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Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA Anatomia do Pâncreas ● Cabeço, corpo e cauda→ unidos pelo colo ○ Processo uncinado faz parte da cabeça e “abraça” as veia e artéria mesentéricas Localização: ● Parte superior do abdome, atrás do estômago e próximo do duodeno 👶 Possui muitos custos pancreáticos, que se localizam baseados em sua origem embriológica! ● Drenam líquidos para a parte descendente do duodeno → papila de Vater (maior) Origem embriológica: ● Cabeça se origina do intestino anterior → broto contorna intestino anterior ● Corpo e cauda se originam do intestino médio Relações anatômicas: ● Cabeça→ duodeno, colédoco, flexura do cólon direito e VCI ● Colo → localizado na frente dos vasos mesentéricos superiores e veia porta (acima do colo) ● Corpo → aorta, artéria/veia esplênica, suprarrenal e rim esquerdos ● Cauda → baço (hilo esplênico) e flexura do cólon esquerdo Manobras: ● Cattell-braasch → visualização do retroperitônio, através da rotação das vísceras do flanco direito. A rotação medial das vísceras do lado direito é realizada em três estágios. Cada estágio propicia uma exposição progressivamente melhor do retroperitônio. ○ Primeiro estágio → Manobra de Kocher, que ocorre a rotação medial do arco duodenal e a cabeça do pâncreas. ○ Segundo estágio → Manobra de Kocher estendida. ○ Terceiro estágio → Manobra de Cattell-Braasch. 1 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA ● Warren ou Whipple → faço para ver se o tumor é ou não ressecável → passo pinça ou dedos entre cabeça do pâncreas e vasos → liberação do colo do pâncreas dos vasos mesentericoportais ○ Ressecável que se não acomete vasos importantes Variações ● Anatomia normal ● Pâncreas diviso → os ductos não se fundiram → drenagem ineficaz da secreção pancreática ● Pâncreas anular → recobre o duodeno como se fosse um anel → comprime 2ª porção duodenal→ obstrução intestinal alta, como vômitos persistentes→ trata com gastrojejunostomia ou duodenojejunostomia 2 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA ● Pâncreas ectópico→ brotos que crescem no estômgo Artérias ● ● Cabeça do pâncreas ○ Pancreaticoduodenal superior que vem da fastroduodenal→ anterior e posterior → tronco celíaco ○ Pancreaticoduodenal inferior → anterior e posterior→ mesentérica superior ● Corpo e cauda ○ Pancreática dorsal ou superior→ a .esplênica ■ Pancreática transversa ou inferior ○ Panceática magna→ a. esplênica ○ A. pancreática caudal→ a. esplênica Veias ● Engual artéria só que voltando ● Esplênica se une a mesentérica superior para formar Porta Drenagem linfática ● 15 a 16 cadeias ● 10→ hilo esplênico ● 11→ artéria esplênica ● 12→ hepatoduodenal ● 13→ retropancreáticos ● 14→ vasos mesentéricos superiores ● 15→ cólica médica→ n tira na cirurgia ● 16→ aórticos e paraórticos ● Amarelo→ colédoco ● 1→VMS ● 2→AMS ● 3→ veia renal esquerda 3 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA Fisiologia da icterícia Pré-hepática ● BI ● Anemias hemolíticas ● Ñ tem colúria Hepática ● N conjuga→ indireta ● Conjuga e n excreta→ direta Pòs-hepáticas ● Vias biliares, obstrução→ estase da bile do fígado ● Direta Introdução ● Tumores periampulares são neoplasias que surgem na proximidade da Ampola de Vater. ○ Podem se originar de toda adjacência à ampola, como da cabeça do pâncreas, do duodeno, do ducto biliar comum (colédoco) distal ou dos próprios constituintes da ampola. ○ Pâncreas > Papila > colédoco distal > duodeno ■ Pâncreas pior prognóstico ■ Papila melhor prognóstico ■ Papai comeu doce → ordem de frequencia ● A neoplasia periampular é doença grave acometendo principalmente pacientes idosos acarretando quadro clínico que diminui a qualidade de vida com icterícia e prurido, além de possuir baixa expectativa de vida ● Oligossintomáticos em sua fase inicial Epidemiologia ● 5% dos cânceres do TGI ● Maior pico na sétima década de vida → entre 60-70 anos! ● Mais comuns no sexo masculino na porção 2:1 ● Segundo o INCA, em 10 anos, houve incidência de 313 casos/ano. ● Podem manifestar-se relativamente cedo devido à obstrução das vias biliares provocando icterícia e prurido que levam o paciente a procurar atenção médica ● Surgimento do tumor periampular é favorecido de 200 a 300 vezes em pacientes com hereditariedade para síndrome polipoide, como: polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal não-polipótico hereditário. Fatores de risco ● Dieta rica em gordura Clínica Os sintomas mais comuns são inespecíficos ● Icterícia → presente em 70-80% dos pacientes → geralmente progressiva e com prurido→ obstrutiva! ○ Compressão do colédoco distal e impedimento da drenagem da bile pelo tumor. → diagnóstico diferencial de patologias como a coledocolitíase. ● Perda de peso ● Dor abdominal 🚨 Sinal de Courvoisier (vesícula biliar palpável e indolor em paciente ictérico) pode surgir, uma vez que é sugestivo de neoplasia maligna, tipicamente, na cabeça do pâncreas. Tal sinal afasta o diagnóstico de coledocolitíase. ● Provável obstrução distal do colédoco → estase de bile Também podem cursar com: ● Anorexia ● Fraqueza generalizada ● Depressão ● Anemia ferropriva ● Náuseas ● Pancreatite ● Sintomas dispépticos ● Elevação das enzimas hepáticas ● Até 1/3 dos pacientes cursa com sangramento gastrointestinal, frequentemente oculto, anemia microcítica e fezes heme-positivas ● Esteatorreia (pela má drenagem de bile e menor absorção lipídica) 4 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA ⚠ Os sintomas podem variar de acordo com a sua origem histológica e os cânceres de origem pancreática tendem a ser mais agressivos Localizações Duodeno ● Raro→ resistência do órgão à carcinogênese ● Velocidade do trânsito intestinal e conteúdo líquido ● pH neutro/alcalino ● Abundantes enzimas que neutralizam carcinógenos ● < flora bacteriana ● > turnover biliar Clínica ● Dor abdominal ● Iceteria ● Sinal de Courvoisier-Terrier ● Obstrução Fatores de risco ● DII ● Polipose Adenomatosa Familiar ● Fibrose cística ● Alcoolismo ● Tabagismo ● DUP Tipo histológico ● Adenocarcinoma Diagnóstico ● EDA→ duodenoscopia ● TC Colédoco Distal ● Raros, mais comum em idosos ● Metástases→ linfonodos regionais Clínica ● Icterícia obstrutiva ● Courvoisier-Terrier Fatores de risco: ● Processo inflamatório crônico → cep, cálculos, cistos do colédoco Tipo histológico ● 90% Adenocarcinomas Diagnóstico ● USG ● TC ● Eco-EDA ● CRNM Papila ● Se originam no complexo da ampola, distalmente à bifurcação do colédoco e ao ducto pancreático. ● Melhor prognóstico → muitos pctes n tem metástase no diagnóstico ● 25%→ origem em adenomas com displasia de alto grau ● Maioria moderadamente diferenciado Clínica: ● Icterícia progressiva, mas intermitente ● Courvoisier-terrier ● Dor abdominal ● Colúria e acolia→ podem ser flutuantes ● Sangramento oculto e anemia ocorrem em um terço dos pacientes. Diagnóstico ● Para ver papila precisa de duodenoscopia ● CRNM ● CPRE ● TC Tipo histpológico ● Adenocarcinoma Prognóstico ● 39% em 5 anos após ressecção curativa Pâncreas ● 95% dos tumores periampulares ● Raro antes dos 45 anos, mas incide antes dos 70 ● Pior prognóstico → 80-85% doença avançada no diagnóstico ● Brasil: 2% total CA / 4% total de mortes (INCA) ○ Nº mortes: 9.464, sendo 4.654 homens e 4.808 mulheres (2015 – Atlas de Mortalidade por Câncer) ● 1,3 homens: 1 mulher Clínica ● Icterícia obstrutiva 5 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA ● Esteatorreia ● Courvoisier-terrier ● Colúria ● Acolia fecal ● Prurido ● Dor epigástrica ● Perda de peso ● Diabetes mellitus de início recente, insuficiência pancreática exócrina e pancreatite aguda também podem ser apresentações de tumor pancreático ● Náuseas inespecíficas e vômitos → fases posteriores → obstrução duodenal ● Tromboflebite migratória superficial (síndrome de Trousseau) reflete estado hipercoagulável. ● Manifestações paraneoplásicas cutâneas como penfigoide bolhoso e cicatricial ● Doença metastática afeta mais comumentefígado, peritônio, pulmão e, menos frequentemente, ossos. Tipo histológico ● 95% adenocarcinoma Fatores de risco: ● Idade ● Tabagismo ● Sexo masculino→ 1,3:1 ● Cor negra ● Países ocidentais industrializados ● Obesidade ● Hereditariedade→ 5-10% tem história familiar ● Portadores de pancreatite hereditária → 40% de desenvolver carcinoma pancreático aos 70 anos ● Outras síndromes associadas ○ Câncer colorretal hereditário não polipóide ○ BRCA2 → mutações são encontradas em 12 a 17% dos pacientes com câncer pancreático familiar ○ PALB2 → 1 a 3% dos cânceres nos pacientes não BRCA1/BRCA2 ○ Peutz-Jeghers ou polipose intestinal melânica → risco de até 36% ○ Síndrome ataxia telangiectasia ○ Síndrome de múltiplos melanomas→ mutação no gene CDKN2A, chamado múltiplo supressor tumoral 1 → risco cumulativo de câncer aos 75 anos de 17% ○ Nevo atípico familiar. ● Tabagismo→ risco de 1,5 vez ● Ingestão elevada de gordura e carne Diagnóstico ● O diagnóstico se baseia em uma combinação de abordagens endoscópicas, radiológicas e estudo histológico. Exames de imagem ● USG transabdominal→ pctes com icterícia obstrutiva. ○ Ñ visualiza o tumor. ● TC → visualização do pâncreas e estruturas adjacentes. → exame mais confiável para exclusão de metástase. ○ Lesão focal hipodensa, mal delimitada, associada à dilatação de vias biliares, determinando a sua relação com as estruturas adjacentes, principalmente vasculares. CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) ● Único estudo endoscópico confiável para identificação do tumor, realização da biópsia e descompressão da ampola. Endoscopia de rotina ● Detecção de lesões ampulares iniciais nos pacientes com FAP, buscando pólipos duodenais pré-malignos. ● 90% dos Pacientes com FAP desenvolvem adenomas no TGI alto (superior ao ligamento de Treitz, que sustenta a flexura duodenojejunal). Alterações laboratoriais ● Aumento da bilirrubina direta ● Aumento de FFA e GGT ● TGO e TGP elevadas ● CA 19-9 pode estar aumentado→ pâncreas Estadiamento ● Classificações de Vienna e TNM 6 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA T1 e T2 -> ressecavel desde que nao tenha metástase a distancia Tratamento Os tratamentos para os tumores periampulares ressecáveis já bem estabelecidos são a operação de Whipple e papilectomia endoscópica, porém a primeira apresenta taxa considerável de morbidade (27-52%) e mortalidade (3-9%); e a segunda, apesar da menor taxa de morbidade (19-33%) e mortalidade (0-3%) apresenta alta recidiva, alcançando 35%; portanto, é restrita às lesões benignas e pequenas (<2 cm). ● Pepilectomia por EDA → amplo, pode perfurar o duodeno→ tumores benignos, pequenos ● Para os casos não invasivos, a excisão local da ampola pode ser indicada. Tratamentos não cirúrgicos são reservados a pacientes que não podem passar pela cirurgia ou que se rejeitam. ● Ablação por laser e terapia fotodinâmica, promovendo efeito paliativo sobre os sintomas, mas não curativo. Terapia adjuvante ● A maioria dos clínicos europeus e japoneses indicam a quimioterapia sozinha após intervenção cirúrgica, ao passo que a abordagem estadunidense utiliza a radioterapia em conjunto. Drenagem biliar pré-operatória (DBPO) ● Objetivo de melhorar a morbimortalidade pós-operatória de pacientes ictéricos com neoplasias periampulares, sejam elas ressecáveis ou não → reduzir a morbimortalidade pós-operatória e melhorar a qualidade de vida dos pacientes ● Fatores de risco para complicações peri e pós-operatórias → icterícia obstrutiva e hiperbilirrubinemia ● Pode ser realizada através da colocação de um stent, quer seja por colangio-pancreatografia retrógrada endoscópica ou com radiologia intervencionista com abordagem percutânea ● Os defensores do procedimento advogam que, por conta dos altos níveis de bilirrubina indicarem um maior risco de complicações pós operatórias - além de disfunção hepática, comprometimento da digestão, absorção de lipídios e vitaminas lipossolúveis, coagulopatia, colangite, nefropatia, e em estágios finais, insuficiência hepática - a DBPO se apresenta como procedimento capaz de reduzir essas complicações. Entretanto, recentemente, estudos têm apresentado resultados exatamente contrários a realização da DBPO, com taxas semelhantes ou maiores de morbidade, maior tempo de internação e maiores custos Nas neoplasias da região cefálica, a ressecção invariavelmente inclui duodenectomia, com ou sem gastrectomia. Gastroduodenopancreatectomia→Whipple ● Remoção da cabeça do pâncreas, duodeno, primeiros 15 cm do jejuno, colédoco, vesícula biliar e gastrectomia 7 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA parcial, com reconstrução por anastomoses gastrojejunal, hepatojejunal e pancreatojejunal em alça única ● Existe a técnica modificada, que utiliza uma alça para a reconstrução pancreática e outra para as reconstruções gástrica e biliar, conhecida como reconstrução em dupla alça. ● Podem ser feitos dois métodos de reconstrução da pancreatojejunostomia: a anastomose ducto-mucosa (terminolateral) e a telescopagem ou invaginação do pâncreas remanescente (terminolateral ou terminoterminal). Não há dados conclusivos quanto à melhor técnica. Drenagem da via biliar -DBPTH Ressecabilidade ● Ausência de metástase à distância ou invasão de vasos mesentéricos ● Mesentérica/ tronco celíaco/ porta performance-status para cirurgia de grande porte Irressecabilidade ● Doença extrapancreática que inclui extenso envolvimento linfático peripancreático, envolvimento linfonodal além dos tecidos peripancreáticos e/ou metástase a distância; ● Envolvimento direto da artéria mesentérica superior, veia cava inferior, tronco celíaco ou artéria hepática, definido como ausência de plano gorduroso entre o tumor e essas estruturas na TC. Câncer pancreático ressecável borderline → é possível sua ressecção, porém há a necessidade de ressecções vasculares, seguidas por reconstrução → T3 mas com muita chance de invasão ● Tumores da cabeça ou do corpo → infringimento importante uni ou bilateral da veia mesentérica superior ou porta; ponto de encontro do tumor na artéria mesentérica superior menor do que metade da circunferência (180°) → englobamento da artéria hepática, se reconstruível; oclusão de curto segmento da veia mesentérica superior se há segmento adequado 8 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA de veia acima e abaixo do envolvimento tumoral, permitindo ressecção e reconstrução venosa; ● Tumores da cauda →englobamento menor do que 180° da artéria mesentérica superior ou artéria celíaca. Pcte mt ictérico >20 bilirrubina → n faço quimio, faço logo derivação cirúrgica/CPRE/DBPTH antes! Derivação cirúrgica em Y→ melhorar icterícia Terapia adjuvante e neoadjuvante ● A terapia adjuvante com quimiorradioterapia deve ser indicada a todos os pacientes com doença ressecável. ● Iniciada de 4 a 6 semanas após a cirurgia e continuada por seis meses, com benefício na sobrevida com o uso de gencitabina em monoterapia ● Nos casos de tumores que apresentam ressecabilidade duvidosa ao diagnóstico, quimioterapia associada a radioterapia tem papel de triagem, pois os pacientes que respondem com diminuição da lesão são candidatos a laparotomia na intenção de tratamento radical, enquanto os que não respondem e progridem são candidatos apenas a tratamento paliativo. ● Os guidelines do National Comprehensive Cancer Network e da American Society of Clinical Oncology não sugerem quimioterapia neoadjuvante àqueles com tumores potencialmente ressecáveis na ausência de interface radiográfica com os vasos mesentéricos. Cuidados pós-op ● Um dreno de sucção fechado é colocado na cirurgia e costuma ser retirado quando o paciente tolera dieta por via oral e não haja evidência de fístula biliar (fluido esverdeado) ou pancreática (líquido turvo). ○ Na suspeita desta fístula, deve-se dosar amilase no fluido, sendo definida se amilase no fluido três vezes maior que o limite sérico superior da normalidade.Tratamento paliativo ● Doença irressecável Icterícia e prutido ● Drenagem endoscópica com papilotomia e passagem de prótese pela papila duodenal→ os stents plásticos são de baixo custo, efetivos e facilmente trocados, mas só têm patência por três meses, em média; já os metálicos são caros, não podem ser removidos, mas têm patência entre oito e 12 meses. ● Drenagem transparietal com colocação de drenos transhepáticos, porém a drenagem biliar externa tem funcionamento restrito e causa espoliação, além da piora da qualidade de vida. ● As cirurgias paliativas para descomprimir a via biliar são anastomose entre a vesícula biliar e o jejuno (colecistojejunostomia — só considerar se o ducto cístico entrar no colédoco em um sítiodistante do tumor), ou entre o colédoco e o jejuno (coledocojejunostomia — só realizar se colédoco maior que 1 cm). Dor ● Opioides. ● Opções são a neurólise do plexo celíaco (ablação química das fibras nervosas aferentes da dor no plexo celíaco, por injeção de álcool absoluto, realizada via percutânea, cirúrgica ou guiada por USG endoscópica) e a radioterapia. Obstrução duodenal ● Tratamento paliativo → passagem de prótese metálica autoexpansível por endoscopia, sendo preferida em relação à gastrojejunostomia naqueles sintomáticos não candidatos a ressecção cirúrgica. ● A quimioterapia mostrou benefícios na doença avançada, melhorando a sobrevida e os sintomas relacionados à doença. ● Sugere-se o esquema FOLFIRINOX (oxaliplatina, Leucovorin®, irinotecano, fluoruracila) como primeira linha naqueles com boa performance e bilirrubina total menor que 1,5 vez o limite superior da normalidade. 9 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA 10