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ÉTICA GERAL E 
JURÍDICA 
Tutora: Mayara Sousa 
UNIDADE 1 – A ÉTICA GERAL 
• TÓPICO 1 – NOÇÕES SOBRE ÉTICA E MORAL 
• TÓPICO 2 –
DOS VALORES, PRINCÍPIOS, ESSÊNCIA, CONSCIÊNCIA 
E CONDUTA MORAL 
• TÓPICO 3 – A ÉTICA E AS RELAÇÕES HUMANAS 
NA ATUALIDADE 
Tópico 1: 
NOÇÕES SOBRE ÉTICA E MORAL 
 
 
A QUESTÃO DA ÉTICA E DA MORAL: 
• ética e a moral estão permeadas constantemente em nossas vidas; 
• a ética e a moral são mutáveis conforme a própria evolução humana e a compreensão da vida em 
sociedade. 
• a ética é o “ramo do conhecimento cuja finalidade é estabelecer os melhores critérios para o agir” 
• a ética é tida como “normas e princípios que dizem respeito ao comportamento do indivíduo no 
grupo social a que pertence” 
• é na convivência humana e social que refletimos os nossos valores éticos e morais, que foram 
construídos historicamente na sociedade e grupo social a qual fazemos parte. 
 
A QUESTÃO DA ÉTICA E DA MORAL: 
O DESENVOLVIMENTO DO SUJEITO ÉTICO-MORAL 
• Todos os homens fazem parte de uma sociedade, de um grupo social, {...} Cada grupo 
social possui diferentes características culturais e morais {...} Cada sociedade possui suas 
normas de conduta comportamental e seus princípios morais, ou seja, cada grupo social 
constituiu o que é certo e errado, o que é o bem e o mal para o seu povo, portanto, nem 
sempre o que é certo para nós pode ser certo 
para outro grupo social e vice-versa. 
• nós temos digitais diferentes, possuímos princípios éticos e morais semelhantes, mas nunca 
iguais, pois temos o livre arbítrio da escolha, segundo nossa cultura e formação intelectual. 
• a ética e a moral são os condutores para a sustentabilidade de uma sociedade mais humana, 
mais justa, mais igualitária. É o bem comum que subsidia as condições para as 
condutas morais, para a manutenção de valores que coadunam com o interesse coletivo; 
 
CONCEITO DE ÉTICA 
• a ética pode ser compreendida como os pilares normativos de nossa conduta moral perante a 
sociedade em que vivemos e convivemos, pois, é a ética que normatiza e dita as regras do 
jogo, expondo qual o melhor caminho a ser seguido. 
• E, a moral denota a nossa decisão e a nossa ação a respeito das regras socialmente 
constituídas. 
 
ÉTICA E MORAL: PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E DIFERENÇAS 
 
A moral é a APLICAÇÃO NA PRÁTICA do conjunto de regras e princípios morais. 
A moral é relativo à DIGNIDADE, ao DECORO e à HONRA. 
A AUSÊNCIA E OS CONTRÁRIOS A ÉTICA E A MORAL 
AUSÊNCIA CONTRÁRIO 
• Estado ou condição da AUSENTE. 
• Não comparecimento, falta. 
• INEXISTÊNCIA, FALTA. 
• A falta de alguém que se esperava 
ou que deveria estar presente. 
• O OPOSTO. 
• Que apresenta OPOSIÇÃO OU 
DIFERENÇA ABSOLUTA. 
• Desfavorável, desvantajosos. 
• Relativo à proposição que NEGA não só 
o que a firma a outra, mas também o que 
afirmaria uma proposição menos extensa. 
AUSENTE CONTRARIAR 
• NÃO PRESENTE. 
• Pessoa que não está presente em 
determinado lugar. 
• Aquele que não está no lugar em 
que se pratica o ato. 
• Desagradar ou descontentar alguém. 
• DIZER, FAZER OU QUERER O 
CONTRÁRIO. 
• Argumentar em sentido contrário. 
Gabarito 
• 1 – A 
• 2 – A 
• 3 – D 
 
 
Tópico 2 – 
 DOS VALORES, PRINCÍPIOS, ESSÊNCIA, 
CONSCIÊNCIA E CONDUTA MORAL 
OS VALORES E PRINCÍPIOS MORAIS COMO 
PRINCÍPIOS NORTEADORES DA ÉTICA 
• os valores norteiam e influenciam o comportamento 
humano em sociedade, já que são 
ideias comuns socialmente construídas e 
positivadas pelo coletivo social no cotidiano 
das relações humanas e sociais. 
• Valores são partes importantes de todas as culturas, 
porque INFLUENCIAM a maneira como pessoas 
escolhem e como sistemas sociais se desenvolvem 
e mudam. 
• Um princípio denota uma orientação, uma regra que nos 
orienta, ou seja, são as bases normativas que norteiam 
nosso comportamento. 
• É a qualidade que empregamos as coisas e as ações que 
definem seus valores. 
 
A ESSÊNCIA INTRÍNSECA DA MORAL 
• Essência é “aquilo que constitui a natureza de um ser, considerando 
independentemente o fato de existir” 
• “intrínseco” é o “que está dentro duma coisa ou pessoa e lhe é próprio, 
íntimo. Inseparavelmente ligado a uma coisa ou pessoa” 
• que todas as pessoas possuem consciência e responsabilidade sobre os atos 
que praticam no seu cotidiano, tanto individualmente como socialmente; 
• existe uma essência comportamental na ação cotidiana dos seres humanos, e 
que estão intrínsecas à própria ação em si, permitindo que o ser humano se 
sinta pertencente ao grupo social, político ou econômico do qual faz parte. 
A CONSCIÊNCIA E O EMPODERAMENTO 
MORAL 
CONSCIÊNCIA 
Consciência é: 
• Tomar CIÊNCIA dos fatos ou de alguma coisa. 
• Reconhecimento da realidade; 
• Descoberta de algo; 
• Capacidade de perceber as coisas. 
• Atributo pelo qual o homem pode conhecer e julgar sua própria realidade. 
• Faculdade de estabelecer julgamentos morais dos atos realizados. 
• CONHECIMENTO. 
• Percepção imediata dos acontecimentos e da própria atividade psíquica. 
o empoderamento é o “aumento do poder pessoal e coletivo de indivíduos e 
grupos sociais nas relações interpessoais, principalmente daqueles submetidos às 
relações de opressão e dominação social” 
CONSCIÊNCIA COLETIVA 
De acordo com Emile Durkheim, a consciência coletiva é um arcabouço 
cultural de ideias morais e normativas, a crença em que o mundo social 
existe 
até certo ponto à parte e externo à vida psicológica do indivíduo. 
Como indivíduos, sentimos as 
limitações e restrições impostas pelo 
mundo social e somos afetados por 
elas quando fazemos opções sobre 
como nos mostrar e nos comportar em 
relação aos outros. 
Quando alguém comete um ato 
imoral, por exemplo, é a 
consciência 
coletiva que é violada. 
OS ESTÁGIOS DA CONSCIÊNCIA 
ÉTICA E MORAL: AS ETAPAS DA 
EVOLUÇÃO HUMANA 
• Quanto mais conhecimentos adquirimos sobre 
os fatos e as coisas, mais consciência 
humana temos dos nossos preceitos ético-
morais, e assim cada vez mais nos 
empoderamos nas relações humanas e sociais. 
• os seis estágios da consciência ética e do 
julgamento moral que foram sugeridos por 
Kohlberg (1981), o qual permitirá demostrar as 
motivações humanas que levam para cada 
nível e estágio do desenvolvimento humano. 
• PRIMEIRO ESTÁGIO: MEDO, 
PUNIÇÃO E OBEDIÊNCIA 
• As pessoas ainda não compreen
dem o que é certo e errado, o 
que é fazer o bem e o mal. Como 
também, não tiveram a 
internalização das normas e 
convenções sociais instituídas 
legalmente e que não seguem 
um código de conduta. 
• “Se não obedecer, serei punido 
ou castigado? 
• SEGUNDO 
ESTÁGIO: RECOMPENSA 
• “A ação correta é definida como 
‘aquela que serve os interesses 
de cada um’. O objetivo é obter 
uma recompensa. Ocorre aqui o 
‘toma lá, dá cá’. 
Vale a negociação caso a caso, a 
troca de favores, o apoio mútuo 
em ações de curto prazo” 
• “O que posso ganhar ou obter 
com minha ação ou omissão? 
• TERCEIRO ESTÁGIO: APROVAÇÃO 
SOCIAL 
• “procuramos nos orientar pelos 
valores socialmente constituídos
, buscando mantê-lo íntegros, 
conforme as normativas, regras 
e legislações vigentes, mas 
sempre no intuito de agradar o 
grupo social em que fazemos 
parte, e não pelo simples fato de 
seguir as normas” 
• “Se seguir as normas sociais, 
estou agradando e sou aprovado 
socialmente? 
• QUARTO ESTÁGIO: 
MANUTENÇÃO DA ORDEM 
SOCIAL 
• “o quarto estágio é o da Lei e da 
Ordem. Neste ponto, o respeito 
ao líder, ao chefe, ao professor é 
algo central. O importante é 
cumprir o dever. Cabe respeitar 
às normas e obedecer às 
autoridades, sem questioná-las” 
• Será que estou respeitando 
minhas lideranças e 
suas decisões? 
• QUINTO ESTÁGIO: PROTEÇÃO 
DO BEM-ESTAR COLETIVO 
• “desenvolvimento ético, *onde+ 
o indivíduo percebe que as leis e 
os costumes estabelecidos 
podem ser injustos. [E], quando 
necessário, ele busca uma 
mudança para melhor. Faz isso 
através de meios legítimos, 
democráticos,moralmente 
aceitáveis, eticamente 
responsáveis”. 
• Como podemos exercer nossa 
cidadania para proteger o bem-
estar coletivo? 
• SEXTO ESTÁGIO: ZELO PELOS 
PRINCÍPIOS ÉTICOS UNIVERSAIS 
• o indivíduo – ou o povo – vive os 
princípios universais da 
consciência ética. Hoje, são 
pouco numerosos os seres 
humanos firmemente 
estabelecidos nesse estágio. São 
os precursores. Preparam o 
futuro. 
• Qual o caminho que podemos 
trilhar para zelar os princípios 
éticos universais? 
RESPOSTAS: 
• 1 – A 
• 2 – A 
• 3 – D 
 
 
TÓPICO 3 – 
A ÉTICA E AS RELAÇÕES HUMANAS NA 
ATUALIDADE 
AS QUESTÕES ÉTICAS ATUAIS 
• OS DILEMAS NO ÂMBITO DA FAMÍLIA 
• REFLEXÕES SOBRE A SOCIEDADE CIVIL 
• PONDERAÇÕES SOBRE OS DILEMAS DO ESTADO 
ÉTICA E LIBERDADE HUMANA 
A LIBERDADE é: 
• A capacidade de determinar. 
• A posse das próprias faculdades. 
• Poder agir segundo próprio discernimento. 
• É o direito de fazer tudo quanto as leis permitem. 
• A obediência à lei que nós mesmos nos prescrevemos. 
• A faculdade de só obedecer às leis externas as quais, pude dar o meu 
assentimento. 
• A segurança tranquila no exercício do direito. 
LIBERDADE E ÉTICA POSSUEM RECIPROCIDADE POSITIVA. 
 
Intercomunicam-se e interfecundam-se. A liberdade acelera a ética e a ética 
tonifica a liberdade. Interligadas, estimulam a “mútua criação”. 
UNIDADE 2 - 
A ÉTICA JURÍDICA 
TÓPICO 1 – 
ÉTICA NAS PROFISSÕES JURÍDICAS 
 
A ÉTICA NO DIREITO E NAS PROFISSÕES 
JURÍDICAS 
• “a ética tem papel importante para emprestar 
conteúdo a todo e qualquer comportamento. 
Desse modo, não há dúvidas de que também se 
manifesta, de forma bastante destacada, com 
relação ao Direito” 
• “a ética e o direito, dentre todas as formas de 
comportamento humano, a jurídica é a que 
guarda maior intimidade com a moral. Através 
da ligação de intimidade entre moral e direito é 
que se estabelece o relacionamento entre a 
ética e o direito” 
• Já no direito, as leis e normativas são 
obrigatórias para todos. 
A QUESTÃO DA JUSTIÇA NA ÉTICA 
JURÍDICA 
• Justiça pode ser compreendida como “a virtude de dar a cada um aquilo que é 
seu. A faculdade de julgar segundo o direito e melhor consciência” 
• Justiça denota a consciência humana de julgar de acordo com as normas 
jurídicas, leis e diretrizes, o que é de direito de cada cidadão. 
 
JUSTIÇA 
Conformidade com o direito, o 
preceito legal. 
Poder de julgar, de aplicar os 
dispositivos legais. 
Equilíbrio perfeito que estabelece a moral e a razão entre o direito e o dever. 
A definição consagrada é de Ulpiano: 
“Justiça é a vontade constante e perpétua de dar a cada um o que é seu”. 
Valor concernente ao JUSTO. 
1. SENTIDOS DA JUSTIÇA 
SENTIDOS DA JUSTIÇA 
Em sentido jurídico 
• A justiça consiste em tratar a todos de 
acordo com a lei, em garantir os direitos civis e 
seguir de forma coerente e imparcial as 
normas prescritas. 
A justiça distributiva ou social implica ideias menos precisas sobre o que é justo, em especial na distribuição de 
recursos e recompensas, como a riqueza. 
Justiça distributiva 
• É a justiça que se pratica pela distribuição 
dos bens existentes. 
Justiça social 
• É a justiça que leva em conta as 
desigualdades sociais 
2. A DIMENSÃO DA JUSTIÇA COMO 
EQUIDADE 
• A justiça necessita ser equânime, ou seja, 
a justiça precisa considerar as 
diferenças, proporcionando mecanismos 
para tornar iguais os desiguais. 
 EQUIDADE 
É o critério básico de justiça, que através 
das diferenças busca a igualdade. 
É a igualdade, 
retidão, 
equanimidade. 
É a justiça do caso concreto. 
É a interpretação 
mais branda das 
normas jurídicas. 
3. MORALIDADE E JUSTIÇA 
DIFERENÇAS ENTRE MORALIDADE E JUSTIÇA 
PRIMEIRA 
DIFERENÇA 
É que a justiça não só impõe deveres como estabelece um estilo de direito correspectivo. A 
obrigação de um é correlata a faculdade de outro tornando-se dois aspectos analíticos da mesma 
situação, ou seja, da mesma coisa. 
Já a lei moral não se comporta literalmente e correlativamente, porém é um processo unilateral. 
Exemplo: ‘ama o teu próximo como a ti mesmo’, intimando a mim mesmo um dever. 
SEGUNDA 
DIFERENÇA 
É que o direito como norma de cooperação externa não entra em função se não depois que a 
atividade seja exteriorizada. 
A lei moral inversamente domina também as determinações interiores que se consuma entre o 
domínio interno da vontade humana com a lei. 
TERCEIRA DIFERENÇA 
É que os preceitos morais não podem ser coercitivos, isto é, não podem ser solicitados por via de 
coação judicial, ou seja, a sanção moral é totalmente espiritual. 
APONTAMENTO SOBRE A ÉTICA EM 
ALGUMAS ÁREAS DO DIREITO 
• A ÉTICA E O DIREITO CONSTITUCIONAL: a Constituição da República 
Federativa do Brasil de 1988 é uma carta de princípios éticos e legais 
 
• A ÉTICA E O DIREITO CIVIL: princípios da Eticidade (a base ética do Código 
Civil brasileiro), a Socialidade e a Operabilidade. 
 
• A ÉTICA E O DIREITO PENAL: princípio da proporcionalidade (é entendido 
como um mandamento de otimização do respeito máximo a todo direito 
fundamental em situação de conflito com o outro na medida do jurídico é 
possível) 
1 – A 
2 – D 
3 – B 
Tópico 02 - 
DEONTOLOGIA JURÍDICA 
ASPECTOS INTRODUTÓRIOS A 
DEONTOLOGIA 
• Deontologia é um termo introduzido em 1834 pelo filósofo inglês Jeremy Bentham para 
referir-se ao ramo da ética cujo objeto de estudo são fundamentos do dever e as normas 
morais. 
• É conhecida também sob o nome de "Teoria do Dever". É um dos dois ramos principais da 
ética normativa. 
• O “Dever” é “aquilo que, independentemente de desejo, inclinação ou interesse, a razão 
manda fazer.” uma obrigação de fazer. 
• Diceologia é o estudo dos direitos dos seres humanos, sejam eles políticos, individuais, 
sociais e constitucionais. Teoria que fundamenta os direitos profissionais. 
A DEONTOLOGIA JURÍDICA 
• Deontologia Jurídica é a disciplina que trata dos deveres e dos direitos dos 
agentes que lidam com o Direito, isto é, dos advogados, dos juízes e dos 
promotores de justiça e de seus fundamentos éticos e legais". 
• Deontologia é a “ciência, que cuida das normas jurídicas e princípios 
doutrinários, com o fim específico de regular a conduta dos operadores do 
Direito, no que é concernente aos seus deveres de ordem profissional”. 
 
PRINCÍPIOS GERAIS DA DEONTOLOGIA 
JURÍDICA 
• Princípio fundamental da ciência e consciência. 
• Princípio da conduta ilibada. 
• Princípio do decoro e da dignidade. 
• Princípio da diligência. 
• Princípio da confiança. 
• Princípio do coleguismo. 
• Princípio do desinteresse. 
• Princípio da fidelidade. 
• Princípio da reserva. 
• Princípio da lealdade e da verdade. 
A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA COMO 
FUNDAMENTO DA ÉTICA JUDICIAL E DA JUSTIÇA 
• “a justiça, pois, como expressão da verdade, busca concretizar o fundamento 
da ética, qual seja, a dignidade da pessoa humana, por meio da realização 
integral dos direitos humanos” 
• “toda a responsabilidade ética na consciência individual, encontrando na 
ideia do dever pelo dever (imperativo categórico) o pilar sobre o qual faz 
assentar todo o fundamento do agir ético”. E que esse agir ético deve ser 
responsável e igualitário proporcionando e resguardando a dignidade da 
pessoa humana. 
• A dignidade da pessoa humana é tida como um dos fundamentos da ética 
judicial e da própria justiça. 
 
1 – B 
2 – D 
3 – D 
Tópico 03 - 
PRINCÍPIOS ÉTICOS COMUNS ÀS 
CARREIRAS JURÍDICAS 
OS PRINCÍPIOS ÉTICOS E SUA APLICAÇÃO NO 
EXERCÍCIO DO DIREITO 
PRINCÍPIOS 
• PRECEITO, REGRA. 
• Fonte ou finalidade de uma instituição, aquilo que corresponde a sua 
natureza, essência ou espírito. 
• Aquilo em que se encontra a base ou orientação para o agir. 
• Os primeiros preceitos de uma arte ou ciência. 
• ORIENTAÇÃO FUNDAMENTAL de comportamento. 
• Bons costumes, educação. 
Um princípio denota uma orientação, uma regra que nos orienta, ou seja, são as 
bases normativasque norteiam nosso comportamento. 
 
1. PRINCÍPIO DA CIDADANIA 
2. PRINCÍPIO DA LIBERDADE 
3. A DEMOCRACIA COMO ELEMENTO DO COMPORTAMENTO 
ÉTICO JURÍDICO 
 
1 – D 
2 – B 
3 – A 
 
Unidade 3 - 
A ÉTICA NA ATUAÇÃO PROFISSIONAL 
DOS OPERADORES DO DIREITO 
TÓPICO 1 – 
 OAB E O ESTATUTO DA OAB 
OAB E SEU ESTATUTO 
A estrutura básica da OAB, conforme estipulado pela Lei nº 8.906, de 4 de julho 
de 1994, é assim composta: 
• Conselho Federal, com sede em Brasília, é o órgão máximo da OAB. 
• Conselhos Seccionais, sediados nos estados. 
• Subseções, órgãos regionais da OAB. 
• Caixas de Assistência dos Advogados (Lei nº 8.906/94, Art. 45). 
• Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil, Lei nº 8.906/1994, é o 
documento que promulga e regulamenta todos os ditames legais para o exercício 
da profissão do advogado no Brasil, apresentando os requisitos para advogar, 
descreve a estrutura da OAB, versa sobre a conduta ética profissional 
• O advogado é indispensável à administração da justiça. 
ESTRUTURA GERAL EOAB: 
• Título I – Do Artigo 1º ao Artigo 43 o qual trata sobre assuntos relacionados 
à advocacia como requisitos aos advogados, inscrição nos quadros da OAB, 
sociedades de advogados, ética profissional etc. 
• Título II – Do Artigo 44 ao Artigo 67 temos a descrição da estrutura geral da 
OAB e da Caixa de Assistência dos Advogados, descreve ainda sobre o 
Conselho Federal, Conselho Seccional e as Subseções. 
• Título III – Do Artigo 68 ao Artigo 77 estão descritas as regras dos processos 
na OAB e dos processos disciplinares. 
• Título IV – Do Artigo 78 ao Artigo 87 temos descrito as Disposições Gerais e 
Transitórias (KAGEYAMA, 2020, s.p.). 
DA ÉTICA DO ADVOGADO E TEMAS 
FINAIS DO ESTATUTO DA OAB 
• CAPÍTULO VIII - Da Ética do Advogado 
• CAPÍTULO IX - Das Infrações e Sanções 
Disciplinares 
 
• TÍTULO II - Da Ordem dos Advogados do Brasil 
• TÍTULO III - Do Processo Disciplinar 
I - O poder de punir disciplinarmente os inscritos 
na OAB compete exclusivamente ao Conselho 
Seccional em cuja base territorial tenha ocorrido 
a infração, salvo se a falta for cometida perante o 
Conselho Federal. 
 
II - Um advogado que está sofrendo um processo 
administrativo na OAB pode, se assim for cabível, 
sofrer outros processos judiciais pelo mesmo fato. 
1 – B 
2 – B 
3 – C 
4 – C 
 
TÓPICO 2 – 
CÓDIGO DE ÉTICA DO ADVOGADO 
DA ÉTICA DO ADVOGADO 
• A OAB e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados Do Brasil, ao elaborar o Código 
de Ética e Disciplina, nortearam-se na boa práxis e princípios profissionais de boa 
conduta do advogado, buscando sempre pelo cumprimento da Constituição e pelo 
respeito à lei instituída no País. 
• Código de Ética e Princípios do advogado, no dia 13 de fevereiro de 1995, pelo 
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. 
• O exercício da advocacia é incompatível com qualquer procedimento de 
mercantilização. 
• De acordo com o Art. 8º, “o advogado deve informar ao cliente, de forma clara 
e inequívoca, quanto a eventuais riscos da sua pretensão, e das consequências 
que poderão advir da demanda” (OAB, 1994). 
• DO SIGILO PROFISSIONAL: O sigilo profissional é inerente à profissão de 
advogado. 
• DA PUBLICIDADE: O advogado pode anunciar os seus serviços 
profissionais, individual ou coletivamente, com discrição e moderação, 
para finalidade exclusivamente informativa, vedada a divulgação em 
conjunto com outra atividade. 
• DOS HONORÁRIOS PROFISSIONAIS: Os honorários profissionais devem 
ser fixados com moderação. 
• DO PROCESSO DISCIPLINAR: O processo disciplinar descreve todo o 
processo disciplinar a que um advogado pode incorrer quando ele for 
citado por algum decoro em relação a sua ação ou em contrassenso ao 
código de ética da OAB. 
1 – D 
2 – B 
3 – B 
4 – A 
 
TÓPICO 3 – 
 CÓDIGO DE ÉTICA DO ADVOGADO 
CÓDIGO DE ÉTICA DO ESTUDANTE DE DIREITO 
E DOS OPERADORES DE DIREITO 
ÉTICA PARA OS ESTUDANTES DE DIREITO: 
• O agir ético: agir eticamente em todas as situações. 
• Deveres para consigo mesmo: para que o acadêmico possa entender já 
sobre as suas próprias decisões. 
• Relacionamento com os colegas. 
• Relacionamento com docentes. 
• Deveres éticos no atendimento à sociedade (no NPJ – Núcleo de Práticas 
Jurídicas). 
• Deveres éticos no estágio. 
ÉTICA PARA OS MAGISTRADOS: Código de Ética da Magistratura Nacional postula 
sobre os seguintes temas importantes relacionados às questões éticas dos 
magistrados; independência, imparcialidade, transparência, integridade pessoal e 
profissional, diligência e dedicação, cortesia, prudência, sigilo profissional, 
conhecimento e capacitação, dignidade, honra e decoro, devendo estes quesitos 
ser buscados por todos em seu labor. 
 
ÉTICA PARA OS DEFENSORES PÚBLICOS: Código de Ética da Defensoria Pública 
 
COMPLIANCE E DIREITO: O Compliance significa estar absolutamente em linha com 
normas, controles internos e externos, além de todas as políticas e diretrizes 
estabelecidas para o seu negócio. 
O Compliance é a atividade que busca assegurar que a empresa está cumprindo 
à risca todas as imposições dos órgãos de regulamentação, dentro de todos 
os padrões exigidos de seu segmento. E isso vale para as esferas trabalhista, 
fiscal, contábil, financeira, ambiental, jurídica, previdenciária, ética etc. 
1 – D 
2 - B 
3 - A

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