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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO – PEDAGOGIA EDUCAÇÃO INCLUSIVA- METODOLOGIA PEDAGÓGICA, PARA CRIANÇAS AUTISTAS. NOME DO ALUNO (A): ANGELICA PEREIRA DANTAS MOURA – 202001408401 NOME DO PROFESSOR: ROSELI COUTO. DGT0293 – PRÉ –PROJETO (TCC) TURMA: 9009 SANTO ANDRÉ, 30 DE AGOSTO DE 2023. 1.INTRODUÇÃO O Autismo é um Transtorno Global do Desenvolvimento (também chamado de Transtorno do Espectro Autista), caracterizado por alterações significativas na comunicação, na inte- ração social e no comportamento da criança. Essas alterações levam a importantes dificuldades adaptativas e aparecem antes dos 03 anos de idade, podendo ser percebidas, em alguns casos, já nos primeiros meses de vi- da. O autismo não tem causa definida. É um transtorno que provoca atraso no desenvolvi- mento infantil, comprometendo principalmente sua socialização, comunicação e imagina- ção. Algumas características são bem gerais e marcantes, como a tendência ao isolamento, à ausência de movimento antecipatório, as dificuldades na comunicação, as alterações na linguagem, com ecolalia e inversão pronominal, os problemas comportamentais com ativi- dades e movimentos repetitivos, a resistência a mudanças e a limitação de atividade es- pontânea. A inclusão de crianças autistas na sociedade, é uma realidade interpretada como um pro- blema nas instituições, portanto, faz-se necessário um estudo específico do caso, para compreender a importância de crianças especiais participarem das escolares regulares. Neste sentido, o artigo nasceu da necessidade de processos. Metodológicos que de um suporte mais adequado e que favorecem, a aprendizagem dessas crianças. 2.JUSTIFICATIVA As crianças com autismo encontra uma série de dificuldades ao ingressar na escola regu- lar. Uma maneira de melhorar a adaptação e, consequentemente, obter a diminuição dessa contingência trazida pela criança e promover sua aprendizagem é adaptar á um vínculo e a cumplicidade entre pais e educadores, para que, no espaço escolar, ocorra a coesão de vontades, entre educadores e família, das competências estabelecidas para a educa- ção do aluno com autismo. 3.1OBEJETIVO GERAL deste trabalho é identificar e analisar os Processos Metodológicos para crianças com Autismo, com fundamento na diretriz, educacionais, visando a realidade escolar de ensino regular e sua realidade funcional. 3.2OBJETIVO ESPECIFICO consiste em buscar recursos de aprendizagem para os Educadores, que atuam com os alunos portadores do TEA, além de mostrar como, de fa- to, acontece a inclusão no cotidiano brasileiro. Buscará apresentar as principais soluções de atuação dos educadores diante destes alunos que apresentam TEA. 4.METODOLOGIAS As metodologias usadas nesse artigo são: pesquisas explicativas, pois visa, Identificar fatores e suas relações com a ocorrência de fenômenos; quanto à Abordagem é quantitativa, pois buscam estabelecer formas de testar hipóteses e relações causais entre variáveis dependentes e independentes; e quanto ao procedimento técnico de estudo de caso, pois é um método de pesquisa ampla sobre um assunto específico. As metodologias desse artigo referem-se às diversas metodologias e desenvolvimento das práticas voltadas ao ensino e à aprendizagem. Abrangem as atividades da escola re- gular, com ações destinadas ao desenvolvimento educacional especializado, voltados pa- ra os autistas. Em sala de aula de recurso as atividades e os objetivos exploram o sensorial são natural- mente estimulantes, ainda que sejam obviamente pedagógicos. ALGUNS EXEMPLOS: Rasgar jornal, brincar com água para aliviar tensões e desenvolver coordenação motora fi- na, Usar tinta para rabiscar papeis indiscriminadamente com os dedos em forma de pinça, a fim de desenvolver a “pega lápis”, Subir escadas e rolar pneus para atividades motoras amplas. Têm também materiais de construção do conhecimento, exemplos: encaixes geométricos que são articulados em ordem de tamanho, espessura e pesa, à criança aprende a encai- xa-las, obedecendo a espessura, ao tamanho e ao peso. Brincar com caixas de todos os tamanhos e construir uma torre, com a ordem de tama- nhos etc. 5.REFERÊNCIAS TEÓRICAS: FREIRE (2008): afirma que a inclusão, enquanto forma de flexibilizar, a resposta educati- va de modo a fornecer uma educação básica de qualidade a todos os alunos, tem sido apontada como solução para o problema da exclusão social. De acordo com Paulo freire, aprender com o conhecimento do sujeito e aplicar na educa- ção para ser compreendido, (conhecer o sujeito para ser reconhecido diante a sociedade). EUGÊNIO CUNHA: (2019) é possível perceber dificuldades para a elaboração de um cur- rículo com atividades consideradas adequadas e funcionais para alunos com autismo, que favoreça a inclusão escolar e social. Professor Marcio de Castro: Como alfabetizar pesso- as com autismo – alfabetização e psicomotricidade na prática. Dayse Serra (2018): alfabe- tização de alunos com TEA. De acordo com Eugênio cunha, com afeto e com amor tudo se forma mais fácil, de apren- der, o professor ensina com todo amor, o aluno se sente seguro aprender. SUPLINO: (2005), por pesquisas bibliográficas entende-se que as crianças portadoras de autismo por frequentarem a escola são consideradas capazes de aprender, se desenvol- ver, se relacionar com os demais, enfim, viver o dia a dia da escola. O desafio está para além das salas de aula: ele está em fazê-lo com qualidade. CARRARA: (2004) o behaviorismo radical tem constituído objeto de frequentes e contun- dentes criticas, principalmente na área da educação. Williams e Wright: (2008),pessoa com Distúrbio do Espectro do Autismo parecem ter me- lhor memoria visual em consequência das dificuldade de linguagem e do fato de que as imagens visuais, quando apresentadas, não desaparecem, imediatamente como acontece com os sons, mais persistem, promover o desenvolvimento do autista possa ser indepen- dente o mais cedo possível. PIAGET: (1998) Afirma que a elaboração das realidades espirituais depende das relações que o individuo mantem com seus semelhantes. Haverá, portanto, tantos tipos de elabora- ção quantas forem às formas de relação social ou interindividuais que ocorram entre a pessoa e o meio ambiente. Tornar-se a extremamente difícil o aprendizado, quando a escola e a família não forem concordantes no trabalho, ocasionando uma postura diferenciada de uma das partes – mesmo que bem intencionada- quanto a praticas educativas. O ideal, em qualquer contex- to educacional, e a liberdade mediana pela responsabilidade e os limites estabelecidos pe- la tolerância. A disciplina sem amor e o amor.·. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGUIAR, João Serapiano. Educação inclusiva: jogos para o ensino de conceitos. São Paulo: Papirus, 2004. MELLO, Ana Maria S de. Autismo: guia prático. 3. ed. São Paulo: AMA, 2004. SUPLINO, Maryse. Currículo funcional natural: guia prático para a educação na área do autismo e deficiência mental. Maceió: Assista 2005. EUGÊNIO CUNHA, Autismo E Inclusão.