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NOÇÕES BÁSICAS DE TURISMO E EMPREENDEDORISMO
UNIDADE 1
TURISMO E EMPREENDEDORISMO
CURSO DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
Centro de Educação Tecnológica do Amazonas 
Escola de Educação Profissional a Distância
DIREÇÃO DA ESCOLA
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
Maria Lucimar Jacinto de Sousa
DIRETOR ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO
Orlando Muniz da Silva
DIRETORA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS
Laura Jane Rodrigues Águila
DIRETOR ACADÊMICO
Tiago Lima e Silva 
DIRETORA PRESIDENTE
Hellen Cristina Silva Matute 
GOVERNADOR DO ESTADO
Wilson Miranda Lima
Josiany Dantas da Mota
DESIGNER GRÁFICO
Renan Benevides Maximo de Oliveira
Márcia Fernanda Izidoro Gomes
Marlison Canto
PROIBIDA A REPRODUÇÃO
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
DOCENTE CONTEÚDISTA
Cetam EaD, Amazonas 2023
Olá, Cursista!
Mas, calma, vamos por partes!
Seja bem-vindo(a) ao estudo da Unidade 1 no curso Noções Básicas de 
Turismo e Empreendedorismo!
E para dar início aos nossos estudos, vamos falar de viagens? Isso mesmo, 
viagens!!!
Veja só, mesmo que você ainda não tenha tido uma oportunidade ou a 
possibilidade de viajar, diga-me, quem nunca sonhou com isso? Viajar!!!! 
Conhecer novos lugares, novas culturas, novos pratos, bebidas diferentes, 
descansar, ver paisagens de tirar o fôlego, sair da rotina, se desconectar do 
mundo, se aventurar em terras distantes. Não é mesmo?
Convido você a fazer uma viagem que, talvez, irá se tornar a maior viagem 
da sua vida, rumo ao universo do Turismo e do Empreendedorismo. Isso 
mesmo, falar em Turismo é falar também em oportunidade de negócios! 
Você sabe o que é Turismo, ou melhor, de
que forma esse termo pode ser conceituado?
 Turismo é um elaborado e complexo processo de decisão sobre o que 
visitar, onde, como e a que preço. Nesse processo intervêm inúmeros fatores de 
realização pessoal e social, de natureza motivacional, econômica, cultural, ecoló-
gica e científica, que ditam a escolha dos destinos, a permanência, os meios de 
transporte e o alojamento, bem como o objetivo da viagem em si para fruição 
tanto material como subjetiva dos conteúdos de sonhos, desejos, de imagina-
ção projetiva, de enriquecimento existencial histórico-humanístico, profissional, 
e de expansão de negócios. Esse consumo é feito por meio de roteiros interati-
vos espontâneos ou dirigidos, compreendendo a compra de bens e serviços da 
oferta original e diferencial das atrações e dos equipamentos a ela agregados 
em mercados globais com produtos de qualidade e competitivos. (BENI, 2009).
Veja a seguir a definição de Turismo, segundo o Prof. Mário Beni:
 Observe com atenção o 
conceito acima, é possível identifi-
car nas palavras do professor que o 
produto turístico é algo intangível, 
o Turismo enquanto atividade eco-
nômica integra o setor terciário – o 
de prestação de serviços. Logo, a 
demanda para o atendimento do 
consumidor final desse mercado (o 
turista) gira em torno da prestação 
dos mais variados serviços que 
atendem as necessidades e 
anseios dele em uma determinada 
localidade.
Para entender essas demandas há 
um processo que requer o envolvi-
mento de grandes e pequenas em-
presas, prestadores de serviços, 
fornecedores etc., movimentando 
a economia em todos os seus seto-
res.
Imagine que você mora em um grande centro urbano no sul do Brasil e então 
resolve planejar uma viagem para conhecer um pedacinho do Norte do Brasil. 
Você quer conhecer Manaus! Você irá em busca de uma agência de viagens 
(física ou virtual) para comprar uma passagem aérea, certo? O valor pago por 
você e outros passageiros do voo será utilizado para pagar funcionários da 
agência; da companhia aérea, da distribuidora de combustível dos aviões, etc. 
Imagine quantas pessoas se beneficiarão com a compra de uma passagem, ou 
com a compra de passagens para todos os assentos da aeronave, os salários e 
serviços pagos, os gastos posteriores do dinheiro de cada um no comércio de 
bens e serviços etc. Pense nisso!
Próximo passo, você precisa de um lugar para ficar em Manaus, então, faça uma 
reserva e o pagamento das diárias do hotel, hostel ou pousada. O mesmo efeito 
financeiro será causado com os valores a serem pagos para os funcionários do 
meio de hospedagem, para os prestadores de serviços dos meios de hospeda-
gem, e esses, da mesma forma, receberão seus salários e irão movimentar a eco-
nomia local, em Manaus, comprando alimentação, roupas, calçados, eletrodo-
mésticos, gastando com lazer de suas famílias etc.
Sejamos breves: Imagina, você 
chega a Manaus, irá utilizar trans-
porte público ou por aplicativos, irá 
gastar com alimentação em diver-
sos lugares, comprar peças de ves-
tuário local, artesanatos, fazer pas-
seio de barco, visitar comunidades 
ribeirinhas, consumir bebidas, 
comprar souvenirs, utilizar os mais 
diversos serviços que atendam à 
suas necessidades durante todo o 
período em que você estiver na 
cidade ou em sua região metropo-
litana, conhecendo suas belezas 
naturais, culturais, históricas etc. e, 
assim, retomando os exemplos na 
compra da passagem e da hospe-
dagem, você consegue mensurar 
agora os impactos que seu deslo-
camento e permanência em 
Manaus causa na economia e na 
vida das pessoas que trabalham, 
que empreendem para que as suas 
demandas sejam atendidas duran-
te a viagem?
Outro ponto que nos ajuda a compre-
ender melhor essa dinâmica de movi-
mento é a classificação do Turismo. 
Pode ser classificado de três formas, e 
essas três formas se combinam, se mis-
turam, de várias formas. Vamos enten-
der melhor isso:
 
 O Turismo de pessoas dentro 
dos limites fronteiriços de um país, 
sejam elas do próprio país ou não. É o 
chamado Turismo Doméstico, onde se 
inclui Turismo Receptor, já que alguns 
desses turistas são de outros países. 
 O Turismo Nacional, se refere ao 
deslocamento dos residentes desse 
país para um outro, compreendido 
como Turismo Doméstico e Emissor.
 O Turismo Internacional, este 
abrange o Turismo em que as viagens 
cruzam as fronteiras do seu país de 
origem, consiste no turismo receptor 
(no destino) adicionado do emissor (do 
pais de origem). 
Poderíamos descrever aqui infinitos fluxos financeiros causados a partir do mo-
mento da sua decisão e compra de passagens, estadia no destino, até o mo-
mento do retorno à sua casa. É o que se chama de “Efeito multiplicador no 
Turismo”! 
O turismo é um universo de experiên-
cias incríveis, não é mesmo?! 
Diante do contexto econômico multipli-
cador de bens e serviços que fazem 
parte da cadeia de demandas, o Turis-
mo pode ser visto como um campo 
aberto do ponto de vista das possibili-
dades de empreender nesse mercado! 
Você talvez já tenha lido ou ouvido falar 
nesse termo, seja em noticiários de tele-
visão, livros, revistas eletrônicas, docu-
mentários ou matérias em geral a 
respeito de economia, negócios ou 
sociedade. Mas, para dar continuidade 
em nossa viagem de conhecimentos, 
você sabe o que é “Empreender”?
Empreender, de forma genérica, segun-
do o Dicionário Online de Português, é 
você “fazer ou tentar fazer algo”, como 
por exemplo: empreender tarefas, exe-
cutar um trabalho, desenvolver uma 
atividade comercial, colocar em prática, 
executar ideias.
Efeito Multiplicador 
 do Turismo:
 O efeito multiplicador no 
turismo é o provocado pelos 
gastos dos turistas, em bens e 
serviços consumidos na localidade 
visitada, aumentando a geração de 
novos empregos e da renda. Ele 
pode ser avaliado pelo grau, por 
meio do qual o dinheiro gasto 
pelos turistas, permaneça na 
região, para ser reciclado por meio 
da economia local. (MUHACHA, 
2021)
Você sabia que o Turismo é uma 
atividade que movimenta bilhões 
de reais por ano, sendo uma das 
atividades que mais movimenta a 
economia mundial?
Segundo Bocchini (2020), mesmo 
com a pandemia mundial causada 
pela COVID-19, no ano de 2020, só 
no Brasil, de janeiro a agosto, a 
atividade turística faturou 70,4 
VOCÊ
SABIA?
“[…] o modo de pensar e agir de forma inovadora; identifi-
cando e criando oportunidades; inspirando, renovando e
liderando processos; tornando possível o impossível; 
entusiasmando pessoas, combatendo a rotina; assumindo 
riscos em favor do lucro” (SEBRAE).
 O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), conduzindo 
esse significado para o universo dos negócios, compreende Empreendedoris-
mo como a identificação de problemas e necessidades no meio em que você 
vive e quais as possíveis oportunidades de intervenção direta, onde você possa 
aplicar os recursos necessários para solucionar tais problemas, atender a essas 
necessidades, de modo a transformar suas ações em negócios, visando objeti-
vos e resultados positivos e implementar mudanças. Assim, o SEBRAE define 
“Empreendedorismo” como:
Com base nessa definição acredi-
tamos que Identificar ou até 
mesmo criar a oportunidade de 
negócio (onde parece não existir) 
operacionalizando os processos 
de forma inovadora e racional na 
utilização de recursos aplicáveis 
(humanos, financeiro, equipamen-
tos, tecnologia etc.) visando o 
alcance da concretização ideias e 
resultados positivos que pareciam 
impossíveis, é a alma do Empreen-
dedorismo!
Mas, atenção: as definições do termo 
Empreendedorismo variam muito em 
diferentes regiões ou países do mundo, 
ou de autor para autor, graças aos dife-
rentes contextos comportamentais, 
sociais ou econômicos onde esse fenô-
meno acontece (SEBRAE).
 O “Empreendedorismo” na 
História
 Fazendo uma breve reflexão 
a respeito das características e 
definições de Empreendedorismo 
que acabamos de estudar, se pen-
sarmos em nossos antepassados 
primitivos - embora não tendo 
consciência disso, foram realmente 
grandes empreendedores na luta 
pela sobrevivência.
 Você já havia pensado nisso? 
Tudo advém do empreender!
 A respeito do homem primitivo, 
por exemplo, o Prof. Luiz Roberto (2019), 
afirma que “Por milhares de anos suas 
atividades, a partir da sedentarização, 
foram se organizando. E a cada uma das 
fases do progresso, uma característica 
sempre esteve presente como compo-
nente: o comportamento empreende-
dor”.
Segundo o Professor, assumir riscos físicos e emocionais é uma característica 
empreendedora inerente do ser humano e tal postura na implementação das 
ações em virtude das oportunidades identificadas para a manutenção da sobre-
vivência ou obtenção de vantagens/lucros garantiu o desenvolvimento da 
sociedade ao longo dos séculos, como exemplo disso as grandes navegações 
na Idade Moderna foram um marco na exploração e expansão do mundo, fruto 
de uma visão empreendedora! 
Você já assistiu ao filme “Gladiador” (Universal Pictures)? Gladiador eram os 
escravos submetidos aos jogos mortais nas arenas romanas. Era comum na 
época esse tipo de evento que lotava as inúmeras arenas espalhadas por todo 
o Império Romano, fazia parte do contexto cultural e político da época e esse 
tipo de evento reunia centenas e até milhares de pessoas, principalmente em 
Roma, a capital do império e onde estava localizado o coliseu. Pessoas de dife-
rentes regiões do império viajaram a Roma para assistir a esses eventos. Em 
alguns momentos do filme é possível observar as multidões se dirigindo a Roma 
para tais eventos!
O deslocamento de multidões a Roma gerava uma demanda enorme de servi-
ços. Muitos romanos aproveitavam a oportunidade para ofertar serviços de hos-
pedaria, vender animais domésticos para alimentar quem podia pagar por eles, 
bebidas, e outros itens do mercado local da época. E veja, o termo Turismo 
ainda nem existia, mas o Empreendedorismo já movimentava a economia do 
Império Romano
A relação entre RISCO e EMPREENDEDORISMO surgiu no Século XVII quando os 
negócios se desenvolveram nas colônias. Um empreendedor poderia firmar um 
acordo com o reino e realizar serviços ou fornecer produtos. Em geral, os preços 
eram prefixados e, o lucro ou prejuízo, eram por conta do EMPREENDEDOR.
Eram indivíduos que identificaram uma OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO compran-
do matérias-primas para vender a terceiros depois de processá-las. E assumiram 
todos os RISCOS da atividade.
Retornando a um período mais recente da História,
o Prof. Luiz Roberto (2019) nos conta ainda que:
Pouco tempo antes do período 
compreendido como Revolução 
industrial, o Empreendedorismo já 
se destacava das demais atividades 
específicas: pessoas criavam proje-
tos e conduziam seus empreendi-
mentos. 
O economista Richar Cantillon 
(1680 – 1734) foi considerado como 
um dos primeiros a introduzir ou a 
criar o termo Empreendedorismo. 
Segundo ele, a sociedade está divi-
dida em duas classes: “Os recebe-
dores de salário fixo (os Trabalha-
dores). Os que têm renda não fixa 
(os Capitalistas)”.
O autor complementa afirmando 
que “Os Empreendedores, por sua 
vez, têm rendas incertas devido à 
natureza especulativa sobre uma 
demanda desconhecida do seu 
produto ou serviço”.
Nesse contexto, podemos exemplificar 
Thomas Cook, que em 1840 dá início a 
uma das atividades mais disseminadas e 
conhecidas no mercado turístico, as 
excursões! Isso mesmo, ele organizou 
uma excursão de trem e foi o pioneiro 
nessa atividade levando um grupo de 
trabalhadores da cidade de Leicester a 
Loughborough, na Inglaterra. Era o início 
dos pacotes turísticos, e o empreendi-
mento deu tão certo que esse negócio 
evoluiu, resultou na Thomas Cook 
Group, grupo empresarial que se tornou 
uma das maiores operadoras de turismo 
do mundo! Isso mesmo, uma pequena 
grande ideia, inovadora para o seu 
tempo!
Coutinho (2019), afirma que no período da Revolução Industrial:
 
 Com a mudança do sistema econômico, os empreendedores passaram a 
se distinguir dos fornecedores de capital, os capitalistas.
À época, os pioneiros firmaram contratos com os órgãos governamentais para 
introduzir novos produtos no mercado com seus próprios planos de negócios e 
investimentos, sem a participação dos agentes capitalistas.
Então, foi nesse mesmo século que os economistas franceses Jean Baptiste Say 
e Richard Cantillon protagonizaram os primeiros estudos sobre o assunto, afir-
mando que o empreendedor era o indivíduo que detinha a capacidade de pro-
duzir, gerir e assumir os riscos de um negócio (LEITE, 2020).
O avanço desse cenário em outros lugares contribuiu significativamente com o 
desenvolvimento econômico mundial por meio de negócios autônomos em 
que se assumiu riscos financeiros e cada vez mais lucrativos e valorizados, como 
nos conta Coutinho (2019). Entretanto, o autor afirma ainda que o termo “Empre-
endedorismo” foi popularizado apenas no Século XX, pelo economista austríaco 
Joseph Alois Schumpeter (1883-1945) durante seus estudos do desenvolvimento 
desse fenômeno na sociedade.
SAIBA
MAIS !
Conheça a trajetória empreende-
dora de Thomas Cook, o pai do 
Turismo moderno. Disponível em: 
https://turistificando.wordpress.-
com/2009/11/13/thomas-cook-o-
-pai-do-turismo-moderno/
Fonte da imagem: diariodocomercio.com.br/legislacao/thomas-cook-decla-
ra-falencia-com-600-mil-clientes-em-varios-paises/
O Empreendedorismo no Brasil
Pelo fato de o Brasil fazer parte do chamado Novo Mundo, a história do Empre-
endedorismo é bem recente por aqui! O Empreendedorismo enquanto ativida-
de econômica chegou com os colonizadores portugueses, mas, naquele mo-
mento, claro, os resultados das negociações comerciais eram direcionados para 
a Europa, já que o Brasil era apenas uma colônia.
Após a Proclamação da Independência, o Barão de Mauá, com visão empreen-
dedora, concentrou seus esforços na importação dos meios de produção, 
investimentos massivamente no desenvolvimento dos meios de transporte, que 
era uma demanda essencial, já que o Brasil tem dimensões continentais. Tais 
feitos do Barão de Mauá foram decisivos para o início do processo de industriali-
zação do nosso país.
O “Barão de Mauá” não é apenas um dos exemplos de grandes empreendedo-
res brasileiros que podemos citar. Nos anos 90, com a abertura econômica, 
ocorreu a entrada de capital estrangeiro e o aumento da competitividade no 
mercado dando um grande impulso na cultura empreendedora no
Brasil.
O estado e os negócios do Barão de Mauá
Fonte da imagem: br.pinterest.com/pin/462815299183779565/
Empreendedorismo brasileiro na atualidade.
SAIBA
MAIS !
 Segundo o site terra.com.br, até abril de 2022 o Brasil registrou 19.373.257 
empresas de todos os tipos.
O Brasil hoje é visto como um dos países com mais empreendedores do mundo, 
pois de acordo com o monitoramento de empreendedores do Brasil feito pela 
Global Entrepreneurship Monitor (GEM), em 2021 o país ocupou o 5º lugar no 
ranking global na taxa de empreendedorismo total, ficando atrás apenas da 
República Dominicana (45,2%), Sudão (41,5%), Guatemala (39,8%) e Chile (35,9%), 
respectivamente.
Ainda no período de 2021, conforme dados da GEM, o Brasil chegou a bater o 
recorde de aberturas de novos negócios, atingindo a média de 682,7 mil de 
microempresas e 3,1 milhões de cadastros de Microempreendedor Individual 
(MEI). (Fonte: terra.com.br)
É isso aí cursista, espero que tenha gostado!
Esta viagem de conhecimentos está apenas começando! Agora que você já 
conhece um pouco mais a respeito dos princípios conceituais básicos do Turis-
mo e do Empreendedorismo e seu contexto histórico, veremos a seguir os tipos 
de empreendedorismo. Siga em frente e faça bons estudos.
Até mais!
Prof. Marlison Canto
Referências 
BENI, Mário Carlos. Turismo e seus conceitos. Mcbeni, 2009. Disponível em:< 
mcbeni.wordpress.com/2009/11/10/turismo-e-seus-conceitos/>. Acesso em: 17 
de mar. 2023.
BOCCINHI, Bruno. Faturamento no setor turístico do Brasil tem redução de 
33,6% em 2020. São Paulo: Agência Brasil, 2020. Disponível em:< agenciabra-
sil.ebc.com.br/economia/noticia/2020-10/faturamento-
-do-setor-de-turismo-no-brasil-tem-reducao-de-336-em-2020 >. Acesso em: 17 
de mar. 2023.
COUTINHO, Thiago. Veja como surgiu o Empreendedorismo e descubra como 
se tornar um empreendedor de sucesso. Voitto, 2019, última atualização: fev. 
de 2023. Disponível em:< www.voitto.com.br/blog/artigo/empreendedorismo-
-o-que-e>. Acesso em: 05 de mar. 2023.
LEITE, Vítor. O que é empreendedorismo? Quais os tipos e quem pode empre-
ender? Blog Nubank: atualizado em 14 set 22. Disponível em:< blog.nubank.-
com.br/o-que-e-empreendedorismo/ >. Acesso em: 06 de mar. 2023.
MARQUES, José Roberto. A História do Empreendedorismo – Saiba como tudo 
começou. Disponível em:< jrmcoaching.com.br/blog/a-historia-do-empreen-
dedorismo-saiba-como-tudo-comecou/>. Acesso em: 06 de mar. 2023.
MUHACHA, Beney. O efeito multiplicador do turismo. Só pra educação: 2021. 
Disponível em:< sopra-educacao.com/2021/03/31/efeito-multiplicador-do-turis-
mo/#:~:text=O%20efeito%20multiplicador%20no%20turismo%20é%20o%20pro
vocado,para%20ser%20reciclado%20por%20meio%20da%20economia%20loca
l.>. Acesso em: 09 de mar. 2023.
ROBERTO, Luiz. O empreendedorismo ao longo da HISTÓRIA. 2019. Disponível 
em:< professorluizroberto.com/o-empreendedorismo-ao-longo-da-historia/ >. 
Acesso em: 06 de mar. 2023.
SEBRAE. Iniciando um pequeno grande negócio. Disponível em:< eadlms.se-
brae.com.br/courses/novo-sebrae/ipgn17/documentos/apostila_ipgn.pdf >. 
Acesso em: 03 de mar. 2023. Apostila _ipgn.pdf.
Terra. Índice de novos empreendedores cresce no Brasil em 2022. Disponível 
em:< www.terra.com.br/noticias/indice-de-novos-empreendedores-cres-
ce-no-brasil-em-2022,9cadde70bd235ced49525ee439473b55ahd25ybn.html#:
~:text=Índice%20de%20novos%20empreendedores%20cresce%20no%20Brasil
%20em,destacam%20neste%20cenário%2013%20jul%202022%20-%2012h40>. 
Acesso em: 06 de mar. 2023.
Turistificando, Just another WordPress.com weblog. Thomas Cook – O Pai do 
Turismo Moderno. Turistificando, 2019. Disponível em:< turistificando.wor-
dpress.com/2009/11/13/thomas-cook-o-pai-do-turismo-moderno/>. Acesso em: 
18 de mar. 2023.

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