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Bactérias
• Seres procariontes;
• Membrana plasmática
e parede celular;
• Tamanhos variados;
• Formas variadas;
• Grande maioria não
representa perigo.
� Bactérias:
• Do grego bakteria (bastão).
• Bactérias são organismos unicelulares, procariontes, ou seja,
não possuem envoltório nuclear, nem organelas membranosas.
• Podem ser encontrados na forma isolada ou em colônias.
• Podem viver na presença de ar (aeróbias), na ausência
de ar (anaeróbias), ou ainda serem anaeróbias facultativas.
• São um dos organismos mais antigos, com evidência encontrada em
rochas de 3,8 bilhões de anos.
• As bactérias são conhecidas como os organismos mais bem-sucedidos
do planeta em relação ao número de indivíduos.
• As bactérias se reproduzem com grande rapidez, dando origem a um
número muito grande de descendentes em apenas algumas horas.
• A maioria delas reproduz-se assexuadamente, por cissiparidade,
também chamada de divisão simples ou bipartição.
• Aqui, cada bactéria divide-se em duas outras bactérias
geneticamente iguais, supondo-se que não ocorram
mutações, ou seja, alterações
em seu material genético.
Principais Características dos
Micro-organismos
� Bactérias:
Principais Características dos
Micro-organismos
Quanto à forma das células, as bactérias podem ser classificadas em:
• Cocos: forma esférica. Geralmente encontrados na forma de agregados,
como estreptococos, estafilococos etc;
• Bacilos: forma de bastonete. Exemplo: Lactobacilos (responsáveis pela
fermentação do leite) e Rizóbios (bactérias que auxiliam na fixação de
nitrogênio em vegetais);
• Vibrião: forma de vírgula. Exemplo: vibrio cholerae (bactéria causadora
da cólera);
• Espiral: forma de espiral. Exemplo: Helicobacter pylori (responsável por
algumas úlceras, gastrites e até cânceres estomacais) e Treponema
pallidum (responsável pela sífilis).
•
Principais Características dos
Micro-organismos
� Bactérias
Principais Características dos
Micro-organismos
� Quanto à agregação bacteriana, apenas bacilos e cocos
formam colônias. Estas, podem ser classificadas em:
• Diplococo: pares de cocos agrupados. Exemplo: Streptococcus
pneumoniae (responsável pela pneumonia, podem se apresentar na
forma de estreptococos);
• Estreptococos: cocos agrupados formando algo semelhante a um
"colar". Exemplo: Streptococcus pyogenes (responsável por
doenças como a faringite bacteriana);
• Estafilococos: cocos agrupados de forma desorganizada,
semelhantes a cachos. Exemplo: Staphylococcus aureus
(responsável por vários tipos de infecções);
•
Principais Características dos
Micro-organismos
• Sarcina: cocos agrupados de forma cúbica,
formado por 4 ou 8 cocos simetricamente
emparelhados. Exemplo: Sarcina ventriculi
(responsável por algumas infecções generalizadas);
• Diplobacilos: bacilos agrupados em pares.
Exemplo: Diplobacillus variabilis;
• Estreptobacilos: bacilos alinhados em cadeia,
formando algo semelhante a um "colar". Exemplo:
Bacillus anthracis (causadora da doença de
Anthrax).
Principais Características dos
Micro-organismos
•  Agregação
bacteriana, apenas
bacilos e cocos
formam colônias
Principais Características dos
Micro-organismos
Bactérias - Reprodução
• As bactérias se reproduzem de forma
assexuada, geralmente por fissão
binária ou cissiparidade;
• Após a duplicação do material
genético pelo processo de replicação,
as duas moléculas de DNA circular se
fixam em mesossomos diferentes,
localizados no interior da célula
bacteriana, e então a célula se divide
gerando duas células idênticas.
•
Principais Características dos
Micro-organismos
• Bactérias – Reprodução
• A ESPORULAÇÃO que pode ocorrer sob
condições desfavoráveis às bactérias,
formando esporos resistentes que só
retornarão à normalidade quando
encontrarem a mínima condição para dar
continuidade a reprodução por
cissiparidade. 
Principais Características dos
Micro-organismos
Bactérias – Reprodução
• Outra maneira que as bactérias encontraram para
reproduzirem-se foi a sexuada.
• Neste caso, há a transferência de material genético de
uma bactéria para a outra e então a combinação
deste DNA com o DNA da bactéria receptora, originando
novos organismos a partir desta nova possibilidade
cromossômica.
• Este processo pode ocorrer de 3 maneiras diferentes:
 transformação, transdução e conjugação.
Principais Características dos
Micro-organismos
• Bactérias – Reprodução
� Transformação
• Neste processo a bactéria capta e absorve
fragmentos de DNA disponíveis à sua volta,
oriundos provavelmente de outras bactérias
mortas.
• Essa captura é aleatória e espontânea e não é
sinônimo de sucesso reprodutivo, pois o fragmento
capturado precisa ser compatível com a bactéria. 
Principais Características dos
Micro-organismos
• Bactérias – Reprodução
� Transdução
• Neste processo a bactéria é
acometida por bacteriófagos
(vírus) que podem incorporar
alguns segmentos de DNA
bacteriano e mais tarde
transportá-los até outra
bactéria.
• Se a próxima bactéria a ser
infectada por esse mesmo
bacteriófago sobreviver à este
ataque, certamente ela utilizará
os genes transportados pelo
vírus. Logo, esta bactéria seria
caracterizada
como “transduzida”.
Principais Características dos
Micro-organismos
• Bactérias – Reprodução
� Conjugação 
• É o processo em que uma bactéria fixa sua pili sexual
em outra bactéria e ambas trocam seus DNAs
plasmidiais.
• Desta forma, após o plasmídeo ser duplicado e
passado para outra bactéria, passa a expressar suas
características, o que pode conferir novas
capacidades adaptativas à bactéria que recebeu
esse plasmídeo.
Principais Características dos
Micro-organismos
• Bactérias – Reprodução
• Por exemplo, a resistência a um
determinado antibiótico localizado
no plasmídeo de uma bactéria pode,
após sofrer duplicação gerando
outro plasmídeo, ser passada para
outra bactéria, conferindo-lhe a
mesma resistência ao antibiótico da
primeira.
.
Constituintes e Morfologia da
Célula Bacteriana
� Parede celular:
• A parede celular, pela sua rigidez, forma um estojo que garante a
estabilidade da forma característica da bactéria, protegendo-a de
agressões externas e das variações de pressão osmótica. Esta
estrutura de base da parede das bactérias é específica de cada
espécie bacteriana.
• A composição e a estrutura da parede celular determinam o
comportamento da célula em face de um dos métodos de
coloração bacteriológicos: a coloração de Gram. Este método de
coloração foi desenvolvido pelo médico dinamarquês, Hans
Christian Joachim Gram, em 1884.
Constituintes e Morfologia da
Célula Bacteriana
� Parede celular:
• Trata-se de um tratamento sucessivo de um esfregaço bacteriano,
fixado pelo calor, com os reagentes: cristal violeta, lugol, etanol-
acetona e fucsina básica.
• Esta técnica possibilita a separação de amostras bacterianas em
Gram-positivas e negativas, bem como a determinação da
morfologia e do tamanho das amostras analisadas.
Constituintes e Morfologia da
Célula Bacteriana
� Parede celular:
� Bactérias são seres vivos unicelulares (são constituídos
somente de uma célula) e procariontes, isto é, não
possuem membrana nuclear envolvendo seu material
genético.
� Algumas bactérias são causadoras de doenças, no entanto
existem bactérias que possuem grande importância
ecológica, como as bactérias fixadoras, que participam do
ciclo do nitrogênio, ou as decompositoras, importantes em
diversos processos produtivos de alimentos
Constituintes e Morfologia da
Célula Bacteriana
� Parede celular:
� Existem, porém, algumas particularidades entre as bactérias e a fim de
diferenciá-las foi criado o método chamado GRAM.
• Chama-se coloração de Gram o método de coloração utilizado para
diferenciar espécies bacterianas em dois grupos, bactérias gram-positivas
e gram-negativas.
• Entre os fatores que irão diferenciar gram-positivos de gram-negativos,
estão a coloração das bactérias, a composição e propriedades químicas e
físicas das paredes celulares. Christiam Gram notou que as bactérias
podiam ser coradas deazul ou vermelho devido à precipitação do cristal
violeta com lugol no interior do citoplasma da célula.
Constituintes e Morfologia da
Célula Bacteriana
� Parede celular:
� Gram Positiva
Os organismos Gram-
positivos possuem uma
parede celular grossa
envolvendo a membrana
citoplasmática que é
composta por
peptideoglicanos e ácidos
teicoico.
Constituintes e Morfologia da
Célula Bacteriana
� Parede celular:
� Os organismos Gram-
negativos possuem
uma parede celular
mais fina que é
envolvida por outra
membrana externa,
portanto os gram-
negativos possuem 2
membranas, a externa
difere da interna e
contém moléculas de
lipopolissacarideos.
Constituintes e Morfologia da
Célula Bacteriana
� Parede celular: Por que é importante saber se
a bactéria é gram-positiva ou negativa?
• É o tipo de parede e portanto, a definição se a
bactéria é gram-negativa ou gram-positiva
que vai definir a eficácia dos agentes físicos e
químicos utilizados para eliminar, controlar ou
aumentar o crescimento das bactérias
conforme a necessidade.
Constituintes e Morfologia da
Célula Bacteriana
� Parede celular: E como é feita a técnica de Gram?
• Bactérias Gram-positivas são aquelas cujas
paredes celulares não perdem a cor azul-
arroxeada quando submetidas a um processo de
descoloração depois de terem sido coloridas pela
violeta de genciana. As que assumem um tom
róseo-avermelhado quando submetidas ao
mesmo processo são ditas Gram-negativas.
Constituintes e Morfologia da
Célula Bacteriana
� Parede celular: E como é feita a técnica de Gram?
• As bactérias Gram-negativas contêm uma concentração mais elevada de
lipídeos, quando comparadas com as Gram-positivas; suas paredes são,
também, mais finas do que as paredes celulares de bactérias Gram-
positivas.
• Durante o processo de coloração, o tratamento com álcool-cetona extrai
os lipídeos, resultando em uma permeabilidade aumentada da parede
celular das bactérias Gram-negativas. Assim, o complexo cristal violeta
pode ser retirado e as bactérias Gram-negativas são descoradas.
• A parede celular das bactérias Gram-positivas, em virtude de sua
composição diferente (menor conteúdo de lipídeos), torna-se desidratada
durante o tratamento com álcool-cetona reduzindo a permeabilidade e
portanto, o complexo cristal violeta não pode ser extraído.
Reprodução Bacteriana
� As bactérias se reproduzem com grande rapidez, dando origem
a um número muito grande de descendentes em apenas
algumas horas. A maioria delas reproduz-se assexuadamente,
por cissiparidade, também chamada de divisão simples ou
bipartição, como ilustra a Figura 4 abaixo. Aqui, cada bactéria
divide-se em duas outras bactérias geneticamente iguais,
supondo-se que não ocorram
mutações, ou seja, alterações
em seu material genético.
Reprodução assexuada por bipartição
Esporulação
� De acordo com os estudos publicados no Portal Só Biologia (s/
d), algumas espécies de bactérias, em determinadas condições
ambientais, originam estruturas resistentes denominadas
esporos. A célula que origina o esporo se desidrata, formando
uma parede grossa, cuja atividade metabólica torna-se muito
reduzida.
� Alguns esporos são capazes de se manter em estado de
dormência por dezenas de anos, e, ao encontrar um ambiente
adequado, este se reidrata e origina uma bactéria ativa, que
passa a se reproduzir por divisão binária. Os esporos são muito
resistentes ao calor e, em geral, não morrem quando expostos à
água em ebulição.
Reprodução sexuada
� Bactérias consideram reprodução sexuada qualquer processo
de transferência de fragmentos de DNA de uma célula para
outra. Uma vez transferido, o DNA da bactéria doadora se
recombina com o da receptora, produzindo cromossomos com
novas misturas de genes.
� Tais cromossomos recombinados serão transmitidos às células-
filhas quando a bactéria se dividir. A transferência de DNA de
uma bactéria para outra pode ocorrer transformação,
transdução ou por conjugação.
Transformação
� No processo de transformação, a bactéria absorve moléculas de
DNA dispersas no meio e incorpora estas moléculas a sua
cromatina, como ilustra a Figura 5 abaixo. Esse DNA pode ser
proveniente, por exemplo, de bactérias mortas. Tal processo
ocorre espontaneamente na natureza.
� Os cientistas utilizam a transformação como uma técnica de
Engenharia Genética, para introduzir genes de diferentes
espécies em células bacterianas, de acordo com o Portal Só
Biologia (s/d).
Transformação
Processo de transformação das bactérias
Transdução
� A transdução é um processo onde as moléculas de DNA são
transferidas de uma bactéria a outra usando vírus como vetores
(bacteriófagos).
� Estes, ao penetrar dentro das bactérias, podem eventualmente
incluir pedaços de DNA da bactéria que lhes serviu de
hospedeira. Ao infectar outra bactéria, o vírus que leva o DNA
bacteriano o transfere junto com o seu.
� Neste caso, se a bactéria sobreviver à infecção viral, pode
passar a incluir os genes de outra bactéria em seu genoma.
Transdução
Processo de transdução das bactérias
Conjugação
� Na conjugação bacteriana, os pedaços de DNA passam
diretamente de uma bactéria doadora para uma receptora. Isso
acontece a partir de microscópicos tubos proteicos, chamados
pili, que as bactérias possuem em sua superfície.
� O fragmento de DNA transferido se recombina com o
cromossomo da outra bactéria, produzindo novas misturas
genéticas, que serão transmitidas
às células-filhas na próxima
divisão celular.
Conjugação bacteriana mostrando
o pili sexual
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Tuberculose
• A tuberculose é causada pelo bacilo Mycobacterium
tuberculosis ou bacilo de Koch, uma homenagem ao seu
descobridor, o bacteriologista Robert Koch. A forma mais
frequente e generalizada da doença é a tuberculose pulmonar.
A tuberculose pulmonar é a forma mais frequente e
generalizada da doença.
• Entretanto, não é raro que o bacilo da tuberculose afete
também outras áreas do organismo, tais como a laringe, os
ossos, as articulações, a pele, os gânglios linfáticos, o intestino,
além dos rins e do sistema nervoso.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias� Tuberculose
• É uma doença infeciosa
que afeta principalmente
os pulmões. Esta infecção
pulmonar causa sintomas
como febre, tosse,
expetoração, perda de
peso, dor no peito, entre
outros.
• Provocada por uma
bactéria (bacilo de Koch) e
que pode ser fatal. Para
além do sistema
respiratório, a tuberculose
também pode afetar outros
órgãos
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Tuberculose
� A tuberculose primária é a forma mais
comum após a infeção pelo bacilo.
� Após esta fase inicial, o sistema
imunológico ou imunitário (sistema de
defesa do organismo), geralmente, evita que a
doença se propague, mas pode abrigar as
micobactérias que causam tuberculose
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Tuberculose
• A tuberculose miliar consiste num alastramento da infeção a
diversas partes do organismo, por via sanguínea
• Este é um tipo de tuberculose pode atingir as meninges,
causando infecções graves denominadas de "meningite
tuberculosa".
• O seu contágio ocorre principalmente pelo ar, por conta dos
aerossóis no ar que são expelidas quando pessoas com
tuberculose infecciosa tossem, espirram, falam ou cantam.
Contatos próximos a pessoas têm alto risco de se infectarem.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Tuberculose
• Conforme o paciente tem sucesso em seu tratamento, que tem
a duração de seis meses, o risco de transmissão diminui
significativamente. Nos primeiros meses, já se observa a
melhora do paciente e, muitas vezes, este tratamento é
interrompido em função disto. Entretanto, a eficácia do
tratamento depende que ela seja cumprido até o final, sem
interrupções.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
 Distinção entre dois tipos de tuberculose:
Tuberculose latente
� Situação em que existe uma
infeção por tuberculose,
mas as bactérias
permanecem no corpo num
estado inativo e não
causam sintomas. A
tuberculose latente não é
contagiosa.A tuberculose
latente, também é chamada
de tuberculose inativa ou
infecção;
� A tuberculose latente pode
transformar-se em
tuberculose ativa.
Tuberculose ativa 
� A doença pode contagiar
outros indivíduos.
� Não podemos falar em
período de incubação da
tuberculose, mas o
processo de transformação
de tuberculose infeção em
doença pode demorar anos
ou inclusive nunca ocorrer.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Hanseníase (lepra)
• A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, transmitida pelo
bacilo de Hansen. O agente infeccioso da lepra, nome vulgar da
hanseníase, é o bacilo Mycobacterium lepra e, que se multiplica
bem devagar e manifesta-se principalmente na pele, nervos e
membranas mucosas.
• Caracteriza-se por alteração, diminuição ou perda da
sensibilidade térmica, dolorosa, tátil e força muscular,
principalmente em mãos, braços, pés, pernas e olhos e pode
gerar incapacidades permanentes.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Hanseníase (lepra)
• Quando há lesão do tronco dos nervos periféricos,
há acometimento sensitivo, autonômico e motor
no território dos nervos afetados, resultando em
perda de todas as formas de sensibilidade (dor,
frio, calor, tato, parestesia e posição segmentar) e
de paresia, paralisia e atrofia muscular.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Hanseníase (lepra)
• A lepra tem uma ampla gama de possíveis
manifestações clínicas. Os pacientes podem
ser classificados como tendo hanseníase
paucibacilar, que é a forma mais leve,
caracterizada por uma ou mais manchas na
pele, ou multibacilar, associada a lesões em
congestão nasal e sangramento pelo nariz.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Tétano:
• Causado pelo bacilo do tétano (Clostridium tetani), o tétano é
uma doença infecciosa, não transmissível de um indivíduo para
outro, que pode ocorrer em pessoas não imunes, aquelas sem
níveis adequados de anticorpos protetores (que não foram
vacinadas).
• Os anticorpos protetores são induzidos exclusivamente pela
aplicação da vacina antitetânica, uma vez que a neurotoxina
produzida, Clostridium tetani, em razão de atuar em
quantidades extremamente reduzidas, é capaz de produzir a
doença, mas não a imunidade.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Tétano:
• Os esporos do Clostridium tetani são encontrados
habitualmente no solo e, sem causar o tétano, nos intestinos e
fezes de animais, como cavalos, bois, carneiros, porcos, galinhas,
etc.
• Também podem ser encontrados na pele, no intestino e fezes
de seres humanos, sem causar a doença, principalmente em
áreas rurais.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias� Tétano:
• Quando em condições anaeróbicas (ausência de oxigênio),
como no caso dos ferimentos ocorridos em certas condições no
ambiente (solo, poeira, esterco, superfície de objetos -
principalmente quando metálicos e enferrujados);
• Os esporos germinam para a forma vegetativa do Clostridium
tetani, que se multiplica e produz duas exotoxinas, a
tetanolisina, cuja ação ainda é desconhecida, e a
tetanospasmina, uma neurotoxina, e ambas são disseminadas
por meio do sistema circulatório (sanguíneo e linfático).
• A tetanospasmina, responsável pelas manifestações clínicas do
tétano, é uma neurotoxina extremamente potente, capaz de ser
letal para seres humanos em doses de muito pequenas.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Leptospirose:
• A Leptospirose é causada pela Leptospira interrogans. Seu
agente causal pertence ao gênero Leptospira, que são bactérias
espiraladas, longas, finas, pontiagudas, com ganchos nas
extremidades e ativamente móveis.
• A ocorrência de leptospirose está vinculada aos fatores
ambientais, que podem dar lugar a um foco de infecção, cuja
amplitude está na dependência de condições favoráveis.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Leptospirose:
• As bactérias que causam a leptospirose podem permanecer
viáveis em água limpa por até 152 dias, mas não toleram alta
salinidade, dessecação, pH ácido e a competição bacteriana em
meios muito contaminados. A água das chuvas é ideal para a
sua sobrevivência, por exemplo.
• Na zona urbana, principalmente dos grandes centros, durante a
época das chuvas, as inundações se constituem no principal
fator de risco para a ocorrência de surtos epidêmicos de
leptospirose humana.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Leptospirose:
• Localidades com más condições de saneamento básico são as
principalmente acometidas de surtos devido à presença de
esgoto a céu aberto e lixões, proximidade com córregos, os
quais propiciam o contato direto com as águas contaminadas
com urina de roedores (ratos e camundongos).
https://t1.uc.ltmcdn.com/pt/images/0/5/7/
img_quais_os_sintomas_da_leptospirose_21750_600.
jpg
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Gonorreia ou blenorragia:
• A gonorreia é uma doença sexualmente transmissível (DST)
comum, também conhecida como blenorragia ou
esquentamento. Ela Pode afetar todas as partes do corpo,
embora apareça primeiramente nas áreas genitais.
• É causada por uma bactéria, o gonococo (Neisseria
gonorrhoeae). Na maioria das vezes, ela é transmitida por meio
da relação sexual. Nos homens, a infecção normalmente
começa na uretra, que é canal urinário, enquanto que nas
mulheres, a bactéria normalmente infecta primeiramente o
colo do útero.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Gonorreia ou blenorragia:
• Coceira
• Ardência
• Secreção purulenta
Gonorreia (IST)
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Gonorreia ou blenorragia:
• O micro-organismo se dissemina pela corrente sanguínea
(infecção gonocócica disseminada). Quando ocorrem, a
bactéria causa pequenas manchas vermelhas doloridas na
pele e agride as grandes articulações, provando dor forte.
• Em caso de disseminação, a doença também pode provocar a
chamada artrite séptica gonocócica, que provoca dor e
inchaço em grandes articulações, como pulsos, cotovelos,
joelhos e tornozelos, prejudicando a mobilidade.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Gonorreia ou blenorragia:
• A bactéria pode infectar também a garganta e o reto, após sexo
oral e anal. Um bebê, cuja mãe tenha gonorreia, pode ter seus
olhos infectados durante o nascimento ao passar pelo canal
vaginal e provocar conjuntivite na criança (oftalmia neonatal). .
• É possível ter gonorreia sem que haja qualquer sintoma
evidente. Entretanto, quando há sintomas, normalmente eles
aparecem entre 2 e 10 dias após a infecção. Dentre os sintomas
podemos encontrar alguns como apresentados a seguir:
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Gonorreia ou blenorragia:
Diagnóstico:
• O período de incubação que vai desde a relação
desprotegida até as primeiras manifestações da
doença varia de 24 horas a até 14 dias.
• Por isso, uma das maneiras de fazer o diagnóstico
clínico da doença é perguntar quanto tempo depois
da relação sexual apareceu a lesão, se a secreção
lembra pus e está manchando as roupas íntimas.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Gonorreia ou blenorragia:
• Muitas disfunções e doenças sexualmente transmissíveis
podem causar sintomas similares àqueles da gonorreia. Para
saber se há contaminação por gonorreia, o médico examinará
uma amostra do corrimento da uretra do pênis ou do colo do
útero.
• Outra forma de teste é um novo exame de urina, chamado de
líquido céfalo-raquidiano (LCR).
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Gonorreia ou blenorragia:
• O tratamento da gonorreia se dá com a prescrição de
antibióticos, administrados por via oral ou por injeções. É
comum que os portadores de gonorreia também estejam
acometidos por chlamidya, que é outra doença sexualmente
transmissível.
• Nestes casos, é provável que se use mais de um remédio, de
modo a curar ambas as doenças. É importante que o paciente
informe ao médico, caso seja alérgico à penicilina.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Sífilis:
• Provocada pela bactéria Treponema pallidum, a sífilis é uma das
doenças sexualmente transmissíveis, cuja transmissãoé,
basicamente, por contato sexual sem preservativos.
• Pode também ser transmitida da mãe para o feto. A doença é
dividida em três frases, denominadas de sífilis primária,
secundária e sífilis terciária. O aliado mais poderoso na
prevenção da sífilis é o uso do preservativo.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Sífilis:
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Sífilis:
• Lesão primária apresenta-se como um úlcera, (semelhante a
uma afta), não dolorosa nos órgãos genitais, que surge 2
semanas após o contato sexual.
• Nas mulheres pode passar despercebida, visto que é indolor e
costuma ficar escondida entre os pelos pubianos e a vulva. Esta
úlcera é chamada de cancro duro. Sua particularidade é que,
após 3 a 6 semanas, ela desaparece, mesmo se não houver
tratamento, causando a falsa impressão de cura espontânea.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Sífilis:
• Semanas ou até meses após o desaparecimento do cancro duro,
a doença, então retorna, desta vez disseminada pelo organismo,
tornando-se a sífilis secundária e terciaria.
• Neste estágio, a sífilis se manifesta com erupções na pele,
normalmente nas palmas das mãos e solas dos pés, podendo
ocorrer também em quaisquer outros locais do corpo, com
febre, mal-estar, perda do apetite e aumento dos gânglios pelo
corpo.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Sífilis - Sintomas:
• Primária: Pequenas feridas nos órgãos genitais (cancro duro) que desaparecem
espontaneamente e não deixam cicatrizes; gânglios aumentados e ínguas na
região das virilhas;
• Secundária: Manchas vermelhas na pele, na mucosa da boca, nas palmas das
mãos e plantas dos pés; febre; dor de cabeça; mal-estar; inapetência;
linfonodos espalhados pelo corpo, manifestações que também podem regredir
sem tratamento, embora a doença continue ativa no organismo;
• Terciária: Comprometimento do sistema nervoso central, do sistema
cardiovascular com inflamação da aorta, lesões na pele e nos ossos.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Sífilis:
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Meningite
meningocócica:
• É uma inflamação nas meninges,
membranas que envolvem o
cérebro e a medula espinhal.
• A meningite meningocócica é uma
infecção pela bactéria Neisseria
meningitidis e pode atingir
pessoas de qualquer faixa etária.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Meningite meningocócica:
• Causada por uma bactéria chamada de meningococo, trata-se
de uma inflamação das meninges, que são as membranas que
envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
• A meningite meningocócica é causada pela bactéria Neisseria
meningitidis ou Neisseria intracelullaris, conhecida também
como meningococo, que é uma bactéria do tipo diplococo que
só causa a doença no homem, não infectando outros animais.
• A transmissão é feita mediante contato direto com secreções da
garganta ou do nariz de pessoas portadoras ou convalescentes.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Meningite meningocócica:
• Estas pessoas liberam os agentes etiológicos no ar, que podem
ser inspirados por outros indivíduos e causar a doença. O
período de incubação é dois a dez dias. A doença
meningocócica evolui em três etapas: nasofaríngea,
septicêmica ou meningococcêmica e meningítica.
• A doença chega a matar em cerca de 10% dos casos e atinge
50% quando a infecção alcança a corrente sanguínea, sendo
este um dos motivos da importância do tratamento médico.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Meningite meningocócica:
• Os principais sintomas são: febre alta, fortes dores de cabeça,
vômitos, rigidez no pescoço, moleza, irritação, fraqueza e
manchas vermelhas na pele (que são inicialmente semelhantes
a picadas de mosquitos, mas rapidamente aumentam de
número e de tamanho, sendo indício de que há uma grande
quantidade de bactérias circulando pelo sangue).
• A doença meningocócica tem início repentino e evolução rápida,
podendo levar ao óbito em menos de 24 a 48 horas.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Meningite meningocócica:
• Para a confirmação diagnóstica das meningites, retira-se um
líquido da espinha, denominado líquido cefalorraquidiano, para
identificar se há ou não algum patógeno e, se sim, identificá-lo.
• Em caso de meningite viral, o tratamento é o mesmo feito para
as viroses em geral; caso seja meningite bacteriana, será
imprescindível o uso de antibióticos específicos para a espécie,
administrados via endovenosa.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Meningite meningocócica:
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Cólera:
• A cólera é uma doença causada pela bactéria Vibrio cholerae, o
vibrião colérico.
• É uma bactéria capaz de produzir uma enterotoxina que causa
diarreia. O Vibrio cholerae é transmitido principalmente por
meio da ingestão de água ou de alimentos contaminados.
• Se conseguir vencer a acidez do estômago, alcança o intestino
delgado, onde o meio é alcalino, multiplicando-se intensamente,
principalmente em duodeno e jejuno, e produz a enterotoxina
que pode causar diarreia, com evolução rápida (horas) para
desidratação grave e diminuição acentuada da pressão
sanguínea.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Cólera:
• É causada pela ação da toxina liberada
por dois sorogrupos específicos da
bactéria Vibrio cholerae (sorogrupos O1
e O139).
• A toxina se liga às paredes intestinais,
alterando o fluxo normal de sódio e
cloreto do organismo.
• Essa alteração faz com que o corpo
secrete grandes quantidades de água, o
que provoca diarreia aquosa,
desidratação e perda de fluidos e sais
minerais importantes para o corpo.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Cólera:
• Uma pessoa infectada elimina o V. cholerae nas fezes por, em
média, 7 a 14 dias. A água e os alimentos podem ser
contaminados principalmente por fezes de pessoas infectadas.
• As condições deficientes de saneamento básico contribuem
essencialmente para a disseminação da doença, sobretudo a
falta de água tratada. Mesmo em grandes epidemias, a taxa de
ataque da cólera raramente atinge mais do que 2% da
população.
Principais Doenças Causadas
por Bactérias
� Cólera:
• No entanto, entre os anos de 1817 e 1923, a doença ocasionou
seis pandemias, e teve sua sétima delas teve início na Indonésia,
em 1961, disseminando-se pela Ásia, Oriente Médio, África e
Europa, chegando a América do Sul em 1991, a partir das
cidades litorâneas do Peru.
• No ano de 1992 surgiu na Índia um novo sorogrupo produtor de
enterotoxina, que rapidamente atingiu países como o Paquistão,
Bangladesh e China. No Brasil, a cólera surgiu na Região
Amazônica, no Alto Solimões, causada pelo El Tor.
• Dores abdominais
• Vômitos
• Diarreia
Cólera, Disenteria
• Infecção bacteriana rara, mas grave, que é transmitida
por pulgas.
• Pode se disseminar pelo contato com pulgas infectadas.
• Os sintomas incluem inchaço dos gânglios linfáticos, que
podem ficar grandes como ovos de galinha, na virilha, na
axila ou no pescoço. Eles podem ser sensíveis e quentes.
• Outros sintomas incluem febre, calafrios, dor de cabeça,
fadiga e dores musculares.
• A peste bubônica requer tratamento hospitalar urgente
com antibióticos fortes.
• A peste era chamada de negra porque ela causava
manchas negras na pele das pessoas, fruto das infecções
provocadas pelo bacilo.
• Essa peste também ficou conhecida como bubônica por
provocar bubões ou bubos, isto é, inchaços infecciosos no
sistema linfático, sobretudo nas regiões das axilas, virilha
e pescoço.
 Peste Bubônica (transmitida por outros animais)
Microbiota Normal Humana
� A microbiota normal humana desenvolve-se desde o
nascimento até as diversas fases da vida adulta, resultando em
comunidades bacterianas estáveis.
� Há fatores que controlam a composição da microbiota em uma
dada região do corpo. Estes estão relacionados à natureza do
ambiente local, tais como temperatura, pH, água, oxigenação,
nutrientes e fatores mais complexos como a ação de
componentes do sistema imunológico.
Microbiota Normal Humana� Estima-se que o corpo humano, que contém cerca de 10
trilhões de células, seja rotineiramente portador de
aproximadamente 100 trilhões de bactérias.
� A composição da microbiota bacteriana humana é
relativamente estável com gêneros específicos ocupando as
diversas regiões do corpo durante períodos particulares na vida
de um indivíduo. A microbiota humana desempenha funções
importantes na saúde e na doença.
Microbiota Normal Humana
� Os microrganismos membros da microbiota humana podem
existir como:
• Mutualistas: nos casos em que protegem o hospedeiro
competindo por microambientes de forma mais eficiente que
patógenos comuns (resistência à colonização), produzindo
nutrientes importantes e contribuindo para o desenvolvimento
do sistema imunológico;
• Comensais: quando mantêm associações aparentemente
neutras sem benefícios ou malefícios detectáveis;
Microbiota Normal Humana
• Oportunistas: nos casos em que causam doenças em indivíduos
imunocomprometidos devido a diversas condições, tais como:
infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, terapia
imunossupressora de transplantados, radioterapia,
quimioterapia anticâncer, queimaduras extensas ou
perfurações das mucosas.
Microbiota Normal Humana
� Os tratos digestivos, urogenital inferior (especialmente
feminino) e respiratório superior (boca, garganta, nariz e
traqueia), além da pele, são áreas onde a microbiota se instala
assim que o indivíduo deixa o útero materno.
� Toda a microbiota do ser humano pesa cerca de 1,5 kg e tem
atividade metabólica semelhante ao fígado.
Microbiota da Boca e das Vias
Aéreas Superiores
� Quando o indivíduo nasce, as mucosas da boca e da faringe
quase sempre são estéreis, e podem ser contaminadas durante
a passagem pelo canal de parto.
� Nas primeiras 4 a 12 horas de vida, os Streptococcus viridans
colonizam, e se tornam os membros mais importantes da
microbiota residente, permanecendo por toda vida. No início
da vida, aparecem também os estafilococos aeróbios e
anaeróbios, os diplococos gram (-) e lactobacilos.
Microbiota Normal do Trato Intestinal
� Ao nascimento o intestino é estéril. Os microrganismos são,
então, introduzidos a partir dos alimentos. Nos lactentes
amamentados ao seio, o intestino é repleto de microrganismos
aeróbios e anaeróbios, e também gram positivos, com destaque
para os estreptococos e lactobacilos, que são produtores de
ácido láctico. O esôfago contém microrganismos provenientes
da saliva e dos alimentos.
� No estômago, o nível de microrganismos se mantém mínimo
devido à acidez gástrica. O pH ácido do estômago protege o
indivíduo de infecções por alguns patógenos entéricos. À
medida que o pH do conteúdo intestinal se torna alcalino, a
microbiota residente aumenta gradualmente.
Microbiota do Trato Geniturinário
� A uretra anterior, de ambos os sexos, contém pequeno número
de microrganismos provenientes da pele. Estes aparecem
regularmente na urina normal eliminada. A microbiota normal
da vagina funciona da seguinte forma: após o nascimento,
aparecem lactobacilos aeróbios que persistem enquanto o pH
estiver ácido (várias semanas).
� Quando, então, o pH se torna neutro (até a puberdade),
aparece uma flora mista composta de cocos e bacilos. Na
puberdade, os lactobacilos aeróbios e anaeróbios reaparecem
em grande quantidade, contribuindo, assim, para a
manutenção do pH ácido.
Microbiota do Trato Geniturinário
� Quando os lactobacilos são suprimidos por algum agente
antimicrobiano, as leveduras ou bactérias aumentam em
número, causando inflamação e irritação local. Após a
menopausa, os lactobacilos diminuem em número, e reaparece
uma flora mista.
� As bactérias que compõem a microbiota normal ajudam a
defender o organismo das bactérias causadoras de doenças,
pois uma vez que as bactérias da microbiota do indivíduo estão
sendo colonizadas, elas inibirão o crescimento de bactérias
patogênicas.
Microbiota do Trato Geniturinário
� Porém, em alguns casos, quando há o desequilíbrio da flora
bacteriana ou quando estas são levadas a outros sítios
corporais pode haver o desenvolvimento de doenças em sítios
localizados.
� Um exemplo claro disto, que ocorre principalmente com as
mulheres, é o desenvolvimento de infecção urinária por
bactérias intestinais, que chegaram às vias urinárias por conta
de higiene inadequada.
Microrganismos Prejudiciais:
Como Combatê-Los
� De um modo geral, são duas as formas de combate aos micro-
organismos: a profilaxia e o tratamento. Entende-se por
profilaxia o conjunto de medidas voltadas à prevenção,
erradicação ou ao controle de doenças, ou fatos prejudiciais aos
seres vivos. São variadas, em conformidade com o agente
causador da doença.
Microrganismos Prejudiciais:
Como Combatê-Los
� No entanto, alguns micro-organismos exigem cuidados
especiais, sobretudo se relacionados a práticas hospitalares e
intervenções cirúrgicas. A esterilização de objetos pelo calor,
irradiação ou processo químico, e a assepsia corporal, a partir
de uma série de compostos químicos especiais, podem garantir
ao agente de saúde, bem como ao paciente, maior segurança,
minimizando e até eliminando a contaminação.
� A vacinação também é um modo profilático de grande ajuda,
dado que diminui as taxas de muitas doenças bacterianas e
virais, chegando até a sua erradicação.
Microrganismos Prejudiciais:
Como Combatê-Los
� Entretanto, o tratamento, tal como a profilaxia, vai depender da
especificidade do medicamento e do agente causador da
doença. Isto serve de alerta aos riscos da automedicação, pois,
por exemplo, o uso inadequado de um antibiótico geralmente
acarreta na seleção de bactérias resistentes, necessitando cada
vez mais de dosagens maiores e de antibióticos mais fortes.
Mecanismos de Controle de
Crescimento Bacteriano
� Calor:
• Uma população de bactérias que é submetida ao calor tem suas
proteínas desnaturadas. Os lipídios fluidificam na presença de
calor úmido, conforme preconiza a autora. Quando os micro-
organismos perdem a sua capacidade de se multiplicar de
modo irreversível, eles podem ser considerados mortos.
• O calor pode ser observado como úmido ou seco. No que diz
respeito ao seco, trata-se da oxidação. É importante observar
que cada micro-organismo responde de uma forma, de acordo
com a sua resistência, com a quantidade e seus estágios
metabólicos.
Mecanismos de Controle de
Crescimento Bacteriano
� Calor:
• Ao tentar eliminá-los, deve-se escolher um método que elimine
as formas mais resistentes. Uma vez submetida ao calor, uma
população microbiana tem a redução do número de indivíduos
viáveis ocorrendo de forma exponencial.
• O que significa dizer que quanto mais tempo se passar exposta
ao calor, menor será a quantidade de micro-organismos em
determinado meio.
Mecanismos de Controle de
Crescimento Bacteriano
• Em relação ao calor úmido, os mecanismos utilizados são a
fervura, a autoclavação e pasteurização, conforme descrito
abaixo:
a) fervura: o mecanismo de ação da fervura é a desnaturação
de proteínas. Embora não seja considerado um método de
esterilização, após 15 minutos de fervura pode matar uma
grande quantidade de micro-organismos.
Ressalta-se que não é um método eficaz contra endósporos
bacterianos e alguns vírus. Normalmente, é um método
utilizado em desinfecções caseiras, preparo de alimentos, etc.;
Mecanismos de Controle de
Crescimento Bacteriano
b) autoclavação: o mecanismo de ação da autoclavação é a
desnaturação de proteínas. Este é o melhor método a ser
empregado, caso os materiais a serem submetidos à
autoclavação não deformarem pelo calor ou umidade.
A autoclave é um aparelho que trabalha com temperatura e
pressão elevadas. Quando os micro-organismos estão
diretamente em contato com o vapor, a esterilização é mais
eficaz. Este processo é utilizado para esterilização de meios de
cultura, soluções, utensílios e instrumentos;
Mecanismos de Controle de
Crescimento Bacteriano
c) pasteurização: este mecanismo também é a desnaturação
de proteínas. Este método foi desenvolvido por Louis Pasteur,em 1846. Consiste em aquecer o produto em uma
determinada temperatura, por certo tempo e logo após,
resfriá-lo.
Com este processo reduz-se o número de micro-organismos,
mas não se pode assegurar a sua esterilização. É um método
bastante utilizado na esterilização de leite, creme de leite,
cerveja, vinho, etc.
Mecanismos de Controle de
Crescimento Bacteriano
No que diz respeito ao calor seco, os mecanismos utilizados são a
flambagem, a incineração e os fornos:
a) flambagem: trata-se de um método simples, mas de grande
eficácia, bastando apenas colocar todo só instrumentos
metálicos diretamente sobre o fogo;
b) incineração: é um método igualmente eficaz. Utilizam-no
para incinerar vários tipos de materiais, tais como papéis,
materiais hospitalares, carcaças de animais, etc. Ele é capaz de
oxidar todos os materiais, até que virem cinzas;
c) fornos: este é um método utilizado para esterilizar vidrarias.
Exige cuidado, pois se deve ficar atento à relação tempo x
temperatura.
Mecanismos de Controle de
Crescimento Bacteriano
� Radiação:
• De acordo com Gonçalves (2010), a radiação pode ser ionizante
ou não ionizante, dependendo do comprimento de onda, da
intensidade, da duração e da distância da fonte que será
esterilizada.
a) ionizantes: este é um método que utiliza radiações gama, mas
tem um custo elevado. Formam radicais superativos e destroem
o DNA. É um método comumente utilizado para esterilizar
produtos cirúrgicos que podem ser submetidos ao calor.
b) não ionizantes: neste tipo de radiação a mais empregada é a
luz ultravioleta, que altera o DNA mediante a formação de
dímeros.
Controle do Crescimento de
Micro-organismos com Antimicrobianos
(antibióticos)
� Os antimicrobianos são substâncias que matam ou inibem o
desenvolvimento de micro-organismos, tais como as bactérias,
os fungos, vírus ou protozoários.
� Fazem parte dos antimicrobianos os antibióticos, antivirais,
antifúngicos e antiparasitários.
� Os antibióticos as substâncias desenvolvidas a partir de fungos,
bactérias ou elementos sintéticos (aqueles produzidos em
laboratórios farmacêuticos).
Controle do Crescimento de
Micro-organismos com Antimicrobianos
(antibióticos)
� O antibiótico tem como finalidade combater os micro-
organismos (monocelulares ou pluricelulares) que causam
infecções no organismo.
� É necessário observar o cuidado quanto ao uso dos antibióticos,
que prescinde de orientação e acompanhamento médico, pois
do contrário, pode ser prejudicial à saúde. O uso indiscriminado,
além de prejudicar a saúde, pode favorecer o desenvolvimento
de micro-organismos resistentes a determinados antibióticos. O
primeiro antibiótico foi desenvolvido pelo pesquisador inglês,
Alexander Fleming.
Controle do Crescimento de
Micro-organismos com Antimicrobianos
(antibióticos)
� Trata-se da penicilina. Atualmente, a medicina conta com
antibióticos mais potentes, administrados contra diversos tipos
de doenças, tias como a pneumonia, meningite, tuberculose e
as doenças sexualmente transmissíveis, o que requer ainda
mais cuidado em sua utilização.
Características Gerais das
Drogas Antimicrobianas
� Os antimicrobianos são substâncias que matam os micro-
organismos e que dentre as principais se encontra o antibiótico.
As principais características das drogas antimicrobianas são :
a) Toxidade seletiva: segundo pesquisadores, esta é uma
característica que toda droga antimicrobiana deveria
apresentar, dado que diz respeito à capacidade de atuar de
modo seletivo sobre o micro-organismo, não provando danos
ao hospedeiro;
Características Gerais das
Drogas Antimicrobianas
b) Espectro de ação: esta característica diz respeito à
diversidade de organismos afetados pelo agente. De modo
geral, os antimicrobianos são de pequeno ou amplo espectro.
Hoje em dia, os laboratórios vêm trabalhando, na tentativa de
isolar e purificar antimicrobianos de espectro restrito, de
modo que este atue apenas sobre um determinado grupo de
organismos.
Isto evitaria a resistência bacteriana, e aqueles considerados
de pequeno espectro atuariam de modo específico sobre um
ou um pequeno grupo de micro-organismos;
Características Gerais das
Drogas Antimicrobianas
c) No que diz respeito à síntese, podem ser de origem
microbiana, aquela produzida exclusivamente por micro-
organismos, química, por síntese química, e semissintética;
d) no que diz respeito à ação, as drogas antimicrobianas
podem apresentar características microbiostáticas, com ação
direta para inibir o crescimento bacteriano ou microbicidas,
que são aquelas que atuam inibindo a reprodução bacteriana,
porém exigem maior tempo de tratamento.
Micologia
� Micologia ou micetologia. Por sua origem grega, ‘Mykes’
(cogumelo) + ‘logos’ (estudo), ou seja, estudo dos fungos, a
Micologia já foi considerada um ramo da botânica, sendo os
fungos considerados como plantas desprovidas de certos
órgãos.
� Uma vez tendo evoluído em seu conhecimento, os fungos hoje
não mais são vistos como plantas, tendo para si uma ciência
própria, responsável por seus estudos. Portanto, os fungos
pertencem ao Reino Fungi, e são organismos heterotróficos de
variadas dimensões.
Micologia
� Possuem tamanhos consideráveis, tais como os cogumelos, e
também tamanhos microscópicos, como as leveduras e bolores.
� Os fungos se apresentam formados por hifas, com filamentos
longos e ramificados, formando, com conjunto com outras hifas,
o talo de um fungo chamado micélio.
� Os fungos microscópicos não formam hifas. Eles crescem
diretamente de esporos, em esporângios multinucleados.
Micoses superficiais
� Os fungos se localizam na parte externa da pele, ao redor dos
pelos ou nas unhas, e se alimentam de uma proteína chamada
queratina.
� Dentre as micoses superficiais mais conhecidas está Tinea pedis,
popularmente chamada por frieira ou pé-de-atleta. Ela atinge a
pele entre os dedos, comumente dos pés. Ela pode vir
acompanhada de uma infecção bacteriana.
Micoses superficiais
� Em alguns casos a cura pode demorar vários meses, como nas
infecções das unhas. A estas dá-se o nome de onicomicose a
infecção fúngica da unha, muito frequente na população adulta,
em particular as unhas dos pés.
� Uma vez que o fungo não está
apto a invadir o corpo, as tinea,
ou frieiras, não são
consideradas perigosas.
http://doctorfeet.com.br/tratamento-pes/imagens-
yaslip/informacoes/tratamento-frieiras-01.jpg
Micoses superficiais
� As micoses denominadas Tinea podem ser de vários tipos,
além da tinea pedis, conforme descrito a seguir:
a) tinea corporis: afeta a pele, é a que possui mais incidência,
causada pelos fungos M. canis ou T.mentagrophytes;
b) tinea cruris: caracterizada por lesões eritemato-escamosas
(vermelhas) em nível das regiões inguinais (zona dos genitais);
Micoses superficiais
c) tinea unguium: tinha das unhas, pode ser causada por
quase todas as espécies de dermatófitos e as lesões
apresentam um aspecto variável, desde simples manchas
esbranquiçadas a espessamentos com destruição da lâmina
externa da unha e hiperqueratose subungueal (unha amarela
grossa);
d) tinea barbae: é causada por agentes dermatófitos zoofílicos
(de animais). A sua incidência, além de baixa, é quase exclusiva
de meios rurais. As lesões são localizadas na face, na zona com
barba e podem ser superficiais (anulares com bordos vesiculo-
pustulosos) ou profundas (massas nodulares infiltradas de cor
vermelho-arroxeada);
Micoses superficiais
e) tinea capitis: a tinha favosa ou favo tem como agente
etiológico T. schoenleinii surge em qualquer idade e é
caracterizada pelo aparecimento de placas escamo-crostosas
de cor amarelada, em forma de favo e com o "cheiro a rato".
Leva à queda do cabelo e pelada definitiva.
Candidíase
� Ainda como micoses superficiais há também a candidíase, que
afeta principalmente as mucosas. A candidíase, especialmente a
vaginal, é uma das causas mais frequentes de infecção nos
genitais.
� Além do prurido e do ardor, ela também provoca dor durante o
coito, e a eliminação do corrimento vaginal em grumos brancos.Frequentemente, a vulva e a vagina encontram-se inchadas e
irritadas (avermelhadas). As lesões podem estender-se pelo
períneo, região perianal e inguinal.
Candidíase
� No homem, apresenta-se com hiperemia da glande e prepúcio
e, eventualmente, por um leve edema e pequenas lesões
puntiformes, avermelhadas e pruriginosas.
� As mulheres grávidas são bastante propensas a esse tipo de
infecção, por conta da grande variação hormonal que ocorre
durante este período, do mesmo modo que as mulheres na fase
antes do período menstrual.
� Pacientes com deficiência do sistema imunológico, como os
portadores de AIDS, são bastante sensíveis a essas infecções
por não conseguirem combater esses germes naturalmente.
Pitiríase versicolor (pano branco)
� Outro tipo de micose superficial, de acordo com Mello (2012), é
a Pitíriase versicolor, cujo nome vulgar é o ‘pano branco’ ou
ainda ‘micose de praia’. Trata-se de uma micose causada pela
levedura Pityrosporum ovale.
� O fungo causador da doenca habita a pele de todas as pessoas.
Em algumas delas é capaz de se desenvolver, provocando
manchas brancas ou marrons.
Pitiríase versicolor (pano branco)
� As áreas da pele mais atingidas são aquelas mais oleosas, tais
como a face, o couro cabeludo, o pescoço e a porção superior
do tronco. Formam-se manchas claras acastanhadas ou
avermelhadas na pele, que se iniciam pequenas, pondendo se
agrupar e formar manchas maiores.
� De um modo geral, é uma doença assintomática, mas alguns
pacientes podem apresentar coceira. Sendo uma micos
superficial, não provoca graves danos, senão os de ordem
estética.
Pitiríase versicolor (pano branco)
� Formas mais comuns de contágio das micoses superficiais:
a) Contato com animais de estimação;
b) Compartilhamento de chuveiros públicos;
c) Lava-pés de piscinas e saunas;
d) Ao andar descalço em pisos úmidos ou públicos;
e) Uso de toalhas compartilhadas ou mal lavadas;
Pitiríase versicolor (pano branco)
� Formas mais comuns de contágio das micoses superficiais:
f) Equipamentos de uso comum (botas, luvas);
g) Uso de roupas e calçados de outras pessoas;
h) Uso de alicates de cutículas, tesouras e lixas não
esterilizadas;
i) Contato com material contaminado em geral;
j) Uso de roupas úmidas por tempo prolongado.
Pitiríase versicolor (pano branco)
� Procedimentos que diminuem o risco de se contrair uma micose:
a)Evitar andar descalço em pisos úmidos;
b) Nunca usar toalhas compartilhadas, especialmente se
estiverem úmidas ou mal lavadas;
c) Após o banho, enxugar-se bem, principalmente nas áreas de
dobras, como o espaço entre os dedos dos pés e virilha;
d) Usar sempre roupas íntimas de fibras naturais, como o
algodão, pois as fibras sintéticas prejudicam a transpiração;
Pitiríase versicolor (pano branco)
� Procedimentos que diminuem o risco de se contrair uma micose:
e) Verificar se os objetos de manicure, como alicates, tesouras e
lixas são esterilizados. Melhor ainda se tiver um de uso exclusivo;
f) Em contato prolongado com detergentes, usar luvas e enxagar
as mãos toda vez que usar a esponja;
g) Evitar utilizar pentes ou escovas de cabelo de outras pessoas;
h) Evitar uso de roupas molhadas.
Micoses subcutâneas e profundas
� As micoses subcutâneas e profundas são aquelas que afetam a
profundidade da pele, tais como, Esporotricose e Cromomicose, e
aquelas que se instalam em órgãos internos, como Blastomicose
e Criptococose.
� Na micose subcutânea normalmente a infecção fica restrita à pele,
enquanto que na micose profunda propriamente dita, os fungos
se espalham pela circulação sanguínea e linfática. Podem infectar
a pele e órgãos internos, tais como pulmões, intestinos, ossos e
até mesmo o sistema.
Micoses subcutâneas e profundas
� Formas mais comuns de contágios das micoses subcutâneas e
profundas são:
a) O contato com animais de estimação;
b) Compartilhamento de chuveiros públicos;
c) Os lava-pés de piscinas e saunas;
d) Ao andar descalço em pisos úmidos ou públicos;
e) O uso de toalhas compartilhadas ou mal lavadas;
Micoses subcutâneas e profundas
� Formas mais comuns de contágios das micoses subcutâneas e
profundas são:
f) Equipamentos de uso comum (botas, luvas);
g) Uso de roupas e calçados de outras pessoas;
h) Uso de alicates de cutículas, tesouras e lixas não
esterilizadas;
i) Contato com material contaminado em geral;
j) O uso de roupas úmidas por tempo prolongado.
Micoses subcutâneas e profundas
� Medidas preventivas para diminur o risco de se contrair uma
micose:
a) Procurar usar calçados menos abafados;
b) Evitar andar descalço em pisos úmidos;
c) Nunca use toalhas compartilhadas e/ou mal lavadas;
d) Após o banho enxugue-se bem, principalmente nas áreas de
dobras, como o espaço entre os dedos dos pés e virilha;
e) Use sempre roupas íntimas de fibras naturais como o
algodão, pois as fibras sintéticas prejudicam a transpiração;
Micoses subcutâneas e profundas
� Medidas preventivas para diminur o risco de se contrair uma
micose:
f) Verifique se os objetos de manicure, como alicates, tesouras
e lixas são esterilizados (ou tenha um de uso exclusivo seu);
g) Em contato prolongado com detergentes, use luvas e
enxágue as mãos toda vez que usar esponja;
h) Evite utilizar pentes, escovas de cabelo e travesseiros de
outras pessoas.
Virologia
� Em relação às formas de prevenção e tratamento, devido ao
uso da maquinaria das células do hospedeiro, os vírus tornam-
se difíceis de matar.
� As vacinas para a prevenção de infecções são as formas
médicas mais eficientes nestes casos, além das drogas que
tratam os sintomas das infecções virais.
� É importante afirmar, segundo Andris (2012), que o uso de
antibiótico não é recomendado, dado que são inúteis contra os
vírus, e seu abuso contra infecções virais é uma das causas de
resistências antibióticas em bactérias.
• Seres mais complexos;
• Eucariontes;
• Uni ou pluricelulares;
• Reprodução sexuada
ou assexuada;
• Causam doenças
oportunistas.
Fungos
Principais Características dos
Micro-organismos
� Fungos:
• São microrganismos considerados um pouco mais evoluídos do que as
bactérias, pois são seres eucariontes (possuem o material genético
delimitado pela membrana nuclear) e além de unicelulares (leveduras)
também podem ser pluricelulares.
• Além de heterotróficos, os fungos são seres eucarióticos e podem ser
unicelulares, como no caso das leveduras, ou multicelulares, como os
cogumelos. Esses últimos formam filamentos que recebem a
denominação de hifas.
• O conjunto de hifas forma o micélio, que pode crescer até um
quilômetro em 24 horas. Em algumas espécies, as hifas podem formar
estruturas especiais chamadas de corpos de frutificação. Esses corpos
podem ser vistos nos cogumelos e nas orelhas-de-pau.
Principais Características dos
Micro-organismos
� Fungos:
� As hifas podem ser cenocíticas ou septadas.
• As hifas cenocíticas são filamentos contínuos repletos de
material citoplasmático e com uma porção de núcleos.
• As hifas septadas, como o próprio nome sugere, possuem
septos que formam compartimentos que contêm de um a
dois núcleos. Na porção mediana do septo, é encontrada
uma abertura que permite a comunicação citoplasmática.
Principais Características dos
Micro-organismos
� Fungos:
Principais Características dos
Micro-organismos
� Fungos:
Principais Características dos
Micro-organismos
� Fungos:
• São heterotróficos e obtêm energia dos mais diversos
substratos. Estes organismos também possuem parede
celular como as bactérias, mas nesta há a presença de uma
substância quitinosa. Sua estrutura vegetativa é representada
por hifas, cujo conjunto constitui o denominado micélio.
• Gatos também são afetados
• Transmissão por feridas
• Ataca a pele, linfonodos, pulmão
Esporotricose
• Ataca pele, unhas, couro cabeludo
• Transmissão direta
• Micose superficial
• calor, suor = condição favorável.
Tinea (Pé de atleta), Pano Branco
• Faz parte da microbiota natural
• Coceira
• Vermelhidão
• Manchas e corrimento na região genital
Candidíase• Pulmão, fígado, coração e ate meninges
• Grave
• Profissionais da construção
• Também pelas fezes de aves e morcegos.
Histoplasmose e Criptococose

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