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21 CENTRO EDUCACIONAL JULIA CORDEIROTÉCNICO EM ENFERMAGEM ALEXANDRA APARECIDA DOS SANTOS ANGELA SANTANA SILVA E SILVA IDALINA RAMOS SOUZA JAQUELINE LUANA GUEDES SANTOS ROSANA NUCCI SILVA ALVES TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ITAQUAQUECETUBA - SP 2021 CENTRO EDUCACIONAL JULIA CORDEIROTÉCNICO EM ENFERMAGEM ALEXANDRA APARECIDA DOS SANTOS ANGELA SANTANA SILVA E SILVA IDALINA RAMOS SOUZA JAQUELINE LUANA GUEDES SANTOS ROSANA NUCCI SILVA ALVES CÂNCER DE MAMA ITAQUAQUECETUBA – SP 2021 ALEXANDRA APARECIDA DOS SANTOS ANGELA SANTANA SILVA E SILVA IDALINA RAMOS SOUZA JAQUELINE LUANA GUEDES SANTOS ROSANA NUCCI SILVA ALVES Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Técnico de enfermagem do Centro Educacional Julia Cordeiro como requisito à obtenção do título de técnico. Orientador: Prof. Josias Messias Gama Neto Banca Examinadora: JOSIAS MESSIAS GAMA NETO ITAQUAQUECETUBA 2021 Dedicamos este trabalho em primeiro lugar a Deus, pois D’Ele vem a nossa força e não podemos deixar também de dedicar ao nosso mestre Josias que se dedica todos os dias para que nos tornemos excelentes profissionais. AGRADECIMENTOS Nosso primeiro agradecimento é direcionado a Deus que não nos desampara nunca. Ás Agentes Comunitárias de Saúde da Unidade de Saúde da nossa região que facilitaram a coleta de dados e nos fizeram perceber o grande valor da solidariedade neste trabalho; ao nosso mestre, Professor Josias, um homem dedicado e iluminado, que nos auxilia e ainda nos tornará em ótimos profissionais. A unidade Julia Cordeiro que nos abriu as portas com esse curso e nos prepara com um método e ensino rico e suficiente para nos formar e nos inserir na área da saúde. Às mulheres das comunidades, que contribuíram com as informações necessárias; Agradecemos também umas às outras envolvidas nesse projeto, pois sem a dedicação de cada uma nesse trabalho não seria possível sua conclusão. RESUMO O câncer de mama é a doença que mais compromete e mata mulheres ao redor do mundo e através de estudos notamos um aumento considerável no registro de novos casos nos últimos anos fazendo muitas vítimas, mas também voltando os olhares para o quão importante é a prevenção contra essa doença. Este trabalho por sua vez deseja trazer informações sobre o câncer de mama e todos os tópicos que o envolvem, como por exemplo sua gravidade quando descoberto precocemente ou não, diagnósticos e suas implicações, bem como as prevenções e todas formas possíveis de tratamento. Para a execução deste foram utilizadas diversas pesquisas e informações disponíveis na internet, sendo suas ideias extraídas e repassadas ao trabalho de acordo com o nosso entendimento após a leitura e também através de conversas com mulheres e homens da comunidade, sendo todas as informações repassadas ao conteúdo com nossas palavras. Todos os sites de embasamento para criação deste trabalho estão disponíveis para verificação na página de referências. Entendemos e concluímos a partir do trabalho realizado a necessidade da conscientização a respeito do câncer de mama, investindo em motivações aos cuidados do homem e da mulher. E a importância não somente dos cuidados preventivos, mas também dos tratamentos a serem realizados com a finalidade de que haja sucesso ao fim do processo. Palavras-chave: Câncer de mama. Saúde da mulher. Prevenção. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................08 1.1 Objetivo.....,...............................................................................................................09 1.2 Justificativa................................................................................................................09 2 METODOLOGIA.......................................................................................................10 3 DESENVOLVIMENTO 11 3.1 Câncer de mama 11 3.1.2 Os tipos mais comum 11 3.1.3 Os tipos menos comum 11 3.2 Sinais e sintomas 12 3.2.1 Detecção precoce 12 3.3 Diagnóstico 13 3.4 Tratamento 13 3.4.1 Estadiamento do câncer de mama 13 3.4.1.1 Estádios I e II 14 3.4.1.2 Estádio III 15 3.4.1.3 Estádio IV 15 3.5 Implicações do tratamento do câncer de mama 15 3.6 Prevenção 15 3.6.1 Prevenção primária 16 3.6.2 Prevenção secundária 16 3.6.3 Prevenção terciaria 16 3.6.4 Hábitos saudáveis 16 3.6.5 Mamografia 16 3.6.6 Teste prognóstico Endopredict (Myriad) 17 3.6.7 Aumento dos riscos 17 3.7 O câncer de mama e o profissional de enfermagem 18 3.8 Estatísticas para Câncer de Mama 19 3.9 Vacina 19 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 19 REFERÊNCIAS 22 1. INTRODUÇÃO O câncer de mama é uma das doenças mais incidentes em mulheres na faixa etária de 40 a 59 anos com múltiplos fatores de risco associados: fatores genéticos, ambientais e comportamentais, caracterizando-se pela proliferação desordenada e em constante crescimento das células deste órgão (BRITO et al, 2007; HADDAD, 2010). A maioria deste tipo de câncer acomete as células dos ductos das mamas. Por isso, o tumor mais comum denomina-se Carcinoma Ductal. Este pode ser “in situ”, quando não passa das primeiras camadas de célula destes ductos; ou invasor, quando invade os tecidos adjacentes; e/ou metástase. Já os que acometem os lóbulos da mama são chamados de Carcinoma Lobular e são menos frequentes e, geralmente afetam as duas mamas (LISBOA, 2009; GODINHO, KOCH, 2004). O câncer de mama representa uma enorme gravidade à saúde pública não apenas no Brasil, mas em todo o mundo, devido a sua alta incidência, morbidade e/ou mortalidade, e também devido a seu tratamento que além de longo é bem custoso, e mesmo após a eliminação completa do tumor ainda existem processos a serem realizados para a total recuperação. Estimativas apontam que em 2020, serão cerca 15 milhões de novos casos podendo atingir 12 milhões de mortes (LISBOA, 2009; BARROS et al, 2001). Mediante a esse cenário nada agradável e desfavorável à saúde das mulheres, os responsáveis governamentais do país, buscam transformar esse quadro infeliz, fazendo uso da lei Federal 11.664/2008-MS, viabilizando o acesso ao diagnóstico da mamografia a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade como prevenção secundária ao câncer de mama. A mamografia foi o caminho escolhido para a avaliação, pois resulta no diagnóstico precoce do tumor. (BRASIL, 2010; INSTITUTO DO CÂNCER, 2004). Os processos a serem realizados são: cirurgias conservadoras e/ou radicais, radioterapia complementar, quimioterapia e/ou hormonioterapia, fundamentada de acordo com a análise da técnica da Imunohistoquímica (IHQ). Assim, o custo para esta terapêutica está subordinado ao estádio da doença no momento do diagnóstico estando em torno de R$ 23.275,00 (INSTITUTO DO CÂNCER, 2004, BARROS, 2001; GODINHO, KOCH, 2004. A conscientização sobre o tema e o investimento em novas pesquisas sobre o câncer de mama mudaram a perspectiva, ajudando na criação de uma diversidade de avanços no diagnóstico e tratamento da doença. Hoje, a doença não é mais uma sentença, pois a taxa de cura tem se tornado cada vez mais alta podendo as pacientes viverem seu dia a dia com muita qualidade de vida e bem-estar. Vale ressaltar que embora o grande foco da doença atinja as mulheres, os homens também estão suscetíveis à doença, pois também possuem glândulas mamárias e hormônios femininos, é claro que os casos são bem raros, mas não são impossíveis e por isso toda forma de conscientização é válida para que todos possam se cuidar e tomar as devidas medidas de prevenção. 1.1 OBJETIVO Esse trabalho é uma monografia com o objetivo de retratar a realidade da sociedade mediante ao quadro de câncer de mama. Expondo as principais causas, seus diagnósticos e também seus tratamentos. A objetividade está em conscientizar as pessoas da importância dos cuidados preventivos e como se portarem mediante a um diagnóstico positivo bem como a assistência da enfermagemfrente ao diagnóstico de câncer de mama. 1.2 JUSTIFICATIVA Partindo do fato de que o câncer de mama é algo sério e de importante discussão, o trabalho em questão justifica-se em uma ótima oportunidade de ressaltar tais pontos não somente aos que terão contato com essas informações, mas também aos profissionais envolvidos com a finalidade de que se preparem com o máximo de informações possíveis sabendo assim lidar com pacientes nesse estágio e aumentando ainda mais a eficácia no tratamento partindo do pressuposto que um profissional bem preparado pode contribuir preparando os caminhos a serem seguidos pelo paciente, sendo esse apoio de grande valia. Em suma, o trabalho apresentado faz-se necessário para afirmar os objetivos básicos a serem desenvolvidos e alcançados pelos profissionais da área, revalidando a eficácia de todas as ações preventivas e diagnósticos precoces do câncer de mama. 2. METODOLOGIA O trabalho aqui apresentado foi elaborado por meio de revisão de conteúdos disponíveis na internet, com base em consultas de vídeos, documentários, artigos, revistas e sites oficiais de organizações governamentais e não-governamentais, como também, informações recebidas de profissionais da saúde que lidam com essas situações quase que diariamente. O levantamento das informações ocorreu no período de outubro de 2021, onde assuntos a respeito do câncer de mama foi a palavra chave de busca e também tópicos como: tratamento com quimioterápicos e efeitos colaterais, farmacêutico oncológico, implantes mamários de silicone, mamografia e exames de detecção de tumores. Foram utilizados preferencialmente dados oriundos de organizações destinadas ao tema. Os direitos autorais estão devidamente preservados por meio das respectivas citações e referenciados como devem ser. 3. DESENVOLVIMENTO 3.1 Câncer de mama Neoplasia como também é conhecido, o câncer de mama é caracterizado pelo crescimento de células cancerígenas na mama. Segundo dados do INCA - Instituto Nacional do Câncer, este tumor é o segundo mais comum entre as mulheres, perdendo apenas para o câncer de pele. Apesar de serem gritantes os dados, antes dos 35 anos de idade sua ocorrência é praticamente rara e é importante ressaltar que nem todo tumor é maligno, pois a maioria dos nódulos detectados na mama é benigna. E também, quando ocorre o diagnóstico precoce e é tratado na fase inicial da doença, as chances de cura podem chegar até 95%. Na fase inicial da doença o tumor pode ser muito pequeno, podendo ter até menos de um centímetro de tamanho, e em situações como essa a doença só poderá ser detectada por um exame de imagem, como por exemplo a mamografia. Por isso, é de extrema importância que a mulher vá ao ginecologista ao menos uma vez por ano e faça seus exames de rotina periodicamente. 3.1.1 Os tipos mais comum Carcinoma ductal: é o tipo mais comum de câncer de mama, esse tumor se forma no revestimento de um dos ductos mamários, que carregam o leite materno dos lóbulos até o mamilo. Há dois tipos de carcinoma ductal: o carcinoma in situ, que permanece dentro dos ductos como um tumor não invasivo, e o carcinoma ductal invasivo, que pode espalhar-se para outras partes. Ambos os tipos têm a capacidade de desenvolver metástase, se não forem tratados corretamente; Carcinoma lobular: é o segundo tipo mais comum de câncer de mama. Também apresenta dois tipos de tumores: o carcinoma lobular invasivo, desenvolvido nos lóbulos mamários, e o carcinoma lobular in situ, tradicionalmente é considerado um marcador de risco para desenvolvimento do câncer de mama, podendo ser um precursor não obrigatório do carcinoma invasivo. Tecidos conjuntivos: apesar de raro, em alguns casos o câncer de mama pode começar no tecido conjuntivo, que é composto de músculos, gordura e vasos sanguíneos. Esse tipo pode também ser conhecido como sarcoma, tumor ou angiossarcoma. 3.1.2 Os tipos menos comum Câncer de mama inflamatório: é um tipo raro de tumor diagnosticado na mama. Apresenta diferentes sintomas, prognósticos e tratamento distinto, pois, na maioria dos casos, seu diagnóstico é realizado de forma tardia; Doença de Paget: desenvolvido nos ductos mamários, esse tipo de câncer pode se disseminar para a pele do mamilo e região da aréola. Sua incidência é rara. Tumor filoide: extremamente raro, esse tipo é caracterizado pelo surgimento de nódulos duros de tecido em qualquer parte da mama; Angiossarcoma: é uma complicação rara do tratamento radioterápico, que raramente ocorre na mama – o desenvolvimento acontece nas células que revestem os vasos sanguíneos ou linfáticos; Câncer de mama no homem: mesmo com incidência baixíssima, o desenvolvimento do câncer de mama em homens também é possível. Conforme relatado na página da Mulher Consciente, ainda existem casos mais raros de câncer de mama, como o carcinoma medular, mucinoso e tubular e o tumor filoide maligno. Assim como, cada tipo de tumor possui as suas particularidades e diferenças, o tratamento também não é universal – por isso, o médico especialista poderá recomendar a realização de diversos exames para entender cada caso e discutir com a paciente a melhor abordagem e tratamento da doença. 3.2 Sinais e Sintomas O instituto do câncer (INCA) fala sobre os sinais e sintomas para o diagnóstico a doença e expressa que o câncer de mama pode ser percebido já em sua fase inicial e na maioria dos casos, pode ser notado através dos seguintes sinais e sintomas: · Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: sendo a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher; · Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja; · Alterações no bico do peito (mamilo); · Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço; · Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos; · Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados por um médico para que seja avaliado o risco de se tratar de câncer; É de extrema importância que as mulheres passem a observar suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal, podendo ser no banho, quando for trocar de roupa ou em qualquer outra situação do dia, não há técnica específica, mas o procedimento pode auxiliar na descoberta de pequenas alterações nas mamas e caso essas alterações vierem a permanecer deve-se de imediato procurarem os serviços de saúde para uma análise diagnóstica. E para que haja a detecção precoce do câncer de mama é muito importante que a mulher se comprometa consigo mesma, sendo atenciosa a seu corpo e seguindo as orientações preventivas. Isso pode salvar a sua própria vida! 3.2.1 Detecção precoce A importância de obter um resultado antecipado sobre ter a doença é de extrema importância, pois isso pode salvar vidas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as estratégias para a detecção precoce são o diagnóstico precoce (abordagem de pessoas com sinais e/ou sintomas da doença) e o rastreamento (aplicação de um teste ou exame numa população assintomática, aparentemente saudável, com objetivo de identificar lesões sugestivas de câncer e encaminhá-la para investigação e tratamento). O teste utilizado em rastreamento deve ser seguro, relativamente barato e de fácil aceitação pela população, ter sensibilidade e especificidade comprovadas, além de relação custo-efetividade favorável (WHO, 2007). Todas as mulheres, mesmo que não tenham atingido a idade de costume para desenvolvimento do câncer, devem ser motivadas a examinar seu corpo para saber se há alguma anormalidade em suas mamas. E a cada dois anos o Ministério da Saúde recomenda que a mamografia de rastreamento seja realizada para mulheres de 50 a 69 anos. O SUS (Sistema Único de Saúde) oferece exame de mamografia para todas as idades, conforme indicação médica. Benefícios do diagnóstico precoce: · Encontrar o câncer no início e permitir um tratamento menos agressivo. · Menor chance de a paciente morrer por câncer de mama, em função do tratamento precoce. 3.3 Diagnóstico Assim que houverqualquer sintoma suspeito nas mamas deve se investigar para confirmar se é ou não câncer de mama. Nessa etapa, além do exame clínico das mamas, também podem ser recomendados os exames de imagem, como mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética. Só feita a confirmação do diagnóstico, mas é por meio da biópsia, técnica realizada através da retirada de um fragmento do nódulo ou da lesão suspeita por meio de punções (extração por agulha) ou de uma pequena cirurgia e após a coleta o material retirado é direcionado para análise pelo patologista e então é feita a definição do diagnóstico. 3.4 Tratamento A cada ano os estudos sobre o câncer de mama vão aumentando e as possibilidades de tratamento vão evoluindo e hoje os tratamentos variam de acordo com a intensidade da doença e as condições dos pacientes, como por exemplo, idade, comorbidades e etc... O prognóstico do câncer de mama depende da extensão da doença (estadiamento), assim como das características do tumor, ou seja, quando identificada ainda no início o potencial de cura é maior e quando há evidências de metástase o tratamento foca sobre tudo em prolongar a vida da paciente e que haja a melhor qualidade de vida. As modalidades de tratamento do câncer de mama são dividas da seguinte forma: Tratamento local: cirurgia e radioterapia (além de reconstrução mamária); Tratamento sistêmico: quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica 3.4.1 Estadiamento do câncer de mama Após a confirmação do diagnóstico será preciso identificar em qual estágio o câncer está para que assim possa ser escolhido o melhor tratamento para esta fase. Hoje, existem inúmeras terapias disponíveis, e que podem ser escolhidas de acordo com cada caso e estágio. E existem alguns exames complementares que podem ser solicitados com a finalidade determinar a fase em que a doença está, como por exemplo: Exames de sangue, como o hemograma completo; Ultrassom das mamas; Mamograma; Ressonância magnética; Varredura óssea; Tomografia computadorizada; Tomografia por emissão de pósitrons. Esses estágios são classificados de 0 a 4, sendo o 0 uma indicação de que não se trata de um câncer in situ, já o estágio 4 a forma metastática da doença. O estadiamento do câncer de mama também é influenciado pelo grau, presença de marcadores tumorais e fatores de proliferação. Quadro 1 - Estadiamento do câncer de mama FONTE: BERGMANN, Anke. Prevalencia de linfedema subsequente a tratamento cirúrgico para câncer de mama no Rio de Janeiro, 2000 3.4.1.1 Estádios I e II A conduta habitual consiste de cirurgia, que pode ser conservadora, com retirada apenas do tumor (Moran et al., 2014); ou mastectomia, com retirada da mama e reconstrução mamária. A avaliação dos linfonodos axilares tem função predominantemente prognóstica (Giuliano et al., 2011). O tratamento complementar continua após a cirurgia, podendo ser indicado dependendo da situação a radioterapia e se for o caso de a paciente ter passado por uma mastectomia, podem ser consideradas a reconstrução mamária. Já o tratamento sistêmico é selecionado de acordo com o risco de recorrência (idade da paciente, comprometimento linfonodal, tamanho tumoral, grau de diferenciação), assim como das características tumorais que ditarão a terapia mais apropriada. Esta última baseia-se principalmente na mensuração dos receptores hormonais (receptor de estrogênio e progesterona) (Hammond et al., 2010) - quando a hormonioterapia pode ser indicada; e também de HER-2 (fator de crescimento epidérmico 2) (Wolf et al., 2013) - com possível indicação de terapia biológica anti-HER-2. 3.4.1.2 Estádio III Pacientes com tumores maiores, porém ainda localizados, enquadram-se no estádio III. Nessa situação, o tratamento sistêmico (na maioria das vezes, com quimioterapia) é a modalidade terapêutica inicial (Cortazar et al., 2014). Após resposta adequada, segue-se com o tratamento local (cirurgia e radioterapia). 3.4.1.3 Estádio IV Nesse estádio, é fundamental que a decisão terapêutica busque o equilíbrio entre a resposta tumoral e o possível prolongamento da sobrevida, levando-se em consideração os potenciais efeitos colaterais decorrentes do tratamento (Cardoso et al., 2014). A modalidade principal nesse estádio é sistêmica, sendo o tratamento local reservado para indicações restritas. Atenção à qualidade de vida da paciente com câncer de mama deve ser preocupação dos profissionais de saúde ao longo de todo o processo terapêutico. O tratamento do câncer de mama, conforme prevê a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (abre em nova janela), deve ser feito por meio das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) e dos Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), que fazem parte de hospitais de nível terciário. Esse nível de atenção deve estar capacitado para realizar o diagnóstico diferencial e definitivo do câncer, determinar sua extensão (estadiamento), tratar (cirurgia, radioterapia, oncologia clínica e cuidados paliativos), acompanhar e assegurar a qualidade da assistência oncológica. 3.5 Implicações do tratamento do câncer de mama Bem se sabe que as mulheres que portam a doença sofrem física e psicologicamente e sofrem com uma realidade bastante dificultosa que envolvem diversas questões e não é fácil lidar com todas essas mudanças na vida de uma hora para outra. Um dos processos que passou por grandes melhorias atualmente devido aos muitos estudos foi o método cirúrgico da Mastectomia que permite a reconstituição da mama imediata e a mastectomia parcial ou radical modificada, dentre outros tratamentos existentes, é a mais indicada nos casos de câncer de mama. Vale ressaltar que o período cirúrgico sempre é muito estressante, intensificando o medo da cirurgia, morte e mutilação com a perda da mama (LOPES et al., 2013). Sabe-se que diversos fatores influenciam a vida da mulher que está com câncer de mama, entre eles o estresse, o sono, a sexualidade, a ansiedade, o próprio tratamento da doença que se tornam estopins para uma melhora ou declínio na saúde das mesmas. Por isso essas mulheres precisam ter um tratamento individualizado e com um olhar holístico, por conta de suas fragilidades dessa enfermidade. A influência da Enfermagem é de altíssima relevância, pois, atua de forma direta no cuidado, construindo vínculos, proporcionando conforto e desenvolvendo capacidade de superação dessas mulheres. (NASCIMENTO et al., 2015). 3.6 Prevenção O INCA estima que cerca de 30% dos casos de câncer de mama estejam atrelados a hábitos não saudáveis e a prevenção do câncer retrata as ações executadas para reduzir os riscos de ter a doença. A prevenção do câncer de mama pode ser dividida em três partes, sendo elas: • Prevenção primária - Tudo que pode ser feito para evitar o câncer. • Prevenção secundária - Diagnóstico precoce e prevenção da recidiva. • Prevenção terciária - Medidas para minimizar o impacto da doença já estabelecida, na qualidade de vida das pessoas. E o recomendado para prevenção da saúde é: Hábitos saudáveis; Exame de mamografia; Exames genéticos; Teste prognóstico endopredict (myriad) 3.6.1 Prevenção primária As prevenções tratam-se de ações voltadas para evitar a exposição ao risco da doença. No caso do câncer, os principais são o álcool, o tabagismo, a obesidade, a exposição solar, alguns vírus e hereditariedade (o único fator que não é possível prevenir de forma primária). Neste caso, as organizações de saúde devem promover campanhas com o intuito de conscientizar essas informações e tirar as possíveis dúvidas da sociedade. O objetivo da prevenção primária é impedir que o câncer se alastre e cresça. 3.6.2 Prevenção secundária O objetivo da prevenção secundária é descobrir e tratar a doença como por exemplo o câncer de mama, evitando que se desenvolva levando a paciente a óbito. Aqui estrategicamente são aplicados o rastreamento populacional, assim como estratégias individualizadas em função do histórico familiar ou pessoal. 3.6.3 Prevenção terciariaComo nesse estágio a doença já se estabeleceu, então atrela-se em intervenções que tem como objetivo a minimização da perda de qualidade de vida por conta da doença. 3.6.4 Hábitos saudáveis Alimentar-se deforma correta e saudável; Amamentar; Cuidados com o peso; Evitar o consumo em excesso de bebidas alcoólicas; Realizar atividades físicas; Realizar preventivamente exames periódicos; 3.6.5 Mamografia O exame é simples e tem a duração de 15 a 25 minutos. Sendo ele realizado por recomendação em mulheres de 50 a 69 anos, mas caso haja histórico na família ou algum desconforto nas mamas que indiquem à doença pode ser feito em qualquer idade. Para realização da mamografia, a mulher deve ficar em pé, imóvel e segurando a respiração por alguns segundos quando solicitado pelo técnico responsável pela coleta das imagens e com os seios alinhados entre duas placas do mamógrafo, onde essas imagens serão captadas. Para realizar a mamografia, a mulher é posicionada em pé, de forma que o seio fique entre as duas placas do mamógrafo, que é onde as imagens serão capturadas. Durante o exame, a mulher deverá ficar imóvel e segurando a respiração durante alguns segundos quando solicitado pelo técnico responsável. 3.6.6 Teste prognóstico Endopredict (Myriad) Responsável por avaliar o risco do desenvolvimento de metástases em até 15 anos, o Endopredict (Myrad) indica o benefício da quimioterapia nos pacientes. Conforme explicado no site do laboratório Delboni, o exame é realizado de acordo com os seguintes processos: Assim que o paciente passa pela cirurgia, o tumor é encaminhado a um laboratório de patologia, que avaliará as características deste tumor. O teste Endopredict é prescrito caso as características estejam dentro do padrão para realizá-lo. Os blocos de parafina são recebidos pelo laboratório de genética e serão as lâminas, os laudos e o time de patologistas que irão confirmar os achados e achados e selecionar o bloco com maior quantidade de células tumorais para confecção de 7 a 10 cortes de 10 micra de espessura que serão enviados para a realização do teste. O RNA é extraído e avaliado por meio da técnica de Real Time RT-PCR, sendo gerado um escore molecular (EPscore). Um escore é determinado, com base nessa análise molecular e em conjunto com fatores clínicos patológicos (EPclin). 3.6.7 Aumento dos riscos É importante lembrar de que o câncer de mama não tem apenas uma causa. Um dos maiores fatores é a idade doença (cerca de quatros em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Mas existem outros fatores que podem ser cruciais, como por exemplo: Quadro 2 – Riscos para desenvolvimento do câncer de mama Fonte: INCA 3.7 O câncer de mama e o profissional de enfermagem O enfermeiro é o profissional de extrema importância ao se tratar da assistência a pacientes oncológicos, com atuação particularizada no cuidado às feridas neoplásicas. A prestação de auxílio ao paciente com câncer requer o cuidado paliativo que é uma assistência de formal integral junto aqueles que não estão mais respondendo ao tratamento, portanto garantindo uma melhor qualidade de vida ao paciente e seus familiares agindo principalmente no controle dos sintomas já existentes, bem como prevenindo outros. E os cuidados aos pacientes com lesões vegetantes malignas fazem parte destes cuidados paliativos. A atuação do enfermeiro nos casos de câncer de mama ocorre na prevenção primária e secundária quando se tratado âmbito hospitalar, mas nos postos de saúde e nas visitas domiciliares é de extrema importância o contato com esses profissionais já que precisam ser avaliados os parâmetros superficiais da qualidade de vida das pessoas avaliadas. A atuação do enfermeiro na atenção básica a saúde em relação ao câncer de mama, deve ser feita de modo interdisciplinar, incluindo informações sobre formas de detecção precoce. A equipe de enfermagem também pode ajudar em sua área de abrangências as mulheres que sofrem da doença, com orientações sobre administração de medicamentos, horários e formas, e até no controle de exames periódicos que são recomendados durante o tratamento. Por isso é necessário a preparação do profissional para que saiba lidar com essas circunstancias e levando em consideração as áreas assistenciais da saúde, administrativas e gerenciais. Segundo Camargo at.al. (2007, p.5): Sendo assim, o enfermeiro precisa estar capacitado em teoria, mas também na prática para orientar sobre o assunto e também sobre as opções de tratamento, sobre os sintomas, bem como as dificuldades emocionais, entre outros. Não apenas cuidar, mas os enfermeiros também precisam de cuidados, pois acompanhar pacientes nesse estágio pode ser muito delicado e para que possam suportar essa dificuldade é importante que o profissional seja treinado para tal. Outra vertente do trabalho do enfermeiro é o acolhimento dos familiares e/ou das pessoas que estão responsáveis desses pacientes, para orientação dos cuidados e do apoio. A profissão da enfermagem prega que seus profissionais sejam humanizados nos cuidados com seus pacientes, portanto devem respeitar a individualidade de cada um, ter uma boa comunicação e entender que cada um tem necessidades diferenciadas, principalmente aquelas pacientes que estão enfrentando o câncer de mama, que se encontram frágeis tanto física quanto psicologicamente e precisam ser ouvidas, receber atenção especial levando sempre em consideração a sua individualidade. Essa postura exigida ao profissional de enfermagem tem como objetivo aliviar o peso desse tratamento tendo uma grande contribuição para a reabilitação da paciente que aos poucos vai construindo sua autoestima e sua imagem como mulher (SOARES; ALBUQUERQUE, 2014). 3.8 Estatísticas para Câncer de Mama O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados no Brasil 66.280 novos casos de câncer de mama, com um risco estimado de 61,61 casos a cada 100 mil mulheres. Em todo o mundo, o câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres. Em 2018, ocorreram 2,1 milhões de casos novos, o equivalente a 11,6% de todos os cânceres estimados. Esse valor corresponde a um risco estimado de 55,2/100 mil. Sendo a Austrália e Nova Zelândia as maiores taxas de incidência esperadas nos países do Norte da Europa e na Europa Ocidental. Independentemente da situação socioeconômica do país, a incidência desse câncer está entre as primeiras posições das neoplasias malignas femininas. Porém, observou-se uma queda na tendência das taxas de incidência em alguns países desenvolvidos, parte atribuída à diminuição do tratamento da reposição hormonal em mulheres pós menopausa. Aqui no Brasil, ocorreram, em 2017, 16.724 óbitos por câncer de mama feminina, o equivalente a um risco de 16,16 por 100 mil. 3.9 Vacina O centro americano de tratamento e pesquisa em saúde informou o início de um estudo clínico para testar a eficácia e segurança de uma vacina na prevenção e tratamento do tipo mais agressivo de câncer de mama. Se der certo, será o primeiro imunizante capaz de evitar diretamente o surgimento de um tumor. Atualmente, há opções de proteção indireta, como as Vacinas de HPV e da hepatite B. A primeira atua sobre alguns tipos do papiloma vírus humano responsáveis por tumores, como o que causa câncer de colo de útero. A segunda protege de infecções pelo vírus da hepatite b, doença que promove inflamação crônica do fígado, tornando as células do órgão vulneráveis à Proliferação descontrolada (característica do câncer). Desenvolvido em conjunto com a empresa Anixa Biosciences, o imunizante será testado contra o tumor de mama triplo negativo. Embora incida sobre no máximo 15% das mulheres com a doença, o triplo negativo. Embora incida sobre no máximo 15% das mulheres com a doença, o triplo negativo é seu gênero mais desafiador. As células doentes não possuem receptores para os hormônios estrógeno e progesterona e não produzem a proteína HER2 (daí o nome triplo negativo). Dessa forma, elas não respondem à terapia hormonal e o remédio desenhadopara atuar sobre a HER2 não tem utilidade no seu caso. Se diagnosticado tardiamente, o prognóstico é ruim. “Mas temos esperança de que nosso trabalho seja o início de pesquisas mais avançadas provando a efetividade da vacina para deter o tumor de mama contra o qual temos menos tratamentos disponíveis”, afirmou o hematologista Thomas Budd, do Taussig Cancer Institute, divisão da clínica onde o estudo será executado. Participarão do ensaio clínico entre dezoito e 24 pacientes que tiveram o diagnóstico do câncer em etapa inicial nos últimos três anos, encontram-se sem o tumor mas apresentam grande risco de recidiva. Até setembro de 2022, quando esse braço da pesquisa será encerrado, cada uma receberá três doses da vacina, aplicadas com intervalos de duas semanas entre cada uma. Nessa fase, o objetivo é examinar a resposta imune desencadeada pela vacina e efeitos colaterais. Ou seja, avaliar o desempenho do imunizante do ponto de vista terapêutico. A análise de seu poder preventivo se dará em passo subsequente, com o recrutamento de mulheres sem câncer, porém com alto risco de desenvolvê-lo e que se submeteram à retirada voluntária das duas mamas como forma de reduzir a probabilidade de aparecimento de células tumorais. O embasamento para a realização dos testes em seres humanos vem de resultados positivos obtidos em mais de uma década de pesquisa em laboratório e em cobaias. O estudo central foi publicado em 2010 na revista científica Nature. No artigo, os cientistas demonstraram que a vacina preveniu o surgimento ou impediu o crescimento do o crescimento do tumor em animais. Quando se fala em imunizantes contra o câncer, a questão é mais complexa. Embora o fundamento seja o mesmo, os alvos a serem acionados para alertar o exército de defesa não são facilmente identificáveis. Uma vez que o câncer surge a partir das nossas próprias células, é difícil para o sistema imunológico enxergar as proteínas produzidas. Por isso é árduo o trabalho para encontrar a substância específica, produzida por cada tumor, capaz de despertar o sistema imunológico. A vacina desenvolvida na Cleveland Clinic superou o obstáculo ao ter como endereço uma molécula presente em 70% das células tumorais de mulheres com câncer de mama triplo negativo. Além disso, a instalação e o crescimento do tumor denunciam que o sistema imunológico não está tão forte assim e que a dose para o fortalecer pode ser tão intensa quanto inviável. Esses obstáculos explicam a pequena quantidade de vacinas disponíveis. As poucas opções são restritas a tumores graves, como a Provenge, para pacientes com câncer de próstata que não responderam a tratamentos anteriores, e a T-VEC, aprovada para tratar o melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele, em fase avançada. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir do trabalho apresentado chegamos à conclusão do quanto é importante a prevenção e quanto vale a pena nós como seres humanos lutarmos pela conscientização. Sabemos que hoje com o avanço da tecnologia as informações circulam com muito agilidade e eficácia, porém ainda há um público que é desprovido de certos assuntos ou conhecem somente por ouvirem falar de alguma forma. No caso do câncer de mama muitas conhecem e até sabem como detectar, mas muitas delas nunca foram assistidas sobre as possibilidades existentes, impactando assim na dificuldade do diagnóstico precoce e aumentando o risco e exposição à doença, pois embora saibam da doença não foram orientadas sobre a importância da realização de mamografias e USG de mamas, exames estes disponíveis e preconizados pelo Ministério da Saúde. Cabe aqui uma crítica sobre a forma de atuação da atenção básica que não tem em muitas comunidades sendo capazes de agir preventivamente, provendo saúde à população feminina. E válido admitir que há necessidade da capacitação desses profissionais e que com tal atitude podemos obter resultados diferentes e salvar vidas, pois o câncer de mama devido a sua incidência é hoje a doença que mais atinge as mulheres, mas acreditamos ser capazes de mudar isso. Não é um quadro simples, como escolher a roupa que irá usar em uma festa, ou seja, muitas vezes não temos escolhas, mas ainda assim é possível tentar evitar ao máximo de se contrair a doença e isso só funciona a partir da prevenção e como profissionais da saúde temos a obrigatoriedade de sermos os primeiros a motivar a população em campanhas de conscientização contra o câncer e todas as doenças que possuem medidas preventivas. Devemos nos preparar física e mentalmente para que possamos lidar com pacientes em estado de diagnóstico confirmado da doença, ser mais que seu auxiliador nos processos hospitalares, mas também ser um ombro amigo para que a paciente se sinta à vontade e torne essa jornada menos dolorosa. Saber manter o equilíbrio e a maturidade profissional para não confundir as situações e se deixar levar pelo lado humano, mas sem ser invasivo se mostrar presente e prestativo. Contudo a participação do enfermeiro é de extrema relevância, tanto para os pacientes já diagnosticados como para a sociedade num geral que precisa de apoio, olhares e conscientização, então nos preparando como se deve podemos fazer a diferença e através do trabalho aqui expresso entendemos quais são os caminhos a serem seguidos e por fim o seguiremos. REFERÊNCIAS ANTIGO SAÚDE - Saúde de a z - Disponível em: https://antigo.saude.gov.br/saude-de-a-z/cancer-de-mama Acesso em: 01 de novembro de 2021. DELBONI - Saúde - Disponível em: https://delboniauriemo.com.br/saude/cancer-de-mama Acesso em: 02 de novembro de 2021. EINSTEN - Doenças e sintomas - Disponível em: https://www.einstein.br/doencas-sintomas/cancer-mama Acesso em: 02 de novembro de 2021. MULHER CONSCIÊNTE - Câncer de mama - Disponível em: https://mulherconsciente.com.br/cancer-de-mama/tudo-sobre-o-cancer-de-mama/ Acesso em: 02 de novembro de 2021. INCA – Tipos de câncer - Disponível em: https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-mama#:~:text=O%20c%C3%A2ncer%20de%20mama%20%C3%A9,r%C3%A1pido%2C%20enquanto%20outros%20crescem%20lentamente. Acesso em: 02 de novembro de 2021. INCA – Mamografia - Disponível em: https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-mama#:~:text=Diagn%C3%B3stico,mamografia%2C%20ultrassonografia%20ou%20resson%C3%A2ncia%20magn%C3%A9tica Acesso em: 02 de novembro de 2021. INCA – Controle do câncer - Disponível em: https://www.inca.gov.br/controle-do-cancer-de-mama/acoes-de-controle/tratamento Acesso em: 02 de novembro de 2021. ONCOGUIA – Câncer de mama - Disponível em: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sinais-e-sintomas-do-cancer-de-mama/1383/34/ Acesso em: 02 de novembro de 2021. PFIZER – Sua saúde - Disponível em: https://www.pfizer.com.br/sua-saude/oncologia/cancer-de-mama Acesso em: 02 de novembro de 2021. 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