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NEUROCIÊNCIA Núcleo de Pós-Graduação NEUROCIÊNCIA Apresentação: Não podemos acreditar que existimos, aprendemos, pensamos, focamos nossa atenção apenas do ponto de vista emocional ou filosófico. Há que se dar importância e entrar em contato com outras áreas de conhecimento que completam o fato da existência do ser humano. Existe um entrosamento entre elas, uma participação de umas nas outras para que se tenha o TODO e não somente A PARTE do TODO como refere a Gestalt quando dia que : O TODO SEM A PARTE NÃO É TODO E A PARTE SEM O TODO NÃO É PARTE. Partamos então desta premissa para estudarmos uma ciência que faz com que o homem encontre então sua plenitude enquanto ser biopsicossocial. A Neurociência. Esta tem como meta, o estudo do Sistema Nervoso Central que age no sentido de estabelecer a ligação orgânica entre o sujeito e o mundo externo. O que faz com que exista esta conexão, é o funcionamento das sinapses entre os neurônios e as proteínas, catecolaminas , hormônios liberados pela amígdala, orientando nossa atenção, percepção, elaboração do meio ambiente externo, que unindo-se ao interno ( e é aí que entram as conexões cerebrais) dão forma ao existir. Segundo (FARINA et al. 2006), as neurociências são constituídas por muitos conteúdos de outros estudos, é multidisciplinar e interdisciplinar. Tem como “trabalho” maior, o entendimento e a clarificação de como se dá o comportamento em nível neuronal, ou seja, aonde estão localizadas as partes do cérebro responsáveis por comportamentos, sentimentos, ações e também, como são as conexões entre os neurônios para que esses fatos ocorram ( Farina et al. 2006). Como as neurociências compõem-se de outras disciplinas, e o estudo do cérebro nos possibilita melhor compreensão de que áreas atuam em comportamentos diferentes, estas tem um grande utilidade na área da educação e da saúde, trazendo importantes colaborações num melhor e maior entendimento da aprendizagem infantil e suas comorbidades ou não, incluindo distúrbios mentais, promovendo uma melhor e maior qualidade do aprender e da qualidade de vida. em indivíduos com lesões ou comorbidades ( FARINA et al.2006). Se atendo ao orgânico especificamente, viabiliza um melhor entendimento e portanto uma melhor qualidade de diagnóstico e tratamento para as doenças psiquiátricas, degenerativas e “quadros “ de lesões. Se observarmos em linhas gerais, os deficientes físicos também sofrem a consequências de problemas motores e paralisias que afetam de alguma forma o ato de aprender, pois a coordenação dos movimentos, também é feita pelo Sistema Nervoso Central. E quanto mais entramos em contato com os conhecimentos na área, mais temos condições e instrumentos para promover a melhoria na qualidade de ensino. De acordo com SANTOS (2006),quando s nos referimos as estruturas cerebrais, a genética humana, a bioquímica cerebral, a fisiologia cerebral, a atuação das medicações em áreas do cérebro, falamos também em Neurociências, pois esta se atém a estudar o funcionamento, a composição, a atuação dos medicamentos e as doenças que dizem respeito ao Sistema Nervoso. A referência dada ao comportar-se, aprender, também está relacionado a Neurociências. Através de experimentos com animais, foi possível o conhecimento de qual ou quais áreas do cérebro são afetadas, como, e de forma. Desenvolveram também exames, nos quais seres humanos dando respostas aos testes aplicados e a exames feitos, ter-se conhecimento de como se dá o processamento das informações em nível lógico matemático, interpretações de textos, sons e em casos de distúrbios, sejam quais forem, elaborar e proporcionar um melhor tratamento e aprendizado para esses sujeitos. Continuando a ideia da interdisciplinaridade, citamos a Psicologia Cognitiva, que utiliza-se de “computadores” para “montagem” de como se estabelece uma rede de neurônios e seu funcionamento dentro da ciência cognitiva. Iniciando-se em mil novecentos e setenta ( 1970) com a Sociedade de Ciência Cognitiva e “Cognitive Science Journal” e à partir desse momento, várias Universidades nos Estados Unidos e na Europa deram início aos cursos de Ciência Cognitiva. Mas voltemos um pouco na história para que haja um entendimento melhor do por que existe a união de tantas ciências e a utilidade e utilização da união das mesmas. De acordo com a concepção de Wundt, corpo e mente funcionavam como dois órgão, sem ligação, cada um com seus processos. Acreditava que podiam ser pesquisados separadamente através de experimentos laboratoriais. Com o decorrer do tempo, a experimentação, a Psicologia experimental foi “abafada” pela ciência do estudo do comportamento, ou behaviorismo, que não concordava com a experimentação, mas sim, com aquilo que se pode observar: o comportamento. Acreditava que a importância deveria ser atribuída ao comportamento ocorrido após uma estimulação apresentada. Watson a iniciou, não mais incluiu a mente em suas pesquisas e “trocas” intelectuais. O que era subjetivo, ou melhor, não observável, não eram consideradas pertinentes; dando-se então uma atenção maior ao comportamento humano, o qual era o objeto de estudo na época. Nos Estados Unidos da América, (EUA), houve uma dominância desta ciência mais ou menos durante seis anos, tendo início em 1950, sendo que em 1956, através de várias pesquisas, há a comprovação por George Miller( um dos fundadores da ciências cognitivas) que o pensamento apresenta limitações e que é capaz de manipular de uma a duas informações concomitantemente. Surge então a “inteligência artificial, unindo a teoria da matemática e do aprendizado, que através desse somatório resulta na criação de um entrelaçamentos de neurônios artificiais, chamada de Perceptron. Em 1930, já existiam comprovações, de que seria possível provara psicogênese do processamento de informações. Mas apenas na década de cinquenta, esta teve seu espaço. O que não tem uma longa duração, pois, com o aparecimento dos computadores e seu crescimento, ou melhor, avanço tecnológico, esses são utilizados cada vez mais e, dão condições de que se possa comprovar a validade dos teoremas da matemática, o que começa a então desviar a atenção da ciência do comportamento e esta deixando de ser foco de estudos e interesse, abrindo lugar novamente para o reaparecimentos das chamadas ciências cognitivas ( SILVA, 2005). Apesar de serem diversas e detalhadas, as formas de pesquisa dos estudiosos dos processos mentais e da inteligência, começa o entrosamento de diversas áreas, uma interdisciplinaridade entre as ciências, cada uma com sua visão e foco de estudo. A Linguística, cujo objeto de estudo é a linguagem e ocorrência da mesma, a Psicologia e seus símbolos utilizados pela mente .A Neurociências, cujo foco central é o funcionamento cerebral, que comanda a motricidade através de processos biológicos, a Antropologia, que estuda o surgimento e desenvolvimento cultural do homem, sua origem, adaptação e formas de vida diferentes e, a Filosofia e Inteligência artificial, pois estudam na sequência, a lógica, o conhecimento e a virtualização das idéias, pensamentos. (SANTOS,2006). Depois de um longo “caminho percorrido”, entre o ir e vir de pesquisas e estudos aprofundados, existe a certeza de que os componentes do cérebro, tanto químicos quanto bioquímicos, as regiões aonde se localizam os conhecimentos ,as emoções, pensamentos, linguagem, percepção e etc.. Faz com que não se possa fugir da multidisciplinariedade de estudos e da interdisciplinaridade, pois necessita-se de conhecimentos orgânico-anatômicos, fisiológicos, biológicos e as estruturas cerebrais que regem cada comportamento, sentimento e as questões da influência genética e hereditária na maneira como nos expressamos emvárias áreas de interesse e em relação às atitudes perante a vida em sociedade e privada. Nossas intra e inter --relações com o mundo. Aumentando então nosso nível de conhecimento, de acordo com a teoria que estuda os neurônios, nosso número deles, vem ajustado em cada um dos sujeitos juntamente com sua carga genética. No passado, tinha-se como crença, que o número de neurônios chegasse ao seu máximo em número e em crescimento em torno dos vinte a trinta anos de idade. Sendo que após esse período, o número de neurônios diminuiria devido ao processo de envelhecimento e, consequentemente, o intelecto seria prejudicado. Acreditava-se então, que o período ideal de aprendizagem seria na adolescência, pois durante a vida adulta se teria várias perdas. (FERNANDEZ,2002,p. 189). Acabou por se tornar um problema, pois, nos dias atuais, ainda se condiciona o aprender a essa ideia, sendo que hoje em dia, já de questiona tudo isso e portanto, essas ideias estão sendo “olhadas” e modificadas. Segundo NERI ( 2006, p.18) : Predominava a noção do declínio intelectual na vida adulta e na velhice (Yerkes, 1921; Miles e Miles, 1932; Lehman, 1953) (sic) incompatível com qualquer ideia de desenvolvimento em idade mais avançada, corroborada pelos dados de pesquisa e pelas crenças sociais. Em 1970, no entanto, com a continuidade dos estudos, chega-se a conclusão de que o que ocorre na fase adulta, não é o fator preponderante para que a aprendizagem seja mais difícil, digamos assim. O fato é que se deve estar atento para outros fatores impeditivos, que são diversos. Como está a saúde do sujeito, seu nível socioeconômico, qual a estimulação recebida neste sentido. O que se pode comprovar através das pesquisas, é que desde a concepção até a adolescência, existe a formação de outros neurônios e novos circuitos surgirão se houver uma integração meio ambiente e organismo. Citamos aqui então, que a autora, profa. Dra. Anita Liberalesso Neri, psicóloga, pedagoga, Mestre e Doutora em Gerontologia, faz parte da descoberta de que o que ocorre é uma modificação na neuroplasticidade do cérebro, mas a aprendizagem e a morte de neurônios não ocorre, a não ser que existam comorbidades. Então, final do século XX, descobre-se que durante a vida, existe uma reorganização dos neurônios e da rede neuronal, modificando-se em nível de sua estrutura e funcionamento, mesmo após a ocorrência de lesões se houver estimulação adequada, adaptando-se assim a cada momento de vida do sujeito. Cada vez mais, os educadores vêm se interessando por conhecer a neurociência, se interessando pelo funcionamento cerebral, o que faz com que a opinião dos cientista seja reforçada, no sentido de que esta ciência, possa cada vez mais auxiliar no desenvolvimentos de técnicas que facilitem o ato de aprender. Hoje em dia, a aproximação dos conhecimentos em várias áreas se faz cada vez maior, os investimentos em pesquisas relacionadas ao conhecimento do cérebro avançam, ocasionando interesse de outras áreas do conhecimento e de toda a sociedade. Interessante afirmar, que a primeira década do século vinte, nos Estados Unidos da América, foi denominada de “ A década do cérebro”. As indústrias farmacêuticas produziram mais e melhores medicações para elevar o nível funcional deste, a Nutrição aumentou também seu número de pesquisas e começou a propagar uma melhor qualidade na alimentação voltada para o funcionamento cerebral e como preventivo de doenças, surgiram também exercícios para elevar seu nível de funcionamento. A multidisciplinariedade avança cada vez mais. Mas ainda faz-se necessário que as pesquisas aumentem, pois, apesar de ter-se obtido já grandes avanços, o fato das ciências estarem se entrosando e se interligando cada vez mais, não se pode envolver todas as áreas, pois ainda se deixa muito a desejar. A união das Neurociências e a Educação no entanto, vem trazendo benefícios para aprendizagem e abrindo “caminhos” para outras áreas, que cada vez mais pesquisam, a atuação da cultura em nível de estimulação, no desenvolvimento deste. Neste sentido, a Antropologia e a Sociologia tem grande importância, pois são estas que se voltam para a cultura e a sociedade. Também, a influência destas na modificação do comportamento dos indivíduos, que foram instrumentados organicamente para ter condições de alterar e modificar sua atuação frente as situações vividas em sociedade. Existem questionamentos como:- “ O indivíduo está cada vez mais agressivo, sem se preocupar com o outro. Como poderia melhorar a sociedade, influenciando sempre no sentido construtivo e não destrutivo?” O que será que acontece em cada cultura, sendo que observa-se essa mudança de comportamento e de valores no mundo todo? Mudando então agora a linha de raciocínio, o Homem é um animal primata e é o único bípede, capaz de andar com suas pernas , além de no decorrer de milhares de anos, sofrendo uma série de modificações estruturais, mantém também, sua coluna ereta. Quando no decorrer de seu desenvolvimento, atinge a maturação orgânica, já podendo interferir no meio ambiente em que vive, na natureza, podendo transformar a natureza, em objetos de uso pessoal e social, ou seja, sempre em processo de construção e não de destruição. De sobrevivência, de adaptação. A cultura, segundo a literatura Antropológica, surge, em função da necessidade de ajudar uns aos outros, logo depois da necessidade de sobrevivência, que com a maturação do cérebro humano e o desenvolvimento de suas habilidades de raciocínio, modifica o ambiente, estabelece uma organização social e dentro dela, uma cultura, a qual lhe dá condições de desenvolver-se. E quando fazemos referências a cultura, falamos de ensinar e aprender. Em dias atuais, quanto mais o educador conhece o processo de desenvolvimento do cérebro, mais tem condições de aplicar teorias já conhecidas e de desenvolver técnicas ainda não conhecidas através de seus estudos em pedagogia e outras áreas, que o levem a obter mais e mais de seus alunos dentro das capacidades de funcionamento e condições sócio culturais às quais estes pertencem. Segundo Morin(2000), quando se fala da integração biopsicossocial, se fala em desenvolvimento do Homem como um todo. E para que este processo se desse, foram necessários milhões de anos, desde uma formação rudimentar da estrutura cerebral até chegarmos ao ponto que estamos, num desenvolvimento muito complexo e contínuo. Foi importante para que a mente humana chegasse aonde está, o processo de modificação cerebral. Ao retomarmos a sociologia, o indivíduo como ser social, temos que levar em consideração que o se relacionar socialmente, está intimamente ligado aos processos e progressos neuroquímicos, que são responsáveis pelas atividades motoras, cognitivas e pelas emoções que se experimenta no decorrer da vida. O cérebro está em constante funcionamento e, tem suas funções em atividade, até mesmo sem terem vivido certas experiências, mas apenas de serem relatada, sua química se altera. Teve-se várias definições do mesmo, sendo uma delas, a “morada da alma” no século XIX e agora em que estamos no século XXI, é definido como a “morada do self”. É de tamanha e vital importância, que em si mesmo, faz parte de um “quadro” de atores que recheiam todas as necessidades fisiológicas, bioquímicas etc. É interessante quando se para pensar que a inteligência reside num corpo que necessita dela para existir, para senti-lo e utilizá-lo enquanto movimento, motricidade. Então, fica cada vez mais claro que existe um agrupamento de ciências, “corpos teóricos” e práticos que constituem a Neurociência. Essa multiplicidade de conhecimentos, ocorrem e se ampliam, à partir do cérebro e tem o processo educativo formal e informal como seu centro,pois atua e modifica como nenhuma outra o faz. Como refere ZARO ( 2010), a Neuroeducação vem se fortalecendo cada vez mais na docência e na pesquisa educacional. Se nos ativermos ao início dos estudos médicos, ao início da medicina como ciência no Ocidente, poderemos confirmar, que a Neurociência é um “velho” composto de conhecimentos, atualizados e que seguem em frente em suas descobertas e atuações, através das pesquisas que ocorrem em todas as áreas do conhecimento. Quando se fala em conhecimento, obviamente, o item anterior é a aprendizagem, que só pode ocorrer quando se faz a relação entre os fatos aprendidos, ou seja, quando ocorre a compreensão. Falando agora em relação ao construtivismo, citamos seu próprio conceito. Este, diz que o indivíduo incorpora os fatos ou conteúdos aprendidos, quando realmente apreende os conteúdos e, os incorpora aos saberes anteriores podendo ampliar sua rede e desenvolver outros conheceres. Quanto ao educador em sua formação, deve adquirir conhecimentos neurocientíficos, com o intuito de habilitá-lo para desenvolver uma linguagem adequada para atividades a serem executadas por cada aprendente. Um grande pesquisador soviético conhecido e respeitado mundialmente, gênio detentor de conhecimentos de várias áreas , foi LeontievVigotsky. Sua profundidade e clareza de conteúdos, junto com seus seguidores, influenciaram no behaviorismo de Pavlov, provando que o Sistema Nervoso , quando estimulado ambientalmente, possibilita modificações na esfera funcional, na plasticidade cerebral. À partir desta descoberta, pode-se ter uma melhor visão e compreensão do que ocorre no processo de aprendizagem dependendo da cultura a qual a pessoa está inserida. Nesta época, não se tinha uma comprovação cientificada neuroplasticidade cerebral como ocorre nos dias atuais , reafirmando seu nível de conhecimento e inter relação entre eles. Quando se fala em Sistema Nervoso e suas formas de organizar e reorganizar –se, na evolução do ser humano, filogenética e ontogenéticamente, parte-se do princípio que a interação homem x cultura interferem nas capacidades em nível cerebral. Quando há o entendimento da influência da linguagem no desenvolvimento das funções superiores do cérebro, com certeza , refere-se a Vigotsky. Suas pesquisas e descobertas são de suma importância até os dias de hoje. A intenção aqui, além de trazer conhecimento, é que se reflita sobre os “ caminhos” que a educação vem percorrendo, a influência que vem acarretando, os conhecimentos cada vez mais clarificados pela ciência, no processo educativo, na formação dos professores, nos planejamento das aulas, Podemos esperar, como revolucionários que somos, grandes mudanças nos Currículuns das faculdades? Nas aulas dadas pelos professores e na percepção dos alunos como um ser global e não apenas aquele que possui uma mente que aprende? Apesar de grandes descobertas, pode-se ter a certeza de que existe uma necessidade enorme de que ocorram cada vez mais pesquisas na área da educação correlacionando-a com a neurociência e cujo nome que mais se adéqua e é utilizado, é a Neuroeducação. Esta se utiliza da Pedagogia e suas técnicas para ensinar de uma forma mais completa englobando a relação mente x cérebro. Segundo HARDIMAN e DENCKLA ( 2009,p.1): [...] a próxima geração de educadores deverá alargar a sua abordagem centrada não apenas no ensino da matemática, por exemplo, mas também na forma como o raciocínio matemático se desenvolve no cérebro. A aprendizagem então deve estar intimamente relacionada com a vida, com a compreensão do funcionamento do cérebro e, com técnicas pedagógicas adequadas frente a esses conhecimentos, levando em contatos aspectos sócio- culturais e psicológicos do aprendente. Não se pode esquecer que o homem é um ser biopsicossocial e a base de qualquer aprendizagem, deve se adequar da melhor forma a esse ser em sua integralidade. Para aumentar ainda mais o conteúdo de nossa apostila, seguem respectivamente links de palestras para serem assistidas e Artigos relacionados aos conteúdos: https://www.youtube.com/watch?v=0EMFNPHwRbU https://www.youtube.com/watch?v=0EMFNPHwRbU Para melhor compreensão do tema, leia os artigos indicado nos links abaixo: Artigo I A INTERFACE LINGUÍSTICA-NEUROCIÊNCIA DA LINGUAGEM Autora: Aniela Improta Link do artigo para leitura file:///C:/Users/LNV/Downloads/1562-5099-1-PB.pdf Artigo II NEUROCIÊNCIA DOS SEIS PRIMEIROS ANOS-implicações educacionais. Autores: Amauri Betini Bartoszeck*, Flavio Kulevicz Bartoszeck Link do artigo para leitura http://www.educacao.mppr.mp.br/arquivos/File/projeto_estrategico/argumentos_ neurologicos_neurociencia_6_prim_anos_bartoszeck.pdf file:///C:/Users/LNV/Downloads/1562-5099-1-PB.pdf http://www.educacao.mppr.mp.br/arquivos/File/projeto_estrategico/argumentos_neurologicos_neurociencia_6_prim_anos_bartoszeck.pdf http://www.educacao.mppr.mp.br/arquivos/File/projeto_estrategico/argumentos_neurologicos_neurociencia_6_prim_anos_bartoszeck.pdf Referências ABI-SÂMARA, R. Uma das últimas entrevistas concedidas por Hans-Georg Gadamer. Fórum especial FD9 (2005). Disponível em: . Acesso em 10 jul 2011 ALVAREZ. A.; LEMOS, I. C. Os neurobiomecanismos do aprender: a aplicação de conceitos no dia-a-dia escolar e terapêutico. Revista de Psicopedagogia, São Paulo, v. 23, n. 71/2006. ALEXANDRE, M. Representação Social: uma genealogia do conceito. Disponível em: . Acesso em: 21 jul. 2011. AMARAL, R. A. P. 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