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Tipos comuns de medicamentos 
usados
Na fisioterapia, diversos tipos de medicamentos podem ser utilizados para complementar o 
tratamento e auxiliar na recuperação do paciente. Entre os mais comuns, destacam-se os anti-
inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno e o diclofenaco, que ajudam a reduzir a 
inflamação e aliviar a dor. Também são comuns os relaxantes musculares, como o ciclobenzaprina e o 
carisoprodol, que ajudam a relaxar a musculatura e reduzir espasmos. Analgésicos, como o 
paracetamol e a codeína, são usados para controlar a dor, enquanto os corticoides, como a 
prednisona, podem ser prescritos em casos de inflamações mais graves.
Outros medicamentos comumente utilizados são os vasodilatadores, que melhoram a circulação 
sanguínea e a oxigenação dos tecidos, e os anticonvulsivantes, como a gabapentina e a pregabalina, 
que podem ajudar a aliviar dores neuropáticas. Em alguns casos, os fisioterapeutas também 
prescrevem suplementos, como proteínas e minerais, para apoiar a recuperação e a reparação dos 
tecidos.
Interações medicamentosas
O uso concomitante de diferentes medicamentos pode levar a interações medicamentosas, que 
podem afetar a eficácia e a segurança do tratamento. Essas interações podem resultar em um 
aumento ou diminuição dos efeitos dos fármacos, bem como o aparecimento de novos efeitos 
adversos. Por isso, é crucial que os pacientes em fisioterapia informem seus fisioterapeutas e médicos 
sobre todos os medicamentos que estão tomando, incluindo suplementos e fitoterápicos.
As interações medicamentosas podem ocorrer de diversas formas, como por exemplo quando um 
remédio altera a absorção, metabolismo ou eliminação de outro medicamento. Alguns exemplos 
comuns incluem a interação de anti-inflamatórios com medicamentos para o coração, ou de certos 
antidepressivos com analgésicos. Essas interações podem levar a efeitos indesejados como 
sangramentos, tontura, sonolência e outros.
Por isso, é fundamental que o paciente em fisioterapia mantenha uma 
comunicação aberta com sua equipe de saúde, informando sobre todos os 
medicamentos em uso. Isso permite que os profissionais avaliem 
cuidadosamente as possíveis interações e tomem as medidas necessárias 
para evitar complicações e garantir a segurança do tratamento.

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