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LÍNGUA PORTUGUESA Técnica do Senso Comum/ Lógica Cotidiana. Primeiro, deve-se olhar as alternativas, sem ler o texto antes, com base no senso comum. - O que você acha que o texto vai dizer se baseando nas alternativas, ou seja, quando só com o enunciado você consegue ter uma noção. Exercícios do 5 ao 11 do material: Gabarito Correto: 5- C 6- B 7- E 8- B 9- C 10- B 11- D Depois de fazer essa primeira técnica, aplicaremos a técnica da PREVISÃO, antes mesmo de ler o texto também, circulando a ideia principal. Após essas técnicas, realiza-se a leitura do texto. Interpretar X Compreender Compreensão é entender o que está escrito; Interpretar é entender o que o autor quer dizer (o que não está expressamente escrito). Tipos de Enunciados (Interpretação) Autor sustenta que, conclui-se que, permitem concluir que, está expresso em outras palavras... Tipos de Enunciados de Compreensão A ideia central do texto é (geralmente está no primeiro parágrafo); No parágrafo X o autor afirma que seria (in) correto porquê... Vai estar no texto, só que em outras palavras. Como começarmos a ler para interpretar o texto? Primeira leitura – ideia principal estará sempre no primeiro parágrafo, após vem as ideias secundárias, afirmações, explicações, fundamentações e etc.... Se houver apenas 1 parágrafo no texto, a ideia principal estará nas primeiras frases. Leitura Entonada 1- Lei todo o texto, ter a visão geral do assunto; 2- Se tiver palavras desconhecida não interrompa a leitura, vá até o fim sem parar; 3- Ler bem, ler profundamente, ler umas 2x; 4- Buscar as palavras que são sentido, mas sem riscar o texto; Segunda Leitura 1- Ler o texto analisando os detalhes, atenção no que está sendo pedido; 2- Retomar o que está antes do parágrafo pedido; 3- Sublinhar o texto; 4- Partir o texto em partes; OBS. não se deve procurar a verdade exata, mais a opção que melhor se enquadre no sentido do texto. ANOTAÇÕES ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ REGÊNCIA VERBAL: quando verbo pede uma preposição; Verbo chegar quem chega, chega a então ele só funciona com a preposição a; Ex. eles chegaram a uma conclusão (e não poderia ser eles chegaram em uma conclusão, isso é um erro de regência); Regência Nominal: quando uma palavra rege uma outra preposição; Palavra apto não é verbo, quem está apto, está apto a ou para; Ex. ela estava apta ao (ou para o trabalho) trabalho – isso é regência nominal Os verbos são os termos reagentes, enquanto os objetos (direito e indireto) e adjuntos adverbiais são os termos regidos. Ex. sua atitude implicou muitos problemas. Implicar é um verbo transitivo direto, pois não exige preposição (implicar algo, e não implicar em algo); Na forma padrão, a oração “sua atitude implica em muitos problemas” não está correta, erro de regência verbal. REGÊNCIA VERBAL Verbos chegar/ir/assistir/visar/aspirar O verbo chegar é regido pela preposição “a” – não é regido por em; Chegamos ao restaurante muito cedo. Verbo ir O verbo ir é regido pela preposição “a”: Ex. vou à praia; Verbo Assistir – no sentido de ver/observar: a) Com o sentido de ver, exige preposição: - não assistimos ao filme. b) com o sentido de dar assistência não exige preposição – no sentido de ajudar/auxiliar: - devemos assistir pessoas mais necessitadas; Verbo Visar a) Com o sentido de ter objetivo exige preposição: - Visamos ao cargo de gerente; b) com o sentido de mirar não exige preposição: - o atirador visou o alvo a distância. Verbo aspirar a) Com o sentido de respirar ou absorver não exige preposição - aspiramos o ar poluído das grandes cidades; b) com o sentido de pretender exige preposição: - aspiramos ao cargo de gerente; Verbo Ansiar (ansiar rege o por) O verbo ansiar pode ser transitivo direto, ou transitivo indireto exigindo a preposição por: Anseia respostas objetivas – verbo transitivo direto Anseia por respostas objetivas – verbo transitivo indireto. Verbo obedecer É um verbo transitivo indireto e só funciona com a preposição A: - Obedecia ao meu patrão; - Obedecia à lei; Verbo Esquecer O verbo esquecer é transitivo direto, logo não exige preposição: Ex. Esqueci meu caderno em casa; No entanto, na forma pronominal, deve ser usado com preposição: Esqueci-me do meu caderno em casa – esquecer-se precisa do DE. Verbo Implicar A) com o sentido de acarretar, resulta, ter consequência, o verbo implicar é transitivo direto, logo não exige preposição: - o sem empenho implicará um bom resultado b) com o sentido de embirrar, antipatizar, é transitivo indireto, logo exige preposição: - implicou com todas as pessoas na festa! Verbo informar/avisar Os verbos são transitivos diretos e indiretos, assim eles exigem um complemento/objeto sem e outro com preposição: - informei o acontecimento aos professores/ informei os professores do acontecimento; O verbo informar e avisar tem duas regências: Informei algo à alguém, aos professores ou informei os professores DO acontecimento; Verbo preferir É transitivo direito e indireto rege a preposição “A”, assim: - prefiro futebol a vôlei; - prefiro o futebol ao vôlei; - ele prefere o português à matemática Verbo referir-se/ opor-se/ aludir/ aderir/ ater-se – rege a preposição “a” – tudo é “a”. A pesquisa não se refere ao homem... preposição a+o= ao A pesquisa não se refere à mulher... preposição a+a=à Elas não se opuseram ao acordo proposto. Elas não se opuseram à proposta... O professor aludiu aos trabalhos dos alunos... O professor aludiu às obras dos alunos... Aderimos aos novos modelos de criação... Vocês não se ativeram aos problemas... Se ater a esses verbos, mencionados acima. Regência Nominal É a relação entre um substantivo, adjetivo ou adverbio transitivo e seu respectivo complemento nominal. Essa relação é intermediada por uma preposição. Alguns nomes e suas respectivas preposições Acostumado a ou com Agradável a Alheio a, de... ex. ele está alheio aos problemas Apto a ou para...ex. você está apto ao trabalho, ou apto à alguma coisa... Preferência por (alguma coisa) ...ex. tenho preferência pelo inverno Destinado a Devido a... ex. devido aos problemas Certeza de...ex. tenho certeza de que você entendeu. Capacidade de ou para (é capaz de ou capaz para alguma coisa) Capaz de ou para. Compatível com Contrário a Contente/ descontente com Imune a ou de ... ex. imune de à doença Inofensivo a ou para Junto a ou de Habituado a Esperança de alguma coisa Convicto de alguma coisa Crença de ou em alguma coisa EX. estamos habituados à mudança, estamos habituados às mudanças. ANOTAÇÕES ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ Acento grave indicativo de Crase: basicamente a crase se refere à fusão da preposição a com o artigo feminino a: EX. chegamos à escola; Eles tem acesso à documentação; No caso de ir a algum lugar e voltar de algum lugar: Usa-se crase quando: “Vou à Bahia” (volto da Bahia). Não se usa crase quando: “Vou a São Paulo” (volto de São Paulo); Se você voltar de algum lugar não tem crase, se você volta da, terá crase; Ex. vou a Itália e vou a santa Catarina, volto da Itália e volto de santa Catarina; Crase diante dos Pronomes Demonstrativos Aqueles, Aquelas, Aquilo Haverá crase diante desses pronomes sempre que o termo regenteexigir a preposição “A”. Refiro-me àqueles rapazes. (a+a) O termo regente do exemplo acima é o verbo transitivo indireto referir (referir-se a algo ou alguém) e exigem preposição, portanto, ocorre a crase. Aluguei aquele apartamento. Não pede preposição a, então a crase não ocorre nesse exemplo. O verbo “alugar” é transitivo direto (alugar algo) e não exige preposição. Logo, a crase não ocorre nesse caso. Dediquei àquela (algo a alguém) moça todo meu esforço. Quero agradecer àquelas pessoas que me ajudaram. Refiro-me àquilo tudo. Não obedecerei àquele regulamento. Assisti àquele filme várias vezes. Locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas de que participam palavras femininas. EX. À tarde às ocultas às pressas à noite às claras às escondidas à vontade às avessas à revelia à esquerda às vezes à direita à procura à deriva à luz à sombra de à frente de às ordens à beira de. TEM CRASE PORQUE TEM!!! Ex. ele fez tudo ontem à tarde/noite. Ex. ele fez tudo às pressas – locução feminina; Acento grave é sinônimo de crase. Não ocorre a crase: Evidentemente, se o termo regido não admitir a anteposição do artigo feminino “a” (s), não haverá crase. Diante de substantivos masculinos: EX. andamos a cavalo – cavalo é masculino; Fomos a pé - masculino; Compramos os materiais a prazo – masculino; Assistimos a documentários interessantes – masculino; Diante de verbos no infinitivo: *antes de verbo não vai crase!!!!!!!1 EX. A criança começou a reclamar. Estou disposto a dizer tudo. Entre palavras repetidas não vai crase: Ex. cara a cara, frente a frente, ponta a ponta; Diante da maioria dos pronomes e das expressões de tratamento, com exceção das formas senhora, senhorita e dona: Ex. diga a ela que não faltarei hoje (não tem a+a); Entreguei a todos os documentos exigidos (todos é masculino); Ele fez uma referência a Vossa Excelência ontem (vossa excelência é como se fosse você). Mostrarei a vocês o texto; Quero informar a algumas pessoas o que está acontecendo. Agradeci a quem tudo devo; Diante de numerais cardinais: Ex. chegou a duzentos mil o valor da compra; Daqui a uma semana haverá um protesto; - um dia, uns meses... SEMPRE HAVERÁ CRASE DIANTE DE SUBSTANTIVOS FEMININOS: EX. amanhã iremos à festa (preposição a+ a festa). Ela disse à irmã o que havia ocorrido; Sou grata à população de São Paulo; Fumar é prejudicial à saúde; Diante da palavra “moda”, com sentido de “à moda de” (mesmo que a expressão moda fique subentendida): Ex. o jogador fez um gol à (moda de) Pelé; Usava sapatos à (moda de) Luís XV. A palavra moda não fica exposta, ex. arroz à grega, arroz à moda gregra. Na indicação de horas tem crase: Ex. acordei às sete horas da manhã; Elas chegaram às dez horas. Foram dormir à meia-noite. Ele saiu às duas horas; O almoço foi servido à uma da tarde; Crase Facultativa (três casos): Diante de nomes próprios femininos: É facultativo o uso do artigo feminino diante de nomes próprios femininos, então podemos escrever as frases abaixo das seguintes formas: Ex. Entreguei o cartão a Paula. Ex. Entreguei o cartão à Paula. Diante de pronome possesivo feminino (singular, minha, sua, tua, nossa): Ex. cedi o lugar a minha avó; Ex. cedi o lugar à minha avó; Ex. diga a sua irmã que estou esperando ela; Diga à sua irmã que estou esperando ela; Ex. cheguei a sua fazenda, cheguei à sua fazenda – se tiver crase está certo se não tiver também está; Pronome Possessivo no Plural a crase é obrigatória: Ex. refiro-me às suas contas, refiro-me às minhas contas... Depois da preposição até: Fui até a praia – fui até à praia; Acompanhe-o até a porta, acompanhe-o até à porta; A palestra vai até as cinco horas da tarde – a palestra vai até às cinco horas da tarde (sabemos que pra horário a crase é obrigatória, mas nesse caso é depois do ate, então ele é facultativo); Não vai crase em: todas, tudo, toda, todos (pronome indefinido nem pessoa, ele, ela...); Não vai haver crase nessas expressões: de segunda a terça, de segunda a quarta, de segunda quinta feira etc.... Não vai crase antes de uma/uns/um...nem numeral ex. a 600 km; Antes de cada (ex. a cada momento) não vai crase. ANOTAÇÕES ____________________________________________ ____________________________________________ Sinônimos as palavras que possuem significados próximos são chamados de sinônimos. Ex. casa – lar – moradia – residência. Ex. delicioso – saboroso Ex. carro – automóvel O sentido dessas palavras são próximos, mas não são exatamente equivalentes. Há uma pequena diferença de significado entre palavras sinônimas. Veja que, embora casa e lar sejam sinônimos, ficaria estranho se falássemos a seguinte frase: - Comprei um novo lar. Antônimos São palavras que possuem significados opostos, contrários. Ex. mal – bem; Ex. ausência – presença; Ex. fraco – forte; Ex. claro – escuro; Paulatinamente – significa pouco a pouco; Displicência – significa indiferença Perverso – antônimo é benévolo; Sentido Próprio e Sentido Figurado O sentido próprio e o sentido figurado das palavras devem ser compreendidos dentro dos textos VUNESP. Sentido Próprio Sentido real da palavra; O sentido próprio ou também conhecido como literal é aquele que pode ser interpretado como o sentido mais usual ou básico da palavra ou expressão. Este seria o sentido literal da palavra, não precisa de um contexto para ser compreendido. A palavra é utilizada com seu sentido costumeiro, possui um valor denotativo (denotação, não tem possibilidades dupla, ou tripla interpretação a palavra está em seu sentido próprio). Sentido Figurado Uma figura de linguagem, não é o sentido real da palavra; O sentido figurado é o sentido que uma palavra literal adquire com o passar do tempo em situações particulares de seu uso. Seu sentido é alterado ou ampliado, adquirindo então um valor conotativo (conotação, a palavra não é mais real, tem uma figura de linguagem), fugindo de seu sentido inicial/próprio. Em suma, é o sentido simbólico que damos uma palavra usual. De acordo com o seu significado, podem ser colocadas em situações diferentes como sentidos também diferentes. Ex. A jararaca (sentido próprio) é uma cobra. Neste exemplo acima, entendemos que jararaca é uma cobra, uma espécie de réptil com veneno; Ex. aquela sua vizinha é uma jararaca (sentido figurado)! Neste exemplo acima, pode-se compreender que a tal vizinha seria uma pessoa de má- conduta, justamente por ser associada a uma cobra. Explicação: em ambas as frases, “Jararaca”, refere-se a uma cobra, mas seus sentidos são diferentes. ANOTAÇÕES ____________________________________________ ___________________________________________ Metáfora É uma forma de comparação entre dois objetos, com o objetivo de se estabelecer uma aproximação de significado. O conectivo comparativo, nesse caso, ficará normalmente subentendido. EX. A Amazônia é o pulmão do mundo. Meu amor queima mais que lava. O marido era bom, porém era uma fera quando se tratava de futebol. O primeiro era um homem de família que carregava o mundo sobre os ombros. Pessoas ambiciosas voam mais alto. Comparação A comparação, como a metáfora, corresponde ao estabelecimento de uma comparação, mas de forma explícita, com a utilização de um conector – geralmente utiliza-se o como. Ex. A vida é como o mar, tem momentos de calmaria e de agitação. A namorada era esperta como uma raposa. A comparação é uma metáfora com o conector como. Catacrese Corresponde a uma figura de auxílio (empréstimo). Ela será utilizada na necessidade de não se encontrar um termo melhor para descrever determinado objeto.O pé da cama estava quebrado. O médico me mandou ficar de quarentena. (Apenas alguns dias). O piloto embicou o nariz do avião para cima. O avô apoiou-se nos braços da cadeira. É um empréstimo da palavra, pois não tinha outro nome melhor pra colocar. Ex. cabeça de alho, dente de alho, pé de milho. Não tem um termo melhor. Pleonasmo Como espécie de figuras de linguagem. Corresponde a uma redundância que tem como objetivo reforçar a mensagem inicialmente apresentada. Ex. e rir meu riso e derramar meu pranto. Veja aqui, com seus próprios olhos, se não parece com ele. Sinestesia Ocorre quando se estimulam diferentes órgãos de sentido – visão, audição, tato, olfato, paladar. Ex. - a voz dele soava como doce de abóbora (audição/paladar) - a mãe o alvejou com um olhar gelado e amargo (tato/paladar) Metonímia Equivale à transposição de significado entre termos diferentes. Para isso, uma palavra, usualmente dotada de um sentido A, passa ser empregada com sentido B, sem perder sua lógica, já que haverá sempre uma relação entre os termos utilizados. 1) Quando se troca o autor pela obra: - Leio Guimarães Rosa (na verdade, você lê a obra do autor). 2) Quando se troca o continente pelo conteúdo ou vice-versa: - Ele bebeu cinco garrafas de cerveja. - A criança já comeu cinco pratos de comida. 3) Quando se troca a marca pelo produto: - Ele sempre faz a barba com gillette. - Ele só usa Armani 4) Quando se troca a parte pelo todo ou vice versa: - Ele tem seis bocas para alimentar. - Ele era só coração ao ver os sem teto. - aqueles pés cansados corriam pelo campo. Eufemismo É um velho conhecido de todos que já tiveram que dar uma notícia ruim a um amigo. Trata-se, então, da troca de palavras ou expressões por outras pessoas que possuam um sentido mais suave. - Mévio não é assassino, ele apenas tirou a vida de Ticio. - Caio não mente, ele apenas reformula a verdade com doses de criatividade. Hipérbole Ocorrerá hipérbole quando palavras ou expressos forem substituídas por outras que aumentem o sentido do que se estava dizendo. - Estou morrendo de fome. Se não comer um cavalo nesse exato momento, morrerei de vez. - Maria falava mais de mil vezes a mesma coisa. - A corrupção na política é um oceano de lama (temos uma metáfora aqui também). Antítese Corresponde à aproximação de termos que seriam opostos em sentido. - toda ausência se percebe pela sua presença. - viver é morrer aos poucos. - na natureza se vê a vida na morte. - estudamos dia e noite. Paradoxo Equivale ao estabelecimento de uma oposição no plano das ideias (ideias contraditórias). - Amor é fogo que arde sem se ver; - É ferida que dói, e não se sente; - É um contentamento descontente; - É dor que desatina sem doer; - Esse fogo queima gelado; - Até um cego enxergou aquele escândalo; Exercícios Ironia Por meio de termos com sentido oposto ao usual, gera um efeito de crítica ou de humor. - O metro da capital tem a função essencial de ligar o nada a lugar nenhum. - a juventude tem um próspero futuro como inquilina dos pais. Prosopopeia ou Personificação Nela, atribuem-se a seres inanimados qualidades ou predicativos humanos. - A floresta dançava ao empurrar do vento; - Enquanto tentava se manter sóbrio, o bar o encarava sensualmente; - E foi quando o sol cortejou a lua que o céu, enraivecido, criou a noite para os separar. - O jardim olhava as crianças, sem dizer nada. Anáfora Ocorre a partir da repetição de uma ou mais palavras em um grupo de duas ou mais frases, de maneira a enfatizar o termo que se repete. - Quando ela chegou, eu gritei. Quando ela chorou, eu chorei. Quando ela partiu, eu sofri. Quando ela voltou, eu de alegria desabei. - Ele é o que é, é o calor do fogo, é o frescor da brisa, é o andar do gato, é a leveza do pássaro. Exercícios ANOTAÇÕES ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ Colocação dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o, a, os, as, lhe, lhes, nos, vos). Próclise Obrigatória (palavras que atraem o pronome oblíquo átono). 1- Advérbios (mente, hoje, ontem, já, ainda, aqui, lá, muito, etc.) palavras que puxam o pronome para antes do verbo, ex. ainda o incomodam. 2- Palavras negativas (não, nunca, ninguém, jamais, nem, nada, etc.) - ex. ele não lhe enviou os documentos. 3- Pronomes relativos (que, o qual, a qual, onde, etc.) – ex. o esporte que se pratica lá é diferente. 4- Pronomes demonstrativos (isto, isso, aquilo, etc.) – ex. isso me interessa muito. 5- Pronomes indefinidos (alguém, quem, muito, algo, tudo, nada, etc.) – alguém lhe disse uma mentira. 6- Conjunções subordinativas (como, conforme, embora, quando que etc.) – quando lhes propuseram o acordo ninguém o aceitou. Palavras que puxam antes do verbo. Observações importantes Verbos no particípio e no futuro jamais admitem o uso da ênclise (Não se começa uma frase com pronome obliquo). Ex. encontrei-o na praça. - Ninguém deve ter se lembrado desses mecanismos. - Tratar-me-ei. - Enviaram-lhes os documentos. Não se pode colocar o pronome antes do verbo, não pode colocar o pronome depois no verbo futuro, somente no meio do verbo. Este caso abaixo está errado, veja: - ME tratarei amanhã. - Tratarei-ME amanhã. - ele tinha caracterizado-se... está errado, não se coloca pronome obliquo após verbo no particípio. - ajudaram-nos se tivessem condições...está errado. Deveria ficar: ajudar-nos-iam se (verbo no futuro pronome é no meio). Mesóclise A mesóclise só poderá ocorrer com verbos no futuro do presente ou no futuro do pretérito, desde que não haja um fator de próclise, ou seja, uma palavras atrativa. - realizar-se-ia (pronome no meio do verbo) uma nova reunião (sem palavra atrativa) - mostrar-lhe-ei outros projetos (sem palavra atrativa) - não te enviarei outra proposta (com palavra atrativa) - depois se buscaria uma solução melhor (com palavra atrativa) Se não tiver palavra que puxa, tanto faz se é uma próclise ou ênclise, veja: Pedro se cortou com a faca Pedro cortou-se com a faca Pedro não puxa nada. A expressão “em + verbo no gerúndio” exige próclise. - Em se tratando desse assunto, Lucas é especialista. Pedro ainda se confunde...Se tiver palavras que puxa o pronome antes do verbo a próclise é obrigatória. Neste caso acima, o termo “a mulher”, ele não puxa nada, então pode ser sentia-se, ou poderia ser “se sentia”, não tem próclise obrigat´roia, é uma ênclise. Quando se tem umavirgula, é como se você começasse uma oração novamente, então não pode colocar pronome obliquo depois de virgula, como na alternativa C, do exercício abaixo. A palavra “A” não puxa nada, então pode ser ela. Veja: Casos em que a vírgula não pode ser usada Antes de saber quais são os casos em que se utiliza a vírgula, você deve saber primeiro os casos em que NÃO podemos usá-la para separar os seguintes termos: a) Sujeito de predicado; b) Objeto de verbo; Não se usa virgula para se separar sujeito de verbo, verbo de objeto, e objeto de sujeito, por mais que a frase fique estranha, ou invertida (SVO). Ex. O ministro alugou um apartamento no litoral. Ex. alugou um apartamento o ministro no litoral. No litoral, se quiser, pode colocar a virgula. c) Adjunto adnominal de nome; Ex. Compraram um anel de prata (anel de prata é um adjunto adnominal) os alunos – não pode ter virgula, pois tem sujeito, verbo e objeto. d) Complemento nominal de nome; Ex. Este prato é essencial para um bom cozinheiro. Tudo que é essencial é essencial para alguém, isso é um complemento nominal. Ex. esta questão é semelhante àquela de ontem. Tudo que é semelhante é semelhante a algo, então não pode usar virgula. e) Predicativo do objeto; Ex. O júri considerou o réu culpado (culpado é o predicativo do objeto, é a característica do objeto), não se pode colocar virgula; f) Oração principal da subordinada substantiva (desde que esta não seja apositiva nem apareça na ordem inversa). Ex. eles afirmam que isso está correto (não pode usar virgula entre oração principal e oração subordinada substantiva). SVO – sujeito, verbo, objeto não se usa virgula. Mas qualquer coisa que estiver entre o sujeito e o verbo você pode isolar, então você colocará duas virgulas. Ex. o ministro(s), no litoral do Ceará, alugou (v) um apartamento (o) Isolamos “no litoral do Ceará”, e colocamos as duas virgulas. O ministro (s) alugou (v), no litoral do Ceará (adjunto adverbial), um apartamento (o). No litoral o ministro, ontem, alugou um apartamento. Casos em que devemos utilizar a vírgula (vocativo/chamamento e aposto) a) Utilizada para separar o vocativo: Ex. Cristina, traga os relatórios. - O tempo, meus caros, é a coisa mais importante. - Moça, você esqueceu sua bolsa! b) Utilizada para separar apostos explicativos: Termo que explica o termo antecedente. Ex. Isabelle, irmã de Lívia, ligou para mim ontem. - Caio, o melhor aluno da sala, faltou à aula. - Pedro convidou Márcia, sua filha caçula. Casos em que devemos utilizar a vírgula (adjunto adverbial antecipada ou intercalado) Utiliza-se a vírgula para separar o adjunto adverbial (tempo, lugar, modo) antecipada ou intercalado, sempre que ele seja extenso ou quando se quer destaca-lo: Ex. Na semana passada (tempo), procurei por você. - Os políticos, frequentemente (adj. Intercalado), são mentirosos. - Procurei por você, na semana passada. Neste caso, pode colocar a virgula, como pode deixar sem. - Os candidatos, com muita dificuldade, fizeram a prova. Antecipado ou intercalado é obrigatório a virgula. Casos em que devemos utilizar a vírgula (elementos de uma enumeração) Utiliza-se a vírgula para separar elementos de uma enumeração: Ex. estamos contratando assistentes, analistas, estagiários. - Traga picolé de uva, groselha, morando, coco. No lugar a última virgula posso colocar o “e”. Ex. picolé de uva, groselha e morango. Outros usos da vírgula (isolar o predicativo/elipse do verbo) - Para isolar o predicativo quando não for antecedido por verbo de ligação: Cansado, Jorge levantou-se. - Para marcar elipse do verbo: Ex. ele comprou flores; ela, chocolates. Essa virgula antes do chocolate quer dizer comprou, ela é obrigatória, por isso elipse do verbo, a virgula está no lugar do verbo. - Paulo prefere romance; Júlia, aventura. Omissão do verbo, para não ter que repetir. - Casos em que devemos utilizar a vírgula (orações coordenadas) Para separar orações coordenadas, exceto as iniciadas pela conjunção e: - houve muito barulho, mas ninguém se impressionou. - Paulo cantou, dançou, bebeu e saiu às pressas. Atenção: muitas vezes, usa-se a virgula ante de e, principalmente quando liga orações com sujeitos distintos: “Agora Fabiano era vaqueiro, e ninguém o tiraria dali” - sujeitos diferentes pode utilizar a virgula, no caso acima é Fabiano e ninguém, pessoas diferentes. Quando forma um polissíndeto: - Levanta, e senta, e vira, e torna a se levantar. - repetição do “e”. Casos em que devemos utilizar a vírgula (expressões explicativas/conjunções coordenativas intercaladas) Utilizada com o objetivo de isolar expressões explicativas: - quero o meu suco com gelo e açúcar, ou melhor, somente gelo. Ex. ou seja, aliás, por exemplo, essas expressões explicativas precisam ser separadas com virgula. Para separar conjunções intercaladas: - não explicam, porém, o porquê de tantas faltas. Ex. porém, entretanto, no entanto, tem que isolar essas conjunções intercaladas. Casos em que devemos utilizar a vírgula (Orações subordinadas) Para isolar orações adjetivas explicativas: - Minha avó, que era francesa, não tolerava grosserias. Para separar as orações adverbiais e substantivas quando antecedem a oração principal: “Quando Maria Elvira se apanhou de boca bonita, arranjou logo um namorado.” - como Cassiano chegou a prefeito, ninguém soube. Atenção: quando pospostas a oração principal, as orações substantivas, com exceção da apositiva, não vem separadas por vírgulas: - ninguém soube como Cassiano chegou a prefeito. - ninguém sabia que a brincadeira era proibida. Não se coloca virgula nesses casos, somente se inverter essas orações, veja: Ex. que a brincadeira era proibida, ninguém sabia. A orações adverbias pospostas à principal geralmente se separam por vírgula, nem sempre obrigatória: - a chuva não veio, embora todas a esperassem. As mesmas regras que valem para as orações desenvolvidas valem para as reduzidas: “Para erguer-se, foi necessária a ajuda do carcereiro”. Ponto e vírgula: - nunca é obrigatório, o ponto e vírgula. O ponto e vírgula indica uma pausa maior que a vírgula e menor que o ponto. Emprega- se nos seguintes casos: - Para separar orações coordenadas, quando pelo menos uma delas já possui elementos separados por vírgula. O resultado final foi o seguinte: dez professores votaram a favor do acordo; nove, contra. - Marcia, ontem à noite (adjunto adverbial), pagou as contas; mas esqueceu os boletos. - Para alongar a pausa de conjunções adversativas (mas, porém, contudo, todavia, entretanto, etc.), substituindo, assim a vírgula. Gostaria de vê-lo hoje; todavia, só o verei amanhã. - Para separar orações coordenadas adversativas quando a conjunção aparecer no meio da oração. Esperava encontrar todos os produtos no supermercado; obtive, porém (conjunção intercalada), apenas alguns. - Cristina alugou o escritório; não contratou, porém, funcionários. Dois Pontos O uso de dois pontos marca uma sensível suspensão da voz numa frase não concluída. Emprega-se, geralmente: - Para anunciar a fala de personagens nas histórias de ficção. “Ouvindo passos no corredor, abaixei a voz: - podemos avisar sua tia, não? - Para anunciar uma citação. Bem diz o ditado: Agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Lembrando um poema de Vinícius de Moraes: “Tristeza não tem fim, felicidade sim”. - Para anunciar uma enumeração Os convidados da festa que já chegaram são: Júlia, Renata, Paulo e Marcos. - Antes de orações apositivas Só aceito com uma condição: irás ao cinemacomigo. - Para indicar um esclarecimento, resultado ou resumo do que se disse. Marcelo era assim mesmo: não tolerava ofensas. Poderia colocar um “pois, porque” no lugar dos dois pontos por ser explicativo. Resultado: corri muito, mas não alcancei o ladrão. Em resumo: montei um negócio e hoje estou rico. Fazer as questões dessa aula, está na vídeo aula de pontuação. O ônibus chegou ontem (palavra que dá ideia de tempo). A palavra ontem acrescentou ao verbo chegou uma circunstância de tempo: ontem é um advérbio. Marcos jogou bem / Marcos jogou muito bem. A palavra muito intensificou o sentido do advérbio bem: muito, aqui, é um advérbio. A criança é muito linda. A palavra muito intensificou a qualidade contida no adjetivo linda: muito, nessa frase, é um advérbio. Tenho que saber a circunstância em que está inserido: tempo, lugar e modo. Advérbio é uma palavra invariável (não é feminino ou masculino) que modifica o sentido do verbo, do adjetivo e do próprio advérbio. Classificação dos Advérbios De acordo com a circunstância que exprime, o advérbio pode ser de: Adverbio de Lugar: Aqui dentro, ali, adiante, fora, acolá, atrás, além, lá, detrás, aquém, cá, acima, onde, perto, aí, abaixo, aonde, longe, debaixo, adentro, afora, embaixo, externamente... Ex. Daqui a pouco, ele vai estar numa novela! – isso não é advérbio e sim uma locução adverbial (conjunto de palavras que tem a mesma função). Locução adverbial é quase a mesma coisa de adverbio, só que o advérbio é apenas UMA palavra, a locução é uma frase. O que de mais saboroso provei de lá, contudo, não foi fast-food nem era uma especialidade local. ...pensando mais na performance de seu produto dentro dos caminhões do que em cima dos pratos... Circunstancia de lugar. Advérbios de Tempo: Hoje, logo, ontem, tarde, outrora, amanhã, cedo, dantes, depois, ainda, antigamente, antes, nunca, jamais, agora, sempre, já, breve, constantemente, imediatamente, primeiramente, provisoriamente... Dia dessas, fui ouvir as mensagens do celular – locução adverbial. ...e agora quer começar uma carreira médica. ...a velhice atualmente pode ser sinônimo de vida ativa. ...voltei dois quilos mais gordo e, ainda no avião, fiz promessa... ...a arrogância da modernidade, mostrava como a nossa imperfeição pode ser, as vezes, uma forma de salvação – locução de tempo. Tanto advérbio como locução adverbial (é um adjunto adverbial. Advérbio de Modo: Bem, mal, assim, melhor, pior, depressa, devagar, às pressas, às claras, às cegas, à toa, à vontade, às escondidas, aos poucos, desse jeito, desse modo, dessa maneira, em geral, frente a frente, lado a lado, a pé, de cor, em vão e a maior parte dos que terminam em “ente”: calmamente, tristemente, propositadamente, simplesmente... Ex. Preciso falar urgentemente com o senhor! Com calma, tentei explicar que, antes de mais nada, era preciso estudar para ser atriz. ...podemos facilmente perceber que o que pensam os sábios... ...mesmo que os ensinamentos não possam ser apresentados com rigor cartesiano. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números são encontravam muito espaço... Sentia-se à vontade na casa dos sogros. Advérbio de Afirmação: Sim, certamente, realmente, decerto, efetivamente, principalmente, decididamente, deveras, indubitavelmente. Ex. Ele tem 80 anos. Isto mesmo, 80. E a minha mãe certamente estaria presa... Com certeza haverá uma segunda chamada para os concursados. Advérbio de Negação: Não, nem, nunca, jamais, de modo algum, de forma nenhuma, tampouco, de jeito nenhum. Ex. Seria bom não sentir magoa, tampouco, tanto rancor. Advérbio de Dúvida: Acaso, porventura, possivelmente, provavelmente, quiçá, talvez... Ex. “Provavelmente, seria exibido em uma jaula...” O médico disse que talvez realize a cirurgia ainda hoje. Advérbio de Intensidade: Muito, demais, pouco, tão, bastante, mais, menos, quão, tanto, que (equivale a quão), tudo, nada, todo, quase, de todo, de muito, por completo, extremamente, intensamente, grandemente, bem (quando aplicado a propriedades graduáveis, ex. ele está bem – ele está tão bem, quando é trocado por “tão”. Ex. - Obrigada por ser tão grosseiro! E desligou o telefone. ...essa etapa importante da vida possui uma receita mais simples ainda... ... e não podemos medir esforços para deixa- la muito doce, macia e suculenta. O mundo seria bem melhor se ela parassem de pensar nelas mesmas... Advérbios de Exclusão: Apenas, exclusivamente, salvo, senão, somente, só, unicamente. Ex. ...esses benefícios apenas poderão ser conquistados se a velhice... Só de “o melhor hambúrguer do mundo”, consegui umas sete sugestões Advérbios de Inclusão: Ainda, até, mesmo, inclusivamente, também. Ex. A legislação que virá e a retomada nas vendas precisam gerar também um ciclo de renovação... Adjetivos que funcionam como advérbios Rápido/fácil/baixo/alto/claro Adjetivo ou advérbio (não varia)? Ex. aula rápida. Ex. provas fáceis. Ex. pessoa baixa. O adjetivo flexiona-se, ou seja, ele varia; já o advérbio não se apresenta passível de tais mudanças, haja vista que ele se caracteriza como uma classe invariável. A aluna respondeu feliz à pergunta do professor. O termo feliz seria um adjetivo ou um advérbio de modo? Devemos, primeiramente, analisar se cabe ao enunciado a flexão que lhe é correspondente, assim manifestada: As alunas responderam felizes à pergunta do professor. Cabe ressaltar, portanto, que se trata de um adjetivo, pois ele varia. O professor falava baixo, fato que dificultava a compreensão dos alunos. Temos agora um termo que se encontra diretamente relacionado ao verbo (falava) e que não admite flexão. Logo, trata-se de um advérbio. O advérbio AINDA – tempo A Carla ainda está passeando com os cachorros. O bebê ainda vai nascer. A artista não terminou de pintar o retrato, ainda está fazendo o esboço. O advérbio ainda é de tempo, certo? Júlio almoçou cedo e ainda estendeu a roupa antes de sair. Nessa frase, o advérbio ainda estabelece sentido de inclusão. Exclusão também dão ideias de restrição. Ainda é advérbio de tempo, mas ele pode ser usado no sentido de também se tornando advérbio de inclusão. Veja: Advérbio ou você isola com a virgula, ou não coloca nada. Preposição é a classe de palavras que estabelece uma relação entre dois ou mais termos da oração. Ex. Os amigos de Isabel estranharam o seu jeito de vestir. Esse “de” tem ideia de posse, pois são os amigos de Isabel. Ela esperou com tranquilidade o resultado. Esse com dá ideia de modo, esperou tranquilamente, inicia um adjunto adverbial de modo. As preposições se combinam a outras palavras da língua (contração): De + o = do. Por + a = pela Por + o = pelo Em + uma = numa As palavras da língua portuguesa que atuam exclusivamente como preposição são chamadas de preposições essenciais, são elas: A, antes, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, per, perante, por, sem, sob, sobre, trás. Ex. Não vá sem mim ao teatro. Preposição sem dá ideia de ausência. Combinação e contração da preposição: Quando as preposições a, de, em e per unem-se a certas palavras, formando um só vocábulo, essa união pode ser por: Ex. eles foram ao museu – esse ao dá ideia de direção. Combinação: Por exemplo: preposição a + artigo masculino o = ao / preposição a + artigo masculino os = aos. Contração: As preposições de e em, por exemplo, formam contrações com os artigos e com diversos pronomes. Veja: Do, dos, da, das, num, nuns, numa, numas, disto, disso, daquilo. Em + a =na Em + aquilo = naquilo De + aquela = daquela De + onde = donde As formas pelo, pela, pelos, pelas resultam da contração da antiga preposição per com os artigos definidos. Per + o = pelo Ex. me mande isso por e-mail. Ex. me mande isso pelo e-mail. Principais relações estabelecidas pelas preposições Lugar – estou em casa. Tempo – eu viajei durante as férias Modo ou conformidade – vamos escolher por sorteio. Causa – estou tremendo de frio Assunto – não gosto de falar sobre política. Fim ou Finalidade – eu vim para ficar Instrumento – Paulo feriu-se com a faca. Companhia – hoje vou sair com meus amigos. Meio – voltarei a andar a cavalo. Matéria – devolva-me meu anel de prata. Posse – este é o carro de João. Oposição – O flamengo jogou contra Fluminense. Origem – você descende de família humilde. Destino ou direção – olhe para frente. É só na frase que você irá ver qual será, pois tem que relacionar com a frase e qual ela será cabível. A preposição “sem” da ideia de ausência, e ao mesmo tempo dá ideia de modo, como no caso de “sem cuidado” pois ela se torna a palavra descuidadosamente, veja: São pronomes relativos aqueles que representam nomes já mencionados anteriormente e com os quais se relacionam. Introduzem as orações subordinadas adjetivas. Ex. O racismo é um sistema que afirma a superioridade de um grupo racial sobre outros. O antecedente do pronome relativo pode ser o pronome demonstrativo o, a, os, as. O pronome que pode ser substituído por o qual, a qual, os quais, as quais, quando seu antecedente for um substantivo. Ex. O trabalho que eu fiz refere-se à corrupção – o qual. - A cantora que acabou de se apresentar é péssima – a qual. - Os trabalhos que eu fiz referem-se à corrupção – os quais. - As cantoras que se apresentaram eram péssimas – as quais. O que só pode ser trocado por o qual, a qual, os quais, as quais, representando o termo antecedente. Ex. Os trabalhos (termo antecedente) que (pronome relativo) eu fiz. O pronome “cujo” não concorda com o seu antecedente, mas com o consequente. Equivale a do qual, da qual, dos quais, das quais. Ex. Este é o caderno cujas folhas estão rasgadas. Cujo – próxima palavra deve ser masculino Cuja – próxima palavra deve ser feminina. Cujos – próxima palavra deve ser masculina no plural. Cujas – próxima palavra deve ser feminina no plural. “Cujo” tem ideia de posse. Ex. A arvore cujos galhos foram cortados está florida. – Ex. Conheço um rapaz cuja mãe viajou para Paris. “ONDE” como pronome relativo, sempre possui antecedente e só pode ser utilizado na indicação de lugar. A casa onde morava foi assaltada. Pode ser trocado por: Onde = em que você troca para: - no qual - na qual - nos quais - nas quais. Ex. visitei as cidades onde meu amigo trabalhou – onde pode ficar: em que ou nas quais. Regência no Pronome Relativo Este é o livro DE QUE tanto gosto. De que: do qual, da qual, dos quais, das quais. O cargo A QUE tanto aspiro, com certeza, será meu amanhã. A que: ao qual, à qual, aos quais, às quais – com crase. Aquela foi a melhor novela A QUE/ À QUAL assisti. A canção POR QUE me apaixonei, às vezes, me fazia chorar. Por que: pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais. O homem EM CUJA palavra acredito é você. Em que: no qual, na qual, nos quais, nas quais. Aonde para verbos que regem a preposição a. Ex. vou aonde você vai. Cheguei aonde queria. Levarei vocês aonde eu quiser ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ Pronomes Oblíquos: o, a, os, as – o verbo termina em vogal ou antes do verbo. Comprei uma revista = comprei-a Convide seus pais para a festa = convide-os para a festa. Pedro não ajudou os amigos = Pedro não os ajudou. Márcia convidou a amiga para a festa. = convidou-a para festa ou Márcia a convidou para a festa – pode ser as duas porque o verbo termina em vogal e não tem palavra atrativa. Quando o verbo termina em z, s ou r, o pronome assume a forma lo, los, la, las, ao mesmo tempo que a terminação verbal é suprimida. Você corta o z, s ou r e coloca a forma lo, los, la, las. Ex. Vamos usar os materiais = vamos usá-los. Querem vender aquela casa = querem vende-la. Fizemos o serviço = fizemo-lo. Recortamos as fotos = recortamo-las. Fiz o trabalho = Fi-lo Por mais feio que fique, é assim que funciona. Não fiz o trabalho – não o fiz. Quando o verbo termina em som nasal (am, em, ão e õe), o pronome assume as formas no, nos, na, nas. Convidaram o sindico para a festa = convidaram-no para a festa. Comprem essas flores amanhã = comprem- nas amanhã. Ele põe a carteira sobre a mesma = ele põe- na sobre a mesa. O lhe é o único pronome oblíquo átono que já se apresenta na forma contraída, ou seja, houve a união entre o pronome e preposição a ou para. Por acompanhar diretamente uma preposição, o pronome lhe exerce a função de objeto indireto na oração. Ex. Enviei os documentos para o secretário. Enviei-lhe os documentos – enviei para ele os documentos. Paguei a conta ao gerente. Paguei-lhe a conta – paguei a ele a conta. Lhe – a ele ou para ela. Lhes – a eles ou para eles. Se for feminino ficará dessa forma: Paguei a conta à gerente – paguei-lhe a conta – paguei a conta para ela. Esta casa não pertence a vocês – esta casa não lhes pertence – verbo pertencer rege a preposição a. Então só uso o lhe/lhes se reger a preposição a ou para. Assistir novamente as questões – a continuação delas. Indicativo: indica uma certeza, uma realidade. – Eu sempre estudo. Subjuntivo: indica uma dúvida, uma hipótese, uma possibilidade – talvez eu estude amanhã. Presente do subjuntivo Ex. se eu estudasse – pretérito do subjuntivo. Imperativo: indica uma ordem, um pedido – Estuda agora, menino. Pretérito Pretérito Imperfeito do Indicativo Expressa um fato que não foi completamente terminado (ou fatos passados que ocorreram de forma contínua, habitual, no passado). Ex. Ele estudava as lições quando foi interrompido - quando o vi, cumprimentava-o O tempo imperfeito pode indicar processos frequentes e repetidos: - Sempre que saía, trancava todas as portas. Repetia no passado, sempre dormia, sempre trancava, sempre jogava, etc.... Pretérito Perfeito do Indicativo Expressa um fato que foi totalmente terminado (fatos que foram concluídos no passado). Ex. Ele estudou as lições ontem à noite. - Quando o vi, cumprimentei-o. O aspecto é perfeito, pois o processo está concluído. Totalmente concluído/terminado: eu joguei, eu brinquei, eu terminei etc. Pretérito Mais que Perfeito do Indicativo Expressa um fato ocorrido antes de outro fato já terminado. Ex. Ele já tinha estudado as lições quando os amigos chegaram. Ele já estudara as lições quando os amigos chegaram. Quando atingimos o topo da montanha, encontramos a bandeira que ele fincara (ou havia fincado) dois dias antes. Ele dormirá, ele sairá, modo indicativo, sempre trocar por essas duas expressões: ele falará a verdade, significa dizer que: ele já tinha/havia falado a verdade. Quando o carteiro chegou eu esperará a10 dias – quando o carteiro chegou eu já tinha esperado. Quando chegamos lá, a loja já fechara. Geralmente substituímos esta conjugação por outra composta: Quando chegamos lá, a loja já tinha fechado. Pretérito Imperfeito do Subjuntivo Expressa um fato passado, mas posterior a outro já ocorrido. Ex. Eu esperava que ele vencesse o jogo. O pretérito imperfeito é também usado nas construções em que se expressa a ideia de condição ou hipótese. Ex. Se ele viesse ao clube, participaria do campeonato. Viesse, falasse, chamasse, dançasse, estudasse. Presente do Indicativo e Presente do Subjuntivo Presente do indicativo: Expressa um fato atual. Eu estudo neste colégio. Presente do Subjuntivo: Enuncia um fato que pode ocorrer no momento atual. É conveniente que estudes para o exame Faço isso sempre – presente do indicativo. Falo isso sempre – presente do indicativo. É provável que ele faça isso sempre - presente do subjuntivo É provável que ele jogue – presente do subjuntivo Futuro do presente do indicativo: Enuncia um fato que deve ocorrer num tempo vindouro com relação ao momento atual. (rei/ rás/ rá/ remos/ rei/ rão). Ele estudará as lições amanhã. Ele jogará, venderá, falará. Futuro certeza. Futuro do Pretérito do Indicativo: enuncia um fato que pode ocorrer posteriormente a um determinado fato passado. Futuro da possibilidade/ hipótese. (ria, rias, ria, riamos, ríeis, riam) Ele disse que não viajaria nas férias. Também é utilizado para indicar uma ação hipotética. Expressa também uma possibilidade. Futuro do Subjuntivo: enuncia um fato que pode ocorrer num momento futuro em relação ao atual. Quando ele vier à loja, levará as encomendas. O futuro do subjuntivo é também usado em frases que indicam possibilidade ou desejo. Se ele vier a loja, levará as encomendas. Se ele puser o dinheiro no bolso, não o perderá. Futuro do subjuntivo: Quando eu falar, quando tu falares, quando ele falar, quando nós falarmos, quando vós falardes, quando eles falarem. Se os funcionários mantiverem a greve. Se o sindicato propuser um acordo, os funcionários acatarão a decisão. Se você vir as meninas, diga que estou com saudades. Se a testemunha depuser contra o réu, provavelmente ele será condenado. Se o aluno obtiver êxito na avaliação, será aprovado. Verbo ter e seus derivados – manter, mantiverem. Correlações verbais corretas Presente do indicativo + presente do subjuntivo: - Exijo que você faça o dever. Futuro do subjuntivo + futuro do presente do indicativo: - Se você fizer o dever, eu ficarei feliz. - Quando você fizer o dever, dormirei. Pretérito imperfeito do subjuntivo + futuro do pretérito do indicativo: - Se você fizesse o dever, eu leria suas respostas. Imperativo A ação transmitida por um verbo no imperativo é um pedido, convite, exortação, ordem, comando, conselho ou súplica. O imperativo se divide em imperativo afirmativo e imperativo negativo, sendo conjugados de forma diferente. Em ambos não existe flexão na 1ª pessoa do singular (eu). Para com essa brincadeira. Jogue o lixo fora, por favor. Resolva esse problema rápido. Saia da frente! Dúvidas no uso do imperativo O principal erro na utilização do imperativo está relacionado com a confusão existente entre a 2ª pessoa do discurso (tu) e a 3ª pessoa do discurso (você) Formas imperativas para tratamento com você (3ª pessoa): Vá Dê Faça Diga Veja venha parta beba Ouça sorria Formas imperativas para tratamento com tu (2ª pessoa): Vai Dá Faz Diz Vê Vem Parte Bebe Ouve Sorri Verbo ver no futuro do substantivo. Mais que perfeito acontece antes, por isso a resposta é a alternativa A, acima. Fazer o resto das questões dessa aula de verbos, depois de estudar. Regra Geral (Sujeito simples) O verbo concorda com o núcleo do sujeito. Exemplos: O uso dos aparelhos celulares atrapalha o andamento do serviço. Chegaram, para ajudar o nosso secretário, todos os materiais solicitados. Existem, no país do futebol, pessoas pedindo esmolas na rua. Essas medidas são necessárias para que diminuam os acidentes nas estradas. Encontram-se nas ruas das grandes cidades muitas pessoas pedindo esmolas. Sempre olhar o verbo e ele deve se relacionar com o núcleo do sujeito. Regra Geral (sujeito composto) a) Anteposto ao verbo: o verbo é conjugado no plural. Ex. O uso e a destinação correta do lixo evitaria que ele fosse despejado em aterros. b) Proposto ao verbo: o verbo também é conjugado no plural, ou pode concordar apenas com o núcleo mais próximo. Ex. Reinam no Brasil a impunidade e a violência. OU Reina no Brasil a impunidade e a violência. Sujeito composto – verbo no plural. Quando sujeito estiver depois do verbo pode concordar com o núcleo mais próximo. Verbos Impessoais (oração sem sujeito) Os verbos impessoais sempre são conjugados n 3ª pessoa do singular (não tem plural). Havendo no sentido de existir/acontecer; Fazer e haver indicando tempo. Ex. Havia muitas pessoas naquela sala; Há muitas pessoas naquela sala; Haverá muitas pessoas naquela sala; Haveria muitas pessoas naquela sala; Houve várias reclamações durante a reunião. Faz quinze anos que ele parou de estudar. Verbo fazer não vai para plural conjugando tempo. Locuções Verbais Vai haver muitas pessoas naquela sala; Pode haver muitas pessoas naquela sala; Deve haver muitas pessoas naquela sala; OBS. Em locução verbal nos casos acima, o verbo auxiliar (vai, pode, deve haver) herda esta impessoalidade (não tem plural). Lembre-se que o verbo existir não faz parte da regra: Vai fazer quinze anos que ele parou de estudar. Deve haver indícios de fraude. Existem sérios problemas na cidade; Devem existir problemas na cidade. O verbo e a partícula “se” No caso em que a palavra “se” é índice de indeterminação do sujeito, o verbo deve ser conjugado na 3º pessoa do singular, nunca vai para o plural. Acredita-se em falsas promessas. Tratava-se de sérios assuntos. Vive-se bem fora das grandes cidades. Trata-se de vários problemas. Verbo transitivo indireto, pois ele pode uma preposição (em, de, com), esses verbos não vão para o plural. No caso em que a palavra “se” é partícula apassivadora, o verbo deve ser conjugado concordando com o sujeito da oração. Sujeito Construiu-se um novo edifício – singular singular. Construíram-se novos edifícios – plural plural. Percebeu-se o erro cometido – percebi o erro cometido. Perceberam-se os erros cometidos – os erros cometidos foram percebidos. Porcentagem no Sujeito Quando o sujeito é formado por uma expressão que indica porcentagem seguida de substantivo, o verbo pode concordar com o número ou com o substantivo. Ex. Sujeito Substantivo 25% do orçamento do país deve/devem destinar-se à Educação. 85% dos entrevistados não aprovam a administração do prefeito. 1% do eleitorado aceita a mudança. 1% dos alunos faltaram/faltou à prova. 0,5% dos eleitorado votou nulo. Pra ser plural tem que ser de 2 pra cima. Sujeito Coletivo Se o coletivo estiver especificado, o verbo pode ser conjugado no singular ou no plural. Ex. A multidão de desempregados ultrapassou o limite. A multidão de desempregados ultrapassaram o limite. O sujeito combina com o singular e com o plural. Um bando de aves invadiu/invadiram o meu quarto Expressão Partitiva no Sujeito O verbo pode ser usado no singular ou no plural em coletivos partitivos, tais como “a maioria de”, “a maior parte de”, “metade de”. EX. Grande parte dos presentes se retirou. Grandeparte dos presentes se retiraram. A maioria dos funcionários aprovou e/ou aprovaram a proposta. Dupla possibilidade de concordância. Pronome relativo “que” O verbo deve concordar com o antecedente do pronome “que”. Fui eu que paguei a conta. Foste tu que pagaste a conta. Foi ele que pagou a conta. Amigos, vizinhos e parentes, o que mais me atrapalhou. Neste caso deve seguir o que, ficando no singular, mesmo que as palavras antecedentes estejam no plural. Pronome relativo “quem” O verbo pode ser conjugado na terceira pessoa do singular ou pode concordar com o antecedente do pronome “quem”. Fui eu quem quebrou o vaso. Fui eu quem quebrei o vaso. Fomos nós quem pagou/pagamos a conta. O quem pode concordar com ambas. Fazer as questões dessa aula. Regra Geral 1- O adjetivo concorda cem gênero e número quando se refere a um único substantivo. Ex. As ruas vazias denunciavam o sentimento do povo. 2- Quando o adjetivo se refere a vários substantivos, a concordância pode variar. Podemos sistematizar essa flexão nos seguintes casos: a) Adjetivo anteposto aos substantivos: O adjetivo concorda em gênero e número com o substantivo mais próximo. Ex. Encontramos abandonadas as casas e os alojamentos. Encontramos abandonada a casa e o alojamento. Encontramos abandonados os alojamentos e a casa. Predicativo do Sujeito: Quando o adjetivo imediatamente anteposto a dois ou mais substantivos funcionar como predicativo do sujeito, deverá concordar com a soma dos elementos. Ex. Sujeito Predicativo Preocupados, o operário e a esposa saíram para o trabalho. Adjetivo proposto a dois ou mais substantivos Adjetivo proposto aos substantivos: O adjetivo concorda com o substantivo mais próximo ou com todos eles (assumindo forma masculino plural se houver substantivo feminino e masculino). Ex. A secretária comprou gravata e terno italiano. A secretária compro terno e gravata italiana. A secretária comprou gravata e terno italianos. Anexo – Mesmo – Quite Essas palavras adjetivas (masculino, feminino, singular e plural), concordam em gênero e número com o substantivo ou pronome a que se referem. Anexo/ anexa/ anexos/ anexas. Mesmo/ mesma/ mesmos/ mesmas. Quite/ quites. Ex. Segue anexas as planilhas. Elas mesmas virão conversar conosco. Seguem anexos os papéis solicitados. Pedro está quite com a receita. Bastante – Bastantes Bastante – significa muito ou muita Bastantes – muitos ou muitas Essas palavras são invariáveis quando funcionam como advérbios. Concordam com o nome a que se referem quando funcionam como adjetivos, pronomes adjetivos ou numerais. Ex. As alunas estavam bastante (muito) ansiosas (advérbio, pois não varia). Há bastantes (muitas, várias) pessoas insatisfeitas com a festa (pronome adjetivo). Resolvemos bastantes (muitos) problemas. Meio – Meia a) A palavra “meio”, quando empregada como adjetivo, concorda normalmente com o nome a que se refere. Ex. Ela comeu meia maça e meia porção de polentas. Havia meia laranja na geladeira. b) Quando empregada como advérbio (modificando um adjetivo) permanece invariável. Ex. A mulher está meio cansada. Eles estavam meio ansiosos. É proibido – É necessário – É bom – É permitido a) Essas expressões, formadas por um verbo mais um adjetivo, ficam invariáveis se o substantivo a que se referem possui sentido genérico (não vier precedido de artigo). Ex. É Proibido entrada de vendedores. É necessário paciência. Agua é bom. Não é permitido saída pelas portas laterais. Mesmo que as palavras sejam femininas, não possui artigo por isso continua invariável. b) Quando o sujeito dessas expressões estiver determinado por artigos, pronomes ou adjetivos, tanto o verbo como adjetivo concordam com ele. Ex. É proibida A entrada de vendedores. Esta agua é boa. A paciência é necessária. Resolver as questões dessas aulas. ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ Ligam termos semelhantes (desempenham a mesma função sintática) ou orações Ex. A adolescente segurou a boneca e a abraçou quando os pais saíram de seu quarto. O “e” entre segurou e abraçou é uma conjunção e o “quando” entre abraçou e saíram também é uma conjunção. Coma batata frita ou pizza. Observações: Frase: é todo enunciado que vai até o ponto e contém sentido. Ex. Que chato! Psiu! – frase nominal A professora é hiperativa – frase verbal. Frase pode ser nominal (não tem verbo) ou verbal (tem verbo). Oração: é toda estrutura frasal que contem verbo. Ex. A professora mencionou que a banca Vunesp adora as conjunções. Neste caso, temos duas orações. Período: pode ser simples/oração absoluta (quando contiver apenas uma oração) ou composto (haverá duas ou mais orações), havendo o composto teremos subdivisão: Composto por Coordenação: origem as orações coordenadas Composto por subordinação: origem as orações subordinadas. Ex. no ano vigente, ainda há pessoas que acreditam no amor – há duas orações então é um período composto. Os alunos amam língua portuguesa período simples, pois tenho um verbo e uma oração. As conjunções irão introduzir orações subordinadas substantivas e as adverbiais. E Introduzem também orações coordenadas sindéticas. As conjunções são invariáveis, não tem função sintática, mas possuem valores semânticos trazendo sentido ao texto. Subordinadas apresenta relação de dependência, possui valor sintático. Ex. Thais comentou que a banca Vunesp ama os valores semânticos das conjunções Coordenada é independente se relacionam mas uma não depende da outra para obter o sentido completo. EX. os alunos reclamam da disciplina, mais amam a aula. Se eu inverter não fará sentido. São orações que se relacionam mas uma não depende da outra para entender. Subordinadas adverbias: são dependentes possuem valor sintático e valor semântico. Em 95% dos casos são flexíveis. Ex. quando o vi, meu mundo parou. Posso fazer uma inversão, e não haverá mudança de sentido. Subordinada substantiva: introduzidas por conjunções integrantes sendo elas o que/ se Subordinada adjetiva: pronome relativo Subordinada adverbial Conjunção adverbial, introduzem as orações subordinadas adverbiais. Possuem valor de circunstância. Dividem-se em nove valores (macete: seis coca no tempo finalda prova): a) Causais: introduzem uma oração que é casa da ocorrência da oração principal. São elas: porque, que, como (=porque, no início da frase), pois que, visto que, uma vez que, portanto, já que, desde que, etc. Ex. ele não fez a pesquisa porque não dispunha de meios. Já que o shopping está fechado, vou ao teatro. Como não se interessa por arte, desistiu do curso. Como sendo uma conjunção causal só aparece no início do período, vai expressar introduzir valor de causa e pode ser substituído por já que. Já que não se interessa por arte, desistiu do curso. b) Concessivas (oposição que não anula o fator principal): introduzem uma oração que expressa ideia contrária à da principal, sem, no entanto, impedir sua realização. São elas: embora, ainda que, apesar de que, se bem que, mesmo que, por mais que, posto que, conquanto, etc. Por exemplo: Embora fosse tarde, fomos visita-lo. Eu não desistirei desse plano mesmo que todos me abandonem. Não anula o fato que eu não irei desistir, mesmo que todos me abandonem. c) Condicionais/oportunidade: introduzem uma oração que indica a hipótese ou a condição para ocorrência da principal. São elas: se, caso, contanto que, salvo se, a não ser que, desde que, a menos que, sem que, etc. Ex. Se precisar de minha ajuda, telefone-me. Não irei ao escritório hoje, a não ser que haja algum negócio muito urgente. Se você demorar, não vai comer pizza. d) Conformativas: introduzem uma oração em que se exprime a conformidade de um fato com o outro. São elas: conforme, como (= conforme), segundo, consoante, etc. Ex. O passeio ocorreu como havíamos planejado Arrume a exposição segundo as ordens do professor. e) Finais: introduzem uma oração que expressa a finalidade ou o objetivo com que se realiza a principal. São elas: para que, a fim de que, que, porque (=para que), que, etc. Ex. Toque o sinal para que todos entrem no salão. Aproxime-se a fim de que possamos vê-lo melhor. f) Proporcionais: introduzem uma oração que expressa um fato relacionado proporcionalmente à ocorrência da principal. São elas: à medida que, à proporção que, ao passo que e as combinações quanto mais (mais), quanto menos (menos), quanto menos...(mais), quanto menos... (menos), etc. Ex. O preço fica mais caro à medida que os produtos escasseiam. Quanto mais reclamava menos atenção recebia. g) Temporais: introduzem uma oração que acrescenta uma circunstância de tempo ao fato expresso na oração principal. São elas: quando, enquanto, antes que, depois que, logo que, todas as vezes que, desde que, sempre que, assim que, agora que, mal (=assim que) etc. Ex. A briga começou assim que saímos da festa. A cidade ficou mais triste depois que ele partiu. h) Comparativas: introduzem uma oração que expressa ideia de comparação com referência à oração principal. São elas: como, assim como, tal como, como se, (tão)...como, tanto como, tanto quanto, do que, quanto, tal qual, que nem, que (combinado com menos ou mais) etc. Ex. O jogo de hoje será mais difícil que o de ontem. Ele é preguiçoso tal como o irmão. I) Consecutivas: introduzem uma oração que expressa a consequência da principal. São elas: de sorte que, de modo que, sem que (=que não), de forma que, de jeito que (tendo como antecedente na oração principal uma palavra como tal, tão, cada, tanto, tamanho) etc. Ex. Estudou tanto durante a noite que dormiu na hora do exame. A dor era tanta que a moça desmaiou. Conjunções coordenativas: Vão introduzir as orações coordenadas sindéticas. Não tem função sintática; - são sempre invariáveis; Coordenada assindética: não possui conjunção/conectivo Coordenada Sindética: possui conjunção, se subdivide-se em cinco tipos: a) Aditivas: ligam orações ou palavras, expressando ideia de acrescentamento ou adição. São elas: e, nem (= e não), não só... mas também, não só...como também, bem como, não só...mas ainda. Ex. A sua pesquisa é clara e objetiva. Ela não só dirigiu (assindética) / a pesquisa como também escreveu o relatório. – sindética. b) Adversativas: ligam duas orações ou palavras, expressando ideia de contraste ou compensação. São elas: mas, e, que porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante. Ex. Tentei chegar mais cedo, porém não consegui. c) Alternativas: ligam orações ou palavras, expressando ideia de alternância ou escolha, indicando fatos que se realizam separadamente. São elas: que...que, ou...ou, ora...ora, já...já, quer...quer, seja...seja, talvez...talvez. Ex. Ou eu escolho agora, ou fico sem presente de aniversário. d) Conclusivas: ligam a oração anterior a uma oração que expressa ideia de conclusão ou consequência. São elas: logo, pois (depois do verbo), portanto, por conseguinte, por isso, assim. Ex. Marta estava bem preparada para o teste, portanto não ficou nervosa. e) Explicativas: ligam a oração anterior a uma oração que a explica, que justifica a ideia nela contida. São elas: que, porque, pois (antes do verbo), porquanto. Ex. Não demore (ordem), que o filme vai começar (justificativa). Amanheceu porque o Felipe já acordou. ANOTAÇÕES ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ Análise sintática. Sujeito Identificado na oração por meio do verbo ou da locução verbal. Sujeito determinado: quando o sujeito é identificado na oração. Nesse caso, o sujeito pode ser simples, composto ou oculto (elíptico). Sujeito indeterminado: quando o sujeito não é identificado na oração. Sujeito inexistente: quando as orações são construídas com verbos impessoais, os quais não admitem agentes de ação. Sujeito simples: é formado por um núcleo, ou seja, um termo principal Muitas (adjunto adnominal – junto do nome) pessoas (núcleo do sujeito) ainda usam (verbo transitivo direto – precisa de um objeto direto) o telefone fixo. Os meus melhores (adjunto adnominal) amigos (núcleo do sujeito) moram (verbo intransitivo indireto) em Santa Catarina (adjunto adverbial de lugar). Sujeito composto: é aquele formado por dois ou mais núcleos. O uso e a destinação correta do lixo evitariam (verbo transitivo direto) grandes problemas (objeto direto). Reinam (verbo indireto) no Brasil (adjunto adverbial de lugar) a impunidade e a violência (sujeito composto, tem dois núcleos). Sujeito oculto (elíptico/desinencial/subentendido): o sujeito oculto, também chamado de elíptico, desinencial ou implicto, é aquele que não está declarado na oração. Viajaremos (nós) para a Itália amanhã. Estou (eu) estudando muito ultimamente. Sujeito indeterminado: é aquele que não podemos identificar o agente da ação, nem pelo contexto, nem pela terminação verbal do enunciado. - com verbo na 3ª pessoa do plural que não se refere a nenhum substantivo citado anteriormente na oração. Assaltaram o posto de gasolina ontem. Eu não sei quem é o agente que assaltou o posto. - com pronome “se” e verbo intransitivo, transitivo indireto ou de ligação na 3ª pessoa do singular (de modo que não se consegue identificar quem pratica a ação): Precisa-se de funcionários Vive-se bem fora das grandes cidades. Era-se feliz naquele tempo. O pronome “se” nas frases acima é classificado como índice de indeterminação do sujeito. Acredita-se em papainoel. Sujeito Inexistente (oração sem sujeito) Nas orações sem sujeito, o sujeito é inexistente uma vez que elas são constituídas por verbos impessoais. 1-Os verbos que indicam fenômenos da natureza: amanheceu, anoiteceu, choveu, nevou, ventou, trovejou, etc. Choveu muito ontem à noite. Ventava um pouco aqui. 2-O verbo haver quando empregado com sentido de existir, acontecer e indicando tempo passado. Havia trinta pessoas na sala. Houve várias discussões durante a reunião. Há duas semanas que não chove. 3-Os verbos ser, fazer, haver, estar, ir e passar indicando tempo ou distância. Faz duas semanas que não chove. Está muito calor em Manaus São três e meia da tarde. Daqui ao colégio, são dois km. Transitividade Verbal e Termos Integrantes da Oração Transitividade verbal: a classificação segundo a transitividade verbal abrange o verbo intransitivo, o transitivo e o verbo de ligação. Verbo transitivo: o verbo transitivo exige complementação (objeto direto ou indireto). Sem o complemento, a oração não apresenta significado. Ex. Ela comprou flores (objeto direto). Transita entre o sujeito e o objeto. Verbo transitivo direto: acompanha um objeto sem a preposição como obrigatória, sendo um objeto direto. Ex. O sujeito comprou os livros de leitura obrigatória. O maratonista percorreu os 30 quilômetros da prova. Verbo transitivo indireto: é aquele que, obrigatoriamente, deverá apresentar o complemento com a preposição. Ex. O homem obedeceu ao chefe. Acreditar em... Desconfiar de... Concordar com... Verbo transitivo direito e indireto: o verbo transitivo direto-indireto representará aquele que acompanha dois objetos, um acompanhado de preposição (objeto indireto) e um não acompanhado de preposição (objeto direto). Ex. O noticiário dedicou um bloco (direto) ao fato (indireto). Não paguei o boleto (direto) ao gerente (indireto). O empresário pagou aos funcionários um bom salário. Verbo intransitivo: é aquele cujo sentido é completo. Não se faz necessário o complemento (o objeto) pata compreensão da oração. Ex. O homem dormiu. Verbo de ligação (ser/ estar/ ficar/ continuar/ permanecer): apesar de, necessariamente, não estar presente na transitividade verbal, o verbo de ligação é importante para compreensão do conceito. Isso porque ele será indispensável para compreender a relação entre um atributo/predicativo (característica do sujeito) do sujeito e o próprio sujeito, abrangendo sempre o estado de algo ou sua mudança. O homem (sujeito) é (verbo de ligação) bonito (predicativo). O homem está bonito. O homem ficou bonito. Os garimpeiros estão cansados. Liga o sujeito ao predicativo do sujeito. Predicado Muitas pessoas ainda usam o telefone fixo. Os meus melhores amigos moram em santa catarina. O uso e a destinação correta do lixo evitariam grandes problemas no meio ambiente. Viajaremos para a Itália amanhã. Assaltaram o posto de gasolina ontem. Choveu muito ontem à noite. Ventava um pouco aqui. Tipos de predicado: de acordo com seu núcleo significativo, os predicados são classificados em três tipos: Predicado verbal: indica uma ação, sendo constituída por um núcleo, que é um verbo nocional (verbo que indica uma ação). Nesse caso, não há presença de predicativo do sujeito: O rapaz (sujeito) alugou (verbo transitivo direta) um apartamento em Curitiba (objeto direto). Ninguém acreditava (verbo transitivo indireto) em você (objeto indireto). As pessoas morreram naquele acidente. Predicado nominal: indica estado ou qualidade, sendo constituído por um verbo de ligação (verbo que indica estado) e o predicativo so sujeito (complementa o sujeito atribuindo-lhe uma qualidade). Os garimpeiros estavam (verbo de ligação) cansados (predicativo do sujeito) = predicado nominal. Os garimpeiros ficaram cansados. Os garimpeiros continuavam cansados. Os garimpeiros permaneciam cansados. Os garimpeiros andavam cansados. Predicado verbo-nominal: ao mesmo tempo que indica ação do sujeito, informa sua qualidade ou estado, sendo constituído por dois núcleos: um nome e um verbo. Nesse caso, há presença de predicativo do sujeito ou predicativo do objeto (complementa o objeto direto ou indireto, atribuindo-lhes uma característica). Os funcionários (sujeito) trabalharam (verbo intransitivo) satisfeitos (predicativo do sujeito). O júri (sujeito) considerou (verbo transitivo direto) os réus (objeto direto) inocentes (predicativo do objeto). Preocupados, os jornalistas foram (verbo intransitivo) ao fórum (adjunto adverbial de lugar). ANOTAÇÕES ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ Adjunto adverbial: lugar, tempo, modo, causa, intensidade e etc.... Ajunto adnominal: junto do núcleo do sujeito ou do objeto; Aposto Vocativo: chamamento Os termos acessórios da oração apresentam função secundária na construção das orações. Eles possuem a função de determinar os substantivos exprimindo circunstâncias, são eles: adjunto adverbial, adjunto adnominal, aposto e vocativo. Adjunto Adverbial Os adjuntos adverbiais são classificados em: modo, tempo, intensidade, dúvida, finalidade, lugar, concessão, causa, condição entre muitos outros: A mãe abriu, lentamente, a porta do quarto da ilha. Sujeito: mãe Objeto direto: a porta Amanhã, a funcionária virá ao escritório assinar o contrato. Adjunto adverbial de tempo. Eles estudaram muito este assunto. Adjunto adverbial de intensidade. Talvez você possa me compreender... adjunto adverbial de dúvida Meu irmão faz natação todos os dias. Adjunto adverbial de tempo Não falamos sobre política. Adjunto adverbial de assunto. Adjunto Adnominal É o termo que indica o agente da ação, de forma que caracteriza, modificam determina ou qualifica o nome ao qual se refere (substantivo): Os dois alunos estudiosos resolveram aquelas difíceis questões. Resolverem: verbo transitivo indireto Os dois alunos estudiosos: sujeito simples Aquelas difíceis questões: objeto direto. Juntos do núcleo, junto do nome, adjunto adnominal. Os alunos resolveram questões fáceis. Adjunto adnominal fica dentro do sujeito e dentro do objeto. Aposto O aposto é o termo encarregado de explicar ou detalhar melhor o nome ao qual se refere, por exemplo: Aposto explicativo: serve para explicar ou esclarecer um termo da oração. Na frase, aparece destacado por vírgulas, parênteses ou travessões. Aposto explicativo deve ser isolado, por virgula, travessão ou por parênteses. Julia, a melhor aluna da turma, passou de ano com notas altíssimas. D. Alice, a vizinha do terceiro andar, está vendendo seu apartamento. Aposto Enumerativo: serve para enumerar partes constituintes de um termo da oração. Na frase, aparece separado por dois pontos ou travessão e vírgulas. Já viajei por vários países: Brasil, Argentina, Colômbia, Equador e México. Em nossos funcionário, valorizamos principalmente trêscaracterísticas: dedicação, honestidade e persistência. Aposto recapitulativo ou resumidor: serve para resumir numa só palavra vários termos da oração. (tudo/nada/ninguém/isso). Prosperidade, segurança e alegria, isso é o que eu quero para minha família. Doces, salgados, bebidas e enfeites, tudo preparado para a festa. Aposto comparativo: serve para comprar um termo da oração com alguma coisa. Na frase, aparece destacado entre virgulas. Os olhos do gato, faróis na escuridão, percorriam a mata à procura de alimento. A criança, um pequeno general, mandava na mãe e no pai. Vocativo É um termo independente da oração que não se relaciona com o sujeito ou predicado. Ele indica o chamamento ou a invocação de uma pessoa ou de um ser (interlocutor), sendo isolado por virgulas, veja: Alberto, venha até a minha sala! Você foi à escola hoje, filho? Por isso, meu amigo, não saia de casa! ANOTAÇÕES ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ___________________________________________