipótese em relação às hipóteses
concorrentes.
No entanto, muitas vezes, precisamos agir em estado de ignorância parcial, com
pouco ou nenhum conhecimento acumulado sobre o assunto. Nesses casos em que
não podemos testar nossas hipóteses, o método científico nos ensina a não inferir
muito de qualquer resultado. Às vezes, a única resposta verdadeira é que
simplesmente não sabemos.
O método científico é instrutivo, não para extrair respostas, mas para destacar os
limites do que pode ser conhecido. Uma mente científica deve sempre permanecer
cética sobre o que sabe. Seja cético em relação aos dados por todos os meios, mas
também seja cético em relação a explicações plausíveis, sabedoria convencional,
ideologias inspiradoras, anedotas convincentes e, acima de tudo, sua própria
intuição. O resultado não deve ser uma paralisia total, nem uma adesão servil aos
dados, muito menos excluir a criatividade ou a imaginação. Em vez disso, deve nos
levar a um mundo mais racional e baseado em evidências.
Nesta seção você refletiu sobre a presença e a importância da ciência na vida
cotidiana, o modo como a produção científica revolucionou as relações sociais, os
hábitos e as necessidades de grande parte da humanidade. A ciência se destaca não
só por seus feitos, mas por ser uma maneira de pensar. O pensamento científico, ao
induzir a criatividade e inovação, se mostra importante até mesmo para os negócios.
FAÇAVALER A PENA
Questão 1
A ciência e seus frutos são muito úteis para a sociedade de forma em geral, mas ela
não é reduzida ao trabalho em laboratórios. Na verdade, o pensamento científico
pode ser aplicado a contextos mais amplos.
Assinale a alternativa que contém um exemplo de contexto em que é possível aplicar
o método científico.
a.  Relacionamentos.
b.  Administração de negócios.
c.  Crítica de cinema.
d.  Avaliação artística. 
e.  Tratado filosófico. 
Questão 2
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REFERÊNCIAS
BRASIL. Constituição Federal. Presidência da República, v. 1, 1988.
MACHADO, F.. Revolução Industrial - Evolução tecnológica transforma as relações
sociais. Pedagogia & Comunicação. UOL Educação. [s.d]. Disponível em:
https://bit.ly/2PzGZrL. Acesso em: 5 fev. 2021.
PASTERNAK, N.; ORSI, C. Ciência no cotidiano: Viva a razão. Abaixo a ignorância! São
Paulo: Editora Contexto, 2020.
PIRES, A. C.; CHACRA, A. R. A evolução da insulinoterapia no diabetes melito tipo 1.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, v. 52, n. 2, p. 268-278, 2008.
É uma modalidade de formação continuada que visa o aprofundamento na área de
formação, exige a entrega de uma dissertação e tem o período de 2 anos.
Assinale a alternativa que apresenta a modalidade que o texto se refere.
a.  Especialização.
b.  Aperfeiçoamento.
c.  Mestrado.
d. Doutorado.
e. Pós-doutorado.  
Questão 3
Hoje em dia, dada a velocidade em que o conhecimento é produzido, mesmo as
pessoas recém-formadas necessitam de atualização profissional. Essa atualização
pode ser obtida com programas de formação continuada.
Assinale a alternativa que contém um dos principais benefícios da formação
continuada:
a.  Garantia de empregabilidade.
b.  Diferencial competitivo.
c. Mudança de escolaridade.
d. Publicação de uma tese.
Contato com pesquisadores de outras áreas.  
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