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Com Sérgio Nogueira, o professor do Soletrando. 6 análise sintática Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Apresentação Quer simplificar o português, aprender com mais prazer e acabar com suas dúvidas? Este e-book ajuda você a entender, de forma simples e prática, as re- lações que existem entre as palavras que formam uma oração ou entre as orações que compõem um período. As videoaulas ampliam o conteúdo do livro digital, discutem as dú- vidas mais comuns e apresentam exemplos práticos para você enrique- cer seu conhecimento. É assim que o professor Sérgio Nogueira retoma os temas mais im- portantes e mais cobrados em provas de concursos e vestibulares, para que você possa (re)aprender sem dificuldades e sem traumas. Tudo com a experiência de quem há mais de 40 anos aproxima os brasileiros da língua portuguesa. Bom proveito! Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Sumário Sintaxe ........................................................................................................................... 4 Frase, oração e período ....................................................................................... 6 1. Frase ............................................................................................................................................6 2. Oração ........................................................................................................................................7 3. Período .......................................................................................................................................8 Análise sintática do período simples ......................................................... 9 Termos essenciais da oração .........................................................................10 1. Sujeito ......................................................................................................................................10 2. Predicado ...............................................................................................................................16 Termos integrantes da oração .....................................................................20 1. Objeto direto .......................................................................................................................20 2. Objeto indireto ...................................................................................................................21 3. Complemento nominal .................................................................................................21 4. Agente da passiva ............................................................................................................21 5. Predicativo do sujeito ...................................................................................................23 6. Predicativo do objeto .....................................................................................................23 Termos acessórios da oração e vocativo ................................................24 1. Adjunto adnominal .........................................................................................................24 2. Adjunto adverbial ............................................................................................................25 3. Aposto ......................................................................................................................................27 4. Vocativo ..................................................................................................................................28 Análise sintática do período composto ..................................................29 Orações coordenadas .........................................................................................30 Classificação das orações coordenadas sindéticas .........................................31 Orações subordinadas .......................................................................................34 1. Orações subordinadas substantivas ....................................................................35 2. Orações subordinadas adjetivas .............................................................................40 3. Orações subordinadas adverbiais ..........................................................................44 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Sintaxe A sintaxe (deve-se pronunciar “sintasse”) é a parte da gramática que estuda a relação que as palavras estabelecem em uma oração e a rela- ção das orações dentro de um período. Pode-se dizer, assim, que a sinta- xe dedica-se à análise das combinações que as estruturas da linguagem podem apresentar na formação de enunciados comunicativos. Diferentemente da morfologia – parte da gramática que se dedica a classificar as palavras da língua (classes de palavras), analisando seus significados e aspectos formais –, a sintaxe concentra-se na relação que essas palavras estabelecem com as outras na oração. Assim, só faz sentido utilizar o termo “classificar” quando se objetiva identificar a classe a que pertence a palavra. Em sintaxe, não se classifica a palavra, analisa-se a função que ela exerce na oração. E essa função não é fixa, pois depende da relação estabelecida em cada oração. 4 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Para melhor entendermos essa diferença, vamos pegar como exem- plo a palavra “banana”. Do ponto de vista das classes de palavras, tra- ta-se de um substantivo comum. Vista da ótica da sintaxe, porém, a pa- lavra “banana” pode exercer diferentes funções (sem deixar de ser um substantivo comum). Veja estas orações: A banana está madura. A cesta está cheia de banana. Mariazinha não suporta banana-nanica. Ela só gosta de banana-prata. O namorado de Mariazinha é um banana. Note como, em cada oração, a palavra “banana” constrói uma re- lação diferente com as demais palavras. Na primeira oração, a palavra “banana” exerce a função de sujeito, pois é dela que se está falando. Na segunda, o sujeito é “a cesta”, pois é dela que se fala; e como o termo “de banana” completa o sentido do adjetivo “cheia”, dizemos que ele exerce a função de complemento nominal. Na terceira, a palavra “banana-nanica” exerce a função de obje- to direto, pois completa o sentido do verbo “suportar”, que é tran- sitivo direto. Já na oração seguinte, a palavra “banana-prata” também completa o sentido de um verbo, mas, como precisa da preposição “de” para se ligar à forma verbal “gosta”, ela passa a exercer a função sintática de objeto indireto. Por fim, na última oração, a palavra “banana” é usada para caracterizar o sujeito da oração, exercendo, assim, a função de predicativo do sujeito. 5 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com e período Frase, oração Antes de analisarmos as funções exercidas pelas palavras na oração (isto é, a análise sintática), precisamos relembrar alguns conceitos im- portantes, como frase, oração e período. 1. Frase É a unidade mínima de comunicação linguística responsável por transmitir uma mensagem. Em outras palavras, podemos dizer que fra- se é todo enunciado que tem sentido completo. É claro que o sentido completo de uma mensagem, na maioria das vezes, depende do contexto de comunicação. Confira este diálogo: 6 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com – Você realmente acredita que seu time tem condições de ganhar o campeonato? – Acredito, sim! As duas falas podem ser consideradas frases, pois cada uma, “dentro do contexto”, transmite uma mensagem completa. Já quando analisamos a fala “Acredito, sim!” isoladamente, percebemos que ela não transmite uma mensagem com sentido completo e não pode ser considerada uma frase. Assim, podemos concluir que, se tiver sentido completo, uma única palavra pode ser considerada uma frase, como: – Oi! – Silêncio!– Corram! Na fala, é a entonação que marca o começo e o fim de uma frase. Na es- crita, ela é delimitada pela pontuação: geralmente, começa com letra mai- úscula e termina com um ponto (final, interrogativo ou de exclamação). 2. Oração É a frase ou parte da frase que se organiza em torno de um verbo ou de uma locução verbal. Não existe oração sem verbo. Assim, “Oi!” e “Silêncio!” são frases, mas não podem ser consideradas orações. Já “Cor- ram!” é uma frase, pois tem sentido completo, e também uma oração, já que possui um verbo. 7 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Já em “Choveu muito esse ano, e isso prejudicou a colheita da soja, que era a esperança dos agricultores.”, temos uma frase, marcada pela letra maiúscula e pelo ponto-final, e três orações, marcadas pelos ver- bos: Choveu muito esse ano, / e isso prejudicou a colheita da soja, / que era a esperança dos agricultores. 3. Período É uma frase que contém uma ou mais orações. Em outras palavras, para ser um período é necessário ter sentido completo e apresentar ao menos um verbo. No período simples, a frase é constituída por ape- nas uma oração, isto é, apresenta somente um verbo ou uma única lo- cução verbal. Corram! Tudo foi dito a vocês! Ninguém ouviu meus gritos desesperados naquela noite fria. Já no período composto, a frase é constituída de duas ou mais orações. É necessário / que o governo exerça seu papel fiscalizador, / exigindo qualidade nos serviços prestados. 8 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com A análise sintática do período simples estuda as relações entre os termos de uma oração. Termo é uma palavra ou um conjunto de palavras que exerce uma função específica na oração. Dependendo da função que desempenha, esse termo pode ser classificado como essencial, integrante ou acessório. Análise sintática do período simples 9 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Os termos essenciais da oração são o sujeito e o predicado. 1. Sujeito É o termo sobre o qual se declara algo. O sujeito determina em que pes- soa e número o verbo que está no predicado da oração deve se apresentar. 1442443 A criança chorou a noite toda. predicadosujeito 144444424444443 da oração Termos essenciais 10 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Nessa oração, o verbo (chorou) está na 3ª pessoa do singular, con- cordando com o sujeito (A criança), que também está na 3ª pessoa do singular. Note que, se passarmos o sujeito para a 3ª pessoa do plural, o verbo obrigatoriamente deverá apresentar-se na 3ª pessoa do plural: 144424443 predicadosujeito 14444444244444443 As crianças choraram a noite toda. Núcleo do sujeito No caso de o sujeito ser formado por mais de uma palavra, devemos identificar a palavra mais importante, aquela que efetivamente concor- dará com o verbo. A chegada dos alunos do terceiro ano foi tumultuada. 14444244443144444444444424444444444443 predicadosujeito 1442443 núcleo FIQUE ATENTO! Orações com verbos como “existir”, “faltar”, “acontecer”, “bastar”, “chegar” etc. geralmente apresentam o sujeito depois do verbo. Nesse caso, preste atenção à concordância verbal. Faltam quinze minutos para o meio-dia. (verbo e sujeito no plural) Ainda existem muitos mistérios no universo. (verbo e sujeito no plural) 11 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Classificação do sujeito > Simples (tem um único núcleo) A poluição das grandes cidades afeta a saúde do cidadão. 14444444444244444444443 sujeito simples 1442443 núcleo > Composto (tem dois ou mais núcleos) Chegaram atrasadas mãe e filha para a reunião. 144424443sujeito composto 123 núcleo 123 núcleo > Indeterminado (não é possível identificar pelo contexto a quem o verbo da oração se refere) Há duas maneiras de indeterminar o sujeito: a) coloca-se o verbo na 3ª pessoa do plural sem referência anterior ao sujeito. Bateram no meu carro. Apagaram a luz. Quebraram a porta da diretoria. 12 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com CUIDADO! Não basta o verbo estar na 3ª pessoa do plural para o sujeito ser indeterminado. Se o contexto permitir ao leitor identificar o sujeito, ele não será indeterminado. Veja o exemplo: Marcos e Pedro brigaram na hora do recreio. Quebraram a porta da diretoria. Perceba que, embora o verbo da segunda oração esteja na 3ª pessoa do plural, o sujeito da oração é facilmente reconhecível pelo contexto. Trata-se de “Marcos e Pedro”, sujeito expresso na primeira oração. b) coloca-se o verbo na 3ª pessoa do singular ligado ao índice de indeterminação do sujeito (pronome “se”). Trata-se de um assunto muito delicado. Come-se bem em São Paulo. No verão, não se trabalha com disposição. Era-se feliz na infância. CUIDADO! O pronome “se” só pode ser classificado como índice de indeterminação do sujeito se o verbo a que estiver ligado for transitivo indireto, intransitivo ou de ligação. 13 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com > Oração sem sujeito (a ação expressa pelo verbo não pode ser atribuída a nenhum ser) Nesse tipo de oração, o verbo é impessoal e, com exceção do verbo “ser”, deve permanecer fixo na 3ª pessoa do singular. Os principais casos de verbos impessoais são: a) verbos que indicam fenômenos da natureza, como “chover”, “trovejar”, “ventar”, “nevar” etc. Choveu muito durante o verão. Nunca nevou na cidade de São Paulo. ATENÇÃO! Quando empregados em sentido figurado, esses verbos têm sujeito. Choveram mensagens de apoio na rede social. sujeito 144444424444443 b) verbos “ser”, “estar”, “fazer” e “haver” indicando tempo. São duas horas da tarde. É primavera! Hoje está muito frio. Fazia um calor insuportável em janeiro. Faz dois anos / que ele partiu. (O verbo da primeira oração não tem sujeito.) Ele dá aula / há 20 anos. (O verbo da segunda oração não tem sujeito.) 14 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com c) verbos “haver” (formal) e “ter” (coloquial) empregados no sentido de “existir” ou “acontecer”. Houve muitos acidentes no feriado. Tinha várias pessoas feridas no local do acidente. FIQUE ATENTO! Os verbos “existir” e “acontecer” têm sujeito. Aconteceram vários acidentes no feriado. sujeito 1444442444443 Existiam várias pessoas feridas no local do acidente. 14444444244444443 sujeito SUJEITO AGENTE X SUJEITO PACIENTE 1. Na voz ativa, o sujeito pratica a ação, sendo por isso denominado sujeito agente. Na oração “O candidato fez uma ótima redação”, o termo “O candidato” é sujeito agente, pois pratica a ação verbal. 2. Na voz passiva, o sujeito sofre a ação verbal, sendo por isso denominado sujeito paciente. Na oração “Uma ótima redação foi feita pelo candidato”, o termo “Uma ótima redação” é sujeito paciente, pois recebe a ação verbal. 15 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com 2. Predicado Predicado é o termo da oração que contém a informação sobre o sujeito. O verbo sempre está no predicado e, como não existe oração sem verbo, não existe oração sem predicado. Antes de classificarmos o predicado, precisamos lembrar a predicação verbal, que separa os verbos em intransitivos, transitivos e de ligação. > Verbo intransitivo (VI) É aquele que não necessita de complemento (objeto direto e ob- jeto indireto). A criança escorregou. Os noivos sorriram. O trem chegou. > Verbo transitivo É aquele que precisa de um termo que complete seu significado. Esse termo recebe o nome de objeto. Há três tipos de verbo transitivo: a) Verbo transitivo direto (VTD): necessita de um complemento que se liga a ele sem preposição. Esse complemento chama-se objeto direto (OD). O cantor perdeu a voz. OD 14243 14243 VTD 16 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com As crianças adoram bolo de chocolate. OD 1442443 1444442444443 VTD b) Verbo transitivo indireto (VTI): necessitade um complemento que se liga a ele com preposição. Esse complemento chama-se objeto indireto (OI). 1442443 preposição Todos reclamaram de você. OIVTI 144424443 c) Verbo transitivo direto e indireto (VTDI): necessita de dois complementos, um sem preposição (OD) e outro com preposição (OI). Governo promete computadores baratos à população de baixa renda. preposição VTDI 1442443 OD OI 14444444244444443 1444444442444444443 > Verbo de ligação (VL) Expressa uma ideia de estado ou qualidade. Ele liga o sujeito à sua carac- terística. Essa característica recebe o nome de predicativo do sujeito. Os principais verbos de ligação são: ser, estar, ficar, continuar, andar, viver etc. O diretor anda mal-humorado. O candidato vive preocupado. 17 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Classificação do predicado O predicado, assim como o sujeito, apresenta um elemento princi- pal chamado núcleo. Podem ser núcleos do predicado: > Verbos transitivos e intransitivos > Predicativo do sujeito (característica do sujeito que se encontra no predicado) > Predicativo do objeto (característica do objeto, atribuída a ele pelo sujeito) Dependendo de seu núcleo, o predicado pode ser: > Nominal (apresenta verbo de ligação e tem como núcleo o predicativo do sujeito) predicado nominal Os torcedores ficaram decepcionados. verbo de ligação predicativo do sujeito (núcleo) 14243 14444244443 14444444244444443 > Verbal (apresenta um verbo transitivo ou intransitivo) verbo transitivo direto e indireto (núcleo) Ninguém ofereceu ajuda aos desabrigados. predicado verbal 14444444444244444444443 1442443 18 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com > Verbo-nominal (apresenta dois núcleos: um verbo transitivo ou intransitivo e um predicativo que pode ser do sujeito ou do predicado) 14444444444244444444443 Os torcedores saíram decepcionados do estádio. predicativo do sujeito (núcleo) predicado verbo-nominal 14444244443 verbo intransitivo (núcleo) 14243 predicativo do objeto (núcleo) Todos acharam o vestido da noiva lindo. 14444444444244444444443 1442443 14243 predicado verbo-nominal verbo transitivo direto (núcleo) 19 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com da oração Termos integrantes Os termos integrantes completam o sentido dos verbos e dos no- mes transitivos. 1. Objeto direto Completa, sem preposição, o sentido de verbo transitivo direto. 14243 14444444244444443 Meu time venceu o torneio internacional. ODVTD 20 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com 2. Objeto indireto Completa, com preposição, o sentido de verbo transitivo indireto. 14243 14444244443 OIVTI Ninguém gostou de sua atitude. 3. Complemento nominal Completa, com preposição, o sentido de um nome (substantivo, ad- jetivo, advérbio). complemento nominal O país está preocupado com a crise internacional. 144444442444444443 4. Agente da passiva Pratica a ação verbal na voz passiva analítica. agente da passiva O navio foi abandonado no cais pelo comandante. 1444442444443 21 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com VOZ PASSIVA ANALÍTICA X VOZ PASSIVA SINTÉTICA > A voz passiva analítica é aquela que apresenta uma locução verbal, formada, geralmente, pelo verbo auxiliar “ser” e o particípio do verbo principal. O caso foi julgado pelo juiz. locução verbal 144424443 > A voz passiva sintética é aquela que apresenta o pronome apassivador “se”. Julgou-se o caso. pronome apassivador do sujeito Devemos tomar muito cuidado com a concordância entre o sujeito e o verbo na voz passiva sintética, pois muitas pessoas esquecem que, nesse caso, o sujeito paciente está claro e explícito na oração. Por exemplo, o sujeito de “Julgou-se o caso” é o termo “o caso”, que, por estar na 3ª pessoa do singular, obriga o verbo a também apresentar-se na 3ª pessoa do singular. Se passarmos o sujeito para o plural, obrigatoriamente deveremos colocar o verbo no plural. Veja: Julgaram-se os casos. Alugam-se salas. Vendem-se casas. Consertam-se bicicletas. 22 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com 5. Predicativo do sujeito É uma característica do sujeito que está no predicado. É obrigatório após um verbo de ligação. 14243 144424443 Todos ficaram insatisfeitos com a crise econômica. predicativo do sujeito verbo de ligação Eventualmente, pode aparecer após verbos transitivos e intransitivos. Os jogadores chegaram cansados. predicativo do sujeito verbo intransitivo 1442443 1442443 O diretor bateu a porta nervoso. verbo transitivo direto predicativo do sujeito 14243 1442443 6. Predicativo do objeto Expressa estado ou qualidade atribuída ao objeto pelo sujeito. predicativo do objeto 1442443 O presidente deixou a população tranquila. 23 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Os termos acessórios – adjuntos adnominal e adverbial e aposto – acrescentam uma informação nova à oração, mas não são fundamen- tais para o entendimento do enunciado. 1. Adjunto adnominal Termo de valor adjetivo, delimita ou especifica o significado de um substantivo. Exercem a função de adjunto adnominal: > Adjetivos 1442443 Caía do céu cinzento uma chuva fina. adjunto adnominal 123 adjunto adnominal da oração Termos acessórios e vocativo 24 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com > Locuções adjetivas (termos preposicionados de valor adjetivo) 1442443 adjunto adnominal O amor de mãe é inesgotável. > Artigos Os pais e a direção da escola trabalham com o mesmo objetivo. 123 adjunto adnominal adjunto adnominal0 adjunto adnominal0 > Numerais Ele foi o primeiro aluno a comer meia melancia em quinze segundos. 1442443 adjunto adnominal 12 3 adjunto adnominal 14243 adjunto adnominal > Pronomes adjetivos Aquele deputado escondeu seus verdadeiros objetivos. 14243 adjunto adnominal 123 adjunto adnominal 2. Adjunto adverbial Termo que intensifica o sentido do verbo, do adjetivo ou do advérbio. 1442443 Ele comeu bastante. (intensifica o verbo) adjunto adverbial de intensidade 25 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Ele é pouco inteligente. (intensifica o adjetivo) 14243 adjunto adverbial de intensidade adjunto adverbial de intensidade Ele mora muito longe. (intensifica o advérbio) 14243 O adjunto adverbial também indica uma circunstância para o pro- cesso verbal. As principais circunstâncias são: > Causa As crianças choravam de frio. > Companhia Ela saiu com o namorado. > Finalidade Ele se vestiu para a guerra. > Instrumento Faça a prova com caneta azul. > Lugar Ele não vivia no paraíso. > Modo Todos dormiram tranquilamente. 26 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com > Tempo Nada foi resolvido naquela tarde. > Dúvida Talvez ele chegue cedo. > Negação Os eleitores não lembram em quem votaram. > Afirmação Ele chegará e certamente trará presentes. 3. Aposto Termo que explica, enumera, resume ou especifica outro termo. 14444444444442444444444443 São Paulo, a cidade da cultura e da gastronomia, comemorou seus 465 anos. aposto explicativo Três alunos não fizeram a prova: Marcos, Tiago e Carlos. aposto enumerativo 144444424444443 27 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Farinha, ovos, pão, leite, tudo estava fora do prazo de validade. 123 aposto resumitivo 14444444244444443 O poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto imortalizou o rio Capibaribe em sua obra. aposto especificativo 14444444244444443 14442443 aposto especificativo TOME NOTA Geralmente, o aposto explicativo vem entre vírgulas; o enumerativo, depois de dois-pontos; já o especificativo é sempre um nome próprio que especifica um substantivo comum. 4. Vocativo Termo usado para chamar o ser a quem nos dirigimos. Senhores deputados, está aberta a sessão. Deus,ó Deus, onde estás que não respondes? (Castro Alves) 28 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Enquanto a análise sintática do período simples estuda as relações entre os termos de uma oração, a análise sintática do período composto estuda as relações sintáticas que se estabelecem entre as orações que formam o período. Essas orações são classificadas em coordenadas ou subordinadas, dependendo do tipo de relação que estabelecem entre si dentro do período. Análise sintática do período composto 29 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com As orações coordenadas são sintaticamente independentes, isto é, não exercem nenhuma função sintática em relação às outras orações do período. O período composto que apresenta apenas orações coorde- nadas recebe o nome de período composto por coordenação. Há dois tipos de orações coordenadas: > Assindéticas (não apresentam nenhuma conjunção e não aceitam nenhum outro tipo de classificação) > Sindéticas (são introduzidas por conjunções coordenativas. Há cinco tipos de orações coordenadas sindéticas) 1444444444442444444444443 conjunção 144444444444444424444444444444443 Os candidatos prestaram o concurso e reclamaram muito da organização da prova. oração coordenada sindética oração coordenada assindética coordenadas Orações 30 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Classificação das orações coordenadas sindéticas Aditivas Estabelecem uma relação de adição. A ideia que elas transmitem so- ma-se à ideia da oração anterior. As principais conjunções aditivas são: e, nem, não só...mas também, tampouco, bem como... Ele canta / e dança. Chora / e ri. Ela não canta / nem dança. Ela não canta / tampouco dança. Ele não só ri / mas também chora. Adversativas Expressam uma ideia que se opõe à ideia transmitida na oração anterior. São, geralmente, iniciadas por: mas, porém, todavia, contu- do, entretanto, senão... Ela canta, / mas não dança. Ela canta bem, / todavia não sabe ler partitura. Ela sabe cantar, / entretanto tem medo de se apresentar em público. 31 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Conclusivas Exprimem uma conclusão, ou seja, apresentam uma consequência lógica à ideia exposta na oração anterior. Suas principais conjunções são: logo, portanto, por isso, pois (colocada após o verbo), por conseguinte... Ela trabalha com crianças pequenas; / precisa, pois, de muita paciência. Ele se preparou muito bem para os exames; / logo, deverá ser aprovado. Ele não sabia de nada; / portanto, ninguém poderá culpá-lo. Ele trabalhou demais na vida; / por conseguinte, construiu um belo patrimônio. Alternativas Apresentam opções ou ideias que se alternam. Geralmente, são in- troduzidas pelas conjunções: ou, ora...ora, quer... quer, já... já etc. Ora se amam, / ora se odeiam. 32 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Ou presta atenção na aula / ou conversa. Quer você assuma, / quer você não assuma, / a responsabilidade é sua. Explicativas Apresentam uma explicação em relação ao que foi dito na oração an- terior (ordens ou suposições). As principais conjunções explicativas são: porque, já que, visto que, pois (colocada antes do verbo), isto é, ou seja... Não brinque com fogo, / pois você pode se queimar. Abra a janela / porque está calor. Os vizinhos devem ter viajado, / já que a casa está muito silenciosa. Deve ter havido um acidente, / pois vi uma ambulância. Observe que as duas primeiras frases expressam ordens, pois o verbo está no imperativo. As duas últimas, por sua vez, indicam suposições. 33 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com O período composto que apresenta apenas orações subordinadas recebe o nome de período composto por subordinação. As orações subordinadas exercem uma função sintática em relação à oração principal. 14444244443 Ela nunca disse que o amava. oração principal oração subordinada 144424443 Perceba como a oração subordinada exerce a função, nesse caso, de objeto direto, completando o sentido do verbo transitivo direto (disse) da oração principal. As orações subordinadas podem ter o valor de um substantivo, de um adjetivo ou de um advérbio. subordinadas Orações 34 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com 1. Orações subordinadas substantivas As orações subordinadas substantivas exercem, em relação à oração principal, funções de um substantivo. Elas podem ser: sujeito, predicativo do sujeito, aposto, objeto direto, objeto indireto e complemento nominal. Podemos classificar as orações subordinadas substantivas em: Subjetivas Exercem a função de sujeito da oração principal. É necessário que você vote. = É necessário seu voto. = Seu voto é necessário. 144424443 oração principal sujeito 1442443 144424443 oração subordinada substantiva subjetiva predicado 144424443 O problema é que nem sempre é possível reduzir a oração subordinada substantiva subjetiva a um único termo. Confira no exemplo abaixo. 1442443 oração principal oração subordinada substantiva subjetiva 144444444444444444444244444444444444444443 Admira-me que todos tenham comparecido à festa dos formandos de 1990. 35 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Nesse caso, para termos a certeza de que se trata de uma oração subordinada substantiva subjetiva, podemos substi- tuir a oração subordinada pelo pronome “isso”. 1442443 predicado sujeito 123 Admira-me isso. Se dessa transformação resultar um período simples em que o sujeito seja o pronome “isso”, não há dúvidas de que se trata de uma oração subordinada substantiva subjetiva e de que o “que” não passa de uma conjunção integrante. Confira nas tabelas alguns verbos e expressões que, geralmente, têm como sujeito uma oração subordinada substantiva subjetiva. Verbos Exemplos Agradar Agrada-nos muito / que você tenha aceitado nosso convite. Preocupar Preocupou-me / que ele tenha faltado à festa. Acontecer Acontece / que estou de saída. Parecer Parece / que todos estão felizes. Incomodar Incomodava-nos / que ele estivesse presente. Convir Convém / que ninguém se atrase para o espetáculo. 36 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Expressões Exemplos É bom É bom / que você coma um lanche entre as refeições. É conveniente Era conveniente / que todos se calassem. É possível É possível / que ele venha dormir em casa hoje. É necessário É necessário / que todos colaborem. É lamentável Foi lamentável / que você não tenha comparecido. É inadmissível Era inadmissível / que você se calasse. Parece Parece / que ninguém me ouviu. Repare que todas as orações subordinadas dos exemplos das tabe- las podem ser substituídas pelo pronome "isso". Observe também que as expressões que costumam ter como su- jeito uma oração subordinada são geralmente formadas por verbo de ligação + predicativo. Objetivas diretas As orações subordinadas substantivas objetivas diretas exercem a função de objeto direto do verbo transitivo direto da oração principal. 14444244443 Eu nunca aprovei que você abandonasse os estudos. VTD 1444444444442444444444443 oração principal oração subordinada substantiva objetiva direta 37 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Se substituirmos a oração subordinada pelo pronome “isso”, pode- mos verificar que o pronome exerce a função de objeto direto: Eu nunca aprovei isso. OD 14243 VTD 123 Objetivas indiretas As orações subordinadas substantivas objetivas indiretas exercem a função de objeto indireto do verbo transitivo indireto da oração principal. 144424443 VTI oração subordinada substantiva objetiva indireta Lembrou-se de que havia esquecido a bolsa no balcão da loja. oração principal 144444444444444444424444444444444444443 Se substituirmos a oração subordinada pelo pronome “isso”, pode- mos verificar queo pronome exerce a função de objeto indireto: 144424443 Lembrou-se disso. VTI OI 14243 Predicativas As orações subordinadas substantivas predicativas exercem a fun- ção de predicativo do sujeito da oração principal. oração subordinada substantiva predicativa oração principal 144444444442444444444443 O problema é que ninguém disse a verdade. verbo de ligação 144424443 38 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Se substituirmos a oração subordinada pelo pronome “esse”, pode- mos verificar que o pronome exerce a função de predicativo: O problema é esse. predicativo do sujeito verbo de ligação 123 Completivas nominais As orações subordinadas substantivas completivas nominais exercem a função de complemento nominal de um termo da oração principal. Seus filhos têm necessidade de que você seja mais presente. oração principal oração subordinada substantiva completiva nominal 1444444442444444443 1444444444424444444443 Se substituirmos a oração subordinada pelo pronome “isso”, podemos verificar que o pronome exer- ce a função de complemento nominal: Seus filhos têm necessidade disso. CN 14243 39 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Apositivas As orações subordinadas substantivas apositivas exercem a função de aposto de um termo da oração principal. 14444244443 oração principal 1444444444244444444443 oração subordinada substantiva apositiva Vou lhe dizer apenas uma coisa: não seja covarde. Embora algumas orações subordinadas substantivas apositivas não aceitem ser substituídas pelos pronomes “isso”, “esse”, “essa”..., é muito fácil reconhecê-las, pois comumente vêm depois de dois-pontos. 2. Orações subordinadas adjetivas As orações subordinadas adjetivas exercem, em relação à oração principal, funções de adjetivo, de substantivo ou de pronome. Elas são sempre iniciadas por um pronome relativo: que, quem, onde, o qual (e variações), cujo (e variações) etc. 40 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Podemos classificar as orações subordinadas adjetivas em: Restritivas As orações subordinadas adjetivas restritivas limitam o sentido do termo da oração principal (substantivo ou pronome) a que se referem. 1444444244444443 oração subordinada adjetiva restritiva Os adolescentes que praticam esportes são mais saudáveis. No período acima, a oração subordinada adjetiva aparece inserida na oração principal “Os adolescentes são mais saudáveis”. Observe que a oração subordinada adjetiva, nesse caso, restringe, limita o sentido do termo “adolescentes”, pois não são todos os adoles- centes que são mais saudáveis, apenas os que praticam esportes. CUIDADO! Não confunda a conjunção integrante “que” com o pronome relativo “que”. Um bom método para resolver a dúvida é verificar se o termo “que” aceita ser substituído pelos pronomes relativos “o qual”, “a qual”, “os quais” ou “as quais”. Se aceitar a substituição, não há mais dúvidas: trata-se de um pronome relativo. 41 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Como a oração subordinada adjetiva restritiva é essencial para a compreen- são da mensagem, ela não vem separa- da da oração principal por vírgulas. Veja outros exemplos: Este é o colégio / onde eles estudam. Há jovens / que têm o hábito da leitura. Procuramos professores / cuja paciência seja ilimitada. As pessoas / que moram no interior / têm mais qualidade de vida. Os alunos / que estudam diariamente / merecem elogios. Explicativas As orações subordinadas adjetivas explicativas não limitam o sen- tido, apenas acrescentam uma explicação a mais ao termo antece- dente. Essa explicação não é essencial, portanto pode ser eliminada do período sem causar prejuízo para a compreensão da mensagem. As orações subordinadas adjetivas explicativas sempre vêm sepa- radas por vírgulas. 1444444444442444444444443 oração subordinada adjetiva explicativa O carnaval, que é a maior festa popular do Brasil, anima os turistas. 42 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com A oração “que é a maior festa popular do Brasil” não restringe o sen- tido do termo anterior, apenas fornece uma informação que é própria do carnaval. Perceba que ela pode ser eliminada sem prejuízo à compreensão da frase. Veja outros exemplos: O homem, que é um ser imperfeito, pode destruir o planeta. O Sol, que é a maior estrela do nosso sistema solar, um dia vai desaparecer. Os alunos leram Dom Casmurro, que foi escrito por Machado de Assis. O PODER DA VÍRGULA Perceba a mudança de sentido que o uso da vírgula provoca nas orações abaixo. Meus alunos, que estudaram muito, fizeram um exame excelente. Separada por vírgulas, a oração “que estudaram muito” é classificada como adjetiva explicativa, pois passa a mensagem de que “todos” os meus alunos estudaram muito e, por isso, “todos” realizaram um excelente exame. Agora veja o mesmo exemplo sem as vírgulas: Meus alunos que estudaram muito fizeram um exame excelente. Nesse caso, temos uma oração subordinada adjetiva restritiva que limita o número de alunos que fizeram um exame excelente. Agora, entre todos os meus alunos, somente os que estudaram muito fizeram um exame excelente. 43 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com 3. Orações subordinadas adverbiais As orações subordinadas adverbiais exercem a função de adjunto adverbial de outra oração. Elas podem ser classificadas como: Causais Exprimem a causa, o motivo da ocorrência da ação expressa pelo verbo da oração principal. As principais conjunções subordinativas ad- verbiais causais são: porque, já que, visto que, como, uma vez que... 144444424444443 oração subordinada adverbial causal Chegou atrasado porque chovia forte. A oração “porque chovia forte” enuncia a causa de ele ter chega- do atrasado. Comparativas Estabelecem uma comparação com o fato expresso pela oração principal. As principais conjunções subordinativas adverbiais compa- rativas são: como, assim como, assim. As conjunções “que”, “do que” e “quanto” devem vir precedidas de “tão”, “tanto”, “mais”, “menos”, “me- lhor”, “pior”... 44 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Nas orações comparativas, o verbo, geralmente, fica subenten- dido. Confira: oração subordinada adverbial comparativa O filho é tão responsável quanto o pai. 1444424443 Perceba que a forma verbal “é” está subentendida na oração subor- dinada adverbial comparativa. Concessivas Expressam uma concessão à ideia veiculada pelo verbo da oração principal. As principais conjunções subordinativas adverbiais conces- sivas são: embora, ainda que, mesmo que, apesar de que, conquanto, se bem que... oração subordinada adverbial concessiva 144444424444443 Embora se amassem, não conseguiam viver juntos. Condicionais Exprimem uma condição em relação ao fato expresso pelo verbo da oração principal. As principais conjunções subordinativas adverbiais condicionais são: se, caso, desde que, sem que... Se persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado. oração subordinada adverbial condicional 1444444442444444443 45 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com Conformativas Indicam um acordo, uma concordância com o fato expresso pelo verbo da oração principal. As principais conjunções subordinativas ad- verbiais conformativas são: conforme, como, segundo, consoante... Conforme combinamos, segue anexa a carta de demissão. oração subordinada adverbial conformativa 14444444244444443 Consecutivas Apresentam uma consequência que resulta do fato expresso pelo verbo da oração principal. As principais conjunções subordinativas ad- verbiais consecutivas são “que”, “de forma que”, “de modo que”... an- tecedidas de advérbios de intensidade ou pronomes indefinidos (tão, tanto, tal, tamanho) na oração anterior. oração subordinada adverbial consecutiva 144444444444424444444444443O livro era tão bom que eu não conseguia parar a leitura. Finais Indicam o objetivo, a finalidade do fato expresso pelo verbo da oração principal. As principais conjunções subordinativas adverbiais finais são: para que, a fim de que, com o propósito de, que (= para que)... 46 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com oração subordinada adverbial final A prova foi marcada depois do feriado para que os alunos pudessem estudar mais. 1444444444444442444444444444443 Proporcionais Apresentam uma ideia de gradação de proporção (para mais ou para menos) em relação à ação expressa pelo verbo da oração princi- pal. As principais conjunções subordinativas adverbiais proporcionais são: à proporção que, à medida que, quanto mais...mais, ao passo que... oração subordinada adverbial proporcional Quanto mais eu conhecia você, mais me apaixonava. 144444444424444444443 Temporais Indicam o momento em que ocorre a ação expressa pelo verbo da oração principal. As principais conjunções subordinativas adver- biais temporais são: quando, enquanto, sem- pre que, antes que, depois que, desde que, mal, assim que, logo que. oração subordinada adverbial temporal Bata a porta quando sair de casa. 144444424444443 47 Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com ISBN: 978-65-80225-04-0 R. Elvira Ferraz, 250, conj. 505 – 04552-040 – São Paulo – SP CNPJ 04.963.593/0001-42 Concepção e realização: Gold Editora Coordenação geral: Isabel Moraes LIVRO DIGITAL Texto: Sérgio Nogueira, Carla Tullio (redatora assistente) Assistência editorial: Ana Beraldo Arte: LIT Design Foto de capa: Bel Pedrosa Ilustrações: Marcos Müller Revisão: Sandra Miguel VIDEOAULAS Apresentação: Sérgio Nogueira Roteiro: Sérgio Nogueira, Carla Tullio, Bárbara Mello EQUIPE DE ESTÚDIO Produtora contratada: Uzumaki Comunicação Direção: Jefferson Gorgulho Peixoto Fotografia: Rodolfo Figueiredo Som direto: Luiz Fujita Jr. Produção e TP: Tainah Medeiros Maquiagem: Luciana Sales EQUIPE DE EXTERNAS Fotografia: Christian Puig Produção: Ana Beraldo Assistência de produção: Luciana Sutil EQUIPE DE EDIÇÃO E PÓS-PRODUÇÃO Edição: Priscila Viotto, Christian Puig, Luciana Sutil Locução: Ângela Benhossi Ilustrações: Marcos Müller Motion designer: Tiago Almeida Santos Revisão: Bárbara Mello, Kiel Pimenta Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com 1. Ortografia 2. Uso das palavras 3. Classe de palavras 4. Verbos 5. Pronomes 6. Análise sintática 7. Pontuação 8. Concordância 9. Regência 10. Construção de texto Licensed to Alessandra Leite da Silva - ale_ls@live.com