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Emoção 
Prof. Me. Eduardo Mendes – UNA Itabira 
PSICOLOGIA 2021/2 
Conceito e Abordagens Fome , Sede, Sexo e Poder 
Conceito e Teorias Considerações existenciais 
Conteúdo de HOJE 
Motivação Motivação 
Emoção Emoção 
Motivação 
O que é motivação? 
Home | About us | Contact 
O que é motivação? 
● A motivação pode ser entendida como um 
processo ou fator que faz uma pessoa 
agir e modificar seu curso em direção a 
um objetivo ou persistir na atividade 
(Boruchovitch e Bzuneck, 2009) 
● São os fatores que direcionam e 
energizam os seres humanos e outros 
organismos (Renner et al., 2012). 
Abordagens instintivas 
● Instintos: “padrões inatos de 
comportamento que são 
biologicamente determinados ao 
invés de aprendidos.” 
● Nessa abordagem, acredita-se que 
nascemos “pré-programados com 
conjunto de comportamentos 
essenciais à sua sobrevivência.” 
● Crítica: “o problema é que os seres 
humanos não fazem nada 
exatamente do mesmo jeito, 
mesmo quando tentam!” 
 
(Renner et al., 2012). 
Abordagens de redução de pulsão 
● Pulsão: “tensão ou excitação 
motivacional que energiza o 
comportamento para satisfação 
de uma necessidade” 
● Nessa abordagem, acredita-se que 
“a falta de algum elemento 
necessário biologicamente, tal 
como a água, produz uma pulsão 
para obter aquele elemento (nesse 
caso, a pulsão de sede). 
● Crítica: E os comportamentos que 
visam manter ou aumentar o nível 
de excitação? 
(Renner et al., 2012). 
Abordagens da excitação 
● Nessa abordagem, acredita-se 
que cada indivíduo busca 
manter um nível de estímulo e 
atividade 
● Nem sempre a pessoa busca a 
redução da pulsão. Podem 
buscar também uma 
estimulação para aumentá-lo 
ainda mais. 
● Crítica: Que pulsão é essa? De 
onde ela vem? Onde ela 
habita? 
 
(Renner et al., 2012) 
Abordagens Cognitivas 
● A motivação é um produto de 
pensamentos, da expectativa 
e objetivos das pessoas 
● Ex.: O tanto que vocês 
estudam se baseiam na 
expectativa das notas que 
vocês esperam conseguir. 
 
(Renner et al., 2012). 
Motivação 
Fome, Sede, Sexo e 
Poder 
Home | About us | Contact 
Fome e Sede 
● Vídeo Bárbara 
Necessidades de 
Realização, 
Afiliação e Poder 
Emoção 
Conceito e Teorias 
Home | About us | Contact 
O que são emoções? 
● “Sentimentos que geralmente têm elementos tanto fisiológicos quanto cognitivos e 
que influenciam o comportamento.” (Renner et al., 2012) 
● Funções da emoção: 
1- Preparar para agir: As emoções agem como uma ligação entre eventos em nosso 
ambiente e nossas respostas. Se você visse um cachorro raivoso correndo em sua 
direção, sua reação emocional (medo) estaria associada à excitação psicológica da 
divisão simpática do sistema nervoso autônomo, a ativação da resposta de “luta ou 
fuga”. 
2- Modelar nosso comportamento futuro: As emoções promovem consciência que nos 
ajuda dar as respostas adequadas. Por exemplo, sua resposta emocional a eventos 
desagradáveis o ensina a evitar circunstâncias semelhantes no futuro 
3- Ajudar a interagir mais efetivamente com os outros. Frequentemente comunicamos 
as emoções que sentimos por meio de nossos comportamentos verbal e não verbal, 
tornando nossas emoções óbvias para os observadores. Esses comportamentos 
podem agir como um sinal para os observadores, permitindo que eles entendam o 
que estamos sentindo e ajudando-os a prever nosso comportamento futuro. 
 
 
Emoção 
Considerações Existenciais 
Home | About us | Contact 
A fenomenologia 
● Crítica ao Racionalismo / Positivismo / 
Atomicismo 
● “Toda consciência é consciência de 
alguma coisa” 
● SER-NO-MUNDO-COM-OS-OUTROS 
● INTENCIONALIDADE 
- SARTRE, 1994, p. 11 
“ as ciências da natureza não procuram conhecer o mundo e 
sim as condições de possibilidade de certos fenomenos em 
geral (...) não é possível, ao mesmo tempo, aplicar os 
métodos das ciências positivas e esperar que esses 
métodos levem um dia a descobrir o sentido dessa 
totalidade sintética a que se chama mundo” 
Critica ao Positivismo 
— Sartre, 1939 
““a consciência não tem dentro; ela não é 
nada senão o fora dela mesma e é essa 
recusa absoluta, essa recusa de ser substância 
que a constitui como uma consciência” 
 
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Consciência 
Intencionalidade 
● “A consciência ou pura “representação” não é senão uma 
das formas possíveis de minha consciência “desta” árvore; 
eu posso também amá-la, temê-la, odiá-la, e esta 
ultrapassagem da consciência em relação à ela mesma, 
que nomeamos de “intencionalidade”, se reencontra no 
receio, no ódio e no amor. Odiar o outro, é uma maneira 
ainda de se manifestar rumo a ele, é o encontrar de 
repente diante de um estranho do qual se vive, do qual se 
sofre primeiro a qualidade objetiva de “odioso”.” 
(Sartre, 1968) 
P. 28 
● “Veremos que uma descrição da paisagem da consciência 
revelará o erro comum à quase totalidade das teorias 
psicológicas sobre a emoção: o fato de se pensar a 
consciência afetiva como, desde o início, consciência 
reflexiva. Ora, é precisamente no plano irrefletido que se 
dão as emoções. Entender a consciência de emoção como 
reflexiva é cair em erros os mais grosseiros. É querer 
aplicar o mecanismo da consciência reflexiva no plano 
irrefletido. Numa palavra, é desprezar as aquisições da 
fenomenologia, desconsiderá-la no que há de essencial: a 
descoberta da intencionalidade da consciência.” 
P. 32 
● “a emoção se dá como uma resposta ao mundo, uma 
ação, quando as condições que anteriormente tornavam 
„tranquila‟ essa ação desapareceram. Dito de outro modo, 
já não temos os mesmos meios que tornavam habitual 
nossa ação diante do mundo e, no entanto, é preciso 
continuar agindo. A emoção é precisamente essa ação 
diante do mundo. Ação que se realiza, por vezes, de forma 
mágica.” 
“É preciso considerar, portanto, que a emoção não 
é apenas representada, que não se trata de um 
comportamento puro; trata-se, antes, do 
comportamento de um corpo que se encontra 
num determinado estado: o estado, só por si, não 
provocaria o comportamento, e o 
comportamento sem o estado seria comédia; 
mas a emoção aparece num corpo perturbado 
que tem certo comportamento.” 
(SARTRE, 1994, p. 68). 
Referências 
● BORUCHOVITCH, Evely; BZUNECK, José Aloyseo. A motivação do aluno: 
contribuições da psicologia contemporânea. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. 
● RENNER, Tanya et al. Psico-Série A. AMGH Editora, 2012. 
● SARTRE, Jean-Paul. Uma ideia fundamental da fenomenologia de Husserl: a 
intencionalidade. situações I, p. 28-31, 1968. 
● SARTRE, Jean-Paul. Esboço de uma teoria das emoções. Rio de Janeiro, Zahar, 1994. 
 
 
CREDITS: This presentation template was created by Slidesgo, 
including icons by Flaticon and infographics & images by Freepik 
Obrigado! 
Ficou alguma dúvida? 
eduardo.m.costa@prof.una.br 
31 9 7163 4142 
@psi.eduardomendes 
PSICOLOGIA – 2021/2 
http://bit.ly/2Tynxth
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http://bit.ly/2TyoMsr
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