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NOÇÕES DE IMUNIZAÇÃO
Sob certos aspectos o corpo humano funciona 
como se fosse uma máquina, porém, a 
capacidade de pensar e de sentir nos diferencia 
definitivamente dos maquinismos por mais 
complicados que eles sejam.
No século XVII, René Descartes sugeriu que o 
corpo e a mente eram coisas completamente 
separadas. Os novos conhecimentos indicam 
claramente que mente e corpo são inseparáveis 
e estão muito mais integrados do que parece. O 
mecanismo vital de cada um, tem de funcionar 
harmonicamente tanto no plano físico quanto 
no mental. Essa relação harmoniosa e completa 
que envolve bem-estar é o que se chama de 
saúde.
Conhecer o funcionamento do próprio corpo é, 
sem dúvida, um passo fundamental para manter 
a saúde; prevenir a maioria das doenças e agir 
corretamente para nos curarmos no caso da 
doença instalada, também é de fundamental 
importância para a saúde.
Atualmente, a ciência tem demonstrado um 
interesse muito grande na prevenção das 
doenças. É muito mais fácil e barato não adoecer, 
do que tratar uma doença.
A ideia de prevenção no Brasil nasceu com o 
médico sanitarista Dr. Carlos Chagas, criador 
da saúde pública no Brasil para a prevenção de 
doenças.
Dr. Carlos Chagas deixou muitos seguidores 
de seu trabalho; seus dois filhos: o Dr. Evandro 
Chagas que mesmo morrendo aos 35 anos, 
trabalhou muito pela saúde pública brasileira 
e o Dr. Carlos Chagas Filho, foi um brilhante 
cientista que sempre realizou suas pesquisas 
voltadas para saúde pública, principalmente 
com a idéia de prevenir doenças.
Carlos Chagas e Oswaldo Cruz, dois grandes médicos 
que se preocuparam com a saúde pública no Brasil
SAÚDE X DOENÇA
SAÚDE
Segundo a OMS (Organização Mundial de 
Saúde), saúde não é só a ausência de doença, 
mas o completo bem-estar físico e mental, moral 
e social do indivíduo. Condição de harmonia e 
equilíbrio entre todas as funções orgânicas, 
físicas e mentais.
São conhecidos três tipos de indicadores de 
saúde: diretos, de nível de vida e indiretos.
Os indicadores diretos de saúde são os 
específicos para a área de saúde como a taxa 
de mortalidade infantil e a esperança de vida ao 
nascer.
Os indicadores do nível de vida são os que 
refletem a qualidade de vida da população. 
Entre eles destacam-se a renda per capita, o 
nível de alfabetização e escolaridade, e os dados 
relativos à alimentação e à nutrição.
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Entre os indicadores indiretos de saúde podemos 
citar as informações sobre as condições 
ambientais e o número de médicos por habitante.
DOENÇA
É qualquer interferência no perfeito equilíbrio 
biopsicossocial do indivíduo.
Podemos representar a doença como uma 
“avaria” na “máquina” do nosso organismo. 
Essa avaria pode ter várias causas e o conserto 
dela também pode ocorrer de várias formas. De 
modo geral, as doenças podem ser:
1. DOENÇA AGUDA – São aquelas que têm um 
curso acelerado, terminando com convalescença 
ou morte em um curo espaço de tempo. Ex. gripe.
2. DOENÇA CRÔNICA – É uma doença que 
persiste por períodos superiores a seis meses e 
não se resolve em um curto espaço de tempo. 
As doenças crônicas acompanham o indivíduo 
durante um tempo relativo da sua vida e, em 
muitos casos não há cura, apenas tratamentos 
periódicos, tornando-se assim um agravante no 
bem-estar e qualidade de vida do indivíduo.Ex.: 
artrite.
3. DOENÇAS HEREDITÁRIAS – são doenças 
caracterizadas por transmitir-se de geração em 
geração, isto é de pais a filhos, na descendência 
e que se pode ou não manifestar em algum 
momento de suas vidas. As principais são 
diabetes, hemofilia, hipertensão, obesidade 
e as alergias. Por exemplo, o daltonismo e a 
hipertensão. 
4. DOENÇAS AUTOIMUNES – algumas vezes, 
por razões ainda pouco conhecidas, o nosso 
sistema imune ataca o nosso próprio corpo 
levando a vários tipos de doenças autoimunes. 
Por exemplo, o lúpus eritematoso e a artrite 
reumática.
As formas como uma doença se manifesta 
podem resultar em:
Endemia - Doença habitualmente comum 
entre pessoas de uma região, cuja incidência 
constantemente grande, se prende à 
ocorrência de determinados fatores locais.
Ex: doença de Chagas, malária, etc.
Epidemia - Doença contagiosa que atinge 
de repente um grande número de pessoas 
numa mesma época, numa área onde sua 
incidência é habitualmente pequena ou nula.
Ex: dengue, sarampo, conjuntivite viral, etc.
Pandemia - Doença contagiosa, de caráter 
epidêmico que se propaga muito rapidamente, 
atingindo grande número de pessoas nas 
populações de todo um continente ou 
mesmo de todo mundo e assumindo aspectos 
alarmantes.
Ex: AIDS, varíola, gripe espanhola, etc.
MECANISMOS DE DEFESA 
DO CORPO HUMANO
Os mecanismos de defesa do corpo humano 
podem ser agrupados em duas categorias:
Mecanismos de defesa não-específicos: 
não distinguem um agente infeccioso do 
outro. Incluem duas linhas de defesa que os 
invasores encontram ao tentarem penetrar 
em nosso corpo. A primeira linha á a mais 
externa: nossa pele e as membranas mucosas 
do sistema respiratório, digestivo e urogenital. 
Se um microrganismo conseguir vencer essas 
barreiras, vai enfrentar a segunda linha de 
defesa não - especifica que é interna: são 
substâncias químicas e células que matam 
indiscriminadamente qualquer agente 
infeccioso que penetre em nosso organismo 
seja vírus, bactéria, fungo ou protista. Elas 
agem imediatamente após a infecção. Em 
alguns casos, a inflamação é um sinal desse 
tipo de defesa.
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Mecanismos de defesa específicos: essa é a 
terceira e última linha de defesa e corresponde 
ao nosso sistema imune. Nesse caso, as 
respostas são específicas e não genéricas. O 
funcionamento do sistema imune é baseado 
em algumas moléculas, células e órgãos. As 
moléculas são os antígenos e os anticorpos. 
As células são certos linfócitos e os órgãos 
são o timo, o baço, os nódulos linfáticos e a 
medula óssea vermelha. Esses mecanismos 
agem junto com a segunda linha de defesa.
Primeira linha de defesa: A pele e a mucosa 
(barreira mecânica)
Segunda linha de defesa: As células de defesa, 
os interferons e a resposta inflamatória.
Fagocitose
INTERFERONS
Uma grande variedade de proteínas atua no 
sistema não-específicos de defesa. Dentre elas, 
destacam-se os interferons.
Os interferons foram inicialmente descritos 
em 1957, quando pesquisadores descobriram 
que células infectadas por vírus produzem 
uma substância que ajuda outras células não-
atacadas a resistirem ao ataque viral. Essas 
substâncias, portanto, interferem na infecção 
viral, daí o seu nome.
Os interferons não salvam as células já 
infectadas pelos vírus, mas ajudam outras 
células não-infectadas a se defenderem. Essa 
defesa não é específica. O interferon produzido 
como resposta ao ataque de um tipo de vírus 
confere resistência ao ataque de outros tipos de 
vírus também.
RESPOSTA INFLAMATÓRIA
Uma das respostas imunes mais generalizadas a 
uma infecção é a resposta inflamatória.
Células machucadas ou infectadas liberam 
alarmes químicos que são principalmente 
histaminas e prostaglandinas. Essas substâncias 
promovem dilatação dos vãos no local. Isso 
determina maior fluxo de sangue na região 
infectada e faz com que o local fique avermelhado. 
Ocorre imigração, por diapedese, de fagócitos 
do sangue para os tecidos. Os neutrófilos são os 
primeiros a chegar e depois vêm os monócitos 
do sangue, que se transformam em macrófagos. 
O pus que frequentemente se acumula no local 
da infecção consiste basicamente de células 
mortas. Líquidos que saem dos capilares nos 
pontos de infecção provocam o inchaço ou 
edema – a resposta de defesa local.
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No entanto, essa resposta pode ser generalizada 
pelo corpo quando a infecção é maior. Essas 
respostas chamadas sistêmicas podem ser 
constatadas pelo aumento significativo do 
número de leucócitos do sangue. Issopode 
ser verificado através de um exame de sangue 
denominado hemograma, no qual o sangue é 
coletado e analisado sob microscópio, contando-
se o número de glóbulos brancos e vermelhos e 
de plaquetas. Essas informações são valiosas em 
diagnósticos de várias doenças como nos casos 
de doenças infecciosas.
Outra resposta generalizada de nosso corpo 
a uma infecção é a febre. Tanto toxinas 
produzidas por um agente patogênico como 
substâncias eliminadas pelos macrófagos 
quando estão destruindo os agentes infecciosos 
podem desencadear a febre. Essas substâncias 
são chamadas pirógenas (piro = fogo). Elas 
chegam à corrente sanguínea e são conduzidas 
até o cérebro estimulando o aumento da 
temperatura do corpo: é a febre. Esse aumento 
da temperatura é uma resposta de defesa, pois 
estimula a atividade dos fagócitos e inibe o 
desenvolvimento das bactérias.
Apesar de ser uma resposta importante, a febre 
não pode ser muito alta, pois pode provocar 
desnaturação proteica levando o indivíduo à 
morte. Assim, devemos controlar a febre para 
que não suba muito. A temperatura normal do 
corpo humano é de 37ºC. É recomendável tomar 
providências para abaixar a febre quando ela 
começa a passar dos 38ºC.
MECANISMOS ESPECÍFICOS DE DEFESA: O 
SISTEMA IMUNE
 A terceira linha de defesa do nosso corpo é a 
mais efetiva de todas: o nosso sistema imune.
Ele se diferencia dos mecanismos não-específicos 
de defesa por dois fatores básicos: especificidade 
e memória.
A especificidade refere-se à capacidade do 
sistema em reconhecer e eliminar certos 
microrganismos ou substâncias estranhas ao 
nosso corpo. O elemento estranho capaz de 
estimular uma resposta imune é chamado 
antígeno. O sistema imune responde ao antígeno 
produzindo uma proteína chamada anticorpo 
que é específica para aquele antígeno.
Os anticorpos são proteínas denominadas 
genericamente imunoglobulinas. Essas proteínas 
têm em geral moléculas com forma de Y, sendo 
que a especificidade dessas moléculas reside 
nos dois braços do Y, que contêm sequências 
definidas de aminoácidos.
Estrutura dos anticorpos
Os anticorpos podem ser considerados “armas 
que defendem o nosso corpo no nível molecular”.
A reação antígeno-anticorpo é específica. 
Cada anticorpo reage só com o antígeno que 
determinou a sua produção.
A memória refere-se à capacidade que o sistema 
imune tem de reconhecer novamente um 
mesmo antígeno e reagir contra ele produzindo 
rapidamente mias anticorpos específicos ou 
resposta imunes específicas.
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Sistema linfático
IMUNIDADE HUMORAL E CELULAR
Durante a década de 60 foram descobertas duas 
principais classes de respostas imunes mediadas 
por dois tipos diferentes de linfócitos.
A imunidade humoral (humor = fluido corporal) 
é media- da pelos linfócitos B. O nome desses 
linfócitos deve-se ao fato de eles terem sido 
inicialmente descobertos nas aves, sendo 
produzidos em uma estrutura denominada 
Bursa de Fabricius, ausente nos mamíferos. 
Nos mamíferos esses linfócitos são produzidos 
na medula óssea vermelha. Nesse tipo de 
imunidade há produção de anticorpos que são 
lança- dos na corrente sanguínea onde se unem 
aos antígenos que induziram sua produção.
A imunidade celular é mediada pelos linfócitos T. 
Estes também são produzidos na medula óssea, 
mas migram para o Timo (daí seu nome), onde 
amadurecem. Depois de prontos, migram para 
os linfonodos, para o baço, para as adenoides e 
amígdalas.
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Esses linfócitos não produzem anticorpos, 
mas possuem na membrana plasmática, 
proteínas que atuam como anticorpos e que são 
denominadas proteínas receptoras de antígeno. 
Elas não reagem com antígenos presentes nas 
membranas celulares de outras células e nunca se 
dissociam da membrana do linfócito. A resposta 
imune, nesse caso, é célula a célula sendo que a 
célula-alvo é destruída pelo linfócito.
Existem três tipos de linfócitos T sendo que dois 
deles interagem com os linfócitos B:
Linfócitos T citotóxicos: reconhecem e 
destroem células que possuem na membrana 
plasmática moléculas estranhas ao corpo do 
indivíduo. Essas moléculas podem ser, por 
exemplo, a cápsula proteica de um vírus. 
Por sua ação os linfócitos T são também 
chamados de “linfócitos assassinos” ou 
killer, em inglês. São esses linfócitos os 
principais responsáveis pela rejeição de 
órgãos transplantados.
Esses linfócitos não têm atividade fagocitária. 
Eles não destroem diretamente o micróbio 
invasor, mas sim as células do nosso corpo 
que estão sendo atacadas por um agente 
infeccioso como é o caso dos vírus. Os 
linfócitos T citotóxicos também são capazes 
de reconhecer células can cerígenas do 
nosso corpo e destruí-las antes que 
formem um tumor maligno.
A atuação dessas células é peculiar. Elas 
possuem, próximo à membrana plasmática, 
vesículas repletas de pro- teínas denominadas 
perfurinas que são lançadas por exocitose 
sobre a membrana plasmática da célula 
infectada. Essas proteínas provocam 
perfurações na membrana plasmática da 
célula infectada propiciando a entrada de 
água. Com isso a célula estoura e morre, 
matando também os invasores.
Linfócitos T auxiliares: reconhecem um 
antígeno, estimulam os linfócitos B a 
produzirem anticorpos e ativam os linfócitos 
T citotóxicos. São os linfócitos T auxiliares os 
atacados pelo vírus da AIDS. Com isso, ficam 
prejudicados o reconhecimento de antígenos 
e a subsequente estimulação dos linfócitos 
de combate. O indivíduo torna-se vulnerável 
a várias doenças que caracterizam a AIDS, 
vindo a morrer.
Linfócitos T supressores: inibem a produção 
de anticorpos pelos linfócitos B quando 
esses anticorpos já estão em concentração 
adequada ou já não são mais necessários.
Tanto os linfócitos B como os linfócitos T 
concentram-se em estruturas do sistema linfático 
como os nódulos linfáticos e o baço.
O QUE ACONTECE NA IMUNIDADE HUMORAL
Uma criança ao nascer já recebeu alguns 
anticorpos da mãe pela placenta. Outros são 
passados para o bebê durante a amamentação. 
Além desses, as crianças já têm geneticamente 
a capacidade de produzir grande número de 
anticorpos e vão acumulando novos à medida 
que se expõem ao meio.
Quando um antígeno penetra em nosso 
corpo e é reconhecido por um linfócito B 
desencadeia-se a resposta imune humoral. 
Assim que ocorre o reconhecimento, o linfócito 
B aumenta de tamanho e divide-se por mitose 
dando origem a duas células que também se 
dividem por mitose, repetindo-se esse processo 
várias vezes, até que se formem várias células 
geneticamente idênticas entre si. Essas células 
compõem um clone daquele tipo de linfócito 
B. Muitos desses linfócitos transformam-
se em plasmócitos e dirigem-se aos tecidos 
conjuntivos, especialmente os tecidos linfóides. 
Os plasmócitos são células que conseguem 
sintetizar grandes quantidades do anticorpo 
específico liberando-o na corrente sanguínea. 
No sangue, esses anticorpos reagem com o 
antígeno inativando-o e tornando-o mais fácil 
de ser ingerido pelos macrófagos e neutrófilos.
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As células desse clone de linfócitos B diferenciam-
se em células B da memória imunológica que 
ficam armazenadas nos nódulos linfáticos, em 
outros órgãos linfóides e eventualmente na 
medula óssea. Essas células têm vida longa e 
ficam prontas para entrar em atividade assim 
que o mesmo antígeno penetrar novamente em 
nosso corpo.
Na imunidade celular, quando um micróbio, como 
um vírus, penetra em nosso corpo pela primeira 
vez e invade uma célula, sua presença nessa 
célula pode ser reconhecida por um linfócito 
T citotóxico específico. Esse reconhecimento 
estimula o linfócito T citotóxico que aumenta de 
tamanho e divide-se desencadeando a formação 
de um clone. Parte das células desse clone dá 
origem aos linfócitos T citotóxicos ativados que 
vão destruir as células parasitadas. Outra parte 
vai formar as células T da memória imunológica. 
Havendo uma segunda infecçãopelo mesmo 
micróbio (que corresponde ao mesmo 
antígeno), as células T da memória são ativadas 
e diferenciam-se em linfócitos T citotóxicos 
que vão destruir mais rapidamente as células 
infectadas por aquele tipo de micróbio.
Na imunidade humoral e celular a estimulação 
dos linfócitos B ou dos linfócitos T citotóxicos, 
respectivamente, pode ser feita diretamente 
pelos antígenos ou por outro mecanismo mais 
complexo: o antígeno é fagocitado por macrófago 
que se torna uma célula “apresentadora” de 
antígenos. Essa vai estimular os linfócitos B ou 
os linfócitos T citotóxicos, dependendo do tipo 
de antígeno.
Ação do sistema imune
Mesmo depois de uma infecção ter sido 
combatida, o organismo ainda possui certa 
quantidade de linfócitos especiais, as células 
de memória, que guardam durante anos 
(geralmente pela vida toda capacidade de 
reconhecer agentes invasores que já tiveram 
contato com o organismo. Sempre que ocorrer 
um novo ataque, as células de memória são 
ativadas e iniciam um processo de multiplicação 
que rapidamente forma um verdadeiro exército 
de células específicas de defesa.
Respostas imunes após inoculação de um antígeno
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O sistema imunológico pode responder de 
diferentes formas a estímulos diferentes:
AÇÃO DIRETA
As imunoglobulinas ligam-se diretamente às 
estruturas antigênicas dos agentes estranhos. 
Podem, então, desencadear diversos efeitos 
como:
Aglutinação - Os anticorpos, aderidos 
aos antígenos, aderem-se uns aos outros, 
formando verdadeiros “grumos” ou 
aglutinados. Estes serão, certamente, mais 
facilmente destruídos por outras células 
através da fagocitose. 
Precipitação - Os anticorpos, aderidos 
aos antígenos, algumas vezes, formam 
complexos insolúveis aos líquidos corporais 
e se precipitam. Assim também serão mais 
facilmente destruídos pelos macrófagos e 
demais leucócitos. 
Neutralização - Os anticorpos podem se 
aderir justamente aos pontos de ação tóxica 
de uma toxina ou de um vírus, por exemplo, 
neutralizando, assim, a sua toxicidade ou seu 
poder invasivo. 
Lise - Os anticorpos, aderidos às estruturas 
antigênicas dos seres estranhos, destroem a 
membrana ou estrutura dos mesmos.
AÇÃO INDIRETA
Outros fenômenos teciduais podem ocorrer 
simultaneamente à ação das imunoglobulinas 
com seus antígenos e, de certa forma, contribuir, 
paralelamente, com a destruição e eliminação 
dos agentes então considerados estranhos. 
A forma de atuação indireta mais interessante se 
dá através da ativação do sistema complemento. 
Através deste sistema, diversas enzimas, quando 
ativadas, produzem no tecido uma série de 
fenômenos que visam complementar a ação dos 
anticorpos na destruição dos agentes estranhos 
e facilitar a destruição dos mesmos tanto pelos 
anticorpos como pelos demais sistemas de 
defesa. 
IMUNIZAÇÃO
IMUNIZAÇÃO ATIVA – VACINA
As primeiras noções sobre imunologia surgiram 
por volta de 1798, com o médico inglês Jenner. 
Nesse período, a varíola era um verdadeiro 
flagelo para a humanidade. Havia dois tipos de 
infecção variólica: um tipo brando, não-maligno, 
que provocava poucas pústulas no corpo e 
que era causado por um agente infeccioso 
que normalmente atacava o gado bovino – 
era a varíola bovina - e um tipo maligno que 
provocava muitas pústulas no corpo e podia 
levar o indivíduo à morte. 
Jenner observou que mulheres que ordenhavam 
vacas atacadas pela varíola, não apresentavam 
pústulas nas mãos. A fim de testar essa 
observação, Jenner coletou material de pústulas 
de vaca atacada pela varíola bovina e injetou-o 
em uma pessoa sadia. Essa pessoa adquiriu a 
varíola bovina, curou-se e após algum tempo 
Jenner inoculou-a com material colhido de 
pústulas de pessoas com varíola maligna. A 
observação se confirmou: essa pessoa não 
adquiriu a varíola maligna tendo-se tornado 
imune à doença. 
Pasteur também trabalhou intensamente na 
imunização de galinhas contra uma epidemia 
de cólera, desenvolveu uma vacina contra o 
carbúnculo para o gado e em 1885 conseguiu 
imunizar uma criança contra a raiva. 
Esse processo de imunização recebeu o nome 
de vacinação (vaccinia = de vaca), sugerido por 
Pasteur, em homenagem a Jenner. Os antígenos 
presentes na vacina desencadeiam uma resposta 
por parte do organismo, chamada de resposta 
imune primária, na qual é feito o reconhecimento 
do antígeno e a produção de células de memória. 
Quando o organismo for invadido pelo antígeno 
para o qual foi imunizado, a produção de 
anticorpos será rápida, defendendo o organismo 
antes que a doença se instale.
Com o desenvolvimento da imunologia, 
surgiram várias vacinas para a prevenção de 
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muitas doenças que são produzidas atualmente 
em escala industrial. A vacina é considerada 
uma forma de imunização ativa.
Através das vacinações ficamos imunizados 
contra as doenças para as quais recebemos as 
vacinas.
Resposta do organismo na primeira e segunda dose de vacina
o organismo, podendo levar o indivíduo à morte 
antes que ele consiga produzir anticorpos.
Nestes casos, o combate é feito com a utilização 
de soros que nada mais são do que uma 
solução contendo anticorpos produzidos por 
um organismo animal previamente imunizado 
contra essas substâncias. 
Os soros desencadeiam um mecanismo de 
imunização passiva. A duração da imunização 
passiva é passageira, ao contrário da imunização 
ativa. Isso porque a pessoa recebe os anticorpos 
prontos que combaterão os antígenos antes 
mesmo de eles terem ativado o próprio sistema 
imunológico da pessoa. A informação, nesse 
caso, não fica registrada na “memória” do 
organismo.
Os anticorpos contidos nos soros são produzidos 
do seguinte modo: após atenuar o efeito de um 
certo antígeno ele é inoculado em um mamífero, 
geralmente um cavalo. Esse animal passa a 
produzir anticorpos contra esse antígeno. Após 
algum tempo a dose é reforçada; com isso 
há aumento na quantidade de anticorpos no 
sangue. Após certo tempo coleta-se um pouco 
do sangue do cavalo inoculado e separa-se dele 
o soro que contém os anticorpos. Esse soro é 
preparado e utilizado nas pessoas. 
IMUNIZAÇÃO PASSIVA – SORO
Algumas substâncias tóxicas como o veneno das 
cobras, das aranhas e as toxinas produzidas por 
certas bactérias, têm efeito muito rápido sobre 
Processo de fabricação de soro antiofídico
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LEITURA COMPLEMENTAR
TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA: O QUE É E PARA QUE SERVE?
Hoje vamos falar de um assunto muito importante: 
o transplante de medula óssea. Aposto que você 
já ouviu falar sobre isso muitas vezes, seja em 
campanhas chamando doadores, seja em alguma 
história de alguém doente que precisou deste tipo 
de transplante. Mas se eu perguntar pra você o 
que é isso, você saberia responder? Se não, preste 
atenção a seguir, estas são informações úteis e 
você poderá depois sair por aí explicando para 
todo mundo.
Antes de mais nada, vamos esclarecer o que é 
a medula óssea. Talvez você já saiba, mas não 
custa relembrar: os ossos são ocos e preenchidos 
por um tecido líquido-gelatinoso (aquela parte 
que é chamada por muitos de tutano) onde são 
produzidos os componentes do nosso sangue. 
Isso mesmo, é na medula que são produzidas 
as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos 
(glóbulos brancos) e as plaquetas. As hemácias 
transportam o oxigênio e o gás carbônico no 
nosso sangue, os leucócitos fazem parte do nosso 
sistema de defesa e as plaquetas compõem o 
sistema de coagulação sanguínea. Já deu pra 
perceber o quão importante ela é, não? Imagina, 
então, se temos problemas pra produzir o que nos 
é tão essencial!
Inúmeras doenças são causadas por agentes 
patogênicos, tais como vírus, bactérias, rikétsias, 
protozoários, fungos, vermes, que podem utilizar 
um vetor para atingir seu hospedeiro final ou 
contamina-lo de forma direta.
IMUNIZAÇÃO
ATIVA
NATURAL
Doença adquirida 
(já teve a doença)
Vacina Via placentária(mãe para filho)
Soro
NATURAL
PASSIVA
ARTIFICIAL ARTIFICIAL
Após a análise das situações, é possível 
comparar os tipos de imunização. Observe o 
quadro abaixo, que cita os tipos de imunização:
Esquema mostrando os tipos de imunização
Algumas pessoas são acometidas de doenças 
que afetam a medula ou a produção de algum 
destes componentes e um tratamento indicado 
é o transplante de medula óssea, ou seja, a 
substituição da medula doente ou deficitária 
por células normais de medula óssea, com o 
objetivo de reconstituir de uma medula saudável. 
O transplante pode ser autogênico, quando a 
medula vem do próprio paciente, ou alogênico, 
quando vem de um doador. O transplante também 
pode ser feito a partir de células precursoras de 
medula óssea, obtidas do sangue de um doador 
ou do sangue de cordão umbilical. Há ainda a 
doação silogênica, que é feita de um irmão gêmeo 
gerado na mesma placenta.
A medula óssea é um tecido liquido-gelatinoso que 
preenche as cavidades dos ossos, onde são produzidos os 
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Exemplos de doenças que têm o transplante de 
medula óssea como indicação de tratamento: 
anemia aplástica grave (deficiência na produção 
das células do sangue), mielodisplasias e em 
alguns tipos de leucemias (tipo de câncer que 
compromete os leucócitos), como a leucemia 
mieloide aguda, leucemia mieloide crônica, 
leucemia linfoide aguda. No mieloma múltiplo e 
linfomas, o transplante também pode ser indicado.
No caso da doação autogênica (ou autóloga), 
as células progenitoras da medula do paciente 
são coletadas antes do paciente passar por 
tratamentos de quimioterapia. Essa coleta é 
criopreservada (preservada sob baixíssima 
temperature no momento oportuno do 
tratamento, ele recebe tais células. Trata-se de 
uma técnica possível e de baixa mortalidade 
(comparada a doação alogênica), mas tem alto 
indice de recidiva (a doença volta a se manifestar) 
nos casos de neoplasias hematológicas e tumores 
sólidos.
No caso da doação alogênica, precisando do 
transplante, o primeiro passo é descobrir quem 
pode doar. De acordo com as leis genéticas, 
irmãos de mesmo pai e da mesma mãe tem 25% 
de chances de ser um doador compatível. Quando 
não há parente compatível, existe um Registro 
Nacional de Doadores Voluntários de Medula 
Óssea, o REDOME, um banco de dados que pode 
indicar se há alguem compatível com o paciente 
em alguma parte do Brasil. Além deste, existem 
bancos do exterior também. E você deve estar se 
perguntando: o que seria uma pessoa compatível? 
Antes de realizar qualquer transplante, testes de 
histocompatibilidade precisam ser realizadas e 
neles é determinado que um conjunto de genes 
que está localizado no cromossomo 6 é igual 
comparando-se o paciente e o doador. Só assim, é 
possível fazer o transplante.
Então, fica a pergunta: o que esse cromossomo 
6 tem de tão especial? Ele possui, em seu braço 
curto, genes que determinam como é o sistema 
HLA (Human Leukocyte Antigen – Antígeno 
Leucocitário Humano), nome dado ao complexo 
principal de histocompatibilidade dos humanos. 
Este complexo (também encontrado na maioria 
dos vertebrados) tem um importante papel no 
sistema imune, na autoimunidade (quando o 
sistema imune combate células e tecidos do 
próprio organismo) e no sucesso reprodutivo. 
Mais especificamente para o assunto que falamos 
aqui, são esses genes que produzem proteínas 
encontradas nas membranas das células e que 
têm o papel de combater e apresentar corpos 
estranhos (os antígenos) aos leucócitos (linfócitos 
T). Este complexo, resultante de muitas pressões 
evolutivas, possui um nível de poligenia e 
polimorfia surpreendente e, por isso, são muitas as 
variações. Sua expressão gênica é co-dominante e, 
na maioria dos casos, vemos pessoas heterozigotas 
para a combinação de genes. Por isso, até um 
irmão (exceto o irmão gêmeo univitelino) tem 
apenas 25% de chances de ser compatível. Por 
conta dessa complexidade gênica, cada conjunto 
de proteínas presente nas células de um indivíduo 
é único. Se um paciente receber a medula de 
um doador que possui genes incompativeis que, 
consequentemente, produzirão células com um 
conjunto de proteinas muito diferente, o corpo 
do paciente seguramente terá rejeição a essa 
medula, entendendo-o como um corpo estranho, 
e o transplante irá falhar, gerando problemas ao 
paciente. Por isso, são tão importantes os testes de 
histocompatibilidade.
Através de punções nos ossos da bacia do doador, 
até 15% da medula dele é aspirada. Em dias, o 
corpo do doador recupera toda a medula doada. O 
paciente a recebe como uma transfusão de sangue. 
A nova medula é rica em células progenitoras 
e chegam até a medula através da corrente 
sanguínea e lá se alojam e se desenvolvem. Logo 
após o transplante e enquanto as células novas 
ainda não foram produzidas o paciente precisa 
ficar em ambiente hospitalar para evitar infecções 
e toda a evolução é acompanhada mesmo depois 
de sair do hospital.
Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), 
hoje já existem mais de 21 milhões de doadores em 
todo mundo e, no Brasil, o REDOME tem mais de 
3 milhões de doadores. Você pode se voluntariar. 
Para isso, basta buscar o hemocentro mais próximo 
de sua casa. Lá você dará suas informações para 
Para doar medula óssea é preciso primeiro cadastrar-se em um 
hemocentro e fornecer uma amostra de sangue. Nessa foto, 
uma faculdade (FIAP) fez uma linda campanha como trote 
solidário, com a ajuda da Associação Medula Óssea (AMEO) e o 
Hemocentro da Santa Casa de Misericórdia para receber novos 
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o cadastro, fará a coleta de uma pequena amostra 
de sangue para que sejam feitos os testes que 
ficarão no banco e pronto. Caso algum paciente 
precise da sua medula você será consultado para 
decidir sobre a doação. O transplante é realizado 
num ambiente cirúrgico, de maneira segura, com 
anestesia geral, e requer internação de 24h.
Bem, agora você já sabe tudo: o que é um 
transplante de medula óssea, sua importância 
e como é possível fazê-lo. Saia espalhando por 
aí! Além de conhecer mais sobre a biologia 
humana você estará propagando informação 
útil e necessária para tantas pessoas que 
necessitam de um transplante como este.
ANOTAÇÕES
Quando os responsáveis pelas 
doenças são vírus, uma das 
melhores formas de combatê-
las é a produção de vacinas, que 
“apresentam” o vírus ao nosso 
organismo, fortalecendo nosso 
sistema imune contra a doença. Em 
tempos de surto de febre amarela, a 
vacinação é fundamental para quem 
está nas áreas de risco. PREVINA-SE! 
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EXERCÍCIOS
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CAIU NO ENEM - 2017 CAIU NA UNESP - 2018
O quadro indica o resultado resumido de um exame de 
sangue (hemograma) de uma jovem de 23 anos.
Hemograma
Valores encontrados
Valores de 
referência 
(acima de 12 anos 
– sexo feminino)
Eritrócitos (x106/mm3) 4,63 3,8 - 4,8
Plaquetas (mil/mm3) 87 150 - 400,0
Leucócitos totais (mil/mm3) 6,04 4,5 - 11,0
Com base nesses resultados, qual alteração fisiológica 
a jovem apresenta? 
Dificuldade de coagulação sanguínea. 
Diminuição da produção de anticorpos. 
Aumento dos processos infecciosos e alérgicos. 
Diminuição no transporte dos gases respiratórios. 
Aumento da probabilidade de formação de coágulo 
no sangue.
O professor de um cursinho pré-vestibular criou a 
seguinte estrofe para discutir com seus alunos sobre 
um dos tipos de célula do tecido sanguíneo humano.
Eu sou célula passageira
Que com o sangue se vai
Levando oxigênio
Para o corpo respirar
De acordo com a composição do tecido sanguíneo 
humano e considerando que o termo “passageira” 
se refere tanto ao fato de essas células serem levadas 
pela corrente sanguínea quanto ao fato de terem um 
tempo de vida limitado, responda:
Que células são essas e em que órgão de um corpo 
humano adulto e saudável são produzidas?
Considerando a organização internadessas células, 
que característica as difere das demais células 
do tecido sanguíneo? Em que essa característica 
contribui para seu limitado tempo de vida, de cerca 
de 120 dias?
(UNIGRANRIO - MEDICINA 2017) “Vacina contra 
dengue é recomendada pela OMS” 
“Um comitê de especialistas da Organização 
Mundial da Saúde (OMS) recomendou nesta sexta-
feira o uso da vacina contra a dengue, elaborada 
pela farmacêutica Sanofi Pasteur, nos países onde 
o vírus é endêmico. A decisão foi feita com base 
em um parecer do Grupo Estratégico Consultivo 
de Estratégico de Especialistas (Sagda OMS, que se 
reuniu para discutir o assunto em Genebra. A vacina 
foi aprovada pela Anvisa em setembro e é a única 
registrada no mundo para combater a dengue.” 
(Adaptado de: http://veja.abril.com.br/ciencia/vacina-contra-
dengue-e-recomendada-pela-oms/15 abr 2016, 13h56 - 
Atualizado em 6 maio 2016, 15h57). 
No texto acima a campanha recomendada pela 
OMS, se baseia em tratamento por: 
Anticorpos produzidos em outros animais, que 
garantem a imunidade. 
Imunidade adquirida através de via placentária. 
Contato direto com o próprio vírus causador da 
doença. 
Antígenos produzidos pelo próprio organismo. 
Produtos constituídos por microrganismos mortos ou 
enfraquecidos. 
(CFTMG 2015) A célula humana a seguir está 
capturando bactérias no processo conhecido como 
fagocitose.
A função desse processo para o organismo humano 
é a 
defesa contra infecções. 
obtenção de nutrientes. 
realização de mutualismo. 
formação de novas células. 
(PUCPR 2015) Muito desenvolvido nos recém-
nascidos, este órgão cujas células são, principalmente, 
os linfócitos-T começa a atrofiar gradualmente após a 
puberdade. Qual é este órgão? 
Baço. 
Tonsila palatina. 
Tonsila faríngea. 
Timo. 
Medula óssea. 
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(ENEM 2014) 
 
Embora sejam produzidos e utilizados em situações 
distintas, os imunobiológicos l e II atuam de forma 
semelhante nos humanos e equinos, pois 
conferem imunidade passiva. 
transferem células de defesa. 
suprimem a resposta imunológica. 
estimulam a produção de anticorpos. 
desencadeiam a produção de antígenos. 
 
(CFTRJ 2013) Vacina contra HPV para homens 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou 
a vacinação contra o HPV de meninos e de homens, 
entre 9 e 26 anos. A vacina ainda não está disponível 
para a rede pública... Protege contra o HPV dos tipos 
6, 11, 16 e 18. O tipo 16 é o mais associado ao câncer 
de boca, cuja incidência aumentou no Brasil. 
Fonte: Revista Planeta, JuI/2011, Ano 39, Edição 466 
A forma de imunização mencionada acima para a 
doença sexualmente transmissível denomina-se ativa 
artificial. A esse respeito, podemos afirmar que 
em geral, tem a função curativa. 
injeta no organismo bactéria atenuada que possa ser 
identificada como antígeno. 
injeta no organismo vírus atenuado que possa ser 
reconhecido como antígeno. 
inocula no indivíduo certa quantidade de anticorpos. 
(ENEM 2013) Milhares de pessoas estavam morrendo 
de varíola humana no final do século XVIII. Em 1796, 
o médico Edward Jenner (1746-1823) inoculou em 
um menino de 8 anos o pus extraído de feridas de 
vacas contaminadas com vírus da varíola bovina, que 
causa uma doença branda em humanos. O garoto 
contraiu uma infecção benigna e, dez dias depois, 
estava recuperado. Meses depois, Jenner inoculou, no 
mesmo menino, o pus varioloso humano, que causava 
muitas mortes. O menino não adoeceu.
Disponível em: www.bbc.co.uk. 
Acesso em: 5 dez. 2012 (adaptado).
Considerando o resultado do experimento, qual a 
contribuição desse médico para a saúde humana? 
A prevenção de diversas doenças infectocontagiosas 
em todo o mundo. 
A compreensão de que vírus podem se multiplicar em 
matéria orgânica. 
O tratamento para muitas enfermidades que 
acometem milhões de pessoas. 
O estabelecimento da ética na utilização de crianças 
em modelos experimentais. 
A explicação de que alguns vírus de animais podem ser 
transmitidos para os humanos. 
 
(UERN 2013) O organismo humano é formado por 
várias células com funções e características diversas, 
responsáveis por todo o funcionamento do corpo. Os 
casos de animais constituídos por uma única célula 
são denominados seres unicelulares, como, por 
exemplo, a ameba.
 
 
Observa-se, na ilustração, que o seu corpo apresenta 
prolongamentos, conhecidos por pseudopodes, que 
ajudam na locomoção e capturação dos alimentos 
necessários a sua sobrevivência. Qual célula do corpo 
humano apresenta a mesma característica da ameba? 
Neurônio. 
Mastócito. 
Neutrófilo. 
Adipócito. 
(ENEM 2013) A contaminação pelo vírus da rubéola 
é especialmente preocupante em grávidas, devido à 
síndrome da rubéola congênita (SRC), que pode levar 
ao risco de aborto e malformações congênitas. Devido 
a campanhas de vacinação específicas, nas últimas 
décadas houve uma grande diminuição de casos 
de rubéola entre as mulheres, e, a partir de 2008, 
as campanhas se intensificaram e têm dado maior 
enfoque à vacinação de homens jovens.
BRASIL. “Brasil livre da rubéola: campanha nacional 
de vacinação para eliminação da rubéola”. Brasília: 
Ministério da Saúde, 2009 (adaptado).
Considerando a preocupação com a ocorrência 
da SRC, as campanhas passaram a dar enfoque à 
vacinação dos homens, porque eles 
ficam mais expostos a esse vírus. 
transmitem o vírus a mulheres gestantes. 
passam a infecção diretamente para o feto. 
transferem imunidade às parceiras grávidas. 
são mais suscetíveis a esse vírus que as mulheres. 
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(UFG 2012) Considere que um bebê recém-nascido 
saudável não pôde ser amamentado com leite 
materno, mas foi alimentado adequadamente desde 
o nascimento com fórmulas lácteas exclusivas para 
lactentes. No entanto, mesmo tendo sido alimentado 
corretamente, haverá, para o bebê, falha 
no ganho de massa muscular. 
no ganho de estatura. 
no armazenamento lipídico. 
na transferência da imunização passiva. 
na transferência da imunização ativa. 
(CFTMG 2010) Alguns leucócitos, dotados de grande 
mobilidade, podem sair dos vasos sanguíneos e entrar 
nos tecidos infeccionados, destruindo microrganismos 
e partículas estranhas. O processo descrito no trecho 
acima denomina-se 
diálise. 
hemólise. 
diapedese. 
clasmocitose. 
(CPS 2017) No Brasil, o Programa Nacional de 
Imunizações (PNI) foi formulado por determinação 
do Ministério da Saúde, em 1973, no mesmo ano em 
que o Brasil recebia o Certificado Internacional de 
Erradicação da Varíola.
Esse programa é uma estratégia de saúde pública de 
excelente relação custo-benefício e extremamente 
eficaz na diminuição da incidência de doenças 
em todo o país, pois recomenda o uso rotineiro de 
vacinas contra várias infecções, como, por exemplo, 
a tuberculose, a difteria, o tétano, a coqueluche, a 
poliomielite, o sarampo, a rubéola, a caxumba entre 
outras.
A vacinação estimula o organismo a produzir sua 
própria proteção (os anticorpos) contra micro-
organismos nocivos. Em alguns indivíduos, após a 
aplicação, podem ocorrer também efeitos colaterais 
como febre, inchaço no local da picada e náuseas. 
No entanto, as reações adversas graves são raras e 
os benefícios da vacinação superam os riscos de tais 
efeitos.
Com os avanços da tecnologia, novas vacinas estão 
disponíveis para serem amplamente utilizadas, 
permitindo melhorias da qualidade de vida da 
população. Pode ser citada como exemplo a primeira 
vacina contra a dengue registrada no Brasil, segundo 
anunciou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária 
(Anvisa). Essa vacina é uma imunização recombinante 
tetravalente, para os quatro sorotipos do vírus da 
dengue transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. 
Ela poderá ser aplicada em pacientes de 9 a 45anos, 
que deverão tomar três doses subcutâneas, com 
intervalo de seis meses entre elas.
Outras vacinas para a prevenção da dengue ainda 
estão em fase de teste antes de serem submetidas 
à Anvisa. Caso haja aprovação, elas poderão ser 
comercializadas no Brasil com segurança e eficácia, 
objetivando a melhoria da qualidade de vida da 
população.
<http://tinyurl.com/zg8c76o> Acesso em: 02.09.2016. Adaptado.
De acordo com o texto, é correto afirmar que 
a primeira vacina contra a dengue registrada no Brasil, 
segundo a Anvisa, é produzida a partir de bactérias 
recombinantes atenuadas. 
o uso de vacinas contra várias doenças é uma estratégia 
de saúde pública muito eficaz, mas, em algumas 
pessoas pode causar reações desagradáveis. 
as vacinas contra a dengue, tuberculose, tétano e 
difteria só podem ser aplicadas em pacientes de 9 a 45 
anos, que deverão tomar várias doses subcutâneas de 
cada uma delas. 
as vacinas são muito eficazes na diminuição da 
incidência de doenças em todo o país, porque possuem 
anticorpos contra os agentes causadores das doenças 
infectocontagiosas. 
como o vírus causador da dengue é transmitido por 
meio de tosse e espirros da pessoa contaminada, além 
da vacinação, uma eficiente forma de prevenção dessa 
doença é evitar aglomerados humanos. 
(ENEM 2016) Vários métodos são empregados 
para prevenção de infecções por microrganismos. 
Dois desses métodos utilizam microrganismos vivos 
e são eles: as vacinas atenuadas, constituídas por 
patógenos avirulentos, e os probióticos que contêm 
bactérias benéficas. Na figura são apresentados cinco 
diferentes mecanismos de exclusão de patógenos 
pela ação dos probióticos no intestino de um animal.
 
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(UECE 2015) Os antígenos são usualmente 
moléculas grandes e complexas, embora algumas 
moléculas pequenas (<10.000 p.m) possam também 
ser imunogênicas. Tais moléculas são dotadas de 
propriedades como: capacidade de induzir resposta 
imune, ou seja, serem reconhecidas pelos linfócitos B 
e T; serem antigênicas, isto é, serem capazes de reagir 
com os anticorpos ou linfócitos T específicos (BIER, 
2005).
A partir dessa informação, marque a única opção que 
apresenta moléculas que NÃO possuem as citadas 
propriedades. 
proteínas e polissacarídeos 
lipoproteínas e nucleoproteínas 
polissacarídeos e lipoproteínas 
poliestireno e poliacrilamida 
(UFF 2010) Desde o surgimento da gripe suína, vacinas 
têm sido desenvolvidas na tentativa de estabelecer 
um método de proteção para a população.
Assinale a alternativa que apresenta o mecanismo 
clássico de imunização em que se baseiam as vacinas. 
Imunização ativa – mecanismo, segundo o qual se 
introduz uma pequena quantidade de antígeno no 
organismo para produção de anticorpo. 
Imunização passiva – mecanismo, segundo o qual 
se introduz uma grande quantidade de antígeno no 
organismo para produção de anticorpo. 
Imunização ativa – mecanismo, segundo o qual se 
introduz uma grande quantidade de anticorpos no 
organismo para o combate ao antígeno. 
Imunização passiva – mecanismo, segundo o qual se 
introduz uma pequena quantidade de anticorpos para o 
combate ao antígeno. 
Imunização ativa – mecanismo, segundo o qual se 
inocula o complexo antígeno-anticorpo para o combate 
à infecção. 
(ENEM 2010) Segundo Jeffrey M. Smith, pesquisador 
de um laboratório que faz análises de organismos 
geneticamente modificados, após a introdução da 
soja transgênica no Reino Unido, aumentaram em 
50% os casos de alergias. “O gene que é colocado 
na soja cria uma proteína nova que até então não 
existia na alimentação humana, a qual poderia ser 
potencialmente alergênica”, explica o pesquisador.
Correio do Estado/MS. 19 abr. 2004 (adaptado).
Considerando-se as informações do texto, os 
grãos transgênicos que podem causar alergias aos 
indivíduos que irão consumi-los são aqueles que 
apresentam, em sua composição, proteínas 
que podem ser reconhecidas como antigênicas pelo 
sistema imunológico desses consumidores. 
que não são reconhecidas pelos anticorpos produzidos 
pelo sistema imunológico desses consumidores. 
com estrutura primária idêntica às já encontradas no 
sistema sanguíneo desses consumidores. 
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Qual mecanismo de ação desses probióticos promove 
um efeito similar ao da vacina? 
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(CPS 2017) A produção de vacinas exige conhecimento 
técnico e controle de qualidade. Nessa produção, duas 
fases são importantes: a fase biológica, que identifica 
e faz as culturas dos micro-organismos causadores 
da doença, que serão, posteriormente, atenuados ou 
inativados; e a fase farmacêutica, que consiste na 
obtenção final do produto.
Assim, considerando uma vacina contra a dengue, 
para que sua eficiência seja constatada, ela deverá 
aumentar a quantidade de glóbulos vermelhos no 
sangue dos organismos contaminados, para facilitar 
o processo de defesa contra os micro-organismos 
causadores da doença. 
ser amplamente aplicada em mamíferos roedores, 
pois esses são os principais agentes transmissores dos 
micro-organismos causadores da dengue nos seres 
humanos. 
modificar o material genético dos seres humanos 
doentes, a fim de induzir a produção de proteínas de 
defesa e aumentar a imunidade. 
impedir a multiplicação dos vetores da doença no meio 
ambiente, principalmente no período que antecede a 
estação chuvosa. 
estimular, nos seres humanos vacinados, a produção 
de anticorpos específicos, que auxiliam o processo de 
defesa. 
(UECE 2016) Atente à seguinte notícia: “CE vai 
receber 2 milhões de vacinas contra H1N1 nos postos 
de saúde. Estado seguirá campanha nacional, que 
vai de 30 de abril a 20 de maio. Distribuição aos 
municípios começa quando estado tiver 30% das 
vacinas.”
http://g1.globo.com/ceara/noticia/2016/04/ce-vaireceber-2-
milhoes-de-vacinas-contra-h1n1-nos-postos-desaude.html
A reportagem acima se refere à iniciativa do governo, 
cujo objetivo é aumentar a imunidade populacional 
contra o H1N1. A respeito dessa vacina, que 
aumenta a imunidade das pessoas, pode-se afirmar 
corretamente que ela 
introduz anticorpos nas células de defesa do organismo, 
que protegem permanentemente os pacientes contra 
todos os vírus da gripe. 
mata o vírus da gripe pela ação direta de antibióticos 
de última geração. 
contém linfócitos que eliminam o agente causador da 
doença. 
estimula a produção de anticorpos contra o vírus 
causador da doença. 
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A alergia é o exemplo mais comum de reação de 
hipersensibilidade a determinadas substâncias 
estranhas ao organismo, os alergênicos, que são 
reconhecidos por tipos especiais de anticorpos.
O processo alérgico ocorre quando os alergênicos se 
ligam aos: 
monócitos, que os fagocitam e, ao liberarem suas 
excretas, ativam o sistema imune do organismo. 
neutrófilos, que os fagocitam, por ação da histamina 
presente em seu citoplasma. 
mastócitos, que regulam a liberação de histamina, 
desencadeando a alergia. 
macrófagos, que os fagocitam, por ação da heparina e 
da histamina. 
plasmócitos, que liberam seus grânulos de histamina, 
desencadeando a alergia. 
(CPS 2015) O artista britânico Luke Jerram, em 
parceria com o microbiologista Andrew Davidson, 
criou uma série de surpreendentes e inusitadas 
esculturas de vidro, intitulada Microbiologia em Vidro.
Nessas obras, estão representados alguns dos vírus 
e bactérias capazes de causar impacto devastador 
sobre a saúde global.
Entre essas esculturas, destaca-se a do papilomavirus 
humano (HPV), nome genérico de um grupo de 
vírus que engloba mais de cem tipos diferentes, cuja 
principal forma de transmissão é a sexual.
Alguns tipos de lesões genitais causadas pelo HPV 
podem ser de alto risco, porque são precursoras de 
tumores malignos, especialmente do câncer do colo 
do útero.
Entre as principais medidas recomendadas 
para preveniressa doença, destaca-se o uso de 
preservativos, a realização de exames periódicos e a 
vacinação.
Sobre os benefícios relacionados ao uso dessa vacina, 
é correto afirmar que 
acarreta a imunização contra vários tipos de doenças 
sexualmente transmissíveis, como gonorreia e AIDS. 
substitui o uso de pílulas anticoncepcionais e imuniza 
também contra o HIV, vírus causador da AIDS. 
com sequência de aminoácidos idêntica às produzidas 
pelas células brancas do sistema sanguíneo desses 
consumidores. 
com estrutura quaternária idêntica à dos anticorpos 
produzidos pelo sistema imunológico desses 
consumidores. 
(ENEM SIMULADO 2009) O gráfico a seguir ilustra, de 
maneira hipotética, o número de casos, ao longo de 20 
anos, de uma doença infecciosa e transmissível (linha 
cheia), própria de uma região tropical específica, 
transmitida por meio da picada de inseto. A variação 
na densidade populacional do inseto transmissor, na 
região considerada, é ilustrada (linha pontilhada). 
Durante o período apresentado não foram registrados 
casos dessa doença em outras regiões.
 
Sabendo que as informações se referem a um caso 
típico de endemia, com um surto epidêmico a cada 
quatro anos, percebe-se que no terceiro ciclo houve 
um aumento do número de casos registrados da 
doença. Após esse surto foi realizada uma intervenção 
que controlou essa endemia devido 
à população ter se tornado autoimune. 
à introdução de predadores do agente transmissor. 
à instalação de proteção mecânica nas residências, 
como telas nas aberturas. 
ao desenvolvimento de agentes químicos para 
erradicação do agente transmissor. 
ao desenvolvimento de vacina que ainda não era 
disponível na época do primeiro surto. 
 
(UPF 2016) A primavera chegou! 
Ah! O colorido das flores! Ah! A beleza das cores!
Pólen por todo o lado e, junto, as alergias!
Atchim!
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e
e
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23
21
provoca o aumento na taxa de hemácias especificas 
que garantem a imunização contra o HPV. 
possui os anticorpos específicos prontos para atuar 
no processo de combate ao HPV. 
induz a produção de anticorpos específicos na 
proteção do organismo contra o HPV. 
(PUCRS 2016) Para responder à questão, analise o 
esquema sobre o mecanismo de sinalização celular 
envolvido nos processos de defesa imune dos seres 
humanos e as afirmativas que seguem.
I. A produção de imunoglobulinas por alguns tipos 
de leucócitos está relacionada à estimulação de 
receptores específicos em sua membrana plasmática.
II. A resposta imunológica específica depende da 
ativação de determinados genes dos linfócitos, 
que ocorrem depois que fatores de transcrição são 
fosforilados.
III. A resposta imunológica inespecífica pode ser 
prejudicada se os macrófagos tiverem os seus 
receptores CD14 e Toll alterados por alguma 
mutação genética.
Está/Estão correta(s) a(s) afirmativa(s) 
I, apenas. 
III, apenas. 
I e II, apenas. 
II e III, apenas. 
I, II e III. 
(UFPA 2016) Influenza, comumente conhecida 
como gripe, é uma doença viral febril, aguda, 
geralmente benigna e autolimitada. Os vírus 
influenza são transmitidos facilmente por aerossóis 
produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou 
espirrar. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B 
e C. O vírus influenza C causa apenas infecções 
respiratórias brandas, não possui impacto na saúde 
pública e não está relacionado com epidemias. Os 
vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias 
sazonais, sendo o vírus influenza A responsável 
pelas grandes pandemias. Os vírus influenza A são 
ainda classificados em subtipos de acordo com as 
proteínas de superfície, hemaglutinina (HA ou H) e 
neuraminidase (NA ou N). Dentre os subtipos de vírus 
influenza A, os subtipos A(H1N1) e A(H3N2) circulam 
atualmente em humanos. Alguns vírus influenza A 
de origem aviária também podem infectar humanos 
causando doença grave, como no caso do A(H7N9).
Fonte: Portal da Saúde – Ministério da Saúde – www.
saude.gov.br.
Considere as seguintes afirmativas a respeito do 
tema, exposto acima:
I. A vacinação é a intervenção mais importante na 
redução do impacto da influenza.
II. Pacientes infectados se beneficiam da 
administração de vacinas, pois estas diminuem a 
severidade dos sintomas.
III. Os sintomas mais sérios da gripe A, causada pelo 
vírus H1N1, foram apresentados por pessoas mais 
idosas e por gestantes, possivelmente por conta da 
menor imunidade desses grupos contra o vírus.
IV. A vacina contra o H1N1, assim como qualquer 
outra vacina contra agentes causadores de doenças 
infectocontagiosas, aumenta a imunidade das 
pessoas porque estimula a produção de anticorpos 
específicos.
Está correto o que se afirma em: 
I, II e IV, apenas. 
I, II e III, apenas. 
II, III e IV, apenas. 
I, III e IV, apenas. 
I, II, III e IV. 
(UDESC 2015) O gráfico mostra em dois momentos 
diferentes o comportamento de dois tipos de 
anticorpos (IgG e IgM), após a exposição do paciente 
a um determinado antígeno.
FI
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LO
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120
 
Assinale a alternativa correta, em relação à 
informação e ao gráfico. 
O gráfico mostra os resultados do tratamento de 
uma pessoa a uma picada de cobra ou de escorpião. 
Logo após o indivíduo receber o tratamento com soro 
antiofídico específico, começa a produzir os anticorpos 
(IgG e IgM). Na segunda exposição, o indivíduo 
produziu mais rapidamente anticorpos por já ter sido 
imunizado anteriormente. 
Após a primeira exposição do paciente ao antígeno, 
a quantidade de ambas as imunoglobulinas é 
praticamente igual; porém na segunda exposição, ao 
mesmo antígeno, a resposta na produção de IgG é 
menos intensa. 
A resposta quantitativa na produção dos diferentes 
tipos de imunoglobulinas independe do número de 
vezes que o indivíduo recebeu o antígeno. 
Na segunda exposição do paciente os macrófagos, 
as células responsáveis pela produção das 
imunoglobulinas IgG e IgM já estavam ativos. 
A resposta na segunda exposição do paciente foi mais 
rápida e mais intensa na produção de IgG devido à 
memória imunológica. 
 
(UNIFOR 2014) Mais de 3 milhões de meninas 
já foram imunizadas contra o HPV. O número 
representa 83% da meta do Ministério da Saúde, 
que é vacinar 4,1 milhões de adolescentes na faixa 
etária de 11 a 13 anos, até o final do ano. Utilizada 
na prevenção do câncer de colo do útero, a vacina 
contra o HPV passou a ser ofertada gratuitamente 
no Sistema Único de Saúde para meninas de 11 a 
13 anos, no último dia 10 de março. O esquema de 
vacinação é composto por três doses: a segunda será 
aplicada com intervalo de seis meses e a terceira, de 
reforço, cinco anos após a primeira dose. Em 2015, 
serão vacinadas as adolescentes de 9 a 11 anos e, 
em 2016, começam a ser imunizadas as meninas 
que completam 9 anos.
http://www.brasil.gov.br/saude/2014/04/vacina-contra-hpv-esta-
disponivel-nos-postos-desaude. 
Acesso em 21 abr. 2014. (com adaptações)
A campanha de vacinação contra o vírus HPV em 
adolescentes justifica-se no fato de que:
I. Dois tipos de HPV (16 e 18) respondem por 70% 
dos casos de câncer de colo de útero, no país.
II. É necessário prevenir o câncer de colo do útero, 
refletindo na redução da incidência e da mortalidade 
por esta enfermidade.
III. A época mais favorável para a vacinação é de 
preferência antes do início da atividade sexual, ou 
seja, antes da exposição ao vírus.
24
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26
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IV. Substitui o rastreamento do câncer de colo do 
útero em mulheres na faixa etária entre 25 e 64 anos.
É CORRETO o que se afirma em: 
I, II e III. 
I, III e IV. 
III e IV somente. 
II, III e IV. 
l e II somente. 
(FMP 2014) O gráfico a seguir ilustra a resposta 
imunológica de um indivíduo frente a duas 
exposições a um agente infeccioso, em relação à 
produção de anticorpos.
 
Observando-se o gráfico, notam-sediferenças na 
resposta entre a primeira e a segunda infecção.
A principal diferença entre as duas infecções e a sua 
justificativa correspondente são, respectivamente, 
a resposta imunológica à segunda infecção ocorreu 
mais rápida e intensamente, pois a primeira infecção 
gerou uma memória imunológica. 
a resposta primária não alcançou o nível de anticorpos 
capaz de reagir com o antígeno, pois somente no 
segundo contato as células de memória produziram 
os anticorpos. 
a resposta secundária foi muito maior, pois a carga do 
antígeno se acumulou ao longo das duas infecções. 
o pico de produção de anticorpos ocorreu mais cedo 
na primeira infecção, pois houve a adaptação do 
sistema imune. 
uma maior produção de anticorpos ocorreu na 
primeira infecção, pois acarretou a ativação de células 
de memória. 
(UFSJ 2013) Analise o gráfico abaixo.
 
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Y e Z representam as concentrações de anticorpos 
contra a proteína B, produzidos pelos linfócitos, 
respectivamente, nas respostas imunológicas 
primária e secundária. 
Y e Z representam as concentrações de anticorpos 
contra a proteína B, produzidos pelos macrófagos, 
respectivamente, nas respostas imunológicas 
primária e secundária. 
(PUCRS 2012) 
 
Referente a vacinas, assinalando os parênteses com 
V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) Vacinas compõem-se de bactérias, de vírus ou, 
ainda, de micro-organismos patogênicos inteiros, 
enfraquecidos ou mortos, que são introduzidos em 
animais.
( ) Vacinas simulam infecções patogênicas, pois 
desencadeiam a produção de um agente infeccioso 
que deixará o organismo imune ou resistente ao 
agente verdadeiro.
( ) O organismo vacinado é protegido graças à 
memória imunológica, a qual reconhecerá o agente 
patogênico em futuras infecções, aumentando a 
eficiência do sistema imune para combatê-lo.
A sequência correta de preenchimento dos 
parênteses, de cima para baixo, é 
V – V – V 
F – V – F 
V – F – F 
F – F – V 
V – F – V 
(UEPB 2013) Analise as proposições apresentadas 
sobre os processos de imunização. 
I. Existem dois tipos de resposta imune: a humoral, 
relacionada aos anticorpos presentes no sangue e 
na linfa, e a celular, que é mediada pelos linfócitos T. 
II. O princípio de atuação das vacinas difere do 
princípio dos soros. As vacinas desencadeiam 
um mecanismo de imunização ativa e os soros 
desencadeiam um mecanismo de imunização 
passiva.
a
a
a
d
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b
b
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c
c
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27
Analise as afirmativas abaixo em relação ao gráfico 
apresentado:
I. O gráfico é típico de imunoterapias, como a utilização 
de soros antiofídicos, que fornecem rapidamente 
uma dose maior de anticorpos, aumentando a 
concentração de anticorpos no plasma.
II. A resposta secundária observada no gráfico com 
maior concentração de anticorpos no plasma deve-se 
aos linfócitos T da memória que vão produzir mais 
anticorpos em menos tempo.
III. O gráfico é característico de um processo de 
imunização ativa.
IV. A resposta secundária observada no gráfico com 
maior concentração de anticorpos no plasma deve-se 
aos linfócitos B da memória que vão produzir mais 
anticorpos em menos tempo.
Com base nessa análise, estão CORRETAS apenas as 
afirmativas 
I e II. 
III e IV. 
II e III. 
I e IV. 
(Fuvest 2012) Um camundongo recebeu uma injeção 
de proteína A e, quatro semanas depois, outra injeção 
de igual dose da proteína A, juntamente com uma 
dose da proteína B. No gráfico abaixo, as curvas X, Y 
e Z mostram as concentrações de anticorpos contra 
essas proteínas, medidas no plasma sanguíneo, 
durante oito semanas.
 
As curvas 
X e Z representam as concentrações de anticorpos 
contra a proteína A, produzidos pelos linfócitos, 
respectivamente, nas respostas imunológicas primária 
e secundária. 
X e Y representam as concentrações de anticorpos 
contra a proteína A, produzidos pelos linfócitos, 
respectivamente, nas respostas imunológicas primária 
e secundária. 
X e Z representam as concentrações de anticorpos 
contra a proteína A, produzidos pelos macrófagos, 
respectivamente, nas respostas imunológicas primária 
e secundária. 
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a
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b
b
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e
30
III. Na resposta imunitária secundária, o tempo para 
a produção de anticorpos é maior e a quantidade de 
anticorpos produzidos é menor, comparando-se com 
o que ocorre na resposta imunitária primária. 
Assinale a alternativa que apresenta a(s) 
proposição(ões) correta(s). 
I, II e III. 
Apenas I e III. 
Apenas III. 
Apenas II e III. 
Apenas I e II. 
(UCS 2014) As vacinas evoluíram muito nas últimas 
décadas, bem como o modo de administrá-las, 
chegando ao ponto de serem desenvolvidos métodos 
de aplicação que não utilizam agulhas, como a 
injeção por pressão de ar, o que gera uma série de 
vantagens em comparação ao uso da agulha.
Analise a veracidade (V) ou a falsidade (F) das 
proposições abaixo.
( ) A agulha é um resíduo de difícil descarte, pois 
pode ficar contaminada, gerando um alto custo para 
o destino correto.
( ) O uso de agulha injeta um volume específico 
num espaço limitado na camada tecidual, enquanto 
o injetor sem agulha espalha o material por uma 
área maior.
( ) A vantagem de utilizar o dispositivo injetor 
sem agulha é que a capacidade de regulagem de 
pressão facilita alcançar ou ultrapassar as camadas 
subcutâneas.
Assinale a alternativa que completa correta e 
respectivamente os parênteses, de cima pra baixo. 
V – V – V 
F – F – F 
V – V – F 
F – V – V 
V – F – V
 
ANOTAÇÕES
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GABARITO DJOW
SISTEMA IMUNOLÓGICO
[A]
A jovem deve apresentar dificuldade de coagulação sanguínea, porque apresenta plaquetas em número inferior aos 
valores de referência.
a) As “células passageiras” são as hemácias (ou glóbulos vermelhos). Essas células são produzidas no tecido conjuntivo 
hematopoiético presente na medula óssea vermelha.
b) As hemácias adultas são anucleadas e desprovidas de organelas. Sem núcleo, os glóbulos vermelhos não se multiplicam 
e sobrevivem entre 90 e 120 dias. 
CAIU NO ENEM - 2017
CAIU NA UNESP - 2018
1- [E]
As vacinas contêm antígenos, tais como microrganismos mortos 
ou enfraquecidos ou parte desses. A inoculação de antígenos 
no organismo humano induz a produção de anticorpos e a 
formação de linfócitos que compõem a memória imunológica. 
2- [A]
A fagocitose de micro-organismos patogênicos, realizadas pelos 
leucócitos é uma estratégia de defesa contra infecções. 
3 - [D]
O timo é uma glândula endócrina situada sobre o coração, 
no qual amadurecem os linfócitos T. Essa glândula atrofia 
gradualmente após a puberdade. 
4 - [D] 
Os imunobiológicos [I] e [II] são compostos por antígenos que 
estimulam a produção de anticorpos em humanos e animais. 
5 - [C]
Na imunização ativa artificial, o corpo fabrica os anticorpos já 
que o sistema imunológico entra em contato com o antígeno 
(vírus) atenuado presente na vacina. Este tipo de imunização 
induz a produção de células de memória e tem função preventiva. 
6 - [A]
O desenvolvimento das vacinas permite a prevenção de diversas 
doenças infectocontagiosas em todo o mundo. 
7 - [C]
Os neutrófilos são células de defesa cuja estratégia é a fagocitose 
de partículas estranhas, muito semelhante ao processo de 
nutrição das amebas que englobam o alimento. 
8 - [B]
As campanhas de vacinação para a prevenção de rubéola, 
enfocando homens jovens, é fundamental para evitar a síndrome 
da rubéola congênita, porque os homens podem transmitir o 
vírus a mulheres gestantes. 
9- [D]
A alimentação do recém-nascido com derivados lácteos é isento 
dos anticorpos presentes no leite naturalmente produzido 
pela mãe. Dessa forma, fica comprometida a transferência de 
imunização passiva da mãe para o filho. 
10 - [C]
Os neutrófilos são leucócitos cuja principal função é fagocitar 
bactérias e outrosmicrorganismos que eventualmente invadam 
o corpo, sendo particularmente ativos no início de uma infecção. 
São dotados de grande mobilidade, o que lhes permite sair dos 
vasos sanguíneos, espremendo-se pelos espaços entre as células 
da parede dos capilares (processo conhecido com o nome de 
diapedese) e entrar nos tecidos infeccionados, onde fagocitam 
microrganismos e partículas estranhas. 
11 - [B]
A primeira vacina contra a dengue é produzida com vírus 
recombinantes. As vacinas são muito eficazes, porém causam 
reações adversas em algumas pessoas. A idade para imunização 
de cada doença é variável. As vacinas estimulam a produção 
de anticorpos contra agentes infecciosos. O vírus da dengue é 
transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti contaminado. 
12 - [B]
As vacinas contêm antígenos que estimulam o organismo 
a produzir anticorpos (imunoglobulinas) específicos. Em 4, 
as bactérias benéficas, conhecidas por probióticos estão 
estimulando a produção de imunoglobulinas que combatem os 
microrganismos patogênicos. 
13- [E]
A eficiência da vacina contra a dengue é constatada pelo 
estímulo à produção de anticorpos específicos, que atuarão na 
defesa contra os vírus. 
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
http://bit.ly/2L5kWlw
http://bit.ly/2NJzlWm
http://bit.ly/2Jd0M7x
http://bit.ly/2NILXgw
http://bit.ly/2L5ujSo
http://bit.ly/2NGQgsB
http://bit.ly/2L5monY
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
http://bit.ly/2NFg7kC
http://bit.ly/2JeBvKh
http://bit.ly/2JdVeta
http://bit.ly/2NFPOuN 
http://bit.ly/2NHi4gp
RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2NCOZTr
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14 - [D]
A vacina contra a H1N1 contém antígenos que estimulam 
o organismo humano a produzir anticorpos específicos e 
desenvolver linfócitos de memória contra o vírus causador da 
gripe (influenza) tipo A. 
 
15 - [D]
Os polímeros artificiais poliestireno e poliacrilamida são 
substâncias orgânicas que não apresentam propriedades 
antigênicas. 
16 - [A]
Comentário: As vacinas são constituídas por antígenos, 
geralmente microrganismos mortos ou atenuados ou, ainda, 
toxinas inativadas que esses microrganismos produzem. Uma 
vez injetadas no corpo, as vacinas induzem a produzir anticorpos 
(proteínas de defesa). Esse processo é chamado imunização 
ativa. 
17 - [A]
As proteínas alergênicas presentes na soja geneticamente 
modificadas são reconhecidas pelo sistema imunológico 
humano como antígenos, ou seja, estranhas ao corpo. A reação 
do organismo a esses antígenos causa a alergia. 
18 - [E]
Como a população de insetos transmissores continuou estável 
até o final do período estudado, a intervenção que controlou a 
doença não está relacionada com o controle dos insetos vetores. 
Como no terceiro ciclo houve um aumento no número de casos 
registrados da doença, a população não deve ter se tornado 
autoimune. Portanto, o controle da doença após o terceiro ciclo 
deve ter se dado pelo desenvolvimento de vacina que ainda não 
estava disponível na época do primeiro surto da doença. 
19 - [C]
Os processos alérgicos são iniciados quando as substâncias 
alergênicas se ligam aos mastócitos. Uma vez ativados, esses 
leucócitos liberam histamina e essa glicoproteína desencadeia 
a reação alérgica. 
20 - [E]
As vacinas contém antígenos que induzem o organismo 
inoculado a produzir anticorpos específicos e desenvolver as 
células que compõem a memória imunológica. 
21- [E]
Os itens I, II e III estão corretos e relacionados ao esquema 
proposto no enunciado da questão. 
22 - [D]
[II] Incorreto: As vacinas não apresentam efeito terapêutico 
contra os sintomas de doenças infectocontagiosas. Elas contêm 
antígenos que estimulam o organismo a produzir anticorpos e 
formar linfócitos de memória. 
23 - [E]
A resposta imunológica secundária do paciente, após a segunda 
exposição ao antígeno, foi mais rápida e mais intensa, em relação 
às imunoglobulinas IgG, devido à ação da memória imunológica 
dos linfócitos sensibilizados na primeira exposição ao antígeno. 
24 - [A]
[IV] Falsa. O esquema de vacinação contra infecções pelo HPV 
não substitui o rastreamento do câncer de colo do útero em 
mulheres na faixa etária entre 25 e 64 anos. 
25 - [A]
A resposta imunológica secundária é mais rápida e mais intensa 
devido à ação dos linfócitos de memória produzidos após a 
primeira exposição ao antígeno. 
26 - [B]
[I] Falso. O gráfico refere-se ao processo de vacinação com a 
inoculação de antígenos que induzem o organismo a produzir 
anticorpos e células de memória.
[II] Falso. As células de memória se diferenciam a partir dos 
linfócitos B. Esses linfócitos são também responsáveis pela 
produção de anticorpos. 
27 - [A]
As curvas X e Z indicam, respectivamente, as respostas 
imunológicas primária e secundária contra a proteína (A). 
Os anticorpos formados após as aplicações são proteínas de 
defesa produzidas pelos linfócitos. A curva Y indica a resposta 
imunológica primaria para a proteína B. 
28 - [E] 
As vacinas desencadeiam a produção de anticorpos e a formação 
de linfócitos de memória que deixarão o organismo imune ou 
resistente ao agente patogênico verdadeiro. 
29 - [E]
[III] Incorreto: Na resposta imunitária secundária, o tempo para 
a produção de anticorpos é menor e mais rápido, comparando-
se com a resposta imunitária primária, na qual a produção de 
anticorpos é mais lenta e menos intensa. 
30 - [A]
Todos os itens estão corretos e associados ao enunciado da 
questão. 
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
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RESPOSTA COMENTADA
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RESPOSTA COMENTADA
RESPOSTA COMENTADA
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